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sábado, 5 de maio de 2012

Deus chamou-o


Qualquer pessoa que não acredite na existência do demônio, não pode dizer-se católica". É o que aponta o presidente da Associação Internacional para o Ministério de Libertação da Renovação Carismática Católica (RCC) e vice-presidente da Associação Internacional de Exorcistas, Padre Rufus Pereira.

O exorcista autorizado pelo Vaticano e pároco da Arquidiocese de Bombaim, na Índia, esteve na sede da Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP), entre os dias 14 e 23 deste mês. Conduziu dois Acampamentos de Cura e Libertação, um retiro com cerca de 100 padres e atendeu em coletiva de imprensa o Sistema Canção Nova de Comunicação.

Para padre Rufus, o motivo pelo qual muitos na Igreja não se preparam para ajudar os fiéis que sofrem interferência do demônio ocorre pelo fato de nunca terem tido uma experiência com o sofrimento dos possessos e nem terem visto como a libertação pode acontecer.

O sacerdote também é diretor do Instituto Bíblico Carismático Católico e foi recentemente integrado ao órgão internacional da RCC, o ICCRS, em Roma.





Canção Nova: A existência do demônio e sua ação sobre o mundo é algo que está na doutrina da Igreja. Mas por que muitos não acreditam na existência e no poder dele sobre a humanidade?

Padre Rufus: Bem, por um lado está bem claro em certo entendimento, no entendimento dos católicos, por meio da Bíblia, de todos os documentos da Igreja nesses dois mil anos e de todos os ministérios passados, nesses últimos anos, estão certos de que o demônio existe.

Infelizmente, muitos professores acadêmicos - tenho medo de que até homens da Igreja - negam a existência do demônio. Padre Gabrielle Amorth, presidente da Associação dos Exorcistas, na qual fui vice-presidente por 10 anos, é muito firme em dizer que qualquer pessoa que não acredite na existência do demônio, não pode dizer-se católica


terça-feira, 1 de maio de 2012

1 de Maio



História do dia do trabalhador

No dia 1º de Maio de 1886, 500 mil trabalhadores saíram às ruas de Chicago, nos Estados Unidos, em manifestação pacífica, exigindo a redução da jornada para oito horas de trabalho. A polícia reprimiu a manifestação, dispersando a concentração, depois de ferir e matar dezenas de operários.



Mas os trabalhadores não se deixaram abater, todos achavam que eram demais as horas diárias de trabalho, por isso, no dia 5 de Maio de 1886, quatro dias depois da reivindicação de Chicago, os operários voltaram às ruas e foram novamente reprimidos: 8 líderes presos, 4 trabalhadores executados e 3 condenados a prisão perpétua.
Foi este o resultado desta segunda manifestação.

A luta não parou e a solidariedade internacional pressionou o governo americano a anular o falso julgamento e a elaborar novo júri, em 1888. Os membros que constituíam o júri reconheceram a inocência dos trabalhadores, culparam o Estado americano e ordenaram que soltassem os 3 presos.

Em 1889 o Congresso Operário Internacional, reunido em Paris, decretou o 1º de Maio, como o Dia Internacional dos Trabalhadores, um dia de luto e de luta. E, em 1890, os trabalhadores americanos conquistaram a jornada de trabalho de oito horas.

116 anos depois das grandiosas manifestações dos operários de Chicago pela luta das oito horas de trabalho e da brutal repressão patronal e policial que se abateu sobre os manifestantes, o 1º de Maio mantém todo o seu significado e actualidade.

Nos Estados Unidos da América o Dia do Trabalhador celebra-se no dia 3 de Setembro e é conhecido por "Labor Day". É um feriado nacional que é sempre comemorado na primeira segunda-feira do mês de Setembro e está relacionado com o período das colheitas e com o fim do Verão.

No Canadá este feriado chama-se "Dia de Oito Horas". Tem este nome porque se comemora a vitória da redução do dia de trabalho para oito horas.

Na Europa o "Dia do Trabalhador" comemora-se sempre no dia 1 de Maio.