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voz antiga, de fogo e canção.
Entre montanhas de gelo e luar,
um herói desperta, pronto a lutar.
Na neve dorme o passo do dragão,
nas ruínas antigas — a maldição.
Os bardos cantam, as tochas tremem,
os céus rugem nomes que ninguém compreende.
Línguas de Thu’um cortam o ar,
palavras que o tempo não pôde apagar.
Fus Ro Dah! — e o destino se ergue,
do caos nasce o caminho que o herói persegue.
Riften sussurra promessas e ouro,
em Whiterun, o pôr do sol é tesouro.
Em Solitude, o mar canta em tom de pesar,
em Windhelm, o frio faz o aço cantar.
Mas o coração do Dovahkiin não cede,
nem ao gelo, nem à sede.
Pois sabe que em cada aurora cinza,
há um novo dragão — e uma nova brisa.
E quando o último canto soar,
nas montanhas onde os deuses vão descansar,
o vento dirá, em voz serena e sem fim:
“Aqui viveu… o Filho de Skyrim.”
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