PT85823B - Mandril de auto aperto para trepanos e dispositivos semelhantes, particularmente apropriado para trepanos, portateis para uso cirurgico - Google Patents
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Description
Os mandris, actualmenre em uso, para trépanos, a manivela ou a electricidade, usados também em cirurgia, imobilizam uma ferramenta, a ponta de um trépano por exemplo, cor meio de mordentes duma tenaz, que se fecham sobre a ferramenta por meio duma chave de pegão que actua sobre a cremalheira do mandril.
A operação inversa deve ser acabada para retirar o utensílio do mandril.
Tal sistema de aperto e abertura do mandril é pouco prático e traduz-se numa notória penda de tempo.
De facto, enquanto com uma mão se imobiliza o corpo do trépano, com a outra introduz-se a ponta do trépano e deve-se abandonar a ponta entre os mordentes para fazer rodar a chave de aperto. A ponta fica livre e pode resvalar ps ra fora do mandril e cair, com o inconveniente de se poder, pelo menos, o tempo necessário para recuperar a ponta, ou mesmo pode ficar apertada entre os mordentes sem que a mesma fique numa posição perfeitamente coaxial com o eixo do mandril.
A necessidade de recorrer sempre a uma chave para o aperto e a abertura comporta em prolongamento do tempo necessário para a substituição das portas, o que se traduz num inconveniente sério quando o trépano é usado, por exemplo,
ΠΤ Φ para fins cirúrgicos.
Outra balha dos mandris, usados actualmente, é a possibilidade da ponta de trépano deslizar entre os mordentes do aperto, o que se torna especialmente inconvenientemer te quando, por exemplo o mandril é usado em cirurgia.
Esses deslizes devem-se umas vezes ao facto de que o aperto por meio de chave, sendo constante e dependendo da força do operador, pode não ser suficiente para garantir o domínio da ponta, quando ela encontra notável resistência o de se pretende trepanar; outras vezes ao facto de a ponta s apertada em posição não perfeitamente coaxial com o eixo do mandril, pelo que, às primeiras rotações, a ponta tenderá a colocar-se na linha de eixo do mandril, criando um jogo entre a ponta e os mordentes de aperto.
Um inconveniente .ulterior advém do facco de os mar dris hoje em uso apresentarem grandes dificuldades de desmon tagem das suas partes constitutivas e muitas vezes até nem o consentirem, pelo que há recantos em que a sujidade e, por tanto, os gérmens se podem alojar. Especificamente, podemos citar a cremalheira sob a qual prende a chavo de pegão, os próprios mordentes e a cavidade na qual estão alojados, pelo que é necessário um longo e difícil trabalho de esterilização antes de se poder usar o mandril na sala de operações.
É tarefa da presente invenção eliminar as falhas acima descritas.
seu funcionamento decorre como se refere na parte distintiva da reivindicação 1.
As principais vantagens decorrentes da invenção são constituídas pelo facto de as operações de inserção ou de extirpação de uma ferramenta resultarem particularmente simples e rápidas, não sendo necessário chaves de aperto e permitirem que a haste de ferramenta esteja sempre em posi-
ção coaxial ao eixo do mandril e seja aperrado entre os mor dentes com a força necessária que impeça
deslize da ferramenta.
no mandril·, do trépano,
Para além disso, a ferramenta, 'ama vez inserida não pode cair por terra durante a manipulação uma vez que o aperto se faz automaticamente.
Além disso, dada a estrutura particularmente simples dos elementos que constituem o mandril, este é facilmente desmontável e esterilizável, antes de ser usado na sala de operações.
A singular simetria da estrutura do mandril, uma vez inserido a ferramenta, acresce o aperto automaticamente, quer gire para um. lado, quer para o lado oposto.
isso cida dril a nao depender da torça do operador, mas à resistência ao movimento rotativo exet que seja a ferramenta aplicada ao mano perigo da ponta poder deslizar por dor z
1Outras vantagens no decurso da descrição detalhada subsequente, na qual, a título de exemplo não limitativos, se desenvolvem algumas das concretizações possíveis da invenção, ilustradas nas duas folhas anexas de desenhos, nos quais:
a figura 1 é uma vista diagramada em imnlosão, parcialmente seccionada, de um mandril, de acordo com a invenção;
a figura 2 é a vista da base da ponteira, com o traço cónico da figura 1;
a figura 3 θ a vista da base de um variante da ponteira referida na figura precedente;
a figura 4 é uma vista em implosão parcialmente seccio-
nada do mandril da figura 1, em posição de abertura máxima pela introdução duma ferramenta;
a figura 5 θ uma vista análoga da figura 4 em que, apó a introdução da ferramenta, esta é presa no mandril por acç duma mola;
a figura 6 é uma vista análoga à da figura 5, interrompida parcialmente, com uma variante dos mordentes;
a figura 7 θ uma vista análoga à figura precedente com uma segunda variante dos mordentes;
a figura 8 é uma vista parcial da manga da. figara. 1 com meios de centromento da ferramenta produzidos na própria man ga;
a figura 9 e uma vista em implosão parcialmente seccionada de uma outra forma realizada da invenção.
Considerando que as figuras se encontram em escala variável e que as referências numéricas iguais correspondem a partes iguais ou equivalentes, nota-se cue na figura 1 o mandril é constituído essencialmente por uma manga (10), por uma ponteira (29), no interior da qual se encontra uma manga interior (54) para o alojamento de mordentes de aperto, cons tituídas por esferas (35)·
A manga (10), d.e forma cilíndrica, constiruída numa extremidade (11) por uma cavidade cilíndrica (12) coaxial ao mandril, preparada para permitir o enxerto do tronco do trépano não ilustrado nos desenhos. Pelo enxerto do tronco, a manga (10) é dotada d.e um furo (13) que intersepta octogonalmente o eixo (14) do mandril e constitui a aede para o alo jamento da haste dum parafuso com a cabeça (16) alojável no furo (17)· 0 parafuso (15» 18) θ o relativo furo (15, 17) na manga (10) e no tronco de trépano podem ser substituídos com quaisquer meios conhecido, tais como parafusos passageiros,
dois elementosia outra extremidaae vidade (19) cilíndrica também superiormente ligada , a qual se à superfície cavidade (19) pode alojar-se um anel (25) ferramenta para ser usado com ' ' (18) da manga (10) há uma caela coaxial ao eixo (14) do com um embotamento a uma esvaencontra ligada com uma parte exterior da dita extremidade o trépano.
interior um mandril, zadura anelar (21) troncocónica (22) (18). No fundo da de centramento da
Para tal fim, o dito anel (23) apresenta no seu furo (24) troncocónico convergente para o fundo mente uma saliência anelar cilíndrica (25) para dama mola (26) cilíndrica em espiral de diâmetro diâmetro da cavidade (19) de modo que eis contrair sem qualquer aoenas inferior ao se passa alongar e dessa cavidade.
impedimento dentro a referida max.
Nas suas
18), oportunamente embot as quando é posto sso, a tal manga uas ou mais velocimesmo à maneira de
Na parte (18) a manga tem, além disso, um furo (2Ç) filetado, o qual tem o próprio eixo interseptando octogonalmente o eixo (14) do mandril, para permitir fixar a ponteira (29) à manga (10) por meio de um parafuso (28) de cabeça com hexágono interior.
Embora não se represente nos desenhos, a fixação entre a ponteira (29) e a manga (10) pode ser obtida com mais parafusos (28) dispostos radialmente ao eixo (14) do mandril,
I ou com quaisquer outros meios conhecidos equivalentes aos
descritos mais acima.
A ponteira (29) que e os mordentes (55) óLe esfera terior cilíndrica côncava com inclui a manga interior (54) apresenta uma parte (50) posdimensões tais que se possa sc brepor à parte terminal (18) da manga pela fixação relativa com o parafuso (28) que passa pelo furo central troncocónica côncava rodeada no (28'), uma parte (51) interior com lóbulos (52) para o deslizar das esferas (55), a qual termina numa pequena parte cilíndrica (55) côncava.
Também os espigões exteriores às duas extremidades da referida ponteira (29) estão embotados para evitar prejuí zos a pessoas ou coisas durante a rotação do mandril.
Como se explicará a seguir, o traçado da superfície interior da parte central (51) desempenha um papel fundamental no bloqueio da ponta durante o movimento de rotaçãc do mandril.
Ko interior da ponteira (29) alojam-se a manga interior (54) e os mordentes (55) de esfera.
A manga interior ($4) compreende uma parte posterior (56), uma central (57) ® uma anterior (58).
A parte (56) é cilíndrica côncava, munida, na sua extremidade livre de um anelar engrossado (59), adaptado pai· a deslizar axialmente na cavidade (19) na parte (18) da manga. A parte (58) cilíndrica apresenta no seu interior um encaixe troncocónica (40) propício à introdução da parte terminal posterior da haste da ferramenta para a fixação sucessiva da mesma. Esse encaixe troncocónico (40) continua num furo cilíndrico (41) que passa também pelas partes (5'7) central e (56) posterior da manga interior, o qual furo corresponde ao diâmetro máximo que poderá ter a haste da ferramenta que i
se introduzir no mandril. A superfície exterior da dita (38) apresenta, além disso, filetes (42) sobre os quais ponteira cilíndrica (43) se aparafusa.
a
A parte (37) troncocónica é a verdadeira e apropria da manga interior para as esferas (35)· Para além do furo axial (41), ela apresenta também três furos (44) cilíndricos, dispostos radialmente e a 120° um do outro, em relação ao eixo (14) do mandril.
Entre esses furos encontra_m-se as esferas (35), que têm um diâmetro inferior apenas ao dos referidos furos (44), as quais são constantemente premidas em direcção ao eixo (14) do mandril das superfícies dos lóbulos (32) por acção da mola (28) e sucessivamente pela rotação do próprio mandril.
A referida manga interior (34), colocada em parte dentro da ponteira (29) e em parte dentro da manga (10), movimenta-se axialmente em relação a elas e é impelida constar temente para a parte anterior do mandril pela mola (26) de contraste cilíndrica e em aço.
Essa mola (26) tem uma extremidade em contacto coa a parte inferior do anelar engrossado (39) da parte posrerior (36) da manga interior (34), enquanto com a outra extre midade envolve a parte exterior do anel de centramento e apoia-se na saliência anelar (25) da mesma, o qual encontra o próprio contraste no fundo da cavidade (19) da manga (10).
A ponteira (40) engrena com o seu filete (45) no verme exterior (42) da manga interior (34) e apresenta um encaixe (46) anelar interior para alojamento do pequeno canal (35) da ponteira (29). A ponteira (43) exerce primeiramente a função de servir de punho para que o operador possa agarrar mais facilmente, quando este se prepara para introduzir uma ferramenta no mandril.
i i
Oomo se pode ver pela figura 4, de facto, por meio de uma pressão manual sobre a ponteira (45), aparafusada ape nas nos filetes (42) , pode fazer-se deslizar axialmente a manga interior (54), vencendo a resistência da mola (26), aré cue a parte posterior (56) esteja totalmente inserida na cavidade (19) da manga de maneira que a superfície (4'7) terminal posterior da parte central (57) da manga interior (54) se acomode no fundo do encaixe anelar (21). Nesta posição, dada a conformação cónica da ponteira (29), as esferas (55) são livres de se colocarem dentro dos furos (44), apostando-se do eixo (14) do mandril, até se alcançar a distância máxima possível, eventualmente até por acção exercida nelas pe la introdução da ferramenta no mandril.
Desta maneira, essas esferas ficam completamente de fora do furo cilíndrico (41). A ferramenta (43), introduzida facilmente através do invito (4C) até alcançar o anel (25) de centramento, ajusta-se com a sua parte inferior concentricamente ao eixo do mandril, graças ao furo cónico (24) Depois disso, o operador abandona a ponteira (45), cuja mola (26) voltará a expandir-se forçando a manga interior (54) a avançar ulteriormente com a sua cueno canal cilíndrico (55), como parte se vê
Durante a deslocação da manga interior (54), as e_s feras (55), arrastadas neste movimento, serão forçadas pelos lóbulos (52) em direcção ao eixo (14) do mandril até se exer citar uma certa pressão contra a haste da ferramenta (48), como se vê pela figura 5· Resulta, por conseguinte, evidente que a ferramenta será perfeitamente coaxial ao eixo do mandril, sendo com a sua parte inferior centrada pelo anel (25) θ com a sua parte central apertada pelas três esferas (55) que actuam sobre ela em acção concêntrica em direcção ao próprio eixo do mandril. Nesta posição, a ferramenta (48), embora não se ja muito apertada no mandril, permanece ajustada ao mesmo du rante as manipulações às quais o trépano pode ser submetido,
antes ce ser colocado na posição exacta para iniciar uma ta refa .
Após a inserção da ferramenta, como há pouco se descreveu, a ponteira (4-5) é aparafusada até que o fundo da cavidade (46) atinja o cano (55) 4a ponteira (29).
Se, efectivamente, o mandril se encontra na condição representada na figura 5, isto é, com a ferramenta inserida, mas com a ponteira (45) ainda não apertada totalmente, o utente corre o risco de o mandril se abrir, deixando abe τta a ferramenta e incorrendo inconvenientes relativos, embate acidental contra a ponteira (45) ou (53) da manga interior que
C cLU. 3 3. G. Θ VL2I tra a parte por ο onse salienta da própri
Quando, pelo contrário, a ponteira (45), da posição descrita acima e como se ilustra na figura 5, θ apertada a fundo sobre os filetes (42), a manga interior (54) fica fixa numa determinada posição em relação à ponteira (29) e ao mandril (10), pelo que o utente não corre mais o risco de que o mandril possa vir a abrir-se por um choque acidental entre a ponteira de da mola (26) para fazer direcção ao interior do esferas (55) da posição tal modo que se vença a resistência reentrar a manga interior (54) em mandril, permitindo de aperto.
o afastamento das
Como se nota particularmente pela figura 2, a parede cónica interna da ponteira (29) apresenta entalhes ou lóbulos (52) de superfície cilíndrica ou conoidal ou, como se vê pela figura 5, os referidos lóbulos partindo da sua ex tremidade de superfície conoidal ou cilíndrica, terminam em
e permitir o alojamento d.as esferas (5>) nos referidos lóbu11
Ιοξ (32-52').
luanio o mandril é colocado eia rotação, as esferas (55) por força da inércia, independenremente ao sentido ae rotação do mandril, são obrigadas a subir ao funão dos lóoulos em direcção aos três sectores (52) que ficaram da parede cónica interna da ponteira, aproximando-se assim do eixo central do mandril, fazendo uma força maior de compressão sc bre a ferramenta. Atingir-se-á o aperto definitivo quando a ferramenta inicia a tarefa, uma vez que o atrito, feito, poi exemplo, pelo meio atravessado duma ponta de trépano, obrige as esferas a rodar em torno do eixo do mandril, facilitando a subida das mesmas ao longo da superfície dos lóbulos (32, 52-32') e tornando assim proporcional o aperto da ponta à re sistência ao movimento rotativo, exercida sobre a ferramen ta aplicada ao mandril, impedindo que a haste da ferramenta possa deslizar por domínio insuficiente.
Referindo-nos particularmente à figura 6, nota-se que os mordentes (35'), mais do que serem constituídos por esferas como no caso da figura precedente, são constituídos por cilindros semicirculares, adaptados para deslizar dentre dos furos (44'), de secção correspondente à média dos cilindros, ficamdo os eixos desses furos num plaro octogonal ao eixo (14) do mandril. Neste como no caso dos mordentes com esfera, também os pontos de contacto dos cilindros (35') com a ferramenta são apenas três, dispostos radialmente a 120° em redor do eixo (14) do mandril,
Em relação à figura 7, deve notar-se que os morden tes (55) são feitos com cilindros de superfície exterior de forma cónica, havendo uma geratriz paralela ao eixo (14) do mandril e esses mordentes estão adaptados para deslizar dentro dos furos (44) de secção correspondente à média dos cilindros (55), sendo os eixos dos referidos furos geratrizes
Ί Ο
duma superfície cónica ideal convergente para o eixo (14) dc mandril.
Nessa realização, os mordentes (55) entram es cor cacto cosi a ferramenta por meio de três geratrizes da superfície exterior deles mesmos e não com três pontos apenas, coco nas precedentes realizações.
De tudo o que precede, resulta evidente que até os eixos dos furos (44) das figuras 1 e 5 podem constituir também eles geratrizes duma superfície cónica ideal, não obstar, te convergente ao eixo (14) do mandril, sem que por isso a invenção seja alterada nas suas caracteristicas fundamentais
Ú óbvio para um técnico do ramo, embora isso não venha representado nos desenhos, que cada mandril pode ser dotado de mais ordens de mordentes (55 ou 55' ou 55) distar ciados entre eles ao longo do eixo do mandril e cada um, por exemplo, acé com um número de mordentes superior a três.
Referindo-nos particularmente à figura 8, nota-se que sobre a manga (10) os meios (25') de centramento da ferramenta são constituídos pelo fundo (24') cónico da cavidade (19), o qual parte de um ressalto anelar (25') da parede da cavidade (19) e que constitui a sede de implantação da mola (26).
Referindo-nos particularmente à figura 9, nota-se que as partes constitutivas do mandril são substancialmente equivalentes às da figura 1, embora, para as distinguir daquelas, tenham sido indicadas por 10', 25', 25', 26', 29', 50', 45'. Diferença notória e constituída pelo facto de a ponteira (29') não estar solidária com a manga, mas antes ser relativamente móvel em relação a ela, graças a rres solas de tracção (26'), apenas com uma sua extremidade a cavilhas de retenção (49) solidárias com a manga (10') e a cavilhas (50) solidárias com a manga (29') com a outra extremida
Ί
de. nstas últimas cavilhas (50) são móveis dentro da cavidade (51) is alojamento das referidas moías (26').
para que 0 operador possa introduzir uma ferramenta neste ripo de mandril, deve impelir a ponteira (2'9') para 0 alto (figura 9), vencendo a resistência das molas (26') aré colocar o mandril na posição da figura 9· Nessa posição, a ponteira (19') permanece enganchada à ponteira (4-51) mediante um dispositivo (52) de retenção afrouxável. 0 dispositivo (52) é constituído por uma mola (55) que leva numa sua extremidade uma esfera (54) ® tem a outra extremidade presa numa cavidade da parte (55) cilíndrica da ponteira (29'), ca vidade essa limitada por um anel de diâmetro interior infe rior ao da esfera. Por conseguinte, a mol a, quando a pontei—I ra (29‘) torna a subir dentro da cavidade da ponteira cilíndrica (4-5'), é comprimida pela esfera (54) impelida do reoor do inferior interior da ponteira cilíndrica (4-5') e logo a seguir se expandirá para impelir a mesma esfera para dentro de uma estria anelar com secção de um semicírculo de raio correspondente ao da esfera, para deter a ponteira (29') não obstante a acção de atracção exercida pelas molas (26') quan do 0 operador abandona a ponteira para introduzir no mandril a haste de uma ferramenta (48). Para que os mordentes (55) se possam fechar sobre a haste da ferramenta (48), bastará que 0 operador apoie a mão na parte exterior cónica da ponteira (29') e faça uma ligeira pressão para o fundo (figura 9), para desenganchar a esfera (54) da estria anelar no qual está alojada. As molas (26') carregam, então, automaticamente para 0 fundo a ponteira (29'), fazendo a blocagem e 0 cen tramento da haste da ferramenta no mandril.
Note-se, ainda, que, nesta realização particular do mandril, obtém-se o confronto do assentamento exacto da haste (56') mediante um dispositivo (55) cm tudo semelhante nas suas partes constitutivas ao dispositivo (52) descrito.
Para um técnico do ramo é óbvio que esses dispositivos (52) e (55) também são aplicáveis ao mandril das figuras 1 a 7 e cada ura deles pode ser substituído por quaisquer meios conhecidos, aptos a manter solidários enure si, de modo amovível, os dois elementos interessados dos referidos dispositivos.
As sucessivas operações, tais como o aparafusamenco e/ou o aesaparafusamento da ponteira (45'), e a acção dos mordentes (55) são idênticas àquelas descritas anteriormente em relação às figuras 1, 4 e 5·
A saída da ferramenta, após o desaparafusamenóo de ponteira (4-5'), faz-se impelindo a ponteira (29'), na posião desenhada na figura 9, isto é, na posição enganchada à rópria ponteira (45'), o que permite uma extracção fácil de. erramenta.
Lesmo que isto não apareça nos desenhos, o mandril ode ser actuado electricamente isolado do eixo do trépano, or exemplo, mediante o envernizamento do isolamento das
artes.
É óbvio que eventuais variações formais rrazidas o objecto da invenção em sede de actuação prática terão de er consideradas abrangidas pelo âmbito das seguintes reivir. icações.
Claims (12)
- REIVINDICAÇÕES :lã. - Eanúril de auto-aperto para trépanos ou dispositivos semelhantes, particularmente apropriados para crépanos portáteis para uso cirúrgico, caracterizado pelo facto de ser constituído por uma manga (10, 10') cilíndrica coaxialmente fixável num veio que pode rodar; por uma ponteira (29, 29') com uma parte cónica (51, 51') internamente dotada de lóbulos (52, 52-32'), com outra parte cilíndrica (50, 50') numa sua extremidade inserivel na referida manga e com outra parte cilíndrica (33) na outra extremidade; por uma manga interior (54-), longitudinalmente atravessada por um ca da do xo (14) do mandril e duas hastes (36-39, 38) dos lados 1, por pelo menos uma mola (26, 26') to (23, 25'); por uma ponteira (45, de escorregar por aparafusamento ao (53) saliente em relação à ponteira ionada manga interior e a ponteira (29, axialmente deslocáveis em relação à mar--- ~ _ - Z corpo central (57) com mordenmóveis em direcção convergente dentro de furos transversais (42 opostos do cor; por meio de 43') cilíndrilongo da parte (29, 29'),291) ou uma a (10, ic;43') s e n- ou sendo a ponteira (29, 29') ligável com a ponteira (43, de maneira a poder desapertar-se mediante meios de retenção (52) e sendo a haste (36 - 39) da citada ponteira ligável com referida manga de maneira a poder desapartar-se mediante meios de retenção (55)·
- 2s. - Randril de auto-aperto, de acordo com a reivindicação 1, em que a manga (10) se pode fixar no veio dum trépano por intermédio de uma das suas extremidades (11) e se podem fixar por intermédio da outra extremidade (13) na ponteira (29) mediante pelo menos um parafuso (28), se pode inserir uma ferramenta no furo (41) até ao fundo duma cavi-
dade (19) da manga (10) , na qual se Θ Í1C 01- L· 2? 822. 21011 u 3. dos meioí (25) para 0 centramento da ferrament a e meios (25) para a colocação duma mola (26) cilíndrica em espiral (19) que cons tituem 0 guiamento para os deslocam- ntos da haste ( 36 - 59) da manga interior (34) paraielamente ao eixo (14) do mandril, deslocamentos esses qu.e são controlados cela compressão ou pela expansão da mola (26), caracterizado pelo facoo de, quando a mencionada mola empurra a manga interior (34) em i direcção ao ponto mais estreito da ponteira (29), os morden tes de aperto (35, 35', 35) serem. solicitados pelos lóbulos (52, 32-52') da ponteira (29) para se deslocar convergindo em direcção ao eixo do mandril e ainda pelo facto de a ponteira (43), aparafusada na haste (38) até comprimir ligeiramente a parte (53) 4a ponteira, determinar com esta última 0 plano segundo 0 qual os citados mordentes de aperto se fecham definitiva e automaticamente por rotação do mandril no mesmo sentido do movimento dos ponteiros do relógio ou no sentido contrário ao do movimento dos ponteiros do relógio, garantindo a posição coaxial com o eixo (14) do mandril em cooperação com os referidos meios de centramento.5^. - mandril de auto-aperto, de acordo com a reivindicação 1, em que a manga (10') pode ser fixada por uma extremidade (11) no veio dum trépano e suporta na outra extremidade (18) inserida e axialmente móvel, a ponteira (291) no interior da qual a manga interior (54) é impedida de mover-se axialmente em relação à manga (10') por meios de retenção (55) θ em que uma ferramenta se pode inserir no furo (41) até ac fundo duma cavidade (19) 4a manga (10') na qual se encontram instalados os meios (23') para 0 cerre reme a. to ds. ferramenta, possuindo a mencionada manga (10') pelo menos três cavidades (51) dispostas radialmente segundo ângulos de 120° na sua parede externa, nas quais se preveem meios (49, 50) para montagem duma mola (26') helicoidal cilíndrica em cada cavidade, caracterizaõo pelo facto o.e, quamo as citadas molas empurram a ponteira (2a') em direcção à manga (10'), aproximando a parte mais espreitas da ponteira (2o1) da parte central (57) da manga interior (54), os mordentes de aperto (55, 55', 35) serem solicitados pelos lóbulos (52, 52-52') da ponteira (29') a deslocar-se convergindo em direcção ao eixo do mandril e ainda pelo facto de a ponceira (45'), aparafusada na haste (33) até comprimir ligeiramente a parte (55') da ponteira (29'), determinando com esta última o plano segundo o qual os referidos mordentes de aperto se fecham definitiva e automaticamente por rotação do mandril no sentido do movimento dos ponteiros do relógio ou no sentido contrário ao do movimento dos ponteiros ío relógio, em coopc ração com os mencionados meios de centramento. - 4â. - mandril de auto-aperto, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de os mordentes de aperto serem constituídos por esferas (55) que se podem mover dentro de furos (44) de secção correspondente ao diâmetro médio das esferas, tendo cada furo (44) o eixo longitudinal a construir a geratriz duma superfície cónica ideal que converge em direcção ao eixo longitudinal do mandril.
- 5*. - mandril de auto-aperto, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de os mordentes de aperto serem constituídos por esferas (55), móveis dentro de furos (44) com uma secção que corresponde ao diâmetro médio das esferas, tendo os citados furos o seu eixo longitudinal num plano ortogonal ao eixo longitudinal do mandril.ôâ. - mandril de auto-aperto, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de os mordentes de apsr to serem constituídos por rolos convexos (55'), móveis dentrp de furos (44') com uma secção correspondente à secção média dos rolos convexos, tendo cada furo (44') o seu eixo longitu13 dinal constituindo a geratriz duma superfície cónica ideal convergente em õirecção ao eixo longitudinal do mandril.
- 7&. - Landril de auto-aperto, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facoo de os mordentes de aperto serem constituídos por rolos convexos (55'), móveis dentro do furos (44') com a secção correspondente à média dos rolos convexos, tendo os referidos furos o seu eixo longitudinal num plano ortogonal em relação ao eixo longitudinal do mandril.
- 8a. - Landril de auto-aperto, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facro de os mordentes de aperto serem constituídos por rolos (55) com a superfície externa troncocónica tendo a geratriz paralela ao eixo do mandril, móveis dentro de furos (44) de secção corresponder te à secção média dos rolos (55), tendo cada furo (44) o eixo longitudinal constituído a geratriz duma superfície cónica ideal que converge em direcção ao eixo longitudinal do mandril.
- 9ê· - mandril de auto-aperto, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de os lóbulos (52) se rem inteiramente de superfície conoidal ou cilíndrica ou ter minando parcialmente em planos inclinados (52') que se inter sectam sobre o fundo do lóbulo.
- 10&. - Mandril de auto-aperto, de acordo com a rei vindicação 5, caracterizado pelo facto de os meios de retenção (52) e (55) serem constituídos por uma mola (55) que suporta uma esfera (54) numa das suas extremidades e tem a outra extremidade ancorada numa cavidade da parte cilíndrica da ponteira (29') e respectivamente pela liaste (58), sendo a mencionada cavidade limitada por um anel de diâmetro inferio:: ao da esfera.Mandril de auto-aperto, acordo com a e: vindicação 1, caracterizado pelo facto de o corpo cenõral d manga interior (34) ser dotado de, pelo menos, duas séries de furos (44, 44', 44) distanciadas entre si para conterem mordentes de aperto (35» 55'» 35), sendo os furos e os mor dentes duma série diferentes dos da outra série relativamen te às dimensões e/ou aos da outra série.
- 12â. - Mandril de auto-aperto, de acordo com a rei vindicação 1, caracterizado pelo facto de os furos (44, 44', 44) para os mordentes de aperto (35, 55', 55) serem três λ 0 e terem eixos que fazem entre si ângulos de 120 .
- 13-· - Mandril de auto-aperto, de acordo com a rei vindicação 2, caracterizado pelo facto de os meios de centrsmento (23) serem constituídos por um aro alojado sobre o fur do plano da cavidade (19), tendo o citado aro um furo central cónico (24) e um ressalto anelar (25) de implantação dg mola (26).
- 14â. - Mandril de auto-aperto, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo facto de os meios de centramento (23') serem constituídos pelo fundo da cavidade (19), que possui uma reentrância troncocónica (24') que parte dum ressalto anelar (25') no interior da parede da cavidade (19).
- 15-· - Mandril de auto-aperto, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de, pelo menos, as superfícies da manga (10, 10') serem electricamente isoladas do veio do mandril mediante a aplicação de verniz ou duma película de revestimento isolador.
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