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PT85623B - Processo para a producao de um material com fibras emaranhadas de fibras de vidro e polimero para o fabrico de pecas moldadas de plastico reforcadas com fibras de vidro e dispositivo para a realizacao do processo - Google Patents

Processo para a producao de um material com fibras emaranhadas de fibras de vidro e polimero para o fabrico de pecas moldadas de plastico reforcadas com fibras de vidro e dispositivo para a realizacao do processo Download PDF

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PT85623B
PT85623B PT85623A PT8562387A PT85623B PT 85623 B PT85623 B PT 85623B PT 85623 A PT85623 A PT 85623A PT 8562387 A PT8562387 A PT 8562387A PT 85623 B PT85623 B PT 85623B
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glass
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glass fibers
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PT85623A
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Inventor
Gerhard Sauer
Gerd Ehnert
Manfred Ehlers
Klaus Vogel
Original Assignee
Schmidt Menzolit
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Publication date
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Publication of PT85623B publication Critical patent/PT85623B/pt

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Description

MEMÓRIA DESCRITIVA
A presente invenção refere-se a um processo para a produção de um material de fibras emaranhadas por corte de feixes de fibra e um aglomerante à base de polímeros como produto de partida para a produção de peças moldadas de plástico reforçado com fibras e a um aparelho para a realização deste processo.
A presente invenção refere-se essencialmente ao processamento de fibras de vidro cortadas, mas pode ser usado do mesmo modo com outras fibras inorgânicas ou fibras orgânicas sintéticas, tais como fibras de carbono, fibras de aramida ou fibras de poliester. Na medida em que se refiram as fibras de vidro, estas podem ser substituídas pelas fibras atrás referidas actuando do mesmo
modo As fibras de vidro cortadas são processadas em elevado grau para a obtenção de peças moldadas de plástico reforçado com fibras. Surgem alguns problemas quando do processamento das fibras de vidro para obter um material fibroso com fibras emaranhadas, porque, pelo menos quando comparadas com as fibras orgânicas, as fibras de vidro sao relativamente rígidas à flexão. Além disso, as fibras de vidro são cortadas no comprimento pretendido a partir de cordões de fibras multifilamentos, de modo que se obtêm feixes de fibras de vidro dentro dos quais as fibras de vidro individuais sao paralelas e estreitamente justapostas Ê dificil processar os referidos feixes de fibras de vidro para obter fibras individuais emaranhadas. Na práctica a formação do material de fibras emaranhadas faz-se ou dispersando as fibras para formar um velo e impregnando este com uma resina sintética liquida, ou processando-se as fibras em fase liquida numa suspensão, que é processada por um movimento de agitação ou misturação para dar um material de fibras emaranhadas. De novo aqui, usam-se ou resinas sintéticas liquidas ou aglomerantes pulverentos ou pulverulentos em conjunção com uma suspensão aquosa. Neste último caso, seca—se a suspensão depois da formação de um velo de fibras emaranhadas.
Foi também proposto (P 36 04 888.7) adicionar agentes humidificantes numa proporção de 20%, em peso, no máximo, de modo a obter um' material húmido, mas ainda livre mente fluente que pode ser acondicionado, como produto intermédio, em sacos de plástico e ser assim fornecido a processadores ulteriores ou entaão pode ser processado numa prensa aquecida para formar materiais em chapa ou em folha. A partir destes materiais intermédios podem produzir-se as peças moldadas de plástico reforçado com fibras.
O problema da presente invenção consiste em proporcionar um processo e um aparelho para a produção de materiais com fibras emaranhadas a partir de feixes de fibras de vidro cortadas como produto de partida para a produção de peças moldadas reforçadas com fibra de vidro, que funcionam numa base seca.
Segundo a presente invenção, este problema resolve-se introduzindo os feixes de fibras de vidro num turbilhão e filamentando os mesmos num fluxo de ar turbulento, adicionando-se o aglomerante sob a forma de pó pelo menos durante a introdução no turbilhão.
Ensaios prácticos revelaram que os feixes de fibras de vidro de outro modo marcadamente orientadas numa certa direcção e aderentes podem ser abertas, isto é, filamentadas, para obter um material fibroso de fibras emaranhadas utilizando o processo do ar comprimido segundo a presente invenção, no qual por um lado as fibras individuais curtas são completamente individualizadas e, por outro lado, assumem um arranjo e distribuição completamente irregulares. Ê deste modo possivel produzor a partir dos feixes de fibras de vidro cortadas, um material fibroso volumoso semelhante ao algodão, que é caracterizado por se uma desorientação máxima das fibras de vidro individuais.
Em ligação com a produção atrás mencionada do material fibroso de fibras emaranhadas, adiciona-se simultaneamente o aglomerante plástico, na forma de pó, porque durante a abertura das fibtas de vidro pelas correntes turbilhonares no fluxo de ar comprimido e a introdução simultânea do pó de aglomerante, se obtém uma mistura homogenea excelente,na qual os grãos do aglo merante aderem às fibras de vidro ou são mantidos numa distribuição homogénea no material de fibras emaranhadas semelhante ao algodão. Vantajosamente, o aglomerante é fornecido para o interior do fluxo de ar juntamente com as fibras de vidro. Durante a acção do turbilhão devido à estrutura diferente das fibras de vidro e do aglomerante (fibras ou grânulos de pó, respectivamente), eles são acelerados de maneira diferente e destemodo as partículas do aglomerante são virtualmente disparadas para o interior das fibras de vidro. Não se obtém uma mistura completamente homogénea se as fibras forem inicial mente sujeitas ao turbilhão, seguindo-se a adição do aglomerante procurando-se então fazer a mistura. Uma tal mistura seria quando muito de natureza localizada.
Como resultado do processo segundo a presente invenção verfica-se primeixamente uma fixação mecânica do aglomerante entre as fibras de vidro, de modo que os grânulos do aglomerante ou particulas de pó sao envolvidas pelas fibras de vidro e fixados entre as mesmas. A fixação mecânica pode também ser melhorada fornecendo o aglomerante em pó com uma configuração angulosa e rugosa. De acordo com uma forma de realização preferida, durante a acção do turbilhão, os componentes.são carregados electrostaticamente o que provoca uma aderencia electróstatica dos componentes.
Vantajosamente a formulação do pó de aglomerante situa-se dentro das gamas seguintes:
PÓ termoplástico 50 a 90%, em peso, negro de fumo 0 a 15%, em peso, antioxidantes O a 5%, em peso, e diversos, tais como materiais de enchimento, particularmente greda, talco ou similares O a 30%, em peso.
O material de fibras emaranhadas obtido segundo a presente invenção que, como se disse, tem uma consistência de algodão é de preferência comprimido até obter a estrutura do feltro. Nesta forma, o material de fibras emaranhadas pode ser preparado para outros processamentos ulteriores, por exemplo pode ser acondicionado em sacos de pelicula ou de folha e transportado para o processador ou pode sofrer imediatamente o outro processamento depois da produção do velo e utilizando a pressão e o calor para formar um material em placas ou em folhas para servir de produto intermediário. A compressão pode em particular fazer-se acondicionando-se o material de fibras emaranhadas em sacos sob o vácuo. Na medida em que o aglomerante tenha sido submetido ao turbilhão com as fibras isso elimina largamente uma separação de fases das fibras e dos aglomerantes durante o armazenamento e o transporte.
Um aparelho para a realização do processo é caracterizado por possuir uma câmara de turbilhão, com uma
conduta de ventilação e uma conduta de ar comprimido cue fornece este para o interior da câmamra, bem como pelo menos um dispositivo de alimentação dos feixes de fibras de vidro e do pó de aglomerante.
As fibras de vidro são fornecidas por meio de um mecanismo de alimentação para o interior da conduta de ar comprimido e são arrastadas pela corrente de ar comprimido. A esta corrente é dada uma característica fortemente turbulenta na câmara de turbilhão que se segue, sendo as fibras de vidro individualizadas e elevadas a uma forma emaranhada solta. Em alternativa ser fornecidas directamente para as fibras de vidro podem o interior da câmara de turbilhão
De preferência, zado por possuir pelo menos do pó aglomerante, turbilhão e o aparelho é também caracterium mecanismo de alimentação de modo que no interior da câmara de numa só operação não só as fibras de vidro para formar se verifica são abertas como também aglomerante um material de fibras emaranhadas simultâneamente a mistura com o seco outra forma de realização a conduta de ar comprimido tem o interior da câmara de turbilhão vantaj oSegundo uma sa da presente invenção um bocal que entra para e que é móvel para variar a sua orientação em relação à câmara de turbilhão. O bocal pode por exemplo mover-se para uma posição perpendicular ao eixo de movimento oscilatório ou num movimento de escoamento num do eixo de escoamento , de modo que dentro existe uma corrente turbilhante rotação em torno da câmara de que varia constantemente. Isso permite uma produção particularmente eficiente e rápida do material de fibras emaranhadas.
Segundo uma outra forma de tealização aperfeiçoada da presente invenção, a câmara de turbilhão é construída sob a forma de um recipiente com uma abertura de descarga que se estende pela secção transversal do recipier
te, prevendo-se uma abertura de descarga que é introduzida no recipiente do lado oposto à abertura de descarga e que pode deslocar-se até esta. Por meio desta abertura de descarga podem descarregar-se de maneira simples o material de fibras emaranhadas recolhido no recipiente.
Segundo uma outra caracteristica do aparelho segundo a presente invenção, um mecanismo de compressão é ligado à abertura de descarga para produzir o feltro précomprimido a partir do material de fibras emaranhadas. Este mecanismo de compressão pode vantajosamente ser formado pela abertura de descarga e uma placa de contrapressão afastada da abertura de descarga. Assim, o material de fibras emaranhadas é pré-moldado em forma de feltro imediatamente a seguir â descarga da câmara de turbilhão.
É possível ligar ao mecanismo de compressão ou uma prensa aquecida para o processamento ulterior da fibra de vidro comprimida para obter placas de plástico reforçado com fibras como material intermédio para a produção de peças moldadas, ou um dispositivo para embalar o feltro de fibras de vidro em embalagens de película. No primeiro caso, produzem placas de plástico reforçado com fibras de vidro manejáveis como produto intermédio que podem ser fornecidas a uma prensa de moldação aquecida imediatamenteapós a sua produção ou ser fornecidas a um processador ulterior. No segundo caso, o feltro pode ser acondicionado na forma que se lhe deu. A pelicula de embalagem é de preferên cia do mesmo material que a matriz (termoplástica) do feltro, ou de um material compatível com o mesmo, de modo que pode ser concomitantemente processado durante a produção das peças moldadas.
Durante o processamento ulterior do material de fibras emaranhadas produzido segundo a presente invenção para produzir as peças moldadas de plástica reforçado com fibras de vidro, verificou-se que em comparação com os produtos produzidos de uma maneira convencional, há um aumento quer do módulo de elasticidade quer da resistência à flexão. A razão desse facto é sem dúvida a muito melhor abertura dos feixes de fibras de vidro e a mistura mais homogénea com o aglomerante seco. Em particular, é possível processar termoplásticos de elevada qualidade, os chamados termoplásticos técnicos com uma estabilidade térmica melhor que a do polipropileno regularmente usado até agora. Em particular, no caso do processo segundo a presente invenção os componentes individuais podem ser rapidamente modificados em peqeunos lotes ou cargas, ou pode modificar-se a sua quantidade, de modo que a matriz (termoplástico) e o tipo do reforço, podem em qualquer altura ser adaptados de uma maneira óptima aos requisitos particulares das peças moldar das, por exemplo modificando os moldes para aproduçao das peças moldadas. O processo segundo a presente invenção oferece a possibilidade, em ligação com a produção de produtos reforçados com fibras de vidro de economias de capital e dos custos da energia, particularmente quando pode colocar-se uma câmara de turbilhão única a jusante de diversos moldes diferentes.
Uma vantagem importante do produto intermédio em forma de feltro ou de algodão produzido pelo processo segundo a presente invenção é que devido à forma emaranhada das fibras individuais e não apenas a forma de feixes como na técnica anterior, há uma maior fluência do produto aquecido durante o processamento ulterior.
A presente invenção proporciona também um produto para a produção de peças de termoplástico reforçado com fibras que é caracterizado por ser um material semelhan te ao feltro, no qual as fibras individuais são substancial mente completamente individualizadas, e assumem um arranjo e uma distribuição irregulares. No caso de um produto semiacabado em forma de placa ou de folha para a produção de peças de termoplástico reforçado com fibras, as fibras individuais são substancialmente individualizadas e assumem uma disposição e uma distribuição irregulares.
Após as fases do processo segundo a presente invenção, o produto semiacabado e as peças moldadas podem ser produzidas de uma maneira conhecida.
Descreve-se a seguir com mais permenor a presente invenção, com base em formas de realização não limitativas e nos desenhos anexos, cujas figuras representam:
A fig. 1, um diagrama de uma sequência preferida do processo;
A fig.2, uma vista esquemática do aparelho segun do a presente invenção, numa primeira forma de realização
A fig.3, uma vista esquemática de uma segunda forma de realização;
A fig.4, uma vista esquemática de uma outra forma de realização do aparelho segundo a presente invenção; e
A fig.5, um dispositivo de acondicionamento de material de fibras emaranhadas, modificando em relação à construção da fig.2.
A fig.l, é um fluxograma de uma forma de realização do processo segundo a presente invenção. Utilizam-se fibras de vidro que são preparadas e fornecidas por meio de um mecanismo de alimentação. Em vez de fibras de vidro é também possível usar fibras de carvão de aramida, de poliester ou similares. Também se prepara o aglomerante. Tem um termoplástico, tal como propileno ou polipropileno como matriz. Tem apenas que ter-se em atenção que o termoplástico tem de ser fornecido sob a forma de um pó e de preferência sob a forma de um pó grosseiro, de modo pode preparar-se um material granular com dimensão dos grãos inferior a 0,0254 mm (1 milésimo de polegada). O aglomerante pode também conter negro de fumo, cera ou outros aditivos. Os componentes individuais são misturados uns com os outros de uma maneira convencional num misturados com aquecimento/ arrefecimento e colocados num silo ou depósito. Os componentes individuais, nomeadamente as fibras de vidro e os aglomerantes são doseados e fornecidos para a câmara de turbilhão (1), para cujo interior se sopra ar comprimido para produzir o turbilhão. Como não seestabelece uma pressão elevada na câmara de turbilhão (1), sendo pelo contrário apenas os componentes individuais são sujeitos ao turbilhão, as suas paredes são feitas de um material de filtro através do qual o ar insuflado pode passar, mas que retém os componentes do material.
As fibras de vidro, o aglomerante e o ar são fornecidos separadamente para a câmara de turbilhão (1). Em vez disso as fibras de vidro e dos aglomerantes podem ser doseados conjuntamente numa tremonha de alimentação e depois fornecidos conjuntamente para a câmara de turbilhão. Não são fornecidos directamente para a câmara de turbilhão, sendo de facto esse fornecimento feito por meio de uma conduta de ar comprimido que vai à referida câmara (1) como mais adiante se descreve com mais pormenor.
A seguir a um tratamento adequado dos componentes pelo turbilhão na câmara (1), abre-se uma abertura de descarga por meio da comporta (4) e o material tratado pelo turbilhão é ejectado da câmara de turbilhão (1) sob a forma de um tampão de algodão ou de feltro (9). Para a produção dos produtos semiacabados o referido tampão é guiado entre folhas ou peliculas (16) e é acondicionado nestas sob vácuo em sacos (21) unidos continuamente. O feltro doseado (9) acondicionado deste modo pode ser armazenado e transportado , sem o perigo de uma separação inconveniente dos componentes individuais.
Em alternativa isto pode ser seguido imediatamente pela produção do produto ou componentes acabados. Par isso, o feltro (9) é fornecido para uma estação de compressão e continuar depois o processamento, nomeadamente sendo fundido de uma maneira apropriada, seguindo-se optativamento o doseamento, o fornecimento a uma prensa onde se efe ctua de uma maneira conhecida a compressão para obter uma peça moldada.
Enquanto que os parâmetros dos feixes de fibras de vidro fornecidas podem variar dentro de uma considerável em função das caracteristicas desejadas do produto acabado, tais como o módulo de elasticidade e a resistência à flexão utilizam-se de preferência feixes de fibras com um comprimento de 4 a 25 mm e um texturização de 5.5 a 300 tex. Os feixes de fibras podem compreender a 200 a 800 filamentos
/-
individuais com diâmetro de 5 a 20 um e de preferência de 8 a 14 um.
Um bom tratamento pelo turbilhão e portanto a possibilidade de formar camadas com as fibras emaranhadas é em particular revelado pelo facto de que, fornecendo fibras de vidro dentro da gama atrás mencionadas com uma densidade a granel de 600 a 800 g/1 e o aglomerante com uma densidade a granel de 500 g/lz o produto de algodão formado depois do tratamento pelo turbilhão e antes da compressão tem uma densidade de 20 g/1. 0 ar insuflado para o interior da câmara de turbilhão pode ser fornecido com uma pressão variável dentro de largos limites, mas a referida pressão não deve ser inferior a 0,5 bar pois se isso suceder deixa de poder o tratamento correcto pelo turbilhão. Por um lado a mistura é melhorada com a pressão elevadas e, por outro lado, pode obter-se uma mistura igualmente boa a uma pressão mais elevada durante um tempo mais curto. Por conseguinte prefere-se uma pressão de 7 a 10 bar, sendo uma boa mistura obtida no caso da referida densidade a granel e no caso dos componentes de partida atrás mencionados a 7 bar durante 10 a 15 segundos.
O aparelho representado na fig. 2 tem como essencial uma câmara de turbilhão (1) sob a forma de um recipiente, na qual junto, desemboca uma conduta de ar comprimido (2). A conduta de ar comprimido está provido de um mecanismo de alimentação (3) para qual se fornece uma quantidade de fibras de vidro adaptada às dimensões da câmara de turbilhão e uma quantidade de pó de aglomerante doseado de maneira correspondente. As fibras de vidro e os aglomerantes são por exemplo arrastados por uma acção de injector, pelo fluxo do ar comprimido na conduta (2). O fundo da câmara de turbilhão (1) é formado por uma comporta (4) que, na posição indicada, veda o recipiente no fundo e, na posição aberta, nao representada, liberta completamente a secção transversal do recipiente. Na sua face superior, o recipiente (1) está provido de uma ventilação, por exemplo formada por um filtro (5). Por trás do filtro previu-se uma compor10 ta de descarga (6), que grosseiramente prenche a secção tran sversal do recipiente (1) e é accionada por meio de um cilindro elevador (7).
pó do aglomerante e as fibras de vidro fornecidas para o interior do mecanismo de alimentação (3) flui a grande velocidade para o recipiente (1) e são desviadas aí para uma corrente turbilhonar irregular, como se indica pelas setas. Durante um certo no interior do recipiente (1) nhadas a partir dos feixes de intervalo de tempo forma-se um material de fibras emarafibras de vidro abertos sendo o referido material simultaneamente misturado de maneira homogenea com o pó de aglomerante.
Na forma de realização segundo a fig. 2, uma correia transportadora (8) desloca-se por baixo do recipiente (1), estando colocado, directamente por baixo do recipiente (1) e da correia transportadora, uma placa de contra pressão que, juntamente com a comporta de descarga (6), forma um mecanismo de compressão. Depois de abrir a comporta (4) e ,libertar a abertura de descarga, a comporta de descarga (6) desloca-se para baixo e desloca o material de fibras emaranhadas volumoso à sua frente e comprime-o contra a placa de contrapressãó situada por baixo da correia transportadora (8) para formar um feltro (9). O feltro (9) é fornecido, de acordo com um funcionamento em ciclos fixados a uma prensa de fita (10), provida de dispositivos de aquecimento (11) superior e inferior, de modo que o feltro (9) é comprimido para formar uma placa de plástico reforçado com fibras de vidro como produto intermédio.
Na forma de realização segundo a fig. 3, é possível a placa de contrapressão (12) que faz parte do mecanismo de compressão. No restante, a câmara de turbilhão e os componentes com ela associadas são essencialmente análogos aos de realização da fig. 2. Como modificação, em comparação com este aparelho, um cursor de transporte (13) corre por cima da placa de contrapressão (12) e transporta para baixo o feltro pré-comprimido a partir da referida placa (12). Atrás da placa de contrapressão (12) está colocado um mecanis mo de embalagem (14), que possui dois rolos de alimentação (15), cada um para uma película (16), bem como um dispositivo de soldadura (17) e um cilindro de embalagem (18). O feltro (9) deslocado da placa de contrapressão (12) por meio do cursor (13) é calcado pelos cilindros de embalagem (18) entre as duas películas (16) e depois as películas são avançadas ciclicamente, encerrando o dispositivo de soldadura (17) entre as películas as porçoes de material de fibras comprimido resultantes.
Para tornar particularmente eficaz o tratamento das fibras de vidro pelo turbilhão dentro do recipiente (1), a conduta de ar comprimido (2) pode possuir um bocal (19) que se projecta para o interior do recipiente (1) e cuja orientação é variável pelo movimento do referido bocal o que assegura que o turbilhão formado no interior do recipiente (1) não seja constante.
A fig. 4 representa uma construção alternativa ds câmara de turbilhão (1), que é construída sob a forma de uri. cilindro horizontal coberto nas suas faces terminas pelo filtro (5). A metade superior (22) da carnisa do cilindro é fixa e impermeável. A metade inferior (23) da camisa do cilindro é construída sob a forma de um cursor de fecho que pode mover-se ao longo da camisa (22), de modo a libertar a abertura de descarga (24). Lateralmente e grosseiramente a meia altura da câmara de turbilhão (1) poporcionase uma tremonha de alimentação (3), para a qual se introduzem os componentes individuais em particular as fibras de vidro e o aglomerante, doseados. A tremonha de alimentação (3) é fechada por meio de um cursor (26) para o lado da câmara de turbilhão (1) e o referido cursor pode ser baberpara fornecer material para o interior da referida câmara de turbilhão. Na vizinhança do ponto inferior da câmara de turbilhão (1), a conduta de ar comprimido (2) passa mais ou menos tangencialmente à periferia da camisa do cilindro para o interior da câmara de turbilhão (1), fluindo o ar para o interior da câmara em sentido contrário ao do alimen taçao do material a partir da tremonha de alimentação (3).
A abertura de descarga (24) é limitada por um plano inclinado, que é formado por deflectores (27) dirigidos um para o outro. 0 material gue cai da câmara de turbilhão (1) através do plano inclinado (27) através da comporta (23) da abertura pode então, da mesma maneira descrita, ser acondicionado em sacos de pelicula ou ser comprimido, optativamente de uma maneira diferente à descrita anteriormente, seguindo-se o processamento ulterior.
Em particular, o material de fibras emaranhadas
pode ser acondicionado de uma maneira diferente da descrita relativamente à fig. 3, o que está ilustrado na fig.5 0 dispositivo de embalagem (14) da fig. 5, tem um rolo cilíndrico (31) provido na sua periferia de cavidades (32) de secção circular limitadas frontalmente. Tal como na con strução segundo a fig. 3 há também dois cilindros de progressão (15) respectivamente para cada uma (16), bem como um dispositvo de soldadura cilíndrico (31) está colocado por baixo do do (27) da câmara de turbilhão (1) (fig.
pelicula (16) lo cilíndrico das películas (17). O rolo ropelicula (16) clinado (27), nismo com os plano inclina4). Uma tira de e colocada na cavidade (32) na camisa do (31). A cavidade (32) correspondente com a nela introduzida passa então sob o plano o que de preferência se verifica em sincrotempos de aplicação do turbilhão às porções individuais na câmara de turbilhão (1). Uma porção do material de fibras emaranhadas tratada pelo turbilhão na incâmara (1) desliza para o interior da cavidade (32) correspondente. Durante o prosseguimento do transporte uma outra pelicula (16) é colocada sobre o material de fibras emaranhadas na cavidade (32) e é soldada na pelicula primeiramente inserida, por meio de um dispositivo de soldadura (lX)em pontos do rolo cilíndrico entre duas cavidades (32) de modo que se formam embalagens ou sacos individuais (21).

Claims (1)

  1. REIVINDICAÇÕES
    Processo para a produção de um material com fibras emaranhadas a partir de feixes de fibras de vidro cortadas e um aglomerante à base de polimeros como produto de partida para o fabrico de peças moldadas de plástico reforçado com fibras de vidro, caracterizado por os feixes de fibras ue vidro serem sujeitos a um turbilhão e desfibrados e por o aglomerante ser adicionado em forma de pó pelo menos durante a acção do turbilhão.
    - 2a -
    Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por os cordões de fibras de vidro serem desfibrados numa corrente de ar turbulenta até serem obtidos filamentos individuais.
    - 3â -
    Processo de acordo com as reivindicações 1 ou 2, caracterizado por os cordões de fibra de vidro redemoinharem às voltas na corrente de ar turbulenta e serem desfibradas a partir das duas extremidades.
    -4« -
    Processo de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 3, caracterizado por as fibras de vidro e o aglomerante serem introduzidos simultaneamente no turbilhão.
    -5« -
    Processo de acordo com as reivindicações 1 a 4, caracterizado por o aglomerante ser introduzido juntamente com as fibras de vidro na corrente de ar.
    -bs - t-rocesso de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 5 caracterizado por os feixes de fibras de vidro e o aglomerante serem introduzidos numa corrente de ar comprimido e por o ar carregado com fibras de vidro ser desviado numa corrente turbilhonar turbulenta de direcção variável.
    Processo de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 5, caracterizado por as fibras de vidro e o aglomerante serem sujeitos ao turbilhão de maneira discontinuas por lotes ou cargas discontinuas.
    - 8a -
    Processo de acordo com a reivindicação 7, caracterizado por os feixes de fibras e o aglomerante serem introduzidas directamente numa câmara de turbilhão e em seguida sujeitas a um turbilhão de ar comprimido.
    Processo de acordo com qualquer das reivindicações la 8, caracterizado por os feixes de fibras e o aglomerante serem sujeitos a grandes variações de velocidade na corrente turbulenta.
    -103 -
    Processo de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 9, caracterizado por se fornecer um aglomerante em pó com uma estrutura de superfície angulosa e áspera.
    -lia -
    Processo de acordo com as reivindicações 1 a 10 caracterizado por, durante a acção do turbilhão os componentes se carregarem electrostaticamente.
    -123 _
    Processo de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 11, caracterizado por o material com fibras emaranhadas contendo um aglomerante ser comprimido, depois da sua formação, para obter um produto tipo feltro.
    - 133 -
    Dispositivo em especial para a realização do processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender uma câmara de turbilhão (1) e uma conduta de ar comprimido (2) que nela desemboca, bem como pelo menos um dispositivo de fornecimento (3) dos feixes de fibras de vidro e do pó do aglomerante.
    - 142 _
    Dispositivo de acordo com a reivindicação 13, caracterizado por a câmara de turbilhão possuir uma ventilação.
    Dispositivo de acordo com as reivindicações 13 ou 14, caracterizada por a conduta de ar comprimido (2) apresentar um local (19) que chega até à câmara de turbilhão (1), que é móvel em direcções variáveis relativamente à câmara de turbilhão.
    - 162 Dispositivo de acordo com uma das reivindicações
    13 a 15, caracterizado por a câmara de turbilhão ser feita sob a forma de um recipiente (1) com uma abertura de saida que se estende pela secção transversal do recipiente.
    - 172 -
    Dispositivo de acordo com uma das reivindicações 13 a 16, caracterizado por o dispositivo de fornecimento (3) desembocar na conduta de ar comprimido (2).
    - 182 -
    Dispositivo de acordo com as reivindicações 16 e
    17, caracterizado por se prever um registo de decarga (6) mergulhado no recipiente do lado oposto à abertura de descarga e móvel até esta abertura.
    - 192 Dispositivo de acordo com uma das reivindicações
    13 a 16, caracterizado por o dispositivo de fornecimento (3) desembocar na câmara de turbilhão (1) a uma certa distân cia do local da conduta de ar comprimido (2).
    - 2C3 -
    Dispositivo de acordo com a reivindicação 19, caracterizado por a câmara de turbilhão ser feita sob a forma de um cilindro deitado em cuja superficie lateral desembocam a conduta de ar comprimido (2) e o dispositivo de fornecimento (3) e cuja abertura de descarga é formada na superficie lateral e pode ser fechada por um registo susceptivel de oscilar que segue o contorno da superficie lateral.
    - 213 -
    Dispositivo de acordo com a reivindicação 20, cara cterizado por a esta abertura de descarga se seguir uma calha inclinada (27).
    - 22a -
    D ispositivo de acordo com uma das reivindicações 13 a 21, para a realização do processo de acordo com a reivindicação 6, caracterizado por à abertura de descarga estar ligado um dispositivo de compressão (6, 12).
    - 233 -
    Dispositivo de acordo com a reivindicação 22, caracterizado por o dispositivo de compressão ser constituído pelo registo de descarga e por uma placa de contrapressão colocada, (12) colocada a uma certa distância da abertura de descarga.
    - 243 -
    Dispositivo de acordo com uma das reivindicações 22 e 23, caracterizado por ao dispositivo de compressão (6, 12) estar ligada uma prensa de fita (10) aquecida para prosseguir o processamento do feltro de fibras de vidro comprimido (9) para obter placas de plástico reforçado com fibras de vidro como produto intermediário para o fabrico de peças moldadas.
    - 25s -
    Dispositivo de acordo com uma das reivindicações
    13 a 23 caracterizado por se ligar a seguir à abertura de dèscarga (6,12) um dispositivo (14) para a embalagem do feltro de fibras de vidro (9) em embalagem de folhas.
    - 26- Produto para o fabrico de peças de termoplástico reforçadas com fibras de vidro, caracterizado por compreen der um feltro de tipo semelhante ao algodão hidrófilo, no qual as várias fibras estão quase completamente individualizadas e tomam uma disposição e uma distribuição irregulares.
    - 27ã -
    Produto semi-acabado em especial em forma de placas para o fabrico de peças de termoplástico reforçado com fibras de vidro, caracterizado por compreender um feltro de fibras na qual as várias fibras estão quase completamente individualizadas e tomam uma disposição e uma distribuição irregulares.
    - 28Ã -
    Peça moldada de termoplástico reforçada com fibras de vidro, caracterizada por compreender um feltro de fibras no qual as várias fibras estão quase completamente individualizadas e tomam uma disposição e uma distribuição irregulares.
    A requerente declara que os primeiros pedidos desta patente foram apresentados na República Federal Alemã em 1 de Setembro de 1986 e em 10 de Fevereiro de 1987 sob os n2s. P 36 29 748.8 e P37 04 035.9, respectivamente»
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