PT79636B - Positive displacement diaphragm pumps employing displacer valves - Google Patents
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Description
Descrição dos Desenhos
A Fig. 1 á uma vista em alçado
de um sistema de bomba de diafragma accionada a ar e construída de acordo com os princípios do presente invento, encontrando-se o referido sistema representado em associação funcional com um tambor cheio com liquido;
A Fig. 2 é uma vista em corte vertical de um primeiro modelo de realização de uma bomba de diafragma de características raras que e utilizada no sistema da Fig. 1, encontrando-se a referida vista representada a uma escala aumentada;
A Fig. 3 é uma vista em corte
transversal vertical e em tamanho natural de um segundo modelo de realização da bomba de diafragma de caracteristi cas raras que é utilizada no sistema da Fig. 1;
A Fig. 4 á uma vista em planta da bomba de diafragma da Fig. 3;
A Fig. 5 é uma vista em perspectiva explodida de uma válvula utilizada no interior da bom ba de diafragma que se encontra representada nas Figs. 3 a 4;
A Fig. 6 é uma vista em corte
vertical de um terceiro modelo de realização da bomba de diafragma de caracteristicas raras que e utilizada no sis tema da Pig. 1;
a Pig. 7 e uma vista em planta da bomba de diafragma que se encontra representada na Pig. 6; e
A Pig. 8 q uma representação es quemática do circuito lógico peumático que forma um gerador de impulsos próprio para fazer funcionar os vários modelos de realização da bomba de diafragma caracteristica deste invento.
DESCRIÇÃO DO MODELO DE REALIZAÇÃO PREPERENCIAL
Voltando novamente aos desenhos vemos que na Pig. 1 se encontra representado um grande tam bor metálico (100) com uma capacidade de 80 galões. A superficie livre do liquido á representada pela linha a tra cejado (102), tendo sido removido um fragmento do tambor a fimcde mostrar o seu interior. Uma tampa (104) tapa a extremidade superior aberta do tambor (100), existindo uma abertura (106) que atravessa a tampa de lado a lado.
Um sistema de bomba de diafragma aecionada pneumaticamente, designado genericamente por meio do numero de referência (108), encontra-se ligado de forma funcional ao tambor a fim de transfegar o seu conteúdo.
0 sistema (108) compreende uma bomba de diafragma convencional (110) que se acha colocada no ou muito próximo do fundo do tambor (100), existindo uma extensão em forma de manga (112) que se projecta para cima a partir da bomba e que atravessa a abertura (106) e um colar (114) que se acha aplicado na extremidade superior da extensão em forma
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de manga. O sistema de bomba de diafragma inclui ainda um gerador de impulsos (116), uma linha (118) de fornecimento de ar própria para fornecer ar comprimido ou pressurizado ao gerador de impulsos, e uma conduta (120) que se estende a partir do gerador de impulsos até ao colar (114)
) que se acha aplicado na extensão em forma de manga (112)
e que estabelece comunicação com a bomba (110). A conduta (120) e a manga (112) contêm três tubos flexiveis de impul so de ar, um tubo flexível de retorno de pressão e o tubo flexível de descarga da bomba. 0 último destes tubos flexi veis encontra-se ligado ao indicador de circulação (126)
} e termina no ponto de fornecimento (128). A extensão em
forma de manga (112) é mais ou menos rigida e encontra-se ligada de forma estanque à bomba (110). Esta manga protege os tubos flexiveis que nela se encontram alojados do ataque por parte do liquido que se acha contido no tambor (100).
A conduta (120) é flexível e permite que a bomba possa ser introduzida e retirada do tambor.
Na Eig. 2 encontra-se representa do de forma esuemética um primeiro modelo de realização de uma bomba de diafragma (210) que se pretendeu substituis se a bomba convencional (110) no sistema de bomba accionada pneumaticamente que se encontra representado na Eig.I. A bomba (210) compreende um corpo composto por um segmento esquerdo (212) e um segmento direito (214), com uma única membrana flexivel (216) colocada entre ambos. No segmento (212) encontram-se formadas três câmaras hemisféricas (220) (218) e (222) que se acham afastadas umas das outras, e no segmento (214) encontram-se abertos por meio de broca, ou por meio de qualquer outra forma, três canais (224), (226) e (228). Nas extremidades exteriores de cada um destes canais encontram-se formadas uniões roscadas (230), (232) e (234), e adequados tubos flexiveis (não representados) encontram-se roscados nestas uniões. Uma conduta de admissão (236) estende-se desde o bordo inferior do segmento
(212) até à câmara (218), uma primeira conduta interna (238) estende-se desde a câmara (218) subindo até à camara (220) uma segunda conduta interna (240) estende-se desde a câmara (220) subindo até à câmara (222) e uma conduta de descarga (242) vai partir da câmara (222) e desembocar no bordo superior do segmento (212).
A bomba (210) é mergulhada no seio do líquido a ser bombado, encontrando-se o referido líquido retido no interior de um tambor ou de qualquer outro receptáculo adequado. Impulsos de ar, a uma pressão superior à pressão atmosférica, são fornecidos segundo uma pré-determinada frequência, às condutas do segmento (214). Mais precisamente, a submersão da bomba (210) obriga pelo menos uma limitada quantidade de liquido a entrar no interior da câmara (218). Então, quando um primeiro impulso de ar é fornecido a partir de um gerador de impulsos como por exemplo o gerador de impulsos (116), à conduta (224)» a membrana (216) é obrigada a assumir uma forma côncava e obriga o liquido que se acha situado no interior da câmara (218) a passar através da conduta (238) para o interior da segunda cavidade (220). Durante a duração do impulso (A), a membrana que flecte no interior da câmara (218) serve de válvula de retenção a fim de impedir que o liquido retorne descendo para a conduta (236).
Quando um segundo impulso (B) de ar é enviado para a conduta (226) a partir do gerador de impulsos a membrana assume uma forma côncava e obriga o fluido que se encontra presente na camara (220) a passar através da conduta (240) para uma terceira câmara (222). Durante a duração do impulso (B), a membrana que flecte no interior da câmara (220) serve de válvula de retenção a fim de impedir que, o liquido retorne no interior do corpo da bomba. 0 impulso (A) pode terminar enquanto o impulso (B) ainda está operacional.
Quando um terceiro impulso (C) de ar é enviado para a conduta (228) a partir do gerador de impulsos (116) e através de um dos três tubos flexíveis de impulso de ar que se acham retidos no interior da condita (120), a membrana assume uma forma côncava e obriga o flui do que se encontra presente na caçara (222) a subir através da conduta (242) e a ir descarregar num ponto de descarga afastado, Novamente neste caso, durante a duração do impulso (C), a membrana que fleete no interior da câmara (222) serve de válvula de retenção a fim de impedir que o líquido retorne descendo no interior do corpo da bomba.
Quando a pressão produzida pelo envio de impulsos de ar para a conduta (224) deixa de se exercer, a membrana (216) regressa à sua condição de não esticada e a câmara (218) volta novamente a encher-se de liquido. A acção de retirar a pressão da conduta (226) vai de modo idêntico permitir que a membrana regresse à sua condição de não esticada e obrigue a câmara (220) a encher-se de liquido. A fim de se completar o ciclo de bombagem são novamente enviados impulsos de ar para a conduta (224) retirados da conduta (228) e posteriormente enviados para a conduta (226). Cada ciclo de funcionamento da bomba (210) vai fornecer uma quantidade de liquido determinada pelo volume da câmara (220).
Apesar de as câmaras (218),(220) e (222) da bomba (210) que se encontra representada na Pig. 2 terem o mesmo volume, chama-se a atenção para o facto de que esta relação dimensional pode ser alterada a fim de se adaptar a outras necessidades de funcionamento. A fim de exemplificar o que se acaba de dizer consideremos que se a câmara (222) tivesse metade do volume da câmara (220) a bomba iria fornecer metade do seu caudal total por ocasião do envio de impulsos de ar comprimido para a codnu ta (226) e a outra metade do seu eaudal total (para cada
ciclo de funcionamento) por ocasião do envio de impulsos de ar comprimido para a conduta (230), no caso de a bomba ser formada com mais do que três camaras, por exemplo (n) câmaras, o caudal total para cada ciclo de funcionamento pode ser dividido em (n-1) impulsos por cada ciclo de bomba gem por meio de uma judiciosa escolha dos volumes das câmaras .
Apesar de a bomba (210) funcionar de modo satisfatório e de ser superior às bombas de dia| fragma já conhecidas, a membrana (216) cria alguns problemas. Deste modo, quando a membrana (216) e fabricada em borracha natural, a bomba funciona bem durante vários dias mas a capacidade da bomba vai depois diminuindo gradualmen te à medida que a membrana se vai relaxando. Quando a membrana (216) é fabricada num material plástico, como por exemplo o material designado por Viton, a membrana distende-se ainda mais rapidamente e a capacidade da bomba diminui da mesma maneira. Técnicas tais como a de se proceder a um esticamento prévio da membrana e/ou de se proporcionar a existência de um sistema de mola de retorno para a membrana não se revelaram capazes de dar solução a este problema.
Na Fig. 3 encontra-se representado esquematicamente um segundo modelo de realização de uma bomba de diafragma (310) que substitui a bomba (110) no sistema de bomba de funcionamento pneumático que se encontra representado na Fig. 1. A bomba (310) representa um aperfeiçoamento em relação à bomba (210) e resolve os problemas de envelhecimento que se acham associados ao diafragma (216) na bomba (210). Além disso na bomba (310) o diafragma regressa a uma condição de não distendida sem pre que se encontra na posição de descanso, sem que para isso seja necessário recorrer a molas metálicas de retorno ou a membranas pré-estiçadas.
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A bomba (310) compreende um corpo composto por um segmento esquerdo (312) e por um segmen to direito (314) com uma única e flexível membrana (316) colocada entre ambos. No segmento (314) encontram-se defini dos uma primeira, uma segunda e uma terceira câmaras de bom bagem (318), (320) e (322) que se acham afastadas umas das outras. Uma conduta de admissão (324) estende-se desde o bordo inferior do segmento (314) subindo até à primeira câmara de bombagem (318), e uma primeira conduta interna (326) estende-se entre a câmara (318) e uma segunda câmara de bombagem (320). Uma segunda conduta interna (328) esten de-se entre a câmara (320) e a terceira câmara de bombagem (322) e uma conduta de descarga (330) estende-se entre a câmara (322) e a extremidade superior da caixa da bomba.
Uma abertura roscada (332) de maior diâmetro encontra-se formada na extremidade da conduta (330) a fim de receber a extremidade roscada de um tubo flexível ou não (nao representado) proprio para conduzir o liquido para um local de descarga afastado.
Uma primeira câmara intermédia (334) encontra-se definida na extremidade inferior do segmento (312), entre a pequena membrana de comando (336) e a membrana de bombagem (316). Uma segunda câmara intermédia (338) acha-se definida junto da zona média do segmento (312) entre a pequena membrana de comando (344) e a membra na de bombagem (316). Uma passagem (346) orientada segundo uma direcção vertical estende-se de cima para baixo a partir da extremidade superior do segmento (312) através das câmaras (334), (338) e (342). Consequentemente, quando uma pressão de referência ou pressão-pedrão é introduzida no interior da passagem (346) todas as membranas são subme, tidas à mesma pressão. As pequenas membranas de comando (336), (340) e (344) são idênticas no que respeita às dimensões, à forma e às funções; estas membranas dispensam a necessidade de molas de retorno e funcionam satisfatória
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mente durante prolongados periodos de tempo.
Entre a membrana de comando (336) e uma cavidade formada na extremidade inferior do segmento (312) encontra-se definida uma primeira câmara de pressão (348); uma primeira conduta de controlo (350) estende-se desde a parte de cima do segmento (312) directamente para o interior da cavidade. A conduta de controlo (350) não se encontra representada na Eig. 3 mas encontra-se representai ' na Eig. 4. Entre a membrana de comando (340) e uma cavidade | formada na zona média do segmento (312) encontra-se defini da uma segunda câmara de pressão (352); uma segunda condita de controlo (354) estende-se da parte de cima do segmento (312) directamente para o interior da cavidade. A conduta de controlo (354) não se encontra representada na Eig. 3 mas encontra-se representada na Eig. 4 entre a membrana de comando (344) e uma cavidade formada na extremidade superior do segmento (312), acha-se definida uma terceira ca mara de pressão (356). Uma terceira conduta de controlo (358) estende-se da parte de cima do segmento (312) directamente para o interior da cavidade superior, conforme se encontra representado na Eig. 3.
Uma primeira válvula de deslocamento, designada genericamente pelo número de referência (36o), é utilizada para obrigar o liquido a sair da câmara de bombagem (318) via conduta interna (326), para o interior da segunda câmara de bombagem (320). Uma segunda e idêntica válvula de deslocamento, designada genericamente pelo número de referência (362), é utilizada para obrigar o líquido a sair da câmara de bombagem (320), via conduta interna (328) para o interior da terceira câmara de bombagem (322). Uma terceira e idêntica válvula de deslocamento designada genericamente pelo número de referência (364) é utilizada para obrigar o liquido a sair da câmara (322) via conduta (330) e dcavés da abertura (332), para o inte-
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rior de um tubo flexível ou não (não representado) próprio para conduzir o liquido para um local de descarga afastado.
Na Fig. 5 encontra-se representa da uma vista em perspectiva explodida da válvula de deslocamento (360) representativa das válvulas utilizadas na bomba característica do presente invento. As válvulas de deslocamento (360), (362) e (364) são ideenticas a esta no que diz respeito à construção e ao funcionamento.
A válvula de deslocamento (360) inclui uma cápsula cilíndrica (366) com um ressalto anular saliente (368) que guia a cápsula no seu movimento de deslocação no interior da câmara de bombagem (318)· Uma pastilha (370) feita num material elástico e quimicamente inerte vai encaixar no interior de uma abertura (375) situada na face de trabalho da válvula, e um furo central (374.) esten de-se ao longo do interior da cápsula (366) sem no entanto a atravessar de lado a lado; o furo (374) é representado a tracejado. A válvula também compreende um espaçador (377) que apresenta um furo Í376) que o atravessa de lado a lado uma chapa de aperto anular (378) que apresenta um furo (379) que a atravessa de lado a lado, e um parafuso alonga do (380) que apresenta uma cabeça de diâmetro superior ao da espiga do parafuso. Na cabeça deste parafuso encontra-se formada uma fenda (381) destinada a receber uma chave de fendas ou qualquer outra ferramente semelhante.
A espiga do parafuso (380) passa através da abertura (379) existente na chapa de aperto (378) através de uma pequena abertura central (384) existen te no diafragma de comando (336) através do furo (376) exis tente no espaçador (377) através de uma pequena abertura existente no diafragma de bombagem (316), indo penetrar no interior do furo (374) existente na cápsula (366). A válvula de deslocamento (360) utiliza o parafuso (380) para
fixar a válvula ou diafragma, bem como para ligar os com- i
ponentes da válvula sob a forma de uma estrutura unitária. |
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A bomba (310), conforme se encon tra representada nas Figs. 3 a 5, funciona da maneira que se passa em seguida a descrever. Através da passagem (346) é introduzida uma pressão de referência a fim de pressuirzar as câmaras intermédias (334), (338) e (342).
A bomba é submersa no seio do liquido a ser descarregedo !
í
e alguma quantidade deste liquido sobe para o interior da | câmara de bombagem inferior (318) a fim de ferrar a mesma.
) Em seguida é introduzido na conduta (350) um primeiro impulso de ar que faz aumentar momentaneamente a pressão no I interior da primeira câmara de pressão (348) para um nivel superior ao da pressão que reina no interior da câmara intermédia ou de referência (334). 0 diafragma de comando (336) flecte em direcção ao diafragma (316) e a cápsula (366) desloca-se da esquerda para a direita no interior da câmara (318) até que a pastilha (370) vá novamente encostar contra a parede que limita a câmara. 0 liquido que se encontrava previamente retido no interior da câmara de bombagem (318) é obrigado a passar, através da conduta interna (326) para o interior da segunda câmara de bomba) gem (320). 0 impulso de controlo tem uma duração suficiente
para reter a pastilha encostada contra a parede da câmara de modo a impedir fugas de retorno para o interior da primeira câmara de bombagem (318) e da conduta de admissão (324).
Depois de a segunda câmara de
bombagem (320) se encontrar cheia, é introduzido na conduta (354) um segundo impulso de controlo que faz aumentar momentaneamente a pressão no interior da segunda câmara de pressão (352) para um nivel superior ao da pressão que reina no interior da câmara intermédia, ou de referência (338). 0 diafragma de comando (340) flecte em direcção ao
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diafragma de bombagem (316) e a cápsula (366) desloca-se da esquerda para a direita no interior da câmara (320) ate que a pastilha (370) vá novamente encostar contra a parede que limita a câmara. 0 liquido que se encontrava previamen te retido no interior da câmara de bombagem (320) é obriga do a passar, atravás da conduta interna (328) para o interior da terceira câmara de bombagem (322). 0 impulso de con trolo que surge na conduta (354) tem uma duração suficiente para reter a pastilha encostada contra a parede da câmara a fim de evitar as fugas; o impulso de controlo que surge na conduta (350) pode então ser interrompido,
Depois de a terceira câmara de bombagem (322) se encontrar cheia, é introduzido na conduta (358) um terceiro impulso de controlo que faz aumentar momentaneamente a pressão no interior da terceira câmara de pressão (356) para um nivel superior ao da pressão que reina no interior da câmara intermédia, ou de referência (342). 0 diafragma de comando (344) flecte em direcção ao diafragma de bombagem (316) e a cápsula (366) desloca-se da esquerda para a direita no interior da câmara (322) até que a pastilha (370) vá novamente encostar contra a parede que limita a câmara. 0 liquido que se encontrava previamen te retido no interior da terceira câmara de bombagem (322) é obrigado a passar, através da conduta de descarga (330) e da abertura de descarga (332) para o interior de um tubo flexível (não representado) a fim de ser descarregado num local afastado.
Nas Figs. 6 e 7 encontra-se repre. sentado um terceiro modelo de realização (410) de uma bomba de diafragma que pode substituir a bomba (110) no sistema de bomba de funcionamento pneumático que se encontra repre sentado na Fig. 1. A bomba (410) funciona sensivelmente da mesma maneira que a bomba (310) que foi anteriormente descrita de uma maneira pormenorizada com especial referên
p-;
cia às Figs. 3 a 5· No entanto, enquanto que a bomba (310) utiliza um diafragma de bombagem (316) que se estende de um lado ao outro da caixa da bomba, a bomba (410 ) utiliza três diafragmas de bombagem (412), (414) e (416) mais pequenos, com a mesma finalidade. Aos diafragmas de bombagem encontram-se funcionalmente associados três diafragamas de comando (413), (415) e (417)· Enquanto que a bomba (310) apresenta um corpo formado apenas por dois segmentos (312) e (314) o corpo da bomba (410) é formado por uma série de segmentos (418), (420), (422), (424), (426), (428) e (430). Entre os segmentos adjacentes (428) e (430) encontra-se colocada uma junta de vedação (432), enquanto que os outros segmentos são vedados pelos diafragmas de comando e pelos diafragmas de bombagem. Quatro hastes alongadas e roscadas atravessam o corpo da bomba de uma extremidade à outra.
Nas extremidades opostas das hastes vão apertar umas porcas (436) a fim de fazer com que os vários segmentos vão ficar apertados uns contra os outros, e um colar (43θ) situado na extremidade superior do segmento (430) encontra-se ligado de forma fixa à extensão em forma de manga (112) que se encontra representada na Eig. 1.
Enquanto que a bomba (310) apresenta o seu único diafragma de bombagem orientado vertical
mente a bomba (410) utiliza três diafragmas de bombagem
(412), (412) e (416) mais pequenos e dispostos horizontalmente que reagem às solicitações induzidas pelos diafragmas de comando (413), (415) e (417) também dispostos horizontal mente. Enquanto que a bomba (310) apresenta câmaras de bom bagem (318), (320) e (322) orientadas todas da mesma manei ra, na bomba (410) apenas as câmaras de bombagem (440) e (442) se encontram orientadas da mesma maneira; a câmara de bombagem (444) acha-se orientada com um desfasamento de 1805 em relação às outras duas câmaras de bombagem.
Apesar de a bomba (310) funcio-
nar de modo satisfatório, foi detectado um problema durante os ensaisos do serviço entre a bomba e a extensão em for ma de manga (112). 0 problema das fugas foi agravado pela natureza corrosiva do liquido a ser bombado. Deste modo tornou-se necessário alterar a configuração da bomba para a configuração preferencial da bomba (410) que deu solução ao problema das fugas ao mesmo tempo que apresenta um funci£ namento de resultados comparáveis aqueles que eram obtidos ! com a bomba (310). ί
Uma vez qjie as bombas (310) e
} (410) utilizam diafragmas de comando e pelo menos um diafragma de bombagem mesmo na hipótese pouco provável se veri ficar a destruição de um dos diafragmas de comando, o liquido que está a ser movimentado pela bomba não pode entrar no gerador de impulsos e contaminar este mesmo gerador. I Na pior das hipóteses, o ar sob pressão pode escapar-se através do diafragma de bombagem e penetrar no seio do liquido, mas o inverso não pode dar-se.
Na Fig. 8 encontra-se representa do o circuito lógico que funciona como um gerador de impul sos (116) para o sistema de bomba de funcionamento pneumá|| tico. 0 gerador de impulsos envia impulsos de ar a baixa
pressão, de duração e intensidade, conforme com as necessidades, tanto às bombas já conhecidas (110) como às bombas de caracteristicas raras (21C), (310) e (410). 0 gerador de impulsos também envia esses impulsos às válvulas de de£ locamento segundo uma ordem sequencial adequada, a fim de
I garantir um funcionamento isento de fugas para as diversas
bombas.
0 gerador de impulsos (116) é
constituido por elementos lógicos fluidos já bem conhecidos e disponíveis no mercado como por exemplo aqueles que são comercializados pela Sansomatic Ltd, Fairfield, New Jersey
da Samson AG de frankfurt, Alemanha federal. No gerador de impulsos está incorporado um interruptor manual (446); este interruptor que se encontra representado na posição de ligado, pode ser comutado para uma posição de descarga ou para uma posição de ligado (tal como se acha representado na figura) quando o conteúdo de um receptáculo (100) tiver acabado de ser transfegado e um novo receptáculo estiver a ser preparado para receber a bomba (110), (210) (310) ou (410).
0 gerador de impulsos (116), que I é pressurizado através da linha (118) de alimentação de
ar, inclue interruptores pneumáticos (448) e (466) e também um chamado disparador de Schmitt (458). Os interruptores (448) e (466) mudam de estado a uma pressão ligeiramente superior á pressão zero e ligeiramente inferior a pressão máxima do sistema. 0 disparador de Schmitt (458) muda de estado precisamente aos pré-determinados baixo e alto niveis de pressão. Uma pressão elevada na abertura de contro. lo destes interruptores provoca uma descarga de pressão na abertura de descarga do interruptor, ao passo que a ausência de pressão na abertura de controlo significa pressão máxima na abertura de controlo significa pressão
) máxima na abertura de descraga. 0 interruptor (448) fornece pressão á câmara (454) da bomba (410) ou à câmara (348) da bomba (310).
0 fluido sob pressão entra no volume (452) através de uma resistência variável (450) e vai ligar-se através da conduta (456) ao disparador de Schmitt (458). Apos um determinado lapso de tempo, conforme deter minado pela resistência (450) e pelo volume (452), a pres são no volume (452) atinge um nivel suficiente e esta pres. são vai reflectir-se na abertura de controlo do disparador de Schmitt. Este sinal de pressão aumentada vai fazer com que o disparador mude de estado de maneira que a pressão
W"?*
de ar no interior da câmara (476) da bomba (410) vai ser descarregada através do disparador de Schmitt. De maneira idêntica, o ar proveniente do volume (462) vai em seguida descarregar através da resistência fixa (460) fazendo com que a pressão no interior do volume (462) e na abertura de controlo do interruptor (466) vá descer até zero.
0 interruptor (466) vai em seguida proporcionar uma descarga sob pressão na sua abertura de descarga, fazendo com que a pressão no interior da câmara (472) da bomba (410), ou da câmara (352) da bomba (310), vá aumentar. A pressão vai em seguida aumentar no interior do volume (470) através da resistência (468), o que, apos um periodo de tempo determinado pela resistência (468) e pelo volume (470), irá produzir na abertura de con trolo do interruptor (448) uma pressão suficiente para alterar o estado deste interruptor. Isto vai provocar uma descarga de pressão do ar que se encontra na câmara de bombagem (454) da bomba (410).
0 anteriormente descrito meio
ciclo é em seguida repetido, mas com as fases de pressurização e de descarga trocadas, a fim de completar um ciclo completo e de provocar a acção de bombagem da bomba (410) ou (310).
Evidentemente que se deve ter em conta que todos os interruptores podem ser disparadores de Schmitt e que todas as resistências podem ser resistências variáveis. Além disso quando é necessário que o ciclo de impulso seja realizado a alta velovidade pode ser conveniente estabelecer uma derivação, ou um by-pass, à resistência (450) com uma válvula de retenção pneumática (representado a tracejado na Fig. 8) o que permite que se estabeleça um escoamento de ar sem restrições do volume (456) para a abertura de descarga do interruptor (448) ao mesmo tempo que o escoamento em sentido contrário se depa-
re com restrições. Esta válvula de retenção irá provocar uma sobreposição na libertação de pressão da câmara (454) e no aumento de pressão na câmara (476). Isto não vai provocar fugas na válvula da bomba, na medida em que a válvula do meio se encontra fechada nesse momento. I
►
0 indicador de circulação (126) que se encontra situado numa das paredes do armário do | gerador de impulsos (116) fornece uma indicação visual de i
I
que o sistema se acha a funcionar de modo adequado.
) As bombas de diafragma (310) e
(410) de funcionamento pneumático, com a sua rara capacidade de descarregarem quantidades mínimas de liquido corro sivo atravás de impulsos separados, são capazes de proporcionar outras soluções para problemas semelhantes. Numerosas modificações e alterações são possíveis de ocorrer aos entendidos nesta matéria. Por exemplo, o circuito lógico pode assumir diversas formas, incluindo componentes fluidos puros com a necessária quantidade de amplificadores. Além disso, e apesar de aqui terem sido apresentadas três válvulas de deslocamento, podem ser utilizadas quatro ou mais válvulas em conjunção com um circuito lógico pneumáti
) co capaz de enviar quatro ou mais impulsos de controlo
na sequência apropriada e de acordo com um adequado ordenamento no tempo, Gonsequentemente as reivindicações anexas não devem limitar-se aos seus termos literais devendo antes sim serem interpretados de uma maneira consentânea com os avanços registados nas técnicas e nas ciências aplicadas no presente invento.
-23-
Claims (6)
- REIVINDICAÇÕES:lã. - Bomba de diafragma própria para fornecer liquido em muito pequenas quantidades, sendo| a referida bomba própria para ser mergulhada num receptáculo que contém o líquido a ser fornecido, caraoterizada por compreender:a) um corpo composto por uma série de segmentos,| b) uma abertura de admissão formada na extremidadeinferior do corpo da bomba e uma abertura de descarga formada acima daquela,c) pelo menos três camaras de bombagem afastadas umas das outras que se acham formadas no interior do referido corpo da bomba entre a referida abertura de admissãoe a referida abertura de descarga e em comunicação com estas.d) umas condutas que estabelecem uma interligação entre as referidas câmaras de bombagem,e) pelo menos um diafragma de bombagem que se acha preso no interior do referido corpo de bomba entre as referidos segmentos a fim de isolar um lado de cada uma das câmaras de bombagem,f) pelo menos três diafragmas de comando que se acham presos no interior do referido corpo da bomba,g) pelo menos três válvulas de deslocamento que se encontram presas ao referido diafragma de bombagem e aos referidos diafragmas de comando,h) pelo menos três câmaras de pressão formadas-24Filno interior do referido corpo da bomba,i) uma fonte de fornecimento de ar pressurizado,j) um gerador de impulsos que se encontra ligado à referida fonte de fornecimento de ar e que é próprio para produzir impulsos de ar de controlo, ek) umas condutas que se acham ligadas ao referido corpo da bomba e que são próprias para conduzir para as referidas câmaras de pressão os referidos impulsos de controlo que se produzem segundo uma determinada sequênciae cada qual com uma determinada duração a fim de a referida bomba poder aspirar fluido para o interior do referido corpo da bomba através da referida abertura de admissão, fazer avançar esse mesmo fluido de uma maneira sequencial de câmara de bombagem para câmara de bombagem, e finalmente descarregar esse mesmo fluido através da referida abertura de descarga e sob a forma de impulsos sucessivos.
- 2§. - Bomba de diafragma, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por cada um dos diafragmas de comando e o referido diafragma de bombagem se determinar a formação de uma câmara intermédia, e por existir um sistema próprio para proceder à introdução de uma pressão de referência no interior de cada uma das câmaras intermédias.
- 3ã. - Bomba de diafragma, de acor do com a reivindicação 1, caracterizada por cada uma das válvulas de deslocamento compreender uma cápsula numa das extremidades da qual se encontra praticada uma abertura cega no interior da qual vai encáxar uma pastilha de um material quimicamente inerte.
- 4â· - Bomba de diafragma, de-25acordo com a reivindicação 3, caracterizada por a cápsula de cada uma das válvulas de deslocamento compreender ainda um ressalto anular próprio para guiar o movimento da válvu la de deslocamento no interior da respectiva câmara de bom bagem.
- 5&. - Bomba de diafragma, deacordo com a reivindicação 3, caracterizada por cada uma das válvulas de deslocamento compreender um espaçador que é atravessado por um furo longitudinal central e que se encontra preso entre o referido diafragma de comando e o referido diafragma de bombagem.
- 6&. - Bomba de diafragma, deacordo com a reivindicação 1, caracterizada por as câmaras de bombagem terem todas o mesmo volume.
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