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PT2399022E - Instalação de conversão de energia hidráulica e processo de controlo de uma tal instalação - Google Patents

Instalação de conversão de energia hidráulica e processo de controlo de uma tal instalação Download PDF

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Publication number
PT2399022E
PT2399022E PT107100737T PT10710073T PT2399022E PT 2399022 E PT2399022 E PT 2399022E PT 107100737 T PT107100737 T PT 107100737T PT 10710073 T PT10710073 T PT 10710073T PT 2399022 E PT2399022 E PT 2399022E
Authority
PT
Portugal
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flap
installation
wall
axis
flow
Prior art date
Application number
PT107100737T
Other languages
English (en)
Inventor
Mazzouji Farid
Bazin Danièle
Bremond Jacques
Louis Pierre Marin Joel
Original Assignee
Alstom Renewable Technologies
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Publication date
Application filed by Alstom Renewable Technologies filed Critical Alstom Renewable Technologies
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Description

DESCRIÇÃO "INSTALAÇÃO DE CONVERSÃO DE ENERGIA HIDRÁULICA E PROCESSODE CONTROLO DE UMA TAL INSTALAÇÃO" A presente invenção refere-se a uma instalação de conversãode energia hidráulica em energia elétrica ou mecânica, umatal instalação compreendendo uma turbina hidráulica, de umtubo de alimentação para a turbina com um escoamentoforçado de água e uma conduta de evacuação deste escoamentoquando ele sai da turbina.
Em instalações conhecidas, o escoamento a jusante da rodade uma turbina flutua de acordo com o ponto de funcionamento da turbina, o que depende, entre outros, dofluxo de água transportado para a turbina. Em certos pontosde funcionamento, redemoinhos ou turbulência, geralmentedenominados "tochas" tendem a formar-se e causar flutuaçõesde pressão e/ou de potência.
Para resolver este problema, é conhecido por exemplo a W0-A-2005/038243 dotada de roda de uma turbina Francis com umaponta que compreende duas superficies, respetivamenteconvergente e divergente no sentido de um eixo de rotaçãoda roda, o que limita, em grande medida, a turbulência. Noentanto, em certos regimes, a turbulência permanece.
Para ultrapassar esta perda de eficiência, foram planeadasno documento US-A-2007/0009352, aletas retráteis. Estasaletas retráteis não são adequadas para todos os pontos defuncionamento de uma turbina e, em certas condições deoperação, o seu impacto sobre a eficiência da instalação émuito negativo. É conhecida do documento JP-A-57 108468 a montagem de umaaleta móvel rotativamente acima de uma aleta fixa em umaconduta de escoamento de saida de uma turbina. A aleta fixainterrompe o escoamento, pelo menos em certos regimes.
Além disso, os problemas de cavitação podem surgir com osmateriais conhecidos. São estes inconvenientes que mais em particular sepretendem resolver com a invenção, propondo uma instalaçãode conversão de energia do tipo mencionado acima em que oescoamento que passa através da conduta de evacuação podeser estabilizado, sem diminuir a eficiência da instalaçãoem diferentes pontos de funcionamento desta última.
Para este fim, a invenção refere-se a uma instalação dotipo acima mencionado em que cada aleta de guia pode rodarem torno de um eixo que interseta a parede da conduta deevacuação, esta instalação compreende meios de controlo daposição angular da aleta em torno do seu eixo de rotação,enquanto que cada aleta móvel em rotação é retrátil naparede da conduta de evacuação e a instalação compreendemeios para ajustar o afundamento desta aleta nesta parede.
Graças à invenção, é possível adaptar a orientação dasaletas de guia e a maneira como elas se projetam em relaçãoà parede da conduta de evacuação ou conduta de aspiração,tendo em conta o sentido do eventual componente de rotaçãodo escoamento na saída da turbina.
De acordo com aspetos vantajosos mas não obrigatórios dainvenção, uma tal instalação pode incorporar uma ou maisdas seguintes características, tomadas em todas ascombinações tecnicamente elegíveis: • Os meios de controlo estão adaptados para fixar aposição angular da aleta de guia em função de pelomenos um parâmetro representativo do escoamento. • A ou cada aleta móvel em rotação é desmontável emrelação à parede da conduta de evacuação a partir dointerior desta conduta. Alternativamente, a instalaçãocompreende uma galeria de acesso à face externa daparede do tubo de escoamento e a ou cada aleta édesmontável em relação a esta parede, a partir destagaleria. • Cada aleta está fixada a um êmbolo montado deforma deslizante, em paralelo ao eixo de rotação daaleta, em relação a uma peça fixa à parede, ao passoque um subconjunto que compreende a aleta e o pistão émontado com possibilidade de rotação em torno do eixode rotação da aleta e em que este subconjuntocompreende meios para cooperar com meios deacionamento do subconjunto em rotação em torno do eixode rotação da aleta. • Cada aleta móvel estende-se de ambos os lados doseu eixo de rotação. • A instalação compreende uma pluralidade de aletasde guia móveis em rotação, cada uma em volta de umeixo que interseta a parede da conduta de evacuação eos meios de controlo atuam de um modo agrupado com asaletas de guia. Em alternativa, os meios de controlofuncionam de uma forma individualizada sobre as aletasde guia. A invenção também se refere a um método que pode serimplementado com uma instalação tal como a mencionada acimae, mais especificamente, um método para controlar umainstalação de conversão de energia hidráulica em energiaelétrica ou mecânica, que compreende uma turbinahidráulica, de uma conduta de alimentação para a turbina com um escoamento forçado de água e uma conduta deevacuação de escoamento que sai da turbina e, pelo menos,uma aleta de guia do escoamento na conduta de evacuação,caracterizado por o método compreender um passo queconsiste pelo controlo da posição angular, em torno de umeixo que interseta a parede da conduta de evacuação, decada aleta de guia do escoamento na conduta de evacuação, eum passo de controlo da posição de cada aleta móvel porpenetração na parede da conduta de evacuação.
Este método pode incorporar uma ou mais das seguintescaracterísticas que são vantajosas e opcionais: • A posição angular da aleta é controlada com baseem pelo menos um parâmetro representativo doescoamento, em particular a sua velocidade. • A instalação compreende uma pluralidade de aletasdistribuídas em torno da parede do tubo de evacuação ea posição das aletas é controlada de um modo agrupado.Em alternativa, a posição de cada aleta é controladaindividualmente. • A posição de cada aleta móvel por afundamento naparede da conduta de evacuação é controlada através dofornecimento ou não, de água sob pressão a partir daconduta de alimentação, uma câmara formada em um corpoque pertence a um subconjunto e delimitada por umêmbolo solidário com a aleta. A invenção será melhor compreendida e outras vantagens damesma aparecerão mais claramente à luz da seguintedescrição de duas formas de realização de uma instalação deacordo com o seu princípio e o seu método de controlo, dadaapenas a título de exemplo e com referência aos desenhosanexos, nos quais: • A figura 1 é uma representação esquemática deprincipio, em corte axial, de uma instalação de acordocom uma primeira forma de realização da invenção; • A figura 2 é uma vista em maior escala dopormenor II da figura 1; • A figura 3 é uma representação esquemáticadesenvolvida da distribuição de velocidade numaprimeira configuração de funcionamento da instalaçãoda figura 1; • A figura 4 é uma vista de frente, na direção daseta F i da figura 2, de uma aleta móvel em rotaçãonuma posição correspondente à distribuição develocidade da Figura 3; • A figura 5 é uma representação esquemáticasemelhante à da Figura 3, quando a instalação operasob outras condições; • A figura 6 é uma vista semelhante à da figura 4quando a instalação funciona nas condições mostradasna Figura 5; e • A figura 7 é uma vista semelhante à da figura 2,para uma instalação de acordo com uma segunda forma derealização da invenção. A instalação que se mostra nas figuras de 1 a 6 compreendeuma turbina do tipo Francis 1, cuja roda 2 se destina a serrodada em torno de um eixo vertical X2 por um escoamentoforçado de água E a partir de uma retenção de água nãomostrada. Um eixo 3 fixado à roda 2, é acoplado a umalternador 4 que fornece uma corrente alternada a uma redenão representada, de acordo com a rotação da roda 2. Ainstalação I permite então converter a energia hidráulicado escoamento E em energia elétrica. A instalação I podeincluir várias turbinas 1 alimentadas a partir doreservatório de água.
Em alternativa, o eixo 3 pode estar acoplado a um conjuntomecânico, caso em que a instalação I converte a energiahidráulica do escoamento E em energia mecânica.
Uma conduta de alimentação 5 permite fazer o escoamento Epara a roda 2 e estende-se entre o reservatório de água eum tanque equipado com guias 61 que regulam o escoamento E.
Uma conduta 8 é proporcionada a jusante da turbina 1 paraevacuar o escoamento E e voltar a enviar o mesmo para oleito de um rio ou de um ribeiro a partir do qual éalimentado o reservatório de água. Esta conduta 8 é porvezes referida como conduta de aspiração.
Um controlador 10 é fornecido para acionar a turbina 1 deacordo com, em particular, as necessidades de eletricidadeda rede alimentada a partir do alternador 4 e do fluxo deágua disponível para o escoamento E. A unidade 10 é capazde definir vários pontos de funcionamento da instalação I ede os tratar, respetivamente, o alternador 4 e as guias 61,dos sinais de controlo Si e S2. A conduta 8 compreende uma parte a montante 81sensivelmente vertical, em forma de cone truncado ecentrada sobre o eixo de rotação X2 da roda 2. A conduta 8também compreende uma parte a jusante 82 centrada sobre umeixo X 82 substancialmente horizontal. Este eixo Xs2 ésubstancialmente horizontal no sentido que forma com umplano horizontal um ângulo inferior a 20°. Na prática, oeixo X82 pode ser ligeiramente ascendente na direção deescoamento E. Um cotovelo 83 a 90° liga as partes 81 e 82da conduta 8.
Para estabilizar o fluxo E depois de ter passado através daroda 2, a conduta 8 está fornecida, na sua parte a montante 81, de várias aletas 20 que se projeta, a partir da parede84 da porção a montante 81, na direção do eixo X 2. Estasaletas 20 destinam-se a ser banhadas pela porção deescoamento E que se escoa, saindo da roda 2, ao longo daparede 84. Estas aletas, por conseguinte, afetam o escoamento E na conduta de evacuação ou de aspiração 8. A Figura 1, que é uma secção num plano verticalcompreendendo o eixo X2, mostra duas aletas 20. Na prática,o número de aletas 20 é selecionado dependendo do diâmetro da parte 81 e do débito previsto para o escoamento E. Tal como é mais particularmente visível na Figura 2, cada aleta20 é integral com um êmbolo 21 montado em um corpocilíndrico 22 com uma base circular centrada sobre um eixoX22 perpendicular à parede 84. O êmbolo 21 está equipadocom vedações 211 e 212 e fixado a uma haste 23 que passaatravés de uma placa 24 em forma de disco, com possibilidade de deslizamento em relação à dita placa aolongo do eixo X22 · A placa 24 está equipada com vedações241 e 242 que proporcionam, com as articulações 211 e 212,o isolamento de fluidos em relação ao exterior de umacâmara C22 formada radialmente no interior do corpo 22entre a placa 24 e o êmbolo 21 e em torno da haste 23.
Como é aparente a partir da figura 4, cada aleta 20prolonga-se em ambos os lados do eixo X22 correspondente.Na prática, cada aleta 20 está centrada no eixo X22 · A placa 24 está fixada ao corpo 22 por meio de parafusos25, representados pelas suas linhas de centro na figura 2. A câmara C22 é alimentada através de uma conduta nãorepresentada, com água a partir da conduta 5. Isto permitepressurizar a câmara C22 o que tem o efeito de empurrar o êmbolo 21 na direção da seta F2 na figura 2 e fazer passara aleta 20 em direção ao eixo X2, em relação à parede 84. O subconjunto formado pelas peças de 20 a 25 está montadorotativamente em torno do eixo X22, numa manga 2 6 fixa numacoroa 27 fixa em relação à parede 84. As articulações queformam um mancai estão eventualmente dispostas radialmenteem torno do corpo 22 e da placa 24 e permitem a rotação dosubconjunto acima mencionado com respeito à manga 26.
Na sua parte que se projeta axialmente, ao longo do eixoX22, com respeito à manga 26, a coroa 24 é fornecido com umazona dentada radial exterior 243 que engrena com um pinhão29, acionado pelo veio de saida 301 de um servomotorelétrico 30. Este motor é controlado pela unidade 10, pormeio de um sinal S 3 eletrónico. O servo motor 30 permite colocar em rotação o subconjuntoformado pelas peças de 20 a 25 em torno do eixo X22, deacordo com um sinal de controlo S3 recebido a partir da unidade 10.
Esta rotação permite fazer variar a posição angular daaleta 20 em torno do eixo X22. Cada aleta 20 é, portanto,orientável em torno de um eixo X22. Como é aparente apartir das figuras 4 e 6, a aleta 20 tem a forma de placaplana e a sua posição angular pode ser medida por um ânguloα tomado, acima do eixo X22, entre um plano médio P 20 entreas grandes faces laterais 201 e 202 da aleta 20 e um planovertical P que contém o eixo X22. O motor 30 permite, para cada aleta móvel 20, adaptar a suaposição angular em torno do eixo X22, às condições deescoamento E na conduta 8. A figura 3 mostra, numa vista desenvolvida da cinta da roda2, a distribuição das velocidades na proximidade do bordode fuga 2A de uma pá 2B da roda 2. Considerando que a roda2 gira com uma velocidade angular ω, então a velocidadetangencial U do bordo de fuga 2A é igual a ωχ R, em que R éa distância radial, ou raio, entre o bordo 2A e o eixo X2 ·
Além disso, quando se considera a velocidade W de escoamento de água na saida da roda 2, esta velocidade Westá no prolongamento da pá 2B. Esta velocidade W édecomposta em um componente vertical WVí isto é, paraleloao eixo X2, e um componente tangencial WT.
Numa forma de realização o baixo débito Q para o escoamentoE, conforme mostrado na figura 3, a componente de velocidade vertical Wv é relativamente pequena e, como o ângulo β de inclinação da velocidade W em relação à vertical é determinado pela geometria da pá 2B, a componente tangencial WT da velocidade tem um módulo | WT |que é menor do que o módulo |U| da velocidade tangencial da pá. Sob estas condições, a água que é ejetada a partir da roda 2 na vizinhança da extremidade 2A tem uma componentede velocidade tangencial no mesmo sentido que a velocidadetangencial U da pá, ou seja, dirigida para a direita nafigura 3. 0 escoamento de água no plano desta figura estárepresentado pela seta E.
Neste caso, a água que sai da roda gira em torno do eixo X2no mesmo sentido que a roda 2.
Isto leva à formação de tochas turbulentas na conduta 8, com fortes oscilações de pressão que podem corrigir asaletas 20, quando elas estão corretamente posicionadas.
No caso em que o escoamento E tem um débito Q, o componente vertical Wv da velocidade W tem um módulo importante e,como o ângulo p é fixado pela geometria da pá 2B, ocomponente tangencial VT tem então, um módulo maior do queo módulo da velocidade tangencial U. Neste caso mostrado nafigura 5, o escoamento E é ejetado para a esquerda nafigura 5 e pode ser representado pela seta E nesta figura.Neste caso, o escoamento E roda em sentido inverso aosentido de rotação da roda 2 quando é ejetado da mesma.Mais uma vez, tochas turbulentas são criadas, comoscilações de pressão significativas que podem corrigir asaletas 20.
Assim, de acordo com o valor do débito Q, o sentido derotação em torno do eixo X2 do escoamento E na conduta deaspiração 8 varia. A posição angular das aletas 20 faz comque seja possivel influenciar esta rotação do escoamento Ecomo se segue: 1. i) A baixa taxa de débito Q, se o ponto deoperação for tal que só visa reduzirsignificativamente as flutuações de pressão sem sepreocupar com a queda de rendimento, então faz-segirar cada aleta 20 com um ângulo α positivo narepresentação da figura 4, a fim de retardar ao máximoo escoamento rotativo da água na conduta de aspiração8. 2. ii) Também a baixa taxa de débito Q, se o pontode funcionamento apresentar sempre flutuações depressão, mas a um nivel inferior do que o caso i)considerado acima, então a aleta 20 pode ser orientadacom um ângulo negativo α na representação da figura 4,a fim de ter um impacto negativo menor sobre orendimento da instalação, reduzindo, ao mesmo tempo,ligeiramente as flutuações de pressão. 3. iii) No caso de um débito forte Q, o sentido derotação do escoamento na conduta de aspiração a ser revertida, o raciocínio para os dois pontos deoperação acima é invertido.
Para fazer isto, o ângulo α entre a aleta 20 com a verticalpode ser ajustado para atingir o efeito desejado. Se aaleta for orientada numa direção substancialmente paralelaao escoamento, o impacto sobre o rendimento é reduzido. Noentanto, se quisermos reduzir significativamente asflutuações de pressão para um ponto de trabalho, pode-serodar a aleta para que ela se oponha ao escoamento. Estaredução das flutuações de pressão tem um efeito negativorelativamente grande sobre o desempenho, mas este efeitonegativo existe apenas para o ponto de funcionamentoconsiderado, o ângulo α de orientação das aletas 20 emtorno dos eixos X22 pode ser reajustado de forma diferentepara outros pontos de funcionamento.
Assim, regula-se o ângulo α de orientação de cada aleta 20,de modo a obter o melhor compromisso de flutuações depressão/rendimento.
Quando o débito de escoamento E e a velocidade de rotaçãoda roda 2 são tais que os módulos |WT | e |U| dasvelocidades tangenciais são iguais, isto é, quando oescoamento E é substancialmente vertical na saída da roda2, as aletas 20 estão dispostas de modo a que os seusrespetivos planos medianos P 20 sejam verticais, ou seja,que o ângulo α seja igual a zero. A regulação da posição angular das aletas 20 em torno dosseus eixos de rotação X22 pode ser feita empiricamente,fazendo a verificação, a posteriori, da influência destaposição sobre o rendimento da instalação I e o nível dasflutuações de pressão.
Vantajosamente, a unidade 10 controla automaticamente asaletas orientáveis 20 em função de um sinal S 4 emitido porum sensor de débito 12 instalado na conduta 5. Este sensorde débito pode ser de qualquer tipo adequado, por exemplofeito a partir de sensores de pressão diferencial. Como umaprimeira aproximação, e considerando que a roda 2 gira auma velocidade substancialmente constante, o que é o casoem máquinas com um gerador síncrono, é possível calcular naunidade 10 as velocidades tangenciais WT e U, com base nataxa de débito Q de escoamento E e, a partir daí,determinar a direção de saída do escoamento E em relação aosentido de rotação da roda, ou seja, no mesmo sentido ou nosentido inverso. A unidade 10 é, então, capaz de determinara orientação angular a ser dada às aletas 20, em torno dosrespetivos eixos X 22, para estabilizar o escoamento E.
Em alternativa ou adicionalmente, é possível montar umtaquímetro 14 sobre o veio 3 e fornecer à unidade 10 umsinal S5 representativo da velocidade de rotação do veio 3,o que permite conhecer de um modo preciso o valor davelocidade tangencial U. Este sinal S5 pode ser integradopela unidade 10 para determinar o valor do ângulo deinclinação α a dar a cada uma das aletas 20 paraestabilizar o escoamento E no tubo de aspiração 8.
Cada manga 2 6 é aparafusada numa coroa 27 e, quando éapropriado intervir em um dos subconjuntos 20-25 paramanutenção, basta desapertar os parafusos da camisa 26correspondente da coroa 27 para ter acesso, a partir daporção a montante 81 da conduta 8, aos elementosconstitutivos deste subconjunto. Os elementos de suporte ede posicionamento das aletas estão dispostos numcompartimento 90 formado na estrutura de betão dainstalação, radialmente do lado de fora da parede 84, comomostrado apenas na figura 2.
Em alternativa, e como se mostra na figura 7, uma galeria100 de acesso à face externa 841 da parede 84 pode serproporcionada radialmente em torno da parte 81 da conduta8, o que permite realizar as operações de manutenção sobreas aletas 20 e os seus órgãos de acionamento a partir destagaleria. A forma da manga 26 e a da coroa 27 são entãoadaptadas.
Na figura 7, os elementos semelhantes aos da primeira formade realização apresentam as mesmas referências e uma aleta20 é ligada a um êmbolo 21 que se estende de uma haste 23deslizante numa placa 24 fixa a um corpo 22 por intermédiode parafusos 25. Uma manga 26 rodeia o subconjunto formadopor peças de 20 a 25 e é aparafusada sobre uma coroa 27, apartir da galeria 100. Um servomotor 30 aciona um pinhão 29que se engrena com os dentes exteriores 243 da placa 24, oque permite controlar a orientação angular da aleta 20 emtorno de um eixo X22 perpendicular à parede 84, tal comoexplicado para a primeira forma de realização.
Em ambas as formas de realização, a pressão de alimentaçãoda câmara C22 permite controlar a posição, ao longo do eixoX22, do êmbolo 21 e da aleta 20. Em particular, quando oescoamento na conduta 8 está estabilizado, é possível nãoalimentar a câmara C22 com água sob pressão, de modo que aaleta 20 esteja retraída ou para baixo, em relação à parede84, no exterior da conduta 8, devido à pressão da águasobre a face 213 do êmbolo 21 virada para a conduta 8.
Em alternativa, a posição de cada aleta ao longo do seueixo de rotação X 22 pode ser controlada por outros meiosque não sejam uma câmara de pressão alimentada com água.Pode ser usado, por exemplo, para este efeito, umservomotor elétrico ou um cilindro hidráulico, mecânico ouelétrico. 0 pistão 21, ο servomotor ou o cilindro acima mencionadopermitem controlar a depressão de cada aleta 20 na parede84, tendo em conta um parâmetro representativo doescoamento E, como mencionado anteriormente no que dizrespeito à orientação angular das aletas. A invenção descrita acima é mostrada nas figuras, no casoem que o eixo X22 de rotação das aletas 20 é perpendicularà parede 84. Isto não é obrigatório e é suficiente que oeixo X22, que é fixo em relação à parede 84, seja secante aesta parede. Na prática, se o eixo X22 não forperpendicular à parede 84, o ângulo agudo que forma comesta parede é escolhido para ser maior que 45°, depreferência maior do que 75°, mais preferivelmente maior doque 850 . A invenção tem sido representada nas duas formas derealização, com um servomotor associado com cada aleta 20,o que permite controlar desse modo as aletasindividualmente. A sincronização entre o movimento dasaletas é assegurada pela unidade 10 e a sua gestão dosdiferentes sinais S3 para os diferentes motores 30.
Alternativamente, podem utilizar-se meios mecânicos queinterligam as aletas 20, o que garante um controlo agrupadodas aletas. Pode-se, por exemplo, usar correntes ou um anelde regulação, como é conhecido, por exemplo, para ocontrolo das diretrizes 61.
Outros dispositivos podem ser considerados para assegurar arotação, com o controlo individual ou agrupado, das aletas20. Na prática, esta rotação pode ser assegurada porqualquer acionador adequado, por exemplo um cilindrorotativo ou linear associado a uma biela. Os cilindrospodem ser acionados pelo óleo, pela energia elétrica, por ar comprimido ou por água. A solução usando cilindros deágua é a preferida, tendo em conta o ambiente de trabalhodestes acionadores. A invenção foi representada na sua aplicação com umaturbina do tipo de Francis. No entanto, é aplicável aoutros tipos de turbinas, tais como as turbinas Kaplan e asturbinas do tipo de hélice, bem como as turbinas-bomba. 0 invento foi mostrado no caso em que todas as aletas sãoajustáveis, ou seja, móveis em rotação em torno de um eixode intersecção, em particular, perpendicularmente,relativamente à parede da conduta de evacuação.Alternativamente, apenas algumas aletas podem serorientáveis.
De acordo com uma variante não representada da invenção,esta pode ser implementada quando a roda da turbina estáequipada com uma ponta destinada a melhorar a guia deescoamento a jusante da roda, por exemplo, uma pontaconhecido de WO-A-2005/038243. 0 invento foi descrito acima no caso em que o débito deescoamento E é utilizado para determinar a orientaçãoangular das aletas 20. No entanto, outros parâmetros podemser tidos em conta para este efeito, em especial a alturade queda H nos terminais da instalação, a potência Padministrada pela instalação ou a velocidade de rotação ωda roda 2.
Em alternativa, as aletas 20 podem ter uma forma que nãoseja plana.

Claims (11)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Instalação (I) para converter energia hidráulica emenergia elétrica, compreendendo a referida instalação umaturbina hidráulica (1), uma conduta (5) para alimentar aturbina com um escoamento forçado (E) de água, uma conduta(8) de evacuação do escoamento de saida da turbina e aletas(20) para guiar o escoamento na conduta de evacuação, cadaaleta de guia (20) sendo rotativa em torno de um eixo (X22)que interseta a parede (84) da conduta de evacuação, ainstalação compreende meios (10, 30) de controlo da posiçãoangular (a) da aleta em torno do seu eixo de rotação,caracterizada por cada aleta (20) rotativamente móvel serretrátil na parede (84) da conduta de evacuação (8) e emque a instalação compreende meios (21) suscetiveis deregular a penetração da aleta (20) na parede.
  2. 2. Instalação de acordo com a reivindicação 1,caracterizada por os meios de controlo (10, 30) estaremadaptados para fixar a posição angular (a) da aleta de guia(20) em função de pelo menos um parâmetro (Q, ω , Η, P) ,representativo do escoamento (E).
  3. 3. Instalação de acordo com uma das reivindicaçõesanteriores, caracterizado por a ou cada aleta (20) móvel emrotação ser desmontável em relação à parede (84) da condutade evacuação (8), no interior da referida conduta.
  4. 4. Instalação de acordo com uma das reivindicações 1 ou 2,caracterizada por compreender uma galeria (100) de acesso àface externa (841) da parede (84) da conduta de evacuação(8), e por a ou cada aleta (20) ser desmontável em relaçãoa esta parede, a partir da galeria.
  5. 5. Instalação de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizada por cada aleta (20) ser integralcom um êmbolo (21) montado de modo deslizante, paralelamente ao eixo (X22) de rotação da aleta, em relaçãoa uma peça (27) fixada à parede, em que um subconjunto (20-25) que compreende a aleta e o êmbolo é montado com possibilidade de rotação em torno do eixo de rotação daaleta e pelo facto de este subconjunto compreender meios(243) de cooperação com os meios (29, 30) de acionamento dosubconjunto em rotação em torno do eixo (X22) de rotação daaleta.
  6. 6. Instalação de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado por cada aleta móvel (20) se estender em ambos os lados do seu eixo de rotação (X22) ·
  7. 7. Método para controlar uma instalação (I) para converter energia hidráulica em energia elétrica ou mecânica, quecompreende uma turbina hidráulica (1), uma conduta (5) paraalimentar a turbina com um escoamento forçado (E) de água,uma conduta (8) de evacuação de escoamento de saida da turbina e, pelo menos, uma aleta (20) para guiar o escoamento na conduta de evacuação, compreendendo uma etapaque consiste em controlar (S3) a posição angular (a) em torno de um eixo (X22) que interseta a parede (84) da conduta de evacuação (8) de cada aleta (20) de guia de escoamento (E) na conduta de evacuação e caracterizado porcompreender uma etapa de controlo da posição de cada aletamóvel (20) por afundamento na parede (84) da conduta deevacuação (8).
  8. 8. Um método de acordo com a reivindicação 7, caracterizadopor a posição angular da aleta (20) ser controlada emfunção de pelo menos um parâmetro (Q, ω, Η, P) , representativo do escoamento (E) , nomeadamente do débito(Q) do escoamento (E).
  9. 9. Método de acordo com uma das reivindicações 7 ou 8,caracterizado por a instalação compreender várias aletas(20) distribuídas ao longo da parede (84) do tubo deevacuação (8) e a posição das aletas ser controlada de ummodo agrupado.
  10. 10. Método de acordo com uma das reivindicações 7 ou 8,caracterizado por a instalação compreender uma pluralidadede alhetas (20) distribuídas ao longo da parede (84) dotubo de evacuação (8) e a posição de cada aleta sercontrolada individualmente.
  11. 11. Método de acordo com uma das reivindicações de 7 a 10,caracterizado por a posição de cada aleta móvel (20) gue seafunda na parede (84) da conduta de evacuação sercontrolada através do fornecimento ou não, de água sobpressão a partir da conduta de alimentação (5) , de umacâmara (C22) disposta num corpo (22) pertencente a umsubconjunto (20-25) e delimitada por um êmbolo (21)integral com a aleta.
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