BRPI1102817A2 - Dispositivo, método e programa de processamento de informação - Google Patents
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Abstract
Dispositivo, método e programa de processamento de informação. É descrito um dispositivo de processamento de informação que inclui uma unidade operacional e uma unidade de controle para comutar, quando for realizado arraste, que é uma operação para mudar um valor predeterminado por meio da unidade operacional, entre mudar o valor em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste e definir uma velocidade de mudança do valor de acordo com o arraste e continuar a mudar o valor na velocidade de mudança de acordo com a posição de um ponto final em relação a um ponto inicial do arraste
Description
“DISPOSITIVO, MÉTODO E PROGRAMA DE PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÃO” FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO A presente descrição se refere a um dispositivo de processamento de informação, a um método de processamento de informação e a um programa de processamento de informação favoravelmente aplicáveis em um dispositivo de processamento de informação em que a entrada de operação por arraste, que é uma operação intuitiva, pode ser realizada, por exemplo.
Recentemente, dispositivos de processamento de informação que têm vários tipos de dispositivos de operação têm sido amplamente usados. Por exemplo, dos dispositivos de processamento de informação com uma tela sensível ao toque, operações intuitivas são possíveis por operações de toque (toque) na tela, batida (toque e liberação), arraste (rastreamento), tapiuha e assim por diante.
Como esse tipo de dispositivo de processamento de informação, por exemplo, foi proposto um dispositivo de navegação em que a escala de um mapa exibido na tela muda pelo arraste na tela (veja Publicação do Pedido de Patente Japonês Não Examinado 2002-328040, por exemplo.).
Também, dispositivos de processamento de informação em que uma imagem exibida na tela é ampliada/reduzida (aproximação/afastamento) pelo arraste na tela estão em uso difundido, e não são limitados a esse dispositivo de navegação.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Agora, com um dispositivo de processamento de informação tal como supradescrito, a escala de aproximação pode se tomar maior ou menor de acordo com a quantidade de arraste, então, a escala de aproximação pode ser prontamente ajustada.
Inversamente, a faixa em que ajustes podem ser feitos é restrita ao arraste uma vez de acordo com o que, por exemplo, no caso em que, mesmo se arrastada de uma borda da tela até a outra borda, a escala de aproximação desejada não é alcançada, o arraste deve ser repetido até que a escala de aproximação desejada seja alcançada.
Agora, se a quantidade de mudança da escala de aproximação em relação ao arraste for feita para ser grande, a faixa em que ajuste pode ser feito pelo arraste uma vez aumenta. Entretanto, fazendo isso, a escala de aproximação muda subitamente de acordo com o que, o ajuste em uma taxa de aproximação desejada se toma difícil, resultando na necessidade de repetir o arraste. Assim, com um dispositivo de processamento de informação de acordo com a tecnologia relacionada, arraste precisa ser repetido diversas vezes, dependendo da situação, então, há oportunidade para melhoria na operabilidade.
Descobriu-se ser desejável propor um dispositivo de processamento de informação, um método de processamento de informação e um programa de processamento de informação em que a operabilidade das operações relacionadas à entrada por arraste é adicionalmente melhorada, se comparada com dispositivos de acordo com a tecnologia relacionada.
De acordo com uma modalidade da presente descrição, uma unidade operacional e uma unidade de controle que, mediante arraste ter sido realizado, que é uma operação para mudar valores predeterminados por meio da unidade operacional, comuta de acordo com a posição do ponto final do arraste em relação ao ponto inicial, entre se muda o valor em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste ou se define a velocidade de mudança do valor de acordo com o arraste e continua a mudar o valor nessa velocidade de mudança.
Agora, se o valor mudar em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, o valor pode ser prontamente ajustado. Também, por outro lado, se a velocidade de mudança do valor for definida de acordo com o arraste e o valor continuar a mudar, o valor pode ser ajustado sem limitar a faixa de ajuste do valor para arrastar uma vez.
Também, ocasionando a comutação de acordo com a posição do ponto final do arraste em relação ao ponto inicial entre se muda o valor em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste ou se define a velocidade de mudança do valor de acordo com o arraste e continua a mudar o valor nessa velocidade de mudança, por exemplo, quando o ponto final do arraste estiver em uma faixa predeterminada em relação ao ponto inicial, o valor pode mudar em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste e, quando o ponto final estiver fora dessa faixa, a velocidade de mudança do valor pode ser definida de acordo com o arraste e o valor pode mudar continuamente.
Assim, o valor pode ser prontamente ajustado pelo arraste uma vez, sem limitar a faixa de ajuste do valor. Isto é, o valor pode ser prontamente ajustado em um valor desejado sem realizar arraste múltiplas vezes.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS A figura 1 é um diagrama de blocos que ilustra uma configuração funcional de um dispositivo de processamento de informação que é uma visão geral de uma modalidade; a figura 2 é um diagrama esquemático que ilustra uma configuração em vista externa de um terminal portátil; a figura 3 é um diagrama de blocos que ilustra uma configuração de hardware de um terminal portátil; a figura 4 é um diagrama esquemático para acompanhar uma descrição de um exibe de um cursor mochv, as figuras 5A e 5B são diagramas esquemáticos para acompanhar uma descrição de uma forma de um cursor mochv.; a figura 6 é um diagrama esquemático para acompanhar uma descrição do primeiro controle de velocidade de reprodução; as figuras 7 A até 7C são diagramas esquemáticos para acompanhar uma descrição do segundo controle de velocidade de reprodução; a figura 8 é um diagrama esquemático para acompanhar uma descrição de um controle (3) de velocidade de reprodução; a figura 9 é um diagrama esquemático para acompanhar uma descrição do controle de velocidade de reprodução durante um modo de edição; as figuras 10A até 10C são diagramas esquemáticos para acompanhar uma descrição de um controle de velocidade de rolagem; as figuras 11A e 11B são diagramas esquemáticos para acompanhar uma descrição do controle de velocidade do ajuste de parâmetro; a figura 12 é um diagrama esquemático que ilustra uma configuração de uma tela de reprodução de imagem em movimento; as figuras 13A até 13D são diagramas esquemáticos para acompanhar uma descrição de um primeiro exemplo de entrada de operação por um cursor mochi com uma aplicação de imagem em movimento; as figuras 14A e 14B são diagramas esquemáticos para acompanhar uma descrição de um segundo exemplo de entrada de operação por um cursor mochi com uma aplicação de imagem em movimento; a figura 15 é um diagrama esquemático que ilustra uma configuração de uma tela de seleção de trilha; as figuras 16A até 16D são diagramas esquemáticos para acompanhar uma descrição de um exemplo de entrada de operação por um cursor mochi com uma aplicação de reprodução de temas musicais; a figura 17 é um diagrama esquemático que ilustra uma configuração de uma tela de reprodução de imagem estática; as figuras 18A até 18C são diagramas esquemáticos para acompanhar uma descrição de um primeiro exemplo de entrada de operação por um cursor mochi com uma aplicação de reprodução de imagem estática; as figuras 19A até 19E são diagramas esquemáticos para acompanhar uma descrição de um segundo exemplo de entrada de operação por um cursor mochi com uma aplicação de reprodução de imagem estática; a figura 20 é um fluxograma que descreve procedimentos de processamento da primeira entrada de operação; a figura 21 é um fluxograma que descreve procedimentos de processamento da segunda entrada de operação; a figura 22 é um fluxograma que descreve procedimentos de processamento da entrada de operação (3); a figura 23 é um fluxograma que descreve procedimentos de processamento da entrada de operação (4); a figura 24 é um fluxograma que descreve procedimentos de processamento da entrada de operação (5); a figura 25 é diagrama esquemático que ilustra uma configuração de uma tela de mapa; as figuras 26A até 26C são diagramas esquemáticos para acompanhar uma descrição de um exemplo de entrada de operação por um cursor mochi com uma aplicação de exibição de mapa; as figuras 27A até 27C são diagramas esquemáticos para acompanhar uma descrição de um primeiro exemplo de entrada de operação por um cursor mochi com uma aplicação de reprodução de imagem estática de acordo com uma outra modalidade; as figuras 28A até 28C são diagramas esquemáticos para acompanhar uma descrição de um segundo exemplo de entrada de operação por um cursor mochi com uma aplicação de reprodução de imagem estática de acordo com uma outra modalidade; a figura 29 é um diagrama esquemático para acompanhar uma descrição de um primeiro exemplo de entrada de operação por um cursor mochi com uma aplicação de exibição de mapa de acordo com uma outra modalidade; e as figuras 30A até 30C são diagramas esquemáticos para acompanhar uma descrição de um segundo exemplo de entrada de operação por um cursor mochi com uma aplicação de exibição de mapa de acordo com uma outra modalidade.
DESCRIÇÃO DETALHADA DAS MODALIDADES
Modalidades preferidas para realizar a descrição (a seguir, chamadas de modalidades) serão descritas a seguir. Note que a descrição será dada na seguinte ordem. 1. Visão Geral das Modalidades 2. Primeira Modalidade 3. Segunda Modalidade 4. Outras Modalidades 1. Visão Geral das Modalidades Primeiro, uma visão geral das modalidades será descrita. Note que, depois de descrever essa visão geral, a descrição se moverá para a primeira modalidade, a segunda modalidade e as outras modalidades.
Na figura 1, 1 denota um dispositivo de processamento de informação. Uma unidade operacional 2 é provida nesse dispositivo de processamento de informação 1. Também, uma unidade de controle 3, que, mediante arraste ter sido realizado, que é uma operação para mudar valores predeterminados por meio da unidade operacional 2, comuta de acordo com a posição do ponto final do arraste em relação ao ponto inicial, entre se muda o valor em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste ou se define a velocidade de mudança do valor de acordo com o arraste e continua a mudar o valor nessa velocidade de mudança, é provida nesse dispositivo de processamento de informação 1.
Fazendo isso, se o valor mudar em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, o valor pode ser prontamente ajustado.
Também, por outro lado, se a velocidade de mudança do valor for definida de acordo com o arraste e o valor continuar a mudar, o valor pode ser ajustado sem limitar a faixa de ajuste do valor para arrastar uma vez.
Também, ocasionando a comutação de acordo com a posição do ponto final do arraste em relação ao ponto inicial entre se muda o valor em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste ou se define a velocidade de mudança do valor de acordo com o arraste e continua a mudar o valor nessa velocidade de mudança, por exemplo, quando o ponto final do arraste estiver em uma faixa predeterminada em relação ao ponto inicial, o valor pode mudar em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste e, quando o ponto fmal estiver fora dessa faixa, a velocidade de mudança do valor pode ser definida de acordo com o arraste e o valor pode mudar continuamente.
Assim, o valor pode ser prontamente ajustado pelo arraste uma vez, sem limitar a faixa de ajuste do valor. Isto é, o valor pode ser prontamente ajustado em um valor desejado sem realizar arraste múltiplas vezes.
Note que pode ser realizada comutação em que, quando o ponto final do arraste estiver em uma faixa predeterminada em relação ao ponto inicial, a unidade de controle 3 muda o valor em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste e, quando o ponto final do arraste estiver fora da faixa predeterminada, define a velocidade de mudança do valor de acordo com o arraste e continua a mudar o valor na velocidade de mudança aqui definida.
Especificamente, mediante arraste, que é uma operação para aumentar/diminuir um parâmetro predeterminado, ter sido realizado, quando o ponto final do arraste estiver em uma faixa predeterminada em relação ao ponto inicial, a unidade de controle 3 aumenta/diminui o parâmetro em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste. Por outro lado, comutação pode ser realizada de forma que, quando o ponto final do arraste estiver fora da faixa predeterminada, o aumento/diminuição da velocidade do parâmetro seja definido de acordo com o arraste e o parâmetro aumente/diminua continuamente no aumento/diminuição da velocidade aqui definidos.
Também, mediante arraste, que é uma operação para mover a posição de reprodução do conteúdo por arraste, ter sido realizado, quando o ponto final do arraste estiver em uma faixa predeterminada em relação ao ponto inicial, a unidade de controle 3 move a posição de reprodução na quantidade de arraste. Por outro lado, comutação pode ser realizada de forma que, quando o ponto final do arraste estiver fora da faixa predeterminada, a velocidade de movimento da posição de reprodução seja definida de acordo com o arraste e a posição de reprodução se mova continuamente na velocidade de movimento aqui definida.
Adicionalmente, mediante arraste, que é uma operação para mover a posição de exibição de um item de exibição que é exibido na unidade de exibição 4 por arraste, ter sido realizado, quando o ponto final do arraste estiver em uma faixa predeterminada em relação ao ponto inicial, a unidade de controle 3 move a posição de exibição em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste. Por outro lado, comutação pode ser realizada de forma que, quando o ponto final do arraste estiver fora da faixa predeterminada, a velocidade de movimento da posição de exibição seja definida de acordo com o arraste e a posição de exibição se mova continuamente na velocidade de movimento aqui definida.
Também, a unidade de controle 3 pode exibir um cursor que interliga o ponto inicial e o ponto final de arraste de acordo com o arraste na unidade de exibição 4. Nesse caso, a unidade de controle 3 pode exibir informação que indica a faixa predeterminada próxima do cursor na unidade de exibição 4.
Também, nesse caso, no evento em que a unidade de controle 3 define a velocidade de mudança do valor de acordo com o arraste, a direção de uma parte de borda de um cursor que serve como o lado do ponto inicial de arraste até a outra parte de borda do cursor que serve como o lado do ponto final do arraste pode ser a direção do cursor, e a velocidade de mudança do valor também pode ser definida de acordo com a direção e o comprimento do cursor.
Também, quando a unidade de controle 3, mediante mudança do valor em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, tiver comutado para definir a velocidade de mudança do valor de acordo com arraste para mudar continuamente o valor na velocidade de mudança, o valor pode mudar continuamente na velocidade de mudança do valor imediatamente precedente à comutação. Também, quando a unidade de controle 3, mediante definição da velocidade de mudança do valor de acordo com o arraste e mudança contínua do valor com a velocidade de mudança, tiver comutado para mudar o valor em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, o valor pode mudar em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste a partir do valor imediatamente precedente à comutação.
Um exemplo específico do dispositivo de processamento de informação 1 feito de uma configuração como essa será descrito com detalhes a seguir. 2. Primeira Modalidade 2-1. Configuração Externa do Terminal Portátil A seguir, um exemplo específico de uma primeira modalidade será descrito. Primeiro, uma configuração externa de um terminal portátil 100, que é um exemplo específico do dispositivo de processamento de informação 1 supradescrito, será descrita em relação à figura 2. O terminal portátil 100 tem um alojamento 101 em uma forma de retângulo grosseiramente achatado de um tamanho que pode ser seguro em uma mão.
No centro de uma face frontal 101A do alojamento 101, uma tela sensível ao toque retangular 102 é provida. A tela sensível ao toque 102 é constituída por um painel de cristal líquido e um fino painel sensível ao toque transparente que cobre a face de exibição do painel de cristal líquido. Note que esse painel sensível ao toque é um painel sensível ao toque tipo capacitância, por exemplo. O terminal portátil 100 pode aceitar uma operação de toque com um dedo (uma caneta de toque ou congêneres também é aceitável) como entrada de operação por um usuário na tela sensível ao toque 102.
Adicionalmente, um botão operacional 103 também é provido próximo à tela sensível ao toque 102 na face frontal 101A do alojamento 101 do terminal portátil 100.
Note que o terminal portátil 100 pode ser usado se a tela sensível ao toque retangular 102 estiver virada verticalmente (essa é chamada de orientação vertical) ou virada horizontalmente (essa é chamada orientação horizontal). 2-2. Configuração de Hardware do Terminal Portátil A seguir, a configuração de hardware do terminal portátil 100 será descrita em relação à figura 3. De acordo com o terminal portátil 100, uma CPU 110 carrega em uma RAM 112 e lê em um programa armazenado em uma memória não volátil 111, executa vários processamentos de acordo com o programa e controla várias partes. Note que a CPU é uma abreviatura de Unidade Central de Processamento e RAM é uma abreviatura de Memória de Acesso Aleatório. A tela sensível ao toque 102 é constituída por um painel de cristal líquido 102A que é um dispositivo de exibição para exibir várias informações e um painel sensível ao toque 102B que é um dispositivo de entrada de operação para aceitar entrada de operação.
Mediante qualquer posição no painel sensível ao toque 102B ter sido tocada por um dedo, o painel sensível ao toque 102B detecta as coordenadas da posição tocada (isto é, a posição de toque). O painel sensível ao toque 102B transmite um sinal de entrada que indica as coordenadas da posição de toque à CPU 110.
Note que, embora o painel sensível ao toque 102B seja continuamente tocado, tal como durante arraste, o painel sensível ao toque 102B transmite um sinal de entrada que indica as coordenadas da posição de toque à CPU 110a cada quantidade fixa de tempo.
Mediante obtenção das coordenadas da posição de toque a partir do sinal de entrada transmitido a partir do painel sensível ao toque 102B, a CPU 110 troca essas coordenadas por coordenadas da tela no painel de cristaL líquido 102A, desse modo, confirmando qual posição na tela do painel de cristal líquido 102A foi tocada. Isto é, a posição de toque na tela é confirmada.
Também, pela troca das coordenadas da posição de toque obtidas pelos sinais de entrada transmitidos a cada quantidade fixa de tempo por coordenadas da tela do painel de cristal líquido 102A sequencialmente, a CPU 110 confirma como a posição de toque se moveu (isto é, o caminho da posição de toque).
Com base nas posições de toque e no caminho desse assim confirmados, a CPU 110 identifica como as operações de toque foram realizadas na tela, aceita as operações de toque como entrada de operação e executa as operações de toque como entrada de operação.
Note que a CPU 110 pode aceitar operações de toque de toque, batida (toque e liberação), arraste (rastreamento), tapinha e assim por diante como entrada de operação.
Mediante confirmação de uma operação de pressionamento em um botão operacional 103, a CPU 110 aceita essa como uma entrada de operação por um usuário e pode executar processamento de acordo com a entrada de operação.
Agora, por exemplo, diga-se que, em um estado em que uma lista de miniaturas de imagem armazenadas como arquivos de imagem na memória não volátil 111 é exibida na tela sensível ao toque 102, o usuário bate em uma miniatura desejada. A CPU 110 aceita a operação de toque como entrada de operação para reproduzir uma imagem e lê o arquivo de imagem correspondente à miniatura batida da memória não volátil 111.
Agora, no caso em que o arquivo de imagem correspondente for um arquivo de imagem estática, a CPU 110 extrai dados de imagem estática do arquivo de imagem estática. Então, a CPU 110 realiza processamento de reprodução predeterminado jqos dados de imagem estática, tais como processamento de decodificação, processamento de conversão digital - analógico e congêneres, desse modo, obtendo um sinal de imagem estática, e exibe esse no painel de cristal líquido 102A da tela sensível ao toque 102.
Por outro lado, no caso em que o arquivo de imagem correspondente for um arquivo de imagem em movimento, a CPU 110 separa os dados de imagem em movimento e dados de áudio do arquivo de imagem em movimento. Então, a CPU 110 realiza processamento de reprodução predeterminado nos dados de imagem em movimento, tais como processamento de decodificação, processamento de conversão digital -analógico e congêneres, desse modo, obtendo um sinal de imagem em movimento, e exibe esse no painel de cristal líquido 102A da tela sensível ao toque 102. Também, a CPU 110 realiza processamento de reprodução predeterminado, tais como processamento de decodificação, processamento de conversão digital - analógico, processamento de amplificação e congêneres, nos dados de áudio, desse modo, obtendo um sinal de áudio, e transmite esse a partir de um terminal de fone de ouvido (não mostrado).
Assim, o terminal portátil 100 reproduz as imagens especificadas pelo usuário.
Também, por exemplo, diga-se que, em um estado em que os títulos de temas musicais (trilhas) armazenados como arquivos de tema musical na memória não volátil 111 são exibidos como uma lista na tela sensível ao toque 102, o usuário bateu em um título desejado. A CPU 110 aceita a operação de toque como entrada de operação para reproduzir o tema musical e lê o arquivo de tema musical correspondente ao título batido a partir da memória não volátil 111. A CPU 110 extrai dados de áudio do arquivo de tema musical. Então, a CPU 110 realiza processamento de reprodução predeterminado, tais como processamento de decodifícação, processamento de conversão digital -analógico, processamento de amplificação e congêneres, nos dados de áudio, desse modo, obtendo um sinal de áudio, e transmite esse a partir de um terminal de fone de ouvido (não mostrado).
Assim, o terminal portátil 100 reproduz o tema musical especificado pelo usuário.
Também, nesse momento, a CPU 110 extrai informação relacionada, tais como uma imagem da capa, título da trilha, título do álbum, nome do artista e congêneres, do arquivo de tema musical lido, e exibe essa no painel de cristal líquido 102A da tela sensível ao toque 102. Assim, o terminal portátil 100 reproduz o tema musical especificado pelo usuário, ainda exibindo informação relacionada ao tema musical.
Note que o terminal portátil 100 é arranjado de maneira tal que a CPU 110 possa gerenciar os arquivos de tema musical em uma configuração hierárquica de acordo com o que, um nível superior compreende os títulos do álbum e o nível inferior compreende os títulos da trilha, com base na informação relacionada para cada arquivo de tema musical.
Adicionalmente, por exemplo, diga-se que, em um estado em que ícones correspondentes a uma inicialização de navegador da Internet são exibidos na tela sensível ao toque 102, o usuário bateu em um ícone. A CPU 110 aceita a operação de toque como uma entrada de operação para iniciar o navegador da Internet, lê e executa o programa de navegador da Internet a partir da memória não volátil 111 e inicia o navegador da Internet. A CPU 110 exibe a tela do navegador da Internet no painel de cristal líquido 102A da tela sensível ao toque 102, ainda recebendo dados de página de uma página da Internet a partir de um servidor em uma rede por meio de uma interface de rede 113. Então, a CPU 110 exibe a imagem da página com base nos dados de página na tela do navegador da Internet. Assim, o terminal portátil 100 inicia o navegador da Internet e exibe a página da Internet.
Adicionalmente, uma interface de usuário é implementada no terminal portátil 100, que pode realizar várias entradas de operação apenas pelo arraste, que é um tipo de operações de toque.
Especificamente, no terminal portátil 100, informação, tais como as posições do ponto inicial e do ponto final de arraste, a direção do ponto inicial até o ponto final e a distância do ponto inicial até o ponto final e assim por diante (a seguir, essas também podem ser chamadas de informação de arraste), e os vários tipos de entrada de operação são correlacionados antecipadamente.
Note que o ponto inicial de arraste é a posição de toque no momento de início do arraste (isto é, a primeira posição de toque) e o ponto final do arraste é a posição atual do toque depois que o arraste tiver iniciado. Isto é, durante o arraste, o ponto inicial é fixo e o ponto final se move de acordo com o movimento do dedo. Também, a seguir, a posição do ponto inicial e do ponto final de arraste pode ser chamada de posição de ponto inicial -ponto final, a direção do ponto inicial até o ponto final de arraste pode ser chamada de direção ponto inicial - ponto final e a distância do ponto inicial até o ponto final de arraste pode ser chamada de distância ponto inicial - ponto final.
Mediante arraste ter sido realizado, a CPU 110 obtém informação de arraste a partir do arraste, tais como a posição de ponto inicial - ponto final, direção ponto inicial - ponto final e distância ponto inicial - ponto final, a partir do arraste desse, e aceita entrada de operação correlacionada com essa informação de arraste.
Assim, o terminal portátil 100 pode realizar várias entradas de operação mesmo com apenas um arraste, pela mudança da posição de ponto inicial - ponto final, da direção ponto inicial - ponto final e da distância ponto inicial - ponto final, e assim por diante.
Agora, a fim de obter operabilidade favorável com uma interface de usuário como essa, é desejável que o usuário possa confirmar prontamente a posição de ponto inicial - ponto final, a direção ponto inicial -ponto final e a distância ponto inicial - ponto final do arraste.
Assim, da forma mostrada na figura 4, quando arraste for realizado, o terminal portátil 100 mostra um cursor Cs que expressa visualmente a posição de ponto inicial - ponto final, a direção ponto inicial - ponto final e a distância ponto inicial - ponto final na tela sensível ao toque 102. O cursor Cs estica do ponto inicial até o ponto final de arraste, esticando como mochi (bolinho de arroz em forma de vareta japonês) ou caramelo, e depois do arraste de acordo com o movimento do ponto final do arraste pela mudança da direção (direção de esticamento) e do comprimento desse. Note que, já que esse Cs estica e encolhe como mochi de acordo com o arraste, a seguir, esse será chamado de um "cursor mochi" Cs.
Pela exibição do cursor mochi Cs, o tenninal portátil 100 pode habilitar o usuário a confirmar prontamente a posição de ponto inicial - ponto final de arraste, a direção ponto inicial - ponto final e a distância ponto inicial - ponto final. O cursor mochi Cs e a entrada de operação pelo cursor mochi Cs serão descritos com detalhes adicionais a seguir.
Note que o exemplo de hardware específico da unidade operacional 2 do dispositivo de processamento de informação 1 descrito na visão geral das modalidades é o painel sensível ao toque 102B do terminal portátil 100. Também, o exemplo de hardware específico da unidade de controle 3 do dispositivo de processamento de informação 1 é a CPU 110 do terminal portátil 100. Adicionalmente, o exemplo de hardware específico da unidade de exibição 4 do dispositivo de processamento de informação 1 é o painel de cristal líquido 102A do terminal portátil 100. 2-3. Entrada de Operação pelo Cursor Mochi 2-3-1. Operação Básica Mediante o dedo do usuário tocar a tela sensível ao toque 102, a CPU 110 exibe um cursor mochi Cs, feito como um círculo cujo centro é uma posição de toque Tp na tela sensível ao toque 102, da forma mostrada na figura 5A.
Subsequentemente, mediante arraste ser realizado com o dedo do usuário não sendo liberado, a CPU 110 estica o cursor mochi Cs do ponto inicial de arraste Dl (isto é, a primeira posição de toque Tp) até o ponto final D2 (posição atual do toque), da forma mostrada na figura 5B.
Assim, o terminal portátil 100 pode habilitar que o usuário confirme que a operação de toque é aceita como um arraste, ainda habilitando que arraste seja realizado com uma sensação de tocar e esticar diretamente o cursor mochi Cs.
Também, pelo cursor mochi Cs que assim se estica do ponto inicial Dl até o ponto final D2 de arraste, o usuário pode confirmar a distância do ponto inicial D1 até o ponto final D2 de arraste (distância ponto inicial - ponto final).
Note que a posição correspondente ao ponto inicial de arraste Dl no cursor mochi Cs, a seguir, será um ponto inicial Cl do cursor mochi Cs e a posição correspondente ao ponto final do arraste D2, a seguir, será um ponto final C2 do cursor mochi Cs. Isto é, o cursor mochi Cs estica do ponto inicial Cl correspondente ao ponto inicial de arraste Dl até o ponto final C2 correspondente ao ponto final do arraste D2.
Também, o cursor mochi C2 tem uma forma que cresce mais larga, voltada para o lado do ponto final C2 a partir do lado do ponto inicial C1. Isto é, a forma é de maneira tal que próximo do lado do ponto inicial C1 seja mais estreito e próximo do lado do ponto final C2 seja mais largo.
Pela exibição de um cursor mochi Cs com uma forma com essa, o usuário pode distinguir entre o lado do ponto inicial Dl e o lado do ponto final D2 de arraste do cursor mochi Cs. Também, consequentemente, o usuário pode confirmar a direção do ponto inicial Dl até o ponto final D2 de arraste (isto é, a direção ponto inicial - ponto final). Adicionalmente, as posições do ponto inicial Dl e do ponto final D2 de arraste (isto é, as posições de ponto inicial - ponto final) podem ser confirmadas.
Também, durante o arraste, o ponto inicial Cl do cursor mochi Cs correspondente ao ponto inicial de arraste Dl é fixo, enquanto que o ponto final C2 do cursor mochi Cs correspondente ao ponto final do arraste D2 se move de acordo com o movimento do dedo. Assim, o terminal portátil 100 pode habilitar o usuário a realizar arraste, ainda confirmando a distância ponto inicial - ponto final de arraste, a direção ponto inicial - ponto final e as posições de ponto inicial - ponto final.
Adicionalmente, a parte final do lado do ponto inicial Cl do cursor mochi Cs é um semicírculo com um raio rl cujo ponto inicial Cl é o centro. Desse modo, o usuário pode confirmar que o centro do semicírculo é a posição do ponto inicial de arraste Dl. Assim, o usuário pode confirmar mais precisamente a posição do ponto inicial de arraste Dl.
Similarmente, a parte final do lado do ponto final C2 do cursor mochi Cs é um semicírculo com um raio r2 cujo ponto final C2 é o centro. Desse modo, o usuário pode confirmar que o centro do semicírculo é a posição do ponto final do arraste D2. Assim, o usuário pode confirmar mais precisamente a posição do ponto final do arraste D2.
Note que, à medida que o cursor mochi Cs se toma mais largo voltado para o lado do ponto final C2 a partir do lado do ponto inicial Cl, o raio r2 do lado do ponto final C2 é definido em um valor maior que o raio rl do lado do ponto inicial Cl. Assim, o cursor mochi C2 tem uma forma em que um círculo com um raio rl, cujo centro é o ponto inicial Cl, e um círculo com um raio r2 que é maior que o círculo com um raio rl, cujo centro é o ponto final C2, são conectados.
Também, a CPU 110 exibe o cursor mochi Cs para ser transparente, e mostra as imagens no fundo do cursor mochi Cs.
Adicionalmente, mediante o dedo ser liberado da tela sensível ao toque 102 e o arraste terminar, a CPU 110 coloca o lado do ponto final C2 do cursor mochi Cs próximo do lado do ponto inicial Cie encolhe o cursor mochi Cs em um círculo, então, deleta esse da tela.
Também de acordo com as posições do ponto inicial Cl e do ponto final C2, a direção do ponto inicial Cl até o ponto final C2ea distância do ponto inicial Cl até o ponto final C2 do cursor mochi exibido, a CPU 110 pode aceitar várias entradas de operação.
Note que, a seguir, a direção do ponto inicial Cl até o ponto final C2 do cursor mochi Cs será chamada de direção do cursor mochi Cs, e a distância do ponto inicial Cl até o ponto final C2 do cursor mochi Cs será chamada de comprimento do cursor mochi Cs, conforme apropriado. A CPU 110 controla a velocidade de reprodução das imagens em movimento, por exemplo de acordo com a entrada de operação pelo cursor mochi Cs. Diz-se que a CPU 110 reproduz as imagens em movimento em velocidade lx em sequência e, por exemplo, da forma mostrada na figura 6, exibe as imagens em movimento na horizontal em uma tela sensível ao toque horizontalmente orientada 102.
Agora, por exemplo, diga-se que arraste em uma direção horizontal da tela é realizado. A CPU 110 exibe o cursor mochi Cs na tela, que estica na direção horizontal do ponto inicial até o ponto final de arraste de acordo com o arraste desse.
Se a direção de orientação do cursor mochi Cs for orientada para a direita, da forma mostrada na figura 7 A, a CPU 110 define o sinal da velocidade de reprodução como + (isto é, a direção de reprodução é a direção de avanço), e reproduz as imagens em movimento mais rápido que a velocidade lx na direção de avanço (isto é, avanço rápido). Por outro lado, se a direção de orientação do cursor mochi Cs for orientada para a esquerda, a CPU 110 define o sinal da velocidade de reprodução como - (isto é, a direção de reprodução é a direção reversa), e reproduz as imagens em movimento mais rápido que a velocidade lx na direção reversa (isto é, retrocede).
Também, nesse momento* a CPU 110 define o valor da velocidade de reprodução em um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs aumenta, da forma indicada em (A) na figura 8. Nos gráficos da figura 8, e posteriormente, o sinal do comprimento do cursor mochi Cs é + quando o cursor mochi Cs estiver orientado para a direita (ou para cima), e o sinal do comprimento do cursor mochi Cs é - quando o cursor mochi Cs estiver orientado para a esquerda (ou para baixo).
Assim, no terminal portátil 100, as imagens em movimento podem passar por avanço rápido ou retrocesso em uma velocidade de reprodução desejada pela entrada de operação do cursor mochi Cs, ainda mostrando ao usuário a direção ponto inicial - ponto final de arraste e a distância ponto inicial - ponto final com o cursor mochi Cs.
Subsequentemente, mediante o dedo ser liberado da tela sensível ao toque 102 e o arraste terminar, a CPU 110 encolhe o cursor mochi Cs e deleta esse da tela. Simultaneamente, a CPU 110 reproduz novamente a imagem em movimento na direção de avanço na velocidade lx.
Também, da forma mostrada na figura 7B e em (B) da figura 8, um modo de reprodução que reproduz as imagens em movimento em câmera lenta (isto é, reproduzindo mais lento que a velocidade lx na direção de avanço) de acordo com entrada de operação com o cursor mochi Cs, pode ser provido separadamente.
Neste caso, similar ao caso mostrado nas supradescritas figura 7A e (A) da figura 8, se a direção do cursor mochi Cs estiver orientada para a direita, a CPU 110 reproduz as imagens em movimento na direção de avanço mais rápido que a velocidade lx (isto é, avanço rápido). Também, nesse momento, a CPU 110 define o valor da velocidade de reprodução em um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs. aumenta.
Por outro lado, se a direção do cursor mochi Cs estiver orientada para a esquerda e o comprimento do cursor mochi Cs for mais curto que um valor predeterminado, a CPU 110 reproduz as imagens em movimento na direção de avanço mais lento que a velocidade lx (isto é, reprodução em câmera lenta). Também, nesse momento, a CPU 110 define o valor da velocidade de reprodução em um valor menor à medida que o comprimento do cursor mochi Cs aumenta (isto é, desacelera a velocidade de reprodução da reprodução em câmera lenta).
Também, se a direção do cursor mochi Cs estiver orientada para a esquerda e o comprimento do cursor mochi Cs for maior que um valor predeterminado, a CPU 110 reproduz as imagens em movimento na direção reversa mais rápido que a velocidade lx (isto é, retrocede). Também, nesse momento, a CPU 110 define o valor da velocidade de reprodução em um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs aumenta (isto é, acelera a velocidade de reprodução do retrocesso).
Adicionalmente, da forma mostrada na figura 7C e em (C) da figura 8, um modo de reprodução que é uma reprodução reversa em câmera lenta (isto é, reprodução mais lenta que a velocidade lx na direção reversa), além da reprodução em câmera lenta das imagens em movimento de acordo com a entrada de operação com o cursor mochi Cs, pode ser provido separadamente.
Neste caso, similar ao caso mostrado nas supradescritas figura 7 A e em (A) da figura 8, se a direção do cursor mochi Cs estiver orientada para a direita, a CPU 110 reproduz as imagens em movimento na direção de avanço mais rápido que a velocidade lx (isto é, avanço rápido). Também, nesse momento, a CPU 110 define o valor da velocidade de reprodução em um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs aumenta.
Por outro lado, similar ao caso mostrado nas supradescritas figura 7B e em (B) da figura 8, no caso em que a direção do cursor mochi Cs estiver orientada para a esquerda e o comprimento do cursor mochi Cs for mais curto que um primeiro valor predeterminado, a CPU 110 reproduz as imagens em movimento mais lento que a velocidade lx na direção de avanço (reprodução em câmera lenta). Também, nesse momento, a CPU 110 define o valor da velocidade de reprodução em um valor menor à medida que o comprimento do cursor mochi Cs aumenta (isto é, desacelera a velocidade de reprodução da reprodução em câmera lenta).
Também, no caso em que a direção do cursor mochi Cs estiver orientada para a esquerda e o comprimento do cursor mochi Cs for maior que um primeiro valor predeterminado e mais curto que um segundo valor predeterminado, a CPU 110 reproduz as imagens em movimento mais lento que a velocidade lx na direção reversa (reprodução reversa em câmera lenta). Também, nesse momento, a CPU 110 define o valor da velocidade de reprodução em um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs aumenta (isto é, acelera a velocidade de reprodução da reprodução reversa em câmera lenta).
Adicionalmente, no caso em que a direção do cursor mochi Cs estiver orientada para a esquerda e o comprimento do cursor mochi Cs for maior que um segundo valor predeterminado, a CPU 110 reproduz as imagens em movimento na direção reversa mais rápido que a velocidade lx. Também, nesse momento, a CPU 110 define o valor da velocidade de reprodução em um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs aumenta (isto é, acelera a velocidade de reprodução do retrocesso).
Adicionalmente, além desses modos de reprodução, um modo de edição para realizar edição das imagens em movimento também pode ser provido separadamente. No caso do modo de edição, a CPU 110 define a velocidade de reprodução em "0" em um estado em que o arraste não é realizado (isto é, exibe as imagens em movimento no estado temporariamente interrompido).
Quando arraste for realizado, se a direção do cursor mochi Cs estiver orientada para a direita, a CPU 110 faz com que o sinal da velocidade de reprodução seja + (isto é, a direção de reprodução é a direção de avanço) e o valor da velocidade de reprodução aumente adicionalmente a partir do estado de velocidade de reprodução "0" à medida que o cursor mochi Cs se toma maior, da forma mostrada na figura 9.
Por outro lado, se a direção do cursor mochi Cs estiver orientada para a esquerda, a CPU 110 faz com que o sinal da velocidade de reprodução seja - (isto é, a direção de reprodução é a direção reversa) e o valor da velocidade de reprodução aumente adicionalmente a partir do estado de velocidade de reprodução "0" à medida que o cursor mochi Cs se toma maior.
Também, nesse momento, quando a velocidade de reprodução for menor que a velocidade lx na direção de avanço ou na direção reversa, se comparada a quando a velocidade de reprodução for maior que a velocidade lx na direção de avanço ou na direção reversa, a CPU 110 faz com que o grau de aumento ou o grau de diminuição da velocidade de reprodução em relação ao comprimento do cursor mochi Cs seja suave.
Agora, no modo de edição, a velocidade de reprodução pode ser mais finamente ajustada durante a reprodução em câmera lenta ou a reprodução reversa em câmera lenta das imagens em movimento.
Subsequentemente, mediante o dedo ser liberado da tela sensível ao toque 102 e o arraste terminar, a CPU 110 encolhe o cursor mochi Cs e deleta esse da tela. Simultaneamente, a CPU 110 define novamente a velocidade de reprodução das imagens em movimento em "0" (isto é, exibe as imagens em movimento no estado temporariamente interrompido). Assim, a CPU 110 controla a velocidade de reprodução das imagens em movimento de acordo com a entrada de operação pelo cursor mochi Cs.
Também, a CPU 110 controla a velocidade de rolagem de várias listas ou imagens ou congêneres, por exemplo de acordo com a entrada de operação pelo cursor mochi Cs. Especificamente, a CPU 100 controla o sinal da velocidade de rolagem (isto é, direção de rolagem) de acordo com a direção do cursor mochi Cs e controla o valor da velocidade de rolagem de acordo com o comprimento do cursor mochi Cs.
Por exemplo, da forma mostrada na figura 10A, diga-se que uma lista de títulos de tema musical (trilha) arranjada em uma coluna vertical (também chamada de lista de trilha) seja exibida em uma tela sensível ao toque orientada na vertical 102.
Agora, mediante arraste na direção vertical da tela ser realizado, a CPU 110 exibe na tela o cursor mochi Cs que estica na direção vertical do ponto inicial até o ponto final de arraste de acordo com esse arraste.
Se a direção do cursor mochi Cs estiver orientada para cima, a CPU 110 define o sinal da velocidade de rolagem como + de acordo com o que, a direção de rolagem é a direção da rolagem da lista de trilha do topo em direção à base. Também, por outro lado, se a direção do cursor mochi Cs estiver orientada para baixo, a CPU 110 define o sinal da velocidade de rolagem como - de acordo com o que, a direção de rolagem é a direção da rolagem da lista de trilha da base em direção ao topo.
Adicionalmente, da forma mostrada na figura 10C, a CPU 110 define o valor da velocidade de rolagem em um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs aumenta.
Também, por outro lado, por exemplo, da forma mostrada na figura 10B, diga-se que uma lista de múltiplas imagens estáticas arranjada em uma linha horizontal seja exibida em uma tela sensível ao toque orientada na horizontal 102.
Agora, mediante arraste na direção horizontal da tela ser realizado, a CPU 110 exibe na tela o cursor mochi Cs que estica na direção horizontal do ponto inicial até o ponto final de arraste de acordo com esse arraste.
Se a direção do cursor mochi Cs estiver orientada para a direita, a CPU 110 define o sinal da velocidade de rolagem como + de acordo com o que, a direção de rolagem é a direção da rolagem das imagens estáticas da direita em direção à esquerda. Também, por outro lado, se a direção do cursor mochi Cs estiver orientada para a esquerda, a CPU 110 define o sinal da velocidade de rolagem como - de acordo com o que, a direção de rolagem é a direção da rolagem das imagens estáticas da esquerda em direção à direita.
Adicionalmente, da forma mostrada na figura 10C, a CPU 110 define o valor da velocidade de rolagem em um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs aumenta.
Assim, o terminal portátil 100 pode mostrar a direção ponto inicial - ponto final de arraste e a distância ponto inicial - ponto final ao usuário, ainda habilitando a rolagem de várias listas e imagens ou congêneres com entradas de operação do cursor mochi Cs em uma direção desejada em uma velocidade desejada.
Note que, mediante o arraste terminar, a CPU 110 coloca o lado do ponto final próximo do lado do ponto inicial do cursor mochi Cs e encolhe o cursor mochi Cs, que foi esticado, em um círculo, então, deleta o cursor mochi Cs da tela e termina a rolagem.
Adicionalmente de acordo com a entrada de operação pelo cursor mochi Cs, a CPU 110 controla a velocidade do ajuste de vários parâmetros (volume e escala de aproximação da imagem, brilho, croma, etc.), por exemplo. Especificamente, a CPU 110 controla o sinal da velocidade do ajuste de parâmetro (isto é, direção do ajuste) de acordo com a direção do cursor mochi Cs e controla o valor da velocidade do ajuste de acordo com o comprimento do cursor mochi Cs.
Por exemplo, da forma mostrada na figura 11 A, diga-se que uma imagem em movimento horizontal seja exibida em uma tela sensível ao toque orientada na horizontal 102. Mediante arraste ser realizado na direção vertical da tela, a CPU 110 exibe na tela o cursor mochi Cs que estica na direção vertical do ponto inicial até o ponto final de arraste de acordo com o arraste.
Se a direção do cursor mochi Cs estiver orientada para cima, a CPU 110 faz com que o sinal da velocidade do ajuste do volume seja + e a direção do ajuste seja a direção do maior volume. Por outro lado, se a direção do cursor mochi Cs estiver orientada para baixo, a CPU 110 faz com que o sinal da velocidade do ajuste do volume seja - e a direção do ajuste seja a direção do menor volume.
Também, da forma mostrada na figura 11B, a CPU 110 define o valor da velocidade do ajuste do volume como um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs aumenta nesse momento.
Note que, mediante o arraste terminar, a CPU 110 encolhe o cursor mochi Cs e deleta esse da tela, e termina o ajuste de volume. A seguir, o volume imediatamente precedente ao arraste ter sido terminado é mantido.
Assim, o terminal portátil 100 pode aumentar/diminuir para ajustar o volume, que é um parâmetro de áudio associado com a imagem em movimento, em uma velocidade do ajuste desejada com a entrada de operação do cursor mochi Cs, ainda mostrando ao usuário a direção ponto inicial - ponto final de arraste e a distância ponto inicial - ponto final com o cursor mochi Cs.
Assim, quando arraste for realizado, o terminal portátil 100 exibe o cursor mochi Cs mostrando as posições de ponto inicial - ponto final, a direção ponto inicial - ponto final e a distância ponto inicial - ponto final, e aceita várias entradas de operação de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs. 2-3-2. Exemplos de Entrada de Operação com Várias Aplicações A seguir, a entrada de operação do cursor mochi Cs supradescrito será descrita com detalhes adicionais usando um exemplo de entrada de operação com uma aplicação instalada no terminal portátil 100. Note que vários tipos de aplicações podem ser instalados no terminal portátil 100, mas, aqui, como um exemplo, diz-se que uma aplicação para reproduzir música, uma aplicação para reproduzir imagens estáticas e uma aplicação para reproduzir imagens em movimento estão instaladas.
Primeiro, a entrada de operação do cursor mochi Cs com a aplicação para reproduzir imagens em movimento (também chamada de uma aplicação de reprodução de imagem em movimento) será descrita com detalhes. Em um estado em que ícones correspondentes à inicialização de uma aplicação de reprodução de imagem em movimento são exibidos na tela sensível ao toque 102 e o usuário bateu em um ícone, a CPU 110 aceita a operação de toque como entrada de operação que inicia a aplicação de reprodução de imagem em movimento. A CPU 110 lê e executa o programa de aplicação de reprodução de imagem em movimento a partir da memória não volátil 111 e inicia a aplicação de reprodução de imagem em movimento. Mediante início da aplicação de reprodução de imagem em movimento, a CPU 110 exibe uma lista das miniaturas das imagens em movimento armazenadas na memória não volátil 111 como arquivos de imagem em movimento na tela sensível ao toque 102. Adicionalmente, mediante uma das miniaturas exibidas como uma lista ter sido batida, a CPU 110 aceita a operação de toque como entrada de operação para reproduzir a imagem em movimento. A CPU 110 obtém uma imagem em movimento a partir do arquivo de imagem em movimento correspondente à miniatura batida.
Adicionalmente, nesse momento, a CPU 110 exibe uma tela de reprodução de imagem em movimento 200 mostrada na figura 12 na tela sensível ao toque 102. Note que a tela de reprodução de imagem em movimento 200 é uma tela horizontal, considera uso horizontal e é exibida em uma tela cheia da tela sensível ao toque horizontal 102. A imagem em movimento é exibida para encher aproximadamente a tela da tela de reprodução de imagem em movimento 200. Adicionalmente, a tela de reprodução de imagem em movimento 200 é exibida com uma barra 201 que se estende da borda esquerda da tela até. a borda direita para ser superposta na imagem em movimento próximo da borda superior dessa. A barra 201 é arranjada de forma que uma extremidade no lado da borda esquerda da tela mostre o início da imagem em movimento e a outra extremidade no lado da borda direita da tela mostre o fim da imagem em movimento, e a posição de reprodução atual da imagem em movimento seja mostrada por um ponteiro móvel 202 na barra 201. Essa barra pode ser chamada a seguir de uma barra de reprodução 201.
Adicionalmente, a tela de reprodução de imagem em movimento 200 é horizontalmente dividida em três partes, em uma região da borda esquerda 200A, região central 200B e região da borda direita 200C. Cada uma da região da borda esquerda 200A e da região da borda direita 200C compreende, grosseiramente, 1/6 do tamanho de toda a tela, por exemplo, e a região central 200B tem um tamanho, grosseiramente, dos 4/6 restantes. As funções da região da borda esquerda 200A, da região central 200B e da região da borda direita 200C serão descritas posteriormente. A CPU 110 exibe uma imagem em movimento reproduzida na direção de avanço em velocidade lx a partir do capítulo inicial em uma tela de reprodução de imagem em movimento 200 como essa. Note que a reprodução em velocidade lx na direção de avanço também é chamada de reprodução normal.
Também, um conjunto de imagens em movimento é dividido em unidades predeterminadas (por exemplo, por cena), as imagens em movimento parciais por unidade sendo chamadas de capítulos. Isto é, um conjunto de imagens em movimento é constituído por múltiplos capítulos.
Na tela de reprodução de imagem em movimento 200, a reprodução das imagens em movimento pode ser controlada pelo arraste na direção horizontal. Diga-se que o arraste na direção horizontal da tela é realizado da forma mostrada na figura 13A. A CPU 110 exibe um cursor mochi Cs que estica do ponto inicial até o ponto final de arraste na direção horizontal de acordo com o arraste desse na tela. Note que o cursor mochi Cs continua a ser exibido até que o dedo seja liberado da tela sensível ao toque 102 e o arraste termine. Na figura 13A, há o controle da velocidade de reprodução de conteúdo (capítulo), cujos valores de controle da direção de reprodução e velocidade de reprodução de capítulo são de acordo com a direção e comprimento do cursor mochi.
Agora, mediante confirmação de que a direção do cursor mochi Cs exibido é na direção horizontal, a CPU 110 determina se o ponto final do cursor Cs (isto é, ponto final do arraste) está na região central 200B da tela ou não. Se o ponto final do cursor Cs estiver na região central 200B da tela, a CPU 110 controla a velocidade de reprodução (valores da direção de reprodução e da velocidade de reprodução) da imagem em movimento (isto é, capítulo) exibida na tela de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs.
Especificamente, se a direção do cursor mochi Cs exibido estiver orientada para a direita, a CPU 110 define o sinal da velocidade de reprodução como + de acordo com o que, a direção de reprodução seja na direção de avanço. Também, por outro lado, se a direção do cursor mochi Cs exibido estiver orientada para a esquerda, a CPU 110 define o sinal da velocidade de reprodução como - de acordo com o que, a direção de reprodução seja na direção reversa. Adicionalmente, o valor da velocidade de reprodução é definido em um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs aumenta.
Consequentemente, por exemplo, se o cursor mochi Cs se estender em uma grande quantidade para a direita pelo arraste para a direção direita da tela, as imagens em movimento exibidas na tela de reprodução de imagem em movimento 200 são rapidamente reproduzidas na direção de avanço (isto é, avanço rápido).
Também, se o cursor mochi Cs se estender em uma pequena quantidade para a esquerda pelo arraste para a direção esquerda da tela, as imagens em movimento exibidas na tela de reprodução de imagem em movimento 200 são lentamente reproduzidas na direção reversa (isto é, retrocedidas).
Adicionalmente, mediante tal arraste na direção horizontal da tela, se o dedo não se mover e não for removido da tela sensível ao toque 102, o cursor mochi Cs continua a ser exibido sem mudar a direção e o comprimento desse, e a velocidade de reprodução (valores de direção de reprodução e de velocidade de reprodução) é mantida.
Assim, na tela de reprodução de imagem em movimento 200, a direção ponto inicial - ponto final de arraste e a distância ponto inicial - ponto final podem ser mostradas ao usuário pelo cursor mochi Cs, ainda reproduzindo as imagens em movimento na direção de reprodução desejada em uma velocidade de reprodução desejada, com as entradas de operação do cursor mochi Cs. Note que descrição sobre áudio associado com as imagens em movimento é aqui omitida, mas, similar às imagens em movimento, a reprodução do áudio também é controlada pelo arraste.
Adicionalmente, diga-se que arraste continuou e o ponto final do cursor mochi Cs fica fora da região central 200B da tela (isto é, entra na região da borda esquerda 200A ou na região da borda direita 200C), da forma mostrada na figura 13B, por exemplo. Então, a CPU 110 transfere o conteúdo de exibição da tela de reprodução de imagem em movimento 200 de um capítulo para uma lista de capítulos (também chamada de lista dos capítulos). Na figura 13B, há a transferência para o nível superior (lista de capítulos), e quando o cursor mochi é expandido para o capítulo da borda, o capítulo é aproximado e transferido para a lista de capítulos.
Uma lista dos capítulos é uma lista de imagens estáticas representativas extraídas de um capítulo (também chamadas de imagens do capítulo) em uma linha horizontal na ordem do momento de reprodução. A lista dos capítulos é uma lista de imagens representativas do capítulo extraídas de cada capítulo, então, pode-se dizer que essa é informação de nível superior em relação a um capítulo.
Agora, nesse momento, a CPU 110 é arranjada para transferir o conteúdo de exibição da tela de reprodução de imagem em movimento 200 de um capítulo para uma lista dos capítulos, que é a informação de nível superior desse. Especificamente, a CPU 110 afasta o capítulo exibido e exibe uma parte da lista dos capítulos que inclui uma imagem de capítulo Cp(N) do capítulo em reprodução imediatamente precedente à transferência para a tela de reprodução da figura 200, da forma mostrada na figura 13C. A figura 13C é um exemplo em que uma imagem do capítulo Cp(N) é exibida no centro da tela de reprodução de imagem em movimento 200, uma parte da imagem do capítulo imediatamente precedente Cp(N - 1) é exibida no lado esquerdo dessa e uma parte da imagem do próximo capítulo Cp(N + 1) é exibida no lado direito da imagem do capítulo Cp(N). Na figura 13C, há o controle da velocidade de rolagem do nível superior (lista de capítulo), cujos valores de controle da direção de rolagem e da velocidade de rolagem da lista de capítulo são de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi.
Assim, na tela de reprodução de imagem em movimento 200, durante a transferência de um capítulo para a lista dos capítulos, a lista dos capítulos é exibida de forma que a imagem de capítulo Cp(N) do capítulo reproduzido imediatamente precedente à transferência fique posicionada no centro da tela. Fazendo isso, a tela de reprodução de imagem em movimento 200 pode transferir continuamente do capítulo para a lista dos capítulos, sem ocasionar ao usuário nenhum desconforto.
Também, o cursor mochi Cs é continuamente exibido na tela de reprodução de imagem em movimento 200 até que o dedo seja liberado da tela sensível ao toque 102 e o arraste termine, independente de tal transferência de conteúdo de exibição. Isto é, o cursor mochi Cs que estica da região centrai 200B até fora da região central 200B (isto é, na região da borda esquerda 200A ou na região da borda direita 200C) na direção horizontal é exibido na tela de reprodução de imagem em movimento 200. A CPU 110 controla a velocidade de rolagem (valores da direção de rolagem e da velocidade de rolagem) da lista dos capítulos exibida na tela de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs para rolar através da lista dos capítulos. Especificamente, se a direção do cursor mochi Cs exibido estiver orientada para a direita, a CPU 110 faz com que a direção de rolagem da lista dos capítulos seja na direção esquerda (isto é, a direção que a imagem do capítulo Cp se move para a esquerda). Por outro lado, se a direção do cursor mochi Cs exibido estiver orientada para a esquerda, a CPU 110 faz com que a direção de rolagem da lista dos capítulos seja na direção direita (isto é, a direção que a imagem do capítulo Cp se move para a direita). Adicionalmente, a CPU 110 define o valor da velocidade de rolagem em um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs aumenta.
Consequentemente, por exemplo, se o cursor mochi Cs se estender em uma grande quantidade para a direita pelo arraste para a direção direita da tela, a lista dos capítulos exibida na tela de reprodução de imagem em movimento 200 é rolada na direção esquerda em uma alta velocidade.
Também, se o cursor mochi Cs se estender em uma pequena quantidade para a esquerda pelo arraste para a direção esquerda da tela, a lista dos capítulos exibida na tela de reprodução de imagem em movimento 200 é rolada na direção direita lentamente.
Adicionalmente, mediante tal arraste na direção horizontal da tela, se o dedo não se mover e não for removido da tela sensível ao toque 102, o cursor mochi Cs continua a ser exibido sem mudar a direção e o comprimento desse, e a velocidade de rolagem (valores da direção de rolagem e da velocidade de rolagem) é mantida.
Assim, na tela de reprodução de imagem em movimento 200, mediante o ponto final do cursor mochi Cs entrar na região da borda esquerda 200A ou na região da borda direita 200C, o conteúdo de exibição é transferido do capítulo para a lista dos capítulos. Desta maneira, na tela de reprodução de imagem em movimento 200 nesse momento, a lista dos capítulos pode ser rolada em uma velocidade desejada com as entradas de operação do cursor mochi Cs, enquanto é mostrada ao usuário a direção ponto inicial - ponto final de arraste e a distância ponto inicial - ponto final com o cursor mochi Cs. Assim, o usuário pode buscar prontamente as imagens do capítulo Cp de um capítulo desejado a partir da lista dos capítulos por meio da tela de reprodução de imagem em movimento 200.
Agora, diga-se que, mediante uma imagem do capítulo opcional Cp ter sido exibida no centro da tela de reprodução de imagem em movimento 200, o arraste tenha terminado (isto é, o dedo é removido da tela sensível ao toque 102). Então, da forma mostrada na figura 13D, a CPU 110 coloca o lado do ponto final próximo do lado do ponto inicial do cursor mochi Cs e encolhe em um círculo o cursor mochi Cs que foi esticado horizontalmente, então, deleta o cursor mochi Cs da tela. Na figura 13D, há a tranferência para o nível inferior (capítulo), e quando o dedo for liberado, a lista de capítulo é aproximada e transferida para o capítulo.
Nesse momento, a CPU 110 transfere o conteúdo de exibição da tela de reprodução de imagem em movimento 200 da lista dos capítulos para um capítulo, que serve como informação de nível inferior. Especificamente, a CPU 110 aproxima a lista dos capítulos exibida e exibe os capítulos correspondentes às imagens do capítulo Cp exibidas no centro imediatamente precedente à transferência, a partir da imagem de início desses, na tela de reprodução de imagem em movimento 200 usando reprodução normal.
Assim, durante a transferência da lista dos capítulos para um capítulo, a reprodução é iniciada a partir do capítulo correspondente à imagem do capítulo Cp exibida no centro da tela imediatamente precedente à transferência. Fazendo isso, a tela de reprodução de imagem em movimento 200 pode transferir continuamente da lista dos capítulos para o capítulo sem ocasionar ao usuário nenhum desconforto. Adicionalmente, uma série de operações de busca de um capítulo até reprodução do capítulo pode ser facilmente realizada pelo arraste somente uma vez.
Diga-se que, depois da transferência para a lista dos capítulos, o arraste continua sem que o dedo seja liberado, e o ponto final do cursor mochi Cs retoma de fora da região central 200B para a região central 200B. Nesse caso, também, se o conteúdo de exibição atual for uma lista dos capítulos, a CPU 110 continua a controlar a velocidade de rolagem da lista dos capítulos de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs.
Como exposto, na aplicação de reprodução de imagem em movimento, o cursor mochi Cs horizontalmente orientado é exibido na tela de reprodução de imagem em movimento 200 de acordo com o arraste na direção horizontal. Na aplicação de reprodução de imagem em movimento, se o ponto final do cursor mochi Cs exibido estiver na região central 200B, a CPU 110 define os valores da direção de reprodução e da velocidade de reprodução do capítulo de acordo com a direção (esquerda ou direita) e o comprimento do cursor mochi Cs.
Assim, na aplicação de reprodução de imagem em movimento, os valores da direção de reprodução e da velocidade de reprodução do capítulo podem ser livremente definidos e o capítulo reproduzido com única entrada de operação do cursor mochi Cs.
Também, na aplicação de reprodução de imagem em movimento, se o ponto final do cursor mochi Cs entrar na região da borda esquerda 200A ou na região da borda direita 200C de acordo com o arraste, o conteúdo de exibição é transferido do capítulo para a lista dos capítulos, que é informação de nível superior. Nesse momento, na aplicação de reprodução de imagem em movimento, os valores da direção de rolagem e da velocidade de rolagem da lista dos capítulos são definidos de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs.
Subsequentemente, quando o arraste terminar, na aplicação de reprodução de imagem em movimento, o conteúdo de exibição é novamente transferido da lista dos capítulos para um capítulo, que é informação de nível inferior, e inicia-se a reprodução a partir do início do capítulo. Assim, na aplicação de reprodução de imagem em movimento, o capítulo e a lista dos capítulos podem ser comutados, e a lista dos capítulos pode ser rolada em uma velocidade de rolagem desejada, com única entrada de operação do cursor mochi Cs de acordo com o arraste na direção horizontal.
Adicionalmente, movendo na tela de reprodução da figura 200, volume, que é um parâmetro de áudio associado com a imagem em movimento, pode ser ajustado pelo arraste na direção vertical.
Diga-se que o arraste na direção vertical da tela é realizado da forma mostrada na figura 14A e na figura 14B. A CPU 110 exibe o cursor mochi Cs que estica do ponto inicial até o ponto final de arraste na direção vertical na tela de acordo com o arraste. Na figura 14A e na figura 14B, o parâmetro de ajuste é o volume, e os valores de controle da direção de ajuste e velocidade de ajuste de volume são de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi.
Mediante confirmação de que a direção do cursor mochi Cs exibido está verticalmente orientada, a CPU 110 controla a velocidade do ajuste do volume (valores da direção do ajuste e da velocidade do ajuste) e aumenta ou diminui o volume de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs nesse momento. Especificamente, se a direção do cursor mochi Cs exibido estiver orientada para cima, a CPU 110 faz com que o sinal da velocidade do ajuste do volume seja + e a direção do ajuste seja a direção de maior volume. Por outro lado, se a direção do cursor mochi Cs estiver orientada para baixo, a CPU 110 faz com que o sinal da velocidade do ajuste do volume seja - e a direção do ajuste seja a direção de menor volume. Adicionalmente, a CPU 110 define o valor da velocidade do ajuste do volume como um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs aumenta nesse momento.
Consequentemente, por exemplo, se o cursor mochi Cs for esticado em uma grande quantidade pelo arraste na direção para cima da tela, o volume aumenta subitamente. Também, por exemplo, se o cursor mochi Cs for esticado em uma pequena quantidade pelo arraste na direção para baixo da tela, o volume diminui lentamente.
Adicionalmente, mediante tal arraste na direção vertical da tela, se o dedo não se mover e não for removido da tela sensível ao toque 102, o cursor mochi Cs continua a ser exibido sem mudar a direção e o comprimento desse, e a velocidade do ajuste (valores da direção do ajuste e da velocidade do ajuste) é mantida.
Assim, na tela de reprodução de imagem em movimento 200, o volume pode ser ajustado em uma velocidade do ajuste desejada, com a direção e o comprimento do arraste, ainda habilitando o usuário a confirmar a direção e o comprimento do arraste pelo cursor mochi Cs.
Também, nesse momento, a CPU 110 exibe uma barra de volume Bm que mostra o volume atual em uma posição predeterminada na tela (por exemplo, a parte inferior central). Assim, o usuário pode ajustar o volume, ainda reconhecendo visualmente a barra de volume Bm e confirmando o volume atual.
Subsequentemente, mediante o arraste terminar, a CPU 110 coloca o lado do ponto final próximo do lado do ponto inicial do cursor mochi Cs e encolhe em um círculo o cursor mochi Cs que foi esticado verticalmente, então, deleta o cursor mochi Cs da tela e termina o ajuste de volume. A seguir, o volume imediatamente precedente ao arraste é mantido.
Como exposto, na aplicação de reprodução de imagem em movimento, um cursor mochi Cs verticalmente orientado é exibido na tela de reprodução de imagem em movimento 200 de acordo com o arraste na direção vertical. Na aplicação de reprodução de imagem em movimento, os valores da direção do ajuste e da velocidade do ajuste do volume são definidos de acordo com a direção (para cima ou para baixo) e o comprimento do cursor mochi Cs exibido.
Assim, na aplicação de reprodução de imagem em movimento, o volume pode ser ajustado, ainda mudando livremente os valores da direção do ajuste e da velocidade do ajuste, com única entrada de operação do cursor mochi Cs de acordo com o arraste na direção vertical.
Também, na aplicação de reprodução de imagem em movimento, se o arraste for na direção vertical, o volume pode ser ajustado independente de qual é a parte da tela onde o arraste é realizado de acordo com o que, por exemplo, o usuário pode visualizar as imagens em movimento, ainda realizando o arraste em uma parte não importante da imagem em movimento para ajustar o volume.
Também, no caso em que apenas o áudio de uma imagem em movimento está sendo escutado, por exemplo, o volume pode ser prontamente ajustado por toque cego, sem olhar para a tela. A seguir, entradas de operação de um cursor mochi Cs em uma aplicação para reproduzir temas musicais (trilhas) (também chamada de aplicação de reprodução de temas musicais) serão descritas com detalhes. Em um estado em que ícones correspondentes à inicialização de uma aplicação de reprodução de temas musicais são exibidos na tela sensível ao toque 102 e o usuário bateu um ícone, a CPU 110 aceita a operação de toque como entrada de operação que inicia a aplicação de reprodução de temas musicais. A CPU 110 lê e executa o programa de aplicação de reprodução de temas musicais a partir da memória não volátil 111, e inicia a aplicação de reprodução de temas musicais. Mediante início da aplicação de reprodução de temas musicais, a CPU 110 exibe uma tela de seleção de trilha 210 mostrada na figura 15 na tela sensível ao toque 102. Note que a tela de seleção de trilha 210 é uma tela vertical, considera uso vertical e é exibida em uma tela cheia de uma tela sensível ao toque vertical 102.
Adicionalmente, a tela de seleção de trilha 210 é verticalmente dividida em três partes, em uma região da borda superior 210A, uma região central 210B e uma região da borda inferior 210C. Cada uma da região da borda superior 210A e da região da borda inferior 210C compreende, grosseiramente, 1/6 do tamanho de toda a tela, por exemplo, e a região central 210B tem um tamanho, grosseiramente, dos 4/6 restantes. As funções da região da borda superior 210A, da região central 210B e da região da borda inferior 210C serão descritas posteriormente. A CPU 110 exibe uma lista de trilha em uma tela de seleção de trilha 210 como essa. A lista de trilha é uma lista em que títulos de tema musical (música) armazenados na memória não volátil 111 como arquivos de tema musical são arranjados em uma coluna vertical com base em título do álbum e número da trilha gravados, por exemplo. Especificamente, aqui, a lista de trilha é uma lista de trilhas arranjada na ordem de trilha resumida por álbuns, que são organizados na ordem de títulos.
Note que, além dos títulos da trilha, o título do álbum é inserido antes (acima, na tela) do título da primeira trilha de cada álbum. Isto é, a lista de trilha tem títulos arranjados como em título do álbum 1, título da trilha número 1 do álbum 1,..., título da trilha número 5, título do álbum 2, título da trilha número 1 do álbum 2, etc.
Pelo menos uma parte da lista de trilha é exibida na tela de seleção de trilha 210. A figura 15 é um exemplo em que os títulos de cinco trilhas dos títulos, incluídos na lista de trilha são exibidos na tela de seleção de trilha 210.
Agora, na tela de seleção de trilha 210, a velocidade de rolagem (valores da direção de rolagem e da velocidade de rolagem) da lista de trilha pode ser controlada pelo arraste na direção vertical. Diga-se que o arraste é realizado na direção vertical da tela, da forma mostrada na figura 16A. A CPU 110 exibe na tela o cursor mochi Cs que estica na direção vertical do ponto inicial até o ponto final de arraste de acordo com o arraste. Note que o cursor mochi Cs continua a ser exibido até que o dedo seja liberado da tela sensível ao toque 102 e o arraste tenha terminado. Na figura 16a, há o controle de rolagem da lista de trilhas, cujos valores de controle da direção de rolagem e da velocidade de rolagem da lista de trilha são de acordo com a direção e comprimento do cursor mochi.
Agora, mediante confirmação de que a direção do cursor mochi Cs exibido está na direção vertical, a CPU 110 determina adicionalmente se o ponto final do cursor mochi Cs (isto é, o ponto final do arraste) está na região central 210B da tela. Se o ponto final do cursor mochi Cs estiver na região central 210B, a CPU 110 controla a velocidade de rolagem da lista de trilha para rolar a lista de trilha de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs.
Especificamente, se a direção do cursor mochi Cs exibido for a direção para cima, a CPU 110 define a direção de rolagem da lista de trilha como a direção para cima (isto é, a direção em que os títulos se movem até a base). Por outro lado, se a direção do cursor mochi Cs exibido for a direção para baixo, a CPU 110 define a direção de rolagem da lista de trilha como a direção para baixo (isto é, a direção em que os títulos se movem até o topo). Adicionalmente, o valor da velocidade de rolagem é definido em um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs, nesse momento, aumenta.
Consequentemente, por exemplo, se o cursor mochi Cs for esticado em uma grande quantidade para cima pelo arraste na direção superior da tela, a lista de trilha exibida na tela de seleção de trilha 210 é rolada na direção para baixo em uma alta velocidade.
Também, se o cursor mochi Cs for esticado em uma pequena quantidade para baixo pelo arraste na direção inferior da tela, a lista de trilha exibida na tela de seleção de trilha 210 é rolada na direção para cima em uma baixa velocidade.
Adicionalmente, mediante tal arraste na direção vertical da tela, se o dedo não se mover e não for removido da tela sensível ao toque 102, o cursor mochi Cs continua a ser exibido sem mudar a direção e o comprimento desse, e a velocidade de rolagem (valores da direção de rolagem e da velocidade de rolagem) é mantida.
Assim, na tela de seleção de trilha 210, a direção ponto inicial - ponto final de arraste e a distância ponto inicial - ponto final podem ser mostradas ao usuário pelo cursor mochi Cs, ainda rolando a lista de trilha em uma velocidade de rolagem desejada, com as entradas de operação do cursor mochi Cs. Assim, o usuário pode buscar prontamente o título de uma trilha desejada a partir da lista de trilha.
Adicionalmente, da forma mostrada na figura 16B, à medida que o ponto final do cursor mochi Cs se aproxima da região da borda superior 210A ou da região da borda inferior 210C, o tamanho de exibição apenas dos títulos das trilhas dos títulos incluídos na lista de trilha é gradualmente reduzido. Assim, à medida que o tamanho de exibição dos títulos da trilha é gradualmente reduzido, o espaçamento de exibição entre os títulos do álbum incluídos na lista de trilha é gradualmente estreitado, como um dobra de acordeão sendo dobrada. Na figura 16B, há a transferência para nível superior (lista de álbum), e quando o cursor mochi for expandido até a borda, a transferência é feita da lista de trilha para lista de álbum.
Diga-se que o ponto final do cursor mochi Cs entrou na região da borda superior 210A ou na região da borda inferior 210C. A CPU 110 fmalmente deleta o título da trilha da tela, da forma mostrada na figura 16C, e transfere o conteúdo de exibição a uma lista apenas de títulos do álbum. Essa lista também é chamada de uma lista de álbum. Na figura 16C, há o controle de rolagem do nível superior (lista de álbum), cujos valores de controle da direção de rolagem e da velocidade de rolagem da lista de álbum são de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi.
Note que a lista de álbum é uma lista de títulos do álbum, que é o nível superior dos títulos da trilha, e, desse modo, é informação de nível superior em relação à lista de trilha. Isto é, nesse momento, a CPU 110 transfere o conteúdo de exibição da tela de seleção de trilha 210 da lista de trilha para a lista de álbum, que é informação de nível superior dessa.
Assim, pela redução gradual do tamanho de exibição dos títulos da trilha dos títulos incluídos na lista de trilha e, finalmente, deleção desses da tela, o conteúdo de exibição da tela é transferido da lista de trilha para a lista de álbum. Assim, na tela de seleção de trilha 210, transferências podem ser feitas continuamente da lista de trilha para a lista de álbum sem ocasionar ao usuário nenhum desconforto.
Também, o cursor mochi Cs continua a ser exibido na tela de seleção de trilha 210 até que o arraste tenha terminado, independente de tal transferência de conteúdo de exibição. Isto é, um cursor mochi Cs que estica na direção vertical da região central 210B até fora da região central 210B (isto é, a região da borda superior 210A ou a região da borda inferior 210C) é exibido na tela de seleção de trilha 210.
Agora, enquanto o comprimento do cursor mochi Cs exibido estiver excedendo um limite predeterminado, a CPU 110 controla a velocidade de rolagem da lista de álbum exibida na tela de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs, e rola através da lista de álbum.
Especificamente, se a direção do cursor mochi Cs exibido estiver orientada para cima, a CPU 110 define a direção de rolagem da lista de álbum como a direção para cima (isto é, a direção dos títulos se movendo para baixo). Por outro lado, se a direção do cursor mochi Cs exibido estiver orientada para baixo, a CPU 110 define a direção de rolagem da lista de álbum como a direção para baixo (isto é, a direção dos títulos se movendo para cima). Adicionalmente, o valor da velocidade de rolagem é definido em um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs, nesse momento, aumenta.
Consequentemente, por exemplo, se o cursor mochi Cs for esticado em uma grande quantidade para cima pelo arraste na direção superior da tela, a lista de álbum exibida na tela de seleção de trilha 210 é rolada na direção para baixo em uma alta velocidade.
Também, se o cursor mochi Cs for esticado em uma pequena quantidade para baixo pelo arraste na direção inferior da tela, a lista de álbum exibida na tela de seleção de trilha 210 é rolada na direção para cima em uma baixa velocidade.
Adicionalmente, mediante tal arraste na direção vertical da tela, se o dedo não se mover e não for removido da tela sensível ao toque 102, o cursor mochi Cs continua a ser exibido sem mudar a direção e o comprimento desse, e a velocidade de rolagem (valores da direção de rolagem e da velocidade de rolagem) é mantida.
Assim, na tela de seleção de trilha 210, a direção ponto inicial - ponto final de arraste e a distância ponto inicial - ponto final podem ser mostradas ao usuário pelo cursor mochi Cs, ainda rolando a lista de álbum em uma velocidade de rolagem desejada, com as entradas de operação do cursor mochi Cs. Assim, o usuário pode buscar prontamente o título de um álbum desejado a partir da lista de álbum.
Agora, diga-se que o arraste continua adicionalmente, e, da forma mostrada na figura 16D, o ponto final se aproxima do ponto inicial de arraste de acordo com o que, o comprimento do cursor mochi Cs encolhe até o limite predeterminado ou menor. Na figura 16D, há a transferência para nível inferior (lista de trilha), e quando o comprimento do cursor mochi estiver em um limite predeterminado ou menor, a transferência é feita da lista de álbum para lista de trilha.
Então, a CPU 110 transfere o conteúdo de exibição da tela de seleção de trilha 210 da lista de álbum para a lista de trilha, que é informação de nível inferior. Especificamente, pela inserção e exibição do título da trilha entre um título do álbum e o título do álbum incluído na lista de álbum, o conteúdo de exibição é transferido da lista de álbum para a lista de trilha. Diga-se que o tamanho de exibição do título da trilha, nesse momento, é o mesmo tamanho do tamanho de exibição imediatamente precedente à transferência da lista de trilha para a lista de álbum, por exemplo. A CPU 110 aumenta gradualmente o tamanho de exibição do título da trilha, ainda retomando ao tamanho original, à medida que o comprimento do cursor mochi Cs é encurtado.
Assim, à medida que o tamanho de exibição do título da trilha aumenta gradualmente, o espaçamento de exibição dos títulos do álbum incluídos na lista de trilha é gradualmente ampliado, como uma dobra de acordeão sendo desdobrada.
Assim, pela inserção do título da trilha entre os títulos do álbum incluídos na lista de álbum, e pelo retomo gradual do tamanho de exibição desse ao tamanho original, o conteúdo de exibição é transferido da lista de trilha para a lista de álbum. Fazendo isso, na tela de seleção de trilha 210, transferências podem ser feitas continuamente da lista de álbum para a lista de trilha sem ocasionar ao usuário nenhum desconforto. Também, o usuário pode realizar suavemente buscas de álbum e buscas de trilha com único arraste na direção vertical.
Diga-se que subsequentemente que o arraste terminou (isto é, o dedo é liberado da tela sensível ao toque 102). A CPU 110 coloca o lado do ponto final próximo do lado do ponto inicial do cursor mochi Cs e encolhe o cursor mochi Cs que foi esticado na direção vertical em um círculo, então, deleta esse da tela.
Adicionalmente, a CPU 110 retoma o tamanho de exibição do título da trilha incluído na lista de trilha ao tamanho original. Note que, no caso em que a lista de álbum é exibida quando o arraste terminar, a CPU 110 insere o título da trilha na lista de álbum para transferir o conteúdo de exibição para a lista de trilha.
Agora, diga-se que pela batida em um dos títulos da trilha exibidos na tela de seleção de trilha 210, essa trilha é selecionada. A CPU 110 obtém o áudio da trilha a partir do arquivo de música correspondente ao título da trilha batido, e transmite o áudio a partir de um terminal de fone de ouvido (não mostrado).
Como exposto, na aplicação de reprodução de temas musicais, um cursor mochi Cs em orientação vertical é exibido na tela de seleção de trilha 210 de acordo com o arraste verticalmente orientado. Na aplicação de reprodução de temas musicais, se o ponto final do cursor mochi Cs exibido estiver na região central 210B, os valores da direção de rolagem e da velocidade de rolagem da lista de trilha são definidos de acordo com a direção (para cima ou para baixo) e o comprimento do cursor mochi Cs.
Adicionalmente, na aplicação de reprodução de temas musicais, mediante o ponto final do cursor mochi Cs deixar a região central 210B e entrar na região da borda superior 210A ou na região da borda inferior 21OC de acordo com o arraste, o conteúdo de exibição é transferido da lista de trilha para a lista de álbum, que é informação de nível superior.
Nesse momento, na aplicação de reprodução de temas musicais, os valores da direção de rolagem e da velocidade de rolagem da lista de álbum são definidos de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs.
Subsequentemente, mediante o comprimento do cursor mochi Cs se tomar o limite predeterminado ou menor, na aplicação de reprodução de temas musicais, o conteúdo de exibição é novamente transferido da lista de álbum para a lista de trilha, que é informação de baixo nível.
Assim, aqui, na aplicação de reprodução de temas musicais, a lista de trilha e a lista de álbum podem ser comutadas, e a lista de trilha e a lista de álbum roladas em uma velocidade desejada, apenas com as entradas de operação do cursor mochi Cs. Também, o usuário pode realizar prontamente buscas de álbum e buscas de trilha. A seguir, entradas de operação do cursor mochi Cs com uma aplicação para reproduzir imagens estáticas (também chamada de aplicação de reprodução de imagem estática) serão descritas com detalhes.
Em um estado em que ícones correspondentes à inicialização de uma aplicação de imagem estática são exibidos na tela sensível ao toque 102 e o usuário bateu em um ícone, a CPU 110 aceita a operação de toque como entrada de operação que inicia a aplicação de reprodução de imagem estática. A CPU 110 lê e executa o programa de aplicação de reprodução de imagem estática a partir da memória não volátil 111, e inicia a aplicação de reprodução de imagem estática.
Mediante início da aplicação de reprodução de imagem estática, a CPU 110 exibe uma lista de miniaturas das imagens estáticas armazenadas na memória não volátil 111 como arquivos de imagem estática na tela sensível ao toque 102.
Adicionalmente, mediante uma das miniaturas exibidas como uma lista ter sido batida, a CPU 110 aceita a operação de toque como entrada de operação para reproduzir a imagem estática. A CPU 110 obtém uma imagem estática a partir do arquivo de imagem estática correspondente à miniatura batida.
Adicionalmente, nesse momento, a CPU 110 exibe uma tela de reprodução de imagem estática 220 mostrada na figura 17 na tela sensível ao toque 102. Note que a tela de reprodução de imagem estática 220 é uma tela horizontal, considera uso horizontal e é exibida em uma tela cheia da tela sensível ao toque horizontal 102. A imagem estática é exibida para encher aproximadamente a tela da tela de reprodução de imagem estática 220. Adicionalmente, uma parte de borda superior de uma paleta 221 é exibida na borda inferior da tela de reprodução de imagem estática 220. Pelo toque na parte de borda superior dessa e arraste na direção da direção superior da tela, a paleta 221 pode ser puxada e exibida na tela de reprodução de imagem estática 220. Aqui, a paleta 221 é uma paleta para ajustar o brilho e o croma, que são parâmetros da imagem estática (essa também é chamada de uma paleta de brilho - croma), e os detalhes dessa serão descritos posteriormente.
Na tela de reprodução de imagem estática 220, a velocidade do ajuste (valores da direção do ajuste e da velocidade do ajuste) da escala de aproximação, que é um parâmetro de imagem estática, pode ser controlada pelo arraste na direção vertical em relação à imagem estática exibida.
Diga-se que um local opcional de uma imagem estática é continuamente tocado por mais tempo que uma quantidade de tempo predeterminada, da forma mostrada na figura 18A. Agora, um toque por mais tempo que o tempo predeterminado também é chamado de pressionamento longo e um toque por menos tempo que o tempo predeterminado também é chamado de pressionamento curto.
Em uma posição em que uma imagem estática foi pressionada por muito tempo, a CPU 110 exibe um cursor mochi Cs circular com aquela posição como o centro desse. Aquela posição se toma o ponto inicial do cursor mochi Cs. Também, a CPU 110 exibe, próximo do lado esquerdo do cursor mochi Cs, um indicador de zoom em forma retangular verticalmente longo Zi que mostra que a entrada de operação por arraste comutou para o ajuste da escala de aproximação de uma imagem estática.
Aqui, o indicador de zoom Zi é transparente, por exemplo, e mostra, através de si, as imagens estáticas exibidas na tela de reprodução de imagem estática 220. Também, um caractere "+" é exibido na parte superior do indicador de zoom Zi e um caractere é exibido na parte inferior desse. Assim, o indicador de zoom Zi mostra que o arraste na direção superior da tela corresponde a um mais da escala de aproximação (isto é, aproximação (ampliação)) e o arraste na direção inferior da tela corresponde a um menos da escala de aproximação (isto é, afastamento (redução)).
Também, a CPU 110 define uma região superior 220A, uma região central 220B e uma região inferior 220C, que dividem a tela de reprodução de imagem estática 220 em três partes na direção vertical. A CPU 110 define a região central 220B para ter um comprimento predeterminado na direção vertical (por exemplo, 1/3 do comprimento da direção vertical da tela), ainda tendo a parte pressionada por muito tempo da imagem estática como o centro na direção vertical, e as regiões restantes como a região superior 220A e região inferior 200C.
A região central 220B e o indicador de zoom Zi são formados de forma que a posição e o comprimento na direção vertical correspondam. Assim, o indicador de zoom Zi também mostra a faixa da região central 200B na direção vertical. Note que o cursor mochi Cs e indicador de zoom Zi são exibidos até que o dedo seja liberado da tela sensível ao toque 102.
Diga-se que o arraste é realizado na direção vertical da tela, da forma mostrada na figura 18B, sem liberar o dedo, que realiza pressionamento longo. A CPU 110 estica o cursor mochi Cs na direção vertical do ponto inicial de arraste (isto é, a primeira posição pressionada por muito tempo) até o ponto final de acordo com o arraste. Na figura 18B, a escala de aproximação é aumentada/diminuída pela quantidade de arraste e na figura 18C a velocidade de ajuste da escala de aproximação é definida de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi, e a escala de aproximação aumenta/diminui continuamente na velocidade de ajuste definida.
Mediante confirmação de que a direção do cursor mochi Cs está na direção vertical, a CPU 110 ajusta a escala de aproximação (escala de expansão/escala de redução) da imagem estática de acordo com o arraste, com o centro da tela de reprodução de imagem estática 220 como o centro de aproximação. Especificamente, a CPU 110 determina se o ponto final do cursor mochi Cs (isto é, o ponto final do arraste) está dentro ou fora da região central 220B.
Se o ponto final do cursor mochi Cs estiver na região central 220B, a CPU 110 aumenta/diminui a escala de aproximação da imagem estática em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste.
Especificamente, se a direção do arraste for na direção superior da tela, a CPU 110 aumenta a escala de aproximação da imagem estática e, se a direção do arraste for na direção inferior da tela, diminui a escala de aproximação da imagem estática.
Nesse momento, a CPU 110 define os valores para aumentar/diminuir a escala de aproximação de acordo com a posição do ponto final do arraste na direção vertical. Aqui, os valores para aumentar/diminuir a escala de aproximação aumentam à medida que a mudança de posição do ponto final do arraste na direção vertical aumenta. Assim, as escalas de aproximação aumentam/diminuem em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste de acordo com o que, a escala de aproximação não é aumenta/diminui enquanto o dedo estiver parado, mesmo se o dedo continuar a tocar a tela.
Fazendo isso, por exemplo, se o arraste for na direção superior da tela, a escala de aproximação da imagem estática aumenta em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, e a imagem estática exibida na tela de reprodução de imagem estática 220 é ampliada.
Também, por exemplo, se o arraste for na direção inferior da tela, a escala de aproximação da imagem estática diminui em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, e a imagem estática exibida na tela de reprodução de imagem estática 220 é reduzida.
Adicionalmente, por exemplo, embora o dedo continue a tocar a tela, mas o dedo está parado, a escala de aproximação da imagem estática não aumenta/diminui, e a imagem estática exibida na tela de reprodução de imagem estática 220 não é ampliada ou reduzida.
Também, diga-se que o arraste na direção vertical da tela continua, e o ponto final do cursor mochi Cs fica fora da região central 220B da tela (isto é, na região superior 220A ou na região inferior 200C), da forma mostrada na figura 18(C), por exemplo. A CPU 110 comuta o ajuste da escala de aproximação da imagem estática de um que aumenta/diminui a escala de aproximação em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste para um que controla a velocidade do ajuste da escala de aproximação de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs e aumenta/diminui continuamente a escala de aproximação.
Especificamente, se a direção do cursor mochi Cs exibido estiver orientada para cima, a CPU 110 define a direção do ajuste da escala de aproximação como uma direção de aproximação (ampliação) (isto é, a direção em que a escala de aproximação aumenta a partir de 100 %). Por outro lado, se a direção do cursor mochi Cs exibido estiver orientada para baixo, a CPU 110 define a direção do ajuste da escala de aproximação como uma direção de afastamento (redução) (isto é, a direção em que a escala de aproximação diminui a partir de 100 %). Adicionalmente, o valor da velocidade do ajuste da escala de aproximação (escala de ampliação/escala de redução) é definido em um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs, nesse momento, aumenta. A CPU 110 continua a aumentar/diminuir a escala de aproximação a partir da escala de aproximação imediatamente precedente à comutação do ajuste da escala de aproximação da imagem estática (isto é, imediatamente precedente ao ponto final do cursor mochi Cs que sai da região central 220B), com uma velocidade do ajuste assim definida a cada quantidade de tempo predeterminada.
Assim, ajustes na escala de aproximação da imagem estática são continuamente comutados daqueles em que a escala de aproximação aumenta/diminui em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste para aqueles em que uma velocidade do ajuste da escala de aproximação é definida de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs, e a escala de aproximação aumenta/diminui continuamente sem ocasionar ao usuário nenhum desconforto.
Consequentemente, por exemplo, se o cursor mochi Cs for esticado em uma grande quantidade para cima, a escala de aproximação da imagem estática é rapidamente elevada. Assim, a imagem estática exibida na tela de reprodução de imagem estática 220 é rapidamente ampliada. Também, por exemplo, se o cursor mochi Cs for esticado em uma grande quantidade para baixo, a escala de aproximação da imagem estática é rapidamente elevada. Assim, a imagem estática exibida na tela de reprodução de imagem estática 220 é rapidamente reduzida.
Adicionalmente, mediante tal arraste na direção vertical da tela, se o dedo não se mover e não for liberado da tela sensível ao toque 102, a direção e o comprimento do cursor mochi Cs são continuamente exibidos, e a velocidade do ajuste (valores da direção do ajuste e da velocidade do ajuste) nesse momento é mantida.
Assim, na tela de reprodução de imagem estática 220, a escala de aproximação das imagens estáticas pode ser ajustada em uma velocidade de ajuste desejada com a entrada de operação do cursor mochi Cs, ainda mostrando ao usuário a direção ponto inicial - ponto final de arraste e a distância ponto inicial - ponto final com o cursor mochi Cs.
Diga-se que, subsequentemente, o arraste continua sem que o dedo seja liberado, e o ponto final do cursor mochi Cs retoma novamente de fora da região central 220B para a região central 220B.
Nesse momento, a CPU 110 comuta os ajustes da escala de aproximação da imagem estática daqueles em que a velocidade de ajuste da escala de aproximação é controlada de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs para aqueles em que a escala de aproximação aumenta/diminui em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste.
Especificamente, a CPU 110 aumenta/diminui a escala de aproximação em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, similar ao que foi supradescrito, a partir da escala de aproximação imediatamente precedente à alteração dos ajustes da escala de aproximação da imagem estática (isto é, imediatamente precedente ao ponto final do cursor mochi Cs que retoma para a região central 220B).
Assim, ajustes na escala de aproximação da imagem estática são continuamente comutados daqueles em que a velocidade de ajuste da escala de aproximação é definida de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs e a escala de aproximação aumenta/diminui continuamente para aqueles em que a escala de aproximação aumenta/diminui em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, sem ocasionar ao usuário nenhum desconforto.
Também, diga-se que o dedo é liberado e o arraste termina. Nesse momento, a CPU 110 encolhe o cursor mochi Cs em um círculo, então, deleta esse da tela, e termina os ajustes da escala de aproximação. Note que, no caso da definição da velocidade de ajuste da escala de aproximação, a CPU 110 redefine a velocidade de ajuste da escala de aproximação em 0. A seguir, a escala de aproximação imediatamente precedente ao arraste que está sendo terminado é mantida.
Assim, a CPU 110 pode comutar entre aumentar/diminuir a escala de aproximação em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste e definir a velocidade de ajuste da escala de aproximação de acordo com o arraste e continuar a aumentar/diminuir a escala de aproximação dependendo se o ponto final do cursor mochi Cs está na região central 220B ou não.
Portanto, na tela de reprodução de imagem estática 220, se a escala de aproximação aumentar/diminuir em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, a escala de aproximação pode ser prontamente ajustada. Também, na tela de reprodução de imagem estática 220, se a velocidade de ajuste da escala de aproximação for definida de acordo com o arraste e a escala de aproximação continuar a aumentar/diminuir, a escala de aproximação pode ser ajustada sem limitar a faixa de ajuste da escala de aproximação para arrastar uma vez.
Adicionalmente, na tela de reprodução de imagem estática 220, aqui, a comutação pode ser realizada pela colocação do ponto final do cursor mochi Cs (isto é, o ponto final do arraste) fora ou dentro da região central 220B. Desta maneira, operações separadas para essas comutações não são realizadas e, aqui, a comutação pode ser realizada juntamente com o arraste para os ajustes da escala de aproximação.
Assim, na tela de reprodução de imagem estática 220, ajustes podem ser prontamente feitos pelo arraste uma vez (isto é, um arraste do momento do toque do dedo na tela sensível ao toque 102 até a liberação), sem limitar a faixa de ajuste da escala de aproximação.
Desta maneira, por exemplo, quando a escala de aproximação precisar ser enormemente mudada, pode ser feita comutação em que, primeiro, o cursor mochi Cs é esticado enormemente, de forma que o ponto final desse seja colocado fora da região central 220B de acordo com o que, a velocidade de ajuste da escala de aproximação é definida de acordo com o arraste e a escala de aproximação continue a aumentar/diminuir. Assim, a escala de aproximação pode ser enormemente mudada pelo arraste uma vez de acordo com o que, a escala de aproximação pode ser grosseiramente ajustada para ficar próxima da escala de aproximação desejada.
Subsequentemente, pelo encolhimento do cursor mochi Cs e retomo do ponto final desse à região central 220B, o usuário pode comutar, de forma que a escala de aproximação aumente/diminua em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste. Portanto, a escala de aproximação pode ser prontamente ajustada de acordo com o que, ajustes finos na escala de aproximação também podem ser prontamente feitos.
Assim, na tela de reprodução de imagem estática 220, uma série de operações, de ajustes grosseiros até ajustes finos da escala de aproximação, pode ser prontamente realizada pelo arraste somente uma vez.
Também, na tela de reprodução de imagem estática 220, mediante uma posição opcional na imagem estática ser pressionada por muito tempo, o cursor mochi Cs é exibido na posição pressionada por muito tempo, e um indicador de zoom Zi é exibido próximo do cursor mochi Cs.
Assim, pode ser feita confirmação se o cursor mochi Cs está se estendendo na direção vertical do indicador de zoom Zi que mostra a faixa da região central 200B na direção vertical, e pode distinguir para o usuário se o ponto final do arraste está na região central 200B ou não. Desta maneira, o usuário pode comutar, conforme desejado, se aumenta/diminui a escala de aproximação em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste ou se define a velocidade de ajuste da escala de aproximação de acordo com o arraste e continua a aumentar/diminuir a escala de aproximação, ainda visualizando o indicador de zoom Zi e o cursor mochi Cs.
Também, o indicador de zoom Zi é exibido próximo do lado esquerdo do cursor mochi Cs de acordo com o que, mesmo se arraste na direção vertical for realizado, o indicador de zoom Zi não fica oculto pelo dedo, então, o usuário pode confirmar o indicador de zoom Zi durante o arraste.
Também, na tela de reprodução de imagem estática 220, a imagem estática exibida pode ser rolada sem pressionamento longo pela realização de arraste (ou tapinha) em uma direção opcional a partir do pressionamento curto.
Diga-se que arraste (ou tapinha) em uma direção opcional a partir do pressionamento curto é realizado. A CPU 110 controla a rolagem da imagem estática de acordo com a direção e o comprimento do arraste (ou a direção e a velocidade do tapinha) e rola através da imagem estática. Especificamente, a CPU 110 rola através da imagem estática na quantidade correspondente ao comprimento do arraste (ou em uma quantidade equivalente à quantidade correspondente à velocidade do tapinha), na direção oposta à direção de arraste (ou tapinha). Assim, na tela de reprodução de imagem estática 220, entradas de operação pelo arraste podem comutar para ajuste ou rolagem da escala de aproximação pelo pressionamento longo.
Adicionalmente, na tela de reprodução de imagem estática 220, quando uma posição opcional em uma imagem estática for pressionada por muito tempo, o cursor mochi Cs e o indicador de zoom Zi são exibidos. Assim, informação que indica que a entrada de operação por arraste foi comutada para ajuste da escala de aproximação pode ser confirmada pelo usuário.
Por outro lado, diga-se que a parte de borda superior da paleta de brilho - croma 221 exibida na borda inferior da tela de reprodução de imagem estática 220 foi tocada, e tapinha (ou arraste) na direção para cima da tela é realizado. A CPU 110 puxa a paleta de brilho - croma 221 da borda inferior da tela de reprodução de imagem estática 220 na direção para cima de acordo com o tapinha, da forma mostrada na figura 19A. A paleta de brilho -croma 221 tem a mesma dimensão de largura horizontal da largura horizontal da tela de reprodução de imagem estática 220 e, por exemplo, é puxada para cobrir a tela de reprodução de imagem estática 220 da borda inferior dessa até a borda superior (isto é, toda a tela).
Adicionalmente, a paleta de brilho - croma 221 é dividida em duas, em uma região do lado esquerdo 221L usada durante o ajuste do brilho e uma região do lado direito 22IR usada durante o ajuste do croma. Note que a região do lado esquerdo 221L também é chamada de região de ajuste do brilho e a região do lado direito 22IR também é chamada de região de ajuste do croma.
Adicionalmente, a região de ajuste do brilho 221L e a região de ajuste do croma 22IR são transparentes, exceto pelas partes de quadro dessas de acordo com o que, a imagem estática exibida na tela de reprodução de imagem estática 220 pode ser vista através dessas regiões. Também, os caracteres "brilho" são exibidos na região de ajuste do brilho 221L e os caracteres "croma" são exibidos na região de ajuste do croma 22IR.
Na paleta de brilho - croma 221, o brilho da imagem estática pode ser ajustada pelo arraste na direção vertical, com a região de ajuste do brilho 221L como o ponto inicial, e o croma da imagem estática pode ser ajustada pelo arraste na direção vertical, com a região de ajuste do croma 22IR como o ponto inicial.
Diga-se que a região de ajuste do brilho 221L é tocada e arraste é realizado na direção vertical da tela, da forma mostrada nas figuras 19B e 19C. A CPU 110 exibe o cursor mochi Cs esticando na direção vertical do ponto inicial até o ponto final de arraste na tela. Na passagem da figura 19B para a figura 19C, há o ajuste de brilho, cujos valores de controle da direção de ajuste e da velocidade de ajuste do brilho são de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi.
Agora, mediante confirmação de que a direção do cursor mochi Cs exibido está na direção vertical, a CPU 110 controla a velocidade de ajuste do brilho da imagem estática exibida (valores da direção de ajuste e da velocidade de ajuste) de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi nesse momento.
Especificamente, se a direção do cursor mochi Cs exibido estiver orientada para cima, a CPU 110 define a direção do ajuste do brilho como a direção de aumento do brilho. Por outro lado, se a direção do cursor mochi Cs exibido estiver orientada para baixo, a CPU 110 define a direção do ajuste do brilho como a direção de diminuição do brilho. Adicionalmente, o valor da velocidade de ajuste do brilho é definido em um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs aumenta.
Consequentemente, por exemplo, se o cursor mochi Cs for esticado para cima em uma grande quantidade pelo arraste na direção superior da tela, o brilho da imagem estática exibido aumenta subitamente.
Também, por exemplo, se o cursor mochi Cs for esticado para baixo em uma pequena quantidade pelo arraste na direção inferior da tela, o brilho da imagem estática exibido diminui lentamente.
Adicionalmente, se, depois de tal arraste na direção vertical da tela, o dedo não for liberado da tela sensível ao toque 102 e não se mover, o cursor mochi Cs continua a ser exibido sem mudança na direção e no comprimento desse, e a velocidade de ajuste (valores da direção de ajuste e da velocidade de ajuste) é mantida.
Inversamente, diga-se que a região de ajuste do croma 22IR é tocada e arraste é realizado na direção vertical da tela, da forma mostrada nas figuras 19D e 19E. A CPU 110 exibe na tela o cursor mochi Cs que é esticado do ponto inicial até o ponto final de arraste. Na passagem da figura 19D para a figuras 19E, há o ajuste de croma, cujos valores de controle da direção de ajuste e da velocidade de ajuste do brilho são de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi.
Agora, mediante confirmação de que a direção do cursor mochi Cs exibido está verticalmente orientada, a CPU 110 controla a velocidade de ajuste do croma da imagem estática exibido de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs nesse momento.
Especificamente, se a direção do cursor mochi Cs exibido estiver orientada para cima, a CPU 110 define a direção do ajuste do croma como a direção de aumento do croma. Por outro lado, se a direção do cursor mochi Cs exibido estiver orientada para baixo, a CPU 110 define a direção do ajuste do croma como a direção de diminuição do croma. Adicionalmente, o valor da velocidade de ajuste do croma é definido em um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs aumenta.
Consequentemente, por exemplo, se o cursor mochi Cs for esticado para cima em uma grande quantidade pelo arraste na direção superior da tela, o croma da imagem estática exibido aumenta subitamente.
Também, por exemplo, se o cursor mochi Cs for esticado para baixo em uma pequena quantidade pelo arraste na direção inferior da tela, o croma da imagem estática exibido diminui lentamente.
Adicionalmente, se, depois de tal arraste na direção vertical da tela, o dedo não for liberado da tela sensível ao toque 102 e não se mover, o cursor mochi Cs continua a ser exibido sem mudança na direção e no comprimento desse, e a velocidade de ajuste (valores da direção de ajuste e da velocidade de ajuste) é mantida.
Assim, aqui, na paleta de brilho - croma 221, o brilho e o croma podem ser ajustados em uma velocidade de ajuste desejada com as entradas de operação do cursor mochi Cs, ainda mostrando ao usuário a direção ponto inicial - ponto final de arraste e a distância ponto inicial - ponto final com o cursor mochi Cs.
Também, a paleta de brilho - croma 221 é transparente, exceto pelas partes de quadro da mesma de acordo com o que, as imagens estáticas exibidas abaixo da paleta de brilho - croma 221 podem ser visualizadas durante o ajuste do brilho e do croma.
Subsequentemente, mediante o arraste terminar, a CPU 110 coloca o lado do ponto final próximo do lado do ponto inicial do cursor mochi Cs e encolhe em um círculo o cursor mochi Cs que foi esticado verticalmente, então, deleta o cursor mochi Cs da tela e termina o ajuste do brilho ou do croma. A seguir, o brilho ou o croma imediatamente precedente ao arraste é mantida.
Como exposto, na aplicação de reprodução de imagem estática, quando uma posição opcional em uma imagem estática exibida na tela de reprodução de imagem estática 220 for pressionada por muito tempo, o cursor mochi Cs circular é exibido na posição pressionada por muito tempo. Também, nesse momento, a aplicação de reprodução de imagem estática comuta a entrada de operação por arraste de rolagem da imagem estática para ajuste da escala de aproximação.
Na aplicação de reprodução de imagem estática, mediante arraste na direção vertical ser realizado, o cursor mochi Cs exibido dessa maneira é esticado na direção vertical, e a escala de aproximação da imagem estática é ajustada de acordo com o arraste aqui definido.
Também, na aplicação de reprodução de imagem estática, mediante arraste (ou tapinha) ser realizado sem pressionamento longo, a imagem estática exibida na tela de reprodução de imagem estática 220 é rolada de acordo com o arraste.
Assim, na aplicação de reprodução de imagem estática, entradas de operação pelo arraste podem ser comutadas por pressionamento longo para ajuste ou rolagem da escala de aproximação, e ajuste da escala de aproximação e rolagem da imagem estática podem ser realizados com único arraste.
Também, na aplicação de reprodução de imagem estática, mediante arraste na direção vertical ser realizado na paleta de brilho - croma 221, um cursor mochi Cs verticalmente orientado é exibido de acordo com isso.
Agora, na .aplicação de reprodução de imagem estática, se o ponto inicial de arraste estiver na região de brilho 221L da paleta de brilho -croma 221, os valores da direção de ajuste e da velocidade de ajuste do brilho da imagem estática são definidos de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs.
Por outro lado, na aplicação de reprodução de imagem estática, se o ponto inicial de arraste estiver na região do croma 22IR da paleta de brilho - croma 221, os valores da direção de ajuste e da velocidade de ajuste do croma da imagem estática são definidos de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs.
Assim, na aplicação de reprodução de imagem estática, as entradas de operação pelo arraste podem ser comutadas para ajuste do brilho ou ajuste do croma da imagem estática, com base na posição de início do arraste na paleta de brilho - croma 221.
Adicionalmente, na aplicação de reprodução de imagem estática, o brilho e o croma da imagem estática podem ser ajustadas, ainda mudando livremente os valores da direção de ajuste e da velocidade de ajuste, apenas com as entradas de operação do cursor mochi Cs que acompanham o arraste na direção vertical.
Da forma descrita até esse ponto, o terminal portátil 100 pode realizar prontamente reprodução das imagens em movimento, comutação do conteúdo de exibição, rolagem através de várias listas, ajustes de vários parâmetros e assim por diante apenas com as entradas de operação do cursor mochi Cs que acompanham o arraste. 2-4. Procedimentos de Processamento da Entrada de Operação A seguir, procedimentos de processamento específico que o terminal portátil 100 executa de acordo com as entradas de operação pelo cursor mochi Cs (isto é chamado de um procedimento de processamento de entrada de operação) serão descritos. 2-4-1. Procedimentos de Processamento da Entrada de Operação com Aplicação de Reprodução de Imagem em Movimento Primeiro, os procedimentos de processamento da entrada de operação no caso de realização de reprodução de capítulo, comutação entre capítulo e lista dos capítulos e rolagem da lista dos capítulos na aplicação de reprodução de imagem em movimento serão descritos em relação ao fluxograma mostrado na figura 20.
Note que um procedimento de processamento de entrada de operação RT1 mostrado na figura 20 é o procedimento para processamento a ser executado pela CPU 110 do terminal portátil 100 de acordo com o programa para a aplicação de reprodução de imagem em movimento armazenado na memória não volátil 111. A CPU 110 inicia a aplicação de reprodução de imagem em movimento e, mediante uma das miniaturas das imagens em movimento exibidas em uma lista ser batida, inicia o procedimento de processamento de entrada de operação RT1, e move para a etapa SP1. Na etapa SP1, a CPU 110 determina se há uma operação de toque no painel sensível ao toque 102B ou não, com base nos sinais de entrada provenientes do painel sensível ao toque 102B.
Aqui, mediante obtenção de um resultado negativo, a CPU 110 move para a etapa SP2, reproduz a imagem em movimento correspondente à miniatura batida em velocidade lx na direção de avanço (isto é, reproduz normalmente), e retoma novamente à etapa SP1.
Inversamente, mediante obtenção de um resultado positivo na etapa SP1, a CPU 110 move para a etapa SP3. Na etapa SP3, a CPU 110 exibe o cursor mochi Cs conforme apropriado de acordo com a operação de toque nesse momento, e determina se a operação de toque é um arraste na direção horizontal da tela ou não.
Aqui, mediante obtenção de um resultado negativo, a CPU 110 retoma novamente à etapa SP1. Inversamente, mediante obtenção de um resultado positivo na etapa SP3, a CPU move para a etapa SP4.
Na etapa SP4, a CPU 110 determina se o conteúdo de exibição atual é um capítulo ou não. Mediante obtenção de um resultado positivo na etapa SP4, a CPU 110 move para a etapa SP5.
Na etapa SP5, a CPU 110 determina se o ponto final do cursor mochi Cs exibido (isto é, o ponto final do arraste) está na região da borda esquerda 200A ou na região da borda direita 200C ou não.
Se um resultado negativo for aqui obtido, isso significa que o conteúdo de exibição atual é um capítulo e que o ponto final do cursor mochi Cs exibido está fora da região da borda esquerda 200A ou fora da região da borda direita 200C (isto é, está na região central 200B). A CPU 110, nesse momento, move para a etapa SP6, controla a velocidade de reprodução do capítulo de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs exibido, e retoma novamente à etapa SP1.
Inversamente, se um resultado positivo for obtido na etapa SP5, isso significa que o conteúdo de exibição atual é um capítulo e que o ponto final do cursor mochi Cs exibido está na região da borda esquerda 200A ou na região da borda direita 200C (isto é, está fora da região central 200B). A CPU 110, nesse momento, move para a etapa SP7, transfere o conteúdo de exibição do capítulo para a lista dos capítulos, que é informação de nível superior, e retoma novamente à etapa SP1.
Por outro lado, se um resultado negativo for obtido na etapa SP4, isso significa que o conteúdo de exibição atual é uma lista dos capítulos. A CPU 110, nesse momento, move para a etapa SP8, controla a velocidade de rolagem da lista dos capítulos de acordo com o cursor mochi Cs exibido, e retoma novamente à etapa SP1.
Depois de tal procedimento de processamento de entrada de operação RT1, a CPU 110 realiza reprodução de capítulo, comutação entre capítulo e lista dos capítulos e rolagem da lista dos capítulos de acordo com a entrada de operação do cursor mochi Cs que acompanha o arraste. A seguir, os procedimentos de processamento da entrada de operação no caso de realização de ajuste de volume na aplicação de reprodução de imagem em movimento serão descritos em relação ao fluxograma mostrado na figura 21.
Note que um procedimento de processamento de entrada de operação RT2 mostrado na figura 21 também é um procedimento para processamento a ser executado pela CPU 110 do terminal portátil 100 de acordo com o programa para a aplicação de reprodução de imagem em movimento armazenado na memória não volátil 111. A CPU 110 inicia a aplicação de reprodução de imagem em movimento e, mediante uma das miniaturas das imagens em movimento exibidas em uma lista ser batida, inicia o procedimento de processamento de entrada de operação RT2 e move para a etapa SP 10. Na etapa SP 10, a CPU 110 determina se há uma operação de toque no painel sensível ao toque 102B ou não, com base nos sinais de entrada provenientes do painel sensível ao toque 102B.
Na etapa SP 10, a CPU 110 espera até que um resultado positivo seja obtido e, mediante obtenção de um resultado positivo, move para a etapa SP11.
Na etapa SP11, a CPU 110 exibe o cursor mochi Cs de acordo com a operação dc toque nesse momento, e determina se a operação de toque nesse momento é um arraste na direção vertical da tela ou não.
Mediante obtenção de um resultado negativo na etapa SP11, a CPU 110 retoma novamente à etapa SP 10. Inversamente, mediante obtenção de um resultado positivo na etapa SP11, a CPU 110 move para a etapa SP 12.
Na etapa SP 12, a CPU determina se o cursor mochi Cs atualmente exibido está orientado para cima ou não (isto é, se o ponto final do arraste está mais para cima do que o ponto inicial).
Se um resultado positivo for obtido na etapa SP 12, isso significa que a direção do cursor mochi Cs está orientada para cima (isto é, que o ponto final do arraste está mais para cima do que o ponto inicial).
Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP13, aumenta o volume na velocidade de ajuste de acordo com a direção (orientada para cima) e o comprimento do cursor mochi Cs exibido nesse momento, e retoma novamente à etapa SP 10.
Inversamente, se um resultado negativo- for obtido na etapa SP 12, isso significa que a direção do cursor mochi Cs está orientada para baixo (isto é, que o ponto final do arraste é inferior ao ponto inicial).
Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP 14, diminui o volume na velocidade de ajuste de acordo com a direção (orientada para baixo) e o comprimento do cursor mochi Cs exibido nesse momento, e retoma novamente à etapa SP 10.
Depois de tal procedimento de processamento de entrada de operação RT2, a CPU 110 realiza ajustes de volume de acordo com a entrada de operação do cursor mochi Cs que acompanha o arraste. 2-4-2. Procedimentos de Processamento da Entrada de Operação na Aplicação de Reprodução de Temas Musicais A seguir, os procedimentos de processamento da entrada de operação no caso de realização de comutação entre lista de trilha e lista de álbum e rolagem da lista de álbum na aplicação de reprodução de temas musicais serão descritos em relação ao fluxograma mostrado na figura 22.
Note que um procedimento de processamento de entrada de operação RT3 mostrado na figura 22 é um procedimento para que a CPU 110 do terminal portátil 100 execute de acordo com um programa de aplicação de reprodução de temas musicais armazenado na memória não volátil 111.
Mediante início da aplicação de reprodução de temas musicais, a CPU 110 inicia o procedimento de processamento de entrada de operação RT3, e move para a etapa SP20. Na etapa SP20, a CPU 110 determina se há alguma operação de toque no painel sensível ao toque 102B ou não com base nos sinais de entrada provenientes do painel sensível ao toque 102B.
Mediante obtenção de um resultado negativo na etapa SP20, a CPU 110 move para a etapa SP21, exibe a lista de trilha na tela de seleção de trilha 210 e retoma novamente à etapa SP20.
Inversamente, mediante obtenção de um resultado positivo na etapa SP20, a CPU 110 move para a etapa SP22. Na etapa SP22, a CPU 110 exibe o cursor mochi Cs de acordo com a operação de toque nesse momento, e determina se a operação de toque nesse momento é um arraste na direção vertical da tela ou não.
Mediante obtenção de um resultado negativo na etapa SP22, a CPU 110 retoma novamente à etapa SP20. Inversamente, mediante obtenção de um resultado positivo na etapa SP22, a CPU 110 move para a etapa SP23.
Na etapa SP23, a CPU 110 determina se o conteúdo de exibição atual é uma lista de trilha ou não. Mediante obtenção de um resultado positivo na etapa SP23, a CPU 110 move para a etapa SP24.
Na etapa SP24, a CPU 110 determina se o ponto final do cursor mochi Cs exibido (isto é, o ponto final do arraste) está na região da borda superior 210A ou na região da borda inferior 210C ou não.
Se um resultado negativo for obtido na etapa SP24, isso significa que o conteúdo de exibição atual é uma lista de trilha, e que o ponto final do cursor mochi Cs não está nem na região da borda superior 21OA nem na região da borda inferior 210C, mas está na região central 210B.
Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP25, controla a velocidade de rolagem da lista de trilha de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs e retoma novamente à etapa SP20.
Inversamente, se um resultado positivo for obtido na etapa SP24, isso significa que o conteúdo de exibição atual é uma lista de trilha e que o ponto final do cursor mochi Cs está na região da borda superior 21 OA ou na região da borda inferior 201C (isto é, fora da região central 210B).
Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP26, transfere o conteúdo de exibição da lista de trilha para a lista de álbum, que é informação de nível superior, e retoma novamente à etapa SP20.
Por outro lado, se um resultado negativo for obtido na etapa SP23, isso significa que o conteúdo de exibição atual é uma lista de álbum.
Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP27 e determina se o comprimento do cursor mochi Cs exibido excede um limite predeterminado ou não.
Se um resultado positivo for obtido na etapa SP27, isso significa que o conteúdo de exibição atual é uma lista de álbum e que o comprimento do cursor mochi Cs excede um limite predeterminado.
Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP28, controla a velocidade de rolagem da lista de álbum de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs e retoma novamente à etapa SP20.
Inversamente, se um resultado negativo for obtido na etapa SP27, isso significa que o conteúdo de exibição atual é uma lista de álbum e que o comprimento do cursor mochi Cs está em um limite predeterminado ou abaixo dele. A CPU 110 move para a etapa SP29, transfere o conteúdo de exibição da lista de álbum para a lista de trilha, que é informação de nível inferior, e retoma novamente à etapa SP20.
Depois de tal procedimento de processamento de entrada de operação RT3, a CPU 110 realiza comutação do conteúdo de exibição e rolagem das listas de trilha e das listas de álbum de acordo com a entrada de operação do cursor mochi Cs que acompanha o arraste. 2-4-3. Procedimentos de Processamento da Entrada de Operação na Aplicação de Reprodução de Imagem Estática A seguir, os procedimentos de processamento da entrada de operação no caso de realização de ajustes da escala de aproximação, que é um parâmetro de imagem estática, na aplicação de reprodução de imagem estática serão descritos em relação ao fluxograma mostrado na figura 23.
Note que um procedimento de processamento de entrada de operação RT4 mostrado na figura 23 é um procedimento para que a CPU 110 do terminal portátil 100 execute de acordo com um programa de aplicação de reprodução de imagem estática armazenado na memória não volátil 111.
Mediante início da aplicação de reprodução de imagem estática, enquanto a tela de reprodução de imagem estática 220 é exibida, se uma posição opcional na imagem estática exibida for pressionada por muito tempo, a CPU 110 exibe o cursor mochi Cs, inicia o procedimento de processamento de entrada de operação RT4 e move para a etapa SP30.
Na etapa SP30, a CPU 110 determina se um dedo foi liberado ou não com base nos sinais de entrada provenientes do painel sensível ao toque 102B.
Se um resultado negativo for obtido na etapa SP30, isso significa que, depois do pressionamento longo, o dedo continua tocando.
Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP31, e determina se arraste na direção vertical foi realizado ou não com base nos sinais de entrada provenientes do painel sensível ao toque 102B.
Mediante obtenção de um resultado negativo na etapa SP31, a CPU 110 retoma novamente à etapa SP30. Inversamente, mediante obtenção de um resultado positivo na etapa SP31, a CPU 110 expande e encolhe na direção vertical o cursor mochi Cs exibido de acordo com o arraste na direção vertical e move para a etapa SP32.
Na etapa SP32, a CPU 110 determina se o ponto final do cursor mochi Cs exibido (isto é, o ponto final do arraste) está na região central 220B ou não.
Se um resultado positivo for obtido na etapa SP32, isso significa que o ponto final do cursor mochi Cs (isto é, o ponto final do arraste) está na região central 220B.
Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP33 e determina se a direção do arraste realizado nesse momento é na direção para cima ou não.
Se um resultado positivo for obtido na etapa SP33, isso significa que a direção do arraste realizado nesse momento é na direção para cima.
Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP34, aumenta a escala de aproximação da imagem estática (aproxima) de acordo com a posição do ponto final do arraste e retoma novamente à etapa SP30.
Inversamente, se um resultado negativo for obtido na etapa SP33, isso significa que a direção do arraste realizado nesse momento é na direção para baixo.
Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP35, diminui a escala de aproximação da imagem estática (afasta) e retoma novamente à etapa SP30.
Por outro lado, se um resultado negativo for obtido na etapa SP32, isso significa que o ponto final do cursor mochi Cs exibido (isto é, o ponto final do arraste) está fora da região central 220B.
Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP36 e determina se a direção do cursor mochi Cs exibido está orientada para cima ou não (isto é, se o ponto final do arraste está mais para cima do que o ponto inicial).
Se um resultado positivo for obtido na etapa SP36, isso significa que a direção do cursor mochi Cs está orientada para cima (isto é, o ponto final do arraste está mais para cima do que o ponto inicial).
Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP37 e aumenta a escala de aproximação da imagem estática (aproxima) em uma velocidade de ajuste de acordo com a direção (orientada para cima) e o comprimento do cursor mochi Cs exibido.
Inversamente, se um resultado negativo for obtido na etapa SP36, isso significa que a direção do cursor mochi Cs está orientada para baixo (isto é, o ponto final do arraste é inferior ao ponto inicial).
Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP38, diminui a escala de aproximação da imagem estática (afasta) em uma velocidade de ajuste de acordo com a direção (orientada para baixo) e o comprimento do cursor mochi Cs exibido e retoma novamente à etapa SP30.
Por outro lado, se um resultado positivo for obtido na etapa SP30, isso significa que o arraste terminou.
Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP39, termina os ajustes da escala de aproximação da imagem estática, deleta o cursor mochi Cs da tela e termina o procedimento de processamento de entrada de operação RT4.
Depois de um procedimento de processamento de entrada de operação RT4 como esse, a CPU 110 realiza ajustes da escala de aproximação, que é um parâmetro de imagem estática de acordo com as entradas de operação do cursor mochi Cs que acompanham o arraste. A seguir, os procedimentos de processamento da entrada de operação no caso de realização de ajustes no brilho e no croma na aplicação de reprodução de imagem estática serão descritos em relação ao fluxograma mostrado na figura 24.
Note que um procedimento de processamento de entrada de operação RT5 mostrado na figura 24 também é um procedimento para que a CPU 110 do terminal portátil 100 execute de acordo com um programa de aplicação de reprodução de imagem estática armazenado na memória não volátil 111.
Mediante puxamento e exibição da paleta de brilho - croma 221 sobre a tela de reprodução de imagem estática 220, a CPU 110 inicia o procedimento de processamento de entrada de operação RT5 e move para a etapa SP40. Na etapa SP40, a CPU 110 determina se há alguma operação de toque no painel sensível ao toque 102B ou não com base nos sinais de entrada provenientes do painel sensível ao toque 102B.
Na etapa SP40, a CPU 110 aguarda até que um resultado positivo seja obtido e, mediante obtenção de um resultado positivo, move para aetapaSP41.
Na etapa SP41, a CPU 110 determina se a operação de toque nesse momento é a primeira operação de toque ou não. Note que um primeiro toque é um toque em uma posição tocada primeiro em uma série de operações de toque quando um dedo tocar até ser liberado.
Mediante obtenção de um resultado negativo na etapa SP41, a CPU 110, nesse momento, retoma novamente à etapa SP40. Inversamente, mediante obtenção de um resultado positivo na etapa SP41, a CPU 110, nesse momento, move para a etapa SP42.
Na etapa SP42, a CPU 110 determina se a posição tocada primeiro está na região de ajuste do brilho 221L ou não.
Se um resultado positivo for obtido na etapa SP42, isso significa que a posição tocada primeiro está na região de ajuste do brilho 221L. Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP43.
Na etapa SP43, a CPU 110 exibe o cursor mochi Cs na posição tocada, define o alvo de ajuste em brilho e retoma novamente à etapa SP40.
Inversamente, se um resultado negativo for obtido na etapa SP42, isso significa que a posição tocada primeiro não está na região de ajuste do brilho 221L.
Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP44 e determina se a posição tocada primeiro está na região de ajuste do croma 22IR ou não.
Se um resultado negativo for obtido na etapa SP44, isso significa que a posição tocada primeiro não está na região de ajuste do brilho 221L ou na região de ajuste do croma 22IR. Nesse momento, a CPU 110 retoma novamente à etapa SP40.
Inversamente, se um resultado positivo for obtido na etapa SP44, isso significa que a posição tocada primeiro está na região de ajuste do croma 22IR. Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP45.
Na etapa SP45, a CPU 110 exibe o cursor mochi Cs na posição tocada, define o alvo de ajuste em croma e retoma novamente à etapa SP40.
Por outro lado, se um resultado negativo for obtido na etapa SP41, isso significa que a operação de toque nesse momento não é o primeiro toque.
Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP46 e determina se a operação de toque nesse momento é um arraste na direção vertical ou não.
Se um resultado negativo for obtido na etapa SP46, isso significa que a operação de toque nesse momento não é um primeiro toque nem um arraste. Nesse momento, a CPU 110 retoma novamente à etapa SP40.
Inversamente, se um resultado positivo for obtido na etapa SP46, isso significa que a operação de toque nesse momento é um arraste verticalmente orientado. Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP47.
Na etapa SP47, a CPU 110 determina se o alvo de ajuste já foi definido ou não.
Se um resultado negativo for obtido na etapa SP47, isso significa que o alvo de ajuste ainda não foi definido, isto é, que o arraste atualmente realizado é um arraste do toque realizado fora da região de ajuste do brilho 221L e da região de ajuste do croma 22IR. Nesse momento, a CPU 110 retoma novamente à etapa SP40.
Inversamente, se um resultado negativo for obtido na etapa SP47, isso significa que o alvo de ajuste foi definido, isto é, que o arraste atualmente realizado é um arraste do toque realizado na região de ajuste do brilho 221L ou na região de ajuste do croma 22IR.
Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP48 e determina se a direção do cursor mochi Cs exibido está orientada para cima ou não (isto é, se o ponto final do arraste está mais para cima que o ponto inicial).
Se um resultado negativo for obtido na etapa SP48, isso significa que a direção do cursor mochi Cs exibido está orientada para cima (isto é, o ponto final do arraste está mais para cima do que o ponto inicial).
Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP49, aumenta o valor do alvo de ajuste (brilho ou croma) em uma velocidade de ajuste de acordo com a direção (orientado para cima) e o comprimento do cursor mochi Cs exibido e retoma novamente à etapa SP40.
Inversamente, se um resultado negativo for obtido na etapa SP48, isso significa que a direção do cursor mochi Cs exibido está orientada para baixo (isto é, o ponto final do arraste é inferior ao ponto inicial).
Nesse momento, a CPU 110 move para a etapa SP50, diminui o valor do alvo de ajuste (brilho ou croma) em uma velocidade de ajuste de acordo com a direção (orientado para baixo) e o comprimento do cursor mochi Cs exibido e retoma novamente à etapa SP40.
Depois de um procedimento de processamento de entrada de operação RT5 como esse, a CPU 110 realiza ajustes de brilho ou de croma, que são parâmetros da imagem estática de acordo com as entradas de operação do cursor mochi Cs que acompanham o arraste. 2-5. Operações e Vantagens da Primeira Modalidade De acordo com as configurações expostas, em uma aplicação de reprodução de imagem estática, se uma posição opcional em uma imagem estática exibida for pressionada por muito tempo, o terminal portátil 100 exibe um cursor mochi Cs circular na posição pressionada por muito tempo.
Nesse momento, o terminal portátil 100 comuta a entrada de operação pelo arraste da rolagem da imagem estática para o ajuste da escala de aproximação, e define a região central 220B com a primeira posição pressionada por muito tempo (isto é, o ponto inicial de arraste) como o centro dessa na direção vertical.
Mediante arraste ser realizado na direção vertical, o terminal portátil 100 estica o cursor mochi Cs exibido dessa maneira na direção vertical.
Se o ponto final do cursor mochi Cs (ponto final do arraste) estiver na região central 220B, o terminal portátil 100 aumenta/diminui a escala de aproximação em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste.
Por outro lado, se o ponto final do cursor mochi Cs estiver fora da região central 220B, o terminal portátil 100 define a velocidade de ajuste da escala de aproximação (aumenta/diminui a velocidade) de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs (direção ponto inicial - ponto final de arraste e distância ponto inicial - ponto final) e continua a aumentar/diminuir a escala de aproximação na velocidade de ajuste definida.
Assim, o terminal portátil 100 comuta entre se aumenta/diminui a escala de aproximação em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste ou se define a velocidade de aumento/diminuição da escala de aproximação de acordo com o arraste e continua a aumentar/diminuir a escala de aproximação de acordo com a condição de o ponto final do arraste estar em uma faixa predeterminada em relação ao ponto inicial (na região central 220B) ou não.
Assim, se a escala de aproximação aumentar/diminuir em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, o terminal portátil 100 pode habilitar o usuário a definir prontamente a escala de aproximação. Também, se a "velocidade de ajuste da escala de aproximação for definida de acordo com o arraste e a escala de aproximação aumentar/diminuir continuamente, o terminal portátil 100 pode habilitar o usuário a ajustar a escala de aproximação sem limitar a faixa de ajuste da escala de aproximação para arrastar uma vez. O terminal portátil 100 pode habilitar um usuário a realizar tal comutação pela inserção ou remoção do ponto final do arraste em uma faixa predeterminada (região central 220), desse modo, habilitando a realização dessa no arraste, que é uma operação para ajustar a escala de aproximação.
Desta maneira, o terminal portátil 100 pode habilitar um usuário a ajustar prontamente a escala de aproximação sem limitar a faixa de ajuste da escala de aproximação para arrastar uma vez.
Também, quando o ponto final do arraste for na região central 220B, o terminal portátil 100 aumenta/diminui a escala de aproximação em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste e, quando o ponto final do arraste for fora da região central 220B, o aumento/diminuição da velocidade da escala de aproximação é definido e a escala de aproximação aumenta/diminui continuamente de acordo com o arraste.
Assim, quando o comprimento do cursor mochi Cs for pequeno, a escala de aproximação pode ser finamente ajustada e, quando o comprimento do cursor mochi Cs for grande, a escala de aproximação pode mudar amplamente de acordo com o que, o terminal portátil 100 pode habilitar o usuário a realizar operações intuitivamente.
De acordo com as configurações expostas, o terminal portátil 100 pode habilitar o usuário a definir prontamente valores sem limitar a faixa de ajuste da escala de aproximação para arrastar uma vez. Isto é, o terminal portátil 100 pode habilitar o usuário a definir prontamente a escala de aproximação em uma escala de aproximação desejada sem realizar arraste múltiplas vezes e também pode melhorar adicionalmente a operabilidade, se comparado com a tecnologia relacionada, ainda realizando entrada de operação por arraste. 3. Segunda Modalidade A seguir, uma segunda modalidade será descrita. De acordo com a segunda modalidade, uma aplicação que exibe um mapa (também chamada de aplicação de exibição de mapa) é instalada no terminal portátil 100 como uma aplicação correspondente à entrada de operação do cursor mochi Cs.
Note que a configuração de hardware do terminal portátil 100 e as operações básicas de entrada de operação do cursor mochi Cs são similares à primeira modalidade, então, a primeira modalidade deve ser referenciada. Portanto, apenas as entradas de operação do cursor mochi Cs na aplicação de exibição de mapa serão aqui descritas. 3-1. Exemplo de Entrada de Operação na Aplicação de Exibição de Mapa Em um estado em que ícones correspondentes à inicialização de uma aplicação de exibição de mapa são exibidos na tela sensível ao toque 102 e o usuário bateu em um ícone, a CPU 110 do terminal portátil 100 aceita a operação de toque como entrada de operação que inicia a aplicação de exibição de mapa. A CPU 110 lê e executa o programa para a aplicação de exibição de mapa da memória não volátil 111, desse modo, iniciando a aplicação de exibição de mapa. Mediante início da aplicação de exibição de mapa, a CPU 110 exibe a tela de mapa 230 mostrada na figura 25 na tela sensível ao toque 102. Note que a tela de mapa 230 é uma tela vertical, considera uso vertical e é exibida em uma tela cheia de uma tela sensível ao toque vertical 102. A tela de mapa 230 é dividida em duas partes, uma região central 230A constituída por uma região retangular com o centro da tela como o centro dessa e uma região do lado externo 23 0B constituída por uma região que circunda o lado externo da região central 230A. Os comprimentos vertical e horizontal da região central 230A são aproximadamente 80 % do comprimento dos comprimentos vertical e horizontal da tela, por exemplo. Um quadro Frl (figura 26A) que mostra a região central 230A é exibido na tela de mapa 230.
Também, a CPU 110 lê dados de informação de mapa de uma região geográfica opcional (por exemplo, uma região geográfica antecipadamente definida pelo usuário) a partir da memória não volátil 110 e exibe a imagem do mapa na tela de mapa 230 com base nos dados de informação de mapa. Note que pelo menos uma parte da imagem do mapa é exibida na tela de mapa 230.
Na tela de mapa 230, a rolagem da imagem do mapa pode ser controlada pelo arraste. Diga-se que arraste na direção superior direita da tela é realizado, da forma mostrada na figura 26A. Então, a CPU 110 determina se o ponto final do arraste é na região central 230A.
Agora, se o ponto final do arraste for na região central 23 0A, a CPU 110 define o modo de rolagem como modo de rolagem normal e controla a rolagem da imagem do mapa de acordo com a direção e o comprimento do arraste. Isto é, a CPU 110 realiza controle de rolagem geral pelo arraste.
Especificamente, a CPU 110 rola a imagem do mapa na mesma direção da direção do arraste em uma quantidade de acordo com o comprimento do arraste. Na figura 26A, a direção do arraste é a direção superior direita da tela de acordo com o que, a CPU 110 rola a imagem do mapa na direção superior direita da tela em uma quantidade equivalente à quantidade de acordo com o comprimento do arraste. Na figura 26A, o modo de rolagem é normal, e a rolagem da imagem do mapa é na mesma direção da direção do arraste na quantidade de acordo com o comprimento de arraste.
Também, diga-se que o arraste continua e o ponto final do arraste saiu da região central 230A (isto é, está na região do lado externo 230B), da forma mostrada na figura 26B. Na figura 26B, há transferência para modo de rolagem caramelo, cujos valores de controle da direção de rolagem e da velocidade de rolagem da imagem de mapa são de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi.
Então, a CPU 110 transfere o modo de rolagem para modo de rolagem mochi, deleta o quadro Frl da tela e exibe o cursor mochi Cs que estica do ponto inicial até o ponto final de arraste na tela. Note que o cursor mochi Cs é exibido até que o dedo seja liberado da tela sensível ao toque 102 e o arraste termine.
Mediante exibição do cursor mochi Cs, a CPU 110 controla a rolagem da imagem do mapa de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs. Especificamente, a CPU 110 define a mesma direção da direção do cursor mochi Cs exibido como a direção de rolagem da imagem do mapa. Adicionalmente, quanto maior for o comprimento do cursor mochi Cs nesse momento, maior é definido o valor da velocidade de rolagem.
Consequentemente, da forma mostrada na figura 26B, se o cursor mochi Cs for esticado em uma grande quantidade na direção superior direita pelo arraste na direção superior direita da tela, a imagem do mapa exibida na tela de mapa 230 é rolada na direção superior direita em uma alta velocidade.
Depois de tal arraste, se o dedo não for liberado da tela sensível ao toque 102 e não se mover, o cursor mochi Cs continua a ser exibido sem mudar a direção e o comprimento desse, e a velocidade de rolagem (valores da direção de rolagem e da velocidade de rolagem) nesse momento é mantida.
Adicionalmente, depois de tal arraste, diga-se que o dedo não é liberado e o arraste continua e, da forma mostrada na figura 26C, o ponto final do cursor mochi Cs (isto é, o ponto final do arraste) retoma para a região central 230A de fora da região central 230A. Na figura 26C, há a continuação do modo de rolagem caramelo, cujos valores de controle da direção de rolagem e da velocidade de rolagem da imagem de mapa são de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi.
Neste caso, a CPU 110 continua o modo de rolagem mochi e continua a controlar a velocidade de rolagem da imagem do mapa de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs. Isto é, uma vez transferido para o modo de rolagem mochi, a CPU 110 continua o modo de rolagem mochi até que o dedo seja liberado e o arraste tenha terminado, independente da posição do ponto final do arraste.
Subsequentemente, mediante o arraste ter terminado, a CPU 110 termina a rolagem da imagem do mapa e, mediante encolhimento do cursor mochi Cs esticado em um círculo, deleta o cursor mochi Cs da tela e exibe novamente o quadro Frl.
Assim, na aplicação de exibição de mapa, quando arraste for realizado, o modo de rolagem normal é usado até que o ponto final do arraste se mova para fora da região central 230A, e realiza controle de rolagem geral pelo arraste.
Por outro lado, na aplicação de exibição de mapa, se o ponto final do arraste se mover para fora da região central 230A, transição é feita para o modo de rolagem mochi e os valores da direção de rolagem e da velocidade de rolagem da imagem do mapa são controlados de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs.
Assim, na aplicação de exibição de mapa, o controle de rolagem geral pelo arraste pode ser transferido para o controle da velocidade de rolagem pelo cursor mochi Cs, pela habilitação de que o usuário realize uma operação simples, tal como mover o ponto final do arraste para fora da região central 230A.
Desta maneira, o usuário pode selecionar prontamente o controle de rolagem geral pelo arraste ou o controle de velocidade de rolagem pelo cursor mochi Cs, apenas pelo arraste. 4* Outras Modalidades 4-1. Outra Modalidade 1 Note que de acordo com a primeira modalidade supradescrita, em uma aplicação de reprodução de imagem em movimento, o controle da velocidade de reprodução do capítulo, a comutação entre capítulo e lista dos capítulos (comutação de camadas) e o controle da velocidade de ajuste do volume são realizados por entradas de operação do cursor mochi Cs. O controle da velocidade de reprodução de vários conteúdos, a comutação de camadas e o controla da velocidade de ajuste de vários parâmetros podem ser realizados por entradas de operação do cursor mochi Cs em aplicações diferentes dessa.
Por exemplo, em uma aplicação de reprodução de temas musicais, o controle da velocidade de reprodução do tema musical (trilha) pode ser realizado por entradas de operação do cursor mochi Cs.
Neste caso, por exemplo, mediante uma trilha ter sido selecionada a partir de uma lista de trilha, a CPU 110 exibe a informação relacionada à trilha (título da trilha, imagem da capa, etc.) na tela e reproduz normalmente a trilha.
Subsequentemente, mediante arraste na direção horizontal da tela ser realizado, a CPU 110 exibe um cursor mochi Cs em orientação horizontal de acordo com o arraste e define os valores de direção de reprodução e de velocidade de reprodução da trilha de acordo com a direção (esquerda ou direita) e o comprimento do cursor mochi Cs.
Também, nesse momento, se o ponto final do cursor mochi Cs entrar em uma região predeterminada provida nas bordas esquerda e direita da tela, o conteúdo de exibição na tela pode ser transferido para a lista de trilha de nível superior a partir da informação relacionada à trilha, e a camada pode ser comutada.
Assim, na aplicação de reprodução de temas musicais, similar à aplicação de reprodução de imagem em movimento, o controle da velocidade de reprodução da música (trilha) e a comutação da informação relacionada à trilha para uma lista de trilha de nível superior podem ser realizados.
Também de acordo com a primeira modalidade supradescrita, na aplicação de reprodução de temas musicais, a velocidade de rolagem da lista de trilha é controlada por entradas de operação do cursor mochi Cs. O controle da velocidade de rolagem de vários itens de exibição (imagens, texto, listas, etc.) pode ser realizado por entradas de operação do cursor mochi Cs em aplicações diferentes dessa. Por exemplo, a velocidade de rolagem de uma imagem de página pode ser controlada por entradas de operação do cursor mochi Cs usando um navegador da Internet.
Neste caso, se arraste for realizado na direção vertical da tela em um estado em que uma imagem de página é exibida em uma tela do navegador da Internet, a CPU 110 exibe um cursor mochi Cs em orientação vertical de acordo com o arraste aqui realizado. Então, a CPU 110 define os valores para a direção de rolagem e a velocidade de rolagem da imagem de página de acordo com a direção (para cima ou para baixo) e o comprimento do cursor mochi Cs.
Note que a direção de rolagem não é limitada a uma direção unidimensional (direção vertical ou direção horizontal), e a rolagem pode ser realizada em direções bidimensionais para itens de exibição, tais como mapas, fotografias, documentos ampliados e assim por diante, que expandem na íntegra dessa nas direções para cima/para baixo/esquerda/direita em relação à faixa exibida.
Agora, pode haver casos em que rolagem intermitentemente em certos incrementos pode ser mais fácil de confirmar visualmente do que o controle da velocidade de rolagem e da rolagem continuamente, dependendo do item de exibição. Por exemplo, no caso de rolagem de uma lista de miniaturas, rolagem intermitente de acordo com o que, uma miniatura é exibida e diversos segundos se passam antes de a miniatura ser rolada e a próxima miniatura ser exibida, melhora a confirmação visual de cada miniatura.
Neste caso, o valor da velocidade de rolagem não é definido, mas, em vez disso, o tempo de espera entre rolagem e rolagem deve ser definido de acordo com o comprimento do cursor mochi Cs.
Assim, a direção de rolagem e o tempo de espera de rolagem intermitente podem ser controlados com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs.
Note que, se realiza rolagem contínua ou se realiza rolagem intermitente pode ser definido pelo usuário, ou a CPU 110 pode definir isso automaticamente com base na informação de definição que é definida para cada item de exibição.
Agora, como outros exemplos em que rolagem intermitente é efetiva, por exemplo, há casos em que o item de exibição é um documento ou o item de exibição é um documento e um gráfico, por exemplo. No caso em que o item de exibição é um documento, rolagem intermitente pode ser realizada em incrementos de linhas, incrementos de frases ou incrementos de páginas que incluem uma sequência de caracteres buscada, por exemplo. Também, no caso em que o item de exibição é um documento e um gráfico, rolagem intermitente pode ser realizada em incrementos de páginas que incluem um gráfico, por exemplo.
Adicionalmente, não apenas em aplicações, mas também em um SO ou congêneres ou vários tipos de software, o controle das velocidades de rolagem de um item de exibição, da comutação de camadas, o controle de velocidades de ajuste de vários parâmetros e o controle do tempo de espera podem ser realizados por entradas de operação do cursor mochi Cs. Note que SO é uma abreviatura para sistema operacional.
Por exemplo, em um SO, a velocidade de rolagem de uma lista de pastas ou uma lista de arquivo pode ser controlada por entradas de operação do cursor mochi Cs. Também, camadas podem ser comutadas de arquivo para pasta. Adicionalmente, a velocidade de ajuste da resolução da tela pode ser controlada, por exemplo. Adicionalmente, o tempo de espera de uma apresentação de slides de imagens pode ser controlado, por exemplo. 4-2. Outra Modalidade 2 Também de acordo com a primeira modalidade supradescrita, se aumenta/diminui a escala de aproximação em uma quantidade equivalente à quantidade-de arraste de acordo com a condição de o ponto final do cursor mochi Cs estar na região central 220B ou não, ou se define a velocidade de ajuste da escala de aproximação de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs, é comutado.
Entretanto, independente da posição do ponto final do cursor mochi Cs, a velocidade de ajuste da escala de aproximação da imagem estática pode ser continuamente definida de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs, e a escala de aproximação aumenta/diminui continuamente na velocidade de ajuste definida.
Também de acordo com a modalidade supradescrita, o centro da tela de reprodução de imagem estática 220 é o centro da aproximação, mas sem limitações, e pode ser realizada definição em que, mediante uma posição opcional na imagem estática ser continuamente tocada por uma quantidade de tempo predeterminada (isto é, se pressionada por muito tempo), aqui, a posição é definida como o centro da aproximação.
Especificamente, diga-se que uma posição opcional na imagem estática é pressionada por muito tempo, da forma mostrada na figura 27A. Então, a CPU 110 exibe um cursor mochi Cs circular na posição da imagem estática que foi pressionada por muito tempo, com a posição aqui definida como o centro desse, e define a posição aqui definida como o centro da aproximação, da forma mostrada na figura 27B. Também, essa posição também se toma o ponto inicial do cursor mochi Cs. Na passagem da figura 27A para a figura 27B, há a definição do centro de aproximação, pressionando a posição por muito tempo como o centro de aproximação e exibindo o cursor mochi nessa posição.
Diga-se que, subsequentemente, arraste é realizado na direção vertical da tela sem liberar o dedo no pressionamento longo, da forma mostrada na figura 27C. A CPU 110 estica o cursor mochi Cs a partir do ponto inicial do cursor mochi na direção do arraste, de forma que o comprimento do cursor mochi Cs seja igual à distância do ponto inicial até o ponto final de arraste de acordo com o arraste aqui definido. Na passagem da figura 27B para a figura 27C, há o ajuste da escala de aproximação, e os valores de controle da direção de ajuste e da velocidade de ajuste da escala de aproximação são de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi. A CPU 110 controla a velocidade de ajuste da escala de aproximação (escala de ampliação/escala de redução) da imagem estática de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs nesse momento.
Também, sem limitações, se uma posição opcional na imagem estática for batida (tocada e liberada), a posição aqui definida pode ser definida como o centro da aproximação, da forma mostrada na figura 28A.
Especificamente, se uma posição opcional na imagem estática for batida, a CPU 110 exibe um cursor mochi Cs circular na posição batida, com a posição aqui definida como o centro desse, e define essa posição como o centro da aproximação. Também, essa posição se toma o ponto inicial do cursor mochi Cs.
Diga-se que, subsequentemente, o cursor mochi Cs circular é tocado e arraste é realizado na direção vertical da tela. A CPU 110 estica o cursor mochi Cs a partir do ponto inicial do cursor mochi na direção do arraste, de forma que o comprimento do cursor mochi Cs seja igual à distância do ponto inicial até o ponto final de arraste de acordo com o arraste aqui definido. A CPU 110 controla a velocidade de ajuste da escala de aproximação (escala de ampliação/escala de redução) da imagem estática de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs nesse momento.
Também, nesse caso, o cursor mochi Cs circular não é necessariamente tocado e, mesmo em um caso em que uma parte diferente do cursor mochi Cs for tocada e arrastada, a velocidade de ajuste da escala de aproximação pode ser controlada da mesma maneira que em um caso de toque e arraste. Na passagem da figura 28A para a figura 28B, há definição do centro de aproximação, cuja definição é a posição batida como o centro de aproximação, e exibição do cursor mochi nessa posição.
Diga-se que, em um estado em que um cursor mochi Cs circular é exibido, uma parte diferente do cursor mochi Cs é tocada e arrastada na direção vertical da tela, da forma mostrada nas figuras 28B e 28C. Nesse caso, a CPU 110 estica o cursor mochi Cs em uma direção paralela à direção de arraste a partir do ponto inicial do cursor mochi, de forma que o comprimento do cursor mochi Cs seja igual à distância do ponto inicial até o ponto final de arraste de acordo com o arraste aqui definido. Consequentemente, o cursor mochi Cs é esticado da mesma maneira que ocorre quando o cursor mochi Cs é tocado e arrastado. Na figura 28C, há o ajuste da escala de aproximação, cujos valores de controle da direção de ajuste e da velocidade de ajuste da escala de aproximação são de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi. A CPU 110 controla a velocidade de ajuste da escala de aproximação (escala de ampliação/escala de redução) da imagem estática de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs nesse momento. Consequentemente, a velocidade de ajuste da escala de aproximação se toma uma velocidade de ajuste similar a quando o cursor mochi Cs é tocado. Fazendo isso, a operabilidade pode ser melhorada, mesmo sem arraste depois do toque no cursor mochi Cs. Isso é vantajoso no caso em que a tela sensível ao toque 102 é pequena e o cursor mochi Cs exibido é pequeno.
Subsequentemente, mediante arraste ter terminado, a CPU 110 encolhe o cursor mochi Cs em um círculo e interrompe temporariamente o ajuste da escala de aproximação. Mediante batida ser novamente realizada, a CPU 110 deleta o cursor mochi Cs da tela, redefine o centro da aproximação e termina o ajuste da escala de aproximação.
Note que o cursor mochi Cs pode ser exibido não apenas com a batida, mas, também de acordo com batida dupla (batida duas vezes consecutivamente) e assim por diante ou outras várias operações. Também, não apenas isso, mas o cursor mochi Cs pode ser exibido em um momento em que a CPU 110 determinou que a posição de toque se move mais que um limite predeterminado e a operação de toque é uma operação de arraste. Também, o método de exibição de um cursor mochi Cs como esse pode ser modificado de acordo com a aplicação. 4-3. Outra Modalidade 3 Adicionalmente de acordo com a primeira modalidade supradescrita, por exemplo, na aplicação de reprodução de temas musicais, as duas camadas de informação da lista de trilha e da lista de álbum podem ser comutadas por entradas de operação do cursor mochi Cs. Não apenas isso, mas três ou mais camadas de informação podem ser comutadas por entradas de operação do cursor mochi Cs.
Agora, por exemplo, diga-se que o arquivo de tema musical é gerenciado com uma configuração hierárquica de três camadas, de um nome do artista como a camada mais superior, o título do álbum como a próxima camada inferior e o título da trilha como a camada mais inferior.
Neste caso, primeiro, a CPU 110 exibe a lista de trilha, que é informação da camada mais inferior, na tela de seleção de trilha 210, por exemplo. Agora, diga-se que o ponto final do cursor mochi Cs entrou na região da borda superior 210A ou na região da borda inferior 210C a partir da região central 210B pelo arraste na direção vertical da tela. Então, a CPU 110 transfere o conteúdo de exibição para a lista de álbum, que é informação de uma camada superior em relação à lista de trilha.
Diga-se que, subsequentemente, o arraste continua e o comprimento do cursor mochi Cs encolheu até o limite predeterminado ou menor. Então, a CPU 110 transfere o conteúdo de exibição para a lista de trilha, que é informação de uma camada inferior em relação à lista de álbum.
Inversamente, diga-se que, depois da comutação para a lista de álbum, o arraste continua e o ponto final do cursor mochi Cs entra novamente na região da borda superior 210A ou na região da borda inferior 210A depois de retomar temporariamente para a região central 210B. Então, a CPU 110 transfere o conteúdo de exibição da lista de álbum para a lista de artista, que é informação de uma camada superior em relação à lista de álbum.
Diga-se que o arraste continua e o comprimento do cursor mochi Cs encolheu até o limite predeterminado ou menor. Então, a CPU 110 transfere o conteúdo de exibição da lista de artista para a lista de álbum, que é informação de uma camada inferior em relação à lista de artista.
Também, no caso em que o arraste tiver terminado, a CPU 110 transfere o conteúdo de exibição para a lista de trilha, que é informação da camada mais inferior, independente do conteúdo de exibição atual.
Também, sem limitações, em várias aplicações, múltiplas camadas de informação podem ser sequencialmente comutadas de acordo com a entrada do ponto final do cursor mochi Cs em uma região predeterminada definida na tela.
Também, na primeira modalidade supradescrita, em uma aplicação de reprodução de imagem em movimento, a informação de camadas é comutada do capítulo para a lista dos capítulos, mas sem limitações, por exemplo, os capítulos podem ser comutados de um capítulo para o próximo capítulo.
Isto é, diga-se que o ponto final do cursor mochi Cs entrou na região da borda direita 200C da região central 200B pelo arraste na direção horizontal da tela. Então, a CPU 110 modifica o conteúdo de exibição para exibir o próximo capítulo depois do capítulo atualmente exibido.
Por outro lado, diga-se que o ponto final do cursor mochi Cs entrou na região da borda esquerda 200A a partir da região central 200B pelo arraste na direção horizontal da tela. A CPU 110 modifica o conteúdo de exibição para ser o capítulo que é um anterior ao capítulo atualmente exibido.
Subsequentemente, mediante o arraste ter terminado, a CPU 110 retoma a reprodução do capítulo exibido no momento desse para a reprodução normal.
Também, sem limitações, nas aplicações, a informação a ser exibida pode ser sequencialmente comutada de acordo com a entrada do ponto final do cursor mochi Cs em uma região predeterminada definida na tela.
Note que, aqui, a posição e o tamanho da região não devem ser restritos, mas, se uma aplicação de reprodução de imagem em movimento, a velocidade de reprodução do capítulo é controlada esticando o cursor mochi Cs na direção horizontal de acordo com o que, é desejável que a região seja uma parte de borda na esquerda e na direita posicionada em uma linha estendida do cursor mochi Cs esticado.
Também, em uma aplicação de reprodução de temas musicais, é desejável que a região seja uma parte de borda superior ou inferior, já que a lista rolagem é controlada esticando o cursor mochi Cs na direção vertical. 4-4. Outra Modalidade 4 Adicionalmente, na primeira modalidade supradescrita, a parte de borda superior da paleta de brilho - croma 221 exibida na borda inferior da tela de reprodução de imagem estática 220 é tocada e, mediante tapinha na direção superior da tela ser realizado, a paleta de brilho - croma 221 é puxada sobre a tela.
Sem limitações, um menu ou congêneres separado pode ser exibido na tela de reprodução de imagem estática 220 e, mediante a definição de brilho - croma ser selecionada a partir do menu, a paleta de .brilho - croma 221 pode ser exibida na tela. Também, a paleta de brilho - croma 221 pode ser exibida na tela a partir do início.
Também de acordo com a modalidade supradescrita, a paleta de brilho - croma 221 é exibida em uma posição e tamanho que toma a metade inferior de toda a tela.
Sem limitações, a paleta de brilho - croma 221 pode ser exibida em uma posição e tamanho que toma a metade inferior ou a metade superior da tela ou pode ser exibida em uma posição e tamanho que toma uma parte central que inclui uma linha central que divide a tela em duas partes iguais, acima e abaixo, por exemplo.
Também, nesse momento, se o ponto inicial de arraste estiver em uma posição não coberta pela paleta de brilho - croma 221, a imagem estática exibida na tela pode ser rolada de acordo com o arraste.
Neste caso, a CPU 110 controla a rolagem da imagem estática de acordo com a direção e o comprimento do arraste (ou tapinha) aqui definido.
Assim, processamento a ser executado pode mudar de acordo com a posição de arraste, tal como, se o ponto inicial do arraste estiver na paleta de brilho - croma 221, ajustes são feitos no brilho/croma e, se na imagem estática fora da paleta de brilho - croma 221, a imagem estática é rolada.
Também de acordo com a primeira modalidade supradescrita, a paleta de brilho - croma 221 constituída por uma região de ajuste do brilho 221L para ajustar o brilho e uma região de ajuste do croma 22IR para ajustar o croma é exibida.
Sem limitações, uma paleta de brilho (não mostrada) constituída por uma região de aumento do brilho para aumentar o brilho e uma região de diminuição de brilho para diminuir o brilho pode ser exibida, por exemplo.
Neste caso, mediante arraste ser realizado na direção vertical com a região de aumento do brilho como um ponto inicial, a CPU 110 exibe um cursor mochi Cs em orientação vertical, ainda aumentando o brilho com valores de velocidade de ajuste de acordo com o comprimento do cursor mochi Cs.
Também, mediante arraste ser realizado na direção vertical com a região de diminuição de brilho como um ponto inicial, a CPU 110 exibe um cursor mochi Cs em orientação vertical, ainda diminuindo o brilho com valores de velocidade de ajuste de acordo com o comprimento do cursor mochi Cs.
Adicionalmente, não limitando ao brilho ou ao croma, regiões correspondentes a vários parâmetros relacionados à qualidade da imagem, tais como iluminação, nitidez, e assim por diante, podem ser providas, e parâmetros que são ajustáveis pelo arraste podem ser modificados de acordo com qual for a região da primeira posição de toque. 4-5. Outra Modalidade 5 Também de acordo com as primeira e segunda modalidades supradescritas, a presente descrição é aplicável em um terminal portátil 100 com uma tela sensível ao toque 102 que serve como um dispositivo operacional.
Sem limitações, a presente descrição pode ser aplicável em dispositivos de processamento de informação com outros vários dispositivos operacionais, e pode ser aplicável nesses.
Especificamente, a presente descrição é aplicável em dispositivos de processamento de informação com um dispositivo operacional que pode ser arrastado, tais como um mouse, uma plataforma sensível ao toque com botões, um manete com botões, um manche analógico capaz de operações de pressionamento, uma câmera, e assim por diante.
No caso da realização de arraste com um mouse, a CPU 110 exibe um ponteiro que se moveu de acordo com o movimento de um mouse na tela, por exemplo. Subsequentemente, o usuário move o ponteiro até uma posição desejada e clica o botão no mouse, desse modo, especificando o ponto inicial de arraste. Agora, a CPU 110 exibe o cursor mochi Cs. Então, o usuário realiza arraste movendo o mouse com o botão clicado e movendo o ponto final do arraste (isto é, o ponto final do cursor mochi Cs).
Também, no caso de realização de arraste com uma plataforma sensível ao toque com botões, a CPU 110 exibe um ponteiro na tela que se move de acordo com uma operação de toque na plataforma sensível ao toque, por exemplo. Subsequentemente, o usuário move o ponteiro até uma posição desejada e pressiona um botão na plataforma sensível ao toque, desse modo, especificando o ponto inicial de arraste. Agora, a CPU 110 exibe o cursor mochi Cs. Então, o usuário realiza arraste movendo a posição de toque com o botão pressionado e movendo o ponto final do arraste (isto é, o ponto final do cursor mochi Cs).
Adicionalmente, no caso de realização de arraste com um manete com botões, a CPU 110 exibe um ponteiro na tela que se move de acordo com a inclinação do manete, por exemplo. Subsequentemente, o usuário move o ponteiro até uma posição desejada e pressiona um botão no manete, desse modo, especificando o ponto inicial de arraste. Agora, a CPU 110 exibe o cursor mochi Cs. Então, o usuário realiza arraste pela inclinação do manete com o botão pressionado e movendo o ponto final do arraste (isto é, o ponto final do cursor mochi Cs).
Adicionalmente, no caso de realização de arraste com um manche analógico, a CPU 110 exibe um ponteiro na tela que se move de acordo com a inclinação do manche analógico, por exemplo.
Subsequentemente, o usuário move o ponteiro até uma posição desejada e empurra o manche analógico, desse modo, especificando o ponto inicial de arraste. Agora, a CPU 110 exibe o cursor mochi Cs. Então, o usuário realiza arraste pela inclinação do manche analógico com o manche analógico empurrado e movendo o ponto final do arraste (isto é, o ponto final do cursor mochi Cs).
Adicionalmente, no caso de realização de arraste com uma câmera, a CPU 110 confirma o movimento de um dedo com base em uma imagem fotografada com a câmera, por exemplo, e exibe um ponteiro na tela que se move de acordo com o movimento do dedo aqui definido. Subsequentemente, o usuário move o ponteiro até uma posição desejada e realiza um gesto predeterminado (por exemplo, um gesto de desenho de um círculo com o dedo), desse modo, especificando o ponto inicial de arraste. Agora, a CPU 110 exibe o cursor mochi Çs. Então, o usuário realiza arraste movendo adicionalmente o dedo e movendo o ponto final do arraste (isto é, o ponto final do cursor mochi Cs).
Note que as operações supradescritas são exemplos, e é importante apenas ter uma operação que especifica o ponto inicial e o ponto final de arraste.
Também, se o dispositivo de processamento de informação tiver esses dispositivos operacionais diferentes de uma tela sensível ao toque 102, um dispositivo de operação e um dispositivo de exibição podem ser separadamente providos e, também, podem ser conectados em um dispositivo de exibição externo. 4-6. Outra Modalidade 6 Adicionalmente de acordo com a primeira modalidade supradescrita, um cursor mochi Cs é exibido de acordo com o arraste.
Agora, informação de processamento que mostra qual tipo de processamento é atualmente realizado de acordo com as entradas de operação do cursor mochi Cs pode ser exibida na tela juntamente com o cursor mochi Cs.
Por exemplo, quando a imagem em movimento for reproduzida em uma velocidade de reprodução opcional de acordo com a entrada de operação pelo cursor mochi Cs, a CPU 110 faz com que caracteres, tais como "avanço rápido" e "retrocesso" e assim por diante, que indicam a direção de reprodução nesse momento, sejam exibidos na tela. Também, caracteres que mostram diretamente os valores da direção de reprodução e da velocidade de reprodução, tais como "2,0 x" ou "-1,5 x", e formas implícitas, tais como "»" ou "«<", pode, ser exibidas.
Desse modo, o usuário pode confirmar prontamente qual tipo de processamento está sendo atualmente realizado de acordo com entradas de operação pelo cursor mochi Cs.
Também, se o valor da velocidade de reprodução alcançar um máximo valor, o cursor mochi Cs pode ser arranjado para não esticar adicionalmente. Também, nesse momento, o cursor mochi Cs pode ser exibido para brilhar ou a informação supradescrita que mostra os valores da direção de reprodução e da velocidade de reprodução ("2,0 x", "»", etc.) pode ser exibida para brilhar.
Isto é, de forma que o usuário possa entender que o valor da velocidade de reprodução alcançou o valor máximo, o cursor mochi Cs e o formato de exibição da informação que mostra o valor da velocidade de reprodução podem mudar. 4-7. Outra Modalidade 7 Adicionalmente de acordo com a primeira modalidade supradescrita, em uma aplicação de reprodução de temas musicais, mediante a CPU 110 realizar transferência para a lista de álbum, quando o comprimento do cursor mochi Cs estiver em um limite predeterminado ou menor, o conteúdo é retomado da lista de álbum para a lista de trilha.
Agora, essa operação pode ser aplicada em uma aplicação de reprodução de imagem em movimento. Isto é, em uma aplicação de reprodução de imagem em movimento, mediante a CPU 110 realizar transferência para a lista dos capítulos, quando o comprimento do cursor mochi Cs estiver em um limite predeterminado ou menor, o conteúdo é retomado da lista dos capítulos para o capítulo. 4-8. Outra Modalidade 8 Adicionalmente de acordo com a primeira modalidade supradescrita, os valores da direção de reprodução e da velocidade de reprodução da imagem em movimento são controlados de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs.
Sem limitações, a direção de reprodução pode ser fixa, e apenas o valor da velocidade de reprodução da imagem em movimento pode ser controlado de acordo apenas com o comprimento, independente da direção, do cursor mochi Cs.
Também, o valor da velocidade de reprodução da imagem em movimento pode ser fixo, e apenas o valor da velocidade de reprodução da imagem em movimento pode ser controlado de acordo apenas com a direção, independente do comprimento, do cursor mochi Cs.
Adicionalmente, a direção de rolagem da lista de trilha pode ser fixa, e apenas o valor da velocidade de rolagem da lista de trilha pode ser controlado de acordo apenas com o comprimento, independente da direção, do cursor mochi Cs.
Adicionalmente, o valor da velocidade de rolagem da lista de trilha pode ser fixo, e apenas a direção de rolagem da lista de trilha pode ser controlada de acordo apenas com a direção, independente do comprimento, do cursor mochi Cs.
Adicionalmente, o valor da velocidade de ajuste do volume pode ser fixo, e apenas a direção do ajuste do volume pode ser controlada de acordo apenas com a direção, independente do comprimento do cursor mochi Cs.
Também, sem limitações à reprodução de conteúdo, à comutação do conteúdo de exibição, à rolagem de lista e aos ajustes de parâmetro, vários outros processos podem ser executados com a entrada de operação pelo cursor mochi Cs. 4-9. Outra Modalidade 9 Adicionalmente de acordo com a primeira e a segunda modalidades supradescritas, uma tela sensível ao toque 102 constituída por um painel de cristal líquido 102A e um painel sensível ao toque tipo capacitância 102B é provida no terminal portátil 100.
Sem limitações, uma tela de cristal líquido com uma função de painel sensível ao toque incorporada pode ser provida, em vez da tela sensível ao toque 102, no terminal portátil 100.
Adicionalmente, considerando o painel de cristal líquido 102A, também, uma tela EL (tela eletroluminescente) ou congêneres, ou vários outros tipos de tela podem ser usados. 4-10. Outra Modalidade 10 Adicionalmente de acordo com a primeira e a segunda modalidades supradescritas, a forma do cursor mochi Cs tem uma forma que cresce mais larga voltada para o lado do ponto final C2 a partir do lado do ponto inicial Cl.
Sem limitações, contanto que a forma pelo menos ligue o ponto inicial e o ponto final de arraste, a forma do cursor mochi Cs pode ter várias formas diferentes dessa. Também, o tamanho do cursor mochi Cs pode ter vários tamanhos. 4-11. Outra Modalidade 11 Adicionalmente de acordo com a primeira modalidade supradescrita, para que o arraste aumente/dim-inua a escala de aproximação da imagem estática, se aumenta/diminui a escala de aproximação em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, ou se define o aumento/diminuição da velocidade da escala de aproximação em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste e continua-se a aumentar/diminuir a escala de aproximação, pode ser comutado.
Sem limitações, para que o arraste aumente/diminua vários outros parâmetros, se aumenta/diminui o parâmetro em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, ou se define o aumento/diminuição da velocidade do parâmetro de acordo com o arraste e continua-se a aumentar/diminuir o parâmetro, pode ser comutado.
Também, sem limitações, para que o arraste mude valores relacionados a vários outros processos, se muda os valores em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, ou se define a velocidade de mudança dos valores e continua-se a mudar os valores, pode ser comutado.
Por exemplo, para que o arraste mova a posição de reprodução do conteúdo (imagem em movimento, tema musical, etc.), se move a posição de reprodução na quantidade de arraste, ou se define a velocidade de movimento da posição de reprodução de acordo com o arraste e continua-se a mover a posição de reprodução, pode ser comutado.
Neste caso, em uma aplicação de reprodução de imagem em movimento, diga-se que uma imagem em movimento é exibida na tela sensível ao toque 102 no estado temporariamente interrompido. Mediante arraste na direção horizontal da tela ser realizado, a CPU 110 exibe um cursor mochi Cs de acordo com o arraste. Juntamente com isso, a CPU 110 define uma região central (não mostrada) constituída pelo ponto inicial de arraste como o centro na direção horizontal e um comprimento predeterminado na direção horizontal, e determina se há um ponto final do cursor mochi Cs (ponto final do arraste) na região central ou não.
Nesse momento, se o ponto final do cursor mochi Cs estiver na região central, a CPU 110 move a posição de reprodução da imagem em movimento em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste.
Especificamente, se a direção do arraste for a direção de orientação para a direita da tela, a CPU 110 move a posição de reprodução na direção de avanço de acordo com mudanças na posição do ponto final do arraste na direção horizontal (isto é, reprodução quadro a quadro de acordo com o arraste). Por outro lado, se a direção do arraste for a direção de orientação para a esquerda da tela, a CPU 110 move a posição de reprodução na direção reversa de acordo com mudanças na posição do ponto final do arraste na direção horizontal (isto é, retrocesso quadro a quadro de acordo com o arraste). Note que, nesse momento, a CPU 110 aumenta a quantidade de movimento da posição de reprodução à medida que o comprimento do arraste aumenta.
Também, se o ponto final do cursor mochi Cs estiver fora da região central, a CPU 110 define a velocidade de movimento da posição de reprodução da imagem em movimento (isto é, a velocidade de reprodução) de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs, e continua a mover a posição de reprodução na velocidade de movimento aqui definida.
Especificamente, se a direção do cursor mochi Cs estiver orientada para a direita, a CPU 110 define o sinal da velocidade de reprodução como + e a direção de reprodução como a direção de avanço. Por outro lado, se a direção do cursor mochi Cs exibido estiver orientada para a esquerda, a CPU 110 define o sinal da velocidade de reprodução como - e a direção de reprodução como a direção reversa. Adicionalmente, a CPU 110 define o valor da velocidade de reprodução em um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs aumenta.
Assim, dependendo se o ponto final do arraste estiver na região central ou não, a CPU 110 comuta entre se move a posição de reprodução em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste ou se define a velocidade de movimento da posição de reprodução (velocidade de reprodução) e de acordo com o arraste, continua a mover a posição de reprodução.
Também, por exemplo, a CPU 110 pode comutar, para arraste que move a posição de exibição de vários itens de exibição (imagens, texto, listas, etc.), entre se move a posição de exibição em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste ou se define a velocidade de movimento da posição de exibição de acordo com o arraste e continua a mover a posição de exibição.
Neste caso, por exemplo, diga-se que, em uma aplicação de reprodução de temas musicais, uma lista de trilha é exibida na tela sensível ao toque 102 em que títulos de tema musical são arranjados em uma coluna vertical.
Mediante arraste ser realizado na direção vertical da tela, a CPU 110 exibe um cursor mochi Cs de acordo com o arraste aqui definido. Juntamente com isso, a CPU 10 define uma região central (não mostrada) constituída pelo ponto inicial de arraste como o centro na direção vertical e um comprimento predeterminado na direção vertical, e determina se há um ponto final do cursor mochi Cs (ponto final do arraste) na região central ou não.
Nesse momento, se o ponto final do cursor mochi Cs estiver na região central, a CPU 110 move a posição de exibição do título na lista de trilha em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste (isto é, rola através da lista de trilha).
Especificamente, se a direção do arraste for a direção de orientação para cima da tela, a CPU 110 define a direção de movimento do título como a direção para baixo (a direção de rolagem é a direção para cima) e move a posição de exibição do título de acordo com as mudanças na posição do ponto final do arraste na direção vertical (rola através da lista de trilha). Por outro lado, se a direção do arraste for a direção de orientação para baixo da tela, a CPU 110 define a direção de movimento do título como a direção para baixo (a direção de rolagem é a direção para baixo) e move a posição de exibição do título de acordo com as mudanças na posição do ponto final do arraste na direção vertical (rola através da lista de trilha). Isto é, a CPU 110 realiza controle de rolagem geral de acordo com o arraste.
Também, se o ponto final do cursor mochi Cs estiver fora da região central, a CPU 110 define a velocidade de movimento da posição de exibição do título (isto é, velocidade de rolagem) de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs e continua a mover a posição de exibição do título (rola) na velocidade de movimento aqui definida.
Especificamente, se a direção do cursor mochi Cs estiver orientada para cima, a CPU 110 define o sinal da velocidade de rolagem da lista de trilha como + e a direção de rolagem como a direção para cima (isto é, o título está se movendo na direção para baixo). Por outro lado, se a direção do cursor mochi Cs estiver orientada para baixo, a CPU 110 define o sinal da velocidade de rolagem da lista de trilha como - e a direção de rolagem como a direção para baixo (isto é, o título está se movendo na direção para cima). Adicionalmente, a CPU 110 define o valor da velocidade de rolagem em um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs aumenta.
Assim, dependendo se o ponto final do arraste estiver na região central ou não, a CPU 110 comuta entre se move a posição de exibição em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste ou se define a velocidade de movimento da posição de exibição (velocidade de rolagem) e continua a mover a posição de exibição. 4-12. Outra Modalidade 12 Adicionalmente de acordo com a primeira modalidade supradescrita, o método para aumentar/diminuir a escala de aproximação da imagem estática de acordo com o arraste é comutado dependendo se o ponto fínal do arraste está na região em que o ponto inicial de arraste é definido como o centro na direção vertical (região central 220B) ou não.
Sem limitações, se, em uma faixa predeterminada a partir do ponto inicial de arraste, várias faixas puderem ser definidas, e o método para aumentar/diminuir a escala de aproximação da imagem estática de acordo com o arraste puder ser comutado dependendo se o ponto final do arraste está nas regiões, ou não.
Quando o ponto final do arraste estiver em uma faixa circular, que é uma distância predeterminada a partir do ponto inicial de arraste, a CPU 110 pode aumentar/diminuir a escala de aproximação na quantidade arrastada, por exemplo. Quando o ponto final do arraste for em uma faixa circular, que é uma distância predeterminada a partir do ponto inicial de arraste, a CPU 110 pode aumentar/diminuir a escala de aproximação em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste ou pode definir o aumento/diminuição da velocidade da escala de aproximação de acordo com o arraste e continuar a aumentar/diminuir a escala de aproximação.
Também, sem limitações, comutação pode ser realizada para outros métodos de aumento/diminuição da escala de aproximação da imagem estática de acordo com o arraste de acordo com a posição do ponto final em relação ao ponto inicial de arraste.
Por exemplo, o método de aumento/diminuição da escala de aproximação da imagem estática de acordo com o arraste pode ser comutado de acordo com a condição de a direção ponto inicial - ponto fmal de arraste ser na direção vertical da tela ou na direção horizontal da tela.
Neste caso, por exemplo, quando a direção ponto inicial - ponto final de arraste for na direção vertical da tela (isto é, a direção superior da tela ou a direção inferior da tela), a CPU 110 define o aumento/diminuição da velocidade da escala de aproximação de acordo com o arraste e continua a aumentar/diminuir a escala de aproximação com a maior/menor velocidade. Por outro lado, quando a direção ponto inicial - ponto final de arraste for na direção horizontal da tela (isto é, a direção direita da tela ou a direção esquerda da tela), a CPU 110 aumenta/diminui a escala de aproximação em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste. 4-13. Outra Modalidade 13 Adicionalmente de acordo com a primeira modalidade, quando uma posição opcional na imagem estática for pressionada por muito tempo, a região central 220B com a posição pressionada por muito tempo é definida como o centro na direção vertical, ao mesmo tempo em que um indicador de zoom Zi que indica a faixa da região central 220B é exibido.
Sem limitações, pode ser feito um arranjo em que o indicador de zoom Zi que indica a faixa da região central 220B não é exibido. 4-14. Outra Modalidade 14 Adicionalmente de acordo com a segunda modalidade supradescrita, na aplicação de exibição de mapa, se o ponto final do arraste se mover para fora da região central 23 0A, o modo é transferido para modo de rolagem mochi e a velocidade de rolagem da imagem do mapa é controlada com as entradas de operação do cursor mochi Cs.
Sem limitações, na aplicação de exibição de mapa, o modo pode ser continuamente definido no modo de rolagem mochi quando arraste for realizado, independente da posição do ponto final do arraste, e a velocidade de rolagem da imagem do mapa pode ser controlada com as entradas de operação do cursor mochi Cs.
Neste caso, mediante arraste ser realizado, a CPU 110 exibe o cursor mochi Cs de acordo com o arraste, da forma mostrada na figura 29.
Então, a CPU 110 define a mesma direção da direção do cursor mochi Cs exibido como a direção de rolagem da imagem do mapa, e define o valor da velocidade de rolagem em um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs aumenta.
Também, sem limitações, na aplicação de exibição de mapa, o modo de rolagem normal e o modo de rolagem mochi podem ser comutados de acordo com a condição de o ponto inicial de arraste ser na região predeterminada na tela ou não.
Neste caso, da forma mostrada na figura 30A, uma região central 23 0C constituída por uma região retangular de um tamanho que se estende ligeiramente além de um dedo é definida no centro da tela na tela de mapa 230, por exemplo. Mediante início da aplicação de exibição de mapa, a CPU 110 exibe a imagem do mapa na tela de mapa 230, ainda exibindo um quadro Fr2 que indica a região central 230C.
Mediante arraste ser realizado, a CPU 110 determina se o ponto inicial de arraste está na região central 230C da tela ou não.
Agora, da forma mostrada na figura 30B, se o ponto inicial de arraste estiver fora da região central 23 0C, a CPU 110 define o modo de rolagem como o modo de rolagem normal e deleta o quadro Fr2 da tela. Na figura 30B, o modo de rolagem é normal, cuja rolagem da imagem de mapa na direção oposta da direção de arraste na quantidade é de acordo com o comprimento de arraste.
Então, a CPU 110 controla a rolagem da imagem do mapa de acordo com a direção e o comprimento do arraste aqui definido. Especificamente, a CPU 110 rola a imagem do mapa em uma direção oposta à direção de arraste, em uma quantidade de acordo com o comprimento de arraste.
Por outro lado, da forma mostrada na figura 30C, se o ponto inicial de arraste for na região central 230C, a CPU 110 define o modo de rolagem como o modo de rolagem mochi. Nesse momento, a CPU 110 deleta o quadro Fr2 da tela, ainda exibindo na tela o cursor mochi Cs que estica do ponto inicial até o ponto final de arraste. Na figura 30C, o modo de rolagem é de caramelo, cujos valores de controle da direção de rolagem e da velocidade de rolagem da imagem de mapa são de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi.
Mediante exibição do cursor mochi Cs, a CPU 110 controla a rolagem da imagem do mapa de acordo com a direção e o comprimento do cursor mochi Cs.
Especificamente, a CPU 110 define a direção oposta à direção do cursor mochi Cs exibido como a direção de rolagem da imagem do mapa. Adicionalmente, o valor da velocidade de rolagem é definido em um valor maior à medida que o comprimento do cursor mochi Cs aumenta.
Mediante o arraste terminar, a CPU 110 termina a rolagem da imagem do mapa e, no caso em que o cursor mochi Cs foi exibido, deleta o cursor mochi Cs da tela e exibe novamente o quadro Fr2.
Assim, quando o ponto inicial de arraste estiver fora da região central 23 0C, a CPU 110 realiza controle de rolagem geral pelo arraste e, quando o ponto inicial de arraste estiver na região central 230C, realiza controle da velocidade de rolagem com o cursor mochi Cs.
Assim, pela habilitação de que o usuário realize a simples operação de mudar o ponto inicial de arraste, o terminal portátil 100 pode habilitar o usuário a selecionar prontamente o controle de rolagem geral pelo arraste ou o controle da velocidade de rolagem com o cursor mochi Cs. 4-15. Outra Modalidade 15 Adicionalmente de acordo com a primeira modalidade supradescrita, na aplicação de reprodução de temas musicais, a direção de rolagem da lista de trilha é na direção oposta à direção do cursor mochi Cs.
Sem limitações, na aplicação de reprodução de temas musicais, a direção de rolagem da lista de trilha pode ser definida como a mesma direção da direção do cursor mochi Cs.
Também, sem limitações, em outras aplicações, a direção de rolagem pode ser na mesma direção do cursor mochi Cs ou a direção de rolagem pode ser na direção oposta à direção do cursor mochi Cs. É importante definir se tem a direção de rolagem como a mesma direção do cursor mochi Cs ou como a direção oposta a essa para cada aplicação, conforme apropriado. 4-16. Outra Modalidade 16 Adicionalmente de acordo com a primeira e a segunda modalidades supradescritas, uma tela sensível ao toque 102, que serve como uma unidade operacional e unidade de exibição, e uma CPU 110, que serve como uma unidade de controle, são providas no terminal portátil 100, que serve como um dispositivo de processamento de informação. A presente descrição não é limitada a isso, e as unidades funcionais do terminal portátil 100 supradescrito (unidade operacional, unidade de controle, unidade de exibição) podem ser configuradas com outros vários tipos de hardware, contanto que esses tenham funções similares. 4-17. Outra Modalidade 17 Adicionalmente de acordo com a primeira e a segunda modalidades supradescritas, um programa para executar vários processos é gravado em uma memória não volátil 111 do terminal portátil 100.
Sem limitações, por exemplo, um espaço para mídia de armazenamento, tal como um cartão de memória, pode ser provido no terminal portátil 100, em que a CPU 110 lê e executa o programa a partir da mídia de armazenamento inserida no espaço. Também, a CPU 110 pode instalar o programa lido a partir da mídia de armazenamento na memória não volátil 111. Adicionalmente, a CPU 110 pode transferir o programa a partir de um dispositivo em uma rede, por meio de uma interface de rede 113, e instalar esse na memória não volátil 111. 4-18. Outra Modalidade 18 Adicionalmente, a presente descrição não deve ser limitada às supradescritas primeira e segunda modalidades e às outras modalidades. Isto é, o escopo aplicável da presente descrição se estende a uma modalidade de uma combinação de uma parte das primeira e segunda modalidades e das outras modalidades, ou de todas elas, ou a uma modalidade de uma parte extraída delas. A presente descrição contém assunto em questão relacionado àquele descrito no Pedido de Patente de Prioridade Japonês JP 2010-172894 depositado no Japan Patent Office em 30 de julho de 2010, cuja íntegra dos conteúdos é, pelo presente, incorporada pela referência.
Versados na técnica entendem que várias modificações, combinações, subcombinações e alterações podem ocorrer, dependendo das exigências de desenho e de outros fatores, no limite em que elas caem no escopo das reivindicações anexas ou dos equivalentes dessas.
Claims (11)
1. Dispositivo de processamento de informação, caracterizado pelo fato de que compreende: uma unidade operacional; e uma unidade de controle para comutar, quando for realizado arraste, que é uma operação para mudar um valor predeterminado por meio da unidade operacional, entre mudar o valor em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, e definir uma velocidade de mudança do valor de acordo com o arraste e continuar a mudar o valor na velocidade de mudança, de acordo com a posição de um ponto final em relação a um ponto inicial do arraste.
2. Dispositivo de processamento de informação de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a dita unidade de controle realiza comutação de maneira tal que, quando o ponto final do arraste estiver em uma faixa predeterminada em relação ao ponto inicial, o dito valor muda em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, e quando o ponto final do arraste estiver fora da faixa predeterminada, a velocidade de mudança do dito valor é definida de acordo com o arraste e o valor muda continuamente com a velocidade de mudança.
3. Dispositivo de processamento de informação de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que a dita unidade de controle realiza comutação de maneira tal que, mediante o dito arraste, que serve como uma operação para aumentar/diminuir um parâmetro predeterminado, ser realizado, quando o ponto final do arraste estiver em uma faixa predeterminada em relação ao ponto inicial, o parâmetro aumenta/diminui em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, e quando o ponto final do arraste estiver fora da faixa predeterminada, a velocidade crescente/decrescente do parâmetro é definido de acordo com o arraste e o parâmetro continua a aumentar/diminuir no aumento/diminuição da velocidade.
4. Dispositivo de processamento de informação de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que a dita unidade de controle realiza comutação de maneira tal que, mediante o dito arraste, que serve como uma operação para mover a posição de reprodução do conteúdo, ser realizado, quando o ponto final do arraste estiver em uma faixa predeterminada em relação ao ponto inicial, a posição de reprodução se move em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, e quando o ponto final do arraste estiver fora da faixa predeterminada, a velocidade de movimento da posição de reprodução é definida de acordo com o arraste e a posição de reprodução continua a se mover na velocidade de movimento.
5. Dispositivo de processamento de informação de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que a dita unidade de controle realiza comutação de maneira tal que, mediante arraste, que serve como uma operação para mover a posição de exibição de um item de exibição que é exibido na unidade de exibição, ser realizado, quando o ponto final do arraste estiver em uma faixa predeterminada em relação ao ponto inicial, a posição de exibição se move em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, e quando o ponto final do arraste estiver fora da faixa predeterminada, a velocidade de movimento da posição de exibição é definida de acordo com o arraste e a posição de exibição continua a se mover na velocidade de movimento.
6. Dispositivo de processamento de informação de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a dita unidade de controle efetua controle de maneira tal que, quando, após a mudança dos ditos valores em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, é feita comutação para definir a velocidade de mudança do dito valor de acordo com o arraste e continuar a mudar o dito valor na velocidade de mudança, o dito valor continuando a mudar na velocidade de mudança a partir do dito valor imediatamente precedente à comutação, e quando, após a definição da velocidade de mudança do dito valor de acordo com o arraste e o dito valor continuar a mudar com a velocidade de mudança, c feita comutação para mudar o dito valor em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, o dito valor mudando em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste a partir do dito valor imediatamente precedente à comutação.
7. Dispositivo de processamento de informação de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que a dita unidade de controle exibe em uma unidade de exibição um cursor que liga os ditos ponto inicial e ponto final de arraste de acordo com o dito arraste.
8. Dispositivo de processamento de informação de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que a dita unidade de controle exibe informação que indica a dita faixa predeterminada próxima do dito cursor na unidade de exibição.
9. Dispositivo de processamento de informação de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que a dita unidade de controle, no evento de definição da velocidade de mudança dos ditos valores de acordo com o dito arraste, faz com que a direção de uma parte de borda do cursor, que serve como o dito lado de ponto inicial de arraste, até a outra parte de borda do dito cursor, que serve como o dito ponto final do arraste, seja a direção do dito cursor, e define a velocidade de mudança do dito valor de acordo com a direção e o comprimento do cursor.
10. Método de processamento de informação, caracterizado pelo fato de que compreende: comutar, quando for realizado arraste, que é uma operação para mudar um valor predeterminado por meio de uma unidade operacional, entre mudar o valor em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, e definir uma velocidade de mudança do valor de acordo com o arraste e continuar a mudar o valor na velocidade de mudança, de acordo com a posição de um ponto final em relação a um ponto inicial do arraste.
11. Programa de processamento de informação, caracterizado pelo fato de que faz com que um dispositivo de processamento de informação execute: comutação, quando for realizado arraste, que é uma operação para mudar um valor predeterminado por meio de uma unidade operacional, entre mudar o valor em uma quantidade equivalente à quantidade de arraste, e definir uma velocidade de mudança do valor de acordo com o arraste e continuar a mudar o valor na velocidade de mudança,de acordo com a posição de um ponto final em relação a um ponto inicial do arraste.
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