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BRPI1107085A2 - composiÇço de borracha para pneu de motocicleta e pneu de motocicleta - Google Patents

composiÇço de borracha para pneu de motocicleta e pneu de motocicleta Download PDF

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Publication number
BRPI1107085A2
BRPI1107085A2 BRPI1107085-4A BRPI1107085A BRPI1107085A2 BR PI1107085 A2 BRPI1107085 A2 BR PI1107085A2 BR PI1107085 A BRPI1107085 A BR PI1107085A BR PI1107085 A2 BRPI1107085 A2 BR PI1107085A2
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
tire
tan
mpa
motorcycle
rubber composition
Prior art date
Application number
BRPI1107085-4A
Other languages
English (en)
Inventor
Tomoyuki Matsumura
Shinji Takayanagi
Yusuke Hayashi
Kiyotaka Sakai
Takashi Iwasa
Original Assignee
Honda Motor Co Ltd
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
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Publication date
Family has litigation
First worldwide family litigation filed litigation Critical https://patents.darts-ip.com/?family=46006165&utm_source=google_patent&utm_medium=platform_link&utm_campaign=public_patent_search&patent=BRPI1107085(A2) "Global patent litigation dataset” by Darts-ip is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Application filed by Honda Motor Co Ltd filed Critical Honda Motor Co Ltd
Publication of BRPI1107085A2 publication Critical patent/BRPI1107085A2/pt
Publication of BRPI1107085B1 publication Critical patent/BRPI1107085B1/pt

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    • YGENERAL TAGGING OF NEW TECHNOLOGICAL DEVELOPMENTS; GENERAL TAGGING OF CROSS-SECTIONAL TECHNOLOGIES SPANNING OVER SEVERAL SECTIONS OF THE IPC; TECHNICAL SUBJECTS COVERED BY FORMER USPC CROSS-REFERENCE ART COLLECTIONS [XRACs] AND DIGESTS
    • Y02TECHNOLOGIES OR APPLICATIONS FOR MITIGATION OR ADAPTATION AGAINST CLIMATE CHANGE
    • Y02TCLIMATE CHANGE MITIGATION TECHNOLOGIES RELATED TO TRANSPORTATION
    • Y02T10/00Road transport of goods or passengers
    • Y02T10/80Technologies aiming to reduce greenhouse gasses emissions common to all road transportation technologies
    • Y02T10/86Optimisation of rolling resistance, e.g. weight reduction 

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Abstract

COMPOSIÇçO DE BORRACHA PARA PNEU DE MOTOCICLETA E PNEU DE MOTOCICLETA. A presente invenção refere-se a uma composição de borracha para os pneus de motocicleta os quais tem uma baixa resistÊncia de rolamento, contribuem para o consumo de combustível reduzido, e fornecem uma boa sensação de rigidez no momento da curva, e prover um pneu de motocicleta. A composição de borracha para os pneus de motocicleta tem uma tangente de perda (tan <sym>) não menor do que 0,375 a o<198>C e um módulo complexo dinâmico (E<sym) não manior do que 40 MPa a o<198>C, com a tan <sym> e E* fornecendo um índice não menor do que 9,375 MPa^ -1^ como expresso pela fórmula: índice = 1000 x tan<sym>, uma tangente de perda (tan<sym> não menor do que 0,170 a 20<198>C e um módulo complexo dinâmico (E) não maior do que 18 MPa a 20<198>C, com a tan <sym> e E* fornecendo um índice não menor do que 9.444 MPa ^ -1^ como expresso pela fórmula: Índice = 1000 x tan <sym>, e uma tangente de perda (tan <sym> não maior do que 0,14 a 60<198>C e um módulo complexo dinâmico (E<sym>) não menor do que 8 MPa a 60<198>C.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "COMPOSI- ÇÃO DE BORRACHA PARA PNEU DE MOTOCICLETA E PNEU DE MO- TOCICLETA".
CAMPO DA TÉCNICA A presente invenção refere-se a uma composição de borracha
para pneu de motocicleta e um pneu de motocicleta. FUNDAMENTOS DA TÉCNICA
O recente interesse crescente em meio ambiente criou uma de- manda para o pneu que tenha uma baixa resistência ao rolamento para re- duzir o consumo de combustível. (Vide Literatura de patente 1, por exemplo). Muito foi estudado sobre a relação entre o desempenho do pneu e a compo- sição de borracha para pneus. É conhecido que a tangente de perda (tan δ) a 60°C refere-se intimamente à resistência de rolagem e a tangente de per- da (tan δ) a 0°C refere-se intimamente ao desempenho de frenagem. A Lite- ratura de Patente 1 descreve uma faixa específica de tan δ a 60°C e 0°C para uma composição de borracha para pneus de automóveis de quatro ro- das a qual está destinada não somente a reduzir a resistência de rolagem, mas também assegurar um desempenho no molhado e resistência ao des- gaste.
LISTA DE CITAÇÕES
LITERATURA DE PATENTE
[Literatura de Patente 1] JP-A Número H5-25327 SUMÁRIO DA INVENÇÃO PROBLEMA TÉCNICO Incidentalmente, o fato que uma motocicleta faz uma curva incli-
nando o seu corpo para gerar um empuxo de cambagem requer que o pneu de motocicleta tenha um desempenho de curva diferente daquele para os pneus de automóvel de quatro rodas. Em outras palavras, o pneu de motoci- cleta necessita uma rigidez alta o bastante para fazer curvas, e a rigidez é também necessária para um baixo consumo de combustível. Consequente- mente, tem existido uma necessidade de uma composição de borracha para os pneus de motocicleta a qual tenha uma baixa resistência ao rolamento, contribua para um consumo de combustível reduzido, e dê a boa sensação de rigidez no momento da curva.
A presente invenção foi completada em vista do acima. É um ob- jeto da presente invenção prover uma composição de borracha para os pneus de motocicleta a qual tem uma baixa resistência ao rolamento, contri- bui para um consumo de combustível reduzido, e dá a boa sensação de rigi- dez no momento da curva, e também provê um pneu de motocicleta para cumprir tais requisitos. SOLUÇÃO PARA O PROBLEMA A presente invenção para atingir o objeto acima está direcionada
para uma composição de borracha para pneus de motocicleta a qual tem uma tangente de perda (tan δ) não menor do que 0,375 a 0°C e um módulo complexo dinâmico (E*) não maior do que 40 MPa a 0°C, com a tan δ e E* fornecendo um índice não menor do que 9,375 MPa"1 como expresso pela fórmula (1) abaixo; uma tangente de perda (tan δ) não menor do que 0,170 a 20°C e um módulo complexo dinâmico (E*) não maior do que 18 MPa a 20°C, com a tan δ e E* fornecendo um índice não menor do que 9,444 MPa1 como expresso pela fórmula (1) abaixo; e uma tangente de perda (tan δ) não maior do que 0,14 a 60°C e um módulo complexo dinâmico (E*) não menor do que 8 MPa a 60°C.
índice= 1000xtan δ/Ε* ...(1)
A presente invenção provê pneus de motocicleta caracterizados por um desempenho de frenagem excelente em estradas tanto molhadas quanto secas e também pela boa sensação de rigidez no momento das cur- vas, os quais são capazes de economizar combustível.
A composição de borracha para pneus de motocicleta acima mencionada pode ser composta de um componente de polímero e sílica de superfície tratada.
Neste caso, tal composição de borracha é adequada para pneus de motocicleta caracterizados por um desempenho de frenagem excelente em estradas tanto molhadas quanto secas e também pela boa sensação de rigidez no momento das curvas, e também por baixo consumo de combustí- vel, e é fabricado. 0 componente de polímero abrange todos os componen- tes de borracha que constituem a composição de borracha para o pneu. Esta inclui a borracha e a borracha sintética, por exemplo, a borracha natural e a borracha de dieno (tal como a borracha de butadieno e a borracha de estire- no-butadieno). A composição de borracha deve de preferência conter pelo menos uma borracha de dieno, mais de preferência um polímero de terminal modificado altamente miscível com tal carga como a sílica.
A presente invenção está também direcionada a um pneu de motocicleta o qual tem uma banda de rodagem, ombros, e paredes laterais, com as duas primeiras formando a parte que toca o solo pela qual o pneu toca o solo, em que pelo menos a parte que toca o solo é formada da com- posição de borracha para pneus de motocicleta como definido em qualquer uma das Reivindicações 1 a 3.
O pneu de motocicleta de acordo com a presente invenção tem a parte que toca o solo a qual é inteiramente formada da composição de bor- racha adequada para um bom desempenho de frenagem e de curva assim como um baixo consumo de combustível, portanto este exibe um desempe- nho de corrida excelente no momento de tanto avançar quanto virar e este também economiza consumo de energia. O pneu de motocicleta acima mencionado pode ser modificado
de modo que a parte que toca o solo como um todo tome uma forma redon- da. O pneu de motocicleta modificado dá uma boa sensação de rigidez no momento da curva porque a sua parte que toca o solo como um todo assu- me uma forma redonda e está formada da composição de borracha de acor- do com a presente invenção.
O pneu de motocicleta acima mencionado pode ser modificado de modo que a parte que toca o solo e as paredes laterais são formadas da composição de borracha para pneus de motocicleta como definida em qual- quer uma das Reivindicações 1 a 3. Neste caso, este tem a banda de roda- gem, ombros, e paredes laterais formadas inteiramente de um único materi- al, e isto é desejável para uma produção em massa com um número limitado de etapas. Além disso, o pneu de motocicleta acima mencionado pode ser um pneu de inclinação. O pneu de inclinação exibe um excelente desempe- nho de frenagem e de curva com baixo consumo de energia e permite uma redução de custo.
EFEITOS VANTAJOSOS DA INVENÇÃO
A presente invenção provê um pneu de motocicleta o qual exibe um excelente desempenho de frenagem e de curva sobre estradas molha- das e secas e o qual economiza consumo de combustível.
Um pneu de motocicleta o qual exibe um excelente desempenho de frenagem e de curva sobre estradas molhadas e secas e o qual economi- za consumo de combustível por conta do material bruto utilizado o qual é composto de um polímero e uma sílica de superfície tratada pode ser facil- mente fabricado.
Este também provê um pneu de motocicleta o qual exibe um ex- celente desempenho de corrida no momento de avançar e virar devido à sua estrutura que consiste em uma banda de rodagem, ombros, e paredes late- rais, com as duas primeiras constituindo a parte que toca o solo a qual é formada inteiramente de uma composição de borracha adequada para um consumo de combustível e que exibe um excelente desempenho de frena- gem e de curva.
Um pneu de motocicleta exibe um excelente desempenho de curva por conta de sua parte que toca o solo a qual assume uma forma re- donda como um todo e a qual é formada da composição de borracha da pre- sente invenção. Este também provê um pneu de motocicleta o qual permite que a banda de rodagem, os ombros e as paredes laterais sejam formados inteiramente de um único material em um modo adequado para produção em massa com um número limitado de etapas.
Este também provê um pneu de motocicleta do tipo de inclina- ção o qual exibe um excelente desempenho de frenagem e de curva e eco- nomiza consumo de combustível e contribui para uma redução de custo. BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Figura 1 é uma vista em corte que mostra o pneu relacionado com a modalidade da presente invenção.
Figura 2 é um diagrama que mostra as propriedades caracterís- ticas do pneu relacionado com o exemplo.
Figura 3 é um diagrama que mostra as propriedades caracterís- ticas do pneu relacionado com o exemplo.
Figura 4 é um diagrama que mostra as propriedades caracterís- ticas do pneu relacionado com o exemplo.
Figura 5 é um diagrama que mostra as propriedades caracterís- ticas do pneu relacionado com o exemplo. DESCRIÇÃO DE MODALIDADES
O exemplo da presente invenção será abaixo descrito com refe- rência aos desenhos.
A figura 1 é uma vista em corte que mostra o pneu 1 relacionado com um exemplo da presente invenção. O pneu 1 ilustrado é um para ser montado em uma motocicleta.
O pneu 1 consiste em um par do par de extremidades enroladas 3a, cada um tendo um núcleo de extremidade enrolada 2 embutido no mes- mo, um par das paredes laterais 4, cada uma estendendo da extremidade enrolada 3 para fora na direção radial do pneu, e a banda de rodagem 5 es- tendendo de uma para a outra das duas paredes laterais 4 e 4. Entre a ban- da de rodagem 5 e a parede lateral 4 está o ombro 6 que projeta ligeiramen- te para fora.
O pneu 1 tem a carcaça 8 a qual consiste de cordões têxteis de alto módulo emborrachados e similares (como um reforço) dispostos parale- Ios a um ângulo de 65 a 90° com relação ao plano equatorial (CL) do pneu. A carcaça 8 está dobrada para fora ao redor do núcleo de extremidade enro- lada 2 (o qual é, por exemplo, um corpo circular não extensível) e o vértice de extremidade enrolada 7 disposto no topo do outro. O pneu 1 é do tipo de inclinação e não tem nenhuma cinta estendendo na sua direção circunferen- ciai.
O pneu 1 tem a parte que toca o solo S a qual é composta da banda de rodagem 5 (que contém o plano equatorial (CL) do pneu na região central 9) e os ombros 6, cada um estando nos limites entre a banda de ro- dagem 5 e a parede lateral 4. O pneu 1 montado em uma motocicleta com- porta-se diferentemente dependendo do modo de corrida. Durante a corrida reta, este toca o solo principalmente pela banda de rodagem 5, com a sua região central 9 permanecendo no centro. Durante as curvas, este toca o solo principalmente no final da banda de rodagem 5 e do ombro 6. Esta é a razão pela qual a parte que toca o solo S como um todo toma uma forma redonda.
O pneu 1 de acordo com a presente invenção se destaca em desempenho de frenagem e de curva e economiza consumo de energia, como posteriormente mencionado. É conhecido que qualquer pneu econo- miza consumo de energia se este tiver uma baixa resistência de rolamento. Os presentes inventores estudaram a resistência de rolamento em termos de índice de RRC. Eles também estudaram o desempenho de frenagem em estradas secas e molhadas e ainda estudaram o desempenho de curva.
O pneu 1 afeta variavelmente o consumo de combustível assim como o desempenho de frenagem dependendo do módulo elástico de sua parte que toca o solo S, como acima mencionado. A tangente de perda a 0°C, 20°, e 60° será abreviada como tan δ (O0C), tan δ (20°C) e tan δ (60°C), respectivamente, daqui em diante. Isto é, o pneu 1 se destaca em desempe- nho de frenagem em estradas molhadas se a parte que toca o solo S tiver uma grande tan δ (0°C). Do mesmo modo, o pneu 1 se destaca em desem- penho de frenagem em estradas secas se a parte que toca o solo S tiver uma grande tan δ (20°C). No entanto, o pneu 1 montado em uma motocicleta em um teste real foi ocasionalmente considerado insatisfatório na sensação de rigidez no momento de curva apesar deste ter valores adequados de tan- gente de perda (tan δ) a 0°C, 20°C, e 60°C.
Mais ainda, os presentes inventores descobriram que o módulo complexo dinâmico E* do plano que toca o solo refere intimamente com o desempenho de curva do pneu. Eles descobriram que o pneu exibe um me- lhor desempenho de curva e fornece uma forte sensação de rigidez no mo- mento da curva conforme o plano que toca o solo do pneu aumenta em mó- dulo complexo dinâmico Ε* especialmente a 60°C. (O módulo complexo di- nâmico E* a 0°C, 20°C, e 60°C será abreviado como E* (O0C)1 E* (20°C), e E* (60°C), respectivamente, daqui em diante). Além disso, os presentes in- ventores também descobriram que os índices calculados da tan δ e do E* do plano que toca o solo refere intimamente ao desenho de frenagem. Esta descoberta levou a uma idéia de que o pneu 1 que se destaca em desempe- nho de frenagem e de curva e economiza consumo de combustível é reali- zado se este for formado de uma composição de borracha que tem valores adequados de tan δ e E*. De acordo com a presente invenção, a composição de borracha
para o pneu 1 tem um valor de tan δ (O0C) não menor do que 0,375 e um valor de E* (O0C) não maior do que 40 MPa, com estes valores fornecendo um índice não menor do que 9,375 MPa1 como expresso pela fórmula (1) abaixo; um valor de tan δ (20°C) não menor do que 0,170 e um valor de E* (20°C) não maior do que 18 MPa, com estes valores fornecendo um índice não menor do que 9,444 MPa"1 como expresso pela fórmula (1) abaixo; e um valor de tan δ (60°C) não maior do que 0,14 e um valor de E* (60°C) não menor do que 8 MPa,
índice== 1000 χ tan δ/Ε* ...(1)
O índice expresso pela fórmula (1) acima se torna maior confor-
me E* diminui e tan δ aumenta. Baixos valores de E* implicam que a parte que toca o solo S agarra firmemente a superfície da estrada. Em contraste, altos valores de tan δ implicam que a parte que toca o solo S que adere à estrada experimenta uma grande perda de energia no momento de frena- gem. Os valores medidos a 0°C sugerem quão fraca a parte que toca o solo é no desempenho de agarramento. Com base nestas descobertas, os pre- sentes inventores descobriram que o pneu se destaca em desempenho de frenagem em uma estrada molhada se a composição de borracha tiver uma tan δ (0oC) não menor do que 0,375 e E* (0oC) não maior do que 40 MPa, com a tan δ (O0C) e o Ε* (0oC) fornecendo um índice não menor do que 9,375 MPa"1 calculado da fórmula (1) acima.
Também, o índice calculado de tan δ (20°C) e E* (20°C) de a- cordo com a fórmula (1) acima sugere quão boa a parte que toca o solo S é no desempenho de agarramento. Com base nestas descobertas, os presen- tes inventores descobriram que o pneu se destaca em desempenho de fre- nagem em uma estrada seca se a composição de borracha tiver uma tan δ (20°C) não menor do que 0,170 e E* (20°C) não maior do que 18 MPa, com a tan δ (20°C) e o E* (20°C) fornecendo um índice não menor do que 9,444 MPa"1 calculado da fórmula (1) acima.
Além disso, o índice de RRC refere à tangente de perda (tan δ) como um índice que representa o módulo elástico do plano que toca o solo. É conhecido que o índice de RRC diminui de acordo conforme tan δ (60°C) diminui. Neste aspecto, os presentes inventores descobriram que o pneu realiza um baixo consumo de combustível se a composição de borracha tiver uma tan δ (60°C) não maior do que 0,14 e que o pneu se destaca em bom desempenho de curva em altas velocidades se a composição de borracha tiver um E* (60°C) não menor do que 8 MPa.
O pneu 1 tem a banda de rodagem 5, os ombros 6, e as paredes laterais 4 e 4, com a banda de rodagem 5 e os ombros 6 constituindo a parte que toca o solo S que agarra a estrada. Pelo menos a parte que toca o solo S é formada inteiramente da composição de borracha que pertence à pre- sente invenção, de modo que esta contribui para as boas propriedades ca- racterísticas do pneu que incluem um baixo consumo de combustível, de- sempenho de frenagem, e desempenho de curva. Assim o pneu de motoci- cleta de acordo com a presente invenção exibe um bom desempenho de corrida durante tanto a corrida reta quanto as curvas. As paredes laterais 4 e 4, juntas com a parte que toca o solo S podem também ser formadas da composição de borracha que pertence à presente invenção. Neste caso o pneu 1 é assim integralmente formado após a extremidade da carcaça 8 ter sido dobrada ao redor do núcleo de extremidade enrolada 2 e do vértice de extremidade enrolada 7. Isto é adequado para a produção em massa com um número limitado de etapas.
A parte que toca o solo S como um todo assume uma forma re- donda, e esta pode ser formada da composição de borracha que pertence à presente invenção de modo que este dê uma boa sensação de rigidez no momento da curva. Como o pneu 1 é um pneu de inclinação que não tem cintas de aço, a sua parte que toca o solo S é fortemente afetada pelas pro- priedades características da composição de borracha para esta. O pneu 1 se destaca em desempenho de frenagem e de curva e economiza consumo de combustível porque a sua parte que toca o solo S está formada da composi- ção de borracha que pertence à presente invenção.
O acima ilustra a presente invenção meramente por meio de su- as modalidades típicas, e a presente invenção pode ser variadamente modi- ficada ou mudada dentro de seu escopo pela combinação das estruturas acima mencionadas ou pelo emprego da estrutura de pneu convencional. EXEMPLOS
A presente invenção será abaixo descrita em mais detalhes com referência a Exemplos, os quais não devem ser considerados como restrin- gindo o seu escopo.
Os Exemplos 1 a 4 os Exemplos Comparativos 1 a 3 abaixo for- necidos demonstram várias amostras e sua avaliação.
A Tabela 1 abaixo mostra as especificações das amostras, os resultados de medição das propriedades físicas, e a avaliação dos resulta- dos. Incidentalmente, os símbolos A até G na Tabela 1 correspondem àque- es pontos levantados nas figuras posteriormente fornecidas._
Exemplos Comparativos Exemplos 1(A) 2(B) 3(C) 1(D) 2(E) 3(F) 4(G) Ti Borracha natural *1 100 60 20 60 3 SBFT2 137,5 ω Ό S-SBFT3 40 40 OX o S-SBRM 85 85 65 XS 0) BR*5 15 15 15 (D CO Negro de fumo *6 100 70 50 50 (!) 3 Sílica N0 1 *7 60 80 ~σ CD Vt Sílica N0 2*8 65 o Agente de acoplamento de silano *9 4,8 6,4 Zinco branco *10 3 3 3 3 3 3 3 Ácido esteárico 1 1 1 1 1 1 1 Óleo aromático 32,5 30 Óleo naftalênico 20 Resistor de idade N0 1 *11 3,5 3,5 3,5 3,5 3,5 3,5 3,5 Resistor de idade N0 2*12 2 2 2 2 2 2 2 Cera *13 2 2 2 2 2 2 2 Sal de zinco de ácido gla- xo *14 3 3 3 Enxofre 2 1,7 1,7 1,7 1,7 1,7 1,7 Aceieradorde vulcaniza- ção N0.1 *15 1,5 2,2 2,2 2,2 Acelerador de vulcaniza- ção N0. 2 *16 1 1 15 Acelerador de vulcaniza- ção N0. 3 *17 0,75 0,75 0,75 Propriedades Físicas dos materiais tan δ (O0C) 0,280 0,180 0,509 0,568 0,520 0,375 0,484 tan δ (20°C) 0,224 0,140 0,182 0,197 0,180 0,170 0,173 tan δ (60°C) 0,251 0,198 0,142 0,090 0,082 0,126 0,135 E*(0°C) MPa 52,01 26,78 35,46 35,15 28,92 35,16 39,55 E*(20°C) MPa 27,50 14,98 14,55 15,00 12,79 17,33 16,23 E*(60°C) MPa 8,17 7,12 7,37 8,50 8,55 8,39 8,22 índice [MPa"1] Para molhado 5,38 6,72 14,35 16,16 17,98 10,67 12,24 índice [MPa"1] Para seco 8,15 9,35 12,51 13,13 14,07 9,81 10,66 Performance de pneu (índice) Frenagem em estrada molhada 3,75 3,75 4,25 4,5 4,5 4 4,25 Frenagem em estrada seca 3,75 4 4,25 4,5 4,5 4 4,25 Curva em altas velocidades 4 3,5 3,75 4,25 4,25 4,25 4 RRC índice 100 90 84 67 65 73 78
*1 SIR (Standard Indonesian Rubber) *2 Nippon Zeon Co.,Ltd. "Nipol® 1712" *3 Nippon Zeon Co.,Ltd. "Nipol® NS116" *4 Nippon Zeon Co.,Ltd. "Nipol® NS616" *5 Nippon Zeon Co.,Ltd. "Nipol® BR1220" *6 Tokai Carbon Co.,Ltd. "Seast KH" *7 Rhodia Corp. "Zeosil® 115GR" *8 PPG Industries "Agilon 400G-D *9 Evonic-Degussa "Si-75" *10 Três tipos de óxido de zinco *11 Ouchi Shinko Chemical Industrial Co., Ltd. "Nocrac6C" *12 Ouchi Shinko Chemical Industrial Co., Ltd. "Nocrac 224" *13 Cera microcristalina
*14 Struktol Company of America "Struktol® EF44" *15 Ouchi Shinko Chemical Industrial Co., Ltd. "Nocceler CZ-G" *16 Ouchi Shinko Chemical Industrial Co., Ltd. "Nocceler NS-P" *17 Ouchi Shinko Chemical Industrial Co., Ltd. "Nocceler D"
O índice para MOLHADO e o índice para SECO mostrados na Tabela 1 são aqueles obtidos da fórmula (1) acima. O primeiro é aquele ob- tido de tan δ e E* medidos a 0°C, e o último é aquele obtido de tan δ e E* medidos a 20°C. Estes índices estão expresso na unidade de MPa"1, e a u- nidade de E* é MPa.
Os pneus nos Exemplos e nos Exemplos Comparativos são pneus de motocicleta que têm um tamanho de pneu de 90/90-18. Estes es- tão providos com uma carcaça radialmente disposta que consiste em duas lonas formadas de extremidades enroladas de nylon emborrachados. A sua estrutura está mostrada na figura 1. TESTES SOBRE PROPRIEDADES VISCOELÁSTICAS
A tangente de perda e tan δ e módulo complexo dinâmico E* fo- ram medidos sob as seguintes condições.
Aparelho de medição: "Eplexer 500N", aparelho para medir pro- priedades viscoleásticas feito pela GABO Company.
Condição de medição: Modo de compressão -80°C a 30°C ... tensão estática: 3,0%, tensão dinâmica: 0,1% 30°C a 70°C ... tensão estática: 3,0%, tensão dinâmica: 0,1%
Forma de espécime: φ 6 χ 6 mm Freqüência: 10 Hz
TESTE DE FRENAGEM NO MOLHADO E TESTE DE FRENAGEM NO SE- CO
Cada um dos pneus em conformidade com as especificações
mostradas nos Exemplos 1 a 4 e nos Exemplos Comparativos 1 a 3 foi mon- tado em um aro normal. Então este foi cheio com ar até que uma pressão interna prescrita fosse atingida. As rodas resultantes foram montadas em uma motocicleta de pequeno tamanho comercial com uma capacidade de cilindro de 150 cc (Este motociclo será referido como um veículo de teste daqui em diante).
O veículo de teste foi examinado quanto ao desempenho de fre-
nagem correndo sobre uma estrada apropriadamente condicionada. O de- sempenho de frenagem foi classificado em termos de aceleração (G) expe- rimentada pela roda de teste a qual sofre uma súbita frenagem em uma ve- locidade prescrita na faixa em que a roda de teste não trava. O resultado da classificação foi expresso na base de 5 pontos. O teste de frenagem MO- LHADO ou SECO foi executado em uma estrada molhada ou seca, respecti- vamente.
TESTE DE CURVA EM ALTA VELOCIDADE
A roda de teste foi examinada para um desempenho de curva em alta velocidade virando a uma velocidade de 100 km/h ao longo de um círculo. A qualidade de direção foi classificada na base de 5 pontos de acor- do com a avaliação sensorial por pilotos de teste. MEDIÇÃO DE ÍNDICE DE RRC
O pneu em conformidade com a especificação acima menciona- da foi examinado quanto ao coeficiente de resistência de rolagem (RRC) correndo a uma velocidade de 60 km/h sobre um testador de resistência de tambor de 1,7 metros. O resultado está mostrado na Tabela 1 em termos do índice de RRC o qual é um valor relativo comparado com 100 no Exemplo Comparativo 1. VALORES ALVO
Os valores alvo foram estabelecidos para o desempenho de pneu mostrado na Tabela 1. Isto é, estes são 4,00 e acima para o teste de frenagem em estrada molhada, 4,00 e acima para o teste de frenagem em estrada seca, 4,00 e acima para o teste de curva em alta velocidade, e 80 ou abaixo para o índice de RRC.
RELAÇÃO ENTRE AS PROPRIEDADES DE MATERIAL E O DESEMPE- NHO DE PNEU Os diagramas nas figuras 2 a 5 mostram a relação entre as pro- priedades do material (tan δ, E*, índice de propriedade MOLHADO, e índice de propriedade SECO) e o desempenho do pneu (desempenho de frenagem no MOLHADO, desempenho de frenagem no SECO, desempenho de curva em alta velocidade, e índice de RRC), os quais estão mostrados na Tabela 1. Os pontos A até G levantados em cada diagrama representam os valores do Exemplo Comparativo 1, Exemplo Comparativo 2, Exemplo Comparativo 3, Exemplo 1 e 2, Exemplo 3, e Exemplo 4, respectivamente.
A figura 2 é um diagrama que mostra a relação entre o índice de propriedade no MOLHADO (1000 χ tan δ (O0C) / Ε* (O0C)) e o desempenho de frenagem no MOLHADO. Este sugere uma relação muito próxima entre o desempenho de propriedade no MOLHADO e o desempenho de frenagem MOLHADO. Os pontos levantados para os Exemplos Comparativos 1 a 3 e os Exemplos 1 a 4 forneceram uma curva ajustada representada por R2 = 0,9577. É aparente desta curva ajustada que o desempenho de frenagem no MOLHADO atende o valor alvo de 4,0 e acima quando o índice de proprie- dade no MOLHADO é 9,375 MPa 1 e acima.
O fato que o valor alvo de desempenho de frenagem no MO- LHADO é 4,0 e acima para os índices de propriedade no MOLHADO do E- xemplo Comparativo 3 (ponto C levantado) e os Exemplos 1 a 4 (pontos D a G levantados) sugere que os valores mais desejáveis para E* (0oC) e tan δ (O0C) são 40 MPa e abaixo e 0,375 e acima, respectivamente.
A figura 3 é um diagrama que mostra a relação entre o índice de propriedade no SECO (1000 χ tan δ (20°C) / E* (20°C)) e o desempenho de frenagem no SECO. Este sugere uma relação muito próxima entre o desem- penho de propriedade no SECO e o desempenho de frenagem SECO. Os pontos levantados para os Exemplos Comparativos 1 a 3 e os Exemplos 1 a 4 forneceram uma curva ajustada representada por R2 = 0,9158. É aparente desta curva ajustada que o desempenho de frenagem no SECO atende o valor alvo de 4,0 e acima quando o índice de propriedade no SECO é 9,444 MPa"1 e acima. O fato que o valor alvo de desempenho de frenagem no seco é 4,0 e acima para os índices de propriedade no seco dos Exemplos Compa- rativos 2 e 3 (pontos BeC levantados) e os Exemplos 1 a 4 (pontos DaG levantados) sugere que os valores mais desejáveis para E* (20°C) e tan δ (20°C) são 18 MPa e abaixo e 0,170 e acima, respectivamente.
A figura 4 é um diagrama que mostra a relação entre E* (60°C) e o desempenho de curva em alta velocidade. Os presentes inventores desco- briram que o E* (60°C), o qual não atraiu a tensão no campo de composição de borracha de pneu, tem uma relação importante com o desempenho de curva de pneus como mostrado na figura 4. Os pontos levantados para os Exemplos Comparativos 1 a 3 e os Exemplos 1 a 4 forneceram uma curva ajustada representada por R2 = 0,9459. É aparente desta curva ajustada que o desempenho de curva em alta velocidade atende ao valor alvo de 4,0 e acima quando o E* (60°C) é 8 MPa e acima.
A figura 5 é um diagrama que mostra a relação entre tan δ (60°C) e o índice de RRC. Este sugere a presença de uma relação próxima entre tan δ (60°C) e o índice de RRC, o que é importante para um baixo con- sumo de combustível. Os pontos levantados para os Exemplos Comparati- vos 1 a 3 e os Exemplos 1 a 4 forneceram uma curva ajustada representada por R2 = 0,9599. É aparente desta curva ajustada que o índice de RRC a- tende ao valor alvo de 80 e abaixo quando o tan δ (60°C) e 0,14 e abaixo. É concluído dos resultados acima mencionados que a composi-
ção de borracha com os seguintes valores característicos gera pneus supe- riores em economia de combustível, desempenho de frenagem, e desempe- nho de curva.
- tan δ (O0C) de 0,375 e acima, - E* (O0C) de 40 MPa e abaixo,
- índice de propriedade no MOLHADO de 9,375 MPa1 e acima,
- tan δ (20°C) de 0,170 e acima,
- E* (20°C) de 18 MPa e abaixo,
- índice de propriedade no SECO de 9,444 MPa"1 e acima, - tan δ (60°C) de 0,14 e abaixo, e
- E* (60°C) de 8 MPa e acima. EXEMPLO COMPARATIVO 1 A composição de borracha de acordo com o Exemplo Compara- tivo 1 foi preparada de um material de base composto de 137,5 pbw de SBR (borracha de estireno-butadieno) e 100 pbw de negro de fumo, e tais aditivos como oxido de zinco (3 pbw), ácido esteárico (1 pbw), óleo aromático (32,5 pbw) dois tipos de resistores de idade (3,5 pbw e 2 pbw), cera microcristalina (2 pbw), enxofre (2 pbw), e um acelerador de vulcanização (1,5 pbw). As quantidades dos aditivos são por 100 pbw de negro de fumo.
A composição de borracha de acordo com o Exemplo Compara- tivo 1 é fraca em desempenho de frenagem no MOLHADO assim como de- sempenho de frenagem no SECO, com os seus valores alvo não atingidos, como mostrado na figura 1. O Exemplo Comparativo 1 meramente demons- tra uma composição típica convencional a qual não possui as propriedades características desejáveis tais como desempenho de frenagem e baixo con- sumo de combustível. EXEMPLO COMPARATIVO 2
A composição de borracha de acordo com o Exemplo Compara- tivo 2 foi preparada de um material de base composto de 100 pbw de borra- cha natural 70 pbw de negro de fumo, e tais aditivos como óxido de zinco (3 pbw), ácido esteárico (1 pbw), óleo aromático (30 pbw) dois tipos de resisto- res de idade (3,5 pbw e 2 pbw), cera microcristalina (2 pbw), enxofre (1,7 pbw), e um acelerador de vulcanização (1 pbw). As quantidades dos aditivos são por 100 pbw de borracha natural.
A composição de borracha de acordo com o Exemplo Compara- tivo 2 é fraca em desempenho de frenagem no MOLHADO assim como em desempenho de curva de alta velocidade com os seus valores alvo não atin- gidos, como mostrado na Tabela 1. Esta também tem o índice de RRC o qual é mais baixo do que no Exemplo Comparativo 1 por 10% mais é menor do que o valor alvo. O Exemplo comparativo 2 como o Exemplo Comparativo 1, meramente demonstra uma composição típica convencional a qual não possui as propriedades características desejáveis tais como desempenho de frenagem e baixo consumo de combustível. EXEMPLO COMPARATIVO 3 A composição de borracha de acordo com o Exemplo Compara- tivo 3 foi preparada de um material de base composto de 100 pbw de polí- mero de borracha (o qual é uma mistura de 60 pbw de borracha natural e 40 pbw de S-SBR (borracha de estireno-butadieno polimerizada em solução)) e 50 pbw de negro de fumo, e tais aditivos como óxido de zinco (3 pbw), ácido esteárico (1 pbw), dois tipos de resistores de idade (3,5 pbw e 2 pbw), cera microcristalina (2 pbw), enxofre (1,7 pbw), e um acelerador de vulcanização (1 pbw). As quantidades dos aditivos são por 100 pbw de polímero de borra- cha.
A composição de borracha de acordo com o Exemplo Compara-
tivo 3 é boa em desempenho de frenagem, com o seu valor alvo atingido, como mostrado na Tabela 1. Esta é melhor em tan δ (0oC) do que aquelas de acordo com os Exemplos Comparativos 1 e 2, o que sugere que esta tem um desempenho de pega aperfeiçoado devido ao S-SBR contido na mesma.
Esta tem um valor mais baixo de tan δ (60°C) do que aqueles de acordo com os Exemplos Comparativos 1 e 2 devido à redução na quantidade de negro fumo. Consequentemente, esta tem um índice de RRC aperfeiçoado de 84, mas não atinge o valor alvo de 80 e menor. EXEMPLO 1
A composição de borracha de acordo com o Exemplo 1 foi pre-
parada de um material de base composto de 100 pbw de polímero de borra- cha (o qual é uma mistura de 85 pbw de S-SBR e 15 pbw de BR (borracha de butadieno), e 60 pbw de sílica), e tais aditivos como um agente de aco- plamento de silano (4,8 pbw), óxido de zinco (3 pbw), ácido esteárico (1
pbw), dois tipos de resistores de idade (3,5 pbw e 2 pbw), cera microcristali- na (2 pbw), sal de zinco de ácido graxo (3 pbw), enxofre (1,7 pbw), e dois tipos de aceleradores de vulcanização (2,2 pbw e 0,7 pbw). O S-SBR é uma borracha de estireno-butadieno não estendida em óleo com um polímero de terminal modificado adequado para incorporação com sílica. As quantidades
dos aditivos são por 100 pbw de componente de polímero.
A composição de borracha de acordo com o Exemplo 1 é boa em desempenho de frenagem no MOLHADO, em desempenho de frenagem no SECO, em desempenho de curva em alta velocidade, e índice de RRC, com o seus valores alvo atingidos, como mostrado na figura 1. Especialmen- te esta tem um valor de tan δ (60°C) tão baixo quanto 0,090 e com isto tem um índice de RRC de 67, o qual é muito mais baixo do que o valor alvo. As- sim, esta se destaca em economia de combustível.
Sendo baseada em S-SBR (o qual é um polímero de terminal modificado miscível com sílica) e sílica, a composição de borracha de acordo com o Exemplo 1 é considerada ter um valor especificamente baixo de tan δ (60°C) por conta da forte ação mútua entre o polímero e a sílica. EXEMPLO 2
A composição de borracha de acordo com o Exemplo 2 foi pre- parada de um material de base composto de 100 pbw de polímero de borra- cha (o qual é uma mistura de 85 pbw de S-SBR e 15 pbw de BR, e 65 pbw de sílica de superfície tratada), e tais aditivos como óxido de zinco (3 pbw), ácido esteárico (1 pbw), dois tipos de resistores de idade (3,5 pbw e 2 pbw), cera microcristalina (2 pbw), sal de zinco de ácido graxo (3 pbw), enxofre (1,7 pbw), e dois tipos de aceleradores de vulcanização (2,2 pbw e 0,7 pbw). O S-SBR é uma borracha de estireno-butadieno não estendida em óleo o qual é um polímero de terminal modificado adequado para incorporação com sílica. As quantidades dos aditivos são por 100 pbw de componente de polí- mero.
A composição de borracha de acordo com o Exemplo 2 é boa em desempenho de frenagem no MOLHADO, em desempenho de frenagem no SECO, em desempenho de curva em alta velocidade, e índice de RRC, com o seus valores alvo atingidos, como mostrado na figura 1. Especialmen- te esta tem um valor de tan δ (60°C) tão baixo quanto 0,082 o qual é o valor mais baixo nos Exemplos 1 a 4. Consequentemente, esta tem um índice de RRC de 65, o qual é muito mais baixo do que o valor alvo. Assim, esta se destaca em economia de combustível. Sendo baseada em S-SBR (o qual é um polímero de terminal
modificado miscível com sílica) e sílica de superfície tratada, a composição de borracha de acordo com o Exemplo 2 é considerada ter um valor especi- ficamente baixo de tan δ (60°C) por conta da forte ação mútua entre o polí- mero e a sílica. A composição de borracha no Exemplo 2 é incorporada com a sílica de superfície tratada ao invés de um agente de acoplamento de sila- no utilizado no Exemplo 1. Portanto, esta tem um baixo valor de tan δ (60°C) apesar da ausência do agente de acoplamento de silano. É esperado que a composição de borracha de acordo com o Exemplo 2 gerará pneus os quais atingem uma boa manobrabilidade e economia de combustível. EXEMPLO 3
A composição de borracha de acordo com o Exemplo 3 foi pre- parada de um material de base composto de 100 pbw de polímero de borra- cha (o qual é uma mistura de 20 pbw de borracha natural, 60 pbw de S-SBR e 15 pbw de BR), e 80 pbw de sílica, e tais aditivos como um agente de aco- plamento de silano (6,4 pbw), óxido de zinco (3 pbw), ácido esteárico (1 pbw), óleo naftênico (20 pbw), dois tipos de resistores de idade (3,5 pbw e 2 pbw), cera microcristalina (2 pbw), sal de zinco de ácido graxo (3 pbw), en- xofre (1,7 pbw), e dois tipos de aceleradores de vulcanização (2,2 pbw e 0,7 pbw). O S-SBR é uma borracha de estireno-butadieno não estendida em óleo o qual é um polímero de terminal modificado adequado para incorpora- ção com sílica. As quantidades dos aditivos são por 100 pbw de componente de polímero.
A composição de borracha de acordo com o Exemplo 3 é boa em desempenho de frenagem no MOLHADO, em desempenho de frenagem no SECO, em desempenho de curva em alta velocidade, e índice de RRC, com o seus valores alvo atingidos, como mostrado na figura 1. Além disso, esta contém borracha natural, com o conteúdo de S-SBR reduzido, e isto reduz o custo do componente de polímero. Mais ainda, esta contém mais sílica juntamente com o agente de acoplamento de silano, e isto reduz o cus- to do componente de polímero. Apesar de tudo, esta gera pneus que se de- sempenham em conseguir os valores alvos. EXEMPLO 4
A composição de borracha de acordo com o Exemplo 4 foi pre- parada de um material de base composto de 100 pbw de polímero de borra- cha (o qual é uma mistura de 60 pbw de borracha natural e 40 pbw de S- SBR) e 50 pbw de negro de fumo, e tais aditivos como óxido de zinco (3 pbw), ácido esteárico (1 pbw), dois tipos de resistores de idade (3,5 pbw e 2 pbw), cera microcristalina (2 pbw), enxofre (1,7 pbw), e um acelerador de vulcanização (1,5 pbw). O S-SBR é uma borracha de estireno-butadieno não estendida em óleo. As quantidades dos aditivos são por 100 pbw de compo- nente de polímero.
A composição de borracha de acordo com o Exemplo 4 está destinada para uma alta rigidez ao cisalhamento pela incorporação de negro de fumo em borracha natural além do acelerador de vulcanização. Esta con- tém borracha natural para reduzir a quantidade de S-SBR e este S-SBR é um o qual tem os seus terminais não modificados, de modo que o seu com- ponente de polímero é baixo em custo. Apesar desta não conter sílica e seu componente de polímero ser baseado em borracha natural, esta se destaca em desempenho de frenagem, desempenho de curva, e economia de com- bustível.
EXPLORAÇÃO INDUSTRIAL
O pneu de acordo com a presente invenção pode ser montado em uma variedade de motocicletas, especificamente aquelas de tamanho pequeno equipadas com um motor de pequena capacidade de cilindro. LISTAGEM DE REFERÊNCIA
1 Pneu 3 Extremidade enrolada 4 Parede lateral 5 Banda de rodagem 6 Ombro 8 Carcaça 9 Região central S Parte que toca o solo CL Plano equatorial do pneu

Claims (7)

1. Composição de borracha para pneus de motocicleta caracte- rizada pelo fato de que compreende: uma tangente de perda (tan δ) não menor do que 0,375 a 0°C e um módulo complexo dinâmico (E*) não maior do que 40 MPa a 0°C, com a tan δ e E* fornecendo um índice não menor do que 9,375 MPa"1 como ex- presso pela fórmula (1) abaixo; uma tangente de perda (tan δ) não menor do que 0,170 a 20°C e um módulo complexo dinâmico (E*) não maior do que 18 MPa a 20°C, com a tan δ e E* fornecendo um índice não menor do que 9,444 MPa"1 como ex- presso pela fórmula índice = 1000 χ tan δ/Ε* ; e uma tangente de perda (tan δ) não maior do que 0,14 a 60°C e um módulo complexo dinâmico (E*) não menor do que 8 MPa a 60°C.
2. Composição de borracha para pneus de motocicleta, de acor- do com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que contém um com- ponente de polímero e sílica de superfície tratada.
3. Composição de borracha para pneus de motocicleta, de acor- do com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que o componente de polímero contém um polímero de terminal modificado.
4. Pneu de motocicleta (1) que tem uma banda de rodagem (5), ombros (6), e paredes laterais (4), com as duas primeiras formando uma par- te que toca o solo (S) pela qual o pneu (1) toca o solo, caracterizado pelo fato de que: pelo menos a parte que toca o solo (S) inteira é formada da composição de borracha para pneus de motocicleta conforme qualquer uma das reivindicações 1 a 3.
5. Pneu de motocicleta (1), de acordo com a reivindicação 4, ca- racterizado pelo fato de que a parte que toca o solo (S) assume uma forma redonda como um todo.
6. Pneu de motocicleta (1), de acordo com a reivindicação 4 ou 5, caracterizado pelo fato de que a parte que toca o solo (S) e a parte de parede lateral (4) são feitas da composição de borracha para pneus de mo- tocicleta conforme qualquer uma das reivindicações 1 a 3.
7. Pneu de motocicleta (1), de acordo com qualquer uma das reivindicações 4 a 6, caracterizado pelo fato de que é um pneu (1) de incli- nação.
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