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BRPI1011165B1 - manípulo para um batente de porta de um automóvel - Google Patents

manípulo para um batente de porta de um automóvel Download PDF

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BRPI1011165B1
BRPI1011165B1 BRPI1011165-4A BRPI1011165A BRPI1011165B1 BR PI1011165 B1 BRPI1011165 B1 BR PI1011165B1 BR PI1011165 A BRPI1011165 A BR PI1011165A BR PI1011165 B1 BRPI1011165 B1 BR PI1011165B1
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
inertial body
rotation
transmission lever
lever
lock
Prior art date
Application number
BRPI1011165-4A
Other languages
English (en)
Inventor
Savant Fiorenzo
Guillaume Lesueur
Original Assignee
U-Shin Italia S.P.A.
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by U-Shin Italia S.P.A. filed Critical U-Shin Italia S.P.A.
Publication of BRPI1011165A2 publication Critical patent/BRPI1011165A2/pt
Publication of BRPI1011165B1 publication Critical patent/BRPI1011165B1/pt

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Abstract

manípulo para um batente de porta de um automóvel trata-se de um manípulo para um batente de porta de um automóvel, que inclui: uma alavanca de preensão (3, 103, 203) giratoriamente móvel em relação ao batente de porta em torno de um eixo geométrico de rotação ( z) entre uma posição inoperante e uma posição de controle para abrir uma trava do batente de porta; uma alavanca de transmissão (11, 111, 211) montada em uma base ( 5' 105, 205) do manípulo presa ao batente de porta, sendo que a alavanca de transmissão (11, 111, 211) é configurada para ser atuada pela alavanca de preensão (3 , 103, 203) e para girar em torno de um segundo eixo geométrico de rotação (a) entre uma posição inoperante e uma posição operante em que a alavanca de transmissão (11, 111, 211) atua a abertura da trava; e um sistema de segurança (9) montado na base ( 5, 105, 205), configurado para impedir a rotação da alavanca de transmissão ( 11' 111' 211) no caso de um choque, caracterizado em que o sistema de segurança (9) compreende dois corpos inerciais (17, 117, 217) e (27, 127, 227), montados articuladamente entre uma posição inoperante e uma posição operante, que impede a rotação da alavanca de transmissão (11, 111, 211), em que um dentre os ditos corpos é travado na posição operante de uma maneira não reversível.

Description

“MANIPULO PARA UM BATENTE DE PORTA DE UM AUTOMÓVEL”
A invenção se refere a um manipulo para um batente de porta de um automóvel, em particular um manipulo para uma porta lateral.
Para atender vários padrões de segurança, em particular no caso de uma colisão lateral, os manipulos laterais de um automóvel que são atualmente conhecidos são dotados de um sistema inercial. 0 dito sistema inercial é acionado no caso de uma colisão lateral contra a porta e 10 trava a alavanca de preensão para impedir a abertura fora de hora da porta lateral o que poderia causar a ejeção do passageiro a partir do veiculo.
Os ditos manipulos conhecidos compreendem uma alavanca de preensão a qual é móvel em relação ao batente 15 de porta entre uma posição inoperante e uma posição de controle. A dita alavanca de preensão é capaz de atuar sobre uma alavanca de transmissão a qual deve atuar a abertura de uma trava do batente de porta via uma montagem de haste ou cabos Bowden.
O sistema inercial consiste na maneira conhecida de um corpo inercial e pino de travamento fixado ao dito corpo inercial o qual coopera com um ombro da alavanca de transmissão para travar a dita alavanca no caso de uma colisão lateral em uma posição na qual o mesmo não é capaz
25 de atuar para abrir a trava.
Nos sistemas inerciais conhecidos, o corpo
inercial na posição operante trava a alavanca de
transmissão seja de uma maneira não reversível ou reversível.
Por exemplo, a desvantagem de um sistema de
segurança do tipo não reversível é que no caso de uma
colisão de baixo impacto, ou seja, em baixa aceleraçao, ou
mesmo acidentes durante a montagem, o manipulo é completamente travado.
A desvantagem de um sistema de segurança do tipo reversível é que no caso de uma colisão de impacto maior ou séries de colisões ou acelerações, é que o manipulo pode ser aberto de uma maneira fora de hora.
Para remediar as ditas desvantagens, diversas soluções conhecidas propõem calibrar o sistema inercial para alta aceleração e para utilizar um contrapeso na região da alavanca de transmissão para equilibrar o peso do manipulo o qual impede que o manipulo seja completamente travado no caso de uma colisão de baixo impacto.
Entretanto, com estas soluções a massa e o volume geral do suporte de um manipulo aumentam consideravelmente.
A presente invenção tem por objetivo remediar as ditas desvantagens da técnica anterior mediante a proposição de um manipulo, sendo que o sistema de segurança
inercial disso é otimizado
Para este fim, o sujeito da invenção é um
manipulo para um batente de porta de i im automóvel que
compreende:
uma alavanca de preensão a qual é móvel em
rotação em relação ao batente de porta em torno de um primeiro eixo geométrico de rotação entre uma posição inoperante e uma posição de controle para abrir uma trava do batente de porta,
- uma alavanca de transmissão montada em uma base do manipulo fixada ao batente de porta, sendo que a alavanca de transmissão é confiqurada para que seja atuada pela alavanca de preensão e para girar em torno de um segundo eixo geométrico de rotação entre uma posição inoperante e uma posição operante na qual a alavanca de transmissão atua a abertura da trava, e
- um sistema de segurança montado na base,
configurado para impedir a rotação da alavanca de
transmissão no caso de uma co lisão,
caracterizado pelo fato de que o sistema de
segurança compreende dois corpos ine rtes, montados de
maneira articulada entre uma posição inoperante e uma posição operante, que impedem a rotação da alavanca de transmissão, sendo que um dentre os ditos corpos é travado na posição operante de uma maneira não reversível.
Assim, é possível impedir a abertura fora de hora do batente de porta no caso de uma colisão, tanto em baixa aceleração quanto em alta aceleração.
Além do mais, o dito sistema de segurança possibilita travar a alavanca de transmissão de uma maneira reversível no caso de colisões em baixa aceleração, devido ao primeiro corpo inercial o qual impede que o manipulo seja completamente travado, enquanto garante o travamento não reversível da alavanca de transmissão, diretamente ou indiretamente, devido ao segundo corpo inercial, no caso de aceleração maior.
Mais especificamente, o dito sistema de segurança compreende um meio para travar o segundo corpo inercial na posição operante para travar a alavanca de transnussão em rotação, ou qualquer outro elemento do sistema cinemático para abrir o dito batente de porta, e de uma maneira não reversível.
De forma vantajosa, o primeiro corpo inercial compreende um pino de travamento o qual coopera com um primeiro ombro da alavanca de transmissão para travar a dita alavanca de transmissão em rotação no caso de uma colisão.
O dito segundo corpo inercial pode compreender um pino de travamento o qual coopera com um segundo ombro da alavanca de transmissão para travar a alavanca de transmissão em rotação, de uma maneira direta, no caso de uma colisão.
De modo alternativo, o dito segundo corpo inercial é configurado para travar o primeiro corpo inercial na posição operante. Mais especificamente, o segundo corpo inercial é configurado para travar a alavanca de transmissão mediante o travamento do primeiro corpo inercial na posição operante.
De modo alternativo, o segundo corpo inercial é configurado para travar tanto a alavanca de transmissão quanto o primeiro corpo inercial na posição operante e de uma maneira direta.
Para este fim, o segundo corpo inercial tem uma abertura para receber uma protuberância do primeiro corpo inercial na posição operante.
De forma vantajosa, o dito meio de travamento do segundo corpo inercial compreende uma tira flexível gue coopera com uma saliência do segundo corpo inercial.
De acordo com uma modalidade adicional, o meio de travamento do segundo corpo inercial compreende uma cunha de travamento da forma geral substancialmente paralelepipeda, disposta sobre a extremidade oposta da base do segundo corpo inercial, de tal forma que quando o segundo corpo inercial gire, o segundo corpo inercial:
- desliza junto a uma parede longitudinal da cunha de travamento em uma primeira direção, depois
- desliza junto a uma parede lateral da cunha de travamento em uma segunda direção substancialmente
perpendicular à primeira direção, sendo que a dita parede
lateral forma um bloqueio que trava o segundo corpo
inercial na posição operante.
De forma vantajosa, o dito segundo eixo
geométrico de rotação é substancialmente perpendicular ao primeiro eixo geométrico de rotação. De modo alternativo, o dito segundo eixo geométrico de rotação é substancialmente paralelo ao primeiro eixo geométrico de rotação.
Atributos e vantagens adicionais da invenção serão revelados a partir da descrição a seguir, fornecida por meio de exemplo não limitador, com referência aos desenhos anexos, nos quais:
- a figura 1 mostra uma vista em perspectiva de um manipulo,
- a figura 2 mostra uma vista esquemática da traseira do manipulo da figura 1, de acordo com uma primeira modalidade,
- a figura 3 mostra uma vista detalhada da conexão entre a alavanca de preensão e a alavanca de transmissão do manipulo da figura 1, — a figura 4 é uma variante da vista mostrada na figura 2,
- a figura 5a é uma vista seccional da figura 2 que mostra a alavanca de transmissão e um primeiro corpo inercial na posição inoperante,
- a figura 5b é uma vista seccional da figura 2 que mostra a alavanca de transmissão e um primeiro corpo inercial na posição intermediária, — a figura 5c é uma vista seccional da figura 2 que mostra a alavanca de transmissão e um primeiro corpo inercial na posição operante,
- a figura 6a é uma que mostra esquematicamente posição inoperante,
- a figura 6b é uma que mostra esquematicamente um posição operante e um segundo vista seccional da figura 2 dois corpos inerciais na vista seccional da figura 2 primeiro corpo inercial na corpo inercial na posição inoperante no caso de uma colisão de baixo impacto, que mostra figura 6c é uma seccional da figura esquematicamente dois corpos na posição operante no caso de uma colisão de alto impacto, traseira do a figura 7 manipulo da mostra figura 1, uma de acordo esquemática da com uma segunda modalidade, do
Terceira a figura manipulo modalidade, figura mostra da uma figura 1, uma de esquemática acordo da uma detalhada do segundo corpo inercial na posição inoperante,
- a figura 10 é uma vista detalhada do segundo corpo inercial travado na posição operante,
- a figura 11 é uma variante da vista mostrada na figura 8,
- a figura 12 mostra uma vista esquemática da traseira do manipulo da figura 1, de acordo com uma quarta modalidade,
- a figura 13 mostra uma vista esquemática da traseira do manipulo da figura 1, de acordo com uma quinta modalidade,
- a figura 14 é uma vista seccional da figura 13 que mostra o segundo corpo inercial e a alavanca de transmissão,
- a figura 15 é uma variante da vista mostrada na figura 13, e
- a figura 16 mostra uma vista esquemática da traseira do manipulo da figura 1, de acordo com uma sexta modalidade.
A figura 1 mostra uma vista em perspectiva de um manipulo 1 de um batente de porta de um automóvel, em particular de uma porta lateral.
O manipulo 1 de um batente de porta compreende uma alavanca de preensão 3 a qual é acessível pelo exterior do veículo e sobre a qual um usuário puxa para o lado de fora para abrir a porta.
A dita alavanca 3 é conectada a uma parte fixa 5, também conhecida como uma base ou suporte de manipulo, a qual deve ser montada no lado de dentro da porta, mais especificamente atrás da face externa da porta e que assim não é visível uma vez montada no veiculo.
O manipulo 1 é neste caso um manipulo do tipo geladeira e a alavanca de preensão 3 é móvel em rotação em relação à base 5.
Mais especificamente, a alavanca de preensão 3 pode girar em torno de um primeiro eixo geométrico de rotação Z entre uma posição inoperante e uma posição de controle para abrir uma trava do batente de porta quando o usuário puxa a dita alavanca de preensão 3. O dito primeiro eixo geométrico de rotação Z é substancialmente paralelo ao eixo geométrico de rotação da porta.
Uma primeira modalidade da dita base 5 é mostrada na figura 2. A base 5 compreende um mecanismo de transmissão 7 para conectar a alavanca de preensão 3 ao mecanismo de abertura da porta e um sistema de segurança
inercial 9 para evitar a abertura fora de hora do batente
de porta no caso de uma colisão.
0 mecanismo de transmissão 7 compreende uma
alavanca de transmissão 11 montada em um alojamento da base
5.
A base 5 é, por exemplo, produzida por modelagem por injeção em um material plástico ou um metal fundido sob pressão.
Além do mais, a dita alavanca de transmissão 11 é montada de maneira articulada em torno de um segundo eixo geométrico de rotação A entre uma posição inoperante e uma posição operante na qual a alavanca de transmissão 11 atua a abertura da trava.
A fim de conectar mecanicamente a alavanca de transmissão 11 à alavanca de preensão 3, de forma que a alavanca de transmissão 11 gira em torno do segundo eixo geométrico A na base 5 quando a alavanca de preensão 3 é puxada pelo usuário, a extremidade da alavanca de preensão 3 tem uma extensão 3a (vista mais claramente na figura 3) a qual se estende para a base 5, formando um entalhe no qual uma língua 11a da alavanca de transmissão 11 é engatada em rotação. A língua 11a é, por exemplo, feita do mesmo material que a alavanca de transmissão 11.
De acordo com a dita primeira modalidade, o segundo eixo geométrico de rotação A é substancialmente perpendicular ao primeiro eixo geométrico de rotação Z da alavanca de preensão 3.
Um meio de retorno, neste caso na forma de uma mola helicoidal 15, é disposto coaxialmente ao segundo eixo geométrico de rotação A da alavanca de transmissão 11 para fazer a alavanca de transmissão 11 e a alavanca de preensão 3 retornarem na posição inoperante quando o usuário não puxa mais a alavanca de preensão 3.
Além do mais, o mecanismo de transmissão 7 compreende também uma polia de transmissão (não mostrada). A polia de transmissão pode compreender um sulco guia que deve receber um cabo atuador (não mostrado) conectado ao mecanismo da porta, mais especificamente a trava (não mostrada). Assim, quando a alavanca de transmissão 11 é deslocada para a posição operante, a polia de transmissão gire em torno do segundo eixo geométrico de rotação A na direção ilustrada pela seta F, e o cabo atua a abertura da trava.
A polia de transmissão é fixada à alavanca de
transmissão 11 e é, por exemplo, disposta no exterior da
base 5.
Além do mais, o sistema inercial 9 compreende um primeiro corpo inercial 17 articulado à base 5 ou uma parte fixada à dita base 5. Como pode ser visto na figura 2, o primeiro corpo inercial 17 se estende ao longo de um eixo geométrico horizontal, neste caso o eixo geométrico longitudinal da alavanca de preensão 3.
O primeiro corpo inercial 17 é montado de maneira articulada em relação à base 5, em torno de um terceiro eixo geométrico de rotação B entre uma posição inoperante e uma posição operante na qual a alavanca de transmissão 11 é travada em rotação.
De acordo com a dita primeira modalidade, o dito terceiro eixo geométrico de rotação B é substancialmente perpendicular ao segundo eixo geométrico A e substancialmente paralelo ao primeiro eixo geométrico de rotação Z.
Além do mais, uma mola de restauração 19, por exemplo, do tipo helicoidal, possibilita que o primeiro corpo inercial 17 retorne para a posição inoperante.
A mola helicoidal neste caso centralizada no terceiro eixo geométrico de rotação B, com uma extremidade 19a em contato com um suporte da base 5 e a outra extremidade 19b em contato com o primeiro corpo inercial 17 .
Como uma variante, é possível fornecer uma mola de compressão (consulte a figura 4).
Além do mais, o primeiro corpo inercial 17 é projetado para girar quando o mesmo é submetido à baixa aceleração, por exemplo, na ordem de 15 a 20 G (1 G corresponde a 9.80665 m.s~2) .
O primeiro corpo inercial 17 transporta em uma extremidade um pino de travamento 21 o qual coopera com um ombro 23 da alavanca de transmissão 11 quando o primeiro corpo inercial 17 é girado.
Em referência às figuras de 5a a 5c, pode ser visto que a alavanca de transmissão 11 tem uma superfície de carne 25 capaz de cooperar com o pino de travamento 21 do primeiro corpo inercial 17.
Durante abertura normal da porta, a alavanca de transmissão 11 é acionada em rotação e o pino de travamento 21 desliza sobre a superfície 25 sem que o pino de travamento 21 entre em contato com o ombro 23, sendo que o
primeiro corpo inercial 17 é imóvel na posição inoperante
(figura 5a) .
Em contraste, no caso de uma colisão, se a
alavanca de preensão 3 é submetida a uma força a gual
abriría a dita alavanca de preensão, o primeiro corpo inercial 17 é também submetido à mesma força de tal forma que o primeiro corpo inercial 17 gire, superando a força da mola 19. A dita mola faz com que o pino de travamento 21 seja deslocado (figura 5b) até que o mesmo intercepta o ombro 23 e trava a alavanca de transmissão 11 no início da rotação da alavanca de transmissão 11 (figura 5c).
O primeiro corpo inercial 17 não é travado na posição operante e, como resultado, a alavanca de transmissão 11 é travada de uma maneira reversível.
Em referência novamente à figura 2, o sistema inercial 9 compreende ainda um segundo corpo inercial 27 ativado por alta aceleração, por exemplo, na ordem de 100G.
De acordo com esta primeira modalidade, o segundo corpo inercial 27 é montado nas adjacências do primeiro corpo inercial 17, de maneira articulada em relação à base 5, em torno de um quarto eixo geométrico de rotação que coincide com o terceiro eixo geométrico de rotação B entre uma posição inoperante e uma posição operante na qual o primeiro corpo inercial 17 é travado em rotação.
Para este fim, o segundo corpo inercial 27 tem uma abertura ou um setor aberto 29 no qual uma protuberância 31 do primeiro corpo inercial 17 engata na posição operante (consulte a figura 6).
Além do mais, uma mola de restauração 33, por exemplo, do tipo helicoidal, possibilita que o sequndo corpo inercial 27 retorne para a posição inoperante.
A mola helicoidal 33 está neste caso centralizada no terceiro eixo geométrico de rotação B, com uma extremidade em contato com um suporte da base 5 e a outra extremidade em contato com o segundo corpo inercial 27.
Como uma variante, é possível fornecer uma mola de compressão (consulte a figura 4).
Como ilustrado nas figuras de 6a a 6c, no caso de uma colisão de baixo impacto ou baixa aceleração, o primeiro corpo inercial 17 gire de uma posição inoperante (consulte a figura 6a) para uma posição operante (consulte a figura 6b), direcionando a protuberância 31 do dito primeiro corpo inercial 17 no interior da abertura 29 formada no dito segundo corpo inercial 27. Neste caso, o segundo corpo inercial não executa um movimento e a primeira massa é capaz de retornar para a posição inoperante, de uma maneira reversível.
No caso de uma colisão mais violenta (consulte a figura 6c) o primeiro corpo inercial 17 já está na posição operante e o segundo corpo inercial 27 gire, superando a força da mola 33.
A rotação do segundo corpo inercial 27 assim causa a abertura 29 disso em relação à protuberância 31 do primeiro corpo inercial 17 a qual é plenamente engatada na dita abertura 29. Além do mais, devido à rotação do segundo corpo inercial 27 na posição operante, o primeiro corpo inercial 17 é assim travado e não capaz de retornar para sua posição inoperante.
Mais especificamente, o sistema inercial 9 compreende também um meio para travar o segundo corpo inercial 27 em sua posição operante, sendo que as vibrações do segundo corpo inercial 27, as quais existem devido à colisão, são amortecidas.
Como ilustrado nas figuras de 6a a 6c, o meio de travamento compreende uma tira resiliente 35 sobre a qual uma saliência 37 do segundo corpo inercial 27 repousa na posição inoperante. A dita tira 35 é neste caso fixada à base 5 por uma dentre as suas extremidades, por exemplo, mediante ser parafusada por um parafuso 39 a uma parede da base 5. Como uma variante, a tira 35 pode também ser formada integralmente com a base 5.
A dita tira 35 compreende um orifício de gancho 41 da saliência 37 na posição operante do segundo corpo inercial 27. Nesta posição inoperante, a saliência 37 se apoia contra a tira 35 nas adjacências do orifício de gancho 41. Quando o segundo corpo inercial 27 gire, a saliência 37 é deslocada em direção ao orifício de gancho e é engatada no mesmo para travar a posição operante do segundo corpo inercial 27.
Assim, na posição inoperante, durante a abertura normal da alavanca de preensão 3, a alavanca de transmissão 11 é acionada em rotação e o ombro 23 não entra em contato com o pino de travamento 21 do primeiro corpo inercial 17. Além do mais, a saliência 37 do segundo corpo inercial 27 se apoia contra a tira 35 nas adjacências do orifício de gancho 41.
No caso de uma colisão de baixo impacto (baixa aceleração) , o primeiro corpo inercial 17 gire em torno do terceiro eixo geométrico de rotação B até que o pino de travamento 21 do primeiro corpo inercial 17 coopera com o ombro 23. A alavanca de transmissão 11 é assim imobilizada em sua posição inoperante, de uma maneira reversível.
Mais especificamente e como ilustrado nas figuras de 6a a 6c, durante uma colisão mais violenta, o segundo corpo inercial 27 é acelerado em uma aceleração maior e gire em torno do terceiro eixo geométrico de rotação B, superando a força da mola 33 e a protuberância 31 do primeiro corpo inercial 17 engata na abertura 29 do segundo corpo inercial 27. Ao mesmo tempo, devido à articulação do segundo corpo inercial 27, a saliência 37 do segundo corpo inercial 27 desliza sobre a tira 35 na direção do orifício de gancho 41 e é enganchada nisto.
Nesta posição, o segundo corpo inercial 27 é travado e não é capaz de continuar a vibrar ou retornar para a posição inoperante. O segundo corpo inercial 27 trava, portanto, o primeiro corpo inercial 17 de uma maneira sendo que efetivamente impede qualquer deslocamento da alavanca de transmissão 11 e assim a abertura fora de hora da porta.
Ά segunda modalidade mostrada na figura 7 difere da primeira modalidade na medida em que o segundo eixo geométrico da rotação A da alavanca de transmissão 11 é substancialmente paralelo ao primeiro eixo geométrico de rotação Z e não mais perpendicular.
A operação do sistema de segurança inercial permanece idêntica à primeira modalidade.
Uma terceira modalidade é ilustrada nas figuras de 8 a 11. Nestas figuras, os elementos que são substancialmente idênticos aos elementos das figuras de 2 a 7 transportam os mesmos numerais de referência precedidos por 100.
A dita terceira modalidade difere da primeira modalidade em que o meio de travamento do segundo corpo inercial 127 é implantado por uma cunha de travamento 135. A dita cunha 135 pode ser fixada à base 105 ou mesmo feita em uma peça com a base 105.
Como visto nas figuras, a cunha 135 é disposta nas adjacências do segundo corpo inercial 127, mais especificamente abaixo de uma extremidade do segundo corpo inercial 127.
A dita cunha 135 tem uma forma geral substancialmente paralelepipeda com uma parede longitudinal 135a em contato com o segundo corpo inercial 127 na posição inoperante e uma parede lateral 135b em contato com o segundo corpo inercial 127 na posição travada de operação (consulte a figura 10) .
Assim, no caso de uma colisão, quando o segundo corpo inercial 127 gira em torno do terceiro eixo geométrico B, também orienta-se ao longo da parede longitudinal 135a da cunha 135 em uma primeira direção Dl, depois o segundo corpo inercial 127 é deslocado axialmente em relação ao terceiro eixo geométrico B em uma segunda direção D2 substancialmente perpendicular à primeira direção Dl.
Além do mais, a mola helicoidal de restauração 133 opõe-se ao deslocamento axial na segunda direção D2 do segundo corpo inercial 127 e é axialmente comprimida quando o segundo corpo inercial 127 é axialmente deslocado. Assim, como visto na figura 11, é possível fornecer como uma alternativa uma mola de compressão 119 somente para o primeiro corpo inercial 117 e uma mola helicoidal 133 para o segundo corpo inercial 127.
Com referência novamente à figura 10, quando o segundo corpo inercial 127 tiver passado sobre a cunha 135 durante sua rotação, o segundo corpo inercial 127 é travado pela parede lateral 135b da cunha 135 e não é mais capaz de girar em torno do terceiro eixo geométrico B.
A fim de otimizar este travamento, é possível fornecer para o segundo corpo inercial 127 compreender um dente o qual engata em um alojamento associado formado sobre a parede lateral da cunha, e de modo oposto a cunha 135 pode compreender um dente sobre sua parede lateral 135b o qual engata em um alojamento associado formado sobre o segundo corpo inercial 127 (não mostrado).
Tal travamento do segundo corpo inercial 127, com a utilização da cunha de travamento, pode ser desativado mais facilmente no caso de travamento acidental, por exemplo, antes da montagem do manipulo em um veiculo. A titulo de exemplo, uma chave de fenda pode ser utilizada como uma alavanca nas adjacências da cunha 135 para 5 levantar o segundo corpo inercial 127' em relação à cunha
135 e substitui-la na posição inoperante.
A quarta modalidade ilustrada na figura 12 difere da terceira modalidade em que o segundo eixo geométrico de rotação A da alavanca de transmissão 111 é substancialmente 10 paralelo ao primeiro eixo geométrico de rotação Z e não perpendicular.
De acordo com uma quinta modalidade, ilustrada nas figuras de 13 a 15, o segundo corpo inercial atua diretamente sobre a alavanca de transmissão 11 e não mais 15 via o primeiro corpo inercial.
Sobre estas figuras, os elementos que são substancialmente idênticos aos elementos das figuras de 2 a 7 carregam os mesmos numerais de referência precedidos por 200.
De acordo com esta quinta modalidade, o segundo corpo inercial 227 é montado nas adjacências da alavanca de transmissão 211 e não mais o primeiro corpo inercial 217.
O segundo corpo inercial 227 é capaz de articular em relação à base 205 em torno de um quarto eixo geométrico de rotação C o qual não coincide mais com o terceiro eixo geométrico de rotação B entre uma posição inoperante e uma posição operante na qual a alavanca de transmissão 211 é travada em rotação. De acordo com esta quinta modalidade, o quarto eixo geométrico C é substancialmente perpendicular ao primeiro Z e terceiro B eixos geométricos de rotação.
Como visto na figura 14, o segundo corpo inercial 227 compreende um pino de travamento 229 o qual coopera com um ombro 243 da alavanca de transmissão 211.
Além do mais, uma mola de restauração 233, por exemplo, do tipo helicoidal, possibilita que o segundo corpo inercial 227 retorne para a posição inoperante (figura 13) .
A mola helicoidal 233 está neste caso centralizada no quarto eixo geométrico de rotação C com uma extremidade em contato com um suporte da base 205 e a outra extremidade em contato com o segundo corpo inercial 227.
Assim, no caso de uma colisão violenta, o segundo corpo inercial 227 gire, superando a força da mola 233. A dita mola faz com que o pino de travamento 229 seja deslocado até que o mesmo intercepte o ombro 243 e trave a alavanca de transmissão 211 no inicio da rotação da alavanca de transmissão 211.
Naturalmente, para travar o segundo corpo inercial na posição operante, é possível fornecer uma tira resiliente como descrito na primeira modalidade, ou alternativamente uma cunha de travamento 235, como descrito na terceira modalidade (figura 13).
A figura 15 ilustra uma variante da dita quinta modalidade na qual uma mola de compressão 219 é utilizada para o primeiro corpo inercial 217.
A sexta modalidade, ilustrada na figura 16, difere da quinta modalidade em que o segundo eixo geométrico de rotação A da alavanca de transmissão 211 é substancialmente paralelo ao primeiro eixo geométrico de rotação Z e não perpendicular. De modo semelhante, o quarto eixo geométrico de rotação C é paralelo ao terceiro eixo geométrico de rotação B e assim ao primeiro eixo geométrico de rotação Z.
Neste caso, como visto na figura 16, o segundo corpo inercial 227 está também nas adjacências do primeiro corpo inercial 217.
Além do mais, a alavanca de transmissão 211 compreende duas ramificações paralelas, que se estendem respectivamente em direção ao primeiro 217 e segundo 227 corpos inerciais. Cada ramificação tem um ombro 223, 243 para cooperar com o primeiro 217 e segundo 227 corpos inerciais.
Assim, pode ser visto que tal sistema de segurança 9 com um primeiro corpo inercial ativado por baixa aceleração e um segundo corpo inercial ativado por alta aceleração, possibilita impedir a abertura fora de
hora da porta qualquer que seja a aceleração durante a
colisão.
Além do mais, o dito sistema de segurança
possibilita travar de uma maneira reversível a alavanca de transmissão ou qualquer outro elemento do sistema cinemático para abrir um batente de porta, no caso de colisões em baixa aceleração devido ao primeiro corpo inercial o que impede que o manipulo seja completamente travado, enquanto garante o travamento de uma maneira não reversível, direta ou indiretamente, da alavanca de transmissão devido o segundo corpo inercial, no caso de maior aceleração.

Claims (10)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Manipulo para um batente de porta de um automóvel, que compreende:
    - uma alavanca de preensão (3, 103, 203) a qual é móvel em rotação em relação ao batente de porta sobre um primeiro eixo geométrico de rotação (Z) entre uma posição inoperante e uma posição de controle para abrir uma trava do batente de porta,
    - uma alavanca de transmissão (11, 111, 211) montada em uma base (5, 105, 205) -do manipulo fixada ao batente de porta, sendo que a alavanca de transmissão (11, 111, 211) é configurada para ser atuada pela alavanca de preensão (3, 103, 203) e para girar sobre um segundo eixo geométrico de rotação (A) entre uma posição inoperante e uma posição operante na qual a alavanca de transmissão (11, 111, 211) atua a abertura da trava, e
    - um sistema de segurança (9) montado na base (5, 105, 205), configurado para impedir a rotação da alavanca de transmissão (11, 111, 211) no caso de uma colisão, caracterizado pelo fato de que o sistema de segurança (9) compreende dois corpos inerciais (17, 117, 217) e (27, 127, 227) montados de maneira articulada entre uma posição inoperante e uma posição operante, impedindo a rotação da alavanca de transmissão (11, 111, 211), sendo que um dentre os ditos corpos é travado na posição operante de uma maneira não reversível.
  2. 2. Manipulo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o sistema de segurança (9) compreende um meio (35, 135, 235) para travar o segundo corpo inercial (27, 127, 227) na posição operante para ·,·Ι
    I travar a alavanca de transmissão em rotação, de uma maneira não reversível.
  3. 3. Manipulo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o primeiro corpo inercial
    5 (17, 117, 217) compreende um pino de travamento (21, 121,
    221) o qual coopera com um primeiro ombro (23, 123, 223) da alavanca de transmissão (11, 111, 211) para travar a alavanca de transmissão (11, 111, 211) em rotação no caso de uma colisão.
  4. 4. Manipulo, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o segundo corpo inercial (227) compreende um pino de travamento (229) o qual coopera com um segundo ombro (243) da alavanca de transmissão (211) para travar a alavanca de transmissão (211) em rotação, de
    15 uma maneira direta, no caso de uma colisão.
  5. 5. Manipulo, de acordo com as reivindicações de 1 a 3, caracterizado pelo fato de que o segundo corpo inercial (27, 127) é configurado para travar a alavanca de transmissão (211) mediante o travamento do primeiro corpo
    20 inercial (17, 117) na posição ativa.
  6. 6. Manipulo, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que o segundo corpo inercial (27, 127) tem uma abertura (29) para receber uma protuberância (31) do primeiro corpo inercial (17, 117) na
    25 posição operante.
  7. 7. Manipulo, de acordo com qualquer uma dentre as reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o meio de travamento do segundo corpo inercial (27) compreende uma tira flexível (35) que coopera com uma
    30 saliência (37) do segundo corpo inercial (27).
  8. 8. Manipulo, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 6, caracterizado pelo fato de que o meio de travamento do segundo corpo inercial (127) compreende uma cunha de travamento (135) com um formato geral substancialmente paralelepipedal disposta sobre a extremidade oposta da base (105) do segundo corpo inercial (127) de tal forma que, quando o segundo corpo inercial (127) gira, o segundo corpo inercial (127):
    - desliza ao longo de uma parede longitudinal (135a) da cunha de travamento (135) em uma primeira direção (Dl), e então
    - desliza ao longo de uma parede lateral (135b) da cunha de travamento (135) em um segunda direção (D2) substancialmente perpendicular à primeira direção (Dl), sendo que a dita parede lateral (135b) forma um bloqueio que trava o segundo corpo inercial (127) na posição operante.
  9. 9. Manipulo, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 8, caracterizado pelo fato de que o segundo eixo geométrico de rotação (A) é substancialmente perpendicular ao primeiro eixo geométrico de rotação (Z).
  10. 10. Manipulo, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 8, caracterizado pelo fato de que o segundo eixo geométrico de rotação (A) é substancialmente paralelo ao primeiro eixo geométrico de rotação (Z).
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