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BRPI1002322A2 - método para monitorar a composição de gás de descarga resultante de um processo térmico - Google Patents

método para monitorar a composição de gás de descarga resultante de um processo térmico Download PDF

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BRPI1002322A2
BRPI1002322A2 BRPI1002322-4A BRPI1002322A BRPI1002322A2 BR PI1002322 A2 BRPI1002322 A2 BR PI1002322A2 BR PI1002322 A BRPI1002322 A BR PI1002322A BR PI1002322 A2 BRPI1002322 A2 BR PI1002322A2
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BR
Brazil
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particle
particles
exhaust gas
measured
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Application number
BRPI1002322-4A
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Inventor
Marko Palonen
Juha Roppo
Jaani Silvennoinen
Original Assignee
Metso Power Oy
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Publication date
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Abstract

MéTODO PARA MONITORAR A COMPOSIçãO DE GáS DE DESCARGA RESULTANTE DE UM PROCESSO TéRMICO. A presente invenção refere-se a composição do gás de descarga gerado em um processo térmico, especialmente na combustão de biocombustível ou de combustível derivado de refugo, é monitorada pela medição da quantidade de partículas pertencentes a determinadas categorias de tamanho em pelo menos um ponto ao longo do trajeto de fluxo do gás de descarga. As ditas categorias de tamanho de partículas são escolhidas como objetos da medição, em que as partículas são conhecidas por consistir principalmente em cloretos álcalis.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MÉTODO PARA MONITORAR A COMPOSIÇÃO DE GÁS DE DESCARGA RESUL- TANTE DE UM PROCESSO TÉRMICO"
Descrição da Invenção
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a um método para monitorar a composição de gás de descarga resultante de um processo térmico. O mé- todo é especialmente adequado para monitorar a operação de um combustí- vel resistente a cloro de queima em caldeira a vapor, mas também pode ser usado em relação à pirólise, gaseificação e outros ditos processos.
Quando em uma caldeira a vapor funcionando em altos valores de vapor (pressão acima de o MPa (80 bar); temperatura acima de 500°C), o combustível de material biológico ou derivado de refugo é queimado tanto como tal ou combinado, problemas de contaminação e de corrosão de várias intensidades geralmente ocorrem na área do superaquecedor da caldeira. Na maioria dos casos, a causa é encontrada no alto conteúdo álcali e de cloro do combustível e, por outro lado, na baixa quantidade de elementos de proteção contra corrosão, tais como, enxofre e alguns minerais, por exem- plo, caulinita.
Os combustíveis resistentes a cloro compreendem, entre outros, biocombustíveis, tais como, lascas de madeira, cascas de árvore, serragem, turfa, palha, lixo agrícola e licor negro, bem como combustíveis derivados de refugo, tais como, resíduos urbanos triados ou não triados, resíduos de construção, resíduos industriais e vários tipos de lodo de esgoto. Juntamente com o sódio e o potássio liberados pelo combustível, o cloro irá formar clore- tos álcalis gasosos no gás de descarga, e estes irão condensar e formar se- dimentos nas superfícies de transferência de calor e especialmente nas su- perfícies dos superaquecedores.
Na medida em que o gás de descarga resfria-se, os cloretos ál- calis vaporizados formam, através de nucleação, um número significativo de partículas finas, o diâmetro das quais é menor do que 1 pm. As partículas finas têm efeitos conhecidos sobre a saúde. Tentativas foram feitas para reduzir os efeitos nocivos causados por cloretos álcalis, por exemplo, pela combinação de diferentes combustí- veis e pela adição de reagentes ao fluxo de combustível ou à câmara de fo- go para transformar o cloro dos cloretos álcalis em ácido hidroclórico, cujo cloro não será transferido para sedimentos.
A Fl 117631 B propõe alimentar para a área do superaquecedor da caldeira a vapor de um composto contendo sulfato, que forma um reagen- te especial para ligar compostos álcalis. Quantos produtos químicos devem ser dosados dependerá da quantidade de cloro contido no combustível. Co- mo a composição do combustível pode variar imensamente na prática, mais produtos químicos do que é realmente necessário deverão ser geralmente supridos para se ter uma margem de segurança.
A EP 1354167 B1 propõe a adição de aditivo sulfuroso ao fluxo de gás de descarga entre a zona de combustão e a área do superaquece- dor. A dosagem do produto químico é baseada no conteúdo de cloro no combustível ou do conteúdo dos cloretos álcalis gasosos medida a partir do gás de descarga.
A US 7229833 B1 propôs um método baseado na fotoespectro- metria para medir a concentração de cloretos álcalis a partir do gás de des- carga perto do superaquecedor. A solução é baseada no fato de que os clo- retos álcalis na fase de gás podem ser identificados em altas temperaturas e os mesmos podem ser definidos por análise espectral baseada na luz ultra- violeta. Baseada na concentração de cloretos álcalis medida no gás de des- carga, a queima do combustível é controlada, por exemplo, pela alimentação de um aditivo dentro da câmara de fogo reduzindo o conteúdo de cloreto álcali ou pela mudança na proporção de alimentação de combustível. A "fa- culdade de visão" de uma medição baseada no raio UV é limitada, especi- almente com as suspensões densas e com as altas concentrações de partí- culas. Isso vale para todas as medições ópticas, também para a técnica IR. O método não é adequado para uso em baixas temperaturas, porque irá somente identificar cloretos álcalis na fase de gás.
Apesar do papel dos cloretos álcalis na corrosão em uma alta temperatura ser bem-conhecido, a medição deles pelos métodos online co- nhecidos é caro e difícil. Assim, existe uma necessidade óbvia de desenvol- ver-se uma maneira fácil e vantajosa de monitorar o conteúdo de cloreto ál- cali de gás de descarga gerado em um processo térmico.
Muitas pesquisas foram feitas sobre a química dos cloretos álca- lis na câmara de fogo e sobre seu impacto em relação à contaminação e à corrosão de superfícies de transferência de calor. Algumas pesquisas medi- ram e relataram sobre a quantidade de partículas finas em gases de descar- ga. No entanto, as mesmas nunca propuseram a idéia de uma medição de cloretos álcalis baseada na quantidade de partículas finas. A razão para isso tem sido provavelmente de que os resultados não têm sido totalmente ine- quívocos, pois a quantidade de cloretos álcalis não se correlaciona com to- das as categorias de tamanho com a quantidade de partículas finas.
O objetivo da invenção é uma simples e vantajosa maneira de monitorar a concentração de cloretos álcalis no gás de descarga gerado co- mo resultado de um processo térmico.
O método de acordo com a invenção é caracterizado pelas ca- racterísticas apresentadas na parte que caracteriza a reivindicação indepen- dente 1.
A invenção é baseada na observação de que Na, K e Cl formam partículas de um determinado tamanho no gás de descarga. Pela medição da quantidade de partículas pertencentes a uma determinada categoria de tamanho em pelo menos um ponto ao longo do trajeto do fluxo do gás de descarga, é possível seguir a concentração de cloretos álcalis e detectar quaisquer mudanças que ocorram na concentração. Ditas categorias do ta- manho de partículas são escolhidas como objetos da medição, em que as partículas são conhecidas por consistir principalmente em cloretos álcalis.
Nano partículas são formadas no gás de descarga através de nucleação homogênea e heterogênea, e as mesmas irão crescer para partí- culas ainda maiores através de aglomeração e como condensação de vapo- res na superfície das partículas. Foi descoberto em pesquisas que as meno- res partículas existentes no gás de descarga, especialmente aquelas perten- centes à categoria de tamanho abaixo de 1 pm, consiste principalmente em metais álcalis e de cloro. Em outras palavras, as menores partículas com- preendem principalmente cloretos álcalis KCI e NaCI1 que vaporizaram na câmara de fogo. Estes são os componentes que causam a corrosão por clo- ro nas superfícies do superaquecedor em altos valores de temperatura e de pressão do vapor. Foi descoberto nas medições que 80 a 95% das partícu- las em categorias de tamanho de 0,03 a 0,26 pm são cloretos álcalis, e ain- da na categoria de tamanho de 0,26 a 0,61 μιη, as partículas contêm uma quantidade significativa de cloretos álcalis, normalmente cerca de 30 a 60% de seu peso.
A quantidade de partículas finas pertencentes a determinadas categorias de tamanho correlacionam-se claramente com os vapores álcalis que ocorrem no gás de descarga. Então, quando o dispositivo medindo o conteúdo da partícula dos registros do gás de descarga muda na quantidade de partículas finas, a conclusão pode ser tirada de que o conteúdo de cloreto álcali do gás de descarga foi mudado. A mudança pode resultar, por exem- plo, de uma mudança na qualidade do combustível ou devido a um efeito de um aditivo suprido. Como os arranjos de medição na amostragem em parti- cular são sensíveis a inúmeras variáveis, os resultados obtidos de várias instalações não podem necessariamente ser considerados como compará- veis entre si, mas a medição dos cloretos álcalis deve ser calibrada separa- damente para cada instalação.
Dependendo da temperatura, os cloretos álcalis ocorrem no gás de descarga tanto como vapores quanto como partículas aerossóis. No mé- todo de acordo com a invenção, os vapores álcalis são trazidos em relação à amostragem dentro da fase de partícula, e a partir da amostra, a quantidade de partículas daquela categoria de tamanho é medida, a qual é conhecida por conter bastantes cloretos álcalis. A medição da quantidade de partículas pode ser realizada tanto com uma medição do número de partículas ou co- mo uma medição de suas massas. Se a massa de partículas deve ser medi- da, ditas partículas muito grandes devem ser removidas da amostra primeiro antes da medição, o conteúdo de cloreto álcali do qual é mínimo, e que iria, então, deturpar o resultado da medição.
É uma tarefa desafiante medir partículas finas a partir do gás de descarga que tem, por exemplo, uma temperatura de 650 a 900°C na área do superaquecedor de uma caldeira de base fluidificada circulante e conten- do substâncias corrosivas e grandes quantidades de tipos diferentes de par- tículas. Introduzir um dispositivo eletrônico de medição sensível e complica- da em ditas condições é impossível na prática, por um lado, pelo aspecto da durabilidade dos materiais e, por outro lado, devido à alta quantidade de par- tículas. De fato, a análise de partículas e de gases é normalmente baseada na amostragem e ao pegar, para análise, uma amostra resfriada e diluída fora do processo medido. É importante na amostragem que a amostra seja resfriada e "destruída" o mais rápido possível após removê-la do processo. Destruir significa interromper os processos químicos e físicos de mudança. A destruição é realizada pela mistura da amostra em um gás inerte, em que a amostra é diluída ao mesmo tempo para se tornar adequada para análise. A Fl 119450 B descreve um coletor de amostras por diluição para coletar uma amostra gasosa que tem uma temperatura essencialmente mais alta do que a temperatura normal.
O gás de descarga é um aerossol, no qual o tamanho da partícu- la varia entre poucos nanômetros e umas poucas dezenas de micrômetros. Antes de medir a quantidade de partículas finas e, especialmente, antes de medir suas massas, é possível pelo uso de um pré-separador remover aque- las partículas da amostra, cujo diâmetro é acima de 1 μm, preferencialmente acima de 0,25 μm. Quando mede-se o conteúdo de cloro álcali baseado no número de partículas, o número de partículas grandes tem um efeito relati- vamente pequeno no resultado da medição. Quando mede-se o conteúdo de cloro álcali baseado na massa de partículas, as partículas grandes têm um efeito significativo no resultado da medição. Então, quando mede-se o nú- mero de partículas, uma pré-separação de partículas grandes não é tão cru- cial como quando mede-se a massa de partículas.
A quantidade de partículas finas contidas em uma amostra de gás de descarga pode ser medida através do uso de dispositivos conhecidos como tal, tais como um impactor, um impactor elétrico, um detector elétrico, uma calculadora de núcleo de condensação, ou alguns outros dispositivos de medição correspondentes adequados para medir partículas finas.
O impactor é um coletor de partícula, no qual a direção do per- curso de um fluxo de ar deflete abruptamente acima de uma placa de coleta.
As partículas maiores do que um limite não terão, então, tempo para girar com o fluxo, mas as mesmas irão impactar na base da coleta. O impactor divide as partículas em duas partes de acordo com seu tamanho aerodinâ- mico. Vários graus de coleta consecutivos podem ser organizados (impactor em cascata), em que a informação sobre a distribuição do tamanho é obtida.
As placas de coleta do impactor são normalmente trocadas em intervalos de algumas horas ou de dias, e as mesmas são medidas, em que o conteúdo da massa das partículas é estabelecido. As placas podem também ser leva- das para uma análise química. O impactor pode ser feito para trabalhar em tempo real, se as partículas que chegam à placa de coleta são contadas, por exemplo, utilizando um cristal piezo-elétrico ou eletrômetros. O impactor po- de ser usado também como um pré-separador na frente de um dispositivo de medição para remover aquelas partículas do aerossol, que são maiores do que a escala de medição.
O Impactor Elétrico de Baixa Pressão (ELPI) desenvolvido por Dekati Oy é adequado para medir a distribuição do tamanho da partícula e o conteúdo da partícula em tempo real dentro de uma escala de tamanho de partícula de 7 nm a 10 μηι. ELPI combina a tecnologia do impactor conheci- da como tal com o carregamento e a identificação elétrica das partículas. Usando o ELPI é possível medir diretamente o número de partículas perten- centes a determinadas categorias de tamanho, nas quais o impactor ordiná- rio mede somente a massa de partículas pertencentes a determinadas cate- gorias de tamanho.
A detecção elétrica de partículas pode também ser implementa- da pelo uso do detector EtaPS desenvolvido por Dekati Oy, no qual as partí- culas são carregadas eletricamente e o seu número é calculado por um ele- trômetro. Uma alternativa para a medição de partículas é a calculadora de núcleo de condensação desenvolvida por TSI Inc (por exemplo, CPC 3775), na qual as partículas são condensadas e o número das mesmas é calculado com a ajuda de um detector óptico.
A solução de acordo com a invenção combina amostras de par- tículas, em relação com as quais vapores álcalis são trazidos para a fase de partícula, com uma medição do número de partículas assim formadas. A pré- separação das partículas grandes é combinada à medição quando necessá- rio. O método não requer uma análise constante da composição das partícu- las finas. Por outro lado, como a amostra tirada do gás de descarga tem uma distribuição de tal tamanho, que os elementos K, Na e Cl tornaram-se espe- cialmente concentrados nestes, é possível analisá-los quimicamente a partir da amostra. A amostragem e o manuseio da amostra desempenhados corre- tamente são fatores importantes tanto na medição do número de partículas quanto na análise da composição das partículas.
Com o auxílio da invenção, é possível, de uma maneira simples e vantajosa, monitorar a quantidade de cloretos álcalis no gás de descarga. Quando o número de partículas dentro de uma categoria de tamanho pe- queno aumenta, pode ser presumido que o conteúdo de cloreto álcali foi aumentado. Quando o conteúdo de partículas medidas difere de uma escala predeterminada, o sistema de controle de processo pode soar um alarme, em conseqüência do qual um passo é dado, que controla a operação do processo.
O conteúdo de cloreto álcali de gás de descarga pode ser redu- zido, por exemplo, pela mudança na composição da mistura de combustível. Pela redução da parte do componente de combustível que contém muito cloro e aumentando a parte do componente que contém pouco cloro, a quantidade de cloretos álcalis pode ser trazida de volta dentro da escala admissível.
Outra maneira de reagir a um conteúdo de partícula aumentada é aumentando o suprimento, dentro da caldeira, de um aditivo de junção de cloreto álcali. Ditos aditivos estão descritos, por exemplo, na Fl 117631 B. O conteúdo da partícula do gás de descarga pode ser medido em um ou mais pontos ao longo do trajeto do fluxo do gás de descarga, tal como na parte superior da câmara de fogo, na área do superaquecedor ou no conduto. Mais do que uma medição torna possível comparar entre si os conteúdos de partículas medidas em pontos diferentes. A amostragem e a medição não estão restritas a uma determinada escala de temperatura. O método pode ser aplicado a vários tipos de caldeiras a vapor, gaseificador ou pirolizador, no qual a energia é produzida a partir de material biológico ou de combustível derivado de refugo. Utilizando o método é também possível medir o conteúdo de cloro álcali de gás de produto gerado na pirólise ou na gaseificação. O sistema de medição, os pontos de medição e os valores-alvo para o conteúdo de partículas são preferencialmente calibrados em separa- do para cada instalação individual.
Neste contexto, o processo térmico significa combustível de pro- cessamento, por exemplo, por combustão, gaseificação ou pirolização, de tal forma que o tratamento irá resultar na produção de gás de descarga ou em gás de produto, bem como em resíduos incombustíveis.
Quando o conteúdo de cloro álcali de gás de descarga é obser- vado constantemente pela medição do conteúdo de partículas em pelo me- nos um ponto ao longo do trajeto de fluxo do gás de descarga, o processo pode ser processado mais de perto do que atualmente até o limite crucial, isto é, com partes maiores de biocombustível ou de combustível derivado de refugo e/ou com um menor suprimento de aditivo. Então, usando a invenção é possível alcançar vantagens financeiras significativas.
A seguir, a invenção será descrita por referência às figuras nos desenhos em anexo.
A figura 1 mostra a distribuição do tamanho da partícula do gás de descarga e a composição das partículas com uma primeira composição de combustível.
A figura 2 mostra a distribuição do tamanho da partícula do gás de descarga e a composição das partículas com uma segunda composição de combustível. A figura 3 mostra a distribuição do tamanho da partícula do gás de descarga e a composição das partículas com uma terceira composição de combustível.
A figura 4 mostra a distribuição do tamanho da partícula do gás de descarga em uma medição baseada no número de partículas.
A figura 5 mostra a distribuição do tamanho da partícula da mesma amostra (figura 4) em uma medição baseada na massa de partículas.
A figura 6 é uma vista a princípio, de uma caldeira de base fluidi- ficada circulante, na qual uma medição de cloretos álcalis pode ser organi- zada de acordo com a invenção.
A figura 1 é uma vista do fluxograma de barra da distribuição de tamanho da partícula do gás de descarga e da composição de partículas de categorias de tamanhos diferentes em uma situação em que a mistura de combustível contém 17% de carvão, 48% de combustível derivado de refugo (RDF) e 35% de cascas de árvores. O eixo geométrico horizontal mostra o tamanho da partícula (estágio do impactor) e o eixo geométrico vertical mos- tra a massa relativa e o conteúdo de cloreto álcali (Cl, K, Na e outros ele- mentos químicos) de partículas pertencentes à categoria de tamanho con- cernente.
Pode ser visto na figura 1 que existe um pico distinto na área de partículas finas para a distribuição do tamanho de partículas do gás de des- carga produzido com uma mistura de combustível contendo bastante com- bustível derivado de refugo. As partículas da categoria de tamanho de 0,03 a 0,09 pm consistem principalmente em cloro, potássio e sódio, e também das categorias de tamanho de 0,09 a 0,26 pm e 0,26 a 0,61 pm, cloro, potássio e sódio representam uma grande parte da massa de partículas. Por outro lado, na categoria de tamanho de 0,61 a 1,6 pm e nas categorias de tamanho a- cima disso (não mostrado), a parte dos outros elementos químicos aumenta. Isso sustenta o fato de que juntamente com os metais álcalis, o cloro contido no gás de descarga irá formar sais de cloro álcali NaCI e KCI, os quais irão condensar em partículas aerossóis de um determinado tamanho quando o gás de descarga estiver resfriando.
A figura 2 é uma vista do fluxograma de barra similar de uma situação em que a mistura de combustível contém 25% de carvão, 30% de combustível derivado de refugo e 45% de cascas. A quantidade de partícu- las finas claramente diminuiu, quando a parte do combustível derivado de refugo foi reduzida em comparação à figura 1. Neste caso, também, as par- tículas finas, especialmente nas categorias de tamanho de 0,03 a 0,09 pm e de 0,09 a 0,26 pm, consistem principalmente em cloretos álcalis.
A figura 3 é uma vista de fluxograma de barra de uma situação em que a mistura de combustível contém 52% de carvão, 18% de combustí- vel derivado de refugo e 30% de cascas. Com esta composição de combus- tível, muito poucas partículas são geradas na categoria de tamanho pequeno.
O combustível derivado de refugo geralmente contém mais cloro e metais álcali do que, por exemplo, o carvão. É óbvio, a julgar pelas figuras 1 a 3, que a distribuição do tamanho da partícula do gás de descarga, e es- pecialmente a quantidade de partículas da categoria de tamanho pequeno, correlaciona-se bem com a composição do combustível. Como as partículas finas consistem principalmente em cloretos álcalis, é óbvio que pela medição da quantidade de partículas finas, é possível observar a quantidade de clore- tos álcalis no gás de descarga.
As figuras 4 e 5 ilustram as diferenças entre uma medição base- ada no número de partículas e uma medição baseada na massa de partícu- las. A figura 4 mostra a distribuição do tamanho da partícula do gás de des- carga baseada no número de partículas e a figura 5 mostra a distribuição do tamanho da partícula da mesma amostra baseada na massa de partículas. Nas duas figuras, o eixo geométrico horizontal mostra o tamanho da partícu- la logaritmicamente, e no eixo geométrico vertical na figura 4, o número de partículas é normalizado, e na figura 5, a massa da partícula é normalizada.
O teste executado foi feito com uma mistura de combustível contendo bas- tante cloro e metais álcalis.
A figura 4 indica que uma medição do número de partículas ofe- rece uma boa noção do número de partículas finas e desta maneira, da quantidade de cloretos álcalis no gás de descarga.
A figura 5 indica que partículas da categoria de tamanho grande, que quase não contém quaisquer cloretos álcalis, afetam o resultado da me- dição significativamente em uma medição baseada na massa de partículas. Disso, a conclusão pode ser tirada de que em uma medição de cloreto álcali baseada na massa, seria sensato utilizar a pré-separação, que remove a- quelas partículas acima do tamanho do gás de descarga, que são conheci- dos por conter muito poucos cloretos álcalis.
A figura 6 mostra um exemplo de um processo térmico, em que o método de acordo com a invenção pode ser usado. Uma caldeira de base fluidificada circulante 10 compreende uma câmara de fogo 11, um duto de gás de descarga 12 e um ciclone 13. O material fluidificado que é carregado com o gás de descarga é separado do gás de descarga no ciclone 13. O material fluidificado é devolvido para a parte inferior da câmara de fogo 11 através de um duto de retorno 14. O ar de fluidificação é suprido dentro da câmara de fogo 11a partir da parte inferior da câmara de fogo. Com o auxí- lio do meio de suprimento de combustível 15, dito combustível é suprido dentro da câmara de fogo 11, que pode ser biocombustível, combustível de refugo, carvão ou a mistura dos mesmos. Além disso, o ar que é necessário para a combustão é trazido para dentro da câmara de fogo a partir dos bo- cais de ar 16. Em relação à caldeira de base fluidificada circulante 10, exis- tem vários tipos de permutadores de calor, com os quais o calor é permuta- do do gás de descarga para vapor, água ou ar. Na parte superior da câmara de fogo 11, existe um primeiro superaquecedor 17, no duto de retorno 14 para material fluidificado, existe um segundo superaquecedor 18, e no duto de gás de descarga 12, existem vários permutadores de calor 19, 20, um atrás do outro. Todos estes permutadores de calor 17, 18, 19, 20 são expos- tos à contaminação e à corrosão por cloro.
De acordo com a idéia da invenção, a quantidade de partículas finas pode ser medida em um ou mais pontos ao longo do trajeto do fluxo do gás de descarga. Os pontos de medida vantajosos são, por exemplo, a parte superior da câmara de fogo 11 perto do primeiro superaquecedor 17, o duto de retorno 14 perto do segundo superaquecedor 18, e a conduto 12 perto dos permutadores de calor 19, 20. A mesma técnica de medição pode ser usada em vários pontos diferentes ao longo do trajeto do fluxo de gás de descarga, em que os resultados de medição são comparáveis entre si.
Apesar de uma caldeira de base fluidificada circulante ter sido descrita anteriormente, a invenção pode, é claro, também ser aplicada, por exemplo, em caldeiras de base fluidificadas, em fornalhas de grelha, em cal- deiras de recuperação de soda, em instalações de gaseificação e em pirolizadores.
Muitas modificações diferentes da invenção são possíveis dentro do escopo da proteção definido nas reivindicações, que são apresentadas a seguir.

Claims (9)

1. Método para monitorar a composição do gás de descarga re- sultante de um processo térmico, caracterizado pelo fato de que a quantida- de de partículas pertencentes a determinadas categorias de tamanho é me- dida em pelo menos um ponto ao longo do trajeto do fluxo do gás de des- carga e que as ditas categorias de tamanho de partículas são escolhidas por medição, nas quais as partículas são conhecidas por consistir principalmente em cloretos álcalis.
2. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a medida compreende etapas, nas quais uma amostra de gás é tirada do trajeto do fluxo do gás de descarga, a amostra de gás é diluída e resfriada a fim de trazer os cloretos álcalis gasosos para a fase de partícula, e a quantidade de partículas pertencentes a determinadas categorias de ta- manho é medida a partir da amostra de gás.
3. Método de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o número de partículas pertencentes a determinadas cate- gorias de tamanho é medido a partir da amostra de gás.
4. Método de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que a massa de partículas pertencentes a determinadas catego- rias de tamanho é medida a partir da amostra de gás.
5. Método de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que antes de medir a massa de partículas, aquelas partículas são removidas da amostra de gás, cujo diâmetro é acima de 1 μm, preferencial- mente acima de 0,25 μm.
6. Método de acordo com algumas reivindicações 1 a 5, caracte- rizado pelo fato de que o conteúdo de partículas medido do gás de descarga é comparado a um valor de orientação fornecido para o conteúdo de partícu- las, e quando o conteúdo de partículas medido difere do valor de orientação, um passo é dado para controlar a operação do processo.
7. Método de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que baseado no conteúdo da partícula do gás de descarga, a com- posição da mistura de combustível a ser suprida para dentro do processo é ajustada.
8. Método de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que baseado no conteúdo da partícula do gás de descarga, o supri- mento para dentro do processo de um aditivo afetando o conteúdo de cloreto álcali é ajustado.
9. Método de acordo com algumas das reivindicações 1 a 8, ca- racterizado pelo fato de que o conteúdo da partícula do gás de descarga é medido em dois ou mais pontos ao longo do trajeto de fluxo do gás de des- carga.
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