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BRPI1001307B1 - injeção de oxigênio em bacia de flotação do processo de remoção de substâncias poluentes em cursos d'água - Google Patents

injeção de oxigênio em bacia de flotação do processo de remoção de substâncias poluentes em cursos d'água Download PDF

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BRPI1001307B1
BRPI1001307B1 BRPI1001307A BRPI1001307A BRPI1001307B1 BR PI1001307 B1 BRPI1001307 B1 BR PI1001307B1 BR PI1001307 A BRPI1001307 A BR PI1001307A BR PI1001307 A BRPI1001307 A BR PI1001307A BR PI1001307 B1 BRPI1001307 B1 BR PI1001307B1
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BR
Brazil
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seq
peptide
residue
acid
amino
Prior art date
Application number
BRPI1001307A
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English (en)
Inventor
Gomes De Oliveira Felipe
Carlos Gomes De Oliveira João
Gomes De Oliveira Netto Procópio
Original Assignee
Dt Engenharia De Empreendimentos Ltda
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Publication date
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Abstract

injeção de oxigênio em bacia de flotação do processo de remoção de substâncias poluentes em cursos d'agua. do tipo compreendido pelas etapas de: aplicar através de mistura rápida material floculante ou coagulante (1) em um trecho do curso d'água a ser tratado; permitir que a partir deste trecho suna ao longo do curso d'água uma bacia de floculação, de modo que à jusante ocorra uma agregação de partículas em suspensão, definindo flocos de maiores dimensões. a injeção de oxigênio consiste em submeter estas partículas agregadas e de maiores dimensões e densidade à jusante do curso d'água a, pelo menos, uma etapa de dissolução e injeção de oxigênio oriundo de urna unidade de concentração (5), e direcionado a unidades de dissolução por misturadores pressurizados (3), formando uma mistura água/oxigênio a ser injetada em trechos (6) do curso d'água, ocasionando uma flotação de ditas partículas agregadas; permitir que à partir deste trecho surja ao longo do curso d'água uma bacia de flotação, de modo que à jusante ocorra uma aglomeração do material flotado, cujo material flotado e aglomerado verificado à jusante na superfície e junto às margens do curso d'água seja removido por raspagem da superfície do curso d'água.

Description

ANÁLOGOS DE OXINTOMODULINA
Referência cruzada a pedidos relacionados
Este pedido é uma continuação em parte do Pedido de Patente Internacional N° PCT/US2009/034448, depositado em 19 de fevereiro de 2009, cujo conteúdo é aqui incorporado em sua totalidade.
Fundamento da invenção (1) Campo da invenção
A presente invenção relaciona-se aos análogos de peptídeo de oxintomodulina (OXM, glucagon-37), que foi modificado para ser resistente à divagem e inativação por dipeptidil peptidase IV (DPP-IV) e para aumentar a meiavida in vivo do análogo de peptídeo enquanto permite que o análogo de peptídeo aja como um agonista de receptor duplo de GLP-l/glucagon (GCGR) , e ao uso de tais análogos de peptídeo para o tratamento de distúrbios metabólicos como diabetes e obesidade.
(2) Descrição da técnica relacionada
O hormônio oxintomodulina (OXM, glucagon-37) é um produto pós-tradução do processamento de pré-pró-glucagon no intestino e sistema nervoso central (SNC) e é secretado a partir de células L no intestino em resposta ao consumo de alimento. Descoberta em 1983, OXM tem sido envolvida na regulação do consumo de alimento e gasto de energia (Jarrouse e cols., Endocrinol. 115: 102-105 (1984);
Schjoldager e cols., Eur. J. Clin. Invest., 18: 499-503 (1988)) . A administração central ou periférica de OXM em ratos causa uma diminuição no consumo de alimento de curta duração com efeitos mínimos sobre o esvaziamento gástrico (Dakin e cols. Endocrinology, 142: 4.244-4.250 (2001),
2/161
Dakin e cols. Endocrinology, 145: 2.687-2.695 (2004)). A administração intracerebroventricular repetida de OXM em ratos resulta em temperaturas de núcleo elevadas e ganho de peso reduzido comparado com animais alimentados de forma pareada, sugerindo efeitos sobre o consumo calórico e gasto de energia (Dakin e cols. Am. J. Physiol. Endocrinol. Metab., 283: E1173-E1177 (2002)).
Em estudos relacionados, a administração periférica de OXM de modo dependente de dose inibiu a ingesta de alimento de indução rápida e de fase escura, mas, diferentemente de GLP-1, não teve efeito sobre o esvaziamento gástrico. OXM também reduziu os níveis de grelina de jejum e aumentou a imunorreatividade c-fos, no núcleo arqueado (ARC). A administração por via IP de sete dias repetida de OXM causou uma redução na taxa de ganho de peso corporal e adiposidade em ratos (veja Dakin e cols. Endocrinology, 145: 2.687-2.695 (2004)).
Estudos da ação em camundongos demonstraram que, embora OXM possa ativar os receptores de glucagon e GLP-1, as ações anoréticas de OXM requerem apenas o receptor de GLP-1, uma vez que OXM icv inibe a ingesta de alimento em camundongos knockout de receptor de glucagon. No entanto, os efeitos anoréticos de OXM são completamente ausentes em camundongos knockout de receptor de GLP-1. Além disso, exendina-4, mas não OXM, regula o gasto de energia em camundongos. Portanto, OXM parece ser um agonista fraco no receptor de GLP-1, quando usada em concentrações farmacológicas (veja Raggio e cols., Gastroenterol. 127: 546-58 (2004)). Foi constatado que OXM melhora a intolerância à glicose em camundongos alimentados com uma
3/161 dieta de alto teor de gordura (Dakin e cols., Am. J. Physiol. Endocrinol, Metab. 294: E142-E147 (2008) e aumenta os batimentos cardíacos intrínsecos em camundongos independente do receptor de GLP-1 (Sowden e cols., Am. J. Physiol. Regul. Integr. Comp. Physiol. 292: R962-R970 (2007). Também foi mostrado que OXM afeta diferentemente o recrutamento e sinalização de beta-arrestina de receptor de GLP-1 através de Galpha (Jorgensen e cols., J. Pharma. Exp. Therapeut. 322: 148-154 (2007)) e afeta diferentemente a ativação neuronal hipotalâmica após injeção periférica de OXM (Choudhri e cols., Biochem. Biophys. Res. Commun. 350: 298-306 (2006)).
Em humanos, uma infusão intravenosa única de 90 minutos de OXM em indivíduos saudáveis de peso normal reduziu as pontuações de fome e ingesta de alimento em uma refeição de bufê em cerca de 19%. A ingesta calórica cumulativa de doze horas foi reduzida em cerca de 11% com nenhum relato de náusea ou alterações na palatabilidade do alimento (Cohen e cols., J. Clin. Endocrinol. Metab., 88: 4.696-4.701 (2003); Lykkegaard e cols., ADA Scientific
Sessions, Abstract #1506-P (2003)). Mais recentemente, injeções pré-prandiais de OXM por um período de quatro semanas em voluntários saudáveis obesos (BMI de cerca de 33) levaram a uma redução significativa da ingesta calórica no primeiro dia de tratamento (cerca de 25%) que foi mantida pela duração do estudo (35% de redução depois de quatro semanas) (Wynne e cols., Diabetes 54: 2.390-2.395 (2005) ) . Grande perda de peso foi observada ao final do estudo nos indivíduos tratados (1,9%, corrigido por placebo). Os níveis plasmáticos de OXM foram similares
4/161 àqueles observados no estudo de infusão (concentração de pico de cerca de 950 pM) . A ausência de qualquer taquifilaxia e uma baixa incidência de náusea leve e transitória (cerca de 3%) a despeito das doses relativamente altas necessitadas pela pouca estabilidade in vivo de OXM (plasma ti/2 < 12 minutos) torna esse hormônio um dos poucos alvos de obesidade com validação humana e um perfil de tolerabilidade atrativa.
OXM tem uma meia-vida muito curta e é rapidamente inativada pela dipeptidil peptidase IV de superfície celular (DPP-IV) (Zhu e cols., J. Biol. Chem. 278: 22.41822.423 (2002) . No entanto, os inibidores de DPP-IV são de peso neutro na clínica, sugerindo que níveis suprafisiológicos de OXM (900-1.000 pM) podem ser necessários para atingir perda de peso em humanos. Análogos de peptídeo de OXM para indução de perda de peso em humanos têm sido o objetivo dos Pedidos Internacionais Publicados Nos. WO 03/022304, WO 2004/062685 e WO 2006/134340.
OXM, portanto, mostra potencial como um tratamento para distúrbios metabólicos como diabetes e obesidade. No entanto, devido à pouca estabilidade in vivo de OXM, existe uma necessidade de desenvolver análogos de OXM que podem ser administrados de modo seguro e eficaz para o tratamento de doenças metabólicas, como diabetes e obesidade. Também seria desejável que fossem desenvolvidos análogos ou derivados que fossem modificados por conjugação a porções que melhorariam a estabilidade e farmacocinética, mais particularmente, modificações que conferem resistência à divagem por DPP-IV. Também seria desejável fornecer análogos de OXM que sejam capazes de agir como agonistas
5/161 duplos de receptor de GLP-l/receptor de glucagon.
Breve sumário da invenção
A presente invenção fornece análogos de peptídeo de oxintomodulina (OXM, glucagon-37), que foram modificados para serem resistentes à divagem e inativação por dipeptidil peptidase IV (DPP-IV) e para aumentar a meiavida in vivo do análogo de peptídeo enquanto permite que o análogo de peptídeo aja como um agonista de receptor duplo de GLP-l/glucagon (GCGR) , e o uso de tais análogos de peptídeo para o tratamento de distúrbios metabólicos como diabetes e obesidade. Em particular, os análogos aqui revelados reduzem a ingesta de alimento e peso corporal, aumentam a taxa metabólica, medeiam a secreção de insulina dependente de glicose (GDIS) a partir de ilhotas pancreáticas e melhoram a tolerância à glicose, assim fornecendo uma opção de tratamento para indivíduos que sofrem de um distúrbio metabólico como síndrome metabólica, obesidade, diabetes, síndrome metabólica X, hiperglicemia, glicemia de jejum prejudicada, dislipidemia, aterosclerose, e outros estados pré-diabéticos.
Portanto, a presente invenção fornece um peptídeo que compreende a seqüência de aminoácidos de uma oxintomodulina humana (OXM) mostrada em Id. de Seq. N°: 1 em que o segundo aminoácido do terminal N é substituído com um aminoácido que torna o peptídeo resistente à divagem e inativação por dipeptidil peptidase IV; o peptídeo inclui uma porção lipídica ou de colesterol covalentemente ligada ao peptídeo; o peptídeo inclui opcionalmente uma a três substituições de aminoácido além da substituição na posição 2; e o peptídeo inclui opcionalmente um grupo de proteção
6/161 que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C do peptídeo; em que o peptídeo é capaz de agir como um agonista duplo de receptor de GLP-1 e de receptor de glucagon e tem uma meia-vida sérica maior que a meia-vida sérica da OXM humana, e sais farmaceuticamente aceitáveis destes. Em aspectos adicionais, o aminoácido substituído pelo segundo aminoácido do terminal N é selecionado do grupo que consiste em D-serina e um ácido aminoisobutírico.
Também é fornecido um peptídeo que compreende a seqüência de aminoácidos de uma oxintomodulina humana (OXM) mostrada em Id. de Seq. N° : 1 em que o segundo aminoácido do terminal N é substituído com um aminoácido selecionado do grupo que consiste em D-serina e um ácido aminoisobutírico; o terminal C do peptídeo inclui um resíduo de cisteína em que o grupo tiol do resíduo de cisteína é covalentemente ligado a uma porção de colesterol por um ligante hidrofílico; o peptídeo inclui opcionalmente uma a três substituições de aminoácido além da substituição na posição 2; e o peptídeo inclui opcionalmente um grupo de proteção que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C do peptídeo; em que o peptídeo age como um agonista duplo de receptor de GLP1 e de receptor de glucagon e tem uma meia-vida sérica maior que a meia-vida sérica da OXM humana, e sais farmaceuticamente aceitáveis destes.
Também é fornecido um peptídeo que compreende a seqüência de aminoácidos de uma oxintomodulina humana (OXM) mostrada em Id. de Seq. N°: 1 em que o segundo aminoácido do terminal N é substituído com um aminoácido que torna o peptídeo resistente à divagem e inativação por dipeptidil
7/161 peptidase IV; o peptídeo inclui uma porção lipídica ou de colesterol covalentemente ligada ao peptídeo; o peptídeo inclui uma ou mais substituições de aminoácido nas posições de aminoácido selecionadas do grupo que consiste em posições 17, 18 e 27; e o peptídeo inclui opcionalmente um grupo de proteção que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C do peptídeo; em que o peptídeo age como um agonista duplo de receptor de GLP-1 e de receptor de glucagon e tem uma meia-vida sérica maior que a meiavida sérica da OXM humana, e sais f armaceuticamente aceitáveis destes. Em aspectos adicionais, uma ou mais substituições de aminoácido são selecionadas do grupo que consiste em ácido glutâmico no lugar da arginina na posição 17, alanina no lugar da arginina na posição 18, norleucina ou O-metil-L-homoserina no lugar da metionina na posição 27.
Também é fornecido um peptídeo que compreende a seqüência de aminoácidos de uma oxintomodulina humana (OXM) mostrada em Id. de Seq. N°: 1 em que o segundo aminoácido do terminal N é substituído com um aminoácido que torna o peptídeo resistente à divagem e inativação por dipeptidil peptidase IV; o peptídeo inclui uma porção lipídica ou de colesterol covalentemente ligada ao peptídeo; o peptídeo inclui opcionalmente uma a três substituições de aminoácido além da substituição na posição 2; o peptídeo é desprovido da seqüência de aminoácidos RNRNNIA (Id. de Seq. N°: 104); e o peptídeo inclui opcionalmente um grupo de proteção que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C do peptídeo; em que o peptídeo age como um agonista duplo de receptor de GLP-1 e de receptor de glucagon e tem uma meia8/161 vida sérica maior que a meia-vida sérica da OXM humana, e sais farmaceuticamente aceitáveis destes.
Em aspectos adicionais, a substituição de aminoácido na posição 2 é um aminoácido selecionado do grupo que consiste em D-serina e ácido α-aminoisobutírico e a porção de colesterol é covalentemente ligada ao grupo tiol de uma cisteína por um ligante hidrofílico e o resíduo de cisteína é covalentemente ligado ao terminal C do peptídeo por uma ligação de peptídeo. Em aspectos adicionais, o peptídeo também inclui uma ou mais substituições de aminoácido nas posições de aminoácido selecionadas do grupo que consiste em posições 17, 18 e 27. Em aspectos adicionais, o peptídeo também inclui uma ou mais substituições de aminoácido selecionadas do grupo que consiste em arginina na posição 17 para ácido glutâmico, arginina na posição 18 para alanina, metionina na posição 27 para norleucina ou Ometil-L-homoserina.
Em aspectos adicionais de qualquer um dos peptídeos acima, o peptídeo inclui uma porção de colesterol covalentemente ligada ao grupo tiol de um resíduo de cisteína no terminal C do peptídeo. Em aspectos particulares, a porção de colesterol é covalentemente ligada ao grupo tiol por um ligante hidrofílico. O ligante hidrofílico pode ser um peptídeo ou polímero como um polímero de etoxi que inclui uma a dez unidades etoxi. Em aspectos adicionais, o ligante hidrofílico é um polímero de etoxi que inclui quatro unidades etoxi. Em outros aspectos do peptídeo, o peptídeo inclui uma porção lipídica covalentemente ligada ao grupo ε-amino de um resíduo de lisina covalentemente ligada ao terminal C do peptídeo,
9/161 que, em modalidades particulares, é um palmitoil. Em modalidades adicionais, o resíduo de lisina é ligado ao terminal C do peptídeo por meio de uma porção de ligação. Em aspectos particulares, a porção ligante inclui um ou mais resíduos de ácido gama-glutâmico e, em outros aspectos, a porção ligante é ácido l-amino-4,7,10-tioxa-13tridecanamina succinímico.
Também é fornecido um análogo de peptídeo de OXM selecionado dos análogos de peptídeo apresentados na tabela 1 e Tabela 2 e o uso de mais um dos análogos de peptídeo de OXM apresentados na tabela 1 e tabela 2 na fabricação de um
medicamento para 0 tratamento de um distúrbio metabólico.
Também é fornecido um análogo de peptídeo que
compreende a estrutura
Z1-P-L1-Z2
em que P é um peptídeo que tem a seqüência de
aminoácidos
HX1QGTFTSDYSX2ILDX3X4X5AX6DFVQWLX7NTK (Id. de Seq. N° : 106) em que Xi é uma D-serina, ácido a-aminoisobutírico (aib), resíduo de ácido 1-amino-l-ciclobutano carboxílico (Acb), ácido 1-amino-l-ciclohexano carboxílico (Acx); ácido alfa-aminobutírico (Abu); ácido D-alfa-aminobutírico (DAbu) ; ácido aminovalérico (Nva); beta ciclopropil-alanina (Cpa); propargilglicina (Prg); alilglicina (Alg); ácido 2amino-2-ciclohexil propanóico (2-Cha); D-terc-butilglicina (D-tbg); Vinilglicina (Vg) ; ácido 1-amino-1-ciclopropano carboxílico (Acp); ou ácido 1-Amino-l-ciclopentano carboxílico (Acpe) ; X2 é Ser (S) ou Lys (K) ; X3 é Ser (S) ou Glu (E) ; X4 é um resíduo de arginina (R) ou ácido glutâmico (E) ; X5 é um resíduo de arginina (R) ou alanina
10/161 (A); X6 é Gin (Q) ou Lys (K); X7 é um resíduo de metionina (M) , norleucina (Nie), sulfóxido de metionina (m) ou Ometil-L-homoserina (o);
Zi é um grupo de proteção opcionalmente presente que, se presente, é unido ao grupo amino de terminal N, Li é opcional, mas quando presente é a seqüência de aminoácidos RNRNNIA (Id. de Seq. N°: 104) ou uma porção ligante; Z2 é opcional, mas quando presente é um resíduo de lisina (K) , um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção lipídica, um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção de colesterol, um resíduo de cisteína (C) , um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção lipídica; um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção de colesterol; e P ou Z2 inclui opcionalmente um grupo de proteção que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C; e sais farmaceuticamente aceitáveis destes. Li-Z2 pode ser ligado ao aminoácido de terminal C de P ou a um aminoácido interno de P.
Em aspectos adicionais dos peptídeos acima, Z2 é um resíduo de cisteína, que em modalidades particulares pode ser covalentemente ligado por seu grupo tiol a uma porção de colesterol ou uma porção lipídica. Em outras modalidades, a porção de colesterol ou porção lipídica é covalentemente ligada ao grupo tiol da cisteína por um ligante hidrofílico. Em aspectos particulares, o ligante hidrofílico é um polímero de etoxi que inclui uma a vinte e quatro unidades etoxi ou, em aspectos mais específicos, o ligante hidrofílico é um polímero de etoxi que inclui quatro unidades etoxi.
Em aspectos adicionais dos peptídeos acima, Z2 é um
11/161 resíduo de lisina, em que, em modalidades particulares, o grupo ε-amino da lisina é covalentemente ligado a uma porção de colesterol ou uma porção lipídica, diretamente ou por meio de um ligante hidrofílico. Em modalidades particulares, a porção lipídica é um palmitoil.
Em aspectos adicionais dos peptídeos acima, Li é uma porção ligante. Em aspectos particulares, a porção ligante é uma porção de ligante hidrofílico. Ainda em aspectos adicionais, a porção ligante compreende um ou mais resíduos de ácido gama-glutâmico e, em outros aspectos, a porção ligante é ácido l-amino-4,7,10-tioxa-13-tridecanamina succinímico.
Em modalidades particulares do peptídeo acima, o peptídeo compreende uma estrutura selecionada de OXM70 (Id.
de Seq. N°: 12) ; OXM 110 (id. de Seq. N°: : 19) ; OXM 115 (Id.
de Seq. N° : 21) ; OXM177 (Id. de Seq. N° : 24) ; OXM212 (Id.
de Seq. N°: 27) ; OXM213 (Id. de Seq. N° : 28) ; OXM216 (Id.
de Seq. N° : 29) ; OXM290 (Id. de Seq. N° : 46) ; OXM301 (Id.
de Seq. N° : 51) ; ou OXM325 (Id. de Seq. N° : 65) Em
modalidades particulares adicionais do peptídeo acima, o peptídeo compreende uma estrutura selecionada de OXM237
(Id. de Seq. N° : 31) ; ; OXM238 (Id, de Seq . N° : 32) ; OXM259
(Id. de Seq. N° : 33) ; • OXM260 (Id, de Seq . N° : 34) ; OXM261
(Id. de Seq. N° : 35) ; r OXM262 (Id. de Seq . N° : 36) ; OXM263
(Id. de Seq. N° : 37) ; : OXM264 (Id. de Seq . N° : 38) ; OXM265
(Id. de Seq. N° : 39) ; : OXM266 (Id. . de Seq . N° : 40) ; OXM267
(Id. de Seq. N° : 41) ; : OXM268 (Id. . de Seq . N° : 42) ; OXM306
(Id. de Seq. N° : 43) ; OXM307 (Id. de Seq. N°: 44) ; e OXM308
(Id. de Seq. N°: 45).
Em modalidades particulares do peptídeo acima, quando
12/161 o peptídeo é desprovido de RNRNNIA (Id. de Seq. N°: 104), o peptídeo compreende uma estrutura selecionada de OXM291
(Id. (Id. de de Seq. Seq. N° : N° : 47) 49) ; 0XM292 ; 0XM294 (Id. (Id. de de Seq. Seq. N° : N° : 48) ; 50) ; OXM293 OXM302
5 (Id. de Seq. N° : 52) ; OXM303 (Id. de Seq. N° : 53) ; OXM304
(id. de Seq. N° : 54) ; OXM305 (Id. de Seq. N° : 55) ; OXM311
(Id. de Seq. N° : 56) ; OXM312 (Id. de Seq. N° : 57) ; OXM314
(id. de Seq. N° : 58) ; OXM313 (Id. de Seq. N° : 59) ; OXM317
(Id. de Seq. N° : 60) ; OXM318 (Id. de Seq. N° : 61) ; OXM319
10 (id. de Seq. N° : 62) ; OXM323 (Id. de Seq. N° : 64) ; OXM327
(Id. de Seq. N° : 66) ; OU OXM329 (Id . de Seq . N° : 67)
Em modalidades particulares adicionais, quando o
peptídeo é desprovido de RNRNNIA (Id. de Seq. N°: 104 , O
peptídeo compreende a estrutura selecionada de OXM345 (Id.
15 de Seq. N° : 69) ; OXM355 (Id. de Seq. N° : 70) ; OXM357 (Id.
de Seq. N° : 71) ; OXM359 (id. de Seq. N° : 72) ; OXM361 (Id.
de Seq. N° : 73) ; OXM373 (id. de Seq. N° : 74) ; OXM374 (Id.
de Seq. N° : 75) ; OXM380 (id. de Seq. N° : 76) ; OXM381 (Id.
de Seq. N° : 77) ; OXM383 (Id. de Seq. N° : 78) ; OXM388 (Id.
20 de Seq. N° : 79) ; OXM392 (id. de Seq. N° : 80) ; OXM395 (Id.
de Seq. N° : 81) ; OXM398 (Id. de Seq. N° : 82) ; OXM399 (Id.
de Seq. N° : 83) ; OXM400 (id. de Seq. N° : 84) ; OXM401 (Id.
de Seq. N° : 85) ; OXM404 (id. de Seq. N° : 86) ; OXM406 (Id.
de Seq. N° : 87) ; OXM407 (Id. de Seq. N° : 88) ; OXM408 (Id.
25 de Seq. N° : 89) ; OXM410 (Id. de Seq. N° : 91) ; OXM411 (id.
de Seq. N° : 92) ; OXM412 (Id. de Seq. N° : 93) ; OXM414 (Id.
de Seq. N° : 95) ; OXM415 (Id. de Seq. N° : 96) ; OXM416 (id.
de Seq. N° : 97; OXM417 (Id. de Seq. N° : 98); OXM418 (Id . de
Seq . N° : 99; OXM419 (Id. de Seq . N° : 100 ; OXM420 (Id . de
30 Sec . N° : 101); ou OXM421 (Id. de Seq. N° : 102) .
13/161
Também é fornecido um análogo de peptídeo que compreende a estrutura
Zx- P -Li - Z2 em que P é um peptídeo que tem a seqüência de aminoácidos
HXIQGTFTSDYSX2ILDX3X4X5AXGDFVQWLX7NTK (Id. de Seq. N° : 106) em que Χχ é uma D-serina, ácido a-aminoisobutírico (aib), resíduo de ácido 1-Amino-1-ciclobutano carboxílico (Acb), ácido 1-Amino-l-ciclohexano carboxílico (Acx); ácido alfa aminobutírico (Abu); ácido D-alfa-aminobutírico (DAbu) ; Ácido aminovalérico (Nva); beta ciclopropil-alanina (Cpa); propargilglicina (Prg); alilglicina (Alg); ácido 2amino-2-ciclohexil-propanóico (2-Cha); D-terc-butilglicina (D-tbg); Vinilglicina (Vg); ácido 1-amino-l-ciclopropano carboxílico (Acp); ou ácido 1-Amino-1-ciclopentano carboxílico (Acpe) ; X2 é Ser (S) ou Lys (K) ; X3 é Ser (S) ou Glu (E) ; X4 é um resíduo de arginina (R) ou ácido glutâmico (E) ; X5 é um resíduo de arginina (R) ou alanina (A); X6 é Gin (Q) ou Lys (K); X7 é um resíduo de metionina (M) , norleucina (Nle), sulfóxido de metionina (m) ou Ometil-L-homoserina (o) ;
Zi é um grupo de proteção opcionalmente presente que, se presente, é unido ao grupo amino N-terminal, Li é opcional, mas quando presente é uma porção ligante; Z2 é opcional, mas quando presente é um resíduo de lisina (K) , um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção lipídica, um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção de colesterol, um resíduo de cisteína (C), um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção lipídica; um resíduo de cisteína covalentemente ligado a
14/161 uma porção de colesterol; e P ou Z2 inclui opcionalmente um grupo de proteção que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C; e sais farmaceuticamente aceitáveis destes. Li-Z2 pode ser ligado ao aminoácido de terminal C de P ou a um aminoácido interno de P.
Em aspectos adicionais dos peptídeos acima, Z2 é um resíduo de cisteína, que, em modalidades particulares, pode ser covalentemente ligado por seu grupo tiol a uma porção de colesterol ou uma porção lipídica. Em outras modalidades, a porção de colesterol ou porção lipídica é covalentemente ligada ao grupo tiol da cisteína por um ligante hidrofílico. Em aspectos particulares, o ligante hidrofílico é um polímero de etoxi que inclui uma a vinte e quatro unidades etoxi ou, em aspectos mais específicos, o ligante hidrofílico é um polímero de etoxi que inclui quatro unidades etoxi.
Em aspectos adicionais dos peptídeos acima, Z2 é um resíduo de lisina, em que, em modalidades particulares, o grupo ε-amino da lisina é covalentemente ligado a uma porção de colesterol ou uma porção lipídica, diretamente ou por meio de um ligante hidrofílico. Em modalidades particulares, a porção lipídica é um palmitoil.
Em aspectos adicionais dos peptídeos acima, Li é uma porção ligante. Em aspectos particulares, a porção ligante é uma porção de ligante hidrofílico. Ainda em aspectos adicionais, a porção ligante compreende um ou mais resíduos de ácido gama-glutâmico e, em outros aspectos, a porção ligante é ácido l-amino-4,7,10-tioxa-13-tridecanamina succinímico.
Em modalidades particulares do peptídeo acima, o
15/161
peptídeo compreende uma estrutura selecionada de OXM291
(Id. de Seq. N° : 47) ; OXM292 (Id. de Seq. N° : 48) ; OXM293
(Id. de Seq. N° : 49) ; OXM294 (id. de Seq. N° : 50) ; ΘΧΜ302
(Id. de Seq. N° : 52) ; OXM303 (Id. de Seq. N° : 53) ; OXM304
5 (Id. de Seq. N° : 54) ; OXM305 (id. de Seq. N° : 55) ; OXM311
(Id. de Seq. N° : 56) ; OXM312 (id. de Seq. N° : 57) ; OXM314
(Id. de Seq. N° : 58) ; OXM313 (Id. de Seq. N° : 59) ; OXM317
(Id. de Seq. N° : 60) ; OXM318 (Id. de Seq. N° : 61) ; OXM319
(Id. de Seq. N° : 62) ; OXM323 (Id. de Seq. N° : 64) ; OXM327
10 (Id. de Seq. N° : 66) ; ou OXM329 (Id . de Seq . N° 67)
Em modalidades particulares adicionais, o peptídeo compreende a estrutura selecionada de OXM345 (Id. de Seq.
N° : N° : 69) ; 71) ; OXM355 OXM359 (Id (Id de de Seq Seq N° N° : 70) ; : 72) ; OXM357 OXM361 (Id. (id. de de Seq Seq
15 N° : 73) ; OXM373 (Id de Seq : 74) ; OXM374 (id. de Seq
N° : 75) ; ΘΧΜ380 (Id de Seq : 76) ; OXM381 (Id. de Seq
N° : 77) ; OXM383 (Id de Seq : 78) ; OXM388 (Id. de Seq
N° : 79) ; OXM392 (Id de Seq : 80); OXM395 (Id. de Seq
N° : 81) ; OXM398 (Id de Seq : 82) ; OXM399 (Id. de Seq
20 N° : 83) ; OXM400 (Id de Seq : 84); OXM401 (Id. de Seq
N° : 85) ; OXM404 (Id de Seq : 86); OXM406 (Id. de Seq
N° : 87) ; OXM407 (Id de Seq 88); OXM408 (id. de Seq
N° : 89) ; OXM410 (Id de Seq 91); OXM411 (Id. de Seq
N° : 92) ; OXM412 (Id de Seq 93); OXM414 (id. de Seq
25 N° : 95) ; OXM415 (Id de Seq 96); OXM416 (id. de Seq
N° : 97; OXM417 (Id. de Seq. N° : 98) ; OXM418 (id. de Seq
N° : 99; OXM419 (Id. de Seq. N° : 10 0; OXM420 (id. de Seq
N° : 101) ; OU OXM421 (Id. de Seq. N° : 102) .
Também é fornecido um análogo de peptídeo que compreende a estrutura
16/161
Zx- P-Lx - Z2 em que P é um peptídeo que tem a seqüência de aminoácidos
I-IX1QGTFTSDYSX2ILDX3X4X5AX6DFVQWLX7NTKI2 .NRNNIA (Id. de Seq. N°: 107) em que Χχ é uma D-serina, ácido a-aminoisobutírico (aib), ácido 1-amino-l-ciclobutano carboxílico (Acts) resíduo, ácido 1-Amino-1-ciclohexano carboxílico (Acx); ácido alfa aminobutírico (Abu); ácido D-alfa-aminobutírico (D-Abu); ácido aminovalérico (Nva); beta ciclopropilalanina (Cpa); propargilglicina (Prg); alilglicina (Alg); ácido 2-amino-2-ciclohexil-propanóico (2-Cha); D-tercbutilglicina (D-tbg); Vinilglicina (Vg); ácido 1-Amino-lciclopropano carboxílico (Acp); ou ácido 1-Amino-lciclopentano carboxílico (Acpe) ; X2 é Ser (S) ou Lys (K) ; X3 é Ser (S) ou Glu (E); X4 é um resíduo de arginina (R) ou ácido glutâmico (E) ; X5 é um resíduo de arginina (R) ou alanina (A) ; X6 é Gin (Q) ou Lys (K) ; X7 é um resíduo de metionina (M), norleucina (Nle), sulfoxido de metionina (m) ou O-metil-L-homoserina (o);
Zi é um grupo de proteção opcionalmente presente que, se presente, é unido ao grupo amino N-terminal, Li é opcional, mas quando presente é uma porção ligante; Z2 é opcional, mas quando presente é um resíduo de lisina (K) , um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção lipídica, um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção de colesterol, um resíduo de cisteína (C), um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção lipídica; um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção de colesterol; e P ou Z2 inclui opcionalmente um
17/161 grupo de proteção que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C; e sais farmaceuticamente aceitáveis destes. Ιη-Ζ2 pode ser ligado ao aminoácido de terminal C de P ou a um aminoácido interno de P.
Em aspectos adicionais dos peptídeos acima, Z2 é um resíduo de cisteína, que, em modalidades particulares, pode ser covalentemente ligado por seu grupo tiol a uma porção de colesterol ou uma porção lipídica. Em outras modalidades, a porção de colesterol ou porção lipídica é covalentemente ligada ao grupo tiol da cisteína por um ligante hidrofílico. Em aspectos particulares, o ligante hidrofílico é um polímero de etoxi que inclui uma a vinte e quatro unidades etoxi ou, em aspectos mais específicos, o ligante hidrofílico é um polímero de etoxi que inclui quatro unidades etoxi.
Em aspectos adicionais dos peptídeos acima, Z2 é um resíduo de lisina, em que, em modalidades particulares, o grupo ε-amino da lisina é covalentemente ligado a uma porção de colesterol ou uma porção lipídica, diretamente ou por meio de um ligante hidrofílico. Em modalidades particulares, a porção lipídica é um palmitoil.
Em aspectos adicionais dos peptídeos acima, La é uma porção ligante. Em aspectos particulares, a porção ligante é uma porção de ligante hidrofílico. Ainda em aspectos adicionais, a porção ligante compreende um ou mais resíduos de ácido gama-glutâmico e, em outros aspectos, a porção ligante é ácido l-amino-4,7,10-tioxa-13-tridecanamina succinímico.
Em modalidades particulares do peptídeo acima, o peptídeo compreende uma estrutura selecionada de OXM290
18/161 (Id. de Seq. N° : 46); OXM301 (Id. de Seq. N° : 51); OXM321 (Id. de Seq. N° : 63); OXM325 (Id. de Seq. N° : 65); OU OXM330 (Id. de Seq. N°: 68).
Em modalidades particulares adicionais do peptídeo acima, o peptídeo compreende uma estrutura selecionada de
OXM70 (Id. de Seq. N° : 12); OXM110 (Id. de Seq. N° :19);
OXMI 15 (Id. de Seq. N° : 21); OXM177 (Id. de Seq. N° :24);
OXM212 (Id. de Seq. N° : 27); OXM213 (Id. de Seq. N° :28);
ou OXM216 (Id. de Seq. N°: 29).
Em modalidades particulares adicionais do peptídeo
acima, o peptídeo compreende uma estrutura selecionada de
OXM237 (Id. de Seq . N° : : 31) ; OXM238 (Id, . de Seq. : 32) ;
OXM259 (Id. de Seq . N° : : 33) ; OXM260 (Id, . de Seq. : 34);
OXM261 (Id. de Seq . N° : : 35) ; OXM262 (Id, . de Seq. : 36) ;
OXM263 (Id. de Seq . N° : : 37); OXM264 (Id, . de Seq. : 38) ;
OXM265 (Id. de Seq . N° ; : 39) ; OXM266 (id. . de Seq. : 40) ;
OXM267 (Id. de Seq . N° : : 41) ; OXM268 (id, . de Seq. : 42) ;
OXM306 (Id. de Seq. N° : 43) ; OXM307 1 :id. de Seq. N o , 44) ; e
ΘΧΜ308 (Id. de Seq. N° : 45) .
São também fornecidos análogos de peptídeo que são um agonista duplo de receptor de GLP-1 /glucagon (GCGR) e têm um pi de menos que 6,0. Os análogos de peptídeo que compreendem um colesterol ou porção de ácido graxo e têm um pi de menos que 6 têm uma capacidade reduzida de estimular a degranulação de mastócitos como determinado por um ensaio contra-seleção in vitro que usa a linhagem de mastócitos humanos LAD2. Portanto, também é fornecido um análogo de peptídeo que compreende a seqüência de aminoácidos HSQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK (Id. de Seq. N°: 109) em que o segundo aminoácido do terminal N do peptídeo é
19/161 substituído com um aminoácido que torna o peptídeo resistente à divagem e inativação por dipeptidil peptidase IV; o peptídeo inclui uma porção lipídica ou de colesterol covalentemente ligada ao peptídeo por um espaçador que compreende um ou mais resíduos de ácido gama-glutâmico; o peptídeo inclui opcionalmente uma a três substituições de aminoácido além da substituição na posição 2; e o peptídeo inclui opcionalmente um grupo de proteção que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C do peptídeo; em que o análogo de peptídeo tem um pl de menos que 6,0 e é um agonista de receptor GLIP-1 duplo e agonista de receptor de glucagon, e sais farmaceuticamente aceitáveis destes. Em aspectos particulares, os análogos de peptídeo têm um pl entre 4 e 6, ou um pl de cerca de 5,0, por exemplo, um pl de cerca de 5,4.
Em aspectos adicionais, o aminoácido que substitui o segundo aminoácido do terminal N do análogo de peptídeo é selecionado do grupo que consiste em D-serina, ácido aaminoisobutírico e ácido 1-amino-l-ciclobutano carboxílico.
Em aspectos particulares, o análogo de peptídeo inclui uma porção de colesterol covalentemente ligada ao grupo tiol de um resíduo de cisteína que é covalentemente ligado ao grupo ε- amino do resíduo de lisina no terminal C do análogo de peptídeo por um espaçador que compreende um ou mais resíduos de ácido gama glutâmico. Em uma modalidade adicional, a porção de colesterol é covalentemente ligada ao grupo tiol por um ligante hidrofílico, que em modalidades particulares é um polímero de etoxi que inclui uma a doze unidades de etoxi, por exemplo, um polímero de etoxi que inclui quatro unidades de etoxi.
20/161
Em aspectos particulares, o análogo de peptídeo inclui uma porção lipídica covalentemente ligada ao grupo ε-amino de um resíduo de lisina: em modalidades particulares, a porção lipídica é um ácido graxo como uma porção palmitoil, miristoil ou estearoil. Em uma modalidade adicional, a porção lipídica é covalentemente ligada ao grupo ε-amino do resíduo de lisina por um ou mais resíduos de ácido gamaglutâmico. Em uma modalidade adicional, a porção lipídica é covalentemente ligada ao grupo ε-amino do resíduo de lisina no terminal C por um ou mais resíduos de ácido gamaglutâmico. Em uma modalidade adicional, a porção lipídica é covalentemente ligada ao grupo ε-amino do resíduo de lisina por um ou mais resíduos de ácido gama-glutâmico e o resíduo de lisina ligado ao resíduo de lisina no terminal C por um ou mais resíduos de ácido gama-glutâmico.
Em aspectos adicionais, o análogo de peptídeo também inclui uma ou mais substituições de aminoácido nas posições de aminoácido selecionadas do grupo que consiste em posições 10, 12, 16, 17, 18 e 27. Em modalidades particulares, o análogo de peptídeo inclui uma ou mais substituições de aminoácido selecionadas do grupo que consiste em lisina no lugar de tirosina na posição 10, serina no lugar de lisina na posição 12, ácido glutâmico ou ácido α-aminoisobutírico no lugar de serina na posição 16, ácido glutâmico no lugar da arginina na posição 17, alanina no lugar da arginina na posição 18, lisina no lugar da glutamina na posição 20, e norleucina ou O-metil-Lhomoserina no lugar da metionina na posição 27.
Em uma modalidade adicional, a tirosina na posição 10 no análogo de peptídeo é substituída com uma lisina e a
21/161 porção lipídica é covalentemente ligada ao grupo ε-amino do resíduo de lisina por um ou mais resíduos de ácido gamaglutâmico. Em outra modalidade, a glutamina na posição 20 no análogo de peptídeo é substituída com lisina e a porção lipídica é covalentemente ligada ao grupo ε-amino da lisina por um ou mais resíduos de ácido gama-glutâmico. Em cada modalidade, o análogo de peptídeo também inclui um ou mais resíduos de ácido gama-glutâmico covalentemente ligados ao terminal C.
Também é fornecido um análogo de peptídeo que
compreende a estrutura Zx-P-M-Z2
em que P é um peptídeo que tem a seqüência de
aminoácidos
HXiQGTFTSDXsSXsILDXíXsXeAXvDFVQWLXSNTKXgXiO (Id. de Seq. N° :
110) em que Xi é uma D-serina, ácido a-aminoisobutírico (aib), resíduo de ácido 1-amino-1-ciclobutano carboxílico (Acb), ácido 1-Amino-l-ciclohexano carboxílico (Acx); ácido alfa aminobutírico (Abu); ácido D-alfa-aminobutírico (DAbu) ; ácido aminovalérico Nva); beta-ciclopropil-alanina (Cpa); propargilglicina (Prg); alil glicina (Alg); ácido 2amino-2-ciclohexil-propanóico (2-Cha); D-terc-butilglicina (D-tbg); Vinilglicina (Vg); resíduo de ácido 1-amino-lciclopropano carboxílico (Acp); ou ácido 1-Amino-lciclopentano carboxílico (Acpe); X2 é um resíduo de tirosina (Y) ou lisina (K) ; X3 é um resíduo de serina (S) ou lisina (K) ; X4 é um resíduo de serina (S) , ácido aaminoisobutírico (aib) ou ácido glutâmico (E) ; X5 é um resíduo de arginina (R) ou ácido glutâmico (E) ; X6 é um
22/161 resíduo de arginina (R) ou alanina (A) ; X7 é um resíduo de glutamina (Q) ou resíduo de lisina (K) ; X8 é um resíduo de metionina (M), norleucina (Nle), sulfóxido de metionina (m) ou O-metil-L-homoserina (o) ; X9 é um resíduo de ácido gama glutâmico (yGlu); Xi0 é um resíduo de ácido gama glutâmico (yGlu) ou ausente; Zi é um grupo de proteção opcionalmente presente que, se presente, é unido ao Grupo amino de terminal N, M é (i) um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção de colesterol por um ligante hidrofílico, (ii) um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção lipídica por um espaçador que compreende um ou mais resíduos de ácido gama glutâmico, ou (iii) uma porção lipídica, em que M é covalentemente ligado ao terminal C ou aminoácido interno de P por um espaçador que compreende um ou mais resíduos de ácido gama-glutâmico; e Z2 é um grupo de proteção opcionalmente presente que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C; e sais farmaceuticamente aceitáveis destes, em que o análogo de peptídeo ou sal deste tem um pi de menos que 6,0 e é um agonista duplo de receptor GLIP-1 e de receptor de glucagon. Em aspectos particulares, os análogos de peptídeo têm um pi entre 4 e 6, ou um pi de cerca de 5,0, 5,1, 5,2, 5,3, 5,4, 5,5, 5,6, 5,7, 5,8, ou 5,9, ou um pi de cerca de 5,4 a 5,5.
Em aspectos adicionais do análogo de peptídeo, M é um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção de colesterol com um ligante hidrofílico e o resíduo de cisteína é ligado ao terminal C de P. Em modalidades adicionais, o ligante hidrofílico é um polímero de etoxi que inclui uma a vinte e quatro unidades etoxi, que em
23/161 aspectos particulares pode incluir, por exemplo, quatro unidades etoxi.
Em aspectos adicionais, M é um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção lipídica por um 5 espaçador que compreende um ou mais resíduos de ácido gama glutâmico e o resíduo de lisina é ligado ao terminal C de P ou M é um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção lipídica por um espaçador que compreende um ou mais resíduos de ácido gama glutâmico e o resíduo de lisina é na posição X2 ou X7 de P. Em aspectos particulares, a porção lipídica é uma porção palmitoil, miristoil ou estearoil.
Em aspectos particulares, o análogo de peptídeo é
OXM317 (Id. de Seq. N ° : 60) ; OXM318 (Id. de Seq. : 61) ;
OXM319 (Id. de Seq. N °: 62); OXM323 (Id. de Seq. : 64) ;
15 OXM327 (Id. de Seq. N°: 66) ; OU OXM329 (Id. de Seq. N° :
67) . Em aspectos adicionais, o análogc 3 de peptídeo é OXM345
(Id. de Seq. : 69) ; OXM355 (Id. de Seq N° : 70) ! OXM357
(Id. de Seq. : 71) ; OXM359 (Id. de Seq N° : 72) 7 OXM361
(Id. de Seq. : 73); OXM373 (Id. de Seq N° : 74) / OXM374
20 (Id. de Seq. : 75) ; OXM380 (Id. de Seq N° : 76) / OXM381
(Id. de Seq. : 77) ; OXM383 (Id. de Seq N° : 78) / OXM388
(Id. de Seq. : 79) ; OXM392 (Id. de Seq N° : 80) r OXM395
(Id. de Seq. : 81) ; OXM398 (Id. de Seq N° : 82) / OXM399
(Id. de Seq. : 83); ΘΧΜ400 (Id. de Seq N° : 84) r OXM401
25 (Id. de Seq. : 85); OXM404 (Id. de Seq N° : 86) r OXM406
(Id. de Seq. : 87) ; OXM407 (Id. de Seq N° : 88) r OXM408
(id. de Seq. : 89) ; OXM410 (Id. de Seq N° : 91) 1 OXM411
(Id. de Seq. : 92) ; OXM412 (Id. de Seq N° : 93) ! OXM414
(Id. de Seq. : 95); 0XM415 (Id. de Seq N° : 96) / OXM416
30 (Id. de Seq : 97; 0XM417 (Id. de Seq. N° : 98) f OXM418
24/161 (Id. de Seq. N° : 99); OXM419 (Id. de Seq. N° : 100); OXM420 (Id. de Seq. N° : 101); ou OXM421 (Id. de Seq. N° : 102).
Também é fornecido o uso de qualquer um dos peptídeos anteriormente mencionados e sais farmaceuticamente aceitáveis destes, na fabricação de um medicamento para o tratamento de um distúrbio metabólico.
Definições
Um agonista de GLP-1 é um peptídeo, molécula pequena ou composto químico que se liga ao receptor de GLP-1 e estimula a mesma atividade biológica que o GLP-1. Em uma modalidade, um agonista para o receptor de GLP-I se liga ao receptor com pelo menos 1% da afinidade que o GLP-1 nativo. Em outra modalidade, um agonista para o receptor de GLP-1 se liga ao receptor com uma afinidade igual ou maior que a de GLP-1 nativo.
Um agonista de glucagon é um peptídeo, molécula pequena ou composto químico que se liga ao receptor de glucagon e estimula a mesma atividade biológica que o glucagon. Em uma modalidade, um agonista para o receptor de glucagon se liga ao receptor com pelo menos 1% da afinidade que o glucagon nativo. Em outra modalidade, um agonista para o receptor de glucagon se liga ao receptor com uma afinidade igual ou maior que a do glucagon nativo.
Como aqui usado, um agonista duplo de receptor de GLPl/glucagon é uma molécula de co-agonista de receptor de GLPl/glucagon que exibe atividade no receptor de glucagon e no receptor de GLP1. Em geral, um agonista duplo de receptor de GLP1 e de receptor de glucagon exibe atividade no receptor de glucagon de pelo menos cerca de 10% em relação ao glucagon nativo e também exibe atividade
25/161 no receptor de GLP-1 de pelo menos cerca de 10% em relação ao GLP-1 nativo.
Breve descrição das figuras
A Figura 1 mostra os resultados de um ensaio ex vivo que compara a glicogenólise de OXM nativa a OXM(Q3E). A Figura mostra que OXM nativa induz a glicogenólise em uma maneira dose-dependente e induz a glicogenólise total a 1,5 nM e tem uma EC50 aproximada de 0,5 nM enquanto OXM-Q3E induziu apenas cerca de 58% a 300 nM, consistente com sua pouca potência de agonista de GCGR.
A Figura 2 mostra os resultados de um experimento de ocupação de Receptor de GCG in vivo que mostra que glucagon (GCG) a 1,5 mpk gerou uma ocupação de GCGR de 84% e OXM a 3 mpk gerou uma ocupação de GCGR de 31%, mas que OXM-Q3E gerou uma ocupação de GCGR de 0%.
As Figuras 3A e 3B mostram os níveis de glicemia e taxas de infusão de glicose, respectivamente, em resposta a OXM e OXM-Q3E.
A Figura 4 mostra os resultados de um teste de tolerância à glicose intraperitoneal (IPGTT) em camundongos magros para administração subcutânea (s.c.) de OXM e OXMQ3E.
A Figura 5A mostra a medição ex vivo de glicogenólise e fígado perfundido na presença de OXM70, OXM110, OXM177, OXM115 e OXM216.
A Figura 5B mostra a ocupação de GGCR após administração subcutânea (s.c.) ou intravenosa (i.v.) da OXM70, OXM110, OXM177, OXM115 e OXM216, comparada a OXM nativa em um ensaio de competição em camundongos de tipo selvagem.
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A Figura 6 resume a eficácia in vivo de OXM70 na redução da ingesta de alimento e peso corporal em camundongos DIO estabelecidos. A ingesta de alimento foi medida cerca de duas horas e 18 horas depois. As alterações de peso corporal em 18 horas (de um dia para o outro) também foram medidas (*P < 0,05 vs. veículo, n = 5-6 por grupo).
A Figura 7 resume a eficácia in vivo aguda de OXM110 e OXM177 sobre a redução da ingesta de alimento e peso corporal em camundongos DIO estabelecidos. A ingesta de alimento foi medida cerca de duas horas e 18 horas depois. As alterações no peso corporal em 18 horas (de um dia para o outro) também foram medidas (*P < 0,05 vs. veículo, n = 5-6 por grupo).
A Figura 8 resume a eficácia in vivo aguda de OXM216, OXM115, e OXM177 sobre a redução da ingesta de alimento e peso corporal em camundongos DIO estabelecidos. A ingesta de alimento foi medida cerca de duas horas e 18 horas depois. Alterações no peso corporal em 18 horas (de um dia para o outro) também foram medidas (*P < 0,05 vs. veículo, n = 5-6 por grupo).
As Figuras 9A-D mostram os pontos finais farmacológicos de um estudo crônico de peso corporal e ingesta de alimento em camundongos DIO para análogos de peptídeo de OXM, OXM 110, OXM 177 e OXM115. A Figura 9A mostra a alteração cumulativa na ingesta de alimento. A Figura 9B mostra a alteração cumulativa no peso corporal. A Figura 9C mostra os níveis basais de glicemia por vários dias de estudo. A Figura 9D mostra ensaio de IPGTT no 13° dia do estudo.
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A Figura 10 mostra os resultados de um teste de tolerância à glicose intraperitoneal (IPGTT) em camundongos magros para administração subcutânea de OXM70.
A Figura 11 mostra os resultados de um teste de tolerância à glicose intraperitoneal (IPGTT) em camundongos magros para administração subcutânea de OXM110.
A Figura 12 mostra os resultados de um teste de tolerância â glicose intraperitoneal (IPGTT) em camundongos magros para administração subcutânea de OXM177.
A Figura 13 mostra os resultados de um teste de tolerância à glicose intraperitoneal (IPGTT) em camundongos magros para administração subcutânea de OXM115.
A Figura 14A mostra os efeitos sobre a taxa metabólica de OXM115 em camundongos DIO pelo tempo.
A Figura 14B mostra a alteração percentual na taxa metabólica causada por OXM115 nos camundongos DIO.
A Figura 15 resume a eficácia aguda in vivo de vários peptídeos +/+ sobre a redução da ingesta de alimento e peso corporal em camundongos DIO estabelecidos.
A Figura 16 mostra dose única de vários peptídeos +/+ em ingesta de alimento sobre a redução da ingesta de alimento e peso corporal em camundongos DIO estabelecidos. Descrição detalhada da invenção
A terapia à base de OXM tem o potencial de afetar favoravelmente tanto a obesidade quanto os efeitos, ainda a serem cuidadosamente caracterizados, concomitantes sobre a melhoria do diabetes. A eficácia da perda de peso e redução na ingesta de alimento após administração periférica de OXM tem sido bem validada em humanos (Wynne e cols., Diabetes 54: 2.390-2.395 (2005)). Mais recentemente, OXM mostrou
28/161 aumentar a taxa metabólica e especificamente o gasto de energia relacionado à atividade em indivíduos obesos (Wynne e cols., Int. J. Obes. 30: 1.729-1.736 (2006), publicação avançado online, 18 de abril de 2006; doi:10.1038/sj.ijo.0803344). OXM também mostrou reduzir o peso corporal em humanos (veja, por exemplo, Pedido Internacional Publicado Nos. WO 03/022304, WO 2004/062685, and WO 2006/134340); no entanto, os efeitos do peptídeo de OXM e agonistas de receptor duplo similar GLP-l/glucagon (GLP-1RIGCGR) sobre o controle glicêmico independente de perda de peso não foram sistematicamente estudados. A capacidade de OXM de ter atividade agonista no receptor de glucagon e no receptor de GLP-1 a torna um candidato atrativo para o tratamento de doenças metabólicas em que é desejável que o tratamento interaja positivamente com os receptores de glucagon e GLP-1.
OXM (e GLP- 1) tem uma meia-vida muito curta e é rapidamente inativado pela dipeptidil peptidase IV de superfície celular (DPP-IV). Mutações podem ser incorporadas no peptídeo de OXM para tornar o peptídeo resistente à divagem por DPP-IV; no entanto, várias dessas mutações inativam o peptídeo nativo ou afetam de modo adverso a capacidade do peptídeo de interagir com o receptor de glucagon (GCGR) ou receptor de GLP-1 (GLP-IR) (veja Pedido Internacional Publicado No. WO 2007/100535, que é aqui incorporado em sua totalidade). OXM (e GLP-1) é também rapidamente excretada pelos rins. A conjugação dos peptídeos com substituintes volumosos como polietileno glicol pode reduzir a depuração renal do peptídeo; entretanto, quando esses substituintes volumosos foram
29/161 incorporados no peptídeo de OXM, vários dos análogos de peptídeo de OXM resultantes têm uma capacidade reduzida ou nenhuma capacidade de interagir de modo eficaz com o receptor de glucagon. Antes que as terapias eficazes para doenças metabólicas baseadas na administração de peptídeos de OXM possam avançar, os problemas associados à estabilidade e farmacocinética precisam ser solucionados.
Os análogos de peptídeo de OXM aqui revelado solucionam esses problemas.
Primeiramente, a estabilidade limitada in vivo de OXM nativa e GLP-1 devido à divagem por DPP-IV e rápida depuração renal, que necessita de dosagem freqüente (injeções t.i.d. s.c. para OXM, infusão contínua para GLP1) em altas doses em humanos foi solucionada por mutação do sítio de divagem de DPP-IV (o penúltimo resíduo no terminal N) e lipidação do peptídeo de OXM para aumentar a meia-vida in vivo (tx/2) . Ê percebido que a ti/2 dos análogos de peptídeo de OXM lipidados (como acilados ou conjugados a uma porção de colesterol) em humanos será adequada para uma administração de pelo menos uma vez ao dia. Os análogos de peptídeo de OXM aqui revelados são mais convenientes para objetivos terapêuticos que OXM nativa, que requer dosagem t.i.d. Em segundo lugar, o perfil de tolerabilidade de polipeptídeos da atual invenção é similar àquele de OXM nativa em humanos, que pode ser superior àquele dos miméticos convencionais de GLP-1 como exenatida e liraglutida. A eficácia crônica dos análogos de OXM aqui revelados pode ser, portanto, melhor que a de miméticos convencionais de GLP-1, como Byetta® (Amilin Pharmaceuticals), devido à náusea e vômito mínimos, que têm
30/161 sido fatores limitantes à dose para os miméticos de GLP-1. Diferente do último, nenhuma titulação de dose para suavizar a náusea pode ser necessária para polipeptídeos desta invenção.
Em terceiro lugar, nenhum estudo sistemático foi realizado para avaliar o potencial de melhoria do controle da glicose. Uma vez que OXM é um potente agonista do receptor de glucagon, a expectativa seria que a administração crônica deve levar a um controle prejudicado da glicose (hiperglicemia). Entretanto, inesperadamente, os análogos de OXM aqui revelados, que incorporam um coagonista equilibrado de receptor de GLP-1 e de GCGR, gera reduções aumentadas na ingesta de alimento e de peso corporal com a administração crônica e resultam em melhor tolerância à glicose. Os análogos de peptídeo de OXM que têm atividade de agonista duplo de receptor de GLP-1 (GLP1R) e de receptor de glucagon (GCGR) são aqui indicados como (+/+). Os análogos de peptídeo de OXM que são agonistas de GLP-1 apenas são aqui indicados como (+/0) .
Para produzir análogos de peptídeo ainda não há uma abordagem direta. Nossos estudos iniciais se focaram na conjugação específica para sítio de um substituinte volumoso de polietileno glicol (PEG) em localizações promissoras no peptídeo. Surpreendentemente, a adição de PEG em todas as posições testadas resultou em uma redução significativa na potência de GCGR e/ou GLP-1R. Nós investigamos, portanto, outros métodos para melhorar as propriedades farmacocinéticas, enquanto é mantida a atividade de GCGR. A adição de um conjugado de colesterol a várias posições no peptídeo indicou a conjugação no
31/161 terminal C como o método mais favorável. Estudos in vitro e in vivo, no entanto, indicaram que a colesterolização resultou em uma troca sérica significativa da potência e eficácia diminuída in vivo. Portanto, investigação adicional resultou na inclusão não trivial de um ligante hidrofílico entre o peptídeo e o grupo colesterol, ou adição direta de uma cadeia acil ao resíduo de terminal C.
As indicações primárias em que os análogos de OXM aqui revelados podem ser usados é o tratamento de obesidade e/ou diabetes. Indicações secundárias são síndrome metabólica, hiperglicemia, glicemia de jejum prejudicada, e outros estados pré-diabéticos. Indicações adicionais incluem todas as indicações para GLP-1 como síndrome do cólon irritável e outras doenças de absorção do intestino, isquemia, AVC, e distúrbios neurológicos que incluem ansiedade, cognição prejudicada e doença de Alzheimer.
Com base nos estudos humanos publicados com OXM, os análogos de OXM aqui revelados exibem uma eficácia pelo menos comparável, se não superior, e um melhor perfil de
segurança que os agentes antiobesidade atuais, como
orlistat (Xenical® (Roche), um inibidor de lipase) e
sibutramina (Meridia1 ® (Abbott Laboratories), um inibidor da
recaptação de serotonina/norepinefrina), para os quais a
intolerância GI (diarréia, flatulência) e hipertensão são efeitos colaterais comuns, respectivamente.
Em aspectos particulares, os análogos de peptídeo de OXM incluem opcionalmente um grupo de proteção covalentemente ligado ao grupo amino N-terminal. Um grupo de proteção covalentemente ligado ao grupo amino de terminal N do peptídeo reduz a reatividade do terminal
32/161 amino sob condições in vivo. Grupos de proteção de amino incluem -Cx-10 alquil, -Cx-10 alquil substituído, -C2.10 alquenil, -C2_i0 alquenil substituído, aril, -Ci-6 alquil aril, -C(0) - (CH2) X-6-COOH, -C(O)-Ci-6 alquil, -C(O)-aril, C(O)-O-Ci-6 alquil ou -C(0)-0-aril. Em modalidades particulares, o grupo de proteção de terminal amino é selecionado do grupo que consiste em acetil, propil, succinil, benzil, benziloxicarbonil e t-butiloxicarbonil. A Desaminação do aminoácido N-terminal é outra modificação que é contemplada para a redução da reatividade do terminal amino sob condições in vivo.
Os análogos de peptídeo de OXM podem ser modificados para ter um grupo de proteção covalentemente ligado ao grupo carboxi de terminal C, que reduz a reatividade do terminal carboxi sob condições in vivo. Por exemplo, grupos de ácido carboxílico do peptídeo, de terminal carboxil ou cadeia lateral, podem ser fornecidos na forma de um sal de um cátion farmaceuticamente aceitável ou esterifiçados para formar um Ci-6 és ter, ou convertidos a uma amida de fórmula NRR2 em que R e R2 são independentemente H ou Ci_6 alquil, ou combinados para formar um anel heterocíclico, como um anel de 5 ou 6 membros. 0 grupo de proteção de terminal carboxi é preferivelmente anexado ao grupo α-carbonil do último aminoácido. Grupos de proteção de terminal carboxi incluem, sem limitação, amida, metilamida e etilamida. Grupos amino do peptídeo, de terminal N ou cadeia lateral, podem estar na forma de um sal de adição ácida farmaceuticamente aceitável, como o HC1, HBr, acético, benzóico, tolueno sulfônico, maleico, tartárico, e outros sais orgânicos, ou podem ser modificados a Cx_6 alquil ou
33/161 dialquil amino ou também convertidos a uma amida.
Os análogos de peptídeo de OXM que são capazes de agir como agonistas duplos de GLP-1 e glucagon compreendem a seqüência de aminoácidos de uma oxintomodulina humana (OXM) mostrada em Id. de Seq. N°: 1 em que o segundo aminoácido do terminal N é substituído com um aminoácido que torna ο peptídeo resistente à divagem e inativação por dipeptidil peptidase IV; uma porção lipídica ou de colesterol covalentemente ligada ao análogo de peptídeo de OXM; opcionalmente uma a três substituições de aminoácido além da substituição na posição 2; e opcionalmente tem um grupo de proteção que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C do peptídeo. Em modalidades adicionais, Os análogos de peptídeo também são desprovidos da seqüência de aminoácidos RNRNNIA (Id. de Seq. N° : 104). Em geral, análogos de peptídeo de OXM que têm a estrutura acima agirão como um agonista duplo de receptor de GLP-1 e de receptor de glucagon e têm uma meia-vida sérica maior que a meia-vida sérica da OXM humana nativa.
Em modalidades mais específicas, o análogo de peptídeo de OXM pode ser representado pela estrutura
Zi - P-Li - Z2 em que P é um peptídeo que tem a seqüência de aminoácidos
HX1 QGTFTSDYSKILDSX2X3AQDFVQWLX4NTK. (Id. de Seq. N° : 103) em que Xx é um resíduo de D-serina ou ácido aaminoisobutírico (aib) ; X2 é um resíduo de arginina (R) ou ácido glutâmico (E) ; X3 é um resíduo de arginina (R) ou alanina (A) ; X4 é um resíduo de metionina (M) , norleucina (Nie) ou O-metil-L-homoserina (o);
34/161
Zi é um grupo de proteção opcionalmente presente que, se presente, é unido ao grupo amino de terminal N, Lx é opcional, mas quando presente é a seqüência de aminoácidos RNRNNIA (Id. de Seq. N°: 104) ou uma porção ligante; Z2 é opcional, mas quando presente é um resíduo de lisina (K) , um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção lipídica, um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção de colesterol, um resíduo de cisteína (C) , um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção lipídica; um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção de colesterol; e P ou Z2 inclui opcionalmente um grupo de proteção que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C; e sais farmaceuticamente aceitáveis destes. Li-Z2 pode ser ligado ao aminoácido de terminal C de P ou a um aminoácido interno de P.
Em uma modalidade adicional, o análogo de peptídeo de OXM pode ser representado pela estrutura
Zí-P-Li-Z2 em que P é um peptídeo que tem a seqüência de aminoácidos
IMIXIQGTFTSDYSKYI. , DSX2X3AQDFVQWLX4NTK (Id. de Seq. N° : 103) em que X3 é um resíduo de D-serina ou ácido aaminoisobutírico (aib) ; X2 é um resíduo de arginina (R) ou ácido glutâmico (E) ; X3 é um resíduo de arginina (R) ou alanina (A) ; X4 é um resíduo de metionina (M) , norleucina (Nle) ou O-metil-L-homoserina (o);
Z3 é um grupo de proteção opcionalmente presente que, se presente, é unido ao grupo amino N-terminal, Lx é opcional, mas quando presente é uma porção ligante; Z2 é opcional, mas quando presente é um resíduo de lisina (K) ,
35/161 um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção lipídica, um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção de colesterol, um resíduo de cisteína (C), um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção lipídica; um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção de colesterol; e P ou Z2 inclui opcionalmente um grupo de proteção que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C; e sais farmaceuticamente aceitáveis destes. Lx-Z2 pode ser ligado ao aminoácido de terminal C de P ou a um aminoácido interno de P.
Em uma modalidade adicional, o análogo de peptídeo de OXM pode ser representado pela estrutura
Zx - P-Lx- Z2 em que P é um peptídeo que tem a seqüência de aminoácidos IIXxQGTFTSDYSK. ILDSX2X3AQDFVQWLX4NTKRNRNNIA (Id. de Seq. N° : 105) em que Xx é um resíduo de D-serina, ácido aaminoisobutírico (aib), ácido 1-amino-1-ciclobutano carboxílico (Acb), ácido 1-Amino-1-ciclohexano carboxílico (Acx); ácido alfa-aminobutírico (Abu); ácido D-alfaaminobutírico (D-Abu); ácido aminovalérico (Nva); betaciclopropil-alanina (Cpa); propargilglicina (Prg); alilglicina (Alg); ácido 2-amino-2-ciclohexil propanóico (2-Cha); D-terc-butilglicina (D-tbg); Vinilglicina (Vg) ; ácido 1-Amino-1-ciclopropano carboxílico (Acp); ou ácido 1Amino-l-ciclopentano carboxílico (Acpe); X2 é um resíduo de arginina (R) ou ácido glutâmico (E) ; X3 é um resíduo de arginina (R) ou alanina (A) ; X4 é um resíduo de metionina (M), norleucina (Nie) ou O-metil-L-homoserina (o);
Zx é um grupo de proteção opcionalmente presente que,
36/161 se presente, é unido ao grupo amino N-terminal, Li é opcional, mas quando presente é seqüência de aminoácidos RNRNNIA (Id. de Seq. N°: 104) ou uma porção ligante; Z2 é opcional, mas quando presente é um resíduo de lisina (K) , um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção lipídica, um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção de colesterol, um resíduo de cisteína (C), um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção lipídica; um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção de colesterol; e P ou Z2 inclui opcionalmente um grupo de proteção que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C; e sais farmaceuticamente aceitáveis destes. Li-Z2 pode ser ligado ao aminoácido de terminal C de P ou a um aminoácido interno de P.
Em modalidades específicas adicionais, o análogo de peptídeo de OXM pode ser representado pela estrutura
Zi-P-Li-Z2 em que P é um peptídeo que tem a seqüência de aminoácidos
HXiQGTFTSDYSX2lLDX3X4X5AX6DFVQWLX7NTK (Id. de Seq. N° : 106) em que Xi é um resíduo de D-serina, ácido aaminoisobutírico (aib), ácido 1-amino-l-ciclobutano carboxílico (Acb), ácido 1-Amino-l-ciclohexano carboxilico (Acx); ácido alfa-aminobutírico (Abu); ácido D-alfaaminobutírico (D-Abu); ácido aminovalérico (Nva); betaciclopropil-alanina (Cpa); propargilglicina (Prg); alilglicina (Alg); ácido 2-amino-2-ciclohexil-propanóico (2-Cha); D-terc-butilglicina (D-tbg); Vinilglicina (Vg); ácido 1-Amino-1-ciclopropano carboxílico (Acp); ou ácido 1Amino-l-ciclopentano carboxílico (Acpe); X2 é Ser (S) ou
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Lys (K) ; X3 é Ser (S) ou Glu (E) ; X4 é um resíduo de arginina (R) ou ácido glutâmico (E) ; X5 é um resíduo de arginina (R) ou alanina (A) ; X6 é Gin (Q) ou Lys (K) ; X7 é um resíduo de metionina (M), norleucina (Nle), sulfóxido de metionina (m) ou O-metil-L-homoserina (o);
Zx é um grupo de proteção opcionalmente presente que, se presente, é unido ao grupo amino de terminal N, L3 é opcional, mas quando presente é seqüência de aminoácidos RNRNNIA (Id. de Seq. N°: 104) ou uma porção ligante; Z2 é opcional, mas quando presente é um resíduo de lisina (K) , um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção lipídica, um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção de colesterol, um resíduo de cisteína (C), um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção lipídica; um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção de colesterol; e P ou Z2 inclui opcionalmente um grupo de proteção que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C; e sais farmaceuticamente aceitáveis destes. Li-Z2 pode ser ligado ao aminoácido de terminal C de P ou a um aminoácido interno de P.
Em uma modalidade adicional, o análogo de peptídeo de OXM pode ser representado pela estrutura
Zi - P-Li - Z2 em que P é um peptídeo que tem a seqüência de aminoácidos
HXiQGTFTSDYSX2ILDX3X4X5AX6DFVQWLX7NTK (Id. de Seq. N° : 106) em que Xi é uma D-serina, ácido a-aminoisobutírico (aib), resíduo de ácido 1-Amino-l-ciclobutano carboxílico (Acb), ácido 1-Amino-1-ciclohexano carboxílico (Acx); ácido alfa-aminobutírico (Abu); ácido D-alfa-aminobutírico (D38/161
Abu) ; ácido aminovalérico (Nva); beta ciclopropil-alanina (Cpa); propargilglicina (Prg); Alilglicina (Alg); ácido 2amino-2-ciclohexil propanóico (2-Cha); D-terc-butilglicina (D-tbg); Vinilglicina (Vg); ácido 1-Amino-1-ciclopropano carboxílico (Acp); ou ácido 1-Amino-1-ciclopentano carboxílico (Aepe) ; X2 é Ser (S) ou Lys (K) ; X3 é Ser (S) ou Glu (E) ; X4 é um resíduo de arginina (R) ou ácido glutâmico (E) ; X5 é um resíduo de arginina (R) ou alanina (A) ; X6 é Gin (Q) ou Lys (K); X7 é um resíduo de metionina (M) , norleucina (Nle), sulfóxido de metionina (m) ou Ometil-L-homoserina (o);
Zi é um grupo de proteção opcionalmente presente que, se presente, é unido ao grupo amino N-terminal, L3 é opcional, mas quando presente é uma porção ligante; Z2 é opcional, mas quando presente ê um resíduo de lisina (K) , um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção lipídica, um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção de colesterol, um resíduo de cisteína (C), um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção lipídica; um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção de colesterol; e P ou Z2 inclui opcionalmente um grupo de proteção que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C; e sais farmaceuticamente aceitáveis destes. Lx-Z2 pode ser ligado ao aminoácido de terminal C de P ou a um aminoácido interno de P.
Em uma modalidade adicional, o análogo de peptídeo de OXM pode ser representado pela estrutura
Zi-P- Li -Z2 em que P é um peptídeo que tem a seqüência de aminoácidos
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HX1QGTFTSDYSX2ILDX3X4X5AX6DPVQWLX7NTKRNRNNIA (Id. de Seq. N°:
107) em que Xx é um resíduo de D-serina, ácido αaminoisobutírico (aib) , ácido 1-amino-l-ciclobutano carboxílico (Acb), ácido 1-Amino-1-ciclohexano carboxílico (Acx); ácido alfa aminobutirico (Abu); ácido D-alfaaminobutírico (D-Abu); ácido aminovalérico (Nva); betaciclopropil-alanina (Cpa); propargilglicina (Prg); alilglicina (Alg); ácido 2-amino-2-ciclohexil-propanóico 10 (2-Cha); D-terc-butilglicina (D-tbg); Vinilglicina (Vg) ;
ácido 1-Amino-1-ciclopropano carboxílico (Acp); ou ácido 1Amino-l-ciclopentano carboxílico (Acpe) ; X2 é Ser (S) ou
Lys (K) ; X3 é Ser (S) ou Glu (E) ; X4 é um resíduo de arginina (R) ou ácido glutâmico (E) ; X5 é um resíduo de a 15 arginina (R) ou alanina (A) ; X6 é Gin (Q) ou Lys (K) ; X7 é um resíduo de metionina (M), norleucina (Nle), sulfóxido de metionina (m) ou O-metil-L-homoserina (o);
Zx é um grupo de proteção opcionalmente presente que, se presente, é unido ao grupo amino N-terminal, Lx é opcional, mas quando presente é uma porção ligante; Z2 é opcional, mas quando presente é um resíduo de lisina (K) , um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção lipídica, um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção de colesterol, um resíduo de cisteína (C), um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção lipídica; um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção de colesterol; e P ou Z2 inclui opcionalmente um grupo de proteção que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C; e sais farmaceuticamente aceitáveis destes. Lx-Z2 pode ser ligado ao aminoácido de terminal C
40/161 de P ou a um aminoácido interno de P.
Em modalidades específicas adicionais, o análogo de peptídeo de OXM pode ser representado pela estrutura
Zi-P-Li-Z2 em que P é um peptídeo que tem a seqüência de aminoácidos
HXiQGTFTSDX2SX3ILDX4XSX6AX7DFVQWLX8NTKX9 (Id. de Seq. N° : 108) em que X3 é uma D-serina, ácido a-aminoisobutírico (aib), resíduo de ácido 1-amino-l-ciclobutano carboxílico (Aeb), ácido 1-Amino-l-ciclohexano carboxílico (Acx); ácido alfa aminobutírico (Abu); ácido D-alfa-aminobutírico (DAbu) ; ácido aminovalérico (Nva); beta-ciclopropil-alanina (Cpa); propargilglicina (Prg); alilglicina (Alg); ácido 2' 15 amino-2-ciclohexil-propanóico (2-Cha); D-terc-butilglicina (D-tbg); Vinilglicina (Vg); ácido 1-amino-l-ciclopropano carboxílico (Acp); ou ácido 1-Amino-1-ciclopentano carboxílico (Acpe) ; X2 é Tyr ou Lys; X3 é Ser (S) ou Lys (K) ; X4 é Ser (S) ou Gin (E) ; X5 é um resíduo de arginina (R) ou ácido glutâmico (E) ; X6 é um resíduo de arginina (R) ou alanina (A) ; X7 é Gin (Q) ou Lys (K) ; X8 é um resíduo de metionina (M), norleucina (Nle), sulfóxido de metionina (m) ou O-metil-L-homoserina (o) ; X9 é opcional, mas quando presente é um ou mais resíduos de ácido gama glutâmico.
Zi é um grupo de proteção opcionalmente presente que, se presente, é unido ao grupo amino N-terminal, Lx é opcional, mas quando presente é seqüência de aminoácidos RNRNNIA (Id. de Seq. N° : 104) ou uma porção ligante; Z2 é opcional, mas quando presente é um resíduo de lisina (K) , um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção
41/161 lípídica, um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção de colesterol, um resíduo de cisteína (C), um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção lípídica; um resíduo de cisteína covalentemente ligado a 5 uma porção de colesterol; e P ou Z2 inclui opcionalmente um grupo de proteção que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C; e sais farmaceuticamente aceitáveis destes. Li -Z2 pode ser ligado ao aminoácido de terminal C de P ou a um aminoácido interno de P.
Em cada uma das modalidades acima, o lipídeo ou porção de colesterol pode ser diretamente ou indiretamente ligado à cadeia lateral de um aminoácido. Quando o lipídeo ou porção de colesterol é indiretamente ligado à cadeia lateral do aminoácido, o lipídeo ou porção de colesterol é 15 ligado à cadeia lateral do aminoácido por meio de uma porção ligante. Em aspectos particulares, o lipídeo ou colesterol é diretamente ligado à cadeia lateral de um aminoácido que é então ligado ao análogo de peptídeo de OXM por uma porção ligante (Li).
Em modalidades particulares dos análogos de OXM aqui revelados, quando os resíduos 16 e 20 são Glu e Lys, respectivamente, as cadeias laterais dos referidos resíduos podem participar em uma ponte de lactama entre os referidos resíduos de Glu e Lys.
Em várias modalidades, a porção ligante é um ligante hidrofílico. A estrutura química da porção ligante não é crítica, no entanto, uma vez que ela serve primariamente como um espaçador. Entretanto, em certas modalidades, a porção ligante pode fornecer melhores propriedades para os análogos de peptídeo de OXM. Exemplos de porções ligantes
42/161 incluem, sem limitação, aminoácidos e peptídeos; ligantes de alquil como-NH-(CH2) =-C (O) - , em que s = 2-20, esses ligantes de alquil também podem ser substituídos por qualquer grupo não estericamente impedido como alquil 5 inferior (por exemplo, Ci_6) acil inferior, halogênio (por exemplo, Cl, Br) , CN, NH2, fenil, e outros; um polímero de etoxi que inclui uma a doze unidades etoxi; Ttds (ácido 1amino-4,7,10-trioxa-13-tridecanamina-succinâmico); e um, dois, três ou mais resíduos de ácido gama glutâmico.
Em geral, a porção ligante é covalentemente ligada ao aminoácido de terminal C do peptídeo (P) e Z2 é covalentemente ligado à porção ligante. Em aspectos particulares, a porção ligante é covalentemente ligada a um aminoácido interno de P e Z2 é covalentemente ligado à •15 porção ligante. Em aspectos adicionais, quando Li-Z2 são covalentemente ligados a um aminoácido interno de P, X9 pode incluir um ou mais resíduos de ácido gama glutâmico.
Os análogos de peptídeo de OXM incluem diastereômeros bem como suas formas racêmicas e enantiomericamente puras.
Em geral, os aminoácidos estão na forma L com aminoácidos particulares em forma D. Como é conhecido na técnica, aminoácidos individuais podem ser representado como se segue: A = Ala = Alanina; C = Cys = Cisteína; D = Asp = ácido aspártico; E = Glu = ácido glutâmico; F = Phe =
Fenilalanina; G = Gly = glicina; H = His = histidina; I = lie = Isoleucina; K = Lys = Lisina; L = Leu = Leucina; M = Met = Metionina; N = Asn = Asparagina; P = Pro = Prolina; Q - Gin = Glutamina; R = Arg = Arginina; S = Ser = Serina; T = Thr = Treonina; V = Vai = Valina; W = Trp = Triptofano; e 30 Y = Tyr = Tirosina.
43/161
A Tabela 1 mostra as estruturas para um número representativo de análogos de peptídeo de OXM com base na molécula de OXM de comprimento total que tem atividade no receptor de glucagon e no receptor de GLP-1 (+/+). Os análogos de peptídeo de OXM, OXM29, 208, 209 e 229 são precursores de análogos de peptídeo (peptídeos tiolados) que foram usados para a reação de conjugação com as porções de bromo-colesterol.
Tabela 1 Análogos de peptídeo de OXM (+/+)
Id. De Seq N° : Nome Estrutura
4 OXM29 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC- CONH2
8 OXM36 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKR.NRNNIAC4 - conh2
12 OXM70 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC4 - CONH2
19 OXM110 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKR.NRNNIAK (palmitoil)-CONH2
21 OXM115 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC7- conh2
24 OXM177 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAK (palmitoil)-CONH2
25 OXM208 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQDFVQWLnNTKRNRNNIACconh2
26 OXM209 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLoNTKRNRNNIAC-CONH2
27 OXM212 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLnNTKRNRNNIAC4 - CONH2
44/161
28 OXM213 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLoNTKRNRNNIAC4 - CONH2
29 OXM216 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC7 - CONH2
30 OXM229 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC-CONH2
31 OXM237 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLmNTKRNRNNIA- C7 - CONH2
32 OXM238 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLmNTKRNRNNIA- C5 - CONH2
33 OXM259 H-Acx-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIA-CONH2
34 OXM264 H - Abu - QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIA- CONH2
35 OXM26I H-(D-Abu)- QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIA-CONH2
36 OXM262 H - Nva - QGTFTSDYS KILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIA- CONH2
37 OXM263 H-Cpa-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAconh2
38 OXM264 H-Prg-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIA- CONH2
39 OXM265 H-Alg-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIA-CONH2
40 OXM266 H-(2-Cha)-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAconh2
41 OXM267 H-(Dtbg)-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAconh2
42 OXM268 H-Vg-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIA-CONH2
43 OXM306 H-Acp-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIA-CONH2
44 ΘΧΜ307 H - Acb - QGTFTSDYS KILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIA- CONH2
45 OXM308 H-Acpe - QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIA- CONH2
α = ácido α-aminoisobutírico; s = D-Ser; m = sulfóxido de metionina; n = norleucina; o = O-metil-L-homoserina; Acx — ácido 1-Amino-l-ciclohexano carboxílico; Abu = ácido aaminobutírico; D-Abu = ácido D-a-aminobutírico; Nva ácido aminovalérico; Cpa = β-ciclopropil-alanina; Prg =
45/161 propargilglicina; Alg = alilglicina; 2-Cha = ácido 2-amino-
2- ciclohexil-propanóico; D-tbg = D-terc-butilglicina; Vg = Vinilglicina; Acp = ácido 1-Amino-l-ciclopropano carboxílico; Acb = ácido 1-amino-l-ciclobutano carboxílico; Acpe = ácido 1-Amino-l-ciclopentano carboxílico
C4 = Cys(colest-5-en-3-il{[(2R)-3-amino-2-(amino)-3oxopropil}tio}acetato);
C5 = Cys (CH2CONH2) , que corresponde a um resíduo de cisteína em que o tiol da cadeia lateral reagiu com iodoacetamida;
C7 = Cys(colest-5-en-3-il 1-{ [ (2R)-3-amino-2-(amino)-3oxopropil]tio}-2-OXO-6,9,12,15-tetraoxa-3-azaoctadecan-18oato) ou Cys(0xa4-colesterol).
Os análogos de peptídeo de OXM OXM36 e OXM115 foram preparados a partir de OXM229, que inclui o Peptídeo de OXM humana nativa, mas com uma D-serina na posição 2 de aminoácido e um resíduo de cisteína na ligação de peptídeo no terminal C, e em que o grupo carboxi de terminal C foi amidado. OXM36 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC4-CONH2 (Id. de Seq. N° : 8) em que C4 é um resíduo de cisteína em que colest-5-en-
3- il{[(2R)-3-amino-2-(amino)-3-oxopropil}tio}acetato é covalentemente ligado a ele como mostrado abaixo.
46/161
Figure BRPI1001307B1_D0001
OXM115 tem a estrutura
HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC7-CONH2 (Id. de Seq.
N° : 21) em que o C7 é colest-5-en-3-il 1-{[(2R)-3-amino-2(amino)-3-oxopropil}tio}-2-oxo-6,9,12,15-tetraoxa-3 azaoctadecan-18-oato (ou Cys(Oxa4-colesterol)) como mostrado abaixo.
Figure BRPI1001307B1_D0002
C7 difere de C4 por ele ter um espaçador hidrofilico formado por quatro repetições de etileno glicol (unidades etoxi) entre o grupo colesterol e a porção de cisteína. O grupo C7 aumenta a solubilidade do conjugado peptídeocolesterol resultante. Além disso, na presença de plasma sérico, o conjugado peptídeo-C7 mostra uma troca sérica menos proeminente que os conjugados peptídeo-C4. Foi constatado que é importante manter uma atividade
47/161 equilibrada ótima nos dois receptores GLP-1R e receptor de Glucagon. Os resultados mostrados nos Exemplos ilustram esse aspecto.
Os análogos de peptídeo de OXM OXM70 e OXM216 foram preparados a partir de OXM29, que inclui o peptídeo de OXM humana nativa, mas com ácido α-aminoisobutírico em posição 2 de aminoácido e com um resíduo de cisteína na ligação de peptídeo no terminal C e em que o grupo carboxi de terminal C foi amidado. OXM70 tem a estrutura HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC4-CONH2 (Id. de Seq. N°: 12) em que C4 é colest-5-en-3-il{[(2R)-3-amino-2(amino)-3-oxopropil]tio}acetato como mostrado para OXM36. OXM216 tem a estrutura
HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC7-CONH2 (Id. de Seq. N° : 29) em que o C7 é um colest-5-en-3-il 1-{[(2R)-3-amino-2(amino)-3-oxopropil]tio}-2-oxo-6,9,12,15-tetraoxa-3azaoctadecan-lS-oato (ou Cys(Oxa4-colesterol)) como para OXM115.
O análogo de peptídeo de OXM OXM212 foi preparado a partir de OXM208, que inclui o peptídeo de OXM humana nativa mas com ácido α-aminoisobutírico na posição 2 de aminoácido, norleucina no lugar do resíduo de metionina na
posição 27, com um resíduo de cisteína na ligação do
peptídeo no terminal C, e em que o grupo carboxi de
terminal C foi amidado. OXM212 tem a estrutura
HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLnNTKRNRNNIAC4-CONH2 (Id. de Seq. N°: 26) em que C4 é colest-5-en-3-il{[(2R)-3-amino-2(amino)-3-oxopropil]tio}acetato como mostrado para OXM36.
O análogo de peptídeo de OXM OXM213 foi preparado a
48/161 partir de OXM209, que inclui o peptídeo de OXM humana nativa, mas com ácido α-aminoisobutírico na posição 2 do aminoácido, O-metil-L homoserina no lugar do resíduo de metionina na posição 27, com um resíduo de cisteína na ligação de peptídeo no terminal C, e em que o grupo carboxi de terminal C foi amidado. OXM213 tem a estrutura HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLYNTKRNRNNIAC4-CONH2 (Id. de Seq.
N°: 28) em que C4 é colest-5-en-3-il{[(2R)-3-amino-2(amino)-3-oxopropil]tiojacetato como mostrado para OXM36.
OXM237 tem a estrutura
HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLmNTKRNRNNIAC7-CONH2 (Id. de Seq.
N°: 31) . Ele foi desenhado para conter D-Ser (s) na posição 2, Met(O) na posição 27 e Cys (0xa4-colesterol) (C7) na posição 38.
OXM238 foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição
2, Met(O) na posição 27 e Cys(acetamida) (C5) na posição
38. Esse peptídeo tem a mesma seqüência de peptídeos de OXM237 e é um peptídeo de controle sem colesterol, mas com a o tiol de cisteína bloqueado com acetamida.
OXM259-OXM268 e OXM306-308 (como mostrado na tabela 1) têm a seqüência de aminoácidos de OXM, mas em que o aminoácido na posição 2 foi substituído com um aminoácido não-natural para identificar substituições de aminoácido que conferem resistência à atividade catalítica de DPP4.
Os análogos de peptídeo de OXM que são desprovidos da seqüência de aminoácidos RNRNNIA (Id. de Seq. N° : 55) também podem apresentar atividade de agonista total sobre os receptores de GLP-1 e de Glucagon. Esses análogos de peptídeo de OXM junto com alguns peptídeos adicionais baseados no peptídeo de OXM de tamanho total são mostrados
49/161 na tabela 2. Esses análogos de peptídeo de OXM truncados são variantes do gênero Glucagon K (GcgK) de peptídeos que foram revelados no Pedido Publicado Internacional de domínio público No. WO 2007100535. Os peptídeos de GcgK sãos peptídeos em que a seqüência de OXM foi truncada no terminal C para eliminar os sete resíduos de aminoácido no terminal C. O peptídeo resultante é aquele de glucagon com um resíduo de lisina extra no terminal C. Esse peptídeo de GcgK é compatível com um padrão +/+ em que os peptídeos mostram potência subnanomolar tanto em GLP-1R quanto em GCGR. Em contraste, OXM nativa mostra potência nanomolar nos dois receptores. Uma vantagem adicional do peptídeo de GcgK é que os dois resíduos básicos de arginina no terminal C foram eliminados. Isso foi importante na construção dos análogos de peptídeo lipidados (acilados ou colesterilados) que têm atividade dupla de agonista de GLP-l/GCGR. Nossos dados mostraram que os análogos de peptídeo lipidados com um pl acima de 7 com base na seqüência de OXM estimulam a degranulação de mastócito enquanto os análogos de peptídeo lipidados com um pl de cerca de 5 parecem não estimular a degranulação de mastócitos (veja, Exemplo 11) . Portanto, baseado em nosso resultados, para reduzir o risco de o peptídeo estimular a degranulação de mastócito, o pl para análogos de peptídeo lipidados deve ser por volta de 5. Portanto, em aspectos particulares, os análogos de peptídeo lipidados têm um pl de menos que 6,0. Em aspectos adicionais, os análogos de peptídeo lipidados têm um pl entre 4,5 e 6,0. Em um aspecto adicional, os análogos de peptídeo lipidados têm um pl de cerca de 5,4. A redução de pl foi feita com o uso de uma ou mais das três seguintes
50/161 estratégias diferentes: 1) substituição de resíduos no peptídeo, 2) introdução de um grupo carboxilato no terminal C, e 3) introdução de resíduos negativos como um ou mais resíduos de ácido gama-carboxi-glutâmico como espaçadores.
Portanto, em um aspecto de análogos de peptídeo de OXM com um pi de menos que 6,0, o grupo acil ou colesterol é covalentemente ligado ao peptídeo por meio de um espaçador que compreende dois resíduos de ácido gama-carboxiglutâmico. Exemplos desses análogos de peptídeo incluem aqueles análogos de peptídeo mostrados na tabela 2. Por exemplo, peptídeos com um pi de cerca de 5,4 incluem, sem limitação, OXM345, OXM380, OXM381, OXM392, OXM395, OXM398, OXM399, OXM400 e OXM401. Em outro aspecto de análogos de peptídeo com um pi de menos que 6,0, o grupo acil ou colesterol é covalentemente ligado a um aminoácido interno nos análogos de peptídeo por meio de um espaçador que compreende um ou dois resíduos de ácido gama-carboxiglutâmico e o peptídeo também inclui um ou mais resíduos de ácido gama-carboxi-glutâmico covalentemente ligados ao resíduo de lisina no terminal C. Exemplos desses análogos de peptídeo incluem, sem limitação, OXM407, OXM408, OXM414 e OXM418. Em outro aspecto de análogos de peptídeo com um pi de menos que 6,0, o grupo acil ou colesterol é covalentemente ligado ao terminal C do peptídeo por meio de um espaçador que compreende um resíduo de ácido gamacarboxi-glutâmico e o peptídeo também inclui uma ou mais substituições de aminoácido para reduzir o pi do peptídeo. OXM374 é um exemplo de tal análogo de peptídeo.
Portanto, também é fornecido um análogo de peptídeo que compreende a seqüência de aminoácidos
51/161
HSQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK (Id. de Seq. N° : 109), em que o segundo aminoácido do terminal N do peptídeo é substituído com um aminoácido que torna o peptídeo resistente à divagem e inativação por dipeptidil peptidase IV; o peptídeo inclui uma porção lipídica ou de colesterol covalentemente ligada ao peptídeo por um espaçador que compreende um ou mais resíduos de ácido gama-glutâmico; o peptídeo inclui opcionalmente uma a três substituições de aminoácido além da substituição na posição 2; e o peptídeo inclui opcionalmente um grupo de proteção que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C do peptídeo; em que o análogo de peptídeo tem um pi de menos que 6,0 e é um agonista de receptor GLIP-1 duplo e agonista de receptor de glucagon, e sais farmaceuticamente aceitáveis destes. Em aspectos particulares, análogos de peptídeo têm um pi entre 4 e 6, ou um pi de cerca de 5,0, por exemplo, um pi de cerca de 5,4. Em aspectos adicionais, o aminoácido que substitui o segundo aminoácido do terminal N do análogo de peptídeo é selecionado do grupo que consiste em D-serina, ácido a-aminoisobutírico e ácido 1-Amino-l-ciclobutano carboxílico.
Em aspectos particulares, o análogo de peptídeo inclui uma porção de colesterol covalentemente ligada ao grupo tiol de um resíduo de cisteína que é covalentemente ligada ao grupo ε-amino do resíduo de lisina no terminal C do análogo de peptídeo por um espaçador que compreende um ou mais resíduos de ácido gama glutâmico. Em uma modalidade adicional, a porção de colesterol é covalentemente ligada ao grupo tiol por um ligante hidrofílico, que em modalidades particulares é um polímero de etoxi que inclui
52/161 uma a doze unidades etoxi, por exemplo, um polímero de etoxi que inclui quatro unidades etoxi.
Em aspectos particulares, o análogo de peptídeo inclui uma porção lipídica covalentemente ligada ao grupo ε-amino de um resíduo de lisina: em modalidades particulares, a porção lipídica é um ácido graxo como uma porção palmitoil, miristoil ou estearoil. Em uma modalidade adicional, a porção lipídica é covalentemente ligada ao grupo ε-amino do resíduo de lisina por um ou mais resíduos de ácido gamaglutâmico. Em uma modalidade adicional, a porção lipídica é covalentemente ligada ao grupo ε-amino do resíduo de lisina no terminal C por um ou mais resíduos de ácido gamaglutâmico. Em uma modalidade adicional, a porção lipídica é covalentemente ligada ao grupo ε-amino do resíduo de lisina por um ou mais resíduos de ácido gama-glutâmico e o resíduo de lisina ligado ao resíduo de lisina no terminal C por um ou mais resíduos de ácido gama-glutâmico.
Em aspectos adicionais, o análogo de peptídeo também inclui uma ou mais substituições de aminoácido nas posições de aminoácido selecionadas do grupo que consiste em posições 10, 12, 16, 17, 18 e 27. Em modalidades particulares, o análogo de peptídeo inclui uma ou mais substituições de aminoácido selecionadas do grupo que consiste em lisina no lugar de tirosina na posição 10, serina no lugar de lisina na posição 12, ácido glutâmico ou ácido α-aminoisobutírico no lugar de serina na posição 16, ácido glutâmico no lugar de arginina na posição 17, alanina no lugar da arginina na posição 18, lisina no lugar de glutamina na posição 20, e norleucina ou O-metil-Lhomoserina no lugar de metionina na posição 27.
53/161
Em uma modalidade adicional, a tirosina na posição 10 no análogo de peptídeo é substituída com uma lisina e a porção lipídica é covalentemente ligada ao grupo ε-amino do resíduo de lisina por um ou mais resíduos de ácido gamaglutâmico. Em outra modalidade, a glutamina na posição 20 no análogo de peptídeo é substituída com lisina e a porção lipídica é covalentemente ligada ao grupo ε-amino da lisina por um ou mais resíduos de ácido gama-glutâmico. Em cada modalidade, o análogo de peptídeo também inclui um ou mais resíduos de ácido gama-glutâmico covalentemente ligados ao terminal C.
Também é fornecido um análogo de peptídeo que compreende a estrutura
Zi-P-M-Z2 em que P é um peptídeo que tem a seqüência de aminoácidos
HXiQGTFTSDX2SX3ILDX4X5XGAX7DFVQWLXgNTKX9Xio (Id. de Seq. N° : 110) em que Xi é um resíduo de D-serina, ácido aaminoisobutírico (aib), ácido 1-Amino-1-ciclobutano carboxílico (Acb), ácido 1-Amino-1-ciclohexano carboxílico (Acx); ácido alfa-aminobutírico (Abu); ácido D-alfaaminobutírico (D-Abu); ácido aminovalérico (Nva); beta ciclopropil-alanina (Cpa); propargilglicina (Prg); alilglicina (Alg); ácido 2-amino-2-ciclohexil propanóico (2-Cha); D-terc-butilglicina (D-tbg); Vinilglicina (Vg); ácido 1-Amino-l-ciclopropano carboxílico (Acp); ou resíduo de ácido 1-Amino-l-ciclopentano carboxílico (Acpe); X2 é um resíduo de tirosina (Y) ou de lisina (K) ; X3 é resíduo de serina (S) ou lisina (K) ; X4 é resíduo de serina (S) , ácido
54/161 α-aminoisobutírico (aib) ou ácido glutâmico (E) ; X5 é um resíduo de arginina (R) ou ácido glutâmico (E) ; X6 é um resíduo de arginina (R) ou alanina (A) ; X7 é um resíduo de glutamina (Q) ou lisina (K); X8 é um resíduo de metionina 5 (M) , norleucina (Nle), sulfóxido de metionina (m) ou Ometil-L-homoserina (o) ; X9 é um resíduo de ácido gama glutâmico (yGlu); Xi0 é um resíduo de ácido gama glutâmico (yGlu) ou ausente; Ζχ é um grupo de proteção opcionalmente presente que, se presente, é unido ao grupo amino N10 terminal, M é (i) um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção de colesterol por um ligante hidrofílico, (ii) um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção lipídica por um espaçador que compreende um ou mais resíduos de ácido gama glutâmico, ou 15 (iii) uma porção lipídica, em que M é covalentemente ligada ao terminal C ou aminoácido interno de P por um espaçador que compreende um ou mais resíduos de ácido gama-glutâmico;
e Z2 é um grupo de proteção opcionalmente presente que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C; e sais 20 farmaceuticamente aceitáveis destes, em que o análogo de peptídeo ou sal deste tem um pl de menos que 6,0 e é um agonista de receptor GLIP-1 duplo e agonista de receptor de glucagon. Em aspectos particulares, os análogos de peptídeo têm um pl entre 4 e 6, ou um pl de cerca de 5,0, 5,1, 5,2, 25 5,3, 5,4, 5,5, 5,6, 5,7, 5,8, ou 5,9, ou um pl de cerca de
5,4 a 5,5.
Em aspectos adicionais do análogo de peptídeo, M é um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção de colesterol com um ligante hidrofílico e o resíduo de 30 cisteína é ligado ao terminal C de P. Em modalidades
55/161 adicionais, o ligante hidrofílico é um polímero de etoxi que inclui uma a vinte e quatro unidades etoxi, que em aspectos particulares pode incluir, por exemplo, quatro unidades etoxi.
Em aspectos adicionais, M é um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção lipídica por um espaçador que compreende um ou mais resíduos de ácido gama glutâmico e o resíduo de lisina é ligado ao terminal C de P ou M é um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma 10 porção lipídica por um espaçador que compreende um ou mais resíduos de ácido gama glutâmico e o resíduo de lisina é na posição X2 ou X7 de P. Em aspectos particulares, a porção lipídica é uma porção palmitoil, miristoil ou estearoil.
Exemplos desses análogos de peptídeo são mostrados na 15 tabela 2.
Tabela 2 Análogos de peptídeo de OXM (+/+)
Id. de Seq N° : Id. De Seq N° : Id. De Seq N°:
46 OXM290 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC-CONH2
47 OXM291 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKC-CONH2
48 OXM292 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTKC-CONH2
49 OXM293 HsQGTFTSDYSKILDSERAQDFVQWLMNTKC-CONH2
50 OXM294 HsQGTFTSDYSKILDSRAAQDFVQWLMNTKC-CONH2
51 OXM301 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC7- conh2
52 OXM302 HsQGTFTSDYSKYI. DSRRAQDFVQWLMNTKC7-CONH2
53 OXM303 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTKC7 - conh2
54 OXM304 HsQGTFTSDYSKILDSERAQDFVQWLMNTKC7 - conh2
56/161
55 ΘΧΜ305 HsQGTFTSDYSKILDSRAAQDFVQWLMNTKC7 - conh2
56 OXM311 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKK(Palmitoil) - COMH2
57 OXM312 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTKK(Palmitoil) - conh2
58 OXM314 HsQGTFTSDYSKILDSR.RAQDFVQWLMNTK-Ttds- K(Palmitoil)-CONH2
59 OXM313 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTK-Ttds- K(Palmitoil)-CONH2
60 OXM317 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-IE - C4 - CONH2
61 OXM318 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTK-yE - C4 - CONH2
62 OXM319 HaQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTKC7 - C0NH2
63 OXM321 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTKRNRNNIA-γΕ- C4-CONH2
64 OXM323 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTKR-C7 - CONH2
65 OXM325 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC7 - COOH
66 OXM327 HaQGTFTSDYSKILDSERAQDFVQWLMNTKC7 - CONH2
67 OXM329 HoQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-C4 - COOH
68 OXM330 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTKRNRNNIA-yE- K(Palmitoil)-CONH2
69 OXM345 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-C4 - COOH
70 OXM355 HsQGTFTSDYSSILDSRRAQDFVQWLMNTK-yE-C4-COOH
71 OXM3 57 HsQGTFTSDYSKILDSRAAQDFVQWLMNTK-γΕ-C4 - COOH
72 OXM359 HsQGTFTSDYSSILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-C7 - COOH
73 OXM361 HsQGTFTSDYSKILDSRAAQDFVQWLMNTK-γΕ-C7 - COOH
74 OXM373 HsQGTFTSDYSKILDERRAQDFVQWLMNTK-γΕ-C4 - COOH
75 OXM374 HsQGTFTSDYSKILDERRAQDFVQWLMNTK-γΕ-C,-COOH
76 OXM380 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-C7 - COOH
57/161
77 OXM381 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-yE-yE-C9-COOH
78 OXM383 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ - γΕ - C7 - COOH
79 OXM388 H-Acb-QGTFTSDYS KILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-C7 - COOH
80 OXM392 HsQGTFTSDYSKILDERRAKDFVQWLMNTK-yE-yE-Cio- COOH (ponte de lactama entre E e K)
81 OXM395 HaQGTFTSDYSKILDERRAKDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-Cio- COOH (ponte de lactama entre E e K)
82 OXM398 H-Acb-QGTFTSDYSKILDERRAKDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ- Ciq-COOH (ponte de lactama entre E e K)
83 OXM399 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-yE-yE-Cio- COOH
84 OXM400 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-Ci0 - COOH
85 OXM401 H-Acb-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ- Cio-COOH
86 OXM404 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-K(yEpalmitoil)-CONH2
87 OXM406 HsQGTFTSDYSKILDERRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-Cio - CONH2
88 OXM407 HsQGTFTSDYSKILDSRRAK(7E- palmitoil)DFVQWLMNTK-YE-YE-CONH2
89 OXM408 HsQGTFTSDYSKILDSRRAK(γΕ-γΕpalmitoil)DFVQWLMNTK-yE-CONH2
90 OXM409 HsQGTFTSDK(γΕ-γΕ-
58/161
palmitoil)SKILDSRRAQDFVQWLMNTK-CONH2
91 OXM410 HsQGTFTSDYSKILDERRAK(γΕ-γΕ- palmitoil)DFVQWLMNTK-CONH2
92 OXM411 HsQGTFTSDK(γΕ-γΕ- palmitoil)SKILDERRAQDFVQWLMNTK-CONH2
93 OXM412 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-YE-YE-Cii- COOH
94 OXM413 HaDGTFTSDYSKILDSRRAQDFVK(DOTA)WLmNTK-γΕ-γΕ- Ci0-CONH2
95 OXM414 HsQGTFTSDK(γΕ-palmitoil) SKILDERRAQDFVQWLMNTK-γΕ-CONH2
96 OXM415 HsQGTFTSDK(palmitoil)SKILDERRAQDFVQWLMNTKγΕ-γΕ-ΟΟΝΗ2
97 OXM416 HaQGTFTSDK(γΕ-γΕ-palmitoil) SKILDERRAQDFVQWLMNTK-CONH2
98 OXM41 7 H-Acb-QGTFTSDK(γΕ-γΕ-palmi toil) SKILDERRAQDFVQWLMNTK-CONH2
99 OXM418 HsQGTFTSDK(γΕ-γΕ-palmitoil) SKILDaRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-CONH2
100 OXM419 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-K(γΕpalmitoil)-CONH2
101 OXM420 H-Acb-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK- γΕ-γΕ- K(γΕ-palmitoil)-CONH2
102 OXM421 HSQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK- γΕ-γΕ-Οι2- COOH
α = ácido α-aminoisobutírico; s = D-Ser; K(Pam)
59/161
K(palmitoil); m = sulfoxido de metionina;
Acb = ácido 1-amino-1-ciclobutano carboxilico;
Ci = Cys(mPEG)5kDa;
C2 = Cys(mPEG)20kDa;
C3 = Cys (mPEG) 240kDa, cada um correspondendo a um resíduo de cisteína PEGuilado por meio do tiol de cadeia lateral com metoxiPEG linear (mPEG) ou mPEG ramificado [(mPEG)2] do MW indicado;
C4 = Cys(colest-5-en-3-il{[(2R)-3-amino-2-(amino)-310 oxopropil}tio}acetato);
C5 = Cys(CH2CONH2), que corresponde a um resíduo de cisteína em que o tiol da cadeia lateral reagiu com iodoacetamida;
C6 = Cys (mPEG) 260 kDa, correspondendo a um resíduo de cisteína PEGuilado por meio do tiol de cadeia lateral com -15 metoxiPEG (mPEG) linear ou mPEG2mPEG [ (mPEG) 2] ramificado de Mw indicado;
C7 = Cys (colest-5-en-3-il 1-{[(2R)-3-amino-2-(amino)-3oxopropil]tio}-2-oxo-6,9,12,15-tetraoxa-3-azaoctadecan-18oato) ou Cys(0xa4-colesterol).
C8 = Cys(N-etilmaleimidil).
C9 = S-{1-[46-(colest-5-en-3-iloxi)-3,43,46-trioxo7,10,13,16,19,22,25,28,31,34,37,40-dodecaoxa-4,44diazahexatetracont-l-il}-2,5-dioxopirrolidin-3-il}-Lcisteina ou Cys (mal-oxai2-colesterol)
Cio = S- [42-(colest-5-en-3-iloxi) -2,42-dioxo6,9,12,15,18,21,24,27,30,33,36,39-dodecaoxa-3azadotetracont-l-il]-L-cisteina ou Cys (oxai2-colesterol) Ch = S-[78-(colest-5-en-3-iloxi)-2,78-dioxo
6,9,12,15,18,21,24,27,30,33,36,39,42,45,48,51,54,57,60,63,6
6,69,72,75-tetracosaoxa-3-azaoctaheptacont-l-il]-L-cisteina
60/161 ou Cys (oxa24-colesterol)
CX2 = S-[38-(colest-5-en-3-iloxi)-2-oxo6,9,12,15,18,21,24,27,30,33,36-undecaoxa-3-azaoctatriacont1-il] -L-cisteína ou Cys (oxai2-0-colesterol)
Ttds= ácido l-amino-4,7,10-trioxa-13-tridecanamina succinímico γΕ= ácido gama glutâmico
Peptídeo OXM290 é o precursor para OXM301 e OXM291 a
294 são precursores para o restante dos análogos de 10 peptídeo mostrados na tabela 2. OXM301 é um análogo que tem
D-Ser na posição 2 do aminoácido para resistência de DPPIV, substituição de Glu e Ala, respectivamente, para os resíduos de Arg17 e Arg18, e um grupo C(Oxa-colesterol) (C7) para melhores propriedades farmacocinéticas in vivo. As 15 substituições em Argi7 e Argi8 foram feitas para aumentar a estabilidade in vivo, uma vez que esses resíduos são sítios primários de divagem proteolítica.
ΘΧΜ302 é um análogo de peptídeo que é desprovido da seqüência de aminoácidos RNRNNIA (Id. de Seq. N° : 96) no 20 terminal C (veja Pedido Publicado Internacional de domínio público No. WO 2007/100535, que é aqui incorporado em sua totalidade). Assim, OXM302 é um aminoácido mais longo que o peptídeo de glucagon por um resíduo de lisina no terminal C. Em OXM302, que tem a estrutura 25 HsQGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTKC7-CONH2 (Id. de Seq. N° :
52) , há uma D-Ser na posição 2 do aminoácido para resistência a DPPIV e um grupo C (Oxa4-colesterol) (C7) para melhores propriedades farmacocinéticas in vivo.
OXM303 tem a estrutura
HsQGTFTSDYSKYLDSEAAQDFVQWLMNTKC7 - CONH2 (Id. de Seq. N° :
61/161
53) . A D-Ser na posição 2 do aminoácido fornece resistência a DPPIV, substituição de Glu e Ala, respectivamente, para os resíduos de Argi7 e Argi8, melhora estabilidade e urn grupo C (Oxa4-colesterol) (C7) melhora as propriedades farmacocinéticas in vivo do análogo de peptídeo.
OXM304 tem a estrutura
HsQGTFTSDYSKYLDSERAQDFVQWLMNTKC7-CONH2 (Id. de Seq. N° :
54) . A D-Ser na posição 2 fornece resistência a DPPIV, a substituição de Glu para o resíduo de Argi7 melhora a estabilidade e um grupo C (Oxa4-colesterol) (C7) melhora as propriedades farmacocinéticas in vivo dos análogos de peptídeo.
OXM305 tem a estrutura
HsQGTFTSDYSKYLDSERAQDFVQWLMNTKC7-CONH2 (Id. de Seq. N° :
55) . A D-Ser na posição 2 fornece resistência a DPPIV, substituição de Ala para o resíduo de Argi8 melhora a estabilidade e um grupo C(Oxa4-colesterol) (C7) melhora as propriedades farmacocinéticas in vivo do análogo de peptídeo.
OXM311 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTKK(Palmitoil)-CONH2 (Id. de Seq. N° : 56). A D-Ser na posição 2 do aminoácido fornece resistência a DPPIV e o grupo K(palmitoil) melhora as propriedades farmacocinéticas in vivo do análogo de peptídeo.
OXM312 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDSEAAQDFVQWLMNTKK(Palmitoil)-CONH2 (Id. de Seq. N° : 57) . A D-Ser na posição 2 do aminoácido fornece resistência a DPPIV, a substituição de Glu e Ala, respectivamente, para os resíduos de Argi7 e Argi8 melhora a estabilidade e o grupo K(palmitoil) melhora as propriedades
62/161 farmacocinéticas in vivo do análogo de peptídeo.
OXM314 tern a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTKTtds-K(Palmitoil)-CONH2 (Id. de Seq. N° : 58). A D-Ser na posição 2 do aminoácido fornece resistência a DPPIV e 0 grupo K(palmitoil) melhora as propriedades farmacocinéticas in vivo do análogo de peptídeo. O Ttds (ácido 1-amino4,7,10-trioxa-13-tridecanamina succinímico) é urn ligante que age como um espaçador flexível e hidrofílico entre a seqüência do peptídeo e o grupo K(palmitoil).
OXM313 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDSEAAQDFVQWLMNTKTtds-K (Palmitoil)-CONH2 (Id. de Seq. N° : 59). A D-Ser na posição 2 do aminoácido fornece resistência a DPPIV, substituição de Glu e Ala, respectivamente, para os resíduos de Argi7 e Argi8 melhora a estabilidade e o grupo
Ttds-K(palmitoil) melhora as propriedades farmacocinéticas in vivo do análogo de peptídeo.
OXM317 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTKyE-C4-CONH2 (Id. de Seq. N° : 60). No peptídeo, há uma D-Ser na posição 2 do aminoácido para resistência a DPPIV, e urn 20 resíduo gama glutâmico ligado ao colest-5-en-3-il{[(2R)-3amino-2-(amino) 3-oxopropil]tio}acetato (C4) para melhorar as propriedades farmacocinéticas in vivo. O resíduo gama glutâmico (γΕ) é um ligante que age como um espaçador flexível entre a seqüência do peptídeo e o grupo C4.
OXM318 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDSEAAQDFVQWLMNTKyE-C4-CONH2 (Id. de Seq. N° : 61) . A D-Ser na posição 2 do aminoácido fornece resistência a DPPIV, substituição de Glu e Ala, respectivamente, para os resíduos de Argi7 e Argi8 melhora estabilidade e o grupo yE—C4 melhora as propriedades farmacocinéticas in vivo do análogo de
63/161 peptídeo.
OXM319 tem a estrutura
HaQGTFTSDYSKYLDSEAAQDFVQWLMNTKC7-CONH2 (Id. de Seq. N° : 62). No peptídeo, há um Aib na posição 2 do aminoácido para resistência a DPPIV, e o grupo C(Oxa4-colesterol) (C7) melhora as propriedades farmacocinéticas in vivo dos análogos de peptídeo.
OXM321 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDSEAAQDFVQWLMNTKRNRNNIA-yE-C4-CONH2 (Id. de Seq. N°: 63) . Ele é um análogo que tem D-Ser na posição 2 do aminoácido para resistência a DPPIV, substituição de Glu e Ala, respectivamente, para os resíduos de Argx7 e Arg18, e um grupo C(-colesterol) (C4) melhora as propriedades farmacocinéticas in vivo. As substituições em ArgX7 e Argi8 foram feitas para aumentar a estabilidade in vivo, uma vez que esses resíduos são sítios primários de divagem proteolítica. O resíduo gama glutâmico (γΕ) é um ligante que age como um espaçador flexível entre a seqüência do peptídeo e o grupo C4.
OXM323 tem a estrutura
HsQGTFTSDYSKYLDSEAAQDFVQWLMNTKR-C7-CONH2 (Id. de Seq. N° : 64). A D-Ser na posição 2 fornece resistência a DPPIV, substituição de Glu e Ala para os resíduos de Arg17 e Argis fornece um peptídeo com melhor estabilidade e o grupo C (Oxa4-colesterol) (C7) fornece um peptídeo com melhores propriedades farmacocinéticas in vivo.
OXM325 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDSEAAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC7-CO2H (Id. de Seq. N° : 65). Ele é um análogo que tem D-Ser na posição 2 do aminoácido para resistência a DPPIV, substituição de Glu e
64/161
Ala, respectivamente, para os resíduos de Arg17 e Arg18, e um grupo C (Oxa4-colesterol) (C7) melhora as propriedades farmacocinéticas in vivo. As substituições em Argi7 e Argi8 foram feitas para aumentar a estabilidade in vivo, uma vez que esses resíduos são sítios primários de divagem proteolítica.
OXM327 tem a estrutura
HaQGTFTSDYSKYLDSERAQDFVQWLMNTKC7-CONH2 (Id. de Seq. N° : 66) . O Aib na posição 2 fornece resistência a DPPIV, a substituição de Glu para o resíduo de Arg17 fornece um peptídeo com melhor estabilidade e o grupo C(0xa4colesterol) (C7) fornece melhores propriedades farmacocinéticas in vivo.
OXM329 tem a estrutura HaQGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTKyE-C4-CO2H (Id. de Seq. N°: 67). 0 Aib na posição 2 fornece resistência a DPPIV e um grupo C(0xa4 colesterol) (C7) fornece um peptídeo com melhores propriedades farmacocinéticas in vivo. 0 resíduo gama glutâmico (γΕ) é um ligante que age como um espaçador flexível entre a seqüência do peptídeo e o grupo C4.
OXM330 tem a estrutura
HsQGTFTSDYSKYLDSEAAQDFVQWLMNTKRNRNNIA-γΕ - K(Pam)-CONH2 (Id. de Seq. N°: 68). Ele é um análogo que tem D-Ser na posição 2 do aminoácido para resistência a DPPIV, a substituição de Glu e Ala, respectivamente, para os resíduos de Argi7 e Argis, e um grupo -K (palmitoil) melhora as propriedades farmacocinéticas in vivo do análogo de peptídeo. O resíduo gama glutâmico (γΕ) é um ligante que age como um espaçador flexível entre a seqüência do peptídeo e o grupo K(palmitoil) . As substituições em Arg17 e Argi8 foram feitas
65/161 para aumentar a estabilidade in vivo, uma vez que esses resíduos são sítios primários de divagem proteolítica.
OXM345 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTKyE-yE-C4-COOH (Id. de Seq. N° : 69). Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, dois ácidos gama glutâmicos nas posições 31 e 32 como espaçadores entre a seqüência do peptídeo, e o grupo colesterol, um Cys(colesterol) na posição 33 (C4) .
OXM355 tem a estrutura HsQGTFTSDYSSYLDSRRAQDFVQWLMNTKyE-C4-COOH (Id. de Seq. N° : 70), Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, uma substituição LySi2Ser, um ácido gama-glutâmico na posição 31 como espaçador entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys(colesterol) na posição 32 (C4) . A serina na posição 12 é apresentada na seqüência de peptídeo de GLP-1. Portanto, é esperado que ela tenha potência pelo menos compatível no GLP-1R. A substituição Lys 12Ser elimina uma carga positiva que resulta em um pi de cerca de 5.
OXM357 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDSRAAQDFVQWLMNTKyE-C4-COOH (Id. de Seq. N° : 71) . Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, um ácido gama glutâmico na posição 31 como espaçador entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys (colesterol) (C4) na posição 32. OXM357 difere de OXM345 por ter apenas um γ-Glu enquanto OXM345 tem dois y-Glu.
OXM359 tem a estrutura HsQGTFTSDYSSYLDSRRAQDFVQWLMNTKyE-C7-COOH (Id. de Seq. N° : 72). Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, uma substituição Lysi2Ser, um ácido gama-glutâmico na posição 31 como espaçador entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys(0xa466/161 colesterol) na posição 32 (C7) . Portanto, OXM359 difere de OXM355 por ter C7 (grupo colesterol com o espaçador de tetraetileno glicol) em vez de C4 (colesterol sem um espaçador de etileno glicol).
OXM361 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDSRAAQDFVQWLMNTKyE-C7-COOH (Id. de Seq. N° : 73). Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, uma substituição Argi8Ala, um ácido gama-glutâmico na posição 31 como espaçador entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys(Oxa4colesterol) na posição 32 (C7 na tabela). A substituição Argi8Ala elimina uma carga positiva que é importante para levar o valor ótimo de pi a 5.
OXM373 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDERRAQDFVQWLMNTKyE-C4-COOH (Id. de Seq. N°: 74). Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, uma substituição SeigGlu, um ácido gama-glutâmico na posição 31 como espaçadores entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys(colesterol) na posição 32 (C4) . 0 Glu na posição 16 é presente no peptídeo exendina-4 de modo que essa substituição seja pelo menos compatível com a ativação de GLP-1R.
OXM374 tem a estrutura HsQGTFTSDYSK. YLDERRAQDFVQWLMNTK-yE-C7-COOH (Id. de Seq. N° : 75) . Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, uma substituição SerigGlu, um ácido gama-glutâmico na posição 31 como espaçador entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys (Oxa4-colesterol) na posição 32 (C7) . Portanto, a diferença entre OXM373 e 374 é devida à presença do espaçador de tetraetileno glicol anexado ao grupo colesterol em OXM374.
OXM380 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTK67/161 yE-yE-C7-COOH (Id. de Seq. N° : 76). Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, dois ácidos gama glutâmicos nas posições 31 e 32 como espaçador entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys (Oxa4-colesterol) (C7) na 5 posição 33. OXM380 tem a mesma seqüência de peptídeo de
OXM345, mas difere no espaçador de 0xa4 ligado ao grupo colesterol.
OXM381 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTKyE-yE-C9-COOH (Id. de Seq. N° : 77). Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, dois ácidos gama glutâmicos nas posições 31 e 32 como espaçador entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys (maleimide-Oxai2-colesterol) (C9) na posição 33. OXM381 tem a mesma seqüência de peptídeo de OXM345 e OXM380 que difere no espaçador
Ί5 maleimida-Oxa12 ligado ao colesterol. A estrutura de C3 é mostrada abaixo.
Figure BRPI1001307B1_D0003
Figure BRPI1001307B1_D0004
OXM383 tem a estrutura HaQGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTKyE-yE-C7-COOH (Id. de Seq. N°: 78). Ela foi desenhada para conter Aib (u) na posição 2, dois ácidos gama glutâmicos nas posições 31 e 32 como espaçador entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys (Oxa4-colesterol) (C7) na posição 33. OXM383 difere de OXM380 apenas com relação ao aminoácido na posição 2.
OXM388 tem a estrutura H-Acb68/161
QGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTK-yE-YE-C7-COOH (Id. de Seq. N° : 79) . Ela foi desenhada para conter Acb na posição 2, dois ácidos gama glutâmicos nas posições 31 e 32 como espaçador entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys(0xa4colesterol) (C7) na posição 33. OXM388 difere de OXM380 e 383 apenas com relação ao aminoácido na posição 2.
OXM392 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDERRAKDFVQWLMNTKγΕ-γΕ-Cio-COOH (ponte de lactama entre E e K) (Id. de Seq. N°: 80) . Ela foi desenhada para conter Ser (s) na posição 2, substituições de Seri6Glu e Gln20Lys em que a G1ui6 e Lys2o são ligadas com uma ponte de lactama nas cadeias laterais, dois ácidos gama-glutâmicos nas posições 31 e 32 como espaçador entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys (Oxai2-colesterol) (Ci0) na posição 33. A ponte de lactama é entre a posição i (16) e i+4 (20) e deve estabilizar a conformação alfa-helicoidal do peptídeo e estabilizar o peptídeo contra degradação proteolítica.
O grupo Ci0 difere do grupo C9 pela ligação de tio éter que conecta o grupo tiol da cisteína ao OxaX2-colesterol. Em C9 há uma ligação de maleimida tioéter enquanto em C10 há um tioéter acetamida. A estrutura de Cxo é mostrada abaixo.
Figure BRPI1001307B1_D0005
^*8
Figure BRPI1001307B1_D0006
OXM395 tem a estrutura HaQGTFTSDYSKYLDERRAKDFVQWLMNTK69/161 γΕ-γΕ-Cio-COOH (ponte de lactama entre E e K) (Id. de Seq. N° : 81) . Ela foi desenhada para conter Aib (a) na posição 2, substituições Ser16Glu e Gln20Lys em que a G1ui6 e Lys2o são ligadas com uma ponte de lactama entre as cadeias laterais, dois resíduos de ácido gama-glutâmico nas posições 31 e 32 como espaçadores entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys (Oxa12-colesterol) (C10) na posição 33. A ponte de lactama é entre a posição 16 (i) e 20 (i+4) e deve estabilizar a conformação alfa-helicoidal do peptídeo e estabilizar o peptídeo contra degradação proteolítica.
OXM398 tem a estrutura H-AcbQGTFTSDYSKYLDERRAKDFVQWLMNTK-yE-yE-C10-COOH (ponte de lactama entre E e K) (Id. de Seq. N° : 82) . Ela foi desenhada para conter Acb na posição 2, substituições Sei6Glu e Gln20Lys em que a Glui6 e Lys20 são ligadas com uma ponte de lactama entre as cadeias laterais, dois resíduos de ácido gama-glutâmico nas posições 31 e 32 como espaçadores entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys (OxaX2 colesterol) (Ci0) na posição 33. A ponte de lactama é entre posição 16 (i) e 20 (i+4) e deve estabilizar a conformação alfa-helicoidal do peptídeo e estabilizar o peptídeo contra degradação proteolítica.
OXM392, 395 e 398 diferem apenas no aminoácido que está na posição 2.
OXM399 tem a estrutura HSQGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-Cio-COOH (Id. de Seq. N° : 83). Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, dois resíduos de ácido gama glutâmico nas posições 31 e 32 como espaçador entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys(Oxai270/161 colesterol) (Ci0) na posição 33. OXM399 difere de 0XM392 apenas porque ela é desprovida da ponte de lactama presente em OXM392.
OXM400 tem a estrutura HaQGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTK5 γΕ-γΕ-Cio-COOH (Id. de Seq. N°: 84). Ela foi desenhada para conter Aib (tx) na posição 2, dois resíduos de ácido gama glutâmico nas posições 31 e 32 como espaçadores entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys(Oxai2colesterol) (C10) na posição 33. ΘΧΜ400 difere de OXM395 10 apenas porque ela é desprovida da ponte de lactama presente em OXM395.
OXM401 tem a estrutura H-AcbQGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTK-yE-yE-Cio-COOH (Id. de Seq. N° : 85) . Ela foi desenhada para conter Acb na posição 2, 15 dois ácidos gama glutâmicos nas posições 31 e 32 como espaçadores entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys (Oxai2-colesterol) (Ci0) na posição 33. ΘΧΜ401 difere de OXM398 apenas porque ela é desprovida da ponte de lactama presente em OXM398. OXM399, OXM400 e 401 diferem 20 uma da outra no aminoácido na posição 2.
ΘΧΜ404 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTKγΕ-γΕ-Κ(γΕ-palmitoil)-CONH2 (Id. de Seq. N° : 86). Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, dois ácidos gama-glutâmicos nas posições 31 e 32 como espaçadores entre 25 a seqüência do peptídeo e o grupo palmitoil, um Lys(γΕpalmitoil) na posição 33. O peptídeo nessa modalidade é amidado no terminal C.
OXM406 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDERRAQDFVQWLMNTKYE-yE-Ci0-CONH2 (Id. de Seq. N°: 87). Ela foi desenhada para 30 conter D-Ser (s) na posição 2, uma substituição Ser16Glu,
71/161 dois resíduos de ácido gama-glutâmico nas posições 31 e 32 como espaçadores entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys (Oxai2-colesterol) (Ci0) na posição 33. O peptídeo nessa modalidade é amidado no terminal C.
OXM407 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDSRRAK(γΕpalmi toil)DFVQWLMNTK-YE-yE-CONH2 (Id. de Seq. N° : 88). Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, dois resíduos de ácido gama-glutâmico nas posições 31 e 32 como espaçadores entre a seqüência do peptídeo e o grupo palmitoil, um Lys(γΕ-palmitoil) na posição 33. O peptídeo nessa modalidade é amidado no terminal C.
OXM408 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDSRRAK(γΕ-γΕpalmitoil) DFVQWLMNTK-yE-CONH2 (Id. de Seq. N°: 89). Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, um ácido gama-glutâmico na posições 31, e um grupo palmitoil ligado a dois resíduos de ácido γ-glutâmico e ao grupo amino da cadeia lateral de uma lisina [Lys(γΕ-γΕ-palmitoil)] na posição 20. 0 peptídeo nessa modalidade é amidado no terminal C.
OXVI409 tem a estrutura HsQGTFTSDK(γΕ-γΕpalmitoil)SKYLDSRRADFVQWLMNTK-CONH2 (Id. de Seq. N° : 89). Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2 e um grupo palmitoil ligado a dois resíduos de ácido γ-glutâmico e ao grupo amino da cadeia lateral de uma lisina [Lys(γΕγΕ-palmitoil) ] na posição 10. O peptídeo nessa modalidade é amidado no terminal C.
OXM410 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDERRAK(γΕ-γΕpalmitoil) DFVQWLMNTK-CONH2 (Id. de Seq. N° : 91). Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, uma substituição SerigGlu, e um grupo palmitoil ligado a dois
72/161 resíduos de ácido γ-glutâmico e ao grupo amino da cadeia lateral de uma lisina [Lys(γΕ-γΕ-palmitoil)] na posição 20. O peptídeo nessa modalidade é amidado no terminal C.
OXM411 tem a estrutura HsQGTFTSDK(γΕ-γΕpalmitoil)SKYLDERRAQDFVQWLMNTK-CONH2 (Id. de Seq. N°: 92). Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, uma substituição Ser16Glu, e um grupo palmitoil ligado a dois resíduos de ácido y-glutâmico e ao grupo amino da cadeia lateral de uma lisina [Lys(γΕ-γΕ-palmitoil)] na posição 10. O peptídeo nessa modalidade é amidado no terminal C.
OXM412 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTKγΕ-γΕ-Cn-COOH (Id. de Seq. N°: 93). Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, dois resíduos de ácido gama glutâmico nas posições 31 e 32 como espaçadores entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys(Oxa24colesterol) (Cn) na posição 33. OXM412 difere de OXM399 pelo comprimento do espaçador de Oxa ligado ao grupo colesterol. A estrutura de Cn é mostrada abaixo.
Figure BRPI1001307B1_D0007
HaDGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVK (DOTA) WLmNTK-YE-YE-C10-CONH2 (Id .
de Seq. N°: 94). Ela foi desenhada como um peptídeo para imagem do GLP-1R alvo in vivo. A seqüência contém Aib na posição 2, uma Asp na posição 3 para gerar seletividade no
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GLP-1R, uma Lys(DOTA) na posição 24, uma Met(0) na posição 27, dois resíduos de ácido gama-glutâmico nas posições 31 e 32 como espaçadores entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys (Oxa12-colesterol) (0ΪΟ) na posição 33. O peptídeo nessa modalidade é amidado no terminal C. A estrutura de Fmoc-Lys(DOTA)-OH é mostrada abaixo.
Figure BRPI1001307B1_D0008
OXM414 tem a estrutura HsQGTFTSDK(γΕpalmitoil) SKYLDERRAQDFVQWLMNTK-yE-CONH2 (Id. de Seq. N° : 95). Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, dois ácidos γ-glutâmicos na posições 31, uma substituição SerieGlu e um grupo palmitoil ligado ao grupo amino de cadeia lateral de uma lisina [Lys(palmitoil)] na posição 10. O peptídeo nessa modalidade é amidado no terminal C.
OXM415 tem a estrutura HsQGTFTSDK(palmitoil)SKYLDERRAQDFVQWLMNTK-yE-yE-CONH2 (Id. de Seq. N°: 96). Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, um ácido γ-glutâmico na posições 31, uma substituição Seri6Glu e um grupo palmitoil ligado a um
74/161 resíduo de ácido γ-glutâmico e ao grupo amino da cadeia lateral de uma lisina [Lys(γΕ-palmitoil) ] na posição 10. 0 peptídeo nessa modalidade é amidado no terminal C.
OXM416 tem a estrutura HaQGTFTSDK(γΕ-γΕ5 palmitoil)SKYLDERRAQDFVQWLMNTK-CONH2 (Id. de Seq. N°: 97). Ela foi desenhada para conter Aib (a) na posição 2, uma substituição SerigGlu e um grupo palmitoil ligado a dois resíduos de ácido γ-glutâmico e ao grupo amino da cadeia lateral de uma lisina [Lys(γΕ-γΕ-palmitoil)] na posição 10.
O peptídeo nessa modalidade é amidado no terminal C.
OXM417 tem a estrutura H-Acb-QGTFTSDK(γΕ-γΕpalmitoil)SKYLDERRAQDFVQWLMNTK-CONH2 (Id. de Seq. N° : 98). Ela foi desenhada para conter Acb na posição 2, uma substituição SerigGlu e um grupo palmitoil ligado a dois ‘15 resíduos de ácido γ-glutâmico e ao grupo amino da cadeia lateral de uma lisina [Lys(γΕ-γΕ-palmitoil)] na posição 10. O peptídeo nessa modalidade é amidado no terminal C.
OXM418 tem a estrutura HsQGTFTSDK(γΕ-γΕpalmitoil) SKYLDaRRAQDFVQWLMNTK-TE-CONH2 (Id. de Seq. N° : 20 99). Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, um ácido gama-glutâmico na posições 31, uma substituição Ser16Aib (a) e um grupo palmitoil ligado a dois resíduos de ácido γ-glutâmico e ao grupo amino da cadeia lateral de uma lisina [Lys(γΕ-γΕ-palmitoil) ] na posição 10. O peptídeo 25 nessa modalidade é amidado no terminal C.
OXM419 tem a estrutura HaQGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTKγΕ-γΕ-Κ (γΕ-palmitoil)-CONH2 (Id. de Seq. N° : 100). Ela foi desenhada para conter Aib (a) na posição 2, dois ácidos gama-glutâmicos nas posições 31 e 32 como espaçadores entre 30 a seqüência do peptídeo e o grupo palmitoil, um Lys(γΕ75/161 palmitoil) na posição 33. 0 peptídeo nessa modalidade é amidado no terminal C.
OXM420 tem a estrutura H-AcbQGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-Κ(γΕ-palmitoil)-CONH2 (Id. de Seq. N°: 101). Ela foi desenhada para conter Acb na posição 2, dois ácidos gama-glutâmicos nas posições 31 e 32 como espaçadores entre a seqüência do peptídeo e o grupo palmitoil, um Lys(γΕ-palmitoil) na posição 33. O peptídeo nessa modalidade é amidado no terminal C.
OXM421 tem a estrutura HsQGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTKYE-yE-Ci2-COOH (Id. de Seq. N° : 102). Ela foi desenhada para conter D-Ser (s) na posição 2, dois resíduos de ácido gama-glutâmico nas posições 31 e 32 como espaçadores entre a seqüência do peptídeo e o colesterol, um Cys(Oxai2-O-15 colesterol) (Ci2) na posição 33. O Cys (Oxai2-0-colesterol) difere de Cys(Oxai2-colesterol) por ter o colesterol ligado através de uma ligação de éter ao espaçador de Oxaí2. A ligação de éter pode conferir mais estabilidade à ligação de éster presente no grupo Cys (Oxai2-colesterol) ou Cu. A 20 estrutura de Cys(0xai2-0-colesterol) é mostrada abaixo.
Figure BRPI1001307B1_D0009
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Composições farmacêuticas
Também são fornecidas composições farmacêuticas que compreendem uma quantidade terapeuticamente eficaz de um ou mais dos análogos de OXM aqui revelados para o tratamento de um distúrbio metabólico em um indivíduo. Tais distúrbios incluem, sem limitação, obesidade, síndrome metabólica ou síndrome X, diabetes tipo II, complicações de diabetes como retinopatia, hipertensão, dislipidemias, doença cardiovascular, cálculos biliares, osteoartrite, e certas formas de cânceres. Os distúrbios relacionados à obesidade nesta especificação são associados, causados, ou resultam da obesidade.
Obesidade é uma condição em que há um excesso de gordura corporal. A definição operacional de obesidade é baseada no índice de Massa Corporal (IMC), calculado como o peso corporal pela altura em metros quadrados (kg/m2) . Obesidade refere-se a uma condição em que uma pessoa saudável tem um índice de Massa Corporal (IMC) maior ou igual a 30 kg/m2, ou uma condição em que um indivíduo com pelo menos uma co-morbidade tem um IMC maior que ou igual a 27 kg/m2. Um indivíduo obeso é um indivíduo saudável com um índice de Massa Corporal (IMC) maior que ou igual a 3 0 kg/m2 ou um indivíduo com pelo menos uma co-morbidade com um IMC maior que ou igual a 27 kg/m2. Um indivíduo em risco de obesidade é um indivíduo saudável com um IMC de 25 kg/m2 a menos que 30 kg/m2 ou um indivíduo com pelo menos uma co-morbidade com um IMC de 25 kg/m2 a menos que 27 kg/m2.
Os riscos aumentados associados à obesidade ocorrem em um menor índice de Massa Corporal (IMC) em Asiáticos. Nos
77/161 países da Ásia, incluindo Japão, obesidade refere-se a uma condição em que um indivíduo com pelo menos uma comorbidade induzida por obesidade ou relacionada à obesidade que requer redução de peso ou que possa ser melhorada por 5 redução do peso tem um IMC maior que ou igual a 25 kg/m2.
Nos países da Ásia, incluindo Japão, um indivíduo obeso refere-se a um indivíduo com pelo menos uma co-morbidade induzida por obesidade ou relacionada à obesidade que requer redução de peso ou que possa ser melhorada por 10 redução do peso com um IMC maior que ou igual a 25 kg/m2.
Nos países da Ásia, um indivíduo em risco de obesidade é um indivíduo com um IMC maior que 23 kg/m2 a menos que 25 kg/m2.
Como aqui usado, o termo obesidade deve englobar *15 todas as definições acima de obesidade.
Co-morbidades induzidas por obesidade ou relacionadas à obesidade incluem, sem limitação, diabetes, diabetes mellitus não insulino-dependente - tipo 2, tolerância prejudicada à glicose, glicemia de jejum prejudicada, 20 síndrome de resistência à insulina, dislipidemia, hipertensão, hiperuricacidemia, gota, doença da artéria coronária, infarto do miocárdio, angina pectoris, síndrome da apnéia do sono, síndrome de Pickwickian, fígado gorduroso, infarto cerebral, trombose cerebral, ataque 25 isquêmico transitório, distúrbios ortopédicos, artrite deformante, lumbodínia, emeniopatia e infertilidade. Em particular, as co-morbidades incluem: hipertensão, hiperlipidemia, dislipidemia, intolerância à glicose, doença cardiovascular, apnéia do sono, diabetes mellitus, e 30 outras condições relacionadas à obesidade.
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Tratamento (de obesidade e distúrbios relacionados à obesidade) refere-se à administração dos compostos da presente invenção para reduzir ou manter o peso corporal de um indivíduo obeso. Um resultado do tratamento pode ser a redução do peso corporal de um indivíduo obeso em relação àquele peso corporal do indivíduo imediatamente antes da administração dos compostos da presente invenção. Outro resultado do tratamento pode ser a prevenção da recuperação do peso corporal previamente perdido como um resultado de dieta, exercício ou farmacoterapia. Outro resultado de tratamento pode ser a diminuição da ocorrência e/ou da severidade de doenças relacionadas à obesidade. O tratamento pode resultar adequadamente em uma redução no consumo de alimento ou calorias pelo indivíduo, incluindo uma redução na ingesta total de alimento, ou uma redução da ingesta de componentes específicos da dieta como carboidratos ou gorduras; e/ou a inibição da absorção de nutrientes; e/ou a inibição da redução da taxa metabólica; e na redução de peso em pacientes que dela necessitam. O tratamento também pode resultar em uma alteração da taxa metabólica, como um aumento na taxa metabólica, em vez de ou além de uma inibição da redução da taxa metabólica; e/ou nà minimização da resistência metabólica que normalmente resulta da perda de peso.
Prevenção (de obesidade e de distúrbios relacionados à obesidade) refere-se à administração dos compostos da presente invenção para reduzir ou manter o peso corporal de um indivíduo em risco de obesidade. Um resultado da prevenção pode ser a redução do peso corporal de um indivíduo em risco de obesidade em relação àquele peso
79/161 corporal do indivíduo imediatamente antes da administração dos compostos da presente invenção. Outro resultado da prevenção pode ser a prevenção da recuperação do peso corporal previamente perdido como um resultado de dieta, exercício ou farmacoterapia. Outro resultado da prevenção pode ser a prevenção da ocorrência de obesidade se o tratamento é administrado antes do surgimento da obesidade em um indivíduo em risco de obesidade. Outro resultado da prevenção pode ser uma diminuição da ocorrência e/ou severidade de distúrbios relacionados à obesidade se o tratamento é administrado antes do surgimento de obesidade em um indivíduo em risco de obesidade. Além disso, se o tratamento é iniciado em indivíduos já obesos, tal tratamento pode prevenir a ocorrência, progressão ou severidade de distúrbios relacionados à obesidade, como, sem limitação, arteriosclerose, Diabetes tipo II, doença de ovário policístico, doenças cardiovasculares, osteoartrite, distúrbios dermatológicos, hipertensão, resistência à insulina, hipercolesterolemia, hipertrigliceridemia e colelitíase.
Os distúrbios relacionados à obesidade nesta especificação são associados, causados ou resultam de obesidade. Exemplos de distúrbios relacionados à obesidade incluem exagero na alimentação e bulimia, hipertensão, diabetes, concentrações elevadas de insulina plasmática e resistência à insulina, dislipidemias, hiperlipidemia, câncer endometrial, de mama, próstata e cólon, osteoartrite, apnéia do sono obstrutiva, colelitíase, cálculos biliares, doença cardíaca, ritmos cardíacos anormais e arritmias, infarto do miocárdio, insuficiência
80/161 cardíaca congestiva, doença cardíaca coronariana, morte súbita, AVC, doença de ovário policístico, craniofaringioma, Síndrome de Prader-Willi, síndrome de Frohlich, indivíduo com deficiência de GE, estatura curta variante normal, síndrome de Turner, e outras condições patológicas que mostram atividade metabólica reduzida ou uma diminuição no gasto de energia em descanso como uma percentagem da massa livre de gordura total, por exemplo, crianças com leucemia linfoblástica aguda. Exemplos adicionais de distúrbios relacionados à obesidade são síndrome metabólica, também conhecida como síndrome X, síndrome de resistência à insulina, disfunção sexual e reprodutiva, como infertilidade, hipogonadismo em homens e hirsutismo em mulheres, distúrbios da mobilidade gastrointestinal, como refluxo gastro-esofageano relacionado à obesidade, distúrbios respiratórios, como síndrome de hipoventilação da obesidade (síndrome de Pickwickian), distúrbios cardiovasculares, inflamação, como inflamação sistêmica da vasculatura, arteriosclerose, hipercolesterolemia, hiperuricemia, dor lombar inferior, doença da vesícula biliar, gota e câncer renal. Os compostos da presente invenção são também úteis para a redução do risco de resultados secundários da obesidade, como redução do risco de hipertrofia ventricular esquerda.
termo diabetes, como aqui usado, inclui tanto o diabetes mellitus insulino-dependente (IDDM, também conhecido como diabetes tipo I) quanto diabetes mellitus não insulino-dependente (NIDDM, também conhecido como Diabetes tipo II). O diabetes tipo I, ou diabetes insulinodependente, é o resultado de uma deficiência absoluta de
81/161 insulina, o hormônio que regula a utilização da glicose. O diabetes tipo II, ou diabetes insulino-independente (ou seja, diabetes mellitus não insulino-dependente), ocorre freqüentemente com níveis normais, ou mesmo elevados, de insulina e parece ser o resultado da incapacidade dos tecidos de responder adequadamente à insulina. A maior parte dos diabéticos de Tipo II também é obesa. Os compostos da presente invenção são úteis para o tratamento de diabetes Tipo I e Tipo II. Os compostos são especialmente eficazes para o tratamento de diabetes Tipo II. Os compostos da presente invenção são também úteis para o tratamento e/ou prevenção de diabetes mellitus gestacional.
A Patente U.S. No. 6.852.690, que é aqui incorporada em sua totalidade, revela métodos para aumento do metabolismo de nutrientes que compreendem a administração a um paciente não diabético de uma formulação que compreende uma quantidade nutritivamente eficaz de um ou mais nutrientes ou qualquer combinação destes e um ou mais peptídeos insulinotrópicos. Os análogos de peptídeo de OXM aqui revelados são insulinotrópicos e podem ser administrados a pacientes com um metabolismo alterado de glicose como resistência à insulina, mas sem diabetes evidente, bem como pacientes que por qualquer razão não podem receber nutrição através do canal alimentar. Tais pacientes incluem pacientes de cirurgia, pacientes comatosos, pacientes em choque, pacientes com doença gastrointestinal, pacientes com doença digestiva hormonal, e outros. Em particular, os pacientes obesos, pacientes ateroscleróticos, pacientes com doença vascular, pacientes
82/161 com diabetes gestacional, pacientes com doença hepática como cirrose biliar, pacientes com acromegalia, pacientes com excesso de glicocorticóide como tratamento com cortisol ou doença de Cushing, pacientes com hormônios contra5 reguladores ativados como deve ocorrer depois de trauma, acidentes e cirurgia e outros, pacientes com hipertrigliceridemia e pacientes com pancreatite crônica podem ser facilmente e adequadamente nutridos de acordo com a invenção sem submeter o paciente à hipo- ou 10 hiperglicemia. Em particular, a administração a tal paciente deseja fornecer uma terapia para, tão rápido quanto possível, liberar os requisitos nutricionais e calóricos ao paciente enquanto é mantida sua glicose plasmática abaixo do chamado limiar renal de cerca de 160 a 15 180 miligramas por decilitro de glicose no sangue. Embora pacientes normais que não têm níveis de glicose logo abaixo do limiar renal também possam ser tratados de acordo com a invenção como acima descrito, os pacientes com metabolismo alterado da glicose como pacientes hiperglicêmicos cujo 20 nível de glicose plasmática é logo acima do limiar renal também podem se beneficiar da terapia para sua condição. Em particular, tais pacientes que têm um grau de hiperglicemia abaixo do limiar renal em intervalos intermitentes podem receber um tratamento de combinação de nutrientes mais 25 peptídeos insulinotrópicos de acordo com qualquer um dos seguintes regimes. Os pacientes normais que não sofrem de tal hiperglicemia também podem ser tratados com o uso dos análogos de peptídeo aqui revelados.
Os análogos de OXM aqui revelados podem ser usados em 30 uma composição farmacêutica quando combinados com um
83/161 carreador farmaceuticamente aceitável. Tais composições compreendem uma quantidade terapeuticamente eficaz de um ou mais dos análogos de OXM aqui revelados e um carreador farmaceuticamente aceitável. Tal composição também pode compreender (além do análogo de OXM aqui revelado e um carreador) diluentes, preenchedores, sais, tampões, estabilizantes, solubilizantes, e outros materiais bem conhecidos na técnica. As composições que compreendem os análogos de OXM aqui revelados podem ser administradas, se desejado, na forma de sais, desde que os sais sejam farmaceuticamente aceitáveis. Os sais podem ser preparados com o uso de procedimentos padrão conhecidos por aqueles habilitados na técnica de química orgânica sintética.
O termo indivíduo inclui humanos e animais de companhia ou domesticados como cães, gatos, cavalos, e outros. Portanto, as composições que compreendem a fórmula I são também úteis para o tratamento ou prevenção de obesidade e distúrbios relacionados à obesidade em gatos e cachorros. Como tal, o termo mamífero inclui animais de companhia como gatos e cachorros.
O termo sais farmaceuticamente aceitáveis refere-se a sais preparados a partir de bases ou ácidos não tóxicos farmaceuticamente aceitáveis que incluem bases inorgânicas ou orgânicas e ácidos inorgânicos ou orgânicos. Sais derivados de bases inorgânicas incluem alumínio, amônio, cálcio, cobre, sais férrico, ferroso, de lítio, magnésio, mangânico, manganoso, de potássio, sódio, zinco, e outros. Particularmente preferidos são os sais de amônio, cálcio, magnésio, potássio e sódio. Sais derivados de bases orgânicas não tóxicas farmaceuticamente aceitáveis incluem
84/161 sais de aminas primárias, secundárias e terciárias, aminas substituídas que incluem aminas substituídas de ocorrência natural, aminas cíclicas, e resinas de troca iônica básicas, como arginina, betaína, cafeína, colina, Ν,Ν15 dibenziletilenodiamina, dietilamina, 2-dietilaminoetanol, 2-dimetilaminoetanol, etanolamina, etilenodiamina, N-etil morfolino, N-etilpiperidina, glutamina, glicosamina, histidina, hidrabamina, isopropilamina, lisina, metilglucamina, morfolino, piperazina, piperidina, resinas 10 de poliamina, procaína, purinas, teobromina, trietilamina, trimetilamina, tripropilamina, trometamina, e outras. O termo sal farmaceuticamente aceitável também inclui todos os sais aceitáveis como acetato, lactobionato, benzenossulfonato, laurato, benzoato, malato, bicarbonato, 15 maleato, bissulfato, mandelato, bitartrato, mesilato, borato, metilbrometo, brometo, metilnitrato, edetato de cálcio, metilsulfato, camsilato, mutato, carbonato, napsilato, cloreto, nitrato, clavulanato, N-metilglucamina, citrato, sal de amônio, dicloridrato, oleato, edetato, 20 oxalato, edisilato, pamoato (embonato), estolato, palmitato, esilato, pantotenato, fumarato, fosfato/difosfato, gluceptato, poligalacturonato, gluconato, salicilato, glutamato, estearato, glicolilarsanilato, sulfato, hexilresorcinato, subacetato, 25 hidrabamina, succinato, hidrobromide, tanato, cloridrato, tartrato, hidroxinaftoato, teoclato, iodeto, tosilato, isotionato, trietiodeto, lactato, pamoato, valerato, e outros que podem ser usados como uma forma de dosagem para a modificação da solubilidade ou características de 30 hidrólise ou podem ser uados em formulações de liberação
85/161 sustentada ou de pró-fármacos. Deve-se compreender que, como aqui usado, referências aos análogos de OXM aqui revelados também incluem os sais farmaceuticamente aceitáveis.
Como aqui utilizado, o termo farmaceuticamente aceitável significa um material não tóxico que não interfere com a eficácia da atividade biológica do ingrediente ativo, aprovado por uma agência reguladora do Governo Federal ou Estadual ou listado na U.S. Pharmacopoeia ou outra farmacopéia geralmente reconhecida para uso em animais e, mais particularmente, em humanos. O termo carreador refere-se a um diluente, adjuvante, excipiente ou veículo com o qual o terapêutico é administrado, e inclui, sem limitação, tais líquidos estéreis como água e óleos. As características do carreador dependerão da via de administração. Os análogos de OXM aqui revelados podem estar em multímeros (por exemplo, heterodímeros ou homodímeros) ou complexos com eles mesmos ou outros peptídeos. Como um resultado, as composições farmacêuticas da invenção podem compreender um ou mais análogos de OXM aqui revelados em tal forma multimérica ou em complexo.
Como aqui usado, o termo quantidade terapeuticamente eficaz significa a quantidade total de cada componente ativo da composição farmacêutica ou método que é suficiente para mostrar um benefício significativo ao paciente, ou seja, tratamento, cura, prevenção ou melhoria da condição médica relevante, ou um aumento na taxa de tratamento, cura, prevenção ou melhoria de tais condições. Quando aplicado a um indivíduo, o termo ingrediente ativo,
86/161 administrado isoladamente, refere-se àquele ingrediente isoladamente. Quando aplicado a uma combinação, o termo refere-se a quantidades combinadas dos ingredientes ativos que resultam no efeito terapêutico, sejam eles administrados em combinação, em série ou simultaneamente.
A composição farmacológica pode compreender um ou mais análogos de OXM aqui revelados, um ou mais análogos de OXM aqui revelados e um ou mais de outros agentes para o tratamento de um distúrbio metabólico; ou a composição farmacológica que compreende um ou mais análogos de OXM aqui revelados pode ser usada concomitantemente com a composição farmacológica que compreende um agente para o tratamento de um distúrbio metabólico. Tais distúrbios incluem, sem limitação, obesidade, síndrome metabólica ou síndrome X, diabetes tipo II, complicações de diabetes, hipertensão, dislipidemias, doença cardiovascular, cálculos biliares, osteoartrite, e certas formas de cânceres.
Quando a composição farmacológica compreende outro agente para o tratamento de um distúrbio metabólico ou o tratamento inclui uma segunda composição farmacológica que compreende um agente para o tratamento de um distúrbio metabólico, o agente inclui, sem limitação, antagonistas de receptor canabinóide (CB1), agonistas de receptor de peptídeo 1 glucagon-like (GLP-1), inibidores de lipase, leptina, tetrahidrolipstatina, 2-4-dinitrofenol, acarbose, sibutramina, fentamina, bloqueadores de absorção de gordura, sinvastatina, mevastatina, ezetimibe, atorvastatina, sitagliptina, metformina, orlistat, Qnexa, topiramato, naltrexona, bupriopiona, fentermina, losartan, losartan com hidroclorotiazida, e outros.
87/161
Agentes adequados de uso em combinação com um composto da presente invenção incluem, sem limitação:
(a) agonista de receptor de neuromedina U como revelado no Pedido Internacional Publicado No. WO
2007/109135.
(b) agentes antidiabéticos como (1) agonistas de PPARy como glitazonas (por exemplo ciglitazona; darglitazona; englitazona; isaglitazona (MCC-555); pioglitazona (ACTOS); rosiglitazona (AVANDIA);
troglitazona; rivoglitazona, BRL49653; CLX-0921; 5-BTZD,
GW-0207, LG-100641, R483 e LY-300512, e outros, e compostos revelados em WO 97/10813, 97/27857, 97/28115, 97/28137,
97/27847, 03/000685 e 03/027112 e SPPARMS (gama moduladores de PPAR seletivos) como T131 (Amgen), FK614 (Fujisawa), '15 netoglitazona, e metaglidasen; (2) biguanidas como buformina; metformina; e fenformina, e outros; (3) inibidores de proteína tirosina fosfatase-IB (PTP-1B) como ISIS 113715, A-401674, A-364504, IDD-3, IDD 2846, KP-40046, KR61639, MC52445, MC52453, C7, OC-060062, OC-86839, OC20 29796, TTP-277BC1, e aqueles agentes revelados em WO
04/041799, 04/050646, 02/26707, 02/26743, 04/092146,
03/048140, 04/089918, 03/002569, 04/065387, 04/127570, e ÜS 2004/167183; (4) sulfoniluréias como acetohexamida;
clorpropamida; diabinese; glibenclamida; glipizida;
gliburida; glimepirida; gliclazida; glipentida; gliquidona; glisolamida; tolazamida; e tolbutamida, e outros; (5) meglitinidas como repaglinida, metiglinida (GLUFAST) e nateglinida, e outros; (6) inibidores de alfa glicosida hidrolase como acarbose; adiposina; camiglibose;
emiglitato; miglitol; voglibose; pradimicin-Q;
88/161 salbostatina; CKD-711; MDL-25,637; MDL-73,945; e MOR 14, e outros; (7) inibidores de alfa-amilase como tendamistat, trestatina, e AI-3688, e outros; (8) secretagogos de insulina como linoglirida nateglinida, mitiglinida (GLUFAST), ID1101 A-4166, e outros; (9) inibidores da oxidação de ácido graxo, como clornoxir, e etoroxir, e outros; (10) antagonistas de A2, como midaglizol; isaglidol; deriglidol; idazoxana; earoxana; e fluparoxana, e outros; (11) insulina ou miméticos de insulina, como biota, LP-100, novarapid, insulina detemir, insulina lispro, insulina glargina, suspensão de insulina-zinco (lenta e ultralenta); Lys-Pro insulina, GLP-1 (17-36), GLP1 (73-7) (insulinotropina); GLP-1 (7-36)-NH2 exenatida/Exendina-4, Exenatida LAR, Linaglutida, AVE0010, CJC 1131, BIM51077, CS 872, ΊΉΟ318, BAY-694326, GP010, ALBUGON (GLP-1 fundido a albumina), HGX-007 (agonista de Epac), 3-23521, e compostos revelados em WO 04/022004, WO 04/37859, e outros; (12) não tiazolidinadionas como JT-501, e farglitazar (GW-2570/G1-262579), e outros; (13) agonistas duplos de PPARa/γ como AVE 0847, CLX-0940, GW-1536, GW1929, GW-2433, KRP-297, L-796449, LBM 642, LR-90, LY510919, MK0767, ONO 5129, SB 219994, TAK-559, TAK-654, 677954 (GlaxoSmithkline), E-3030 (Eisai), LY510929 (Lilly), AK109 (Asahi), DRF2655 (Dr. Reddy), DRP8351 (Dr. Reddy), MC3002 (Maxocore), TY51501 (ToaEiyo), naveglitazar, muraglitizar, peliglitazar, tesaglitazar (GALIDA), reglitazar (JTT-501),
quiglitazar, e aqueles revelados em WO 99/16758, WO
99/19313, WO 99/20614, WO 99/38850, WO 00/23415, WO
00/23417, WO 00/23445, WO 00/50414, WO 01/00579, WO
01/79150, WO 02/062799, WO 03/033481, WO 03/033450, WO
89/161
03/033453; e (14) outros fármacos sensibilizantes de insulina; (15) agonistas de receptor de VPAC2; (16) moduladores de GLK, como PSN105, RO 281675, RO 274375 e aqueles revelados em WO 03/015774, WO 03/000262, WO 03/055482, WO 04/046139, WO 04/045614, WO 04/063179, WO 04/063194, WO 04/050645, e outros; (17) moduladores retinóides como aqueles revelados em WO 03/000249; (18) inibidores de GSK 3beta/GSK 3 como 4-[2-(2-bromofenil)-4(4-fluorfenil-lH-imidazol-5-il]piridina, CT21022, CT20026, CT-98023, SB-216763, SB410111, SB-675236, CP-70949, XD4241 e aqueles compostos revelados em WO 03/037869, 03/03877, 03/037891, 03/024447, 05/000192, 05/019218, e outros; (19) inibidores de glicogênio fosforilase (HGLPa), como AVE 5688, PSN 357, GPi-879, aqueles revelados em WO 03/037864, WO 03/091213, WO 04/092158, WO 05/013975, WO 05/013981, US 2004/0220229, e JP 2004-196702, e outros; (20) promotores de consumo de ATP como aqueles revelados em WO 03/007990; (21) combinações fixas de agonistas de PPARy e metformina como AVANDAMET; (22) agonistas de PPAR pan como GSK 677954; (23) GPR40 (receptor 40 ligado à proteína G) também chamado SNORF 55 como BG 700, e aqueles revelados em WO 04/041266, 04/022551, 03/099793; (24) GPR119 (também chamado RUP3; SNORF 25) como RUP3, HGPRBMY26, PFI 007, SNORF 25; (25) antagonistas de receptor 2B de adenosina como ATL-618, AT1802, E3080, e outros; (26) inibidores de carnitina palmitoil transferase como ST 1327, e ST 1326, e outros; (27) inibidores de frutose 1,6-bisfosfatase como CS-917, MB7803, e outros; (28) antagonistas de glucagon como AT77077, BAY 694326, GW 4123X, NN2501, e aqueles revelados em WO 03/064404, WO 05/00781, US 2004/0209928, US
90/161
2004/029943, e outros; (30) inibidores de glicose-6fosfase; (31) inibidores de fosfoenolpiruvato carboxiquinase (PEPCK); (32) ativadores de piruvato desidrogenase quinase (PDK); (33) agonistas de RXR como
MC1036, CS00018, JNJ 10166806, e aqueles revelados em WO
04/089916, US 6759546, e outros; (34) inibidores de SGLT como AVE 2268, KGT 1251, T1095/RWJ 394718; (35) BLX-1002;
(c) agentes de diminuição de lipídeos como (1) seqüestrantes de ácido biliar como colestiramina, 10 colesevelem, colestipol, derivados de dialquilaminoalquil de uma dextrana entrecruzada; Colestid®; LoColest®; e Questran®, e outros; (2) inibidores de HMG-CoA redutase como atorvastatina, itavastatina, pitavastatina, fluvastatina, lovastatina, pravastatina, rivastatina, 15 rosuvastatina, sinvastatina, rosuvastatina (ZD-4522), e outros, particularmente sinvastatina; (3) inibidores de HMG-CoA sintase; (4) inibidores da absorção de colesterol como FMVP4 (Forbes Medi-Tech) , KT6-971 (Kotobuki
Pharmaceutical), FM-VA12 (Forbes Medi-Tech), FM-VP-24 20 (Forbes Medi-Tech), ésteres de estanol, beta-sitosterol, glicosídeos de esterol como tiquesida; e azetidinonas como ezetimibe, e aqueles revelados em WO 04/005247, e outros;
(5) inibidores de acil coenzima A-colesterol acil transferase (ACAT) como avasirnibe, eflucimibe, pactimibe 25 (KY505) , SMP 797 (Sumitomo), SM32504 (Sumitomo), e aqueles revelados em WO 03/091216, e outros; (6) inibidores de CETP como JTT 705 (Japan Tobacco), torcetrapib, CP 532,632, BAY63-2149 (Bayer), SC 591, SC 795, e outros; (7) inibidores de esqualeno sintetase; (8) antioxidantes como 30 probucol, e outros; (9) agonistas de PPARa como
91/161 beclofibrato, benzafibrato, ciprofibrato, clofibrato, etofibrato, fenofibrato, gemcabeno, e gemfibrozil, GW 7647, BM 170744 (Kowa), LY518674 (Lilly), GW590735 (GlaxoSmithkline), KRP-101 (Kyorin), DRF10945 (Dr. Reddy), NS-220/R1593 (Nippon Shinyaku/Roche, ST1929 (Sigma Tau) MC3OOI/MC3OO4 (MaxoCore Pharmaceuticals), gemcabene cálcio, outros derivados de ácido fíbricos, como Atromid®, Lapid®, e Tricor®, e aqueles revelados em US 6.548.538, e outros; (10) moduladores de receptor de FXR como GW 4064 (GlaxoSmithkline), SR 10.3912, QRX401, LN-6691 (Lion Bioscience), e aqueles revelados em WO 02/064125, WO 04/045511, e outros; (11) moduladores de receptor de LXR como OW 3965 (GlaxoSmithkline), T9013137, e XTCO179628 (XCeptor Therapeutics/Sanyo), e aqueles revelados em WO 03/031408, WO 03/063796, WO 04/072041, e outros; (12) inibidores da síntese de lipoproteína como niacina; (13) inibidores do sistema renina angiotensina; (14) agonistas parciais de PPAR δ, como aqueles revelados em WO 03/024395; (15) inibidores da reabsorção de ácido biliar, como BARI 1453, SC435, PHA384640, S8921, AZD7706, e outros; e seqüestrantes de ácido biliar como colesevelam (WELCHOL/ COLESTAGEL), (16) agonistas de PPARy como GW 501516 (Ligand, GSK) , GW 590735, GW 0742 (GlaxoSmithkline), T659 (Amgen/Tularik) , LY934 (Lilly), NNC610050 (Novo Nordisk) e aqueles revelados em WO 97/28149, WO 01/79197, WO 02/14291,
WO 02/46154, WO 02/46176, WO 02/076957, WO 03/016291, WO
03/033493, WO 03/035603, WO 03/072100, WO 03/097607, WO
04/005253, WO 04/007439, e JP10237049, e outros; (17)
inibidores da síntese de triglicerídeos; (18) inibidores de
transporte de triglicerídeos microssômicos, (MTTP) como
92/161 implitapida, LAB687, JTT130 (Japan Tobacco), CP346086, e aqueles revelados em WO 03/072532, e outros; (19) moduladores de transcrição; (20) inibidores de esqualeno epoxidase; (21) indutores de receptor de lipoproteina de 5 baixa densidade (LDL); (22) inibidores de agregação plaquetária; (23) inibidores de 5-LO ou FLAP; e (24) agonistas de receptor de niacina incluindo agonistas de receptor HM74-A; (25) moduladores de PPAR como aqueles revelados em WO 01/25181, WO 01/79150, WO 02/79162, WO 10 02/081428, WO 03/016265, WO 03/033453; (26) cromo ligado à niacina, como revelado em WO 03/039535; (27) derivados de ácido substituídos revelados em WO 03/040114; (28) HDL infundido como LUV/ETC-588 (Pfizer), APO-A1 Milano/ETC216 (Pfizer), ETC-642 (Pfizer), ISIS301012, D4F (Bruin Pharma), ‘15 ApoAl trimérico sintético, Bioral Apo Al direcionado a células esponjosas, e outros; (29) inibidores de IBAT como BARI143/HMR145A/HMR1453 (Sanofi-Aventis, PHA384640E (Pfizer), S8921 (Shionogi) AZD7806 (AstraZeneca), AK105 (Asah Kasei), e outros; (30) inibidores de Lp-PLA2 como 20 SB480848 (GlaxoSmithkline) , 659032 (GlaxoSmithkline),
677116 (GlaxoSmithkline), e outros; (31) outros agentes que afetam a composição lipídica incluindo ETCi001/ESP31015 (Pfizer), ESP-55016 (Pfizer), AGI1067 (AtheroGenics), AC3056 (Amylin), AZD4619 (AstraZeneca); e (d) agentes anti-hipertensivos como (1) diuréticos, como tiazidas, incluindo clortalidona, clortiazida, diclorofenamida, hidroflumetiazida, indapamida, e hidroclorotiazida; diuréticos em alça, como bumetanida, ácido etacrínico, furosemida, e torsemida; agentes 30 poupadores de potássio, como amilorida, e triamtereno; e
93/161 antagonistas de aldosterona, como espironolactona, epirenona, θ outros; (2) bloqueadores beta-adrenérgicos como acebutolol, atenolol, betaxolol, bevantolol, bisoprolol, bopindolol, carteolol, carvedilol, celiprolol, esmolol, indenolol, metaprolol, nadolol, nebivolol, penbutolol, pindolol, propanolol, sotalol, tertatolol, tilisolol e timolol, e outros; (3) bloqueadores de canal de cálcio como amlodipina, aranidipina, azelnidipina, bamidipina, benidipina, bepridil, cinaldipina, clevidipina, diltiazem, efonidipina, felodipina, galopamil, isradipina, lacidipina, lemildipina, lercanidipina, nicardipina, nifedipina, nilvadipina, nimodepina, nisoldipina, nitrendipina, manidipina, pranidipina, e verapamil, e outros; (4) inibidores da enzima de conversão de angiotensina (ACE) como benazepril; captopril; cilazapril; delapril; enalapril; fosinopril; imidapril; losinopril; moexipril; quinapril; quinaprilat; ramipril; perindopril; perindropril; quanipril; spirapril; tenocapril; trandolapril, e zofenopril, e outros; (5) inibidores de endopeptidase neutra como ornapatrilat, cadoxatril e ecadotril, fosidotril, sampatrilat, AVE7688, ER4030, e outros; (6) antagonistas de endotelina como tezosentan, Ά308165, e YM62899, e outros; (7) vasodilatadores como hidralazina, clonidina, minoxidil, e nicotinil álcool, e outros; (8) antagonistas de receptor de angiotensina II como candesartan, eprosartan, irbesartan, losartan, pratosartan, tasosartan, telmisartan, valsartan, e EXP3137, F16828K, e RNH6270, e outros; (9) bloqueadores α/β adrenérgicos como nipradilol, arotinolol e amosulalol, e outros; (10) bloqueadores alfa 1, como terazosin, urapidil,
94/161 prazosin, bunazosin, trimazosin, doxazosin, naftopidil, indoramin, WHIP 164, e XEN010, e outros; (11) agonistas alfa 2 como lofexidina, tiamenidina, moxonidina, rilmenidina e guanobenz, e outros; (12) inibidores da aldosterona, e outros; (13) agentes de ligação de angiopoietina-2 como aqueles revelados em WO 03/030833; e (e) agentes antiobesidade, como (1) inibidores de transportador de SHT (serotonina), como paroxetina, fluoxetina, fenfluramina, fluvoxamina, sertralina, e imipramina, e aqueles revelados em WO 03/00663, bem como inibidores de recaptação de serotonina/noradrenalina como sibutramina (MERIDIA/REDUCTIL) e inibidores da captação de dopamina/inibidores da captação de Norepinefrina como cloridrato de radafaxina, 353162 (GlaxoSmithkline), e outros; (2) inibidores de transportador de NE (norepinefrina), como GW 320659, despiramina, talsupram, e nomifensina; (3) antagonista de (receptor de canabinóide-1) CBl/agonistas inversos, como rimonabant (ACCOMPLIA Sanofi Synthelabo), SR-147778 (Sanofi Synthelabo), AVE1625 (Sanofi-Aventis), BAY 65-2520 (Bayer), SLV 319 (Solvay),
SLV326 (Solvay), CP945598 (Pfizer),
E-6776 (Esteve), 01691 (Organix),
ORG14481 (Organon),
VER24343 (Vernalis),
NESS0327 (Univ of Sassari/Univ of
Cagliari), e aqueles revelados nas Patentes US Nos.
4.973.587,
5.013.837,
5.081.122,
5.112.820,
5.292.736,
5.532.237,
5.624.941,
6.028.084, e 6.509,367; e WO 96/33159, WO 97/29079, WO
98/31227, WO 98/33765, WO 98/37061, WO 98/41519, WO
98/43635, WO 98/43636, WO 99/02499, WO 00/10967, WO
00/10968, WO 01/09120, WO 01/58869, WO 01164632, WO
01/64633, WO 01/64634, WO 01/70700, WO 01/96330, WO
95/161
02/076949, WO 03/006007, WO 03/007887, WO 03/020217,WO
03/026647, WO 03/026648, WO 03/027069, WO 03/027076,WO
03/027114, WO 03/037332, WO 03/040107, WO 04/096763,WO
04/111039, WO 04/111033, WO 04/111034, WO 04/111038,WO
04/013120, WO 05/000301, WO 05/016286, WO 05/066126 e EP658546, e outros; (4) agonistas/antagonistas de grelina, como BVT81-97 (BioVitrum) , RCi291 (Rejuvenon), SRD-04677 (Sumitomo), grelina não acilada (TheraTechnologies), e aqueles revelados em WO 01/87335, WO 02(08250, WO 10 05/012331, e outros; (5) antagonista/agonistas inversos de
H3 (histamina H3), como tioperamida, 3-(lH-imidazol-4il)propil N-(4-pentenil)carbamato), clobenpropit, iodofenpropit, imoproxifan, GT2394 (Gliatech), e A331440, e aqueles revelados em WO 02/15905; e O-[3-(lH-imidazol-4‘15 il) propanol] carbamatos (Kiec-Kononowicz, K. e cols.,
Pharmazie, 55:349-55 (2000)), antagonistas de receptor de histamina H3 que contém piperidina (Lazewska, D. e cols., Pharmazie, 56:927-32 (2001), derivados de benzofenona e compostos relacionados (Sasse, A. e cols., Arch. Pharm.
(Weinheim) 334:45-52 (2001)), N-fenilcarbamatos substituídos (Reidemeister, S. e cols., Pharmazie, 55:83-6 (2000)), e derivados de proxifano (Sasse, A. e cols., J.
Med, Chem.. 43:3.335-43 (2000)) e moduladores de receptor de histamina H3 como aqueles revelados em WO 03/024928 e WO 25 03/024929; (6) antagonistas de receptor de hormônio de concentração de melanina 1 (MCH1R), como T-226296 (Takeda), T71 (Takeda/Amgen), AMGN-608450, AMGN-503796 (Amgen),
856464 (GlaxoSmithkline), A224940 (Abbott), A798 (Abbott), ATC0175/AR224349 (Arena Pharmaceuticals), GW803430 (GlaxoSmithkine), NBI-1A (Neurocrine Biosciences), NGX-1
96/161 (Neurogen) , SNP-7941 (Synaptic) , SNAP9847 (Synaptic) , T226293 (Schering Plough), TPI-1361-17 (Saitama Medical
School/University of California Irvine), e aqueles revelados em WO 01/21169, WO 01/82925, WO 01/87834, WO 02/051809, WO 02/06245, WO 02/076929, WO 02/076947,WO
02/04433, WO 02/51809, WO 02/083134, WO 02/094799, WO 03/004027, WO 03/13574, WO 03/15769, WO 03/028641,WO
03/035624, WO 03/033476, WO 03/033480, WO 04/004611,WO
04/004726, WO 04/011438, WO 04/028459, WO 04/034702,WO
04/039764, WO 04/052848, WO 04/087680; e Pedidos de Patente japonesa Nos. JP 13226269, JP 1437059, JP2004315511, e outros; (7) agonista/antagonistas de (hormônio de concentração de melanina 2R) MCH2R; (8) antagonistas de NPY1 (neuropeptídeo Y Yl), como BMS205749, B1BP3226, J115814, BIBO 3304, LY-357897, CP-671906, e GI-264879A; e aqueles revelados na Patente U.S. No. 6.001.836; e WO 96/14307, WO 01/23387, WO 99/51600, WO 01/85690, WO 01/85098, WO 01/85173, e WO 01/89528; (9) antagonistas de NPY5 (neuropeptídeo Y Y5) , como 152.804, S2367 (Shionogi), E-6999 (Esteve), GW-569180A, GW-594884A (GlaxoSmithkline), GW-587081X, GW-548118X; FR 235,208; FR226928, FR 240662, FR252384; 1229U91, GI-264879A, CGP71683A, C-75 (Fasgen) LY 377897, LY366377, PD-160170, SR-120562A, SR-120819A,S2367 (Shionogi), JCF-104, e H409/22; e aqueles compostos revelados nas Patentes U.S. Nos. 6.140.354, 6.191.160,
6.258.837, 6.313.298, 6.326.375, 6.329.395, 6.335.345,
6.337.332, 6.329.395, e 6.340.683; e EP-01010691, EP01044970, e FR-252384; e Publicação PCT Nos. WO 97/19682, WO 97/20820, WO 97/20821, WO 97/20822, WO 97/20823, WO 98/27063, WO 00/107409, WO 00/185714, WO 00/185730, WO
97/161
00/64880, WO 00/68197, WO
01/14376. WO 01/85714, WO
01/02379, WO 01/02379, WO
01/44201, WO 01/62737, WO
02/20488, WO 02/22592, WO
02/051806, WO 02/094789, WO
03/022849, WO 03/028726, WO
Norman e < jols. , J. Med. Chem.
00/69849, WO 01/09120, WO
01/85730, WO 01/07409, WO
01/23388, WO 01/23389, WO
01/62738, WO 01/09120, WO
02/48152, WO 02/49648, WO
03/009845, WO 03/014083, WO
05/014592, WO 05/01493; e
43:4.288-4 . 312 (2000); (10)
leptina, como leptina humana recombinante (PEG-OB, Hoffman La Roche) e leptina humana metionil recombinante (Amgen); (11) derivados de leptina, como aqueles revelados nas
Patentes Nos. 5,552.524; 5.552.523; 5.552.522; 5.521.283; e WO 96/23513; WO 96/23514; WO 96/23515; WO 96/23516; WO 96/23517; WO 96/23518; WO 96/23519; e WO 96/23520; (12) antagonistas de opióide, como nalmefeno (Revex O), 3metoxinaltrexona, naloxona, e naltrexona; e aqueles revelados em WO 00/21509; (13) antagonistas de orexina, como SB-334867-A (GlaxoSmithkline); e aqueles revelados em WO 01/96302, 01/68609, 02/44172, 02/51232, 02/51838, 02/089800, 02/090355, 03/023561, 03/032991, 03/037847, 04/004733, 04/026866, 04/041791, 04/085403, e outros; (14) agonistas de BRS3 (receptor de bombesina subtipo 3) ; (15) agonistas de CCK-A (colecistoquinina-A), como AR-R 15849, GI 181771, 3MV-180, A-71378, A-71623, PD170292, PD 149164, SR146131, SR125180, butabindida, e aqueles revelados em US 5.739.106; (16) CNTF (fatores neurotróficos ciliares), como Gl-181771 (Glaxo-SmithKline); SR146131 (Sanofi Synthelabo);
butabindida e PD170.292, PD149.164 (Pfizer); (17) derivados de CNTF, como axoquina (Regenerou); e aqueles revelados em WO 94/09134, WO 98/22128, e WO 99/43813; (18) agonistas de
98/161
GHS (receptor de secretagogo de hormônio do crescimento), como NN703, hexarelina, MK-0677, SM-130686, CP-424,391, L692,429 e L-163,255, e aqueles revelados na Patente U.S.
No. 6.358.951, Pedidos de Patente U.S. Nos. 2002/049196 e
2002/022637; e WO 01/56592, e WO 02/32888; (19) agonistas de 5HT2c (receptor 2c de serotonina), como APD3546/AR10A (Arena Pharmaceuticals) , ATH88651 (Athersys), ATH88740 (Athersys), BVT933 (Bioviteum/GSK), DPCA37215 (BMS), IK264; LY448100 (Lilly), PNU 22394; WAY 470 (Wyeth), WAY629 (Wyeth), WAY161503 (Biovitrum), R-1065, VR1065 (Vernalis/Roche) YM 348; e aqueles revelados na Patente U.S. No. 3.914.250; e Publicações PCT 01/66548, 02/36596, 02/48124, 02/10169, 02/44152; 02/51844, 02/40456, 02/40457, 03/057698, 05/000849, e outros; (20) agonistas de MC3r (receptor de melanocortina 3); (21) agonistas de MC4r (receptor de melanocortina 4) , como CH1R86036 (Chiron), CHIR915 (Chiron); ME-10142 (Melacure), ME-10145 (Melacure), HS-131 (Melacure), NB172432 (Neurocrine Biosciences), NNC 70-619 (Novo Nordisk), TTP2435 (Transtech), e aqueles revelados nas Publicações PCT WO 99/64002, 00/74679,
01/991752, 01/0125192, 01/52880, 01/74844, 01/70708,
01/70337, 01/91752, 01/010842, 02/059095, 02/059107, e outros; (22) inibidores de recaptação de monoamina, como sibutramina (Meridia ®/Reductil®) e sais destes, e aqueles compostos revelados nas Patentes U.S. Nos. 4.746.680, 4.806.570, e 5.436.272, e Publicação de Patentes U.S. No. 2002/0006964, e WO 01/27068, e WO 01/62341; (23) inibidores da recaptação de serotonina, como dexfenfluramina, fluoxetina, e aqueles na Patente U.S. No. 6.365.633, e WO
01/27060, e WO 01/162341; (24) agonistas de GLP-1 (peptídeo
99/161 glucagon-like 1); (25) Topiramato (Topimax®); (26) composto de fitofarma 57 (CP 644.673); (27) inibidores de ACC2 (acetil-CoA carboxilase-2); (28) agonistas de β3 (receptor 3 beta adrenérgico), 02/059108, 02/059117,
02/062766,02/069095, 02/12166, 02/11715, 02/12178,
02/15909, 02/38544, 02/068387, 02/068388, 02/067869,
02/081430, 03/06604, 03/007949, 03/009847, 03/009850,
03/013509, 03/031410, 03/094918, 04/028453, 04/048345,
04/050610, 04/075823, 04/083208, 04/089951, 05/000339, e
EP 1460069, e US 2005049269, e JP 2005042839, como rafebergron/AD9677/TAK677 (Dainipponl Takeda), CL-316,243, SB 418790, BRL-37344, L-796568, BMS-196085, BRL-35135A,
CGP12177A, BTA-243, GRCi087 (Glenmark Pharmaceuticals) GW 427353 (cloridrato de solabegron), Trecadrina, Zeneca D7114, N-5984 (Nisshin Kyorin), LY-377604 (Lilly), KT07924 (Kissei), SR 59119A, e aqueles revelados nas Patentes US Nos. 5.705.515, US 5.451.677; e WO 94/18161, WO 95/29159, WO 97/46556, WO 98/04526 WO 98/32753, WO 01/74782, WO 02/32897, WO 03/014113, WO 03/016276, WO 03/016307, WO 03/024948, WO 03/024953, WO 03/037881, WO 04/108674, e outros; (29) inibidores de DGAT1 (diacilglicerol aciltransferase 1); (30) inibidores de DGAT2 (diacilglicerol aciltransferase 2); (31) inibidores de FAS (ácido graxo sintase), como Cerulenin e C75; (32) inibidores de PDE (fosfodiesterase), como teofilina, pentoxifilina, zaprinast, sildenafil, amrinona, milrinona, cilostamida, rolipram e cilomilast, bem como aqueles descritos em WO 03/037432, WO 03/037899; (33) p agonistas de hormônio da tireóide, como KB-2611 (KaroBioBMS), e aqueles revelados em WO 02/15845; e Pedido de Patente
100/161 japonesa No: JP 2000256190; (34) ativadores de UCP-1 (proteína de desligamento 1), 2 ou 3, como ácido fitânico, ácido 4-[(E)2-(5,6,7,8-tetrahidro-5,5,8,8-tetrametil-2naptalenil)-1-propenil]benzóico (TTNPB), e ácido retinóico;
e aqueles revelados em WO 99/00123; (35) acil-estrogênios, como oleoil-estrona, revelados em del Mar-Grasa, M. e cols., Obesity Research, 9:202-9 (2001); (36) antagonistas de receptor de glicocorticóide, como CP472555 (Pfizer), KB 3305, e aqueles revelados em WO 04/000869, WO 04/075864, e 10 outros; (37) inibidores de lip HSD-1 (11-beta hidroxi esteróide desidrogenase tipo 1) , como BVT 3498 (AMG 331) , BVT 2733, 3-(1-adamanti1)-4-etil-5-(etiltio)-4H-1,2,4triazol, 3-(1-adamantil)-5-(3,4,5-trimetoxífenil)-4-metil4H-1,2,4-triazol, 3-adamantanyl-4,5,6,7,8,9,10,11,12,3a'15 decahidro-1,2,4 - triazolo [4,3-a] [ll]anuleno, e aqueles . compostos revelados em WO 01/90091, 01/90090, 01/90092,
02/072084, 04/011410, 04/033427, 04/041264, 04/027047,
04/056744, 04/065351, 04/089415, 04/037251, e outros; (38) inibidores de SCD-1 (estearoil-CoA desaturase-1); (39) inibidores de dipeptidil peptidase IV (DPP-4), como isoleucina tiazolidida, valina pirrolidida, sitagliptina, saxagliptina, NVP-DPP728, LAF237 (vildagliptina), P93/01,
TSL 225, TMC-2A/2B/2C, FE 999011, P9310/K364, VIP 0177, SDZ 274-444, GSK 823093, E 3024, SYR 322, TS021, SSR 162369, 25 GRC 8200, K579, NN7201, CR 14023, PHX 1004, PHX 1149, PT630, SK-0403; e os compostos revelados em WO 02/083128, WO 02/062764, WO 02/14271, WO 03/000180, WO 03/000181,WO
03/000250, WO 03/002530, WO 03/002531, WO 03/002553,WO
03/002593, WO 03/004498, WO 03/004496, WO 03/005766,WO
03/017936, WO 03/024942, WO 03/024965, WO 03/033524,WO
101/161
03/055881, WO 03/057144, WO 03/037327, WO 04/041795, WO 04/071454, WO 04/0214870, WO 04/041273, WO 04/041820, WO 04/050658, WO 04/046106, WO 04/067509, WO 04/048532, WO 04/099185, WO 04/108730, WO 05/009956, WO 04/09806, WO 05/023762, US 2005/043292, e EP 1 258 476; (40) inibidores de lipase, como tetrahidrolipstatina (orlistat/XENICAL), ATL962 (Alizyme/Takeda), GT389255 (Genzyme/Peptimmune) Triton WR1339, RHC80267, lipstatina, teasaponina, e dietilumbeliferil fosfato, FL-386, WAY-121898, Bay-N-3176, valilactona, esteracina, ebelactona A, ebelactona B, e RHC 80267, e aqueles revelados em WO 01/77094, WO 04/111004, e Patentes U.S. Nos. 4.598.089, 4.452.813, 5.512.565, 5.391.571, 5.602.151, 4.405.644, 4.189.438, e 4.242.453, e outros; (41) inibidores de transportador de ácido graxo; (42) inibidores de transportador de dicarboxilato; (43) inibidores de transportador de glicose; e (44) inibidores de transportador de fosfato; (45) compostos bicíclicos anorécticos como 1426 (Aventis) e 1954 (Aventis) , e os compostos revelados em WO 00/18749, WO 01/32638, WO 01/62746, WO 01/62747, e WO 03/015769; (46) peptídeo YY e agonistas de PYY como PYY336 (Nastech/Merek), AC162352 (IC Innovations/Curis/Amilin), TM30335/TM30338 (7TM Pharma), PYY336 (Emisphere Tehcnologies), peptídeo YY3-36 PEGuilado, aqueles revelados em WO 03/026591, 04/089279, e outros; (47) moduladores do metabolismo de lipídeo como ácido maslínico, eritrodiol, ácido ursólico, uvaol, ácido betulínico, betulina, e outros, e compostos revelados em WO 03/011267; (48) moduladores de fator de transcrição como aqueles revelados em WO 03/026576; (49) moduladores de Me5r (receptor 5 de melanocortina), como aqueles revelados em WO
102/161
97/19952, WO 00/15826, WO 00/15790, US 20030092041, e outros; (50) fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF), (51) MCir- (moduladores de receptor de melanocortina 1 como LK-184 (Proctor & Gamble)), e outros; (52) antagonistas de
5HT6 como BVT74316 (BioVitrum), BVT5182c (BioVitrum), E6795 (Esteve), E-6814 (Esteve), SB399885 (GlaxoSmithkline), SB271046 (GlaxoSmithkline), RO-046790 (Roche), e outros;
(53) proteína 4 de transporte de ácido graxo (FATP4); (54) inibidores de acetil-CoA carboxilase (ACC) como CP640186, 10 CP610431, CP640188 (Pfizer); (55) fragmentos de hormônio do crescimento de terminal C como A0D9604 (Monash Univ/Metabolic Pharmaceuticals), e outros; (56) oxintomodulina; (57) antagonistas de receptor FF de neuropeptídeo como aqueles revelados em WO 04/083218, e outros; (58) agonistas de amilina como
Symlin/praxnlintida/ACi37 (Amilina); (59) extratos de
Hoodia e trichocaulon; (60) BVT74713 e outros supressores de apetite de lipídeo intestinal; (61) agonistas de dopamina como bupropiona (WELLBUTRIN/GlaxoSmithkline); (62) 20 zonisamida (ZONEGRAN/Dainippon/Elan), e outros.
Compostos específicos que podem ser usados em combinação com os análogos de OXM aqui revelados incluem antagonistas/agonistas inversos específicos de CB1, incluindo aqueles descritos em WO 03/077847, que incluem:
N-[3-(4-clorofenil)-2(S)-fenil-1(S)-metilpropil]-2-(4trifluormetil-2-pirimidiloxi)-2-metilpropanamida, N-[3-(4clorofenil)-2-(3-cianofenil)-1-metilpropil]-2-(5trifluormetil-2-piridiloxi)-2-metilpropanamida, N-[3-(4clorofenil)-2-(5-cloro-3-piridil)-1-metilpropil]-2- (530 trifluormetil-2-piridiloxi)-2-metilpropanamida, e sais
103/161 farmaceuticamente aceitáveis destes; bem como aqueles em WO 05/000809, que incluem os seguintes: 3-{l-[bis(4clorofenil)metil]azetidin-3-ilideno}-3-(3,5-difluorfenil)2,2-dimetilpropanonitrila, 1-{1-[1-(4-clorofenil)pentil] azetidin-3-il)-1-(3,5-difluorfenil)-2-metilpropan-2-ol, 3((S)-(4-clorofenil){3-[(IS)-1-(3,5-difluorfenil)-2-hidroxi2-metilpropil]azetidin-l-il}metil)benzonitrila, 3- ( (S)- (4clorofenil){3-[(IS)-1-(3,5-difluorfenil)-2-flúor-2metilpropil]azetidin-l-il}metil)benzonitrila, 3-((410 clorofenil){3 -[1-(3,5-difluorfenil)2,2dimetilpropilazetidin-l-il}metil)benzonitrila, 3-((lS)-l-{
1- [(S)-(3-cianofenil)(4-cianofenil)metil]azetidin-3-il}-2- flúor-2-metilpropil)-5-fluorbenzonitrila, 3- [ (S)- (4clorofenil)(3-{(IS)-2-flúor-1-[3-flúor-5-(4H-1,2,4-triazol’15 4-il) fenil] -2-metilpropil}azetidin-1-il) metil] benzonitrila, e 5-( (4-clorofenil){3-[(1 S)-1-(3,5-difluorfenil)-2-flúor-
2- metilpropil]azetidin-l-il}metil)tiofeno-3-carbonitrila, e sais farmaceuticamente aceitáveis desses; bem como: 3-[(S)(4-clorofenil)(3-((IS)-2-flúor-1-[3-flúor-5-(5-oxo-4,5- dihidro-1,3,4-oxadiazol-2-il)fenil]-2-metilpropil}azetidin1-il)metil]benzonitrila, 3-[(5)-(4-clorofenil) (3 -{(IS)-2flúor-1-[3-flúor-5-(1,3,4-oxadiazol-2-il)fenil]-2metilpropil}azetidin-l-il)metil]benzonitrila, 3- [ (S)- ΟΙ (IS)-1- [3-(5-amino-1,3,4-oxadiazol-2-il)-5-fluorfenil]-225 flúor-2-metilpropil}azetidin-l-il)(4-clorofenil)metil] benzonitrila, 3 - [ (S)-(4-cianofenil) (3-{(IS)-2-flúor-1- [3flúor-5-(5-oxo-4,5-dihidro-1,3,4-oxadiazol-2-il)fenil]-2metilpropil}azetidin-l-il)metil]benzonitrila, 3-[(8)-(3{(IS)-1- [3-(5-amino-l,3,4-oxadiazol-2-il)-5-fluorfenil]-230 flúor-2-metilpropil}azetidin-l-il)(4-cianofenil)metil]
104/161 benzonitrila, 3 - [ (S)-(4-cianofenil) (3-{(IS)-2-flúor-1-[3flúor-5-(1,3,4-oxadiazol-2-il)fenil]-2-metilpropil} azetidin-l-il)metil]benzonitrila, 3-[(S)-(4-clorofenil)(3{(IS)-2-flúor-1-[3-flúor-5-(1,2,4-oxadiazol-3-il)fenil]-2 metilpropil}azetidin-l-il)metil]benzonitrila, 3-[(IS)-1-(1{(S)-(4-cianofenil)[3-(1,2,4-oxadiazol-3-il)fenil]-metil} azetidin-3-il)-2-flúor-2-metilpropil]-5-fluorbenzonitrila, 5-(3-{l-[1-(difenilmetil)azetidin-3-il] -2-flúor-2metilpropil}-5-fluorfenil)-IH-tetrazol, 5-(3-{l- [ΙΙΟ (difenilmetil)azetidin-3-il] -2-flúor-2-metilpropil}-5fluorfenil)-1-metil-lH-tetrazol, 5-(3-{l- [1(difenilmetil)azetidin-3-il] -2-flúor-2-metilpropil}-5fluorfenil)-2-metil-2H-tetrazol, 3-[(4-clorofenil)(3-(2flúor-1-[3-flúor-5-(2-metil-2H-tetrazol-5-il)fenil]-2-15 metilpropil}azetidin-l-il) metil] benzonitrila, 3-[(4clorofenil)(3-{2-flúor-l-[3-flúor-5-(l-metil-lH-tetrazol-5il) feniLi-2-metilpropil}azetidin-l-il)metil]benzonitrila, 3 -[(4-cianofenil)(3-{2-flúor-l-[3-flúor-5(1-methil-lHtetrazol-5-il)fenil]-2-metilpropil}azetidin-l-il)metil] benzonitrila, 3-[ (4-cianofenil) (3-(2-flúor-l-[3-flúor-5-(2metil-2H-tetrazol-5-il)fenil]-2-metilpropil}azetidin-lil)metil]benzonitrila, 5-{3-[(5)-{3-[(1S)-1-(3-bromo-5fluorfenil)-2-flúor-2-metilpropil]azetidin-l-il) (4clorofenil)metil]fenil}-1,3,4-oxadiazol-2(3H)-ona, 3 - [ (IS)25 1-(1-{(S)-(4-clorofenil)[3-(5-oxo-4,5-dihidro-l,3,4oxadiazol-2-il)fenil]metil}azetidin-3-il)-2-flúor-2metilpropil]-5-fluorbenzonitrila, 3-[(IS)-1-(1{(S)-(4cianofenil)[3-(5-oxo-4,5-dihidro-l,3,4-oxadiazol-2-il) fenil]metil} azetidin-3-il)-2-flúor-2-metilpropil]-530 fluorbenzonitrila, 3-[(IS)-1-(1-{(S)-(4-cianofenil)[3105/161 (1,3,4-oxadiazol-2-il)fenil]metil}azetidin-3-il)-2-flúor-2metilpropil}-5-fluorbenzonitrila, 3- [ (IS)-1-(1-{(S)-(4clorofenil)[3-(1,3,4-oxadiazol-2-il)fenil]metil}azetidin-3il)-2-flúor-2-metilpropil]-5-fluorbenzonitrila, 3-((IS)-15 {1-[(S)- [3-(5-amino-l,3,4-oxadiazol-2-il)fenil] (4clorofenil)metil]azetidin-3-il}-2-flúor-2-metilpropil)-5fluorbenzonitrila, 3-((IS)-1-{1-[(S)-[3-(5-amino-l,3,4oxadiazol-2-il)fenil](4-cianofenil)metil]azetidin-3-il)-2flúor-2-metilpropil)-5-fluorbenzonitrila, 3-[(IS)-1-(ΧΙΟ {(S)-(4-cianofenil) [3 -(1,2,4-oxadiazol-3-il)fenil]metil} azetidin-3-il)-2-flúor-2-metilpropil]-5-fluorbenzonitrila,
- [ (IS)-1-(1-{(S)-(4-clorofenil) [3-(1,2,4-oxadiazol-3 il)fenil]metil}azetidin-3-il)-2-flúor-2-metilpropill-5fluorbenzonitrila, 5-[3-((S)-(4-clorofenil){3-[(IS)-1-(3,5,15 difluorfenil)-2-flúor-2-metilpropil]azetidin-l-il}metil) fenil]-1,3,4-oxadiazol-2(3H)-ona, 5-[3-((S)-(4-clorofenil) {3 -[(IS)-1-(3,5-difluorfenil)-2-flúor-2-metilpropil] azetidin-l-il}metil)fenil]-1,3,4-oxadiazol-2(3H)-ona, 4{(S)-{3-[(IS)-1-(3,5-difluorfenil)-2-flúor-2-metilpropil] azetidin-l-il}[3-(5-oxo-4,5-dihidro-l,3,4-oxadiazol-2il)fenil]metil}-benzonitrila, ACOMPLIA (rimonabant, N-(lpiperidinil)-5-(4-clorofenil)-1-(2,4-diclorofenil)-4metilpirazol-3-carboxamida, SR141716A), 3-(4-clorofenil-N1(4-clorofenil)sulfonil-N-metil-4-fenil-4,5-dihidro-lH25 pirazol-l-carboxamida (SLV-319), taranabant, N-[(IS,2S)-3(4-Clorofenil)-2-(3-cianofenil)-1-metilpropil]-2-metil-2[[5-(trifluormetil)-2-piridinil]oxi]propanamida, e sais farmaceuticamente aceitáveis destes.
Antagonistas específicos de NPY5 que podem ser usados em combinação com os análogos de OXM aqui revelados
106/161 incluem: 3-oxo-N-(5-fenil-2-pirazinil)-spiro[isobenzofuran1(3H),4'-piperidina]-1'-carboxamida, 3-oxo-N-(7trifluormetilpirido[3,2-b]piridin-2-il)spiro[isobenzofuran-1(3H),41-piperidina]-1'-carboxamida, N- [55 (3-fluorfenil)-2-pirimidinil]-3-oxospiro-[isobenzofuran1(3H),41-piperidina]-1'-carboxamida, trans-3'-oxo-N-(5fenil-2-pirimidinil)espiro[ciclohexano-1,1'(31H)isobenzofuran]-4-carboxamida, trans-31-oxo-N-[1-(3quinolil)-4-imidazolil]espiro[ciclohexano-1,1' (3 Ή) 10 isobenzofuran]-4-carboxamida, trans-3-oxo-N-(5-fenil-2pirazinil)espiro[4-azaiso-benzofuran-l(3H),1'-ciclohexano]4'-carboxamida, trans-N-[5-(3-fluorfenil)-2-pirimidinil]-3oxospiro[5-azaisobenzofuran-l(3H),1'-ciclohexano]-4'carboxamida, trans-N-[5-(2-fluorfenil)-2-pirimidinil]-3.15 oxospiro[5-azaisobenzofuran-l(3H),1'-ciclohexano]-4'carboxamida, trans-N-[1-(3,5-difluorfenil)-4-imidazolil]-3oxospiro[7-azaisobenzofuran-l(3H),1'-ciclohexano]-4'carboxamida, trans-3-oxo-N-(l-fenil-4-pirazolil)spiro [4azaisobenzofuran-1(3H),11-ciclohexano]-4'-carboxamida, trans-N-[1-(2-fluorfenil)-3-pirazolil]-3-oxospiro[6azaisobenzofuran-1(3H),1'-ciclohexano]-4'-carboxamida, trans-3-oxo-N-(l-fenil-3-pirazolil)spiro[6azaisobenzofuran-1(3H),1'-ciclohexano]-4'-carboxamida, trans-3-oxo-N-(2-fenil-l,2,3-triazol-4-il)spiro[625 azaisobenzofuran-1(3H),1'-ciclohexano]-4'-carboxamida, e sais e ésteres farmaceuticamente aceitáveis destes.
Inibidores específicos de ACC-1/2 que podem ser usados em combinação com os análogos de OXM aqui revelados incluem: 11 -[(4,8-dimetoxiquinolin-2-il)carbonil]-6-(1H30 tetrazol-5-il)spiro[croman-2,4'-piperidin]-4-ona; (5-{l'107/161 [(4,8-dimetoxiquinolin-2-il)carbonil]-4-oxospiro[croman2,41-piperidin]-6-il)-2H-tetrazol-2-il)metil pivalato;
ácido 5-{11 -[(8-ciclopropil-4-metoxiquinolin-2il)carbonil]-4-oxospiro[croman-2,4'-piperidin]-6-il} nicotinico; 1'- (8-metoxi-4-morfolin-4-il-2-naftoil)-6-(1Htetrazol-5-il)spiro[croman-2,4'-piperidin]-4-ona; e 1’- [(4etoxi-8-etilquinolin-2-il)carbonil}-6-(lH--tetrazol-5-il) spira[croman-2,4'-piperidin]-4-ona; e sais e ésteres farmaceuticamente aceitáveis destes. Compostos antagonistas específicos de MCH1R que podem ser usados em combinação com os análogos de OXM aqui revelados incluem: 1-{4 - [ (l-etilazetidin-3-il)oxi]fenil}-4-[(4-fluorbenzil) oxi]piridin-2(1H)ona, 4-[(4-fluorbenzil)oxi]-1-{4- [ (1isopropilazetidin-3-il)oxi]fenil}piridin-2(1H)-ona, 1- [4,15 (azetidin-3-iloxi)fenil]-4-[(5-cloropiridin-2-il)metoxi] piridin-2(1H)-ona, 4-[(5-cloropiridin-2-il)metoxi]-l-{4[ (l-etilazetidin-3-il)oxi] fenil}piridin-2(1H)-ona, 4- [ (5cloropiridin-2-il)metoxi]-1-{4-[(l-propilazetidin-3il)oxi]fenil}piridin-2(1H)-ona, e 4-[(5-cloropiridin-220 il)metoxi]-1-(4-{[(2S)-l-etilazetidin-2-il]metoxi}fenil) piridin-2(1H)-ona, ou um sal farmaceuticamente aceitável deste.
Um inibidor específico de DPP-IV que pode ser usado em combinação com os análogos de OXM aqui revelados é 7-[(3R)25 3-amino-4-(2,4,5-trifluorfenil)butanoil]-3-(trifluormetil)5,6,7,8-tetrahidro-l,2,4-triazol[4,3-a]pirazina, ou um sal farmaceuticamente aceitável destes.
Antagonistas/agonistas inversos específicos de H3 (histamina H3) que podem ser usados em combinação com os análogos de OXM aqui revelados incluem: aqueles descritos
108/161 em W005/077905, incluindo: 3 -{4 - [(1-ciclobutil-4piperidinil)oxi]fenil}-2-etilpirido[2,3-d]-pirimidin-4(3H)ona, 3-{4- [ (l-ciclobutil-4-piperidinil)oxi]fenil}-2metilpirido[4,3-d]pirimidin-4(3H)-ona, 2-etil-3-(4-{3 5 [ (3S)-3-metilpiperidin-l-il]propoxi}fenil)pirido[2,3-d] pirimidin-4(3H)-ona, 2-metil-3-(4-{3-[(3S)-3metilpiperidin-1-il]propoxi}fenil)pirido[4,3-d]pirimidin4(3H)-ona, 3-(4- [ (l-ciclobutil-4-piperidinil)oxi]fenil}2,5-dimetil-4(3H)-quinazolinona, 3-{4-[(l-ciclobutil-410 piperidinil)oxi]fenil}-2-metil-5-trifluormetil-4(3H)quinazolinona, 3-{4-[(l-ciclobutil-4-piperidinil)oxi] fenil}-5-metoxi-2-metil-4(3H)-quinazolinona, 3-{4-[(1ciclobutilpiperidin-4-il)oxi]fenil}-5-flúor-2-metil-4(3H)quinazolinona, 3-{4-[(l-ciclobutyIpiperidin-4. 15 il)oxi]fenil)-7-flúor-2-metil-4(3H)-quinazolinona, 3-{4-[(l ciclobutilpiperidin-4-il)oxi]fenil}-6-metoxi-2-metil-4(3H)quinazolinona, 3-{4-[(l-ciclobutilpiperidin-4-il)oxi]fenil) -6-flúor-2-metil-4(311)-quinazolinona, 3-{4- [ (1ciclobutilpiperidin-4-il)oxi]fenil}-8-flúor-2-metil-4(3H)20 quinazolinona, 3-{4-[(l-ciclopentil-4-piperidinil)oxi]fenil }-2-metilpirido[4,3-d]piramidin-4(3H)-ona, 3 {4-[(lciclobutilpiperidin-4-il)oxi]fenil}-6-flúor-2metilpirido[3,4-il]pirimidin-4(3H)-ona, 3-{4-[(lciclobutil-4-piperidinil)oxi]fenil}-2-etilpirido[4,325 d]pirimidin-4(3H)-ona, 6-metoxi-2-metil-3-(4-[3-(1piperidinil)propoxi]fenil}pirido[3,4-d]pirimidin-4(3H)-ona, 6-metoxi-2-metil-3-{4-[3-(1-pirrolidinil)propoxi]fenil} pirido [3,4-d]pirimidin-4(3H)-ona, 2,5-dimetil-3-{4-[3(1pirrolidinil)propoxi]fenil}-4(3H)-quinazolinona, 2-metil-330 {4-[3-(1-pirrolidinil)propoxi]fenil}-5-trifluormetil-4(3H)109/161 quinazolinona, 5-flúor-2-metil-3-{4-[3-(1-piperidinil) propoxi] fenil} -4 (3H) -quinazolinona, 6-metoxi-2-met.il-3- {4[3-(1-piperidinil)propoxi] fenil}-4(3H)-quinazolinona, 5metoxi-2-metil-3-(4-{3-[(3S)-3-metilpiperidin-l-il] propoxi}fenil)-4(3H)-quinazolinona, 7-metoxi-2-metil-3-(4{3-[(3S)-3-metilpiperidin-l-il]propoxi}fenil)-4(3H)quinazolinona, 2-metil-3-(4-{3-[(3S)-3-metilpiperidin-lil] propoxi}fenil)pirido[2,3-d]pirimidin-4(3H)-ona,5-flúor2-metil-3-(4-{3-[(2R)-2-metilpirrolidin-l-il]propoxi} fenil)-4(3H)-quinazolinona, 2-metil-3-(4-{3-[(2R)-2metilpirrolidin-l-il]propoxi}fenil)pirido[4,3-d]pirimidin4(3H)-ona, 6-metoxi-2-metil-3-(4-{3 - [ (2R)-2metilpirrolidin-l-il]propoxi}fenil)-4(3H)-quinazolinona, 6metoxi-2-metil-3-(4-{3-[(2S)-2-metilpirrolidin-l-il] .15 propoxi}fenil)-4(3H)-quinazolinona, e sais farmaceuticamente aceitáveis destes.
Agonistas específicos de CCK1R de uso em combinação com os análogos de OXM aqui revelados incluem: ácido 3-(4{[1-(3-etoxifenil)-2-(4-metilfenil)-lH-imidazol-420 il]carbonil}-1-piperazinil)-1-naftóico; ácido 3-(4-{[1-(3etoxifenil)-2-(2-flúor-4-metilfenil)-lH-imidazol-4-il] carbonil}-1-piperazinil)-1-naftóico; ácido 3-(4-{[1-(3etoxifenil)-2-(4-fluorfenil)-lH-imidazol-4-il]carbonil}-1piperazinil)-1-naftóico; ácido 3-(4-[[1-(3-etoxifenil)-225 (2,4-difluorfenil)-lH-imidazol-4-il]carbonil}-1piperazinil)-1-naftóico; e ácido 3-(4-{ [1-(2,3-dihidro-l,4 benzodioxin-6-il)-2-(4-fluorfenil)-lH-imidazol-4-il] carbonil}-1-piperazinil)-1-naftóico; e sais farmaceuticamente aceitáveis destes.
Agonistas específicos de MC4R de uso em combinação com
110/161 os análogos de OXM aqui revelados incluem: 1) (5S)-1‘{{(3R,4R)-l-terc-butil-3-(2,3,4-trifluorfenil)piperidin-4il]carbonil)-3-cloro-2-metil-5-{1-metil-l-(1-metil-lH1,2,4-triazol-5-il)etil]-5H-spiro[furo[3,4-b]piridina-7,4'5 piperidina]; 2) (5R)-1'-{[(3R,4R)-l-tent-butil-3-(2,3,4trifluorfenil)-piperidin-4-il]carbonil}-3-cloro-2-metil-5[1-metil-l-(1-metil-lH-l, 2,4-triazol-5-il)etil]-5HSpiro[furo[3,4-b]piridina-7,4'-piperidina]; 3) 2-(l'{ [ (3S,4R)-l-terc-butil-4-(2,4-difluorfenil)pirrolidin-3-il] carbonil}-3-cloro-2-metil-5H-spiro[furo[3,4-b]piridina7,4'-piperidin]-5-il)-2-metilpropanonitrila; 4) 1'{ [ (3S,4R)-l-terc-butil-4-(2,4-difluorfenil)pirrolidin-3il]carbonil)-3-cloro-2-metil-5-[1-metil-l-(1-metil-lH1,2,4-triazol-5-il)etil]-5H-spiro[furo[3,4-b]piridina-7,4'15 piperidina]; 5) N-[(3R,4R)-3-({3-cloro-2-metil-5-[1-metil1-(1-metil-lH-l,2,4-triazol-5-il)etil]-1'H,5H-spiro[furo[3,4-b]piridina-7,4'-piperidin]-1'-il)carbonil)-4-(2,4-di fluorfenil)-ciclopentil]-N-metiltetrahidro-2H-piran-4amina; 6) 2-[3-cloro-l1 -({(I R,2R)-2-(2,4-difluorfenil)-420 [metil(tetrahidro-2H-piran-4-il)amino]-ciclopentil}carbonil)-2-metil-5H-spiro[furo[3,4-b]piridina-7,4'piperidin]-5-il]-2-metil-propano-nitrila; e sais farmaceuticamente aceitáveis destes.
Adicionalmente, outros análogos de peptídeo e miméticos do hormônio incretina, peptídeo glucagon-like 1 (GLP-1), podem também ser usados em combinação com os análogos de OXM aqui revelados.
Métodos de administração das composições farmacológicas que compreendem um ou mais análogos de OXM 30 aqui revelados a um indivíduo incluem, sem limitação, as
111/161 vias intradérmica, intramuscular, intraperitoneal, intravenosa, subcutânea, intranasal, epidural e oral.
As composições podem ser administradas por qualquer via conveniente, por exemplo, por infusão ou injeção em 5 bolo, por absorção através do epitélio ou revestimentos mucocutâneos (por exemplo, mucosa oral, mucosa retal e intestinal, e outros), ocular, e outros, e podem ser administradas junto com outros agentes biologicamente ativos. A administração pode ser sistêmica ou local. Além 10 disso, pode ser vantajoso administrar a composição no sistema nervoso central por qualquer via adequada, incluindo injeção intraventricular e intratecal. A injeção intraventricular pode ser facilitada por um cateter intraventricular anexado a um reservatório (por exemplo, um J5 reservatório Ommaya). A administração pulmonar também pode ser empregada pelo uso de um inalador ou nebulizador, e formulação com um agente aerossolizante. Também pode ser desejável administrar um ou mais análogos de OXM aqui revelados localmente à área em necessidade de tratamento;
isso pode ser realizado, por exemplo, e não como limitação, por infusão local durante cirurgia, aplicação tópica, por injeção, por meio de um cateter, por meio de um supositório, ou por meio de um implante.
Vários sistemas de liberação são conhecidos e podem 25 ser usados para administrar os análogos de OXM aqui revelados, incluindo, sem limitação, encapsulação em lipossomos, micropartículas, microcápsulas; minicélulas; polímeros; capsulas; comprimidos; e outros. Em uma modalidade, os análogos de OXM aqui revelados podem ser 30 liberados em uma vesícula, em particular um lipossomo. Em
112/161 um lipossomo, os análogos de OXM aqui revelados são combinados, em adição a outros carreadores farmaceuticamente aceitáveis, com agentes anfifáticos como lipídeos que existem em forma agregada como micelas, monocamadas insolúveis, cristais líquidos, ou camadas lamelares em solução aquosa. Lipídeos adequados para formulação lipossômica incluem, sem limitação, monoglicerídeos, diglicerídeos, sulfatidas, lisolecitina, fosfolipídeos, saponina, ácidos biliares, e outros. A preparação de tais formulações lipossômicas está no nível de habilidade na técnica, como revelado, por exemplo, na Patente U.S. No. 4.837.028 e Patente U.S. No. 4.737.323. Ainda em outra modalidade, os análogos de OXM aqui revelados podem ser liberados em um sistema de liberação controlada que inclui, mas não limitado a: uma bomba de liberação (veja, por exemplo, Saudek, e cols., New Engl. J. Med. 321: 574 (1989) e urn material polimérico semipermeável (veja, por exemplo, Howard, e cols., J. Neurosurg. 71: 105 (1989)). Adicionalmente, o sistema de liberação controlada pode ser colocado em proximidade do alvo terapêutico (por exemplo, o cérebro), assim necessitando de uma fração da dose sistêmica. Veja, por exemplo, Goodson, em: Medical Applications of Controlled Release, 1984. (CRC Press, Bocca Raton, Fla.).
A quantidade das composições que compreendem um ou mais dos análogos de OXM aqui revelados que serão eficazes no tratamento de um distúrbio ou condição particular dependerá da natureza do distúrbio ou condição, e pode ser determinada por técnicas clínicas padrão por aqueles habilitados na técnica. Além disso, ensaios in vitro podem
113/161 ser opcionalmente empregados para ajudar a identificar as faixas ótimas de dosagem. A dose precisa a ser empregada na formulação também dependerá da via de administração, e da gravidade geral da doença ou distúrbio, e deve ser decidida de acordo com o julgamento do profissional e cada circunstância do paciente. Finalmente, o profissional decidirá a quantidade da composição com a qual tratar cada paciente individual. Inicialmente, o profissional administrará baixas doses da composição e observará a resposta do paciente. Doses maiores da composição podem ser administradas até que o efeito terapêutico ótimo seja obtido para o paciente, e em cujo ponto a dosagem não seja mais aumentada. Em geral, a faixa de dose diária está na faixa de cerca de 0,001 mg a cerca de 100 mg por kg de peso corporal de um mamífero, preferivelmente 0,01 mg a cerca de 50 mg por kg, e mais preferivelmente 0,1 a 10 mg por kg, em doses únicas ou divididas. Por outro lado, pode ser necessário usar dosagens fora desses limites em alguns casos. Entretanto, as faixas adequadas de dosagem para administração intravenosa das composições que compreendem um ou mais análogos de OXM aqui revelados são geralmente cerca de 5-500 microgramas (pg) de composto ativo por quilograma (Kg) de peso corporal. As faixas adequadas de dosagem para administração intranasal são geralmente cerca de 0,01 pg/kg de peso corporal a 1 mg/kg de peso corporal. As doses eficazes podem ser extrapoladas a partir de curvas dose-resposta derivadas de sistemas de teste in vitro ou em modelo animal. Supositórios geralmente contêm ingrediente ativo na faixa de 0,5% a 10% por peso; as formulações orais preferivelmente contêm 10% a 95% de ingrediente ativo.
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Finalmente, o profissional decidirá sobre a duração adequada da terapia que usa composições que compreendem um ou mais análogos de OXM aqui revelados da presente invenção. A dosagem também irá variar de acordo com a idade, peso e resposta do paciente individual.
Também é fornecido um kit ou pacote farmacêutico, que compreende um ou mais recipientes preenchidos com um ou mais dos ingredientes das composições farmacêuticas e análogos de OXM aqui revelados. Opcionalmente associado com tal recipiente pode estar um aviso na forma prescrita por uma agência governamental que regula a fabricação, uso ou venda de fármacos ou produtos biológicos, cujo aviso reflete a aprovação pela agência da fabricação, uso ou venda para administração a humanos.
Todas as referências aqui reveladas são aqui incorporadas em sua totalidade.
Os exemplos a seguir devem promover uma compreensão adicional da presente invenção.
Exemplo 1
A síntese dos análogos de Oxintomodulina (OXM) foi essencialmente como se segue. Os análogos de OXM mostrados na tabela 2 foram sintetizados por fase sólida com o uso de química de Fmoc/t-Bu em um multissintetizador de peptídeo APEX 3 96 (Advanced Chemtech) com o uso de um bloco de reação de 40 cavidades. Cada peptídeo foi sintetizado em uma cavidade única. Para amidas de peptídeo, 0,1 g de uma resina de poliestireno aminometilada LL (trama 100-200, 0,41 mmol/g) (Novabiochem) derivatizada com um ligante de Rink modificado ácido p-{(R,S)-a-[9H-Fluoren-9-ilmetoxiformamido]-2,4-dimetoxibenzil]-fenoxiacético (Rink,
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Η., 1987, Tetrahedron Lett. 28:3.787-3.789; Bernatowicz, M.
S. e cols., 1989, Tetrahedron Lett. 30: 4.645-4.667) foi usado. Todos os aminoácidos foram dissolvidos em uma concentração de 0,5 M em uma solução de 0,5M HOBt (Hidroxibenzotriazol) em DMF. As reações de acilação foram realizadas por 45 minutos com excesso de seis vezes de aminoácido ativado sobre os grupos amino livres de resina. Os aminoácidos foram ativados com quantidades equimolares de HBTU (2-(lH-benzotriazol-l-il)-1,1,3,3-tetrametilurônio hexafluorfosfato) e um excesso molar de duas vezes de DIEA (N,N-diisopropiletilamina).
Alternativamente, os peptídeos foram sintetizados por fase sólida com o uso de química de Fmoc/t-Bu em um Sintetizador de Peptídeo Pioneer (Applied Biosystems). Nesse caso, 0,1 g de um ligante de Fmoc de resina AMChampion, 1% entrecruzado (Biosearch Technologies, Inc.) e uma resina à base de PEG-PS derivatizada com ligante de Rink modificado ácido p-{(R,S)-a-[9H-Fluoren-9-ilmetoxiformamido]-2,4-dimetoxibenzil}-fenoxiacético (Rink, H., 1987, Tetrahedron Lett. 28:3.787-3.789; Bernatowicz, M. S. e cols., 1989, Tetrahedron Lett. 30:4.645-4.667) foi usado. Todas as reações de acilação foram realizadas por 60 minutos com um excesso de quatro vezes de aminoácido ativado sobre os grupos amino livres de resina seguindo o final da montagem do peptídeo no sintetizador; ligação dupla foi realizada para Aib e His N-terminal.
Os grupos de proteção de cadeia lateral foram: OMpe (0-3-Metil-pent-3-il) para Asp; terc-butil para Glu, Ser, D-Ser, Thr e Tyr; tritil para Asn, Cys, Gin e His; e tercbutoxi-carbonil para Lys, Trp; e 2,2,4,6,7116/161 pentametildihidrobenzofuran-5-sulfonil para Arg.
Para OXM 110 e OXM 177, Lisina-Palmitoil foi manualmente acilada por reação com quantidades equimolares de HBTU (2-(lH-benzotriazol-l-il)-1,1,3,3-tetrametilurônio 5 hexafluorfosfato) e um excesso molar de 2 vezes de DIEA (N,N-diisopropiletilamina). A reação de acilação foi realizada por 12 0 minutos com um excesso de três vezes de acilante ativado sobre os grupos amino livres de resina.
Ao final da síntese, os peptídeo-resinas secos foram individualmente tratados com 20 ml da mistura clivada, 88% ácido trifluoracético (TPA), 5% fenol, 2% triisopropilsilano e 5% água (Sole, N. A. and G. Barany, 1992, J. Org, Chem. 57:5.399-5.403) por 1,5 hora em temperatura ambiente. Cada resina foi filtrada e a solução foi adicionada a metil-t-butil éter frio para precipitar o peptídeo. Depois da centrifugação, os péletes do peptídeo foram lavados com metil-t-butil éter frio fresco para remover os detritos orgânicos. O processo foi repetido duas vezes. Os péletes finais foram secos, ressuspensos em H20, 20 20% acetonitrila, e liofilizados.
Os peptídeos brutos foram purificados por HPLC de fase reversa com o uso de cartuchos preparatórios Waters RCM Delta-Pak™ C-4 (40 x 200 mm, 15 pm) e usando como eluentes (A) 0,1% TFA em água e (B) 0,1% TFA em acetonitrila. O 25 seguinte gradiente de eluente B foi usado: 20%-20% por cinco minutos e 20%-35% por 20 minutos para a OXM229 (o precursor tiolado de peptídeo de OXM36 e OXM115), OXM29 (o precursor tiolado de OXM70 a OXM216), OXM208 (o precursor tiolado de peptídeo de OXM212) ê OXM209 (o precursor 30 tiolado de peptídeo de OXM213).
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Para os peptídeos OXM110 e 177, o seguinte gradiente de eluente B foi usado: 32%-32% por cinco minutos e 32%-42% por 20 minutos, taxa de fluxo de 80 mL/min. HPLC analítica foi realizada em um cromatógrafo Alliance Waters, com um ACE C-4 (300 A), coluna de 3 um, 150 x 4,6 mm, (CPS analítica p/n ACE-213-1546), a 45°C, com o uso de H2O, 0,1% TFA (A) e CH3CN, 0,1% TFA (B) como solventes e o seguinte gradiente linear: 20%-20% B (em cinco minutos) - 35%B (em 20 minutos) - 80% B (em dois minutos), fluxo de 1 mL/min. O peptídeo purificado foi caracterizados por espectrometria de massa de eletrospray em uma plataforma Micromass LCZ.
Exemplo 2
A síntese de análogos de oxintomodulina (OXM) colesterilados OXM36, OXM70, OXM 115, OXM212, 0XM213 e
OXM216 foi como se segue.
As reações foram feitas sob condições que permitem a formação de uma ligação de tioéter. Os peptídeos de OXM colesterilados foram então isolados com o uso de HPLC de fase reversa e caracterizados em uma plataforma Micromass LCZ. Os análogos de OXM36, 70, 212 e 213 foram sintetizados a partir do precursor de peptídeo de OXM que contém tiol OXM229, OXM208 e 209, respectivamente, por reação com o derivado de bromo, colest-5-en-3-il
Figure BRPI1001307B1_D0010
118/161 colest-5-en-3-il bromoacetato para produzir conjugados anexados ou meio de uma ligação de tioéter. Resumidamente, 30 mg de precursor de peptídeo foram dissolvidos em um ml de DMSO (conc. 30 mg/ml) e um excesso molar de colest-5-en-3-il bromoacetato dissolvido em THF (conc. 20 mg/ml) foi adicionado. Então 1% por volume de DIPEA (N,N-diisopropil-etilamina) foi adicionado à mistura; depois de 30 minutos de incubação, a solução do peptídeo foi purificada por RP-HPLC e caracterizada em uma plataforma Micromass LCZ. Os peptídeos OXM115 e 216 foram sintetizados a partir do precursor de peptídeo de OXM que contém tiol 0XM229 e OXM2 9 para produzir análogos por reação com o derivado de bromo, colest-5-en-3-il l-bromo-2-oxo-6,9,12,15-tetraoxa-3azaoctadecan-18-oato
1-bromo-2-oxo-6,9,12,15-tetraoxa-3 colest-5-en-3-il azaoctadecan-18-oato para produzir conjugados anexados por meio de uma ligação tioéter. Resumidamente, 30 mg de precursor de peptídeo foram dissolvidos em 1 ml de DMSO (conc. 30 mg/ml) e um excesso molar de colest-5-en-3-il l-bromo-2-oxo6,9,12,15-tetraoxa-3-azaoctadecan-18-oato dissolvido em THF (conc. 20 mg/ml) foi adicionado. Então 3% por volume de DIPEA (N,N-diisopropil-etilamina) foi adicionado à mistura; depois de 30 minutos de incubação, a solução do peptídeo
119/161 foi purificada por RP-HPLC e caracterizada em uma plataforma Micromass LCZ.
Exemplo 3
As reações de PEGüilação foram feitas sob condições que permitem a formação de ligação de tioéster. 0 peptídeo de OXM PEGuilado foi então isolado com o uso de HPLC de fase reversa ou cromatografia de troca iônica e cromatografia de exclusão por tamanho(SEC). Os análogos de OXM PEGuilados foram caracterizados com o uso de RP-HPLC,
HPLC-SEC e espectrometria de massa MALDI-Tof.
Os peptídeos de OXM33, 34, 35, 36 e 54 foram sintetizados a partir do precursor de peptídeo de OXM que contém tiol OXM229 para produzir análogos com PEG covalentemente ligado por meio de uma ligação de tioéter.
. 15 Síntese de OXM33 mg de precursor de peptídeo (2,2 pmoles) foram dissolvidos em 0,2 ml de HEPES 0, IM pH 7,3, Cloreto de guanidínio 6M, 2 mM EDTA. 22 mg de MPEG-MAL-5000 (NEKTAR 2F2MOH01) (4,4 pmoles) dissolvidos em 0,4 ml HEPES O,1M, pH
7,3 (1:2 mol/mol de proporção de peptídeo para PEG) foram adicionados a essa solução. Depois de 1 hora de incubação, o peptídeo PEGuilado foi purificado por RP-HPLC e caracterizado por MALDI-TOF.
Síntese de 0XM34
10 mg de precursor de peptídeo (2,2 pmoles) foram dissolvidos em 0,2 ml de HEPES 0,lM pH 7,3, Cloreto de guanidínio 6M, 2 mM EDTA. 80 mg de MPEG-MAL-20K (NEKTAR 2F2MOP01) (4,0 pmoles) dissolvido em 0,5 ml HEPES 0,lM, pH
7,3 (1:1,8 mol/mol de proporção de peptídeo para PEG) foram adicionados a essa solução. Depois de 1 hora de incubação,
120/161 o peptídeo PEGuilado foi purificado por RP-HPLC e caracterizado por MALDI-TOF.
Síntese deOXM35 mg de precursor de peptídeo (0,92 pmoles) foram dissolvidos em 0,4 ml de HEPES 0, IM pH 7,3, Cloreto de guanidínio 6M, 2 mM EDTA. 70 mg de MPEG2-MAL-40K (NEKTAR 2D3Y0T01) (1,7 pmoles) dissolvido em 0,8 ml HEPES 0,1 M, pH
7,3 em 1:1,8 mol/mol de proporção de peptídeo para PEG foram adicionados a essa solução. Depois de 1 hora de incubação, o peptídeo PEGuilado foi purificado por RP-HPLC e caracterizado por MALDI-TOF.
O peptídeo de controle OXM54 foi preparado por incubação do precursor de peptídeo que contém tiol com 10 eq. de iodoacetamida em 0,1 M Tris-HCl pH 7,5, 6M cloreto de guanidínio. Depois de 30 minutos de incubação, o peptídeo foi purificada por RP-HPLC e caracterizado por espectrometria de massa de eletrospray.
Síntese de OXM103, OXM105, OXMI07, OXM113 mg de dos precursores de peptídeo correspondentes (2,26 pmoles) foram dissolvidos em 2 ml de uréia 8M, HEPES
0,lM pH 7,3, 2 mM EDTA. 109 mg de MPEG2-MAL-40K (NEKTAR 2D3Y0T01) (2,71 pmoles) dissolvido em H2O (1:1,2 mol/mol de proporção de peptídeo para PEG) foi adicionado a esta solução. Depois de 1 hora de incubação, a solução do peptídeo PEGuilado foi acidificada a 1% ácido acético e purificada por cromatografia de troca catiônica (IXC) em TSK CM-650S com um gradiente linear de NaCl em acetato de sódio 50 mM pH 4,8. O peptídeo PEGuilado purificado por IXC foi também purificado por SEC e caracterizado por MALDI30 TOF.
121/161
Síntese de OXM109 mg dos precursores de peptídeo correspondentes (2,25 pmoles) foram dissolvidos em 2 ml uréia 8M, HEPES 0, IM pH 7,3, 2 mM EDTA. 108 mg de MPEG2-MAL-40K (NEKTAR 2D3Y0T01) (2,7 pmoles) dissolvido em 2 ml H2O (1:1,2 mol/mol de proporção de peptídeo para PEG) foi adicionado a esta solução.. Depois de 1 hora de incubação, a solução do peptídeo PEGuilado foi acidificada a 1% ácido acético e purificada por cromatografia de troca catiônica (IXC) em TSK CM-650S com um gradiente linear de NaCl em acetato de sódio 50 mM pH 4,8. O peptídeo PEGuilado purificado por IXC
foi também purificado por SEC e caracterizado por MALDI-
TOF.
Exemplo 4
Os análogos de peptídeo de OXM que apresentam
atividade agonista completa sobre os receptores de GLP-1 e
Glucagon e mostrados na tabela 2 foram sintetizados como se segue.
Os peptídeos OXM290, 291, 292, 293 e 294 que são precursores de OXM301, OXM302, OXM303, OXM304 e OXM305 (veja a tabela 2) foram sintetizados por fase sólida com o uso de química Fmoc/t-Bu em um multisintetizador de peptídeo Simphony Protein Technologies Inc. Para amidas do peptídeo, 0,5 g de uma resina Aminometilada de poliestireno e LL (trama de 100-200, 0,41 mmol/g) (Novabiochem) derivatizada com um luigante ed de Rink modificado ácido p[(R,S)-a-[9H-Fluoren-9-il-metoxiformamido]-2,4dimetoxibenzil]-fenoxiacético (Rink, Tetrahedron Lett. 28:3.787-3.789 (1987); Bematowiez e cols., Tetrahedron
Lett. 30:4.645-4.667 (1989)) foi usado. Todos os
122/161 aminoácidos foram dissolvidos em uma concentração de 0,5 M em uma solução de 0,5 M HOBt (Hidroxibenzotriazol) em DMF. As reações de acilação foram realizadas por 60 minutos com um excesso de 8 vezes de aminoácido ativado sobre os grupos amino livres de resina. Os aminoácidos foram ativados com quantidades equimolares de HBTU (2-(lH-benzotriazol-l-il)-
1,1,3,3 tetrametilurônio hexafluorfosfato), solução a 0,5 M em DMF, e um excesso molar de 2 vezes de DIEA (N,Ndiisopropiletilamina), solução a 2 M em NMP.
Os grupos de proteção de cadeia lateral foram: OMpe (0-3-Metil-pent-3-il) para Asp; terc-butil para Glu, Ser, D-Ser, Thr e Tyr; tritil para Asn, Cys, Gin e His; tercbutoxi-carbonil para Lys, Trp; e, 2,2,4,6,7pentametildihidrobenzofuran-5-sulfonil para Arg; BocHis(Trt)-OH foi usado na síntese.
Ao final da síntese, os peptídeo-resinas secos foram individualmente tratados com 25 ml da mistura clivada, 82,5% ácido trifluoracético (TFA), 5% fenol, 5% tioanisol, 2,5% Etanditiol, e 5% água por 1,5 hora em temperatura ambiente. Cada resina foi filtrada e o volume da solução foi reduzido então adicionado a metil-t-butil éter frio para precipitar o peptídeo. Depois da centrifugação, os péletes do peptídeo foram lavados com metil-t-butil éter frio fresco para remover os scavengers orgânicos. O processo foi repetido duas vezes. Os péletes finais foram secos, ressuspensos em H2O, 20% acetonitrila, e liofilizados.
Os peptídeos brutos foram purificados por HPLC de fase reversa com o uso de cartuchos Waters RCM Delta-Pak™ C-4 preparatórios (40 x 200 mm, 15 um) e usando-os como
123/161 eluentes (A) 0,1% TFA em água e (B) 0,1% TFA em acetonitrila. O seguinte gradiente de eluente B foi usado: 22%-22% por 5 minutos e 22%-32% por 20 minutos para precursor de ΘΧΜ301, 22%-22% por 5 minutos e 22%-35% por 20 minutos para precursor de OXM302, 25%-25% por 5 minutos e 25%-40% por 20 minutos para precursor de OXM303, 25%-25% por 5 minutos e 25%-35% por 20 minutos para precursor de OXM304 e precursor de OXM3 05, taxa de fluxo de 8 0 mL/min, comprimento de onda 214 nm. HPLC analítica foi realizada em um Cromatógrafo Alliance Waters, com uma coluna ACE C-4 (300 A), 3 um, 150 x 4,6 mm, (CPS analítica p/n ACE-2131546), a 45°C, com o uso de H2O, 0,1% TFA (A) e CH3CN, 0,1% TFA (B) como solventes e o seguinte gradiente linear: 25%25% B (em 5 minutos) - 4 0%B (em 20 minutos) -8 0% B (em 2 minutos), fluxo de 1 mL/minuto. Os peptídeos purificados foram caracterizados por espectrometria de massa de eletrospray em uma plataforma Micromass LCZ.
A síntese de conjugados C7 foi como se segue. Os peptídeos OXM301, OXM302, OXM303, OXM304, e OXM305 foram sintetizados a partir do precursor de peptídeo de OXM que contém tiol, OXM290-294, respectivamente para produzir derivados com o grupo C7 covalentemente anexado por meio do grupo tioéter do resíduo de cisteína no terminal C. Como um exemplo de derivatização do precursor: 40 mg de precursor de peptídeo foram dissolvidos em 1,33 ml de DMSO (conc. 30 mg/ml) e um excesso molar de 2,1 de colest-5-en-3-il 1bromo-2-oxo-6,9,12,15-tetraoxa-3-azaoctadecan-18-oato dissolvido em THF (conc. 30 mg/ml) foi adicionado. Então, 5% por volume de DIPEA (N,N-diisopropil-etilamina) foi adicionado à mistura; depois de 30 minutos de incubação,
124/161 foi extinta pela adição em gotas de acetato de amônio (solução de 1 M em água) até a turvação da solução.
A solução foi então diretamente carregada em cartuchos Waters RCM Delta-Pak™ C-4 de fase reversa (20 x 200 mm, 15 pm, 300A) usando como eluente 0,5 M acetato de amônio, 20% MetOH, 25% acetonitrila em água, pH 7,8, a 5 mL/min. Uma eluição isocrática foi feita por 15 minutos com esse tampão a 30 mL/minutos. Então os eluentes foram trocados para: (A) 0,2% ácido acético, 20% MetOH em água (B) 0,2% ácido acético, 20% MetOH em acetonitrila e então o seguinte gradiente foi feito: 25%(B)-35%(B) em 5' - 70%(B) em 20' 80% (B) em 2' - 80% (B) por 3', fluxo de 30 ml/minuto, comprimento de onda 230 nm.
Os peptídeos finais foram caracterizados em um Cromatógrafo Alliance Waters, com uma coluna ACE C-4 (300 A), 3 um, 150 x 4,6 mm, (CPS analítica p/n ACE-213-1546), a 45°C, com o uso de H2O, 0,1% TFA (A) e CH3CN, 0,1% TFA (B) como solventes e o seguinte gradiente linear: 40%-40% B (em 5 minutos) - 70%B (em 20 minutos) - 80% B (em 2 minutos) , fluxo 1 ml/ minuto. Os peptídeos foram caracterizados por espectrometria de massa de eletrospray em uma plataforma Micromass LCZ.
Exemplo 5
Os peptídeos OXM237-OXM308 e OXM345-OXM414 foram sintetizados por fase sólida com o uso de química de Fmoc/t-Bu em um multi-sintetizador de peptídeo Simphony Protein Technologies Inc. Para as amidas do peptídeo 0,5 g de uma resina aminometilada de tioéter LL (trama de 100200, 0,41 mmol/g) (Novabiochemj derivatizada com um ligante de Rink modificado ácido p-[(R,S)-a-[9H-Fluoren-9-il125/161 metoxiformamido]-2,4-dimetoxibenzil)-fenoxiacético (Rink, H., 1987, Tetrahedron Lett. 28:3.787-3.789; Bernatowicz, M.
S. e cols., 1989, Tetrahedron Lett. 30:4.645-4.667) foi usado. Para ácidos de peptídeo 0,5 g de uma resina aminometilada de tioéter LL (trama de 100-200, 0,41 mmol/g) (Novabiochem) derivatizada com ácido 4hidroximetilfenoxiacético. Todos os aminoácidos foram dissolvidos em uma concentração de 0,5 M em uma solução de 0,5 M HOBt (Hidroxibenzotriazol) em DMF. As reações de acilação foram realizadas por 60 minutos com um excesso de 8 vezes de aminoácido ativado sobre os grupos amino livres de resina. Os aminoácidos foram ativados com quantidades equimolares de HBTU (2-(IH-benzotriazol-l-il)-1,1,3,3tetrametilurônio hexafluorfosfato), solução 0,5 M em DMF, e um excesso molar de 2 vezes de DIEA (N,Ndiisopropiletilamina), solução 2M em NMP.
Os grupos de proteção de cadeia lateral foram: Ompe (O-3-Metil-pent-3-il) para Asp; terc-butil para Gin, Ser, D-Ser, Thr e Tyr; tritil para Asn, Cys, Gin e His; tercbutoxi-carbonil para Lys, Trp; e, 2,2,4,6,7pentametildihidrobenzofuran-5-sulfonil para Arg; BocHis(Trt)-OH foi usado na síntese.
Para os peptídeos de OXM392, 395 e 398, Glul6 e Lys20 foram incorporados como Glu(Oall) e Lys(Alloc). Ao final da montagem as resinas foram secas, os grupos de proteção de Glu(Oall) e Lys(Alloc) foram removidos e a ponte de lactama foi formada por incubação da resina com um excesso molar de 5 de HBTU e excesso molar de 10 de DIPEA.
Para os peptídeos lipidados como OXM404, 407, 408, 410, 411, 414, 415, 416, 417, 418, 419, 420 a lisina a ser
126/161 derívatizada na cadeia lateral foi incorporada como Lys(Alloc). Ao final da montagem o grupo de proteção de Alloc foi removido e a síntese foi completada por condensação dos resíduos de ácido γ-carboxi glutâmico e o ácido palmítico com o uso de HBTU e DIPEA como ativadores.
Ao final da síntese, os peptídeos-resinas secos foram individualmente tratados com 25 ml da mistura clivada, 82,5% ácido trifluoracético (TFA), 5% fenol, 5% tioanisol, 2,5% etanditiol e 5% água por 1,5 hora em temperatura ambiente. Cada resina foi filtrada e o volume da solução foi reduzido então adicionada a metil-t-butil éter frio para precipitar o peptídeo. Depois da centrifugação, os péletes do peptídeo foram lavados com metil-t-butil éter frio fresco para remover os scavengers orgânicos. O processo foi repetido duas vezes. Os péletes finais foram secos, ressuspensos em H2O, 20% acetonitrila, e liofilizados.
Os peptídeos brutos foram purificados por HPLC de fase reversa com o uso de cartuchos Waters RCM Delta-Pak™ C4 preparatórios (4 0 x 200 mm, 15 pm) e usando como eluentes (A) 0,1% TFA em água e (B) 0,1% TFA em acetonitrila. HPLC analítica foi realizada em ium Cromatógrafo Alliance Waters, com uma coluna ACE C-4 (300 A), 3 um, 150 x 4,6 mm, (CPS analítica p/n ACE-213-1546) , a 45°C, com o uso de H2O, 0,1% TFA (A) e CH3CN, 0,1% TFA (B) como solventes. Os peptídeos purificados foram caracterizados por espectrometria de massa de eletrospray em uma plataforma Micromass LCZ.
A síntese de conjugados de C5 foi como se segue. 0 peptídeo de OXM238 foi sintetizado a partir de um precursor
127/161 de peptídeo de OXM que contém tiol para produzir derivados com a acetamida covalentemente anexado por meio do grupo tioéteres do resíduo de cisteína no terminal C. como um exemplo de derivatização do precursor: 50 mg de precursor de peptídeo foram dissolvidos em tampão Tris HC1 0,25 M, EDTA 2 mM, Uréia 6M pH 8,3 (conc. 30 mg/ml) e um excesso molar de 10 de iodoacetamida dissolvida em DMSO (conc. 30 mg/ml) foi adicionado. Depois de 30 minutos, a reação é completa. A solução é acidifiçada com ácido acético e purificada em HPLC preparatória.
A síntese de conjugados de C4 foi como se segue. Os peptídeos de OXM345, OXM355, OXM357, OXM373 foram sintetizados a partir dos precursores de peptídeo de OXM que contêm tiol respectivamente para produzir derivados com o grupo colesterol covalentemente anexado por meio do grupo tioéteres da cisteína no terminal C. Como um exemplo de derivatização do precursor: 40 mg de precursor de peptídeo foram dissolvidos em DMSO (conc. 30 mg/ml) e um excesso molar de 2,1 de colest-5-en-3-il l-bromo-2-oxo-6,9,12,15tetraoxa-3-azaoctadecan-18-oato dissolvido em THF (conc. 30 mg/ml) foi adicionado. Então 5% por volume de DIPEA (N,Ndiisopropil-etilamina) foi adicionado à mistura; depois de 3 0 minutos de incubação, foi extinto pela adição em gotas de acetato de amônio (solução de 1 M em água) até que a turvação da solução fosse atingida.
A solução foi então diretamente carregada em cartuchos Waters RCM Delta-Pak™ C4 de fase reversa (20 x 200 mm, 15 um, 300A) usando como eluente 0,5 M acetato de amônio, 20% MetOH, 25% acetonitrila em água, pH 7,8, a 5 ml/minuto. Uma eluição isocrática foi feita por 15 minutos com esse tampão
128/161 a 30 ml/minuto. Então os eluentes foram trocados para: (A) 0,2% ácido acético, 20% MetOH em água (B) 0,2% ácido acético, 20% MetOH em acetonitrila.
Os peptídeos finais foram caracterizados em um Cromatógrafo Alliance Waters, com uma coluna ACE C-4 (300 A), 3 um, 150 x 4,6 mm, (CPS analítica p/n ACE-213-1546), a 45°C, com o uso de H2O, 0,1% TFA (A) e CH3CN, 0,1% TFA (B) como solventes. Os peptídeos foram caracterizados por espectrometria de massa de eletrospray em um Micromass.
A síntese dos conjugados de C7 foi como se segue. Os peptídeos de OXM359, OXM361, OXM374, OXM380, OXM383 e
OXM388 foram sintetizados a partir do precursor de peptídeo de OXM que contém tiol para produzir derivados com o 0xa4colesterol covalentemente anexado por meio de uma ligação de tioéter ao resíduo de cisteína no terminal C. Como um exemplo de derivatização do precursor: 25 mg de precursor de peptídeo foram dissolvidos em 1,33 ml de DMSO (conc. 30 mg/ml) e um excesso molar de 1,1 de colest-5-en-3-il 1bromo-2-oxo-6,9,12,15-tetraoxa-3-azaoctadecan-18-oato dissolvido em THF (conc. 30 mg/ml) foi adicionado. Então 5% por volume de DIPEA (N,N-diisopropil-etilamina) foi adicionado à mistura; depois de 30 minutos de incubação, foi extinto pela adição em gotas de acetato de amônio (solução de 1 M em água) até que a turvação da solução fosse atingida.
A solução foi então diretamente carregada em cartuchos Waters RCM Delta-Pak™ C-4 de fase reversa (20 x 200 mm, 15 pm, 300A) usando como eluente 0,5 M acetato de amônio, 20% MetOH, 25% acetonitrila em agua, pH 7,8, a 5 ml/minuto. Uma eluição isocrática foi feita por 15 minutos com esse tampão
129/161 a 30 ml/min. Então os eluentes foram trocados para: (A) 0,2% ácido acético, 20% MetOH em água (B) 0,2% ácido acético, 20% MetOH em acetonitrila e então o seguinte gradiente foi feito: 25%(B)-35%(B) em 5' — 70%(B) em 20' — 80% (B) em 2' — 80% (B) por 3', fluxo a 30 ml/minuto, comprimento de onda 230 nm.
Os peptídeos finais foram caracterizados em um Cromatógrafo Alliance Waters, com uma coluna ACE C-4 (300 A), 3 um, 150 x 4,6 mm, (CPS analítica p/n ACE-213-1546), a 45°C, usando H20, 0,1% TFA (A) e CH3CN, 0,1% TFA (B) como solventes. Os peptídeos foram caracterizados por espectrometria de massa de eletrospray em uma plataforma Micromass LCZ.
A síntese de conjugados de C9 foi como se segue. O peptídeo OXM381 foi sintetizado a partir do precursor de peptídeo de OXM que contém tiol para produzir derivados com o 0xal2-colesterol covalentemente anexado por meio da ligação maleimida tioéter ao resíduo de cisteína no terminal C. Como um exemplo de derivatização do precursor: 25 mg de precursor de peptídeo foram dissolvidos em DMSO (conc. 30 mg/ml) e um excesso molar de 1,5 de colest-5-en3-il N-[43-(2,5-dioxo-2,5-dihidro-lH-pirrol-l-il)-41-oxo4,7,10,13,16,19,22,25,28,31,34,37-dodecaoxa-4 0azatritetracontan-l-oil]glicinato dissolvido em THF (conc. 20 mg/ml) foi adicionado. Então 2% por volume de DIPEA (Ν,Ν-diisopropil-etilamina) foi adicionado à mistura; depois de 4-6 horas de incubação, a reação foi extinta com ácido acético glacial e diretamente carregada em HPLC de fase reversa e purificada. O peptídeo final foi caracterizado em um Cromatógrafo Alliance Waters, com uma
130/161 coluna ACE C-4 (300 A), 3 um, 150 x 4,6 mm, (CPS analítica p/n ACE-213-1546), a 45°C, com o uso de H2O, 0,1% TFA (A) e CH3CN, 0,1% TFA (B) como solventes. Os peptídeos foram caracterizados por espectrometria de massa de eletrospray em uma plataforma Micromass LCZ.
A síntese de conjugados de Ci0 foi como se segue. Os peptídeos OXM392, 395, 398, 399, 400, e 401 foram sintetizados a partir dos precursores de peptídeo de OXM que contêm tiol para produzir derivados com o 0xal2colesterol covalentemente anexado por meio de uma ligação de tioéter ao resíduo de cisteína no terminal C. Como um exemplo de derivatização do precursor: 25 mg de precursor de peptídeo foram dissolvidos em DMSO (conc. 30 mg/ml) e um excesso molar de 1,5 de colest-5-en-3-il l-bromo-2-oxo6,9,12,15,18,21,24,27,30,33,36,3 9-dodecaoxa-3azadotetracontan-42-oato em THF (conc. 20 mg/ml) foi adicionado. Então 2% por volume de DIPEA (N,N-diisopropil etilamina) foi adicionado à mistura; depois de 4-6 horas de incubação, a reação foi extinta com ácido acético glacial e diretamente carregada em HPLC de fase reversa e purificada. 0 peptídeo final foi caracterizados em um Cromatógrafo Alliance Waters, com uma coluna ACE C-4 (300 A) , 3 um, 150 x 4,6 mm, (CPS analítica p/n ACE-213-1546) , a 45°C, com o uso de H2O, 0,1% TFA (A) e CH3CN, 0,1% TFA (B) como solventes. Os peptídeos foram caracterizados por espectrometria de massa de eletrospray em uma plataforma Micromass LCZ.
A síntese de conjugados de Cn foi como se segue. O peptídeo de OXM412 foi sintetizado a partir do precursor de peptídeo de OXM que contém tiol para produzir derivados com
131/161 o Oxa24-colesterol covalentemente anexado por meio de uma ligação de tioéter ao resíduo de cisteína no terminal C. Como um exemplo de derivatização do precursor: 25 mg de precursor de peptídeo foram dissolvidos em DMSO (conc. 30 mg/ml) e um excesso molar de 1,5 de colest-5-en-3-il 1bromo-2-oxo-6,9,12,15,18,21,24,27,30,33,36,39,42,45,48,51, 54,57,60,63,66,69,72,75 -tetracosaoxa-3T-azaoctaheptacontan78-oato em THF (conc. 20 mg/ml) foi adicionado. Então 2% por volume de DIPEA (N,N-diisopropil-etilamina) foi adicionado à mistura; depois de 4-6 horas de incubação, a reação foi extinta com ácido acético glacial e diretamente carregada em HPLC de fase reversa e purificada.
O peptídeo final foi caracterizado em um Cromatógrafo Alliance Waters, com uma coluna ACE 10 C-4 (300 A) , 3 um, 150 x 4,6 mm, (CPS analítica p/n ACE-213-1546), a 45°C, com o uso de H2O, 0,1% TFA (A) e CH3CN, 0,1% TFA (B) como solventes. Os peptídeos foram caracterizados por espectrometria de massa de eletrospray em uma plataforma Micromass LCZ.
A síntese de conjugados de Ci2 foi como se segue. O peptídeo de OXM421 foi sintetizado a partir do precursor de peptídeo de OXM que contém tiol para produzir derivados com o Oxal2-0 colesterol covalentemente anexado por meio de uma ligação de tioéter ao resíduo de cisteína no terminal C. Como um exemplo de derivatização do precursor: 25 mg de precursor de peptídeo foram dissolvidos em DMSO (conc. 30 mg/ml) e um excesso molar de 1,5 de colest-5-en-3-il 1bromo-2-oxo-6,9,12,15,18,21,24,27,30,33,36-undecaoxa-3azaoctatriacont-78-oato em THF (conc. 20 mg/ml) foi adicionado. Então 2% por volume de DIPEA (N,N-diisopropil132/161 etilamina) foi adicionado à mistura; depois de 4-6 horas de incubação, a reação foi extinta com ácido acético glacial e diretamente carregada em HPLC de fase reversa e purificada.
O peptídeo final foi caracterizado em um cromatógrafo
Alliance Waters, com uma coluna ACE C-4 (300 A), 3 um, 150 x 4,6 mm, (CPS analítica p/n ACE-213-1546) , a 45°C, com o uso de H2O, 0,1% TFA (A) e CH3CN, 0,1% TFA (B) como solventes. Os peptídeos foram caracterizados por espectrometria de massa de eletrospray em uma plataforma 10 Micromass LCZ.
Exemplo 6
A Tabela 3 mostra as estruturas para a OXM nativa e análogos de OXM que são aqui revelados.
Tabela 3 Análogos de peptídeo de OXM
Id. De Seq. N° : Nome Estrutura
1 OXM (nativa ) HSQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIA
2 OXM8 (Q3E) HSEGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIA
3 OXM9 (Q3D) HSDGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIA
4 OXM2 9 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC - CONH2
5 OXM33 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIACi- conh2
133/161
6 OXM34 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC2- conh2
7 OXM35 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC3 conh2
8 OXM3 6 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC4 - conh2
9 OXM67 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIACi - CONH2
10 OXM68 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC2 - CONH2
11 OXM69 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC3 - CONH2
12 OXM70 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC4 - CONH2
13 OXM 9 9 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLmNTKRNRNNIAC3 - CONH2
14 OXMIOO HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLmNTKRNRNNIAC6 - CONH2
15 OXM103 HaQGTFTSD YS KI LDSRRAC3 DFVQWLMNTKRNRNNIA - CONH2
16 OXM105 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQC3FVQWLMNTKRNRNNIA-CONH2
17 OXM107 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVC3WLmNTKRNRNNIA-CONH2
18 OXM109 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMC3TKRNRNNIA-CONH2
19 OXM110 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAE; (palmitoil)-CONH2
20 OXM113 H2aQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLmNTKRNRNNIAC3- conh2
21 OXM 115 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC7 - conh2
22 OXM121 HaQGTFTSDYC3KILDSRRAQDFVQWLmNTKRNRNNIA-CONH2
23 OXM124 HaQGTFTSDYS C3 ILDSRRAQDFVQWLmNTKRNRNNIA- CONH2
24 OXM177 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAK (palmitoil)-CONH2
25 OXM208 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLnNTKRNRNNIAC-CONH2
26 OXM209 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLoNTKRNRNNIAC-CONH2
27 OXM212 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLnNTKRNRNNIAC4 - CONH2
28 OXM213 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLoNTKRNRNNIAC4 - CONH2
134/161
29 OXM216 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC7- conh2
30 OXM229 (precur sor de OXM33- 36) HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC-CONH2
31 OXM237 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLmNTKRNRNNIA-C7- conh2
32 OXM238 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLmNTKRNRNNIA-C5- conh2
33 OXM259 H-Acx-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAconh2
34 OXM260 H-Abu-QGTFTSDYSKILDSRRAQDVQWLMNTKRNRNNIA- conh2
35 OXM261 H- (D-Abu) - QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIA- CONH2
36 OXM262 H-Nva-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKNRNNIAconh2
37 OXM263 H-Cpa-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAconh2
38 OXM264 H-Prg-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTIÜZNRNNIAconh2
39 OXM265 H-Alg-QGTFTS DYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAconh2
40 OXM266 H-(2-Cha)- QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIA-CONH2
41 OXM267 H-(Dtbg)- QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIA-CONH2
135/161
42 OXM268 H-Vg-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAconh2
43 OXM306 H-Acp-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAconh2
44 OXM307 H - Acb-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAconh2
45 OXM308 H-Acpe-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKRNRNNIAconh2
46 OXM290 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC-CONH2
47 OXM291 HsQGTFTSDY SKILL· SRRAQDFVQWLMNTKC-CONH2
48 OXM292 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTKC-CONH2
49 OXM293 HsQGTFTSDYSKILDSERAQDFVQWLMNTKC-CONH2
50 OXM294 HsQGTFTSDYSKILDSRAAQDFVQWLMNTKC-CONH2
51 OXM301 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC7- conh2
52 OXM302 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKC7 - conh2
53 OXM303 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTKC7 - conh2
54 OXM304 HsQGTFTSDYSKILDSERAQDFVQWLMNTKC7 - conh2
55 OXM305 HsQGTFTSDYSKILDSRAAQDFVQWLMNTKC7 - conh2
56 OXM311 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTKK(Palmitoil) conh2
57 OXM312 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWILMNTKK(Palmitoil)conh2
58 OXM314 HSQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-Ttds- K(Palmitoil)-CONH2
59 OXM313 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTK-Ttds- K(Palmitoil)-CONH2
136/161
60 OXM317 HSQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-C4- CONH2
61 OXM318 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTK-γΕ - C4 - CONH2
62 OXM319 HdQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTKC7 - CONH2
63 OXM321 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTKRNRNNIA-yE- C4-CONH2
64 OXM323 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTKR-C7 - CONH2
65 OXM325 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTKRNRNNIAC7 - COOH
66 OXM327 HaQGTFTSDYSKILDSERAQDFVQWLMNTKC7 - CONH2
67 OXM329 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-C4 - COOH
68 OXM330 HsQGTFTSDYSKILDSEAAQDFVQWLMNTKRNRNNIA-γΕ- K(Palmitoil)-CONH2
69 OXM345 HsQGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-C4 - COOH
70 OXM355 HsQGTFTSDYSSYLDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-C4 - COOH
71 OXM357 HsQGTFTSDYSKILDSRAAQDFVQWLMNTK-γΕ-C4 - COOH
72 OXM359 HsQGTFTSDYSSILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-C7 - COOH
73 OXM361 HsQGTFTSDYSKILDSRAAQDFVQWLMNTK-γΕ-C7 - COOH
74 OXM373 HsQGTFTSDYSKILDEiZRAQDFVQWLMNTK-E-C4- COOH
75 OXM374 HsQGTFTSDYSKILDERRAQDFVQWLMNTK-γΕ-C7 - COOH
76 OXM380 HsQGTFTSDYS KILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-C7 - COOH
77 OXM381 HsqGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ- γΕ - C9 - COOH
78 OXM383 HaQGTFTSDYSKYLDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-C7 - COOH
79 OXM388 H-Acb-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-C7 - COOH
80 OXM392 HsQGTFTSDYSKILDERRAKDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-Cio - COOH (ponte de lactama entre E e K)
81 OXM395 HaQGTFTSDYSKILDERRAKD FVQWLMNTK-γΕ - γΕ - Ci0 - COOH (ponte de lactama entre E e Kj
137/161
82 OXM398 Η-Acb-QGTFTSDYSKILDERRAKDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-Ο10- COOH (ponte de lactama entre E e K)
83 OXM399 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-C10 - COOH
84 OXM400 HdQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ - Ci0 - COOH
85 OXM401 H-Acb-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-YE-YE-Cio- COOH
86 OXM404 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-K(γΕ- palmitoil)-CONH2
87 OXM406 HsQGTFTSDYSKILDERRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-C10 - CONH2
88 OXM407 HsQGTFTSDYSKILDSRRAK(γΕ- pa Im i t o i 1 ) D FVQWLMNTK - γΕ - γΕ - CONH2
89 OXM408 HsQGTFTSDYSKILDSRRAK(γΕ-γΕ-palmitoil) DFVQWLMNTK-γΕ-CONH2
90 OXM409 HsQGTFTSDK(γΕ-γΕ-palmitoil) SKILDSRRAQDFVQWLMNTK-CONH2
91 OXM410 HsQGTFTSDYSKILDERRAK(γΕ-γΕ- palmitoil)DFVQWLMNTK-CONH2
92 OXM411 HsQGTFTSDK(γΕ-γΕ-palmitoil) SKILDERRAQDFVQWLMNTIC-CONH2
93 OXM412 HsQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-Cn - COOH
94 OXM413 HaDGTFTSDYSKILDSRRAQDFVK(DOTA)WLmNTK-γΕ-γΕ- Cio- CONH2
95 OXM414 HsQGTFTSDK(γΕ-palmitoil) SKILDERRAQDFVQWLMNTK-γΕ-CONH2
96 OXM415 HsQGTFTSDK(palmitoil)SKILDERRAQDFVQWLMNTKye-ye-conh2
97 OXM416 HaQGTFTSDK(γΕ-γΕ- palmitoil)SKILDERRAQDFVQWLMNTK-CONH2
138/161
98 OXM417 H-Acb-QGTFTSDK(γΕ-γΕ-palmitoil) SKILDERRAQDFVQWLMNTK-CONH2
99 OXM418 HsQGTFTSDK(γΕ-γΕ-palmitoil) SKILDaRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-CONH2
100 OXM419 HaQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ-Κ(γΕ- palmi toil) -CONH2
101 OXM420 H-Acb-QGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-γΕ- Κ(γΕ-palmitoil)-CONH2
102 OXM421 HSQGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLMNTK-YE-YE-C12-COOH
111 MM 102 HsQGTFTSDK(γΕ-γΕ-palmitoil) SKILDaRRAQDFVQWLMNTE-γΕ-C0NH2
112 MM 103 HsQGTFTSDK(γΕ-γΕ-palmitoil) SKILDaRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-C0NH2
113 MM 111 HsQGTFTSDK(γΕ-γΕ-palmi toil) SKILDERRAQDFVQWLMNTK-γΕ-C0NH2
114 MM 113 HsQGTFTSDK(γΕ-γΕ-palmitoil) SKILDaRRAQDFVQWLMNTE-γβ-CONH2
115 MM 114 HsQGTFTSDK(γΕ-γΕ-palmitoil) SKILDERRAQDFVQWLMNTK-γΕ-CONH2
116 MM 115 HsQGTFTSDK(R-R-palmitoil) SKILDERRAQDFVQWLMNTK-γΕ- CONH2
117 MM116 HsQGTFTSDK(X-X-palmitoil) SKILDERRAQDFVQWLMNTK-γΕ-CONH2
118 MM117 HsQGTFTSDK(e-e-palmitoi1) SKILDERRAQDFVQWLMNTK-γΕ-CONH2
119 MM121 HsQGTFTSDK(γΕ-γΕ-miristoil) SKILDaRRAQDFVQWLMNTK-γΕ-CONH2
120 MM 12 7 HsQGTFTSDK(γΕ-γΕ-palmitoil) SKILDaRAAQDFVQWLMDTK-γΕ-CONH2
139/161
121 MM132 HsQGTFTSDK(γΕ-γΕ-estearoil)SKILD RRAQDFVQWLMNTK-γΕ-CONH2
a = ácido a-aminoisobutírico (Aib); s = D-Ser; n = Lnorleucina (Nle), o = O-metil-homoserina; m = sulfóxido de metionina; H2 = desamino-His (®NH2-H) ; Acx = ácido 1-Amino1-ciclohexano carboxílico; Abu = ácido a-aminobutírico; DAbu = ácido D-a-aminobutírico; Nva = ácido aminovalérico; Cpa - (3-ciclopropil-alanina; Prg = propargilglicina; Alg = Alilglicina; 2-Cha = ácido 2-amino-2-ciclohexil-propanóico; D-tbg = D-terc-butilglicina; Vg Vinilglicina; Acp = ácido 1-Amino-1-ciclopropano carboxílico; Acb = ácido 1-amino-lciclobutano carboxílico; Acpe = ácido 1-Amino-lciclopentano carboxílico; k= D-lys; e= D-Glu; X= ácido homocisteico; ye= ácido D-gama glutâmico;
Ci = Cys(mPEG)5kDa;
C2 = Cys(mPEG)20kDa;
C3 = Cys (mPEG) 240kDa, cada um correspondendo a um resíduo de cisteína PEGuilado por meio do tiol da cadeia lateral com metoxiPEG (mPEG) linear ou mPEG [(mPEG)2] ramificado do MW indicado;
C4 = Cys(colest-5-en-3-il{[(2R)-3-amino-2-(amino)-3oxopropil]tio}acetato);
C5 = Cys(CH2CONH2), que corresponde a um resíduo de cisteína em que o tiol da cadeia lateral reagiu com iodoacetamida;
C6 — Cys (mPEG) 260kDa, cada um correspondendo a um resíduo de cisteína PEGuilado por meio do tiol da cadeia lateral com metoxiPEG (mPEG) linear ou mPEG2mPEG [(mPEG)2} ramificado do MW indicado;
C7= Cys(colest-5-en-3-il 1-{ [(2R)-3-amino-2-(amino)-3
140/161 oxopropil]tio)-2-oxo-6,9,12,15-tetraoxa-3-azaoctadecan-18oate]) ou Cys(Oxa4-colesterol));
C8= Cys(N-etilmaleimidil).
C9 = S-{1-[46-(colest-5-en-3-iloxi)-3,43,46-trioxo7,10,13,16,19,22,25,28,31,34,37,40-dodecaoxa-4,44diazahexatetracont-1-il]-2,5-dioxopirrolidin-3-il}-Lcisteina ou Cys (mal-oxal2-colesterol)
Cio = S-[42-(colest-5-en-3-iloxi)-2,42-dioxo6,9,12,15,18,21,24,27,30,33,36,39-dodecaoxa-3azadotetracont-l-il]-L-cisteina ou Cys (oxal2-colesterol)
Ch = S-[78-(colest-5-en-3-iloxi)-2,78-dioxo-6,9,12,15, 18,21,24,27,30,33,36,39,42,45,48,51,54,57,60,63,66,69,72,75 -tetracosaoxa-3-azaoctaheptacont-l-il]-L-cisteina ou Cys (oxa24-colesterol)
Ci2 = S-[38-(colest-5-en-3-iloxi)-2-oxo6,9,12,15,18,21,24,27,30,33,36-undecaoxa-3-azaoctatriacont1-il]-L-cisteina ou Cys (oxal2-0-colesterol)
Ttds= ácido l-amino-4,7,10-trioxa-13-tridecanamina succinimico γΕ= ácido gama glutâmico palmitoil= resíduo de ácido graxo de Ci6 miristoil resíduo de ácido graxo de Ci4 estearoil= resíduo de ácido graxo de Ci8
Exemplo 7
A capacidade de co-agonistas de GLP-1R/GCGR para reduzir o peso corporal e a ingesta de alimento e melhorar o controle glicêmico é demonstrada.
Nós inicialmente rastreamos peptídeos em ensaios de fluorescência baseados em célula que mede a produção de AMP cíclico (cAMP) , com o uso de linhagens de célula CHO que
141/161 expressam de modo estável GLP-1R recombinante humano ou GCGR humano. A determinação da atividade agonista de GLP-1R e GCGR de camundongo e humano foi essencialmente como se segue. As células CHO que expressam de modo estável GLP-1R ou GCGR de camundongo e humano cresceram em Meio de Dulbecco modificado por Iscove (IMDM) , 10% FBS, 1 mM Lglutamina, penicilina-estreptomicina (100 μ/ml) e 750 pg G418/ml por três-quatro dias antes da coleta com o uso de Meio de dissociação Enzymefree (EFDM, Specialty Media). Para determinar a atividade de GLP-1R e GCGR, OXM e OXM-Q3E foram diluídas em tampão de ensaio e foram incubadas com células na ausência ou presença de plasma de camundongo a 10%, respectivamente, por 30 minutos em temperatura ambiente. O ensaio foi terminado com a adição do kit de tampão de detecção LANCE seguindo as instruções do fabricante. As placas foram mantidas por mais uma hora em temperatura ambiente, então níveis crescentes de cAMP foram detectados por uma diminuição no sinal de TR-FRET como medido em um contador Envision (PerkinElmer) em comparação a uma curva padrão de cAMP seguindo as instruções do fabricante. Os dados foram analisados com o uso do programa de análise de regressão linear e não linear, GraphPad Prism.
A avaliação da utilidade de co-agonistas duplos de GLP-1R/GGCGR (mimético de OXM) versus um agonista de GLP-1R seletivo (mimético de GLP-1) foi como se segue. Primeiro, para avaliar a utilidade terapêutica de um agonista duplo de GLP-1R/GCGR (mimético de OXM), um peptídeo que foi seletivo apenas pata o receptor de GLP-1 (mimético de GLP1) , embora seja diferente de OXM nativa apenas por um
142/161 aminoácido, foi identificado. Esse peptídeo diferiu da OXM nativa por um resíduo de ácido glutâmico (E) na posição 3 em vez de Glutamina (Q) . Foi identificado um segundo mimético de GLP-1 que tinha um resíduo de ácido aspártico (D) no lugar de Q. A eficácia do mimético de GLP-1 e do mimético de OXM em melhorar o controle metabólico em roedores foram comparadas. Esses peptídeos e OXM humana foram sintetizados e purificados por GL Biochem (Shanghai) Ltd.
Na tabela 4, são mostradas as potências in vitro e afinidades de ligação do receptor de OXM nativa e peptídeos de OXM-Q3E e OXM-Q3D. A mutação do terceiro resíduo de Q neutro a um resíduo ácido, por exemplo, D ou E reduz significativamente a potência da oxintomodulina nativa de se ligar ao receptor de glucagon, enquanto possui efeito mínimo sobre a potência do receptor de GLP-1.
Tabela 4
Peptídeo GLP-1R IC50 (nM) GLP-1R EC50 (nM) GCGR IC50 (nM) GCGR EC50 (nM) % de ativação de GCGR Seletividade
OXM 93 9,2 7,7 0,6 87 +/ +
OXM-Q3E 237 12,4 ND 1.635 17 + /0
OXM-Q3D Não testado 2,3 Não testado 3.398 1 +/0
Nós também avaliamos a capacidade de OXM nativa e OXMQ3E (mimético de GLP-1) de interagir com o GCGR in vivo, em um estudo da glicogenólise in vivo e ex vivo e um ensaio de ocupação do receptor de GCGR in vivo. Uma vez que a demonstração da eficácia in vivo para peptídeos é
143/161 frequentemente confundida por propriedades farmacocinéticas inadequadas, o ensaio de fígado perfundido oferece um método alternativo ex vivo de avaliação dos peptídeos de teste para atividade no funcionamento no órgão de interesse.
Animais para os ensaios in vivo·.
Machos de camundongos C57BL/6 magros ou obesos induzidos por dieta de 10-12 semanas de idade foram adqueiridos de Taconic Farms (Germantown, NY) e abrigados em gaiolas individuais Tecniplast em uma instalação convencional SPF. Os camundongos foram mantidos em ração regular (Teklad 7012: 13,4% kcal de gordura; Harlan Teklad) ou dieta de alto teor de gordura (D12492: 60% kcal de gordura; Research Diets, Inc.) com acesso à vontade à água em um ciclo de 12-h de luz/12-h escuridão a menos que indicado em contrário. Teste de tolerância à glicose intraperitoneal. Machos de camundongos C57BL/6N foram distribuídos por peso em grupos de tratamento (n-6/grupo). Na manhã do estudo, o alimento foi removido e os camundongos foram administrados por via s.c. com veículo (água estéril) OXM ou OXM-Q3E a 0,01, 0,03, 0,1, 0,3, 1 ou 3 mg/kg 10 minutos antes da dose de glicose. As concentrações de glicemia foram determinadas em T = 10 minutos e T = 0 minutos (base). Os camundongos receberam então imediatamente dose intraperitoneal, de D-glicose (2 g/kg). Um grupo de camundongos tratados com veículo recebeu solução salina a 0,9% como um controle negativo. Os níveis de glicemia foram determinados a partir de sangue retirado da cauda em 20, 40 e 60 minutos depois da dose de Dglicose. O perfil de glicemia de T = 0 a T = 60 min foi
144/161 usado para integrar a área sob a curva (AUC) para cada tratamento. Os valores percentuais de inibição para cada tratamento foram gerados a partir dos dados de AUC normalizados aos controles de dose de solução salina. As áreas sob a curva (AUC) para glicose (AUC glicose) foram calculadas com o uso do método trapezoidal.
Estatística. A análise estatística foi feita com o uso de teste t de Student não pareado bicaudado. Os valores de P <0,05 foram relatados como significativos.
Ensaio de glicogenólise do fígado.
Camundongos GCGR humanizados (C5713/6N) foram anestesiados (Nembutal IP, 50 mg/kg) no meio do círculo escuro. A veia porta foi então canulada e o fígado foi retirado e perfundido com uma solução tamponada préoxigenada de bicarbonate Krebs-Henseleit por 5-10 minutos que não foi inicialmente recirculada para lavar qualquer substrato endógeno. O fígado foi então colocado em um tubo em um tubo de 2 0mm de RMN e a solução d inicial de Krebs foi trocada por uma perfusão de Krebs-BSA (aproximadamente 72 ml, 2,5% BSA) , que foi recirculada. Espectroscopia de 31P RMN foi realizada inicialmente para examinar os níveis de ATP e fosfato inorgânico (Pi) para avaliar a viabilidade hepática. Um pool visível de 13C RMN de glicogênio foi então criado pela adição do substrato gliconeogênico [213C] Piruvato e cloreto de amônio (~7 mM e 1 mM, respectivamente) para o perfusado, e a quantidade de 13C glicogênio contida no fígado foi monitorada em tempo real via ressonância de Ci das unidades glicosil em glicogênio. Depois de 45 minutos, OXM, OXM-Q3E, glucagon ou veículo foi perfundido e a resposta subseqüente dos níveis de
145/161 glicogênio foi usada para avaliar a ativação de GCGR (Bergans e cols., NMR Biomed. 16: 36-46, (2003)). Secreção de insulina dependente de glicose (GDIS). Para medir GDIS, ilhotas pancreáticas de camundongo foram isoladas pelo método de colagenase que usa o procedimento de canulação de duto pancreático e purificação de gradiente de densidade (Mu e cols., Diabetes 55: 1.695-704, (2006)) e foram incubadas com 2 ou 16 mmol/1 de glicose. Insulina foi medida em alíquotas do tampão de incubação por ensaio imunoabsorvente ligado à enzima com um kit comercial (ALPCO Diagnostics, Windham, NH) . Os protocolos de estudo em animal foram revistos e aprovados pelo Merck Research Laboratories Institutional Animal Care and Use Committee em Rahway, NJ.
Espectroscopia de 13C-RMN foi usada para monitorar não invasivamente os níveis de glicogênio e glicose em resposta a tratamento agudo com os novos análogos de oxintomodulina em tempo real. Camundongos que expressam GCGR humano foram anestesiados (Nembutal IP, 50 mg/kg) aproximadamente no meio do circulo escuro. A veia porta foi então canulada e ligada e o fígado foi retirado. O fígado foi então colocado em um tubo de RMN de 20 mm e a solução de Krebs inicial foi trocada por um perfusado Krebs-BSA, que foi recirculado. Espectroscopia de 31P RMN foi realizada inicialmente para examinar os níveis de ATP e fosfato inorgânico (Pi) no fígado que podem ser usados para avaliar a viabilidade hepática. Um pool visível de 13C RMN de glicogênio foi então criado pela adição do substrato gliconeogênico [213C] Piruvato e NH4C1 e a quantidade de glicogênio contida no fígado foi monitorada em tempo real via ressonância de
146/161
Ci das unidades glicosil em glicogênio. Depois de aproximadamente 45 minutos, OXM ou um análogo de peptídeo de OXM foi infundido e a resposta subseqüente dos níveis de glicogênio foi usada para avaliar a ativação de GCGR humano. A área da ressonância de Ci das unidades de glicosil em glicogênio é organizada pelo tempo na Figura 1 para fígados que receberam os análogos de peptídeo de OXM, 50 pM glucagon, ou meio. Como pode ser observado abaixo, OXM nativa induz a glicogenólise em uma maneira dosedependente e induz à glicogenólise completa a 1,5 nM e tem uma EC50 aproximada de 0,5 nM, em comparação, OXM-Q3E induziu apenas cerca de 58% a 300 nM, consistente com sua pouca potência de agonista de GCGR.
Dada a capacidade de OXM de estimular uma resposta robusta de glicogenólise, nós também examinamos a ocupação de receptor de GCGR in vivo de OXM e OXM-Q3E em um ensaio de competição em camundongos de tipo selvagem. Três grupos de camundongos foram dosados com veículo (contagens totais), veículo e glucagon frio (ligação não específica), ou OXM-Q3E por via subcutânea. Cerca de 15 minutos depois da dose, 125I-glucagon foi administrados por via intravenosa e cerca de 15 minutos depois, o fígado foi coletado e a radioatividade total foi analisada. Como mostrado na Figura 2, glucagon (GCG) a 1,5 mpk gerou 84% de ocupação de GCGR, 3 mpk de OXM gerou 31% de ocupação de GCGR, e OXM-Q3E gerou 0% de ocupação de GCGR.
Com o uso dos peptídeos combinados, OXM, OXM-Q3E, nós investigamos os efeitos farmacológicos agudos e crônicos de co-agonismo de ambos receptores em um estudo de clamp hiperglicêmico crônico e um estudo de ingesta de alimento
147/161 (FI) e peso corporal (BW) crônicos (Tabela 5) e em um teste agudo de tolerância à glicose intraperitoneal (IPGTT, Figura 3). Embora ambos peptídeos tenham melhorado de modo eficaz a tolerância à glicose, OXM-Q3E foi melhor que a OXM 5 nativa na redução do pico de glicose nos modelos de camundongo magro e de obesidade induzida por dieta (DIO). No entanto, o peptídeo nativo provou ser superior na redução da ingesta de alimento e de peso corporal (ABW: -6% para OXM vs -2,4% para OXM-Q3E a 5 mg/kg) em camundongos 10 DIO, um efeito atribuído ao co-agonismo do GCGR. Em ambos paradigmas agudo e crônico, OXM nativa não causou pico aumentado de glicose.
Tabela 5 Pontos finais farmacodinâmxcos após uma infusão crônica por 14 dias de OXM e OXM-Q3E para avaliar a ingesta de alimento e efeitos sobre o peso corporal.
Medição Veículo OXM 0,5 mg/kg OXM 1,5 mg/kg OXM 5 mg/kg OXM- Q3E 0,5 mg/kg OXM- Q3E 1,5 mg/kg OXMQ3E 5 mg/kg
Alteração de peso cumulativa (g) 1,07 0,54 -3,5 -5,32 -0,21 -1,27 -0,21
Alteração de ingesta de alimento cumulativa (kcal) 228 223 206 199 215 213 207
Estudo de clamp hiperglicêmico.
Os camundongos DIO (16 semanas em dieta de alto teor
148/161 de gordura) foram anestesiados com xilazina e quetamina e cateterizados através da veia jugular interna direita 3 dias antes dos estudos in vivo. Glicose 25% foi infundida e ajustada para a duração do experimento para manter a hiperglicemia. Devido à meia-vida curta dos peptídeos (ambos são rapidamente inativados por dipeptidil peptidase IV e excretados pelo rim (Zhu e cols., J. Biol. Chem. 278: 22.418-23, (2003))), veículo, OXM (~16 pg/kg/m) e OXM-Q3E (~16 pg/kg/min) foram infundidos por via intravenosa durante os últimos 60 minutos do estudo. O cateter venoso foi usado para infusão, e amostras de sangue foram coletadas da veia da cauda. Cada animal foi monitorado para ingesta de alimento e ganho de peso depois da cirurgia para assegurar a recuperação completa. Clamps hiperglicêmicos foram realizados em camundongos conscientes, cateterizados como previamente descrito (Pocai e cols., Nature. 43: 1.026-31, (2005)). Resumidamente, a glicose plasmática foi medida por glicosímetro OneTouch a cada minutos durante o período de 2 horas. Vinte e cinco por cento de glicose (Dglicose, Sigma) foram infundidos por via i.v. e a taxa foi ajustada periodicamente para clamp os níveis plasmáticos de glicose (~20 mM). Uma hora depois do início da infusão, OXM (~16 pg/kg/m), OXM-Q3E (16 pg/kg/m) e veículo (solução salina estéril) foram administrados pelo restante do período. A taxa de infusão de glicose (GIR) foi ajustada ao peso corporal.
Os resultados do ensaio de clamp hiperglicêmico são mostrados nas Figuras 3A e 3B. Os níveis de glicemia foram mantidos a cerca de 20 mmol/L durante o clamp. Em animais tratados com OXM-Q3E, um aumento rápido e robusto na
149/161 infusão de glicose (GIR, taxa de infusão de glicose) foi necessário para manter a hiperglicemia comparado com camundongos tratados com veículo (GIR0-60 55±4 vs 6+2 mg/kg/min; OXM-Q3E vs veículo; p<0,05). OXM também aumentou a taxa de infusão de glicose necessária para manter a hiperglicemia (GIR0-60- 40±4 vs 6±2 mg/kg/min; OXM vs veículo, p<0,05) mas o aumento em GIR foi cerca de 30% menor que no grupo de OXM-Q3E (GIRO-60= 4 0+4 vs 55+4 mg/kg/min; OXM vs OXM-Q3E respectivamente, p<0,05), e o efeito de diminuição da glicose foi retardado (em cerca de 10 minutos) comparado aos camundongos tratados com OXM-Q3E, *p<,.05 vs veículo.
O efeito de OXM ou OXM-Q3E sobreo pico de glicose em camundongos magros C57BL/6N foi comparado. A Figura 4 mostra que tanto OXM ativa quanto análogos de peptídeo de OXM reduzem o pico de glicose. A administração subcutânea de cada peptídeo, antes da dose de dextrose (Cmax plasmática) em um teste de tolerância à glicose intraperitoneal (IPGTT), reduziu significativamente o pico de glicemia em uma maneira dose-dependente. Uma comparação da dose eficaz mínima indica que OXM-Q3E é cerca de 10 vezes mais eficaz na redução da glicose que o peptídeo nativo (EC50 in vivo 0,055 nM e 0,38 nM respectivamente).
Exemplo 8
OXM nativa tem uma meia-vida in vivo (ti/2) de cerca de 8 a 12 minutos em humanos, inadequada para terapia farmacológica sustentada. Portanto, nós investigamos a adição de substituintes volumosos ao peptídeo para reduzir a depuração renal.
Várias porções de PEG de peso molecular ou N-etil
150/161 maleimida foram conjugadas ao peptídeo de OXM em várias localizações através da molécula, por conjugação à cadeia lateral de um resíduo de cisteína introduzido. As posições que foram investigadas para conjugação com Cys N-etil 5 maleimida ou uma porção Cys-PEG são sublinhadas nas seqüências de aminoácidos a seguir para OXM (Id. de Seq. N°: 1) ou colocadas no terminal C de OXM.
HSQGT FTSDY SKILD SRRAQ DFVQW LMNTK RNRNN IA Inesperadamente, a PEGüilação (5 a 80 kDa) pareceu 10 diminuir severamente a capacidade do análogo de peptídeo de ativar GCGR ou GLP-1R e GCGR. Em alguns casos, a introdução de um resíduo de cisteína capped com N-etil maleimida foi suficiente para reduzir significativamente a atividade. Os resultados são mostrados na tabela 6).
Tabela 6
Análogo do Peptídeo Conjugado/ Posição GLP-1R ec50 (nM) GCGR EC50 (nM) % de ativaçã 0 de GCGR GCGR +10% soro (nM) , Troca em vezes Seletividade do Receptor
OXM33 5K-PEG/C38 115 75,3 78 - 0/0
OXM34 20K-PEG/C38 195 616 61 - 0/0
OXM35 40K-PEG/C38 716 142 71 - 0/0
OXM67 SK-PEG/C38 5,8 138 73 - +/0
OXM68 20K-PEG/C38 8,3 601 58 - +/0
OXM69 40K-PEG/C38 6 >1000 46 - +/0
OXM99 40K-PEG/C38 7,4 >1000 66 - +/0
OXMIOO 60K-PEG/C38 22,5 >1000 22 - ~/0
OXM103 40K-PEG/C20 6,2 203 75 - +/0
OXM105 40K-PEG/C2l 28,5 648 21 - ~/0
151/161
OXM107 40K-PEG/C24 29,7 >1000 30 - ~/0
OXM109 40K-PEG/C28 7,6 >1000 65 - +/0
OXM113 40K-EG/C38 93,3 >1000 58 - 0/0
OXM121 40K-PEG/C11 >125 ND - - 0/0
OXM124 40K-PEG/Ci2 >100 ND - - 0/0
Exemplo 9
Como uma alternativa à PEGüilação, nós avaliamos vários análogos de peptídeo de OXM lipidados para melhorias no perfil farmacocinético.
Nós conjugamos inicialmente os peptídeos com um grupo colesterol por meio da cadeia lateral de cisteína e novamente medimos sua capacidade de estimular a produção de cAMP em linhagens de células transfectadas com GLP-1R e GCGR. A conjugação ao terminal C foi a localização mais favorável para conjugação e os análogos de OXM com baixas potências de receptor nanomolar foram identificados. Inesperadamente, a análise desses peptídeos no ensaio ex vivo de glicogenólise de perfusão de fígado indicou que a potência do agonista de GCGR in vitro não refletia corretamente a ativação de GCGR no fígado (veja, OXM70 na Figura 5) . A medição da potência agonista em 10 a 2 0% plasma adicionado ao ensaio celular in vitro revelou uma troca sérica significativa que reduziu eficazmente a potência da molécula em mais que 40 vezes (veja a tabela 7) , sugerindo que as moléculas colesteroiladas ligadas a lipídeo e/ou proteína no plasma, reduzem a concentração eficaz.
Tabela 7
Potências in vitro de análogos de peptídeo de OXM lipidados selecionados
152/161
Peptídeo Conjugado/ posição GLP-1R EC50 (nM) GCGR EC50 (nM) % de ativação de GCGR GCGR +10% plasma (nM) , (troca em vezes) Seletividade plasmática alterada
OXM3 6 Colesterol /C38 0,1 12,1 107 ? 7 +/+
OXM70 Colesterol /C38 0,15 2,4 104 169 (70x) +/0
0XM212 Colesterol /C38 0,6 11,3 115 1034 (92x) +/0
OXM213 Colesterol /C38 0,3 27,6 107 1209 (44x) +/0
OXM110 Palmitoil/ K38 0,7 0,31 104 6,9 (23x) +/+
0XM115 0xa4- C0I/C38 0,08 0,33 100 0,64 (2x) +/+
0XM177 Palmitoil/ K38 0,1 0,59 93 3 (5x) +/+
OXM216 0xa4- C0I/C38 3,1 0,63 93 12 (19x) +/+
OXM229 Precursor de C38 7 7 7 Não testado 7
OXM208 Precursor de C38 7 ? 7 Não testado 7
OXM209 Precursor de C38 7 7 7 Não testado 7
A Figura 5A mostra a medição ex vivo de glicogenólise
153/161 em fígado perfundido na presença de OXM70, OXM110, OXM177, OXM115, e OXM216. A Figura 5B mostra a ocupação de GGCR após administração subcutânea (s.c.) ou intravenosa (i.v.) da OXM70, OXM110, OXM177, OXM115, e OXM216 comparada a OXM nativa em um ensaio de competição em camundongos de tipo selvagem.
Exemplo 10
Para aliviar os efeitos da ligação plasmática sobre o encaixe do receptor nós empregamos uma estratégia modificada para melhorar a farmacocinética por incorporação de um ligante hidrofílico entre o peptídeo e o grupo colesterol. A adição de um ligante tetra-etoxi (0xa4) entre a porção de colesterol e o peptídeo reduziu significativamente o efeito observado acima quando plasma foi adicionado ao ensaio baseado em célula, ou seja, reduziu a troca sérica a tão pouco quanto 2 vezes como mostrado na tabela 8. Além disso, a substituição de ácido aminoisobutírico (Aib) ou D-Serina OD-Ser) na posição dois do aminoácido também melhorou a afinidade de GLP-1R e GCGR. Nós confirmamos essas observações in vitro no ensaio ex vivo de glicogenólise e no ensaio de ligação de receptor de GCG (veja, a Tabela 8), que obtêm resultados que confirmaram que a conjugação de um grupo colesterol hidrofilicamente ligado ou uma cadeia acil resultou na identificação de moléculas que encaixaram eficientemente e ativaram o GCGR.
Tabela 8 Sumário das medições da interação de GGCR de vários peptídeos lipidados
Análogo Substitui- Conjuga- % 100% % RO @
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ção na posição dois ção de Glicoge -nólise Glicoge -nólise 3 mpk S.C.
Oxm-70 Aib Coleste- rol ~0% ® 10 nM 100% @ 100 nM ~0
Oxm-110 D-Ser Palmi- toil 100% @ 1 n 100% @ 10 nM Não testado
Oxm-177 Aib Palmi- toil 21% @ 1 nM 100% @ 4 nM 30 (±3)
Oxm-115 D-Ser Oxa4-Col 55% @ 0,3 nM 100% @ 3 nM 36(±12)
Oxm-216 Aib Oxa4-Col 0% @ 10 nM 88% @ 100 nM 10(±3)
Análise farmacodinâmica de análogos selecionados. Nós avaliamos a eficácia de vários peptídeos lipidados para reduzir o peso corporal, a ingesta de alimento (camundongos DIO) e melhorar o controle glicêmico (camundongos magros) 5 após administração aguda e crônica. Como mostrado nas Figuras 6 até 9, após uma dose subcutânea única, as moléculas lipidadas reduzem significativamente a ingesta de alimento e peso corporal agudamente e com eficácia sustentada. Como previsto a partir da análise in vitro, os 10 análogos que contêm grupos acil ou um ligante hidrofílico foram significativamente mais eficazes que os outros análogos de OXM lipidados sítio-específicos na redução da ingesta de alimento e peso corporal nesse modelo.
A Figura 6 sumariza a eficácia aguda in vivo de OXM70 15 sobre a redução da ingesta de alimento e peso corporal em camundongos DIO estabelecidos. A Figura 7 sumariza a eficácia aguda in vivo de OXM110 e OXM177 sobre a redução
155/161 da ingesta de alimento e peso corporal em camundongos DIO estabelecidos. A Figura 8 sumariza a eficácia aguda in vivo de OXM216, OXM115, e OXM177 sobre a redução da ingesta de alimento e peso corporal em camundongos DIO estabelecidos. Em todos os três experimentos, camundongos DIO machos C57BL/6 com acesso à vontade ao alimento, (cerca de 51 g cada) foram pesados e dosados ip com veículo (água) ou análogo de OXM, OXM70, ΘΧΜ110, OXM177, OXM216, ou OXM115 cerca de 3 0 minutos antes da instalação da fase escura. A ingesta de alimento foi medida cerca de duas horas e 18 horas depois. As alterações no peso corporal em 18 horas (de um dia para o outro) também foram medidas *P < 0,05 vs. veículo, n = 5-6 por grupo).
Efeitos crônicos da ingesta de alimento e peso corporal
Para determinar os efeitos crônicos dos análogos sobre a energia e metabolismo de glicose, foram realizados estudos em um modelo de camundongo de obesidade induzida por dieta (DIO) estabelecido. Camundongos machos de tipo selvagem C57BL/6N com acesso à vontade ao alimento (n = 6 por grupo, peso corporal médio ~50g) foram dosados com veículo, OXM115, OXM177, ΘΧΜ110 a 3 ou 10 mg/kg em dias alternados (Q2D) em, um estudo de 14 dias consecutivos. 0 peso corporal, ingesta de alimento e níveis basais de glicose foram medidos diariamente. Como mostrado nas Figuras 9A e 9B, tratamento crônico com os análogos lipidados reduziram significativamente o peso corporal e ingesta de alimento em uma maneira dose-dependente por toda a duração do estudo. A Figura 9C mostra a glicose basal pelo período de tempo do estudo em resposta aos vários peptídeos.
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Todos os peptídeos lipidados testados reduziram significativamente a glicose basal em uma maneira dosedependente por toda a duração do estudo comparado ao dia 0 do estudo crônico e com animais tratados com veículo no mesmo dia (p<0,05). Um IPGTT foi realizado no 13° dia, e mostrou que a tolerância à glicose foi melhorada após a administração crônica dos análogos lipidados, em uma maneira dose-dependente (Figuras 9D).
Melhoria da tolerância à glicose
Como mostrado nas Figuras 10 a 13, em camundongos magros C57BL/6N IPGTT, a administração subcutânea dos análogos de peptídeo de OXM, antes da dose de dextrose em tempo adequado para corresponder à Cmax plasmática, reduziu significativamente o pico de glicemia em uma maneira dosedependente, para todos os análogos lipidados testados.
Efeitos da taxa metabólica
Para estabelecer se a administração do análogo de OXM115 ligado a tetra-etoxi colesteroilado confere uma taxa metabólica, um estudo crônico foi realizado, com uma injeção única de OXM115. Machos de camundongos B6 DIO (peso corporal médio inicial de 55 g) foram aclimatados a câmaras de taxa metabólica sem alimento em termoneutralidade (T 29°C). Um período de três horas de 6:00 a 9:00 am foi usado para calcular a taxa metabólica de repouso. Três horas na fase de luz (9:00 da manhã), veículo (dH2O) , OXM115 a 3 ou 10 mg/kg foi administrada por via subcutânea. O tempo do ciclo total foi ajustado para 20 minutos, consistindo em uma leitura de referencia com um tempo de fixação de 70 segundos e um período de medição de 10 segundos bem como um tempo de acomodação de 60 segundos e tempo de medição de 10
157/161 segundos para cada uma das 16 gaiolas. Os resultados mostrados nas Figuras 14A e B mostram que a administração de OXM115 de maneira dose-dependente aumentou a taxa metabólica aguda em camundongos DIO.
A Figura 15 sumariza a eficácia aguda in vivo de OXM303, OXM304, e OXM305 sobre a redução da ingesta de alimento e peso corporal em camundongos DIO estabelecidos e mostra OXM305 como sendo particularmente eficaz na redução da ingesta de alimento e redução do peso corporal. Camundongos DIO machos C57BL/6 com acesso à vontade ao alimento, (cerca de 50 g cada) foram pesados e dosados por via s.c. com veículo (água) ou análogos de OXM 3 0 minutos antes da instalação da fase escura. A ingesta de alimento foi medida duas horas, 18 e 42 horas depois. As alterações no peso corporal em 18 e 42 horas (de um dia para o outro) também foram medidas *P < 0,05 vs. veículo, n = 5-6 por grupo).
A Figura 16 sumariza a eficácia aguda in vivo de OXM395, OXM399, OXM400, e OXM401 sobre a redução da ingesta de alimento e peso corporal em camundongos DIO estabelecidos. OXM401 é um peptídeo de controle 0/+ que tem a seqüência HAibEGTFTSDYSKILDSRRAQDFVQWLmNTK-γΕ-γΕC(Oxal2Chol) (Id. de Seq. N°: 99).
Camundongos DIO estabelecidos (~52g cada) foram dosados por via s.c. com veículo (3 0% HBC) ou peptídeo 1 mg/kg cerca de 3 0 minutos antes da instalação da fase escura. A ingesta de alimento e alterações no peso corporal foram medidas por um período de tempo de quatro dias (* P < 0,05 vs. veículo, n = 5 por grupo).
Exemplo 11
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Este exemplo mostra que os peptídeos lipidados com um pi acima de 7 baseado na seqüência de OXM estimulam a degranulação de mastócitos enquanto os peptídeos lipidados com um pi de cerca de 5 parecem não estimular a degranulação de mastócitos.
Para avaliar o potencial de liberação de histamina dos análogos de oxintomodulina, nós estabelecemos um ensaio contr-selecção in vitro que usa uma linhagem de mastócitos humanos LAD2 . As células LAD2 (50.000 células/cavidade, placa de 96 cavidades) foram incubadas com compostos por 30 minutos. A degranulação de células LAD2 foi determinada por quantificação da β-hexosaminidase liberada nos sobrenadantes e em lisados de células depois da hidrólise de 4-metilumbellifeiil-N-acetil-(3-D-glicosaminida. Os resultados são expressos como percentagem de liberação de β-hexosaminidase, calculada como percentual do teor total. A Tabela 1 sumariza a potência de degranulação (EC50) de análogos de OXM em células LAD2. Os resultados sugerem que para reduzir a probabilidade de estimular a degranulação de mastócitos, o pi para análogos lipidados deve ser por volta de 5.
Tabela 9 Potência de degranulação de OXM nativa e de análogos de OXM
Peptídeo EC50 (μΜ)
OXM > 10
OXM 115 0,01-0,04
OXM238 1,5
OXM303 0,1
OXM305 0,1
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OXM392 0,3
OXM399 0,3
OXM400 > 10
OXM401 > 10
OXM404 > io
OXM408 > 10
OXM409 > 10
OXM410 > 10
OXM411 > 10
Exemplo 12
Este exemplo apresenta tabelas que mostram as potências in vitro de vários análogos de peptídeo no receptor de GLP-1 humano (hGLP-1 R) e no receptor de 5 glucagon humano (hGCGR). As potências in vitro mostradas na tabela 10 ou Tabela 11 foram determinadas a partir dos resultados de ensaios que foram similares aos ensaios de cAMP baseados em célula descritos nessa acima (Tabela 10) ou nos ensaios de cAMP baseados em célula descritos no 10 Pedido Publicado Internacional No. WO 2008101017, que é aqui incorporado em sua totalidade, em particular, os ensaios de cAMP baseados em célula descritos nessa (Tabela 11) .
Tabela 10 Potências in vitro de análogos de peptídeo selecionados
Peptídeo Pi hGLP-lR hGLP-lR hGCGR hGCGR
EC50 (nM) +20% EC50 (nM) +20%
Plasma plasma
EC50 (nM) EC50 (nM)
OXM345 5,4 5,1 >1000 0,1 >1000
OXM380 5,4 0,3 30,7 0,1 3,4
160/161
OXM381 5,2 0,002,-0, 02 1,9,-1,9 0,0002,-0,006 0,8,-0,9
OXM389 - 0,03 - 0,02 -
OXM392 5,4 0,03 3,0 0,03 0,3
OXM395 5,4 0,7 3,3 10 119
OXM399 5,4 0,05 5,7 0,01 0,4
OXM400 5,4 0,07 1,9 0,01 0,8
OXM401 5,4 0,23 2,9 0,09 0,3
ΘΧΜ409 5,5 - 0,7 - 0,1
OXM411 5,4 - ο,ι - 0,2
OXM414 5,4 - 0,07 - 0,15
OXM416 5,5 - 0,09 - 1,40
OXM417 5,5 - 0,15 - 0,40
OXM418 5,5 - 0,30 - 0,30
Tabela 11 Potências in vitro de análogos de peptídeo selecionados
Peptídeo hGLP-1 R EC50 (nM) hGCGR EC50 (nM)
MM 111 0,007 0,005
MM102 0,034 0,003
MM 103 0,026 0,005
MM 113 0,023 0,006
OXM414 0,007 0,005
MM114 0,036 0,019
MM115 1, 083 1,313
MM116 0,132 0,85
MM117 0,93 0,25
MM121 0,131 0,006
MM132 0,024 0,004
161/161
OXM418 0,026 0,002
Embora a presente invenção seja aqui descrita com referência a modalidades ilustradas, deve ser compreendido que a invenção não é limitada a elas. Aqueles com 5 habilidade comum na técnica e acesso aos ensinamentos dessa reconhecerão modificações e modalidades adicionais dentro do escopo dessa. Portanto, a presente invenção é limitada apenas pelas reivindicações aqui anexadas.

Claims (10)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Análogo de peptídeo caracterizado pelo fato de compreender a estrutura:
    Z1-P-M-Z2 em que P é um peptídeo tendo a sequência de aminoácidos
    HX1QGTFTSDX2SX3YLDX4X5X6AX7DFVQWLX8NTKX9X10 (Id. de Seq.
    N°: 110) em que X1 é uma D-serina, ácido α-aminoisobutírico (aib), resíduo de ácido 1-amino-1-ciclobutano carboxílico (Acb), ácido 1-Amino-1-ciclohexano carboxílico (Acx); ácido alfa aminobutírico (Abu); ácido D-alfa-aminobutírico (DAbu); ácido aminovalérico (Nva); beta-ciclopropil-alanina (Cpa); propargilglicina (Prg); alil glicina (Alg); ácido 2amino-2-ciclohexil-propanóico (2-Cha); D-terc-butilglicina (D-tbg); Vinilglicina (Vg); ácido 1-amino-1-ciclopropano carboxílico (Acp); ou resíduo de ácido 1-Amino-1ciclopentano carboxílico (Acpe);
    X2 é um resíduo de tirosina (Y) ou lisina (K);
    X3 é um resíduo de serina (S) ou lisina (K);
    X4 é um resíduo de serina (S), ácido α-aminoisobutírico (aib) ou ácido glutâmico (E);
    X5 é um resíduo de arginina (R) ou ácido glutâmico (E); X6 é um resíduo de arginina (R) ou alanina (A); X7 é um resíduo de glutamina (Q) ou lisina (K);
    X8 é um resíduo de metionina (M), norleucina (Nle), sulfóxido de metionina (m) ou O-metil-L-homoserina (o);
    X9 é um resíduo de ácido gama glutâmico (yGlu);
    X10 é um resíduo de ácido gama glutâmico (yGlu) ou ausente;
    Z1 é um grupo de proteção opcionalmente presente que,
    Petição 870190119000, de 18/11/2019, pág. 14/16
  2. 2/3 se presente, é unido ao Grupo amino de terminal N;
    M é (i) um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção de colesterol por um ligante hidrofílico, (ii) um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção lipídica por um espaçador que compreende um ou mais resíduos de ácido gama glutâmico, ou (iii) uma porção lipídica, em que M é covalentemente ligado ao terminal C ou aminoácido interno de P por um espaçador que compreende um ou mais resíduos de ácido gama-glutâmico; e
    Z2 é um grupo de proteção opcionalmente presente que, se presente, é unido ao grupo carboxi de terminal C; e sais farmaceuticamente aceitáveis destes, em que o análogo de peptídeo ou sal deste tem um pI de menos que 6,0 e é um agonista duplo de receptor GLP-1 e agonista de receptor de glucagon.
    2. Análogo de peptídeo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que M é um resíduo de cisteína covalentemente ligado a uma porção de colesterol com um ligante hidrofílico e o resíduo de cisteína é ligado ao terminal C de P.
  3. 3. Análogo de peptídeo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que M é um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção lipídica por um espaçador que compreende um ou mais resíduos de ácido gama glutâmico e o resíduo de lisina é ligado ao terminal C de P.
  4. 4. Análogo de peptídeo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que M é um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção lipídica por um espaçador que compreende um ou mais resíduos de ácido gama glutâmico e o resíduo de lisina está na posição X2 ou X7 de P.
    Petição 870190119000, de 18/11/2019, pág. 15/16
    3/3
  5. 5. Análogo de peptídeo, de acordo com a reivindicação
    1, caracterizado pelo fato de que o ligante hidrofílico é um polímero de etoxi que inclui uma a vinte e quatro unidades etoxi.
  6. 6. Análogo de peptídeo, de acordo com a reivindicação
    1, caracterizado pelo fato de que o ligante hidrofílico é um polímero de etoxi que inclui quatro unidades etoxi.
  7. 7. Análogo de peptídeo, de acordo com a reivindicação
    1, caracterizado pelo fato de que a porção lipídica é uma porção palmitoil.
  8. 8. Análogo de peptídeo, de acordo com a reivindicação
    1, caracterizado pelo fato de que o análogo de peptídeo é OXM319 (Id. de Seq. N°: 62); OXM327 (Id. de Seq. N°: 66); ou
    OXM329 (Id. de Seq. N°: 67), OXM383 (Id. de Seq. N°: 78) ou
    OXM388 (Id. de Seq. N°: 79).
  9. 9. Análogo de peptídeo, de acordo com a reivindicação
    1, caracterizado pelo fato de que M é um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma porção lipídica por um espaçador que compreende um ou mais resíduos de ácido gama glutâmico e o resíduo de lisina está ligado ao terminal C de P ou M é um resíduo de lisina covalentemente ligado a uma fração lipídica por um espaçador que compreende um ou mais resíduos de ácido gama glutâmico e o resíduo lisina está na posição X2 ou X7 de P.
  10. 10. Análogo de peptídeo, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que a porção lipídica é uma porção palmitoil, miristoil ou estearoil.
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