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BRPI0903854A2 - mecanismo de acionamento de válvula esférica - Google Patents

mecanismo de acionamento de válvula esférica Download PDF

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BRPI0903854A2
BRPI0903854A2 BRPI0903854-0A BRPI0903854A BRPI0903854A2 BR PI0903854 A2 BRPI0903854 A2 BR PI0903854A2 BR PI0903854 A BRPI0903854 A BR PI0903854A BR PI0903854 A2 BRPI0903854 A2 BR PI0903854A2
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
valve
drive mechanism
valve housing
assembly according
cantilever
Prior art date
Application number
BRPI0903854-0A
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English (en)
Inventor
Joseph Graham
Original Assignee
Tyco Healthcare
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Tyco Healthcare filed Critical Tyco Healthcare
Publication of BRPI0903854A2 publication Critical patent/BRPI0903854A2/pt

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Abstract

A presente invenção refere-se a um conjunto de válvula para uso com um conjunto de cateter. O conjunto de válvula inclui um alojamento de válvula adaptado para o engate por fluido com um conjunto de cateter, o alojamento de válvula definindo um eixo geométrico longitudinal e possuindo uma passagem interna para o fluxo de fluidos com relação ao conjunto de cateter, um elemento de válvula pelo menos parcialmente disposto dentro do alojamento de váluIa e definindo uma passagem de válvula, o elemento de válvula adaptado para realizar o movimento dentro do alojamento de válvula entre uma posição aberta na qual a passagem de válvula está em alinhamento geral com a passagem interna do alojamento de válvula para permitir o fluxo de fluidos através do alojamento de válvula e uma posição fechada para obstruir substancialmente a passagem interna do alojamento de válvula, e um mecanismo de acionamento montado no alojamento de válvula e conectado de ftrma operacional ao elemento de válvula, o mecanismo de acionamento sendo seletivamente móvel em uma direção longitudinal geral para causar o movimento correspondente do elemento de válvula entre a posição aberta e a posição fechada.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MECANISMODE ACIONAMENTO DE VÁLVULA ESFÉRICA".
Antecedentes
Campo Técnico
A presente invenção refere-se a conjuntos de válvula para sis-temas de cateter. Mais particularmente, a presente invenção refere-se a con-juntos de válvula incluindo mecanismos de acionamento linear para a rota-ção de uma válvula esférica para abrir e fechar uma passagem de fluidodentro dos conjuntos.
Antecedentes da Técnica Relacionada
Cateteres de acesso podem ser de lúmen único, lúmen duplo emúltiplos lúmens e podem ser utilizados para uma variedade de procedimen-tos, incluindo diálise e coleta de urina. O corpo principal do cateter é projeta-do para o engate operável com um paciente e a extremidade proximal ouexterna inclui extensões, uma para cada lúmen. É prática comum se criaressas extensões a partir da tubulação flexível de forma que a tubulação pos-sa ser manipulada fora do corpo e mantida em qualquer posição convenienteutilizando revestimentos cirúrgicos. A tubulação geralmente porta um conec-tor de trava luer em sua extremidade livre para fixação às linhas de fluido epara fechamento e vedação subsequentes dos lúmens quando o cateter nãoestiver em uso. Visto que esses conectores têm a tendência de falhar, étambém prática comum se colocar um prendedor em cada uma das exten-sões para deformar a tubulação e agir como um segundo mecanismo de en-cerramento.
Tubos flexíveis e prendedores não são satisfatórios para uso noscateteres de acesso por várias razões. O problema mais sério é que, vistoque os prendedores fecham a tubulação através de uma ação de aperto, seo prendedor estiver no lugar por uma duração significativa de tempo, a tubu-lação pode não se recuperar quando o prendedor for liberado. A dobra resul-tante na tubulação causa problemas de fluxo, e nos casos extremos, o cate-ter precisa ser removido visto que o tubo não está mais no paciente. Esseproblema é mais constante em cateteres que possuem extensões tubularestermoplásticas feitas de polivinilcloreto (PVC) ou poliuretano (PU).
Descobriu-se também que a menos que os prendedores utiliza-dos para apertar e fechar a tubulação sejam alinhados com precisão antesde engatar a tubulação, os prendedores podem desengatar a tubulação porum impacto menor. Adicionalmente, prendedores convencionais tendem aapresentar bordas afiadas que são necessárias para dobrar a tubulação.Essas bordas afiadas podem resultar no corte e/ou cisalhamento da tubula-ção, particularmente quando a tubulação de borracha de silicone é utilizada.
De acordo, existe uma necessidade permanente de se criar umconjunto de válvula para uso em um cateter de acesso que inclua pelo me-nos um mecanismo de acionamento para regular o fluxo através do catetersem detrimento ao cateter ou tubulação.
Sumário
Um conjunto de válvula para uso com um conjunto de cateter éfornecido. O conjunto de válvula inclui um alojamento de válvula adaptadopara engate de fluido com um conjunto de cateter, o alojamento de válvuladefinindo um eixo geométrico longitudinal e possuindo uma passagem inter-na para fluxo de fluidos com relação ao conjunto de cateter, um elemento deválvula pelo menos parcialmente disposto dentro do alojamento de válvula edefinindo uma passagem de válvula, o elemento de válvula adaptado pararealizar o movimento dentro do alojamento de válvula entre uma posiçãoaberta na qual a passagem de válvula está em alinhamento geral com apassagem interna do alojamento de válvula para permitir o fluxo de fluidosatravés do alojamento de válvula, e uma posição fechada para obstruir subs-tancialmente a passagem interna do alojamento de válvula, e um mecanismode acionamento montado no alojamento de válvula e conectado de formaoperacional ao elemento de válvula, o mecanismo de acionamento móvelseletivamente em uma direção longitudinal geral para causar o movimentocorrespondente do elemento de válvula entre a posição aberta e a posiçãofechada.
O elemento de válvula pode ser adaptado para realizar o movi-mento rotativo dentro do alojamento de válvula para mover entre a posiçãoaberta e a posição fechada. A passagem de válvula do elemento de válvulapode ser geralmente desalinhada com relação à passagem interna do aloja-mento de válvula quando na posição fechada do elemento de válvula. O e-lemento de válvula pode definir um formato geralmente esférico. O meca-nismo de acionamento pode ser móvel com relação ao alojamento de válvulaentre uma primeira posição correspondente à posição aberta do elemento deválvula e uma segunda posição correspondente à posição fechada do ele-mento de válvula. O mecanismo de acionamento pode ser adaptado para sertravado de forma liberável com relação ao alojamento de válvula quando empelo menos uma das primeira e segunda posições.
O alojamento de válvula pode incluir adicionalmente um elemen-to em cantiléver engatável com o mecanismo de acionamento para prenderde forma seletivamente liberável o mecanismo de acionamento em uma den-tre as primeira e segunda posições. Um elemento de liberação pode sermontado com relação ao mecanismo de acionamento e seletivamente móvelpara causar o movimento correspondente do elemento em cantiléver e libe-rar o mesmo do engate operacional com um elemento de travamento do me-canismo de acionamento, para, dessa forma, permitir o movimento do me-canismo de acionamento. O elemento de liberação pode ser normalmenteorientado para uma posição correspondente a uma condição presa do ele-mento em cantiléver com relação ao mecanismo de acionamento. O elemen-to de travamento pode engatar o elemento em cantiléver, o elemento emcantiléver adaptado para articular da condição presa para uma condiçãonão-presa com relação ao mecanismo de acionamento mediante o movi-mento do elemento de liberação para, dessa forma, permitir o movimento domecanismo de acionamento.
O mecanismo de acionamento pode ser adaptado para ser tra-vado de forma liberável com relação ao alojamento de válvula quando emcada uma das primeira posições. O conjunto de válvula pode incluir adicio-nalmente primeiro e segundo elementos em cantiléver, o primeiro elementoem cantiléver pode ser adaptado para prender de forma liberável o meca-nismo de acionamento na primeira posição, o segundo elemento em cantilé-ver adaptado para prender de forma liberavel o mecanismo de acionamentona segunda posição. Cada um dos primeiro e segundo elementos em canti-léver pode ser adaptado para articular para a condição não-presa com rela-ção ao mecanismo de acionamento mediante o movimento do elemento deliberação. O elemento de liberação pode ser normalmente orientado parauma posição não-acionada correspondendo à condição presa do elementoem cantiléver. O alojamento de válvula pode incluir um acoplamento adapta-do para conexão com o conjunto de cateter.
Outra modalidade de um conjunto de válvula para uso com umconjunto de cateter também é fornecida. O conjunto de válvula inclui um alo-jamento de válvula adaptado para engate de fluido com um conjunto de cate-ter, o alojamento de válvula definindo um eixo geométrico longitudinal e pos-suindo uma passagem interna para fluxo de fluidos com relação ao conjuntode cateter, o elemento de válvula sendo adaptado para realizar o movimentodentro do alojamento de válvula entre uma posição aberta na qual a passa-gem de válvula está em alinhamento geral com a passagem interna do alo-jamento de válvula para permitir o fluxo de fluidos através do alojamento deválvula, e uma posição fechada para obstruir substancialmente a passageminterna do alojamento de válvula, e um mecanismo de acionamento montadono alojamento de válvula e conectado de forma operacional ao elemento deválvula, o mecanismo de acionamento sendo seletivamente móvel entre umaprimeira posição que corresponde à posição aberta do elemento de válvula euma segunda posição correspondente à posição fechada do elemento deválvula, o mecanismo de acionamento sendo adaptado para ser travado deforma liberavel com relação ao alojamento de válvula quando em pelo me-nos uma das primeira e segunda posições.
O mecanismo de acionamento pode ser adaptado para ser tra-vado de forma liberavel em cada uma das primeira e segunda posições. Oalojamento de válvula pode incluir primeiro e segundo elementos em cantilé-ver, o primeiro elemento em cantiléver adaptado para prender de forma libe-ravel o mecanismo de acionamento na primeira posição, o segundo elemen-to em cantiléver adaptado para prender de forma liberavel o mecanismo deacionamento na segunda posição.
Um elemento de liberação pode ser montado com relação aomecanismo de acionamento e seletivamente móvel para causar o movimen-to correspondente de um dos primeiro e segundo elementos em cantileverpara causar a liberação de um dos primeiro e segundo elementos em canti-lever do engate operacional com o mecanismo de acionamento, para dessaforma permitir o movimento do mecanismo de acionamento. Os primeiro esegundo elementos em cantilever adaptados para articular de uma condiçãopresa para uma condição não-presa com relação ao mecanismo de aciona-mento mediante o movimento do elemento de liberação para dessa formapermitir o movimento do mecanismo de acionamento, cada elemento emcantilever sendo normalmente orientado na direção da condição presa.
Descrição dos Desenhos
Os desenhos em anexo, que são incorporados em e constituemuma parte dessa especificação, ilustram modalidades da descrição e, junta-mente com uma descrição geral da descrição fornecida acima, e descriçãodetalhada das modalidades fornecida abaixo, servem para explicar os prin-cípios da descrição, em que :
a figura 1 é uma vista em perspectiva de um conjunto de cateterincluindo uma modalidade de conjuntos de válvula de acordo com a presentedescrição;
a figura 2a é uma vista lateral transversal parcial do conjunto deválvula do conjunto de cateter da figura 1, em uma primeira condição aberta;
a figura 2b é uma vista superior do conjunto de válvula da figura2a;
a figura 3 é uma vista lateral transversal parcial do conjunto deválvula das figuras 2a e 2b, com um elemento de liberação em uma condi-ção pressionada;
a figura 4a é uma vista lateral transversal parcial do conjunto deválvula das figuras 2a a 3, em uma segunda condição fechada;
a figura 4b é uma vista superior do conjunto de válvula da figura 4a;a figura 5 é uma vista lateral transversal de uma modalidade al-ternativa de um conjunto de válvula de acordo com a presente descrição emuma primeira condição aberta;
a figura 6 é uma vista lateral transversal do conjunto de válvulada figura 5, com um elemento de liberação em uma condição pressionada;
a figura 7 é uma vista lateral transversal do conjunto de válvuladas figuras 5 e 6, em uma condição intermediária; e
a figura 8 é uma vista lateral transversal do conjunto de válvuladas figuras de 5 a 7 em uma segunda condição fechada.
Descrição Detalhada
Com referência inicialmente à figura 1, um conjunto de cateterincluindo conjuntos de válvula de acordo com uma modalidade da presentedescrição é ilustrado geralmente como um conjunto de cateter 5. De formabreve, o conjunto de cateter 5 inclui um eixo de lúmen duplo 6 em uma pri-meira extremidade e um par de extensões tubulares 10, 12 em uma extremi-dade oposta. As extensões tubulares 10,12 são acopladas por fluido ao eixo6 e incluem conectores 11, 13, respectivamente, e os conjuntos de válvula100, 100a. Apesar de as modalidades da presente descrição serem descri-tas como refere-se ao conjunto de cateter 5, os conjuntos de válvula da pre-sente descrição não devem ser considerados limitados ao uso com o conjun-to de cateter 5. É desejado que as modalidades da presente descrição possaser modificadas para uso com vários sistemas de fluido, incluindo, mas nãolimitado a, diálise, coleta de urina, alimentação enteral, e auxílio à respiração.
Ainda com referência à figura 1, os conjuntos de válvula 100,100a são substancialmente idênticos um ao outro e serão descritos com re-ferência ao conjunto de válvula 100. Com referência agora às figuras 2a e2b, o conjunto de válvula 100 inclui um alojamento de válvula 110, um ele-mento de válvula 120 recebido de forma rotativa dentro do alojamento deválvula 110, e um mecanismo de acionamento 130 montado de forma desli-zante ao alojamento de válvula 110 e engatado de forma operacional ao e-lemento de válvula 120.Com referência ainda às figuras 2a e 2b, o alojamento de válvula110 inclui primeira e segunda metades de alojamento 112a, 112b. As meta-des de alojamento 112a, 112b podem ser formadas como ilustrado na figura2b, como uma imagem espelhada dos primeiro e segundo lados 112a, 112bou o alojamento 110 pode ser dividido em seções superior e inferior 212a,212b (figura 5). As metades do alojamento 112a, 112b são afixadas uma àoutra utilizando qualquer método convencional, incluindo, adesivo, cola, uni-ão química, solda ultrassonica, conexão por encaixe por pressão, e fixadoresmecânicos. O alojamento 110 define um eixo geométrico longitudinal "X" einclui uma extremidade proximal 110a, uma extremidade distai 110b e umapassagem interna 113 entre as mesmas. Em uma modalidade, as extremi-dades proximal e distai 110a, 110b incluem encaixes de conexão 111a,111b. Em uma modalidade alternativa, as extremidades proximal e/ou distai110a, 110b podem ser formadas integralmente dentro do conjunto de cateter5 (figurai).
Ainda com referência às figuras 2a e 2b, uma parte de recorteesférica 115 é formada ao longo da passagem interna 113 do alojamento deválvula 110. A parte recortada 115 é dimensionada para receber o elementode válvula 120. Como será discutido em maiores detalhes abaixo, o elemen-to de válvula 120 define um elemento substancialmente esférico na forma deuma válvula esférica 122. A parte recortada 115 inclui uma extremidade su-perior aberta 115a configurada para receber uma haste 124 se estendendo apartir da válvula esférica 122. Como também será discutido em maiores de-talhes abaixo, o comprimento da extremidade superior aberta 115a da parterecortada 115 depende do ângulo através do qual a válvula esférica 122 de-ve se mover para girar de uma posição aberta (figura 2a) para uma posiçãofechada (figura 4a). Quanto menor o grau de rotação, menor a extremidadesuperior aberta 115a. O inverso também é verdadeiro, quanto maior o graude rotação necessário para se abrir ou fechar a válvula esférica 122, maior otopo aberto 115a.
Uma superfície superior 110c do alojamento de válvula 110 éconfigurada para receber de forma deslizante o mecanismo de acionamento130. A superfície superior 110c define uma parte com recesso 117. A partecom recesso 117 inclui sulcos ou trilhos opostos 117a se estendendo aolongo de um comprimento para engatar de forma operacional o elemento detrava 132 do mecanismo de acionamento 130. Os sulcos 117a são configu-rados para receber as linguetas 133 formadas no elemento de trava 132. Ossulcos 117a se estendem pelo comprimento da parte com recesso 117 e sãoconfigurados de forma que o elemento de trava 132 possa atravessar ocomprimento da parte com recesso 117a partir de uma primeira posiçãotravada (figura 2a) para uma segunda posição travada (figura 4a). A partecom recesso 117 inclui adicionalmente elementos em cantiléver opostos118, 119. Os elementos em cantiléver 118, 119 podem ser formados emuma ou ambas as metades de alojamento 112a, 112b e podem se estenderpela largura da parte em recesso 117. Os elementos em cantiléver 118, 119incluem primeiras extremidades internas 118a, 119a, respectivamente, afi-xadas de forma segura ao alojamento 110 e segundas extremidades exter-nas 118b, 119b, respectivamente, se estendendo ao longo do e espaçadoscom relação ao alojamento 110. As segundas extremidades externas 118b,119b flexionam com relação ao alojamento 110. Dessa forma, as segundasextremidades externas 118b, 119b são configuradas para engatar seletiva-mente as superfícies de engate 134b formadas na primeira seção 134 doelemento de trava 132.
De volta brevemente à figura 2a, como notado acima, o elemen-to de válvula 120 inclui uma válvula esférica 122 possuindo uma haste 124se estendendo a partir da mesma. A válvula esférica 122 é dimensionadapara ser recebida em um recorte 115 do alojamento de válvula 110. Quandoa válvula esférica 122 é recebida no recorte 115, a haste 124 se estendeatravés de uma extremidade superior aberta 115a para engatar o recesso136a formado na segunda seção 136 do elemento de trava 132. A válvulaesférica 122 define uma passagem 123 configurada para alinhar com a pas-sagem interna 113 do alojamento de válvula 110 quando o conjunto de vál-vula 100 está na primeira posição aberta (figura 2a) para permitir o fluxo defluido (não ilustrado) através do conjunto de válvula 100. O avanço da haste124, na direção da seta "A", dentro da extremidade superior aberta 115a dorecorte 115 causa a rotação da válvula esférica 122, e, dessa forma, o desa-linhamento da passagem 123 e da passagem interna 113. Como discutidoacima, a extremidade superior aberta 115a do recorte 115 tem o comprimen-to suficiente para permitir o avanço da haste 124 para causar a rotação daválvula esférica 122 a partir de uma primeira posição (figura 2a) em que apassagem 123 e a passagem interna 113 são completamente alinhadas,para uma segunda posição (figura 4a) na qual a passagem 123 e a passa-gem interna 113 estão completamente desalinhadas.
Os diâmetros da válvula esférica 122 e da passagem 123 deter-minam a distância linear que a haste 124 deve percorrer para garantir o de-salinhamento completo da passagem 123 e da passagem interna 113. Porexemplo, se a válvula esférica 122 tiver 10 mm de diâmetro e a passagem123 tiver 5 mm de diâmetro, a válvula 124 deverá percorrer 5,8 mm ou 60°de rotação para girar a válvula esférica 122 da primeira posição para a se-gunda posição. A redução do diâmetro da válvula esférica 122 para cerca de7 mm. enquanto mantendo a passagem 123 a 5 mm exigiria um mínimo dedistância de percurso linear da haste 124 de 7 mm ou 90° de rotação.
Com referência novamente às figuras 2a e 2b, o mecanismo deacionamento 130 inclui elemento de trava 132, um elemento de liberação138 e um elemento de orientação 140. O mecanismo de acionamento 130 éconfigurado de forma a ser posicionado de forma seletiva com relação aoalojamento de válvula 110 a partir de pelo menos a primeira posição aberta(figura 2a) para pelo menos a segunda posição fechada (figura 4b). Em umamodalidade, o mecanismo de acionamento 130 é configurado para ser enga-tado pelo polegar de um médico (não ilustrado).
O elemento de trava 132 inclui as primeira e segunda seções134, 136 e define uma abertura 135 entre as mesmas para o recebimento doelemento de liberação 138. As primeira e segunda seções 134, 136 podemser formadas integralmente, ou ao invés disso podem ser afixados de formasegura um ao outro utilizando qualquer método convencional, incluindo, a-desivo, cola, união química, solda ultrassônica, conexão de encaixe porpressão, e fixadores mecânicos. Preferivelmente, as primeira e segunda se-ções 134, 136 não são conectadas até que o elemento de liberação 138 te-nha sido recebido. A primeira seção 134 define uma parte com recesso 134aconfigurada para o engate operável por um médico. A primeira seção 134inclui adicionalmente superfícies de engate 134b configuradas para engataras segundas extremidades externas 118b, 119b dos elementos em cantilé-ver 118, 119, respectivamente, quando o mecanismo de acionamento 130está nas respectivas primeira (figura 2a) e segunda (figura 4a) posições.Uma pluralidade de linguetas opostas 133 (figura 2b) se estende para fora apartir da primeira seção 134 e é configurada para ser recebida dentro dossulcos 117a formados na parte com recesso 117 do alojamento de válvula110. As linguetas 133 permitem que o mecanismo de acionamento 130 sejarecebido de forma deslizante dentro da parte de recesso 117. Em uma mo-dalidade alternativa, as linguetas 133 podem ser formadas ao longo de todoo comprimento da primeira seção 134. É desejado que a segunda seção 136possa incluir também linguetas (não ilustradas) configuradas para seremrecebidas de forma deslizante nos sulcos 117a. Dessa forma, as primeira esegunda seções 134, 136 seriam mantidas uma com relação à outra semserem formadas integralmente ou com o uso de métodos e fixação conven-cionais. A segunda seção 136 inclui um recesso 136a configurado para re-ceber uma extremidade da haste 124 da válvula esférica 122 se estendendoatravés da extremidade superior aberta 115a do recorte 115 do alojamentode válvula 110.
Ainda com referência às figuras 2a e 2b, o elemento de liberação138 define um elemento em formato substancialmente de "C" incluindo umasuperfície de engate 138a configurada para ser pressionada por um médicoe superfícies de contato opostas 138b configuradas para engatar as segun-das extremidades externas 118b, 119b dos elementos em cantiléver 118,119, respectivamente, formados no alojamento de válvula 118 quando o me-canismo de acionamento 130 está nas respectivas primeira e segunda posi-ções. O elemento de liberação 138 inclui adicionalmente um recesso 139configurado para receber o elemento de orientação 140. O elemento de ori-entação 140 se estende entre a segunda seção 136 e o elemento de libera-ção 138 para orientar o elemento de liberação 138 para longe da segundaseção 136. O elemento de orientação 140 pode estar na forma de uma mola,como ilustrado, ou pode, ao invés disso, incluir um cantiléver, cilindro depressão ou outro elemento de orientação.
A operação do conjunto de válvula 100 será agora descrito comreferência às figuras de 2a a 4b. Com referência inicialmente às figuras 2a e2b, o conjunto de válvula 100 é ilustrado em uma primeira condição aberta.Nessa condição aberta, a passagem 123 da válvula esférica 122 é comple-tamente alinhada com a passagem interna 113 do alojamento de válvula110. Quando o conjunto de válvula 100 está na condição aberta, a superfíciede engate 134b da primeira seção 134 engata a segunda extremidade exter-na 118b do cantiléver 118, mantendo, assim, o mecanismo de acionamento130 travado na primeira posição.
Voltando-se à figura 3, a pressão descendente realizada por ummédico na superfície de engate 138a do elemento de liberação 138, na dire-ção da seta "B", causa compressão do elemento de orientação 140 e a a-proximação do elemento de liberação 138 da segunda seção 136 do ele-mento de trava 132. O movimento descendente do elemento de liberação138 causa o engate das superfícies de contato 138b com a segunda extre-midade externa 118b em cantiléver 118. O engate continuado do elementode liberação 138 com o elemento em cantiléver 118 faz com que a segundaextremidade externa 118b do elemento em cantiléver 118 flexione para lon-ge e desengate a superfície de engate 134b da primeira seção 134. O de-sengate da superfície de engate 134b pela segunda extremidade externa118a do elemento em cantiléver 118 destrava o mecanismo de acionamento130 e permite o movimento linear. O avanço do mecanismo de acionamento130 na direção da seta "C" causa a rotação da válvula esférica 122, desali-nhando, dessa forma, a passagem 123 da válvula esférica 122 e a passa-gem interna 113 do alojamento de válvula 110. Quando o médico libera oelemento de liberação 138, o elemento de orientação 140 orienta o elementode liberação 138 de volta para uma posição original espaçada da segundaseção 136.
Voltando-se às figuras 4a e 4b o avanço continuado do meca-nismo de acionamento 130 causa o movimento linear da haste 124 da válvu-la esférica 122 o que resulta na rotação continuada da válvula esférica 122até que a passagem 123 da válvula esférica 122 e a passagem interna 113do alojamento de válvula 110 estejam completamente desalinhadas e a pas-sagem interna 113 seja totalmente obstruída pela válvula esférica 122. Nes-sa segunda posição fechada, a superfície de engate oposta 134b da primeiraseção 134 do elemento de trava 132 engata a segunda extremidade externa119b em cantiléver 119. Dessa maneira, o mecanismo de acionamento 130é travado dentro da parte com recesso 117 do alojamento 110 em uma se-gunda posição fechada. O conjunto de válvula 100 pode ser reaberto pelopressionamento do elemento de liberação 138 e avanço do mecanismo deacionamento 130 em uma direção oposta.
Com referência agora às figuras de 5 a 8, uma modalidade alter-nativa de um conjunto de válvula de acordo com a presente descrição é ilus-trado geralmente como o conjunto de válvula 200. O conjunto de válvula 200é substancialmente similar na forma e função ao conjunto de válvula 100 esó será descrito no que refere-se à diferença entre os mesmos. Referênciasnuméricas similares denotam estrutura similar. O conjunto de válvula 200inclui um alojamento 210 formado como um topo de alojamento 212a e umfundo de alojamento 212b. O conjunto de válvula 200 inclui adicionalmenteum mecanismo de acionamento 230 possuindo um elemento de liberação238. O mecanismo de acionamento 230 não inclui um elemento de orienta-ção entre o elemento de liberação 238 e uma segunda seção 236 do ele-mento de trava 232. Dessa forma, o elemento de liberação 230 é retido deforma solta entre uma primeira seção 234 e a segunda seção 236 do ele-mento de trava 232 quando as superfícies de contato 238b do elemento deliberação 238 não engatam as segundas extremidades externas 218b, 219bdos elementos em cantiléver 218, 219 (figura 7). No entanto, quando o me-canismo de acionamento 230 está em uma primeira posição aberta (figura 5)ou uma segunda posição fechada (figura 7) as respectivas segundas extre-midades abertas 218b, 219b dos elementos em cantiléver 218, 219, respec-tivamente, engatam as superfícies de contato 238b do elemento de liberação238, orientando o elemento de liberação 328 para longe da segunda seção236. Dessa maneira, o elemento de liberação 238 fornece a um médico aindicação visual de se o mecanismo de acionamento 230 está travado nasprimeira ou segunda posições ou, ao invés disso, em uma posição interme-diária.
Apesar de as modalidades ilustrativas da presente descriçãoterem sido descritas aqui com referência aos desenhos em anexo, deve-secompreender que a descrição não está limitada a essas modalidades preci-sas, e que várias outras mudanças e modificações podem ser realizadaspelos versados na técnica sem se distanciar do escopo ou espírito da des-crição. Por exemplo, é desejado que o mecanismo de acionamento 130 pos-sa ser configurado para o acionamento automático por um motor elétrico ouelemento deslizante. Dessa forma, o mecanismo de acionamento 130 podeser acionado automaticamente por um médico sem ter que pressionar ma-nualmente o elemento de liberação 138 e avançar manualmente o mecanis-mo de acionamento 130. Adicionalmente, o mecanismo de acionamento 130pode ser configurado para a ativação remota.

Claims (15)

1. Conjunto de válvula para uso com um conjunto de cateter, quecompreende:um alojamento de válvula adaptado para realizar o engate porfluido com um conjunto de cateter, o alojamento de válvula definindo um eixogeométrico longitudinal e possuindo uma passagem interna para o fluxo defluidos com relação ao conjunto de cateter;um elemento de válvula pelo menos parcialmente disposto den-tro do alojamento de válvula e definindo uma passagem de válvula, o ele-mento de válvula adaptado para realizar o movimento dentro do alojamentode válvula entre uma posição aberta na qual a passagem de válvula está emalinhamento geral com a passagem interna do alojamento de válvula parapermitir o fluxo de fluidos através do alojamento de válvula, e uma posiçãofechada para obstruir substancialmente a passagem interna do alojamentode válvula; eum mecanismo de acionamento montado no alojamento de vál-vula e conectado de forma operacional ao elemento de válvula, o mecanis-mo de acionamento sendo seletivamente móvel em uma direção longitudinalgeral para causar o movimento correspondente do elemento de válvula entrea posição aberta e a posição fechada.
2. Conjunto de válvula de acordo com a reivindicação 1, em queo elemento de válvula é adaptado para realizar o movimento rotativo dentrodo alojamento de válvula para mover entre a posição aberta e a posição fe-chada.
3. Conjunto de válvula de acordo com a reivindicação 1 ou 2, emque a passagem de válvula do elemento de válvula é geralmente desalinha-da com relação à passagem interna do alojamento de válvula quando naposição fechada do elemento de válvula.
4. Conjunto de válvula de acordo com a reivindicação 1, 2 ou 3,em que o elemento de válvula define um formato geralmente esférico.
5. Conjunto de válvula de acordo com qualquer uma das reivin-dicações anteriores, em que o mecanismo de acionamento é móvel com re-lação ao alojamento de válvula entre uma primeira posição correspondente àposição aberta do elemento de válvula e uma segunda posição correspon-dente à posição fechada do elemento de válvula.
6. Conjunto de válvula de acordo com a reivindicação 5, em queo mecanismo de acionamento é adaptado para ser travado de forma liberá-vel com relação ao alojamento de válvula quando pelo menos em uma dasprimeira e segunda posições.
7. Conjunto de válvula de acordo com a reivindicação 5 ou 6, emque o alojamento de válvula inclui um elemento em cantiléver, o elementoem cantiléver sendo operacionalmente engatado com o mecanismo de acio-namento para prender de forma seletivamente liberável o mecanismo de a-cionamento em uma das primeira e segunda posições.
8. Conjunto de válvula de acordo com a reivindicação 7, incluin-do um elemento de liberação montado com relação ao mecanismo de acio-namento e seletivamente móvel para causar o movimento correspondentedo elemento em cantiléver e liberação do mesmo do engate operacional como mecanismo de acionamento, para dessa forma permitir o movimento domecanismo de acionamento.
9. Conjunto de válvula de acordo com a reivindicação 7 ou 8, emque o elemento em cantiléver é normalmente orientado para uma posiçãocorrespondente a uma condição garantida do elemento em cantiléver comrelação ao mecanismo de acionamento.
10. Conjunto de válvula de acordo com a reivindicação 8 ou 9,em que o elemento em cantiléver é adaptado para articular da condição ga-rantida para uma condição não-garantida com relação ao mecanismo de a-cionamento mediante o movimento do elemento de liberação para dessaforma permitir o movimento do mecanismo de acionamento.
11. Conjunto de válvula de acordo com qualquer uma das reivin-dicações de 5 a 10, em que o mecanismo de acionamento é adaptado paraser travado de forma liberável com relação ao alojamento de válvula quandoem cada uma das primeira e segunda posições.
12. Conjunto de válvula de acordo com qualquer uma das reivin-dicações de 5 a 11, incluindo primeiro e segundo elementos em cantiléver, oprimeiro elemento em cantiléver sendo adaptado para prender de forma libe-rável o mecanismo de acionamento na primeira posição, o segundo elemen-to em cantiléver sendo adaptado para prender de forma liberável o meca-nismo de acionamento na segunda posição do mesmo.
13. Conjunto de válvula de acordo com a reivindicação 12, emque cada um dos primeiro e segundo elementos em cantiléver é adaptadopara articular para a condição não-presa com relação ao mecanismo de a-cionamento mediante o movimento do elemento de liberação.
14. Conjunto de válvula de acordo com qualquer uma das reivin-dicações de 8 a 13, em que o elemento de liberação é normalmente orienta-do para uma posição não-acionada correspondendo à condição presa doelemento em cantiléver.
15. Conjunto de válvula de acordo com qualquer uma das reivin-dicações precedentes em que o alojamento de válvula inclui um acoplamen-to adaptado para conexão com o conjunto de cateter.
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