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BRPI0902833A2 - nanoemulsões e processos para produção das mesmas, bem como uso das mesmas como formulações de defensivos e/ou pesticidas e/ou preparações cosméticas - Google Patents

nanoemulsões e processos para produção das mesmas, bem como uso das mesmas como formulações de defensivos e/ou pesticidas e/ou preparações cosméticas Download PDF

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BRPI0902833A2
BRPI0902833A2 BRPI0902833-1A BRPI0902833A BRPI0902833A2 BR PI0902833 A2 BRPI0902833 A2 BR PI0902833A2 BR PI0902833 A BRPI0902833 A BR PI0902833A BR PI0902833 A2 BRPI0902833 A2 BR PI0902833A2
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BR
Brazil
Prior art keywords
nanoemulsion
substance
microemulsion
mixture
phase
Prior art date
Application number
BRPI0902833-1A
Other languages
English (en)
Inventor
Sabine Giessler-Blank
Ralph Scheuermann
Joachim Venzmer
David Lindsay
Original Assignee
Evonik Goldschmidt Gmbh
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
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Publication date
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Abstract

NANOEMULSõES E PROCESSOS PARA PRODUçãO DAS MESMAS, BEM COMO USO DAS MESMAS COMO FORMULAçõES DE DEFENSIVOS E/OU PESTICIDAS E/OU PREPARAçõES COSMéTICAS. A presente invenção refere-se a nanoemulsões e processos para produção das mesmas, bem como uso das mesmas como formulações de defensivos e/ou pesticidas e/ou preparações cosméticas.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "NANOE-MULSÕES E PROCESSOS PARA PRODUÇÃO DAS MESMAS, BEM CO-MO USO DAS MESMAS COMO FORMULAÇÕES DE DEFENSIVOS E/OUPESTICIDAS E/OU PREPARAÇÕES COSMÉTICAS".
A presente invenção refere-se a um processo de baixo custo,especialmente eficiente de energia para produção de emulsões de óleo emágua finamente divididas, que apresentam uma estabilidade excepcional emamplos âmbitos de temperatura e concentração, é o chamado processo dePSQ (Phase shift by quenching).
O processo de PSQ descrito no documento EP-A2-1 882 516 éapropriado para a utilização em formulações de defensivos. Nesse processo,em uma primeira etapa, a chamada temperatura de inversão de fase (PIT)de um sistema de microemulsão é baixada, pela utilização de substânciascosmótropas, no mínimo, até o nível de temperatura ambiente ou a tempera-tura de aplicação, e, em uma segunda etapa, novamente aumentada poradição de diluentes, de preferência, para o nível original. Nesse caso, a e-mulsão é conservada, passando, nesse caso de uma microemulsão termo-dinamicamente estável para uma nanoemulsão cineticamente estável.
No entanto, a utilização do processo de PSQ não é vantajosoem todos os casos, uma vez que, muitas vezes, sais fisiologicamente ativospara planas precisam ser usados como substâncias cosmótropas.
As substâncias cosmótropas substituem no processo de PSQ aetapa do aumento de temperatura do processo de PIT (Phase Inversiontemperature, K.Shinoda; H.Kunieda, Encyclopedia of Emulsion Technology;Vol 1 (1983), p. 337ss)). No processo de PIT a mistura dos componentesatravés da temperatura de inversão de fases precisa ser aquecida, para in-verter a emulsão de O/A presente à temperatura ambiente em uma emulsãode A/O e por subsequente resfriamento rápido, produzir uma emulsão deO/A finaemtne dividida. O gasto de energia necessário para aquecimento eresfriamento efetivo é a desvantagem considerável do processo de PIT e,portanto, torna o mesmo substancialmente antieconômico.
Por adição de quantidades suficientes de diluentes, de acordocom a invenção, de preferência, água ou soluções alcoólicas, opcionalmenteaquosas, a concentração mínima das substâncias cosmótropas (KS), neces-sária para a redução da temperatura de inversão de fase, não é atingida, demodo que o nível de temperatura original é restaurado. Nesse caso, a dilui-ção dá-se tão rapidamente que - à semelhança da redução de temperaturarápida - não ocorre nenhuma separação de fases da nanoemulsão resultan-te.
Por substâncias cosmótropas são entendidas aquelas substân-cias que favorecem ou intensificam a formação de ligações de ponte de hi- drogênio em uma fase aquosa. Por adição de uma substância cosmótropa, ahidrofilia/hidrofobia de uma substância anfifílica pode, desse modo, ser des-locada em direção a uma hidrofobia mais forte.
Pela utilização de substâncias cosmótropas, a temperatura deum dos limites de fase de microemulsão ou até as duas temperatuaras doslimites de fase de microemulsão são baixadas até um nível mais baixo.
Exemplos de substâncias cosmótropas são citados no documen-to EP-A2-1 882 516, sendo que a essas substâncias solúveis em água temem comum uma formação iônica, à maneira de sal, ou então a sua corres-pondência ao grupo dos ácidos orgânicos ou álcoois, também solúveis emágua.
Um ponto em comum do processo de PSQ e do processo de PITconsiste no fato de que, a nanoemulsão obtida após a diluição da microe-mulsão deve estar suficientemente "longe" do limite de fase para a área damicroemulsão e, com isso, permanece "congelada". Quando é atingida umatemperatura próxima ao limite de fase, então a nanoemulsão se desfaz, sobformação de gotas grandes e, finalmente, ocorre a separação de fases. Emcomparação microemulsões e nanoemulsões, as emulsões (comuns) neces-sitam para sua produção de quantidades comparativamente grandes de e-nergia e, enquanto elas apresentam uma estabilidade cinética limitada, elasnão possuem nenhuma estabilidade térmica.
Outros processos para produção de nanoemulsões, por exem-plo, microfluidificação e tratamento com ultrassom, também são, em geral,pouco atraentes, uma vez que esses processos são muito caros ou associa-dos a um considerável gasto de energia. Vide, a esse respeito, por exemplo,Lawrence et al., „Recent Advances in Microemulsions as Drug Delivery Vehi-cles", nanoparticulates as Drug Carríers, editor, V.P. Torchilin, Imperial Col-lege Press 2006.
Continuava a existir, portanto, necessidade de um processo decusto favorável, para produzir emulsões finamente divididas, que apresen-tam uma excepcional estabilidade em um âmbito de temperatura e concen-tração grande, mas, nesse caso, superar amplamente as desvantagens doprocesso de PIT e do processo de PSQ.
Era, portanto, objetivo da invenção, que serve de base, modificarprocessos baseados na diluição ou no resfriamento rápido de microemul-sões, para produção de nanoemulsões, de tal modo que eles pudessem dis-pensar, pelo menos extensivamente, a utilização de fortes alterações detemperatura ou o uso de compostos cosmótropos e, em uma outra configu-ração, transformar as mesmas para a formulação de composições fisiologi-camente eficientes, tais como, por exemplo, defensivos ou pesticidas e/oupreparações cosméticas e/ou preparações fungicidas.
Surpreendentemente, foi descoberto, agora, que nanoemulsõespodem ser produzidss por diluição de microemulsões, nas quais são utiliza-das substâncias hidrófobas, pouco ou até mesmo insolúveis em água e, comisso, em si, não cosmótropas, que estão em condições de obter um efeito(cosmotropo) análogo, com relação à temperatura e que conseguem baixarpelo menos uma temperatura dos limites de fase de microemulsão para umnível mais baixo.
Pelo termo "pseudocosmótropo" e sua utilização no contextodeste pedido, deve ser entendida uma substância que é hidrófoba, portanto,não está presente na fase aquosa e, com isso, não pode ser designada co-mo cosmótropa, mas, não-obstante, desloca os limites de fase de uma mi-croemulsão tal como um cosmotropo, portanto, funciona tal como um cosmo-tropo no que se refere à temperatura.
As substâncias hidrófobas, pseudocosmótropas, não só estãoem condições de baixar o limite de fase de uma microemulsão, mas, adicio-nalmente, também levam ao fato de que as nanoemulsões, obtidas depoisda diluição da microemulsão, são estáveis.
Desse modo, um objetivo da invenção é um processo para pro-dução de uma nanoemulsão, e sendo que pelo menos uma substância hidró-foba, pseudocosmótropa, pelo menos uma substância hidrófila, pelo menosum emulsificante, opcionalmente, um ou a mistura de vários óleos hidrófo-bos, bem como, opcionalmente, outros adjuvantes ou agentes auxiliares sãomisturados uns aos outros para uma microemulsão e, depois, são diluídos,para formação da nanoemulsão.
Com isso, pode ser totalmente dispensada a adição de â-nions/cátions adicionais ou de outros compostos orgânicos, que valem comocosmótropo, ou, pelo menos, a concentração dos mesmos pode ser reduzi-da.
Substâncias cosmótropas podem, no entanto, opcionalmente,ser (continuar a ser) usadas em conjunto, par, por exemplo, otimizar o perfilde temperatura nas microemulsões, sob os pontos de vista de utilização, ou,opcionalmente, enriquecer a emulsão em sua função como micronutrientes.
Contrariamente às substâncias cosmótrofas, que estão presen-tes na fase aquosa, as substâncias pseudo-cosmótrofas de acordo com ainvenção não são solúveis em água e estão presentes na fase oleosa. Não-solúvel ou pouco solúvel em água significa no contexto desta invenção, umasolubilidade em água de menos de 1,0 g/l a 25°C, de preferência, menos de0,5 g/l e, modo especialmente preferido, menos de 0,1 g/l.
Interessantemente, nessas essas substâncias pseudocosmótro-pas, encontradas surpreendentemente, incluem-se também, por exemplo,muitas substâncias ativas de defensivos e/ou pesticidas, especialmente,fungicidas e inseticidas.
Surpreendentemente, foi descoberto que, por exemplo, pestici-das ou misturas de pesticida, que, em si, são pouco ou até mesmo não-solúveis em água, causam um deslocamento do limite de fase da microe-mulsão, bem como um cosmótropo que se encontra na fase aquosa e, dessemodo, possibilitam a utilização de um processo análogo ao processo dePSQ, isto é, são vantajosamente apropriados pra a formulação de microe-mulsões, das quais, então, podem ser produzidas, subseqüentemente, pordiluição, nanoemulsões.
É particularmente surpreendente o fato de que às muitas subs-tâncias hidrófobas, também pertencem exatamente as substâncias ou com-posições fisiologicamente eficientes, que, como substâncias pseudocosmó-tropas, são capazes de baixar pelo menos uma das temperaturas do limitede fase de microemulsão para um nível mais baixo.
São utilizadas substâncias ativas pesticidas ou misturas desubstância ativa, por exemplo, herbicida, fungicidas, reguladores de cresci-mento, molucicidas, miconutrientes, bem como inseticidas, que são poucoou não-solúveis em água, de preferência, com uma solubilidade em água demenos de 1,0 g/l, de preferência, menos de 0,5 g/l e, modo especialmentepreferido, menos de 0,1 g/l.
As classes químicas e ingredientes ou a composição de subs-tâncias ativas, em conexão com sua utilização e áreas de aplicação estãorelacionados, por exemplo, no The Pesticide Manual', 14th edition, 2006,The British Crop Protection Council, ou no The Manual of Biocontrol Agents',2001, The British Crop Protection Council.
Essas substâncias ou misturas podem conter outros componen-tes, que normalmente são usadas em conjunto na produção de composiçõesde pesticidas.
São citados, não-conclusivamente e apenas exemplificadamen-te, os pesticidas das seguintes classes de substâncias: pesticidas baseadosem piretroides, sulfonilureias, triazois, morfolinos, fenilpirazois, neonicotinoi-des, tetraciclinas, ciclodienos, organocloros, organofósforo, carbamatos editiocarbamatos, ftalimidas, estrobilurinas, benzimidazois, ariloxifenoxipropi-onatos e/ou triazinas.
Estão particularmente abrangidos pelo processo de acordo coma invenção, abamectina (solubilidade em água, 7 a 10 ng/l), tebuconazol (so-lubilidade em água, 36 mg/l), nicossulfurona (solubilidade em água, 0,07 g/l),niclosamida (solubilidade em água, 0,1 g/l), tridemorf (solubilidade em água1,1 mg/l), epoxiconazol (solubilidade em água, 6,63*10 g/100 ml), bifentrina(solubilidade em água, <1 jag/l), permetrina (solubilidade em água, 6x10"3mg/l), fipronil (solubilidade em água, 1,9 mg/l), cloropirifos (solubilidade emágua, 1 mg/l), endossulfano (solubilidade em água, 0,32 mg/l), mancozeb(solubilidade em água, 6,2 ppm), captano (solubilidade em água, 3,3 mg/l),azoxistrobina (solubilidade em água, 6 mg/l), cabendazima (solubilidade emágua, 29 mg/l), clodinafop-propargílico (solubilidade em água, 4 mg/l), atra-zina (solubilidade em água, 33 mg/l).
Para evitar solventes desagradáveis para o usuário, no que serefere à caracterização e cheiro, o objetivo principal era produzir microemul-sões fáceis de ser produzidas e diluíveis à vontade, para preparaçãodas nanoemulsões que podem ser utilizadas para caldas de pulverização.
Na proteção de plantas, normalmente são usados chamadosadjuvantes ou também agentes auxiliares, para aperfeiçoamento da eficiên-cia. Os mesmos são adicionados à calda de pulverização aquosa, poucoantes da pulverização (como aditivo da mistura em tanque) ou diretamenteincorporados em formulações. Aditivos de mistura em tanque reduzem atensão superficial de gotas de pulverização. Essa tensão superficial reduzidaem relação a água (72 mN/m) causa uma penetração melhor da formulaçãopelo corpo da folha hidrófobo, isto é, os pesticidas agem melhor e são ab-sorvidos mais fortemente, especialmente por plantas. Trissiloxanos e polis-sioloxanso são conhecidos por poder reduzir a tensão superficial para <30mN/m.
Para economizar a etapa de trabalho adicional do aditivo à mis-tura de tanque, era um outro objetivo da invenção incorporar esses adjuvan-tes - também conhecidos como dispersores - nas microemulsões.
Para os adjuvantes usados nas microemulsões, mostraram-sevantajosos os chamados dispersores de óleo. Esses dispersores de óleovem da classe dos polissiloxanos modificados organicamente, da fórmulageral (1):<formula>formula see original document page 8</formula>
sendo que
z = independentemente um do outro, 0 ou 1,
x = 0 a 200, de preferência, 5 a 150 e, de modo particularmentepreferido, 10 a 100,
y = 0 a 100, de preferência, 1 a 35,
R' = R ou um radical de alquila,
R = (CH2)n-(0)o-(C2H40)p(C3H60)q(C2H3LO)r.K e/ou CmH2m+i
m = 1 a 40, de preferência, 1 a 30, e de modo particularmentepreferido, 8 a 24,
n = 0, 3, 4 ou 6, de preferência, 0 ou 3,
o = 0 ou 1
p = 0 a 50, de preferência, 0 a 25,
q = 0 a 50, de preferência, 0 a 25,
r = 0 a 50, de preferência, 0,
L = etila ou fenila,
K é igual a H, é um radical de alquila com 4 ou menos átomos decarbono ou um grupo acetila,
com a condição de que a molécula precisa conter pelo menos um grupo R.
Como outro adjuvante no âmbito dessas composições de acordocom a invenção, também podem ser usadas conjuntamente substânciascosmótropas, que, por exemplo, contribuem para a otimização do perfil detemperatura das misturas sob pontos de vista de tecnologia de aplicação.
Uma diferença substancial entre microemulsões e nanoemul-sões é o grau de estabilidade e o tipo. Enquanto microemulsões são termí-camente estáveis, nanoemulsões (algumas vezes também chamadas demini- ou submicro-emulsões) são cineticamente estáveis.
Uma microemulsão pode, portanto, ser produzida com pratica-mente quaisquer métodos, enquanto uma nanoemulsão requer métodos es-peciais. Na determinação do tipo das duas emulsões pode ser feito uso docomportamento na variação de temperatura. Quando os dois tipos de emul-são são aquecidos para temperaturas elevadas e depois novamente resfria-das, então as nanoemulsões se desdobram, enquanto as microemulsões,como termicamente estáveis, por simples agitação, podem ser novamentetransformados em sua forma original.
A estabilidade das microemulsões deve ser dada em um âmbitode temperatura entre -10°C e +90°C, de preferência, entre 0°C e 70°C e, demodo particularmente preferido, entre +5°C e 60°C. Estabilidade, nesse ca-so, significa que não ocorre nenhuma cristalização nem separação de fases,portanto, sempre está presente um sistema de 1-fase.
O período sobre o qual precisa ser dada a estabilidade da nano-emulsão, perfaz pelo menos 24 horas, de preferência, pelo menos 48 horas,sob condições de aplicação, em cada caso, a uma temperatura de pelo me-nos 25°C.
A microemulsão deve ser estável no armazenamento por pelomenos 2 anos, de preferência, pelo menos 3 anos e, modo especialmentepreferido, anos, a 25°C.
O âmbito de temperatura é preferido, no que se refere ao arma-zenamento e transporte, mas também estabelecido como base pelo métodode teste CIPAC MT 46, que descreve o exame da estabilidade de formula-ções de defensivos. As nanoemulsões, que podem ser produzidas por dilui-ção com água, apresentam tamanhos de partícula entre 10 e 300, de prefe-rência, entre 20 e 250 nm, e, de modo particularmente preferido, entre 30 a200 nm.
Um outro objetivo da presente invenção é um processo para pro-dução de uma manoemulsão por diluição de uma microemulsão, que contémpelo menos uma substância pseudocosmótropa, hidrófoba, no sentido dainvenção, que compreendeA) produção de uma mistura 2, que apresenta pelo menos umasubstância pseudocosmótropa, água, opcionalmente, um polissiloxano orga-nomodificado, opcionalmente, uma substância hidrófoba e pelo menos umemulsificante.
sendo que pelo menos um dos limites de fase da fase de micro-emulsão dessa mistura encontra-se a uma temperatura mais baixa do que olimite de fase correspondente da fase de microemulsão de uma mistura 1,que não apresenta nenhuma substância cosmótropa e, de resto, apresenta amesma composição como a mistura 2,
e, subseqüentemente, uma etapa
B) adição de um diluente à mistura 2, para transformação essamistura em uma nanoemulsão 3, sendo que a quantidade do diluente adicio-nado é escolhida de tal modo que a nanoemulsão 3 obtida, a uma tempera-tura predeterminada, não se apresenta como fase de microemulsão.
Um outro objetivo da presente invenção são nanoemulsões, nasquais as microemulsões que servem de base contém a substância pseudo-cosmótropa em uma quantidade de 0,5 a 40%, de preferência, com 2 a 30%em peso, de modo particularmente preferido, com 3 a 25% em peso.
Um outro objetivo da presente invenção são nanoemulsões, nasquais as microemulsões que servem de base, que, além da substânciapseudocosmótropa, contém como outra substância hidrófoba, um óleo ouvários óleos, que tem pelo menos um ponto de inflamabilidade de 110°C eque provem do grupo dos óleos minerais, óleos aromáticos, óleos vegetais,ésteres de ácido graxo, óleos de parafina ou óleos de silicone. Para o óleoutilizado, são preferidos, nesse caso, óleos hidrófobos, alifatos do grupo dosóleos minerais, bem como óleos de parafina ou misturas dos mesmos.
Um outro objetivo da presente invenção são nanoemulsões, nasquais as microemulsões que servem de base contém um aditivo na base deum polissioloxano organo-modificado da fórmula geral (1).
Um outro objetivo da presente invenção são nanoemulsões, nasquais as microemulsões que servem de base são estáveis no âmbito detemperatura de -10°C e +90°C, especialmente, 0°C a 70°C, modo especial-mente preferido, +5°C e 60°C.
Um outro objetivo da presente invenção são nanoemulsões, quesão formadas na diluição com água de uma microemulsão, cuja distribuiçãode tamanhos de partículas situa-se no âmbito de 10 a 300 nm, especialmen-te, 20 a 250 nm, modo especialmente preferido, entre 30 a 200 nm.
Um outro objetivo da presente invenção são nanoemulsões, quepodem ser produzidas com água, por qualquer diluição de microemulsões narelação de 1:3 a 1:10000, de preferência, 1:15 a 1:1000, de modo particu-larmente preferido, 1:20 a 1:500, com relação a partes em massa, que nananoemulsão formada apresentam tamanhos de partículas que causam umatranslucidez.
Um outro objetivo da presente invenção é o uso das nanoemul-sões de acordo com a invenção, que contém uma substância pseudocosmó-tropa, que está incluída entre os pesticidas e é usada no âmbito de colheitae não-colheita. O uso dos termos em língua inglesa dá-se, nesse caso, porse tratar de termos estabelecidos, bem conhecidos do versado, que não en-contram correspondência na língua alemã.
Por colheita é entendido o tratamento de plantas (economica-mente úteis) no setor agrário mais amplo, por "non-crop", o uso no setor do-méstico e de jardinagem, bem como o controle de pragas, por exemplo, emprodutos de madeira ou também, por exemplo, contra o ataque de piolhos.
Um outro objetivo da presente invenção são nanoemulsões, nasquais a microemulsão que serve de base contém, por exemplo, pesticidascomo substâncias pseudocosmótropas, do grupo dos piretroides (concentra-ção na formulação, 0,5 a 40% em peso), sulfonilureias (limite de concentra-ção na formulação, 0,5 a 25% em peso), triazois (concentração na formula-ção, 0,5 a 25% em peso), neonicotinoides (concentração na formulação, 0,5a 2% em peso).
Um outro objetivo da presente invenção são nanoemulsões, nasquais o pesticida ou mistura de pesticidas contido na microemulsão que ser-ve de base é um inseticida.
Um outro objetivo da presente invenção é o uso de uma nanoe-mulsão que contém um ou mais pesticidas, por diluição de uma microemul-são, produzida de acordo com um dos processos de acordo com a invençãocitados acima, como concentrado para uso conjunto em preparações veteri-nárias e/ou farmacêuticas e/ou cosmética, por exemplo, no controle de piolhos.
O documento EP-A2 882 516 descreve sob o termo de uma mi-croemulsão, uma emulsão termodinamicamente estável. Diluindo-se essamicroemulsão rapidamente com água, então a solução resultante não é maistermodinamicamente, mas, apenas, cineticamente estável. O impulso daspequenas gotículas, já presentes na microemulsão, não é suficiente paraque, ao se chocarem, seja causada uma coalescência de modo que não o-corre uma separação de fases, mas é mantida uma emulsão; devido às gotí-culas pequenas no âmbito de nanômetros, fala-se de nanoemulsões.
A vantagem de não precisar usar um cosmótropo adicional emuma formulação de defensivo, especialmente em uma microemulsão e nananoemulsão produzida da mesma, é, por um lado, que os compostos tôni-cos citados no documento EP-A2-1 882 516 são usados na proteção dasplantas, em parte, como micronutrientes. Especialmente em aplicações nasquais esses cosmótropos não são necessários para a planta, eles produzemvalores altos demais, por exemplo, no teor de fosfato; isso pode levar a umaincompatibilidade em plantas, opcionalmente, até mesmo a reações fitotóxicas.
Além disso, uma grande parte da quantidade de emulsificantepode ser dispensada, em relação a processos e formulações conhecidos e,como a temperatura de inversão de fase está reduzida, apesar da dispensacitada, pode ser obtida uma emulsificação muito rápida. A emulsificação nossistemas de acordo com a invenção dá-se rapidamente e já sob dispensa deinstalações de mistura, nas quais ocorre a emulsificação, sob a ação de altas forças de cisalhamento.
O uso de substâncias cosmotrópicas é desvantajoso em muitasaplicações, uma vez que muitos pesticidas têm um efeito iônico e, com isso,a adição desses cosmótropos pode levar a incompatibilidades, por exemplo,precipitações na formulação.
Nas formulações de acordo com a invenção existe, ainda, a van-tagem de que, quando não se necessita de cosmótropos adicionais, há maisespaço dentro da formulação para ouros componentes e pode-se produzirformulações bastante concentradas. Também a substância ativa, o chamadoativo, pode estar presente em concentrações substancialmente mais altas naformulação. Isso é vantajoso no que se refere ao volume de transporte, co-mo também para evitar a distribuição e substâncias químicas desnecessá-rias, o que é recomendável sob aspectos ambientais.
Microemulsões, que podem ser usadas para substâncias agro-químicas, são descritas no documento PCT/US2004/007388. Os emulsifi-cantes lipofílicos ali descritos, que freqüentemente são usados no setor doscosméticos, são caros e, portanto, não devem ser usados na microemulsãoque aqui serve de base. Mostrou-se, também, que o uso de coemulsificanteslipofílicos não é necessário na presente invenção e no processo descrito.
Nos emulsificantes, que servem de base a esta invenção, sãousados, crescentemente, álcoois graxos etoxilados. Emulsificantes típicossão alcanol TEGO
L 4 (álcool, C12/C14, etoxilado), Rewopal LA 6 (polietoxilato de álcool laurílico,n = 6), Rewopal LA 10 (polietoxilato de álcool laurílico, n = 10), Rewopal LA12-80 (solução aquosa de polietoxilato de álcool laurílico, n = 12), TEGOAlkanol L 23 P (polietoxilato de álcool laurílico, n = 23). Os mesmos apresen-tam uma dependência de temperatura acentuada - necessária para a utili-zação do processo de PSQ - uma vez que a hidrofilia/hidrofobia do emulsifi-cante depende do tamanho das ligações de ponte de hidrogênio formadasna fase aquosa. Com temperatura crescente também diminui o número dasligações de ponte de hidrogênio, de modo que o emulsificante fica menoshidrófilo e o caráter da emulsão desloca-se de o/a para a/o.
Em comparação com poliglicosídeos de alquila (APGs), tais co-mo são usados no documento PCT/US2004/007388, os mesmos têm umatendência à formação de espuma substancialmente menor, o que é impor-tante na calda de pulverização aquosa. Por sua vez, os APGs, na maioriadas vezes, são combinados, adicionalmente, com agentes antiespumantesna produção da calda de pulverização.
Em caso de necessidade, a adição de agentes antiespumantes àprodução de microemulsões, descrita na presente invenção.
O processo para produção de uma composição de acordo com ainvenção dá-se por simples agitação de uma mistura, que apresenta pelomenos uma substância hidrófila, por exemplo, água, pelo menos uma subs-tância hidrófoba, pseudocosmótropa, por exemplo, uma substância fisiologi-camente eficiente para planas, animais, insetos ou também fungos, opcio-nalmente, um ou mais óleos hidrófobos e/ou, opcionalmente, um polissiloxa-no organomodificado, bem como pelo menos um emulsificante.
Nesse caso, pelo menos uma temperatura dos limites de fase demicroemulsão dessa mistura encontra-se em uma temperatura mais baixado que o limite de fase correspondente da fase de microemulsão de umamistura, que não contém uma substância pseudocosmótropa, fisiologica-mente eficiente. Na formação de acordo com a invenção obtida desse modo,trata-se de uma microemulsão. Por adição de um diluente, por exemplo, á-gua, a essa microemulsão, a mesma é transformada em uma nanoemulsão.
Em princípio, são apropriados como emulsificantes todos oscompostos, tais como são usados no estado da técnica como emulsificantespara a produção de emulsões de o/a e a/o. É preferido, nesse caso, pelomenos um emulsificante do grupo dos emulsificantes tônicos e não-iônicos.
Sem pretensões a apresentar uma relação completa, são cita-dos, adicionalmente, os seguintes representantes das classes de substân-cias conhecidas de componentes emulsificantes conhecidos:
Como emulsificantes não-iônicos, são de interesse, nesse caso,particularmente, oligo-alcoxilatos com moléculas básicas, que contém radi-cais lipófilos. Os mesmos podem ser derivados, particularmente, de repre-sentantes selecionados das seguintes classes das moléculas básicas, quecontém radicais lipófilos: álcoois graxos, ácidos graxos, aminas graxas, ami-das graxas, ésteres e/ou éteres de ácido graxo e/ou álcool graxo, alcanola-midas, alquilfenois e/ou os produtos de reação dos mesmos com formaldeí-do, bem como outros produtos de reação de moléculas portadoras, que con-tém radicais lipófilos com alcóxidos. Tal como indicado, os respectivos pro-dutos de reação também podem estar, pelo menos em parte, fechados nosgrupos terminais. Exemplos de semiésteres e/ou semiéteres de álcoois poli-funcionais são, particularmente, os semiésteres correspondentes com ácidosgraxos, por exemplo, do tipo dos mono- e/ou diésteres de glicerina, por e-xemplo, oleato de óleo de rícino, monoéster de glicol, semiésteres corres-pondentes de álcoois polifuncionais, oligomerizados, semiésteres de sorbita-no e similares, bem como compostos correspondentes com grupos éter. Es-ses semiésteres e/ou -éteres também podem ser, particularmente, molécu-las básicas para uma (oligo)-alcoxilação.
Na alcoxilaçao são utilizados, de preferência, oxido de etileno,oxido de propileno, oxido de butileno ou oxido de estireno.
Emulsificantes não-iônicos, alcoxilados, particularmente preferidos são:
Produtos de adição de 2 a 30 mol de oxido de etileno e/ou 0 a 5mol de oxido de propileno em álcoois graxos lineares, com 8 a 22 átomos deC, em ácidos graxos, com 12 a 22 átomos de C e em alquilfenois, com 8 a15 átomos de C no grupo alquila; mono- e diésteres de glicerina e mono- ediésteres de sorbitano de ácidos graxos saturados e insaturados, com 6 a 22átomos de carbono e seus produtos de adição de oxido de etileno; mono- eoligoglicosídeos de alquila, com 8 a 22 átomos de carbono no radical de al-quila e sues análogos etoxilados.
Os produtos de adição de oxido de etileno e/ou de oxido de pro-pileno em álcoois graxos, ácidos graxos, alquilfenois, mono- e diésteres deglicerina, bem como mono- e diésteres de sorbitano de ácidos graxos ou emóleo de rícino representam produtos conhecidos, obteníveis no comércio.Tratam-se, nesse caso, de misturas de homólogos, cujo grau de alcoxilaçaomédio corresponde à relação das quantidades de material de oxido de etile-no e/ou oxido de propileno e substrato, com as quais a reação de adição érealizada; de poliéteres de silicone, modificados na forma de pente ou emposição terminal, tais como são obteníveis por reações de hidrossililação,sob condições conhecidas, por adição de poliéteres funcionalizados comoalceno, com, de preferência, 2 a 100 mol de oxido de etileno e/ou oxido depropileno. Os grupos hidroxila de posição terminal desses poliéteres podem,nesse caso, também ser, opcionalmente, terminados em alquila (particular-mente, terminados em metila).
Além disso, também podem ser utilizados como emulsificantesnão-iônicos:
ésteres de poliol e, particularmente, poliglicerina, tais como, porexemplo, polirricinoleato de poliglicerina ou poli-12-hidroxiestearato de poli-glicerina. Também são apropriadas misturas de compostos de várias dessasclasses de substâncias;
semiésteres na base de C6/C22-ácidos graxos lineares, ramifica-dos, insaturados ou saturados, ácido ricinólico, bem como ácido 12-hidroxiesteárico e glicerina, por exemplo, mono- dioleato de glicerina, poligli-cerina, pentaeritrita, dipentaeritrita, álcoois de açúcar (por exemplo, sorbita),alquilglucosídeos (por exemplo, metilglucosídeo, butilglucosídeo, laurilgluco-sídeo), bem como poliglucosídeos (por exemplo, celulose);
copolímeros de polissiloxano-polialquila-poliéter ou derivadoscorrespondentes;
Cs/C-is-alquilmono- e oligoglicosídeos, sua produção e seu usocomo substâncias tensoativas são conhecidos, por exemplo, dos documen-tos US 3,839,318, US 3,707,535, US 3,547,828, DE-OS 19 43 689, DE-OS20 36 472 e DE-AI 30 01 064, bem como EP-A 0 077 167. Sua produção dá-se, particularmente, por reação de glicose ou oligossacarídeos com álcooisprimários, com 8 a 18 átomos de C.
Como emulsificantes com caráter iônico, são de interesse emul-sificantes aniônicos, catiônicos e iônicos híbridos. Emulsificantes aniônicoscontém grupos aniônicos, que promovem a solubilidade em água, tais como,por exemplo, um grupo carboxilato, sulfato, sulfonato ou fosfato e um radicallipófilo. Tensoativos aniônicos são conhecidos do versado em grande núme-ro e obteníveis no comércio. Nesse caso, trata-se, particularmente, de alquil-sulfatos ou alquilfosfatos, na forma de seus sais alcalinos, de amônio ou al-canolamônio, alquiletersulfatos, alquiletercarboxilatos, acilsarcosinatos.bemcomo sulfossuccinatos e acilglutamatos, na forma de seus sais alcalinos oude amônio. Também podem ser usados di- e trialquilfosfatos, bem comomono-, di- e/ou tri-PEG-alquilfosfatos e seus sais.
Também podem ser usados emulsificantes catiônicos. Comotais, podem ser usados, particularmente, compostos de amônio quaternários,por exemplo, halogenetos de alquiltrimetilamônio, tais como, por exemplo,cloreto ou brometo de cetiltrimetilamônio ou cloreto de benetrimetilamônio outambém halogenetos de dialquildimetilamônio, tal como, por exemplo, cloretode diesterarildimetilamônio. Além disso, podem ser usados monoalquilami-doquats, tais como, por exemplo, cloreto de palmitamidopropiltrimetilamônioou dialquilamidoquats correspondentes. Além disso, podem ser usadoscompostos de éster quaternários com boa degradabilidade biológica, nosquais, na maioria das vezes, trata-se de ésteres de ácido graxo quaternáriosna base de mono-, di- ou trietanolamina. Além disso, sais de alquilguanidinopodem ser usados como emulsificantes catiônicos.
Além disso, podem ser usados como emulsificantes tensoativosiônicos híbridos. Como tensoativos iônicos híbridos são designados os com-postos tensoativos, que contém na molécula pelo menos um grupo amônioquaternário e pelo menos um grupo carboxilato e um grupo sulfonato. Ten-soativos iônicos híbridos particularmente apropriados são as chamadas be-taínas, tais como os N-alquil-N,N-dimetilamônio glicinatos, por exem-plo,cocoalquildimetilamônio glicinato, N-acilaminopropil-N,N-dimetilamônioglicinato, por exemplo, o cocoacilaminopropildimetilamônioglicinato, e 2-alquil-3-caboximetil-3-hidroxietilimidazoiinas, com, em cadacaso, 8 a 18 átomos de C no grupo alquila ou acila, bem como o cocoacila-minoetilhidroxietilcarboximetil glicinato. É particularmente preferido o deriva-do de amida de ácido graxo, conhecido sob a designação CTFA cocoamido-propiulbetapina. Emulsificantes também apropriados são tensoativos anfolíti-cos. Por tensoativos anfolíticos são entendidos os compostos tensoativos,que, além de um grupo Cs/Ci8 ou Cs/c-is-acila, contém na molécula pelo me-nos um grupo amino livre e pelo menos um grupo -COOH- ou -S03H- e es-tão aptos para formação de sais internos. Exemplos de tensoativos anfolíti-cos apropriados são N-alquilglicinas, ácidos N-alquilpropiônicos, ácidos N-alquilaminobutíricos, N-alquilamidopropilglicinas, N-alquiltaurinas, N-alquilsarcosinas, ácidos 2-alquilaminopropiônicos e ácidos alquilaminoacéti-cos, com, em cada caso, cerca de 8 a 18 átomos de C no grupo alquila.Tensoativos anfolíticos particularmente preferidos são o N-cocoalquilami-nopropionato, o cocoacilaminoetilaminopropionato e a Ci2-Ci8-alcilsarcosina.Além dos anfolíticos, também são de interesse os emulsificantes quaterná-rios, sendo que os do tipo dos esterquats, de preferência, sais de diésteresde ácido graxo de trietanolamino quaternizados com metila, são particular-mente preferidos.
Em emulsificadores iônicos, deve ficar claro que um emulsifica-dor, por definição, encontra-se na área de contato entre a fase hidrófilas ehidrófoba e, desse modo, não pode ser uma substância cosmótropa. Subs-tâncias cosmótropas são aquelas que estão presentes na fase aquosa e temum influência sobre a formação das ligações de ponte de hidrogênio.
É particularmente preferido o uso de pelo menos um emulsifican-te não-iônico, alcoxilado. Esse emulsificante básico, não-iônico, ou a combi-nação de vários emulsificantes não-iônicos, em uma modalidade particular-mente preferida da invenção, podem ser combinados com componentes deemulsificante iônicos.
Todos os emulsificantes tem em comum o fato de que eles for-mam a área de contato entre a substância hidrófila e a hidrófoba, que devemser emulsificadas. Desse modo, elas não se comportam como substânciascosmótropas, que se encontram, de preferência, na fase aquosa e não naárea de contato.
Óleos ou solventes hidrófobos usados de preferência, são óleosvegetais, tais como óleo de colza, óleo de girassol, óleo de beterraba, óleode soja, ésteres de ácido graxo, tais como metilésteres de ácido de colza dasérie Agnique®, bem como metiloleato ou metilaurato ou também ésteres deaçúcar de cana, hidrocarbonetos aromáticos, tais como Ci _C6-alquilbenzenos (tolueno, xileno), benzina de teste, CçrCi2-arômatos, tais co-mo a série Aromatic® (Exxon), Isopar L e M, CrC6-alquilnaftalina e misturasde arômatos, tal como a série Solvesso® de Exxon, óleos minerais da sérieShellsol®, cetonas, tais como acetofenona, isoforona, ciclohexanona e meti-letilcetona, éteres aromáticos, cicloalifáticos ou alifáticos, tal como tetra-hidrofurano ou metil-terc. butiléter, C-i -Ci2-alquilpirrolidonas substituídas porN, tal como N-metilpirrolidona, hidrocarbonetos alifáticos cíclicos, bem comoóleos de parafina alifáticos, tal como querosene ou também OLEO FC®. A-lém disso, também estão disponíveis óleos de silicone. Mas também estãodisponíveis misturas de óleos/solventes.
Quando as nanoemulsões de acordo com a presente invençãosão usadas em preparações veterinárias, farmacêuticas e/ou cosméticas,então pode(m) estar contida(s) outra(s) substância(s) ativa(s) de acordo como estado da técnica. Exemplos dessas substâncias estão descritas emPlumb's Veterinary Drug Handbook, 5a edição 2005, Merck Index, 14a edi-ção 2006 e no International Cosmetic Ingredient Dictionay and Handbook,12a edição, 2008.
As formulações de acordo com a invenção e o processo paraprodução das mesmas são descritas exemplificadamente abaixo, sem que ainvenção esteja limitada a essas modalidades exemplificadas. Quando osâmbitos abaixo, fórmulas gerais ou classes de compostos são indicados,então os mesmos não compreendem apenas os âmbitos ou grupos de com-postos correspondentes, mas também todos os âmbitos parciais e gruposparciais de compostos, que podem ser obtidos por remoção de valores (âm-bitos) ou compostos individuais.
Outras configurações do processo de acordo com a invençãoevidenciam-se das reivindicações.
Parte experimental
Nos exemplos apresentados abaixo, a presente invenção é des-crita exemplificadamente, sem que a invenção, cujo alcance de aplicaçãoevidencia-se de toda a descrição e das reivindicações, deva ser lida comolimitada às modalidades citadas nos exemplos. Todos os dados percentuaisreferem-se ao peso, quando não explicitamente indicado de outro modo.Processo para produção da nano- e microemulsão
Exemplo 1a - Permetrina como substância ativa hidrófoba, pseudocosmó-tropa
Produção de uma nanoemulsão por diluição de uma microemul-são, produzida por simples mistura dos componentes na composição, talcomo está indicada na tabela 1 abaixo:
<table>table see original document page 20</column></row><table>
Caracterização:
A distribuição de partículas ou tamanhos das gotículas, que o-corre com a maior freqüência (e todas as outras distribuições de tamanhodescritas a seguir), foi determinada com ajuda de medições de difusão daluz (DLS). Todas as medições de difusão de luz foram realizadas em amso-tras diluídas, com 0,5% em peso de teor de fase oleosa (sendo que comofase oleosa são designados todos os componentes que não são água), a25°C, com um Malvern HPPS 3.1, Malvern Instruments Ltd. Para descriçãodo tamanho de partículas é usado o raio hidrodinâmico rh. O tamanho departícula (raio) que ocorre com a maior freqüência do exemplo que serve debase para a nanoemulsão situa-se em aproximadamente 82 nm. A diluiçãoda microemulsao com água de 1:20 leva a uma nanoemulsão com um teorde defensivo de cerca de 1% em peso, tal como é utilizado em caldas depulverização. Uma diluição adicional de 1:10 é realizada, para levar a con-centração de todos os componentes não-aquosos a uma concentração a-propriada para a difusão de luz, de cerca de 0,4% em peso (em geral, cercade 0,1 a 1,0 % em peso).
Para caracterização adicional da microemulsao, foi medida atensão superficial em substância, portanto, sem diluição. A tensão sueprficialfoi determinada por meio do método da gota pendente (aparelho de medi-ção: OCA 35 de Data Physics).
A formulação de acordo com o Exemplo 1 mostra, aqui, umatensão superficial de 23,5 mN/m. A mesma formulação, mas sem polissilo-xano como adjuvante, mostra um valor de 30,0 mN/m.
A determinação do âmbito de temperatura, no qual está presenteuma fase de microemulsao monofásica, homogênea, dá-se de acordo com oseguinte processo: começando à temperatura ambiente (cerca de 23°C), amistura de microemulsao é aquecida com uma velocidade de aquecimentode cerca de 3°C/min e agitada com ajuda de um agitador magnético, a velo-cidades de agitação moderadas. Uma separação de fase, eventualmenteocorrida, manifesta-se, primeiramente, por formação de gotículas microsco-picamente finas, que levam a uma refração da luz visível e, com isso, a umaturvação do sistema, visível macroscopicamente. No resfriamento subse-quente, a aparência da mistura se modifica. Ao atingir ou ficar abaixo datemperatura, abaixo da qual a mistura de microemulsao está presente emuma fase de microemulsao monofásica, homogênea, ela muda de turva paratransparente.
A temperatura do limite de fase inferior da área de microemulsaomonofásica foi determinada por armazenamento por uma hora a diversastemperaturas entre -5°C e temperatura ambiente.
O âmbito de temperatura da microemulsão descrita no Exemplo1 situa-se em 5 a 80°C (área monofásica). Quando a microemulsão é arma-zenada a -5°C, ela, na verdade, fica sólida, mas, depois do aquecimento earmazenamento à temperatura ambiente, ele obtém novamente sua formafluida, transparente, anterior.
A estabilidade de armazenamento da nanoemulsão foi determi-nada por difusão de luz, depois de armazenamento por três dias, a diversastemperaturas. A temperaturas até 40°C, ocorreu um leve aumento do tama-nho das gotículas, para cerca de 100 nm. A 45°C, ocorrer um aumento paracerca de 200 nm, o que pode ser interpretado como um indício de uma coa-lescência incipiente das gotículas.
Exemplo de acordo com a invenção 1 b:
Se na formulação descrita no Exemplo 1 não for usadopolietoxilato de álcool laurílico (n = 23), e deixando-se a relação das concen-trações dos componentes restantes constante, então a microemulsão é mo-nofásica de abaixo de 5°C até 69°C.Exemplo 1, que não é de acordo com a invenção:
Se na formulação descrita no Exemplo 1a, não for usada perme-trina, então a microemulsão só é monofásica a partir de 69°C (até maior que 80°C).
A permetrina no Exemplo 1a age, portanto, sobre a temperatura,à semelhança de um cosmótropo, e baixa nitidamente o âmbito de tempera-tura da microemulsão monofásica.
Exemplo 2 - Permetrina como substância ativa hidrófoba, pseudocosmótropa
Produção de uma nanoemulsão por diluição de uma microemul-são, produzida por simples mistura dos componentes na composição, talcomo está indicada na tabela 2 abaixo:<table>table see original document page 23</column></row><table>
Caracterização:
A caracterização com relação ao tamanho das gotas de emulsãodeu-se tal como descrito para o Exemplo 1. O tamanho de partícula (raio)que ocorre com a maior freqüência do exemplo que serve de base para ananoemulsão situa-se em aproximadamente 42 nm. A diluição da microe-mulsão com água de 1:100 leva a uma nanoemulsão com um teor de subs-tância ativa de cerca de 0,13% em peso. A concentração de todos os com-ponentes relevantes para a difusão de luz estava situada em cerca de 0,9%em peso (em geral, usualmente, cerca de 0,1 a 1,0% em peso).
A determinação do âmbito de temperatura, no qual está presenteuma fase de microemulsão monofásica, homogênea, dá-se de acordo com oprocesso descrito para o Exemplo 1. O âmbito de temperatura da microe-mulsão descrita no Exemplo 2 situa-se em 20 a 70°C (área monofásica).
Utilizando-se na formulação descrita no Exemplo 2, adicional-mente ao polietoxilato de álcool laurílico (n = 6), ainda polietoxilato de álcoollaurílico (n = 23), na relação de 1:8 (n = 23 para n = 6) e deixando-se cons-tante a relação das concentrações dos componentes restantes, então a mi-croemulsão é monofásica de 15°C até acima de 80°C.Comparando-se os Exemplos 1 e 2, sua diferença mais marcan-te consiste na concentração de permetrina (quase concentração dupla noExemplo 1), enquanto a concentração de emulsificante total é constante,então é demonstrado que permetrina baixa nitidamente a temperatura dolimite de fase superior da área monofásica para baixo e, desse modo, causaum efeito análogo ao de um cosmótropo sobre a temperatura.
Exemplo 3 - Tebuconazol como substância ativa hidrófoba, pseudocosmótropa
Produção de uma nanoemulsão, obtida por diluição de uma microemulsão, que foi produzida por simples mistura dos componentes na
<table>table see original document page 24</column></row><table>
Caracterização:
A caracterização com relação ao tamanho das gotas de emulsãodeu-se tal como descrito para o Exemplo 1. O tamanho de partícula (raio),que ocorre com a maior freqüência do exemplo que serve de base para ananoemulsão, situa-se em aproximadamente 170 nm. A diluição da microe-mulsão com água de 1:30 leva a uma nanoemulsão com um teor de subs-tância ativa de cerca de 0,05% em peso, correspondente à concentração deaplicação para caldas de pulverização. Uma diluição adicional de 1:6 é reali-zada, para levar a concentração de todos os componentes não-aquosos auma concentração apropriada para a difusão de luz, de cerca de 0,5% empeso (em geral, cerca de 0,1 a 1,0% em peso).
A determinação do âmbito de temperatura, no qual está presenteuma fase de microemulsão monofásica, homogênea, dá-se de acordo com oprocesso descrito no Exemplo 1. O âmbito de temperatura da microemulsãodescrita no Exemplo 3 situa-se em 5 a 80°C (área monofásica).
Exemplo 4: Comparação das nanoemulsões obtidas pelo processo de acor-do com a invenção e obtidas pelo processo de PIT
4a) Processo de acordo com a invenção:
A caracterização com relação ao tamanho das gotas de emulsãodeu-se tal como descrito para o Exemplo 1. O tamanho de partícula (raio),que ocorre com a maior freqüência do exemplo que serve de base para ananoemulsão, situa-se em aproximadamente 40 nm (vide Figura 1, círculosfechados). A diluição da microemulsão com água de 1:100 leva a uma nano-emulsão com um teor de substância ativa de cerca de 0,05% em peso. Aconcentração de todos os componentes não-aquosos a uma concentraçãoperfaz cerca de 0,8% em peso e, desse modo, é usual para a difusão de luz(em geral, cerca de 0,1 a 1,0% em peso).
A determinação do âmbito de temperatura, no qual está presenteuma fase de microemulsão monofásica, homogênea, dá-se de acordo com oprocesso descrito no Exemplo 1. O âmbito de temperatura da microemulsãodescrita no Exemplo 4 situa-se em 7 a 62°C (área monofásica).
4b) Processo de PIT:
Produção de uma de acordo com o processo de PIT, por simplesmistura dos componentes e aquecimento para 80°C, no âmbito de microe-mulsão monofásica, bem como subsequente resfriamento súbito para tem-peratura ambiente (cerca de 23°C), tal como está indicada na tabela 3 abai-xo:
A caracterização com relação ao tamanho das gotas de emulsãodeu-se tal como descrito para o Exemplo 1. O tamanho de partícula (raio),que ocorre com a maior freqüência no exemplo que serve de base para ananoemulsão, situa-se em aproximadamente 74 nm (vide figura 1, quadra-dos abertos). A diluição da microemulsão por resfriamento súbito com água,na relação de massa de 1:100 leva a uma nanoemulsão com um teor desubstância ativa de cerca de 0,05% em peso. correspondente à concentra-ção de aplicação para caldas de pulverização. A concentração de todos oscomponentes não-aquosos a uma concentração apropriada para a difusãode luz perfaz cerca de 0,8% em peso, e, desse modo.é uma concentraçãousual para a difusão de luz (em geral, cerca de 0,1 a 1,0% em peso).Resultado da comparação dos Exemplos 4a e 4b:
Com o processo de acordo com a invenção é possível produzir,com sucesso, uma microemulsão estável no armazenamento, eficiente emenergia, cuja distribuição de tamanhos de partículas é menor do que a dasmicroemulsões produzidas com o método de PIT. As nanoemulsões obtidaspor diluição das mesmas são apropriadas como formulações de defensivose/pesticidas e/ou preparações cosméticas.
figura 1 mostra os resultados das medições de difusão de luz dinâmica.

Claims (20)

1. Processo para produção de uma nanoemulsão por diluição deuma microemulsão, caracterizado pelo fato de que são usadas conjuntamen-te substâncias pseudocosmótropas, pouco ou não-solúveis em água, quebaixam pelo menos uma temperatura dos limites de fase de microemulsãopara um nível mais baixo.
2. Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que pelo menos uma substância pseudocosmótropa, hidrofoba, pelomenos uma substância hidrófila, pelo menos um emulsificante, opcionalmen-te, um ou a mistura de vários óleos hidrófobos e, opcionalmente, outros ad-juvantes ou agentes auxiliares são misturados uns aos outros.
3. Processo de acordo com pelo menos uma das reivindicações-1 ou 2, caracterizado pelo fato de que como substância pseudocosmótropa,pouco ou não-solúvel em água, é usada uma substância ou composição fisi-ologicamente eficaz.
4. Processo de acordo com pelo menos uma das reivindicações-1 a 3, caracterizado pelo fato de que como adjuvante são usados um oumais dispersores de óleo.
5. Processo de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelofato de que o dispersor de óleo é um polissiloxano modificado organicamen-te da fórmula geral (1) <formula>formula see original document page 27</formula> sendo quez = independentemente um do outro, 0 ou 1,x = 0 a 200,y = Oa 100,R' = R ou um radical de alquila,R = (CH2)n-(O)0-(C2H4O)p(C3H6O)q(C2H3LO)r.K e/ou CmH2m+1n = 0, 3, 4 ou 6,m = 1 a 40,o = 0 ou 1p = 0 a 50,q = 0 a 50,r = 0 a 50,L = etila ou fenila,K é igual a H, é um radical de alquila com 4 ou menos átomos de carbono ouum grupo acetila,com a condição de que a molécula precisa conter pelo menos um grupo R.
6. Processo para produção de uma nanoemulsão de acordo compelo menos uma das reivindicações 1 a 5, por diluição de uma microemul-são, que contém pelo menos uma substância pseudocosmótropa, que com-preendeA) produção de uma mistura 2, que apresenta pelo menos umasubstância pseudocosmótropa, água, opcionalmente, um polissiloxano orga-no modificado, opcionalmente, uma substância hidrófoba e pelo menos umemulsificante,sendo que pelo menos um dos limites de fase da fase de micro-emulsão dessa mistura encontra-se a uma temperatura mais baixa do que olimite de fase correspondente da fase de microemulsão de uma mistura 1,que não apresenta nenhuma substância cosmótropa e, de resto, apresenta amesma composição como a mistura 2,e, subseqüentemente, uma etapaB) adição de um diluente à mistura 2, para transformação dessamistura em uma nanoemulsão 3, sendo que a quantidade do diluente adicio-nado é escolhida de tal modo que a nanoemulsão 3 obtida, a uma tempera-tura predeterminada, não se apresenta como fase de microemulsão.
7. Nanoemulsão como definida em pelo menos uma das reivin-dicações 1 a 6, caracterizada pelo fato de que a substância pseudocosmó-tropa é usada em uma quantidade de 0,5 a 40% em peso da formulação to-tal da microemulsão.
8. Nanoemulsão de acordo com pelo menos uma das reivindica-ções 6 a 7, sendo que como substância hidrófoba é usado um óleo, que temum ponto de inflamabilidade de pelo menos 110°C e contém pelo menos umóleo mineral, óleo aromático, óleo vegetal, éster de ácido graxo, óleo de pa-rafina ou óleo de silicone, ou mistura dos mesmos.
9. Nanoemulsão produzida de acordo com um processo comodefinido em pelo menos uma das reivindicações 1 a 6, caracterizada pelofato de que está contido um adjuvante na base de um polissiloxano organo-modificado da fórmula geral (1) <formula>formula see original document page 29</formula>
10. Nanoemulsão de acordo com pelo menos uma das reivindi-cações 6 a 10, na qual a microemulsão que serve de base é estável em umâmbito de temperatura entre -10°C e +90°C.
11. Nanoemulsão de acordo com pelo menos uma das reivindi-cações 6 a 10, caracterizada pelo fato de que a distribuição de tamanhos departículas média da mesma está no âmbito de 10-300 nm.
12. Nanoemulsão de acordo com pelo menos uma das reivindi-cações 6 a 11, caracterizada pelo fato de que a mesma apresenta tamanhosde partículas que causam uma translucidez.
13. Nanoemulsão produzida de acordo com um processo comodefinido em pelo menos uma das reivindicações 1 a 4 ou 6, caracterizadapelo fato de que a substância pseudocosmótropa é um pesticida ou misturade pesticidas.
14. Nanoemulsão de acordo com a reivindicação 13, caracteri-zada pelo fato de que a substância pseudocosmótropa é um inseticida oumistura de inseticidas.
15. Nanoemulsão de acordo com pelo menos uma das reivindi-cações 7 a 14, caracterizada pelo fato de que como substância cosmótropaé usado pelo menos um pesticida ou inseticida ou misturas dos mesmos dasclasses de substâncias dos pesticidas baseados em piretroides, sulfonilurei-as, triazois, morfolinos, fenilpirazois, neonicotinoides, tetraciclinas, ciclodie-nos, organocloros, organofósforo, dos carbamatos e ditiocarbamatos, ftalimi-das, estrobilurinas, benzimidazois, ariloxifenoxipropionatos e/ou triazinas.
16. Nanoemulsão de acordo com pelo menos uma das reivindi-cações 7 a 15, caracterizada pelo fato de que pelo menos uma substânciacosmótropa é usada conjuntamente.
17. Nanoemulsão de acordo com um processo de acordo com areivindicação 6, etapa de processo A, caracterizada pelo fato de que ela a-presenta uma estabilidade de armazenamento de pelo menos 5 anos, a 25°C.
18. Nanoemulsão produzida de acordo com pelo menos um pro-cesso de acordo com pelo menos uma das reivindicações 6 a 16, caracteri-zada pelo fato de que ela é estável no armazenamento por pelo menos 48horas.
19. Uso de uma nanoemulsão, que contém um ou mais pestici-das, como definida em uma das reivindicações 7 a 18, em formulações dedefensivos e/ou pesticidas.
20. Uso de uma nanoemulsão, que contém um ou mais pestici-das, como definida em uma das reivindicações 7 a 18, em formulações parauso conjunto em preparações veterinárias e/ou farmacêuticas e/ou cosméticas.
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