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BRPI0902371A2 - processo de toner - Google Patents

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BRPI0902371A2
BRPI0902371A2 BRPI0902371-2A BRPI0902371A BRPI0902371A2 BR PI0902371 A2 BRPI0902371 A2 BR PI0902371A2 BR PI0902371 A BRPI0902371 A BR PI0902371A BR PI0902371 A2 BRPI0902371 A2 BR PI0902371A2
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BR
Brazil
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acid
toner
poly
complexes
wax
Prior art date
Application number
BRPI0902371-2A
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English (en)
Inventor
Enno E Agur
Daryl W Vanbesien
Ke Zhou
Michael S Hawkins
Richard P N Veregin
Edward G Zwartz
Maria N V Mcdougall
Original Assignee
Xerox Corp
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Family has litigation
First worldwide family litigation filed litigation Critical https://patents.darts-ip.com/?family=41530590&utm_source=google_patent&utm_medium=platform_link&utm_campaign=public_patent_search&patent=BRPI0902371(A2) "Global patent litigation dataset” by Darts-ip is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Application filed by Xerox Corp filed Critical Xerox Corp
Publication of BRPI0902371A2 publication Critical patent/BRPI0902371A2/pt
Publication of BRPI0902371B1 publication Critical patent/BRPI0902371B1/pt

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Abstract

PROCESSO DE TONER. A presente descrição proporciona toners e processos para a preparação de partículas de toner possuindo excelentes características de carregamento. O processo inclui formação de uma dispersão incluindo pelo menos um agente de controle de carga orgânico e/ou organometálico e, então, combinação dessa dispersão com uma emulsão adequada para uso na formação de partículas de toner.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "PROCESSODE TONER".
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a toners adequados para instru-mentos eletrofotográficos e a processos para a fabricação de tais toners.
Numerosos processos estão ao alcance daqueles versados natécnica para o preparo de toners. Agregação de emulsão (EA) é um de taismétodos. Estes toners podem ser formados através de agregação de umcolorante com um polímero de látex formado através de polimerização deemulsão. Por exemplo, a Patente U.S. N° 5.853.943, a descrição da qual éaqui incorporada por referência em sua totalidade, é direcionada a um pro-cesso de polimerização de emulsão semicontínuo para o preparo do látexformando, primeiramente, um polímero de semente. Outros exemplos deprocessos de emulsão/agregação/coalescência para o preparo de toners sãoilustrados nas Patentes U.S. N— 5.403.693, 5.418.108, 5.364.729 e5.346.797, as descrições de cada uma das quais são aqui incorporadas porreferência em sua totalidade. Outros processos são descritos nas PatentesU.S. N— 5.527.658, 5.585.215, 5.650.255, 5.650.256 e 5.501.935, as descri-ções de cada uma das quais são aqui incorporadas por referência em suatotalidade.
Toners de baixa fusão EA de poliéster, incluindo toners de fusãoultrabaixa (ULM) tendo desempenho de fusão desejado em baixatemperatura, têm sido preparados utilizando resinas de poliéster amorfas ecristalinas, em que a adição de uma resina de poliéster cristalina a umaresina de poliéster amorfa confere uma menor temperatura de fusão ao tonerde poliéster. Um exemplo de tal toner de poliéster de baixa fusão é descrito,por exemplo, na Patente U.S. N° 6.830.860, a descrição da qual é aquiincorporada por referência em sua totalidade. Contudo, a adição de umaresina de poliéster cristalina a uma resina de poliéster amorfa pode causaruma redução de desempenho de carga do toner, particularmente emtemperatura maior e/ou condições de umidade mais elevadas. Isso pode, emparte, ser em virtude do componente cristalino migrando para a superfície dapartícula de toner durante coalescência em uma temperatura em torno doponto de fusão de uma resina cristalina e interferindo com carga de toner emtemperatura elevada e/ou condições de umidade elevada.
Sabe-se que agentes de controle de carga (CCAs), tais comocomplexos organometálicos e/ou orgânicos, podem melhorar o desempenhode carga de toners misturados por fusão convencionais, em que (i) o CCA éadicionado internamente à formulação de toner durante o processo de mistu-ra por fusão ou (ii) misturado externamente à superfície de toner junto comoutros aditivos externos, por exemplo, partículas de sílica e/ou titânia. Paratoners EA, o desafio de incorporar CCAs similares às referidas formulaçõesde toner EA é elevado pela dificuldade em reduzir os CCAs ao tamanho desubmícron e incorporar os referidos CCAs em um meio aquoso.
Meios para melhorar a carga de toner, independente da seleçãode propriedades de resina e condições de processo, permanecem desejá-veis.
Sumário
A presente descrição fornece processos para o preparo de to-ners, bem como toners preparados através de tais processos. Em modalida-des, os processos da presente descrição podem incluir contato de pelo me-nos uma resina amorfa com pelo menos uma resina cristalina em uma emul-são para formar partículas pequenas, em que a emulsão inclui um coloranteopcional, um tensoativo opcional e uma cera opcional, agregação das partí-culas pequenas para formar uma pluralidade de agregados maiores, passa-gem de pelo menos um agente de controle de carga em uma dispersão atra-vés de um dispersor de elevada energia em uma pressão de cerca de 20,7mPa a cerca de 207 mPa (3.000 libras por polegada quadrada, a cerca de30.000 libras por polegada quadrada) para formar uma dispersão de controlede carga, contato dos agregados maiores com a dispersão de controle decarga para formar um revestimento sobre a mesma, coalescência dos agre-gados maiores para formar partículas de toner e recuperação das partículasde toner.
Os toners da presente descrição podem incluir, em modalidades,um núcleo incluindo pelo menos uma resina amorfa, pelo menos uma resinacristalina e um ou mais ingredientes opcionais, tais como colorantes, ceras ecombinações dos mesmos e um envoltório incluindo pelo menos uma resinaa qual pode ser a mesma ou diferente da pelo menos uma resina amorfa epelo menos uma resina cristalina no núcleo, em combinação com pelo me-nos um agente de controle de carga, tal como complexos orgânicos e com-plexos organometálicos.
Em outras modalidades, os processos da presente descriçãopodem incluir contato de pelo menos uma resina amorfa com pelo menosuma resina cristalina, um colorante opcional, pelo menos um tensoativo euma cera opcional para formar partículas pequenas e agregação das partí-culas pequenas para formar uma pluralidade de agregados maiores. O pro-cesso pode incluir também formação de uma dispersão incluindo pelo menosum agente de controle de carga, tal como sais de complexo de ferro amorfostendo um composto monoazo como um ligante, complexos de ferro do tipoazo, ácido 3,5-di-terc-butilsalicílico, complexos de zircônio e ácido 3, 5-di-t-butilsalicílico, complexos de compostos de zinco e ácido 3,5-di-terc-butilsalicílico, dialquil zinco de ácido salicílico, sal de potássio de borobis(1,1-difenil-1-oxo-acetila), complexos de zircônio de ácido 2-hidróxi-3-naftoico, compostos de metal tendo ácidos dicarboxílicos aromáticos comoligantes, borobisbenzilato de potássio, copolímeros com base em estireno-acrilato com grupos sulfonato, copolímeros com base em estireno-metacrilato com grupos sulfonato, complexos de sulfóxido de dimetila comsais metálicos, 2-(1,2-benzisotiazol-3(2H)-ilidano 1,1-dióxido)acetamida N-substituída, N-(2-(1,2-benzisotiazol-3(2H)-ilidano 1,1-dióxido)-2-cianoacetil)benzeno-sulfonamida, brometo de cetiltrimetilamônio, tetrafluoro-boratos de cetil piridínio, metil sulfato de diesteraril dimetil amônio, bissulfatode amônio dimetil diestearila e combinações dos mesmos e passagem dopelo menos um agente de controle de carga em uma dispersão através de um homogeneizador eme uma pressão de cerca de 103,4 mPa a cerca de172,4 mPa (15.000 libras por polegada quadrada a cerca de 25.000 libraspor polegada quadrada). Os agregados maiores podem ser contatos com opelo menos um agente de controle de carga na dispersão para formar umrevestimento de resina sobre os mesmos, os agregados maiores podem sercoalescidos para formar partículas de toner e as partículas de toner podemser recuperadas, em que as partículas de toner são de um tamanho de cercade 3 micrômetros a cerca de 20 micrômetros e têm uma forma circular decerca de 0,9 a cerca de 1.
Breve Descrição dos Desenhos
Várias modalidades da presente descrição serão descritas aquiabaixo com referência à figura, em que:
A figura é uma descrição de um conjunto de válvula de homoge-neização o qual pode ser utilizado para formar uma dispersão da presentedescrição possuindo um agente de controle de carga.
Descrição Detalhada
Em modalidades da presente descrição, partículas de toner po-dem ser preparadas utilizando processos químicos os quais envolvem a a-gregação e fusão de uma resina de látex com um agente de controle de car-ga, um colorante opcional, uma cera opcional e outros aditivos opcionais.
Em modalidades, um processo da presente descrição pode serutilizado para dispersar agentes de controle de carga (CCA) compreendendocomplexos organometálicos e/ou orgânicos em soluções de tensoativo a-quoso usando homogeneização em alta pressão. O CCA disperso resultantepode, então, ser incorporado nos toners de baixa fusão EA, incluindo tonersde fusão ultrabaixa. Vantagens da incorporação de CCAs nos designs detoner EA incluem o aprimoramento na carga do toner e desempenho de coe-são térmica para o toner resultante, mesmo embora possa haver um peque-no aumento na temperatura de fusão do toner, resultando em uma pequenadiminuição no desempenho de fusão.
Em modalidades, os toners aqui podem ser toners de fusão ul-trabaixa ou de baixa fusão. Um toner de fusão baixa ou fusão ultrabaixa po-de ter uma temperatura de transição do vidro, por exemplo, de cerca de45°C a cerca de 85°C, em modalidades cerca de 50°C a cerca de 65°C ou,em modalidades, cerca de 55°C a cerca de 60°C. Tais toners também po-dem exibir uma temperatura de fusão ou fixação desejavelmente baixa, porexemplo uma temperatura mínima de fusão de cerca de 75°C a cerca de150°C, em modalidades cerca de 80°C a cerca de 145°C ou, em modalida-des, cerca de 90°C a cerca de 130°C. Tais características de fusão baixasão desejáveis para permitir que o toner seja fixado ou fundido sobre umsubstrato para recebimento de imagem, tal como papel, em uma menor tem-peratura, o que pode resultar em economia de energia, bem como velocida-de aumentada do dispositivo.
Resinas
Qualquer resina de látex pode ser utilizada na formação de umtoner da presente descrição. Tais resinas, por sua vez, podem ser feitas dequalquer monômero adequado. Monômeros adequados úteis na formaçãode uma resina incluem, mas não estão limitados a, estirenos, acrilatos, me-tacrilatos, butadienos, isoprenos, ácidos acrílicos, ácidos metacrílicos, acri-lonitrilas, diol, diácido, diamina, diéster, misturas dos mesmos e similares.Qualquer monômero empregado pode ser selecionado, dependendo do po-límero a ser utilizado em particular.
Em modalidades, um polímero utilizado para formar uma resinapode ser uma resina de poliéster, incluindo as resinas descritas nas Paten-tes U.S. N— 6.593.049 e 6.756.176, as descrições de cada uma das quaissão aqui incorporadas por referência em sua totalidade. Resinas adequadastambém podem incluir uma mistura de uma resina de poliéster amorfo e umaresina de poliéster cristalino, conforme descrito na Patente U.S. N°6.830.860, a descrição da qual é aqui incorporada por referência em suatotalidade. Adicionalmente, por exemplo, resinas adequadas podem incluircombinações de duas ou mais resinas de poliéster, por exemplo, pelo menosum poliéster cristalino com pelo menos um poliéster amorfo.
Em modalidades, a resina pode ser uma resina de poliéster for-mada através de reação de um diol com um diácido na presença de um ca- talisador opcional. Para formação de um poliéster cristalino, dióis orgânicosadequados incluem dióis alifáticos com cerca de 2 a cerca de 36 átomos decarbono, tais como 1,2-etanodiol, 1,3-propanodiol, 1,4-butanodiol, 1,5-pentanodiol, 1,6-hexanodiol, 1,7-heptanodiol, 1,8-octanodiol, 1,9-nonanodiol,1,10-decanodiol, 1,12-dodecanodiol, etileno glicol, combinações dos mes-mos e similares; dióis sulfo-alifáticos alcalinos, tais como 2-sulfo-1,2-etanodiol de sódio, 2-sulfo-1,2-etanodiol de lítio, 2-sulfo-1,2-etanodiol de po-tássio, 2-sulfo-1,3-propanodiol de sódio, 2-sulfo-1,3-propanodiol de lítio, 2-sulfo-1,3-propanodiol de potássio, misturas dos mesmos e similares. O diolalifático pode ser, por exemplo, selecionado em uma quantidade de cerca de40 a cerca de 60 por cento em rnols, em modalidades cerca de 42 a cercade 55 por cento em rnols, em modalidades cerca de 45 a cerca de 53 porcento em rnols e o diol sulfo-alifático alcalino pode ser selecionado em umaquantidade de de cerca de 0 a cerca de 10 por cento em rnols, em modali-dades cerca de 1 a cerca de 4 por cento em rnols da resina.
Exemplos de diácidos ou diésteres orgânicos selecionados parao preparo de resinas cristalinas incluem ácido oxálico, ácido succínico, ácidoglutárico, ácido adípico, ácido subérico, ácido azelaico, ácido fumárico, ácidomaleico, ácido dodecanodioico, ácido sebácico, ácido ftálico, ácido isoftálico,ácido tereftálico, ácido naftaleno-2,6-dicarboxílico, ácido naftaleno-2,7-dicarboxílico, ácido ciclo-hexano dicarboxílico, ácido malônico e ácido mesa-cônico, um diéster ou anidrido dos mesmos e combinações dos mesmos. Odiácido orgânico pode ser selecionado em uma quantidade, por exemplo, emmodalidades, de cerca de 40 a cerca de 60 por cento em rnols, em modali-dades de cerca de 42 a cerca de 55 por cento em rnols, em modalidades decerca de 45 a cerca de 53 por cento em rnols.
Exemplos de resinas cristalinas incluem poliésteres, poliamidas,poli-imidas, poliolefinas, polietileno, polibutileno, poli-isobutirato, copolímerosde etileno-propileno, copolímeros de etileno-acetato de vinila, polipropileno,misturas dos mesmos e similares. Resinas cristalinas específicas podem serbaseadas em poliéster, tais como adipato de (poli)etileno, adipato de (po-li)propileno, adipato de (poli)butileno, adipato de (poli)pentileno, adipato de(poli)hexileno, adipato de (poli)octileno, succinato de (poli)etileno, succinatode (poli)propileno, succinato de (poli)butileno, succinato de (poli)pentileno,succinato de (poli)hexileno, succinato de (poli)octileno, sebacato de (po-li)etileno, sebacato de (poli)propileno, sebacato de (poli)butileno, sebacatode (poli)pentileno, sebacato de (poli)hexileno, sebacato de (poli)octileno, a-dipato de co(poli)5-sulfoisoftaloíla)-co(poli)etileno alcalino, sebacato de (po-li)decileno, decanoato de (poli)decileno, decanoato de (poli)etileno, dodeca-noato de (poli)etileno, sebacato de (poli)nonileno, decanoato de (po-li)nonileno, fumarato de co(poli)etileno-sebacato de co(poli)etileno, fumaratode co(poli)etileno-decanoato de co(poli)etileno e fumarato de co(poli)etileno-dodecanoato de co(poli)etileno. Exemplos de poliamidas incluem (po-li)etileno-adipamida, (poli)propileno-adipamida, (poli)butileno-adipamida, (po-li)pentileno-adipamida, (poli)hexileno-adipamida, (poli)octileno-adipamida,(poli)etileno-succinamida e (poli)propileno-sebecamida. Exemplos de poli-imidas incluem (poli)etileno-adipimida, (poli)propileno-adipimida, (po-li)butileno-adipimida, (poli)pentileno-adipimida, (poli)hexileno-adipimida, (po-li)octileno-adipimida, (poli)etileno-succinimida, (poli)propileno-succinimida e(poli)butileno-succinimida. A resina cristalina pode estar presente, por exem-plo, em uma quantidade de cerca de 5 a cerca de 50 por cento em peso doscomponentes de toner, em modalidades cerca de 10 a cerca de 35 por centoem peso dos componentes de toner. A resina cristalina pode possuir váriospontos de fusão, por exemplo, de cerca de 30°C a cerca de 120°C, em mo-dalidades de cerca de 50°C a cerca de 90°C conforme medido, por exemplo,através de Calorimetria de Exploração Diferencial (DSC). A resina cristalinapode ter um número molecular numérico médio (Mn), por exemplo, de cercade 1.000 a cerca de 50.000, em modalidades de cerca de 2.000 a cerca de25.000 e um peso molecular gravimétrico médio (Mw), por exemplo, de cercade 2.000 a cerca de 100.000, em modalidades de cerca de 3.000 a cerca de80.000, conforme determinado através de Cromatografia de Permeação deGel (GPC) usando padrões de poliestireno. A distribuição de peso molecular(Mw/Mn) da resina cristalina pode ser, por exemplo, cerca de 2 a cerca de 6,em modalidades cerca de 3 a cerca de 4.
Exemplos de diácido ou diesteres selecionados para o preparode poliésteres amorfos incluem ácidos dicarboxílicos ou diesteres, tais comoácido tereftálico, ácido itálico, ácido isoftálico, ácido fumárico, ácido maleico,ácido succínico, ácido itacônico, ácido succínico, anidrido succínico, ácidododecil-succínico, anidrido dodecil-succínico, ácido glutárico, anidrido glutá-rico, ácido adípico, ácido pimélico, ácido subérico, ácido azelaico, dodeca-nodiácido, ácido trimelítico, tereftalato de dimetila, tereftalato de dietila, isof-talato de dimetila, isoftalato de dietila, ftalato de dimetila, anidrido ftálico, fta-lato de dietila, succinato de dimetila, fumarato de dimetila, maleato de dimeti-la, glutarato de dimetila, adipato de dimetila, succinato de dimetil dodecila ecombinações dos mesmos. O diácido orgânico ou diéster pode estar presen-te, por exemplo, em uma quantidade de cerca de 40 a cerca de 60 por centoem rnols da resina, em modalidades de cerca de 42 a cerca de 55 por centoem rnols da resina, em modalidades de cerca de 45 a cerca de 53 por centoem rnols da resina.
Exemplos de dióis utilizados na geração do poliéster amorfo in-cluem 1,2-propanodiol, 1,3-propanodiol, 1,2-butanodiol, 1,3-butanodiol, 1,4-butanodiol, pentanodiol, hexanodiol, 2,2-dimetilpropanodiol, 2,2,3-trimetilhexanodiol, heptanodiol, dodecanodiol, bis(hidroxietil)-bisfenol A,bis(2-hidroxipropil)-bisfenol A, 1,4-ciclo-hexanodimetanol, 1,3-ciclo-hexanodimetanol, xilenodimetanol, ciclo-hexanodiol, dietileno glicol, oxido debis(2-hidroxietila), dipropileno glicol, dibutileno e combinações dos mesmos.A quantidade de diol orgânico selecionado pode variar e pode estar presen-te, por exemplo, em uma quantidade de cerca de 40 a cerca de 60 por centoem rnols da resina, em modalidades de cerca de 42 a cerca de 55 por centoem rnols da resina, em modalidades de cerca de 45 a cerca de 53 por centoem rnols da resina.
Catalisadores de policondensação os quais podem ser utilizadospara os poliésteres amorfos ou cristalinos incluem titanatos de tetra-alquila,óxidos de dialquilestanho tal como oxido de dibutilestanho, tetra-alquilestanhos tal como dilaurato de dibutilestanho e hidróxidos de oxido dedialquilestanho, tais como hidróxido de oxido de butilestanho, alcóxidos dealumínio, alquil zinco, dialquil zinco, oxido de zinco, oxido estanoso ou com-binações dos mesmos. Tais catalisadores podem ser utilizados em quanti-dades, por exemplo, de cerca de 0,01 mol por cento a cerca de 5 por centoem rnols, baseado no diácido ou diéster inicial usado para gerar a resina depoliéster.
Em modalidades, resinas amorfas adequadas incluem poliéste-res, poliamidas, poli-imidas, poliolefinas, polietileno, polibutileno, poli-isobutirato, copolímeros de etileno-propileno, copolímeros de etileno-acetatode vinila, polipropileno, combinações dos mesmos e similares. Exemplos deresinas amorfas as quais podem ser utilizadas incluem resinas de (po-li)estireno-acrilato reticuladas, por exemplo, de cerca de 10 por cento a cercade 70 por cento, resinas de (poli)estireno-acrilato, resinas de (poli)estireno- metacrilato, resinas de (poli)estireno-metacrilato reticuladas, resinas de (po-li)estireno-butadieno, resinas de (poli)estireno-butadieno reticuladas, resinasde poliéster sulfonadas alcalinas, resinas de poliéster sulfonadas alcalinasramificadas, resinas de poli-imida sulfonadas alcalinas, resinas de poli-imidasulfonadas alcalinas ramificadas, resinas de (poli)estireno-acrilato sulfona-das alcalinas, resinas de (poli)estireno-acrilato sulfonadas alcalinas reticula-das, resinas de (poli)estireno-metacrilato, resinas de (poli)estireno-metacrilato sulfonadas alcalinas reticuladas, resinas de (poli)estireno-butadieno sulfonadas alcalinas e resinas de (poli)estireno-butadieno sulfona-das alcalinas reticuladas.
Em modalidades, uma resina de poliéster insaturado pode serutilizada como uma resina de látex. Exemplos de tais resinas incluem aque-las descritas na Patente U.S. N° 6.063.827, a descrição a qual é aqui incor-porada por referência em sua totalidade. Exemplos de resinas de poliésterinsaturado incluem, mas não estão limitadas a, cofumarato de bisfenol (po-li)propoxilado, cofumarato de bisfenol (poli)etoxilado, cofumarato de bisfenol(poli)butiloxilado, comaleato de bisfenol coetoxilado bisfenol (po-li)copropoxilado, maleato de (poli)1,2-propileno, coitaconato de bisfenol (po-li)propoxilado, coitaconato de bisfnol (poli)etoxilado, coitaconato de bisfenol(poli)butiloxilado, coitaconato de bisfenol coetoxilado bisfenol (po-li)copropoxilado, itaconato de (poli)1,2-propileno e combinações dos mes-mos.
Em modalidades, uma resina de poliéster amorfo adequada po-de ser uma resina de cofumarato de bisfenol A (poli)propoxilado tendo afórmula (I) a seguir:
<formula>formula see original document page 11</formula>
em que m pode ser de cerca de 5 a cerca de 1000.Um exemplo de uma resina de fumarato de bisfenol A propoxila-do linear a qual pode ser utilizada como uma resina de látex está disponívelsob a marca comercial SPARII da Resana S/A Indústrias Químicas, SãoPaulo, Brasil. Outras resinas de fumarato de bisfenol A propoxilado que po-dem ser utilizadas e estão comercialmente disponíveis incluem GTUF eFPESL-2 da Kao Corporation, Japão e EM181635 da Reichhold Inc., Rese-arch Triangle Park, Carolina do Norte e similares.
Resinas cristalinas adequadas incluem aquelas descritas na Pu-blicação de Pedido de Patente U.S. N° 2006/0222991, a descrição da qual éaqui incorporada por referência em sua totalidade. Em modalidades, umaresina cristalina adequada pode ser composta de etileno glicol e uma misturade comonômeros de ácido dodecanodioico e ácido fumárico com a fórmula aseguir:
<formula>formula see original document page 11</formula>
em que b é de 5 a 2000 e d é de 5 a 2000.
(I)Uma, duas ou mais resinas de toner podem ser usadas. Em mo-dalidades onde duas ou mais resinas de toner são usadas, as resinas detoner podem estar em qualquer proporção adequada (por exemplo, propor-ção em peso) tal como, por exemplo, cerca de 10 por cento da primeira resi-na/90 por cento da segunda resina a cerca de 90 por cento da primeira resi-na/10 por cento da segunda resina. Em modalidades, a resina amorfa utili-zada no núcleo pode ser linear.
Em modalidades, a resina pode ser formada através de métodosde polimerização em emulsão. Em outras modalidades, uma resina pré-fabricada pode ser utilizada para formar o toner.
Embora resinas de poliéster cristalino em toners sozinhas pos-sam proporcionar excelente desempenho em baixa fusão e alto brilho, elastambém proporcionam pobre latitude de fusão. Similarmente, resinas de po-liéster amorfo em toners sozinhas podem proporcionar excelente desempe-nho de liberação, embora seu desempenho em baixa fusão possa ser limita-do por bloqueio e requisitos de offset do documento. Combinando resinascristalinas e amorfas, se pode obter desempenho de fusão em baixa tempe-ratura e latitude de fusão ampla desejados. Assim, conforme notado acima,em modalidades, uma resina utilizada na formação de partículas de tonerpode incluir uma resina amorfa e uma resina cristalina.
A resina descrita acima pode ser utilizada para formar composi-ções de toner. Tais composições de toner podem incluir CCAs, colorantesopcionais, ceras opcionais e outros aditivos opcionais. Toners podem serformados utilizando qualquer método ao alcance daqueles versados na téc-nica.
Em modalidades, as resinas acima, bem como quaisquer CCAs,colorantes, ceras e outros aditivos utilizados para formar composições detoner, podem estar nos látexes, emulsões ou dispersões incluindo tensoati-vos. Além disso, partículas de toner podem ser formadas através de méto-dos de agregação de emulsão (EA) onde a resina e outros componentes dotoner na forma de látexes, emulsões ou dispersões são misturados, agrega-dos, coalescidos, opcionalmente lavados, secos e recuperados.Tensoativos podem ser adicionados aos componentes constitu-intes (resinas, pigmentos, ceras, CCAs e similares) durante emulsificação oudispersão em meio aquoso de forma a estabilizar a referida emulsão ou dis-persão, isto é, diminuir a tensão interfacial entre a fase dispersa e a fase a-quosa durante emulsificação ou dispersão e impedir a reaglomeração dafase dispersa antes da adição na formulação de toner. Uma vez adicionadosà mistura de toner, os tensoativos ainda contribuem para a carga iônica(neutra, positiva ou negativa) da referida emulsão ou dispersão para permitiragregação dos referidos componentes de toner, opcionalmente na presençade um coagulante. Em modalidades, os componentes constituintes podemser estabilizados com tensoativos aniônicos e o coagulante pode ser catiôni-co.
Um, dois ou mais tensoativos podem ser utilizados nos referidoslátexes, emulsões e dispersões de forma a estabilizar as referidas misturas efornecer carga iônica para auxiliar na agregação dos referidos componentesde toner durante agregação de toner. Qualquer tipo de tensoativo pode serusado, com tensoativos aniônicos, catiônicos ou não-iônicos sendo utilizadosem algumas modalidades.
Exemplos de tensoativos não-iônicos que podem ser utilizados incluem, por exemplo, ácido poliacrílico, metalose, metil celulose, etil celulo-se, propil celulose, hidróxi etil celulose, carbóxi metil celulose, cetil éter depolioxietileno, lauril éter de polioxietileno,°Ctil éter de polioxietileno,°Ctilfeniléter de polioxietileno, oleil éter de polioxietileno, monolaurato de sorbitano depolioxietileno, estearil éter de polioxietileno, nonilfenil éter de polioxietileno,diaquilfenóxi (poli)etilenóxi etanol disponível da Rhone-Poulenc IndustriesS/A como IGEPAL CA-210®, IGEPAL CA-520®, IGEPAL CA-720®, IGEPALCO-890®, IGEPAL CO-720®, IGEPAL CO-290®, IGEPAL CA-210®, ANTA-ROX 890® e ANTAROX 897®. Outros exemplos de tensoativos não-iônicosadequados incluem um copolímero em bloco de oxido de polietileno e oxidode polipropileno, incluindo aqueles comercialmente disponíveis como SYN-PERONIC PE/F, em modalidades SYNPERONIC PE/F 108.
Tensoativos aniônicos os quais podem ser utilizados incluemsülfatos e sulfonatos, dodecil-sulfato de sódio (SDS), dodecilbenzeno sulfo-nato de sódio, dodecilnaftaleno sulfato de sódio, sulfatos e sulfonatos dial-quila de benzenoalquil, ácidos tal como ácido abítico disponível da Aldrich,NEOGEN R®, NEOGEN SC® obtido da Daiichi Kogyo Seiyaku Co. Ltda.,combinações dos mesmos e similares. Outros tensoativos aniônicos inclu-em, em modalidades, DOWFAX® 2A1, um dissulfonato de oxido de alquildi-fenila da The Dow Chemical Company e/ou TAYCAPOWER BN2060 daTayca Corporation, os quais são dodecil benzeno sulfonatos de sódio ramifi-cados. Combinações desses tensoativos e qualquer um dos tensoativos ani-ônicos antecedentes podem ser utilizadas em modalidades.
Exemplos dos tensoativos catiônicos os quais são usualmentede carga positiva incluem, por exemplo, cloreto de dimetil alquilbenzil amô-nio, cloreto de benzenoalquil dialquil amônio, cloreto de trimetil lauril amônio,cloreto de metil alquilbenzil amônio, brometo de dimetil benzil alquil amônio,cloreto de benzalcônio, brometo de cetíl piridínio, C12, C15, C17 brometos detrimetil amônio, sais de haleto de polioxietilalquilaminas quaternizadas, clore-to de trietil dodecilbenzil amônio, MIRAPOL® e ALKAQUAT® disponíveis daAlkaril Chemical Company, SANIZOL® (cloreto de benzalcônio) disponívelda Kao Corporation e similares e misturas do mesmo.
Agentes de Controle de Carga
Conforme notado acima, em modalidades, a resina utilizada paraformar um toner pode incluir um poliéster amorfo em combinação com umpoliéster cristalino. Embora muitos destes toners possam ter excelentedesempenho de fusão, em alguns casos, os toners podem ter um desempe-nho de carga pobre. Embora não se deseje estar preso a qualquer teoria,esse desempenho de carga pobre pode ser em virtude de migração do com-ponente cristalino para a superfície de partícula durante o estágio de coales-cência de formação de partícula EA.
Assim, em modalidades, pode ser desejável incorporar um agen-te de controle de carga (CCA) na formulação de toner. CCAs de carga posi-tiva ou negativa adequados podem incluir, em modalidades, complexos or-ganometálicos e/ou orgânicos. Por exemplo, CCAs negativos podem incluircomplexos de azo-metal, por exemplo, VALIFAST BLACK 3804, BON-TRON® S-31, BONTRON® S-32, BONTRON® S-34, BONTRON® S-36 (co-mercialmente disponíveis da Orient Chemical Industries, Ltda.), 1-17, AIZENSPILON BLACK TRH (comercialmente disponível da Hodogaya ChemicalCo., Ltda.); compostos de sal de complexo metálico amorfo com compostosde monoazo como ligantes, incluindo sais de complexo de ferro amorfostendo um composto de monoazo como um ligante (vide, por exemplo, Paten-te U.S. N° 6.197.467, a descrição a qual é aqui incorporada por referênciaem sua totalidade); sais de complexo metálico do tipo azo incluindo comple-xos de ferro do tipo azo (vide, por exemplo, Pedido de Patente U.S. N°2006/0257776, a descrição do qual é aqui incorporada por referência em suatotalidade); compostos de metal de monoazo (vide, por exemplo, Pedido dePatente U.S. N° 2005/0208409, a descrição do qual é aqui incorporada porreferência em sua totalidade); complexos de ftalocianina de cobre; ácidoscarboxílicos, ácidos carboxílicos substituídos e complexos metálicos dos re-feridos ácidos; ácido salicílico, ácido salicílico substituído e complexos metá-licos dos referidos ácidos, incluindo ácido 3,5-di-terc-butilsalicílico; comple-xos metálicos de derivados de alquila de ácido salicílico, por exemplo, BON-TRON® E-81, BONTRON® E-82, BONTRON® E-84, BONTRON® E-85,BONTRON® E-88 (comercialmente disponíveis da Orient Chemical Industri-es, Ltda.); complexos metálicos de ácidos alquil carboxílicos aromáticos, in-cluindo complexos de zircônio de ácidos carboxílicos alquil-aromáticos, taiscomo ácido 3, 5-di-t-butilsalicílico (vide, por exemplo, Patente U.S. N°7.371.495, a descrição a qual é aqui incorporada através de referência emsua totalidade); compostos de zinco de derivados de ácido alquil salicílicoincluindo compostos de zinco de ácido 3,5-di-terc-butilsalicílico (vide, porexemplo, Pedido de Patente U.S. N° 2003/0180642, a descrição do qual éaqui incorporada por referência em sua totalidade); compostos de ácido sali-cílico incluindo metais ou complexos de boro, incluindo ácido salicílico dial- quil zinco ou sal de potássio de bis(1,1-difenil-1-oxo-acetil boro) (vide, porexemplo, Pedido de Patente U.S. N° 2006/0251977, a descrição do qual éaqui incorporada por referência em sua totalidade); ácidos naftoicos, ácidosnaftoicos substituídos e complexos metálicos dos referidos ácidos, incluindocomplexos de zircônio de ácido 2-hidróxi-3-naftoico (vide, por exemplo, Pa-tente U.S. N° 7.371.495, a descrição da qual é aqui incorporada por referên-cia em sua totalidade); ácidos hidróxi carboxílicos, ácidos hidróxi carboxílicossubstituídos e complexos metálicos dos referidos ácidos, incluindo compos-tos metálicos tendo ácidos hidróxi carboxílicos aromáticos como ligantes (vi-de, por exemplo, Patente U.S. N° 6.326.113, a descrição da qual é aqui in-corporada por referência em sua totalidade); ácidos dicarboxílicos, ácidosdicarboxílicos substituídos e complexos metálicos dos referidos ácidos, inclu-indo compostos de metal tendo ácidos dicarboxílicos aromáticos como ligan-tes (vide, por exemplo, Patente U.S. N° 6.326.113, a descrição da qual é a-qui incorporada por referência em sua totalidade); derivados de nitroimidazo-la; complexos de boro de ácido benzílico, incluindo borobisbenzilato de po-tássio, por exemplo LR-147 (comercialmente disponível da Japan Carlit Co.,Ltda.); compostos de calixareno, por exemplo BONTRON® E-89 e BON-TRON® F-21 (comercialmente disponíveis da Orient Chemical Industries,Ltda.); compostos metálicos obteníveis reagindo uma, duas ou mais molécu-las de um alcóxi de metal (vide, por exemplo, Patente U.S. N° 6.762.004, adescrição da qual é aqui incorporada por referência em sua totalidade); car-boxilatos e sulfonatos metálicos (vide, por exemplo, Patente U.S. N°6.207.335, a descrição da qual é aqui incorporada por referência em suatotalidade); compostos organometálicos e/ou orgânicos contendo sulfonatosincluem copolímeros selecionados de copolímeros baseados em estireno-acrilato e copolímeros baseados em estireno-metacrilato com grupos sulfo-nato (vide, por exemplo, Pedido de Patente U.S. N° 2007/0269730, a descri-ção do qual é aqui incorporada por referência em sua totalidade); complexosde sulfona compreendendo grupos aromáticos e/ou alquila (vide, por exem-plo, Pedido de Patente U.S. N° 2007/0099103, a descrição do qual é aquiincorporada por referência em sua totalidade); complexos organometálicosde sulfóxido de dimetila com sais metálicos (vide, por exemplo, Pedido dePatente U.S. N° 2006/0188801, a descrição do qual é aqui incorporada porreferência em sua totalidade); sais de cálcio de compostos de ácido orgânicotendo um ou mais grupos ácidos, incluindo grupos carboxila, grupos sulfôni-cos e/ou grupos hidroxila (vide, por exemplo, Patente U.S. N° 6.977.129, adescrição da qual é aqui incorporada por referência em sua totalidade); saisde bário de compostos de ácido sulfoisoftálico (vide, por exemplo, PatenteU.S. N° 6.830.859, a descrição da qual é aqui incorporada por referência emsua totalidade); polihidróxialcanoatos compreendendo unidades fenila substi-tuídas (vide, por exemplo, Patente U.S. N° 6.908.720, a descrição da qual éaqui incorporada por referência em sua totalidade); acetamidas, incluindo 2-(1,2-benzisotiazol-3(2H)-ilidano 1,1-dióxido)acetamida N-substituída (vide,por exemplo, Patente U.S. N° 6.184.387, a descrição da qual é aqui incorpo-rada através por referência em sua totalidade); benzeno-sulfonamidas, inclu-indo N-(2-(1,2-benzisotiazol-3(2H)-ilidano 1,1-dióxido)-2-cianoacetil)benzeno-sulfonamida (vide, por exemplo, Patente U.S. N°6.165.668, a descrição da qual é aqui incorporada por referência em suatotalidade); combinações dos mesmos e similares.
CCAs positivos os quais podem ser utilizados incluem compos-tos de nigrosina, por exemplo, NIGROSINE BASE EX, OIL BLACK BS, OILBLACK SO, BONTRON® N-01, BONTRON® N-04, BONTRON® N-07, BON-TRON® N-09, BONTRON® N-11, BONTRON® N-21 (comercialmente dispo-níveis da Orient Chemical Industries, Ltda.); compostos baseados em trife-nilmetano contendo uma amina terciária como uma cadeia lateral; compos-tos de sal de amônio quaternário, por exemplo, BONTRON® P-51, BON-TRON® P-52 (comercialmente disponíveis da Orient Chemical Industries,Ltda.), TP-415, TP-302, TP-4040 (comercialmente disponíveis da HodogayaChemical Co., Ltda.), COPY CHARGE PSY (comercialmente disponível daClariant Ltda.); brometo de cetiltrimetilamônio, COPY CHARGE PX VP435(comercialmente disponível da Clariant Ltda.); haletos de alquil piridínio, in-cluindo tetrafluoroboratos de cetil piridínio; compostos de alquil piridínio (vi-de, por exemplo, Patente U.S. N° 4.298.672, a descrição da qual é aqui in-corporada por referência em sua totalidade); composições de sulfato e sulfo-nato orgânicas, por exemplo, sulfato de metil dimetil diestearil amônio(DDAMS) (vide, por exemplo, Patente U.S. N° 4.560.635, a descrição daqual é aqui incorporada por referência em sua totalidade); bissulfatos, inclu-indo bissulfato de dimetil diestearil amônio (DDABS) (vide, por exemplo, Pa-tente U.S. N° 5.114.821, a descrição da qual é aqui incorporada por referên-cia em sua totalidade); nitrobenzeno sulfonatos de amônio quaternário; resi-nas de poliamina, por exemplo, AFP-B (comercialmente disponível da OrientChemical Industries, Ltda.); derivados de guanidina; derivados de imidazola,por exemplo, PLZ-2001, PLZ-8001 (comercialmente disponíveis da ShikokuKasei K.K.); combinações dos mesmos e similares.
Em modalidades, um CCA pode ser em uma emulsão ou disper-são incluindo água e/ou qualquer tensoativo descrito acima. A dispersão deCCA, por sua vez, pode ser combinada com uma emulsão ou dispersãopossuindo pelo menos uma resina. Em modalidades, a dispersão CCA podeser formada usando um dispersor de alta energia, incluindo homogeneizado-res de alta pressão comercialmente disponíveis da APV Homogeniser Groupe/ou Niro Soavi North America, LLC, um dispersor de cisalhamento elevadoULTIMAIZER® disponível da Sugino Machine Ltda., um processador de ci-salhamento elevado MICROFLUIDIZER® disponível da Microfluidics, umadivisão da MFIC Corporation, um misturador com rotor/estator de alta ener-gia CAVITRON® disponível da Arde-Barinco Inc., combinações dos mesmose similares. Ainda outras tecnologias de dispersão podem ser utilizadas deacordo com a presente descrição, tais como moedores com propulsor, inclu-indo agitadores e misturadores, moinhos de esfera, incluindo moinhos depedra molhada e aparelhos de atrito, moinhos de meios pequenos, incluindomoinhos de areia, moinhos vibratórios, moinhos com múltiplos rolos, disper-sores ultrassônicos, combinações dos mesmos e similares.
Conforme usado aqui, homogeneização em alta pressão podeincluir o processo de produção de emulsões ou dispersões em uma misturade fluído sob pressão. O processo de homogeneização em alta pressão po-de incluir pelo menos dois fatores de forma a produzir um produto de disper-são estável: (i) geração de forças elevadas para quebrar ou dispersar os a-gregados sólidos na mistura fluida; e (ii) estabilização do referido produto dedispersão para prevenir reaglomeração das partículas sólidas dispersas namistura fluida.
Por exemplo, um agente de controle de carga sólido pode serdisperso em água através de homogeneização em alta pressão para formaruma dispersão de CCA aquosa. Essa dispersão de CCA pode, então, serincorporada em uma formulação de toner de forma a melhorar o desempe-nho de carregamento do toner.
Conforme notado acima, em homogeneização em alta pressão,tensoativos podem ser usados para estabilizar o produto de dispersão sóli-do. Qualquer tensoativo descrito acima como adequado para um processode agregação de emulsão pode ser utilizado. Funções do tensoativo podemincluir: (i) diminuição da tensão interfacial entre o sólido disperso e a faseaquosa; e (ii) prevenção de aglomeração das partículas dispersas após elasserem formadas. Para aplicação em processos de toner EA, outra função dotensoativo pode ser proporcionar carga iônica, positiva, neutra ou negativa,às partículas sólidas resultantes na mistura de dispersão. Dependendo dascargas dos outros componentes constituintes (resina, pigmento e similares)na formulação de toner, pode ser desejável escolher um tensoativo particularbaseado em seu caráter iônico para desempenho ótimo de coalescência eagregação. Tensoativos catiônicos podem fornecer uma carga positiva líqui-da às partículas dispersas em uma mistura de toner, enquanto que tensoati-vos aniônicos podem fornecer uma carga negativa líquida. Conforme notadoacima, qualquer tensoativo adequado pode ser utilizado. Em modalidades,tensoativos aniônicos adequados incluem TAYCAPOWER BN 2060, o qual éum dodecilbenzeno sulfonato de sódio ramificado da Tayca Corporation.
A quantidade de tensoativo requerida para estabilizar a disper-são de CCA depende da estrutura do próprio CCA. Como uma diretriz geral,quantidades de tensoativos para produzir uma dispersão de CCA estávelestão na faixa de cerca de 1 a cerca de 20 partes por cem partes de tensoa-tivo-para-CCA, de preferência, de cerca de 5 a cerca de 10 partes por cempartes de tensoativo-para-CCA.
Uma CCA pode estar presente em uma dispersão da presentedescrição em uma quantidade de cerca de 5 por cento em peso a cerca de50 por cento em peso da dispersão, em modalidades de cerca de 15 porcento em peso a cerca de 30 por cento em peso da dispersão.
De acordo com a presente descrição, a dispersão de CCA podeser formada utilizando um homogeneizador de alta pressão. Voltando agoraà Figura, a qual descreve um conjunto de válvula de homogeneização 10,um processo exemplificativo de formação de uma dispersão de CCA podeincluir o seguinte. Para dispersar uma mistura de agregados sólidos em á-gua, a pré-mistura não homogeneizada 50 de sólidos e água pode, primeiro,entrar no assento de válvula 20 do conjunto de válvula 10 em uma velocida-de relativamente baixa, mas em uma pressão elevada. Por exemplo, a pres-são pode ser de cerca de 20 megapascals (3.000 libras por polegada qua-drada) (1.360,777 kg por cm2) a cerca de 200 megapascals (30.000 libraspor polegada quadrada), em modalidades de cerca de 103,4 mPa a cerca de172,4 mPa (15.000 libras por polegada quadrada a cerca de 25.000 libraspor polegada quadrada). A pré-mistura trafega da esquerda para a direitaatravés da válvula, de modo que ela sai através do vão 60 entre o assentode válvula 20 e a válvula 40. Após colidir sobre o anel de impacto 30, o pro-duto homogeneizada sai da área do conjunto de válvula através do vão 70.Em modalidades, a válvula de homogeneização 40 pode ser forçada da di-reita para a esquerda contra o assento de válvula 20 para ajudar na homo-geneização da dispersão de CCA.
A pressão na válvula pode ser gerada através de uma bomba dedeslocamento positivo a montante (não mostrada) e a restrição de fluxo cau-sada pela válvula 40 sendo forçada contra o assento de válvula 20. Em vir-tude do vão uma queda de pressão instantânea. A mistura fluida, então, co-lide sobre o anel de impacto 30 e é finalmente descarregada como produtohomogeneizado (ou disperso).
No período de tempo muito curto em que a mistura fluida trafegaatravés do vão 60 entre o assento de válvula 20 e a válvula 40, acredita-seque pelo menos dois processos°Corram, os quais dissipam a grande quanti-dade de energia no líquido e, assim, podem ser responsáveis pela homoge-neização da mistura fluida. Primeiro, cavitação podeXorrer. As bolhas decavitação formadas quando a queda de pressão é grande podem resultar emondas de choque que rompem as gotículas dispersas ou agregados sólidos.Em segundo, a energia dissipada no fluido gera movimentos em redemoinhoturbulentos intensos tendo o mesmo tamanho que o diâmetro médio de gotí-cula (ou partícula). A energia intensa da turbulência e as diferenças de pres-são localizadas podem dilacerar as gotículas ou agregados sólidos.
No caso de pós sólidos, incluindo CCAs para aplicações de to-ner EA conforme estabelecido acima, maiores pressões podem ser necessá-rias para formação de uma dispersão, por exemplo, de cerca de 20 mega-pascals (3.000 libras por polegada quadrada) a cerca de 200 megapascals(30.000 libras por polegada quadrada), em modalidades de cerca de 100megapascals (15.000 libras por polegada quadrada) a cerca de 170 mega-pascals (25.000 libras por polegada quadrada). Além do homogeneizadordescrito na Figura e conforme descrito acima, homogeneizadores adequa-dos os quais podem ser utilizados para formar tal dispersão incluem, masnão estão limitados a, aqueles comercialmente disponíveis como o homoge-neizador de alta pressão RANNIE LAB 2000 da AVP Homegeniser Group, oqual pode gerar pressões elevadas de cerca de 200 megapascals (30.000libras por polegada quadrada), com uma taxa de produção de cerca de 11litros por minuto. Uma vez que modelos maiores dessas máquinas podemgerar pressões tão altas quanto de cerca de 100 a 150 megapascals (15.000a cerca de 22.000 libras por polegada quadrada), para aplicações com pósólido similares pode ser desejável utilizar passes múltiplos dos materiaisatravés do homogeneizador, por exemplo, de cerca de 5 a cerca de 40 pas-ses, em modalidades de cerca de 10 a cerca de 30 passes, dependendo danatureza do pó sólido.
Em virtude da alta entrada de energia durante a homogeneiza-ção, pode ser desejável esfriar o produto entre os passes de homogeneiza-ção. Por exemplo, para água, o calor gerado durante a homogeneização po-de resultar em uma elevação de temperatura por passe de cerca de 17°Cpara cada 70 megapascals (10.000 libras por polegada quadrada) de pres-são de homogeneização. Assim, em modalidades, pode ser desejável esfriaros materiais entre os passes para uma temperatura de cerca de 5°C a cercade 50°C, em modalidades de cerca de 10°C a cerca de 40°C.
Assim, em modalidades, a presente descrição pode ser utilizadapara incorporar CCAs em formulações de toner EA ULM na forma de disper-soes aquosas. O tamanho de partícula do CCA em tal dispersão pode ser decerca de 100 nanômetros a cerca de 500 nanômetros de diâmetro, em mo-dalidades de cerca de 200 nanômetros a cerca de 400 nanômetros de diâ-metro conforme medido, por exemplo, com um analisador de tamanho departícula Microtrac UPA150. O tamanho de partícula obtido pode ser ajusta-do pelos materiais utilizados na formação da dispersão e as condições dehomogeneização.
De acordo com a presente descrição, a dispersão de CCA podeser preparada separadamente, ao invés de em combinação com um ou maisoutros componentes de toner. Isso pode ter a vantagem de fornecer maiorflexibilidade de formulação e processo quando componentes de toner estãodisponíveis separadamente ao invés de como misturas. Por exemplo, forma-ção de uma dispersão separada com um CCA pode permitir sintonizar a car-ga do toner, independente de alterações no processo. Pode também sermais econômico obter separadamente os componentes comercialmente doque como misturas em resinas ou similar.
Conforme notado acima, a dispersão de CCA pode, então, seradicionada a uma resina, colorante opcional, cera opcional, cada um dosquais pode também estar em uma dispersão e outros aditivos para formarpartículas de toner. As partículas de toner assim produzidas podem ter umagente de controle de carga em uma quantidade de cerca de 0,1 a cerca de10 por cento em peso do toner, em modalidades de cerca de 1 a cerca de 3por cento em peso do toner.
Colorantes
Como o colorante opcional a ser adicionado, vários colorantesconhecidos adequados, tais como corantes, pigmentos, misturas de coran-tes, misturas de pigmentos, misturas de corantes e pigmentos e similares,podem ser incluídos no toner. O colorante pode ser incluído no toner emuma quantidade, por exemplo, de cerca de 0,1 a cerca de 35 por cento empeso do toner ou de cerca de 1 a cerca de 15 por cento em peso do toner oude cerca de 3 a cerca de 10 por cento em peso do toner.
Como exemplos de colorantes adequados, menção pode serfeita a negro-de-fumo, tal como REGAL 330®; magnetitas, tais como asmagnetitas da Mobay MO8029®, MO8060®; magnetitas da Columbian; MA-PICO BLACKS® e magnetitas com superfície tratada; magnetitas da PfizerCB4799®, CB5300®, CB5600®, MCX6369®; magnetitas da Bayer, BAY-FERROX 8600®, 8610®; magnetitas da Northern Pigments, NP-604®, NP-608®; magnetitas da Magnox TMB-100® ou TMB-104®; e similares. Comopigmentos coloridos, podem ser selecionados ciano, magenta, amarelo,vermelho, verde, marrom, azul ou misturas dos mesmos, geralmente, pig-mentos ou corantes ciano, magenta ou amarelo ou misturas dos mesmossão usados. O pigmento ou pigmentos são geralmente usados como disper-soes de pigmento baseadas em água.
Exemplos específicos de pigmentos incluem dispersões de pig-mento baseadas em água SUNSPERSE 6000, FLEXIVERSE e AQUATONEda SUN Chemicals, HELIOGEN BLUE L6900®, D6840®, D7080®, D7020®,PYLAM OIL BLUE®, PYLAM OIL YELLOW®, PIGMENT BLUE 1® disponí-veis da Paul Uhlich & Company, Inc., PIGMENT VIOLET 1®, PIGMENT RED48®, LEMON CHROME YELLOW DCC 1026®, E.D. TOLUIDINE RED® eBON RED C® disponíveis da Dominion Color Corporation, Ltda., Toronto,Ontário, NOVAPERM YELLOW FGL®, HOSTAPERM PINK E® da Hoechste CINQUASIA MAGENTA® disponíveis da E.l. DuPont de Nemours & Com-pany e similares. Geralmente, colorantes que podem ser selecionados sãopreto, ciano, magenta ou amarelo e misturas dos mesmos, exemplos de ma-gentas são o corantes de quinacridona e antraquinona 2,9-dimetil-substituídas identificados no Color Index como Cl 60710, Cl Dispersed Red15, o corante diazo identificado no Color Index como Cl 26050, Cl SolventRed 19 e similares. Exemplos ilustrativos de cianos incluem tetra(octadecilsulfonamido) ftalocianina de cobre, o pigmento de ftalocianina de x-cobrelistado no Color Index como Cl 74160, Cl Pigment Blue, Pigment Blue 15:3 eAnthrathrene Blue, identificado no Color Index como Cl 69810, Special BlueX-2137 e similares. Exemplos ilustrativos de amarelos são amarelo de diari-lida de 3,3-diclorobenzideno acetoacetanilidas, um pigmento de monoazoidentificado no Color Index como Cl 12700, Cl Solvent Yellow 16, uma nitro-fenil amina sulfonamida identificada no Color Index como Foron YellowSE/GLN, Cl Dispersed Yellow 33, 2,5-dimetóxi-4-sulfonanilida fenilazo-4'-cloro-2,5-dimetóxi acetoacetanilida e Permanent Yellow FGL. Magnetitascoloridas, tais como misturas de MAPICO BLACK® e componentes cianotambém podem ser selecionadas como colorantes. Outros colorantes co-nhecidos podem ser selecionados, tais como Levahyl Black A-SF (Miles, Ba-yer) e Sunsperse Carbon Black LHD 9303 (Sun Chemicals) e corantes colo-ridos, tais como Neopen Blue (BASF), Sudan Blue OS (BASF), PV Fast BlueB2G01 (American Hoechst), Sunsperse Blue BHD 6000 (Sun Chemicals),Irgalite Blue BCA (Ciba-Geigy), Paliogen Blue 6470 (BASF), Sudan III (Ma-theson, Coleman, Bell), Sudan II (Matheson, Coleman, Bell), Sudan IV (Ma-theson, Coleman, Bell), Sudan Orange G (Aldrich), Sudan Orange 220(BASF), Paliogen Orange 3040 (BASF), Ortho Orange OR 2673 (Paul Uhli-ch), Paliogen Yellow 152,1560 (BASF), Lithol Fast Yellow 0991K (BASF),Paliotol Yellow 1840 (BASF), Neopen Yellow (BASF), Novoperm Yellow FG1 (Hoechst), Permanent Yellow YE 0305 (Paul Uhlich), Lumogen YellowD0790 (BASF), Sunsperse Yellow YHD 6001 (Sun Chemicals), Suco-GelbL1250 (BASF), Suco-Yellow D1355 (BASF), Hostaperm Pink E (AmericanHoechst), Fanal Pink D4830 (BASF), Cinquasia Magenta (DuPont), LitholScarlet D3700 (BASF), Toluidine Red (Aldrich), Scarlet for Thermoplast NSDPS PA (Ugine Kuhlmann of Canadá), E.D. Toluidine Red (Aldrich), Lithol Ru-bine Toner (Paul Uhlich), Lithol Scarlet 4440 (BASF), Bon Red C (DominionColor Company), Royal Brilliant Red RD-8192 (Paul Uhlich), Oracet Pink RF(Ciba-Geigy), Paliogen Red 3871K (BASF), Paliogen Red 3340 (BASF), Li-thol Fast Scarlet L4300 (BASF), combinações dos precedentes e similares.
Cera
Opcionalmente, uma cera também pode ser combinada com aresina e um colorante na formação de partículas de toner. Quando incluída,a cera pode estar presente em uma quantidade, por exemplo, de cerca de 1por cento a cerca de 25 por cento em peso das partículas de toner, em mo-dalidades de cerca de 5 por cento em peso a cerca de 20 por cento em pesodas partículas de toner.
Ceras que podem ser selecionadas incluem ceras tendo, porexemplo, um peso molecular gravimétrico médio de cerca de 500 a cerca de20.000, em modalidades de cerca de 1.000 a cerca de 10.000. Ceras quepodem ser usadas incluem, por exemplo, poliolefinas, tais como ceras depolietileno, polipropileno e polibuteno, tal como comercialmente disponívelda Allied Chemical and Petrolite Corporation, por exemplo, ceras de polieti-leno POLIWAX® da Baker Petrolite, emulsões de cera disponíveis da Mi-chaelman, Inc. e da Daniels Products Company, EPOLENE N-15® comerci-almente disponível da Eastman Chemical Products, Inc. e VISCOL 550-P®,um polipropileno de baixo peso molecular gravimétrico médio disponível daSanyo Kasei K. K.; ceras baseadas em vegetal, tais como cera de carnaúba,cera de arroz, cera candelila, cera sumacs e óleo de jojoba; ceras baseadasem animal, tal como cera de abelha; ceras baseadas em mineral e ceras ba-seadas em petróleo, tais como cera Montana, ceresina, cera de parafina,cera microcristalina e cera de Fischer-Tropsch; ceras de éster obtidas a par- tir de ácido graxo superior e álcool superior, tais como estearato de estearilae beenato de beenila; ceras de éster obtidas a partir de ácido graxo superiore álcool inferior monovalente ou multivalente, tais como estearato de butila,oleato de propila, monoestearato de glicerídeo, diestearato de glicerídeo etetra beenato de pentaeritritol; ceras de éster obtidas de ácido graxo superiore multímeros de álcool multivalente, tais como monoestearato de dietileno-glicol, diestearato de dipropilenoglicol, diestearato de diglicerila e tetra estea-rato de triglicerila; ceras de sorbitan éster de ácido graxo superior, tais comomonoestearato de sorbitan e ceras de éster de ácido graxo superior de co-lesterol, tal como estearato de colesterila. Exemplos de ceras funcionaliza-das que podem ser usadas incluem, por exemplo, aminas, amidas, por e-xemplo, AQUA SUPERSLIP 6550®, SUPERSLIP 6530® disponíveis da Mi-cro Powder Inc., ceras fluorinadas, por exemplo, POLIFLUO 190®, POLI-FLUO 200®, POLISILK 19®, POLISILK 14® disponíveis da Micro PowderInc., ceras de amida fluorinadas misturadas, por exemplo, MICROSPER-SION 19® também disponível da Micro Powder Inc., imidas, ésteres, aminasquaternárias, ácidos carboxílicos ou emulsão de polímero acrílico, por e-xemplo, JONCRYL 74®, 89®, 130®, 537® e 538®, todas disponíveis da SCJohnson Wax e polipropilenos e polietilenos clorados disponíveis da AlliedChemical and Petrolite Corporation e cera SC Johnson. Misturas e combina-ções das ceras precedentes também podem ser usadas em modalidades.Ceras podem ser incluída, por exemplo, como agentes de liberação do rolofusor.
Preparo de Toner
As partículas de toner podem ser preparadas através de qual-quer método dentro da visão daqueles versados na técnica. Embora modali-dades referentes à produção da partícula de toner sejam descritas abaixocom relação a processos de emulsão-agregação, qualquer método adequa-do de preparo de partículas de toner pode ser usado, incluindo processosquímicos, tais como processos de suspensão e encapsulação descritos nasPatentes U.S. N- 5.290.654 e 5.302.486, as descrições de cada uma dasquais são aqui incorporadas por referência em sua totalidade. Em modalida-des, composições de toner e partículas de toner podem ser preparadas atra-vés de processos de agregação e coalescência nos quais partículas de resi-na de pequeno tamanho são agregadas ao tamanho de partícula de tonerapropriada e, então, coalescidas para obter o formato e morfologia da partí-cula de toner final.
Em modalidades, composições de toner podem ser preparadasatravés de processos de emulsão-agregação, tal como um processo queinclui agregação de uma mistura de um colorante opcional, uma cera opcio-nal e quaisquer outros aditivos desejados ou requeridos e emulsões incluin-do uma ou mais das resinas de látex descritas acima, opcionalmente emtensoativos conforme descrito acima e, então, coalescência da mistura agre-gada. O colorante opcional e a cera opcional ou outros materiais tambémpodem estar em (uma) dispersão(ões) ou emulsão(ões). O pH da misturaresultante pode ser ajustado através de um ácido tal como, por exemplo,ácido acético, ácido nítrico ou similar. Em modalidades, o pH da mistura po-de ser ajustado para cerca de 2 a cerca de 5. Adicionalmente, em modalida-des, a mistura pode ser homogeneizada. Se a mistura é homogeneizada, ahomogeneização pode ser obtida através de mistura em torno de 600 a cer-ca de 4.000 revoluções por minuto. A homogeneização pode ser realizadaatravés de qualquer meio adequado incluindo, por exemplo, um homogenei-zador de sonda IKA ULTRA TURRAX T50 da IKA Works Inc. Deve ser nota-do que a homogeneização com sonda, por exemplo, com um homogeneiza-dor de sonda IKA ULTRA TURRAX T50, utiliza significativamente menoscisalhamento e energia do que é requerido na homogeneização em altapressão utilizando, por exemplo, um homogeneizador de pistão RANNIELAB 2000 para dispersão de CCAs em uma mistura aquosa.
Após o preparo da mistura acima, um agente de agregação podeser adicionado à mistura. Qualquer agente de agregação adequado pode serutilizado para formar um toner. Agentes de agregação adequados incluem,por exemplo, soluções aquosas de um material de cátion divalente ou cá-tions multivalente. O agente de agregação pode ser, por exemplo, haletos depolialumínio, tal como cloreto de polialumínio (PAC) ou o brometo, fluoretoou iodeto correspondente, silicatos de polialumínio, tal como sulfo-silicato depolialumínio (PASS) e sais de metal solúveis em água, incluindo cloreto dealumínio, nitreto de alumínio, sulfato de alumínio, sulfato de alumínio potás-sio, acetato de cálcio, cloreto de cálcio, nitrito de cálcio, oxilato de cálcio,sulfato de cálcio, acetato de magnésio, nitrato de magnésio, sulfato de mag-nésio, acetato de zinco, nitrato de zinco, sulfato de zinco, cloreto de zinco,brometo de zinco, brometo de magnésio, cloreto de cobre, sulfato de cobre ecombinações dos mesmos. Em modalidades, o agente de agregação podeser adicionado à mistura em uma temperatura que está abaixo da tempera-tura de transição do vidro (Tg) da resina.
O agente de agregação pode ser adicionado à mistura utilizadapara formar um toner em uma quantidade, por exemplo, de cerca de 0,1 porcento a cerca de 8 por cento em peso, em modalidades de cerca de 0,2 porcento a cerca de 5 por cento em peso, em outras modalidades de cerca de0,5 por cento a cerca de 5 por cento em peso, da resina na mistura. Issoproporciona uma quantidade suficiente de agente para agregação.
De forma a controlar a agregação e coalescência das partículas,em modalidades, o agente de agregação pode ser medido na mistura com otempo. Por exemplo, o agente pode ser medido na mistura durante um perí-odo de tempo de cerca de 5 a cerca de 240 minutos, em modalidades decerca de 30 a cerca de 200 minutos, embora mais ou menos tempo possaser usado conforme desejado ou requerido. A adição do agente pode tam-bém ser feita enquanto a mistura é mantida sob condições agitadas, em mo-dalidades de cerca de 50 rpm a cerca de 1.000 rpm, em outras modalidadesde cerca de 100 rpm a cerca de 500 rpm e em uma temperatura que estáabaixo da temperatura de transição do vidro da resina conforme discutidoacima, em modalidades de cerca de 30°C a cerca de 90°C, em modalidadesde cerca de 35°C a cerca de 70°C.
As partículas podem ser deixadas agregar e/ou coalescer atéque um tamanho de partícula desejado predeterminado seja obtido. Um ta-manho desejado predeterminado se refere ao tamanho de partícula deseja-do a ser obtido conforme determinado antes de formação e o tamanho departícula sendo monitorado durante o processo de crescimento até que taltamanho de partícula seja atingido. Amostras podem ser tomadas durante oprocesso de crescimento e analisadas, por exemplo, com um Contador Coul-ter, com relação ao tamanho médio de partícula. A agregação/coalescênciaassim, podem se processar mantendo a temperatura elevada ou elevandolentamente a temperatura para, por exemplo, de cerca de 40°C a cerca de100°C e mantendo a mistura nessa temperatura durante um tempo de cercade 0,5 horas a cerca de 6 horas, em modalidades de cerca de 1 hora a cercade 5 horas, enquanto se mantém a agitação, para proporcionar partículasagregadas. Uma vez que o tamanho de partícula desejado predeterminado éatingido, então, o processo de crescimento é parado. Em modalidades, otamanho de partícula desejado predeterminado está dentro das faixas detamanho de partícula de toner mencionadas acima.O crescimento e formatação das partículas após adição do a-gente de agregação podem ser realizados sob quaisquer condições adequa-das. Por exemplo, o crescimento e formatação podem ser conduzidos sobcondições nas quais agregação°Corre separadamente da coalescência. Pa-ra estágios distintos de agregação e coalescência, o processo de agregaçãopode ser conduzido sob condições de cisalhamento em uma temperaturaelevada, por exemplo, de cerca de 40°C a cerca de 90°C, em modalidadesde cerca de 45°C a cerca de 80°C, a qual pode estar abaixo da temperaturade transição do vidro da resina, conforme discutido acima.
Resina do Envoltório
Em modalidades, um envoltório pode ser aplicado para formarpartículas de toner agregadas. Qualquer resina descrita acima como ade-quadas para a resina de toner pode ser utilizada como a resina de envoltó-rio. Em modalidades, a dispersão de CCA acima pode ser adicionada à resi-na do envoltório e aplicada ao toner°Cmo um evaporação. A resina de envol-tório pode ser aplicada às partículas agregadas através de qualquer métododentro da visão aqueles versados na técnica. Em modalidades, a resina deenvoltório pode estar em uma emulsão, incluindo qualquer tensoativo descri-to acima. As partículas agregadas descritas acima podem ser combinadascom a referida emulsão de modo que a resina forme um envoltório sobre osagregados formados. Em modalidades, um poliéster amorfo pode ser utiliza-do para formar um envoltório sobre os agregados para formar partículas detoner tendo uma configuração de núcleo-envoltório.
Uma vez que o tamanho final desejado das partículas de toner éobtido, o pH da mistura pode ser ajustado com uma base para um valor decerca de 6 a cerca de 10 e, em modalidades, de cerca de 6,2 a cerca de 7.O ajuste do pH pode ser utilizado para congelar, isto é, parar, o crescimentode toner. A base utilizada para cessar o crescimento pode incluir qualquerbase adequada tal como, por exemplo, hidróxidos de metal alcalino tais co-mo, por exemplo, hidróxido de sódio, hidróxido de potássio, hidróxido deamônio, combinações dos mesmos e similares. Em modalidades, ácido eti-leno diamina tetraacético (EDTA) pode ser adicionado para ajudar a ajustaro pH para os valores desejados mencionados acima. Uma base pode seradicionada em quantidades de cerca de 2 a cerca de 25 por cento em pesoda mistura, em modalidades de cerca de 4 a cerca de 10 por cento em pesoda mistura.
Coalescência
Após agregação para o tamanho de partícula desejado, com aformação de um envoltório opcional conforme descrito acima, as partículaspodem, então, ser coalescidas para a forma final desejada, a coalescênciasendo obtida, por exemplo, através de aquecimento da mistura para umatemperatura de cerca de 55 °C a cerca de 100 °C, em modalidades de cercade 65 °C a cerca de 75 °C, em modalidades cerca de 70 °C, o qual pode es-tar abaixo do ponto de fusão de uma resina cristalina para impedir plastifica-ção. Temperaturas mais altas ou mais baixas podem ser usadas, sendo en-tendido que a temperatura é uma função das resinas usadas para o aglutinante.
Após coalescência, a mistura pode ser esfriada para a tempera-tura ambiente, tal como de cerca de 20 °C a cerca de 25 °C. O resfriamentopode ser rápido ou lento, conforme desejado. Um método de resfriamentoadequado pode incluir introdução de água gelada a uma camisa em torno doreator. Após esfriar, as partículas de toner podem ser opcionalmente lavadascom água e, então, secas. Secagem pode ser realizada através de qualquermétodo adequado para secagem, incluindo, por exemplo, secagem-congelamento.
Aditivos
Em modalidades, as partículas de toner também podem conteroutros aditivos opcionais, conforme desejado ou requerido. Por exemplo,podem ser misturadas com as partículas de toner partículas de aditivos ex-ternos, incluindo aditivos auxiliares de fluxo, aditivos os quais podem estarpresentes sobre a superfície das partículas de toner. Exemplos desses aditi-vos incluem óxidos de metal, tais como oxido de titânio, oxido de silício, oxi-do de estanho, misturas dos mesmos e similares; sílicas coloidais e amorfas,tal como AEROSIL®, sais de metal e sais de metal de ácidos graxos, inclu-indo estearato de zinco, óxidos de alumínio, óxidos de cério e misturas dosmesmos. Cada um desses aditivos externos pode estar presente em umaquantidade de cerca de 0,1 por cento em peso a cerca de 5 por cento empeso do toner, em modalidades de cerca de 0,25 por cento em peso a cercade 3 por cento em peso do toner. Aditivos adequados incluem aqueles des-critos nas Patentes U.S. N— 3.590.000, 3.800.588 e 6.214.507, as descri-ções de cada uma das quais são incorporadas por referência aqui em suatotalidade. Novamente, esses aditivos podem ser aplicados simultaneamentecom a resina de envoltório descrita acima ou após aplicação da resina deenvoltório.
Em modalidades, os toners da presente descrição podem serutilizados como toners de fusão ultrabaixa ou de baixa fusão. Em modalida-des, as partículas de toner secas, excluindo os aditivos de superfície exter-nos, podem ter as seguintes características:
(1) Diâmetro médio volumétrico (também referido como "diâme-tro médio volumétrico de partícula") de cerca de 3 a cerca de 20 um, emmodalidades de cerca de 4 a cerca de 15 ^m, em outras modalidades decerca de 5 a cerca de 9 |am.
(2) Desvio Padrão Geométrico Numérico Médio (GSDn) e/ouDesvio Padrão Geométrico Volumétrico Médio (GSDv) de cerca de 1,05 acerca de 1,55, em modalidades de cerca de 1,1 a cerca de 1,4.
(3) Circularidade de cerca de 0,9 a cerca de 1, em modalidadesde cerca de 0,95 a cerca de 0,985, em outras modalidades de cerca de 0,96a cerca de 0,98, conforme medido, por exemplo, com um analisador SysmexFPIA2100.
(4) Temperatura de transição do vidro de cerca de 40°C a cercade 65°C, em modalidades de cerca de 55°C a cerca de 62°C conforme me-dido, por exemplo, através de calorimetria de exploração diferencial (DSC).
Em outras modalidades, o toner pode ter uma sensibilidade àumidade relativa, por exemplo, de cerca de 0,5 a cerca de 10, em modalida-des de cerca de 0,5 a cerca de 5. a sensibilidade à umidade relativa (RH) éuma proporção do carregamento do toner em condições de umidade elevadapara o carregamento em condições de baixa umidade. Isto é, a sensitividadea RH é definida como a proporção de carga do toner em umidade relativa de15 por cento e uma temperatura de cerca de 12°C (denotada aqui como Zo-na C) para a carga de toner em umidade relativa de 85 por cento e umatemperatura de cerca de 28°C (denotada aqui como Zona A); assim, a sen-sibilidade é determinada como (Carga da zona C)/(Carga da zona A). Ideal-mente, a sensibilidade à RH de um toner está tão próxima de 1 quanto pos-sível, indicando que o desempenho de carregamento do toner é o mesmoem condições de baixa e alta umidade, isto é, que o desempenho de carre-gamento do toner não seja afetado pela umidade relativa.
Toners preparados de acordo com a presente descrição tambémpossuem excelente desempenho de coesão térmica/bloqueio e desempenhode carga aprimorado, com Q/m (proporção de carga de toner por massa) naZona A- e -C de cerca de 10 microcoulombs por grama a cerca de 50 micro-coulombs por grama, em modalidades cerca de 20 microcoulombs por gra-ma a cerca de 40 microcoulombs por grama e um início de coesão térmica(HC) maior do que cerca de 50°C e, em modalidades, maior do que cerca de52°C.
De acordo com a presente descrição, o carregamento das partí-cuias de toner pode ser intensificado, de modo que menos aditivos de super-fície possam ser requeridos e o carregamento de toner final possa, assim,ser maior para ir de encontro aos requisitos de carregamento da máquina.
Reveladores
As partículas de toner podem ser formuladas em uma composi-ção reveladora. As partículas de toner podem ser misturadas com partículasveículo para obter uma composição reveladora com dois componentes. Aconcentração de toner no revelador pode ser de cerca de 1 por cento a cer-ca de 25 por cento em peso do peso total do revelador, em modalidades decerca de 2 por cento a cerca de 15 por cento em peso do peso total do reve-lador.
Veículos
Exemplos de partículas veículo que podem ser utilizadas paramistura do toner incluem aquelas partículas que são capazes de obter triboe-letricamente uma carga de polaridade oposta àquela das partículas de toner.Exemplos ilustrativos de partículas veículo adequadas incluem zircônio gra-nular, silício granular, vidro, aço, níquel, ferritas, ferritas de ferro, dióxido desilício e similares. Outros veículos incluem aqueles descritos nas PatentesU.S. N— 3.847.604, 4.937.166 e 4.935.326, as descrições de cada uma dasquais são totalmente incorporadas aqui por referência.
As partículas veículo selecionadas podem ser usadas com ousem um revestimento. Em modalidades, as partículas veículo podem incluirum núcleo com um revestimento sobre o mesmo o qual pode ser formado deuma mistura de polímeros que não estão em proximidade uns com os outrosna série triboelétrica. O revestimento pode incluir fluoropolímeros, tais comoresinas de fluoreto de polivinilideno, terpolímeros de estireno, metacrilato demetila e/ou silanos, tal como trietóxi silano, tetrafluoroetilenos, outros reves-timentos conhecidos e similares. Por exemplo, revestimentos contendo fluo-reto de polivinilideno disponíveis, por exemplo, como KYNAR 301F® e/oupolimetilmetacrilato, por exemplo, tendo um peso molecular gravimétricomédio de cerca de 300.000 a cerca de 350.000, tal como comercialmentedisponível da Soken, podem ser usados. Em modalidades, fluoreto de polivi-nilideno e polimetilmetacrilato (PMMA) podem ser misturados em proporçõesde cerca de 30 a cerca de 70 por cento em peso a cerca de 70 a cerca de 30por cento em peso, em modalidades de cerca de 40 a cerca de 60 por centoem peso a cerca de 60 a cerca de 40 por cento em peso. O revestimentopode ter um peso do revestimento, por exemplo, de cerca de 0,1 a cerca de5 por cento em peso do veículo, em modalidades de cerca de 0,5 a cerca de2 por cento em peso do veículo.
Em modalidades, PMMA pode, opcionalmente, ser copolimeri-zado com qualquer monômero desejado, na medida em que o copolímeroresultante retenha um tamanho de partícula adequado. Comonômeros ade-quados podem incluir monoalquil ou dialquilaminas, tais como metacrilato dedimetilaminoetila, metacrilato de dietilaminoetila, metacrilato de di-isopropilaminoetila ou metacrilato de t-butilaminoetila e similares. As partícu-las veículo podem ser preparadas através de mistura do núcleo veículo como polímero em uma quantidade de cerca de 0,05 a cerca de 10 por cento empeso, em modalidades de cerca de 0,01 por cento a cerca de 3 por cento empeso, baseado no peso das partículas veículo revestidas, até aderência dasmesmas ao núcleo veículo através de impacto mecânico e/ou atração ele-trostática.
Vários meios adequados eficazes podem ser usados para apli-car o polímero à superfície das partículas veículo de núcleo, por exemplo,mistura com rolo em cascata, turbilhonamento, trituração, agitação, pulveri-zação em névoa com energia eletrostática, leito fluidizado, processamentoem disco eletrostático, cortina eletrostática, combinações dos mesmos e si-milares. A mistura de partículas de núcleo veículo e polímero pode, então,ser aquecida para permitir que o polímero derreta e se funda às partículasde núcleo veículo. As partículas veículo revestidas podem, então, ser esfria-das e, após o que, classificadas em um tamanho de partícula desejado.
Em modalidades, veículos adequados podem incluir um núcleode aço, por exemplo, de cerca de 25 a cerca de 100 um de tamanho, emmodalidades de cerca de 50 a cerca de 75 fim de tamanho, revestidos comcerca de 0,5% a cerca de 10% em peso, em modalidades de cerca de 0,7%a cerca de 5% em peso, de uma mistura polimérica condutiva incluindo, porexemplo, metacrilato e negro-de-fumo usando o processo descrito nas Pa-tentes U.S. N— 5.236.629 e 5.330.874, as descrições de cada uma das quaissão totalmente incorporadas aqui por referência.
As partículas veículo podem ser misturadas com as partículas detoner em várias combinações adequadas. As concentrações podem ser decerca de 1 por cento a cerca de 20 por cento em peso da composição detoner. Contudo, diferentes percentuais de toner e veículo podem ser usadospara obter uma composição reveladora com as características desejadas.
Formação de Imagem
Os toners podem ser utilizados para processos eletrostatográfi-cos ou xerográficos, incluindo aqueles descritos na Patente U.S. N°4.295.990, a descrição da qual é aqui incorporada por referência em suatotalidade. Em modalidades, qualquer tipo conhecido de sistema de revela-ção de imagem pode ser usado em um dispositivo de revelação de imagemincluindo, por exemplo, revelação com escova magnética, revelação com umúnico componente de salto, revelação sem depurador híbrido (HSD) e simila-res. Esses e sistemas de revelação similares estão dentro da visão daquelesversados na técnica.
Processos de formação de imagem incluem, por exemplo, pre-paração de uma imagem com um dispositivo xerográfico, incluindo um com-ponente de carregamento, um componente de formação de imagem, umcomponente de revelação, um componente de transferência e um compo-nente de fusão. Em modalidades, o componente de revelação pode incluirum revelador preparado através de mistura de um veículo com uma compo-sição de toner descrita aqui. O dispositivo xerográfico pode incluir uma im-pressora de alta velocidade, uma impressora de alta velocidade em branco epreto, uma impressora colorida e similares.
Uma vez que a imagem é formada com toners/reveladores viaum método de revelação de imagem adequado, tal como qualquer um dosmétodos antes mencionados, a imagem pode, então, ser transferida para ummeio de recebimento de imagem, tal como papel e similares. Em modalida-des, os toners podem ser usados na revelação de uma imagem em um dis-positivo de revelação de imagem utilizando um elemento de rolo fusor. Ele-mentos de rolo fusor são dispositivos de fusão por contato que estão dentroda visão daqueles versados na técnica, nos quais calor e pressão do rolopodem ser usados para fundir o toner ao meio de recebimento de imagem.
Em modalidades, o elemento fusor pode ser aquecido para uma temperaturaacima da temperatura de fusão do toner, por exemplo, para temperaturas decerca de 70°C a cerca de 160°C, em modalidades de cerca de 80°C a cercade 150°C, em outras modalidades de cerca de 90°C a cerca de 140°C, apósou durante fusão sobre o substrato de recebimento de imagem.
Em modalidades onde a resina de toner é reticulável, tal reticu-lação pode ser realizada de qualquer maneira adequada. Por exemplo, aresina de toner pode ser reticulada durante fusão do toner ao substrato, on-de a resina de toner é reticuiável na temperatura de fusão. Reticulação tam-bém pode ser realizada através de aquecimento da imagem fundida a umatemperatura na qual a resina de toner será reticulada, por exemplo, em umaoperação de pós-fusão. Em modalidades, a reticulação pode ser realizadaem temperaturas de cerca de 160°C ou menos, em modalidades de cerca de70°C a cerca de 160°C, em outras modalidades de cerca de 80°C a cerca de140°C.
Os Exemplos a seguir são fornecidos para ilustrar modalidadesda presente descrição. Esses Exemplos se destinam a ser ilustrativos ape-nas e não se destinam a limitar o escopo da presente descrição. Também,as partes e percentuais são em peso, a menos que de outro modo indicado.Conforme usado aqui, "temperatura ambiente" se refere a uma temperaturade cerca de 20°C a cerca de 25°C.
Exemplos
Exemplo 1 - Dispersão de CCA
Cerca de 720 gramas de água desionizada, cerca de 200 gra-mas de CCA BONTRON® E-84, o qual é um complexo de zinco de ácido 3,5-di-terc-butilsalicílico na forma em pó obtido da Orient Chemical Industries,Ltda. e cerca de 95,6 gramas de uma solução de tensoativo contendo cercade 16 gramas de tensoativo aniônico TAYCAPOWER BN 2060, o qual é umdodecilbenzeno sulfonato de sódio ramificado comercialmente disponível daTayca Corporation e cerca de 79,6 gramas de água desionizada, foram dis-persos em um béquer de vidro de 4 litros e agitados em uma velocidade decerca de 200 revoluções por minuto com o auxílio de um agitador mecânicopara misturar o CCA em pó seco, solução de tensoativo aniônico e água. Amistura de CCA resultante foi pré-dispersa durante cerca de 5 minutos u-sando um homogeneizador de sonda IKA ULTRA TURRAX® T50 operandoem uma velocidade inicial de cerca de 3.000 revoluções por minuto e final decerca de 7.000 revoluções por minuto. A mistura de CCA pré-dispersa resul-tante foi, então, ainda agitada em uma velocidade de cerca de 200 revolu-ções por minuto durante a noite para desaerar a mistura e, então, entornadano alimentador de um homogeneizador de alta pressão RANNIE LAB 2000.O homogeneizador foi ligado para bombear a mistura de CCA através dohomogeneizador em uma taxa de cerca de 11 litros por hora. O produto foicoletado em um recipiente de produto, em que o recipiente foi esfriado paraa temperatura ambiente por meio de um banho de gelo. No passe inicial a-través do homogenizador, as válvulas primária e secundária do homogenei-zador foram mantidas substancialmente abertas, de modo que a pressão dehomogeneização resultante fosse de menos do que 7 megapascals (1.000libras por polegada quadrada).
Nos passes subsequentes, a pressão de homogeneização foigradualmente aumentada para cerca de 135 megapascals (20.000 libras porpolegada quadrada) fechando parcialmente a válvula primária do homoge-neizador. No total, a mistura de CCA foi bombeada através do homogenei-zador cerca de 18 vezes em torno de 20.000 libras por polegada quadrada(135 megapascals) (9.071,847 kg por cm2). Ao término da homogeneização,a válvula primária do homogeneizador foi aberta e o homogeneizador foi de-sacoplado.
O material assim obtido foi uma dispersão de CCA estável inclu-indo cerca de 17,86 por cento em peso de CCA BONTRON® E-84 e cerca de1,43 por cento em peso de tensoativo aniônico TAYCAPOWER BN 2060,conforme medido gravimetricamente utilizando uma placa quente. A disper-são de CCA em partículas tinha um diâmetro volumétrico médio de cerca de291 nanômetros, conforme determinado através de um analisador de tama-nho de partícula Microtrac UPA150.
Exemplo comparativo 1 - Toner com Cera, sem CCA
Esse exemplo comparativo sintetizou um toner de poliéster poragregação de emulsão e uma cera, mas não incluindo a dispersão CCA doExemplo 1. Os componentes a seguir foram adicionados a um béquer devidro de 4 litros: cerca de 1,132 gramas de água desionizada; cerca de 6,65gramas de tensoativo aniônico DOWFAX® 2A1, o qual é um dissulfonato deoxido de alquildifenila comercialmente disponível da The Dow ChemicalCompany; cerca de 230 gramas de uma emulsão de resina de poliéster a-morfa (Emulsão de Resina Amorfa A) contendo cerca de 29,9 por cento empeso de uma resina de poliéster amorfa linear derivada de ácido tereftálico,ácido dodecenilsuccínico, ácido trimelítico, bisfenol A etoxilado e bisfenol Apropoxilado; cerca de 237 gramas de outra emulsão de resina de poliésteramorfa (Emulsão de Resina Amorfa B) contendo cerca de 31,85 por centoem peso de uma resina de poliéster amorfa linear derivada de ácido tereftáli-co, ácido fumárico, ácido dodecenilsuccínico, bisfenol A etoxilado e bisfenolA propoxilado; cerca de 123 gramas de uma emulsão de resina de poliéstercristalina contendo cerca de 17,8 por cento em peso de resina de poliéstercristalina derivada de ácido 1,12-dodecanodioico e 1,9-nonanodiol; cerca de97 gramas de uma emulsão de cera contendo cerca de 30,6 por cento empeso cera de polimetileno FNP92 disponível da Nippon Seiro Co., Ltda.; ecerca de 111 gramas de uma dispersão de pigmento ciano contendo cercade 17,2 por cento em peso de pigmento Pigmento Blue 15:3. O pH da mistu-ra foi ajustado para cerca de 4,2 usando uma solução de HN03 a 0,3 M. Amistura foi agitada usando um homogeneizador de sonda IKA ULTRA TUR-RAX® T50 operando em uma velocidade de cerca de 3.500 a cerca de4.000 revoluções por minuto. Durante homogeneização, cerca de 64 gramasde uma mistura floculenta contendo solução de Al2(S04)3 a cerca de 1 porcento em peso foram adicionados gota a gota. A mistura foi subseqüente-mente transferida para um cadinho de vidro de 3 litros e aquecida para cercade 40°C para agregação, enquanto a mistura continuava a cerca de 450 re-voluções por minuto. O tamanho de partícula foi monitorado com um conta-dor eletrônico até que as partículas de núcleo atingissem um tamanho volu-métrico médio de partícula de cerca de 5 micrômetros e um desvio volumé-trico médio geométrico (GSDv) de cerca de 1,23.
Cerca de 3,24 gramas de tensoativo aniônico DOWFAX® 2A1,cerca de 127 gramas de Emulsão de Resina Amorfa A ajustada para um pHde cerca de 3,2 e cerca de 131 gramas de Emulsão de Resina Amorfa B a-justada para um pH de cerca de 3,2 foram adicionados à mistura no reatorpara agregar adicionalmente, até que as partículas atingissem um tamanhovolumétrico de partícula médio de cerca de 5,7 micrômetros e um GSDv decerca de 1,21.Após o que, o pH da pasta de toner foi aumentado para cercade 7,5 usando NaOH a cerca de 1 M, seguido pela adição de cerca de 4,9gramas de uma solução de quelação contendo cerca de 39 por cento empeso de EDTA para interromper o crescimento do toner. Após o que, a mis-tura de reação foi aquecida para cerca de 80°C a fim de permitir que as par-tículas de toner coalescessem e esferodizassem. O aquecedor do reator foi,então, desligado e a mistura no reator foi rapidamente esfriada para a tem-peratura ambiente com a adição de gelo e, então, filtrada através de umapeneira de 25 micrômetros, lavada e seca.
O toner final tinha um diâmetro volumétrico médio de tamanho departícula de cerca de 5,7 micrômetros e um GSDv de cerca de 1,21, confor-me medido através de um contador eletrônico e uma circularidade de cercade 0,968, conforme medido com um analisador de histograma do tipo fluxoSYSMEX® FPIA-2100.
Os dados de carregamento são determinados abaixo na Tabela 2.
Exemplo 2 - Toner com cera e CCA
Esse exemplo sintetizou um toner de poliéster por agregação deemulsão incluindo uma cera e a dispersão de CCA do Exemplo 1. Os se-guintes componentes foram adicionados a um béquer de vidro de 2 litros:cerca de 464,1 gramas de água desionizada; cerca de 3,6 gramas de tenso-ativo aniônico DOWFAX® 2A1; cerca de 124,4 gramas de uma emulsão deresina de poliéster amorfa (Emulsão de Resina Amorfa A) contendo cerca de29,9 por cento em peso de uma resina de poliéster amorfa linear derivada deácido tereftálico, ácido dodecenilsuccínico, ácido trimelítico, bisfenol A etoxi-lado e bisfenol A propoxilado; cerca de 116,8 gramas de emulsão de resinade poliéster amorfa (Emulsão de Resina Amorfa B) contendo cerca de 31,85por cento em peso de uma resina de poliéster amorfa linear derivada de áci-do tereftálico, ácido fumárico, ácido dodecenilsuccínico, bisfenol A etoxiladoe bisfenol A propoxilado; cerca de 57,6 gramas de uma emulsão de resinade poliéster cristalina contendo cerca de 17,8 por cento em peso de resinade poliéster cristalina derivada de 1,12-ácido dodecanodioico e 1,9-nonanodiol; cerca de 45,25 gramas de emulsão de cera contendo cerca de30,6 por cento em peso de cera de polimetileno FNP92; e cerca de 52,3gramas de uma dispersão de pigmento ciano contendo cerca de 17,2 porcento em peso de pigmento Pigment Blue 15:3. O pH da mistura foi ajustadopara cerca de 4,2 usando uma solução de HN03 a 0,3 M. A mistura foi agi-tada usando um homogeneizador de sonda IKA ULTRA TURRAX® T50 ope-rando em uma velocidade de cerca de 3.500 a cerca de 4.000 revoluçõespor minuto. Durante homogeneização, cerca de 75 gramas de uma misturafloculenta contendo solução de AI2(S04)3 a cerca de 1 por cento em peso foiadicionada gota a gota. A mistura foi subseqüentemente transferida para umcadinho de vidro de 2 litros e aquecida para cerca de 40°C para agregação,enquanto a mistura continuou em tomo de 450 revoluções por minuto. O ta-manho de partícula foi monitorado com um contador eletrônico, até que aspartículas de núcleo atingissem um tamanho volumétrico médio de partículade cerca de 5 micrômetros e um desvio padrão volumétrico médio geométri-co (GSDv) de cerca de 1,23.
Cerca de 1,79 gramas de tensoativo aniônico DOWFAX® 2A1,cerca de 70,2 gramas de Emulsão de Resina Amorfa A ajustada para um pHde cerca de 3,2, cerca de 65,9 gramas de Emulsão de Resina Amorfa B a-justada para um pH de cerca de 3,2 e cerca de 8,75 gramas de A dispersãode CCA produzida no Exemplo 1 acima foram adicionados à mistura no rea-tor para agregar adicionalmente, até que as partículas atingissem um tama-nho volumétrico médio de partícula de cerca de 5,7 micrômetros e um GSDvde cerca de 1,21.
Após o que, o pH da pasta de toner foi aumentado para cercade 7,5 usando NaOH a cerca de 1 M, seguido pela adição de cerca de 5,77gramas de uma solução de quelação contendo cerca de 39 por cento empeso de EDTA para interromper o crescimento do toner. Após o que, a mis-tura no reator foi aquecida para cerca de 85°C a fim de permitir que as partí-cuias de toner coalescessem e esferodizassem. O aquecedor do reator foidesligado e a mistura no reator foi rapidamente esfriada para a temperaturaambiente com a adição de gelo e, então, filtrada através de uma peneira de25 micrômetros, lavada e seca.
O toner final tinha um diâmetro volumétrico médio de tamanho departícula de cerca de 5,7 micrômetros e um GSDv de cerca de 1,22, confor-me medido através de um contador eletrônico e uma circularidade de cercade 0,97 conforme medido com um analisador de histograma do tipo fluxoSYSMEX® FPIA-2100.
Uma vez que o EDTA atuou como um agente de quelação, uma de-terminação foi feita da concentração de zinco no toner final e no primeirofiltrado de lavagem com um espectrômetro Thermo Electron iCAP 6500 ICP,os resultados do qual são mostrados na Tabela 1 abaixo. Os dados de car-regamento são apresentados abaixo na Tabela 2.
Exemplo Comparativo 2
Esse exemplo comparativo sintetizou um toner de poliéster poragregação de emulsão não incluindo cera e não incluindo a dispersão deCCA do Exemplo 1. Os seguintes componentes foram adicionados a um bé-quer de vidro de 2 litros: cerca de 281,8 gramas de água desionizada; cercade 1,83 gramas de tensoativo aniônico DOWFAX® 2A1; cerca de 398 gra-mas de uma emulsão de resina de poliéster amorfa (Emulsão de ResinaAmorfa C) contendo cerca de 17 por cento em peso de uma resina de poliés-ter linear amorfo de fumarato de bisfenol A propoxilado, cerca de 74,3 gra-mas de uma emulsão de resina de poliéster cristalino contendo cerca de 20por cento em peso de resina de poliéster insaturado cristalino derivada deetileno glicol, ácido dodecanodioico e comonômeros de ácido fumárico coma fórmula a seguir:
<formula>formula see original document page 41</formula>
em que b é de 5 a 2000 e d é de 5 a 2000 em uma emulsão(cerca de 19,3 peso por cento de resina), sintetizada seguindo os procedi-mentos descritos na Publicação de Pedido de Patente U.S. N°2006/0222991, a descrição da qual é aqui incorporada por referência em suatotalidade; e cerca de 29,2 gramas de dispersão de pigmento ciano contendocerca de 17 por cento em peso de pigmento Pigment Blue 15:3. O pH damistura foi ajustado para cerca de 3,2 usando uma solução de HNO3 a 0,3M. A mistura foi agitada usando um homogeneizador IKA ULTRA TURRAX®T50 operando em uma velocidade de cerca de 3.500 a cerca de 4.000 revo-luções por minuto. Cerca de 36 gramas de uma mistura floculenta contendosolução de AI2(S04)3 a 1 por cento em peso foram adicionados gota a gota àmistura. A mistura foi subseqüentemente transferida para um reator Buchi deaço inoxidável de 2 litros e aquecida para cerca de 40 a 46°C para agrega-ção em torno de 750 revoluções por minuto. O tamanho de partícula foi mo-nitorado com um contador eletrônico até que as partículas de núcleo atingis-sem um tamanho volumétrico médio de partícula de cerca de 6,83 micrôme-tros e um GSDv de cerca de 1,21.
Subseqüentemente, cerca de 1,43 gramas de tensoativo aniôni-co DOWFAX® 2A1 e cerca de 198,3 gramas de Emulsão de Resina AmorfaC ajustada para um pH de cerca de 3,2 foram adicionados à mistura no rea-tor para agregar adicionalmente, até que as partículas atingissem um tama-nho volumétrico médio de partícula de cerca de 8,33 micrômetros e umGSDv de cerca de 1,21. Após o que, o pH da pasta de toner foi aumentadopara cerca de 6,7 usando NaOH a 1,0 M, seguido pela adição de cerca de1,39 gramas de uma solução de quelação contendo cerca de 39 por centoem peso de EDTA para interromper o crescimento do toner. Após o que, amistura no reator foi aquecida para cerca de 69°C a fim de permitir que par-tículas de toner coalescessem e esferodizassem. O aquecedor do reator foi,então, desligado e a mistura no reator foi esfriada para a temperatura ambi-ente durante um período de cerca de 90 minutos e, então, filtrada através deuma peneira de 25 micrômetros, lavada e seca.
O toner final tinha um diâmetro volumétrico médio de tamanhode partícula de cerca de 8,07 micrômetros, um GSDv de cerca de 1,22 con-forme medido através de um contador eletrônico e uma circularidade de cer-ca de 0,976 conforme medido com um analisador de histograma do tipo fluxoSYSMEX® FPIA-2100.
Os dados de carregamento e fusão são apresentados abaixonas Tabelas 3 e 4, respectivamente.
Exemplo 3 - Toner sem Cera e com CCA
Esse Exemplo sintetizou um toner de políéster por agregação deemulsão não incluindo uma cera, mas incluindo a dispersão de CCA do E-xemplo 1. Os seguintes componentes foram adicionados a um béquer devidro de 2 litros: cerca de 271,2 gramas de água desionizada; cerca de 1,83gramas de tensoativo aniônico DOWFAX® 2A1; cerca de 398,2 gramas deuma emulsão de resina de poliéster amorfo (Emulsão de Resina Amorfa C)contendo cerca de 17,0 por cento em peso de uma resina de poliéster amor-fo linear de fumarato de bisfenol A propoxilado, cerca de 84,65 gramas deuma emulsão de resina de poliéster cristalino contendo cerca de 19,3 porcento em peso de resina de poliéster cristalino insaturado derivada de etile-no glicol, ácido dodecanodioico e ácido fumárico na mesma; e cerca de 29,2gramas de dispersão de pigmento ciano contendo cerca de 17 por cento empeso de pigmento Pigment Blue 15:3. O pH da mistura foi ajustado para cer-ca de 3,2 usando uma solução de HN03 a 0,3 M. A mistura foi agitada usan-do um homogeneizador IKA ULTRA TURRAX® T50 operando em uma velo-cidade de cerca de 3.500 a cerca de 4.000 revoluções por minuto. Cerca de36 gramas de uma mistura floculenta contendo solução de Al2(S04)3 a 1 porcento em peso foi adicionada gota a gota à mistura. A mistura foi subse-quentemente transferida para um reator Buchi de aço inoxidável de 2 litros eaquecida para cerca de 40°C para agregação em torno de 750 revoluçõespor minuto. O tamanho de partícula foi monitorado com um contador eletrô-nico até que as partículas de núcleo atingissem um tamanho volumétricomédio de partícula de cerca de 7,19 micrômetros e um GSDv de cerca de1,25.
Subseqüentemente, cerca de 1,43 gramas de tensoativo aniôni-co DOWFAX® 2A1, cerca de 189,7 gramas de Emulsão de Resina Amorfa Cajustada para um pH de cerca de 3,2 e cerca de 6,7 gramas da dispersão deCCA do Exemplo 1 foram adicionados à mistura no reator para agregar adi-cionalmente, até que as partículas atingissem um tamanho volumétrico mé-dio de partícula de cerca de 8,33 micrômetros e um GSDv de cerca de 1,21.Após o que, o pH da pasta de toner foi aumentado para cerca de 6,2 usandoNaOH a cerca de 1 M, seguido pela adição de cerca de 1,39 gramas de umasolução de quelação contendo cerca de 39 por cento em peso de EDTA parainterromper o crescimento do toner. Após o que, a mistura no reator foi a-quecida para cerca de 69°C a fim de permitir que as partículas de toner coa-lescessem e esferodizassem. O aquecedor do reator foi, então, desligado ea mistura no reator foi esfriada para a temperatura ambiente durante um pe-ríodo de cerca de 90 minutos e, então, filtrada através de uma peneira de 25micrômetros, lavada e seca.
O toner final tinha um diâmetro volumétrico médio de tamanho departícula de cerca de 7,99 micrômetros, um GSDv de cerca de 1,22 confor-me medido através de um contador eletrônico e uma circularidade de cercade 0,966 conforme medido com um analisador de histograma do tipo fluxoSYSMEX® FPIA-2100.
Uma vez que o EDTA era um agente de quelação, uma determi-nação foi feita da concentração de zinco no toner final e no primeiro filtradode lavagem com um espectrômetro Thermo Electron iCAP 6500 ICP, os re-sultados do qual são mostrados na tabela 1 abaixo. Os dados de carrega-mento e fusão são apresentados abaixo nas Tabelas 2 e 3, respectivamente.
Tabela 1
<table>table see original document page 44</column></row><table>Para ambos os toners, havia quantidades significativas de zincoremovidas dos toners, conforme mostrado na Tabela 1. Embora não dese-jando estar preso a qualquer teoria, é possível que o EDTA fosse o agenteprimário para remoção de zinco. Os resultados acima demonstram os bene-fícios do uso de CCA nessas formulações de toner.
Os dados de carregamento para os toners dos Exemplos Com-parativos 1 e 2 e Exemplos 2 e 3 são fornecidos nas Tabelas 2 e 3 abaixo.Reveladores para avaliações de carregamento no laboratório foram prepara-dos usando 100 gramas de veículo de ferro revestido com PMMA de 65 mi-crômetros e 4,5 gramas de toner. A concentração de revelador no toner é de4,5 partes por centena. Dois reveladores foram preparados e condicionadosem duas câmaras com diferentes condições de zona, a câmara da zona Acom ajustes de temperatura e RH de 28°C e RH de 85 por cento e a câmarada zona C com ajustes de temperatura e RH de 12°C e RH de 15 por cento.O carregamento do revelador foi feito em duas etapas, um tempo de agita-ção de tinta curto de 5 minutos e um longo de 60 minutos. Desejavelmente,uma carga estável é obtida em um curto tempo e mantida nesse nível comcarga mínima com aumento do tempo de carregamento.
Os dados de coesão térmica para os toners dos Exemplos Com-parativos 1 e 2 e Exemplos 2 e 3 também são fornecidos nas Tabelas 2 e 3abaixo. Amostras de toner de cerca de dois gramas contendo aditivos sãopesadas separadamente em um disco aberto e condicionadas em uma câ-mara ambiental em temperaturas especificadas e umidade relativa de 50 porcento. Após 17 horas, cada uma das amostras foi removida e aclimatada emcondições de temperatura ambiente durante 30 minutos. Cada amostra rea-climatada foi medida por meio de peneiramento através de uma pilha de du-as peneiras de mesh pré-pesadas, as quais foram empilhadas como segue:1000 micrômetros por cima e 106 micrômetros por baixo. As peneiras foramvibradas durante 90 segundos em uma amplitude de 1 milímetro com umtestador de fluxo Hosokawa. Após a vibração ter terminado, as peneiras fo-ram re-pesadas e a coesão térmica do toner foi calculada a partir da quanti-dade total de toner restante sobre as peneiras como um percentual do pesoinicial. A temperatura de início de coesão térmica (HC) é a temperatura abai-xo da qual substancialmente nenhum toner resta sobre as peneiras apósvibração.
Tabela 2
<table>table see original document page 46</column></row><table>
Q/d = carga do toner dividido pelo diâmetro de partícula do tonerQ/m = proporção de carga de toner por massaHC = coesão térmica
Conforme pode ser observado na Tabela 2, a adição de CCA àformulação de toner EA teve um efeito muito benéfico sobre o carregamentonas Zonas A e C. Similarmente, o CCA melhorou a temperatura de início decoesão térmica, quando comparado com o toner sem CCA.
Tabela 3
<table>table see original document page 46</column></row><table>
Conforme pode ser observado na Tabela 3, o efeito benéficoobtido através da adição de CCA à formulação de toner EA inclui um efeitomuito significativo sobre o carregamento do toner precursor, especialmentena Zona C.
Para resumir, o desempenho de carregamento de toners EA,contendo cera e sem cera, foi significativamente aprimorado através da in-corporação de CCA no envoltório dos referidos toners durante o processo deagregação/coalescência, conforme demonstrado pelos resultados de carre-gamento.
Para fusão, havia toner insuficiente do Exemplo 2 para realizaruma avaliação de fusão. Portanto, apenas os resultados de fusão para ostoners do Exemplo Comparativo 2 e Exemplo 3 são apresentados na Tabela4 abaixo. Os dados de fusão foram gerados através do método a seguir. I-magens de teste não fundidas foram feitas usando uma copiado-ra/impressora colorida Xerox Corporation DC12. As imagens foram removi-das da impressora/copiadora antes que o documento passasse através dofusor. Essas amostras de teste não fundidas foram, então, fundidas usandoum fusor Xerox Corporation iGen3®. As amostras de teste foram dirigidasatravés do fusor a 100 impressões por minuto. A temperatura do rolo fusorfoi variada durante os experimentos, de modo que o brilho e área com cerapudessem ser determinados como uma função da temperatura do rolo fusor.O brilho da impressão foi medido usando um medidor de brilho de 75 grausBYK Gardner. A temperatura de brilho 40 é a temperatura na qual o brilho éigual a 40 unidades de brilho. A adesão de toner ao papel foi determinadaatravés de sua temperatura de fusão mínima (MFT) para fixação de cera. Aimagem fundida foi dobrada e um peso de 860 gramas de toner foi passadoatravés da cópia, após o que a página foi desdobrada e limpa para removero toner fraturado da folha. Essa folha foi, então, escaneada usando umscanner plano Epson e a área de toner a qual tinha sido removida do papelfoi determinada através de um software de análise de imagem, tal como oNational Instruments IMAQ.
Tabela 4
<table>table see original document page 47</column></row><table>Conforme pode ser visto a partir da Tabela 4 acima, a adição deCCA à formulação de toner EA teve um efeito apenas moderado sobre odesempenho de fusão, em que a MFT aumentou apenas em cerca de 12°C,o que ainda está dentro de limites aceitáveis. Da mesma forma, um aumentomoderado na temperatura de Brilho 40 foi notado.
Será apreciado que várias das características e funções acimadivulgadas e outras ou alternativas das mesmas podem, desejavelmente, sercombinadas em muitos outros sistemas ou aplicações diferentes. Também,que várias alternativas, modificações, variações ou aprimoramentos presen-temente imprevistos ou inesperados aqui podem ser subseqüentemente fei-tas por aqueles versados na técnica os quais se destinam a serem abrangi-dos pelas reivindicações a seguir. A menos que especificamente menciona-do em uma reivindicação, etapas ou componentes de reivindicação não de-verão ser implicados ou importados da especificação ou quaisquer outrasreivindicações em qualquer ordem, número, posição, tamanho, formato, ân-gulo, cor ou material em particular.

Claims (20)

1. Processo compreendendo:contato de pelo menos uma resina amorfa com pelo menos umaresina cristalina em uma emulsão para formar partículas pequenas, em quea emulsão inclui um colorante opcional, tensoativo opcional e uma cera opcional;agregação das partículas pequenas para formar uma pluralidadede agregados maiores;passagem de pelo menos um agente de controle de carga emuma dispersão através de um dispersor de alta energia em uma pressão decerca de 1.360,777 kg por cm2 (3.000 libras por polegada quadrada), a cercade 13.607,77 kg por cm2 (30.000 libras por polegada quadrada) para formaruma dispersão de controle de carga para formar uma dispersão de controlede carga;contato dos agregados maiores com a dispersão de controle decarga para formar um revestimento de resina sobre os mesmos;coalescência dos agregados maiores para formar partículas detoner; erecuperação das partículas de toner.
2. Processo de acordo com a reivindicação 1, em que a pelomenos uma resina amorfa compreende uma resina de poliester e o dispersorde alta energia é selecionado do grupo consistindo em homogeneizadoresde alta pressão, dispersores de cisalhamento elevado, processadores decisalhamento elevado, misturadores com rotor/estator de alta energia, moe-dores com propulsor, incluindo agitadores e misturadores, moinhos de esfe-ra, incluindo moinhos de pedra molhada e aparelhos de atrito, moinhos demeios pequenos, incluindo moinhos de areia, moinhos vibratórios, moinhoscom múltiplos rolos, dispersores ultrassônicos, combinações dos mesmos.
3. Processo de acordo com a reivindicação 1, em que a pelomenos uma resina amorfa é derivada da reação de um diácido ou diésterselecionado do grupo consistindo em ácido tereftálico, ácido ftálico, ácidoisoftálico, ácido fumárico, ácido maleico, ácido succínico, ácido itacônico,ácido succínico, anidrido succínico, ácido dodecil-succínico, anidrido dodecil-succínico, ácido glutárico, anidrido glutárico, ácido adípico, ácido pimélico,ácido subérico, ácido azelaico, dodecanodiácido, ácido trimelítico, tereftalatode dimetila, tereftalato de dietila, isoftalato de dimetila, isoftalato de dietila,ftalato de dimetila, anidrido itálico, ftalato de dietila, succinato de dimetila,fumarato de dimetila, maleato de dimetila, glutarato de dimetila, adipato dedimetila, succinato de dodecil-dimetila e combinações dos mesmos e um diolselecionado do grupo consistindo em 1,2-propanodiol, 1,3-propanodiol, 1,2-butanodiol, 1,3-butanodiol, 1,4-butanodiol, pentanodiol, hexanodiol, 2,2-dimetilpropanodiol, 2,2,3-trimetilhexanodiol, heptanodiol, dodecanodiol,bis(hidroxietil)-bisfenol A, bis(2-hidroxipropil)-bisfenol A, 1,4-ciclo-hexanodimetanol, 1,3-ciclo-hexanodimetanol, xilenodimetanol, ciclo-hexanodiol, dietileno glicol, oxido de bis(2-hidroxietila), dipropileno glicol, di-butileno glicol e combinações dos mesmos; eem que a pelo menos uma resina cristalina é derivada da reaçãode pelo menos um diol selecionado do grupo consistindo em 1,2-etanodiol,-1,3-propanodiol, 1,4-butanodiol, 1,5-pentanodiol, 1,6-hexanodiol, 1,7-heptanodiol, 1,8-octanodiol, 1,9-nonanodiol, 1,10-decanodiol, 1,12-dodecanodiol, etileno glicol, combinações dos mesmos e similares; dióis sul-fo-alifáticos alcalinos, tais como 2-sulfo-1,2-etanodiol de sódio, 2-sulfo-1,2-etanodiol de lítio, 2-sulfo-1,2-etanodiol de potássio, 2-sulfo-1,3-propanodiolde sódio, 2-sulfo-1,3-propanodiol de lítio, 2-sulfo-1,3-propanodiol de potássioe combinações dos mesmos, com pelo menos um diácido ou diéster sele-cionado do grupo consistindo em ácido oxálico, ácido succínico, ácido glutá-rico, ácido adípico, ácido subérico, ácido azelaico, ácido fumárico, ácido ma-leico, ácido dodecanodioico, ácido sebácico, ácido ftálico, ácido isoftálico,ácido tereftálico, ácido naftaleno-2,6-dicarboxílico, ácido naftaleno-2,7-dicarboxílico, ácido ciclo-hexano dicarboxílico, ácido malônico e ácido mesa-cônico, um diéster ou anidrido dos mesmos, poli-imidas, poliolefinas, copolí-meros de etileno-propileno, copolímeros de etileno-acetato de vinila e com-binações dos mesmos.
4. Processo de acordo com a reivindicação 1, em que o agentede controle de carga é selecionado do grupo consistindo em complexos or-gânicos e complexos organometálicos.
5. Processo de acordo com a reivindicação 4, em que o agentede controle de carga é selecionado do grupo consistindo em complexos deazo-metal, compostos metálicos de monoazo, complexos de ftalocianina decobre, ácidos carboxílicos, ácidos carboxílícos substituídos, complexos me-tálicos de ácidos carboxílicos, ácido salicílico, ácido salicílico substituído,complexos metálicos de ácido salicílicos, complexos metálicos de ácidosalquil carboxílicos aromáticos, compostos de zinco de derivados de ácidoalquil salicílico, ácidos naftoicos, ácidos naftoicos substituídos, complexosmetálicos de ácidos naftoicos, ácidos hidróxi carboxílicos, ácidos hidróxi car-boxílicos substituídos, complexos metálicos de ácidos hidróxi carboxílicos,ácidos dicarboxílicos, ácidos dicarboxílicos substituídos, complexos metáli-cos de ácidos dicarboxílicos, derivados de nitroimidazol, complexos de borode ácido benzílico, compostos de calixareno, carboxilatos metálicos, sulfona-tos, sulfonatos de metal, complexos de sulfona, complexos de sulfóxido dedimetila com sais metálicos, sais de cálcio de compostos de ácido orgânicotendo um ou mais grupos ácidos, sais de bário de compostos de ácido sul-foisoftálico, poli-hidroxialcanoatos possuindo unidades fenila substituídas,acetamídas, benzeno-sulfonamidas, compostos nigrosina, compostos base-ados em trifenilmetano contendo uma amina terciária como uma cadeia late-ral, compostos de sal de amônio quaternário, haletos de alquil piridínio,compostos de alquil piridínio, sulfatos orgânicos, sulfonatos orgânicos, bis-sulfatos, nitrobenzeno sulfonatos de amônio quaternário, resinas de poliami-na, derivados de guanidina, derivados de imidazol e combinações dos mesmos.
6. Processo de acordo com a reivindicação 4 em que o agentede controle de carga é selecionado do grupo consistindo em sais de comple-xo de ferro amorfo tendo um composto de monoazo como um ligante, com-plexos de ferro do tipo azo, ácido 3,5-di-terc-butilsalicílico, complexos de zir-cônio ácido 3,5-di-t-butilsalicílico, compostos de zinco de ácido 3,5-di-terc-butilsalicílico, ácido salicílico dialquil zinco, sal de potássio de bis(1,1 -difenil--1-oxo-acetila) de boro, complexos de zircônio de ácido 2-hidróxi-3-naftoico,compostos de metal tendo ácidos dicarboxílicos aromáticos como ligantes,borobisbenzilato de potássio, copolímeros de estireno-acrilato baseados emgrupos sulfonato, copolímeros de estireno-metacrilato baseados em grupossulfonato, complexos de sulfóxido de dimetila com sais metálicos, 2-(1,2-benzisotiazol-3(2H)-ilidano 1,1-dióxido)acetamida N-substituída, N-(2-(1,2-benzisotiazol-3(2H)-ilidano 1,1-dióxido)-2-cianoacetil)benzeno-sulfonamida,brometo de cetiltrimetilamônio, tetrafluoroboratos de cetil piridínio, sulfato demetil dimetil diestearil amônio, bissulfato de dimetil diestearil amônio e com-binações dos mesmos.
7. Processo de acordo com a reivindicação 1, em que a emulsãoainda compreende a dispersão de controle de carga.
8. Processo de acordo com a reivindicação 1, em que o agentede controle de carga está presente nas partículas de toner em uma quanti-dade de cerca de 0,1 por cento em peso das partículas de toner a cerca de 10 por cento em peso das partículas de toner.
9. Processo de acordo com a reivindicação 1, em que o coloran-te opcional compreende corantes, pigmentos, combinações de corantes,combinações dos pigmentos e combinações de corantes e pigmentos, emuma quantidade de cerca de 0,1 a cerca de 35 por cento em peso do toner.
10. Processo de acordo com a reivindicação 1, em que a ceraopcional é selecionada do grupo consistindo em poliolefinas, cera de carna-úba, cera de arroz, cera de candelila, cera sumacs, óleo de jojoba, cera deabelha, cera Montana, ozoquerita, ceresina, cera de parafina, cera microcris-talina, cera de Fischer-Tropsch, estearato de estearila, beenato de beenila,estearato de butila, oleato de propila, monoestearato de glicerila, diestearatode glicerila, beenato de tetrapentaeritritol, monoestearato de dietilenoglicol,diestearato de dipropilenoglicol, diestearato de diglicerila, tetraestearato detriglicerila, monoestearato de sorbitano, estearato de colesterila e combina-ções dos mesmos, presente em uma quantidade cerca de 1 por cento empeso a cerca de 25 por cento em peso do toner.
11. Processo de acordo com a reivindicação 1, em que as parti-cuias de toner são de um tamanho de cerca de 3 um a cerca de 20 um e têmuma forma circular de cerca de 0,9 a cerca de 1.
12. Toner compreendendo:um núcleo compreendendo pelo menos uma resina amorfa, pelomenos uma resina cristalina e um ou mais ingredientes opcionais seleciona-dos do grupo consistindo em colorantes, ceras e combinações dos mesmos;eum envoltório compreendendo pelo menos uma resina a qualpode ser a mesma ou diferente da pelo menos uma resina amorfa e pelomenos uma resina cristalina no núcleo, em combinação com pelo menos umagente de controle de carga selecionado do grupo consistindo em comple-xos orgânicos e complexos organometálicos.
13. Toner de acordo com a reivindicação 12, em que o agentede controle de carga é selecionado do grupo consistindo em complexos deazo-metal, compostos metálicos de monoazo, complexos de ftalocianina decobre, ácidos carboxílicos, ácidos carboxílicos substituídos, complexos me-tálicos de ácidos carboxílicos, ácido salicílico, ácido salicílico substituído,complexos metálicos de ácido salicílicos, complexos metálicos de ácidosalquil carboxílicos aromáticos, compostos de zinco de derivados de ácidoalquil salicílico, ácidos naftoicos, ácidos naftoicos substituídos, complexosmetálicos de ácidos naftoicos, ácidos hidróxi carboxílicos, ácidos hidróxi car-boxílicos substituídos, complexos metálicos de ácidos hidróxi carboxílicos,ácidos dicarboxílicos, ácidos dicarboxílicos substituídos, complexos metáli-cos de ácidos dicarboxílicos, derivados de nitroimidazol, complexos de borode ácido benzílico, compostos de calixareno, carboxilatos metálicos, sulfona-tos, sulfonatos de metal, complexos de sulfona, complexos de sulfóxido dedimetila com sais metálicos, sais de cálcio de compostos de ácido orgânicotendo um ou mais grupos ácidos, sais de bário de compostos de ácido sul-foisoftálico, poli-hidroxialcanoatos possuindo unidades fenila substituídas,acetamidas, benzeno-sulfonamidas, compostos nigrosina, compostos base-ados em trifenilmetano contendo uma amina terciária como uma cadeia late-ral, compostos de sal de amônio quaternário, haletos de alquil piridínio,compostos de alquil piridínio, sulfatos orgânicos, sulfonatos orgânicos, bis-sulfatos, nitrobenzeno sulfonatos de amônio quaternário, resinas de poliami-na, derivados de guanidina, derivados de imidazol e combinações dos mes-mos, presente nas partículas de toner em uma quantidade de cerca de 0,1por cento em peso das partículas de toner a cerca de 10 por cento em pesodas partículas de toner.
14. Toner de acordo com a reivindicação 12, em que o agentede controle de carga é selecionado do grupo consistindo em sais de comple-xo de ferro amorfo tendo um composto de monoazo como um ligante, com-plexos de ferro do tipo azo, ácido 3,5-di-terc-butilsalicílico, complexos de zir-cônio de ácido 3,5-di-t-butilsalicílico, compostos de zinco de ácido 3,5-di-terc-butilsalicílico, ácido salicílico (dialquil zinco), sal de potássio de bis(1,1-difenil-1-oxo-acetila) de boro, complexos de zircônio de ácido 2-hidróxi-3-naftoico, compostos de metal tendo ácidos dicarboxílicos aromáticos comoligantes, borobisbenzilato de potássio, copolímeros de estireno-acrilato ba-seados em grupos sulfonato, copolímeros de estireno-metacrilato baseadosem grupos sulfonato, complexos de sulfóxido de dimetila com sais metálicos,-2-(1,2-benzisotiazol-3(2H)-ilidano 1,1-dióxido)acetamida N-substituída, N-(2-(1,2-benzisotiazol-3(2H)-ilidano 1,1-dióxido)-2-cianoacetil)benzeno-sulfonamida, brometo de cetiltrimetilamônio, tetrafluoroboratos de cetil piridí-nio, sulfato de metil dimetil diestearil amônio, bissulfato de dimetil diestearilamônio e combinações dos mesmos.
15. Toner de acordo com a reivindicação 12 em que a pelo me-nos uma resina amorfa da reação de um diácido ou diéster selecionado dogrupo consistindo em ácido tereftálico, ácido ftálico, ácido isoftálico, ácidofumárico, ácido maleico, ácido succínico, ácido itacônico, ácido succínico,anidrido succínico, ácido dodecil-succínico, anidrido dodecil-succínico, ácidoglutárico, anidrido glutárico, ácido adípico, ácido pimélico, ácido subérico,ácido azelaico, dodecanodiácido, ácido trimelítico, tereftalato de dimetila,tereftalato de dietila, isoftalato de dimetila, isoftalato de dietila, ftalato de di-metila, anidrido ftálico, ftalato de dietila, succinato de dimetila, fumarato dedimetila, maleato de dimetila, glutarato de dimetila, adipato de dimetila, sue-cinato de dodecil-dimetila e combinações dos mesmos e um diol selecionadodo grupo consistindo em 1,2-propanodiol, 1,3-propanodiol, 1,2-butanodiol,-1,3-butanodiol, 1,4-butanodiol, pentanodiol, hexanodiol, 2,2-dimetilpropanodiol, 2,2,3-trimetilhexanodiol, heptanodiol, dodecanodiol,bis(hidroxietil)-bisfenol A, bis(2-hidroxipropil)-bisfenol A, 1,4-ciclo-hexanodimetanol, 1,3-ciclo-hexanodimetanol, xilenodimetanol, ciclo-hexanodiol, dietileno glicol, oxido de bis(2-hidroxietila), dipropileno glicol, di-butileno glicol e combinações dos mesmos.
16. Toner de acordo com a reivindicação 12, em que a pelo me-nos uma resina cristalina compreende um poliéster selecionado do grupoconsistindo em adipato de (poli)etileno, adipato de (poli)propileno, adipato de(poli)butileno, adipato de (poli)pentileno, adipato de (poli)hexileno, adipato de(poli)octileno, succinato de (poli)etileno, succinato de (poli)propileno, succi-nato de (poli)butileno, succinato de (poli)pentileno, succinato de (po-li)hexileno, succinato de (poli)octileno, sebacato de (poli)etileno, sebacato de(poli)propileno, sebacato de (poli)butileno, sebacato de (poli)pentileno, seba-cato de (poli)hexileno, sebacato de (poli)octileno, adipato de co(poli)5-sulfoisoftaloíla)-co(poli)etileno alcalino, sebacato de (poli)decileno, decanoa-to de (poli)decileno, decanoato de (poli)etileno, dodecanoato de (poli)etileno,sebacato de (poli)nonileno, decanoato de (poli)nonileno, fumarato deco(poli)etileno-sebacato de co(poli)etileno, fumarato de co(poli)etileno-decanoato de co(poli)etileno e fumarato de co(poli)etileno-dodecanoato deco(poli)etileno.
17. Toner de acordo com a reivindicação 12 em que o coloranteopcional compreende corante, pigmentos, combinações de corantes, combi-nações dos pigmentos e combinações de corantes e pigmentos, em umaquantidade de cerca de 0,1 a cerca de 35 por cento em peso do toner e acera é selecionada do grupo consistindo em poliolefinas, cera de carnaúba,cera de arroz, cera de candelila, cera sumacs, óleo de jojoba, cera de abe-lha, cera Montana, ozoquerita, ceresina, cera de parafina, cera microcristali-na, cera de Fischer-Tropsch, estearato de estearila, beenato de beenila, es-tearato de butila, oleato de propila, monoestearato de glicerila, diestearatode glicerila, beenato de tetra pentaeritritol, monoestearato de dietilenoglicol,diestearato de dipropilenoglicol, diestearato de diglicerila, tetraestearato detriglicerila, monoestearato de sorbitan, estearato de colesterila e combina-ções dos mesmos, presente em uma quantidade cerca de por cento em 1peso a cerca de 25 por cento em peso do toner.
18. Toner de acordo com a reivindicação 12, em que as partícu-las de toner são de um tamanho de cerca de 5 micrômetros a cerca de 9micrômetros, uma circularidade de cerca de 0,95 a cerca de 0,985 e umaproporção de carga do toner por massa de cerca de 10 microcoulombs porgrama a cerca de 50 microcoulombs por grama.
19. Processo compreendendo:contato de pelo menos uma resina amorfa com pelo menos umaresina cristalina, um colorante opcional, pelo menos um tensoativo e umacera opcional para formar partículas pequenas;agregação das partículas pequenas para formar uma pluralidadede agregados maiores;formação de uma dispersão compreendendo pelo menos umagente de controle de carga selecionado do grupo consistindo em sais decomplexo de ferro amorfo tendo um composto de monoazo como um ligante,complexos de ferro do tipo azo, ácido 3,5-di-terc-butilsalicílico, complexos dezircônio de ácido 3,5-di-t-butilsalicílico, compostos de zinco de ácido 3,5-di-terc-butilsalicílico, ácido salicílico dialquil zinco, sal de potássio de bis(1,1-difenil-1-oxo-acetila) de boro, complexos de zircônio de ácido 2-hidróxi-3-naftoico, compostos de metal tendo ácidos dicarboxílicos aromaticos comoligantes, borobisbenzilato de potássio, copolímeros de estireno-acrilato ba-seados em grupos sulfonato, copolímeros de estireno-metacrilato baseadosem grupos sulfonato, complexos de sulfóxido de dimetila com sais metálicos,-2-(1,2-benzisotiazol-3(2H)-ilidano 1,1-dióxido)acetamida N-substituída, N-(2-(1,2-benzisotiazol-3(2H)-ilidano 1,1 -dióxido)-2-cianoacetil)benzeno-sulfonamida, brometo de cetiltrimetilamônio, tetrafluoroboratos de cetil piridí-nio, sulfato de metil dimetil diestearilamônio, bissulfato de dimetil diesteari-lamônio e combinações dos mesmos;passagem do pelo menos um agente de controle de carga emuma dispersão através de um homogeneizador com uma pressão de cercade 6.803,886 kg por cm2 (15.000 libras por polegada quadrada) a cerca de 11.339,81 kg por cm2 (25.000 libras por polegada quadrada);contato dos agregados maiores com o pelo menos um agente decontrole de carga na dispersão para formar um revestimento de resina sobreos mesmo;coalescência dos agregados maiores para formar partículas detoner; erecuperação das partículas de toner,em que as partículas de toner são de um tamanho de cerca de 3micrômetros a cerca de 20 micrômetros e têm uma forma circular de cercade 0,9 a cerca de 1.
20. Processo de acordo com a reivindicação 19, em que o colo-rante opcional compreende corantes, pigmentos, combinações de corantes,combinações dos pigmentos e combinações de corantes e pigmentos emuma quantidade de cerca de 0,1 a cerca de 35 por cento em peso do toner ea cera é selecionada do grupo consistindo em poliolefinas, cera de carnaú-ba, cera de arroz, cera de candelila, cera sumagres, óleo de jojoba, cera deabelha, cera Montana, ozoquerita, ceresina, cera de parafina, cera microcris-talina, cera de Fischer-Tropsch, estearato de estearila, beenato de beenila,estearato de butila, oleato de propila, monoestearato de glicerila, diestearatode glicerila, beenato de tetrapentaeritritol, monoestearato de dietilenoglicol,diestearato de dipropilenoglicol, diestearato de diglicerila, tetraestearato detriglicerila, monoestearato de sorbitano.
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