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BRPI0900943A2 - sistema de drenagem para uma máquina de lavar louças - Google Patents

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BRPI0900943A2
BRPI0900943A2 BRPI0900943-4A BRPI0900943A BRPI0900943A2 BR PI0900943 A2 BRPI0900943 A2 BR PI0900943A2 BR PI0900943 A BRPI0900943 A BR PI0900943A BR PI0900943 A2 BRPI0900943 A2 BR PI0900943A2
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BR
Brazil
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drainage
tank
barrier
outlet
drain
Prior art date
Application number
BRPI0900943-4A
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English (en)
Inventor
Charles E Warner
Original Assignee
Premark Feg Llc
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Abstract

SISTEMA DE DRENAGEM PARA UMA MáQUINA DE LAVAR LOUçAS. Uma máquina de lavar louças do tipo transportadora para lavagem de louças inclui um primeiro tanque incluindo um sistema de drenagem tendo uma saída de drenagem e uma barreira de drenagem móvel entre uma posição fechada da saída de drenagem e uma posição aberta da saída de drenagem. Um segundo tanque inclui um sistema de drenagem tendo uma saída de drenagem, uma via de drenagem associada que leva ao primeiro tanque e uma barreira da via de drenagem associada móvel entre uma posição aberta da via de drenagem e uma posição fechada da via de drenagem. Uma montagem de controle de drenagem inclui um atuador de drenagem comum operativamente conectado para produzir tanto (i) movimento da barreira de drenagem a partir da posição fechada da saída de drenagem para a posição aberta da saída de drenagem quanto (ii) movimento da barreira da via de drenagem a partir da posição fechada da via de drenagem para a posição aberta da via de drenagem.

Description

"SISTEMA DE DRENAGEM PARA UMA MÁQUINA DE LAVAR LOUÇAS" REFERÊNCIAS CRUZADAS
Este pedido reivindica o benefício do Pedido de Patente Provisório U.S. Série N2 61/040.439, depositado em 28 de Março de 2008, a totalidade de que é por meio deste incorporada como referência.
CAMPO TÉCNICO
No geral, este pedido refere-se a sistemas de máquina de lavar louças que são u-sados em aplicações comerciais tais como lanchonetes e restaurantes e, mais particularmente, a um tal sistema de lavagem de louças incluindo um sistema de drenagem para um sistema de enxágue bombeado secundário.
FUNDAMENTOS
Máquinas de lavar louças comerciais comumente incluem uma área de alojamento que define as zonas de lavagem e enxágue para pratos, utensílios de cozinha e outras louças. Em certas zonas, água é tipicamente bombeada a partir de um tanque através de uma entrada da bomba, liberada para as louças por intermédio de uma operação de pulverização " e coletada no tanque para reutilização. Na operação de uma máquina de lavar louças com um sistema de enxágue bombeado secundário, um tanque de enxágue pode ser separado de um tanque do sistema de lavagem primário, criando uma necessidade quanto à capacidade de drenar prontamente o tanque de enxágue bombeado secundário.
SUMÁRIO
Em um aspecto, uma máquina de lavar louças do tipo transportadora para lavagem de louças inclui uma primeira zona de pulverização e uma segunda zona de pulverização. A primeira zona de pulverização inclui múltiplos bocais para pulverizar líquido nas louças passando através da primeira zona de pulverização, e um primeiro tanque para coletar líquido pulverizado. O primeiro tanque inclui uma saída de drenagem e uma barreira de drenagem móvel entre uma posição fechada da saída de drenagem e uma posição aberta da saída de drenagem. A segunda zona de pulverização inclui múltiplos bocais para pulverizar líquido nas louças passando através da segunda zona de pulverização, e um segundo tanque para coletar líquido pulverizado. O segundo tanque inclui uma saída de drenagem, uma via de drenagem associada que leva ao primeiro tanque e uma barreira da via de drenagem associada móvel entre uma posição aberta da via de drenagem e uma posição fechada da via de drenagem. Uma montagem de controle de drenagem inclui um atuador de drenagem comum operativamente conectado para produzir tanto (i) movimento da barreira de drenagem entre a posição fechada da saída de drenagem e a posição aberta da saída de drenagem quanto (ii) movimento da barreira da via de drenagem entre a posição fechada da via de drenagem e a posição aberta da via de drenagem, tal que sob a drenagem do primeiro tanque por intermédio do movimento do atuador de drenagem comum, o segundo tanque drena no pri-meiro tanque ao longo da via de drenagem permitindo que o líquido no segundo tanque saia através da saída de drenagem do primeiro tanque.
Em um outro aspecto, um método é fornecido para manejar uma operação de drenagem em uma máquina de lavagem de louças transportadora do tipo que inclui uma primeira zona de pulverização com múltiplos bocais para pulverizar líquido nas louças, a primeira zona de pulverização incluindo um primeiro tanque para coletar líquido pulverizado, o primeiro tanque incluindo uma saída de drenagem e uma barreira de drenagem móvel entre uma posição fechada da saída de drenagem e uma posição aberta da saída de drenagem, e uma segunda zona de pulverização com múltiplos bocais para pulverizar líquido nas louças, a segunda zona de pulverização incluindo um segundo tanque para coletar líquido pulverizado. O método envolve: fornecer um sistema de drenagem no segundo tanque, o sistema de drenagem incluindo uma saída de drenagem, uma via de drenagem associada que leva ao primeiro tanque e uma barreira da via de drenagem associada móvel entre uma posição aberta da via de drenagem e uma posição fechada da via de drenagem; e operar um atuador de drenagem comum que produz tanto (i) movimento da barreira de drenagem a partir da posição fechada da saída de drenagem para a posição aberta da saída de drenagem quanto (ii) movimento da barreira da via de drenagem a partir da posição fechada da via de drenagem para a posição aberta da via de drenagem, tal que sob a drenagem do primeiro tanque por intermédio da operação do atuador de drenagem comum, o segundo tanque drena no primeiro tanque ao longo da via de drenagem permitindo que o líquido no segundo tanque saia através da saída de drenagem do primeiro tanque.
Ainda em um outro aspecto, uma máquina de lavar louças do tipo transportadora para lavagem de louças inclui um primeiro tanque incluindo um sistema de drenagem tendo uma saída de drenagem e uma barreira de drenagem móvel entre uma posição fechada da saída de drenagem e uma posição aberta da saída de drenagem. Um segundo tanque inclui um sistema de drenagem tendo uma saída de drenagem, uma via de drenagem associada que leva ao primeiro tanque e uma barreira da via de drenagem associada móvel entre uma posição aberta da via de drenagem e uma posição fechada da via de drenagem. Uma montagem de controle de drenagem inclui um atuador de drenagem comum operativamente conectado para produzir tanto (i) movimento da barreira de drenagem a partir da posição fechada da saída de drenagem para a posição aberta da saída de drenagem quanto (ii) movimento da barreira da via de drenagem a partir da posição fechada da via de drenagem para a posição aberta da via de drenagem.
Em um aspecto adicional, uma máquina de lavar louças para lavagem de louças inclui uma câmara para receber as louças. A câmara tem um sistema de liberação de líquido associado para pulverizar líquido nas louças dentro da câmara. Um tanque primário coleta o líquido pulverizado. Um tanque secundário é liquidamente conectado ao tanque primário porintermédio de um tubo. Um sistema de recirculação de líquido move o líquido do tanque primário novamente para o sistema de liberação de líquido. Um sistema de drenagem está localizado dentro do tanque primário. O sistema de drenagem inclui um reservatório, uma entrada do sistema de recirculação de líquido dentro do reservatório e uma abertura de drenagem dentro do reservatório. Uma montagem de controle de drenagem inclui um elemento paralisador de drenagem para fechar a abertura de drenagem, um filtro conectado com o elemento paralisador de drenagem e uma válvula que controla o fluxo de líquido do tubo no tanque primário. O elemento paralisador de drenagem e a válvula são ambos controlados por um sistema articulado elevatório para drenagem tal que tanto a abertura de drenagem quanto uma saída do tubo são abertas e fechadas usando o sistema articulado elevatório para drenagem.
Os detalhes de uma ou mais modalidades são apresentados nos desenhos anexos e na descrição abaixo. Outras características, objetivos, e vantagens serão evidentes a partir da descrição e dos desenhos, e a partir das reivindicações.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A Fig. 1 é uma vista em seção lateral, diagramática de uma modalidade de um sistema de lavagem de louças;
As Figs. 2 a 6 são várias vistas de uma outra modalidade de um sistema de drenagem;
As Figs. 7 e 8 ilustram a operação de um sistema para o uso na abertura e fechamento do sistema de drenagem;
As Figs. 9 a 11, ilustram um sistema articulado elevatório para drenagem que também é usado na drenagem de um segundo tanque;
As Figs. 12 e 13 ilustram uma modalidade de uma válvula para o uso na drenagem do segundo tanque em posições fechadas e abertas, respectivamente; e
A Fig. 14 é uma vista em perspectiva de uma outra modalidade de uma máquina de lavar louças.
DESCRIÇÃO DETALHADA
Com referência à Fig. 1, um sistema de lavagem de louças do tipo transportador exemplar, geralmente designado 10, é mostrado. O sistema de lavagem de louças 10 pode receber cestos 12 de louças sujas 14 a partir de um lado de alimentação 16, os quais são movidos através de câmaras do tipo túnel a partir do lado de alimentação em direção a uma unidade secadora 18 em uma extremidade oposta do sistema de lavagem de louças por um mecanismo transportador adequado 20. Mecanismos transportadores que se movem contínua ou intermitentemente ou combinações destes podem ser usados, dependendo, por e-xemplo, do estilo, modelo e tamanho do sistema de lavagem de louças 10. A máquina transportadora inclui múltiplas zonas de pulverização para limpar as louças passando atra-vés das mesmas. Na modalidade ilustrada, os cestos 12 de louças sujas 14 entram no sistema de lavagem de louças 10 através de uma tela flexível 22 em uma câmara ou zona de pré-lavagem 24 onde borrifos do líquido a partir dos tubos de distribuição de pré-lavagem superiores e inferiores 26 e 28 acima e abaixo dos cestos, respectivamente, funcionam para enxaguar a sujeira mais pesada das louças. O líquido para este propósito provém de um tanque 30 por intermédio de uma bomba 32 e tubo de fornecimento 34. Conforme será descrito abaixo, um sistema de drenagem 120 fornece um local único onde o líquido é bombeado a partir do tanque 30 usando a bomba 32 e onde o líquido pode ser drenado a partir do tanque, por exemplo, para uma operação de limpeza do tanque.
Os cestos prosseguem para uma tela seguinte 38 em uma câmara ou zona de lavagem principal 40, onde as louças são submetidas a borrifos do líquido de limpeza a partir dos tubos de distribuição de lavagem superiores e inferiores 42 e 44 com bocais pulverizadores 47 e 49, respectivamente, estes borrifos sendo fornecidos através de um tubo de fornecimento 46 por uma bomba 48, que puxa os mesmos a partir de um tanque principal 50.
Um aquecedor 58, tal como um aquecedor de imersão elétrico fornecido com controles ter-mostáticos adequados (não mostrados), mantém a temperatura do líquido de limpeza no tanque 50 em um nível adequado. Não mostrado, mas que pode ser incluído, é um dispositivo para adicionar um detergente de limpeza ao líquido no tanque 50. Durante a operação normal, as bombas 32 e 48 são continuamente acionadas, usualmente por motores separados, uma vez que o sistema de lavagem de louças 10 é iniciado durante um período de tempo.
O sistema de lavagem de louças 10 pode opcionalmente incluir uma câmara ou zona de enxágue com energia (não mostrada na Fig. 1) que é substancialmente idêntica à câmara de lavagem principal 40. Em um tal exemplo, cestos de louças prosseguem da câmara de lavagem 40 na câmara de enxágue com energia, dentro da qual água de enxágue aquecida é pulverizada nas louças a partir dos tubos de distribuição superiores e inferiores.
Os cestos 12 de louças 14 saem da câmara de lavagem principal 40 através de uma tela 52 em uma câmara ou zona de enxágue final 54. A câmara de enxágue final 54 é fornecida com cabeças de pulverização superiores e inferiores 56, 58 que são abastecidas com um fluxo de água aquecida e limpa por intermédio do cano 60 sob o controle da válvula solenóide 62. Um detector de cesto 64 é acionado quando o cesto 12 de louças 14 é posicionado na câmara de enxágue final 54 e através de controles elétricos adequados, o detector produz o acionamento da abertura da válvula solenóide 62 e admissão da água de enxágue aquecida às cabeças de pulverização 56, 58. A água depois é drenada das louças no tanque 50. O cesto enxaguado 12 das louças 14 depois sai da câmara de enxágue final 54 através da tela 66, movendo-se na unidade secadora 18.
As Figs. 2 a 6 ilustram uma modalidade do sistema de drenagem 120 para o usocom o tanque 30 incluindo a entrada da bomba 78 e o orifício de drenagem 76 que estão em comunicação com o reservatório 72. Uma montagem de controle de drenagem 128 é usada para controlar a drenagem de líquido a partir do tanque 30. A montagem de controle de drenagem 128 inclui um elemento de suporte (por exemplo, na forma de um tubo vertical 130) 5 que suporta um filtro 132 no mesmo. A Fig. 2 ilustra a montagem de controle de drenagem 128 removida do reservatório 72. Uma parte do tampão de drenagem 134 está localizada em uma extremidade do tubo vertical 130, que pode ser posicionada dentro do orifício de drenagem 76 para prevenir que o líquido passe através do mesmo. A parte do tampão de drenagem 134 inclui uma extremidade afunilada 135 que é usada para guiar a parte do tampão de drenagem no orifício de drenagem 76.
Com breve referência à Fig. 2A, o tubo vertical 130 inclui uma abertura 131 que se estende a partir de uma extremidade superior 133 do tubo vertical através da extremidade afunilada 135. Um defletor 141 pode ser incluído, o qual é conectado na extremidade superior 133 ao tubo vertical 130. O defletor 141 é espaçado a partir da extremidade superior 133para permitir que o líquido passe entre os mesmos durante uma condição de transborda-mento. O defletor 141 previne que partículas grandes de alimento e talheres (ou outros objetos) entrem na abertura 131.
Referindo-se novamente à Fig. 2, o filtro 132 inclui uma parede 37 que se estende sobre o tubo vertical 130 (por exemplo, em uma maneira cilíndrica). A parede 37 inclui aberturas através das quais o líquido pode passar, enquanto previne a passagem de partículas (por exemplo, partículas grandes de alimento) ou outros itens tais como talheres (por exemplo, facas, colheres, garfos, etc.) desse modo. Uma parede superior sólida 136 cobre um topo da parede 37. A parede superior 136 inclui uma abertura classificada para receber de forma deslizável o tubo vertical 130. Outras formas e configurações de filtro são consideradas. A parede superior 136 também pode incluir aberturas do filtro.
Referindo-se agora à Fig. 3, o filtro 132 e o tubo vertical 130 são móveis em relação um com o outro. A Fig. 3 (e Fig. 2A) ilustra o filtro 132 em sua posição completamente reduzida, enquanto a Fig. 2 mostra o filtro em sua posição completamente levantada em relação ao tubo vertical 130. Em algumas modalidades, o defletor 141 está em uma altura emrelação à extremidade do fundo do tubo vertical 130 que é maior do que cerca de duas vezes (por exemplo, cerca de três vezes ou mais) uma altura h2 do topo do filtro 132 a partir da extremidade do fundo do tubo vertical 130 com o filtro em sua posição completamente reduzida (veja Fig. 2A). Referindo-se à Fig. 4, conforme a montagem de controle de drenagem 128 é reduzida no reservatório 72, o filtro 132 repousa na superfície do fundo do tanque 30.
A combinação da superfície do tanque e do filtro 132 previne a passagem de artigos que potencialmente obstruem o reservatório 72.
A Fig. 5 ilustra a montagem de controle de drenagem 128 em uma configuração pa-ra permitir a drenagem do líquido filtrado através do orifício de drenagem 76. Nesta configuração, a parte do tampão de drenagem 134 do tubo vertical 130 é levantada afastada do orifício de drenagem 76. O tubo vertical 130 pode ser levantado mecanicamente nesta posição e/ou manualmente. Conforme pode ser observado, nesta posição, o filtro 132 permanece localizado contra o fundo do tanque 30. Assim, um usuário pode efetuar a drenagem do tanque levantando-se levemente o tubo vertical 130, sem levantar o filtro 132 a partir de sua posição de bloqueio.
Para prevenir a drenagem de líquido através do orifício de drenagem 76, o tubo vertical 130 e parte do tampão de drenagem 134 são reduzidos em relação ao filtro 132. Um elemento de vedação 136 (por exemplo, um anel na forma de O) é fornecido na parte do tampão de drenagem 134 para fornecer uma vedação entre o orifício de drenagem 76 e a parte do tampão de drenagem. Com a parte do tampão de drenagem 134 vedada com o orifício de drenagem 76, o líquido filtrado pode ser puxado no sistema de recirculação a partir do reservatório 72 e fornecido ao sistema de liberação de líquido, enquanto previne-seque o líquido seja drenado a partir do tanque através do orifício de drenagem. Conforme também pode ser observado na Fig. 5, uma barreira 137 (por exemplo, um anel de trava) está localizada no tubo vertical 130 para prevenir que o filtro 132 deslize por meio do mesmo e saia do tubo vertical, por exemplo, quando a montagem de controle de drenagem 128 é removida do reservatório 72 (por exemplo, para uma operação de limpeza). A barreira 137 está localizada suficientemente abaixo do tubo vertical 130 para permitir que o tubo vertical seja removido do orifício de drenagem 76 enquanto o filtro 132 permanece localizado contra o fundo do tanque. A barreira 137 pode ser removível para facilitar a separação do filtro 132 do tubo vertical 130. Pode haver uma outra barreira localizada acima do filtro 132 no tubo vertical 130 para prevenir que o filtro seja levantado para fora do tubo vertical. Na cabeça 139 do tubo vertical há uma extremidade alargada que pode agir como uma barreira. A Fig. 6 mostra o filtro 132 em uma posição levantada com a parte do tampão de drenagem 134 localizada no orifício de drenagem 76.
Referindo-se novamente à Fig. 5, em algumas modalidades, um elemento tubular 138 é conectado à parede superior 136 do filtro 132. O elemento tubular 138 inclui uma abertura através da qual o tubo vertical 130 se estende. O elemento tubular 138 interage com o tubo vertical 130 para fornecer estabilização lateral do filtro 132 no tubo vertical. A abertura do elemento tubular 138 pode ser de livre deslizamento.
As Figs. 7 e 8 ilustram um exemplo de um sistema articulado elevatório para drenagem 140 para o uso no levantamento e redução do tubo vertical 130. O sistema articulado elevatório para drenagem 140 inclui um consolo de suporte 142 que é montado em uma superfície superior 144 de um alojamento de bomba 146. O consolo de suporte 142 suporta de forma deslizável um elemento móvel 148 que inclui um par de vãos na forma de L 150 e152 dentro dos quais os dispositivos de fixação 154 e 156 são recebidos. O elemento móvel 148 inclui uma extremidade encaixável 160 que inclui uma parte segurável 162 que pode ser segurada e retirada por um operador para levantar o elemento móvel e retirar o elemento móvel na direção do operador. Devido à forma de L dos vãos 150 e 152, o elemento móvel 148 pode permanecer na posição levantada até que uma força horizontal seja aplicada a este. O elemento móvel 148 é conectado a um conector 164 que conecta o tubo vertical 130 ao elemento móvel. Em particular, o conector 164 é ilustrado como sendo desprendidamen-te encaixado com o defletor 141, entretanto, outras configurações são possíveis.
A Fig. 7 ilustra o tubo vertical 130 posicionado na posição levantada pelo sistema articulado elevatório para drenagem 140. Os vãos 150 e 152 são classificados tal que o e-lemento móvel 148 possa estar não tão levantado (por exemplo, cerca de 3/4 de polegada) como para levantar o tubo vertical 130 do orifício de drenagem 76 para permitir que líquido passe através deste, enquanto o filtro 132 permanece localizado contra o fundo do tanque 30.
A Fig. 8 ilustra o tubo vertical 130 na posição reduzida, bloqueando o orifício de drenagem 76. Para colocar o tubo vertical 130 na posição reduzida a partir da posição levantada, um operador pode exercer uma força horizontal no elemento móvel 148, desse modo, alinhando os dispositivos de fixação 154 e 156 com as partes verticais dos vãos 150 e 152. O peso do tubo vertical 130 acarreta a descida do tubo vertical e do elemento móvel 148, desse modo, situando o tubo vertical dentro do orifício de drenagem 76. Em uma modalidade, a porta 166 inclui uma borda 168 que se estende exteriormente a partir da porta. A borda 168 é classificada e posicionada de modo a contatar a parte segurável 162 com o elemento móvel 148 na posição levantada e a porta 166 fechada para aplicar a força horizontal ao elemento móvel para fazer com que o tubo vertical diminua em sua posição reduzida. Isto pode prevenir que o tubo vertical 130 esteja na posição levantada se a porta 166 estiver fechada. A borda 168 também pode ser classificada de modo que não seja contatada a parte segurável 162 com o elemento móvel 148 em sua posição reduzida. O tubo vertical 130 e a montagem do filtro 132 podem ser removidos do orifício de drenagem 76 para limpeza.
Os sistemas de drenagem e a montagem de controle de drenagem acima descritos podem fornecer várias vantagens. Por exemplo, situando-se tanto a entrada da bomba 78 quanto o orifício de drenagem 76 dentro de um reservatório único, a limpeza da máquina de lavar louças 10 pode ser simplificada. Adicionalmente, situar a entrada da bomba 78 no orifício de drenagem 76 coloca a entrada da bomba abaixo do fundo do tanque 30, desse modo, levantando a cabeça acima da entrada. Este levantamento da cabeça acima da entrada da bomba 78 pode aperfeiçoar o desempenho da bomba 32.
Referindo-se agora às Figs. 9 a 11, o sistema articulado elevatório para drenagem140 também pode ser usado na drenagem de um tanque secundário 170 (de um sistema de enxágue bombeado secundário). O tanque secundário também pode ser qualquer outro tanque dentro da máquina transportadora (por exemplo, em alguma outra zona de pulverização da máquina). O tanque secundário 170 é liquidamente conectado ao tanque 30 (agora referido como tanque primário 30) por intermédio de um tubo de drenagem 172 ou outra via de drenagem tendo uma extremidade de entrada 174 associada com a saída de drenagem do tanque secundário e através da qual o líquido se move do tanque secundário para uma extremidade de saída 176 através da qual o líquido pode ser introduzido no tanque primário. Tipicamente, a extremidade de entrada 174 está em uma elevação mais alta do que a extremidade de saída 176. Uma válvula 178 (por exemplo, uma válvula de charneira) age como uma barreira da via de drenagem e é usada para controlar a entrada de líquido do tanque secundário 170 através do tubo 172 e no tanque primário 30. A válvula 178 inclui um elemento que pode ser aberto ou tampa 180 que é mecanicamente conectado por intermédio da conexão 182 ao elemento móvel 148 do sistema articulado elevatório para drenagem 140. Assim, o elemento móvel 148 age como um atuador comum tanto para mover o tubo vertical 130 e o tampão de drenagem 134, que age como uma barreira de drenagem da saída de drenagem do tanque primário, quanto para mover a válvula de charneira 178. O levantamento do elemento móvel 148 do sistema articulado elevatório para drenagem 140 faz com que o elemento que pode ser aberto 180 abra a extremidade de saída 176 do tubo 172, desse modo, fazendo com que o líquido flua no tanque primário 30. Conforme indicado acima, o sistema articulado elevatório para drenagem 140 também é conectado ao tubo vertical 130 tal que o levantamento do elemento móvel 148 também levante o tubo vertical 130 do orifício de drenagem 76 para permitir que o líquido passe através deste, enquanto o filtro 132 (veja Fig. 7) permanece localizado contra o fundo do tanque primário 30. A redução do elemento móvel 148 do sistema articulado elevatório para drenagem 140 fecha o elemento que pode ser aberto 180 para prevenir a entrada de líquido no tanque primário 30 do tubo 172 e também reduzir o tubo vertical 130 para a vedação contra o orifício de drenagem 76 conforme descrito acima. Assim, tanto o tanque secundário quanto o primário 170 e 30 pode ser drenado puxando-se o elemento móvel 148 do sistema articulado elevatório para drenagem 140. Adicionalmente, tanto a válvula 178 quanto o orifício de drenagem 76 podem ser fechados reduzindo-se o elemento móvel 148, por exemplo, através do contato com a borda 168 da porta 166, conforme descrito acima.
As Figs. 12 e 13 ilustram, em detalhe, a válvula 178 em posições fechadas e abertas, respectivamente. Na Fig. 12, o elemento que pode ser aberto 180 está localizado contra uma superfície de assentamento 184 para formar uma vedação comprimida por fluido, desse modo, prevenindo que o líquido entre no tanque 30. Na Fig. 13, o elemento que pode ser aberto 180 é levantado a partir da superfície de assentamento 184 levantando-se o elemen-to móvel 148 e a conexão 182. A conexão 182 é conectada de forma articulada ao elemento que pode ser aberto 180 para fazer com que o elemento que pode ser aberto 180 gire sobre o eixo P quando o elemento móvel 148 é levantado. O levantamento do elemento que pode ser aberto 180 a partir da superfície de assentamento 184 permite que o fluido do tanque secundário 170 flua no tanque primário 30.
O sistema de drenagem acima descrito pode fornecer várias vantagens. Por exemplo, nenhuma energia elétrica é necessária para a drenagem da máquina de lavar louças, assim, tanto o tanque primário quanto o secundário 30, 170 pode ser drenado, enquanto a energia da máquina de lavar louças está desligada. Os tanques primário e secundário 30, 170 podem ser drenados usando um elemento móvel único 148, que age como um atuador comum, desse modo, exigindo um mecanismo operador único para a drenagem de ambos os tanques. A passagem do líquido do tanque secundário 170 através da drenagem do tanque primário 30 pode reduzir o tempo de limpeza.
Notavelmente, na modalidade ilustrada, quando o tampão de drenagem 134 está na posição fechada da saída de drenagem (por exemplo, na posição das Figs. 8 e 9), sucção da drenagem no tanque primário 30 auxilia em manter o tampão de drenagem na posição fechada da saída de drenagem. Quando o elemento da válvula 178 está na posição fechada da via de drenagem (por exemplo, na posição da Fig. 12) a válvula de drenagem trabalha contra a pressão da cabeça no tanque secundário para manter a via de drenagem fechada.
A conexão rígida 182 que conecta a parte superior do tubo vertical à válvula 178 através do conector 164 age tal que a sucção da drenagem no tanque primário 30 agindo no tampão de drenagem 134 auxilia em manter a válvula 178 na posição fechada da via de drenagem. Também, em modalidades onde, conforme observado acima, o fechamento da porta da máquina faz com que o atuador 148 se mova de sua posição de drenagem para sua posição de não drenagem, a saída de drenagem de ambos os tanques será induzida a fechar por tal ação.
Deve ser claramente entendido que a descrição acima é intencionada por intermédio de ilustração e exemplo apenas e não é intencionada a ser tomada por intermédio de limitação, e que modificações são possíveis. Por exemplo, ao invés do atuador manual 148, um atuador motorizado (por exemplo, solenóide ou motor controlado) pode ser fornecido para drenagem mecanizada de ambos os tanques. Além disso, os sistemas de drenagem (representados pelas linhas pontilhadas) podem ser utilizados em máquinas do tipo não transportadoras, tais como a máquina de lavar louças 110 ilustrada pela Fig. 14 ou uma máquina de lavar louças sob a bancada. Consequentemente, outras modalidades são consideradas e modificações podem ser feitas sem divergir do escopo deste pedido.

Claims (17)

1. Máquina de lavar louças do tipo transportadora para lavagem de louças, CARACTERIZADA pelo fato de que compreende:uma primeira zona de pulverização com múltiplos bocais para pulverizar líquido nas louças passando através das mesmas, a primeira zona de pulverização incluindo um primeiro tanque para coletar líquido pulverizado, o primeiro tanque incluindo uma saída de drenagem e uma barreira de drenagem móvel entre uma posição fechada da saída de drenagem e uma posição aberta da saída de drenagem;uma segunda zona de pulverização com múltiplos bocais para pulverizar líquido nas louças passando através das mesmas, a segunda zona de pulverização incluindo um segundo tanque para coletar líquido pulverizado, o segundo tanque incluindo uma saída de drenagem, uma via de drenagem associada que leva ao primeiro tanque e uma barreira da via de drenagem associada móvel entre uma posição aberta da via de drenagem e uma posição fechada da via de drenagem; euma montagem de controle de drenagem incluindo um atuador de drenagem comum operativamente conectado para produzir tanto (i) movimento da barreira de drenagem entre a posição fechada da saída de drenagem e a posição aberta da saída de drenagem quanto (ii) movimento da barreira da via de drenagem entre a posição fechada da via de drenagem e a posição aberta da via de drenagem, tal que sob a drenagem do primeiro tanque por intermédio do movimento do atuador de drenagem comum, o segundo tanque drena no primeiro tanque ao longo da via de drenagem permitindo que o líquido no segundo tanque saia do segundo tanque no primeiro tanque e depois saia através da saída de drenagem do primeiro tanque.
2. Máquina de lavar louças do tipo transportadora, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADA pelo fato de que a primeira zona de pulverização é uma zona de lavagem tendo um sistema de recirculação que move o líquido de lavagem a partir do primeiro tanque para os bocais da zona de lavagem e a segunda zona de pulverização é uma zona de enxágue incluindo um sistema de recirculação que move o líquido de enxágue a partir do segundo tanque para os bocais da zona de enxágue, a zona de enxágue à jusante da zona de lavagem.
3. Máquina de lavar louças do tipo transportadora, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADA pelo fato de que a barreira da via de drenagem está localizada em uma extremidade à jusante da via de drenagem dentro do primeiro tanque.
4. Máquina de lavar louças do tipo transportadora, de acordo com a reivindicação 3, CARACTERIZADA pelo fato de que a montagem de controle de drenagem inclui um elemento de levantamento da barreira de drenagem que levanta verticalmente a barreira de drenagem na posição aberta da saída de drenagem e uma montagem da articulação da bar-reira da via de drenagem que articula a barreira da via de drenagem na posição aberta da via de drenagem.
5. Máquina de lavar louças do tipo transportadora, de acordo com a reivindicação 3, CARACTERIZADA pelo fato de que quando a barreira de drenagem está na posição fechada da saída de drenagem, a sucção da drenagem no primeiro tanque auxilia em manter a barreira de drenagem na posição fechada da saída de drenagem, e quando a barreira da via de drenagem está na posição fechada da via de drenagem, a barreira da via de drenagem trabalha contra a pressão da cabeça no segundo tanque para manter a via de drenagem fechada.
6. Máquina de lavar louças do tipo transportadora, de acordo com a reivindicação 5, CARACTERIZADA pelo fato de que a barreira de drenagem é conectada à barreira da via de drenagem por intermédio da montagem de controle de drenagem tal que a sucção da drenagem no primeiro tanque agindo na barreira de drenagem auxilia em manter a barreira da via de drenagem na posição fechada da via de drenagem.
7. Máquina de lavar louças do tipo transportadora, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADA pelo fato de que uma altura da saída de drenagem do segundo tanque está acima de uma altura além da saída de drenagem do primeiro tanque, a via de drenagem se abre no primeiro tanque em uma altura que é intermediária à altura da saída de drenagem do segundo tanque e à altura além da saída de drenagem do primeiro tanque.
8. Máquina de lavar louças do tipo transportadora, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADA pelo fato de que o atuador de drenagem comum compreende uma operação manual.
9. Máquina de lavar louças do tipo transportadora, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADA pelo fato de que o atuador de drenagem comum compreende um mecanismo motorizado.
10. Método para manejar uma operação de drenagem em uma máquina de lavagem de louças transportadora do tipo incluindo uma primeira zona de pulverização com múltiplos bocais para pulverizar líquido nas louças, a primeira zona de pulverização incluindo um primeiro tanque para coletar líquido pulverizado, o primeiro tanque incluindo uma saída de drenagem e uma barreira de drenagem móvel entre uma posição fechada da saída de drenagem e uma posição aberta da saída de drenagem, e uma segunda zona de pulverização com múltiplos bocais para pulverizar líquido nas louças, a segunda zona de pulverização incluindo um segundo tanque para coletar líquido pulverizado, o método CARACTERIZADO pelo fato de que envolve:fornecer um sistema de drenagem no segundo tanque, o sistema de drenagem incluindo uma saída de drenagem, uma via de drenagem associada que leva ao primeiro tanque e uma barreira da via de drenagem associada móvel entre uma posição aberta da viade drenagem e uma posição fechada da via de drenagem;operar um atuador de drenagem comum que produz tanto (i) movimento da barreira de drenagem a partir da posição fechada da saída de drenagem para a posição aberta da saída de drenagem quanto (ii) movimento da barreira da via de drenagem a partir da posição fechada da via de drenagem para a posição aberta da via de drenagem, tal que sob a drenagem do primeiro tanque por intermédio da operação do atuador de drenagem comum, o segundo tanque drena no primeiro tanque ao longo da via de drenagem permitindo que o líquido no segundo tanque saia através da saída de drenagem do primeiro tanque.
11. Método, de acordo com a reivindicação 10, CARACTERIZADO pelo fato de que a barreira de drenagem é levantada verticalmente na posição aberta da saída de drenagem e a barreira da via de drenagem é articulada na posição aberta da via de drenagem.
12. Método, de acordo com a reivindicação 10, CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa de operação envolve mover o atuador de drenagem comum a partir da posição de não drenagem para uma posição de drenagem, o método envolvendo a etapa adicional de, sob a conclusão da drenagem, mover o atuador de drenagem comum a partir da posição de drenagem para a posição de não drenagem, que produz tanto (i) movimento da barreira de drenagem a partir da posição aberta da saída de drenagem para a posição fechada da saída de drenagem quanto (ii) movimento da barreira da via de drenagem a partir da posição aberta da via de drenagem para a posição fechada da via de drenagem.
13. Máquina de lavar louças do tipo transportadora para lavagem de louças, CARACTERIZADA pelo fato de que compreende:um primeiro tanque para coletar líquido pulverizado dentro da máquina de lavar louças, o primeiro tanque incluindo um sistema de drenagem tendo uma saída de drenagem e uma barreira de drenagem móvel entre uma posição fechada da saída de drenagem e uma posição aberta da saída de drenagem;um segundo tanque incluindo um sistema de drenagem tendo uma saída de drenagem, uma via de drenagem associada que leva ao primeiro tanque e uma barreira da via de drenagem associada móvel entre uma posição aberta da via de drenagem e uma posição fechada da via de drenagem; euma montagem de controle de drenagem incluindo um atuador de drenagem comum operativamente conectado para produzir tanto (i) movimento da barreira de drenagem a partir da posição fechada da saída de drenagem para a posição aberta da saída de drenagem quanto (ii) movimento da barreira da via de drenagem a partir da posição fechada da via de drenagem para a posição aberta da via de drenagem.
14. Máquina de lavar louças do tipo transportadora, de acordo com a reivindicação 13, CARACTERIZADA pelo fato de que a barreira da via de drenagem está localizada em uma extremidade à jusante da via de drenagem dentro do primeiro tanque.
15. Máquina de lavar louças do tipo transportadora, de acordo com a reivindicação 13, CARACTERIZADA pelo fato de que a montagem de controle de drenagem inclui um elemento de levantamento da barreira de drenagem que levanta verticalmente a barreira de drenagem na posição aberta da saída de drenagem e uma montagem da articulação da barreira da via de drenagem que articula a barreira da via de drenagem na posição aberta da via de drenagem.
16. Máquina de lavar louças do tipo transportadora, de acordo com a reivindicação 13, CARACTERIZADA pelo fato de que quando a barreira de drenagem está na posição fechada da saída de drenagem, a sucção da drenagem no primeiro tanque auxilia em manter a barreira de drenagem na posição fechada da saída de drenagem, e quando a barreira da via de drenagem está na posição fechada da via de drenagem, a barreira da via de drenagem trabalha contra a pressão da cabeça no segundo tanque para manter a via de drenagem fechada.
17. Máquina de lavar louças do tipo transportadora, de acordo com a reivindicação 16, CARACTERIZADA pelo fato de que a barreira de drenagem é conectada à barreira da via de drenagem por intermédio da montagem de controle de drenagem tal que a sucção da drenagem no primeiro tanque agindo na barreira de drenagem auxilia em manter a barreira da via de drenagem na posição fechada da via de drenagem.
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