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BRPI0904665B1 - mecanismo atuador para um dispositivo de deslocamento de fluido e método de montagem de um dispositivo de deslocamento de fluido - Google Patents

mecanismo atuador para um dispositivo de deslocamento de fluido e método de montagem de um dispositivo de deslocamento de fluido Download PDF

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Publication number
BRPI0904665B1
BRPI0904665B1 BRPI0904665-8A BRPI0904665A BRPI0904665B1 BR PI0904665 B1 BRPI0904665 B1 BR PI0904665B1 BR PI0904665 A BRPI0904665 A BR PI0904665A BR PI0904665 B1 BRPI0904665 B1 BR PI0904665B1
Authority
BR
Brazil
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articulator
nut element
plunger
actuator mechanism
housing
Prior art date
Application number
BRPI0904665-8A
Other languages
English (en)
Inventor
Rowland W. Kanner
Richard M. Davis
Original Assignee
Atrion Medical Products, Inc
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Atrion Medical Products, Inc filed Critical Atrion Medical Products, Inc
Publication of BRPI0904665A2 publication Critical patent/BRPI0904665A2/pt
Publication of BRPI0904665B1 publication Critical patent/BRPI0904665B1/pt
Publication of BRPI0904665B8 publication Critical patent/BRPI0904665B8/pt

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    • FMECHANICAL ENGINEERING; LIGHTING; HEATING; WEAPONS; BLASTING
    • F16ENGINEERING ELEMENTS AND UNITS; GENERAL MEASURES FOR PRODUCING AND MAINTAINING EFFECTIVE FUNCTIONING OF MACHINES OR INSTALLATIONS; THERMAL INSULATION IN GENERAL
    • F16HGEARING
    • F16H25/00Gearings comprising primarily only cams, cam-followers and screw-and-nut mechanisms
    • F16H25/18Gearings comprising primarily only cams, cam-followers and screw-and-nut mechanisms for conveying or interconverting oscillating or reciprocating motions
    • F16H25/20Screw mechanisms
    • F16H25/2025Screw mechanisms with means to disengage the nut or screw from their counterpart; Means for connecting screw and nut for stopping reciprocating movement
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    • A61M25/10181Means for forcing inflation fluid into the balloon
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Abstract

MECANISMO ATUADOR PARA O DESLOCAMENTO DE FLUIDOS E DISPOSITIVO DE PRESSURIZAÇÃO. A presente invenção refere-se a um dispositivo de deslocamento de fluido, particularmente para o uso do dispositivo no sentido de pressurizar cateteres de balão, ou similares. O dispositivo inclui um êmbolo deslocável através de um alojamento, e um mecanismo atuador que se encaixa no êm- bolo. O mecanismo atuador inclui um elemento de porca polarizado para encaixe com uma porção roscada do êmbolo. O dispositivo tem um recurso apertar-para-soltar, no qual o êmbolo é instantaneamente liberado mediante uma simples pressão de uma alavanca articulada do elemento de porca a fim de superar uma força elástica restauradora. Em seguida, o êmbolo pode ser transladado usando macromovimentos (ou seja, a impulsão ou o arrasto do êmbolo).

Description

PEDIDO RELACIONADO (REIVINDICAÇÃO DE PRIORIDADE)
[0001] O presente pedido reivindica o benefício do Pedido de Patente Provisório U.S. N° 61/114 192, depositado em 13 de novembro de 2008, incorporado ao presente documento a título de referência em sua totalidade.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
[0002] A presente invenção refere-se a dispositivos de pressurização de fluidos para cateteres de balão ou similares, e, mais particularmente, refere-se a um dispositivo aperfeiçoado para a atuação de um êmbolo de parafuso e para o monitoramento de uma pressurização de fluido resultante.
[0003] Os dispositivos de pressurização de fluido adaptados para seletivamente aplicar e aliviar a pressão medida sobre um volume de fluido fechado foram desenvolvidos para uso na inflação e deflação de um cateter de balão utilizado em procedimentos com balão de angioplastia no interior de vasos sanguíneos, ou em outros tipos de procedimentos de cateterismo com balão. Por exemplo, a Patente U.S. N° 4 838 864 apresenta um dispositivo de seringa que infla e desinfla um balão cateterizado. O dispositivo utiliza um êmbolo de parafuso manualmente operado de modo a obter ou manter uma pressão de balão específica, e a pressão é monitorada utilizando um calibrador de pressão associado. Um controle de seringação e pressurização aperfeiçoado é também descrito nas Patentes U.S. N°s 5 168 757, 5 713 242, e 6 796 959, todas as três pertencentes à cessionária da presente invenção e incorporadas ao presente documento em sua totalidade à guisa de referência. Estas patentes apresentam mecanismos de liberação rápida que possibilitam um rápido avanço de um êmbolo ou, de maneira alternativa, permitem um encaixe roscado com o êmbolo de parafuso, de modo a obter um controle preciso durante uma pressurização final de um cateter de balão.
[0004] Uma vista em seção transversal do dispositivo descrito na Patente U.S. N° 6 796 959 é mostrada de um modo geral na figura 1 em anexo (a presente figura 1 corresponde à figura 4 da Patente '959). Conforme mostrado, o dispositivo 40 provê um pistão 48 encaixado em um êmbolo 68 dentro de uma câmara de deslocamento de fluido 44 provida em um corpo ou alojamento de seringa cilíndrico 42. O conjunto calibrador de pressão 58 é encaixado de maneira roscada com o alojamento 42, e a extremidade 64 do alojamento 42 é configurada para encaixe com uma mangueira 54, tal como uma mangueira que é conectada a uma estrutura de cateter de balão. O pistão 48 tem um elemento de vedação 50 que se veda com a parede interna 72 do alojamento 42. O êmbolo 68 pode ser retraído de modo a puxar o fluido através da mangueira 54 para dentro do dispositivo 40, e pode ser estendido (ou impelido para dentro) de modo a forçar o fluido para fora do dispositivo 40 e para dentro da mangueira 54.
[0005] O êmbolo 68 pode também ser travado no lugar de modo a não poder ser impelido ou puxado (ou seja, de modo a impedir um macromovimento do êmbolo 68). Em termos específicos, o dispositivo 40 inclui um elemento de porca 80 que pode ser movimentado para dentro e para fora de encaixe com uma porção roscada 86 do êmbolo 68. Quando o elemento de porca 80 não está encaixado na porção roscada 86 do êmbolo 68, conforme mostrado na figura 2, o êmbolo 68 pode se estender ou retrair (ou seja, ser impelido ou puxado) usando macromovimentos. Em contrapartida, quando o elemento de porca 80 se encaixa na porção roscada 86 do êmbolo 68, conforme mostrado na figura 3, o êmbolo 68 fica travado no lugar contra macromovimentos, e só poderá transladar mediante o uso de micromovimentos (ou seja, ao girar um botão 74 do êmbolo 68).
[0006] A fim de facilitar o movimento do elemento de porca 80, há dois elementos articulador 102, 104 que se encaixam no elemento de porca 80 e ficam retidos no dispositivo 40 por um pino de pivô 106. Os elementos articuladores 102, 104 são posicionados e configurados de modo a operarem em tandem. Conforme mostrado nas figuras 2 e 3, o elemento de porca 80 inclui ainda uma alavanca ou uma parte de segurar 96 que pode ser manipulada a fim de trocar o elemento de porca 80, fazendo com que o elemento de porca 80 se movimente para dentro e para fora do encaixe com a porção roscada 86 do êmbolo 68. A fim de movimentar o elemento de porca 80 para dentro e para fora do encaixe com a porção roscada 86 do êmbolo 68, os elementos articuladores 102, 104 devem passar pelas nervuras 120 (vide figuras 2 e 3) providas sobre os flanges 83 (vide figura 1) que se estendem a partir do alojamento 42. Uma vez que a quantidade de força requerida para fazer com que os elementos articuladores 102, 104 passem pelas nervuras 120 depende de uma pluralidade de dimensões e tolerâncias de peças, tem-se comprovado um desafio a manutenção de forças de detenção uniformes de uma unidade para a seguinte, e de uma linha de produto para outra linha de produto.
[0007] Uma outra dificuldade que pode ocorrer de tempos em tempos diz respeito à conveniência do usuário. Alguns usuários têm encontrado dificuldade em alcançar e encaixar a alavanca 96 do elemento de porca 80 devido a uma combinação de manipulação requerida para realizar a ação, e a localização das mãos do operador durante certos procedimentos com o dispositivo 40, tais como quando o êmbolo 68 se encontra totalmente estendido para vácuo e tem de ser travado no lugar. Nestes casos, as mãos do operador poderão ficar muito afastadas da alavanca 96 para poder operar a mesma sem mudar a parte de segurar. Durante uma sequência de manipulação de desencaixe - retirada de êmbolo reencaixe (conforme ocorre ao forçar um vácuo a fim de descer um balão interventivo após uma operação a pressão), os usuários são obrigados a passar pelas nervuras 120 do alojamento 42 duas vezes ao ir em uma direção e depois novamente em outra direção a fim de se reencaixar no êmbolo roscado e prender o mesmo em uma posição de remoção. A passagem pelas nervuras 120 duas vezes também ocorre ao se manipular para ir do vácuo total ou pressão zero para a repressurização do balão.
[0008] Uma outra desvantagem do dispositivo 40 mostrado na patente '959 se refere à montagem. Conforme mostrado nas figuras 8 a 11 da patente '959, a montagem requer o alinhamento e o deslizamento do primeiro elemento articulador 102 para dentro do elemento de porca 80, seguido de uma inserção de cabeça para baixo do segundo elemento articulador 104 dentro do elemento de porca 80, e, em seguida, uma rotação de 180 graus do segundo elemento articulador 104 a fim de alinhar o mesmo com o primeiro elemento articulador 102. Isto requer um tempo de manipulação e montagem. Além disso, devido à necessidade de uma rotação simples e independente dos dois elementos articulador 102, 104, não é possível garantir que estes elementos articuladores 102, 104 sempre ficarão alinhados um com relação ao outro ou apropriadamente situados no elemento de porca 80 a fim de receber o pino de pivô 106 durante a montagem.
[0009] Além disso, um alinhamento longitudinal exato é de modo geral impossível com relação aos dois elementos articuladores 102, 104 e ao elemento de porca 80, e a ambos o pino de pivô 106 e as roscas 86 do êmbolo 68. Em termos específicos, cada elemento articulador 102, 104 fica livre para pivotar suavemente para fora de alinhamento um ao outro e, consequentemente, deixar que o elemento de porca 80 levemente se torça ou desvie para fora de alinhamento com o eixo geométrico do êmbolo durante manipulações de encaixe e desencaixe. Esta torção será possível mesmo quando o êmbolo 68 e o pino de pivô 106 ficam em um alinhamento perfeitamente paralelo um com relação ao outro. Esta deflexão indesejável propicia um efeito potencialmente deletério ao se juntar os componentes de rosca, resultando em um carregamento desigual e no entalhe das roscas mais altamente carregadas durante condições de desencaixe em um uso de pressão máxima.
OBJETOS E SUMÁRIO DA INVENÇÃO
[00010] Um objetivo de uma modalidade da presente invenção é prover um dispositivo de deslocamento de fluido aperfeiçoado.
[00011] Um outro objetivo de uma modalidade da presente invenção é prover um processo aperfeiçoado para a montagem de um dispositivo de deslocamento de fluido.
[00012] Ainda, um outro objetivo de uma modalidade da presente invenção é prover um dispositivo de deslocamento de fluido relativamente fácil de se montar.
[00013] Em poucas palavras, e de acordo com pelo menos um dos objetivos acima, uma modalidade da presente invenção provê um dispositivo de deslocamento de fluido particularmente para uso do dispositivo para pressurizar e despressurizar cateteres, ou injetar fluido, ou aspirar um fluido, ou similares. O dispositivo inclui um êmbolo deslocável através de um alojamento, e mecanismo atuador que se encaixa no êmbolo. O mecanismo atuador inclui um elemento de porca e um elemento articulador unitário provendo uma mola integral. A mola integral do elemento articulador unitário provê que o elemento de porca é polarizado para encaixe com a porção roscada do êmbolo. Assim sendo, o êmbolo fica normalmente na posição "travada", impedindo, assim, macromovimentos (isto é, de empurrar ou puxar) do êmbolo, porém permitindo micromovimentos (isto é, o giro) do êmbolo. O mecanismo atuador é configurado de modo a prover um recurso de apertar-para-soltar, em que, o êmbolo se torna instantaneamente liberável ao simplesmente se apertar uma alavanca articulada do elemento de porca a fim de ultrapassar uma força elástica restaurativa provida pela mola integral do elemento articulador unitário. Em seguida, o êmbolo pode transladar por meio de macromovimentos (isto é, empurrando ou puxando o êmbolo).
[00014] Um outro aspecto da presente invenção provê um método de montagem de dispositivo de deslocamento de fluido. O método de montagem inclui a montagem de um mecanismo atuador do dispositivo ao encaixar um elemento articulador unitário em um elemento de porca, sendo que uma força elástica integral do elemento articulador unitário tende a fixar o elemento articulador unitário no lugar sobre o elemento de porca. Um pino é, em seguida, encaixado no elemento articulador unitário e no elemento de porca, deste modo formando um conjunto. Este conjunto é em seguida, inserido em uma abertura do alojamento e um outro pino é usado para prender o conjunto sobre o dispositivo. A estrutura e o método de montagem do dispositivo de deslocamento de fluido oferecem diversas vantagens, conforme será descrito de uma forma mais completa a seguir, abaixo.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
[00015] A organização e maneira da estrutura e a operação da presente invenção, juntamente com outros objetos e vantagens da mesma, poderão ser melhor entendidas por meio da referência à descrição a seguir, tomada em conjunto com os desenhos em anexo, nos quais numerais de referência similares identificam elementos similares, sendo que:
[00016] A figura 1 é uma vista em seção transversal de um dispositivo de deslocamento de fluido da técnica anterior, especificamente o que é descrito na Patente U.S. N° 6 796 959;
[00017] As figuras 2 e 3 são vistas ampliadas que ilustram duas posições diferentes de um mecanismo atuador do dispositivo de deslocamento de fluido mostrado na figura 1;
[00018] A figura 4 é uma vista em perspectiva de um dispositivo de deslocamento de fluido de acordo com uma modalidade da presente invenção;
[00019] A figura 5 é uma vista em seção transversal do dispositivo de deslocamento de fluido mostrado na figura 4;
[00020] A figura 6 é uma vista em perspectiva explodida do dispositivo de deslocamento de fluido mostrado nas figuras 4 e 5;
[00021] A figura 7 é uma vista em perspectiva explodida ampliada de uma porção do dispositivo de deslocamento de fluido mostrado nas figuras 4 a 6, especificamente um mecanismo atuador do mesmo;
[00022] A figura 8 é uma vista em seção transversal parcial do dispositivo de deslocamento de fluido mostrado nas figuras 4 a 6, ilustrando o mecanismo atuador polarizado para encaixe com um êmbolo do dispositivo;
[00023] A figura 9 é uma vista em seção transversal parcial do dispositivo de deslocamento de fluido mostrado nas figuras 4 a 6, mostrando o mecanismo atuador sendo atuado de tal modo a ser movimentar para fora do encaixe com um êmbolo;
[00024] A figura 10 é uma vista em elevação frontal de um componente de elemento carregador do dispositivo de deslocamento de fluido mostrado nas figuras 4 a 6;
[00025] A figura 11 é uma vista em elevação traseira do elemento carregador;
[00026] A figura 12 é uma vista em planta superior do elemento carregador;
[00027] A figura 13 é uma vista em elevação lateral direita do elemento carregador;
[00028] A figura 14 é uma vista em elevação lateral esquerda do elemento carregador
[00029] A figura 15 é uma vista em seção transversal do elemento carregador, tomada ao longo da linha 15-15 da figura 11;
[00030] A figura 16 é uma vista em seção transversal do elemento carregador, tomada ao longo da linha 16-16 da figura 11;
[00031] A figura 17 é uma vista em seção transversal do elemento carregador, tomada ao longo da linha 17-17 da figura 14;
[00032] A figura 18 é uma vista em seção transversal parcial do mecanismo atuador do dispositivo de deslocamento de fluido mostrado nas figuras 4 a 6, ilustrando um recurso de nervura interna.
DESCRIÇÃO DA INVENÇÃO
[00033] Embora a presente invenção possa ser suscetível a modalidades de diferentes formatos, é mostrada nos desenhos, sendo descrita em detalhes a seguir, uma modalidade específica com o entendimento de que estes dados devem ser considerados como uma exemplificação dos princípios da presente invenção, e não pretendem limitar a presente invenção ao que se encontra ilustrado e descrito no presente documento.
[00034] Uma modalidade específica da presente invenção compreende um dispositivo de deslocamento de fluido 200 que utiliza todos os mesmos componentes do dispositivo descrito na Patente U.S. N° 6 796 959, com exceção da substituição do elemento de porca 80 e dos elementos articuladores 102, 104 do dispositivo da patente '959 com um articulador unitário 202, um elemento de porca 204, e um pino de pivô 206. Sendo assim, a Patente U.S. N° 6 796 959 é incorporada à presente invenção ao presente documento em sua totalidade.
[00035] Conforme mostrado nas figuras 4 a 6, o dispositivo de deslocamento de fluido 200, de acordo com uma modalidade específica da presente invenção, tem um corpo ou alojamento de seringa geralmente cilíndrico provendo uma câmara de deslocamento de fluido 210 (vide especificamente a figura 5). De preferência, o alojamento 208 é transparente, deste modo facilitando a visualização do fluido na câmara de deslocamento de fluido 210 durante a aspiração ou dispensa do fluido. O alojamento 208 é feito de plástico, podendo ser moldado a partir de policarbonato ou outro tipo de resina. O alojamento 208 é dotado de marcações volumétricas, tal como na localização 212 indicada na figura 4, de modo que um médico possa facilmente determinar o volume de fluido contido na câmara 210. Conforme mostrado, são providos manípulos 214 sobre o alojamento 208 de modo a facilitar a parte de segurar do dispositivo 200 e funcionamento do mesmo.
[00036] Um pistão 216 se desloca deslizantemente no interior da câmara de deslocamento de fluido 210 (ou seja, dentro do alojamento 208). Um elemento de vedação 218, como, por exemplo, um anel quadrado, é disposto sobre o pistão 216. Conforme mostrado na figura 5, de preferência o elemento de vedação 218 é disposto entre as duas paredes 220 sobre o pistão 216. Conforme será descrito em mais detalhes adiante, um lubrificante pode ser usado para colocar o elemento de vedação 218 sobre o pistão 216. O elemento de vedação 218 é configurado para a retenção de pressão e para a prevenção de vazamento do fluido que passa pelo pistão 216 dentro da câmara de deslocamento de fluido 210. O alojamento 208 inclui um conduto de fluido 222 que fica em comunicação com a câmara de deslocamento de fluido 210. O conduto de fluido 222 fica também em comunicação com uma mangueira 224 conectada, por exemplo, a uma estrutura de cateter de balão (não-mostrada), a um reservatório de suprimento de fluido (não-mostrado) ou a alguma outra estrutura adequada, dependendo da aplicação. Conforme mostrado na figura 6, um conector 226 pode ser provido sobre a mangueira 224, entre o conduto de fluido 222 e o cateter de balão.
[00037] Conforme mostrado na figura 5, o conduto de fluido 222 também se comunica com um conjunto calibrador de pressão 228. De preferência, o conjunto calibrador de pressão 228 se encaixa diretamente no alojamento 208, tal como encaixado de maneira roscada em um furo roscado 230 (vide figuras 5 e 6). Para este fim, o conjunto calibrador de pressão 228 é provido com uma porção roscada 232 que encaixa de maneira roscada o furo roscado 230 sobre o alojamento 208. Um adesivo pode ser provido entre a porção roscada 232 e o furo roscado 230 a fim de encaixar de forma fechável e vedante as peças entre si. Conforme mostrado nas figuras 5 e 6, o furo roscado 230 é provido, de maneira geral, próximo a uma extremidade 234 do alojamento 208 de tal modo que, quando instalado, o conjunto calibrador de pressão 228 fique disposto de modo geral próximo a uma extremidade distal do dispositivo. O conjunto calibrador de pressão 228 é configurado de modo a prover um médico com uma indicação da pressão no conduto de fluido 222 e no cateter de balão. O conjunto calibrador de pressão 228 pode ser de qualquer tipo adequado para angioplastia ou outro uso do dispositivo 200. O fato de o dispositivo 200 ser configurado de tal forma que o conjunto calibrador de pressão 228 se encaixe diretamente no alojamento 208 oferece maior visibilidade próximo à extremidade distal do dispositivo. Tal visibilidade se torna importante quando um médico tem de purgar todas as bolhas de ar da câmara de deslocamento de fluido 210 antes de usar o dispositivo 200 para dispensar fluido. De maneira alternativa, o dispositivo 200 pode ser configurado de tal modo que o conjunto calibrador de pressão 228 encaixe uma cobertura de fixação, tal como mostrada e descrita na Patente U.S. N° 5 713 242, incorporada ao presente documento a título de referência, em sua totalidade.
[00038] Conforme melhor mostrado na figura 5, o pistão 216 é montado sobre uma extremidade de ponta guia não-roscada de um êmbolo 238. A extremidade de ponta guia 236 é configurada para girar livremente em uma cavidade de mancal 240 do pistão 216. O pistão 216 é montado sobre a extremidade de ponta guia 236 de um êmbolo 238 em um acoplamento de interferência de ação por trava, que impede que a extremidade de ponta guia saia ou volte para a cavidade de mancal 240 do pistão 216 quando o êmbolo 238 se retrai para aspirar o fluido para dentro da câmara de deslocamento de fluido 210. A extremidade de ponta guia 236 é livremente rotativa com relação ao pistão acoplado 216. Assim sendo, quando o êmbolo 238 gira (ou seja, durante os micromovimentos), o pistão 216 não gira juntamente com o êmbolo 238, mas sim avança ou se retrai linearmente dentro do alojamento 208. O fato de o pistão 216 não girar tende a impedir qualquer vazamento de fluido pressurizado a partir da câmara de deslocamento de fluido 210 entre o elemento de vedação 218 e uma parede interna 242 (vide figura 5) do alojamento 208. Conforme mostrado nas figuras 4 a 6, o êmbolo 238 inclui de preferência um botão integral 244 que facilita o movimento do êmbolo 238, como será descrito em mais detalhes abaixo.
[00039] O dispositivo inclui um mecanismo atuador 246, que fica normalmente polarizado para encaixe com o êmbolo 238, mas que pode ser atuado fora de encaixe com o êmbolo 238. Quando o mecanismo atuador 246 (vide figura 7) é polarizado para encaixe com o êmbolo 238, os macromovimentos do êmbolo 238 se tornam normalmente impossíveis, sendo possíveis apenas micromovimentos. Quando os macromovimentos são impedidos, o êmbolo 238 não pode ser impelido para dentro ou puxado para fora do alojamento 208 (ou seja, não consegue deslocar rapidamente uma grande quantidade de fluido). Em contrapartida, o êmbolo 238 só consegue ser transladado ao girar o seu botão 244 (ou seja, deslocar o fluido lentamente, com mais precisão). Por outro lado, quando o mecanismo atuador 246 é atuado para fora de encaixe com o êmbolo 238, os macromovimentos do êmbolo 238 se tornam possíveis. Quando macromovimentos são possíveis, o êmbolo 238 pode ser impelido para dentro ou puxado para fora do alojamento 208.
[00040] Conforme mostrado, por exemplo, na figura 7, o mecanismo atuador 246 compreende um articulador unitário 202, um elemento de porca 204, e um pino de pivô 206. O pino de pivô 206 se estende pelos furos 248 do elemento de porca 204 e por uma passagem 250 do articulador unitário 202, deste modo retendo efetivamente o articulador unitário 202 sobre o elemento de porca 204 e formando um conjunto. Conforme mostrado na figura 18, o pino de pivô 206 é de preferência provido com uma porção intermediária de diâmetro reduzido 252 que aloja uma nervura central 254 dentro do articulador unitário 202, que trava o pino de pivô 206 no lugar com relação ao articulador unitário 202. Em termos específicos, o pino 206 é em forma de cruz, com elementos cruciformes inferiores 255 sendo providos entre dois recursos de disco central 256. Estes elementos cruciformes inferiores 255 efetivamente formam uma ranhura 258 sobre o pino de pivô 206, sendo que a nervura elevada 254 do articulador unitário 202 é configurada de modo a se prender na ranhura 258 do pino de pivô 206 e segurar o pino de pivô 206 no lugar.
[00041] Conforme mostrado nas figuras 4 e 5, o conjunto geral fica disposto no alojamento 208, de modo geral próximo a uma extremidade traseira 260 do alojamento 208. Em termos específicos, conforme mostrado nas figuras 4 a 6, o mecanismo atuador 246 é de preferência disposto em uma abertura 262 do alojamento 208, sendo que a abertura 262 é provida entre um par de flanges espaçados 264 e o mecanismo atuador 246 é montado no dispositivo 200 frente a frente a um pino 266, de preferência feito de metal.
[00042] Conforme observado nas figuras 5 a 7, o elemento de porca 204 tem roscas 268 formadas em uma porção de base inferior 270, e o elemento de porca 204 inclui uma porção bifurcada, reta provendo um par de braços alongados, espaçados ou porções de montagem 272 (vide especificamente a figura 7). As porções de montagem 272, com efeito, definem uma estrutura de transporte e são, de modo geral, integrais às roscas 268. Cada uma das porções de montagem 272 é dotada de uma abertura 274, através da qual o êmbolo 238 se estende (vide especificamente as figuras 5, 8 e 9), assim como um furo 248 para o alojamento do pino de pivô 206.
[00043] A figura 8 ilustra como o elemento de porca 204 é polarizado para encaixe com o êmbolo 238. Em termos específicos, uma porção de garra de mola 276 do articulador unitário 202 se encaixa a uma superfície externa 278 do elemento de porca 204, e este contato juntamente com a rigidez da porção de garra de mola 276 do articulador unitário 202 gera uma força elástica restauradora que tende a manter o elemento de porca 204 na posição mostrada na figura 8, sendo que as roscas 268 do elemento de porca 204 são encaixadas nas roscas 279 do êmbolo 238. Nesta posição, o êmbolo 238 não ser impelido para dentro ou puxado para fora do alojamento 208 usando macromovimentos. Em vez disso, o êmbolo 238 deve ser transladado usando apenas micromovimentos, ou seja, girando o seu botão 244, fazendo com que as roscas 279 do êmbolo 238 serpenteiem ao longo das roscas 268 do elemento de porca 204. Conforme descrito acima, a extremidade de ponta guia 236 do êmbolo 238 é configurada de modo a girar livremente na cavidade de mancal 240 do pistão 216. Por conseguinte, a rotação do êmbolo 238, enquanto as roscas 268 do elemento de porca 204 se encaixam na porção roscada 279 do êmbolo 238, não faz com que o pistão 216 gire na câmara de deslocamento de fluido 210 dentro do alojamento 208, mas, sim, faz com que o pistão 216 simplesmente deslize dentro do alojamento 208.
[00044] De modo a tornar o recurso de mola integral (isto é, a garra de mola 276) do articulador unitário 202, o articulador unitário 202 é feito de um material dotado de excelente resistência compressiva e boa rigidez, acoplado a um alto grau de elasticidade, a fim de permitir a deflexão sem deformação plástica ou quebra. A resina de acetal, comercialmente conhecida como Delrin ou Celcon, por exemplo, oferece estas propriedades, porém a um grau menor que o náilon ou os materiais de polipropileno. O acetal é com frequência preferido nas aplicações de mola de polímero, devido a sua capacidade de suportar grandes graus de deflexão sem deformação plástica ou fratura, além de sua lubricidade inerente, dureza e resistência às tensões ambientais, rachaduras e desgaste. Na aplicação descrita, a peça deve ser capaz de tolerar o pivô e o deslizamento contra os componentes conjugados de náilon e metal, com os quais o acetal, como já se sabe, funciona particularmente bem.
[00045] Uma vez que a força elástica de retorno é suficiente para manter o dispositivo 200 em uma posição padrão, encaixada no êmbolo, as nervuras (identificadas com o numeral de referência 120 nas figuras 2 e 3, no presente documento), tal como é mostrado nas Patentes U.S. N°s 5 713 242 e 6 796 959, e o esforço extra do usuário requerido para superar as mesmas, não mais serão necessárias. Quando o elemento de porca 204 é polarizado para encaixe com o êmbolo 238, conforme mostrado na figura 8, o elemento de porca 204 fica em uma posição de trava "sobre o centro", garantindo que qualquer movimento suave do elemento de porca 204 que possa ser induzido pela pressão de um fluido na câmara de deslocamento de fluido 210 imposta sobre o pistão 216 resulte em um encaixe mais apertado do êmbolo 238 e do elemento de porca 204 ao invés de qualquer tendência de afrouxamento ou desencaixe do mesmo.
[00046] O elemento de porca 204, e, especificamente, as roscas 268 do mesmo, é seletivamente desencaixável do êmbolo 238 a fim de permitir um deslocamento manual rápido do êmbolo 238 e do pistão 216, por exemplo, para a aspiração de uma solução de salina para dentro da câmara de deslocamento de fluido 210 a partir de um reservatório de suprimento de fluido (não-mostrado) que pode estar conectado à mangueira 224 ou na qual o conector 226 poderá estar imerso. O desencaixe do elemento de porca 204 do êmbolo 238 também permite um rápido avanço do êmbolo 238 e do pistão 216, por exemplo, a fim de descarregar a solução através da mangueira 224 de modo a inflar um balão de angioplastia (não-mostrado) previamente posicionado dentro de um vaso sanguíneo ou de uma válvula cardíaca mediante o uso de um cateter de balão. A retração rápida do êmbolo 238 e do pistão 216 poderá ainda possibilitar uma aspiração imediata do fluido na câmara de deslocamento de fluido 210 para a rápida deflação de um balão de angioplastia. Ainda, antes da conexão ao cateter, o êmbolo 238 pode ser operado de modo a garantir que todas as bolhas de ar fossem eliminadas do fluido contido na câmara de deslocamento de fluido 210.
[00047] A fim de facilitar o desencaixe seletivo das roscas 268 do elemento de porca 204 da porção roscada 279 do êmbolo 238, conforme mostrado na figura 9, o elemento de porca 204 é provido, tendo uma alavanca 280 (vide figuras 4, 8 e 9), sendo que o desencaixe do elemento de porca 204 é feito ao se apertar a alavanca 280 para baixo (conforme indicado pela seta 282 na figura 9). A pressão para baixo sobre a alavanca 280, conforme mostrado na figura 9, faz com que o conjunto passe, e faz com que a porção de garra de mola 276 do articulador unitário 202 passe pela superfície externa 278 do elemento de porca 204 e desvie para fora. O deslocamento do elemento de porca 204 é de preferência feito ao longo de um movimento de translação entre as posições mostradas nas figuras 8 e 9. O movimento do elemento de porca 204 entre as posições das figuras 8 e 9 é, na verdade, o de uma pequena trajetória curvada e, como tal, não é de fato linear. Quando a alavanca 280 do elemento de porca 204 é pressionada para baixo, a porção de garra de mola 276 do articulador unitário 202 se flexiona, de modo geral criando uma polarização do conjunto novamente para a posição mostrada na figura 8. A figura 8 ilustra a posição não- atuada normal do elemento de porca 204 na qual as roscas 268 do elemento de porca 204 são polarizadas para encaixe com a porção roscada 279 do êmbolo 238, desta forma, travando o êmbolo 238 com relação a macromovimentos. No entanto, os micromovimentos do êmbolo 238 são possíveis ao girar o seu botão 244, fazendo com que as roscas do êmbolo 238 se serpenteiem ao longo das roscas 268 do elemento de porca 204.
[00048] Em contrapartida, a figura 9 ilustra o que ocorre quando um usuário pressiona a alavanca 280 do elemento de porca 204. Conforme mostrado, isto faz com que o elemento de porca 204 passe, fazendo com que as roscas 268 do elemento de porca 204 se desencaixem da porção roscada 279 do êmbolo 238. Em tal posição, o êmbolo 238 pode ser axialmente transladado na câmara de deslocamento de fluido 210 ao empurrar o êmbolo 238 para frente, para dentro do alojamento 208, ou ao puxar o êmbolo 238 para trás, para fora do alojamento 208. Em outras palavras, é impossível empurrar ou puxar o êmbolo 238 quando o elemento de porca 204 está encaixado no êmbolo 238. No entanto, o arrasto da alavanca 280 do elemento de porca 204 para baixo faz com que o elemento de porca 204 se desencaixe do êmbolo 238, deste modo permitindo que o êmbolo 238 seja impelido ou puxado.
[00049] Embora não opcional, o elemento de porca 204 de preferência inclui um recurso de came 284, conforme mostrado nas figuras 6 a 9. Quando a alavanca 280 do elemento de porca 204 é impelida para baixo, a garra de mola 276 do articulador unitário 202 deve subir sobre o came 284, conforme mostrado na figura 9. O came 284 funciona de modo a aumentar a força de fechamento (ou seja, a tendência de todo o mecanismo atuador 246 voltar à posição mostrada na figura 8) e prover um local definitivo a fim de garantir que a posição de repouso (vide figura 8, na qual a alavanca 280 do elemento de porca 204 não é pressionada) seja totalmente atingida pelo elemento de porca 204 ao invés de deixar que esta posição fique indeterminada, conforme possa ser o caso, sem o recurso de came. O recurso de came 284 oferece um retorno auditivo e também tátil ao usuário com relação a se o elemento de porca 204 está encaixado no êmbolo 238. A fim de oferecer um retorno mais definitivo, o recurso de came 284 pode ser configurado de modo a prover um degrau agudo para a garra de mola 276 passar e, em seguida, retornar. Isto provê que a garra de mola 276 se encaixe sobre o came 284, possibilitando um retorno auditivo ou tátil mais definitivo ao usuário da posição solta ou encaixada das roscas 268 com relação ao êmbolo 238.
[00050] Conforme mostrado nas figuras 5, 6, 8 e 9, de preferência o dispositivo 200 inclui um elemento carregador 290 que se instala no alojamento 208, de forma muito similar ao dispositivo mostrado na Patente U.S. N° 6 796 959. Conforme mostrado nas figuras 6 e 10 a 17, o elemento carregador 290 pode ser provido na forma de uma peça de modo geral cilíndrica e de modo geral oca. O elemento carregador 290, como o alojamento 208, pode ser feito de plástico. Com efeito, o elemento carregador 290 e o alojamento 208 podem ser feitos da mesma resina.
[00051] Conforme mostrado nas figuras 5, 6, 10, 11, 15 e 17, o elemento carregador 290 tem paredes espaçadas entre si 298, 300, e as paredes 298, 300 são providas com aberturas 294 através das quais o êmbolo 238 se estende, bem como com as aberturas 296 que retêm o pino 266 que prende o mecanismo atuador 246 ao dispositivo 200. Em termos mais específicos, o elemento carregador 290 suporta o pino 266, e o pino 266 se estende através de um furo 275 no articulador unitário 202, desta maneira fazendo com que o pino 266 de modo geral retenha o mecanismo atuador 246 sobre o dispositivo 200.
[00052] Conforme mostrado na figura 6, a parede 298 define a superfície frontal do elemento carregador 290 (vide também a figura 10, que oferece uma visualização da frente do elemento carregador 290), a parede 300 define a superfície traseira do elemento carregador 290 (vide também a figura 11, que oferece uma visualização da parte traseira do elemento carregador 290). A parede parcial 302 se estende entre as paredes frontal e traseira 298 e 300 do elemento carregador 290. Um entalhe 304 é definido entre as paredes 298 e 300, e o elemento de porca 204 é disposto no entalhe 304 (vide figura 5). O pino 266 se estende através das aberturas 296 providas no elemento carregador 290, e o elemento carregador 290, de modo geral, retém o pino 266, de tal modo que o pino 266 não movimente prontamente no sentido axial. Conforme mostrado na figura 6, o pino 266 pode ser provido com uma porção de extremidade frisada 306 que ajuda a impedir que o pino 266 translade no sentido axial quando instalado no elemento carregador 290.
[00053] Conforme mostrado nas figuras 6 e 10 a 15, as superfícies salientes 308 são providas sobre uma superfície externa 310 do elemento carregador 290, de modo geral próximas da extremidade traseira do elemento carregador 290. Flanges que faceiam para dentro correspondentes 312 são providos no alojamento 208, na extremidade traseira 206 do mesmo, para o recebimento de interrupções entre as superfícies salientes 308 providas sobre o elemento carregador 290. De preferência, os flanges 312 do alojamento 208 e as interrupções entre as superfícies salientes 308 sobre o elemento carregador 290 permitem que o elemento carregador 290 possa ser inserido em um furo 314 na extremidade 260 do alojamento 208, e em seguida, girem de modo a prender o elemento carregador 290 no alojamento 208. Em termos específicos, o elemento carregador 290 e o alojamento 208 são configurados de tal modo que o elemento carregador 290 possa ser instalado através da porção traseira do alojamento 208 no furo 314 do alojamento 208 através de uma disposição de baioneta de um quarto de volta, na qual o elemento carregador 290 é axialmente inserido no furo 314 e, em seguida, fazendo uma volta de um quarto a fim de prender o elemento carregador 290 no lugar.
[00054] O elemento carregador 290 inclui uma garra de fechamento 316 formado como parte da parede parcial 302 que se estende entre as paredes frontal e traseira 298, 300 do elemento carregador 290. A garra de fechamento 316 de preferência se encaixa em uma nervura estendida no sentido interno 318, provida sobre uma parede interna do alojamento 208 (vide figura 6). Especificamente, a garra de fechamento 316 se encaixa e transpõe a nervura estendida para dentro 318 no alojamento 208 de uma maneira que geralmente trava o elemento carregador 290 no lugar dentro do furo 314 do alojamento 208. De preferência, a garra de fechamento 316 e a nervura estendida para dentro 318 são configurados de tal modo que um ruído audível seja produzido quando a garra de fechamento 316 se encaixa e transpõe a nervura estendida para dentro 318. O ruído é alto suficiente para prover uma indicação audível a um montador do dispositivo 200 de modo que o elemento carregador 290 fique totalmente instalado no furo 314.
[00055] De preferência, uma outra nervura estendida para dentro 320 é provida na parede interna do alojamento 208 exatamente oposta à nervura 318 (isto é, 180 graus da nervura 318, ao longo da parede interna do alojamento 208). Uma superfície saliente 322 é provida sobre a superfície externa 310 do elemento carregador 290, de modo geral estendendo-se a partir da saliência 308 do elemento carregador 290 para a extremidade frontal do elemento carregador 290. Quando o elemento carregador 290 é inserido no furo 314, as superfícies salientes 308 se justapõem às extremidades proximais das nervuras 318 e 320 (vide figuras 5 e 8 a 10) do alojamento 208, de modo a impedir que o elemento carregador 290 se instale muito distante no sentido axial dentro do furo 314. Em outras palavras, o encaixe das superfícies salientes 308 nas nervuras 318 e 320 limita o percurso axial do elemento carregador 290 no furo 314 durante a instalação. Quando a superfície saliente 308 contata as nervuras 318 e 320, o elemento carregador 290 gira de tal modo a ficar totalmente instalado. De preferência, não somente a garra de fechamento 316 do elemento carregador 290 se encaixa e transpõe o flange estendido para dentro 318 no alojamento 208, como também a superfície saliente 308 do elemento carregador 290 se encaixa atrás dos flanges estendidos para dentro opostos 312 da superfície interna do alojamento 208. Quando o elemento carregador 290 é totalmente instalado no furo 314, o elemento carregador 290 não pode ser prontamente forçado no sentido axial do furo 314, e nem o elemento carregador 290 poderá ser prontamente girado em ambas as direções rotacionais com relação ao alojamento 208. Quando o elemento carregador 290 é apropriadamente instalado no alojamento 208, o entalhe 304 no elemento carregador 290 fica, de modo geral, alinhado com a abertura 262 do alojamento 208.
[00056] O elemento de porca 204, o articulador unitário 202 e o pino 206 (ou seja, o mecanismo de atuação 246) são alojados no entalhe 304 do elemento carregador 290 e na abertura 262 do alojamento 208 para facilidade de acesso, conforme mostrado nas figuras 4, 8 e 9. O elemento carregador 290 fica firmemente encaixado com relação ao alojamento 208, e o pino 266 que prende o mecanismo atuador 246 fica retido pelo elemento carregador 290.
[00057] O elemento carregador 290 é configurado para suportar as forças em uso à medida que o êmbolo 238 translada para frente na câmara de deslocamento de fluido 210. O elemento carregador 290 permite que o dispositivo 200 seja montado a partir de trás do alojamento 208 (ou seja, é carregado atrás), conforme será descrito adiante em mais detalhes com relação ao conjunto descrito do dispositivo. Além disso, conforme mostrado na figura 5, o elemento carregador 290 provê que uma distância a partir de uma linha central do êmbolo 238 para uma parede interna 242 do alojamento 208 seja maior que uma distância a partir da linha central do êmbolo 238 para o pino 266.
[00058] Ademais, o desenho do dispositivo 200, ao incluir o elemento carregador 290, provê que muitas peças são universais, e, portanto, compatíveis com dispositivos de diferentes tamanhos. Em termos específicos, o elemento de porca 204 e o êmbolo 238 podem ser usados em associação a dispositivos de diferentes tamanhos, especificamente dispositivos com câmaras de deslocamento de fluido de diferentes tamanhos. O elemento carregador 290 mostrado nas figuras é desenhado de modo a ser usado com câmaras de deslocamento de fluido grandes, como a mostrada nas figuras, ou menores que a mostrada nas figuras. Evidentemente, um dispositivo de maior ou menor tamanho pode ser provido, diferentemente que o mostrado nas figuras, as quais não se encontram em escala.
[00059] Apesar de todas as vantagens providas pelo fato de o dispositivo incluir o elemento carregador 290, o dispositivo poderá também ser provido sem um elemento carregador, tal como descrito na Patente U.S. N° 5 713 242, incorporada ao presente documento à guisa de referência.
[00060] Independentemente disso, o dispositivo 200 é configurado de tal modo que um usuário não precise mudar a parte de segurar do dispositivo 200 durante o uso. A alavanca 280 do elemento de porca 204 só precisa ser pressionada para fazer o desengate do êmbolo 238, e as nervuras (identificadas com o numeral de referência 120 nas figuras 2 e 3) não precisam ser ultrapassadas para se movimentar para frente e para trás entre uma posição de êmbolo engatado e êmbolo desengatado. Além disso, a liberação da alavanca 280 permite um reencaixe instantâneo do êmbolo 238. Em virtude de a força elástica de retorno provida pela garra de mola 276 do articulador unitário 202 ser suficiente para manter o dispositivo 200 em uma condição padrão de êmbolo encaixado (conforme mostrado na figura 8), não mais se tornam necessários detentores ou nervuras sobre o alojamento 208, como também não mais se faz necessário nenhum esforço adicional por parte do usuário no sentido de ultrapassar estes detentores ou nervuras.
[00061] Um método de montagem do dispositivo 200 será descrito a seguir, em uma situação na qual o dispositivo, de fato, inclui um elemento carregador 290 tal como o descrito na Patente U.S. N° 6 796 959. Para montar o dispositivo 200, a mangueira 224 pode ser fixada ao alojamento 208. Em seguida, o conjunto calibrador de pressão 228 é encaixado de maneira roscada no alojamento 208. Em seguida, o elemento de vedação 218 é ajustado sobre o pistão 216. A fim de facilitar esta operação, um lubrificante poderá ser usado, conforme ilustrado, por meio do aplicador 332 mostrado na figura 6. Em seguida, o pistão 216 é deslizado para dentro do furo 314 do alojamento 208 (isto é, da direita para a esquerda na figura 5). Em outras palavras, o pistão 216 é carregado pela parte traseira no dispositivo 200. Em seguida, o elemento carregador 200 é instalado no alojamento 208, também a partir da porção traseira do alojamento 208. Conforme descrito acima, esta instalação pode ser uma instalação do tipo baioneta de um quarto de volta, na qual o elemento carregador 290 é axialmente inserido no furo 314 e, em seguida, girado um quarto de volta a fim de travar o elemento carregador 290 no lugar com relação ao alojamento 208. Conforme descrito acima, a garra de trava 316 sobre o elemento carregador 290 de preferência emite um som de encaixe ou clique assim que o elemento carregador 290 é total e apropriadamente instalado. Quando o elemento carregador 290 é adequadamente instalado no alojamento 208, o entalhe 304 do elemento carregador 290 fica, de modo geral, alinhado à abertura 262 do alojamento 208. Em seguida, o mecanismo atuador 246 pode ser instalado na abertura 262. No entanto, antes de o mecanismo atuador 246 ser instalado, o mecanismo atuador 246 deve ser montado.
[00062] Para montar o mecanismo atuador 246, o articulador unitário 202 é preso no elemento de porca 204, e o pino de pivô 206 é usado para fixar o articulador unitário 202 ao elemento de porca 204. Mesmo antes de o pino de pivô 206 ser usado para fixar o articulador unitário 202 ao elemento de porca 204, o articulador unitário 202 tende a permanecer no lugar com relação ao elemento de porca 204 devido à força elástica provida pelo recurso de mola integral 276 do articulador unitário 202. A fim de prender o articulador unitário 202 ao elemento de porca 204, o pino de pivô 206 é impelido através do furo 248 do elemento de porca 204, por uma passagem 250 do articulador unitário 202, e para dentro de outro furo 248 do elemento de porca 204, deste modo formando efetivamente uma montagem. Conforme mostrado na figura 18, quando o pino de pivô 206 se encontra no lugar, uma nervura central 254 do articulador unitário 202 se encaixa em uma porção intermediária de diâmetro reduzido 252 do pino de pivô 206, desta forma travando o pino de pivô 206 no lugar com relação ao articulador unitário 202. Assim que o mecanismo atuador 246 é montado, o mecanismo atuador 246 poderá ser inserido na abertura 262, e o pino 266 usado para prender o mecanismo atuador 246.
[00063] Depois de o mecanismo atuador 246 ser instalado no dispositivo 200, a alavanca 280 do mecanismo atuador 246 é impelida para baixo, e o êmbolo 238 é inserido no sentido axial na extremidade traseira 260 do alojamento 208 para encaixe com o pistão 216. Em termos específicos, a extremidade de nariz 236 do êmbolo 238 é inserida através do furo 314, através do furo 274 provido no elemento de porca 204, e faz um encaixe por pressão com o pistão 216 dentro da câmara de deslocamento de fluido 210. Em seguida, a alavanca 280 do mecanismo atuador 246 pode ser liberada, e o dispositivo 200 se torna, em seguida, operável.
[00064] Conforme descrito acima, presumindo que o dispositivo é provido de acordo com a Patente U.S. N° 6 796 959 e inclui um elemento carregador de carga por trás 290, o dispositivo é configurado para ser montado a partir de trás. Neste aspecto, tanto o pistão 216 como o elemento carregador 290 são instalados na parte traseira do alojamento 208. Mediante o fato de o dispositivo ser montado a partir de trás, o alojamento 208 poderá ser provido como uma única peça integral. A parte frontal do alojamento 208 poderá ser moldada como parte do alojamento 208 e nenhum encaixe extra ou tampa de fixação precisará ser usado para montar o calibrador 228 no alojamento 208. O calibrador 228 pode ser encaixado diretamente no alojamento 208. Deste modo, o desenho tem menos peças e requer menos trabalho que um dispositivo provido como de acordo com o mostrado na Patente U.S. N° 5 713 242. Além disso, não há qualquer questão envolvendo a vedação da frente do dispositivo 200, uma vez que a porção frontal do dispositivo 200 é integral ao restante do alojamento 208. Além disso, a visibilidade na frente do dispositivo 200 é aperfeiçoada, sendo isto vantajoso a um usuário que tenta preparar o dispositivo 200 antes do uso ao purgar todas as bolhas de ar da câmara 210. Ao prover que o alojamento 208 seja moldado como uma peça única, o alojamento 208 poderá ser fabricado em uma operação de moldagem única, desta maneira reduzindo o custo dos componentes e dos moldes, criando menos desperdício e dinamizando o processo de produção e montagem.
[00065] Além disso, o desenho do dispositivo 200, mediante a inclusão do elemento carregador 290, provê que muitas peças sejam universais, tornando-as, portanto, compatíveis com dispositivos de diferentes tamanhos. Por exemplo, o elemento carregador 290 mostrado nas figuras é desenhado de modo a ser usado com câmaras de deslocamento de fluido 210 tão grandes quanto a mostrada nas figuras em anexo ou ainda menores que a mostrada nas figuras em anexo.
[00066] Não obstante o fato de o uso do elemento carregador 290 oferecer diversas vantagens, o uso deste elemento carregador 290 não vem a ser uma questão imperativa ao desenvolvimento da presente invenção. Conforme acima descrito, a presente invenção pode ser usada em associação, por exemplo, ao dispositivo descrito na Patente U.S. N° 5 713 242, que não inclui um elemento carregador.
[00067] Os benefícios derivados do mecanismo atuador 246 aqui descrito incluem a eliminação de um par de articuladores, tal como descrito nas Patentes U.S. N°s 5 713 242 e 6 796 959, substituído por um único articulador unitário 202 que, em virtude de sua forma elástica integrada, é concebido para ser autoajustável por sua capacidade de ser preso precisamente em posição para o elemento de porca correspondente 204 e, deste modo, reter-se perfeitamente para receber a inserção do pino de pivô 206, como também o pino 266 que fixa o mecanismo atuador 246 ao dispositivo 200. De acordo com os desenhos descritos nas Patentes U.S. N°s 5 713 242 e 6 796 959, a montagem requeria o alinhamento e deslizamento de um primeiro articulador dentro de seu furo de entrada, seguido de uma inserção de cabeça para baixo de um segundo articulador a fim de alinhar o mesmo ao primeiro articulador. Muito mais manipulação e, consequentemente, tempo de montagem eram envolvidos. Em comparação, a montagem do mecanismo atuador 246 aqui descrito simplesmente envolve a colocação do articulador unitário 202 sobre o elemento de porca 204, onde o mesmo se retém em virtude de seu elemento de folha de mola integral 276, e, em seguida, a inserção do pino de pivô 206 através do elemento de porca 204 e do articulador unitário 202 a fim de prender o conjunto entre si. Conforme acima descrito, o pino de pivô 206 é de preferência feito com uma porção intermediária de diâmetro reduzido 252 que recebe uma nervura central 254 provida no articulador unitário 202, que trava o pino 206 no lugar. Este subconjunto estável e travado entre si facilita a subsequente montagem do dispositivo de inflação, uma vez que não há peças soltas ou vacilantes que requerem mais alinhamento antes de o pino 266 ser usado na montagem do mecanismo atuador 246 no dispositivo 200. Além disso, o articulador unitário 202 se torna automaticamente posicionado para receber os pinos 206 e 266. Em contrapartida, com os dispositivos descritos nas Patentes U.S. N°s 5 713 242 e 6 796 959, devido à necessidade de uma rotação livre e independente do par de articuladores dentro de seus respectivos furos, não era possível ter certeza de que estes articuladores sempre ficavam em alinhamento um com relação ao outro de maneira apropriada dentro do elemento de porca a fim de receber o pino durante uma montagem subsequente do dispositivo de inflação. O fabricante do dispositivo acabado também observa uma vantagem distinta na eliminação do mecanismo detentor (isto é, as nervuras), uma vez que a obtenção de uma consistente resistência à detenção é difícil devido aos níveis de interferência à detenção resultante das variações de tolerâncias difíceis de controlar por parte de três peças independentes que se tornam interdependentes quando montadas.
[00068] Um benefício adicional importante de se prover um articulador unitário 202 em vez de um par de articuladores é a capacidade de o articulador unitário 202 manter um alinhamento longitudinal mais preciso do elemento de porca 204 tanto para o pino de pivô 206 como para as roscas conjugadas 279 sobre o êmbolo 238. Um alinhamento longitudinal exato anteriormente não era possível com dois elos separados, uma vez que cada articulador ficava livre para pivotar levemente para fora de alinhamento com relação ao outro e, consequentemente, o elemento de porca livremente se torcia ou desviava para fora de alinhamento com relação ao eixo geométrico do êmbolo durante as manipulações de encaixe e desencaixe. Tal torção era possível mesmo quando o êmbolo e o pino eram mantidos em um alinhamento perfeitamente paralelo um com relação ao outro. Esta deflexão indesejável propicia a oportunidade para um efeito deletério na combinação dos componentes de rosca, resultando em um carregamento desigual e no entalhe ocasional das roscas mais altamente carregadas durante as condições de desencaixe em um uso de pressão máxima. Um articulador unitário 202 oferece um potencial muito menor para torção ou deflexão comparado aos dois articuladores independentes e, por conseguinte, produz um mecanismo mais robusto.
[00069] Um outro benefício do mecanismo atuador 246 aqui descrito é a natureza autocontida do seu desenho, a sua independência a ter de reagir contra qualquer estrutura externa adicional para obter o impulso necessário a fim de manter o elemento de porca 204 em constante encaixe com o êmbolo 238. Com relação a este aspecto, o encaixe se resulta do impulso do elemento de mola do articulador unitário 276 que empurra constantemente o elemento de porca 204 na direção do pino 206 a fim de atingir uma condição não-tensionada, relaxada. Esta ação autocontida simplifica a concepção geral do dispositivo e permite que o articulador unitário 202 coexista na linha de montagem em conjunto com o mecanismo articulador emparelhado anterior, de modo a possibilitar a introdução de um desenho mais novo, ao mesmo tempo mantendo o mais antigo em produção. Os dispositivos médicos são altamente   regulados, e até mesmo pequenas mudanças devem ser apropriadamente avaliadas e validadas em cada situação antes de serem aceitas. Devido à necessidade de um extensivo trabalho de validação por parte de cada cliente e das mudanças em instruções impressas ao usuário, uma mudança substancial para um novo mecanismo se torna impossível e haverá um período de tempo no qual ambas as construções serão fabricadas ao mesmo tempo à medida que os clientes substituam uma pela outra. Não ter de alterar a estrutura maior do dispositivo que aloja o presente mecanismo reduz as despesas gerais com ferramentas, elimina as mudanças de processo e torna as revalidações de processo e de componentes desnecessárias para a estrutura do alojamento 208 do dispositivo, por conseguinte simplificando e agilizando a introdução comercial do novo desenho.
[00070] Embora tenha sido mostrada e descrita uma modalidade da presente invenção, é previsto que os versados na técnica possam planejar várias modificações à presente invenção sem se afastar do espírito e âmbito de aplicação da matéria acima descrita.

Claims (9)

1. Mecanismo atuador (246) para um dispositivo de deslocamento de fluido (200) para pressurizar cateteres de balão que têm um alojamento (208) e um êmbolo (238) que se estende para dentro do alojamento (208), o dito mecanismo atuador (246) incluindo um elemento de porca (204), um articulador unitário (202) que é preso ao dispositivo (200) e que é preso ao elemento de porca (204), de modo que o articulador unitário (202) é pivotavél como relação ao elemento de porca (204), dois pinos (266, 206) se estendem através do elemento de porca (204), o primeiro pino (266) para prender o mecanismo atuador (246) ao dispositivo (200), de modo que o articulador unitário (202) possa girar junto com o elemento de porca (204), e o segundo pino de pivô (206) para prender o articulador unitário (202) ao elemento de porca (204), caracterizado pelo fato de que o articulador (202) tem uma porção de garra de mola (276) que contata uma superfície externa (278) do elemento de porca (204), dessa forma sendo configurado para prover uma força polarizante para puxar o elemento de porca (204) para entrar em contato com o êmbolo (238), em que a força polarizante puxa o mecanismo atuador (246) para uma condição autotravada ao forçar um elemento atuador (246) firmemente contra o articulador (202) que provê a força polarizante.
2. Mecanismo atuador (246), de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que uma superfície de came (284) do dito elemento de porca (204) é configurada para oferecer pelo menos um dentre o retorno auditivo e tátil se o elemento de porca (204) estiver encaixado no êmbolo (238).
3. Mecanismo atuador (246), de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o pino de pivô (206) tem uma forma cruciforme.
4. Mecanismo atuador (246), de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o pino de pivô (206) se estende pelo elemento de porca (204) e por uma passagem no articulador (202).
5. Mecanismo atuador (246), de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de uma nervura (254) no articulador (202) se encaixar e prender o pino de pivô (206) com relação ao articulador (202).
6. Método de montagem de um dispositivo de deslocamento de fluido (200) para pressurizar cateteres de balão dotado de um êmbolo (238), o dito método caracterizado pelo fato de que compreende: montar um mecanismo atuador (246) mediante a fixação de um articulador unitário (202) no dispositivo (200); encaixar o articulador unitário (202) com um elemento de porca (204); prender o mecanismo atuador ao dispositivo de deslocamento de fluido (200); atuar o mecanismo atuador (246) girando-se o articulador unitário (202) com relação ao elemento de porca (204); prender o êmbolo (238) através do mecanismo atuador (246); e desativar o mecanismo atuador (246), em que o elemento de porca (204) se encaixa no êmbolo (238), e em que o método de montagem ainda compreende manter o encaixe do articulador (202) com o elemento de porca (204) devido a uma força de polarização que gera a porção de garra de mola (276) do articulador unitário (202) que contata uma superfície externa (278) do elemento de porca (204), usar um pino de pivô (206) para prender o articulador unitário (202) ao elemento de porca (204).
7. Método, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que a etapa de usar o pino de pivô (206) para prender o articulador unitário (202) no elemento de porca (204) compreende ter uma nervura (254) sobre o articulador unitário (202) encaixada e presa ao pino de pivô (206) com relação ao articulador unitário (202).
8. Método, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que a etapa de atuar o mecanismo atuador (246) compreende pressionar uma alavanca (280) do elemento de porca (204), deste modo fazendo com que o elemento de porca (204) passe com relação ao articulador unitário (202).
9. Método, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que a etapa de desativar o mecanismo atuador (246) compreende a liberar a alavanca (280) de um elemento de porca (204), deste modo fazendo com que o elemento de porca (204) se movimente para encaixe com o êmbolo (238).
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