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BRPI0904008A2 - composições de toner - Google Patents

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BRPI0904008A2
BRPI0904008A2 BRPI0904008-0A BRPI0904008A BRPI0904008A2 BR PI0904008 A2 BRPI0904008 A2 BR PI0904008A2 BR PI0904008 A BRPI0904008 A BR PI0904008A BR PI0904008 A2 BRPI0904008 A2 BR PI0904008A2
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BR
Brazil
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toner
particles
combinations
group
dye
Prior art date
Application number
BRPI0904008-0A
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English (en)
Inventor
Daryl W Vanbesien
Yi Xin Gong
Karen A Moffat
Richard P N Veregin
Cuong Vong
Jordan Wosnick
Suxia Yang
Original Assignee
Xerox Corp
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
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Publication date
Application filed by Xerox Corp filed Critical Xerox Corp
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Abstract

A presente invenção refere-se a processos para produzir toners através da agregação de emulsão, onde as partículas de toner resultantes têm cargas de alto pigmento e circularidade desejada. Os métodos incluem adicionar um metal, em modalidade um sal de metal, no começo da coalescência, o que surpreendentemente acelera o processo de coalescência e produz partículas de toner que têm um tamanho e circularidade desejados para uso em sistemas de formação de imagem eletrofotográfica.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "COMPOSIÇÕES DE TONER".
Antecedentes
A presente descrição refere-se a processos úteis para propor-cionar toners adequados para aparelhos eletrofotográficos, incluindo apare-lhos xerográficos, tais como aparelhos digitais, aparelhos de imagem-sobre-imagem e aparelhos similares.
Numerosos processos são conhecidos para a preparação detoners, tais como, por exemplo, processos convencionais em que uma resinaé extrudada ou misturada por fusão com um pigmento, micronizada e pulve-rizada para proporcionar partículas de toner. O toner também pode ser pro-duzido por métodos de agregação de emulsão. Métodos de preparar um to-ner do tipo agregação de emulsão (AE) estão dentro do alcance daquelesversados na técnica, e toners podem ser formados pela agregação de umcorante com um polímero de látex formado por polimerização de emulsão.
Por exemplo, a Patente US No. 5.853.943, cuja descrição ó aqui incorporadapor referência em sua totalidade, é direcionada a um processo semicontínuode polimerização de emulsão para a preparação de um látex primeiro for-mando-se um polímero de semente. Outros exemplos de processos de e-mulsão/agregação/coalescente para a preparação de toners estão ilustradosnas Patentes US N°s 5.403.693; 5.418.108; 5.634.729 e 5.346.797; cujadescrição de cada uma está aqui incorporada por referência em sua totali-dade. Outros processos estão descritos nas Patentes US N°s 5.527.658;5.585.215; 5.650.255; 5.650.256 e 5.501.93; cuja descrição de cada umaestá aqui incorporada por referência em sua totalidade.
O desenvolvimento de toners altamente pigmentados pode afe-tar o processo de formação do toner, com dificuldades decorrentes da for-mação de partículas de toner tendo um tamanho e formato desejados.
Métodos melhorados para a produção de toner continuam dese-jáveis.
Sumário
A presente descrição proporciona processos para a produção detoners. Em modalidades, um processo da presente descrição pode incluircolocar pelo menos uma resina em contato com pelo menos um corante,pelo menos um tensoativo e uma cera opcional para formar uma emulsãoque possui pequenas partículas; agregar as pequenas partículas; adicionarum sal de metal selecionado a partir do grupo que consiste em cobre, ferro eligas dos mesmos às partículas pequenas; coalescer as partículas agrega-das para formar partículas de toner e recuperar as partículas de toner.
Em outras modalidades, um processo da presente descrição po-de incluir colocar pelo menos uma resina em contato com pelo menos umcorante, pelo menos um tensoativo, e cera opcional, e um estabilizante op-cional da fórmula a seguir (I):
<formula>formula see original document page 3</formula>
em que Ri é hidrogênio ou um grupo metila, R2 e R3 são independentementeou grupos alquila contendo de cerca dela cerca de 12 átomos de carbonoou um grupo fenila, e n é de cerca de 0 a cerca de 20, para formar uma e-mulsão que possui pequenas partículas. As partículas pequenas estão agre-gadas, e um sal de metal incluindo um metal tal como cobre, ferro e ligasdos mesmos, e um sal incluindo nitratos, sulfatos, haletos, acetatos, fosfatos,óxidos, hidróxidos, carbonatos e combinações dos mesmos são adicionadosàs pequenas partículas. As partículas agregadas são coalescidas para for-mar partículas de toner e as partículas de toner são recuperadas.
Em outras modalidades, um processo da presente descrição in-clui colocar pelo menos uma resina em contato com pelo menos um tensoa-tivo, uma cera opcional, pelo menos um corante e um estabilizante, tal comobeta acritalo de carboxietila (p-CEA), acrilato de poli(2-carboxietila), metacri-lato de 2-carboxietila e combinações dos mesmos, para formar uma emulsãoque possui pequenas partículas; agregar as pequenas partículas; adicionaràs pequenas partículas um metal tal como cobre, ferro e ligas dos mesmos eum sal tal como nitratos, sulfatos, haletos, acetatos, fosfatos, óxidos, hidróxi-dos, carbonatos e combinações dos mesmos; coalescer as partículas agre-gadas para formar partículas de toner por um período de tempo de cerca de0,5 hora a cerca de 12 horas; e recuperar as partículas de toner, em que ocorante compreende tinturas, pigmentos, combinações de tinturas, combina-ções de pigmentos e combinações de tinturas e pigmentos, em uma quanti-dade de cerca de 8 a cerca de 40 por cento em peso de toner, e em que aspartículas de toner têm uma circularidade de cerca de 0,95 a cerca de 0,998.
Breve Descrição das Figuras
Várias modalidades da presente descrição serão descritas aquiabaixo com referência às figuras em que:
A figura 1 é um gráfico que representa a quantidade de cobreadicionada a um toner da presente descrição em comparação com o cobreretido no toner final, conforme determinado por Espectroscopia de Emissãopor Plasma Indutivamente Acoplado (ICP);
A figura 2 é um gráfico que representa a carga principal de partí-cuias de toner dos Exemplos 1 - 5 e Exemplo Comparativo 1, conforme de-terminado por uma espectrografia de carga (CSG);
A figura 3 é um gráfico que representa carga de máquina de par-tículas de toner com aditivos para Exemplos 1, 5 e Exemplo Comparativo 1,conforme determinado por uma espectrografia de carga (CSG);
A figura 4 é um gráfico que ilustra efeito de carga de pigmentoem Delta E2000 e Massa Transferida por Área (MTA), conforme determina-do por um método de teste-padrão usando Spectrolino (0/45 geometrica-mente, com modo de medição de refletância, fonte de luz D50, observadorde 2 graus, abertura de 4,5 mm, sem filtro no lugar,^Densidade Padrão: AN-SI A, base branca: Abs) para toners dos Exemplos 1 e 5 da presente descrição;
A figura 5 é um gráfico que ilustra carga principal de partículasde toner de Exemplo 6, conforme determinado por uma espectrografia decarga (CSG).
Descrição Detalhada de Modalidades
A presente descrição proporciona processos para a preparaçãode partículas de toner que podem evitar problemas decorrentes da formaçãode partículas altamente pigmentadas. Em modalidades, um pó de metal detransição e / ou um sal de metal de transição pode ser adicionado a partícu-las de toner durante uma síntese de agregação de emulsão para facilitar arápida coalescência das partículas de toner, com as partículas de toner pos-suindo um alto grau de circularidade.
Toners da presente descrição podem incluir uma resina de látexem combinação com um pigmento. Embora a resina de látex possa ser pre-parada através de qualquer método dentro do alcance daqueles versados natécnica, em modalidades a resina de látex pode ser preparada através demétodos de polimerização de emulsão, incluindo polimerização de emulsãosemicontínua, e o toner pode incluir toners de agregação de emulsão. Agre-gação de emulsão envolve a agregação de ambas partículas de pigmento elátex de submícron em partículas de tamanho de toner, onde o crescimentoem tamanho de partícula é, por exemplo, em modalidade de cerca de 0,1mícron a cerca de 15 mícrons.
Qualquer monômero adequado para preparar um látex para usoem um toner pode ser utilizado. Tais látexes podem ser produzidos por mé-todos convencionais. Como notado acima, em modalidades o toner pode serproduzido por agregação de emulsão. Monômeros adequados úteis na for-mação de uma emulsão de látex, e assim as partículas de látex resultantesna emulsão de látex, incluem, mas não estão limitados a, estireno, acrilatos,metacrilatos, butadienos, isoprenos, ácidos acrílicos, ácidos metacrílicos,acrilonitrilas, combinações dos mesmos e similares.
Em modalidades, a resina do látex pode incluir pelo menos umpolímero. Em modalidades, pelo menos um pode ser de cerca de um a cercade 20 e, em modalidades, de cerca de três a cerca de dez. Polímeros exem-plares incluem acrilatos de estireno, estireno butadienos, metacrilatos deestireno e, mais especificamente, poli(estireno-acrilato de alquila), po-li(estireno-1,3-dieno), poliíestireno- metacrilato de alquila), poli (estireno-acrilato de alquila-ácido acrílico), poli(estireno-1,3-dieno-ácido acrílico), po-li(estireno-metacrilato de aquila-ácido acrílico), poli(metacrilato de alquila-acrilato de alquila), poli(metacrilato de alquila-acrilato de arila), po-li(metacrilato de arila-acrilato de alquila), poli(metacrilato de alquila-ácidoacrílico), poli(estireno-acrilato de alquila-acrilonitrila-ácido acrílico), po-li(estireno-1,3-dieno-acrilonitrila-ácido acrílico), poli(acrilato de alquila-acrilonitrila-ácido acrílico), poli(estireno-butadieno), poli(metilestireno-butadieno), poli(metacrilato de metila-butadieno), poli(metacrilato de propila-butadieno), poli(metacrilato de butila-butadieno), poli(acrilato de metila-butadieno), poli(acrilato de etila-butadieno), poli(acrilato de propila-butadieno), poli(acrilato de butila-butadieno), poli(estireno-isopreno), po-li(metilestireno-isopreno), poli(metacrilato de metila-isopreno), po-li(metacrilato de etila-isopreno), poli(metacrilato de propila-isopreno), po-li(metacrilato de butila-isopreno), poli(acrilato de metila-ispreno), poli(acrilatode etila-isopreno), poli(acrilato de propila-isopreno), poli(acrilato de butila-isopreno), poli(estireno-acrilato de propila), poli(estireno-acrilato de butila),poli(estireno-butaieno-ácido acrílico), poli(estireno-butadieno-ácido metacríli-co), poli(estireno-butadieno-acrilonitrila-ácido acrílico), poli(estireno-acrilatode butila-ácido acrílico), poli(estireno-acrilato de butila-ácido metacrílico),poli(estireno-acrilato de butila-acrilonitrila), poli(estireno-acrilato de butila-acrilonitrila, ácido acrílico), poli(estireno-butadieno), poli(estireno-isopreno),poli(estireno-metacrilato de butila), poli(estireno-acrilato de butila-ácido acrí-lico), poli(estireno-metacrilato de butila-ácido acrílico), poli(metacrilato debutila-acrilato de butila),poli(metacrilato de butila-ácido acrílico), po-li(acrilonitrila-acrilato de butila-ácido acrílico) e combinações dos mesmos. Opolímero pode ser copolímeros em bloco, randômicos ou alternados.
Em modalidades, umpoli(estireno-acrilato de butila) pode serutilizado como o látex. A temperatura de transição vítrea deste látex podeser de cerca de 35 °C a cerca de 75 °C, em modalidades de cerca de 40 °Ca cerca de 70 °C.
Tensoativos
Em modalidades, o látex pode ser preparado em uma fase a-quosa contendo um tensoativo ou cotensativo. Tensoativos que podem serutilizados com a resina para formar uma dispersão de látex podem ser ten-soativos iônicos ou não-iônicos em uma quantidade de cerca de 0,01 a cercade 15 por cento em peso dos sólidos, e em modalidades de cerca de 0,1 acerca de 10 por cento em peso dos sólidos.
Tensoativos aniônicos que podem ser utilizados incluem sulfatose sulfonatos, dodecilsulfato de sódio (SDS), dodecilbenzeno sulfonato desódio, dodecilnaftaleno sulfato de sódio, sulfatos de benzenoalquila e sulfo-natos de dialquila, ácidos tal como ácido abiético disponível pela Aldrich,NEOGER R®, NEOGEN SC® obtidos da Daiichi Kogyo Seiyaku Co., Ltd.,combinações dos mesmos e similares. Outros tensoativos aniônicos ade-quados incluem, em modalidades, DOWFAX® 2A1, um dissulfonato de oxidode alquildifenila da The Dow Chemical Company, e / ou TAYCA POWERBN2060 da Tayca Corporation (Japão), que são dodecil benzeno sulfonatosde sódio ramificados. Combinações destes tensoativos e qualquer dos ten-soativos aniônicos acima mencionados podem ser utilizados em modalida-des.
Exemplos de tensoativos catiônicos incluem, mas não estão limi-tados a, amônios, por exemplo, cloreto de alquilbenzil dimetil amônio, cloretode diaquil benzenoalquil amônio, cloreto de lauril trimetil amônio, cloreto dealquilbenzil metil amônio, brometo de alquil benzil dimetil amônio, cloreto debenzalcônio, brometos de C12, C15, C17 trimetil amônio, combinações dosmesmos e similares. Outros tensoativos catiônicos incluem brometo de cetilpiridínio, sais de haleto de polioxietilalquilaminas quaternizadas, cloreto dedodecilbenzil trietil amônio, MIRAPOL e ALKAQUAT disponíveis pela AlkarilChemical Company, SANISOL (cloreto de benzalcônio), disponível pela KaoGhemicalsrcombinações dos mesmos e simjlares. Em modalidades, um ten-soativo catiônico adequado inclui SANISOL B-50 disponível pela Kao Corp.,que é primariamente um cloreto de bezil dimetil alcônio.
Exemplos de tensoativos não-iônicos incluem, mas não estãolimitados a, álcoois, ácidos e éteres, por exemplo, álcool polivinílico, ácidopoliacrílico, metalose, metil celulose, etil celulose, propil celulose, hidróxi etilcelulose, carbóxi metil celulose, polioxietileno cetil éter, polioxietileno lauriléter, polioxietileno octil éter, polioxietileno octilfenil éter, polioxietileno oleiléter, monolaurato de polioxietileno sorbitano, polioxietileno estearil éter, poli-oxietileno nonilfenil éter, dialquilfenóxi poli(etilenoóxi)etanol, combinaçõesdos mesmos e similares. Em modalidades, tensaotivos comercialmente dis-poníveis da Rhone-Poulenc, tal como IGEPAL CA-210®, IGEPAL CA-520®,IGEPAL CA-720®, IGEPAL CO-890®, IGEPAL CO-720®, IGEPAL CO-290®,IGEPAL CA-210®, ANTAROX 890® e ANTAROX 897® podem ser utilizados.
A escolha de tensoativos particulares ou combinações dosmesmos, assim como as quantidades de cada a ser usada, estão dentro doalcance daqueles versados na técnica.
Iniciadores
Em modalidades, iniciadores podem ser adicionados para a for-mação do látex. Exemplos de iniciadores adequados incluem iniciadores so-lúveis em água, tal como persulfato de amônio, persulfato de sódio e persul-fato de potássio, e iniciadores solúveis orgânicos incluindo peróxidos orgâni-cos e compostos azo incluindo peróxidos Vazo, tal como VAZO 64®, 2-metil2-2'-azobis propanonitrila, VAZO 88®, 2-2'-azobis de-hidrato de isobutirami-da, e combinações dos mesmos. Outros iniciadores solúveis em água quepodem ser utilizados incluem compostos de azoamidina, por exemplo, diclo-ridrato de 2,2'-azobis(2-metil-N-fenilproprionamidina), dicloridrato de 2,2'-azobis[N-(4-clorofenil)-2-metilpropionamidina], dicloridrato de 2,2'-azobis[N-(4-hidroxifenil)-2-metil-propionamidina], tetracloridrato de 2,2'-azobis[N-(4-amino-fenil)-2-metilpropionamidina], dicloridrato de 2,2'-azobis[2-metil-N(fenilmetil)propionamidina, dicloridrato de 2,2'-azobis[2-metil-N-2-propenilpropionamidina], dicloridrato de 2,2'-azobis[N-(2-hidróxi-etil)2-métilpropionamidina], dicloridrato de 2,2-azobis[2(5-metil-2-imidazolin-2-il)propano], dicloridrato de 2,2'-azobis[2-(2-imidazolin-2-il)propano], diclori-drato de 2,2'-azobis[2-(4,5,6,7-tetrahidro-1H-1,3-diazepin-2-il)propano], diclo-ridrato de 2,2'-azobis[2-(3,4,5,6-tetrahidropirimidin-2-il)propano], dicloridratode 2,2'-azobis[2-(5-hidróxi-3,4,5,6-tetrahidropirimidin-2-il)propano], dicloridra-to de 2,2'-azobis{2-[1-(2-hidroxietil)-2-imidazolin-2-il]propano}, combinaçõesdos mesmos e similares.
Iniciadores podem ser adicionados em quantidades adequadas,tal como de cerca de 0,1 a cerca de 8 por cento em peso, e em modalidadesde cerca de 0,2 a cerca de 5 por cento em peso dos monômeros.
Agentes de Transferência de Cadeia
Em modalidades, agentes de transferência de cadeia tambémpodem ser utilizados na formação do látex. Agentes de transferência de ca-deia adequados incluem dodecano tiol, octano tiol, tetrabrometo de carbono,combinações dos mesmos e similares. Onde utilizados, agentes de transfe-rência de cadeia podem estar presentes em quantidades de cerca de 0,1 acerca de 10 por cento e, em modalidades, de cerca de 0,2 a cerca de 5 porcento em peso de monômeros, para controlar as propriedades de peso mo-lecular do polímero, quando a polimerização de emulsão é realizada de a-cordo com a presente descrição.
Estabilizantes
Em modalidades, pode ser vantajoso incluir um estabilizantequando da formação das partículas de látex. Estabilizantes adequados in-cluem monômeros que têm uma funcionalidade de ácido carboxílico. Taisestabilizantes podem ser da fórmula (I) a seguir:
<formula>formula see original document page 9</formula>
onde R1 é hidrogênio ou um grupo metila; R2 e R3 são independentementeselecionados a partir de grupos alquila que contêm de cerca de 1 a cerca de12 átomos de carbono ou um grupo fenila; n é de cerca de 0 a cerca de 20,em modalidades de cerca de 1 a cerca de 10. Exemplos de tais estabilizan-tes incluem beta-acrilato de carboxietila ((3-CEÂ), acrilato dé poli(2-carboxietila), metacrilato de 2-carboxietila, combinações dos mesmos e simi-lares. Outros estabilizantes que podem ser utilizados incluem, por exemplo,ácido acrílico e seus derivados.
Em modalidades, o estabilizante que tem funcionalidade de áci-do carboxílico também pode conter uma pequena quantidade de íons metáli-cos, tal como sódio, potássio e / ou cálcio, para alcançar melhores resulta-dos de polimerização de emulsão. Os íons metálicos podem estar presentesem uma quantidade de cerca de 0,001 a cerca de 10 por cento em peso doestabilizante que tem funcionalidade de ácido carboxílico, em modalidadesde cerca de 0,5 a cerca de 5 por cento em peso do estabilizante que temfuncionalidade de ácido carboxílico.
Onde presente, o estabilizante pode ser adicionado em quanti-dades de cerca de 0,01 a cerca de 5 por cento em peso do toner, em moda-lidades de cerca de 0,05 a cerca de 2 por cento em peso do toner.
Estabilizantes adicionais que podem ser utilizados nos proces-sos de formulação de toner incluem bases, tais como hidróxidos de metal,incluindo hidróxido de sódio, hidróxido de potássio, hidróxido de amônio eopcionalmente combinações dos mesmos. Também útil como um estabili-zante é carbonato de sódio, bicarbonato de sódio, carbonato de cálcio, car-bonato de potássio, carbonato de amônio, combinações dos mesmos e simi-lares. Em modalidades, um estabilizante pode incluir uma composição quecontém silicato de sódio dissolvido em hidróxido de sódio.
Agente de Ajuste do pH
Em algumas modalidades, um agente de ajuste do pH pode seradicionado para controlar a proporção do processo de agregação de emul-são. O agente de ajuste do pH utilizado nos processos da presente descri-ção pode ser qualquer ácido ou base que afete de modo adverso os produ-tos sendo produzidos. Bases adequadas podem incluir hidróxidos de metal,tal como hidróxido de sódio, hidróxido de potássio, hidróxido de amônio eopcionalmente combinações dos mesmos. Ácidos adequados incluem ácidonítrico, ácido sulfúrico, ácido clorídrico, ácido cítrico, ácido acético e opcio-nalmente combinações dos mesmos.
Condições de Reação
No processo de agregação de emulsão, os reagentes podem seradicionados a um reator adequado, tal como um recipiente de mistura. Aquantidade apropriada de pelo menos dois monômeros, em modalidades decerca de dois a cerca de dez monômeros, estabilizante, tensoativo(s), inicia-dor, se algum, agente de transferência de cadeia, se algum, e cera, se al-guma, e similares podem ser combinados no reator e o processo de agrega-ção de emulsão pode ser deixado iniciar. Ceras adequadas são descritas emmaiores detalhes abaixo, como um componente a ser adicionado na forma-ção de uma partícula de toner; tais ceras também podem ser úteis, em mo-dalidades, na formação de um látex. As condições de reação selecionadaspara efetuar a polimerização de emulsão incluem temperaturas de, por e-xemplo, de cerca de 45 °C a cerca de 120 °C, em modalidades de cerca de60 °C a cerca de 90 °C. Em modalidades, a polimerização pode ocorrer emtemperaturas elevadas dentro de cerca de 10 por cento do ponto de fusãode qualquer cera presente, por exemplo, de cerca de 60 °C a cerca de 85°C, em modalidades de cerca de 65 °C a cerca de 80 °C, para permitir que acera amoleça, desse modo promovendo a dispersão e incorporação da e-mulsão.
Partículas de tamanho nanométrico podem ser formadas, decerca de 50 nm a cerca de 800 nm em diâmetro médio de volume, em moda-lidades de cerca de 10 nm a cerca de 440 nm em diâmetro médio de volu-me, como determinado, por exemplo, por um analisador de partículas detamanho nanométrico Brookhaven.
Após a formação das partículas de látex, as partículas de látexpodem ser utilizadas para formar um toner. Em modalidades, os toners po-dem ser um toner do tipo agregação de emulsão que são preparados atra-vés da agregação e fusão das partículas de látex da presente descrição comum corante, e um ou mais aditivos, tais como tensoativos, coagulantes, ce-ras, aditivos de superfície e opcionalmente combinações dos mesmos.
Corantes
As partículas de látex produzidas conforme descrito acima po-dem ser adicionadas a um corante para produzir um toner. Em modalidades,o corante pode estar em uma dispersão. A dispersão de corante pode incluir,por exemplo, partículas de corante de submícron que têm um tamanho de,por exemplo, de cerca de 5 a cerca de 500 nanômetros em diâmetro médiode volume e, em modalidades, de cerca de 100 a cerca de 400 nanômetrosem diâmetro médio de volume. As partículas de corante podem estar sus-pensas em uma fase aquosa de água contendo um tensoativo aniônico, umtensoativo não-iônico, ou combinações dos mesmos. Tensoativos adequa-dos incluem qualquer daqueles tensoativos descritos acima. Em modalida-des, o tensoativo pode ser iônico e pode estar presente em uma dispersãoem uma quantidade de cerca de 0,1 a cerca de 25 por cento em peso docorante, e em modalidades de cerca de 1 a cerca de 15 por cento em pesodo corante.
Corantes úteis na formação de toners de acordo com a presentedescrição incluem pigmentos, tinturas, misturas de pigmentos e tinturas, mis-turas de pigmentos, mistura de tinturas e similares. O corante pode ser, porexemplo, negro de carbono, ciano, amarelo, magenta, vermelho, laranja,marrom, verde, azul, violeta ou misturas dos mesmos.
Em modalidades em que o corante é um pigmento, o pigmentopode ser, por exemplo, negro de carbono, ftalocianinas, quinacridonas outipo RHODAMINE B®, vermelho, verde, laranja, marrom, violeta, amarelo,corantes fluorescentes e similares.
Corantes exemplares incluem negro-de-fumo como magnetitasREGAL 330®; magnetitas da Mobay incluindo MO8029®, MO8060®; magneti-tas da Columbian; MAPICO BLACKS® e magnetitas tratadas de superfície;magnetitas da Pfizer incluindo CB4799®, CB5300®, CB5600®, MCX6369®,magnetitas da Bayer incluindo BAYFERROX 8600®, 8610®; magnetitas daNorthern Pigments incluindo NP-604®, NP-608®; magnetitas da Magnox in-cluindo TMB-100®, ou TMB-104®, HELIOGEN BLUE L6900®, D6840®,D7080®, D7020®, PYLAM OIL BLUE®, PYLAM OIL YELLOW®, PIGMENTBLUE 1® disponíveis pela Paul Uhlichand Company, Inc.; PIGMENT VIOLET1®, PIGMENT RED 48®, LEMON CHROME YELLOW DCC 1026®, E.D. TO-LUIDINE RED® e BOM RED C® disponíveis pela Dominion Color Corporati-on, Ltd., Toronto, Ontário; NOVAPERM YELLOW FGL®, HOSTAPERM PINKE® da Hoechst; e CINQUASIA MAGENTA® disponível pela E.l. DuPont deNemours and Company. Outros corantes incluem tintura quinacridona e an-traquinona 2,9-dimetil-substituída identificada no índice de Cor (Color Index)como Cl 60710, Cl Dispersed Red 15, tintura diazo identificada no índice deCor como Cl 26050, Cl Solvent Red 19, tetra(octadecil sulfonami-do)ftalocianina de cobre, pigmento ftalociano de x-cobre listado no índice deCor como Cl 74160, Cl Pigment Blue, Anthrathrene Blue identificado no índi-ce de Cor como Cl 69810, Special Blue X-2137, acetoacetanilidas de 3,3-diclorobenzideno amarelo diarilida, um pigmento monoazo identificado noíndice de Cor como Cl 12700, Cl Solvent Yellow 16, uma nitrofenil aminasulfonamida identificada no índice de Cor como Foron Yellow SE/GLN, ClDispersed Yellow 33, 2,5-dimetóxi-4-sulfonanilida fenilzo-4'-cloro-2,5-dimetóxi acetoacetanilida, Yellow 180 e Permanent Yellow FGL.
Tinturas solúveis orgânicas tendo um elevado grau de purezapara os fins da gama de cores que podem ser utilizadas incluem NeopenYellow 075, Neopen Yellow 159, Neopen Orange 252, Neopen Red 336, Ne-open Red 335, Neopen Red 366, Neopen Blue 808, Neopen Black X53, Ne-open Black X55, em que as tinturas são selecionadas em várias quantidadesadequadas, por exemplo, de cerca de 0,5 a cerca de 20 por cento em pesodo toner, em modalidades, de cerca de 5 a cerca de 18 por cento em pesodo toner.
Em modalidades, exemplos de corantes incluem Pigment Blue15:3 que tem um Número de Constituição de índice de Cor de 74160, Ma-genta Pigment Red 81:3 que tem um Número de Constituição de índice deCor de 45160:3, Yellow 17 que tem um Número de Constituição de índice deCor de 21105, e tinturas conhecidas, tais como tinturas para alimentos, tintu-ras amarelas, azuis, verdes, vermelhas, magenta e similares.
Em outras modalidades, um pigmento magenta, Pingment Red122 (2,9-dÍmetilquinacridona), Pigment Red 185, Pigment Red 192, PigmentRed 202, Pigment Red 206, Pigment Red 235, Pigment Red 269, combina-ções dos mesmos e semelhantes podem ser utilizados como o corante.
Em modalidades, toners da presente descrição podem ter altascargas de pigmento. Como usado aqui, altas cargas de pigmento incluem,por exemplo, toners que têm um corante em uma quantidade de cerca de 8por cento em peso do toner a cerca de 40 por cento em peso do toner, emmodalidades de cerca de 10 por cento em peso do toner a cerca de 18 porcento em peso do toner. Estas altas cargas de pigmento podem ser impor-tantes para certas cores, tal como PANTONE® Orange, Process Blue, PAN-TONE® yellow e semelhantes. (As cores PANTONE® referem-se a um dosmais populares guias de cor que ilustram diferentes cores, em que cada coré associada com uma formulação específica de corantes, e é publicado porPANTONE, Inc., de Moonachie, NJ.) Um tecido com alta carga de pigmentoé aquele que pode reduzir a capacidade das partículas de toner de esferoidi-zar, ou seja, de se tornarem circulares, durante a etapa de coalescência,mesmo a um pH muito baixo.
O látex resultante, opcionalmente em uma dispersão, e disper-são de corante podem ser agitados e aquecidos a uma temperatura de cercade 35 °C a cerca de 70 °C, em modalidades, de cerca de 40 °C a cerca de65 °C, resultando em agregados de toner de cerca de 2 mícrons e cerca de10 mícrons e diâmetro médio de volume, e em modalidades de cerca de 5mícrons e cerca de 8 mícrons em diâmetro médio de volume.
Coaqulantes
Em modalidades, um coagulante pode ser adicionado durante,ou antes, de agregar o látex e a dispersão aquosa de corante. O coagulantepode ser adicionado por um período de tempo de cerca de 1 minuto a cercade 60 minutos, em modalidades de cerca de 1,25 minutos a cerca de 20 mi-nutos, dependendo das condições de processamento.
Exemplos de coagulantes adequados incluem haletos de polia-lumínio, tal como cloreto de polialumínio (PAC), ou o correspondente brome-to, fluoreto ou iodeto, silicatos de polialumínio, tal como sulfo silicato de poli-alumínio (PASS), e sais de metal solúveis em água incluindo cloreto de alu-mínio, nitrito de alumínio, sulfato de alumínio, sulfato de alumínio e potássio,acetato de cálcio, cloreto de cálcio, nitrito de cálcio, oxilato de cálcio, sulfatode cálcio, acetato de magnésio, nitrato de magnésio, sulfato de magnésio,acetato de zinco, nitrato de zinco, sulfato de zinco, combinações dos mes-mos e similares. Um coagulante adequado é PAC, que está comercialmentedisponível e pode ser preparado através hidrólise controlada de cloreto dealumínio com hidróxido de sódio. De modo geral, PAC pode ser preparadoatravés da adição de dois moles de uma base a um mol de cloreto de alumí-nio. A espécie é solúvel e estável quando dissolvido e armazenada sob con-dições acídicas, se o pH é menos do que cerca de 5. Acredita-se que a es-pécie em solução contenha a fórmula Ali304(OH)24(H20)i2 com cerca de 7cargas elétricas positivas por unidade.
Em modalidades, coagulantes adequados incluem um sal depolimetal tal como, por exemplo, cloreto de polialumínio (PAC), brometo depolialumínio ou sulfossilicato de polialumínio. O sal de polimetal pode estarem uma solução de ácido nítrico ou outras soluções de ácido diluídas, talcomo ácido sulfúrico, ácido clorídrico, ácido cítrico ou ácido acético. O coa-gulante pode ser adicionado em quantidades de cerca de 0,01 a cerca de 5por cento em peso do toner e, em modalidades, de cerca de 0,1 a cerca de 3por cento em peso do toner.
Cera
Dispersões de cera também podem ser adicionadas durante aformação de um látex ou toner em uma síntese de agregação de emulsão.
Ceras adequadas incluem, por exemplo, partículas de cera de submícron nafaixa de tamanho de cerca de 50 a cerca de 1000 nanômetros, em modali-dades, de cerca de 100 a cerca de 500 nanômetros em diâmetro médio devolume, suspensas em uma fase aquosa de água e um tensoativo iônico,tensoativo não-iônico ou combinações dos mesmos. Tensoativos adequadosincluem aqueles descritos acima. O tensoativo iônico ou tensoativo não-iônico pode estar presente em uma quantidade de cerca de 0,1 a cerca de20 por cento em peso, e em modalidades de cerca de 0,5 a cerca de 15 porcento em peso da cera.
A dispersão de cera, de acordo^ com modalidades da presentedescrição, pode incluir, por exemplo, uma cera vegetal natural, cera animalnatural, cera mineral e / ou cera sintética. Exemplos de ceras vegetais natu-rais incluem, por exemplo, cera de carnaúba, cera de candelila, cera do Ja-pão e cera de bayberry. Exemplos de ceras animais naturais incluem, porexemplo, cera de abelha, cera púnica, lanolina, cera lac, cera shellac e cerade espermacete. Ceras minerais incluem, por exemplo, cera de parafina,cera microcristalina, cera de Montana, cera ozocerite, cera de ceresina, cerade petrolato e cera de petróleo. Ceras sintéticas da presente descrição in-cluem, por exemplo, cera Fischer-Tropsch, cera de acrilato, cera de amidade ácido graxo, cera de silicone, cera de politetrafluoroetileno, cera de polie-tileno, cera de polipropileno e combinações dos mesmos.
Exemplos de ceras de polipropileno e polietileno incluem aque-Ias comercialmente disponíveis pela Allied Chemicals and Baker Petrolite,emulsões de cera disponíveis pela Michelman Inc. e The Daniels ProductsCompany, EPOLENE N-15 comercialmente disponível pela Eastman Chemi-cal Products, Inc., VISCOL 550-P, um polipropileno de baixo peso molecularmédio disponível pela Sanyo Kasel K.K., e materiais similares. Em modali-dades, ceras de polietileno comercialmente disponíveis possuem um pesomolecular (Pm) de cerca de 100 a cerca de 5000, e em modalidades de cer-ca de 250 a cerca de 2500, enquanto as ceras de polipropileno comercial-mente disponíveis têm um peso molecular de cerca de 200 a cerca de10.000, e em modalidades de cerca de 400 a cerca de 5000.
Em modalidades, as ceras podem ser funcionalizadas. Exemplosde grupos adicionados às ceras funcionalizadas incluem aminas, amidas,imidas, ésteres, aminas quaternárias e / ou ácidos carboxílicos. Em modali-dades, as ceras funcionalizadas podem ser emulsões de polímero acrílico,por exemplo, JONCRYL 74, 89, 130, 537 e 538, todas disponíveis pelaJohnson Diversey, Inc., ou polipropilenos e polietilenos clorados comercial-mente disponíveis pela Allied Chemical, Baker Petrolite Corporation e John-son Diversey, Inc.
A cera pode estar presente em uma quantidade de cerca de 0,1a cerca de 30 porcento em peso do toner, e em modalidades de cerca de 2a cerca de 20 por cento em peso do toner.
Agentes agregantes
Qualquer agente agregante capaz de causar complexação podeser usado na formação de toners da presente descrição. Ambos sais de me-tal de transição e metal alcalino-terroso podem ser utilizados como agentesde agregação. Em modalidades, sais de alcalino-terrosos podem ser sele-cionados para agregar colóides de resina de látex com um corante para pos-sibilitar a formação de um compósito de toner. Tais sais incluem, por exem-pio, cloreto de berílio, brometo de berílio, iodeto de berílio, acetato de berílio,sulfato de berílio, cloreto de magnésio, brometo de magnésio, iodeto demagnésio, acetato de magnésio, sulfato de magnésio, cloreto de cálcio,brometo de cálcio, iodeto de cálcio, acetato de cálcio, sulfato de cálcio, clore-to de estrôncio, brometo de estrondo, iodeto de estrôncio, acetato de es-trondo, sulfato de estrôncio, cloreto de bário, brometo de bário, iodeto debário e opcionalmente combinações dos mesmos. Exemplos de sais de me-tal de transição ou ânions que podem ser utilizados como agente de agrega-ção incluem acetatos de vanádio, nióbio, tântalo, cromo, molibdênio, tungs-tênio, manganês, ferro, rutênio, cobalto, níquel, cobre, zinco, cádmio ou pra-ta; acetoacetatos de vanádio, nióbio, tântalo, cromo, molibdênio, tungstênio,manganês, ferro, rutênio, cobalto, níquel, cobre, zinco, cádmio ou prata; sul-fatos de vanádio, nióbio, tântalo, cromo, molibdênio, tungstênio, manganês,ferro, rutênio, cobalto, níquel, cobre, zinco, cádmio ou prata; e sais de alumí-nio, tal como acetato de alumínio, haletos de alumínio, tal como cloreto depolialumínio, combinações dos mesmos e semelhantes.Agentes de Ajuste do pH
Em algumas modalidades, um agente de ajuste do pH pode seradicionado ao látex, corante e aditivos opcionais para controlar a proporçãodo processo de agregação de emulsão. O agente de ajuste do pH utilizadono processo da presente descrição pode ser qualquer ácido ou base queafetem de modo adverso os produtos sendo produzidos. Bases adequadaspodem incluir hidróxidos de metal, tal como hidróxido de sódio, hidróxido depotássiorhidróxido de amônio e opcionalmente combinações dos mesmos.
Ácidos adequados incluem ácido nítrico, ácido sulfúrico, ácido clorídrico, áci-do cítrico, ácido acético e opcionalmente combinações dos mesmos.
Por exemplo, uma vez que o tamanho final desejado das partícu-las de toner é alcançado, o pH da mistura pode ser ajustado com uma basepara um valor de cerca de 3,5 a cerca de 7, e em modalidades de cerca de 4a cerca de 6,5. A base pode incluir qualquer base adequada tal como, porexemplo, hidróxidos de metal alcalino tal como, por exemplo, hidróxido desódio, hidróxido de potássio e hidróxido de amônio. O hidróxido de metalalcalino pode ser adicionado em quantidades de cerca de 0,1 a cerca de 30por cento em peso da mistura, em modalidades de cerca de 0,5 a cerca de15 por cento em peso da mistura.
A combinação resultante de látex, opcionalmente em uma dis-persão, estabilizante, cera opcional, dispersão de corante, coagulante opcio-nal e agente de agregação opcional pode então ser agitada e aquecida auma temperatura abaixo da Tg do látex, em modalidades de cerca de 30 °Ca cerca de 70 °C, em modalidades de cerca de 40 °C a cerca de 65 °C, porum período de tempo de cerca de 0,2 hora a cerca de 6 horas, em modali-dades de cerca de 0,3 hora a cerca de 5 horas, para formar partículas agre-gadas.
Em modalidades, uma casca opcional pode então ser formadanas partículas agregadas. Qualquer látex descrito acima para formar o látexpode ser utilizado para formar o látex de casca. Em modalidades, um copo-límero de acrilato de estireno-n-butila pode ser utilizado para formar o látexde casca. Em modalidades, o látex utilizado para formar a casca pode teruma temperatura de transição vítrea de cerca de 35 °C a cerca de 75 °C, emmodalidades de cerca de 40 °C a cerca de 70 °C.
Quando usado, o látex de casca pode ser aplicado por qualquermétodo dentro do alcance daqueles versados na técnica, incluindo imersão,pulverização e similares. Em modalidades, uma casca pode ser aplicadaatravés da adição de um látex adicional às partículas agregadas e deixandoeste látex adicional agregar na superfície das partículas, desse modo for-mando uma casca sobre o mesmo. Qualquerj;esina dentro do alcance da-queles versados na técnica, incluindo aquelas resinas descritas acima, podeser utilizada como um látex de casca. O látex de casca pode ser aplicado atéque o tamanho final desejado das partículas de toner seja alcançado, emmodalidades de cerca de 2 mícrons a cerca de 10 mícrons, em outras moda-lidades de cerca de 4 mícrons a cerca de 8 mícrons.
Agentes Sequestrantes
Em modalidades, um agente seqüestrante orgânico pode seradicionado à mistura durante a agregação das partículas. Tais agentes se-questrantes e seu uso na formação de toners são descritos, por exemplo, naPatente US N° 7.037.633, cuja descrição é aqui incorporada por referênciaem sua totalidade. Em modalidades, agentes sequestrantes orgânicos ade-quados incluem, por exemplo, ácidos orgânicos, tal como ácido etileno dia-mino tetra acético (EDTA), GLDA (ácido N,N diacético ácido L-glutâmicocomercialmente disponível), ácidos húmicos e fúlvicos, ácidos penta-acéticoe tetra-acético; sais de ácidos orgânicos incluindo sais de ácido metilglicinadicético (MGDA), e sais de ácido etilenodiamina dissuccínico (EDDS); éste-res de ácidos orgânicos incluindo gliconato de sódio, gliconato de magnésio,gliconato de potássio, citrato de potássio e sódio, sal de nitrotriacetato(NTA); piranonas substituídas incluindo maltol e etil-maltol; polímeros solú-veis em água incluindo polieletrólitos que contêm ambas funcionalidades deácido carboxílico (COOH) e hidroxila (OH); e combinações dos mesmos. E-xemplos de agentes sequestrantes específicos incluem
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Em modalidades, EDTA, um sal de ácido metilglicina diacético(MGDA), ou um sal de ácido etilenodiamina dissuccínico (EDDS) pode serutilizado como um agente sequestrante.
A quantidade de agente sequestrante adicionaa pode ser decerca de 0,25 pph a cerca de 4 pph, em modalidades de cerca de 0,5 pph acerca de 2 pph. O agente sequestrante mistura-se ou quelata com o íon demetal coagulante, tal como alumínio, desse modo extraindo o íon de metaldas partículas agregadas de toner. A quantidade de íon de metal extraídopode ser variada com a quantidade de agente sequestrante, desse modoproporcionando reticulação controlada. Por exemplo, em modalidades, adi-cionar 0,5 pph do agente sequestrante (tal como EDTA) por peso de tonerpode extrair de cerca de 40 a cerca de 60 por cento dos íons de alumínio,embora o uso de cerca de 1 pph do agente sequestrante (tal como EDTA)possa resultar na extração de cerca de 95 a cerca de 100 por cento do alu-mínio.
Coalescência
A mistura de látex, corante, cera opcional e quaisquer aditivos ésubseqüentemente coalescida. Coalescer pode incluir aquecimento e agita-ção a uma temperatura de cerca de 80 °C a cerca de 99 °C, por um períodode cerca de 0,5 a cerca de 12 horas, e em modalidades de cerca de 1 a cer-ca de 6 horas. A coalescência pode ser acelerada por agitação adicional.
Como notado acima, um tecido com alta carga de pigmento paratoners da presente descrição é aquele que reduz a capacidade do toner deesferoidizar durante a etapa de coalescência, mesmo a um pH muito baixo.
Desse modo, em modalidades, um pó de metal de transição e / ou um sal demetal de transição pode ser adicionado à mistura do látex, corante, cera op-cional e quaisquer aditivos no começo do processo de coalescência. Metaisadequados incluem, por exemplo, cobre, zinco, ferro, cobalto, níquel, molib-dênio, manganês, cromo, vanádio e / ou titânio, assim como ligas de metal,tais como ligas de cobre e / ou zinco.
Em outras modalidades, cobre elemental ou sais de cobre, ferroou sais de ferro ou combinações dos mesmos podem ser utilizados paraacelerar a coalescência e obter a circularidade desejada de partícula paraum toner da presente descrição. Exemplos de tais sais de cobre e / ou ferroincluem nitratos, sulfatos, haletos, acetatos, fosfatos, óxidos, hidróxidos, car-bonates, combinações dos mesmos e similares. Em modalidades, o sal podeser insolúvel. O grau de solubilidade pode ser, por exemplo:
• Nitratos solúveis
• Sulfatos solúveis
• Haletos solúveis
• Acetatos solúveis
• Fosfatos insolúveis
• Óxidos insolúveis
• Hidróxidos insolúveis
• Carbonatos - insolúveis
Em modalidades, um nitrato de cobre, tal como nitrato de cobre II, pode ser utilizado como o sal de metal. Em outras modalidades, um sal deferro, tal como nitrato de ferro, pode ser utilizado como o sal de metal.
A quantidade de pó de metal adicionada à mistura pode ser decerca de 0,01 por cento em peso a cerca de 4 por cento em peso, em moda-lidades de cerca de 0,09 a cerca de 1 por cento em peso. A quantidade desal de metal adicionada à mistura pode ser de cerca de 0,01 por cento empeso a cerca de 4 por cento em peso, em modalidades de cerca de 0,09 acerca de 1 por cento em peso.
A coalescencia pode ocorrer por um período de tempo de cercade 0,1 hora a cerca de 10 horas, em modalidades de cerca de 0,5 hora acerca de 3,5 horas.
Surpreendentemente, a presença do pó de metal de transição e /ou sal de metal de transição pode facilitar a rápida coalescencia do tonerpara alcançar uma circularidade de mais do que cerca de 0,95. Sem esteprocesso melhorado, a circularidade de toner alcançada em um toner EAaltamente pigmentado é menos do que cerca de 0,94. A adição do pó demetal de transição insolúvel e / ou a adição do sal de metal não atribui pro-priedades detrimentais às partículas de toner. De fato, muito pouco do metalpermanece no toner final.Tratamentos Subsequentes
Em modalidades, após coalescência, o pH da mistura pode en-tão ser diminuído para cerca de 3,5 a cerca de 6 e, em modalidades, de cer-ca de 3,7 a cerca de 5,5 com, por exemplo, um ácido, para coalescer adicio-nalmente os agregados de toner. Ácidos adequados incluem, por exemplo,ácido nítrico, ácido sulfúrico, ácido clorídrico, ácido nítrico e / ou ácido acéti-co. A quantidade de ácido adicionada pode ser de cerca de 0,1 a cerca de30 por cento em peso da mistura, e em modalidades de cerca de 1 a cercade 20 por cento em peso da mistura.
A mistura pode ser resfriada, lavada e seca. O resfriamento po-de ser a uma temperatura de cerca de 20 °C a cerca de 40 °C, em modali-dades de cerca de 22 °C a cerca de 30 °C, por um período de tempo de cer-ca de 1 hora a cerca de 8 horas, em modalidades de cerca de 1,5 horas acerca de 5 horas.
Em modalidades, resfriar uma pasta fluida de toner coalescidapode incluir arrefecimento através da adição de um meio de resfriamento, talcomo, por exemplo, gelo, gelo seco e similar, para efetuar rápido resfriamen-to para uma temperatura de cerca de 20 °C a cerca de 40 °C, em modalida-des de cerca de 22 °C a cerca de 30 °C. Arrefecer pode ser viável para pe-quenas quantidades de toner, tal como, por exemplo, menos do que cercade 2 litros, em modalidades de cerca de 0,1 litro a cerca de 1,5 litros. Paraprocessos de larga escala, tal como, por exemplo, mais do que cerca de 10litros em tamanho, o rápido resfriamento da mistura de toner pode não serviável ou prático, nem atravésjJa introdução de um meio de resfriamento namistura nem através do uso de resfriamento por reator jaquetado.
A pasta fluida de toner pode então ser lavada. A lavagem podeser realizada a um pH de cerca de 7 a cerca de 12, em modalidades a umpH de cerca de 9 a cerca de 11. A lavagem pode ser a uma temperatura decerca de 30 °C a cerca de 70 °C, em modalidades de cerca de 40 °C a cercade 67 °C. A lavagem pode incluir filtragem e relavagem de um bolo de filtroincluindo partículas de toner em água deionizada. O bolo de filtro pode serlavado uma ou mais vezes em água deionizada, ou lavado em uma únicalavagem de água deionizada a um pH de cerca de 4, em que o pH da pastafluída é ajustado com um ácido, e opcionalmente seguida por uma ou maislavagens de água deionizada.
A secagem pode ser realizada a uma temperatura de cerca de35°C a cerca de 75°C, e em modalidades de cerca de 45°C a cerca de 60°C.A secagem pode ser continuada até que o nível de umidade das partículasesteja abaixo de uma meta estabelecida de cerca de 1% por peso, em mo-dalidades de menos do que cerca de 0,7% por peso.
O toner da presente descrição pode possuir partículas que têmum tamanho de cerca de 3,5 a cerca de 10 mícrons, em modalidades decerca de 4,5 a cerca de 8,5 mícrons. Como notado acima, as partículas detoner resultantes podem ter uma circularidade maior do que cerca de 0,95,em modalidades de cerca de 095 a cerca de 0,998, em modalidade de cercade 0,955 a cerca de 0,97. Quando as partículas de toner esféricas têm umacircularidade nesta faixa, as partículas de toner esféricas que permanecemna superfície do membro de fixação da imagem (P.25) passam entre as por-ções de contato do membro de fixação da imagem e o carregador de conta-to, a quantidade de toner deformado é pequena, e portanto a geração depelícula de toner pode ser impedida, de modo que uma qualidade de ima-gem estável sem defeitos pode ser obtida por um longo período.
Aditivos
O toner também pode incluir aditivos de carga em quantidadeseficazes de, por exemplo, de cerca de 0,1 a cerca de 10 por cento em pesodo toner, em modalidades de cerca de 0,5 a cerca de 7 por cento em pesodo toner. Aditivos de carga adequados incluem haletos de alquil piridínio,bissulfetos, os aditivos de controle de carga das Patentes US Nos.3.944.493; 4.007.293; 4.079.017; 4.394.430 e 4.560.635, cuja descrição decada uma está aqui incorporada por referência em sua totalidade, aditivosmelhoradores de carga negativa como complexos de alumínio, quaisquer30 outros aditivos de carga, combinações dos mesmos e similares.
Outros aditivos adicionais incluem qualquer aditivo para melho-rar as propriedades de composições de toner. Incluídos estão aditivos desuperfície, melhoradores de cor e similares. Aditivos de superfície que po-dem ser adicionados às composições de toner após lavagem ou secagemincluem, por exemplo, sais de metal, sais de metal de ácidos graxos, sílicascoloidais, óxidos de metal, titanatos de estrondo, combinações dos mesmose similares, cujos aditivos estão, cada um, usualmente presentes em umaquantidade de cerca de 0,1 a cerca de 10 por cento em peso, em modalida-des de cerca de 0,5 a cerca de 7 por cento em peso do toner. Exemplos detais aditivos incluem, por exemplo, aqueles descritos nas Patentes US N°s3.590.000; 3.720.617; 3.655.374 e 3.983.045, cuja descrição de cada umaestá aqui incorporada por referência em sua totalidade. Outros aditivos in-cluem estearato de zinco e AEROSIL R972® disponível pela Degussa. Assílicas revestidas da Patente US No. 6,190815 e Patente US No. 6,004,714,cuja descrição de cada uma está aqui incorporada por referência em suatotalidade, também podem ser selecionadas em quantidades, por exemplo,de cerca de 0,05 a cerca de 5 por cento em peso, em modalidades de cercade 0,1 a cerca de 2 por cento em peso do toner, cujos aditivos podem seradicionados durante a agregação ou combinação no produto de toner for-mado.
Usos
O toner de acordo com a presente descrição pode ser usado emuma variedade de dispositivos de imagem, incluindo impressoras, máquinasde cópia e similares. Os toners gerados de acordo com a presente descriçãosão excelentes para processos de formação de imagem, especialmente pro-cessos xerográficos, os quaj^podemoperar com uma eficiência de transfe-rência de toner em excesso de cerca de 90 por cento, tais como aquelescom um modelo compacto de máquina sem um limpador ou aqueles que sãomodelados para proporcionar imagens coloridas de alta qualidade com exce-lente resolução de imagem, proporção aceitável de sinal-para-ruído e uni-formidade de imagem. Além disso, os toners da presente descrição podemser selecionados para processos de impressão e formação de imagem ele-trofotográfica, tais como sistemas e processos de formação de imagem digi-tal.O processo de formação de imagem inclui a geração de umaimagem em um aparelho de impressão eletrônico e, depois disso, desenvol-vimento da imagem com uma composição de toner da presente descrição. Aformação e desenvolvimento de imagens sobre a superfície de materiais fo-tocondutivos por meio eletrostático estão dentro do alcance daqueles versa-dos na técnica. O processo xerográfico básico envolve colocar uma cargaeletrostática uniforme sobre uma camada isolante fotocondutora, expondo acamada a uma imagem de luz e sombra para dissipar a carga sobre as á-reas da camada expostas à luz, e desenvolver a imagem eletrostática latenteresultante por deposição sobre a imagem de um material eletroscópico fina-mente dividido referido na técnica como "toner". O toner será normalmenteatraído para as áreas descarregadas da camada, desse modo formandouma imagem de toner que corresponde à imagem eletrostática latente. Estaimagem de pó pode então ser transferida para uma superfície de apoio, talcomo papel. A imagem transferida pode subseqüentemente ser permanen-temente fixada a esta superfície de apoio como por calor.
Composições reveladoras podem ser preparadas através damistura dos toners obtidos com as modalidades da presente descrição compartículas carreadoras conhecidas, incluindo veículos revestidos, tal comoaço, ferrita e similares. Veja, por exemplo, as Patentes US N°s 4.937.166 e4.935.326, cuja descrição de cada uma está aqui incorporada por referênciaem sua totalidade. A proporção de massa de toner para veículo de tais reve-ladores pode ser de cerca de 2 a cerca de 20 por cento, e em modalidadesde cerca de 2,5 a cerca de 5Lporjcento dajDomppsLção reveladora. As Dartí-cuias carreadoras podem incluir um núcleo com um revestimento de políme-ro sobre o mesmo, tal como polimetilmetacrilato (PMMA), que tem dispersono mesmo um componente condutor como negro-de-fumo condutor. Reves-timentos carreadores incluem resinas, tais como metil silsesquioxanos; fluo-ropolímeros, tal como fluoreto de polivinilideno; misturas de resinas não pró-ximas às séries triboelétricas, tal como fluoreto de polivinilideno e acrílicos;resinas termocuradas, tais como acrílilos, misturas dos mesmos e outroscomponentes conhecidos.A revelação pode ocorrer através do desenvolvimento da áreade descarga. No desenvolvimento da área de descarga, o fotorreceptor écarregado e então as áreas a serem reveladas são descarregadas. Os cam-pos de revelação e cargas de toner são de modo que o toner é repelido pe-Ias áreas carregadas sobre o fotorreceptor e atraído para as áreas descarre-gadas. Este processo de revelação é usado em scanners a laser.
A revelação também pode ser realizada através do processo derevelação de pincel magnético descrito na Patente US N° 2.874.063, cujadescrição está aqui incorporada por referência em sua totalidade. Este mé-todo implica no transporte de um material revelador contendo toner da pre-sente descrição e partículas carreadoras magnéticas por um ímã. O campomagnético do ímã causa o alinhamento dos veículos magnéticos em umaconfiguração tipo pincel, e este "pincel magnético" é colocado em contatocom a superfície que porta a imagem eletrostática do fotorreceptor. As partí-cuias de toner são passadas do pincel para a imagem eletrostática atravésde atração eletrostática às áreas descarregadas do fotorreceptor, e resultana revelação da imagem. Em modalidades, o processo de pincel magnéticocondutor é usado, em que o revelador compreende partículas carreadorascondutoras e é capaz de conduzir uma corrente elétrica entre o ímã polari-zado através das partículas carreadoras para o fotorreceptor.
Formação de Imagem
Métodos de formação de imagem também estão vislumbradoscom os toners descritos aqui. Tais métodos incluem, por exemplo, algumasdas patentes mencionadas acima e Patentes US N°sA265,990: 4.858.884:4.584.253 e 4.563.408, cuja descrição de cada uma está aqui incorporadapor referência em sua totalidade. O processo de formação de imagem incluia geração de uma imagem em um aparelho de identificação de caráter deimagem magnético de impressão eletrônica e, depois disso, a revelação daimagem com uma composição de toner da presente descrição. A formação erevelação de imagens sobre a superfície de materiais fotocondutores pormeio eletrostático estão dentro do alcance daqueles versados na técnica. Oprocesso xerográfico básico envolve colocar uma carga eletrostática unifor-me sobre uma camada isolante fotocondutora, expor a camada a uma ima-gem de luz e sombra para dissipar a carga sobre as áreas da camada ex-postas à luz, e revelar a imagem eletrostática latente resultante por deposi-ção sobre a imagem de um material eletroscópico finamente dividido, porexemplo, toner. O toner será normalmente atraído para aquelas áreas dacamada que retêm uma carga, desse modo formando uma imagem de tonerque corresponde à imagem eletrostática latente. Esta imagem de pó podeentão ser transferida para uma superfície de apoio, tal como papel. A ima-gem transferida pode subseqüentemente ser permanentemente fixa à super-fície de apoio por calor. Em vez da formação de imagem latente uniforme-mente carregando a camada fotocondutora então expondo a camada a umaimagem de luz e sombra, a mesma pode formar a imagem latente direta-mente carregando a camada em configuração de imagem. Depois disso, aimagem de pó pode ser fixada à camada fotocondutora, eliminando a trans-ferência de imagem de pó. Outros meios de fixação adequados, tal comotratamento por solvente ou sobre revestimento, podem substituir a etapa defixação por calor acima mencionada.
Os exemplos a seguir estão sendo apresentados para ilustrarmodalidades da presente descrição. Estes exemplos se destinam a ser ape-nas ilustrativos e não se destinam a limitar o escopo da presente descrição.
Ainda, partes e porcentagens são por peso, a menos que de outro modo in-dicado. Como usado aqui, "temperatura ambiente" se refere a uma tempera-tura de cerca de 20 °C a cerca de 25 °C.
EXEMPLOS
Exemplos 1-8
Preparação de resina de látex A. Uma emulsão de látex incluin-do partículas de polímero geradas a partir da polimerização de emulsão deestireno, acrilato de n-butila e B-CEA foi preparada conforme a seguir. Umtensoativo que tem cerca de 605 gramas de um dissulfonato de oxido dealquildifenila (tensoativo aniônico) (comercialmente disponível como DOW-FAX® 2A1) e cerca de 387 kg de água deionizada foi preparado através damistura por cerca de 10 minutos em um tanque de armazenamento de açoinoxidável. O tanque de armazenamento foi então purgado com nitrogêniopor cerca de 5 minutos antes da transferência a um reator. O reator foi entãocontinuamente purgado com nitrogênio enquanto é agitado a cerca de100RPM. O reator foi então aquecido a uma proporção de tara controladapara cerca de 80 °C, e mantido assim. De modo separado, cerca de 6,1 kgde iniciador de persulfato de amônio foram dissolvidos em cerca de 30,2 kgde água deionizada.
A emulsão de monômero foi separadamente preparada da ma-neira a seguir. Cerca de 311,4 kg de estireno, cerca de 95,6 kg de acrilato debutila, cerca de 12,21 kg de (3-CEA, cerca de 2,88 kg de 1-dodecanotiol, cer-ca de 1,42 kg de dicrilato de dodecanotiol (ADOD), cerca de 8,04 kg deDOWFAX 2A1 (tensoativo aniônico) e cerca de 193 kg de água deionizadaforam misturados para formar uma emulsão. Cerca de 1 % da emulsão acimafoi então lentamente alimentado a um reator contendo a fase aquosa de ten-soativo a cerca de 80 °C para formar partículas de semente, enquanto épurgado com nitrogênio. A solução iniciadora foi então lentamente carregadaao reator e após cerca de 10 minutos o resto da emulsão foi continuamentealimentado usando uma bomba dosadora a uma proporção de cerca de0,5%/min. Uma vez que toda a emulsão de monômero foi carregada ao rea-tor principal, a temperatura foi mantida a cerca de 80 °C por 2 horas adicio-nais para completar a reação. Resfriamento completo foi então aplicado e atemperatura de reação foi reduzida para cerca de 35 °C. O produto foi cole-tado em um tanque de armazenamento. Após secagem do látex, as proprie-dadesmoleculares eram: Pm foi de cerca de 35,419^ Mn foi de cerca de11,354 e a Tg de início foi de cerca de 51 °C.
Preparação da resina de látex B. Uma emulsão de látex incluin-do partículas de polímero geradas a partir da polimerização de emulsão deestireno, acrilato de n-butila e p-CEA foi preparada conforme a seguir. Umasolução de tensoativo incluindo cerca de 605 gramas de DOWFAX 2A1 (e-mulsificante aniônico) e cerca de 387 kg de água deionizada foi preparadaatravés de mistura por cerca de 10 minutos em um tanque de armazena-mento de aço inoxidável. O tanque de armazenamento foi então purgadocom nitrogênio por cerca de 5 minutos antes da transferência para um rea-tor. O reator foi então continuamente purgado com nitrogênio enquanto éagitado a cerca de 100 RPM. O reator foi então aquecido a uma tara contro-lada para cerca de 80 °C, e mantido assim. De modo separado, cerca de 6,1kg de iniciador de persulfato de amônio foram dissolvidos em cerca de 30,2kg de água deionizada.
A emulsão de monômero foi separadamente preparada da se-guinte maneira: cerca de 332,5 kg de estireno, cerca de 74,5 kg de acrilatode butila, cerca de 12,21 kg de 8-CEA, cerca de 2,88 kg de 1-dodecanotiol,cerca de 1,42 kg de diacrilato de dodecanotiol (ADOD), cerca de 8,04 kg deDOWFAX 2A1 (tensoativo aniônico) e cerca de 193 kg de água deionizadaforam misturados para formar uma emulsão. Cerca de 1% da emulsão acimafoi então lentamente alimentado ao reator contendo a fase aquosa de tenso-ativo a cerca de 80 °C para formar partícula de semente, enquanto é purga-do com nitrogênio. A solução iniciadora foi então lentamente carregada aoreator e após cerca de 10 minutos o resto da emulsão foi continuamente ali-mentado usando uma bomba dosadora a uma proporção de cerca de0,5%/min. Uma vez que tosa a emulsão de monômero foi carregada ao rea-tor principal, a temperatura foi mantida a cerca de 80 °C por duas horas adi-cionais para completar a reação. Resfriamento total foi então aplicado e atemperatura do reator foi reduzida para cerca de 35 °C. O produto foi coleta-do em um tanque de armazenamento. Após secagem do látex, as proprie-dades moleculares eram Pm de cerca de 33.700, Mn de cerca de 10,900 e aTg de início era de cerca de-58,-6—G-.
Cerca de 272 gramas (para Exemplos 7 - 8, cerca de 215,2 gra-mas) de látex A tendo uma temperatura de transição vítrea (Tg) de cerca de51 °C, uma carga de sólidos de cerca de 41,99 % por peso e cerca de 69,5gramas de emulsão de cera POLYWAX 725 (uma cera de polietileno comer-cialmente disponível pela Baker Petrolite) tendo uma carga de sólidos decerca de 29,22 % por peso foram adicionados a cerca de 543 gramas deágua deionizada em um recipiente e agitados usando um homogeneizadorIKA Ultra Turrax T50 que opera a cerca de 4.000 rpm. Depois disso, cercade 85,7 (para Exemplos 7 - 8, cerca de 116,24 gramas), gramas de uma dis-persão de pigmento laranja, P034, comercialmente disponível pela SunChemical, tendo uma carga de sólidos de cerca de 21,47 % por peso segui-da por adição gota a gota de cerca de 32,4 gramas de uma mistura floculen-ta contendo cerca de 3,24 gramas de cloreto de polialumínio e cerca de29,16 gramas de solução de ácido nítrico a cerca de 0,02 molar. Na medidaem que a mistura floculenta era adicionada gota a gota, a velocidade do ho-mogeneizador foi aumentada para cerca de 5.200 rpm e homogeneizada por5 minutos adicionais. Depois disso, a mistura foi aquecida a cerca de 1 °Cpor minuto para uma temperatura de cerca de 49 °C e mantida assim por umperíodo de cerca de 1,5 hora a cerca de 2 horas, resultando em um diâmetrode partícula médio de volume de cerca de 5 mícrons, como medido com umContador Coulter. Durante o período de aquecimento, o agitador foi execu-tado a cerca de 250 rpm por cerca de 10 minutos. Depois que a temperaturade ajuste de cerca de 49 °C foi alcançada, a velocidade do agitador foi redu-zida para cerca de 220 rpm.
Adicionalmente, cerca de 118 gramas de látex B de Tg de 58,6°C foram adicionados à mistura do reator e deixados agregar por um períodoadicional de cerca de 30 minutos a cerca de 49 °C, resultando em uma diâ-metro de partícula médio de volume de cerca de 5,7 mícrons. Neste ponto, opH foi aumentado para cerca de 4 usando uma solução de NaOH a 4% ecerca de 4,34 gramas de solução de EDTA VERSENE 100 tendo uma cargade sólidos de cerca de 39%, que foi adicionada à mistura resultando em umpH de cerca de 5,4.
Depois disso, a mistura do reator foi aquecida a cerca de 1 °Cpor minuto para uma temperatura de cerca de 95 °C. Após isso, o pH foi a-justado e uma quantidade prescrita de pó de malha de cobre -200, comerci-almente disponível pela Sigma Aldrich, foi adicionada ao reator (para Exem-plo 7, uma quantidade prescrita de Cu(N03)2 foi adicionada ao reator e, paraExemplo 8, uma quantidade prescrita de Fe(N03>3 foi adicionada ao reator).O pH e cobre estão descritos na Tabela 1 abaixo, e a mistura do reator foisuavemente agitada a 95 °C para deixar as partículas coalescerem e esfe-roidizarem. O aquecedor do reator foi então desligado e a mistura do reatorfoi coletada rápido através do uso de um trocador de calor.
Seis exemplos, Exemplos 1 - 6, foram preparados seguindo osprocedimentos acima; leves modificações notadas acima foram feitas para asíntese dos Exemplos 7 - 8.
Exemplos Comparativos 1-2
Dois exemplos comparativos, que não utilizaram o pó de metalconforme descrito acima nos Exemplos 1-8, também foram preparados.Exemplo Comparativo 1 foi uma escala de 20 litros seguindo a mesma sínte-se descrita acima para Exemplos 1 - 6. Exemplo Comparativo 2 usou umaformulação similar; entretanto o pH da coalescência foi diminuído para 3, omenor pH possível sem deixar o reator com incrustação e com formação deaspereza. Detalhes dos toners produzidos nos Exemplos 1 - 8 e ExemplosComparativos 1-2 estão demonstrados na Tabela 1.Tabela 1
<table>table see original document page 32</column></row><table>Propriedades adicionais de toner estão mostradas na Tabela 2abaixo. D50 é o diâmetro de partícula médio de volume, como determinadocom um Coulter Multisizer (fabricado por Coulter Electronics, Inc. e GSDv/né a proporção de Distribuição de Tamanho Geométrico Médio de Volume(GSDv) para Distribuição de Tamanho Geométrico Médio de Número(GSDn), como determinado com um Coulter Multisizer (fabricado por CoulterElectronics, Inc. ICP é a quantidade de cobre (Cu), sódio (Na) ou alumínio(Al) encontrada nas partículas de toner, como determinado por Espectrosco-pia de Emissão por Plasma Indutivamente Acoplado (ICP).Tabela 2. Propriedades de Toner
<table>table see original document page 34</column></row><table>Como pode ser visto a partir dos dados demonstrados na Tabela1, a adição de pó de cobre, nitrato de cobre (II) ou nitrato de ferro (III) ao rea-tor no começo da coalescência resultou em toner que tem circularidade mui-to alta em comparação a toners com nenhum cobre presente. Todos tonerstendo cobre adicionado tiveram uma circularidade de pelo menos 0,96. OExemplo Comparativo 1 foi uma escala de laranja de 75,7 litros (20 galões)tendo uma circularidade final de cerca de 0,937. O Exemplo Comparativo 2,executado no pH baixo de 3, teve uma circularidade de apenas 0,938. Ficaclaro a partir dos dados que, sem pó de cobre adicionado no começo dacoalescência, a circularidade não estaria dentro das especificações. O maisnotável foi que apenas 0,1% do pó de metal foi necessário para obter o im-pacto sobre a coalescência.
A quantidade de cobre remanescente nas partículas de toner foimedida usando Espectroscopia de Emissão por Plasma Indutivamente Aco-piado (ICP). A Figura 1 mostra um gráfico de cobre adicionado por peso detoner versus o cobre retido no toner final, como medido usando ICP. A Figu-ra 1 mostra que muito pouco cobre foi retido no toner final. De fato, como aTabela 1 sugere, 0,1 % de cobre foi suficiente para coalescer as partículascom êxito. ICP mostrou que o toner resultante apenas continha cerca de 29ppm de cobre no toner.
A carga principal para as partículas de toner foi determinada porespectrografia de carga (CSG) e os resultados estão demonstrados na Figu-ra 2, comparando Exemplos 1 - 5 e Exemplo Comparativo 1. (Q/D é a distri-buição de carga média de toner, em que Q éa carga na partícula de toner, eD é o diâmetro da partícula (em mm).) Os dados mostram que a carga debancada principal não foi afetada pela adição de cobre ao processo. De fato,a carga da Zona A aumentou levemente com um aumento na quantidade decobre adicionado.
Os dados de carga da máquina foram obtidos por espectrografiade carga (CSG). Cada amostra de toner foi combinada em um moinho deamostra por cerca de 30 segundos a cerca de 15000 rpm. Amostras revela-doras foram preparadas com cerca de 0,5 gramas da amostra de toner ecerca de 10 gramas do veículo. Um par de amostra reveladora duplicada foipreparado conforme acima para cada toner que foi avaliado. Um reveladordo par foi condicionado de um dia para o outro na zona A (28 °C / 85% deumidade relativa (UR)), e o outro foi condicionado de um dia para o outro nacâmara ambiental da zona C (10 °C / 15% de UR). No dia seguinte, as a-mostras reveladoras foram seladas e agitadas por cerca de 2 minutos e de-pois cerca de 58 minutos usando um misturador Turbula. Após cerca de 2minutos e cerca de 58 minutos de mistura, a tribocarga de toner foi medidausando um espectrógrafo de carga que usa um campo de 100 V/cm. A cargade toner (Q/D) foi visualmente medida como o ponto médio da distribuiçãode carga de toner. (Os resultados mostram a carga em milímetro de deslo-camento a partir da linha zero.) Após uma hora de mistura, 0,5 grama adi-cional de amostra de toner foi adicionado ao revelador já carregado, e mistu-rado por mais 15 segundos, onde um deslocamento Q/D foi novamente me-dido, e então misturado por mais 45 segundos (total de cerca de 1 minuto demistura), e novamente um deslocamento Q/D foi medido. Os resultados es-tão demonstrados na Figura 3, comparando o toner em escala do ExemploComparativo 1 (Figura 3) com os toners do Exemplo 1 (0,1% de Cu adicio-nado, Figura 3B) e Exemplo 5 (1% de Cu adicionado, Figura 3C). Nas figu-ras, a abscissa representa deslocamento de carga em milímetros, e a orde-nada representa tempo de mistura em minutos. Os dados da Figura 3 de-monstram que o uso de cobre não teve nenhum impacto sobre a carga damáquina.
A resistividadee perda dielétrica dos toners dos Exemplos 1, 3 e5, assim como Exemplo Comparativo 1, foram obtidas primeiro criando umpélete de toner em ajuste personalizado. A amostra de toner foi colocada emum molde carregado por mola que tem um diâmetro de 5,1 cm (2 polegadas)e pressionada por um embolo aterrado por precisão a cerca de 2000 psi porcerca de 2 minutos. Enquanto mantém contato com o embolo (que agiu co-mo um eletrodo), o pélete foi então forçada para fora do molde sobre umapoio carregado por mola, que manteve o pélete sob pressão e também agiucomo o eletrodo contador. Usando um HP4263B LCR Meter através de ca-bos BNC blindados de 1 metro, dielétrico e perda dielétrica foram determina-dos medindo-se a capacitância (Cp) e o fator de perda (D) a 100 KHz de fre-qüência e 1 VAC. A resistividade do pélete foi determinada medindo-se aresistência usando um HO High Resistence Meter. Os resultados estão re-sumidos na Tabela 3 abaixo. Como a Tabela 3 mostra, não houve efeito decobre sobre a resistividade ou perda elétrica.
Tabela 3
<table>table see original document page 37</column></row><table>
Altas cargas de pigmento. A figura 4 é um gráfico de DeltaE2000VERSUS Massa Transferida por Área (TMA) para toners dos Exemplos 1 e5. Os dados foram obtidos com um método de teste-padrão usando um es-pectrofotômetro Spectrolino da MacBeth Gretag (0/45 geometria, com modode medição de refletância, fonte de luz D50, observador 2 graus, abertura de4,5 mm, sem filtro no lugar, Densidade-Padrão: ANSI A, base branca: Abs).
Os toners dos Exemplos tentaram alcançar um deltaE2000 < 2 a uma TMAde 0,45. A Figura 4 mostra que uma carga de pigmento de cerca de 9,38 porcento em peso era muito baixa, quando o deltaE era > 2. Foi calculado queuma carga de pigmento de cerca de 12,72% era necessária para conseguirum Pantonlecorrespondente a Laranja. Este toner foi preparado conforme oExemplo 6 na Tabela 1. Este toner foi preparado usando apenas 0,1% porpeso de cobre adicionado no começo da coalescência e a circularidade re-sultante foi 0,963 após apenas 2,5 horas de coalescência a um pH de cercade 4 e uma temperatura de cerca de 95 °C. Esta circularidade podia não tersido alcançável sem o uso de um pó de metal. A cor resultante foi medida eos resultados estão demonstrados na Figura 4. Verificou-se que o delta-E2000 era < 1.
Por fim, a Figura 5 mostra a carga de bancada principal do toneraltamente pigmentado no Exemplo 6, como determinada pelo espectrógrafode carga (CSG). Foi verificado que o alto carregamento de pigmento laranjanão teve impacto detrimental sobre a carga, devido, pelo menos em parte,ao fato de que as partículas de toner resultantes eram altamente esféricas.
Será apreciado que várias das características e funções acimadescritas e outras, ou alternativas das mesmas, podem ser desejavelmentecombinadas de muitos outros sistemas e aplicações diferentes. Também,que várias alternativas, modificações, variações ou aperfeiçoamentos atual-mente imprevistos ou não antecipados aqui podem ser subseqüentementefeitos por aqueles versados na técnica, os quais também se destinam a esta-rem abrangidos pelas reivindicações a seguir. A menos que especificamentedefinidos em uma reivindicação, etapas ou componentes de reivindicaçõesnão devem estar implícitos ou importados do relatório descritivo ou quais-quer outras reivindicações quanto à ordem, número, posição, tamanho, for-ma, ângulo, cor ou material particulares.

Claims (5)

1. Processo compreendendo:colocar pelo menos uma resina em contato com pelo menos umcorante, pelo menos um tensoativo e uma cera opcional para formar umaemulsão que possui partículas pequenas;agregar as partículas pequenas;adicionar um sal de metal selecionado a partir do grupo queconsiste em cobre, ferro e ligas dos mesmos às partículas pequenas;coalescer as partículas agregadas para formar partículas de toner; erecuperar as partículas de toner.
2. Processo, de acordo com a reivindicação 1, em que o sal demetal é selecionado a partir do grupo que consiste em nitrato de cobre II enitrato de ferro.
3. Processo compreendendo:colocar pelo menos uma resina em contato com pelo menos umcorante, pelo menos um tensoativo, uma cera opcional e um estabilizadoropcional da fórmula (I) a seguir:<formula>formula see original document page 39</formula>em que Ri é hidrogênio ou um grupo metila, R2 e R3 são independentementeselecionados a partir de^grupos alquila contendo de cerca de 1 a cerca de 12átomos de carbono ou um grupo fenila, e n é de cerca de 0 a cerca de 20,para formar uma emulsão que possui pequenas partículas;agregar as partículas pequenas;adicionar às partículas pequenas um sal de metal incluindo ummetal selecionado a partir do grupo que consiste em cobre, ferro e ligas dosmesmos, e um sal selecionado a partir do grupo que consiste em nitratos,sulfatos, haletos, acetatos, fosfatos, óxidos, hidróxidos, carbonates e combi-nações dos mesmos;coalescer as partículas agregadas para formar partículas de to-ner; erecuperar as partículas de toner.
4.
Processo compreendendo:colocar pelo menos uma resina em contato com pelo menos umtensoativo, uma cera opcional, pelo menos um corante e um estabilizanteselecionado a partir do grupo que consiste em beta acritalo de carboxietila(P-CEA), acrilato de poli(2-carboxietila), metacrilato de 2-carboxietila e com-binações dos mesmos, para formar uma emulsão que possui pequenas par-tículas;agregar as pequenas partículas;adicionar às pequenas partículas um metal selecionado a partirdo grupo que consiste em cobre, ferro e ligas dos mesmos e um sal selecio-nado a partir do grupo que consiste em nitratos, sulfates, haletos, acetatos,fosfates, óxidos, hidróxidos, carbonates e combinações dos mesmos;coalescer as partículas agregadas para formar partículas de to-ner por um período de tempo de cerca de 0,5 hora a cerca de 12 horas; erecuperar as partículas de toner,em que o corante compreende tinturas, pigmentos, combinaçõesde tinturas, combinações de pigmentos e combinações de tinturas e pigmen-tos, em uma quantidade de cerca de 8 a cerca de 40 por cento em peso detoner, e em que as partículas de toner têm uma circularidade de cerca de-0,95 a cerca de 0,998.
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