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BRPI0812974B1 - processo para moldagem de uma chapa de vidro quente - Google Patents

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BRPI0812974B1
BRPI0812974B1 BRPI0812974A BRPI0812974A BRPI0812974B1 BR PI0812974 B1 BRPI0812974 B1 BR PI0812974B1 BR PI0812974 A BRPI0812974 A BR PI0812974A BR PI0812974 A BRPI0812974 A BR PI0812974A BR PI0812974 B1 BRPI0812974 B1 BR PI0812974B1
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BR
Brazil
Prior art keywords
molding
glass sheet
male mold
mold
glass plate
Prior art date
Application number
BRPI0812974A
Other languages
English (en)
Inventor
P Lubelski Daniel
J Boisselle Robert
G Kleman Thomas
Original Assignee
Pilkington North America Inc
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Pilkington North America Inc filed Critical Pilkington North America Inc
Publication of BRPI0812974A2 publication Critical patent/BRPI0812974A2/pt
Publication of BRPI0812974B1 publication Critical patent/BRPI0812974B1/pt

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    • C03B23/02Re-forming glass sheets
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  • Chemical & Material Sciences (AREA)
  • Engineering & Computer Science (AREA)
  • Materials Engineering (AREA)
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  • Re-Forming, After-Treatment, Cutting And Transporting Of Glass Products (AREA)

Abstract

processo para moldagem de uma chapa de vidro quente uma linha de encurvamento de vidro para configurar rapidamente uma chapa de vidro com encurvamento complexo é provido que inclui movimentar um molde fêmea do tipo anel, que tem uma chapa de vidro quente colocado por sobre ele, e um molde macho de face completa aquecida, em direção um contra o outro. quando da produção do contato de moldagem entre a chapa de vidro e o molde macho, um vácuo é aplicado através de orifícios que se estendem através do molde macho, por um tempo suficiente para configurar a chapa de vidro a uma forma desejada. quando a chapa de vidro estiver configurada, o vácuo é interrompido e ar pressurizado é conectado aos orifícios para liberar do molde macho a chapa de vidro encurvado. a chapa de vidro encurvado é em seguida rapidamente transportada a uma estação de resfriamento ou a uma estação de recozimento sobre um dispositivo contínuo de transporte. portanto, chapa de vidro encurvado em configurações complexas é conseguido sem o uso de um anel de transferência.

Description

PROCESSO PARA MOLDAGEM DE UMA CHAPA DE VIDRO QUENTE
Campo da Invenção
A presente invenção está relacionada a encurvamento por prensagem de chapas de vidro quente.
Fundamentos da Invenção
Existem vários processos de encurvamento por prensagem para a formação de placas de placas de vidro curvos, particularmente envidraçamento para uso automotivo, onde esses processos funcionam de maneira diferente e os guais produzem chapas de vidro encurvado de diferentes graus de complexidade de forma e de complexidade associados com os tipos de encurvamento.
Os primeiros processos de encurvamento por prensagem (ver, por exemplo, Fig. 1. que é similar à Patente norte americana U.S. No. 4.043.782 para Bamford et al., que é aqui incorporada por referência) , incluem tipicamente o encurvamento de uma chapa de vidro quente posicionada entre um molde macho não aquecido e um molde fêmea em tempos de ciclo relativamente curtos. Quando de sua liberação dos moldes machos e fêmeas, o envidraçamento é removido por meio de roletes de transferência para uma etapa subsequente do processo, por exemplo, têmpera ou recozimento de vidro, que normalmente utiliza gases refrigerantes.
Processos posteriores de encurvamento por prensagem (ver, por exemplo, Figs. 2-3 que são semelhantes à Patente norte americana U.S. No. 5.735.922 para Woodward et al., a qual é aqui incorporada por referência), incluem muitas vezes o encurvamento de uma placa de vidro quente entre um molde macho aquecido e um molde fêmea tipo anel, onde um vácuo pode ser puxado nos orifícios e/ou sulcos (ver, por exemplo, Pedido de Publicação de Patente norte americana US. No. 2005/0061034 para Boisselle et al. que é aqui incorporada por referência), os quais estão dispostos ao longo da extensão/sobre o molde macho, puxar a chapa de vidro quente do molde macho aquecido.
Em seguida, o vácuo pressão positiva é soprado nos
Um tal vácuo é utilizado para até uma superfície de moldagem é terminado quando o ar sob orifícios, a fim de liberar um envidraçamento moldado do liberação do molde macho, o de um anel mecânico de molde macho. Quando de sua envidraçamento é movido por meio transferência para uma etapa subsequente do processo, por exemplo, têmpera do vidro (ver, por exemplo, Figs. 2-3 e Woodward).
Em comparação, os processos de encurvamento por prensagem como o de Bamford têm sido até agora limitados quanto ao grau de complexidade de forma e de complexidade associadas com os tipos de encurvamentos dos quais esses processos são capazes. Por outro lado, os processos de encurvamento por prensagem como o de
Woodward são capazes de formar placas de vidros curvos mais complexas tais como de pára-brisas e algumas lanternas.
Como desvantagem, todavia, os processos de encurvamento por prensagem, como os divulgados por
Woodward, requerem maior tempo de ciclo que os processos de encurvamento por prensagem, como os divulgados por Bamford, e portanto, os processos, como os divulgados por
Woodward, normalmente resultam em maiores custos de produção.
Recentemente, no entanto, a indústria automotiva tem sido cada vez mais exigida no sentido a formas mais complexas e tipos complexos de encurvamentos para os envidraçamentos para uso automotivo, ao mesmo tempo em que espera aprimorada qualidade ótica, repetibilidade de moldagem, e reduzidos custos de produto acabado.
O que se busca é um processo de encurvamento por prensagem, que reduza o tempo de ciclo (portanto, reduzindo os custos) necessário para produzir envidraçamentos de uso automotivo com tipos mais complexos de curvas, como párabrisas, vidros laterais e lanternas, similares àquelas formadas nos processos de encurvamento por prensagem, como os divulgados em Woodward, ao mesmo tempo em que apresente alta qualidade ótica e repetibilidade de moldagem.
Sumário da Invenção
Um processo para moldar uma chapa de vidro quente compreende fornecer um molde macho com face totalmente aquecida possuindo uma superfície de moldagem, que inclui um ou mais orifícios através dele, e prover um molde fêmea do tipo anel por debaixo e em alinhamento com o molde macho aquecido. Além disso, o processo compreende o posicionamento de uma chapa de vidro quente no molde fêmea e compelir o molde macho e fêmea um contra o outro para colocar a chapa de vidro quente em contato de moldagem com a superfície de moldagem do molde macho aquecido.
Além disso, o processo compreende conectar pelo menos um ou mais orifícios na superfície de moldagem do molde macho a uma fonte de pressão negativa, puxando desse modo a chapa de vidro para a superfície do molde macho, e mantendo a conexão com a fonte de pressão negativa por um tempo suficiente para configurar a chapa de vidro quente a uma forma desejada. O processo adicionalmente compreende finalizar a conexão à fonte de pressão negativa, conectando pelo menos um ou mais orifícios na superfície de moldagem do molde macho a uma fonte de pressão positiva para liberar do molde macho a chapa de vidro encurvado, afastando um do outro o molde macho e o molde fêmea, e permitindo que a chapa de vidro encurvado repousar em um dispositivo contínuo de transporte, e a chapa de vidro encurvado ser transferida dos moldes em um dispositivo contínuo de transporte.
Este processo é realizado sem a utilização de um anel de transferência, melhorando assim significativamente os ciclos de tempo de moldagem do vidro e ainda proporcionando uma chapa de vidro encurvado com alta qualidade ótica que possui aprimorada repetibilidade de forma.
Vantagens adicionais da presente invenção serão evidentes a partir da descrição apresentada adiante e das reivindicações anexas, sendo feitas referência aos desenhos que acompanham que fazem parte de uma especificação, em que caracteres de referência iguais designam partes correspondentes das diversas vistas.
Breve Descrição dos Desenhos
A Figura 1 é uma vista esquemática plana de uma linha de encurvamento por prensagem de acordo com a técnica já existente similar a Bamford;
A Figura 2 é uma vista esquemática plana de uma linha de encurvamento por prensagem, em conformidade com a técnica já existente similar à Woodward;
A Figura 3 é uma vista esquemática plana de uma linha de encurvamento por prensagem da técnica já existente da figura 2 que mostra um anel de transferência que recebeu uma chapa de vidro encurvado proveniente de um molde macho;
A Figura 4 é uma linha de encurvamento por prensagem, de acordo com a presente invenção;
A Figura 5 é um gráfico do desvio padrão
bidimensional de chapas de vidro produzidas de acordo com a
técnica já existente de acordo com Bamford; e
A Figura 6 é um gráfico do desvio padrão
tridimensional de chapas de vidro produzidos de acordo com a presente invenção.
Descrição Detalhada da Invenção
É para ser entendido que os desenhos de patentes não se destinam a definir proporções precisas dos elementos da invenção, mas que os desenhos patentes são pretendidos a serem utilizados em conjunto com o restante da especificação.
A menos que expressamente especificado ao contrário, deve-se entender também que as diferenças ilustradas entre os diversos elementos da invenção, que podem estar em frações de uma unidade de medição, não são pretendidas a serem utilizadas para medir precisamente as diferenças entre os vários elementos.
A Figura 1 é uma ilustração de linha de encurvamento de vidro por prensagem da técnica já existente 10 que é semelhante ao descrito em Bamford, onde um forno de préaquecimento 11 aquece chapas de vidro
12, as quais são transportadas sobre roletes de forno
13, numa direção mostrada pela seta no forno 11. Quando a chapa de vidro quente 12 sai do forno de pré-aquecimento 11, a chapa de vidro quente 12 é transportada em um dispositivo contínuo de transporte 14 (por exemplo, correias transportadoras, roletes planos, roletes de contorno, roletes planos-a-contornos, ou diversas combinações dos mesmos) para dentro de uma estação de encurvamento por prensagem 15, onde a chapa de vidro de 12 é colocada em um molde fêmea 16. O molde fêmea 16, que pode ser um molde do tipo de face completa ou um molde do tipo anel, é mostrado na Figura 1 estar em um alinhamento vertical com o molde macho 17 que está não aquecido.
Na estação de encurvamento por prensagem 15, a chapa de vidro quente 12 é posta em contato íntimo com o molde macho 17, mediante movimentar o molde fêmea 16 até o molde macho 17, até que a chapa de vidro quente 12 seja moldada na forma de uma chapa de vidro encurvado 18 (por exemplo, uma lanterna lateral ou traseira de uso automotivo). Durante a formação, ambos os moldes 16, 17 permanecem em contato íntimo com a chapa de vidro de 12.
Em seguida da sua configuração pelos dois membros do molde 16, 17, a chapa de vidro encurvado 18 é baixada pelo molde fêmea 16 até o dispositivo contínuo de transporte 14 (que também pode ser, por exemplo, descrito como roletes de têmpera ou roletes recozidos), onde a chapa de vidro encurvado 18 é transportada até uma subsequente estação de processamento 19, por exemplo, uma estação de resfriamento por ar ou uma estação de recozimento. Como ilustrado na figura 1, a estação de processamento de 19 utiliza ar frio 5 sob pressão positiva (como indicado pelas setas acima e abaixo direcionadas para a chapa de vidro encurvado 18 dentro da estação de processamento de 19) sobre a chapa de vidro encurvado 18, de modo a, por exemplo, endurecer termicamente forma da chapa de vidro encurvado 18 que é transportada 10 através da estação de processamento 19. Todavia, a linha de
encurvamento por prensagem 10 produz chapas de vidro
encurvado 18 < que, normalmente , não possuem um alto grau de
complexidade de forma com tipos mais complexos de
encurvamentos .
Quando do término do endurecimento térmico da forma
da chapa de vidro encurvado 18 na estação de processamento de
19, a chapa de vidro encurvado 18 é transportada em roletes de remoção 31 na direção das setas que apontam para a direita acima dos roletes toes para a direita acima de 31 roletes, 20 na saída da estação de processamento 19, como também ilustrado na fig. 1.
É usual que a linha de encurvamento por prensagem 10 forme a chapa de vidro encurvado 18 de forma relativamente rápida e a chapa de vidro encurvado 18 continuar a alterar a sua forma à medida que a chapa de vidro curvado 18 é transportada para e através da estação de processamento 19. Como resultado, a linha de encurvamento por prensagem 10 produz chapas de vidro encurvados 18 que não podem atingir um nível tão elevado de qualidade ótica e/ou repetibilidade de forma como os outros processos de moldagem de vidro.
A Figura 2 é uma ilustração de uma linha de encurvamento por prensagem da técnica já existente 20 que é semelhante ao descrito em Woodward, onde o forno de préaquecimento 11 aquece a chapa de vidro de 12 e transporta a chapa de vidro quente 12 sobre os roletes de forno 13 (na mesma forma como a linha de encurvamento por prensagem 10), na direção indicada pela seta apontando para direita no forno
11. Quando a chapa de vidro quente 12 sai do forno de préaquecimento 11, a chapa de vidro quente 12 é transportada para o dispositivo contínuo de transporte 14, de modo muito parecido como a linha de encurvamento por prensagem 10, e para dentro de uma estação de encurvamento por prensagem 21. Na estação de encurvamento por prensagem 21, a chapa de vidro quente 12 é colocada um molde fêmea tipo anel 22, que está mostrado em alinhamento vertical com um molde macho aquecido de face completa 23.
Além disso, a chapa de vidro quente 12 é tipicamente colocada em contato de moldagem com o molde macho 23 por meio do molde fêmea 22 sendo movida até o molde macho 23. Quando da realização do contato inicial de moldagem entre a chapa de vidro quente 12 e o molde macho 23, um vácuo é aplicado através de orifícios de vácuo 24, que se estendem desde a superfície de moldagem do molde através do molde macho 23, e/ou pelo menos um sulco periférico de vácuo 25 que está disposto na superfície de moldagem 26 do molde macho 23 (ver, por exemplo, Boisselle). Os orifícios de vácuo 24 e os sulcos de vácuo 25 estão conectados a uma fonte de pressão negativa (isto é, fonte de vácuo, não é mostrado, mas comum na arte) .
Como resultado do vácuo, a chapa de vidro quente 12 é puxada em contato íntimo com a superfície de moldagem 26 do molde macho aquecido 23, conforme ilustrado na figura 2, e em seguida o molde fêmea 22 é separado mediante seu afastamento por abaixamento a partir do molde macho 23, onde a chapa de vidro quente 12 permanece aderida ao molde macho aquecido 23. Quando da formação de uma chapa de vidro encurvado 27, uma separação 28 é levantada (como mostrado pela seta para cima, acima da separação levantada 28 na Figura 3), e um anel de transferência 29 (que não é considerado um dispositivo contínuo de transporte, como o dispositivo contínuo de transporte 14) é movido para uma posição abaixo (como mostra a seta apontando para a esquerda numa estação de processamento de 30, conforme ilustrado na fig. 3) da chapa de vidro encurvado 27, ao mesmo tempo em que a chapa de vidro encurvado 27 permanece em íntima conformidade com o molde macho 23. Em seguida, o molde macho 23, com a chapa de vidro encurvado em anexo 27, é baixado no sentido do anel de transferência 29, onde o vácuo é liberado nos orifícios 24 e o sulco 25, e em seguida, tipicamente, o ar proveniente de uma fonte de pressão positiva (não mostrado, mas comum na técnica) é conectado aos orifícios 24, liberando desse modo a chapa de vidro encurvado 27 da superfície de moldagem do molde macho 26 e dispondo a chapa de vidro encurvado 27 por sobre o anel de transporte 29 (ver, por exemplo, Woodward).
A Figura 3 é uma ilustração da técnica já existente, em um momento no tempo na linha de encurvamento por prensagem 20 da figura 2, que mostra a separação 28 numa posição vertical e o anel de transferência 29 tendo se movido para uma posição que está abaixo do molde macho 23, mas acima do molde fêmea 22, onde a chapa de vidro na forma encurvada 27 foi liberada do molde macho 23 e disposta por sobre o anel de transporte 29. Consequentemente, o molde macho 23 está em processo de voltar à sua posição de moldagem (como mostrado pela seta para cima, acima do molde macho 23).
Embora não mostrado, o anel de transferência 29 com a chapa de vidro encurvado 27 disposta por sobre ele é em seguida movimentado para uma posição dentro da estação de
processamento 30. Portanto, a estação de processamento de 30
circula o ar frio ao redor da chapa de vidro encurvado 27 , a
fim de endurecer termicamente a forma da chapa de vidro
encurvado 27 . A estação de processamento de 30 pode ser, por
exemplo, uma estação de resfriamento ou uma estação de
recozimento.
Desse modo, a estação de tratamento térmico de define a forma da chapa de vidro encurvado 27, cooperando com o anel de transferência 29. A fim de obter uma forma mais precisamente definida para a chapa de vidro encurvado 27, o resfriamento da chapa de vidro encurvado 27 é controlado com mais cuidado e mantido extensivamente dentro da estação de processamento de 30, que dentro da estação de processamento 19. Um método utilizado para realizar este resfriamento de forma mais precisa e extensiva é movimentar o anel de transferência 29, com a chapa de vidro encurvado 27 nele disposta, horizontalmente para trás e para frente (não mostrado) horizontalmente e para trás (não é mostrado) dentro da estação de processamento 30.
Quando do término da definição térmica da forma da chapa de vidro encurvado 27 na estação de processamento de 30, a chapa de vidro encurvado 27 é disposta sobre roletes de remoção 31, sobre os quais a chapa de vidro encurvado 27 é transportada na direção da seta que aponta para a direita acima dos roletes 31, numa estação de remoção 32. Este movimento está ilustrado em ambas as Figuras 2 e 3.
Como um resultado, todavia, do transporte da chapa de vidro encurvado 27 na estação de processamento de 30 por meio do anel de transferência 29 e do controle mais cuidadoso do resfriamento extensivo da chapa de vidro encurvado 27, o tempo de ciclo para a linha de encurvamento por prensagem 20 é significativamente maior que o da linha de encurvamento por prensagem 10, do modo como a linha de encurvamento por prensagem 10 é descrita aqui. Por outro lado, a linha de encurvamento por prensagem 20 é capaz de produzir chapas de vidro encurvado que alcançam um alto grau de complexidade de forma, com tipos mais complexos de encurvamentos, por exemplo, como exigido para a produção de pára-brisas de automóveis e lanternas de uso automotivo, do que as chapas de vidro encurvado 18 que são encurvadas utilizando a linha de encurvamento por prensagem 10.
De acordo com a presente invenção, a Figura 4 ilustra uma linha de encurvamento por prensagem 40, onde forno de pré-aquecimento 11 aquece a chapa de vidro de 12 e transporta a chapa de vidro quente 12 sobre roletes de forno 13, em modo muito semelhante como o da linha de encurvamento por prensagem 10 e na direção indicada pela direita que aponta para a direita no forno 11. Todavia, após a chapa de vidro quente 12 sair do forno de pré-aquecimento
11, a chapa de vidro quente é transportada por meio do dispositivo continuo de transporte 14 para dentro de uma estação de encurvamento por prensagem 33, onde a chapa de vidro quente é colocada sobre o molde fêmea tipo anel
22, por exemplo, mediante movimentar o molde fêmea até entrar em contato com a chapa de vidro quente 12.
O molde fêmea tipo anel está apresentado em alinhamento vertical com o molde macho de face completa aquecido 23, cuja superfície de moldagem é
mantida precisamente numa temperatura de, por exemplo, na faixa de
300-400 °C para as superfícies do molde macho que compreendem material cerâmico ou de aço inoxidável e na faixa de 180-340 °C para as superfícies do molde macho que compreendem alumínio, durante o contato de moldagem com a chapa de vidro quente 12.
Na estação de encurvamento por prensagem 33, a chapa de vidro quente 12 é colocada em contato de moldagem com o molde macho de face completa aquecido 23, por meio do molde fêmea do tipo anel e 22 e do molde macho 23 que são movidos um contra o outro ou por meio do molde fêmea 22 ou do molde macho 223 sendo pressionado contra ou outro (ver na Figura 4, a seta para cima e para baixo entre os dois moldes 22. 23) .
Quando da realização do contato inicial de moldagem entre a chapa de vidro quente e 12 o molde macho 23, um vácuo (ou seja, pressão negativa de ar pressurizado ou um outro gás) é aplicada através dos orifícios de vácuo 24, que se estendem desde a superfície de moldagem do molde macho de 26 através do molde macho 23, e/ou, pelo menos, sulco perimétrico de vácuo 25 que está disposto sobre a superfície de moldagem 26 do molde macho 23. Os orifícios 24 e o sulco 25 podem estar fisicamente/pneumaticamente conectados uns aos outros.
Como um resultado da aplicação do vácuo, a chapa de vidro quente 12 é atraída para a superfície de moldagem 26 do molde macho aquecido 23 e em seguida os moldes 22, 23 podem ser afastados um do outro (por exemplo, o molde fêmea 22 pode ser abaixado para uma posição abaixo do dispositivo contínuo de transporte 14 ou o molde fêmea 22 pode ser recuado entre 1-9 mm) . Verificou-se que através do abaixamento/recuo do molde fêmea 22 relativamente ao molde macho 23 com a chapa de vidro quente 12 aderida, certos envidraçamentos de encurvamento e configurações complexas podem ser mais bem formados que quando o molde fêmea 22 permanece em contato íntimo com o molde macho 23, com a chapa de vidro quente 12 aderida.
Além disso, pode ser necessário abaixar/recuar o molde fêmea 22 a fim de evitar o balonamento da parte central de uma chapa de vidro encurvado 38, quando a pressão positiva de é posteriormente aplicada através dos orifícios
38. O balonamento da provável quando o molde molde macho
23,
Em uma invenção, é
22, 23 seja ar, o gual inoxidável, liberar a chapa de vidro chapa de vidro 38 pode fêmea 22 continua em com a chapa de vidro encurvado modalidade uma modalidade proposto que a superfície recoberto com pelo menos é preferivelmente feito fibra de vidro, fenilenotereftalamida (por misturados com Kevlar™, de um de, fibras exemplo, grafite cada encurvado ser mais contato com o aderida.
preferida da um dos moldes tecido permeável a por exemplo, aço de
Kevlar ™) contendo poli para, materiais fibras de exemplo, ou diversas teceduras dessas fibras. O uso de tais tecidos permeáveis ao ar ajuda a distribuir o vácuo uniformemente sobre as superfícies das ferramentas de encurvamento 22, 23, que entram em contato com o vidro (ver, por exemplo, Boisselle).
Se o molde fêmea 22 foi abaixado para abaixo ou fora da trajetória do dispositivo contínuo de transporte 14, então, quando da formação da chapa de vidro encurvado 38, o molde macho aquecido 23 pode abaixar a chapa de vidro encurvado 38 aderida no sentido ao dispositivo contínuo de transporte 14 e liberar o vácuo nos orifícios 24 e no sulco
25. Em seguida um gás (por exemplo, ar) é soprado nos orifícios 24, liberando assim a chapa de vidro encurvado 38 da superfície de moldagem do molde macho 26 e permitindo que a chapa de vidro encurvado 38 possa vir repousar no dispositivo contínuo de transporte 14.
Se o molde fêmea 22 permaneceu em contato com o molde macho 23 e a chapa de vidro encurvado 38 aderida, então, quando da formação da chapa de vidro encurvado 38, o vácuo é liberado nos orifícios 24 e no sulco 25, e o gás é soprado nos orifícios 24, liberando assim a chapa de vidro encurvado 38 da superfície de moldagem do molde macho 26 e posicionando a chapa de vidro encurvado 38 sobre o molde fêmea 22. Em seguida, o molde fêmea 22 abaixa a chapa de vidro encurvado 38 e posiciona a chapa de vidro encurvado 38 no dispositivo contínuo de transporte 14.
Se o molde fêmea 22 foi retraído do contato com o molde macho 23 e a chapa de vidro encurvado 38 aderida, então, quando da formação da chapa de vidro encurvado 38, o vácuo é liberado nos orifícios 24 e no sulco 25 e o gás é soprado os orifícios 24, libera desse modo a chapa de vidro encurvado 38 da superfície de moldagem do molde macho 26, de modo a permitir que a chapa de vidro encurvado 38 repouse sobre o molde fêmea 22 (que pode ser de aproximadamente 1-9 mm abaixo da chapa de vidro encurvado 38) . Em seguida, a chapa de vidro encurvado 38 é posicionada pelo molde fêmea 22 no dispositivo contínuo de transporte 14.
Pode ser percebido que ser apreciado que os três meios de abaixamento/liberação descritos acima, associados com o posicionamento da chapa de vidro encurvado 38 no dispositivo contínuo de transporte 14, não exigem um anel de transferência 29, como os meios de abaixamento/liberação da chapa de vidro encurvado 27 das Figuras 2-3.
Em seguida ao posicionamento da chapa de vidro encurvado 38 no dispositivo contínuo de transporte 14, o dispositivo contínuo de transporte 14 rapidamente transporta a chapa de vidro encurvado 38 para a estação de processamento de 19, que pode ser, por exemplo, uma estação de resfriamento a ar ou uma estação de recozimento. Quando do término da definição térmica da forma da chapa de vidro encurvado 38 na estação de processamento de 19, a chapa de vidro encurvado 38 é rapidamente transportada para os roletes de remoção 31 na
direção da seta apontando para a direita acima dos roletes 31
roletes na Figura 4.
É preferido que, após a chapa de vidro quente 12
(onde uma chapa delgada 12 é considerada ter uma espessura
que é inferior a 2,5 milímetros de espessura e uma chapa grossa é considerada ter uma espessura que é igual ou superior a 2,5 milímetros) sair do forno de pré-aquecimento 11, a presente invenção a) pode controlar com precisão um primeiro predeterminado intervalo de retardo de tempo (que é maior que zero, por exemplo, 0,1 a 1,0 segundo), após a chapa de vidro quente 12 ser colocada inicialmente em contato de moldagem com a superfície de moldagem 26 do molde macho aquecido 23, mas antes de conectar um ou mais orifícios 24 (e/ou sulcos 25) na/sobre a superfície de moldagem 26 do molde macho 23 à fonte de pressão negativa, o molde 26 aquecida masculino 23 à fonte de pressão negativa, b) pode manter a conexão entre os orifícios 24 e a fonte de pressão negativa durante um intervalo de tempo suficiente (por exemplo, 0,8 a 3,0 segundo para chapas delgadas de vidro quente 12, mas até 5,0 segundos para chapas grossa de vidro quente 12) para configurar a chapa de vidro quente 12 numa forma desejada e em seguida interromper a conexão com a fonte de pressão negativa, e/ou c) pode controlar com precisão um predeterminado intervalo de atraso no tempo (que é maior que zero, por exemplo, 0,1 a 1,0 segundo), após a conexão à fonte de pressão negativa tiver sido terminada, mas antes de conectar o um ou mais orifícios (e/ou sulcos 25) na/sobre a superfície de moldagem 2 6 do molde macho 23 a uma fonte de pressão positiva para liberar a chapa de vidro encurvado 38 do molde macho 23. Pelo menos estes critérios resultam em melhorias da linha de encurvamento por prensagem 40 sobre outras linhas de encurvamento por prensagem 10, 20.
Embora a Figura 4 ilustre uma linha de encurvamento por prensagem 40, é possível que duas ou mais dessas linhas 40 possam estar produzindo chapas de vidro encurvado 38 juntas, embora utilizando diversas combinações de pelo menos fornos de pré-aquecimento 11, estações de encurvamento por prensagem 33 (incluindo moldes 22, 23), estações de processamento, e os meios de transporte 13, 14, 31.
Também, um reduzido tempo de ciclo, da ordem de uma melhora de 30%, como comparado com a linha de encurvamento por prensagem 20, seja obtido mediante transportar diretamente a chapa de vidro encurvado 38 no dispositivo contínuo de transporte 14 (de preferência em alta velocidade), eliminando assim a necessidade do anel de transferência 29 e das associadas operações de manejo e de resfriamento que estão associadas com a utilização do anel de transferência 29.
Foi também descoberto que a linha de encurvamento por prensagem 40 resulta em prover chapas de vidro encurvados 38 de alta qualidade ótica, tais como pára-brisas, vidros laterais dianteiros e traseiros (por exemplo, pares de vidros laterais de 1,6 milímetros, 1,8 milímetros e 2,1 milímetros de espessura), quebra-ventos, tetos solares, janelas de ventilação, e lanternas, que possuem aprimorada repetibilidade de forma sobre as linhas de encurvamento por prensagem conhecidas como a linha de encurvamento por prensagem 10.
Pela aplicação de vácuo à chapa de vidro quente 12 na linha de encurvamento por prensagem 40, a chapa de vidro 12 melhor assume a forma do molde macho de face completa aquecido 23. Adicionalmente, pelo fato do molde macho 23 ser aquecido precisamente, a chapa de vidro de 12 pode ser mantida em contato de moldagem mais preciso com o molde macho 23, o que permite melhor controle da forma no transcurso da linha de encurvamento por prensagem 10.
Também foi descoberto que a linha de encurvamento por prensagem 40 não é impactada tão negativamente pelas diversas anomalias que podem influenciar as linhas de encurvamento por prensagem conhecidas como aquela da linha de encurvamento por prensagem 10. Por exemplo, o impacto das mudanças na temperatura do vidro ao longo da extensão total da linha 40, a expansão/contração do ferramental à medida que o ferramental se torna mais quente/frio, e os descontrolados vazios no fluxo das chapas de vidro 12 têm um reduzido efeito negativo sobre a qualidade dos envidraçamentos produzidos pela presente invenção.
Além disso, é preferível que na fabricação do molde macho 23 (que pode incluir, por exemplo, alumínio, cerâmica, um material de aço inoxidável ou outros materiais) não ajustável (por exemplo, produzindo a superfície do molde macho 26, que pode ser coberta com um tecido, não ajustável) para a equipe de produção (minimizando assim o erro do operador), melhorias na repetibilidade da forma são ainda obtidas. Além disso, o preciso aquecimento acima indicado do molde macho e 23 e os precisos intervalos de tempo de moldagem podem resultar em melhor utilização de um tal molde macho não ajustável. Os custos de ferramental são também reduzidos na linha de encurvamento por prensagem 40, por causa da eliminação do anel de transferência 29 e da eliminação de uma estação de remoção 32 que são necessários na linha de encurvamento por prensagem 20.
A precisão do controle da conformidade da chapa de vidro quente 12, mediante aplicação do intervalo de tempo para transformar a chapa de vidro quente na forma desejada, pode resultar em um melhor controle da configuração de perímetro de interior na linha de encurvamento por prensagem
40, quando comparado à linha de encurvamento por prensagem
10.
Além disso, quando o dispositivo contínuo de transporte é modificado (onde exatamente as formas dos roletes de contorno são dependentes das chapas de vidro encurvado individuais 38 que estão sendo produzidas) o transporte da chapa de vidro quente 12 até o molde fêmea de anel 22 permite quanto ao pré-encurvamento da chapa de vidro quente 12.
Os já referidos períodos de tempo também podem melhorar significativamente a repetibilidade de forma, melhorar o controle sobre a curvatura transversa, melhorar o controle do processo global, durante e após a conformidade com o molde de vidro quente 23, reduzir a expansão térmica durante a partida das linhas de processo, minimizar a frouxidão indesejada da chapa de vidro quente 12, e melhorar a qualidade ótica da chapa de vidro encurvado 38.
Além disso, o dispositivo contínuo de transporte 14 pode manter a forma, ou ainda adicionalmente configurar ligeiramente, a chapa de vidro encurvado 38, enquanto rapidamente transportando a chapa de vidro encurvado 38 para a estação de processamento 19.
Como um resultado de uma implementação da linha de encurvamento por prensagem 40, a produção de diversas construções de produção de chapas de vidro encurvado 38 (ver o gráfico teia da Figura 6) foram comparados, para o mesmo envidraçamento e nas mesmas condições, às chapas de vidro encurvado 18 (veja o quadro teia da Figura 5) provenientes da convencional linha de encurvamento por prensagem 10. Especificamente, cada construção consistiu de diversas centenas de envidraçamentos, onde foram tomadas medições dimensionais em torno da periferia das chapas de vidro encurvado 18, 38. Cada ponto periférico pautado nas figuras 5 e 6 corresponde a uma medição dimensional de desvio padrão, que está medido em milímetros. Por exemplo, o ponto de dado 0,55 em MSR17 na Figura 5 é assumido significar que em um desvio padrão uma medição de 0,55 mm resultou.
Desse modo, a Figura 5 ilustra que a linha convencional de encurvamento por prensagem 10 resulta em variações dimensionais 0,1-0,55 mm com um desvio padrão médio de 0,23 mm. Por outro lado, a Figura 6 ilustra que a linha de encurvamento por prensagem 40 da presente invenção resultou em variações dimensionais que foram todas menores que 0,1 mm com um desvio padrão médio de 0,05 mm. Em outras palavras, a linha de encurvamento por prensagem 40 apresentou aproximadamente uma redução de 75% na variação dimensional do desvio padrão médio, em comparação com a linha de encurvamento por prensagem 10.
De acordo com as disposições do que foi estabelecido pela patente, os princípios e modos de operação dessa invenção foram descritos e ilustrados em suas modalidades preferidas. No entanto, deve ser entendido que a invenção pode ser praticada de outras formas que aquelas especificamente explanadas e ilustradas, sem se afastar de seu espírito ou escopo.

Claims (17)

  1. - REIVINDICAÇÕES 1.
    PROCESSO PARA MOLDAGEM DE UMA
    CHAPA DE VIDRO
    QUENTE (12), compreendendo:
    prover um molde macho de face completa aquecida (23) possuindo uma superfície de moldagem (26) , a superfície de moldagem incluindo um ou mais orifícios (24) através dela;
    b. prover um molde fêmea do tipo anel (22) por debaixo e em alinhamento com o molde macho de face completa aquecida (23) ;
    posicionar uma chapa de vidro quente (12) sobre o molde fêmea (22) ;
    d.
    compelir o molde macho (23) e o molde fêmea (22) um contra o outro para colocar a chapa de vidro quente (12)em contato de moldagem com a superfície de macho aquecido;
    e. conectar pelo menos um dos (24) na superfície de moldagem do molde moldagem do molde um ou mais orifícios macho a uma fonte de pressão negativa, puxando desse modo a chapa de vidro para a superfície de moldagem do molde macho (23);
    f. manter a conexão com a fonte de pressão negativa durante um tempo suficiente para configurar a chapa de vidro quente a uma forma desejada e em seguida interromper a conexão com a fonte de pressão negativa;
    caracterizado por compreender ainda
    g. retardar a liberação da chapa de vidro encurvado do molde macho por 0,1 a 1,0 segundo antes de conectar o pelo menos do um ou mais orifícios (24) na superfície de moldagem do molde macho a uma fonte de pressão positiva, deixando desse modo a chapa de vidro encurvado repousar sobre o molde fêmea(22), de modo a liberar a chapa de vidro encurvada do
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  2. 2/5 molde macho (23);
    h. conectar pelo menos um dos um ou mais orifícios (24) na superfície de moldagem do molde macho (23) a uma fonte de pressão positiva para liberar a chapa de vidro encurvado do molde macho;
    i. compelir o molde macho (23) e o molde fêmea (22) a se separar um do outro;
    j. abaixar o molde fêmea (22) com a chapa de vidro encurvado apoiada para entrar em repouso sobre um dispositivo contínuo de transporte (14); e
    1. transferir a chapa de vidro encurvado para longe dos moldes (22, 23)no dispositivo contínuo de transporte (14).
    2. Processo para moldagem de uma chapa de vidro quente, de acordo com a reivindicação 1, a etapa h sendo compreendida do abaixamento do molde fêmea (22) abaixo do dispositivo contínuo de transporte (14) e ainda compreendendo abaixar o molde macho (23) com a chapa de vidro encurvado aderido na direção do dispositivo contínuo de transporte (14).
  3. 3. Processo para moldagem de uma chapa de vidro quente, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a etapa h ser compreendida de recuar o molde fêmea (22) a partir da chapa de vidro quente entre 1-9 milímetros e depois abaixar o molde fêmea com a chapa de vidro encurvado apoiada nela.
  4. 4. Processo para moldagem de uma chapa de vidro quente, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por incluir pelo menos um sulco anular (25) na superfície de moldagem do molde macho e conectar o pelo menos um sulco às fontes de pressão.
  5. 5. Processo para moldagem de uma chapa de vidro quente, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por
    Petição 870180136746, de 01/10/2018, pág. 8/11
    3/5 adicionalmente incluir o transporte da chapa de vidro encurvado sobre o dispositivo continuo de transporte até uma estação de resfriamento.
  6. 6. Processo para moldagem de uma chapa de vidro quente, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por adicionalmente incluir o transporte da chapa de vidro encurvado sobre o dispositivo continuo de transporte (14) até uma estação de recozimento.
  7. 7. Processo para moldagem de uma chapa de vidro quente, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o dispositivo continuo de transporte (14) compreender pelo menos uma de correias transportadoras, roletes de contorno, roletes planos, roletes gradualmente planos-a-contornados, e uma combinação desses mencionados.
  8. 8. Processo para moldagem de uma chapa de vidro quente, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a chapa de vidro encurvado compreender um pára-brisa, uma lanterna lateral frontal, uma lanterna traseira, um quebravento, um teto solar, uma janela de ventilação, ou uma lanterna traseira.
  9. 9. Processo para moldagem de uma chapa de vidro quente, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o molde macho (23) compreender pelo menos um de material cerâmico, alumínio, ou aço inoxidável.
  10. 10. Processo para moldagem de uma chapa de vidro quente, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a superfície do molde macho (23) compreender um tecido que é não ajustável.
  11. 11. Processo para moldagem de uma chapa de vidro quente, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por
    Petição 870180136746, de 01/10/2018, pág. 9/11
    4/5 tecido permeável ao ar compreender pelo menos um de aço inoxidável, fibra de vidro, fibras de poli parafenilenotereftalamida ou misturas desses mencionados, grafite contendo fibras polibenzoxazol (PBO), e diversas outras teceduras contendo essa fibras.
  12. 12. Processo para moldagem de uma chapa de vidro quente, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o molde macho de face completa aquecido (23) é aquecido a uma temperatura entre 180 e 400 °C.
  13. 13. Processo para moldagem de uma chapa de vidro quente, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a superfície de moldagem do molde macho compreender pelo menos um de material cerâmico ou de aço inox mantido a uma temperatura entre 300 e 400 °C, enquanto o molde macho estiver em contato de moldagem com a chapa de vidro.
  14. 14. Processo para moldagem de uma chapa de vidro quente, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a superfície de moldagem do molde macho compreender alumínio mantido a uma temperatura entre 180 e 340 °C, enquanto o molde macho estiver em contato de moldagem com a chapa de vidro.
  15. 15. Processo para moldagem de uma chapa de vidro quente, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a chapa de vidro quente serem inicialmente colocados em contato de moldagem com a superfície de moldagem do molde macho por um predeterminado intervalo de tempo numa faixa de 0,1 a 1,0 segundos.
  16. 16. Processo para moldagem de uma chapa de vidro quente, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o tempo suficiente para configurar a chapa de vidro quente com a forma desejada estar em um intervalo de 0,8 a 3,0 segundos
    Petição 870180136746, de 01/10/2018, pág. 10/11
    5/5 para folhas de vidro com uma espessura de até 2,5 milímetros e, em um intervalo de 3,0 a 5,0 segundos para folhas de vidro com uma espessura de 2,5 a 5,0 milímetros.
  17. 17. Processo para moldagem de uma chapa de vidro quente, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por adicionalmente compreender, após a conexão dos furos à fonte de pressão negativa, retardar a conexão dos furos à fonte de pressão positiva por um predeterminado intervalo de tempo numa faixa de 0,1 a 1,0 segundos.
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