BRPI0812407B1 - configuração de informação de qualidade de serviço - Google Patents
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Abstract
CONFIGURAÇÃO DE INFORMAÇÃO DE QUALIDADE DE SERVIÇO. Informação de qualidade de serviço pode ser utilizada para facilitar a comunicação sem fio. Uma entidade de rede, tal como um terminal, além de uma rede pode inicializar uma autorização para estabelecer um link utilizando informação de qualidade de serviço. Várias características podem ser integradas com o uso de informação de qualidade de serviço, tal como possuindo uma reserva de qualidade de serviço antes de uma chamada e suprindo uma identidade permanente para uso na correlação.
Description
[001] A descrição a seguir se refere geralmente às comunicações sem fio e, mais particularmente, à configuração e reserva de informação de qualidade de serviço.
[002] Os sistemas de comunicação sem fio são amplamente desenvolvidos para fornecer vários tipos de conteúdo de comunicação tal como, por exemplo, voz, dados e assim por diante. Os típicos sistemas de comunicação sem fio podem ser sistemas de acesso múltiplo capazes de suportar a comunicação com múltiplos usuários pelo compartilhamento de recursos de sistema disponíveis (por exemplo, largura de banda, potência de transmissão, ...). Exemplos de tais sistemas de acesso múltiplo podem incluir sistemas de acesso múltiplo por divisão de código (CDMA), sistemas de acesso múltiplo por divisão de tempo (TDMA), sistemas de acesso múltiplo por divisão de frequência (FDMA), sistemas de acesso múltiplo por divisão de frequência ortogonal (OFDMA), e similares.
[003] Geralmente, os sistemas de comunicação de acesso múltiplo sem fio podem suportar simultaneamente a comunicação para múltiplos dispositivos móveis. Cada dispositivo móvel pode se comunicar com uma ou mais estações base através de transmissões em links direto e reverso. O link direto (ou downlink) se refere ao link de comunicação das estações base para os dispositivos móveis, e o link reverso (ou uplink) se refere ao link de comunicação dos dispositivos móveis para as estações base. Adicionalmente, as comunicações entre os dispositivos móveis e as estações base podem ser estabelecidas através de sistemas de única-entrada e única-saída (SISO), sistemas de múltiplas-entradas e única-saída (MISO), sistemas de múltiplas-entradas e múltiplas-saídas (MIMO), e assim por diante.
[004] Os sistemas MIMO empregam comumente
múltiplas (NT) antenas transmissoras e múltiplas (Nr)
antenas receptoras para a transmissão de dados. Um canal MIMO formado pelas Nt antenas transmissoras e Nr antenas receptoras pode ser decomposto em NS canais independentes que podem ser referidos como canais espaciais, onde Ns ≤ {Nt, Nr} . Cada um dos Ns canais independentes corresponde a uma dimensão. Ademais, os sistemas MIMO podem fornecer desempenho aperfeiçoado (por exemplo, eficiência espectral aumentada, maior capacidade de transmissão e/ou maior confiabilidade) se as dimensões adicionais criadas pelas múltiplas antenas receptoras e transmissoras forem utilizadas.
múltiplas (NT) antenas transmissoras e múltiplas (Nr)
antenas receptoras para a transmissão de dados. Um canal MIMO formado pelas Nt antenas transmissoras e Nr antenas receptoras pode ser decomposto em NS canais independentes que podem ser referidos como canais espaciais, onde Ns ≤ {Nt, Nr} . Cada um dos Ns canais independentes corresponde a uma dimensão. Ademais, os sistemas MIMO podem fornecer desempenho aperfeiçoado (por exemplo, eficiência espectral aumentada, maior capacidade de transmissão e/ou maior confiabilidade) se as dimensões adicionais criadas pelas múltiplas antenas receptoras e transmissoras forem utilizadas.
[005] Os sistemas MIMO podem suportar várias técnicas de duplexação para dividir comunicações em link direto e reverso através de um meio físico comum. Por exemplo, os sistemas duplex por divisão de frequência (FDD) podem utilizar diferentes regiões de frequência para as comunicações em link direto e reverso. Adicionalmente, nos sistemas duplex por divisão de tempo (TDD), as comunicações em link direto e reverso podem empregar uma região de frequência comum. No entanto, as técnicas convencionais podem fornecer um feedback limitado ou nenhum feedback com relação à informação de canal.
[006] A seguir é apresentado um sumário simplificado de uma ou mais modalidades a fim de se fornecer uma compreensão básica de tais modalidades. Esse sumário não é uma visão geral extensa de todas as modalidades contempladas, e não pretende identificar elementos chave ou críticos de todas as modalidades nem delinear o escopo de toda e qualquer modalidade. Sua única finalidade é apresentar alguns conceitos de uma ou mais modalidades de uma forma simplificada como uma introdução à descrição mais detalhada que será apresentada posteriormente.
[007] De acordo com uma ou mais modalidades e descrição correspondente das mesmas, vários aspectos são descritos com relação a um método para iniciar qualidade de serviço a partir de uma entidade de rede. O método pode compreender estabelecer uma função de plano de tráfego com uma rede, bem como realizar configuração de qualidade de serviço com a rede através do uso da função de plano de tráfego.
[008] De acordo com outro aspecto, pode existir um aparelho de comunicação sem fio, compreendendo um instituidor (institutor) que estabelece uma função de plano de tráfego com uma rede e um organizador (arranger) que realiza a configuração de qualidade de serviço com a rede através do uso da função de plano de tráfego.
[009] Com um aspecto adicional, pode existir um aparelho de comunicações sem fio. O aparelho pode incluir mecanismos para estabelecer uma função de plano de tráfego com uma rede. O aparelho também pode incluir mecanismos para realizar configuração de qualidade de serviço com a rede através do uso da função de plano de tráfego.
[0010] Ademais, pode existir um aspecto com relação a um meio legível por máquina possuindo instruções armazenadas no mesmo que são executáveis por máquina para estabelecer uma função de plano de tráfego com uma rede e realizar configuração de qualidade de serviço com a rede através do uso da função de plano de tráfego.
[0011] Adicionalmente, pode existir um aspecto referente a um sistema de comunicação sem fio que inclui um aparelho compreendendo um processador. O processador pode ser configurado para estabelecer uma função de plano de tráfego com uma rede e realizar a configuração de qualidade de serviço com a rede através do uso da função de plano de tráfego.
[0012] De acordo com um aspecto, pode haver um método para iniciar a qualidade de serviço a partir de uma rede, compreendendo estabelecer uma função de plano de tráfego com uma entidade de rede, bem como realizar configuração de qualidade de serviço com a entidade de rede através do uso da função de plano de tráfego.
[0013] Um aspecto adicional pode facilitar o uso de um aparelho de comunicação sem fio. O aparelho pode incluir um constituidor (constituter) que estabelece uma função de plano de tráfego com uma entidade de rede e um gerenciador que realiza a configuração de qualidade de serviço com a entidade de rede através do uso da função de plano de tráfego.
[0014] Em um aspecto, pode existir um aparelho de comunicações sem fio que compreende mecanismos para estabelecer uma função de plano de tráfego com uma entidade de rede e mecanismos para realizar a configuração de qualidade de serviço com a entidade de rede através do uso da função de plano de tráfego.
[0015] Adicionalmente, um aspecto pode ser relacionado a um meio legível por máquina. O meio legível por máquina pode ter instruções armazenadas no mesmo que são executáveis por máquina para estabelecer uma função de plano de tráfego com uma entidade de rede. Também pode haver instruções para realizar configuração de qualidade de serviço com a entidade de rede através do uso da função de plano de tráfego.
[0016] Em outro aspecto, pode existir um sistema de comunicação sem fio com um aparelho compreendendo um processador configurado para estabelecer uma função de plano de tráfego com uma entidade de rede e realizar a configuração de qualidade de serviço com a entidade de rede através do uso da função de plano de tráfego.
[0017] Para a realização das finalidades acima bem como outras relacionadas, as uma ou mais modalidades compreendem as características doravante totalmente descritas e particularmente destacadas nas reivindicações. A descrição a seguir e os desenhos em anexo apresentam em detalhes determinados aspectos ilustrativos das uma ou mais modalidades. Esses aspectos são indicativos, no entanto, de apenas algumas dentre as várias formas nas quais os princípios das várias modalidades podem ser empregados e as modalidades descritas devem incluir todos de tais aspectos e suas equivalências.
[0018] A figura 1 é uma ilustração de um sistema de comunicação sem fio de acordo com vários aspectos apresentados aqui;
[0019] A figura 2 é uma ilustração de um sistema representativo para comunicação utilizando informação de qualidade de serviço de acordo com os vários aspectos apresentados aqui;
[0020] A figura 3 é uma ilustração de um sistema representativo para iniciar a comunicação da informação de qualidade de serviço de acordo com os vários aspectos apresentados aqui
[0021] A figura 4 é uma ilustração de um sistema representativo para comunicação utilizando a informação de qualidade de serviço com uma configuração de rede detalhada de acordo com vários aspectos apresentados aqui;
[0022] A figura 5 é uma ilustração de um sistema representativo para comunicação utilizando informação de qualidade de serviço com uma entidade de rede detalhada de acordo com vários aspectos apresentados aqui;
[0023] A figura 6 é uma ilustração de um sistema representativo para comunicação utilizando informação de qualidade de serviço com uma entidade de rede detalhada de acordo com os vários aspectos apresentados aqui;
[0024] A figura 7 é uma ilustração de uma configuração de rede representativa de acordo com os vários aspectos apresentados aqui;
[0025] A figura 8 é uma ilustração de uma metodologia representativa para a comunicação sem fio utilizando informação de qualidade de serviço de acordo com os vários aspectos apresentados aqui;
[0026] A figura 9 é uma ilustração de uma metodologia representativa para o processamento de múltiplas unidades de dados de protocolo de acordo com os vários aspectos apresentados aqui;
[0027] A figura 10 é uma ilustração de uma metodologia representativa para transferir uma unidade de dados de protocolo de acordo com vários aspectos apresentados aqui;
[0028] A figura 11 é uma ilustração de um dispositivo móvel ilustrativo que facilita o uso da informação de qualidade de serviço de acordo com vários aspectos apresentados aqui;
[0029] A figura 12 é uma ilustração de um sistema ilustrativo que facilita o uso da informação de qualidade de serviço que é a entidade de rede iniciada de acordo com vários aspectos apresentados aqui;
[0030] A figura 13 é uma ilustração de um ambiente de rede sem fio ilustrativo que pode ser empregado que é a configuração de rede iniciada em conjunto com os vários sistemas e métodos descritos aqui;
[0031] A figura 14 é uma ilustração de um sistema ilustrativo que facilita o uso da informação de qualidade de serviço que é a entidade de rede iniciada de acordo com os vários aspectos apresentados aqui;
[0032] A figura 15 é uma ilustração de um sistema ilustrativo que facilita o uso da informação de qualidade de serviço que é a configuração de rede iniciada de acordo com os vários aspectos apresentados aqui.
[0033] As técnicas descritas aqui podem ser utilizadas para vários sistemas de comunicação tal como CDMA, TDMA, FDMA, OFDMA, FDMA de única portadora (SC-FDMA), e outros sistemas. Os termos "sistema" e "rede" são frequentemente utilizados de forma intercambiável. Um sistema CDMA pode implementar uma tecnologia de rádio tal como Acesso a Rádio Terrestre Universal (UTRA), CDMA2000, etc. UTRA inclui CDMA de Banda Larga (W-CDMA), e outras variações de CDMA. CDMA2000 cobre os padrões IS-2000, IS-95 e IS-856. Um sistema TDMA pode implementar uma tecnologia de rádio tal como o Sistema Global para Comunicações Móveis (GSM). Um sistema OFDMA pode implementar uma tecnologia de rádio tal como Acesso a Rádio Terrestre Universal Evoluído (UTRA Evoluído ou E-UTRA), Banda Larga Ultra Móvel (UMB), Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos (IEEE) 802.11 (Wi-Fi), IEEE 802.16 (WiMAX), IEEE 802.20, Flash-OFDM®, etc. UTRA e E-UTRA são parte do Sistema de Telecomunicações Móveis Universal (UMTS). A Evolução a Longo Prazo (LTE) 3GPP é uma versão futura de UMTS que utiliza E-UTRA empregando OFDMA em downlink e SC-FDMA em uplink. UTRA, E-UTRA, UMTS, LTE e GSM são descritos nos documentos de uma organização chamada de "Projeto de Parceria de 3a Geração" (3GPP). CDMA2000 e UMB são descritos nos documentos de uma organização chamada de "Projeto de Parceria de 3a Geração 2" (3GPP2).
[0034] Várias modalidades são agora descritas com referência aos desenhos, onde referências numéricas similares são utilizadas para se referir a elementos similares por todas as vistas. Na descrição a seguir, para fins de explicação, inúmeros detalhes específicos são apresentados a fim de fornecer uma compreensão profunda de uma ou mais modalidades. Pode ser evidente, no entanto, que tais modalidades podem ser praticadas sem esses detalhes específicos. Em outros casos, estruturas e dispositivos bem conhecidos são ilustrados na forma de diagrama de blocos a fim de facilitar a descrição de uma ou mais modalidades.
[0035] Como utilizado nesse pedido, os termos "componentes", "módulo", "sistema", e similares devem se referir a uma entidade relacionada com computador, seja hardware, firmware, uma combinação de hardware e software, software, ou software em execução. Por exemplo, um componente pode ser, mas não está limitado a ser, um processo rodando em um processador, um processador, um objeto, um elemento executável, uma sequência (thread) de execução, um programa e/ou um computador. Por meio de ilustração, tanto um aplicativo rodando em um dispositivo de computação quanto o dispositivo de computação podem ser um componente. Um ou mais componentes podem residir dentro de um processo e/ou sequência de execução e um componente pode estar localizado em um computador e/ou distribuído entre um ou mais computadores. Adicionalmente, esses componentes podem ser executados a partir de vários meios legíveis por computador possuindo várias estruturas de dados armazenadas no mesmo. Os componentes podem se comunicar por meio de processos locais e/ou remotos tal como de acordo com um sinal possuindo um ou mais pacotes de dados (por exemplo, dados de um componente interagindo com outro componente em um sistema local, sistema distribuído, e/ou através de uma rede tal como a Internet com outros sistemas por meio de sinal).
[0036] Adicionalmente, várias modalidades são descritas aqui com relação a um dispositivo móvel. Um dispositivo móvel também pode ser chamado de sistema, unidade de assinante, estação de assinante, estação móvel, móvel, estação remota, terminal remoto, terminal de acesso, terminal de usuário, terminal, dispositivo de comunicação sem fio, agente de usuário, dispositivo de usuário ou equipamento de usuário (UE). Um dispositivo móvel pode ser um telefone celular, um telefone sem fio, um telefone com Protocolo de Iniciação de Sessão (SIP), uma estação de circuito local sem fio (WLL), um assistente digital pessoal (PDA), um dispositivo portátil possuindo capacidade de conexão sem fio, dispositivo de computação, ou outro dispositivo de processamento conectado a um modem sem fio. Ademais, várias modalidades são descritas aqui com relação a uma estação base. Uma estação base pode ser utilizada para comunicação com os dispositivos móveis e também pode ser referida como um ponto de acesso, Nó B, ou alguma outra terminologia.
[0037] Ademais, vários aspectos ou características descritos aqui podem ser implementados como um método, aparelho, ou artigo de manufatura utilizando técnicas de programação e/ou de engenharia padrão. O termo "artigo de manufatura" como utilizado aqui deve englobar um programa de computador acessível a partir de qualquer dispositivo legível por computador, portadora ou mídia. Por exemplo, a mídia legível por computador pode incluir, mas não está limitada a dispositivos de armazenamento magnético (por exemplo, disco rígido, disco flexível, tiras magnéticas, etc.), discos óticos (por exemplo, disco compacto (CD), disco versátil digital (DVD), etc.), cartões inteligentes, e dispositivos de memória flash (por exemplo, EPROM, cartão, stick, key drive, etc.). Adicionalmente, vários meios de armazenamento descritos aqui podem representar um ou mais dispositivos e/ou outros meios legíveis por máquina para o armazenamento de informação. O termo "meio legível por máquina" pode incluir, sem estar limitado a canais sem fio e vários outros meios capazes de armazenar, conter e/ou portar instruções e/ou dados.
[0038] Com referência agora à figura 1, um sistema de comunicação sem fio 100 é ilustrado de acordo com várias modalidades apresentadas aqui. O sistema 100 compreende uma estação base 102 que pode incluir múltiplos grupos de antena. Por exemplo, um grupo de antena pode incluir antenas 104 e 106, outro grupo pode compreender antenas 108 e 110, e um grupo adicional pode incluir antenas 112 e 114. Duas antenas são ilustradas para cada grupo de antenas; no entanto, mais ou menos antenas podem ser utilizadas para cada grupo. A estação base 102 pode incluir adicionalmente uma cadeia transmissora e uma cadeia receptora, cada uma das quais pode, por sua vez, compreender uma pluralidade de componentes associados com a transmissão e recepção de sinal (por exemplo, processadores, moduladores, multiplexadores, demoduladores, demultiplexadores, antenas, etc.), como será apreciado pelos versados na técnica.
[0039] A estação base 102 pode se comunicar com um ou mais dispositivos móveis tal como o dispositivo móvel 116 e dispositivo móvel 122; no entanto, deve-se apreciar que a estação base 102 pode se comunicar substancialmente com qualquer número de dispositivos móveis similares aos dispositivos móveis 116 e 122. Os dispositivos móveis 116 e 122 podem ser, por exemplo, telefones celulares, telefones inteligentes, laptops, dispositivos de comunicação portáteis, dispositivos de computação portáteis, rádios via satélite, sistemas de posicionamento global, PDAs, e/ou qualquer outro dispositivo adequado para comunicação através do sistema de comunicação sem fio 100. Como apresentado, o dispositivo móvel 116 está em comunicação com as antenas 112 e 114, onde as antenas 112 e 114 transmitem informação para o dispositivo móvel 116 através de um link direto 118 e recebem informação do dispositivo móvel 116 através de um link reverso 120. Ademais, o dispositivo móvel 122 está em comunicação com as antenas 104 e 106, onde as antenas 104 e 106 transmitem informação para o dispositivo móvel 122 através de um link direto 125 e recebem informação do dispositivo móvel 122 através de um link reverso 126. Em um sistema FDD, o link direto 118 pode utilizar uma banda de frequência diferente da utilizada pelo link reverso 120, e o link direto 124 pode empregar uma banda de frequência diferente da empregada pelo link reverso 126, por exemplo. Adicionalmente, em um sistema TDD, o link direto 118 e o link reverso 120 podem utilizar uma banda de frequência comum e o link direto 124 e o link reverso 126 podem utilizar uma banda de frequência comum.
[0040] O conjunto de antenas e/ou a área na qual elas são designadas para comunicação podem ser referidos como um setor da estação base 102. Por exemplo, múltiplas antenas podem ser projetadas para se comunicar com os dispositivos móveis em um setor das áreas cobertas pela estação base 102. Na comunicação através dos links direto 118 e 124, as antenas transmissoras da estação base 102 podem utilizar a formação de feixe para aperfeiçoar a relação sinal/ruído dos links direto 118 e 124 para os dispositivos móveis 116 e 122. Além disso, enquanto a estação base 102 utiliza a formação de feixe para transmitir aos dispositivos móveis 116 e 122 espalhados de forma aleatória através de uma cobertura associada, os dispositivos móveis nas células vizinhas podem ser submetidos a menos interferência em comparação com uma estação base transmitindo através de uma única antena para todos os seus dispositivos móveis.
[0041] Agora com referência à figura 2 um sistema ilustrativo 200 é descrito para configurar qualidade de serviço (QoS) utilizada na comunicação de dados. O uso de informação de QoS permite que os recursos da comunicação intitulados sejam reservados -especificamente, os recursos podem ser alocados para comunicações celulares. Uma entidade de rede específica pode iniciar a configuração da informação de QoS, tal como um dispositivo móvel 116 da figura 1 ou uma estação base 102 da figura 1. No entanto, uma rede também pode configurar a informação de QoS com relação a uma entidade de rede (por exemplo, tal como um terminal de acesso).
[0042] Uma configuração de rede 202 pode organizar a informação de QoS com relação à interação com uma entidade de rede 204. Um constituidor 206 pode estabelecer uma função de plano de tráfego com a entidade de rede 204. A função de plano de tráfego pode ser uma representação de um gateway de acesso que pode agregar a utilização da informação e reportar um resultado da agregação para uma função de utilização. Um gerenciador 208 pode realizar a configuração de QoS com a entidade de rede 2 04 através do uso de função de plano de tráfego. Pode haver uma entidade de decisão de política (por exemplo, retida no constituidor 206, gerenciador 208, uma entidade separada, etc.) utilizada pela configuração de rede 202 que pode fornecer políticas dinâmicas relacionadas com a QoS e cobrando um gateway de acesso de forma que o gateway de acesso possa estabelecer o Protocolo Internet e os recursos de rede de acesso na direção de uma entidade de rede com relação a essas decisões de política. Adicionalmente, a configuração de rede 202 também pode incluir entidades de configuração estática (por exemplo, retidas no constituidor 206, gerenciador 208, entidade separada, etc.) que podem fornecer política estática ou informação de configuração relacionada com a QoS e cobrar a entidade de rede 204.
[0043] Inversamente, a entidade de rede 204 pode configurar a informação de QoS ou obter autorização da informação de QoS com a configuração de rede 202. Um instituidor 210 pode ser utilizado estabelecendo uma função de plano de tráfego com uma rede (por exemplo, a configuração de rede 202). Um organizador 212 pode realizar a configuração de qualidade de serviço com a rede através do uso da função de plano de tráfego. A entidade de rede (por exemplo, terminal de acesso) pode iniciar a configuração de QoS na direção de um gateway de acesso, que pode enviar a informação para uma entidade de decisão de política dentro da configuração de rede 202 para autorização. A entidade de decisão de política pode fornecer uma decisão de autorização de volta para o gateway de acesso e também fornecer regras de aplicação de política relacionadas à autorização.
[0044] Tanto em uma situação iniciada por entidade de rede como em uma iniciada por configuração de rede, uma arquitetura de QoS eficiente (por exemplo, possuindo um filtro de pacote estabelecido na rede de acesso e utilizando a marcação de Ponto de Código de Serviços Diferenciada (DSCP) para fornecer QoS em um canal de acesso de retorno) pode ser fornecida. Adicionalmente, pode haver uma adição de um novo atributo de QoS da Prioridade Interusuário (por exemplo, classe de usuário) de autenticação, autorização e contabilidade de origem (HAAA) para a rede de acesso para o controle de admissão e tratamento de QoS. Ademais, pode haver pelo menos um mecanismo adicionado em como acessar as marcas de rede DSCP no link reverso e como acessar as marcas de gateway de acesso DSCP no link direto. Adicionalmente, pode haver um Suporte de Controle de Portador Baseado em Serviço (SBBC) fornecido no sentido da rede de acesso (por exemplo, como e quais parâmetros SBBC são enviados para a rede de acesso, e similares). O suporte pode ser utilizado para solucionar os problemas sobre como a QoS iniciada por entidade de rede 204 (por exemplo, iniciada por terminal de acesso) e a QoS iniciada por configuração de rede 202 funcionam juntamente com SBBC/controle de alteração e política (PCC).
[0045] Adicionalmente, outra funcionalidade pode ser utilizada com relação à informação de QoS. Um token pode ser utilizado para equiparar (match) a reserva nas entidades de rede tal como Nó B evoluído (eNB) com regras atualmente recebidas (por exemplo, o token passa da entidade de rede 204 para as funções de aplicação e funções de decisão de política). Isso pode operar como uma alternativa para a equiparação de filtro de pacote. Adicionalmente, a sinalização de Especificação de Interoperacionalidade (IOS) pode ser utilizada para portar informação de política ao invés de Diâmetro ou Raio. Pode haver também múltiplos Protocolos Internet (IP) endereçados associados a uma sessão de política entre um gateway de acesso e a entidade de decisão de política. Dentro da rede de acesso, as identificações de reserva são utilizadas para identificar a QoS reservada para determinados aplicativos. Pode ocorrer uma divisão do espaço de identificação de reserva por dois: um para entidade de rede iniciada e um para configuração de rede iniciada. A informação pode ser fornecida para a entidade de rede 204 de forma que possa ser sabido se a QoS de entidade de rede iniciada e/ou configuração de rede iniciada é utilizada para cada aplicativo.
[0046] Agora com referência à figura 3, um sistema ilustrativo 300 é descrito para iniciar a comunicação de QoS de uma rede e/ou uma entidade de rede. Um terminal de acesso 302 (por exemplo, uma entidade de rede ilustrativa) pode se comunicar com uma função de aplicativo 306 por meio de uma rede 304 e um gateway de acesso 310. A rede pode estar em comunicação com uma função de aplicativo 306, um ponto de decisão de política 308, e um gateway de acesso 310.
[0047] De acordo com um modo "push", o terminal de acesso 302 pode se comunicar com a função de aplicativo 306 por meio da rede 304 e o gateway de acesso 310. A função de aplicativo 306 pode autorizar a QoS e transferir a QoS para o ponto de decisão de política 308 para autorização com base em serviço. O ponto de decisão de política 308 pode comunicar decisões de política para o gateway de acesso 310. Se necessário, o controle de suporte adicional pode ser realizado entre o terminal de acesso 302, a rede 304, e o gateway de acesso 310. O gateway de acesso 310 pode comparar a QoS autorizada com um nível IP solicitado da QoS. Um resultado da comparação pode ser utilizado para facilitar a comunicação da QoS. O gateway de acesso pode fornecer decisões de política recebidas a partir do ponto de decisão de política 308 para a rede 304 para aplicação. Pode haver múltiplas entidades na rede 304 envolvidas na comunicação com o terminal de acesso 302. Um mecanismo de sincronização pode ser utilizado para atualizar a informação de política e aplicação nas múltiplas entidades dentro da rede 304. Esse mecanismo de sincronização pode envolver também a interação com o terminal de acesso 302. Deve-se apreciar que o sistema 300 pode funcionar sem a rede 304, de forma que a comunicação direta seja alcançada a partir do terminal de acesso 302 (por exemplo, em uma configuração iniciada por terminal de acesso).
[0048] Em outra modalidade, o terminal de acesso 302 (ou rede 304 em um caso iniciado por rede) pode trocar a informação com a função de aplicativo 306. A função de aplicativo 306 pode autorizar os parâmetros de QoS e transferir os parâmetros para o ponto de decisão de política 308 onde pode haver parâmetros de QoS autorizados por IP (por exemplo, onde o ponto de decisão de política 308 coleta uma política de governo). A informação pode ser limitada entre o terminal de acesso 302 e o gateway de acesso 310 além de entre o gateway de acesso 310 e o ponto de decisão de política 308. Os parâmetros de QoS autorizados por IP local podem se tornar parâmetros de QoS autorizados por nível de IP do gateway de acesso 310. O gateway de acesso 310 pode comparar a QoS autorizada com um nível IP solicitado de Qos. Um resultado da comparação pode ser utilizado para facilitar a comunicação de QoS.
[0049] De acordo com uma modalidade, um token pode ser comunicado entre o terminal de acesso 302 e uma função de aplicativo 306 e a função de aplicativo passa o token para o ponto de decisão de política 308. O ponto de decisão de política 308 pode então passar o token para o gateway de acesso 310 e a rede 304 com a regra de QoS. O terminal de acesso 302 pode então passar o mesmo token para a rede 304 quando solicitando a QoS. Como resultado disso, a rede 304 pode saber que o terminal de acesso 302 está solicitando algo relacionado a qual função de aplicativo 306 foi indicada. IOS pode ser entre a rede 304 e o gateway de acesso 310 ou entre as múltiplas entidades de rede dentro da rede 304. Um espaço de identificador de reserva pode ser utilizado entre o terminal de acesso 302 e a rede 304 (por exemplo, a rede de acesso) e pode ser dividido em dois espaços: um para a QoS iniciada por terminal de acesso e um para a QoS iniciada por rede.
[0050] O terminal de acesso 302 (por exemplo, o dispositivo móvel) e a função de aplicativo 306 podem negociar a informação relacionada com aplicativo. A função de aplicativo 306 pode passar informação de serviço para o ponto de decisão de política 308 para autorização. O ponto de decisão de política pode autorizar um serviço e deriva as regras de política com base na informação de serviço autorizada. O ponto de decisão de política 308 pode passar as regras de política para o gateway de acesso 310 que pode redistribuir as regras para a rede 304. O gateway de acesso 310 ou a rede pode iniciar a configuração de QoS com base nas regras recebidas.
[0051] Em uma modalidade de um modo "pull", o terminal de acesso 302 pode configurar a QoS com a rede 304 com base em alguma informação pré-configurada ou um aplicativo que o terminal de acesso 302 está planejando iniciar. A configuração pode acionar o gateway de acesso 302 para solicitar autorização do ponto de decisão de política 308. Uma vez que a QoS está disponível ou em paralelo com a configuração de QoS, o terminal de acesso 302 e a função de aplicativo 306 podem negociar a informação de aplicativo. A função de aplicativo pode passar a informação de serviço para o ponto de decisão de política 308 para autorização. O ponto de decisão de política 308 pode autorizar o serviço e derivar as regras de política relacionadas. Visto que o gateway de acesso 310 pode solicitar previamente a QoS para esse serviço, o ponto de decisão de política 308 pode correlacionar as regras com uma autorização anterior e envia uma atualização para o gateway de acesso 310. O gateway de acesso pode fornecer as decisões de política recebidas do ponto de decisão de política 308 para a rede 304 para aplicação. Pode haver múltiplas entidades na rede 304 envolvidas na comunicação com o terminal de acesso 302. Um mecanismo de sincronização é utilizado para atualizar a política e a informação de aplicação nas múltiplas entidades dentro da rede 304. Esse mecanismo de sincronização pode envolver também a interação com o terminal de acesso 302. Os aspectos descritos na figura 3 podem ser aplicados a outros aspectos descritos aqui (por exemplo, a configuração da rede 202 da figura 2 e/ou a entidade de rede 204 da figura 2).
[0052] Agora com referência à figura 4, um sistema ilustrativo 400 é descrito para a configuração da qualidade de serviço utilizada na comunicação de dados através do uso de uma configuração de rede detalhada 202. Dessa forma, o sistema 400 pode representar uma situação iniciada por configuração de rede 202. Um constituidor 206 pode ser utilizado estabelecendo uma função de plano de tráfego com uma entidade de rede. Ademais, um gerenciador 208 pode realizar a configuração de QoS com a entidade de rede 204 através do uso da função de plano de tráfego.
[0053] Vários outros módulos podem ser utilizados para facilitar a funcionalidade e aperfeiçoar a operação de QoS. A configuração de rede pode utilizar um agrupador 402 que coleta a informação de QoS de um gateway de acesso, onde o gateway de acesso pode obter a informação de QoS de uma função de regras de alteração de política. Isso pode ser feito antes da configuração de uma chamada, o que não é considerado permitido.
[0054] Adicionalmente, um detentor (holder) 404 pode ser utilizado para reservar a informação de QoS antes da iniciação de um link de comunicação, a informação de qualidade de serviço reservada sendo configurada. É convencionalmente considerado que a informação de QoS não possa ser configurada antes de um link ser estabelecido. No entanto, as políticas podem ser configuradas e trocadas entre diferentes entidades de rede (por exemplo, entidade de rede 204), a configuração de rede 202, e similares que pode permitir que a informação seja compartilhada e a informação de QoS seja utilizada no momento da chamada.
[0055] De acordo com uma modalidade, uma quantidade de informação de QoS pode ser reservada antes do estabelecimento de uma chamada. Um retentor (retainer) 406 pode ser utilizado para reservar uma seção da informação de QoS, frequentemente antes do estabelecimento da chamada. A entidade de rede 204 pode utilizar uma parte da seção da informação de QoS que é reservada. A configuração de rede 202 pode então liberar a informação de QoS que não é utilizada pela entidade de rede 204. Comumente, o retentor 406 reserva uma seção maior do que a que pode ser utilizada pela entidade de rede 204. Isso pode ser considerado uma garantia de que tal chamada pode ser iniciada visto que informações de QoS suficientes são reservadas para a entidade de rede 204 e isso pode permitir chamadas mais rápidas visto que a informação de QoS está prontamente disponível.
[0056] Uma vez que a configuração de rede 202 pode ter políticas diferentes que pelo menos uma entidade de rede 204, diferentes resultados podem ocorrer a partir de solicitações similares. Portanto, um modernizador 408 pode ser implementado e utiliza o procedimento de atualização para sincronizar pelo menos uma política entre a entidade de rede e a rede - dessa forma, resultados similares podem ser produzidos a partir de um comando comum. Uma entidade de rede 204 pode utilizar um receptor 410 para engatar em comunicação e um processador 412 para facilitar a operação. O uso do sistema 400 pode resultar no uso de uma informação de sessão parcial com base na autorização de política para um fluxo de chamada aperfeiçoado (por exemplo, otimizado).
[0057] Pela utilização de uma configuração de QoS como descrito aqui, vários elementos da funcionalidade podem ser praticados. Pode haver uma pré-autorização a partir de um ponto de decisão de política para permitir a reserva de QoS antes da configuração de chamada (por exemplo, partes da QoS reservadas antes da implementação de procedimentos de configuração de uma chamada). Adicionalmente, pode haver uma sincronização de política entre as entidades de rede através dos procedimentos de atualização de contexto (por exemplo, emitir um conjunto completo de regras toda vez a partir do gateway de acesso para a rede para evitar a condição de competição). Adicionalmente, pode existir a autorização de política com base na utilização de assinatura juntamente com a atualização de política e ligação tardia para permitir o fluxo de chamada aperfeiçoado.
[0058] Agora com referência à figura 5, um sistema ilustrativo 500 é descrito para configurar qualidade de serviço utilizada na comunicação de dados através do uso de uma entidade de rede detalhada 204. A entidade de rede 204 pode suprir informação para a configuração de rede 202 para facilitar o uso da informação de QoS. Um receptor 502 pode ser utilizado pela entidade de rede para se envolver com a comunicação e um processador 504 pode ser utilizado para dados.
[0059] A entidade de rede 204 pode utilizar um instituidor 210 que estabelece uma função de plano de tráfego com uma rede (por exemplo, a configuração de rede 204) . Um organizador 212 pode realizar a configuração de QoS com a rede através do uso da função de plano de tráfego. Diferentes funcionalidades podem permitir que várias características sejam utilizadas com relação à utilização da informação de QoS. De acordo com uma modalidade, a configuração da função de plano de tráfego é realizada através do uso da política de assinatura, atualização de política, e ligação tardia (late binding). Um registro 506 pode reservar a informação de QoS antes do início de um link de comunicação; a informação de QoS reservada é frequentemente configurada pelo organizador 212 .
[0060] De forma similar ao que foi descrito em uma implementação iniciada por entidade de rede (por exemplo, que foi ilustrado na figura 4), diferentes políticas podem resultar em resultados variáveis que podem ser indesejáveis. Um balanceador (balancer) 506 pode combater o impacto indesejável utilizando o procedimento de atualização para sincronizar pelo menos uma política entre a entidade de rede e a rede. Em sistemas de comunicação convencionais, a identificação temporária pode ser fornecida para as entidades. No entanto, pode haver problemas de correção se a mesma identificação temporária não estiver disponível em todas as entidades envolvidas. Um identificador 508 pode ser utilizado para suprir uma identidade permanente da entidade de rede para a rede. Dessa forma, pode haver o suprimento de um Identificador de Endereço de Rede (NAI) permanente a partir de HAAA (por exemplo, um servidor HAAA) para um gateway de acesso para que o gateway de acesso utilize em comunicação com o ponto de decisão de política, que também recebeu a mesma identificação permanente do HAAA, para correlação.
[0061] Agora com referência à figura 6, um sistema ilustrativo 500 é descrito para comunicação da informação como parte de uma rede, tal como através da tecnologia de acesso por rádio UMB. Uma eBS 602 (estação base evoluída, tal como a estação base 102 da figura 1) pode se envolver com um DAP e/ou um SRNC 604 que mantém a referência da sessão. O DAP e/ou SRNC 604 pode se comunicar com um AGW 606 (gateway de acesso, tal como o gateway de acesso 310 da figura 3) . Através do AGW 60 6, um número de entidades pode se comunicar com a eBS 602 com o AGW 606 fornecendo um ponto de usuário da condutividade de IP para uma rede. O AGW 606 pode se envolver com uma AAA 608 (função de autenticação, autorização e contabilidade) que pode fornecer funções de autenticação, autorização e contabilidade com relação a um uso de terminal de acesso dos recursos da rede. Adicionalmente, o AGW 606 pode se comunicar com um HA 610 (agente doméstico) que fornece funcionalidade de mobilidade. Uma LMA 612 (Âncora de Mobilidade Local) pode servir de interface com AGW 606 diretamente ou através da comunicação com uma PCRF 614 (Função de Regras de Política e Alteração) que fornece um padrão no qual o AGW 606 pode operar. A LMA 612 pode funcionar como um ponto de ancoragem para um terminal móvel e gerencia um estado de conexão com o terminal móvel.
[0062] Com referência às figuras de 7 a 10, as metodologias referentes a uma comunicação de informação de QoS são ilustradas. Enquanto, para fins de simplicidade de explicação, as metodologias são ilustradas e descritas como uma série de atos, deve-se compreender e apreciar que as metodologias não estão limitadas pela ordem dos atos, visto que alguns atos podem, de acordo com uma ou mais modalidades, ocorrer em ordens diferentes e/ou simultaneamente com outros atos a partir do que foi ilustrado e descrito aqui. Por exemplo, os versados na técnica compreenderão e apreciarão que uma metodologia pode ser alternativamente representada como uma série de estados ou eventos inter-relacionados, tal como em um diagrama de estado. Ademais, nem todos os atos ilustrados podem ser necessários para se implementar uma metodologia de acordo com uma ou mais modalidades.
[0063] Agora com referência à figura 7, uma metodologia ilustrativa 700 é descrita para utilização da informação de QoS em uma configuração iniciada por entidade de rede. No caso 7 02, pode haver o estabelecimento de uma função de plano de tráfego com uma rede. A informação de QoS pode ser reservada antes da iniciação de um link de comunicação no caso 704, que pode ser facilitado a partir da pré-autorização da política.
[0064] Com uma função de plano de tráfego estabelecida, pode haver a realização da configuração de QoS com a rede através do uso da função de plano de tráfego através do ato 706. Dessa forma, a informação de QoS é configurada (por exemplo, que foi reservada através do ato 706). No bloco 708 pode haver a utilização do procedimento de atualização para sincronizar pelo menos uma política entre a entidade de rede e a rede. De acordo com uma modalidade, a configuração da função de plano de tráfego é realizada através do uso de política de assinatura, atualização de política, e ligação tardia. Pode haver também o fornecimento de uma identidade permanente da entidade de rede para a rede realizada através da ação 710, a ação 710 podendo ocorrer quando a função de plano de tráfego é estabelecida no evento 702 ou antes.
[0065] Agora com referência à figura 8, uma metodologia ilustrativa 800 é descrita para utilização da informação de QoS em uma configuração iniciada por entidade de rede. Na ação 802, pode haver o estabelecimento de uma função de plano de tráfego com uma entidade de rede. Com um plano de tráfego coletado, a coleta da informação de qualidade de serviço a partir de um circuito de aceso pode ocorrer no ato 804. De acordo com uma modalidade, o gateway de acesso obtém a informação de qualidade de serviço a partir de uma função de regras de alteração de política. Também pode haver a realização da configuração de QoS com a entidade de rede através do uso da função de plano de tráfego no evento 806. Adicionalmente, a informação de QoS pode ser reservada antes da iniciação de um link de comunicação, onde a informação de QoS reservada é configurada.
[0066] Uma seção da informação de QoS pode ser reservada na ação 808. Uma solicitação pode então ser enviada para uma entidade, onde a entidade pode fornecer uma resposta. A entidade pode fornecer uma resposta que é coletada na ação 810 e uma verificação 812 pode ocorrer para determinar se a entidade especificou uma parte de informação de QoS. Comumente, a entidade deseja utilizar uma parte da QoS reservada e notifica uma rede sobre o desejo, de forma que a parte possa ser designada no evento 814. É possível também que mais QoS seja necessária do que a QoS reservada, a metodologia 800 pode ser utilizada para atualizar a QoS reservada com base na solicitação real. No entanto, é possível que nenhuma designação seja feita pela entidade, de forma que a rede possa determinar quanta informação de QoS é reservada para uso. A determinação pode ser feita através do uso das técnicas de inteligência artificial.
[0067] As técnicas de inteligência artificial podem empregar uma dentre várias metodologias para aprendizado a partir dos dados e então realização de inferências e/ou determinações relacionadas com a informação de armazenamento dinâmico através de múltiplas unidades de armazenamento (por exemplo, Modelos de Markov Ocultos (HMMs) e modelos de dependência prototípica relacionados, modelos gráficos probabilísticos mais gerais, tal como redes Bayesianas, por exemplo, criadas pela busca por estrutura utilizando a marcação ou aproximação de modelo Bayesiano, classificadores lineares, tal como máquinas de vetor de suporte (SVMs), classificadores não lineares, tal como métodos referidos como metodologias de "rede neural", metodologias de lógica fuzzy, e outras abordagens que realizam a fusão de dados, etc.) de acordo com a implementação de vários aspectos automatizados descritos aqui. Adicionalmente, essas técnicas também podem incluir métodos para a captura de relações lógicas tal como as provas de teorema ou sistemas especialistas com base em regra mais heurística. As técnicas de inteligência artificial podem ser utilizadas para realizar as determinações descritas aqui. Com base na parte especificada utilizada da seção reservada (por exemplo, solicitada por uma entidade, determinada e semelhante), uma sobra pode ser liberada na ação 816. Alternativamente, se a QoS necessária puder ser maior do que a seção reservada, recursos adicionais podem ser fornecidos na ação 816. No evento 818, o procedimento de atualização pode ser utilizado para sincronizar pelo menos uma política entre a entidade de rede e a rede.
[0068] Agora com referência à figura 9, uma metodologia ilustrativa 900 é descrita para uma implementação de QoS iniciada por entidade de rede. A preparação das atividades com relação à informação de qualidade de serviço pode ser realizada no evento 902. Inicialmente, pode haver a realização de autenticação e autorização de acesso. Com autenticação e/ou autorização adequadas, um aplicação pode começar.
[0069] No bloco 904, pode haver o processamento de uma solicitação para uso da informação de QoS com relação ao aplicativo. O aplicativo envia a solicitação de QoS para uma entidade de rede, onde a entidade de rede pode enviar a solicitação através da rede. A rede pode autorizar a solicitação de QoS, realizar modificação na solicitação, fazer sugestões relacionadas com a solicitação, e similares.
[0070] Uma resposta pode ser coletada na ação 906 que se refere à solicitação do uso da informação de QoS. Em adição ao envio da resposta de QoS, a rede pode transferir os dados de configuração, que podem ser específicos à rede, sugestão para a entidade de rede, e similares. A entidade de rede pode processar os dados de resposta e configuração e enviar a informação para o aplicativo. O aplicativo pode residir na entidade de rede, em outra localização, e similares.
[0071] Com uma resposta adequada, o aplicativo pode ser ativado através do evento 908. Adicionalmente, pode haver uma solicitação LIGADO que é utilizada na configuração relacionada com a informação de QoS através do ato 910. O aplicativo pode encerrar uma solicitação LIGADO para um terminal de acesso, onde o terminal de acesso envia uma solicitação LIGADO de reserva para uma rede de acesso que a rede pode então aceitar. O terminal de acesso pode então enviar uma QoS LIGADA para o aplicativo. O acionamento da sinalização pode ocorrer através do evento 912. O aplicativo aciona o SIP ou não SIP para um servidor de aplicativo. Se for determinado que a sinalização está completa, então os dados podem fluir.
[0072] Agora com referência à figura 10, uma metodologia ilustrativa 1000 é descrita para uma configuração de QoS iniciada por rede. Pode haver a realização de atividades de preparação no evento 1002. Isso pode incluir quando o AT realiza uma autenticação e autorização de acesso bem sucedidas. Além disso, pode haver procedimentos de Autenticação e Autorização e um Perfil de Usuário de QoS pode ser enviado para um SRNC. O SRNC envia o Perfil de Usuário de QoS para a eBS como informação de sessão, representada pela ação 1004. O túnel entre DAP e AGW pode ser estabelecido na ação 1006. O endereço IP também pode ser designado. Visto que SBBC é suportado, AGW estabelece o percurso com vPCRF e hPCRF. A política estática pode ser enviada a partir de vPRF e hPCRF para AGW e AGW envia para SRNC.
[0073] As atividades de ativação inicial podem ocorrer através do bloco 1008. O aplicativo pode ser ativado. O aplicativo também pode enviar App Activated para o AT. O aplicativo pode acionar sinalização SIP ou não SIP para o Servidor de Aplicativo. Acionado pela sinalização de aplicativo, o App Server envia SBBC para vPCRF/hPCRF, onde vPCRF/hPCRF envia SBBC para AGW contendo a QoS da sessão. Adicionalmente, AGW pode enviar SBBC para AN/DAP.
[0074] A autorização de rede pode ocorrer no evento 1010. AN pode autorizar a QoS com base no Perfil de Usuário de QoS. AN pode enviar uma solicitação de configuração para o AT contendo a solicitação de ReservationKKQoS e TFT. O AT pode enviar uma resposta de configuração para AN. AN também pode enviar Solicitação LIGADA de Reserva para o AT incluindo a QoS concedida. O AT também pode enviar ForReservationAck e/ou RevReservationAccept para AN e o AT envia QoS LIGADA para o Aplicativo. Ações de alertas podem ocorrer no ato 1012, de forma que DAP notifique SRNC sobre a QoS da sessão, que pode ser realizada em paralelo com AN autorizando QoS com base no Perfil de Usuário de QoS. DAP envia a sessão reconfigurada para AT. Além disso, AT pode notificar todos os elementos do conjunto ativo para que obtenham uma nova sessão a partir de SRNC.
[0075] Será apreciado que, de acordo com um ou mais aspectos descritos aqui, inferências podem ser feitas com referência a se a comunicação de QoS deve ser empregada, determinando um parâmetro de período de vigília, etc. Como utilizado aqui, o termo "inferir" ou "inferência" se refere geralmente ao processo de racionalização sobre ou inferência de estados do sistema, ambiente, e/ou usuário a partir de um conjunto de observações como capturado através de eventos e/ou dados. A inferência pode ser empregada para identificar um contexto ou ação específico, ou pode gerar uma distribuição de probabilidade através dos estados, por exemplo. A inferência pode ser probabilística, isso é, a computação de uma distribuição de probabilidade através dos estados de interesse com base em uma consideração dos dados e eventos. A inferência também pode se referir a técnicas empregadas para a composição de eventos de nível mais alto a partir de um conjunto de eventos e/ou dados. Tal inferência resulta na construção de novos eventos ou ações a partir de um conjunto de eventos observados e/ou dados de evento armazenados, se ou não os eventos são correlacionados em proximidade temporal, e se os eventos e dados são provenientes de uma ou varias fontes de evento e dados.
[0076] De acordo com um exemplo, um ou mais métodos apresentados acima podem incluir a realização de inferências pertencentes à utilização da informação de QoS em uma configuração de rede. Por meio da ilustração adicional, uma inferência pode ser feita com relação à seleção de um número de quadros físicos como um parâmetro de período de vigília com base na aplicação pretendida, economia de potência desejada, etc. Será apreciado que os exemplos acima são ilustrativos por natureza e não devem limitar o número de inferências que podem ser realizadas ou a forma na qual tais inferências podem ser realizadas em conjunto com as várias modalidades e/ou métodos descritos aqui .
[0077] A figura 11 é uma ilustração de um dispositivo móvel 1100 que facilita o uso da informação de QoS, onde o dispositivo móvel 1100 pode operar como uma entidade de rede (por exemplo, terminal de acesso). O dispositivo móvel 1100 compreende um receptor 1102 que recebe um sinal, por exemplo, de uma antena receptora (não ilustrada) e realiza as ações típicas (por exemplo, filtra, amplifica e converte descendentemente) o sinal recebido e digitaliza o sinal condicionado para obter amostras. O receptor 1102 pode ser, por exemplo, um receptor MMSE, e pode compreender um demodulador 1104 que pode demodular os símbolos recebidos e fornecer os mesmos para um processador 1106 para a estimativa de canal. O processador 1106 pode ser um processador dedicado à análise de informação recebida pelo receptor 1102 e/ou geração da informação para transmissão por um transmissor 1116, um processador que controla um ou mais componentes do dispositivo móvel 1100, e/ou um processador que analisa a informação recebida pelo receptor 1102, gera informação para transmissão pelo transmissor 1116, e controla um ou mais componentes do dispositivo móvel 1100.
[0078] O dispositivo móvel 1100 pode compreender adicionalmente a memória 1108 que é acoplada de forma operacional ao processador 1106 e que pode armazenar dados a serem transmitidos, dados recebidos, informação relacionada com os canais disponíveis, dados associados com o sinal analisado e/ou intensidade de interferência, informação relacionada com um canal designado, potência, taxa, ou similares, e qualquer outra informação adequada para estimativa de um canal e comunicação através do canal. A memória 1108 pode armazenar adicionalmente os protocolos e/ou algoritmos associados com a estimativa e/ou utilização de um canal (por exemplo, com base em desempenho, com base em capacidade, etc.).
[0079] Será apreciado que o armazenador de dados (por exemplo, memória 1108) descrito aqui pode ser a memória volátil ou memória não volátil, ou pode incluir tanto a memória volátil quanto a não volátil. Por meio de ilustração, e não de limitação, a memória não volátil pode incluir a memória somente de leitura (ROM), ROM programável (PROM), ROM eletricamente programável (EPROM), PROM eletricamente eliminável (EEPROM), ou memória flash. A memória volátil pode incluir memória de acesso aleatório (RAM), que age como uma memória cache externa. Por meio de ilustração e não de limitação, RAM está disponível em muitas formas tal como RAM Sincronizada (SRAM), RAM Dinâmica (DRAM), DRAM Sincronizada (SDRAM), SDRAM de taxa de dados dupla (DDR SDRAM), SDRAM melhorada (SDRAM), DRAM Synchlink (SLDRAM), e RAM Rambus Direta (DRRAM). A memória 1108 dos presentes sistemas e métodos deve compreender, sem ser limitada a, esses e quaisquer outros tipos adequados de memória.
[0080] O processador 1102 pode ser adicionalmente acoplado de forma operacional a um instituidor 1110 e/ou um organizador 1112. O instituidor 1110 pode estabelecer uma função de plano de tráfego com uma rede e um organizador 1112 pode realizar a configuração de QoS com a rede através do uso da função de plano de tráfego. O dispositivo móvel 1100 ainda compreender adicionalmente um modulador 1114 e o transmissor 1116 que transmite um sinal (por exemplo, CQI base e CQI diferencial), por exemplo, para uma estação base, outro dispositivo móvel, etc. Apesar de apresentado como sendo separado do processador 1106, deve-se apreciar que o instituidor 1110 e/ou o organizador 1112 podem ser parte do processador 1106 ou um número de processadores (não ilustrados).
[0081] A figura 12 é uma ilustração de um sistema 1200 que facilita a comunicação da informação de QoS iniciada por uma rede, onde o sistema 1200 pode representar uma configuração de rede. O sistema 1200 compreende uma estação base 1202 (por exemplo, ponto de acesso,...) com um receptor 1210 que recebe sinais de um ou mais dos dispositivos móveis 1204 através de uma pluralidade de antenas receptoras 1206, e um transmissor 1222 que transmite para um ou mais dentre os dispositivos móveis 1204 através de uma pluralidade de antenas transmissoras 1208. O receptor 1210 pode receber informação das antenas receptoras 1206 e é acoplado de forma operacional a um demodulador 1212 que demodula a informação recebida. Os símbolos demodulados são analisados por um processador 1214 que pode ser similar ao processador descrito acima com relação à figura 11 e que é acoplado a uma memória 1216 que armazena informação relacionada com a estimativa de uma intensidade de sinal (por exemplo, piloto) e/ou intensidade de interferência, os dados a serem transmitidos ou recebidos dos dispositivos móveis 1204 (ou uma estação base diferente (não ilustrada)) e/ou qualquer informação adequada relacionada com a realização de várias ações e funções apresentadas aqui.
[0082] O processador 1214 é adicionalmente acoplado a um constituidor 1218 e/ou um gerenciador 1220. O constituidor 1218 pode estabelecer uma função de plano de tráfego com uma entidade de rede. O gerenciador 1220 pode realizar a configuração de QoS com a entidade de rede através do uso da função de plano de tráfego. Apesar de apresentado como sendo separado do processador 1214, deve-se apreciar que o constituidor 1218 e/ou gerenciador 1220 pode ser parte do processador 1214 ou um número de processadores (não ilustrados).
[0083] A figura 13 ilustra um sistema de comunicação sem fio ilustrativo 1300. O sistema de comunicação sem fio 1300 apresenta uma estação base 1310 e um dispositivo móvel 1350 para fins de brevidade. No entanto, deve-se apreciar que o sistema 1300 pode incluir mais de uma estação base e/ou mais de um dispositivo móvel, onde as estações base adicionais e/ou dispositivos móveis podem ser substancialmente similares ou diferentes da estação base 1310 e dispositivo móvel 1350 ilustrativos descritos abaixo. Adicionalmente, deve-se apreciar que a estação base 1310 e/ou o dispositivo móvel 1350 podem empregar os sistemas (figuras 1 a 6 e 11 e 12) e/ou métodos (figuras 7 a 10) descritos aqui para facilitar a comunicação sem fio entre os mesmos.
[0084] Na estação base 1310, os dados de tráfego para um número de sequências de dados são fornecidos a partir de uma fonte de dados 1312 para um processador de dados de transmissão (TX) 1314. De acordo com um exemplo, cada sequência de dados pode ser transmitida através de uma respectiva antena. Um processador de dados TX 1314 formata, codifica e intercala a sequência de dados de tráfego com base em um esquema de codificação particular selecionado para essa sequência de dados para fornecer dados codificados.
[0085] Os dados codificados para cada sequência de dados podem ser multiplexados com dados piloto utilizando técnicas OFDM. Adicionalmente ou alternativamente, os símbolos piloto podem ser FDM, TDM ou CDM. Os dados piloto são tipicamente um padrão de dados conhecido que é processado de uma forma conhecida e podem ser utilizados no dispositivo móvel 1350 para estimar a resposta do canal. O piloto multiplexado e os dados codificados para cada sequência de dados podem ser modulados (por exemplo, mapeados em símbolo) com base em um esquema de modulação particular (por exemplo, BPSK, QPSK, M-PSK M-QAM, etc.) selecionados para essa sequência de dados para fornecer os símbolos de modulação. A taxa, codificação e modulação de dados para cada sequência de dados podem ser determinadas pelas instruções realizadas ou fornecidas pelo processador 1330.
[0086] Os símbolos de modulação para as sequências de dados podem ser fornecidos para um processador MIMO TX 1320, que pode processar adicionalmente os símbolos de modulação (por exemplo, para OFDM). O processador MIMO TX 1320 então fornece NT sequências de símbolos de modulação para Nt transmissores (TMTR) 1322a a 1322t. Em várias modalidades, o processador MIMO TX 1320 aplica as ponderações de formação de feixe aos símbolos das sequências de dados e à antena a partir da qual o símbolo está sendo transmitido.
[0087] Cada transmissor 1322 recebe e processa uma sequência de símbolos respectiva para fornecer um ou mais sinais analógicos, e adicionalmente condiciona (por exemplo, amplifica, filtra e converte ascendentemente) os sinais analógicos para fornecer um sinal modulado adequado para transmissão através do canal MIMO. Adicionalmente, Nt sinais modulados dos transmissores 1322a a 1322t são transmitidos a partir de Nt antenas 1324a a 1324t, respectivamente.
[0088] No dispositivo móvel 1350, os sinais modulados transmitidos são recebidos por Nr antenas 1352a a 1352r e o sinal recebido de cada antena 1352 é fornecido para um respectivo receptor (RCVR) 1354a a 1354r. Cada receptor 1354 condiciona (por exemplo, filtra, amplifica e converte descendentemente) um sinal respectivo, digitaliza o sinal condicionado para fornecer amostras, e processa adicionalmente as amostras para fornecer uma sequência de símbolos "recebida" correspondente.
[0089] Um processador de dados RX 1360 pode receber e processar as Nr sequências de símbolos recebidas dos Nr receptores 1354 com base em uma técnica de processamento de receptor particular para fornecer Nt sequências de símbolos "detectadas". O processador de dados RX 1360 pode demodular, deintercalar, e decodificar cada sequência de símbolos detectada para recuperar os dados de tráfego para a sequência de dados. O processamento pelo processador de dados RX 1360 é complementar ao realizado pelo processador MIMO TX 1320 e o processador de dados TX 1314 na estação base 1310.
[0090] Um processador 1370 pode determinar periodicamente qual matriz de pré-codificação utilizar como discutido acima. Adicionalmente, o processador 1370 pode formular uma mensagem de link reverso compreendendo uma parte de índice de matriz e uma parte de valor de classificação.
[0091] A mensagem de link reverso pode compreender vários tipos de informações referentes ao link de comunicação e/ou à sequência de dados recebida. A mensagem de link reverso pode ser processada por um processador de dados TX 1338, que também recebe os dados de tráfego para um número de sequências de dados a partir de uma fonte de dados 1336, modulados por um modulador 1380, condicionados pelos transmissores 1354a a 1354r, e transmitidos de volta para a estação base 1310.
[0092] Na estação base 1310, os sinais modulados do dispositivo móvel 1350 são recebidos por antenas 1324, condicionados pelos receptores 1322, demodulados por um demodulador 1340 e processados por um processador de dados RX 1342 para extrair a mensagem de link reverso transmitida pelo dispositivo móvel 1350. Adicionalmente, o processador 1330 pode processar a mensagem extraída para determinar qual matriz de pré-codificação utilizar para determinar as ponderações de formação de feixe.
[0093] Os processadores 1330 e 1370 podem direcionar (por exemplo, controlar, coordenar, gerenciar, etc.) a operação na estação base 1310 e no dispositivo móvel 1350, respectivamente. Os respectivos processadores 1330 e 1370 podem ser associados com a memória 1332 e 1372 que armazenam códigos de programa e dados. Os processadores 1330 e 1370 também podem realizar as computações para derivar as estimativas de frequência e resposta a impulso para uplink e downlink, respectivamente.
[0094] Deve-se compreender que as modalidades descritas aqui podem ser implementadas em hardware, software, firmware, middleware, microcódigo ou qualquer combinação dos mesmos. Para uma implementação de hardware, as unidades de processamento podem ser implementadas dentro de um ou mais dos circuitos integrados de aplicação especófica (ASICs), processadores de sinal digital (DSPs), dispositivos de processamento de sinal digital (DSPDs), dispositivos lógicos programáveis (PLDs), conjuntos de porta programáveis em campo (FPGAs), processadores, controladores, microcontroladores, microprocessadores, ou outras unidades eletrônicas projetadas para realizar as funções descritas aqui, ou uma combinação dos mesmos.
[0095] Quando as modalidades são implementadas em software, firmware, middleware ou microcódigo, código de programa ou segmentos de código, as mesmas podem ser armazenadas em um meio legível por maquina, tal como um componente de armazenamento. Um segmento de código pode representar um procedimento, uma função, um subprograma, um programa, uma rotina, uma sub-rotina, um módulo, um pacote de software, uma classe ou qualquer combinação de instruções, estruturas de dados, ou declarações de programa. Um segmento de código pode ser acoplado a outro segmento de código ou um circuito de hardware pela passagem e/ou recebimento de informação, dados, argumentos, parâmetros, ou conteúdo de memória. A informação, argumentos, parâmetros, dados, etc. podem ser passados, enviados, ou transmitidos utilizando-se quaisquer meios adequados incluindo compartilhamento de memória, passagem de memória, passagem de token, transmissão de rede, etc.
[0096] Para uma implementação em software, as técnicas descritas aqui podem ser implementadas com módulos (por exemplo, procedimentos, funções e assim por diante) que realizam as funções descritas aqui. Os códigos de software podem ser armazenados em unidades de memória e executados por processadores. A unidade de memória pode ser implementada dentro do processador ou fora do processador, caso no qual pode ser comunicativamente acoplada ao processador através de vários meios como é sabido na técnica.
[0097] Com referência à figura 14, é ilustrado um sistema 1400 que faz uso da informação de QoS em comunicação sem fio. Por exemplo, o sistema 1400 pode residir pelo menos parcialmente dentro de um dispositivo móvel. Deve-se apreciar que o sistema 1400 é representado como incluindo blocos funcionais, que podem ser blocos funcionais que representam as funções implementadas por um processador, software, ou combinação dos mesmos (por exemplo, firmware). O sistema 1400 inclui um agrupamento lógico 1402 de componentes elétricos que podem agir em conjunto. Por exemplo, o agrupamento lógico 1402 pode incluir um componente elétrico para o estabelecimento de uma função de plano de tráfego com uma rede 1404. Ademais, o agrupamento lógico 1402 pode incluir um componente elétrico para a realização da configuração de qualidade de serviço com a rede através do uso da função de plano de tráfego 1406.
[0098] O agrupamento lógico 1402 também pode incluir um componente elétrico para reserva de informação de qualidade de serviço antes da iniciação de um link de comunicação, a informação de qualidade de serviço reservada sendo configurada, um componente elétrico para utilização do procedimento de atualização para sincronizar pelo menos uma política entre a entidade de rede e a rede, onde a configuração da função de plano de tráfego pode ser realizada através do uso da política de assinatura, atualização de política e ligação tardia e/ou um componente elétrico para suprir uma identidade permanente da entidade de rede à rede; esses componentes podem integrar como parte do componente elétrico para identificação de uma transmissão de uma unidade de dados de protocolo de controle 1404 e/ou o componente elétrico para implementação de um contador como uma correlação direta da transmissão identificada para a unidade de dados de protocolo de controle 1406, como entidades independentes, e similares. Adicionalmente, o sistema 1400 pode incluir uma memória 1408 que retém as instruções para execução das funções associadas com os componentes elétricos 1404 e 1406. Enquanto ilustrados como sendo externos à memória 1408, deve-se compreender que um ou mais dos componentes elétricos 1404 e 1406 podem existir dentro da memória 1408.
[0099] Voltando-se à figura 15, é ilustrado um sistema 1500 que realiza o uso da informação de QoS na comunicação sem fio. Por exemplo, o sistema 1500 pode residir pelo menos parcialmente dentro de um dispositivo móvel. Será apreciado que o sistema 1500 é representado como incluindo blocos funcionais, que podem ser blocos funcionais que representam funções implementadas por um processador, software ou combinação dos mesmos (por exemplo, firmware). O sistema 1500 inclui um agrupamento lógico 1502 de componentes elétricos que podem agir em conjunto. Por exemplo, o agrupamento lógico 1502 pode incluir um componente elétrico para o estabelecimento de uma função de plano de tráfego com uma entidade de rede 1504. Ademais, o agrupamento lógico 1502 pode incluir um componente elétrico para realizar a configuração de qualidade de serviço com a entidade de rede através do uso da função de plano de tráfego 1506.
[00100] O agrupamento lógico 1502 também pode incluir um componente elétrico para a coleta de informação de qualidade de serviço de um gateway de acesso, onde o gateway de acesso pode obter a informação de qualidade de serviço de uma função de regras de alteração de política, um componente elétrico para a reserva da informação de qualidade de serviço antes da iniciação de um link de comunicação, a informação de qualidade de serviço reservada podendo ser configurada, um componente elétrico para reservar uma seção da informação de qualidade de serviço; comumente a entidade de rede utiliza uma parte da seção da informação de qualidade de serviço e/ou um componente elétrico para utilização do procedimento de atualização para sincronizar pelo menos uma política entre a entidade de rede e a rede; esses componentes podem se integrar como parte do componente elétrico para a produção de um alerta para um módulo que envia a unidade de dados de protocolo de controle pra reconfigurar um contador depois da autenticação bem sucedida da unidade de dados de protocolo de controle 1506, como entidades independentes, e similares. Enquanto ilustrados como sendo externos à memória 1508, deve-se compreender que os componentes elétricos 1504 e 1506 podem existir dentro da memória 1510.
[00101] Adicionalmente, outras características de QoS relevantes podem ser implementadas de acordo com os aspectos descritos aqui. Deve-se apreciar que o abaixo apresentado é utilizado para fins explicativos e não deve limitar o escopo. Os sistemas podem permitir que serviços IP diferenciados por QoS (tal como VoIP e outros serviços de dados) sejam definidos e especificados independentemente dentro dos limites da interface aérea. A interface aérea UMB pode suportar múltiplos fluxos IP. Cada fluxo IP pode ser mapeado em uma única reserva identificada por um ReservationLabel, que, por sua vez, pode ser mapeado em uma sequência.
[00102] A eBS pode transferir dados com um gateway de acesso através de um túnel GRE PMIP. A eBS cria um túnel GRE por AT para transportar os quadros de dados entre o AT e o AGW. Uma determinada sessão de dados em pacote pode suportar um ou mais endereços IP. Um túnel GRE PMIP pode portar múltiplos fluxos IP. Um fluxo IP pode ser uma série de pacotes que compartilham uma iniciação específica das camadas de protocolo IETF. Por exemplo, um fluxo RTP pode consistir de pacotes de uma iniciação de protocolo IP, todos os quais podem compartilhar o mesmo endereço IP fonte e de destino e números de porta UDP.
[00103] Pode haver uma arquitetura de QoS em um sistema CAN. No link direto, o AGW pode copiar DSCP do cabeçalho IP interno para DSCP do cabeçalho IP externo com consideração da autorização de marcação DSCP recebida do HAAA. Depois do recebimento dos Fluxos IP do AGW, a eBS pode utilizar filtros de pacote recebidos do AT para mapear o tráfego de direto para as reservas aéreas correspondentes que possuem tratamento diferente de QoS através do ar.
[00104] Para o link reverso, a eBS pode marcar DSCP de ambos os cabeçalhos IP interno e externo com base na QoS através do ar (por exemplo, FlowProfileID QoS) . Quando o AT e AGW realizam a autenticação e autorização de acesso com o servidor AAA de origem, se MS for autenticada, o servidor AAA de origem pode retornar QoS de assinante.
[00105] A informação de perfil é enviada através do servidor AAA visitado ao AGW. Um perfil de QoS de assinante consiste dos seguintes atributos 3GPP2: A Largura de Banda Máxima Agregada Autorizada para o Tráfego de Melhor Esforço, Os IDs de Perfil de Fluxo Autorizado para cada direção, a Prioridade Máxima por Fluxo, a Prioridade Interusuário (por exemplo, melhor esforço, tráfego de QoS, etc.), Mapeamento entre ID de Perfil de Fluxo e DSCP, e Mapeamento entre o ID de Perfil de Fluxo e regras de política (por exemplo, Parâmetros de Bucket de Token), As Marcações DSCP Permitidas para o Link direto e Link Reverso, etc.
[00106] As Marcações DSCP Permitidas para a Canalização Reversa MIPv4 podem ser utilizadas. SE AGW (gateway de acesso tal como o gateway de acesso 310 da figura 3) receber o Perfil de QoS de Assinante do servidor AAA de Origem, o mesmo pode fornecer atributos de QoS (se disponíveis) exceto algumas vezes para Marcações DSCP Permitidas para Canalização Reversa MIPv4 a partir do Perfil de QoS de Assinante recebido para SRNC para fins de política de tráfego e autorização de solicitação de QoS.
[00107] O AGW pode armazenar as Marcações DSCP Permitidas para atributo de Link direto e Link Reverso e um atributo de Marcações DSCP Permitidas para Canalização Reversa MIPv4 para uso subsequente. No caso de múltiplos NAIs por AT (por exemplo, terminal de acesso) , o AGW pode receber um Perfil de QoS de Assinante para cada NAI. O AGW pode enviar o Perfil de QoS de Assinante correspondente para SRNC de forma que SRNC manuseie múltiplos Perfis QoS de Assinante por AT.
[00108] O AGW pode enviar para configurações de perfil de QoS de assinante local para SRNC toda vez que o perfil de QoS de assinante não está incluído na mensagem AAA. Cada Perfil de QoS de AT pode conter Largura de Banda Máxima Agregada Autorizada para Tráfego de Melhor Esforço. Se o AGW receber o atributo de Largura de Banda Máxima Agregada Autorizada para Tráfego de Melhor Esforço de AAA, o mesmo pode enviar para SRNC através dos procedimentos de Acesso, Autenticação e Autorização EAP. A AN (rede, tal como a rede 304 da figura 3) pode utilizar esse parâmetro para controle de admissão e gerenciamento de recurso de rádio. Os IDs de Perfil de Fluxo autorizados para cada direção incluem a lista autorizada dos ATs de IDs de Perfil de Fluxo para direções direta e direção reversa. A lista autorizada de Fluxo de AT.
[00109] IDs podem ser diferentes entre a direção direta e reversa. Os parâmetros de QoS solicitados por AT podem conter um conjunto de IDs de Perfil de Fluxo para a direção direta e a direção reversa. Se o AGW receber o atributo de ID de Perfil de Fluxo Autorizado do AAA, o mesmo pode enviar o atributo para SRNC através dos procedimentos de Acesso, Autenticação e Autorização EAP. A AN pode garantir o conjunto de perfis autorizados não concedendo IDs de Perfil que não aparecem na lista de ID de Perfil de Fluxo Autorizado.
[00110] Cada Perfil de QoS do AT pode conter a Prioridade Máxima por Fluxo. Se o AGW receber o atributo de Prioridade Máxima por Fluxo do AAA, pode enviar para SRNC através dos procedimentos de Acesso, Autenticação e Autorização EAP. Os aplicativos no AT podem solicitar uma prioridade de fluxo para um fluxo particular nas áreas de QoS. A AN pode conceder cerca de um dentre dezesseis possíveis níveis de prioridade, mas comumente não mais que o parâmetro de Prioridade Máxima Autorizada por Fluxo em um perfil de QoS de Assinante. Esse valor de prioridade pode ser utilizado pela AN para controle de admissão e alocação de recurso para o fluxo. Os valores de prioridade recebidos dos aplicativos que são maiores que a Prioridade Máxima Autorizada por Fluxo podem obter admissão de serviço preferivelmente para fluxos associados com valores de prioridade mais baixa. A preferência de alocação de recurso também pode ser fornecida para fluxos com valores de prioridade mais altos.
[00111] Cada Perfil de QoS do AT pode conter um valor de prioridade interusuário, se o AGW receber o AAA de valor de Prioridade Interusuário e puder enviá-lo para o SRNC através dos procedimentos de Acesso, Autenticação e Autorização EAP. A AN pode utilizar o valor de prioridade Interusuário para programação dos pacotes nos melhores Operadores de Rede e pode escolher não utilizar essa capacidade pela designação para todos os usuários de um mesmo valor de parâmetro.
[00112] Cada Perfil de QoS do AT pode conter o mapeamento entre o ID de Perfil de Fluxo e DSCP. Se o AGW receber o mapeamento entre o ID de Perfil de Fluxo e atributo DSCP do AAA, o mesmo pode enviá-lo para SRNC através dos procedimentos de Acesso, Autenticação e Autorização EAP. A AN pode utilizar isso para marcação do pacote de link reverso com base no ID de Perfil de Fluxo concedido.
[00113] Cada Perfil de QoS do AT pode conter o mapeamento entre o ID de Perfil de Fluxo e as regras de política. Se o AGW receber o mapeamento entre o ID de Perfil de Fluxo e o atributo de regras de política de AAA, o mesmo pode enviá-lo para SRNC através dos procedimentos de Acesso, Autenticação e Autorização EAP. A AN utiliza o mesmo para política dos pacotes diretos com base no ID de Perfil de Fluxo concedido. As regras de política incluem parâmetros de bucket de token tal como taxa de pico, tamanho de bucket, taxa de token, latência máxima, etc.
[00114] Cada Perfil de QoS de AT pode conter a Marcação DSCP Permitida no link direto e reverso. Se o AGW receber a Marcação DSCP Permitida no atributo de link reverso de AAA, o mesmo pode enviá-la para SRNC através dos procedimentos de Acesso, Autenticação e Autorização EAP. De acordo com os padrões de serviço diferenciados, o AT pode marcar os pacotes (por exemplo, na direção reversa). A AN, no entanto, pode remarcar as marcações de serviços diferenciados que o AT aplica aos pacotes com base na QoS concedida, Mapeamento entre o ID de Perfil de Fluxo e DSCP, Marcação DSCP Permitida no link reverso, e sua política local. O AGW pode limitar as marcações de serviços diferenciados nos pacotes de link direto com base na Marcação DSCP Permitida no link direto ou com base em sua política local.
[00115] De acordo com uma modalidade, pode haver definições de pontos de código, onde os mais baixos dos três bits (por exemplo, 3, 4 e 5) são todos iguais a zero. Portanto, pode haver cerca de oito de tais classes. O Envio Padrão (frequentemente chamado de Melhor Esforço) é um seletor de classe com classe igual a 0. As classes de Envio Garantido (AF) e as Classes de Envio Rápido (EF) podem ser utilizadas. O atributo pode conter três bits, os bits 'A', 'E1' e '0'. Quando o bit 'A' é configurado, os pacotes podem ser marcados com qualquer classe AF. Quando o bit 'E' é configurado, os pacotes podem ser marcados com a classe EF. Quando o bit '0' é configurado, os pacotes podem ser marcados com classes de uso experimental/local. O campo de Classe Max pode especificar uma classe máxima para a qual um usuário ou o AGW pode marcar um pacote.
[00116] Cada Perfil de QoS de AT pode conter a Marcação DSCP Permitida para a Canalização Reversa MIPv4. Se o AGW receber a mesma, então o AGW pode armazená-la e utilizá-la se a canalização reversa MIPv4 for ativada. DSCPs suportados nesse documento podem ser baseados nas RFCs a seguir:
[00117] O atributo contém os três bits mencionados acima, os bits 'A', 'E1', e '0'. Quando o bit 'A' é configurado, os pacotes podem ser marcados com qualquer classe AF. Quando o bit 'E' é configurado, os pacotes podem ser marcados com a classe EF. Quando o bit '0' é configurado, os pacotes podem ser marcados com classes experimentais/locais. O campo de Classe Max especifica a classe máxima para a qual o AGW pode marcar um pacote na canalização reversa FA-HA. Por exemplo, se Classe Max for configurada para a Classe de Seletor 3, todas as classes seletoras até e incluindo a Classe de Seleção 3, são permitidas. Se a Classe Max for configurada para AF12, as marcações AF12 e AF13 são permitidas. Quando todos os três bits são vazios, e quando a Classe Max é configurada para zero, o AGW pode enviar os pacotes de canalização reverso MIPv4 marcados com melhor esforço. Se o servidor AAA de origem deseja atualizar o Perfil de QoS de Assinante para o AT (NAI) que foi autenticado, ele pode enviar a informação de Perfil de QoS de Assinante através do Servidor AAA Visitado para o AGW. Se o AGW receber a Largura de Banda Máxima Agregada Autorizada para o Tráfego de Melhor Esforço, os IDs de Perfil de Fluxo Autorizados para cada direção, a Prioridade Máxima por Fluxo, a Prioridade Interusuário, o Mapeamento entre o ID de Perfil de Fluxo e DSCP, o Mapeamento entre ID de Perfil de Fluxo e regras de política, Marcações DSCP Permitidas para atributos de Link direto e Link Reverso, AGW pode enviá-los para DAP. O AGW pode também eliminar as Marcações DSCP Permitidas armazenadas para o atributo de Link direto e Link Reverso com seu atributo recém recebido. Se o AGW receber as Marcações DSCP Permitidas para o atributo de canalização reversa MIPv4, o mesmo pode eliminar as Marcações DSCP Permitidas para o atributo de Canalização Reversa MIPv4 com seu atributo recém recebido. A diferenciação de QoS no canal de acesso de retorno entre AN e AGW é baseada na arquitetura DS IETF.
[00118] No link direto, quando o AGW recebe pacotes da Internet, o AGW pode copiar DSCP do cabeçalho IP interno para DSCP do cabeçalho IP externo considerando a Marcação DSCP Permitida para o parâmetro de Link direto recebido de HAAA e política local. No link reverso, quando o AGW recebe o pacote da eBS, o AGW pode combinar o endereço fonte de tais pacotes com um endereço fonte que é associado com um NAI autenticado. O AGW pode remarcar o pacote com base na Marcação DSCP Permitida para o parâmetro de Link reverso e política local.
[00119] Para o link direto, depois do recebimento dos Fluxos IP do AGW, a eBS utiliza os filtros de pacote recebidos do AT para mapear o tráfego direto para as reservas aéreas correspondentes que possuem diferentes tratamentos de QoS aérea. Para o link reverso, depois do recebimento de fluxos de IP do AT, a eBS marca DSCP de ambos os cabeçalhos IP interno e externo com base na QoS concedida aérea (por exemplo, FlowProfileID QoS), Perfil de QoS (Mapeamento entre o ID de Perfil de Fluxo e atributo DSCP e Marcação DSCP Permitida no parâmetro de Link Reverso) se for recebido do AGW.
[00120] Se a canalização reversa MIPv4 for ativada, o AGW pode copiar (por exemplo, remarcar) DSCP do cabeçalho IP interno para DSCP do cabeçalho IP externo para o tráfego canalizado reverso MIP com base na Marcação DSCP Permitida para o atributo de Canalização Reversa MIPv4 recebido a partir do servidor RADIUS de origem ou com base em sua política local.
[00121] Para o tráfego direto de modo FA MIPv4 para o AT, HA pode configurar o campo de serviços diferenciados do túnel HA-FA para a classe de serviços diferenciados de cada pacote recebido unido ao AT com base na política local. Para o tráfego direto MIPv6 para o AT, HA pode configurar o campo de serviços diferenciados do túnel HA-AT para a classe de serviços diferenciados de cada pacote recebido unido ao AT com base na política local.
[00122] Adicionalmente, pode haver outros parâmetros: 1a chave GRE por AT, para a QoS iniciada por AT por exemplo, AT estabelece TFT com AN e realiza a configuração de QoS com AN, para QoS iniciada por AN; o AGW recebe informação de QoS do PCRF e envia a mesma para a AN; a AN pode estabelecer TFT com AT e realiza a configuração de QoS com o AT; a AN autoriza configuração de QoS com base no perfil de assinatura de QoS recebido, através de Autenticação de Acesso e a política de sessão de QoS recebida do AGW, se alguma.
[00123] O AGW pode passar as regras de alteração e política de sessão de QoS recebidas de Ty para AN através da interface de Ty: identificador de fluxo (por exemplo, 5 tuple, source1destination IP address1port, protocol, etc.). Isso pode ser utilizado para a cobrança e QoS, a QoS Autorizada com base em QCI, GBR, MBR de serviço, etc. A AN pode realizar a filtragem de pacotes para o tratamento de QoS OTA e a AN pode reportar o registro de contabilidade para o AGW.
[00124] Para o link OTA, a QoS pode ser alcançada por diferentes RLPs com diferentes QoS para link reverso, a eBS pode marcar DSCP de ambas as configurações. Para o tráfego em downlink, os cabeçalhos IP interno e externo de eBS com base em OTA realizam a filtragem de pacote para a QoS concedida OTA (por exemplo, ID de Perfil), DSCP e tratamento com base em mapeamento ID de Perfil recebido por TFT, e DSCP Permitida de AGW ou AT. A BS também pode marcar a marcação, etc.
[00125] DSCP tanto do IP interno quanto externo para link direto, o AGW pode copiar DSCP dos cabeçalhos internos com base em TFT e cabeçalho IP de QoS OTA para DSCP do cabeçalho IP externo com (por exemplo, ID de Perfil) consideração de autorização de marcação DSCP.
[00126] O Perfil de Usuário de QoS (e Política Estática) pode ser enviado de HAAA para SRNC através de autenticação bem sucedida: A Largura de Banda Máxima Agregada Autorizada para o Tráfego de Melhor Esforço, IDs de Perfil de Fluxo Autorizado para cada direção, Prioridade Máxima por Fluxo, Marcações de Serviços Diferenciados Permitidas, Prioridade Interusuário.
[00127] O que foi descrito acima inclui exemplos de uma ou mais modalidades. É, obviamente, impossível se descrever cada possível combinação de componentes ou metodologias para fins de descrição das modalidades mencionadas acima, mas os versados na técnica podem reconhecer que muitas combinações e permutas adicionais de várias modalidades são possíveis. De acordo, as modalidades descritas devem englobar tais alterações, modificações e variações que se encontrem no espírito e escopo das reivindicações em anexo. Adicionalmente, até onde o termo "inclui" é utilizado na descrição detalhada ou nas reivindicações, tal termo deve ser inclusivo da mesma forma que o termo "compreendendo" como "compreendendo" é interpretado quando empregado como uma palavra de transição em uma reivindicação.
Claims (9)
- Método realizado por um terminal de acesso (302) para iniciar configuração de qualidade de serviço para um link de comunicação entre um terminal de acesso (302) e uma rede sem fio (304) iniciada pelo terminal de acesso, caracterizado pelo fato de que compreende:
estabelecer (702) uma função de plano de tráfego com uma rede;
reservar (704) informação de qualidade de serviço antes de iniciar um link de comunicação;
realizar (706) configuração de qualidade de serviço com a rede através do uso da função de plano de tráfego;
o método compreendendo adicionalmente:
dividir um espaço de identificação de reserva em dois espaços, um espaço para configuração de qualidade de serviço iniciada por rede, e um espaço para configuração de se qualidade de serviço iniciada por terminal de acesso,
em que identificações de reserva são usadas dentro da rede para identificar qualidade de serviço reservada para aplicativos do terminal de acesso; e
receber informações a partir da rede identificando se a configuração de qualidade de serviço iniciada por rede e/ou iniciada por terminal de acesso é para ser usada para cada aplicativo do terminal de acesso. - Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente utilizar (708) procedimento de atualização para sincronizar pelo menos uma política entre a o terminal de acesso e a rede.
- Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente suprir (710) uma identidade permanente do terminal de acesso à rede.
- Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que reservar informação de qualidade de serviço é com base apenas em informação parcial para um aplicativo.
- Terminal de acesso, caracterizado pelo fato de que compreende:
mecanismos para estabelecer (702) uma função de plano de tráfego com uma rede sem fio;
mecanismos para reservar (704) informação de qualidade de serviço antes de iniciar um link de comunicação entre o terminal de acesso e a rede;
mecanismos para realizar (706) configuração de qualidade de serviço com a rede através do uso da função de plano de tráfego;
o terminal de acesso compreendendo adicionalmente:
mecanismos para dividir um espaço de identificação de reserva em dois espaços, um espaço para configuração de qualidade de serviço iniciada por rede, e um espaço para configuração de se qualidade de serviço iniciada por terminal de acesso,
em que identificações de reserva são usadas dentro da rede para identificar qualidade de serviço reservada para aplicativos do terminal de acesso; e
mecanismos para receber informações a partir da rede identificando se a configuração de qualidade de serviço iniciada por rede e/ou iniciada por terminal de acesso é para ser usada para cada aplicativo do terminal de acesso. - Método realizado por uma entidade de rede compreendida em uma rede sem fio para iniciar configuração de qualidade de serviço para um link de comunicação entre um terminal de acesso (302) e a rede (302) iniciado pela rede, caracterizado pelo fato de que compreende:
estabelecer (802) uma função de plano de tráfego com o terminal de acesso;
realizar (806) a configuração de qualidade de serviço com o terminal de acesso através do uso da função de plano de tráfego; e
reservar (808) informação de qualidade de serviço antes de iniciar um link de comunicação;
o método compreendendo adicionalmente:
dividir um espaço de identificação de reserva em dois espaços, um espaço para configuração de qualidade de serviço iniciada por rede, e um espaço para configuração de se qualidade de serviço iniciada por terminal de acesso,
em que identificações de reserva são usadas dentro da rede para identificar qualidade de serviço reservada para aplicativos do terminal de acesso; e
fornecer informações para o terminal de acesso identificando se a configuração de qualidade de serviço iniciada por rede e/ou iniciada por terminal de acesso é para ser usada para cada aplicativo do terminal de acesso. - Método, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente coletar (804) informação de qualidade de serviço a partir de um gateway de acesso.
- Método, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o gateway de acesso obtém a informação de qualidade de serviço a partir de uma função de regras de alteração de política.
- Entidade de rede sem fio compreendida em uma rede sem fio, caracterizada pelo fato de que compreende:
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