BRPI0815339B1 - transmissões em frequências diversas em um sistema de comunicação sem fio - Google Patents
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Abstract
transmissões em frequências diversas em um sistema de comunicação sem fio são descritas aqui técnicas para mapear dinamicamente recursos atribuídos para recursos físicos. em um modelo, um recurso atribuído para comunicação pode ser mapeado para um primeiro recurso físico com base em uma primeira função de mapeamento e para um segundo recurso físico com base em uma segunda função de mapeamento. o recurso atribuído pode ser configurável para sal to ou não salto. a primeira função de mapeamento pode ser uma função transparente ou pode mapear índices de entrada consecutivos para índices de saída não consecutivos. a segunda função de mapeamento pode ser igual a uma saída da primeira função de mapeamento acrescida de um deslocamento definido por um tamanho de etapa e um valor de salto. o valor de salto pode ser configurável para o recurso atribuível e pode ser transmitido em uma atribuição de recurso. o valor de salto pode ser definido em um primeiro valor para indicar nenhum salto ou em um segundo valor para indicar salto pelo tamanho de etapa.
Description
TRANSMISSÕES EM FREQUÊNCIAS DIVERSAS EM UM SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SEM FIO”
[001] O presente pedido reivindica prioridade ao pedido US provisional número de série 60/955.543, intitulado “FREQUENCE DIVERSE TRANSMISSIONS IN THE DL OF EUTRA, depositado em 13 de agosto de 2007, cedido à cessionária do presente pedido e incorporado aqui a título de referência.
FUNDAMENTOS
CAMPO DA INVENÇÃO
[002] A presente revelação refere-se genericamente à comunicação e mais especificamente a técnicas de transmissão para um sistema de comunicação sem fio.
DESCRIÇÃO DA TÉCNICA ANTERIOR
[003] Sistemas de comunicação sem fio são amplamente usados para fornecer vários conteúdos de comunicação como voz, vídeo, dados de pacote, envio de mensagens, broadcast, etc. Esses sistemas sem fio podem ser sistemas de acesso múltiplo capazes de suportar múltiplos usuários por compartilhar os recursos de sistema disponíveis. Os exemplos de tais sistemas de acesso múltiplo incluem sistemas de Acesso Múltiplo por divisão de código (CDMA), sistemas de Acesso Múltiplo por divisão de tempo (TDMA), sistemas de Acesso Múltiplo por divisão de freqüência (FDMA), sistemas FDMA ortogonais (OFDMA) e sistemas FDMA de portadora única (SC-FDMA).
[004] Em um sistema de comunicação sem fio, um Nó B pode servir a muitos equipamentos de usuário (UEs) localizados em toda a área de cobertura do Nó B. Esses UEs podem observar diferentes condições de canal (por exemplo, desvanecimento diferente, multipercurso, e efeitos de interferência) e podem obter diferentes relações de sinal
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2/31 para ruído e interferência (SINRs). Além disso, um dado UE pode observar desvanecimento seletivo de freqüência e pode obter diferentes SINRs através da largura de banda do sistema. Pode ser desejável transmitir dados para os UEs de tal modo que se possa obter bom desempenho para esses UEs.
RESUMO DA INVENÇÃO
[005] São descritas aqui técnicas para mapear dinamicamente recursos atribuídos a recursos físicos para suportar programação de diversidade de freqüência (FDS) e programação seletiva de freqüência (FSS) em um sistema de comunicação sem fio. FDS também pode ser mencionado como programação distribuída e pode ser utilizada para melhorar a diversidade de freqüência e obter mediação de interferência e ruído. FSS também pode ser mencionado como programação localizada e pode ser utilizado para transmissão na melhor sub-banda para um UE.
[006] Em um desenho, um recurso atribuído a um UE pode ser mapeado para um primeiro recurso físico com base em uma primeira função de mapeamento. O recurso atribuído pode ser também mapeado para um segundo recurso físico com base em uma segunda função de mapeamento que inclui a primeira função de mapeamento. O recurso atribuído pode ser configurável para FDS/salto ou FSS/sem salto com base pelo menos em um parâmetro para a segunda função de mapeamento. Os primeiro e segundo recursos físicos podem ser utilizados para comunicação.
[007] Em um desenho, o recurso atribuído pode compreender um bloco de recurso virtual (VRB), o primeiro recurso físico pode compreender um primeiro bloco de recurso físico (PRB) em uma primeira partição de um subquadro, e o segundo recurso físico pode compreender um segundo PRB em uma segunda partição do subquadro. Cada bloco de recurso pode compreender múltiplas subportadoras
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3/31 em uma partição. O recurso atribuído e os recursos físicos também podem compreender outros tipos de recursos.
[008] Em um desenho, a primeira função de mapeamento pode ser uma função transparente que recebe um índice de entrada e provê um índice de saída igual ao índice de entrada. Em outro desenho, a primeira função de mapeamento pode mapear índices de entrada consecutivos para índices de saída não consecutivos para obter intercalação de recursos.
[009] Em um desenho, a segunda função de mapeamento pode ser igual a uma saída da primeira função de mapeamento mais um deslocamento definido por um tamanho de etapa e um valor de salto. O tamanho de etapa pode ser semi-estático e transferido em um canal de broadcast. O valor de salto pode ser configurável para o recurso atribuído e pode ser transferido em uma atribuição de recursos. Em um desenho,o valor de salto pode ser definido para um primeiro valor a fim de indicar sem salto ou para um segundo valor para indicar salto pelo tamanho de etapa. O valor de salto também pode ser definido em um terceiro valor para indicar salto por menos o tamanho de etapa.
[0010] Em um desenho, que é mencionado como um esquema de mapeamento de recursos dinâmico, os VRBs disponíveis podem ser dinamicamente alocados para FDS e FSS. Um VRB atribuído pode ser mapeado para um primeiro PRB com base na primeira função de mapeamento e para um segundo PRB baseado na segunda função de mapeamento.
[0011] Em outro desenho, que é mencionado como um esquema de mapeamento de recursos dinâmicos, os VRBs disponíveis podem ser alocados de forma semi-estática para FDS e FSS. Os VRBs alocados para FDS podem ser atribuídos índices virtuais, e salto pode ser executado nos índices virtuais. Em um desenho de mapeamento, um VRB atribuído
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4/31 pode ser mapeado para um índice virtual com base em um mapeamento avançado. O índice virtual pode ser então mapeado para um primeiro índice intermediário com base na primeira função de mapeamento e para um segundo índice intermediário com base na segunda função de mapeamento. O primeiro índice intermediário pode ser mapeado para um primeiro PRB com base em um mapeamento inverso que é complementar ao mapeamento avançado. O segundo índice intermediário pode ser mapeado para um segundo PRB com base no mapeamento inverso. Em outro desenho de mapeamento, o VRB atribuído pode ser mapeado diretamente para os primeiro e segundo PRBs com base na primeira e segunda função de mapeamento geral, respectivamente.
[0012] Vários aspectos e características da revelação são descritos em detalhe adicional abaixo.
BREVE DESCRIÇÃO DAS FIGURAS
| [0013] | A | figura | 1 mostra um sistema | de |
| comunicação sem fi | o. | |||
| [0014] | A | figura | 2 mostra uma estrutura de | |
| recurso de exemplo | . | |||
| [0015] | As | figuras | 3 e 4 mostram mapeament | o de |
| VRBs para PRBs para | os primeiro e segundo esquemas de | |||
| mapeamento de recursos | dinâmicos, respectivamente. | |||
| [0016] | A | figura | 5 mostra um processo | para |
| comunicação em um | sistema sem | fio. | ||
| [0017] | A | figura 6 mostra um equipamento | para | |
| comunicação em um | sistema sem | fio. | ||
| [0018] | A | figura | 7 mostra um processo | para |
| atribuir recursos. | ||||
| [0019] | A | figura 8 mostra um equipamento | para | |
| atribuir recursos. | ||||
| [0020] | A | figura 9 | mostra um diagrama de blocos | |
| de um Nó B e um UE |
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DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
[0021] As técnicas descritas aqui podem ser utilizadas para vários sistemas de comunicação sem fio como CDMA, TDMA, FDMA, OFDMA, SC-FDMA e outros sistemas. Os termos sistema e rede são freqüentemente utilizados de forma intercambiável. Um sistema CDMA pode implementar uma tecnologia de rádio como Universal Terrestrial Radio Access (UTRA), cdma2000, etc. UTRA inclui CDMA de banda larga (WCDMA) e outras variantes de CDMA. Cdma2000 cobre padrões IS-2000, IS-95 e IS-856. Um sistema TDMA pode implementar uma tecnologia de rádio como Global System for Mobile Communications (GSM). Um sistema OFDMA pode implementar uma tecnologia de rádio como UTRA evolved (E-UTRA), Ultra Mobile Broadband (UMB), IEEE 802.11 (Wi-Fi), IEEE 802.16 (WiMAX), IEEE 802.20, Flash-OFDM®, etc. UTRA e E-UTRA fazem parte do Universal Mobile Telecommunication System (UMTS). 3GPP Long Term Evolution (LTE) é um release futuro de UMTS que utiliza E-UTRA, o qual emprega OFDMA no downlink e SCFDMA no uplink. UTRA, E-UTRA, UMTS, LTE e GMS são descritos em documentos de uma organização denominada 3rd Generation Partnership project (3GPP). Cdma2000 e UMB são descritos em documentos de uma organização denominada 3rd Generation Partnership Project 2 (3GPP2). Para clareza, certos aspectos das técnicas são descritos abaixo para LTE, e a terminologia de LTE é utilizada em grande parte da descrição abaixo.
[0022] A figura 1 mostra um sistema de comunicação sem fio 100, que pode ser um sistema LTE. O sistema 100 pode incluir diversos Nós Bs 110 e outras entidades de rede. Um nó B pode ser uma estação fixa que se comunica com os UEs e também pode ser mencionado como um Nó B evolved (eNB), uma estação base, um ponto de acesso, etc. Cada nó B 110 provê cobertura de comunicação para uma área
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6/31 geográfica específica e suporta comunicação para os UEs localizados na área de cobertura.
[0023] UEs 120 podem ser dispersos por todo o sistema, e cada UE pode ser estacionário ou móvel. Um UE também pode ser mencionado como uma estação móvel, um terminal, um terminal de acesso, uma unidade de assinante, uma estação, etc. Um UE pode ser um telefone celular, um assistente pessoal digital (PDA), um modem sem fio, um dispositivo de comunicação sem fio, um dispositivo portátil, um computador laptop, um telefone sem fio, etc. Um UE pode se comunicar com um nó B através do downlink e uplink. O downlink (ou link direto) se refere ao link de comunicação do Nó B para o UE, e o uplink (ou link reverso) se refere ao link de comunicação do UE para o Nó B.
[0024] LTE utiliza multiplexação de divisão de freqüência ortogonal (OFDM) no downlink e multiplexação de divisão de freqüência de portadora única (SC-FDM) no uplink. OFDM e SC-FDM dividem a largura de banda do sistema em múltiplas subportadoras ortogonais (K), que também são comumente mencionadas como tons, compartimentos, etc. Cada subportadora pode ser modulada com dados. Em geral, símbolos de modulação são enviados no domínio de freqüência com OFDM e no domínio de tempo com SC-FDM. O espaçamento entre subportadoras adjacentes pode ser fixo, e o número total de subportadoras (K) pode ser dependente da largura de banda do sistema. Por exemplo, K pode ser igual a 128, 256, 512, 1024 ou 2048 para largura de banda de sistema de 1,25, 2,5, 5, 10 ou 20 MHz, respectivamente.
| [0025] A figura | 3 | mostra | um | desenho de | uma | |
| estrutura | de recursos 200 | que | pode | ser | utilizada | para |
| downlink | ou uplink. A linha | de | tempo | de | transmissão | pode |
ser dividida em unidades de subquadros, e cada subquadro pode ter uma duração predeterminada, por exemplo, um
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7/31 milissegundo (ms) . Um subquadro pode ser dividido em duas partições, que podem incluir uma primeira/esquerda partição e uma segunda/direita partição. Cada partição pode incluir um número fixo ou configurável de períodos de símbolos, por exemplo, seis períodos de símbolos para um prefixo cíclico estendido ou sete períodos de símbolo para um prefixo cíclico normal.
[0026] As subportadoras totais K podem ser agrupadas em blocos de recursos NRB (RBs). Cada bloco de recurso pode incluir N subportadoras (por exemplo, NSC = 12 subportadoras) em uma partição. O número de blocos de recursos em cada partição pode ser dependente da largura de banda de sistema e pode ser dado como NRB = K / NSC. As subportadoras totais K também podem ser divididas em subbandas NSB. Cada sub-banda pode incluir 6.NSC subportadoras em seis blocos de recursos e pode cobrir 1,08 MHz.
[0027] O sistema pode suportar programação de diversidade de freqüência (FDS) e programação seletiva de freqüência (FSS) no downlink e/ou uplink. A Tabela 1 fornece uma descrição curta de cada tipo de programação. Para clareza, grande parte da descrição abaixo é para FDS e FSS no downlink.
Tabela 1
| Tipo de programação | Descrição |
| Programação seletiva de freqüência (FSS) | Transmissão para um UE é enviada em subportadoras em uma porção da largura de banda de sistema, por exemplo, em uma sub-banda selecionada |
| Programação de diversidade de freqüência | Transmissão para um UE é enviada em subportadoras cobrindo toda ou uma porção grande da largura de banda de sistema, |
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| (FDS) | por exemplo, em múltiplas sub-bandas |
[0028] FDS e FSS podem ser suportados de vários modos. Em um desenho, as sub-bandas Nsb podem ser divididas em uma parte de FDS e uma parte de FSS, e cada sub-banda pode ser utilizada para FDS ou FSS. Informações indicando quais sub-bandas são utilizadas para FDS e quais sub-bandas são utilizadas para FSS podem ser enviadas em um canal de broadcast dinâmico (D-BCH) ou transferidas de algum outro modo. Por exemplo, uma máscara de bit de subbanda pode incluir um bit para cada das sub-bandas NSB. O bit para cada sub-banda pode ser definido em ‘0' para indicar que a sub-banda é utilizada para FDS ou em '1' para indicar que a sub-banda é utilizada para FSS.
[0029] FDS pode ser obtido com salto de freqüência (ou simplesmente, salto). Para salto de freqüência, uma transmissão para um UE pode ser enviada em diferentes partes da largura de banda do sistema em diferentes períodos de salto. Um período de salto é uma quantidade de tempo gasto em um dado conjunto de subportadoras e pode ser igual a um período de símbolo, uma partição, um subquadro, etc. Conjuntos diferentes de subportadoras podem ser selecionados para o UE de entre todas as subportadoras alocadas para FDS.
[0030] FDS pode ser suportado com salto de nível de símbolo e subportadora ou salto de nível de partição e bloco de recurso. Para salto de nível de símbolo e subportadora, uma transmissão para um UE pode ser enviada em diferentes subportadoras em diferentes períodos de símbolos. Salto de nível de símbolo e de subportadora pode maximizar diversidade de freqüência bem como mediação de interferência e ruído. Para salto de nível de partição e bloco de recurso, uma transmissão para um UE pode incluir subportadoras consecutivas ou não consecutivas. A
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9/31 transmissão em subportadoras consecutivas/contíguas pode ser desejável para o uplink para obter multiplexação de divisão de freqüência localizada (LFDM) que é uma variante de SC-FDM que pode reduzir razão de potência de pico para média (PAPR).
[0031] Blocos de recursos virtuais (VRBs) podem ser definidos para simplificar alocação de recursos para salto de nível de símbolo e subportadora e salto de nível de partição e bloco de recurso. Um VRB pode incluir Nsc subportadoras no domínio virtual em uma partição. Um bloco de recurso físico (PRB) pode incluir Nsc subportadoras físicas consecutivas em uma partição. Um VRB pode ser mapeado para ND PRBs com base em um mapeamento predeterminado, onde Nd > 1. O mapeamento predeterminado pode ser dependente de se o salto de nível de símbolo e subportadora ou salto de nível de partição e bloco de recurso é empregado. Um VRB pode ser mapeado para diferentes subportadoras em diferentes períodos de símbolo para salto de nível de símbolo e subportadora. Um VRB pode ser mapeado para um conjunto de subportadoras consecutivas em uma partição (em um PRB) ou um conjunto de subportadoras não consecutivas em uma partição (em múltiplos PRBs) para salto de nível de partição e bloco de recurso. Em qualquer caso, VRBs pode ser alocado aos UEs, e transmissões para os UEs podem ser enviados em subportadoras para as quais os VRBs são mapeados.
[0032] Em um aspecto, FDS pode ser suportado por mapear dinamicamente VRBs para subportadoras e enviar sinalização para transferir o mapeamento dinâmico. O mapeamento dinâmico pode ser utilizado para salto de nível de símbolo e subportadora bem como salto de nível de partição e bloco de recurso. Para clareza, o mapeamento dinâmico é descrito abaixo para salto de nível de partição
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10/31 e bloco de recurso com um VRB sendo mapeado para um PRB em uma partição.
[0033] Em um primeiro esquema de mapeamento de recurso dinâmico, os VRBs disponíveis podem ser seletivamente utilizados para FDS ou FSS, e não há necessidade de alocar semi-estaticamente VRBs para FDS e FSS. As subportadoras totais K podem ser agrupadas em Nrb PRBs com índices de 0 até Nrb -1. Nrb VRBs com índices de 0 até Nrb -1 podem ser definidos. O número de PRBs no sistema pode ser dependente da largura de banda do sistema e pode ser sinalizado em um canal de broadcast primário (P-BCH).
[0034] Um UE pode ser atribuído um par de blocos de recursos composto de um VRB com um índice de indexVRB na primeira partição de um subquadro e um VRB com o mesmo índice de indexVRB na segunda partição do subquadro. O VRB na primeira partição pode ser mapeado para um PRB na primeira partição, e o VRB na segunda partição pode ser mapeado para um PRB na segunda partição. De forma equivalente, o UE pode ser atribuído um VRB com um índice de indexVRB para um subquadro inteiro. Esse VRB pode ser mapeado para um PRB na primeira partição e para outro PRB na segunda partição. Para clareza, grande parte da descrição seguinte supõe que o UE é atribuído um VRB para um subquadro.
[0035] Em um desenho, um VRB pode ser mapeado para um PRB na primeira partição como a seguir:
indexPRB1 = g (indexVRB), Eq (1) onde indexVRB e {0, ..., Nrb -1} é um índice do VRB, indexPRB1 e {0, ..., MRB -1} é um índice do PRB na primeira partição para a qual o VRB é mapeado, e
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11/31 g(.) é uma primeira função de mapeamento para a primeira partição.
[0036] A primeira função de mapeamento g (.) tem um mapeamento de um para um do índice VRB para índice PRB. Em um desenho, a primeira função de mapeamento pode ser uma função transparente, de modo que indexPRB1 = indexVRB. Nesse desenho, os PRBs podem ser diretamente atribuídos aos UEs, e os VRBs podem não necessitar ser definidos. Em outro desenho, a primeira função de mapeamento pode mapear VRBs consecutivos em pRBs diferentes para obter intercalação. Nesse desenho, um UE pode ser atribuído VRBs consecutivos que podem ser mapeados para PRBs não consecutivos, que podem fornecer diversidade de freqüência para a primeira partição.
[0037] Em um desenho, um VRB pode ser mapeado para um PRB na segunda partição como a seguir:
indexPRB 2 = h(indexVRB) = [g (indexVRB) + γΔ] mod Nrb E q = [index PRB1 + γ· Δ] mod Nrb (2) onde Δ é um tamanho de etapa, γ é um valor de salto, que pode ser um valor inteiro zero ou não zero, indexPRB2 e {0, ..., Nrb -1} é um índice de um PRB na segunda partição para a qual o VRB é mapeado, h(.) é uma segunda função de mapeamento para a segunda partição, e mod indica uma operação de módulo.
[0038] No desenho mostrado na equação (2), a segunda função de mapeamento h(.) compreende a primeira função de mapeamento g(.) e é igual a uma saída da primeira função de mapeamento mais um deslocamento. Esse
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12/31 deslocamento é definido pelo tamanho de etapa Δ e o valor de salto γ.
[0039] O tamanho de etapa Δ pode ser (i) um valor estático que é especificado em um padrão, (ii) um valor semi-estático que pode ser transferido no D-BCH, ou (iii) um valor dinâmico que pode ser transferido em uma
| atribuição de recurso | para | um | UE. O tamanho | de | etapa pode | |
| ser igual a NRB /4, | ou | NRB / | 2, | ou algum outro | valor. | |
| [0040] | O | valor | de | salto γ pode | ser | dinâmico e |
transferido em uma atribuição de recurso. Um valor de salto de 0 pode indicar salto sem freqüência para a transmissão na segunda partição de um subquadro. Um valor de salto não zero pode indicar salto de freqüência para a transmissão na segunda partição. O valor de salto pode ser um valor inteiro, e o deslocamento γ . Δ pode ser um número inteiro do tamanho da etapa. O salto de freqüência pode ser definido por um deslocamento circular de γ . Δ de modo que um índice PRB que é maior do que NRB envolveria e mapearia para um índice de PRB válido que está compreendido em uma faixa de 0 a NRB -1. Esse deslocamento circular é obtido com a operação Nrb de módulo na equação (2). Um UE pode ser atribuído um ou mais VRBs em uma atribuição de recurso. O mesmo valor de salto γ pode ser utilizado para todos os VRBs na atribuição de recurso.
[0041] Em um desenho, um bit pode ser utilizado para o valor de salto γ e pode ser definido como a seguir:
. γ = 0 -> salto de freqüência é desabilitado; utilizar o mesmo PRB na segunda partição, e . γ = +1 -> salto de freqüência é habilitado; o PRB na segunda partição é +Δ do PRB na primeira partição.
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[0042]
Em outro desenho, dois bits podem ser utilizados para o valor de salto γ e podem ser definidos como a seguir:
. γ = 0 -> salto de freqüência é desabilitado; utilizar o mesmo PRB na segunda partição, . γ = +1 -> salto de freqüência é habilitado; o PRB na segunda partição é +Δ do PRB na primeira partição, e . γ = -1 -> salto de freqüência é habilitado; o PRB na segunda partição é -Δ do PRB na primeira partição.
[0043] Em geral, o valor de salto γ pode ser transferido com um ou mais bits. O valor de salto pode ter somente valores não negativos (por exemplo, 0 e +1) ou valores tanto negativos como não negativos (por exemplo, 0, +1 e -1). O valor de salto pode ser definido de tal modo que NRB e γ são principais em conjunto. O uso de valores de salto tanto negativo como positivo (por exemplo, +1 e -1) pode permitir que dois VRBs sejam mapeados para dois PRBs em modo complementar. Por exemplo, VRB a pode mapear para PRB x na primeira partição e para PRB γ na segunda partição com γ = +1, e VRB b pode mapear para PRB γ na primeira partição e para PRB x na segunda partição com γ = -1, onde PRB γ pode ser deslocado por +Δ de PRB x. Se Δ = NRB /2, então γ = +1 pode ser utilizado para mapear VRB a para PRBs x e y nas duas partições e para mapear também VRB b para PRBs y e x nas duas partições. Nesse caso, γ = -1 pode ser desnecessário, e o valor de salto pode ser transferido com um bit.
[0044]
As equações (1) e (2) mostram um desenho de mapeamento dinâmico de VRBs para PRBs. Em geral, o PRB na segunda partição pode ser uma função da primeira função de mapeamento g (.) para a primeira partição e um
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14/31 deslocamento. O deslocamento pode ser transferido em uma atribuição de recurso ou através de algum outro mecanismo.
[0045] O primeiro esquema de mapeamento de recursos dinâmicos pode ser ilustrado por um exemplo específico. Nesse exemplo, dez PRBs são disponíveis e índices atribuídos de indexPRB = 0 a 9. Dez VRBs são definidos e índices atribuídos de indexVRB = 0 a 9. A primeira função de mapeamento g(.) é uma função transparente, de modo que indexPRB1 = indexVRB para a primeira partição. O tamanho de etapa é Δ = 4. O valor de salto γ pode ser 0, +1 ou -1 e pode ser transferido com dois bits em uma atribuição de recursos.
[0046] Nesse exemplo, quatro UEs são programadas para transmissão e recepção das seguintes atribuições de recursos:
| UE | 1 | é | atribuída | VRBs | 0 | e | 2 | com | FDS | e | γ = +1, |
| UE | 2 | é | atribuída | VRBs | 1 | e | 3 | com | FSS | e | γ = 0, |
| UE | 3 | é | atribuída | VRBs | 4 | e | 6 | com | FDS | e | γ = -1, e |
. UE 4 é atribuída VRB 5 com FDS e γ = +1.
[0047] A figura 3 mostra o mapeamento de VRBs para PRBs para o exemplo descrito acima. Com uma primeira função de mapeamento transparente g(.), cada VRB mapeia para um PRB com o mesmo índice na primeira partição. Desse modo, VRB 0 mapeia para PRB 0, VRB 1 mapeia para PRB 1, e assim por diante, e VRB 9 mapeia para PRB 9 na primeira partição.
[0048] Para a segunda partição, cada VRB que é utilizado para FDS mapeia para um PRB diferente, e cada VRB que é utilizado para FSS mapeia para o mesmo PRB. UE é atribuído VRBs 0 e 2 com FDS e γ = +1, e VRBs 0 e 2 mapeiam para PRBs 4 e 6 na segunda partição com Δ = 4. UE 2 é atribuído VRBs 1 e 3 com FSS, e VRBs 1 e 3 mapeiam para
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PRBs 1 e 3 na segunda partição. UE 3 é atribuído VRBs 4 e 6 com FDS e γ = -1, e VRBs 4 e 6 mapeiam para PRBs 0 e 2 na segunda partição. 0 UE 4 é atribuído VRB 5 com FDS e γ = +1, e VRB 5 mapeia para PRB 9 na segunda partição.
[0049] Para o primeiro esquema de mapeamento de recursos dinâmicos, um dado VRB pode ser utilizado para FDS por definir o valor de salto γ para um valor não zero ou para FSS por definir o valor de salto para um valor zero. A sinalização pode ser enviada para transferir se o VRB é utilizado para FDS ou FSS. Qualquer número de VRBs pode ser utilizado para FDS em um dado subquadro, e qualquer número de VRBs pode ser utilizado para FSS. A alocação de VRBs para FDS e FSS pode ser dinâmica para cada subquadro e pode ser baseada em exigências de dados dos UEs naquele subquadro. Os VRBs para FDS podem ser disperso entre os VRBs utilizados para FSS, como ilustrado pelo exemplo acima. O primeiro esquema de mapeamento de recursos dinâmicos pode suportar flexivamente FDS e FSS com pequeno overhead de sinalização.
[0050] Em um segundo esquema de mapeamento de recursos dinâmicos, os VRBs disponíveis podem ser semiestaticamente alocados para FDS e FSS. Os VRBs alocados para FDS podem ser mencionados como VRBs FDS e podem ser atribuídos índices virtuais de 0 até Nfds -1, onde Nfds é o número de VRBs FDS. Os VRBs FDS podem ser sinalizados no PBCH ou transferidos de algum outro modo.
[0051] Um mapeamento direto f () pode mapear um índice efetivo de um FDS VRB para um índice virtual, conforme a seguir:
vindex = f(indexVRB),
Eq (3) onde indexV!íll e {0, Νω 1] um gncij_ce efetivo do
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FDS VRB, e Vin^exe [0, ..., 1} um £ncjice virtual do FDS VRB.
[0052] Um mapeamento inverso q(-) pode mapear o indice virtual do FDS VRB de volta para o índice efetivo, ou index^ = q (vitidex) . o mapeamento inverso pode ser complementar ao mapeamento direto.
[0053] Em um modelo, um FDS VRB pode ser mapeado para um índice intermediário para a primeira partição, como a seguir:
indexVR!i, = g(y index) , Eq (4) onde € {0.....é um índice intermediário para a primeira partição para a qual o FDS VRB é mapeado.
[0054] A primeira função de mapeamento £(') pode ser uma função transparente de modo que A primeira função de mapeamento também pode mapear índices virtuais consecutivos para índices intermediários não consecutivos para obter intercalação.
[0055] O índice intermediário para a primeira partição pode ser mapeado para um PRB na primeira partição com base no mapeamento inverso, como a seguir:
indexPRBl = q(indexVRBl) , Eq (5)
[005 6] Em um modelo, um FDS VRB pode ser mapeado para um índice intermediário para a segunda partição, como a seguir:
indexVRB2 = h(y index) = [g(vindex) + y- Δ]mod NFDS Eq = [indexVRBl + γ· Δ] mod N PDS (6) onde e ^fds é um índice intermediário
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17/31 para a segunda partição para a qual o FDS VRB é mapeado, e γ é um valor de salto que pode ser igual a 0 ou + 1.
[0057] No modelo mostrado na equação (6), a segunda função de mapeamento h(-) compreende a primeira função de mapeamento g(.) e é igual a uma saída da primeira função de mapeamento acrescentada de um deslocamento.
[0058] O índice intermediário para a segunda partição pode ser mapeado para um PRB na segunda partição com base no mapeamento inverso, como a seguir:
indexPRB2 = q(indexVRB2), Eq (7)
[0059] Para o segundo esquema de mapeamento de recurso dinâmico, aos FDS VRBs podem ser atribuídos índices virtuais de 0 a NFDS - 1. Cada FDS VRB pode então ser mapeado para um índice intermediário para a primeira partição com base na primeira função de mapeamento g(.) e também para um índice intermediário para a segunda partição com base na segunda função de mapeamento h(-) . Os índices vindex, indexvRB1 e indexvRB2 estão todos dentro de uma faixa de 0 a NFDS - 1. Salto é realizado efetivamente dentro de uma região FDS a partir de 0 a NFDS - 1. Por intermédio de salto dentro da região FDS, valores de saltos negativos podem ser eliminados. Uma atribuição de recurso pode então transportar um valor de salto de 0 ou +1 utilizando apenas um bit, onde 0 pode indicar uma atribuição FSS e +1 pode indicar uma atribuição FDS.
[0060] Para o segundo esquema de mapeamento de recurso dinâmico, o salto para a primeira e a segunda partição é obtido com as funções de mapeamento g(.) e h(.) operando em índices em um domínio virtual. Antes do salto, o mapeamento direto /() mapeia os índices efetivos dos FDS
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VRBs para índices virtuais. Após o salto, o mapeamento inverso q(-) mapeia os índices intermediários no domínio virtual de volta para os índices efetivos do PRBs.
[0061] No modelo descrito acima, um VRB pode ser mapeado para um índice virtual com base no mapeamento direto, o índice virtual pode ser mapeado para índices intermediários com base na primeira e segunda função de mapeamento, e os índices intermediários podem ser mapeados para PRBs com base na função inversa. Um VRB também pode ser mapeado diretamente para os PRBs na primeira e segunda partição com base na primeira e segunda função de mapeamento total, respectivamente. Cada função de mapeamento total pode incluir o mapeamento direto, a primeira ou segunda função de mapeamento, e a função inversa. O mapeamento direto e o mapeamento inverso assim podem ser realizados explicitamente, conforme descrito acima, ou realizados implicitamente pelas funções de mapeamento total.
[0062] A Figura 4 ilustra o segundo esquema de mapeamento de recurso dinâmico com um exemplo específico. Nesse exemplo, sete PRBs estão disponíveis e são atribuídos índices de indexpRB = 0 a 6. Sete VRBs são definidos e são atribuídos índices de indexvRB = 0 a 6. A primeira função de mapeamento £(') é uma função transparente, de modo que indexvRBí = vindex para a primeira partição. O tamanho de etapa é Δ = 3. O valor de salto y pode ser 0 ou +1 e pode ser transportado com um bit em uma atribuição de recurso.
| [0063] | No exemplo | mostrado na | Figura | 4, | cinco | |
| VRBs | 0, 1, 2, 4 e | 6 são alocados para FDS, | e os | restantes | ||
| dois | VRBs, 3 e 5, | são alocados | para FSS. Os | cinco | FDS | VRBs |
| são | mostrados na | coluna 412 | Os cinco | FDS | VRBs | são |
atribuídos sequencialmente aumentando os índices virtuais
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19/31 de vindex = 0 a 4, conforme mostrado na coluna 414.
[0064] O índice virtual de cada FDS VRB é mapeado para um índice intermediário para a primeira partição com base na primeira função de mapeamento conforme mostrado na equação (4) . No exemplo mostrado na Figura 4, a primeira função de mapeamento #(') é transparente, e índices de vindex = 0 a 4 são mapeados para índices de indexvRBi = 0 até 4, respectivamente, conforme mostrado na coluna 416.
[0065] O índice virtual de cada FDS VRB é mapeado para um índice intermediário para a segunda partição com base na segunda função de mapeamento h(-), como mostrado na equação (6). No exemplo mostrado na Figura 4, Δ = 3, e índices virtuais de vindex = 0, 1, 2, 3 e 4 são mapeados para índices intermediários de indexvRB2 = 3, 4, 0, 1 e 2, respectivamente, conforme mostrado na coluna 418.
[0066] Os índices intermediários para a primeira partição são mapeados para índices PRB para a primeira partição com base no mapeamento inverso g(-) . No exemplo mostrado na Figura 4, índices intermediários de indexvRBi = 0, 1, 2, 3 e 4 são mapeados para índices PRB de indexpRBi = 0, 1, 2, 4 e 6, respectivamente, conforme mostrado na coluna 420. Similarmente, os índices intermediários para a segunda partição são mapeados para índices PRB para a segunda partição com base no mapeamento inverso g(-) . No exemplo mostrado na Figura 4, os índices intermediários de indexvRB2 = 3, 4, 0, 1 e 2 são mapeados para índices PRB de indexpRB2 = 4, 6, 0, 1 e 2, respectivamente, conforme mostrado na coluna 422.
[0067] No exemplo mostrado na Figura 4, VRB 0 é mapeado para PRB 0 na primeira partição e para PRB 4 na segunda partição. VRB 1 é mapeado para PRB 1 na primeira
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20/31 partição e para PRB 6 na segunda partição. O mapeamento para VRBs 2, 4 e 6 para PRBs é mostrado nas colunas 420 e 422.
[0068] O segundo esquema de mapeamento de recurso dinâmico pode eliminar a necessidade de valores de saltos negativos. Uma atribuição de recurso pode transmitir um valor de salto de 0 ou +1 utilizando apenas um bit, o qual pode reduzir a quantidade de sinalização. O segundo esquema de mapeamento de recurso dinâmico também pode simplificar a programação uma vez que os FDS VRBs podem ser atribuídos aos UEs sem ter que monitorar as ± Δ atribuições. O salto também pode ser obtido com incremento simples mediante + Δ módulo o tamanho total FDS NFDS.
[0069] O primeiro e o segundo esquema de mapeamento de recurso dinâmico descritos acima podem suportar apenas FDS ou ambos, FDS e FSS. Esses esquemas de mapeamento permitem mapeamento dinâmico de VRBs para PRBs com ou sem salto para atribuições de recursos individuais com baixo overhead de sinalização. Uma atribuição de recursos pode incluir um ou dois bits para transmitir um valor de salto γ que pode indicar se salta ou não, qual a direção para saltar, quanto saltar, etc.
[0070] O primeiro e o segundo esquema de mapeamento de recurso dinâmico podem ser usados para salto de nível de bloco de partição e recurso, conforme descrito acima. Nesse caso, os VRBs podem ser definidos e mapeados para PRBs, conforme descrito acima. Esses esquemas de mapeamento também podem ser usados para salto de nível de símbolo e subportadora. Nesse caso, conjuntos de subportadoras virtuais podem ser definidos e mapeados para diferentes conjuntos de subportadoras físicas através de um subquadro com base em um mapeamento predeterminado. Uma
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21/31 atribuição de recurso pode incluir um ou dois bits para transmitir um valor de salto γ para indicar se salta ou não, qual a direção para saltar, quanto saltar, etc. Por exemplo, um conjunto de subportadora virtual pode ser mapeado para um primeiro conjunto de subportadora física em períodos de símbolos de numeração par e para um segundo conjunto de subportadora física em períodos de símbolos de numeração ímpar para um valor de salto de +1. Esse conjunto de subportadoras virtuais pode ser mapeado para o segundo conjunto de subportadoras físicas em períodos de símbolos de numeração para e para o primeiro conjunto de subportadoras físicas em períodos de símbolos de numeração ímpar para um valor de salto de -1.
[0071] A Figura 5 mostra um modelo de um processo 500 para comunicação em um sistema de comunicação sem fio. O processo 500 pode ser realizado por um UE, um Nó B, ou alguma outra entidade. Um recurso atribuído para comunicação pode ser determinado (bloco 512) . O recurso atribuído pode ser mapeado para um primeiro recurso físico com base em uma primeira função de mapeamento (bloco 514) . O recurso atribuído pode ser mapeado para um segundo recurso físico com base em uma segunda função de mapeamento compreendendo a primeira função de mapeamento (bloco 516) . O recurso atribuído pode ser configurável para salto ou não salto com base em pelo menos um parâmetro para a segunda função de mapeamento. O primeiro e o segundo recurso físico podem ser usados para comunicação (bloco 518).
[0072] Em um modelo, o recurso atribuído pode compreender um VRB, o primeiro recurso físico pode compreender um primeiro PRB em uma primeira partição de um subquadro, e o segundo recurso físico pode compreender um segundo PRB em uma segunda partição do subquadro. Cada bloco de recursos pode compreender múltiplas subportadoras
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22/31 em uma partição. O recurso atribuído e o primeiro e o segundo recurso físico também podem compreender outros tipos de recursos.
[0073] Em um modelo, a primeira função de mapeamento pode receber um índice de entrada e prover um índice de saída igual ao índice de entrada. Em outro modelo, a primeira função de mapeamento pode mapear índices de entrada consecutivos para índices de saída não consecutivos.
[0074] Em um modelo, a segunda função de mapeamento pode ser igual a uma saída da primeira função de mapeamento acrescida de um deslocamento. O deslocamento pode ser definido por um tamanho de etapa e um valor de salto. O valor de salto pode ser configurável para o recurso atribuído. O tamanho de etapa pode ser N/4 ou N/2, onde N pode ser o número total de recursos físicos (por exemplo, N = NRB) ou o número de recursos físicos com salto (por exemplo, N = NFDS). Em um modelo, o valor de salto pode ser ajustado para um primeiro valor para indicar nenhum salto ou para um segundo valor para indicar salto pelo tamanho de etapa. Em outro modelo, o valor de salto também pode ser definido em um terceiro valor para indicar salto menos tamanho de etapa.
[0075] Em um modelo, um índice do recurso atribuído pode ser mapeado para um índice do primeiro recurso físico com base na primeira função de mapeamento, por exemplo, conforme mostrado na equação (1). O índice do recurso atribuído também pode ser mapeado para um índice do segundo recurso físico com base na segunda função de mapeamento, por exemplo, conforme mostrado na equação (2).
[0076] Em outro modelo, um índice do recurso atribuído pode ser mapeado para um índice virtual com base em um mapeamento direto, por exemplo, conforme mostrado na
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23/31 equação (3) . O índice virtual pode ser mapeado para um primeiro índice intermediário com base na primeira função de mapeamento, por exemplo, conforme mostrado na equação (4). O índice virtual também pode ser mapeado para um segundo índice intermediário com base na segunda função de mapeamento, por exemplo, conforme mostrado na equação (6) . O primeiro índice intermediário pode ser mapeado para um índice do primeiro recurso físico com base em um mapeamento inverso complementar a um mapeamento direto, por exemplo, conforme mostrado na equação (5). O segundo índice intermediário pode ser mapeado para um índice do segundo recurso físico com base o mesmo mapeamento inverso, por exemplo, conforme mostrado na equação (7).
[0077] Em um modelo, um Nó B, pode atribuir o recurso a um UE para comunicação. O Nó B pode enviar uma atribuição de recuso transmitindo o recurso atribuído e um valor de salto pra o UE. Se a atribuição de recurso é para o downlink, então o Nó B pode enviar os dados no primeiro e no segundo recurso físico para o UE. Se a atribuição de recurso for para o uplink, então o Nó B pode receber os dados no primeiro e segundo recurso físico a partir do UE.
[0078] Em outro modelo, um UE pode receber uma atribuição de recurso transmitindo o recurso atribuído e um valor de salto. Se a atribuição de recurso é para o downlink, então o UE pode receber os dados no primeiro e no segundo recurso físico. Se a atribuição de recurso é para o uplink, então o UE pode enviar os dados no primeiro e no segundo recurso físico.
[0079] A Figura 6 mostra um modelo de um equipamento 600 para comunicação em um sistema de comunicação sem fio. O equipamento 600 inclui um módulo 612 para determinar um recurso (por exemplo, um VRB) atribuído para comunicação, um módulo 614 para mapear o recurso
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24/31 atribuído para um primeiro recurso físico (por exemplo, um primeiro PRB em uma primeira partição) com base em uma primeira função de mapeamento, um módulo 616 para mapear o recurso atribuído para um segundo recurso físico (por exemplo, um segundo PRB em uma segunda partição) com base em uma segunda função de mapeamento compreendendo a primeira função de mapeamento, e um módulo 618 para usar o primeiro e o segundo recurso físico para comunicação.
[0080] A Figura 7 mostra um modelo de um processo 700 para atribuir recursos em um sistema de comunicação sem fio. O processo 700 pode ser realizado por um Nó B ou alguma outra entidade. Os recursos (por exemplo, VRB) podem ser atribuídos a pelo menos um UE (bloco 712). Se salto deve ou não ser utilizado para cada UE pode ser determinado (bloco 714). Uma atribuição de recurso pode ser gerada para cada UE e pode indicar ao menos um recurso atribuído àquele UE e se o salto deve ou não ser usado para o pelo menos um recurso (bloco 716). Em um modelo, a atribuição de recurso para cada UE pode compreender um valor de salto que pode ser definido para um primeiro valor para indicar nenhum salto ou para um segundo valor para indicar salto por um tamanho de etapa.
[0081] Pelo menos um primeiro recurso físico para um UE pode ser determinado com base ao menos em um recurso atribuído ao UE e uma primeira função de mapeamento (bloco 718). Pelo menos um segundo recurso físico para o UE pode ser determinado com base no pelo menos um recurso atribuído ao UE e uma segunda função de mapeamento compreendendo a primeira função de mapeamento (bloco 720). O pelo menos um primeiro recurso físico e o pelo menos segundo recurso físico podem ser usados para comunicação com o UE (bloco 722).
[0082] A Figura 8 mostra um modelo de um
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25/31 equipamento 800 para atribuir recursos em um sistema de comunicação sem fio. O equipamento 800 inclui um módulo 812 para atribuir recursos (por exemplo, VRBs) a pelo menos um UE, um módulo 814 para determinar se utiliza ou não salto para cada UE, um módulo 816 para gerar uma atribuição de recurso para cada UE, a atribuição de recurso indicando pelo menos um recurso atribuído ao UE e se salto é ou não utilizado o pelo menos um recurso, um módulo 818 para determinar pelo menos um primeiro recurso físico para o UE com base no pelo menos um recurso atribuído ao UE e uma primeira função de mapeamento, um módulo 820 para determinar pelo menos um segundo recurso físico para o UE com base no pelo menos um recurso atribuído ao UE e uma segunda função de mapeamento compreendendo a primeira função de mapeamento, e um módulo 822 para utilizar o pelo menos um primeiro recurso físico e o pelo menos um segundo recurso físico para comunicação com o UE.
[0083] Os módulos nas Figuras 6 e 8 podem compreender processadores, dispositivos eletrônicos, dispositivos de hardware, componentes eletrônicos, circuitos lógicos, memória, etc., ou qualquer combinação dos mesmos.
[0084] A Figura 9 mostra um diagrama de blocos de um modelo de Nó B 110 e UE 120, o qual pode ser um dos Nó Bs e um dos UEs na Figura 1. Nesse modelo, o Nó B 110 é equipado com antenas T 934a a 934t, e o UE 120 é equipado com antenas R 952a a 952r, onde em geral T > 1 e R >1.
[0085] No Nó B 110, um processador de transmissão 920 pode receber os dados para um ou mais UEs a partir da fonte de dados 912, processar os dados para cada UE com base em um ou mais esquemas de modulação e codificação, e prover símbolos de dados para todos os UEs. O processador de transmissão 920 também pode receber
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26/31 informação de controle ou sinalização (por exemplo, atribuições de recurso) a partir de um controlador/processador 940 e/ou um programador 944, processar a informação de controle, e prover símbolos de controle. Um processador de múltiplas entradas, múltiplas saídas (MIMO) de transmissão (TX) 930 pode multiplexar os símbolos de dados, os símbolos de controle, e os símbolos piloto, processar (por exemplo, pré-codificar) os símbolos multiplexados, e prover T fluxos de símbolos de saída aos T moduladores (MOD) 932a a 932t. Cada modulador 932 pode processar um fluxo de símbolo de saída respectivo (por exemplo, para OFDM) para obter um fluxo de amostra de saída. Cada modulador 932 pode processar adicionalmente (por exemplo, converter para analógico, amplificar, filtrar, e converter ascendentemente) o fluxo de amostras de saída para obter um sinal de downlink. T sinais de downlink a partir dos moduladores 932a a 932t podem ser transmitidos através das antenas T 934a a 934t, respectivamente.
[0086] No UE 120, antenas R 952a a 952r podem receber os sinais de downlink a partir do Nó B 110 e podem prover sinais recebidos aos demoduladores (DEMOD) 954a a 954r, respectivamente. Cada demodulador 954 pode condicionar (por exemplo, filtrar, amplificar, converter descendentemente, e digitalizar) um sinal recebido respectivo para obter amostras recebidas que pode processar adicionalmente as amostras recebidas (por exemplo, OFDM) para obter os símbolos recebidos. Um detector MIMO 960 pode realizar detecção MIMO nos símbolos recebidos a partir de todos os demoduladores R 954a a 954r e prover símbolos detectados. Um processador de recepção 970 pode processar os símbolos detectados, prover dados decodificados para o UE 120 a um depósito de dados 972, e prover informação de
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27/31 controle decodificada a um controlador/processador 990.
[0087] No uplink, no UE 120, os dados a partir de uma fonte de dados 978 e informação de controle a partir do controlador/processador 990 podem ser processados por um processador de transmissão 980, pré-codificado por um processador TX MIMO 982 (se aplicável), condicionado pelos moduladores 954a a 954r, e transmitidos por intermédio de antenas 952a a 952r. No Nó B 110, os sinais de uplink a partir do UE 120 podem ser recebidos pelas antenas 934, condicionados por demoduladores 932, detectados por um detector MIMO 936, e processados por um processador de recepção 938, para obter os dados, e a informação de controle, transmitidos pelo UE 120.
[0088] Controladores/processadores 940 e 990 podem dirigir a operação no Nó B 110 e UE 120, respectivamente. O controlador/processador 940 e/ou programador 944 no Nó B 110 podem implementar ou controlar o processo 500 na Figura 5, processo 700 na Figura 7, e/ou outros processos para as técnicas aqui descritas. O controlador/processador 990 no UE 120 pode implementar ou guiar o processo 500 na Figura 5 e/ou outros processos para as técnicas aqui descritas. Memórias 942 e 992 podem armazenar códigos de programa e dados para o Nó B 110 e UE 120, respectivamente. O programador 944 pode programar os UEs para transmissões no downlink e/ou no uplink e podem atribuir recursos (por exemplo, VRBs) para os UEs programados. O controlador/processador 940 e/ou programador 944 podem gerar atribuições de recurso para os UEs programados.
[0089] Aqueles versados na técnica entenderiam que informações e sinais podem ser representados utilizando qualquer de uma variedade de técnicas e tecnologias diferentes. Por exemplo, dados, instruções, comandos,
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28/31 informações, sinais, bits, símbolos e chips que podem ser referenciados por toda a descrição acima podem ser representados por voltagens, correntes, ondas eletromagnéticas, partículas ou campos magnéticos, partículas ou campos ópticos, ou qualquer combinação dos mesmos.
[0090] Aqueles versados reconheceríam ainda que os vários blocos lógicos ilustrativos, módulos, circuitos e etapas de algoritmo descritos com relação à revelação da presente invenção podem ser implementados como hardware eletrônico, software de computador, ou combinações de ambos. Para ilustrar claramente essa capacidade de intercâmbio de hardware e software, vários componentes ilustrativos, blocos, módulos, circuitos e etapas foram descritos acima genericamente em termos de sua funcionalidade. O fato de se tal funcionalidade é implementada como hardware ou software depende da aplicação específica e de limitações de desenho impostas sobre o sistema geral. Técnicos especializados podem implementar a funcionalidade descrita de vários modos para cada aplicação específica, porém tais decisões de implementação não devem ser interpretadas como causando afastamento do escopo da presente revelação.
[0091] Os vários blocos lógicos ilustrativos, módulos e circuitos descritos com relação à revelação da presente invenção podem ser implementados ou executados com um processador de propósito geral, um processador de sinais digitais (DSP), um circuito integrado de aplicação específica (ASIC), uma disposição de porta programável em campo (FPGA), ou outro dispositivo de lógica programável, porta discreta ou lógica de transistor, componentes de hardware discretos, ou qualquer combinação dos mesmos, projetada para executar as funções descritas aqui. Um
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29/31 processador de propósito geral pode ser um microprocessador, porém na alternativa, o processador pode ser qualquer processador convencional, controlador, microcontrolador ou máquina de estado. Um processador também pode ser implementado como uma combinação de dispositivos de computação, por exemplo, uma combinação de um DSP e um microprocessador, uma pluralidade de microprocessadores, um ou mais microprocessadores em combinação com um núcleo DSP, ou qualquer outra configuração.
[0092] As etapas de um método ou algoritmo descrito com relação à revelação da presente invenção podem ser incorporadas diretamente em hardware, em um módulo de software executado por um processador ou em uma combinação dos dois. Um módulo de software pode residir em memória RAM, memória flash, memória ROM, memória EPROM, memória EEPROM, registros, disco rígido, um disco removível, um CDROM, ou qualquer outra forma de meio de armazenagem conhecido na técnica. Um meio de armazenagem exemplar é acoplado ao processador de tal modo que o processador possa ler informações de, e gravar informações para o meio de armazenagem. Na alternativa, o meio de armazenagem pode ser integrado ao processador. O processador e o meio de armazenagem podem residir em um ASIC. O ASIC pode residir em um terminal de usuário. Na alternativa, o processador e o meio de armazenagem podem residir como componentes discretos em um terminal de usuário.
[0093] Em um ou mais desenhos exemplares, as funções descritas podem ser implementadas em hardware, software, firmware ou qualquer combinação dos mesmos. Se implementado em software, as funções podem ser armazenadas em ou transmitidas como uma ou mais instruções ou código em um meio legível por computador. Mídia legível por
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30/31 computador inclui também mídia de armazenagem de computador como mídia de comunicação que inclui qualquer meio que facilita transferência de um programa de computador de um lugar para outro. Uma mídia de armazenagem pode ser qualquer mídia disponível que pode ser acessada por um computador de propósito geral ou propósito especial. Como exemplo, e não limitação, tal mídia legível por computador pode compreender RAM, ROM, EEPROM, CD-ROM ou outra armazenagem de disco óptico, armazenagem de disco magnético ou outros dispositivos de armazenagem magnéticos, ou qualquer outro meio que pode ser utilizado para transportar ou armazenar meios de código de programa desejados na forma de instruções ou estruturas de dados e que podem ser acessados por um computador de propósito geral ou propósito especial, ou um processador de propósito geral ou propósito especial. Também qualquer conexão é adequadamente denominada um meio legível por computador. Por exemplo, se o software for transmitido de um website, servidor ou outra fonte remota utilizando um cabo coaxial, cabo de fibra óptica, par torcido, linha de assinante digital (DSL), ou tecnologias sem fio como infravermelho, rádio e microonda, então o cabo coaxial, cabo de fibra óptica, par torcido, DSL ou tecnologias sem fio como infravermelho, rádio e microonda são incluídos na definição de meio. Disk e disco, como utilizado aqui, inclui compact disc (CD), disco laser, disco óptico, digital versatile disc (DVD), disco flexível e disco blu-ray onde discos normalmente reproduzem dados magneticamente enquanto discs reproduzem dados opticamente com lasers. Combinações do acima também devem ser incluídas no escopo de mídia legível por computador.
[0094] A descrição anterior da revelação é fornecida para permitir que qualquer pessoa versada na técnica faça ou utilize a revelação. Várias modificações na
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31/31 revelação serão prontamente evidentes para aqueles versados na técnica, e os princípios genéricos definidos aqui podem ser aplicados a outras variações sem se afastar do escopo da revelação. Desse modo, a revelação não pretende ser limitada aos exemplos e desenhos descritos aqui, mas deve ser conferido o mais amplo escopo compatível com os princípios, e características, novéis aqui revelados.
Claims (5)
- REIVINDICAÇÕES
1. Método realizado por um equipamento sem fio para comunicação sem fio, caracterizado pelo fato de que compreende: determinar (512), por um equipamento sem fio, um recurso atribuído para comunicação, em que o recurso atribuído compreende um bloco de recursos virtual, VRB;mapear (514) o recurso atribuído para um primeiro recurso físico, compreendendo um primeiro bloco de recurso físico, PRB, com base em uma primeira função de mapeamento, em que a primeira função de mapeamento compreende um mapeamento um para um a partir do índice do recurso atribuído para um índice igual do primeiro recurso físico;mapear (516) o recurso atribuído para um segundo recurso físico compreendendo um segundo PRB, com base em uma segunda função de mapeamento, em que uma saída da segunda função de mapeamento é igual a uma saída da primeira função de mapeamento mais um deslocamento, em que o deslocamento é com base em um tamanho de etapa (Δ) , e um valor de salto (γ) que é um valor zero ou inteiro diferente de zero; e usar (518) os primeiro e segundo recursos físicos para comunicação com um Nó B. - 2. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o recurso atribuído é configurável para salto de frequência ou nenhum salto de frequência com base em pelo menos um parâmetro para a segunda função de mapeamento.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o recurso atribuído compreende um bloco de recursos virtuais, VRB, em que o primeiro recurso físico compreende um primeiro bloco de recurso físico, PRB, em uma primeira partição, em que o Petição 870190121813, de 22/11/2019, pág. 37/432/5 segundo recurso físico compreende um segundo PRB em uma segunda partição, e em que cada bloco de recurso compreende múltiplas subportadoras em uma partição.4. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a primeira função de mapeamento mapeia índices de entrada consecutivos para índices de saída não consecutivos.5. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a segunda função de mapeamento é igual a uma saída da primeira função de mapeamento acrescida de um deslocamento definido por um tamanho de etapa e um valor de salto , o valor de salto sendo configurável para o recurso atribuído. 6. Método, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que o tamanho de etapa é igual a N/4 ou N/2, onde N é o número total de recursos físicos ou o número de recursos físicos com salto de frequência.7. Método, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que o valor de salto é ajustado em um primeiro valor para indicar nenhum salto de frequência ou em um segundo valor para indicar salto de frequência pelo tamanho de etapa.8. Método, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o valor de salto é ajustado adicionalmente em um terceiro valor para indicar salto de frequência por menos que o tamanho de etapa.9. Equipamento sem fio para comunicação sem fio, caracterizado pelo fato de que compreende:mecanismos para determinar (612) um recurso atribuído para comunicação, em que o recurso atribuído compreende um bloco de recursos virtual, VRB;mecanismos para mapear (614) o recurso atribuído para um primeiro recurso físico, compreendendo um primeiroPetição 870190121813, de 22/11/2019, pág. 38/43 - 3/5 bloco de recurso físico, PRB, com base em uma primeira função de mapeamento, em que a primeira função de mapeamento compreende um mapeamento um para um a partir do índice do recurso atribuído para um índice igual do primeiro recurso físico;mecanismos para mapear (616) o recurso atribuído para um segundo recurso físico compreendendo um segundo PRB, com base em uma segunda função de mapeamento, em que uma saída da segunda função de mapeamento é igual a uma saída da primeira função de mapeamento mais um deslocamento, em que o deslocamento é com base em um tamanho de etapa (Δ) , e um valor de salto (γ) que é um valor zero ou inteiro diferente de zero; e mecanismos para usar (618) os primeiro e segundo recursos físicos para comunicação com um Nó B.
10. Método para comunicação sem fio, caracterizado pelo fato de que compreende: atribuir (712) , por um Nó B, recursos a pelo menos um equipamento de usuário, UE, em que o recurso atribuído compreende um bloco de recursos virtual, VRB;determinar (714) se se utiliza ou não salto de frequência para cada UE;gerar (716) uma atribuição de recurso para cada UE, a atribuição de recurso indicando pelo menos um recurso atribuído ao UE e se o salto de frequência é ou não utilizado para o pelo menos um recurso;determinar (718) pelo menos um primeiro recurso físico compreendendo um primeiro bloco de recurso físico, PRB, para o UE com base no pelo menos um recurso atribuído ao UE e uma primeira função de mapeamento, em que a primeira função de mapeamento compreende um mapeamento um para um a partir de um índice do recurso atribuído para um índice igual do primeiro recurso físico;Petição 870190121813, de 22/11/2019, pág. 39/43 - 4/5 determinar (720) pelo menos um segundo recurso físico compreendendo um segundo PRB para o UE com base no pelo menos um recurso atribuído ao UE e uma segunda função de mapeamento, em que uma saída da segunda função de mapeamento é igual a uma saída da primeira função de mapeamento mais um deslocamento, em que o deslocamento é com base em um tamanho de etapa (Δ) , e um valor de salto (γ) que é um valor zero ou inteiro diferente de zero; e usar (722) o pelo menos um primeiro recurso físico e o pelo menos um segundo recurso físico para comunicação com o UE.11. Método, de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente:determinar pelo menos um primeiro recurso físico para o UE com base no pelo menos um recurso atribuído ao UE e uma primeira função de mapeamento;determinar pelo menos um segundo recurso físico para o UE com base no pelo menos um recurso atribuído ao UE e uma segunda função de mapeamento compreendendo a primeira função de mapeamento; e usar o pelo menos um primeiro recurso físico e o pelo menos um segundo recurso físico para comunicação com o UE.12. Método, de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de que a atribuição de recurso para cada UE compreende um valor de salto ajustado em um primeiro valor para indicar nenhum salto de frequência ou em um segundo valor para indicar salto de frequência por um tamanho de etapa.13. Nó B para comunicação sem fio, caracterizado pelo fato de que compreende:pelo menos um processador configurado para atribuir (812) recursos a pelo menos um equipamento dePetição 870190121813, de 22/11/2019, pág. 40/43
- 5/5 usuário, UE, em que o recurso atribuído compreende um bloco de recursos virtual, VRB;determinar (714) se se utiliza ou não salto de frequência para cada UE;gerar (716) uma atribuição de recurso para cada UE, a atribuição de recurso indicando pelo menos um recurso atribuído ao UE e se o salto de frequência é ou não utilizado para o pelo menos um recurso;determinar (718) pelo menos um primeiro recurso físico compreendendo um primeiro bloco de recurso físico, PRB, para o UE com base no pelo menos um recurso atribuído ao UE e uma primeira função de mapeamento, em que a primeira função de mapeamento compreende um mapeamento um para um a partir de um índice do recurso atribuído para um índice igual do primeiro recurso físico;determinar (720) pelo menos um segundo recurso físico compreendendo um segundo PRB para o UE com base no pelo menos um recurso atribuído ao UE e uma segunda função de mapeamento, em que uma saída da segunda função de mapeamento é igual a uma saída da primeira função de mapeamento mais um deslocamento, em que o deslocamento é com base em um tamanho de etapa (Δ) , e um valor de salto (γ) que é um valor zero ou inteiro diferente de zero; e usar (722) o pelo menos um primeiro recurso físico e o pelo menos um segundo recurso físico para comunicação com o UE.14. Memória caracterizada pelo fato de que compreende instruções armazenadas na mesma, as instruções sendo executadas por um computador para realizar o método conforme definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 8 ou 10 a 12.
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