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BRPI0814867B1 - adaptação autônoma de potência de transmissão - Google Patents

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BRPI0814867B1
BRPI0814867B1 BRPI0814867A BRPI0814867A BRPI0814867B1 BR PI0814867 B1 BRPI0814867 B1 BR PI0814867B1 BR PI0814867 A BRPI0814867 A BR PI0814867A BR PI0814867 A BRPI0814867 A BR PI0814867A BR PI0814867 B1 BRPI0814867 B1 BR PI0814867B1
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BR
Brazil
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node
transmission power
determined
power value
fact
Prior art date
Application number
BRPI0814867A
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English (en)
Inventor
Yavuz Mehmet
J Black Peter
Nanda Sanjiv
Original Assignee
Qualcomm Inc
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
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Publication date
Application filed by Qualcomm Inc filed Critical Qualcomm Inc
Publication of BRPI0814867A2 publication Critical patent/BRPI0814867A2/pt
Publication of BRPI0814867B1 publication Critical patent/BRPI0814867B1/pt

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Abstract

adaptação autônoma de potência de transmissão a presente invenção refere-se a um ate (por exemplo, potência de transmissão máxima) que pode ser definida com base na força de sinal recebido máxima permitida por um receptor e uma perda de acoplamento mínima de um nó de transmissão para um receptor. a potência de transmissão pode ser definida por um nó de acesso para um receptor. a potência de transmissão pode ser definida por um nó de acesso (por exemplo, um nó femto) de maneira que uma interrupção correspondente criada em uma célula (por exemplo, uma macro célula) seja limitada ao mesmo tempo em que ainda proporciona um nível aceitável de cobertura para os terminais de acesso associados ao nó de acesso. um nó de acesso pode ajustar de maneira independente sua potência de transmissão com base na medição de canal e um buraco de cobertura definido para aliviar a interferência. a potência de transmissão pode ser definida com base na qualidade de canal. a potência de transmissão pode ser definida com base em uma proporção de sinal para ruído em um terminal de acesso. a potência de transmissão nos nós de acesso vizinhos pode também ser controlada por sinalização de entre acesso.

Description

“ADAPTAÇÃO AUTÔNOMA DE POTÊNCIA DE TRANSMISSÃO” [001] O presente pedido reivindica o benefício e a prioridade do Pedido de Patente Provisório No. U.S. 60/955.301, possuído em comum, depositado em 10 de agosto de 2007, e Protocolo do Procurador designado No. 072134P1, e do Pedido de Patente Provisório No. U.S. 60/957.967, depositado em 24 de agosto de 2007, e Protocolo do Procurador designado No. 072134P2, cujas descrições encontram-se incorporadas ao presente a guisa de referência.
ANTECEDENTES [002] Campo [003] O presente pedido refere-se em geral à comunicação sem fio. Especificamente, esta invenção se refere, mas não exclusivamente, ao aperfeiçoamento no desempenho de comunicação.
[004] Introdução [005] Os sistemas de comunicação sem fio são amplamente desenvolvidos para proporcionar vários tipos de comunicação (por exemplo, voz, dados, serviços multimídia, etc.) para múltiplos usuários. Como a demanda para serviços de dados de alto índice e dados multimídia cresce rapidamente, permanece um desafio para implementar sistemas de comunicação eficientes e sólidos com aumento de desempenho.
[006] Para complementar as estações base de uma rede de telefone móvel convencional (por exemplo, rede de celular macro), podem ser desenvolvidas estações base de pequena cobertura, por exemplo, na residência de um usuário. Tais estações base de pequena cobertura são geralmente conhecidas como estações base de ponto de acesso, os “NodeBs” residenciais, ou células femto e podem ser usadas para proporcionar cobertura sem fio interna mais
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2/80 sólida. Tipicamente, tais estações base de pequena cobertura são conectadas à Internet e à rede operadora móvel por via de um roteador DSL ou um modem a cabo.
[007] Em um desenvolvimento celular macro típico a cobertura RF é planejada e gerenciada por operadores de rede celular para otimizar a cobertura. As estações base femto, por outro lado, podem ser instaladas pessoalmente pelo assinante e desenvolvidas em uma maneira especial. Consequentemente, as células femto podem ocasionar interferência tanto no uplink (UL) quanto no downlink (DL) das células macro. Por exemplo, uma estação base femto instalada próximo a uma janela de uma residência pode ocasionar interferência downlink significativa em quaisquer terminais de acesso fora da residência que não sejam servidos pela célula femto. Ainda, no uplink, os terminais de acesso domésticos que são servidos por uma célula femto podem ocasionar interferência em uma estação base de célula macro (por exemplo, NodeB macro).
[008] A interferência entre os desenvolvimentos macro e femto podem ser aliviadas pela operação da rede femto e uma freqüência transportadora RF separada a não ser a rede celular.
[009] As células femto podem interferir umas com as outras como um resultado de desenvolvimento não implantado. Por exemplo, em um apartamento com vários habitantes, uma estação base femto instalada próximo a uma parede separando duas residências pode ocasionar interferência significativa na residência vizinha. Aqui, a estação base femto mais forte vista pelo terminal de acesso doméstico (por exemplo, mais forte em termos de força de sinal RF recebido no terminal de acesso) pode não ser necessariamente a estação base que sirva o terminal de
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3/80 acesso devido a uma política de associação restrita reforçada pela estação base femto.
[0010] Os problemas com a interferência RF podem, portanto, surgir em um sistema de comunicação onde a cobertura da frequência de rádio (RF) das estações base femto não seja otimizada pelo operador móvel e onde o desenvolvimento de tais estações base seja especial. Deste modo, é necessário o aperfeiçoamento do gerenciamento de interferência para as redes sem fio.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO [0011] Segue um sumário dos aspectos exemplificativos da descrição. Deve ser compreendido que qualquer referência aos aspectos dos termos aqui incluídos podem se referir a um ou mais aspectos da descrição.
[0012] A descrição se refere em algum aspecto para determinar a potência de transmissão (por exemplo, potência máxima) com base na força de sinal recebido máxima permitida por um receptor em uma perda de acoplamento mínima de um nó de transmissão para um receptor. Dessa maneira, pode ser evitada a dessensibilização do receptor em um sistema onde haja um caminho relativamente pequeno entre esses componentes (por exemplo, onde o receptor possa estar arbitrariamente próximo ao transmissor).
[0013] A descrição se refere em alguns aspectos à definição de potência de transmissão para um nó de acesso (por exemplo, um nó femto) de maneira que uma interrupção correspondente (isto é um buraco de cobertura) criada em uma célula (por exemplo, uma célula macro) seja limitada ao mesmo tempo em que ainda proporciona um nível aceitável de cobertura para os terminais de acesso associados ao nó de acesso. Em alguns aspectos essas técnicas podem ser empregadas para buracos de cobertura em canais adjacentes (por exemplo, implementadas em
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4/80 transportadores RF adjacentes) e em canais co-situados (por exemplo, implementadas no mesmo transportador RF).
[0014] A descrição se refere em alguns aspectos à potência de transmissão downlink de ajuste autônomo em um nó de acesso (por exemplo, um nó femto) para aliviar a interferência. Em alguns aspectos, a potência de transmissão é ajustada com base em medição de canal e um buraco de cobertura definido. Aqui, um operador móvel pode especificar o buraco de cobertura e/ou as características de canal usado para ajustar a potência de transmissão.
[0015] Em algumas implementações, um nó de acesso mede a (ou recebe uma indicação da) força de sinal recebido dos sinais de um nó de acesso macro e prevê uma perda de trajeto relacionada ao buraco de cobertura na célula macro (por exemplo, corrigida para perda de penetração, etc.). Com base em um alvo de cobertura (perda de trajeto), o nó de acesso pode selecionar um valor de potência de transmissão específico. Por exemplo, a potência de transmissão no nó de acesso pode ser ajustada com base na força de sinal macro medida (por exemplo, RSCP) e na força de sinal total (por exemplo, RSSI) medidas em um nível de nó macro.
[0016] A descrição se refere em alguns aspectos à definição de potência de transmissão com base na qualidade de canal. Por exemplo, um nó de acesso pode começar a operação com uma potência de transmissão de valor básico (por exemplo, valor de fração piloto) quando é instalado e posteriormente ajustar dinamicamente a potência de transmissão com base na realimentação DRC/CQI de um terminal de acesso. Em alguns aspectos, se solicitado DRC em um longo período de tempo é sempre muito alto, isso é uma indicação de que o valor PF pode não ser alto demais e o nó de acesso pode escolher operar em valor mais baixo.
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[0017] A descrição se refere em alguns
aspectos à definição de potência de transmissão com base na
proporção de sinal para ruído em um terminal de acesso.
Por exemplo, uma potência de transmissão máxima pode ser definida para um nó de acesso para assegurar que a proporção de sinal para ruído em um terminal de acesso associado não excede um valor máximo definido quando o terminal de acesso está na ou próximo à borda de uma área de cobertura para o nó de acesso.
[0018] A descrição se refere em alguns aspectos a ajustar adaptativamente a potência de transmissão downlink dos nós de acesso vizinhos. Em alguns aspectos, o compartilhamento da informação entre os nós de acesso pode ser utilizado para aumentar o desempenho da rede. Por exemplo, se um terminal de acesso estiver experimentando níveis de interferência altos de um nó de acesso vizinho, a informação relacionada a essa interferência pode ser retransmitida para o nó de acesso vizinho por via do acesso pessoal do terminal de acesso. Como um exemplo específico, o terminal de acesso pode enviar um relatório próximo ao seu nó de acesso pessoal, por meio do qual o relatório indica a força do sinal recebido que o terminal de acesso vê dos nós de acesso vizinhos. O nó de acesso pode então determinar se o terminal de acesso pessoal está sendo indevidamente interferido com um dos nós de acesso no relatório vizinho. Se for o caso, o nó de acesso pode enviar uma mensagem para a interferência do nó de acesso solicitando que o nó de acesso reduza sua potência de transmissão. Pode ser alcançada funcionalidade similar através do uso de um controlador de potência centralizado.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
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6/80 [0019] Esses e outros aspectos exemplificativos da descrição serão descritos nas descrições detalhadas e nas reivindicações em anexo que se seguem, e nos desenhos que a acompanham, nos quais:
[0020] A Figura 1 é um diagrama simplificado de vários aspectos exemplificativos de um sistema de
comunicação incluindo cobertura macro e cobertura em escala
menor;
[0021] A Figura 2 é um diagrama em bloco
simplificado de vários aspectos exemplificativos de um nó
de acesso;
[0022] A Figura 3 é um fluxograma de vários
aspectos exemplificativos de operações que podem ser executadas para determinar a potência de transmissão com base em uma força máxima de sinal recebido de um receptor e uma perda mínima de acoplamento;
[0023] A Figura 4 é um fluxograma de vários aspectos exemplificativos de operações que podem ser executadas para determinar a potência de transmissão com base em uma ou mais condições de canal;
[0024] A Figura 5 é um fluxograma de vários aspectos exemplificativos de operações que podem ser executadas para determinar a potência de transmissão com base na força de sinal total recebida;
[0025] A Figura 6 é um fluxograma de vários aspectos exemplificativos de operações que podem ser executadas para determinar a potência de transmissão com base na proporção de sinal para ruído;
[0026] A Figura 7 é um diagrama simplificado ilustrando áreas de cobertura para comunicação sem fio;
[0027] A Figura 8 é um diagrama simplificado de vários aspectos exemplificativos de um sistema de comunicação incluindo as células femto vizinhos;
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7/80 [0028] A Figura 9 é um fluxograma de vários aspectos exemplificativos de operações que podem ser executadas para controlar a potência de transmissão de um nó de acesso vizinho;
[0029] A Figura 10 é um fluxograma de vários aspectos exemplificativos de operações que podem ser executadas para ajustar a potência de transmissão em resposta a uma solicitação de outro nó;
[0030] A Figura 11 é um diagrama simplificado de vários aspectos exemplificativos de um sistema de comunicação incluindo o controle de potência centralizado;
[0031] A Figura 12 é um fluxograma de vários aspectos exemplificativos de operações que podem ser executadas para controlar a potência de transmissão de um nó de acesso usando o controle de potência centralizado;
[0032] As Figuras 13A e 13B são um fluxograma de vários aspectos exemplificativos de operações que podem ser executadas para controlar a potência de transmissão de um nó de acesso usando o controle de potência centralizado;
[0033] A Figura 14 é um diagrama simplificado de um sistema de comunicação sem fio incluindo nós femto;
[0034] A Figura 15 é um diagrama em bloco simplificado de vários aspectos exemplificativos dos componentes de operação; e [0035] As Figuras de 16 a 19 são diagramas em bloco simplificados de vários aspectos exemplificativos dos aparelhos configurados para proporcionar controle de potência conforme aqui ensinado.
[0036] De acordo com prática comum, as várias características ilustradas nos desenhos podem ser desenhadas em escala. Portanto, as dimensões das várias características podem ser arbitrariamente expandidas ou reduzidas para fins de clareza. Além disso, alguns dos
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8/80 desenhos podem ser simplificados para fins de clareza. Portanto, os desenhos podem não descrever todos os componentes de um determinado aparelho (por exemplo, meio) ou método. Finalmente, as referências numéricas semelhantes podem ser usadas para indicar características semelhantes por todo o relatório e figuras.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO [0037] Vários aspectos da descrição estão descritos abaixo. Deve ser evidente que os ensinamentos da presente invenção podem ser incorporados em uma ampla variedade de formas e que qualquer estrutura, função específica, ou ambas, aqui descritas é meramente representativa. Com base nos presentes ensinamentos, aquele versado na técnica deve observar que um aspecto aqui descrito pode ser implementado independentemente de qualquer outro aspecto e que dois ou mais desses aspectos podem ser combinados de várias maneiras. Por exemplo, pode ser praticado um aparelho ou um método usando qualquer número dos aspectos aqui relatados. Além disso, tal aparelho pode ser implementado ou tal método pode ser praticado usando outra estrutura, funcionalidade, ou estrutura e funcionalidade além de um ou mais dos aspectos aqui declarados. Ademais, um aspecto pode compreender pelo menos um elemento de uma reivindicação.
[0038] A Figura 1 ilustra aspectos exemplificativos de um sistema de rede 100 que inclui cobertura em escala macro (por exemplo, uma grande rede celular como, por exemplo, uma rede 3G, que pode ser comumente referida como uma rede de célula macro) e cobertura de escala menor (por exemplo, um ambiente de rede baseado em residência ou baseado em edifício). À medida que um nó como, por exemplo, um terminal de acesso 102A se move através da rede, o terminal de acesso 102A pode ser
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9/80 servido em determinados locais pelos nós de acesso (por exemplo, o nó de acesso 104) que proporciona cobertura macro conforme representada pela área 106 ao mesmo tempo em que o terminal de acesso 102A pode ser servido em outros locais pelos nós de acesso (por exemplo, o nó de acesso 108) que proporciona cobertura de escala menor conforme representado pela área 110. Em alguns aspectos, os nós de cobertura menor podem ser usados para proporcionar crescimento de capacidade com incremento, cobertura em edifícios, e serviços diferentes (por exemplo, para experiência de usuário mais sólida).
[0039] Conforme será comentado mais detalhadamente abaixo, o nó de acesso 108 pode ser restrito no sentido de que possa proporcionar determinados serviços para determinados nós (por exemplo, um terminal de acesso visitante 102B). como um resultado, um buraco de cobertura (por exemplo, correspondente a área de cobertura 110) pode ser criado na área de cobertura macro 104.
[0040] O tamanho do buraco de cobertura pode depender se o nó de acesso 104 e o nó de acesso 108 estão operando no mesmo transportador de frequência. Por exemplo, quando os nós 104 e 108 estão em um co-canal (por exemplo, usando o mesmo transportador de frequência), o buraco de cobertura pode corresponder à área de cobertura 110. Portanto, nesse caso o terminal de acesso 102A pode perder cobertura macro quando está dentro da área de cobertura 110 (por exemplo, conforme indicado pela vista fictícia do terminal de acesso 102B).
[0041] Quando os nós 104 e 108 estão em canais adjacentes (por exemplo, usando transportadores de frequência diferentes), pode ser criado um buraco de cobertura menor 112 na área de cobertura macro 104 como um resultado da interferência de canal adjacente do nó de
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10/80 acesso 108. Portanto, quando o terminal de acesso 102A está operando no canal adjacente, o terminal de acesso 102A pode receber cobertura macro em um local que seja mais próximo ao nó de acesso 108 (por exemplo, exatamente fora da área de cobertura 112).
[0042] Dependendo dos parâmetros do projeto do sistema, o buraco de cobertura do co-canal pode ser relativamente grande. Por exemplo, se a interferência do nó de acesso 108 for pelo menos tão baixa quanto o piso do ruído térmico, o buraco de cobertura pode ser dotado de um raio na ordem de 40 metros para um sistema CDMA onde a potência de transmissão do nó de acesso 108 é de 0 dBm, presumindo perda de propagação de espaço livre e um pior caso onde não haja nenhuma parede de separação entre os nós 108 e 102B.
[0043] Portanto existe um conflito de escolha entre minimizar a interrupção na cobertura macro enquanto mantém cobertura adequada dentro de um ambiente projetado em escala menor (por exemplo, cobertura de nó femto em uma residência). Por exemplo, quando um nó femto restrito está na borda da cobertura macro, à medida que um terminal de acesso visitante se aproxima de um nó femto, o terminal de acesso visitante é provável que o terminal de acesso visitante perca a cobertura macro e a ligação caia. Em tal caso, uma solução para a rede celular macro seria mover o terminal de acesso visitante para outro transportador (por exemplo, onde a interferência de canal adjacente do nó femto seja pequena). Contudo, devido ao espectro limitado disponível para cada operador, o uso das freqüências de transportador separado nem sempre pode ser prática. De qualquer modo, outro operador pode estar usando o transportador usado pelo nó femto. Consequentemente, um terminal de acesso visitante associado a outro operador
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11/80 pode estar sujeito ao buraco de cobertura criado pelo nó femto restrito naquele transportador.
[0044] Conforme será descrito mais detalhadamente juntamente com as Figuras de 2 a 13B, pode ser definido um valor de potência de transmissão para um nó para gerenciar tal interferência e/ou tratar de outros problemas semelhantes. Em algumas implementações, a potência de transmissão definida pode se referir a pelo menos um terminal de acesso máximo, potência de transmissão para um nó femto, ou potência de transmissão para transmitir sinal piloto (por exemplo, conforme indicado pelo valor de fração piloto).
[0045] Por conveniência, a seguir estão descritos vários cenários onde é definida a potência de transmissão para um nó femto desenvolvido dentro de um ambiente de rede macro. Aqui, o termo nó macro se refere em alguns aspectos a um nó que proporciona cobertura sobre uma área relativamente grande. O termo nó femto se refere em alguns aspectos a um nó que proporciona cobertura sobre uma área relativamente pequena (por exemplo, residência). Um nó que proporcione cobertura sobre uma área que seja menor do que uma área macro e maior do que uma área femto pode ser referida como um nó pico (por exemplo, proporcionando cobertura dentro de um edifício comercial). Deve observado que os ensinamentos desta invenção podem ser implementados com vários tipos de nós e de sistemas. Por exemplo, um nó pico ou algum outro tipo de nó pode proporcionar a mesma funcionalidade ou similar como um nó femto para uma área de cobertura diferente (por exemplo, maior) . Portanto, o nó pico pode ser restrito, o nó pico pode estar associado a um ou mais terminais de acesso doméstico, e assim por diante.
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12/80 [0046] Em várias aplicações, podem ser usadas outras terminologias para se referir a um nó macro, um nó femto, ou um nó pico. Por exemplo, um nó femto pode ser configurado ou referido como um nó de acesso, estação base, ponto de acesso, eNodeB, célula macro, NodeB macro (“MNB), e assim por diante. Ainda, um nó femto pode ser configurado ou referido como um “NodeB doméstico (“HNB), “eNodeB doméstico, estação base de ponto de acesso, célula femto, e assim por diante. Ainda uma célula associada a um nó macro, um nó femto, ou um nó pico pode ser referida como uma célula macro, uma célula femto, ou uma célula pico, respectivamente. Em algumas implementações, cada célula pode também estar associada a (por exemplo, dividida em ) um ou mais setores.
[0047] Conforme mencionado acima, um nó femto pode ser restrito em alguns aspectos. Por exemplo, um determinado nó femto pode apenas proporcionar serviço para um conjunto limitado de terminais de acesso. Portanto, nos desenvolvimentos com a chamada associação restrita (ou fechada), um determinado terminal de acesso pode ser servido por uma rede móvel de célula macro e um conjunto limitado de nós femto (por exemplo, nos femto que residem dentro de uma residência de usuário correspondente).
[0048] O conjunto restrito fornecido dos terminais de acesso associados a um nó femto restrito (que pode ser também referido como um “NodeB de Grupo de Assinante Fechado) pode ser temporária ou permanentemente estendido conforme necessário. Em alguns aspectos, um Grupo de Assinantes Fechado (“CSG) pode ser definido como o conjunto de nós de acesso (por exemplo, nós femto) que compartilham uma lista de controle de acesso comum de terminais de acesso. Em algumas implementações, todos os nós femto (ou todos os nós femto restritos) em uma região
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13/80 podem operar em um canal designado, que pode ser referido como o canal femto.
[0049] Podem ser definidas várias relações entre um nó femto restrito e um determinado terminal de acesso. Por exemplo, da perspectiva de um terminal de acesso, um nó femto aberto pode se referir a um nó femto sem nenhuma associação restrita. Um nó femto restrito pode se referir a um nó femto que seja restrito de alguma maneira (por exemplo, restrito para associação e/ou registro) . Um nó femto doméstico pode se referir a um nó femto no qual o terminal de acesso esteja autorizado a acessar e operar. Um nó femto hóspede pode se referir a um nó femto no qual um terminal de acesso esteja temporariamente autorizado a acessar ou operar. Em um nó femto não compatível pode se referir a um nó femto no qual o terminal de acesso não esteja autorizado a acessar ou operar, exceto talvez para situações de emergência (por exemplo, chamadas 911).
[0050] Da perspectiva de um nó femto restrito, um terminal de acesso doméstico (ou equipamento de usuário residencial, HUE) pode se referir a um terminal de acesso que esteja autorizado a acessar o nó femto restrito. Um terminal de acesso hóspede pode se referir a um terminal de acesso que temporariamente acesse o nó femto restrito. Um terminal de acesso não compatível pode se referir a um a que não tenha permissão para acessar o nó femto restrito, exceto talvez para situações de emergia, como, por exemplo, chamadas 911. Portanto, em alguns aspectos, um terminal de acesso não compatível pode ser definido como aquele que é dotado de credenciais ou permissão para registrar com o nó femto restrito. Um terminal de acesso que esteja atualmente restrito (por exemplo, acesso negado) por uma célula femto restrita pode
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14/80 ser aqui referido como um terminal de acesso visitante. Um terminal de acesso visitante pode, portanto, corresponder a um terminal de acesso não compatível e, quando o serviço não está autorizado, a um terminal de acesso hóspede [0051] A Figura 2 ilustra vários componentes de um nó de acesso 200 (referido a seguir como um nó femto 200) que pode ser usado em uma ou mais implementações conforme aqui ensinado. Por exemplo, as configurações diferentes dos componentes descritos na Figura 2 podem ser desenvolvidas para os exemplos diferentes das Figuras de 3 a 13B. Portanto, deve ser observado que em algumas implementações um nó pode não incorporar todos os componentes descritos na Figura 2 ao mesmo tempo em que outras implementações (por exemplo, onde um nó usa múltiplos algoritmos para determinar uma potência de transmissão máxima) um nó pode desenvolver a maioria ou todos os componentes descritos na Figura 2.
[0052] Resumidamente, um nó femto 200 inclui um transdutor 202 para se comunicar com outros nós (por exemplo, terminais de acesso). O transdutor 202 inclui um transmissor 204 para enviar sinais e um receptor 206 para receber sinais. O nó femto 200 também inclui um controlador de potência de transmissão 208 para determinar terminal de acesso (por exemplo, terminal de acesso máximo) para o transmissor 204. O nó femto 200 inclui um controlador de comunicação 210 para gerenciar a comunicação com outros nós e para proporcionar outra funcionalidade relacionada conforme aqui ensinado. Os outros componentes ilustrados na Figura 2 estão descrito abaixo.
[0053] As operações exemplificativas do sistema 100 e o nó femto 200 serão descritos juntamente com os fluxogramas das Figuras de 3 a 6, 9, 10 e de 12 a 13B. Por conveniência, as operações das Figuras de 3 a 6, 9, 10
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15/80 e de 12 a 13B (ou outras operações aqui comentadas ou ensinadas) podem ser descritas como sendo desenvolvidas pelos componentes específicos (por exemplo, os componentes do nó femto 200) . Contudo, deve ser observado, que essas operações podem ser executadas por outros tipos de componentes e podem ser executadas usando número diferente de componentes. Deve ser também observado que uma ou mais
das operações aqui descritas não podem ser empregadas em
uma determinada implementação.
[0054] Referindo-se inicialmente à Figura 3,
a descrição se refere em alguns aspectos à definição de
terminal de acesso para um transmissor com base em uma força de sinal máximo recebida de um receptor e uma perda d acoplamento mínimo entre o transmissor e o receptor. Aqui, um terminal de acesso pode ser projetado para operar dentro de uma determinada variação dinâmica onde um limite inferior é definido por uma especificação de desempenho mínimo. Por exemplo, uma força de sinal máximo recebida (RX_MAX) de um receptor pode ser especificada como -30 dBm.
[0055] Para determinadas aplicações, (por exemplo, empregando os nós femto), um nó de acesso e seu terminal de acesso associado pode ser arbitrariamente fechado um para o outro, por meio disso criando potencialmente níveis de sinal altos no receptor. Presumindo em um exemplo uma separação mínima de 20 cm entre o nó femto e um terminal de acesso, a perda de trajeto mínima, também conhecida como perda de acoplamento mínima (MCL), seria aproximadamente de 28,5 dB. Esse valor MCL é muito menor do que os valores MCL típicos observados nos desenvolvimentos da célula macro (por exemplo, devido às antenas macro serem tipicamente instaladas na parte superior das torres ou edifícios).
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16/80 [0056] Se o nível de potência recebida exceder a variação de sensibilidade de um receptor, os interferidores e bloqueadores internos e externos do receptor podem sofrer e, como um resultado, o desempenho da intermodulação do terminal de acesso pode se degradar. Além disso, se a força do sinal recebido for muito alta (por exemplo, acima de 5dBm) pode ocorrer o hardware atual pode ser danificado no terminal de acesso. Por exemplo, um duplexador RF ou um filtro SAW pode ser permanentemente danificado nesse caso.
[0057] Portanto, em alguns aspectos a potência de transmissão máxima (PMAX_HNB) pode ser definida como: Pmax_hnb < Phue max = (MCL+RX_MAX) . Como um exemplo, presumindo que MCL seja 28,5 dB e Rx MAX seja -30 dBm, a potência máxima que pode ser transmitida para um terminal de acesso doméstico (Phue max) seja: 28, 5 - 30 = 1, 5 dBm. Portanto, Pmax_hnb < - 1,5 dBm é esse exemplo.
[0058] A Figura 3 ilustra varias operações que podem ser executadas para determinar o terminal de acesso com base na força máxima do sinal recebido de um receptor e MCL. Conforme representado pelo bloco 302, o nó femto 200 determina a força máxima do sinal recebido (RX_mAX) . Em alguns casos, esse valor pode ser simplesmente um parâmetro de projeto que seja definido (por exemplo, quando o nó femto 200 é proporcionado). Portanto, a determinação desse valor pode simplesmente envolver um valor correspondente 216 da memória de dados 212. Em alguns casos, a força máxima do sinal recebido pode ser um parâmetro configurável. Por exemplo, determinar a força máxima do sinal recebido envolve o nó (por exemplo, o receptor 206) recebendo uma indicação de uma força máxima do sinal recebido de outro nó (por exemplo, um terminal de acesso).
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17/80 [0059] Conforme representado pelo bloco 304, o nó femto 200 determina a perda mínima de acoplamento. Em alguns casos esse valor pode ser um parâmetro de projeto que seja predefinido (por exemplo, quando o nó femto 200 é proporcionado). Portanto, a determinação a perda mínima de acoplamento pode envolver a recuperação de um valor correspondente 218 da memória de dados 212. Em alguns casos, a perda mínima de acoplamento pode ser um parâmetro configurável. Por exemplo, determinar a perda mínima de acoplamento pode envolver o nó femto 200 (por exemplo, o receptor 206) recebendo uma indicação da perda mínima de acoplamento de outro nó (por exemplo, um terminal de acesso). Além disso, em alguns casos determinar a perda mínima de acoplamento envolve o nó (por exemplo, um determinador de perda de acoplamento / caminho 220) calculando a perda mínima de acoplamento (por exemplo, com base em um relatório de força do sinal recebido de outro nó como, por exemplo, um terminal de acesso doméstico).
[0060] Conforme representado pelo bloco 306, o nó femto 200 (por exemplo, o controlador de potência de transmissão 208) determina a potência de transmissão com base na força máxima do sinal recebido e na perda mínima de acoplamento. Conforme comentado acima, isso pode envolver definir um terminal de acesso máximo para ser menor do que a soma desses dois parâmetros.
[0061] Em alguns casos, o valor da terminal de acesso determinado no bloco 306 é apenas vários valores de potência de transmissão máximos determinados pelo nó femto 200. Por exemplo,, o nó femto 200 pode empregar outros algoritmos (por exemplo, conforme comentado abaixo) para determinar os valores de potência de transmissão máximos (por exemplo, TX_PWR_1...TX_PWR_N) com base em outros critérios. O nó femto 200 pode então selecionar o
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18/80 mais baixo desses valores de potência de transmissão determinados como o valor de potência de transmissão máximo atual. Em alguns casos, a determinação desse valor de potência de transmissão máximo pode ser também sujeito a restrições de um valor de potência de transmissão mínimo TX_MIN (por exemplo, para assegurar que o nó femto 200 proporcione cobertura suficiente para seus terminais de acesso residenciais) e um valor de potência de transmissão máximo absoluto TX_MAX. Conforme ilustrado na Figura 2, os parâmetros de potência de transmissão acima 222 podem ser armazenados na memória de dados 212.
[0062] Conforme representado pelo bloco 308, o nó femto 200 pode então se comunicar com outros nós pela transmissão de sinais restritos de acordo com a potência de transmissão determinada. Por exemplo, um nó femto pode limitar sua potência de transmissão para permanecer abaixo de um valor máximo determinado para evitar a dessensibilização de quaisquer terminais de acesso que possa se aproximar do nó femto.
[0063] Com relação à Figura 4, a descrição, em alguns aspectos, se refere à definição da potência de transmissão com base em uma ou mais condições de canal. Conforme será comentado mais detalhadamente abaixo, os exemplos de tais condições de canal podem incluir força total de sinal recebido, força de recebimento piloto, e qualidade de canal.
[0064] Conforme representado pelo bloco 402, em alguns casos a determinação da potência de transmissão para um na pode ser invocada devido a ou baseada em uma determinação de que o nó esteja em uma área de cobertura de um nó de acesso. Por exemplo, o nó femto 200 pode eleger re-calibrar a potência de transmissão do femto (por exemplo, para aumentar a potência) se for determinado que
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19/80 um terminal de acesso doméstico (por exemplo, um nó que esteja autorizado para acesso de dados) tenha entrado na área de cobertura do femto. Além disso, o nó femto 200 pode eleger re-calibrar sua potência de transmissão (por exemplo, para aumentar a potência) se determinar que um terminal de acesso visitante (por exemplo, que não esteja autorizado a acessar dados) tenha entrado na sua área de cobertura. Com essa finalidade, o nó femto 200 pode incluir um detector de nó 224 que pode determinar se um tipo específico de nó está em uma determinada área de cobertura.
[0065] Conforme representado pelo bloco 404, na eventualidade do nó femto 200 eleger calibrar seu transmissor (por exemplo, ligando periodicamente, ou em resposta a um disparo como, por exemplo, o bloco 402), o nó femto 200 pode determinar uma ou mais condições de canal. Tal condição de canal pode tomar várias formas. Por exemplo, em algumas implementações, um determinador de força de sinal 226 pode determinar um valor de força de sinal recebido total (por exemplo, uma indicação de força de sinal recebido, RSSI). Em algumas implementações, um determinador de força piloto recebido 228 pode determinar um valor de força de sinal associado a um piloto (por exemplo, potência de código de sinal recebido, RSCP). As técnicas exemplificativas relacionadas a essas condições de canal estão descritas mais detalhadamente abaixo juntamente com as Figuras 5 e 6.
[0066] Em algumas implementações, um determinador de qualidade de canal 230 pode determinar uma qualidade de canal (por exemplo, uma indicação de qualidade de canal, CQI) . Essa qualidade de canal pode se relacionar, por exemplo, à qualidade de um canal downlink em um terminal de acesso doméstico.
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20/80 [0067] Podem ser empregadas várias indicações de qualidade de canal de acordo com as técnicas aqui apresentadas. Por exemplo, a qualidade de canal pode se referir a uma taca de dados sustentável (por exemplo, controle de taxa de dados, DRC) qualidade downlink de serviço, proporção de sinal para ruído (por exemplo, NNR onde o ruído pode incluir ou compreender substancialmente interferência) ou alguma outra métrica de qualidade. A qualidade de canal pode também ser determinada para vários tipos de canais, como, por exemplo, um canal de dados, um canal de controle comum, um canal de código extra, um canal paginador, um canal piloto, ou um canal de difusão.
[0068] O determinador de qualidade de canal 230 pode determinar qualidade de canal de várias maneiras. Por exemplo, em algumas implementações, as informações relacionadas à qualidade de canal podem ser recebidas de outro nó (por exemplo, terminal de acesso doméstico). Essa informação pode tomar a forma de, por exemplo, uma indicação ou informação de qualidade de canal atual que pode ser usada para gerar uma indicação de qualidade de canal.
[0069] Conforme representado no bloco 406, o nó femto 200 (por exemplo, um controlador de potência de transmissão 208) determina um valor de potência de transmissão (por exemplo, um valor máximo) com base na(s) condição(s) do canal. Por exemplo, em uma implementação onde a potência de transmissão é baseada pelo menos em parte em uma indicação de qualidade de cana, a potência de transmissão pode ser aumentada em resposta a uma diminuição na qualidade de canal ou se a qualidade e canal falhar abaixo de um nível limite. De modo inverso, a potência de transmissão pode ser diminuída em resposta a um aumento na qualidade de canal ou se a qualidade de canal aumentar
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21/80 acima de um nível limite. Como um exemplo específico, se o requerido DRC por um longo período de tempo for sempre muito alto, isso pode servir como uma indicação de que o valor de potência de transmissão pode ser alto demais e o nó femto 200 pode, portanto, eleger operar em um valor de potência de transmissão mais baixo.
[0070] Conforme representado pelo bloco 408, o nó femto 200 pode determinar um ou mais valores de potência de transmissão máximos (por exemplo, com base nos algoritmos aqui descritos ou em alguns outros algoritmos ou critérios). O nó femto 200 pode, portanto, selecionar o mais baixo desses valores de potência de transmissão determinados (por exemplo, TX_PWR_1...TX_PWR_N armazenados na memória de dados 212) como o valor de potência de transmissão máximo atual conforme descrito acima juntamente com a Figura 3.
[0071] Em algumas implementações o nó femto 200 (por exemplo, o controlador de potência de transmissão 208) pode determinar (por exemplo, ajustar) a potência de transmissão com base na existência de um nó em uma área de cobertura do nó femto 200. Por exemplo, conforme comentado no bloco 402 a potência de transmissão pode diminuir na presença de um terminal de acesso visitante e a potência de transmissão pode ser aumentada na presença de um terminal de acesso doméstico.
[0072] Conforme representado no bloco 410, o nó femto 200 pode se comunicar com outro nó ou outros nós pela transmissão de sinais restritos de acordo com a potência de transmissão determinada. Por exemplo, se em algum ponto no tempo o nó femto 200 determinar que a interferência com um terminal de acesso visitante é improvável, o nó femto 200 pode aumentar sua potência de
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22/80 transmissão até o mais baixo dos valores máximos determinados no bloco 408.
[0073] Conforme representado no bloco 412, em algumas implementações o nó femto 200 pode executar repetidamente quaisquer das operações de calibração de potência de transmissão acima (por exemplo, em oposição a simplesmente determinar a potência de transmissão uma única vez ao desenvolver). Por exemplo, o nó femto 200 pode usar um valor de potência de transmissão de valor básico quando for primeiro desenvolvido e pode então calibrar periodicamente a potência de transmissão acima do tempo. Nesse caso, o nó femto 200 pode executar uma ou mais das operações da Figura 4 (por exemplo, adquirir ou receber informação de força de sinal ou qualidade de canal) em algum(s) outro(s) ponto(s) no tempo. Em alguns casos, a potência de transmissão pode ser ajustada para manter uma qualidade de canal desejada acima do tempo (por exemplo, para manter um valor DRC mínimo ou qualidade downlink mínima do valor de serviço em um terminal de acesso doméstico). Em alguns casos, as operações podem ser realizadas repetidamente (por exemplo, diariamente) de maneira que o nó femto possa se adaptar às variações no ambiente (por exemplo, uma unidade de apartamento vizinha instala um novo nó femto) . Em alguns casos, tal operação de calibração pode ser adaptada para mitigar mudanças grandes e/ou rápidas na potência de transmissão (por exemplo, através do uso de técnicas de histerese ou de filtragem).
[0074] Referindo-se agora à Figura 5, serão agora descritas em detalhes as técnicas para determinar a potência de transmissão com base no valor da força de sinal recebido e na força de sinal piloto, conforme acima mencionado. Um nó de acesso, como, por exemplo, um nó
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23/80 femto (por exemplo, um nó femto 200) operando dentro de um ambiente de célula macro precisa ajustar a potência de transmissão downlink com base em seu local dentro de uma célula macro. Quando o nó femto está situado na borda da célula macro, o vazamento RF fora do ambiente de nó femto (por exemplo, uma residência) pode reduzir significativamente Ec/lo dos terminais de acesso macro próximos uma vez que os níveis de sinal macro são tipicamente pequenos nesses locais de borda de célula. Como um resultado, pode haver um buraco de cobertura relativamente grande para os terminais de acesso macro na adjacência do nó femto.
[0075] Se os terminais de acesso macro que estão associados ao nó femto (por exemplo, terminal de acesso visitante) entra na região de cobertura do nó femto, a rede da célula macro pode executar entregas de interfrequência para direcionar os terminais de acesso visitantes para outra frequência transportadora. Apesar da possibilidade dessa técnica reduzir a probabilidade de queda de chamada ou interrupção de serviço para os terminais de acesso macro, também pode resultar nos eventos de transferência de inter-frequência frequentes para os terminais de acesso macro passando a través dos buracos de cobertura, sucessivamente, pode ocasionar as interrupções do serviço e carga de sinalização alta nos nós de acesso da célula macro. Portanto, em alguns aspectos pode ser desejável minimizar o tamanho do buraco de cobertura criado pelo nó femto na célula macro.
[0076] Por outro lado, se o nível de potência de transmissão do nó femto for ajustado muito baixo, a cobertura femto apropriada pode não ser mantida dentro do ambiente femto. Além disso, o nível de potência de transmissão desejado depende de onde o nó femto esteja
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24/80 situado. Por exemplo, quando um nó femto está próximo a um nó de acesso macro, podem ser requeridos níveis de potência de transmissão maiores para proporcionar cobertura femto adequada conforme comparado a quando um nó femto está situado na borda de uma célula macro. Ainda, os níveis de potência diferentes podem ser mais especificados nos ambientes urbanos (por exemplo, onde os nos femto podem ser frequentemente desenvolvidos em apartamentos) do que são especificados em ambientes urbanos menos densos.
[0077] Em alguns aspectos, a descrição se refere ao ajuste adaptável do nível de potência de transmissão do nó femto através do uso dos valores de sinal de célula macro para limitar a interferência em um terminal de acesso visitante. Essas operações podem ser empregadas para acomodar um terminal de acesso visitante que esteja operando em um canal adjacente com relação ao nó femto ou em um co-canal com o nó femto.
[0078] Resumidamente, as operações da Figura 5 envolvem determinar a interferência máxima permitida que um nó femto possa criar em um terminal de acesso visitante situado em uma borda de um buraco de cobertura. Aqui, a interferência máxima permitida pode ser definida como o Ecp/Io requerido mínimo (por exemplo, força piloto recebida sobre uma força de sinal recebido) para operação de downlink macro confiável no terminal de acesso visitante em um determinado canal. A interferência máxima permitida pode ser derivada da força de sinal piloto recebido medida (ECP) da melhor célula macro no transportador, a força de sinal total medida (lo) no transportador, e o mínimo Ecp/Io requerido. A potência de transmissão máxima para o femto pode então ser derivada com base na interferência máxima permitida e a perda do caminho entre o nó femto e a borda
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25/80 do buraco de cobertura (e a rejeição da interferência do canal adjacente, se aplicável).
[0079] Para uma potência de transmissão downlink predeterminada Phnb de um nó femto (por exemplo, NodeB, HNB residencial) e uma proporção de interferência transportadora adjacente correspondente (ACIR) de, por exemplo, 33 dB em uma distância d do nó femto, um terminal de acesso visitante (por exemplo, equipamento de usuário, UE) pode experienciar interferência do nó femto tão alta quanto:
R*vuE(d) - Piinb - ACIR - PLj.-ree( d)
Equação onde PLFREE(d) é a perda de trajeto livre entre o equipamento transmissor e o receptor separados por uma distância d, e que pode ser calculada com a fórmula:
PLFREE(d) - 20IOgio(4ndf7c) - GT - Gr Equação 2 onde f é a frequência transportadora (por exemplo, f=2 GHz) , e Gt e Gr são os ganhos de antena do transmissor e o receptor respectivos (por exemplo, Gt = Gr = -dB).
[0080] Para limitar a interferência no terminal de acesso visitante, o nó femto ajusta a potência de transmissão downlink Phnb pela medição da força de sinal macro, conforme descrito adicionalmente em detalhes abaixo. Em algumas implementações, as medições de nó femto seguindo as quantidades em um canal adjacente (por exemplo, o algoritmo é movido separadamente em múltiplos transportadores adjacentes) ou um co-canal.
[0081] RSCPbest_macro_ac = Um valor de força de sinal piloto recebido da melhor célula macro no transportador adjacente.
[0082] RSSImacroac = O calor da força do sinal de interferência total (lo) no transportador adjacente.
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26/80 [0083] Portanto, conforme representado pelo bloco 502 na figura 5, o nó femto 200 da Figura 2 (por exemplo, o determinador da força de sinal 226) determina a força total do sinal recebido (por exemplo, RSSI) no canal do terminal de acesso visitante. O determinador da força de sinal 226 pode determinar a força do sinal de várias maneiras. Por exemplo, em algumas implementações o nó femto 200 mede a força do sinal (por exemplo, o receptor 206 monitora o canal apropriado). Em alguma informação de implementações referentes à força do sinal podem ser recebidas de outro nó (por exemplo, um terminal de acesso doméstico) . Essa informação pode tomar a forma de, por exemplo, uma medição de força do sinal atual (por exemplo, de um no que tenha medido a força do sinal) ou informação que pode ser usada para determinar um valor de força de sinal.
[0084] Ainda, conforme representado pelo bloco 504, o nó femto 200 (por exemplo, o determinador de força piloto recebido 228) determina a força de piloto recebida (por exemplo, RSCP) do melhor nó de acesso macro no canal do terminal de acesso visitante. Em outras palavras, a força de sinal do sinal piloto sendo dotado da força mais alta de sinal recebido é determinada no bloco 504. O determinador de força piloto recebido 228 pode determinar a força do sinal piloto recebido de varias maneiras. Por exemplo, em algumas implementações, o nó femto 200 mede a força piloto (por exemplo, o receptor 206 monitora o canal apropriado). Em algumas implementações a informação relacionada à força piloto pode ser recebida de outro nó (por exemplo, um terminal de acesso doméstico). Essa informação pode tomar a forma de, por exemplo, uma medição de força piloto atual (por exemplo, de um nó que
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27/80 mediu a força de sinal) ou informação que pode ser usada para determinar um valor de força piloto.
[0085] Em algumas implementações, pode ser determinada a força piloto recebida (por exemplo, avaliada) da força total do sinal recebido obtido no bloco 502. Essa determinação pode ser baseada, por exemplo, em uma relação conhecida ou avaliada entre a força piloto e a força total que está incorporada na forma de informação 232 (por exemplo, uma função, uma tabela, ou um gráfico) armazenada na memória de dados 212. Em tal implementação, o determinador de força de sinal 226 pode compreender o determinador de força de sinal recebido 228.
[0086] Conforme representado pelo bloco 506, o nó femto 200 (por exemplo, o determinador de caminho / acoplamento 220) determina a perda de caminhão entre o nó
femto e um determinado local (por exemplo, uma borda de um
buraco de cobertura ou um local em um nó) no canal do
terminal de acesso visitante . O determinador de perda de
trajeto / acoplamento 220 pode determinar a perda do
caminho de várias maneiras. Em alguns casos, a perda de
trajeto pode ser simplesment e um parâmetro de projeto que
seja predefinido (por exemplo, quando o nó femto 200 é proporcionado) de maneira que o valor da perda do caminho corresponda a um buraco de cobertura de um determinado tamanho. Portanto, a determinação da perda do caminho pode simplesmente envolver a recuperação de um valor correspondente 218 da memória de dados 212. Em alguns casos, a determinação da perda do caminho pode envolver o nó (por exemplo, o receptor 206) recebendo uma indicação da perda do caminho de outro nó (por exemplo, um terminal de acesso). Além disso, em alguns casos a determinação da perda do caminho pode envolver o nó femto 200 (por exemplo, o determinador da perda de trajeto / acoplamento 220)
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28/80 calculando a perda do caminho. Por exemplo, a perda do caminho pode ser determinada com base em um relatório de força de sinal de recebimento recebido de outro nó como, por exemplo, um terminal de acesso doméstico. Conforme um exemplo específico, a perda do caminho para uma borda de um limite de cobertura de nó femto pode ser determinada no último relatório de medição (por exemplo, relatando a força de um sinal recebido do nó femto) recebido de um terminal de acesso doméstico antes do mesmo executar uma transferência para outro nó de acesso. Aqui, pode ser presumido que o terminal de acesso possa estar próximo ao limite uma vez que o terminal de acesso está realizando transferência. Em alguns casos, o nó femto 200 pode determinar múltiplos valores de perda de passo acima do tempo e gerar um valor de perda de trajeto final com base nos valores de perda de passo coletados (por exemplo, ajustar a perda de passo para um valor máximo).
[0087] Conforme representado pelo bloco 508, o nó femto 200 (por exemplo, um determinador de erro 234) pode opcionalmente determinar um ou mais valores relacionados à determinação da força total de sinal recebido /ou força piloto recebida. Por exemplo, o determinador de erro 234 pode receber força total de sinal recebido e informação de força piloto recebida de um nó (por exemplo, um terminal de acesso doméstico) que meça esses valores em vários locais na ou próximo a área de cobertura do nó femto 200. O determinador de erro 234 pode então comparar esses valores com os valores correspondentes medidos no nó femto 200. Os valores de erro podem então ser determinados com base na diferença entre os conjuntos correspondentes desses valores. Em alguns casos, essa operação pode envolver a coleta de informação de erro além do tempo, e definir valores de erro com base na informação
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29/80 coletada (por exemplo, com base na variação da informação de erro coletada). A informação de erro 236 correspondente ao acima pode ser armazenada na memória de dados 212.
[0088] Conforme representado pelo bloco 510, um nó femto 100 (por exemplo, um determinador de interferência 238) determina a interferência máxima permitida com base na força total do sinal recebido, na força piloto recebida, e no Ecp/lo minimo requerido para um terminal de acesso visitante (por exemplo, uma proporção de piloto para sinal).
[0089] Nos sistemas WCDMA e IxRTT, os canais piloto e de controle são divisão de código multiplexado com tráfego e não são transmitidos em potência máxima (por exemplo, Ecp/lo<l,0). Portanto, quando o nó femto executa as medições, se as células macros vizinhos não estiverem carregadas, o valor de força total do sinal de interferência RSSImacro_ac pode se mais baixo do que o valor correspondente para um caso em que as células macro vizinhos estejam carregadas. Por exemplo, considerando um caso de pior cenário, o nó femto pode estimar carregar o sistema e ajustar o valor RSSImacro_ac para prever o valor para um sistema inteiramente carregado.
[0090] O Ecp/lo (P-CPICH Ec/No na terminologia 3GPP) experimentado pelo terminal de acesso visitante pode ser calculado como se segue:
(Ecp/rojuNLAR = R-SCPbeST MACRO AC_L[NE.W(RSSImACRO ac.linear + IlINB linear) Equação 3 onde todas as quantidades são dotadas de unidades lineares (em lugar de dB) e Ihnb_linear corresponde à interferência criada pelo nó femto no terminal de acesso visitante.
[0091] Se, como um exemplo, um valor minimo requerido para (Ecp/lo) linear para assegurar uma operação
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30/80 downlink confiável for (Ecp/Io)min_linear, então o nó femto computa um parâmetro indicativo da interferência máxima permitida que possa induzir no terminal de acesso visitante, de maneira que o valor resultante na distância mínima seja igual a (Ecp/Io)min, como se segue:
HNE
MAX ALLOWED LINEAR
RSC Pjj£Sr _ MACRO AC LINEAR {Ecpilo)^ linear
AC LINEAR (EcpHo)
MACRO AC LINEAR (Ecp / linear
Equação 4 [0092] Conforme representado pelo bloco 512 da Figura 5, o nó femto 200 (por exemplo, o controlador de potência de transmissão 208) determina a potência de transmissão máxima com base na interferência permitida, a perda de trajeto e, opcionalmente, o ACRI para o nó femto 200. Conforme mencionado acima, as operações da Figura 5 podem ser usadas para limitar o buraco de cobertura no canal adjacente ou em um co-canal. No caso precedente ACIR pode ser um valor pré-definido (por exemplo, dependente dos parâmetros de projeto no sistema). No último caso, ACIR é 0 dB. Um valor ACIR 240 pode ser armazenado na memória de dados 212.
[0093] Em alguns aspectos, um nó femto pode, portanto, converter o valor de interferência máxima permitida calculada em um terminal de acesso visitante vigente ou hipotético para um valor de potência de transmissão permitido correspondente, de maneira que seja alcançada uma distância mínima predeterminada Ihnb_max_allowed . Por exemplo, se o raio do buraco de cobertura ao redor do nó femto for dHNB_Ac_covERAGE_HOLE, então o valor da perda de trajeto correspondente PL pode ser calculado com a fórmula acima, isto é, PLFREE_SPACE (dHNB_AC_COVERAGE_HOLE) , e:
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31/80
PtfAX 11NB < K'UE_AC_MAX ~ (LIN13 MAX ALLOWED +
PLfree space (diixn ac coverage hole) +ACIR)
Equação 5 [0094] A potência de transmissão pode, portanto, ser definida em uma maneira que possibilite a operação d um terminal de acesso visitante em uma distância minina predeterminada de um nó femto (por exemplo, correspondente a uma borda de um buraco de cobertura), se restringir indevidamente a operação dos terminais de acesso residenciais do nó femto. Consequentemente pode ser possível que tanto os terminais de acesso visitante e residencial operem eficazmente próximo à borda do buraco de cobertura.
[0095] Tendo em vista o acima exposto, serão agora tratadas as considerações adicionais referentes os cenários onde o terminal de acesso macro (por exemplo, um terminal de acesso visitante) que não esteja associado a um nó femto esteja na ou próximo à área de cobertura do nó femto. Aqui, um nó femto (por exemplo, situado próximo a uma janela) pode obstruir os terminais de acesso macro passando (por exemplo, em uma rua) se esses terminais de acesso macro não forem capazes de transferir para o nó femto devido a uma exigência de associação restrita. Os parâmetros que se seguem serão usados no comentário:
Ecpmnb_ue: Força piloto recebida (RSCP) do melhor nó de acesso macro (por exemplo, , MNB) pelo terminal de acesso macro (por exemplo, UE) (em unidades lineares).
Ecpmnb_hnb: Força piloto recebida (RSCP) do melhor nó de acesso macro pelo nó femto (por exemplo, HNB) (em unidades lineares).
Ecphnb_ue: Força total de sinal recebido (RSSI) do nó femto pelo terminal de acesso macro (em unidades lineares) . (Também conhecidas como RSSImnb_ue) .
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Ecphnb_hnb : Força total de sinal recebido (RSSI) do nó femto pelo terminal de acesso macro (em unidades lineares) . (Também conhecidas como RSSImnb_hnb) .
[0096] À medida que o terminal de acesso macro se aproxima da cobertura do nó femto, o comportamento desejado é que a célula macro mova o terminal de acesso para outro transportador conforme comentado acima. Nos sistemas CDMA, esse disparo é baseado no valor Ecphnb_ue/Io que vai acima de determinado valor limiar T_ADD. Em um exemplo, lxEV-DO, o disparo da transferência de freqüência seria: Ecphnb_ue/Io>ADD, onde um valor de exemplo para T_ADD=—7 dB (T_ADDLinrar =0,2). Por outro lado, nos sistemas WCDMA, a força relativa de sinal com relação a melhor célula macro é tipicamente usada como o disparo. Por exemplo, quando Ecphnb_ue entra em uma determinada variação EcpMNB.UE - EcpnxB [.JE = ÁhOJIOUNDARV e tomar valores em torno de, por exemplo, 4 3GPP permite que cada célula individual ofsete diferente.
Em alguns casos, se o terminal de experimenta um determinado valor Ecpmnb ue/Ιο se aproximar de um nó femto que esteja inteiramente carregado (isto é, 100% de potência de transmissão), então uma questão é se Ecpmnb-ue/1o irá degradar abaixo de um determinado limiar mínimo (por exemplo, Ec/lo_min = 16 dB) até que seja direcionado para outro transportador. Deixar RSSImacro indicar a força total de sinal recebido (por exemplo, 10) pelo terminal de acesso macro, excluindo a interferência do nó femto. Então, no limiar de transferência:
de Ecpmnb-ue:
Δπο BOITNDARY pode dB, mas o padrão seja dotada de um [0097] acesso macro que
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UE
EcPmnu ue / PSSf.macro + (o? UE / RSSIAíiCl[0
Equação onde corresponde ao valor de potência de transmissão do nó femto total dividido pelo valor de potência piloto (por exemplo, lor/Rcp).
^CPm.\H UE^° LrEP-DÜ-
Equaçao 7
Equação 8 para WCDMA
EcPmw_ue ' [0098] Para os sistemas IxWV-DO, por exemplo:
Frn //?ÇÇ7 _ DDlmemí
UE 1 M4CKG ~ z, A nn \
Cl -T _ADDunear] e por exemplo, os valores T_ADD = -7 dB ^'PmNRJJE / MACRO
2.5 [0099] Em outro exemplo, , ^iiü bointhry = A dB and tt = Λ presumindo 10:
ÊCP.MWi UE / MACRO + 4{Ecp _
UE /ÁSSZAUCJKÍ) [00100] Conforme descrito acima, para um mecanismo com base de transferência de interferência, a degradação relativa de um terminal de acesso macro no limiar de transferência pode ser tolerável. A seguir, é tratada a distância desse limiar de transferência de interferência da borda do nó femto. Em alguns aspectos, se a distância for muito grande, a utilização do mesmo transportador pelo terminal de acesso macro pode ser muito pequena (especialmente se houver um grande número de células femto em uma célula macro). Em outras palavras, o mecanismo de transferência de interferência pode funcional bem (independente da potência de transmissão downlink de nó femto) e os terminais de acesso macro podem operar confiavelmente fora dos limites de transferência do nó femto. Contudo, se forem usados grandes valores de potência de transmissão de nó femto, os limites de
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34/80 transferência se estendem em direção às células macro e as regiões onde os terminais de acesso macro de co-canal operam podem ser efetivamente muito limitadas. No exemplo acima descrito, presume-se que o nó residencial possa medir efetivamente os valores Ecp e RSSI experimentados pelo terminal de acesso visitante porque o terminal de acesso visitante é presumido a estar muito próximo ao nó femto em uma distância predeterminada (por exemplo, alguns metros). Contudo, quando o terminal de acesso macro está fora da residência femto, Ecpmnb_ue e Ecpmnb_hnb podem tomar valores diferentes. Por exemplo, Ecpmnb_hnb pode experienciar perda de penetração, enquanto o mesmo não ocorre com Ecpmnb_ue. Isso pode levar à conclusão de que Ecpmnb_ue seja sempre maior do que Ecpmnb_hnb. Contudo, algumas vezes a residência do nó femto cria um efeito de sombra por meio da qual Ecpmnb_ue é menor do que Ecpmnb_hnb (por exemplo, o nó femto está situado entre um nó de acesso macro e um terminal de acesso macro). Em um exemplo, a diferença entre a melhor medição Ecp macro do nó femto e a melhor medição Ecp macro do terminal de acesso no limite de transferência é: Aecp_MF.AS_DIFF_IIO BOUNDARY = EcpMNBJJE - EcpMNRjiNB Equação 10 [00101] Similarmente, a diferença entre as medições RSSI macro no nó femto e o terminal de acesso macro no limite de transferência pode ser calculada como se segue:
Arssi meas D1FFJIO BOUNDARY - RSS1mNB_UE - RSSI ΜΝΈ 1INB Equação 11 [00102] Em alguns aspectos, esses valores podem compreender a informação de erro descrita acima no bloco 508.
[00103] Com base nas medições anteriores, pode ser aplicada uma variação dos valores para Aecu MEAS DIFF HO BOUNDARY·
Então, em um exemplo, a potência
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35/80 de transmissão downlink (phnb) do nó femto pode ser decidida com base nas restrições descritas detalhadamente acima (por exemplo, as Equações 4 e 5) , em que, por exemplo, ACIR = 0 dB, uma vez que, nesse caso, o terminal de acesso não está adjacente ao canal, mas está no co-canal com o nó femto, e em que PL™EE_SPaCE (dnxB AC COVERAGEJIOLe) é substituído por um valor de perda de trajeto projetado para o buraco de cobertura do c-canal.
[00104] Em alguns casos, um nó femto pode estar situado próximo a uma parede externa ou janela de uma residência. Esse nó femto pode criar uma quantidade máxima de interferência para a célula macro fora da parede / janela. Se a atenuação devido à parede / janela for PLwall e, em um exemplificativo, para simplificação Aiinu.mce MEAS Dlll·' = 0 dB ^RSSI MNB.MTE MEAS DIFF = 0 .
EcpIINI} vr.(d) = (Ecp/lor)/w - PLfrM - PLwall. onde a potência de transmissão downlink do nó femto total (Phnb) é decidida com base nas restrições acima descritas.
[00105] Um método para reduzir os buracos de cobertura criados pelo nó femto é reduzir Ecp/lor para o nó femto. Contudo, pode não ser desejável reduzir o nó femto Ecp/lor arbitrariamente porque isso pode levar o limite de transferência mais próximo ao nó femto, e o desempenho do terminal de acesso macro pode degradar significativamente se o nó femto estiver carregado. Além disso, pode ser definido um nível Ecp mínimo predeterminado para operação bem sucedida dos terminais de acesso na cobertura femto (por exemplo, avaliação de canal, et.) para permitir que os mesmos se entreguem para a cobertura femto da cobertura de célula macro. Portanto, em alguns casos, pode ser implementado um método híbrido de maneira que quando não houver usuário ativo servido pelo nó femto, Ecp/lor pode
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36/80 ser reduzido para um valor que, para esses períodos de célula macro seja limitado.
razoavelmente baixo, de maneira tempo, o buraco de cobertura na Em outras palavras, a potência de transmissão pode ser ajustada com base na existência de um na adjacência do nó femto, conforme comentado acima no bloco 408.
[00106] Para um terminal de acesso doméstico, Ecp pode ser calculado como se segue: Ecpiile =
Phnb - Ecp/lor - PLiinb.
onde PLhue corresponde perda do caminho do nó femto para o terminal de acesso doméstico.
[00107]
Em alguns casos não há nenhuma interferência dos terminais de acesso vizinhos e toda interferência é proveniente da célula macro e do piso de ruído térmico. Um dos parâmetros importantes na equação acima é PLhue. Um modelo comum usado para propagação interna é:
PLnnW = 201og(^-) + 201og(J) + 2W<
*' É Equação 12 onde Wi;
paredes internas.
[00108] é a perda de penetração através das
Referindo-se agora à Figura 6, em algumas implementações a potência de transmissão máxima definida pelo nó femto 200 pode ser restrita com base em uma proporção de sinal para ruído para um terminal de acesso doméstico situado ao redor da borda de um buraco de cobertura. Por exemplo, se a proporção de sinal para ruído for mais alta do que um terminal de acesso doméstico que esteja situado onde o buraco de cobertura é esperado a terminar, isso significa que o buraco de cobertura na verdade pode ser muito maior do que o desejado. Como um resultado, pode ser imposta interferência indevida nos
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37/80 terminais de acesso visitantes próximos à borda de cobertura pretendida.
[00109] A descrição se refere em alguns aspectos à redução da potência de transmissão de a proporção de sinal para ruído no terminal de acesso doméstico for mais alta do que esperada. Os parâmetros que se seguem são usados no comentário que se segue:
IOue: Força total de sinal recebido (lo) pelo terminal de acesso doméstico (por exemplo, UE) dos nós de acesso (por exemplo, NodeBs) na ausência de um nó femto (nas unidades lineares).
pelo
Iohnb: Força total de sinal recebido
terminal de acesso doméstico de todos os outros nós de
acesso (por exemplo, nós de acesso i nacro e femto) no
sistema (nas unidades lineares)
P I-iHNB_edge · A perda do caminho do nó femto (por
doméstico na terminal de acesso exemplo
HNB) para o borda de cobertura (nas unidades dB).
[00110]
Quando um nó femto não está transmitindo, Ecp/lo recebido por um terminal de acesso macro pode ser:
iíNli >iot _ Iransmittifíg ?°ve
Equação 13 [00111]
Quando o nó femto está transmitindo
Ecp/lo recebido por um terminal de acesso pode ser:
UE transmistmg f . r Γ-*ΉΝΒ UE
Equação 14 [00112]
O par âme t r o min é definido como o Ecp/lo mínimo requerido para o terminal para ser dotado de serviço apropriado de acesso macro (por exemplo conforme comentado acima na Figura 5) . Presumindo que o
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38/80 terminal de acesso macro esteja na borda de um buraco de cobertura de nó femto e o buraco de cobertura esteja limitado para um determinado valor (por exemplo, PLhNFí tidee = NO dB), ~ z ~ então e possível impor a condição que se segue para a potência de transmissão máxima downlink do nó femto: PlINEjnax (pOr exemplo, para manter [Ecp/lo]min para um terminal de acesso macro):
Equação 15 [00113]
Similarmente, se um terminal de acesso doméstico (por exemplo, UE, HUE residencial) que for servido pelo nó femto estiver situado na borda da cobertura femto, o SNR (o termo SINR, é incluindo interferência, será usado no comentário que se segue) experimentado pelo terminal de acesso doméstico pode ser descrito como:
Equação 16 [00114]
Em alguns casos a Equação 16 pode permitir niveis de potência de transmissão relativamente grande para nó femto que pode resultar em SINRhue desnecessariamente alto. Isso por significar, por exemplo, que se for instalado um nó femto na adjacência de um nó femto antigo, o nó femto seguinte pode parar de receber alto nivel de interferência do nó femto anteriormente instalado. Como um resultado, o nó femto recém instalado pode ser confinado a um nivel de potência de transmissão mais baixo e pode não proporcionar SINR suficiente para seus terminais de acesso residenciais. Para evitar esse tipo de efeito pode ser usada uma tampa SINR para o
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39/80 terminal de acesso doméstico na borda de sua cobertura do terminal de acesso doméstico como:
I SINRLiax ai IINR edee· 1 J - - - - Portanto, e possível proporcionar uma segunda restrição para o PHNB_max como:
p <FSNR1 lo rHNB_rtm Lol,|,Fk-Jina!c_4i_HNB_ed6e tiJUE Equação 17 [00115] Para aplicar as restrições conforme descritas nas Equações 15 e 17 devem ser medidos Ecpmnb_ue e Ioue na borda da cobertura HNB desejada (PLHNB_edge) .
[00116] Uma vez que a instalação profissional pode não ser prática para os nós femto (por exemplo, devido às restrições financeiras) , um nó femto pode avaliar essas quantidades pelas suas próprias medições do canal downlink. Por exemplo, o nó femto pode fazer medições: Ecpmnb_hnb e Iohnb paa avaliar Ecpmnb_ue e Ioue respectivamente. Esse cenário está comentado mais detalhadamente abaixo em combinação com a Equação 19. Uma vez que o local do nó femto é diferente do local do terminal de acesso pode haver algum erro nessas medições.
[00117] Se o nó femto usar suas próprias medições para adaptação de seu próprio terminal de acesso, esse erro pode resultar em valores de terminal de acesso mais baixos ou mais altos comparados a um nivel ideal. Como um método prático para casos de erros piores, devem ser reforçados determinados limites superior e inferior em PlINBirax PlINBniaxliinitΉ-Tld PlIXB iiiin_limit (por exemplo, conforme comentado acima).
[00118] Em vista do acima, referindo-se ao bloco 602 da Figura 6, um algoritmo de ajuste de terminal de acesso pode, portanto, envolver a identificação de um terminal de acesso doméstico próximo a uma borda de cobertura de um nó femto. No exemplo da Figura2, essa
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40/80 operação pode ser realizada pelo detector de nó 224. Em algumas implementações, a posição do terminal de acesso doméstico pode ser determinada com base nas medições da perda do caminho entre o terminal de acesso doméstico e o nó femto (por exemplo, conforme aqui comentado).
[00119] No bloco 604, o nó femto 200 (por exemplo, um determinador 242) pode determinar os valores SNR (por exemplo, SINR) associados ao terminal de acesso doméstico. Em alguns casos, isso pode envolver o recebimento de informação SNR do terminal de acesso doméstico (por exemplo, em um relatório de qualidade de canal). Por exemplo, o terminal de acesso doméstico pode enviar informação RSSI medida ou informação SNR calculada para o nó femto 200. Em alguns casos, a informação CQI
proporcionada pelo terminal de acesso doméstico pode ser
correlacionada (por exemplo, por uma relação conhecida) a
um valor SNR do terminal de aces so doméstico. Portanto, o
nó femto 200 pode derivar SNR da informação de qualidade de
canal recebida.
[00120] Conforme mencionado acima, a
determinação de um valor SNR pode envolve r o cálculo
automático pelo nó femto 200 do valor SNR conforme aqui comentado. Por exemplo, nos casos onde um nó femto 200 executa as operações de medição por sua conta, o nó femto 200 pode medir inicialmente:
[00121] EcpMNB HNB: Força piloto recebida total do melhor nó de acesso macro pelo nó femto.
[00122] IoHNB: A força total do sinal recebido (lo) pelo nó femto de todos os outros nós de acesso (por exemplo, nós macro e femto) no sistema.
[00123] O nó femto 200 pode então determinar limites de potência superiores:
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41/80 p
1UNBjmk 1 ^cPmnb_ ,HNB I
Jfqp
Equação 18 p - rSlbJRl -Ao . I 11 IN 11 max 2 L°lJ1,r<Jmaxjt_UNB_eaee i 1 u Equação 19 [00124] Aqui, a Equação 18 se refere à potência de transmissão máxima determinada em uma maneira similar conforme comentadas na Figura 5 e a Equação 19 se refere à determinação de outro limite máximo para a potência de transmissão com base em SNR. Pode ser observado que a Equação 18 é similar à Equação 17 exceto que lo é medido no nó femto. Portanto, a Equação 18 também proporciona a restrição que o SNR no nó não seja maior do que ou igual a um valor máximo definido (por exemplo, valor SNR 224 armazenado da memória de dados 212) . Nas duas equações, a potência de transmissão determinada é baseada nos sinais recebidos no nó femto e na perda do caminho para a borda de cobertura (por exemplo, com base na distância para a borda).
[00125] No bloco 606 da Figura 6, o nó femto
200 (por exemplo, controlador de potência de transmissão 208) pode determinar a potência de transmissão com base nos máximos definidos pelas Equações 18 e 19. Além disso, conforme acima mencionado, o valor de potência máximo pode ser restrito por valores minimo e máximo absolutos:
total rain limit ’ 1111 ÜuiNH mail’max limit )]
Equação 20 [00126] Como um exemplo da Equação 20, PLhnb edge pode ser especificado como 80 dB, PHNB_max_iimit pode ser especificado como 20 dBm, PHNB_min_iimit pode ser especificado como lOdBm, e [SINR] max_at_HNB_edge θ [Ecp/lo] min podem depender da tecnologia de intrface de ar particular em uso.
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42/80 [00127] Conforme acima mencionado, os presentes ensinamentos podem ser implementados em uma rede sem fio que inclua áreas de cobertura macro áreas de cobertura femto. A Figura 7 ilustra um exemplo de um mapa de cobertura 700 para uma rede onde várias áreas de rastreamento 702 (ou áreas de roteamento ou áreas de posição) são definidas. Especificamente, as áreas de cobertura associadas às áreas de rastreamento 702A, 702B e 702C são delimitadas pelas linhas extensas na figura 7.
[00128] O sistema proporciona comunicação sem fio por via de múltipas células 704 (representadas pelos hexágonos), como, por exemplo, as células macro 704A e 704B, com cada célula sendo servida por um nó de acesso correspondente 706 (por exemplo, os nós de acesso de 706A a 706C). Conforme ilustrado na Figura 7, os terminais de acesso 708 (por exemplo, os terminais de acesso 708A e 708B) podem ser dispersos em vários locais por toda a rede em um determinado ponto no tempo. Cada terminal de acesso 708 pode se comunicar com um ou mais nós de acesso 706 em uma ligação avançada (FL) e/ou ligação reversa (RL) em um determinado momento, dependendo se o terminal de acesso 708 está ativo e se está em transferência suave, por exemplo. A rede pode proporcionar serviço sobre uma grande região geográfica. Por exemplo, as células macro 704 podem cobrir vários blocos em uma vizinhança. Para reduzir a complexidade da Figura 7, estão ilustrados apenas alguns nós de acesso, terminais de acesso, e nós femto.
[00129] As áreas de rastreamento 702 também incluem as áreas de cobertura femto 710. Nesse exemplo, cada área de cobertura femto 710 (por exemplo, a área de cobertura femto 710A) é descrita dentro de uma área de cobertura macro 704 (por exemplo, uma área de cobertura macro 7 04B) . Deve ser observado, contudo, que a área de
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43/80 cobertura femto 710 pode não se estender inteiramente dentro de uma área de cobertura macro 704. Na prática, um grande número de área de cobertura femto 710 pode ser definido com uma determinada área de rastreamento 7 02 ou área de cobertura macro 704. Ainda, uma ou mais área de cobertura pico (não ilustradas) pode ser defina dentro de uma determinada área de rastreamento 702 ou área de cobertura macro 704. Para reduzir a complexidade da Figura 7, estão ilustrados apenas alguns nós de acesso 706, terminais de acesso 706, e os femto 710.
[00130] A figura 8 ilustra uma rede 800 onde os nós femto 802 são desenvolvidos em um edifício de apartamento. Especificamente, um nó femto 802A é desenvolvido no apartamento 1 e um nó femto 802B é desenvolvido no apartamento 2 nesse exemplo. O nó femto 802A é um femto residencial para um terminal de acesso 804A. O nó femto 802B é um femto residencial para um terminal de acesso 804B.
[00131] Conforme ilustrado na Figura 8, para o caso onde os nós femto 802A e 802B estão restritos, cada terminal de acesso 804 pode apenas ser servido por seu nó femto associado 802 (por exemplo, residencial). Contudo, em alguns casos, a associação restrita pode resultar em situações de geometria negativa e interrupções dos nós femto. Por exemplo, na figura 8 o nó femto 802A está mais próximo ao terminal de acesso 804 do que o nó femto 802B e pode, portanto, proporcionar um sinal mais forte no terminal de acesso 804B. como um resultado, o nó femto 802A pode interferir indevidamente com o recebimento no terminal de acesso 84B. Tal situação pode, assim, efetuar o raio de cobertura ao redor do nó femto 802B no qual um terminal de acesso associado 804 pode inicialmente adquirir o sistema e permanecer conectado ao sistema.
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44/80 [00132] Com relação às Figuras de 9 à 13B, a descrição se refere a alguns aspectos para ajustar adaptativamente a potência de transmissão (por exemplo, potência de transmissão downlink máxima) dos nós de acesso vizinhos para aliviar os cenários de geometrias negativas. Por exemplo, conforme acima mencionado, a potência de transmissão máxima pode ser definida para os canais de código extra que são então transmitidos em sua fração de valor básico da potência de transmissão de nós de acesso máxima. Para fins ilustrativos, segue descrição de um cenário onde a potência de transmissão de um nó femto é controlado com base no relatório de medição gerado por um terminal de acesso associado a um nó femto vizinho. Deve ser observado, contudo, que os presentes ensinamentos podem ser aplicados a outros tipos de nós.
[00133] O controle de potência de transmissão conforme aqui ensinado pode ser implementado através de um esquema de controle de potência distribuída implementado nos nós femto e/ou por meio do uso de um controlador de potência centralizada. No caso precedente, os ajustes da potência de transmissão podem ser realizados através do uso de sinalização entre os nós femto vizinhos (por exemplo, os nós femto associados ao mesmo operador). Tal sinalização pode ser realizada, por exemplo, através do uso de sinalização de camada superior (por exemplo, por via de “backhaul”) ou componentes de radio apropriados. No último caso acima mencionado, os ajustes para potência de transmissão de um determinado nó femto podem ser realizados por via da sinalização entre os nós femto e um controlador de potência centralizada.
[00134] Os nós femto e/ou o controlador de potência centralizada pode utilizar as medições relatadas pelos terminais de acesso e avaliar uma ou mais critérios
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45/80 para determinar se envia uma solicitação para um nó femto para reduzir o terminal de acesso. Um nó femto que receba tal solicitação pode responder pela diminuição da potência de transmissão se for capaz de manter seu raio de cobertura e se seus terminais de acesso associados permanecerem em boas condições de geometria.
[00135] A figura 9 descreve várias operações relacionadas a uma implementação onde os nós femto vizinhos podem cooperar para controlar a potência de transmissão uns dos outros. Aqui, podem ser empregados vários critérios para determinar se a potência de transmissão de um nó vizinho deva ser ajustada. Por exemplo, em alguns aspectos, um algoritmo de controle de potência pode tentar manter um raio de cobertura específico ao redor de um nó femto (por exemplo, um determinado CPICH Ecp/lo é mantido em um determinado arranjo de perda de trajeto afastada do nó femto). Em alguns aspectos um algoritmo de controle de potência pode tentar manter uma determinada qualidade de serviço (por exemplo, taxa de transferência) em um terminal de acesso. Inicialmente, as operações das Figuras 9 e 10 serão descritas em um contexto do algoritmo precedente. As operações das figuras 9 e 10 irão então ser também descritas em maiores detalhes no contexto do último algoritmo.
[00136] Conforme representado pelo bloco 902 da Figura 9, um determinado nó femto inicialmente ajusta sua potência de transmissão para valor definido. Por exemplo, todos os nós femto no sistema podem inicialmente ajustar as potência de transmissão respectiva para uma potência de transmissão máxima que ainda alivie a introdução dos buracos de cobertura em uma área de cobertura macro. Como um exemplo específico, a potência de transmissão para um nó femto pode ser ajustada de maneira
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46/80 que CPICH Ecp/lo de terminal de acesso macro em uma determinada perda de trajeto afastada (por exemplo, 80 dB) do nó femto seja acima de um determinado limiar (por exemplo, -18 dB) . El algumas implementações, os nós femto podem empregar um ou mais algoritmos descritos acima em combinação com as Figuras de 2 a 6 para estabelecer um valor de potência de transmissão máximo.
[00137] Conforme representado pelo bloco 904, cada terminal de acesso na rede (por exemplo, cada terminal de acesso associado a um nó femto) pode medir a força de sinal dos sinais que recebe em sua faixa de operação. Cada terminal de acesso pode então gerar um relatório vizinho, por exemplo, o CPICH RSCP (força piloto) de seu nó femto, o CPICH RSCP de todos os nós femto em sua lista vizinha, e o RSSI da faixa de operação.
[00138] Em alguns aspectos, cada terminal de acesso pode executar essa operação em resposta a uma solicitação de um nó femto doméstico. Por exemplo, um determinado nó femto pode manter uma lista de nós femto vizinhos que envia para os terminais de acesso residenciais. A lista vizinha pode ser suprida para o nó femto por um processo e camada superior ou o nó femto pode povoar a lista por sua conta pelo monitoramento de tráfego downlink (desde que o nó femto inclua um conjunto de circuitos apropriado para realizar isso). O nó femto pode enviar repetidamente (por exemplo, periodicamente) uma solicitação para seus terminais de acesso residenciais para o relatório vizinho.
[00139] Conforme representado pelos blocos 906 e 908, o nó femto (por exemplo, o controlador de terminal de acesso 208 da Figura 2) determina se o recebimento de sinal em cada terminal de acesso doméstico é aceitável. Por exemplo,, para uma implementação que busque manter um
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47/80 raio de cobertura específico. Um determinado nó femto i (por exemplo, NodeB inicial, HNB) pode avaliar o CPICH
Ecp/lo_i de um determinado terminal de acesso associado i femto femto (por exemplo, presumindo não mudar muito).
terminal de acesso (por exemplo, um equipamento de usuário pessoal, HUE) presumindo que o terminal de acesso i seja uma determinada perda de trajeto (PLURALIDADE) afastada do nó o local medido pelo nó Aqui Ecp/lo_i para o
UUEJ £Í'HUE_Í [00140] Em algumas implementações, um nó femto (por exemplo, o determinador da força de sinal 226) pode determinar RSSI em nome de SUS terminais de acesso residenciais. Por exemplo, o nó femto pode determinar RSSI para um terminal de acesso com base nos valores ESCP relatados por um terminal de acesso. Em tal caso, o terminal de acesso não precisa enviar um valor RSSI no relatório vizinho. Em algumas implementações, um nó femto pode determinar (por exemplo, avaliar) RSSI e/ou RSCP em nome de seus terminais de acesso residenciais. Por exemplo, o determinador da força de sinal 22 6 pode medir RSSI no nó femto e o determinador da força piloto recebida 228 pode medir RSCP no nó femto.
[00141] O nó femto i pode determinar se Ecp/lo_i é menor do que ou igual a um limiar para determinar se a cobertura para o terminal de acesso i é aceitável. Se a cobertura for aceitável, o fluxo operacional pode voltar para o bloco 904 onde o nó femto i aguarda para receber o relatório vizinho seguinte.
Dessa maneira, o nó femto pode monitorar repetidamente as
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48/80 condições em seus terminais de acesso residenciais além do tempo.
[00142] Se a cobertura não for aceitável no bloco 908, o nó femto i pode iniciar as operações para ajustar a potência de transmissão de um ou mais nós femto vizinhos. Inicialmente, conforme representado pelo bloco 910, o nó femto i pode ajustar sua potência de transmissão para o valor máximo permitido (por exemplo, o valor máximo comentado no bloco 902). Aqui, a potência de transmissão do nó femto i pode ter sido reduzida após ter sido ajustado para o valor máximo no bloco 902, por exemplo, se o nó femto i tiver obedecido a uma solicitação de intervenção de um nó femto vizinho para reduzir sua potência de transmissão. Em algumas implementações, após aumentar sua potência de transmissão, o nó femto i pode determinar se a cobertura para o terminal de acesso i é agora aceitável. Se for, o fluxo operacional pode retornar para o bloco 904 conforme comentado acima. Caso contrário, o fluxo operacional pode prosseguir para o bloco 912 conforme comentado acima. Em algumas implementações, o nó femto i pode realizar as operações seguintes sem verificar o efeito do bloco 910.
[00143] Conforme representado pelo bloco 912, o nó femto i (por exemplo, o controlador de potência de transmissão 208) pode ordenar os nós femto no relatório vizinho pela força de seus RSCPs conforme medidos pelo terminal de acesso. Uma lista ordenada dos nós interferindo potencialmente 246 pode então ser armazenada na memória de dados 212. Conforme será comentado abaixo, o bloco operacional 912 pode excluir qualquer nó femto vizinho que tenha enviado um NACK em resposta a uma solicitação para reduzir a potência de transmissão e onde um cronômetro associado ao NACK ainda não tenha espirado.
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49/80 [00144] Conforme representado pelo bloco 914, o nó femto i (por exemplo, controlador de terminal de acesso 208) seleciona o nó femto vizinho de interferência mais forte (por exemplo, nó femto i) e determina por quanto aquele nó femto deve reduzir sua potência de transmissão para manter um determinado Ecp/lo para o terminal de acesso i em um raio de cobertura designado (perda de trajeto). Em alguns aspectos, a quantidade (por exemplo, porcentagem) de redução de potência pode ser representada por um parâmetro alpha_p. Em alguns aspectos, as operações do bloco 914 podem envolver a determinação se Ecp/lo_i é maior do que ou igual a um limiar conforme comentado acima.
[00145] A seguir, o nó femto i (por exemplo, o transmissor 204 e o controlador de comunicação 210) envia o nó femto j solicitando que o mesmo diminua sua potência pela quantidade designada (por exemplo, alpha_p). As operações de amostra que o nó femto j Poe executar ao receber tal solicitação estão descritas abaixo em combinação com a Figura 10.
[00146] Conforme representado pelo bloco 916, o nó femto i (por exemplo, o receptor 206 e o controlador de comunicação 210) irá receber uma mensagem do nó femto j em resposta à solicitação do bloco 914. Na eventualidade do nó femto j eleito para reduzir sua potência de transmissão pela quantidade solicitada, o nó femto j irá responder à solicitação com uma confirmação (ACK). Nesse caso, o fluxo operacional pode retornar para o bloco 904 conforme descrito acima.
[00147] Na eventualidade de um nó femto j eleger não reduzir a potência de transmissão pela quantidade solicitada, o nó femto j irá responder à solicitação com uma confirmação negativa (NACK). Em sua
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50/80 resposta, o nó femto j pode indicar que não reduziu sua potência ou que reduziu a mesma por uma determinada quantidade menor do que a quantidade solicitada. Nesse caso, o fluxo operacional pode retornar para o bloco 912 onde o nó femto i pode re-ordenar os nós femto no relatório vizinho de acordo com o RSCP medido pelo terminal
de acesso i (por exemplo, com base em um relatório
vizinho recém recebido). Contudo, aqui o femto j será
excluído de sua ordenação contanto que o cronômetro
associado ao NACK não tenha expirado. As operações dos
blocos 912 a 918 podem, assim, ser repetidos até que o nó femto i determine que o Ecp/lo para o terminal de acesso i esteja no valor alvo ou tenha aperfeiçoado tanto quanto possível.
[00148] A Figura 10 ilustra operações exemplificativas que podem ser realizadas por um nó femto que receba uma solicitação para reduzir a potência de transmissão. O recebimento de tal solicitação é representado pelo bloco 1002. Em uma implementação onde o nó 200 da Figura 2 seja também capaz de executar essas operações, as operações do bloco 1002 podem ser realizadas pelo menos em parte pelo receptor 206 e o controlador de comunicação 210, as operações dos blocos 1004 a 1008 e 1012 a 1014 podem ser realizadas pelo menos em parte por um controlador de potência 208, e as operações dos blocos 1010 podem ser executadas pelo menos em parte pelo transmissor 204 e pelo controlador de comunicação 210.
[00149] Nos blocos 1004 e 1006, o nó femto determina se a cobertura para um ou mais terminais de acesso residenciais será aceitável se a potência de transmissão for ajustada conforme solicitada. Por exemplo, o nó femto j pode avaliar uma solicitação para diminuir sua potência de transmissão para alpha_p*HNB_Tx_j pela
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51/80 determinação se cada dos seus terminais de acesso pode passar um teste similar ao teste do descrito no bloco 906. Aqui, o nó femto j pode determinar se o Ecp/io do terminal de acesso associado em um determinado raio de cobertura é maior do que ou igual a um valor limiar.
[00150] Se a cobertura for aceitável no bloco 1006, o nó femto j reduz sua potência de transmissão pela quantidade solicitada por um período de tempo definido (bloco 1008). No bloco 1010, o nó femto j responde à solicitação com um ACK. O fluxo operacional pode então retornar ao bloco 1002 por meio do qual o nó femto processa quaisquer solicitações adicionais para reduzir potência de transmissão à medida que a mesma for recebida.
[00151] Se a cobertura não for aceitável no bloco 1006, o nó femto j determina o quanto pode diminuir sua potência de transmissão de maneira que o teste do bloco 1004 passe (bloco 1012) . Aqui, deve ser observado que em alguns casos o nó femto j pode eleger não reduzir absolutamente sua potência de transmissão.
[00152] No bloco 1014, o nó femto j reduz sua potência de transmissão pela quantidade determinada no bloco 1012, se aplicável, por um período de tempo definido. Essa quantidade pode ser representada, por exemplo, pelo valor beta_p*HNB_Tx_j.
[00153] No bloco 1016, o nó femto j irá então responder à solicitação com uma confirmação negativa (NACK) . Em ua resposta, o nó femto J pode indicar que não reduziu sua potência ou que reduziu a mesma por uma determinada quantidade (por exemplo, beta_p*HNB_Tx_j). O fluxo operacional pode então retornar para o bloco 1002 conforme descrito acima.
[00154] Em algumas implementações, o nó femto i e o nó femto j mantém cronômetros respectivos que
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52/80 valem por um período de tempo definido em combinação com um ACK ou um NACK. Aqui, após a expiração do cronômetro, o nó femto j pode restaurar sua potência de transmissão de volta para o nível anterior. Dessa maneira, o nó femto j pode evitar ser penalizada na eventualidade do nó femto i ser removido.
[00155] Ainda, em alguns casos cada nó femto na rede pode armazenar as medições (por exemplo, os relatórios vizinhos) que são recebidas de um terminal de acesso o ultimo tempo do terminal de acesso conectado ao nó femto. Dessa maneira, na eventualidade de nenhum terminal de acesso estar conectado no momento ao nó femto, o nó femto pode calcular uma potência de transmissão mínima para assegurar cobertura Ecp/lo para aquisição inicial.
[00156] Se o nó femto tiver enviado solicitações para todos os nós femto vizinhos para reduzir sua potência e ainda não puder manter o raio de cobertura desejada na cobertura especificada, o nó femto pode calcular quanto seu piloto comum Ec/lor precisa para ser aumentado acima do seu nível de valor básico para alcançar a cobertura alvo. O nó femto pode, portanto, então elevar a fração de sua potência piloto (por exemplo, dentro de um valor máximo pré-ajustado).
[00157] Uma implementação que utilize um esquema como, por exemplo, aquele descrito acima para manter um raio de cobertura pode, portanto, ser usada para ajustar efetivamente os valores de potência de transmissão em uma rede. Por exemplo, como um esquema pode ajustar um salto inferior em uma geometria (e taxa de transferência) que um terminal de acesso será dotado se estiver dentro do raio de cobertura designado. Além disso, tal esquema pode resultar nos perfis de potência sendo mais estáticos por meio do que um perfil de potência pode apenas alterar
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53/80 quando um nó femto é adicionado na ou removido da rede. Em algumas implementações, para eliminar interrupção CPICH adicional o esquema acima pode ser modificado de maneira que CPICH Ec/lor seja adaptado de acordo com as medições coletadas no nó femto.
[00158] Um determinado nó femto pode realizar as operações dos blocos de 904 a 918 para todos os seus terminais de acesso associados. Se mais de um terminal de acesso estiver associado a um nó femto, o nó femto pode enviar uma solicitação para um nó femto de interferência sempre que um ou mais dos seus terminais de acesso associados estiver sendo interferido.
[00159] Similarmente, ao avaliar se responde ou não a uma solicitação para reduzir potência de transmissão, um nó femto realiza o teste do bloco 1004 para todos os seus terminais de acesso associados. O nó femto pode então selecionar a potência mínima que será garantida em desempenho aceitável para todos os seus terminais de acesso associados.
[00160] Além disso, cada nó femto na rede pode executar essas operações para seus terminais de acesso respectivos. Portanto, cada nó na rede pode enviar uma solicitação para um nó vizinho para reduzir a potência de transmissão ou pode receber uma solicitação de um nó vizinho para reduzir a potência de transmissão. Os nós femto podem realizar essas operações em uma maneira assíncrona com relação um ao outro.
[00161] Conforme acima mencionado, em algumas implementações uma qualidade de critério de serviço (por exemplo, taxa de transferência) pode ser empregada para determinar se reduz ou não a potência de transmissão de um nó femto. Tal esquema pode ser empregado além do ou em lugar do esquema acima.
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54/80 [00162] Em uma maneira similar conforme comentado acima, RSCP_i_j é definido como o CPICH RSCP do nó femto j (HNB_j) conforme medido pelo terminal de acesso i (HUE_i) . RSSI_i é o RSSI conforme medido pelo terminal de acesso i. Ecp/io e Ecp/Nt_i, respectivamente, são o CPICH Ecpio e o CPICH SINR (sinal de interferência e proporção de ruído) do terminal de acesso i de seu nó femto associado i (HNB_i) . O nó femto calcula o seguinte:
(Ecp/lo_i)
RSCPi
RSSIi
Equação 21
RSCP i
SINR i =
- RSSl_i-RSCP_i/(Ecp/lor)
Equação 22 onde Ecp/ior é a proporção doa potência de transmissão piloto CPICH para a potência total da célula.
[00163] O nó femto avalia o Ecp/io do terminal de acesso doméstico se o mesmo estiver na borda da cobertura do nó femto correspondente a uma perda de trajeto
P IjHNB_Ccoverage :
( EC p/Ioi )HNBcovers
R SCP_1_1 HNBCovemee RSSIi
Equação 23 onde RSCP_l_lHXB_Coverage θ a força piloto recebida em um terminal de acesso i de seu nó femto i na borda da cobertura do nó femto i. a borda da cobertura corresponde à perda do caminho (PL) do nó femto igual a PLhnb Coverage e
RSCPJJHxa_Cwe6e = HNB_Tx_i*(Ecp/Ior)/PLllbJJ_Cowage Equação 24
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55/80 [00164] Permita que (Ecp/lo)_Ttgt_A ser um limiar no CPICH Eçp/Ιθ pré-configurado no nó femto. O nó femto verifica o seguinte:
[00165]
Se a resposta for SIM, o envia uma solicitação para reduzir a transmissão. Se
Equação nó femto potência a resposta for NÃO, o nó femto envia não de uma solicitação para reduzir a potência de transmissão conforme descrito acima.
Além disso, ou alternativamente, o nó femto pode realizar um teste similar relacionado à taxa de transferência (por exemplo, SINR-i).
[00166] nó femto envia sua potência para máximo permitido pela condição do buraco de cobertura da célula macro.
[00167] nó femto ordena as células vizinhas em ordem decrescente do relatório do terminal de acesso doméstico RSCP.
[00168] O nó femto i coleta o nó femto j da célula vizinha com o valor RSCP mais alto, RSCP_i_j.
[00169] O nó femto de serviço i calcula quanto o nó femto j precisa para diminuir sua potência de transmissão de maneira a aperfeiçoar a execução de seu terminal de acesso i. Permita que (Ecp/lo) Trgt A seja um alvo CPICH Ecp/lo para o terminal de acesso doméstico que esteja pré-configurado no nó femto. Esse Ecp/io alvo pode ser escolhido de maneira que os terminais de acesso residenciais não estejam em interrupção. Pode também ser mais agressivo garantir uma geometria mínima dos terminais de acesso residenciais para manter uma determinada taxa de transferência ou critérios de desempenho.
RSCP_iJ_trgt
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56/80 desejado visto pelo terminal de acesso i do nó femto j vizinho para manter (Ecp/lo)_Trgt_A pode ser calculado como:
. . (Ecp/lor) *RSCP í .
RSCP ij Trgt = ——----------- - _ (Ecp/lor) *RSSI i + RSCP ij “ (Ecp/Ia)_Trgt_A “
Equação 26
[00170] Alem disso, ou alternativamente, o
femto pode realizar um teste similar referente à taxa de
transferência. 0 nó femto i calcula a proporção
alpha_p_j pela qual o nó femto ' 'j deve diminuir sua
potência como:
alphap J = RSCP_ _ij_Trgí/RSCP_iJ Equação 27
[00171] 0 nó femto i envia uma solicitação
para o nó femto j para diminuir sua potência de
transmissão por uma proporção alpha_p_j. Conforme aqui comentado, essa solicitação pode ser enviada através da camada superior sinalizando (backhaul) para um algoritmo centralizado ou enviar para o nó femto j diretamente do nó femto i.
[00172] O nó femto j avalia se pode ou não responder a solicitação do nó femto i realizando sua potência de transmissão HNB_tx_new_j = alpha_p_j*HNB_Tx_j, onde HNB_Tx_j é ajustado conforme acima. Em algumas implementações o nó femto j verifica dois testes.
[00173] Teste 1: Esse teste é baseado no esquema anteriormente descrito para a Figura 9. O CPICH Ecp/lo de um terminal de acesso doméstico associado, que está sempre afastado do nó femto j pelo raio de cobertura, está acima de um determinado limiar (ECP/io)_Trgt_B. Esse teste é para garantir que seu próprio UE seja dotado de um desempenho aceitável dentro de um determinado raio ao redor do nó femto e outro terminal
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57/80 de acesso doméstico registrado pode também adquirir o nó femto. Isso é calculado como se segue:
(Ecp/lo_j)HNB
Coverage
RSSIJ
Equação 28 onde RSSI_j e RSCP_j_j são o
RSSI e o RSCP relatados por HUE_j no raio de cobertura (ou avaliado de outro modo por HNB_j) para o nó femto j antes da modificação da potência de transmissão. O teste é > (Ecp/lo) Trgt B ?
Equação 29 [00174] Teste 2: o CPICH SINR of HUE j maior do que um determinado alvo para manter um determinado
critério de desempenho (por exemplo, qualidade do serviço
como, por exemplo , taxa de transferência)
SINR_ncwJ> SINRTrgt ? Equação 30
onde
SINR_ncw j = alphajiJ* RSCPJJ
RSSIJ- RSCPjJ/(Ecp/Ior) Equação 31
[00175] Se qualquer um ou ambos os testes
passar (dependendo da implementação especifica), o nó femto j diminui sua potência de transmissão para apha_p_j *HNB_Tx_j e envia uma ACK para nó femto i, considerando que a nova potência está acima do minimo permitido (por exemplo, - 20 dB).
[00176] Se um ou ambos os testes falhar, o nó femto j não diminui sua potência de transmissão para o valor exigido. Em vez disso, calcula o quanto pode diminuir de sua potência de transmissão sem ferir seu desempenho. Em outras palavras, em uma implementação que use ambos os testes, o nó femto pode calcular sua nova potência de transmissão de maneira que tanto o Teste 1 quanto o Teste e passe e diminui sua potência de
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58/80 transmissão para o mais alto dos dois. Contudo, se com o nó femto vigente j qualquer teste de ajuste de potência falhar, então o nó femto j não diminui sua potência. Os nós femto também diminuem sua potência para um limite mínimo padronizado (por exemplo, conforme aqui comentado). Em todos esses casos, o nó femto j pode relatar uma NACK para o nó femto i com seus ajustes de potência finais.
[00177] Os algoritmos comentados acima permitem que os nós femto ajustem adaptativamente sua potência de transmissão em uma maneira colaboradora. Esse algoritmo é dotado de muitos parâmetros que podem ser ajustados (por exemplo, por um operador) como, por exemplo,
Ecp/Io Trgt A, Coverage radius, Ecp/Io Trgt B, S1NR Trgt, cronômetros. Os algoritmos podem ser também aperfeiçoados adaptando os limiares por um processo de aprendizagem.
[00178] Em alguns aspectos, os cronômetros podem ser variados (por exemplo, independentemente) para otimizar o desempenho do sistema. Se um terminal de acesso i não estiver conectado a um nó femto i, e o nó femto j já esteja transmitindo para o terminal de acesso J, o terminal de acesso i pode não ser capaz de adquirir o nó femto i devido ao CPICH Ecp/lo baixo. O algoritmo acima pode então ser modificado de maneira que cada nó femto tente manter um CPICH Ecp/lo mínimo dentro de um determinado raio ao redor do nó femto. Uma desvantagem disso é que o terminal de acesso j vizinho pode ser penalizado ao mesmo tempo em que o nó femto i não tenha acesso ao terminal de acesso associado ao mesmo. Para evitar a penalização continuamente dos nós femto vizinhos, o nó femto i irá enviar em sua solicitação para o nó femto vizinho j uma indicação de que essa solicitação é para aquisição inicial. Se o nó femto j responder pela
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59/80 diminuição de sua potência, o mesmo ajusta o cronômetro e o nó femto i ajusta um cronometro maior. O nó femto j irá restaurar sua potência de transmissão para o seu valor básico após o seu cronômetro espirar mas o nó femto i não irá enviar outra solicitação (para aquisição inicial) para o nó femto j até que o cronometro para o nó femto i expire. Permanece um problema de que o nó femto i tenha que avaliar o RSSI_i pela falta de um terminal de acesso associado ao mesmo. O nó femto i pode também precisar avaliar os interferidores vizinhos RSCP_j. Contudo, os interferidores mais fortes dos nós femto percebem que não são necessariamente os interferidores mais fortes que seus terminais de acesso irão perceber.
[00179] Para minorar o problema da aquisição inicial, os terminais de acesso podem também ser permitidos a se alojar no modo ocioso nos nós femto vizinhos com o mesmo PLMN_ID. Os terminais de acesso podem ler a lista vizinha no nó femto alojado que pode conter o código desordenado e cronometragem de seu próprio nó femto. Isso pode colocar o terminal de acesso em uma vantagem ao adquirir seu nó femto em geometrias negativas.
[00180] Referindo-se às Figuras de 11 a 13B, estão descritas as implementações que empregam um controlador de potência centralizado para controlar a potência de transmissão dos nós femto. A Figura 11 ilustra um sistema exemplificativo 1100 incluindo um controlador centralizado 1102, os nós femto 1104 e os terminais de acesso 1106. Aqui, o nó femto 1104A está associado com o terminal de acesso 1106A e o nó femto 1104B está associado com o terminal de acesso 1106B. O controlador de potência centralizado 1102 inclui um transdutor 1110 (com os componentes transmissores 1112 e receptores 1114) bem como um controlador de potência de transmissão 1116. Em alguns
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60/80 aspectos, esses componentes podem proporcionar funcionalidade dos chamados componentes similarmente da Figura 2.
[00181] A Figura 12 descreve várias operações que podem ser realizadas em uma implementação onde um nó
femto (por exemplo, um femto 1104A) simplesmente
transmite a informação da lista vizi nha que recebe do seu
terminal de acesso associado (por exemplo, terminal de
acesso 1106A) para o controlador de potência centralizado 1102. O controlador de potência centralizado 1102 pode então realizar operações similares àquelas descritas acima para solicitar um nó femto (por exemplo, nó femto 1104B) que esteja da adjacência do nó femto 1104A para reduzir sua potência de transmissão.
[00182] Os as operações dos blocos 1202 e 1204 podem ser similares às operações dos blocos 902 e 904 comentadas acima. No bloco 1206, um nó femto 1104A transmite uma lista vizinha 1108A que recebe do terminal de acesso 1106A para o controlador de potência centralizado 1102. As operações dos blocos 1202 a 1206 podem ser repetidas regularmente (por exemplo, periodicamente) sempre que o nó femto 1104A receber um relatório vizinho do terminal de acesso 1106A.
[00183] Conforme representado pelo bloco 1208, o controlador de potência centralizado 1102 pode receber informação semelhante de outros nós femto na rede. No bloco 1210, o controlador de potência centralizado 1102 pode então realizar operações semelhantes àquelas comentadas acima (por exemplo, no bloco 906) para determinar se um nó femto deve ou não reduzir sua potência de transmissão. Em alguns aspectos, o controlador de potência centralizado 1102 pode tomar uma decisão de controle de potência com base na informação que recebe
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61/80 relacionada às condições nos múltiplos nós femto. Por exemplo, se um determinado nó femto estiver interferindo com vários outros nós femto, o controlador de potência centralizado 1102 pode tentar reduzir a potência daquele primeiro nó femto.
[00184] No bloco 1212, o controlador de potência centralizado 1102 envia uma mensagem para cada nó femto que p controlador centralizado 1100 determine que deva reduzir sua potência de transmissão. Como acima, a solicitação pode indicar o grau para o qual um nó femto designado deve reduzir sua potência. Essas operações podem ser similares às operações dos blocos 912 e 914.
[00185] O controlador de potência centralizado 1102 recebe respostas dos nós femto no bloco 1214. Conforme representado pelo bloco 1216, se não for recebida nenhuma NACK em resposta às solicitações expedidas no bloco 1212, o fluxo operacional para o controlador de potência centralizado 1102 retorna para o boco 1208 onde o controlador centralizado 1102 continua a receber informação dos nós femto na rede e executa as operações de controle de potência acima descritas.
[00186] Se, por outro lado, forem recebidas uma ou mais NACKs em resposta às solicitações expedidas no bloco 1212, o fluxo operacional para o controlador de potência centralizado 1102 retorna para o bloco 1210 onde o controlador de potência centralizado 1102 pode identificar outros nós femto que devam reduzir sua potência de transmissão e então envia novas mensagens de controle de potência. Novamente, essas operações podem ser similares aos blocos 912 e 914 acima comentados.
[00187] As figuras 13A e 13B descrevem várias operações que podem ser realizadas em uma implementação onde um nó femto (por exemplo, nó femto 1104A) identifica
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62/80 um nó femto vizinho (por exemplo, nó femto 1104B) que deve reduzir sua potência e envia essa informação para o controlador de potência centralizado 1102. O controlador de potência centralizado 1102 pode então enviar uma solicitação para o nó femto 1104B para reduzir sua potência de transmissão.
[00188] As operações dos blocos 1302 a 1312 podem ser similares às operações dos blocos 902 a 912 comentadas acima. No bloco 1314, o nó femto 1104A envia uma mensagem identificando o nó femto 1104B para o controlador de potência centralizado 1102. Tal mensagem pode tomar várias formas. Por exemplo, a mensagem pode simplesmente identificar um único nó femto (por exemplo, o nó femto 1104B) ou a mensagem pode compreender uma ordenação de nós femto (por exemplo, conforme descrito no bloco 912) . Tal lista pode também incluir algum ou todos os relatórios vizinhos do nó femto 1104A recebido do terminal de acesso 1106A. As operações nos blocos 1302 a 1314 podem ser repetidas regularmente (por exemplo, periodicamente) sempre que o nó femto 1104A receber um relatório vizinho do terminal de acesso 1106A.
[00189] Conforme representado pelo bloco 1316, o controlador de potência centralizado 1102 pode receber informação similar de outros nós femto na rede. No bloco 1318, o controlador de potência centralizado 1102 pode determinar se deve ou não fazer quaisquer ajustes nas solicitações para redução na potência de transmissão que recebe (por exemplo, com base em outras solicitações que recebe solicitando uma redução da potência para o mesmo nó femto).
[00190] No bloco 1320, p controlador de potência centralizado 1102 pode então enviar uma mensagem para cada nó femto que o controlador de potência
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63/80 centralizado 1102 determine que deva reduzir sua potência. Conforme acima, essa solicitação pode indicar o grau para o qual o nó femto designado deve reduzir sua potência.
[00191] O controlador de potência centralizado 1102 recebe respostas dos nós femto no bloco 1322. Conforme representado pelo bloco 1324, se não for recebida nenhuma NACK em resposta às solicitações expedidas no bloco 1320, o fluxo operacional para o controlador de potência centralizado 1102 retorna para o bloco 1316 onde o controlador de potência centralizado 1102 continua a receber informação dos nós femto na rede e executa as operações de controle de potência acima descritas.
[00192] Se, por outro lado, forem recebidas uma ou mais NACKs em resposta à solicitação expedida no bloco 1320, o fluxo operacional para o controlador de potência centralizado 1102 retorna para o bloco 1318 onde o controlador de potência centralizado 1102 pode identificar outros nós femto que devam reduzir sua potência de transmissão e então envia novas mensagens de controle e potência (por exemplo, com base em uma lista ordenada recebida do nó femto 1104A).
[00193] Em vista do acima, deve ser observado que os presentes ensinamentos podem proporcionar uma maneira eficaz de gerenciamento de potência de transmissão de nós de acesso vizinhos. Por exemplo, em um ambiente estático de potência de transmissãos downlink dos nós femto pode ser ajustado para um valor estático por meio do qual as exigências de serviço em todos os terminais de acesso podem ser atendidas. Consequentemente, tal solução a ser compatível com os terminais de acesso de legado uma vez que todos os canais podem ser continuamente transmitidos em potências constantes. Além disso, em um ambiente dinâmico as transmissões de potências podem ser
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64/80 dinamicamente ajustadas para acomodar as exigências do serviço de mudança dos nós no sistema.
[00194] A conectividade para um ambiente de nó femto pode ser estabelecida de várias maneiras. Por exemplo, a Figura 14 ilustra um sistema de comunicação exemplificativo 1400 onde um ou mais nós femto são desenvolvidos dentro de um ambiente de rede. Especificamente, o sistema 1400 inclui múltiplos nós femto 1410 (por exemplo, os nós femto 1410A e 1410B) instalados em um ambiente de rede de escala relativamente pequena (por exemplo, em uma ou mais residências de usuário 1430). Cada nó femto 1410 pode ser acoplado a uma rede de área ampla 1440 (por exemplo, a Internet) e uma rede de núcleo de operador móvel 1450 por via de um DSL, roteador, um modem a cabo, uma ligação sem fio, ou outros meios de conectividade (não ilustrados) . Conforme aqui comentado, cada nó femto 1410 pode ser configurado para servir os terminais de acesso associados 1420 (por exemplo, terminal de acesso 1420A) e, opcionalmente, outros terminais de acesso 1420 (por exemplo, terminal de acesso 1420B). Em outras palavras, o acesso aos nós femto 1410 podem ser restritos pelo qual um determinado terminal de acesso 1420 pode ser servido por um conjunto de nós femto (por exemplo, iniciais) designados 1410, mas podem não ser servidos por quaisquer nós femto 1410 (por exemplo, um nó femto do vozinho 1410).
[00195] O proprietário de um nó femto 1410 pode assinar para serviço móvel, como, por exemplo, serviço móvel 3G oferecido através da rede de núcleo de operador móvel 1450. Além disso, um terminal de acesso 1420 pode ser capaz de operar tanto nos ambientes macro quanto nos ambientes de rede em escala menor (por exemplo, residencial). Em outras palavras, dependendo do local
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65/80 vigente do terminal de acesso 1420, o terminal de acesso 1420 pode ser servido por um nó de acesso 1460 da rede móvel de célula macro 1450 ou por qualquer um de um conjunto de nós femto 1410 (por exemplo, os nós femto 1410A e 1410B que residem dentro de uma residência de usuário correspondente 1430) . Por exemplo, quando um assinante está fora de sua residência, o mesmo é servido por um nó de acesso macro padrão (por exemplo, nó 1460) e quando o assinante este em sua residência, o mesmo é servido por um nó femto (por exemplo, nó 1410A).
[00196] Aqui, deve ser observado que o nó femto 1410 pode ser oposto compatível com os terminais de acesso já existentes 1420.
[00197] Um nó femto 1410 pode ser desenvolvido em uma frequência única ou, na alternativa, em múltiplas freqüências. Dependendo da configuração específica, a freqüência única ou uma ou mais das freqüências múltiplas podem sobrepor uma ou mais frequências usadas pelo nó macro (ver nó 1460).
[00198] Um terminal de acesso 1420 pode ser configurado para se comunicar com a rede macro 1450 ou com os nós femto 1410, mas não com os dois simultaneamente. Além disso, um terminal de acesso 1420 sendo servido por um nó femto 1410 pode não estar em um estado de entrega suave com a rede macro 1450.
[00199] Em alguns aspectos, um terminal de acesso 1420 pode ser configurado para se conectar a um nó femto preferido (por exemplo, um nó femto doméstico ou o terminal de acesso 1420) sempre tal conectividade seja possível, Por exemplo, sempre que o terminal de acesso 1420 esteja dentro da residência do usuário 1430, pode ser desejado que o terminal de acesso 1420 se comunique apenas com o nó femto doméstico 1410.
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66/80 [00200] Em alguns aspectos, se o terminal de acesso 1420 operar dentro da rede celular macro 1450, mas não estiver residindo em sua rede mais preferida (por exemplo, conforme definido em uma lista roaming preferida), o terminal de acesso 1420 pode continuar a pesquisar a rede mais preferida (por exemplo, o nó femto preferido 1410) usando uma Re-seleção do Melhor Sistema (BSR), que possa envolver um exame periódico dos sistemas disponíveis para determinar se os melhores sistemas estão disponíveis no momento. E esforços subsequentes para associar com tais sistemas preferidos. Com a aquisição de entrada, o terminal de acesso 1420 pode limitar a pesquisa para faixa e canal específicos. Por exemplo, a pesquisa para o sistema mais preferido pode ser repetida periodicamente. Mediante a descoberta de um nó femto preferido 1410, o terminal de acesso 1420 seleciona o nó femto 1410 para se alojar dentro de sua área de cobertura.
[00201] Os ensinamentos da presente invenção podem ser empregados em um sistema de comunicação de múltiplo acesso sem fio que suporte simultaneamente terminais de acesso sem fio múltiplo. Conforme mencionado acima, cada terminal pode se comunicar com uma ou mais estações base por via das transmissões nas ligações avançada e reversa. A ligação avançada (ou downlink) se refere à ligação de comunicação das estações base para os terminais, e a ligação reversa (ou uplink) se refere à ligação de comunicação dos terminais de acesso para as estações base. Essa ligação de comunicação pode ser estabelecida por via de um sistema single-in-single-out, um sistema multiple-in-multiple-out (MIMO), ou algum outro tipo de sistema.
[00202] Um sistema MIMO emprega múltiplas antenas de transmissão (Nt) e múltiplas antenas de
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67/80 recebimento (Nr) para as transmissões de dados. Um canal MIMO formado pelas antenas de transmissão Nt e de recebimento Nr pode ser decomposto em canis independentes Ns, que são também referidos como canais espaciais, onde NSbmin{NT,NR}. Cada canal independente Ns corresponde a uma dimensão. O sistema MIMO pode proporcionar desempenho aperfeiçoado (por exemplo, taxa de transferência mais alta e/ou maior confiabilidade) se forem utilizadas as dimensionalidades adicionais criadas pelas antenas de transmissão e recebimento múltiplas.
[00203] Um sistema mimo pode suportar dúplex de divisão de tempo (TDD) e dúplex de divisão de frequência (FDD) . Em um sistema TDD, as transmissões de ligação avançada e reversa estão na mesma região de frequência de maneira que o princípio de reciprocidade permite a avaliação do canal de ligação avançado do canal de ligação reversa. Isso possibilita o ponto de acesso a extrair ganho de formação de feixe de transmissão na ligação avançada quando as antenas múltiplas estão disponíveis no ponto de acesso.
[00204] Os ensinamentos da presente invenção podem ser incorporados em um nó (por exemplo, um meio) empregando vários componentes para se comunicar com pelo menos outro nó. A Figura 15 descreve componentes exemplificativas que podem ser empregados para facilitar a comunicação entre os nós. Especificamente, a Figura 15 ilustra um meio sem fio 1510 (por exemplo, um ponto de acesso) e um meio sem fio 1550 (por exemplo, um terminal de acesso) de um sistema MIMO 1500. No meio 1510, são proporcionados dados de tráfego para um número de fluxos de dados de uma fonte de dados 1512 para o processador de dados de transmissão (TX) 1514.
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68/80 [00205] Em alguns aspectos, cada fluxo de dados é transmitido sobre uma antena de transmissão respectiva. O processador de dados TX 1514 formata, codifica, e intercala os dados de tráfego para cada fluxo de dados com base em um esquema de codificação específico selecionado para aquele fluxo de dados para proporcionar dados codificados.
[00206] Os dados codificados para cada fluxo de dados podem ser multiplexados com dados piloto usando as técnicas OFDM. Os dados pilotos são tipicamente um padrão de dados conhecido que é processado em uma maneira conhecida e pode ser usado para os sistemas receptores para avaliar a resposta de canal. Os dados pilotos multiplexado e codificados para cada fluxo de dados são então modulados (por exemplo, símbolo mapeado) com base no esquema de modulação específico (por exemplo, BPSK, QSPK, M-PSK, ou MQAM) selecionado para aquele fluxo para proporcionar símbolos de modulação, A taxa de dados, codificação e modulação para cada fluxo de dados pode ser determinada por instruções desempenhadas por um processador 1530. Uma memória de dados 1532 pode armazenar código de programa, dados, e outras informações usadas pelo processador 1530 ou outros componentes do meio 1510.
[00207] Os símbolos de modulação para todos os fluxos de dados são então proporcionados para um processador TX MIMO 1520, que pode também processar os símbolos de modulação (por exemplo, para OFDM). O processador TX MIMO 1520 então proporciona fluxos de símbolo de modulação Nt para os transdutores Nt (XCVR) 1522A a 1522T. Em alguns aspectos, o processador TX MIMO 1520 aplica pesos de formação de feixe nos símbolos dos fluxos de dados e na antena da qual o símbolo está sendo transmitido.
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69/80 [00208] Cada transdutor 1522 recebe e processa um fluxo de símbolo respectivo para proporcionar um ou mais sinais analógicos, e condições adicionais (por exemplo, amplia, filtra, e upconverts) os sinais analógicos para proporcionar um sinal modulado adequado para transmissão sobre o canal MIMO. Os sinais modulados Nt dos transdutores 1552A a 1552T são então transmitidos das antenas Nt 1524A a 1524T, respectivamente.
[00209] No meio 1550, os sinais modulados transmitidos são recebidos pelas antenas Nr 1552A a 1552R e o sinal recebido de cada antena 1552 é proporcionado para um transdutor respectivo (XCVR) 1554A a 1554R. Cada transdutor 1554 condiciona (por exemplo, filtra, amplia e downconverts um sinal recebido respectivo, digitaliza o sinal condicionado para proporcionar amostras, e processa adicionalmente as amostras para proporcionar um fluxo símbolo recebido correspondente.
[00210] Um processador de dados de recebimento (RX) 1560 então recebe e processa os fluxos de símbolo recebidos Nr dos transdutores Nr 1554 em uma técnica de processamento de receptor específica para proporcionar fluxos de símbolo detectados Nt. O processador de dados RX 1560 então desmodula, desintercala, e decodifica cada fluxo de símbolo detectado para recuperar os dados de tráfego para o fluxo de dados. O processamento pelo processador de dados RX 1560 é complementar para aquele desempenhado pelo processador MIMO TX 1520 e o processador de dados TX 1514 no meio 1510.
[00211] Um processador 1570 periodicamente determina qual matriz de pré-codificação usar (comentado abaixo). O processador 1570 formula uma mensagem de ligação reversa compreendendo uma parte de índice de matriz e uma parte de valor de ordenação. Uma memória de dados
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1572 pode armazenar código de programa, dados, e outras informações usados pelo processador 1570 ou outros componentes do meio 1550.
[00212] A mensagem de ligação reversa pode compreender vários tipos de informações referentes à ligação de comunicação e/ou fluxo de dados recebido. A mensagem de ligação reversa é então processada por um processador de dados TX 1538, que também recebe dados de tráfego para um número de fluxos de dados de uma fonte de dados 1536, modulado por um modulador 1580, condicionado pelos transdutores 1554A a 1554R, e transmitido de volta para o meio 1510.
[00213] No meio 1510, os sinais modulados do meio 1550 são recebidos pelas antenas 1524, condicionados pelos transdutores 1522, desmodulados por um desmodulador (DEMOD) 1540, e processado por um processador de dados RX 1542 para extrair a mensagem de ligação reversa transmitida pelo meio 1550. O processador 1530 então determina qual matriz de pré-codificação usar para determinar os pesos de formação e feixe então processa a mensagem extraída.
[00214] A figura 15 também ilustra que os componentes de comunicação podem incluir um ou mais componentes que realize operações de controle de potência conforme aqui ensinado. Por exemplo, um componente de controle de potência 1590 pode cooperar com o processador 1530 e/ou outros componentes do meio 1510 para enviar / receber sinais para / de outro meio (por exemplo, meio 1550) conforme aqui ensinado. Similarmente, o componente de controle de potência 1592 pode cooperar com o processador 1570 e/ou outros componentes do meio 1530 para enviar / receber sinais para / de outro meio (por exemplo, meio 1510) . Deve ser observado que para cada meio 1510 e 1550 a funcionalidade de dois ou mais componentes descritos
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71/80 pode ser proporcionado por um único componente. Por exemplo, um componente de processamento único pode proporcionar a funcionalidade do componente de controle de potência 1590 e o processador 1530 e um componente de processamento único pode proporcionar a funcionalidade do componente de controle de potência 1592 e o processador 1570.
[00215] Os presentes ensinamentos podem ser incorporados em vários tipos de sistemas de comunicação e/ou componentes de sistema. Em alguns aspectos, os presentes ensinamentos podem ser empregados em um sistema de múltiplo acesso capaz de suportar comunicação com múltiplos usuários pelo compartilhamento dos recursos de sistema disponíveis (por exemplo, pela especificação de uma ou mais largura de banda, potência de transmissão, codificação, intercalação, e assim por diante). Por exemplo, os presentes ensinamentos podem ser aplicados em uma ou qualquer combinação das seguintes tecnologias: sistemas de Acesso de Múltipla Divisão de Código (CDMA), Transportador Múltiplo CDMA (MCDMA), Banda Larga CDMA (W-CDMA), sistemas de Acesso de Pacote de Alta Velocidade (HSPA, HSPA+) sistemas de Acesso de Pacote Downlink de Alta Velocidade (HSDPA), sistemas de Acesso de Múltipla Divisão de Tempo (TDMA), sistemas de Acesso de Múltipla Divisão de Frequência (FDMA), sistemas FDMA de Transportador Múltiplo (SC-FDMA), sistemas de Acesso de Múltipla Divisão de Frequência Ortogonal (OFDMA), ou outras técnicas de acesso múltiplo. Um sistema de comunicação sem fio empregando os presentes ensinamentos podem ser projetados para implementar um ou mais padrões, como, por exemplo, IS-95, cdma2000, IS-856, W-CDMA,
TDSCDMA, e outros padrões. Uma rede CDMA pode implementar uma tecnologia de radio como, por exemplo, Acesso de Rádio
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Terrestre Universal (UTRA), cdma2000, ou alguma outra tecnologia. UTA inclui W-CDMA e Taxa de Chip Baixa (LCR). A tecnologia cdma2000 cobre os padrões IS-2000 e IS-856. A rede TDMA pode implementar uma tecnologia de rádio como, por exemplo, Sistema Global para Comunicações Móveis (GSM). Uma rede OFDMA pode implementar uma tecnologia de rádio como, por exemplo, UTRA Expandida (EUTRA), IEEE 802.11, IEEE 802.16, IEEE 802-20, Flash-OFDM®, etc. UTRA, E-UTRA, e GSM são parte do Sistema de Telecomunicação Móvel Universal (UMTS). Os presente ensinamentos podem ser implementados em um sistema de Evolução de Longo Prazo 3GP (LTE), um sistema Banda-Larga Ultra-Móvel (UMB), e outros tipos de sistemas. LTE é uma versão de UMTS que usa E-UTRA. Apesar de determinados aspectos da descrição serem descritos usando a terminologia 3GPP, deve ser compreendido que os presentes ensinamentos podem ser aplicados à tecnologia 3GPP (Re199, Re15, Re15m Re 17), bem como a tecnologia 3GPP2 (IxRTT, 1xEV-DO ReIO, RevA, RevB) e outras tecnologias.
[00216] Os presentes ensinamentos podem ser incorporados (por exemplo, implementados dentro ou executados por) uma variedade de aparelhos (por exemplo, nós). Por exemplo, um nó de acesso conforme aqui comentado pode ser configurado ou referido como um ponto de acesso (AP), estação base (BS), NodeB, controlador de rede de rádio (RNC), eNodeB, controlador de estação base (BSC), estação transceptora de base (BTS), função transceptora (TF), roteador de rádio, transceptor de rádio, conjunto de serviço básico (BSS), conjunto de serviço estendido (ESS), estação base de rádio (RBS), um nó femto, um nó pico, ou alguma outra terminologia.
[00217] Além disso, um terminal de acesso conforme aqui comentado pode ser referido como uma estação
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73/80 móvel, equipamento de usuário, unidade de assinante, estação de assinante, estação remota, terminal remoto, terminal de usuário, agente de usuário, ou meio de usuário. Em algumas implementações, tal nó pode consistir de, ser implementado dentro, ou inclui um telefone celular, um telefone sem fio, um telefone de Protocolo de Iniciação de Sessão (“SIP), uma estação de loop local sem fio (“WLL), um assistente digital pessoal (“PDA), um meio portátil sendo dotado de capacidade de conexão sem fio, ou algum outro meio de processamento adequado conectado a um modem sem fio.
[00218] Portanto, um ou mais aspectos aqui ensinados podem consistir de, ser implementado no, ou incluir uma variedade de tipos de aparelhos. Tal aparelho pode compreender um telefone (por exemplo, um telefone celular ou telefone inteligente), um computador (por exemplo, um laptop), um meio de comunicação portátil, um meio de computação portátil (por exemplo, um assistente de dados pessoal), um meio de entretenimento (por exemplo, um meio de musica ou vídeo, ou um rádio por satélite), um meio de sistema de posicionamento global, ou qualquer outro meio adequado que esteja configurado para se comunicar por via de um meio sem fio.
[00219] Conforme mencionado acima, em alguns aspectos um nó sem fio pode compreender um nó de acesso (por exemplo, um ponto de acesso) para um sistema de comunicação. Tal nó de acesso pode proporcionar, por exemplo, conectividade para uma rede (por exemplo, uma rede de área ampla como, por exemplo, a Internet ou uma rede celular) por via de uma ligação de comunicação com ou sem fio. Portanto, o nó de acesso pode possibilitar que outro nó (por exemplo, um terminal de acesso) acesse a rede ou alguma outra funcionalidade. Além disso, deve ser
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4/80 observado que um ou ambos os nós podem ser portáteis ou, em alguns casos, relativamente não-portáteis. Ainda, deve ser observado que um nó sem fio (por exemplo, um meio sem fio) pode também ser capaz de transmitir e /ou receber informação em uma maneira que não seja sem fio por via de uma interface de comunicação apropriada (por exemplo, uma conexão com fio).
[00220] Um nó sem fio pode se comunicar por via de uma ou mais ligações de comunicação sem fio que sejam baseadas ou suportem de outro modo qualquer tecnologia de comunicação sem fio. Por exemplo, em alguns aspectos um nó sem fio pode se associar com uma rede. Em alguns aspectos a rede pode compreender uma rede de área local ou uma rede de área ampla. Um meio sem fio pode suportar ou usar de outro modo uma ou mais de uma variedade de tecnologias, protocolos, ou padrões de comunicação sem fio como, por exemplo, aquelas aqui comentadas (por exemplo, CDMA, TDMA, OFDM, OFDMA, WiMAX, Wi-FI, e assim por diante. Similarmente, um nó sem fio pode suportar ou usar de outro modo uma ou mais de uma variedade de esquemas de modulação ou multiplexação correspondentes. Um nó sem fio pode, portanto, incluir componentes apropriados (por exemplo, interface de ar) para estabelecer e se comunicar por via de uma ou mais ligações de comunicação sem fio usando as tecnologias de comunicação sem fio acima ou outras. Por exemplo, um nó sem fio pode compreender um transceptor sem fio com componentes transmissores e receptores associados que podem incluir vários componentes (por exemplo, geradores de sinal e processadores de sinal) que facilitem a comunicação sobre um meio sem fio.
[00221] Os componentes aqui descritos podem ser implementados de varias maneiras. Referindo-se às Figuras de 16 a 19, os aparelhos 1600 a 1900 são
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75/80 representados como uma série de blocos funcionais interrelacionados. Em alguns aspectos a funcionalidade desses blocos pode ser implementada como um sistema de processamento incluindo um ou mais componentes processadores. Em alguns aspectos, a funcionalidade desses blocos pode ser implementada usando, por exemplo, pelo menos uma parte de um ou mais circuitos integrados (por exemplo, um ASIC). Conforme aqui comentado, um circuito integrado pode incluir um processador, software, outros componentes relacionados, ou alguma combinação dos mesmos. A funcionalidade desses blocos pode também ser implementada de alguma outra maneira aqui ensinada. Em alguns aspectos um ou mais dos blocos tracejados nas Figuras 16 a 19 são opcionais.
[00222] Os aparelhos 1600 a 1900 podem incluir um ou mais módulos que podem realizar uma ou mais das funções acima descritas com relação a várias figuras. Por exemplo, um meio de determinação de força máxima de sinal recebido 1602 pode corresponder a, por exemplo, um determinador de força de sinal conforme aqui comentado. Um meio de determinação de perda de acoplamento mpinima 1604 pode corresponder a, por exemplo, um determinador de perda de acoplamento conforme aqui comentado. Um meio de determinação de potência de transmissão 1606, 1704, ou 1804 pode corresponder a, por exemplo, um controlador de potência de transmissão conforme aqui comentado. Um meio de determinação de força total de sinal recebido 1702 pode corresponder a, por exemplo, um determinador de força de sinal conforme aqui comentado. Um meio de determinação de força de sinal piloto 1706 pode corresponder a, por exemplo, um determinador de força piloto recebida conforme aqui comentado. Um meio de determinação de erro 1708 pode corresponder a, por exemplo, um determinador de erro
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76/80 conforme aqui comentado. Um nó no meio de determinação na área de cobertura 1710 pode corresponder a, por exemplo, um detector de nó conforme aqui comentado. Um meio de identificação de nó 1712 ou 1806 pode corresponder a, por exemplo, um detector de nó conforme aqui comentado. Um meio de determinação de sinal para ruído 1706 pode corresponder a, por exemplo, um determinador de proporção de sinal para ruído conforme aqui comentado. Um meio de determinação de qualidade de canal 1802 pode corresponder a, por exemplo, um determinador de qualidade de canal conforme aqui comentado. Um meio de recebimento 1902 pode corresponder a, por exemplo, um receptor conforme aqui comentado. Um meio de identificação 1904 pode corresponder a, por exemplo, um controlador de potência de transmissão conforme aqui comentado. Um meio de transmissão 1906, pode corresponder a, por exemplo, um transmissor conforme aqui comentado.
[00223] Deve ser observado que qualquer referência a um elemento aqui usando uma designação como, por exemplo, primeiro, “segundo, e assim por diante geralmente não limita a quantidade ou a ordem desses elementos. Antes, essas designações podem ser aqui usadas como um método conveniente de distinção entre dois ou mais elementos ou exemplos de um elemento. Portanto, a referência ao primeiro ou segundo elementos não significa que apenas dois elementos possam ser empregados ou que o primeiro elemento deva preceder o segundo elemento de alguma maneira. Ainda, a menos que declarado de outro modo, um conjunto de elementos pode compreender um ou mais elementos.
[00224] Aqueles versados na técnica devem compreender que informação e sinais podem ser representados usando qualquer de uma variedade de tecnologias e técnicas
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77/80 diferentes. Por exemplo, dados, instruções, comandos, informações, sinais, bits, símbolos, e chips que podem ser referidos por toda a descrição acima podem ser representados por voltagem, corrente, ondas eletromagnéticas, campos ou partículas magnéticas, campos ou partículas óticas, ou qualquer combinação dos mesmos.
[00225] Aqueles versados na técnica devem também compreender que qualquer dos vários blocos lógicos, módulos, processadores, meios, circuitos e etapas de algoritmos ilustrativos descritos com relação aos aspectos aqui descritos podem ser implementados como hardware eletrônico (por exemplo, implementação digital, implementação analógica, ou uma combinação das duas, que pode ser projetada usando codificação de fonte ou outra técnica, várias formas ou programas ou código de projeto incorporando instruções (que podem ser aqui referidos por conveniência, como software ou “módulo de software), ou combinações dos mesmos. Para ilustrar claramente esse intercâmbio de hardware e software, vários componentes, blocos, módulos, circuitos e etapas ilustrativos foram descritos acima geralmente em termos de sua funcionalidade.
[00226] Se tal funcionalidade é implementada como hardware ou software depende da aplicação específica e das restrições impostas no sistema geral. Aqueles versados na técnica podem implementar a funcionalidade descrita variando maneiras para cada aplicação específica, mas tal decisão de implementação não deve ser interpretada como ocasionando um afastamento do escopo da presente descrição.
[00227] Os vários blocos, módulos e circuitos lógicos descritos com os aspectos aqui descritos podem ser implementados no ou executados por um circuito integrado (“IC), como um terminal de acesso, ou um ponto de acesso. O IC pode compreender um processador de propósito geral, um
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78/80 processador de sinal digital (DSP), um circuito integrado de aplicação específica (ASIC), um arranjo de porta de campo programável (EPGA) ou outro meio lógico programável, porta discreta ou transistor lógico, componentes de hardware discretos, componentes elétricos, componentes óticos, componentes mecânicos ou qualquer combinação dos mesmos projetada para desempenhar a função aqui descrita, e
podem executar códigos ou instruções que residam no IC,
fora do IV, ou ambos, Um processador de propósito geral
pode ser um microprocess ador, mas na alternativa, o
processador pode ser qualquer processador, controlador, microcontrolador convencional ou máquina de estado. Um processador pode também ser implementado como uma combinação de meios de computação, por exemplo, uma combinação de um DSP e um microprocessador, uma pluralidade de microprocessadores, um ou mais microprocessadores em combinação com um núcleo DSP, ou qualquer outra tal configuração.
[00228] Deve ser compreendido que qualquer ordem ou hierarquia específica das etapas em qualquer processo descrito é um exemplo de uma abordagem de amostra. Com base nas preferências do projeto, compreende-se que a ordem ou hierarquia específica das etapas nos processos pode ser re-arranjada ao mesmo tempo em que permanece dentro do escopo da presente descrição. Os elementos presentes nas reivindicações do método em anexo das várias etapas em uma ordem de amostra, não pretendem limitar a ordem ou hierarquia específica apresentada.
[00229] As funções descritas podem ser implementadas em hardware, software, programação em hardware, as funções podem ser armazenadas em ou transmitidas sobre uma ou mais instruções ou código em um meio legível por computador. O meio legível por computador
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79/80 inclui tanto meio de armazenamento de computador quanto meio de comunicação incluindo qualquer meio que facilite a transferência de um programa de computador de um lugar para outro. Um meio de armazenamento pode ser um meio disponível que pode ser acessado por um computador. A guisa de exemplo, e não de limitação, tal meio legível por computador pode compreender RAM, ROM, EEPROM, CD-ROM ou outro armazenamento de disco ótico, armazenamento de disco magnético ou outros meios de armazenamento magnéticos, ou qualquer outro meio que possa ser usado para transportar ou armazenar código de programa desejável na forma de instruções ou estruturas de dados e que possa ser acessado por um computador. Ainda, qualquer conexão é um meio legível por computador apropriadamente designado. Por exemplo, se o software for transmitido de um site na web, servidor, ou outra fonte remota usando um cabo coaxial, cabo de fibra ótica, par torcido ou linha de assinante digital (DSL), ou tecnologias sem fio como, por exemplo, infravermelha, rádio, e microonda, então o cabo, coaxial, o cabo de fibra ótica, o par torcido, DSL, ou tecnologias sem fio como, por exemplo, infravermelha são incluídos na definição ou meio. Disco, conforme aqui usado, inclui disco compacto (CD), disco laser, disco ótico, disco versátil digital (DVD), disquete e disco blu-ray onde os discos usualmente reproduzem dados magneticamente, enquanto os discos reproduzem dados oticamente com lasers. As combinações acima devem também ser incluídas no escopo do meio legível por computador. Em resumo, deve ser observado que um meio legível por computador pode ser implementado em qualquer produto de programa de computador adequado.
[00230] A descrição anterior dos aspectos descritos é proporcionada para possibilitar que qualquer pessoa versada na técnica faça uso da presente descrição.
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Várias modificações nesses aspectos serão prontamente evidentes para aqueles versados na técnica, e os princípios genéricos aqui definidos podem ser aplicados a outros aspectos sem se afastar do escopo da descrição. Portanto, a presente descrição não pretende ser limitada aos aspectos aqui ilustrados, mas deve ser acordado o escopo mais amplo consistente com os princípios e as características recentes aqui descritas.

Claims (13)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Método para comunicação sem fio, caracterizado pelo fato de que compreende:
    - determinar, em uma estação base, uma intensidade de sinal total recebida na qual transmissões em um canal atribuído a um terminal de assinante sem fio são recebidas; e
    - determinar um valor de potência de transmissão com base na intensidade de sinal total recebida determinada, em que o valor de potência de transmissão inclui
    um nível de potência de transmissão máximo no qual a estação base é permitida transmitir para o terminal de assinante sem fio. 2. Método, de acordo com a reivindicação 1,
    caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente determinar a intensidade de sinal piloto recebida associada com um sinal piloto de um nó, em que a determinação do valor de potência de transmissão é adicionalmente baseada na intensidade de sinal piloto recebida determinada.
    3. Método, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que:
    - determinar a intensidade de sinal piloto recebida compreende receber sinais piloto de uma pluralidade de estações base macro, e determinar qual dos sinais pilotos possui uma intensidade de sinal recebida mais alta; e
    - determinar a intensidade de sinal piloto recebida determinada corresponde à intensidade de sinal recebida mais alta.
    4. Método, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que determinar a intensidade de
    Petição 870190121792, de 22/11/2019, pág. 86/100
  2. 2/13 sinal piloto recebida compreende estimar a intensidade de sinal piloto recebida com base na intensidade de sinal recebida total determinada.
    5. Método, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que:
    - determinar a intensidade de sinal total recebida compreende receber uma indicação da intensidade de sinal total recebida de um nó; e
    - determinar a intensidade de sinal piloto recebida compreende receber uma indicação da intensidade de sinal piloto recebida do nó.
    6. Método, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que determinar o valor de potência de transmissão compreende adicionalmente:
    - determinar uma quantidade máxima de interferência que uma transmissão de um primeiro nó pode induzir em um segundo nó sem ocasionar uma razão de piloto para sinal para o nó cair abaixo de uma razão mínima de piloto para sinal, em que a determinação da quantidade máxima de interferência é baseada na intensidade de sinal recebida total determinada e na intensidade de sinal do piloto recebida determinada; e
    - determinar o valor de potência de transmissão tal que a transmissão não induza a um nível de interferência no segundo nó que exceda a quantidade máxima de interferência, em que a determinação do valor de
    potência de transmissão é adicionalmente baseada em uma perda de percurso associada com uma área de cobertura do primeiro nó. 7 . Método, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que a área de cobertura é associada com um orifício de cobertura de co-canal.
    Petição 870190121792, de 22/11/2019, pág. 87/100
  3. 3/13
    8. Método, de acordo com a reivindicação6, caracterizado pelo fato de que determinar o valorda potência de transmissão é adicionalmente baseada emum valor de rejeição de interferência de canal adjacente entre um primeiro canal para o qual o valor de potênciade transmissão é determinado e um segundo canal no qual a intensidade de sinal recebida total é determinada.
    9. Método, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que a área de cobertura é associada com um orifício de cobertura de canal adjacente . 10. Método, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que: - o valor de potência de transmissão é
    determinado para um primeiro canal; e
    - a intensidade de sinal recebida total determinada é medida no primeiro canal. 11. Método, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que: - o valor de potência de transmissão é determinado para um primeiro canal ; e a intensidade de sinal recebida total
    determinada é medida em um segundo canal.
    12. Método, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente determinar pelo menos um erro associado à intensidade de sinal recebida total determinada e/ou a intensidade de sinal piloto recebida determinada, em que a determinação do valor de potência de transmissão é adicionalmente baseada em pelo menos um erro.
    13. Método, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente receber informação de um primeiro nó que está autorizado a acessar dados em um segundo nó para o qual o valor de
    Petição 870190121792, de 22/11/2019, pág. 88/100
  4. 4/13 potência de transmissão é determinado, em que a determinação de pelo menos um erro é baseada na informação recebida.
    14. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente:
    - determinar se um nó está dentro de uma área de cobertura de um nó de acesso para o qual o valor de potência de transmissão é determinado; e
    - ajustar o valor de potência de transmissão determinado com base na determinação de se o nó está dentro da área de cobertura.
    15. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente:
    - determinar se um primeiro nó está dentro de uma área de cobertura de um segundo nó para o qual é determinado o valor de potência de transmissão;
    - determinar uma perda de percurso entre o primeiro e o segundo nós; e em que a determinação do valor de potência de transmissão é adicionalmente baseada na perda de percurso.
    16. Método, de acordo com a reivindicação 15, caracterizado pelo fato de que:
    - o primeiro nó não está autorizado para acessar dados no segundo nó; e
    - a determinação da perda de percurso compreende estimar a perda de percurso com base na informação recebida de um terceiro nó.
    17. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o valor de potência de transmissão é determinado para manter uma razão de sinal para ruído em um nó vizinho para ser menor do que ou igual a um valor definido.
    Petição 870190121792, de 22/11/2019, pág. 89/100
  5. 5/13
    18. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que: o valor de potência de transmissão é
    determinado para um primeiro nó;
    - o método compreende adicionalmente identificar um segundo nó que está substancialmente próximo a uma borda de uma área de cobertura do primeiro nó;
    - o método compreende adicionalmente determinar uma razão sinal para ruído associada ao segundo nó com base na intensidade de sinal recebida total determinada; e
    - o valor de potência de transmissão é determinado com base na razão de sinal para ruído determinada e na razão de sinal para ruído máxima definida.
    19. Método, de acordo com a reivindicação 18, caracterizado pelo fato de que determinar a razão de sinal para ruído compreende receber informação da razão de sinal para ruído do segundo nó.
    20. Método, de acordo com a reivindicação 18, caracterizado pelo fato de que identificar o segundo nó compreende determinar que o segundo nó está substancialmente próximo à borda em uma perda de percurso entre o primeiro e o segundo nós.
    21. Método, de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de que o segundo nó não está autorizado a acessar dados no primeiro nó. 22. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o valor de potência de transmissão é determinado para possibilitar a operação de
    um terminal de acesso visitante a uma distância mínima predeterminada de um nó de acesso para o qual o valor de potência de transmissão é determinado.
    23. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o valor da potência de
    Petição 870190121792, de 22/11/2019, pág. 90/100
  6. 6/13 transmissão compreende um valor de potência de transmissão para um canal de controle comum.
    24. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o valor de potência de transmissão compreende um valor de potência de transmissão de enlace descendente para uma estação base.
    25. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o valor de potência de transmissão compreende um valor de potência de transmissão máximo.
    26. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o valor de potência de transmissão compreende um primeiro valor de potência de transmissão máximo preliminar, o método compreende adicionalmente:
    - determinar pelo menos um outro valor de potência de transmissão máximo preliminar; e
    - determinar um valor de potência de transmissão máximo com base em um mínimo do primeiro e pelo menos outro valor de potência de transmissão máximo preliminar.
    27. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o valor de potência de transmissão é determinado para um nó que é restrito a pelo menos um do grupo consistindo de: sinalização, acesso a dados, registro, paginação, e serviço para pelo menos um nó.
    28. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o valor de potência de transmissão é determinado para um nó femto ou um nó pico.
    29. Aparelho para comunicação sem fio, caracterizado pelo fato de que compreende:
    - um determinador de intensidade de sinal configurado para determinar uma intensidade de sinal
    Petição 870190121792, de 22/11/2019, pág. 91/100
  7. 7/13 recebida total na qual transmissões em um canal atribuído a um terminal de assinante sem fio são recebidas; e
    - um controlador de potência de transmissão configurado para determinar um valor de potência de transmissão com base na intensidade de sinal recebida total determinada, em que o valor de potência de transmissão inclui um nível de potência de transmissão máximo no qual o aparelho é permitido transmitir para o terminal de assinante sem fio.
    30. Aparelho, de acordo com a reivindicação 29, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente um determinador de intensidade piloto recebida configurado para determinar a intensidade de sinal piloto recebida associada com um sinal piloto de um nó, em que a determinação do valor de potência de transmissão é adicionalmente baseada na intensidade de sinal piloto recebida determinada.
    31. Aparelho, de acordo com a reivindicação 30, caracterizado pelo fato de que:
    - a determinação da intensidade de sinal piloto recebida compreende receber sinais piloto de uma pluralidade de estações base macro, e determinar qual dos sinais piloto possui uma intensidade de sinal recebida mais alta; e
    - a intensidade de sinal piloto recebida determinada corresponde à intensidade de sinal recebida mais alta.
    32. Aparelho, de acordo com a reivindicação 30, caracterizado pelo fato de que a determinação do valor de potência de transmissão compreende adicionalmente:
    - determinar uma quantidade máxima de interferência que uma transmissão de um primeiro nó pode induzir em um segundo nó sem ocasionar uma razão de piloto
    Petição 870190121792, de 22/11/2019, pág. 92/100
  8. 8/13 para sinal para o nó cair abaixo de uma razão piloto para sinal mínima, em que a determinação da quantidade máxima de interferência é baseada na intensidade de sinal recebida total determinada e na intensidade de sinal piloto recebida determinada; e
    - determinar o valor de potência de transmissão de maneira que a transmissão não induza a um nível de interferência no segundo nó que exceda a quantidade máxima de interferência, em que a determinação do valor de potência de transmissão é adicionalmente baseada em uma perda de percurso associada à área de cobertura do primeiro nó.
    33. Aparelho, de acordo com a reivindicação 32, caracterizado pelo fato de que a determinação do valor de potência de transmissão é adicionalmente baseada em um valor de rejeição de interferência de canal adjacente entre um primeiro canal para o qual o valor de potência de transmissão é determinado e um segundo canal no qual a intensidade de sinal recebida total é determinada.
    34. Aparelho, de acordo com a reivindicação 30, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente um determinador de erro configurado para determinar pelo menos um erro associado com a intensidade de sinal recebida total determinada e/ou a intensidade de sinal piloto recebida determinada, em que a determinação do valor de potência de transmissão é adicionalmente baseada em pelo menos um erro.
    35. Aparelho, de acordo com a reivindicação 29, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente:
    - um detector de nó configurado para determinar se um nó está dentro de uma área de cobertura de um nó de acesso para o qual o valor de potência de transmissão é determinado; e
    Petição 870190121792, de 22/11/2019, pág. 93/100
  9. 9/13 em que o controlador de potência de transmissão é adicionalmente configurado para ajustar o valor de potência de transmissão determinado com base na determinação de se o nó está dentro da área de cobertura.
    36. Aparelho, de acordo com a reivindicação 29, caracterizado pelo fato de que o valor de potência de transmissão é determinado para manter uma razão de sinal para ruído em um nó vizinho menor ou igual a um valor definido.
    37 . Aparelho, de acordo com a reivindicação 29, caracterizado pelo fato de que: - o valor de potência de transmissão é
    determinado para um primeiro nó;
    - o aparelho compreende adicionalmente um detector de nó configurado para identificar um segundo nó que está substancialmente próximo a uma borda de uma área de cobertura do primeiro nó;
    - o aparelho compreende adicionalmente um determinador de razão de sinal para ruído configurado para
    determinar uma razão de sinal para ruído associada com o segundo nó com base na intensidade de sinal recebida total determinada ; e - o valor de potência de transmiss ão é determinado com base na razão de sinal para ruído
    determinada e na razão de sinal para ruído máxima.
    38. Aparelho, de acordo com a reivindicação 29, caracterizado pelo fato de que o valor de potência de transmissão compreende um valor de potência de transmissão para um canal de controle comum.
    39. Aparelho, de acordo com a reivindicação 29, caracterizado pelo fato de que o valor de potência de transmissão compreende um valor de potência de transmissão máximo.
    Petição 870190121792, de 22/11/2019, pág. 94/100
  10. 10/13
    40. Aparelho, de acordo com a reivindicação 29, caracterizado pelo fato de que o valor de potência de transmissão é determinado para um nó que está restrito a pelo menos um do grupo consistindo de: sinalização, acesso a dados, registro, paginação e serviço para pelo menos um nó.
    41. Aparelho, de acordo com a reivindicação 29, caracterizado pelo fato de que o valor de potência de transmissão é determinado para um nó femto ou um nó pico.
    42. Aparelho para comunicação sem fio, caracterizado pelo fato de que compreende:
    - mecanismos para determinar, em uma estação base, uma intensidade de sinal recebida total na qual transmissões em um canal atribuído a um terminal de assinante sem fio sã0 recebidas; e
    - mecanismos para determinar um valor de potência de transmissão com base na intensidade de sinal recebida total determinada, em que o valor de potência de transmissão inclui um nível de potência de transmissão máximo no qual a estação base é permitida transmitir para o terminal de assinante sem fio.
    43. Aparelho, de acordo com a reivindicação 42, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente mecanismos para determinar intensidade de sinal piloto total recebida associada com um sinal piloto de um nó, em que a determinação do valor de potência de transmissão é adicionalmente baseada na intensidade de sinal piloto recebida determinada.
    44. Aparelho, de acordo com a reivindicação 43, caracterizado pelo fato de que:
    - a determinação da intensidade de sinal piloto recebida compreende receber sinais piloto de uma
    Petição 870190121792, de 22/11/2019, pág. 95/100
  11. 11/13 pluralidade de estações base macro, e determinar qual dos sinais piloto possui uma intensidade de sinal piloto recebida mais alta; e
    - a intensidade de sinal piloto recebida determinada corresponde à intensidade de sinal recebida mais alta.
    45. Aparelho, de acordo com a reivindicação 43, caracterizado pelo fato de que a determinação do valor de potência de transmissão compreende adicionalmente:
    - determinar uma quantidade máxima de interferência que uma transmissão de um primeiro nó pode induzir em um segundo nó sem ocasionar uma razão piloto para sinal para o nó cair abaixo de uma razão de piloto para sinal mínima, em que a determinação da quantidade máxima de interferência é baseada na intensidade de sinal recebida total determinada e na intensidade de sinal piloto recebida determinada; e
    - determinar o valor de potência de transmissão de maneira que a transmissão não induza a um nível de interferência no segundo nó que exceda a quantidade máxima de interferência, em que a determinação do valor de potência de transmissão é adicionalmente baseada em uma perda de percurso associada com uma área de cobertura do primeiro nó.
    46. Aparelho, de acordo com a reivindicação 45, caracterizado pelo fato de que a determinação do valor de potência de transmissão é adicionalmente baseada em um valor de rejeição de interferência de canal adjacente entre um primeiro canal para o qual o valor de potência de transmissão é determinado e um segundo canal no qual é determinada a intensidade de sinal recebida total.
    47. Aparelho, de acordo com a reivindicação 43, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente
    Petição 870190121792, de 22/11/2019, pág. 96/100
  12. 12/13 mecanismos para determinar pelo menos um erro associado à intensidade de sinal recebida total determinada e/ou à intensidade de sinal piloto recebida determinada, em que a determinação do valor de potência de transmissão é adicionalmente baseada em pelo menos um erro.
    48. Aparelho, de acordo com a reivindicação 42, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente:
    - mecanismos para determinar se um nó está dentro de uma área de cobertura de um nó de acesso para o qual o valor de potência de transmissão é determinado; e em que os mecanismos para determinar a potência de transmissão são configurados para ajustar o valor da potência de transmissão determinada com base na determinação de se o nó está ou não dentro da área de cobertura.
    49. Aparelho, de acordo com a reivindicação 42, caracterizado pelo fato de que o valor de potência de transmissão é determinado para manter uma razão de sinal para ruído em um nó vizinho para ser menor ou igual a um valor definido.
    50. Aparelho, de acordo com a reivindicação 42, caracterizado pelo fato de que: o valor de potência de transmissão é
    determinado para um primeiro nó;
    - o aparelho compreende adicionalmente mecanismos para identificar um segundo nó que esteja substancialmente próximo a uma borda da área de cobertura do primeiro nó;
    - o aparelho compreende adicionalmente mecanismos para determinar uma razão de sinal para ruído associada com o segundo nó com base na determinação da intensidade de sinal recebida total determinada; e
    Petição 870190121792, de 22/11/2019, pág. 97/100
  13. 13/13
    - o valor de potência de transmissão é determinado com base na razão de sinal para ruído e na razão de sinal para ruído máxima definida.
    51. Aparelho, de acordo com a reivindicação 42, caracterizado pelo fato de que o valor de potência de transmissão compreende um valor de potência de transmissão para um canal de controle comum.
    52. Aparelho, de acordo com a reivindicação 42, caracterizado pelo fato de que o valor de potência de transmissão compreende um valor de potência de transmissão máximo.
    53. Aparelho, de acordo com a reivindicação 42, caracterizado pelo fato de que o valor de potência de transmissão é determinado para um nó que é restrito a pelo menos um do grupo consistindo de: sinalização, acesso a dados, registro, paginação, e serviço para pelo menos um nó.
    54. Aparelho, de acordo com a reivindicação 42, caracterizado pelo fato de que o valor de potência de transmissão é determinado para um nó femto ou um nó pico.
    55. Memória caracterizada pelo fato de que compreende instruções armazenadas na mesma, as instruções sendo executadas por um computador para realizar o método conforme definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 28.
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