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BRPI0808816B1 - Dispositivo de preparação de um vidro final, processo de fabricação de um vidro final, processo de fabricação de vidro plano e processo de fabricação de fibras de vidro - Google Patents

Dispositivo de preparação de um vidro final, processo de fabricação de um vidro final, processo de fabricação de vidro plano e processo de fabricação de fibras de vidro Download PDF

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BRPI0808816B1
BRPI0808816B1 BRPI0808816-0A BRPI0808816A BRPI0808816B1 BR PI0808816 B1 BRPI0808816 B1 BR PI0808816B1 BR PI0808816 A BRPI0808816 A BR PI0808816A BR PI0808816 B1 BRPI0808816 B1 BR PI0808816B1
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
glass
main
auxiliary
oven
furnace
Prior art date
Application number
BRPI0808816-0A
Other languages
English (en)
Inventor
Pierre Jeanvoine
Stéphane Maugendre
Original Assignee
Saint-Gobain Glass France
Saint-Gobain Isover
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Publication date
Application filed by Saint-Gobain Glass France, Saint-Gobain Isover filed Critical Saint-Gobain Glass France
Publication of BRPI0808816A2 publication Critical patent/BRPI0808816A2/pt
Publication of BRPI0808816B1 publication Critical patent/BRPI0808816B1/pt

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Abstract

dispositivo de preparação de um vidro final, processo de fabricação de um vidro final, processo de fabricação de vidro plano e processo de fabricação de fibras de vidro. a invenção se refere a um processo e a um dispositivo de preparação de um vidro final que compreende um forno principal com queimadores aéreos e/ou eletrodos alimentado com matérias vitrificáveis principais que geram um vidro principal fundido, e um forno auxiliar de combustão imersa, o dito forno auxiliar sendo alimentado com matérias vitrificáveis auxiliares, o vidro auxiliar fundido alimentando o forno principal em seu a montante no primeiro um terço de seu comprimento, o vidro auxiliar tendo substancialmente a mesma composição que o vidro principal. a zona a jusante do forno principal é assim utilizada para eliminar ao mesmo tempo os gases que provêm do vidro principal e os gases que provêm do vidro auxiliar, para terminar de fundir os infundidos e impurezas contidos no vidro auxiliar e para homogeneizar os dois fluxos de vidro no plano de seu redox quando isso é necessário.

Description

“DISPOSITIVO DE PREPARAÇÃO DE UM VIDRO FINAL, PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE UM VIDRO FINAL, PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE VIDRO PLANO E PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE FIBRAS DE VIDRO” [0001] A invenção se refere a um dispositivo de fusão de matérias vitrificáveis que compreende um forno de fusão e um forno de combustão imersa, os fluxos de vidro sendo misturados a montante do forno clássico.
[0002] Os fornos de fusão clássicos são dispositivos dos quais a energia térmica provém majoritariamente de queimadores aéreos e/ou de eletrodos. Esses fornos têm um grande tamanho (a superfície do banho de vidro fundido pode ir de 6 a 600 m2, e no caso de fornos com queimadores aéreos mais geralmente de 20 a 600 m2) e apresentam uma grande inércia. Eles funcionam devido a isso sem interrupção durante vários anos em seguida.
[0003] Já foi proposto em WO2004/078664 e WO03045859 acrescentar a um desses fornos clássicos um forno com queimador imerso. Os fluxos de vidro, de naturezas diferentes, são misturados a jusante dos dois fornos, notadamente em uma célula de mistura munida de agitadores, ou então o fluxo de vidro que provém do forno com queimador imerso alimenta diretamente o forno clássico em sua parte a jusante. Um dispositivo de afinagem especificamente para o fluxo de vidro que provém do forno com queimador imerso é nesse caso indispensável, pois senão o fluxo final contém bolhas ou infundidos demais. De fato, os fornos com queimadores imersos são conhecidos por produzir vidros espumosos muito ricos em gás e necessitam de pelo menos duas cubas em série para digerir o conjunto das matérias primas.
[0004] Agora se teve a idéia de introduzir o fluxo de vidro que provém do forno de combustão imersa no forno clássico e a montante desse último, de modo a tirar proveito da zona de afinagem a jusante do forno clássico para os dois fluxos de vidro misturados. De fato, um forno clássico compreende sempre uma zona de afinagem maior ou menor em sua parte a jusante, o que contribui para eliminar as bolhas que se formam inevitavelmente por ocasião da fabricação de um vidro, assim como para acabar de “digerir” as partículas ainda infundidas. Agora se teve a idéia de utilizar
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2/13 essa zona a jusante do forno clássico notadamente para eliminar ao mesmo tempo os gases que provêm das matérias vitrificáveis fundidas do forno clássico e os gases contidos no vidro que provém do forno de combustão imersa. É possível que as grandes bolhas produzidas no vidro do forno auxiliar auxiliem para a eliminação das pequenas bolhas criadas no vidro do forno principal por um fenômeno de coalescência. Assim, de modo um pouco paradoxal, a produção de mais bolhas leva a uma melhor eliminação das bolhas. Além disso, tira-se partido da zona a jusante do forno principal para acabar de fundir ou “digerir” os infundidos e impurezas (notadamente metais) contidos no vidro que provém do forno auxiliar e para homogeneizar os dois fluxos de vidro no plano de seu redox quando isso é necessário.
[0005] No âmbito do presente pedido, o forno clássico é chamado de “forno principal” e o forno de combustão imersa “forno auxiliar”. Mais de 50% e mesmo mais de 80% da energia térmica trazida para o forno principal, o é através de queimadores aéreos ou de eletrodos ou por esses dois meios. Mais de 50% e mesmo mais de 80% da energia térmica trazida para o forno auxiliar, p é através de uma combustão imersa. A matéria prima vitrificável introduzida no forno principal é chamada de matéria prima vitrificável principal e a matéria prima vitrificável introduzida no forno auxiliar é chamada de matéria prima vitrificável auxiliar. A matéria prima vitrificável principal leva a um fluxo principal de um vidro principal e a matéria prima vitrificável auxiliar leva a um fluxo auxiliar de um vidro auxiliar. Esses dois vidros são misturados na parte a montante do forno principal para produzir um fluxo final de um vidro final. Por “parte a montante” do forno principal, entende-se o primeiro um terço a montante do comprimento da superfície do banho de vidro, o dito comprimento sendo situado no eixo horizontal e longitudinal do forno. Geralmente, o forno principal tem um comprimento maior do que sua largura, a relação do comprimento sobre a largura podendo ir de 1,5 a 6. Os termos “a montante” e “a jusante” se referem à direção de escoamento do vidro, esse último escoando de a montante para a jusante. A parte a montante compreende a zona de introdução das matérias vitrificáveis. A parte a jusante compreende a zona de saída
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3/13 do vidro final para o exterior do forno principal. De preferência, o vidro auxiliar penetra no forno principal por intermédio de um escoadouro ou de um nicho um pouco em recuo em relação à parede lateral do forno principal, o dito nicho podendo compreender uma barragem de proteção (parede que desce do teto e que penetra um pouco no vidro fundido para fazer obstáculo às matérias sólidas sobrenadantes) para impedir que a composição de matéria vitrificável entre no nicho. O vidro auxiliar penetra de preferência o mais a montante possível no forno principal notadamente de preferência no primeiro um quarto a montante do comprimento do forno principal. Reduz-se assim o risco de que os infundidos que provêm do vidro auxiliar perdurem no decorrer da travessia do forno principal.
[0006] Assim a invenção se refere em primeiro lugar a um dispositivo de preparação de um vidro final que compreende um forno principal com queimadores aéreos e/ou eletrodos alimentado com matérias vitrificáveis principais que geram um vidro principal fundido, e um forno auxiliar de combustão imersa, o dito forno auxiliar sendo alimentado com matérias vitrificáveis auxiliares, o vidro auxiliar fundido alimentando o forno principal em seu a montante no primeiro um terço de seu comprimento.
[0007] A invenção apresenta mais especialmente um interesse quando se deseja aumentar temporariamente a tiragem (“furnace pull” em inglês) do forno principal. Esse caso se produz quando um vidro deve pontualmente ser fabricado em maior quantidade. Assim, durante a produção contínua de vidro final, o forno auxiliar pode funcionar menos tempo do que o forno principal enquanto a duração de funcionamento do forno principal é idêntica à duração de produção de vidro final. Assim, a duração de funcionamento do forno auxiliar pode ser inferior àquela do forno principal. De acordo com a invenção, é produzido no forno auxiliar um vidro auxiliar com substancialmente a mesma composição que o vidro principal. A tiragem em vidro final é a soma da tiragem do vidro principal e da tiragem do vidro auxiliar. O fato de que os dois vidros sejam idênticos elimina o problema da homogeneização do vidro no plano da composição química. A tiragem de vidro auxiliar pode representar mais de 2% e mesmo mais de 4% da tiragem de vidro final. A tiragem de
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4/13 vidro auxiliar pode representar até 10% e mesmo até 25% e mesmo até 40% da tiragem de vidro final.
[0008] O forno auxiliar, graças a sua tecnologia baseada na combustão imersa apresenta uma flexibilidade extraordinária, um tamanho reduzido, ao mesmo tempo em que permite tiragens bastante grandes. O forno de combustão imersa é naturalmente agitado pelos gases que provêm dos queimadores, de modo que a presença de agitadores mecânicos é tornada inútil. O forno de combustão imersa pode compreender de 1 a 30 queimadores imersos de acordo com a tiragem e a potência exigida. Geralmente, a superfície do banho de vidro fundido do forno auxiliar apresenta uma superfície que vai de 0,5 m2 a 15 m2 (soma das superfícies internas de todas as cubas de combustão imersa, geralmente em número de uma ou duas, que compõem o forno auxiliar). Sua tiragem vai geralmente de 2 a 150 toneladas por dia.
[0009] Geralmente, a relação da superfície do banho fundido do forno principal sobre aquela do banho fundido do forno auxiliar vai de 10 a 1000.
[0010] O dispositivo de acordo com a invenção pode ser acompanhado por uma instalação de conformação em vidro plano ou vidro vazado ou de formação de fibras. [0011] O forno principal pode ser acompanhado por uma bacia de afinagem, mas isso geralmente não é necessário, a afinagem sendo suficientemente realizada dentro do próprio forno principal, mesmo para a aplicação vidro plano, o que é notável. De fato, pára a aplicação vidro plano, o nível de bolhas no vidro final deve ser inferior a 0,5 bolhas por litro. O vidro final pode, portanto, ser destinado a alimentar uma instalação de conformação em vidro plano, notadamente do tipo flutuação em um banho metálico (estanho). Nesse caso, de modo a dar ao vidro a temperatura adequada (condicionamento térmico geralmente entre 1200 e 1300°C), o vidro final atravessa geralmente uma extremidade de trabalho (“working end” em inglês) disposta entre o forno principal e a instalação de conformação em vidro plano. O vidro penetra geralmente na instalação de conformação em vidro plano com uma temperatura da ordem de 1000 e 1200°C.
[0012] Quando o vidro final é destinado a alimentar uma instalação de formação
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5/13 de fibras, nenhum refinador nem extremidade de trabalho nem outro compartimento é geralmente necessário entre o forno principal e a instalação de formação de fibras (alimentação direta da instalação de formação de fibras pelo vidro final proveniente do forno principal).
[0013] O forno principal tem um tamanho bem superior àquele do forno auxiliar, notadamente devido à ausência de agitação. De fato, as temperaturas são geralmente elevadas demais para permitir equipar o forno principal com agitadores mecânicos, sem que se tenha que enfrentar problemas ligados à corrosão desses agitadores. Assim, geralmente, o forno principal não é equipado com agitador mecânico. No forno principal, no caso de um aquecimento por queimadores aéreos, o vidro fundido apresenta geralmente o perfil de temperatura seguinte:
- 1300 a 1400°C ao nível do talude de composição de matérias vitrificáveis,
- 1500 a 1600°C no fim do primeiro um terço a montante,
- 1400 a 1450°C na saída do forno principal.
[0014] A ausência de agitadores do forno principal é compensada por um comprimento relativamente grande, o que favorece as correias de convecção natural que provocam uma agitação. O fundo da bacia do forno principal pode notadamente ser munido de uma barragem imersa para provocar uma correia de convecção. O comprimento relativamente grande do forno principal é por outro lado favorável à afinagem.
[0015] Assim, a invenção combina duas tecnologias com trunfos opostos mas complementares:
- um pequeno forno auxiliar bastante flexível munido de uma grande agitação natural devido à combustão imersa, que produz um vidro homogêneo em composição mas que contém muitas bolhas e, se for o caso, infundidos (partículas de sílica não fundidas), e
- um grande forno principal pouco flexível isento de agitação mecânica, mas que tem uma superfície suficiente para produzir uma homogeneização correta (notadamente para a aplicação vidro plano), uma afinagem eficaz e a eliminação dos
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6/13 infundidos, em um fluxo grande de vidro.
[0016] Essas duas tecnologias são combinadas na medida em que o tamanho grande do forno principal permite absorver facilmente o excedente de vidro imperfeito (bolhas + infundidos) que provém do forno auxiliar, esse excedente permitindo no entanto aumentar uma produção de 10% e mesmo 20% e até 40%, de modo pontual, limitada no tempo (por exemplo entre 1 semana e 15 anos), ou não, o que permite a flexibilidade do forno auxiliar. É possível também instalar o forno auxiliar de modo definitivo para aumentar a produtividade de uma instalação existente e assim continuar a tirar partido de um forno clássico, com certeza às vezes antigo, mas que pode continuar a funcionar de modo satisfatório.
[0017] O forno auxiliar pode ser alimentado com energias de naturezas muito diversas, o que é um dos aspectos de sua grande flexibilidade. O forno auxiliar compreende geralmente pelo menos um queimador imerso alimentado com um comburente gasoso e um carburante (notadamente um combustível líquido ou gás combustível). O carburante pode ser gás hidrocarboneto, hidrogênio ou combustível líquido ou uma energia alternativa. Notadamente, o forno auxiliar pode servir para a recuperação de detritos orgânicos de naturezas bastante diversas, esses detritos servindo de combustível para a combustão imersa: devido à misturação convectiva inerente à tecnologia da combustão imersa, esses detritos são renovados continuamente na proximidade dos queimadores imersos até a combustão completa. Isso permite diminuir, e mesmo interromper completamente, a alimentação com gás ou líquido combustível dos queimadores, com um ganho energético substancial. A degradação das moléculas orgânicas pode assim ser completa, até a decomposição em gás carbônico e em água. Eventuais cinzas de combustão se encontram presas na fase líquida/espumosa. Esses detritos orgânicos podem, portanto, fornecer uma parte, ou a maioria ou o essencial e mesmo todo o combustível necessário para a combustão imersa. É possível, portanto, utilizar diretamente no reator o poder combustível dos detritos, qualquer que seja o nível desse último. A utilização de detritos orgânicos, permite obter um processo especialmente econômico.
[0018] Os detritos orgânicos podem ser de natureza biológica (biomassa) ou ser
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7/13 provenientes da indústria agroalimentar. Pode se tratar de farinhas animais que não são mais consumíveis em pelo menos uma parte dos países europeus, e que é preciso, portanto, destruir. Pode se tratar de detritos de madeira, de papel da indústria da papelaria. Eles podem também ser constituídos por polímeros orgânicos, por exemplo polietileno, resíduos de pneumáticos.
[0019] Os detritos orgânicos podem ser acompanhados por detritos de natureza mineral que fazem nesse caso parte das matérias vitrificáveis. Pode notadamente se tratar de compósitos vidro/plástico ou de areia poluída por hidrocarbonetos (em conseqüência de uma maré negra por exemplo). É possível citar as vidraças laminadas por exemplo, que associam pelo menos um vidro com pelo menos uma folha feita de polímero termoplástico ou não, do tipo polivinilbutiral (PVB), copolímero etileno-vinil-acetato (EVA), poliuretano (PU) ou polietileno-tereftalato (PET). É possível também citar os materiais compósitos à base de polímero reforçado por fio de vidro (ou fio de carbono ou qualquer tipo de fio de reforço), utilizados na indústria automobilística, ou nos barcos por exemplo. É possível mencionar também os compósitos vidro/metal como as vidraças munidas de elementos de sistema de conexões, de revestimentos metálicos. É possível nesse último caso muito vantajosamente oxidar os metais diversos (notadamente a prata) que acompanham essas vidraças no forno auxiliar agindo-se para isso sobre o caráter mais ou menos oxidante da chama do queimador imerso. Os detritos orgânicos podem estar na origem de até 100% (por exemplo 5 a 50% ou 5 a 20%) da energia total de combustão imersa gerada dentro do forno auxiliar. Para o caso em que 100% da energia total de combustão imersa é gerada dentro do forno auxiliar, isso significa que só se envia comburente através do queimador imerso, o carburante do tipo detrito orgânico sendo enviado no exterior do queimador, mas em sua proximidade. Na prática, e para a partida faz-se o queimador imerso funcionar de modo habitual alimentando-se o mesmo ao mesmo tempo com comburente e com fluido combustível (combustível líquido ou gás combustível), e depois introduz-se progressivamente as matérias orgânicas combustíveis no exterior do queimador e reduz-se simultaneamente a alimentação do queimador com fluido combustível, e
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8/13 isso, se for o caso até interromper toda a alimentação do queimador com fluido combustível. O forno auxiliar pode, portanto, ser alimentado com combustível do tipo materiais biológicos ou detritos orgânicos, o combustível do tipo materiais biológicos ou detritos orgânicos podendo notadamente participar com 5 a 100% da energia total de combustão imersa gerada dentro do forno auxiliar (o que significa que o combustível clássico do tipo combustível líquido ou gás combustível participa então com 95% a 0% da energia total de combustão imersa gerada dentro do forno auxiliar).
[0020] Assim, o forno auxiliar permite também fazer facilmente variar, de modo conjuntural, o tipo de fonte de energia em função de seu preço. Uma tal flexibilidade é possível com o forno auxiliar, mas não o é com o forno principal. Será lembrado que um forno industrial como o forno principal está em funcionamento contínuo durante períodos muito longos, superiores a um ano e que podem mesmo exceder 10 anos e mesmo 15 anos, e mesmo 20 anos. Durante esse período de funcionamento, não há jeito de mudar facilmente a natureza da fonte de energia do forno principal. Ao contrário, o forno auxiliar permite, ele, tirar proveito de preços conjunturalmente vantajosos em certas matérias combustíveis. É possível, portanto, graças ao forno auxiliar modificar várias vezes pelo menos uma parte da natureza do combustível no decorrer de uma fabricação ininterrupta de um certo vidro com uma grande produção, superior a 500 toneladas por dia e até 1200 toneladas por dia (vidro final).
[0021] O comburente do queimador imerso pode ser oxigênio puro ou ar ou ar enriquecido em oxigênio.
[0022] O vidro auxiliar e o vidro principal têm uma composição idêntica. Isso significa que os óxidos contidos no vidro principal a mais de 1% em peso (como a sílica, o Na2O, o CaO, etc) não variam em composição mais do que 1% em peso entre o vidro auxiliar e o vidro principal (dito de outro modo, qualquer óxido presente no vidro principal a mais de 1%, está presente no vidro principal e no vidro auxiliar com teores tais que a diferença de sua porcentagem em peso nesses dois vidros não é superior a 1% de seu teor no vidro principal).
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9/13 [0023] O vidro auxiliar e o vidro principal são idênticos, mas as matérias primas que alimentam, por um lado, o forno auxiliar e, por outro lado, o forno principal podem ser diferentes. De fato, as matérias primas vitrificáveis (areia fonte de sílica, óxido de alcalino, óxido de cálcio, etc) que alimentam os dois fornos são geralmente idênticas e provêm dos mesmos lotes. No entanto, as matérias combustíveis que alimentam os dois fornos podem ser diferentes. Notadamente, matérias orgânicas alternativas (materiais biológicos ou detritos orgânicos) podem alimentar o forno auxiliar (e não alimentar o forno principal) e estar na origem de cinzas ou resíduos inorgânicos assimilados no vidro. Esses resíduos são, no entanto, de natureza e em proporção tais que não é infringido o princípio da identidade de composição dos dois vidros (auxiliar e principal) no sentido já dado.
[0024] Os dois fornos são geralmente alimentados com matérias vitrificáveis clássicas que se apresentam sob a forma de pó, e se for o caso, parcialmente em vidro calcinado. A quantidade de vidro calcinado pode por exemplo representar 5 a 25% da massa das matérias primas que os alimentam. No caso da disponibilidade de um vidro calcinado poluído por metais (notadamente prata) e matérias orgânicas, enforna-se de preferência esse último no forno auxiliar (pois o forno auxiliar permite mais facilmente oxidar os metais e o carbono), enquanto que se enforna de preferência o vidro calcinado não poluído no forno principal.
[0025] Para o caso da utilização de combustível especialmente rico em carbono no forno auxiliar, é possível que o ferro seja mais reduzido no vidro auxiliar do que no vidro principal. O estado de oxidação do ferro é usualmente caracterizado pelo profissional por aquilo que ele chama de redox. O “redox” é a relação da quantidade de íons FE2+ sobre a quantidade total de íons do ferro.
[0026] Em certos casos, uma diferença muito grande de redox entre os dois vidros é nefasta pois ela é fonte de gás quando os dois vidros se encontram. Isso apresenta notadamente um problema quando o vidro deve verdadeiramente estar bem desembaraçado de suas bolhas como na aplicação vidro plano. Procura-se nesse caso que a diferença de redox dos dois vidros (auxiliar e principal) não excede 20% do menor redox. Se na saída do forno auxiliar o redox está muito afastado do
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10/13 redox do vidro principal, é preferido fazer o vidro auxiliar passar em uma segunda cuba que compreende pelo menos um queimador imerso para reajustar seu redox, antes de enviá-lo para o forno principal. A regulagem do redox é realizada nessa cuba agindo-se sobre o caráter maiôs ou menos oxidante da chama do queimador imerso.
[0027] Quando o vidro é destinado à aplicação formação de fibras, uma grande diferença de redox é geralmente tolerada.
[0028] Não está excluído colocar um refinador entre o forno auxiliar e o forno principal, no caminho do vidro auxiliar. Nesse caso, o vidro auxiliar é pelo menos parcialmente refinado entes de penetrar no forno principal, e a afinagem é prosseguida a jusante do forno principal. O forno auxiliar pode, portanto, compreender uma ou duas cubas de combustão imersa (a segunda podendo notadamente servir para regular o redox), colocadas uma após a outra no caminho do vidro auxiliar, e ser seguido por um refinador. No entanto, geralmente não é necessário recorrer a um tal refinador para o vidro auxiliar pois a afinagem proporcionada pelo forno principal geralmente é suficiente para a afinagem dos dois vidros misturados.
[0029] De o forno principal está equipado com queimadores aéreos, ele está geralmente também equipado com regeneradores. Esses regeneradores contêm empilhamentos de elementos refratários destinados alternativamente a ser aquecidos pelas fumaças, e depois a restituir o calor recuperado das fumaças ao comburente, geralmente ar. Geralmente, os queimadores aéreos estão situados em fileiras nas duas paredes laterais. As paredes laterais são também munidas cada uma delas de orifícios para a evacuação das fumaças, que levam aos regeneradores. Faz-se alternativamente funcionar cada fileira de queimadores de uma parede da qual recupera-se as fumaças através dos orifícios da parede em frente a eles, o calor das ditas fumaças sendo recuperado pelos regeneradores correspondentes. Depois de um certo tempo de funcionamento, inverte-se o funcionamento entre as duas paredes laterais, o comburente sendo agora aquecido pelos regeneradores que eram eles próprios percorridos pelas fumaças na etapa
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11/13 precedente.
[0030] O forno principal pode também ser do tipo “unit-melter”, quer dizer equipado com queimadores aéreos transversais, o calor das fumaças sendo nesse caso recuperado em um recuperador, geralmente colocado atrás da parede a montante.
[0031] Para o caso em que o forno principal está equipado com queimadores aéreos, conduz-se vantajosamente as fumaças provenientes do forno auxiliar para a atmosfera do forno principal. As fumaças dos dois fornos são, portanto, misturadas na atmosfera do forno principal. Desse modo, o calor das fumaças do forno auxiliar é recuperado nos regeneradores ou no recuperador do forno principal, ao mesmo título que as fumaças do forno principal.
[0032] É possível também utilizar as fumaças para reaquecer as matérias primas (pó e/ou vidro calcinado) que alimentam um ou os dois fornos.
[0033] Finalmente, as calorias das fumaças do forno auxiliar pode também servir para a produção de oxigênio, por exemplo de acordo com a tecnologia dita OTM (do inglês “oxigen transport membrane”), o dito oxigênio servindo como comburente para o forno auxiliar e/ou o forno principal.
[0034] A invenção também se refere a um processo de fabricação de vidro plano que compreende o processo de fabricação de vidro final acima exposto, o dito vidro final sendo em seguida transformado em vidro plano, geralmente em uma instalação de flutuação em um banho de metal fundido. A largura do banho de metal fundido pode ser superior a 2 metros.
[0035] A invenção também se refere a um processo de fabricação de fibras de vidro que compreende o processo de fabricação de vidro final acima exposto, o dito vidro final sendo em seguida transformado em fibras de vidro em uma unidade de transformação em fibras. Notadamente, o vidro final pode não passar em nenhum compartimento entre o forno principal e a unidade de transformação em fibras.
[0036] A figura 1 representa um exemplo de dispositivo de acordo com a invenção que compreende um forno principal 1 e um forno auxiliar 2 que compreende pelo menos um queimador imerso. O forno principal compreende uma
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12/13 parede a montante 3, uma parede a jusante 4 e duas paredes laterais 5 e 5'. As matérias vitrificáveis são introduzidas desde a parede a montante 3 por um dispositivo habitual não representado. O forno principal é simétrico em relação ao eixo AA' que é horizontal e paralelo à direção longitudinal do forno. As matérias vitrificáveis fundidas escoam de a montante para a jusante como representado pelas flechas. O forno auxiliar 2 compreende aqui duas cubas 2' e 2'' em série, a primeira 2' sendo alimentada pelas matérias vitrificáveis e a segunda 2'' servindo para regular o redox. O forno auxiliar 2 fornece o vidro auxiliar a montante do forno principal através do nicho 6. Esse nicho 6 é situado a montante no primeiro um terço 12 e mesmo no primeiro um quarto 13 do comprimento do banho de vidro no forno principal. O vidro final passa em uma extremidade de trabalho 7 com fins de condicionamento térmico antes de ir para a unidade de transformação não representada e que pode ser uma instalação de vidro flutuado para a produção de vidro plano. O forno principal é equipado através de suas duas paredes laterais de duas fileiras de quatro queimadores aéreos que funcionam um após o outro. Cada queimador aéreo compreende um injetor de gás combustível alimentado com gás pelas canalizações 8 e 8', e uma admissão de ar quente 9 e 9'. As aberturas 9 e 9' desempenham alternativamente o papel de admissão de ar quente e aquele de coletor de fumaças. Para cada par injetor/admissão de ar, o injetor está situado embaixo da admissão de ar. As aberturas 9 e 9' são ligadas cada uma delas a um regenerador 10, 10'. Quando os injetores da parede 5 funcionam, aqueles da parede 5' não funcionam. Em contrapartida, as fumaças passam através das aberturas 9' da parede lateral 5' em frente a eles e o calor das fumaças é recuperado nos regeneradores 10. No final de algumas dezenas de minutos, inverte-se o funcionamento do forno principal, quer dizer que se interrompe o funcionamento dos queimadores da parede 5 (interrupção de gás combustível através da canalização 8 e interrupção de ar através das aberturas 9) e coloca-se em funcionamento os queimadores aéreos da parede 5' confrontante alimentando-se seus injetores com gás pela canalização 5' e alimentando-se com ar quente as admissões de ar 9'. O ar é quente graças ao reaquecimento pelos regeneradores 10. No final de algumas
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13/13 dezenas de minutos, inverte-se mais uma vez o funcionamento do forno e assim por diante. O forno principal é munido de uma barragem imersa 11 que favorece a formação de correias de convecção no vidro fundido.

Claims (18)

1. Dispositivo de preparação de um vidro final compreendendo um forno principal (1) de fusão de vidro com queimadores aéreos e/ou eletrodos alimentado com matérias vitrificáveis principais compreendendo um pó ou um vidro calcinado, gerando um vidro principal fundido, e um forno auxiliar (2) de combustão imersa gerando um vidro auxiliar fundido, o dito forno auxiliar (2) sendo alimentado com matérias vitrificáveis auxiliares, o dito dispositivo sendo caracterizado pelo fato de que o vidro auxiliar fundido alimenta o forno principal (1) em sua extremidade a montante no primeiro um terço (12) de seu comprimento.
2. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a superfície do banho fundido do forno principal (1) vai de 6 a 600 m2.
3. Dispositivo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que a superfície do banho fundido do forno auxiliar (2) vai de 0,5 a 15 m2.
4. Dispositivo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que a relação da superfície do banho fundido do forno principal (1) sobre aquela do banho fundido do forno auxiliar (2) vai de 10 a 1000.
5. Dispositivo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que o forno principal (1) não é equipado com agitador mecânico.
6. Processo de fabricação de um vidro final pelo dispositivo como definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 5, compreendendo:
alimentar matérias vitrificáveis auxiliares em um forno auxiliar (2) de combustão imersa;
fundir as matérias vitrificáveis auxiliares no forno auxiliar (2), produzindo um vidro auxiliar fundido;
alimentar matérias primas vitrificáveis principais compreendendo um pó ou um vidro calcinado em um forno principal (1) tendo queimadores aéreos e/ou eletrodos;
fundir as matérias vitrificáveis principais no forno principal (1), produzindo
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2/3 um vidro principal fundido;
o processo sendo caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente:
alimentar o vidro auxiliar fundido em uma porção a montante do forno principal (1), a porção a montante estando no primeiro um terço (12) a montante do comprimento do forno principal (1);
misturar o vidro auxiliar fundido e o vidro principal fundido no forno principal (1);
refinar o vidro final no forno principal (1), o vidro auxiliar tendo substancialmente a mesma composição que o vidro principal.
7. Processo de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que a duração de funcionamento do forno auxiliar (2) é inferior àquela do forno principal (1).
8. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 6 ou 7, caracterizado pelo fato de que a tiragem de vidro auxiliar representa 2% a 40% da tiragem de vidro final.
9. Processo de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que a tiragem de vidro auxiliar representa 4% a 25% da tiragem de vidro final.
10. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 6 a 9, caracterizado pelo fato de que o forno auxiliar (2) é alimentado com combustível do tipo materiais biológicos ou detritos orgânicos.
11. Processo de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de que o combustível do tipo materiais biológicos ou detritos orgânicos participa com 5 a 100% da energia total de combustão imersa gerada no forno auxiliar.
12. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 6 a 11, caracterizado pelo fato de que qualquer óxido presente no vidro principal a mais de 1% em peso está presente no vidro principal e no vidro auxiliar com teores tais que a diferença de sua porcentagem em peso nesses dois vidros não é superior a 1% de seu teor no vidro principal.
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13. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 6 a 12, caracterizado pelo fato de que as fumaças do forno auxiliar (2) são conduzidas para a atmosfera do forno principal (1).
14. Processo de fabricação de vidro plano que compreende o processo de fabricação de vidro final como definido em qualquer uma das reivindicações 6 a 13, caracterizado pelo fato de que o dito vidro final é em seguida transformado em vidro plano.
15. Processo de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que a diferença de redox dos vidros auxiliar e principal não excede 20% do menor redox.
16. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações 14 ou 15, caracterizado pelo fato de que o vidro é transformado em vidro plano em uma instalação de flutuação em um banho de metal fundido da qual a largura é superior a 2 metros.
17. Processo de fabricação de fibras de vidro que compreende o processo de fabricação de vidro final como definido em qualquer uma das reivindicações 6 a 13, caracterizado pelo fato de que o dito vidro final é em seguida transformado em fibras de vidro em uma unidade de transformação em fibras.
18. Processo de acordo a reivindicação 17, caracterizado pelo fato de que o vidro final não passa em nenhum compartimento entre o forno principal (1) e a unidade de transformação em fibras.
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