BRPI0807845A2 - Métodos para localizar uma entidade agredada a um dispositivo de localização e dispositivo de localização - Google Patents
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Description
MÉTODOS PARA LOCALIZAR UMA. ENTIDADE AGREGADA A UM DIS- POSITIVO DE LOCALIZAÇÃO E DISPOSITIVO DE LOCALIZAÇÃO
Referência Remissiva a Pedidos de Patente Relacionados 0 presente pedido de patente reivindica o be-
neficio do pedido de patente provisório U.S. N°. 60/889.426, depositado em 12 de fevereiro de 2007, cu- jos ensinamentos e exposição ficam incorporados neste contexto na sua totalidade por referência ao mesmo.
Antecedentes
Os dispositivos de rastreamento pessoais mos- traram ser de utilidade na localização de objetos per- didos e, sob aspecto mais importante, de pessoas per- didas. Tais dispositivos de rastreamento utilizam tipi- 15 camente, uma rede de Satélites de Posicionamento Global (GPS) em órbita terrestre baixa que transmite sinais de sincronização precisos provenientes de relógios atômi- cos internos. Utilizando-se fórmulas de triangulação, um dispositivo que capta sinais a partir de vários sa- 20 télites simultaneamente pode determinar a sua posição em coordenadas globais, ou seja, latitude e longitude. Assim, um objeto e/ou pessoa que carrega o dispositivo GPS pode ser localizado desde que o equipamento apro- priado e pessoal treinado esteja disponível para deter- 25 minar a localização do dispositivo de GPS. Entretanto, os sinais de GPS, da mesma forma que qualquer outro sinal de satélite, estão propensos a numerosas inter- ferências, incluindo perturbações atmosféricas, tais como erupções solares e tempestades geomagnéticas que ocorrem naturalmente. Adicionalmente, interferência gerada pelo homem também pode interromper, ou obstru- ir, os sinais de GPS. Além disso, qualquer coisa que 5 possa bloquear a luz do sol pode bloquear os sinais de GPS. Isto levanta a questão de se o GPS é confiável ou não na localização de uma pessoa perdida e perambulando que pode estar em uma construção, sob uma árvore, no mato, sob uma ponte, em um ambiente urbano, em um vei- 10 culo ou mesmo uma pessoa que caiu e está com a sua uni- dade de GPS coberta por seu próprio corpo.
Outros dispositivos de rastreamento conhecidos utilizam transmissores de emissão de sinais de rádio. Não obstante, estes tipos de dispositivos de rastrea- 15 mento requerem um dispositivo receptor dispendioso na área para receber e rastrear o sinal de rádio emitido. Assim, sem o dispositivo receptor apropriado na área e/ou pessoal treinado capaz de operar os receptores, estes dispositivos de rastreamento seriam inúteis para 20 localizar objetos perdidos e/ou pessoas desaparecidas. Descrição Breve dos Desenhos
Para uma compreensão mais completa do presente pedido de patente, dos seus objetivos e suas vantagens, faz-se agora referência à descrição seguinte tomada em conjunto com os desenhos anexos, nos quais:
A Figura 1 é um diagrama que ilustra uma con- cretização de um dispositivo de localização.
A Figura 2 é um diagrama de blocos que ilustra uma concretização de um sistema de localização para lo- calizar uma entidade vinculada ao dispositivo de loca- lização da Figura 1.
A Figura 3 é um fluxograma que ilustra uma con- cretização de um método para localizar uma entidade vinculada ao dispositivo de localização da Figura 1.
A Figura 4 é um diagrama de seqüência que ilus- tra uma concretização dos caminhos de comunicação do dispositivo de localização da Figura 1 na modalidade em espera.
A Figura 5 é um diagrama de seqüência que ilus- tra uma concretização dos caminhos de comunicação do dispositivo de localização da Figura 1 em uma modalida- de de emergência ativa; e A Figura 6 é um diagrama de seqüência que ilus-
tra uma concretização dos caminhos de comunicação do dispositivo de rastreamento da Figura 1 em uma modali- dade de não emergência.
Descrição Detalhada dos Desenhos A Figura 1 é um diagrama que ilustra uma con-
cretização de um dispositivo de rastreamento capaz de ser ativado remotamente 100. O dispositivo 100 compre- ende um módulo eletrônico 102 para transmitir e receber mensagens sobre uma rede de celulares. Em algumas con- 25 cretizações, o módulo eletrônico 102 pode ser integrado com um módulo de identidade interno 104. O módulo ele- trônico 102 compreende o processador 101 e a memória 103 para processar e armazenar dados. 0 processador 101 pode ser um ou mais microprocessadores no dispositivo eletrônico 102. 0 dispositivo 100 compreende ainda a uma fonte de energia 106 e uma antena 108. Na concreti- zação ilustrada na Figura 1, o módulo eletrônico 102, o 5 módulo de identidade interna 104, a fonte de energia 106, e a antena 108 ficam encerrados dentro de um alo- jamento superior 110 e de um alojamento inferior 112. O dispositivo 100 pode ser registrado sobre e manter conectividade de baixo nivel (ou em espera) a uma rede 10 de celular 114. A rede de celular 114 é uma rede cons- tituída de um número de células de rádio cada uma delas servida por um transmissor fixo, conhecido como uma es- tação de base. Em algumas concretizações, a rede de ce- lular 114 sustenta o padrão de Sistema Global para Co- 15 municações Móveis (GSM) para comunicações móveis. As redes GSM operam em quatro faixas de freqüências dife- rentes (bandas de freqüências de 850/900/1800/1900 MHz) . Não obstante, a maior parte das redes GSM opera nas bandas de 900 MHz ou 1800 MHz.
Em algumas concretizações, o módulo eletrônico
102 poderá ser seja um módulo GSM de banda dupla que sustenta as bandas de 900 e 1800 MHz ou pode ser um mó- dulo GSM de banda em quadra que suporta todas as faixas de freqüências de GMS. Além disso, o módulo eletrônico 25 102 pode suportar capacidades de recepção/transmissão de pacotes de dados, tais como, sendo que não se fica limitado aos mesmos, por meio de Serviço de Rádio de Pacotes Geral (GPRS). O Serviço de Rádio de Pacotes Ge- ral (GPRS) é um Serviço de Dados Móvel que proporciona velocidades de dados de 56 até 30 114 Kbps. O GPRS pode ser usado para serviços tais como acesso de Protocolo de Aplicação Sem Fio (WAP), Serviço de Mensagens Curtas 5 (SMS), Serviço de Mensagens Multimídia (MMS), e para serviços de comunicação da Internet, tais como acesso de email e World Wide Web. Por exemplo, mensagens SMS, tipicamente chamadas de mensagens de texto, podem ser enviadas utilizando-se GPRS e/ou sobre canais de con- 10 trole de rede de celular 114. Um canal de controle é um canal que permite que dados sejam transmitidos entre um dispositivo celular, tal como o dispositivo 100, e ou- tros dispositivos utilizando-se infra-estruturas de re- de de celular 114, tais como uma torre de celular, mes- 15 mo quando o dispositivo 100 não está se comunicando so- bre um canal de voz. A comunicação sobre o canal de controle permite que a rede de celular 114 determine qual o dispositivo celular de rede 100 está atualmente dentro. Além disso, o canal de controle pode ser usado 20 para enviar uma mensagem para um dispositivo celular para informar o dispositivo celular de uma chamada en- trando e para proporcionar um par de freqüências de ca- nal de voz para usar a chamada. Um canal de voz é um canal de comunicação que tem largura de banda suficien- 25 te para transportar freqüências de voz. Em algumas con- cretizações, o dispositivo 100 pode suportar outros pa- drões para transmissão de pacotes de dados e/ou comuni- cações móveis. Em algumas concretizações, o módulo eletrônico 102 pode incluir um ambiente de software incorporado que possibilita o desenvolvimento de capacidades essen- ciais, tais como conectividade móvel, conhecimento de 5 localização, e inteligência de dispositivo. Por exem- plo, o módulo eletrônico 102 pode ser usado para moni- torar o estado do dispositivo 100 e proporcionar atua- lizações remotas para o dispositivo 100 sobre os canais de controle ou tráfego da rede de celular 114. Adicio- 10 nalmente, o módulo eletrônico 102 pode conter software inerente que autentica as mensagens de entrada. O dis- positivo 100 insere um estado ativo somente na recepção de uma mensagem de ativação remota apropriadamente au- tenticada. Durante o estado ativo, o dispositivo 100 15 inicia um método para localizar uma pessoa ou entidade que está atualmente usando ou carregando o dispositivo 100, tal como será descrito ainda mais adiante. Uma en- tidade tal como referenciada neste contexto pode ser uma pessoa, animal, ou objeto inanimado. Além disso, o 20 módulo eletrônico 102 poderá proporcionar funcionalida- de capaz de iniciar uma chamada de vários partícipes entre diversos partícipes para facilitar a localização da entidade perdida.
O módulo de identidade interna 104 armazena em segurança informação específica de rede tal como, sendo que não se fica limitado à mesma, uma chave de serviço de assinante usada para autenticar e identificar um as- sinante associado com o dispositivo 100. Um assinante tal como referenciado neste contexto refere-se a uma pessoa ou entidade ocupacional à qual o dispositivo 100 se encontra associado. Por exemplo, o assinante pode ser a pessoa que utiliza ou carrega o dispositivo 100 5 ou pode ser a pessoa ou entidade responsável pelo cui- dado da pessoa que utiliza ou carrega o dispositivo 100. Além disso, o dispositivo 100 pode armazenar uma mensagem audivel pré-gravada na memória localizada no módulo eletrônico 102 ou no módulo de identidade inter- 10 no 104. A mensagem audivel pré-gravada pode ser execu- tada para proporcionar informação adicional como parte do método para localizar a pessoa ou entidade perdida vinculada ao dispositivo 100. Por exemplo, a mensagem audivel pré-gravada pode proporcionar dados biográficos 15 referentes à entidade perdida tais como, sendo que não se fica limitado aos mesmos, nome, idade, altura, pe- so, raça, e histórico médico tal como, sendo que não se fica limitado aos mesmos, alergias farmacêuticas. Além disso, a mensagem audivel pré-gravada pode propor- 20 cionar informação de contacto de um partícipe que ini- ciou a ativação do dispositivo 100.
0 dispositivo 100 é acionado pela fonte de po- tência 106. A fonte de potência 106 pode incluir uma ou mais baterias recarregáveis e/ou descartáveis. Em 25 algumas concretizações a fonte de potência 106 pode ser pelo menos uma ou uma combinação de baterias do tipo de ions de lítio, uma bateria de polímero de lítio, uma bateria do tipo hidreto de metal de níquel (NiMH) e/ou outros tipos de células eletroquimicas. Em algumas con- cretizações, a fonte de potência 106 também pode incor- porar energia de potência solar ou ser baseada em ener- gia cinética.
A antena 108 é um transdutor projetado para
transmitir ou receber ondas eletromagnéticas. Em outras palavras, antena 108 converte as ondas eletromagnéticas em corrente elétrica e vice versa. O dispositivo 100 usa a antena 108 para transmitir e receber sinais de 10 rádio-freqüência provenientes da rede de celular 114. Em algumas concretizações, a antena 108 pode ser uma antena de retalho de micro tira. Uma antena de retalho de micro tira é uma antena de feixe amplo, faixa es- treita, fabricada por meio de causticação do padrão de 15 elemento de antena em resíduo de metal ligado a um substrato dielétrico isolante com uma camada de metal contínua ligada ao lado oposto do substrato que forma um plano de terra.
Na concretização ilustrada na Figura 1, o dis- 20 positivo 100 compreende o alojamento superior 110 e o alojamento inferior 112 para encerrar os componentes internos do dispositivo 100. Entretanto, deverá ser compreendido que os componentes do dispositivo 100 po- dem ser encerrados por qualquer número de meios. Em al- 25 gumas concretizações, o dispositivo 100 pode ser confi- gurado com conexões e indicadores externos mínimos a fim de manter um perfil físico pequeno e distinto. Em algumas concretizações, o dispositivo 100 pode incluir conexões eletrônicas para a recarga da fonte de potên- cia 106. Além disso, em algumas concretizações, o dis- positivo 100 pode ter um indicador tal como, sendo que não se fica limitado aos mesmos, uma luz de LED ou um 5 display gráfico, indicando uma carga de bateria restan- te aproximada.
Em algumas concretizações o dispositivo 100 po- de ser à prova de respingos ou à prova de água. A fim de manter a discrição do dispositivo 100, em algumas concretizações o dispositivo 100 pode ser dissimulado como um item acessório. Por exemplo, o item acessório pode incluir, sendo que não se fica limitado aos mes- mos, a incorporação do dispositivo 100 como parte de um colar, uma pulseira, e/ou como um alfinete de lapela para permitir a um usuário utilizar o dispositivo 100 ou carrear o dispositivo 100 no próprio usuário. Além disso, em algumas concretizações, o dispositivo 100 po- derá incluir um componente de sistema de posicionamento global 116. Permitindo desta maneira que o dispositivo 100 seja localizado utilizando-se diversas técnicas de localização.
A Figura 2 é um diagrama de blocos que ilustra uma concretização de um sistema de localização 200 para localizar uma entidade 202 vinculada e/ou associada com 25 o dispositivo 100. Um participe solicitante de resposta 204 reporta a entidade 202 como perdida para o centro de operação 206. O centro de operação 206 é um local a partir do qual pessoal treinado pode obter acesso a in- formação relacionada com o dispositivo 100 e comunicar- se com o dispositivo 100 sobre a rede de celular 114. O centro de operação 206 recupera informação referente à entidade 202, partícipe solicitante de resposta 204, e dispositivo 100 a partir da base de dados de assinante 208. A base de dados de assinante 208 pode ser qualquer tipo de armazenamento de dados incluindo, sendo que não se fica limitado à mesma, uma base de dados rela- cionai. A base de dados de assinante 208 pode ser uma base de dados local no centro de operação 206 ou pode ser localizada remotamente. O centro de operação 206 verifica a identidade do partícipe solicitante de res- posta 204 utilizando os dados recuperados a partir da base de dados de assinante 208. Por exemplo, o partíci- pe solicitante de resposta 204 pode ter de proporcionar um número de identificação pessoal (PIN) coincidente com um PIN de autorização armazenado na base de dados de assinante 208. Quando da verificação apropriada, o centro de operação 206 determina um dispositivo 100 particular associado com a entidade 202 e transmite uma mensagem sobre uma porta de comunicações 210 para o dispositivo 100 particular. A porta de comunicações 210 permite o envio e recebimento de mensagens para ou pro- venientes dos dispositivos, tais como, sendo que não se fica limitado ao mesmo, o dispositivo 100, e é usa- da para proporcionar conectividade de rede para tercei- ros. A porta de comunicações 210 transmite a mensagem para a rede de celular 114 onde ela é recebida por um operador de rede móvel (MNO) 212.
0 operador de rede móvel 212, também conhecido como um provedor de serviço sem fio, é uma companhia que proporciona serviços para os assinantes de celula- 5 res. Em algumas concretizações, o operador de rede mó- vel 212 é um provedor de uma rede de Sistema Global pa- ra Comunicações Móvel (GSM) . 0 operador de rede móvel 212 envia a mensagem para um Centro de Chaveamento Mó- vel (MSC) 214. 0 Centro de Chaveamento Móvel 214 é uma 10 central telefônica que proporciona chamadas de circuito comutado, gerenciamento de mobilidade, e serviços de GSM para os dispositivos celulares que peregrinam den- tro da área que ele atende. 0 Centro de Chaveamento mó- vel 214 comunica-se com o Subsistema de Estação de Base 15 (BSS) 216. 0 Subsistema de Estação de Base 216 é a se- ção de rede de celular 114 responsável pelo manuseio do tráfego e sinalização entre um dispositivo celular e um subsistema de comutação de rede. 0 Subsistema de Esta- ção de Base 216 realiza a transcodificação de canais de 20 voz, alocação de canais de rádio para fones móveis, pa- ginação, gerenciamento de qualidade de transmissão e recepção sobre a interface de ar e muitas outras tare- fas relacionadas com a rede de rádio. 0 centro de comu- tação móvel 214 também se comunica com o Centro de Lo- 25 calização Móvel de Porta (GMLC) 218 para proporcionar serviços de localização para o Ponto de Resposta de Se- gurança Pública (PSAP) 220. 0 Ponto de Resposta de Se- gurança Pública 220 é uma agência, tipicamente contro- Iada pelo município ou pela cidade, responsável pela resposta a chamadas de emergência ou de atendimento pú- blico, tais como chamadas 9-1-1 para atendimento de e- mergência pela polícia, incêndio, e serviços de ambu- 5 lância.. Os expedidores de emergência que trabalham no Ponto de Resposta de Segurança Pública 220 são capazes de determinar a localização do dispositivo 100 alguma forma de radio locação, tal como descrito adicionalmen- te mais adiante, e informação proporcionada pelo Centro 10 de Localização Móvel de Porta (GMLC) 218. Em algumas concretizações, tais como no caso de chamadas que não são de emergência, o Ponto de Resposta de Segurança Pú- blica (PSAP) 220 pode não ser contactado. Em vez disso, poderá ser contactado um número predeterminado tal co- 15 mo, por exemplo, sendo que não se fica limitado ao mesmo, um número associado com o centro de operação 20 6 ou partícipe solicitante de resposta 204.
Com referência agora à Figura 3, apresenta-se um fluxograma 300 que ilustra uma concretização de um 20 método para localizar uma entidade vinculada e/ou asso- ciada com o dispositivo 100. O método na Figura 3 pode ser implementado por um microprocessador em um compo- nente do dispositivo 100 tal como, sendo que não se fica limitado ao mesmo, o módulo eletrônico 102. 0 mé- 25 todo começa pela inicialização do dispositivo 100 (blo- co 302). Parte do processo de inicialização do disposi- tivo 100 no bloco 302 inclui prover o dispositivo 100 com as configurações com as quais obtém acesso a vários serviços tais como Protocolo de Aplicação Sem Fio (WAP) ou Serviço de Mensagens Multimídia (MMS) . O WAP é um padrão internacional aberto para aplicações que utili- zam comunicação sem fio tal como acesso de habilitação
à Internet a partir de um dispositivo celular. O Servi- ço de Mensagens Multimídia é um padrão que permite en- viar mensagens de texto tais como em mensagens de Ser- viço de Mensagens Curtas (SMS) adicionalmente aos obje- tos multimídia. Além disso, o dispositivo 100 realiza 10 um processo de registro que com a rede de celular 114 para obter acesso e/ou usar a rede de celular 114. Uma vez que o dispositivo 100 completa o bloco 302, o dis- positivo 100 entra em uma modalidade de espera.
Na modalidade de espera, o dispositivo 100 é capaz de comunicar-se com a rede de celular 114 sobre os canais de controle da rede de celular 114 ao mesmo tempo em que mantém um estado de baixa potência. Em al- gumas concretizações, o dispositivo 100 executa atuali- zações de localização periódicas e verificações de es- tado que incluem, sendo que não se fica limitado à mesma, verificação de estado da fonte de potência 106 (bloco 304). Se o dispositivo 100 detectar um erro e/ou se a fonte de potência 106 estiver baixa (bloco 306), o dispositivo 100 pode enviar uma mensagem de notificação sobre os canais de controle da rede de celular 114 para o centro de operação 206 e/ou para o partícipe solici- tante de resposta 204 (bloco 308). Em algumas concreti- zações, para preservar o consumo de potência do dispo- sitivo 100, as verificações periódicas são realizadas apenas depois do recebimento de uma mensagem provenien- te do centro de operação 206 que contém um pedi- do/comando de estado. Neste caso, mesmo se o disposi- tivo estiver operando apropriadamente, o estado do dis- positivo 100 pode ser reportado de volta ao centro de operação 206.
O dispositivo 100 também pode receber mensagens de ativação enquanto na modalidade em espera. Uma men- sagem de ativação pode ser um sinal específico que ati- va o dispositivo 100 quando recebido e/ou pode conter um comando quando executado ativa o dispositivo 100. No recebimento de uma mensagem de ativação, o dispositivo 100 determina se a mensagem de ativação recebida é vá- lida (bloco 310). Em algumas concretizações, a mensagem de ativação pode ser criptografada e requer decodifica- ção apropriada antes de o dispositivo 100 poder entrar em um estado ativo. O algoritmo/método de criptografia pode incluir métodos assimétricos/simétricos de cripto- grafia ou qualquer outro método de criptografia. Em al- gumas concretizações, o dispositivo 100 pode autenticar uma mensagem de ativação e/ou a localização/linha que transmitiu a mensagem de ativação. Ao assegurar-se a mensagem de ativação, o dispositivo 100 não pode entrar de forma errante no estado ativo pelo recebimento de uma mensagem de ativação não autorizada. Ao autenticar apropriadamente uma mensagem de ativação recebida, o dispositivo 100 determina se a ativação de emergência está autorizada (bloco 312).
Se for recebida uma autorização de ativação de emergência, o dispositivo 100 inicia automaticamente uma chamada e911 sobre o canal de voz da rede de celu- lar 114 para um Ponto de Resposta de Segurança Pública 220 (bloco 314). Uma autorização de ativação de emer- gência pode ser um sinal especifico indicando ao dispo- sitivo 100 para iniciar o processo de emergência quando recebido e/ou pode conter um comando quando executado para ativar o processo de emergência do dispositivo 100. Em algumas concretizações, o dispositivo 100 pode iniciar automaticamente uma chamada e911 sobre um canal de controle/dados da rede de celular 114 para um Ponto de Resposta de Segurança Pública 220 (bloco 314). Por exemplo, o Ponto de Resposta de Segurança Pública 220 pode ser equipado para receber mensagens de texto e/ou vídeos de pedido de assistência. Nestas concretizações, o dispositivo 100 pode transmitir uma corrente de dados predeterminados armazenados para o Ponto de Resposta de Segurança Pública 220 que proporciona informação acerca da entidade que está desaparecida e/ou informação de contacto para o partícipe que iniciou a ativação do dispositivo 100. 0 serviço intensificado 911 (e911) é um recurso da North American Telephone Network (NANP) do sistema de chamada de emergência 911 que associa au- tomaticamente um endereço físico com o número de tele- fone dos partícipes que efetuam a chamada conforme re- querido pelo Wireless Communications and Public Safety Act of 1999. No caso de uma linha terrestre, isto pode ser realizado utilizando-se um diretório de telefone. No caso de um dispositivo móvel, tal como o dispositivo 100, isto pode ser efetuado, sendo que não se fica li- mitado ao mesmo, utilizando-se alguma forma de radio locação. A radio locação utiliza estações de base de rede de celular 114 para determinar a localização do dispositivo 100. Muito freqüentemente, isto é realizado através de triangulação entre torres de rádio. A loca- lização do dispositivo 100 pode ser determinada de vá- rias maneiras incluindo, sendo que não se fica limita- do às mesmas, Ângulo de Chegada (AOA), Diferença de Tempos de Chegada (TDOA) , e/ou pelo uso de assinaturas de localização. 0 Ângulo de Chegada (AOA) requer pelo menos duas torres, localizando a pessoa que faz a cha- mada no ponto onde as linhas ao longo dos ângulos a partir de cada torre se cruzam. A Diferença de Tempos de Chegada (TDOA) é similar ao GPS utilizando multila- teração, exceto que são as redes que determinam a dife- rença de tempos e, portanto, a distância a partir de cada torre. A assinatura de localização utiliza "im- pressão digital" para padrões de armazenamento e revo- cação (tais como múltiplos caminhos) cujos sinais de fone móveis são conhecidos como exibindo diferentes lo- calizações em cada uma das células.
Em algumas concretizações, o dispositivo 100 executa uma mensagem audível pré-gravada em resposta à determinação de que a chamada e911 foi respondida pelo Ponto de Resposta de Segurança Pública 220. Adicional- mente, em algumas concretizações, o dispositivo 100 po- de enviar uma mensagem de confirmação para um partici- pe, tal como, sendo que não se fica limitado ao mesmo, 5 o centro de operação 206, que transmitiu o comando de ativação confirmando que a chamada foi colocada e res- pondida. 0 dispositivo 100 mantém a conexão com o Ponto de Resposta de Segurança Pública 220 até ser recebida uma mensagem de desativação a partir do centro de ope- 10 ração 206 (bloco 316) . Em algumas concretizações, a mensagem de desativação pode ser transmitida por um participe no Ponto de Resposta de Segurança Pública 220, bem como pelo centro de operação 206. A desativa- ção pode ocorrer para preservar a fonte de potência 106 15 do dispositivo 100. A mensagem de desativação também pode requerer autenticação. Ao receber e/ou autenticar a mensagem de desativação, o dispositivo 100 retorna para uma modalidade em espera (bloco 318). O dispositi- vo 100 pode ser reativado uma vez que pessoal de emer- 20 gência se encontre na vizinhança do dispositivo 100. Além disso, em algumas concretizações, o dispositivo 100 poderá retornar automaticamente para a modalidade em espera para preservar a potência depois de um tempo ou evento predeterminado, tal como, sendo que não se 25 fica limitado ao mesmo, quando um sinal de celular é perdido. Neste caso, o dispositivo 100 pode reiniciar automaticamente uma chamada e911 depois de ser detecta- do um sinal. Se no bloco 312 for recebida uma autorização de não emergência, o dispositivo 100 determina se foi re- cebido um comando de atualização para realizar progra- mação sobre o ar (OTA) (bloco 320). A programação OTA é um método de distribuição de novas atualizações de software/suporte lógico inalterável para dispositivos celulares que têm as configurações para acessar servi- ços tais como WAP ou MMS. Na eventualidade de ter sido recebido um comando de atualização, o dispositivo 100 realiza atualizações de OTA (bloco 322). A funcionali- dade de atualizações de OTA possibilita a adaptação flexível dos recursos do dispositivo 100 a condições variáveis. Por exemplo, o dispositivo 100 pode inicial- mente ser configurado para originar chamadas E911 de emergência somente, mas no futuro o assinante pode de- sejar tomar em consideração serviços de geo-localização de não-emergêncía. Esta mudança de capacidades de soft- ware pode ser realizada de forma sem fio utilizando-se programação de OTA sob a direção do centro de operação 206. Se no bloco 320 não for recebido um comando de a- tualização, o dispositivo 100 realiza funcionalidade de não-emergência pela iniciação de uma chamada sobre um canal de voz da rede de celular 114 para um número pre- determinado, tal como o centro de operação 206 (bloco 322). Por exemplo, isto pode ocorrer no caso de o par- tícipe solicitante de resposta 204 reportar para o cen- tro de operação 206 que o dispositivo 100 está preso a um animal de estimação perdido. 0 dispositivo 100 man- tém a conexão até ser recebida uma mensagem de desati- vação (bloco 316). 0 dispositivo 100 então retorna para uma modalidade em espera (bloco 318).
Δ Figura 4 é um diagrama de seqüências 400 que 5 ilustra uma concretização dos caminhos de comunicação entre o centro de operação 206 e o dispositivo 100 na modalidade em espera. Na concretização ilustrada na Fi- gura 4, três tipos de mensagens/comandos são transmiti- dos sobre um canal de controle/mensagem 408 da rede de 10 celular 114. A rede de celular 114 também inclui canais de tráfego (voz/dados), tal como o canal de tráfego (voz/dados) 409.
Durante a troca de mensagens 402, o centro de operação 206 transmite um pedido de verificação de saú- 15 de 410 para o dispositivo 100. O dispositivo 100 res- ponde com uma resposta de verificação de saúde 412. O centro de operação 206 pode então transmitir uma res- posta, uma confirmação de verificação de saúde 414, confirmação de recebimento de resposta de verificação 20 de saúde 412.
Na troca de mensagens 404, durante uma verifi- cação periódica, tal como descrita anteriormente, o dispositivo 100 pode determinar que a fonte de potência 106 está baixa. Em resposta, o dispositivo 100 pode i- 25 niciar uma mensagem de alarme 420 notificando o centro de operação 206 de que a fonte de potência 106 está baixa. Em algumas concretizações, o centro de operação 206 pode enviar uma confirmação de mensagem de alarme 422 em resposta ao recebimento da mensagem de alarme 420. O centro de operação 206 pode então notificar o participe solicitante de resposta 204 de que o disposi- tivo 100 requer que a fonte de potência 106 seja recar- regada e/ou substituída. Em algumas concretizações, o dispositivo 100 pode transmitir diretamente mensagem de alarme 420 para notificar um assinante, tal como um partícipe solicitante de resposta 204 que a fonte de potência 106 está baixa. Adicionalmente, o dispositivo 100 pode ativar automaticamente um indicador no dispo- sitivo 100, tal como uma luz de LED para indicar que a fonte de potência 106 está baixa. Em algumas concreti- zações, o centro de operação 206 pode ativar remotamen- te o indicador no dispositivo 100.
Durante a troca de mensagens 406, o centro de operação 206 pode transmitir um comando de ativação 430. O dispositivo 100 pode então continuar como des- crito nas concretizações ilustradas na Figura 3. Além disso, o dispositivo 100 pode enviar uma confirmação de comando de ativação 432 em resposta ao recebimento do comando de ativação 4 30.
A Figura 5 é um diagrama de seqüências 500 que ilustra uma concretização dos caminhos de comunicação do dispositivo 100 na modalidade de emergia ativa. Na troca de mensagens 502, depois de receber e de verifi- car o comando de ativação 4 30 como autorização de uma ação de emergência, o dispositivo 100 inicia uma chama- da E911 510 sobre o canal de tráfego (voz/dados) 409 para o Ponto de Resposta de Segurança Pública 220. O Ponto de Resposta de Segurança Pública 220 determina a localização do dispositivo 100 com base na localização de onde a chamada foi iniciada dentro da rede de celu- 5 lar 114. 0 dispositivo 100 então transmite sobre o ca- nal de controle/mensagem 408 uma mensagem 512 indicando que foi iniciada uma chamada E911. Uma vez que o dispo- sitivo 100 determina que a chamada 911 foi concluída, o dispositivo 100 transmite sobre o canal de contro- 10 le/mensagem 4 08 uma mensagem 514 indicando que a chama- da 911 foi concluída. Em algumas concretizações, o dis- positivo 100 pode iniciar uma conexão entre o centro de operação 206 e o Ponto de Resposta de Segurança Pública 220.
Em algumas concretizações, o centro de operação
206 pode desativar o dispositivo 100 e fazer retornar o dispositivo 100 à modalidade em espera para preservar a fonte de potência 106. Por exemplo, durante a troca de mensagens 504, o centro de operação 206 pode enviar ao 20 dispositivo 100 um comando de desativação 520 sobre o canal de controle/mensagem 408. 0 dispositivo 100 pode retornar uma confirmação de comando de desativação 522 em resposta seja ao recebimento do comando de desativa- ção 520 e/ou em resposta à desativação realmente do 25 dispositivo 100.
A Figura 6 é um diagrama de seqüências 600 que ilustra uma concretização dos caminhos de comunicação entre o centro de operação 206 e o dispositivo 100 na modalidade de não-emergência ativa. Na concretização ilustrada na Figura 6 durante a troca de mensagens 602, o dispositivo 100 transmite dados telemáticos 610 para o centro de operação 206 sobre o canal de tráfego (vo- z/dados) 409. Os dados telemáticos 610 compreendem quaisquer dados que são enviados, recebidos, e/ou arma- zenados por intermédio de dispositivos de telecomunica- ções. Os dados telemáticos 610 podem ser usados pelo centro de operação 206 para determinar a localização e proporcionar atualizações para o dispositivo 100 em si- tuações de não-emergência. O centro de operação 206 po- de retornar uma confirmação 612 de que os dados telemá- ticos 610 foram recebidos sobre o canal de contro- le/mensagem 408.
Adicionalmente, durante a troca de mensagens 604, o centro de operação 206 pode atualizar o disposi- tivo 100 em tempo real tal como, sendo que não se fica limitado aos mesmos, troca dos parâmetros defeituosos do dispositivo 100 sobre o canal de tráfego (voz/dados) 409. Por exemplo, o centro de operação 206 pode trans- mitir dados de atualização telemáticos 614 para trocar o parâmetro de tempo de ativação defeituoso para manter
o dispositivo 100 ativado durante um período de tempo mais longo ou mais curto durante uma situação de emer- gência e/ou atualizar a mensagem audível previamente gravada ou a corrente de dados predeterminada. O dispo- sitivo 100 pode transmitir uma confirmação de atualiza- ção 616 em resposta à realização das atualizações rece- bidas.
Durante a troca de mensagens 606, o centro de operação 206 pode enviar ao dispositivo 100 um comando de desativação 620 sobre o canal de controle/mensagem 5 408. O dispositivo 100 pode fazer retornar uma confir- mação de comando de desativação 622 em resposta seja ao recebimento do comando de desativação 620 e/ou em res- posta ao dispositivo 100 de fato desativado.
Conseqüentemente, as concretizações ilustrati- vas proporcionam um sistema de localização 200 para au- xiliar pessoal de emergência na localização de uma en- tidade, tal como uma pessoa desaparecida, carregando ou usando um dispositivo de localização tal como o dispo- sitivo 100. O sistema de localização 200 proporciona um método e aparelhagem mais seguros para a localização de uma entidade desaparecida do que outros métodos de lo- calização pela superação dos problemas associados com outros métodos de localização tais como descritos ante- riormente. Por exemplo, a entidade vinculada ao dispo- sitivo 100 não precisa realizar qualquer ação para ati- var o dispositivo 100, o que é crucialmente importante no caso de uma pessoa idosa ou uma criança menor con- fundida. Além disso, as concretizações ilustrativas po- dem ser implementadas no sistema E911 atual sem reque- rer os custos adicionais associados com a compra de e- quipamento de rastreamento especial e/ou sem requerer treinamento pessoal. Além disso, as concretizações i- lustrativas proporcionam um método e aparelhagem para localizar uma entidade em situações de não-emergência e para atualizar o dispositivo 100 de forma sem fio sobre a rede de celular 114.
Claims (22)
1. Método para localizar uma entidade agregada a um dispositivo de localização, caracterizado por com- preender : receber, no dispositivo de localização, uma mensagem sobre um canal de controle de uma rede de ce- lular; e em resposta à recepção da mensagem, iniciar automaticamente uma chamada sobre um canal de voz da rede de celular para um número predeterminado para permitir a um participe responder à chamada para de- terminar uma localização do dispositivo de localiza- ção .
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender ainda autenticar a men- sagem.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender ainda: executar uma mensagem audível pré-gravada que proporciona informação acerca da entidade que está de- saparecida na resposta para determinar que a chamada foi respondida.
4. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender ainda atualizar remota- mente o dispositivo de localização.
5. Método, de acordo com a reivindicaçãol, caracterizado por compreender ainda transmitir um sta- tus do dispositivo de localização para um centro de operação sobre o canal de controle da rede de celular.
6. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender ainda iniciar, pelo dis- positivo de localização, uma chamada multi-partícipes entre o partícipe que responde à chamada e um partíci- pe que transmitiu a mensagem.
7.Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender ainda enviar uma mensa- gem de confirmação para um partícipe que transmitiu a mensagem confirmando que a chamada foi colocada.
8. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a chamada ser colocada em um ponto de resposta de segurança pública.
9. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender ainda executar uma men- sagem audível pré-gravada que proporciona informação de contacto para um partícipe que transmitiu a mensa- gem.
10. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender ainda: em resposta a um status indicando que uma fonte de potência do dispositivo de localização está baixa, transmitir uma notificação remota para um partícipe de que a fonte de potência está baixa.
11. Dispositivo de localização, caracterizado por compreender: um módulo eletrônico para receber, no disposi- tivo de localização, uma mensagem sobre um canal de controle da rede de celular; e para iniciar automati- camente uma chamada sobre um canal de voz da rede de ceiuiar para um número predeterminado em resposta ao recebimento de uma mensagem para permitir a um partí- cipe responder a uma chamada para determinar uma loca- lização do dispositivo de localização.
12. Dispositivo de localização, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado por compreender ain- da : memória para armazenar uma mensagem audivel pré-gravada; e um processador para executar a mensagem audí- vel pré-gravada em resposta à determinação de que a chamada foi respondida.
13. Dispositivo de localização, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado por compreender ain- da memória para armazenar informação de identificação de um assinante associado com o dispositivo de locali- zação .
14. Dispositivo de localização, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado por compreender ain- da um processador para iniciar uma chamada de múlti- plos partícipes entre o partícipe que responde à cha- mada e um partícipe que transmite o comando de ativa- ção.
15.Dispositivo de localização, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado por ser dissimulado como um item acessório.
16.Dispositivo de localização, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado por compreender ain- da um componente de sistema de posicionamento global.
17. Dispositivo de localização, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado por compreender ain- da um processador para fazer retornar o dispositivo para uma modalidade inativa de potência mais baixa.
18. Método para localizar uma entidade agre- gada a um dispositivo de localização, caracterizado por compreender: receber, no dispositivo de localização, uma mensagem sobre uma rede de celular; e em resposta à recepção da mensagem, iniciar automaticamente uma chamada e911 sobre a rede de celu- lar para permitir a um partícipe responder a uma cha- mada para determinar uma localização do dispositivo de localização.
19. Método para localizar uma entidade agre- gada a um dispositivo de localização, caracterizado por compreender: receber, no dispositivo de localização, uma mensagem criptografada sobre uma rede de celular; e em resposta à mensagem de autenticação, inici- ar automaticamente uma chamada sobre a rede de celular para possibilitar a um partícipe responder à chamada para determinar uma localização do dispositivo de lo- calização .
20. Método para localizar uma entidade agre- gada a um dispositivo de localização, caracterizado por compreender: receber, no dispositivo de localização, uma mensagem criptografada sobre uma rede de celular; e em resposta ao recebimento da mensagem iniciar automaticamente uma chamada sobre a rede de celular ande executar uma mensagem audivel pré-gravada para possibilitar a um participe responder à chamada para determinar uma localização do dispositivo de localiza- ção.
21. Método para localizar uma entidade agre- gada a um dispositivo de localização, caracterizado por compreender: receber, no dispositivo de localização, uma mensagem sobre um canal de controle de uma rede de ce- lular; e em resposta ao recebimento da mensagem, inici- ar automaticamente uma chamada sobre um canal de dados da rede de celular para um número predeterminado para permitir a um partícipe responder à chamada para de- terminar uma localização do dispositivo de localiza- ção .
22. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender ainda: transmitir uma corrente de dados predetermina- dos que proporcionam informação acerca da entidade que está desaparecida em resposta à determinação de que a chamada foi respondida.
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