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BRPI0806295A2 - transmissão de pilotos em sistema de comunicação sem fio - Google Patents

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BRPI0806295A2
BRPI0806295A2 BRPI0806295-1A BRPI0806295A BRPI0806295A2 BR PI0806295 A2 BRPI0806295 A2 BR PI0806295A2 BR PI0806295 A BRPI0806295 A BR PI0806295A BR PI0806295 A2 BRPI0806295 A2 BR PI0806295A2
Authority
BR
Brazil
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pilot
terminal
parameter
scramble sequence
sector
Prior art date
Application number
BRPI0806295-1A
Other languages
English (en)
Inventor
Aamod Khandekar
Alexei Gorokhov
Mohammad J Borran
Rajat Prakash
Original Assignee
Qualcomm Inc
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
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Publication date
Application filed by Qualcomm Inc filed Critical Qualcomm Inc
Publication of BRPI0806295A2 publication Critical patent/BRPI0806295A2/pt

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Abstract

TRANSMISSãO DE PILOTOS EM SISTEMA DE COMUNICAçãO SEM FIO. São descritas técnicas para transmitir piloto e dados de tráfego. Sob um aspecto, um terminal pode embaralhar seu piloto com uma sequência de embaralhamento gerada com base em um conjunto de parâmetros estáticos e dinâmicos. O(s) parâmetro(s) estático(s) têm valor fixo para uma sessão de comunicação inteira para o terminal. O(s) parâmetros(s) dinâmico(s) têm valor variável durante a sessão de comunicação. O terminal pode gerar uma sequência de ernbaralhamento realizando hash do conjunto de parâmetros Qe modo a obter uma semente e inicializando um gerador de PN com a semente. O terminal pode em seguida gerar o piloto com base na sequência de embaralhamento. Sob outro aspecto, o terminal pode utilizar diferentes sequências de embaralhamento para piloto e dados de tráfego. Uma primeira sequência de embaralhamento pode ser gerada com base em um primeiro conjunto de parâmetros e utilizada para gerar o piloto. Uma segunda sequência de embaralhamento pode ser gerada com base em um segundo conjunto de parâmetros e utilizada para embaralhar dados de tráfego.

Description

"TRANSMISSÃO DE PILOTOS EM SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SEM FIO"
O presente pedido reivindica prioridade para o pedido norte-americano No. de Série 60/883 758, intitulado "SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SEM FIO", depositado a 5 de janeiro de 2007, para o pedido norte-americano No. de Série 60/883 870, intitulado "TRANSMISSÃO DE SINAIS PILOTO PARA UM SISTEMA DE COMUNICAÇÃO SEM FIO", depositado a 8 de janeiro de 2007, todos cedidos ao cessionário deste e aqui incorporados à guisa· de referência.
FUNDAMENTOS
I. CAMPO
A presente revelação refere-se de maneira geral a comunicações e, mais especificamente, a técnicas para transmitir piloto em um sistema de comunicação sem fio.
II. FUNDAMENTOS
Os sistemas de comunicação sem fio são amplamente utilizados para prover diversos serviços de comunicação, tais como voz, video, dados em pacote, troca de mensagens, broadcast, etc. Estes sistemas sem fio podem ser sistemas de acesso múltiplo capazes de suportar vários usuários pelo compartilhamento dos recursos de sistema disponíveis. Exemplos de tais sistemas de acesso múltiplo incluem sistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Código (CDMA), sistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo (TDMA), sistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Freqüência (FDMA), Sistemas FDMA Ortogonal (OFDMA) e sistemas FDMA de Única Portadora (SC-FDMA).
Um sistema de comunicação sem fio pode incluir muitas estações base que podem suportar comunicação para muitos terminais nos link direto e reverso. O link direto (ou downlink) refere-se ao link de comunicação das estações base para os terminais, e o link reverso (ou uplink) refere-se ao link de comunicação dos terminais para as estações base. Os terminais podem ser localizados em qualquer lugar dentro do sistema, e cada terminal pode estar dentro da cobertura de zero, uma ou várias estações base a qualquer dado momento. Um terminal pode transmitir um piloto no link reverso de modo a permitir que as estações base detectem o terminal. 0 piloto pode ser também utilizado para estimar as condições de canal para o terminal, para atribuir o terminal a uma estação base apropriada que possa servir o terminal de maneira eficaz e/ou para outros fins. 0 piloto transmitido pelo terminal, embora útil, representa overhead.
Há, portanto, necessidade na técnica de técnicas para transmitir de maneira eficaz piloto no link reverso.
SUMÁRIO
São aqui descritas técnicas para transmitir dados piloto e de tráfego por um terminal no link reverso. Sob um aspecto, o terminal pode embaralhar seu piloto com uma seqüência de embaralhamento gerada com base em um conjunto de parâmetros, que pode incluir pelo menos um parâmetro estático e possivelmente pelo menos um parâmetro dinâmico.
O pelo menos um parâmetro estático pode ter valor fixo para uma sessão de comunicação inteira para o terminal, pode ser determinado durante o acesso inicial ao sistema pelo terminal, e pode ser independente de um setor servidor para o terminal. O pelo menos um parâmetro dinâmico pode ter valor variável durante a sessão de comunicação e pode incluir um parâmetro para o tempo do sistema. Uma seqüência de embaralhamento pode ser gerada com base no conjunto de parâmetros, como, por exemplo, executando-se hashing no conjunto de parâmetros de modo a se obter uma semente e em seguida inicializando-se um gerador de números pseudo- aleatórios (PN) com a semente (seed). Um piloto pode então ser gerado com base na seqüência de embaralhamento, como, por exemplo, pelo embaralhamento de dados piloto com a seqüência de embaralhamento, de modo a se obterem dados piloto embaralhados, e em seguida pela geração de Símbolos Piloto com base nos dados piloto embaralhados.
Sob outro aspecto, o terminal pode utilizar diferentes seqüências de embaralhamento para dados piloto e de tráfego. Uma primeira seqüência de embaralhamento pode ser gerada com base em um primeiro conjunto de parâmetros. Um piloto pode ser gerado com base em um segundo conjunto de parâmetros. Dados de tráfego podem ser embaralhados com base na segunda seqüência de embaralhamento de modo a se obterem dados de tráfego embaralhados, que podem ser enviados ao setor servidor. O primeiro conjunto pode incluir pelo menos um parâmetro independente do setor servidor. O segundo conjunto pode incluir pelo menos mm parâmetro dependente do setor servidor. Os primeiro e segundo conjuntos podem incluir, cada um, um parâmetro dinâmico, como, por exemplo, um parâmetro para o tempo do sistema.
Diversos aspectos e características da revelação são descritos em mais detalhes a seguir.
DESCRIÇÃO RESUMIDA DOS DESENHOS
A Figura 1 mostra um sistema de comunicação sem fio.
A Figura 2 mostra uma estrutura de superquadços para o link reverso.
A Figura 3 mostra um diagrama de blocos de um terminal e dois setores/estações base.
A Figura 4 mostra um diagrama de blocos de um processador de transmissão.
A Figura 5 mostra um diagrama de blocos de um processador de pilotos de transmissão (TX) . A Figura 6 mostra um diagrama de blocos de um processador de recepção.
A Figura 7 mostra vim processo para transmitir piloto pelo terminal.
A Figura 8 mostra um equipamento para transmitir piloto.
A Figura 9 mostra um processo para receber piloto por um setor/estação base.
A Figura 10 mostra um equipamento para receber piloto.
A Figura 11 mostra um processo para transmitir dados piloto e de tráfego.
A Figura 12 mostra um equipamento para transmitir dados piloto e de tráfego.
A Figura 13 mostra um processo para receber dados piloto e de tráfego por um setor.
A Figura 15 mostra um equipamento para receber dados piloto e de tráfego.
DESCRIÇÃO DETALHADA
A Figura 1 mostra um sistema de comunicação sem fio 100 com várias estações base. Um sistema sem fio pode ser também referido como rede de acesso (AN). Os termos "sistema" e "rede" são freqüentemente utilizados de maneira intercambiável· Para simplificar, apenas três estações base 110, 112 e 114 são mostradas na Figura 1. Uma estação base pode ser também referida como um ponto de acesso (AP), um Nó B, um Nó evoluído, etc. Cada estação base é uma estação proporciona cobertura de comunicação a uma área geográfica específica. 0 termo "célula" pode referir-se a uma estação base e/ou sua área de cobertura dependendo do contexto no qual o termo é utilizado. Para se aperfeiçoar a capacidade do sistema, uma área de cobertura de estação base pode ser particionada em várias (três, por exemplo) áreas menores. Cada área menor pode ser servida por um respectivo subsistema de estação base. 0 termo "setor" pode referir-se à menor área de cobertura de uma estação base e/ou um sub- sistema de estação base que servem esta área de cobertura. As técnicas aqui descritas podem ser utilizadas em um sistema com células setorizadas assim como em um sistema com células não setorizadas. Para maior clareza, as técnicas são descritas a seguir para um sistema com células setorizadas. Na descrição seguinte, os termos "setor" e "estação base" são utilizados de maneira intercambiável. As estações base 110, 112 e 114 correspondem aos setores A, B e C, respectivamente.
Para uma arquitetura centralizada, um controlador de sistema 130 pode acoplar-se às estações base e proporciona coordenação e controle para estas estações base. O controlador de sistema 130 pode ser uma única entidade de rede ou uma reunião de entidades de rede. Para uma arquitetura distribuída, as estações base podem comunicar-se umas com as outras, conforme necessário.
Um terminal 120 pode ser localizado em qualquer lugar dentro do sistema e pode ser estacionário ou fixo. O terminal 120 pode ser também referido como terminal de acesso (AT), estação móvel, equipamento de usuário, unidade de assinante, estação, etc. 0 terminal 120 pode ser um telefone celular, um assistente digital pessoal (PDA), um aparelho de comunicação sem fio, um modem sem fio, um aparelho de mão, um computador laptop, um telefone sem fio, etc. O terminal 120 pode comunicar-se com zero, um ou vários setores no link direto e/ou reverso a qualquer dado momento. O terminal 120 pode ter um setor servidor designado para servir o terminal no link direto e/ou reverso. 0 terminal 120 pode ter também um conjunto ativo que contém setores que são capazes de servir o terminal. No exemplo mostrado na Figura 1, o setor A é o setor servidor para o terminal 120, e os setores BeC estão no conjunto ativo do terminal 120.
As técnicas aqui descritas podem ser utilizadas em diversos sistemas de comunicação sem fio, tais como sistemas CDMA, TDMA, FDMA, OFDMA, e SC-FDMA. Um sistema CDMA pode implementar uma rádio-tecnologia tal como a Banda Larga Ultra-Móvel (UMB), UTRA Evoluída (E-UTRA), IEEE 802.11, IEEE 802.16, IEEE 802.20, Flash-OFDM®. O UTRA e o E-UTRA são descritos em documentos de uma organização chamada "Projeto de Parcerias de 3a Geração" (3GPP). O cdma2000 e a UMB são descritos em documentos de uma organização chamada "Projeto de Parcerias de 3a Geração 2" (3GPP2). Estas diversas rádio-tecnologias e padrões são conhecidos na técnica.
Para maior clareza, determinados aspectos das técnicas são descritos a seguir para a UMB, e a terminologia UMB é utilizada em muito da descrição seguinte. A UMB utiliza uma combinação de multiplexação por divisão de freqüência ortogonal (OFDM) e multiplexação por divisão de código (CDM) . A UMB é descrita em 3GPP C.S0084- 001, intitulado "Camada Física para Especificação de Interface Aérea da Banda Larga Ultra-Móvel (UMB)" e no 3GPP2 C.S0084-002, intitulado "Especificação de Interface Aérea da Camada de Controle de Acesso ao Meio para Banda Larga Ultra-Móvel (UMB)", ambos datados de agosto, de 2007 e disponíveis para o público.
A Figura 2 mostra um desenho de uma estrutura de superquadros 200 que pode ser utilizada no link reverso. A linha de tempo de transmissão pode ser particionada em unidades de superquadros. Cada superquadro pode abranger uma duração de tempo específica, que pode . ser fixa ou configurável. Cada superquadro pode ser particionado em F quadros de camada física (PHY) , onde em geral F > 1. Em um desenho, F = 25, e aos 25 quadros PHY em cada superquadro são atribuídos de 0 a 24. Cada quadro PHY pode cobrir N períodos de símbolos, onde em geral N > 1 e em um desenho N = 8.
A Figura mostra também uma estrutura de subportadora. A largura de banda do sistema pode ser particionada em várias (K) subportadoras ortogonais, que podem ser também referidas como tons, faixas, etc. 0 afastamento entre subportadoras adjacentes pode ser fixo, e o número de subportadoras pode depender da largura de banda do sistema. Por exemplo, pode haver 128, 256, 512, 1024 ou 2048 subportadoras para a largura de banda do sistema de 1,25, 2,5, 5, 10 ou 20 MHz, respectivamente.
A Figura 2 mostra também um desenho de um segmento CDMA que pode suportar transmissão de piloto, sinalização e alguns dados de tráfego no link reverso. O segmento CDMA pode suportar diversos canais, como, por exemplo, um Canal-Piloto Reverso (R-PICH), um Canal de Controle Dedicado CDMA Reverso (R-CDCCH), um Canal de Acesso Reverso (R-ACH), um Canal de Dados CDMA Reverso (R- CDCH), etc.
O segmento CDMA pode ocupar um bloco de recursos de tempo e freqüência que podem ser de qualquer dimensão. Em um desenho, o segmento CDMA inclui S sub-segmentos CDMA, onde em geral S > 1. Cada sub-segmento CDMA pode cobrir M subportadoras contíguas em N períodos de símbolos OFDM e pode incluir L=M-N unidades de transmissão. Uma unidade de transmissão pode corresponder a uma subportadora em um período de símbolos OFDM. Em um desenho, cada sub-segmento CDMA cobre 128 subportadoras contíguas em 8 períodos de símbolos OFDM de um quadro PHY e inclui 1024 unidades de transmissão. 0 segmento e o sub-segmento CDMA podem ter também outros tamanhos.
No desenho mostrado na Figura 2, o segmento CDMA é enviado em cada Q quadros PHY, onde em geral Q > 1 e, como alguns exemplos, Q = 4, 6, 8, etc. O segmento CDMA pode saltar através da largura de banda do sistema de um quadro CDMA para outro quadro CDMA (conforme mostrado na Figura 2) ou pode ser enviado em um conjunto fixo de subportadoras (não mostrado na Figura 2) . Um quadro CDMA é um quadro PHY no qual o segmento CDMA é enviado. Em geral, o segmento CDMA pode ser enviado a qualquer taxa e em um Bloco Tempo Freqüência de qualquer dimensão. Vários terminais podem compartilhar o segmento CDMA para piloto, sinalização, etc. Isto pode ser mais eficaz do que atribuir recursos de tempo-frequência dedicados a cada terminal para enviar piloto e sinalização no link reverso.
Sob um aspecto, o terminal 120 pode transmitir um piloto no link reverso de modo que o piloto possa ser recebido por todos os setores designados para receber o piloto, como, por exemplo, através de todos os setores no conjunto ativo de terminais 120. Em um desenho, isto pode ser obtido pelo embaralhamento do piloto com uma seqüência de embaralhamento que é conhecida por todos os setores designados. 0 terminal 120 pode embaralhar o piloto de modo que o piloto seja único para o terminal 120 entre os pilotos de todos os terminais em um dado setor. Isto permitiria então que o setor receba e identifique o piloto do terminal 120. Além disto, o terminal 120 pode embaralhar o piloto de modo que o piloto não seja especifico de qualquer setor. Isto permitiria também que o terminal 120 transmitisse o mesmo piloto mesmo quando o terminal se movesse em torno do sistema e fosse transferido de setor para setor. Em um desenho, a seqüência de embaralhamento para o piloto pode ser gerada com base em um conjunto de parâmetros que pode ser utilizado para identificar o terminal 120 e/ou para reduzir ao mínimo a colisão com outros terminais. Em geral, qualquer conjunto de parâmetros pode ser utilizado para gerar a seqüência de embaralhamento para o piloto. O conjunto pode incluir apenas parâmetros estáticos ou apenas parâmetros dinâmicos, ou parâmetros tanto estáticos quanto dinâmicos. Um parâmetro estático é um parâmetro cujo valor não se altera durante uma sessão de comunicação para um terminal, mesmo que o terminal seja transferido de setor para setor. Um parâmetro estático pode ser também referido como parâmetro de sessão e pode ser parte das informações sobre estado de sessão para o terminal. Um parâmetro dinâmico cujo calor pode alterar-se durante uma sessão de comunicação.
Em um desenho, o conjunto de parâmetros para a seqüência de embaralhamento para o piloto pode incluir os parâmetros apresentados na Tabela 1.
Tabela 1 - Parâmetros para embaralhar seqüência para piloto
<table>table see original document page 10</column></row><table> O PilotID pode ser referido também como, ou pode compreender, Sector ID, PilotPN, etc. Cada setor pode transmitir um piloto no link direto e pode e pode embaralhar este piloto com uma seqüência de embaralhamento atribuída a esse setor. 0 PilotPN pode ser um índice para a seqüência de embaralhamento utiliza pelo setor. Outras formas de Sector ID podem ser também utilizadas para o conjunto de parâmetros para a seqüência de embaralhamento para o piloto.
O ID de Controle de Acesso ao Meio (MACID) pode ser também referido como, ou pode compreender, um Terminal ID, um Identificador Temporário de Rede de Rádio (RNTI), etc. Cada setor pode atribuir um MACID único a cada terminal que se comunica com esse setor. Cada terminal pode ser então identificado de maneira única por seu MACID atribuído para comunicação com o setor. Ao terminal 120 pode ser atribuído um MACID por um dado setor quando o setor é acessado, quando o terminal sofre handoff para o setor, quando o terminal adiciona o setor ao conjunto ativo, etc. 0 terminal 120 pode utilizar o MACID atribuído pela duração de tempo na qual o terminal 120 estiver em comunicação com o setor. 0 MACID atribuído pode ser desatribuído quando o terminal 120 deixar o setor, quando o setor for removido do conjunto ativo, etc. 0 MACID atribuído pelo setor acessado inicial pode não ser válido para comunicação com outros setores, mas pode, contudo, ser utilizado para identificar o piloto do terminal 120. Outras formas de Terminal ID podem ser também utilizadas para o conjunto de parâmetros para a seqüência de embaralhamento.
0 índice de seqüência de acesso pode ser utilizado para identificar o terminal 120 para acesso inicial ao sistema, antes que um MACID seja atribuído ao terminal 120. 0 terminal 120 pode selecionar aleatoriamente O índice de seqüência de acesso e pode enviar a seqüência de acesso correspondente no R-ACH para acessar o sistema. A seqüência de acesso pode ser também referida como assinatura de acesso, sonda de acesso, sonda de acesso aleatório, seqüência de assinatura, etc.
O Access Time pode ser definido de diversas maneiras. Por exemplo, o Access Time pode ser o tempo no qual o terminal 120 envia a seqüência de acesso no link reverso, o tempo no qual um setor envia uma concessão de acesso ao terminal 120 no link direto, etyc. O Access Time pode ser dado em diversos formatos. Em um desenho, o Access Time pode ser dado por um número específico de bits menos significativos (18 LSBs, por exemplo) de um índice de quadro durante o Access Time inicial ao sistema pelo terminal 120. Em outro desenho, o Access Time pode ser dado por um número específico de LSBs (9 LSBs, por exemplo) de um índice de superquadro e de um índice de quadros (5 ou 6 bits, por exemplo) de um quadro dentro de um superquadro quando o acesso inicial ao sistema tiver ocorrido.
No desenho mostrado na Tabela 1, o PilotID, o MACID, o AccessSequenceID e o Acess Time podem ser parâmetros estáticos, e o System Time pode ser um parâmetro dinâmico. Os parâmetros estáticos podem ser obtidos durante o acesso inicial ao sistema e podem estar disponíveis tanto no terminal quanto no setor acessado logo depois de completado o acesso inicial ao sistema. Assim, a transmissão e a recepção do piloto podem começar assim que o acesso inicial ao sistema esteja completo e não requer nenhuma troca de mensagens ou configuração adicional ou qualquer troca de pacotes de dados. Os parâmetros estáticos podem ser também obtidos durante o estabelecimento e o handoff de chamadas, etc. 0 conjunto de parâmetros estáticos na Tabela 1 pode resultar em uma alta probabilidade de singularidade de embaralhamento de pilotos entre diferentes terminais e pode reduzir a probabilidade de colisões entre diferentes terminais.
A Tabela 1 mostra um conjunto exemplar de parâmetros e um tamanho exemplar para cada parâmetro, de acordo com um desenho especifico. Os parâmetros na Tabela 1 podem ter outros tamanhos. Outros parâmetros estáticos e/ou dinâmicos podem ser também utilizados para gerar a seqüência de embaralhamento para o piloto. Por exemplo, o sub-segmento R-PICH ou CDMA pode saltar através da largura de banda do sistema com base em um padrão de saltos, e um parâmetro dinâmico pode ser definido com base nos recursos de freqüência utilizados no sub-segmento R-PICH ou CDMA.
Outras combinações de parâmetros podem ser também utilizadas para gerar a seqüência de embaralhamento para o piloto. Por exemplo, a seqüência de embaralhamento pode ser gerada com base em (i) uma combinação de PilotID, MACID.. e System Time, (ii) uma combinação de MACID, Access Time e System Time ou (iii) alguma outra combinação de parâmetros. Em outro desenho, a seqüência de embaralhamento pode ser gerada com base em um valor estático (valor pseudo- aleatório, por exemplo) atribuído pelo setor atribuído inicial ou selecionado pelo terminal 120 e no tempo do sistema.
Os parâmetros estáticos podem ser fornecidos a cada setor designado para receber o piloto do terminal 120, como, por exemplo, cada novo setor adicionado ao conjunto ativo do terminal 120. Outras informações sobre estado de sessão podem ser também comunicadas ao novo setor ao ser adicionado ao conjunto ativo. O(s) parâmetro(s) pode(m) conhecido (s) de cada setor e pode não ter que ser enviado ao novo setor. O conjunto de parâmetros utilizado para gerar a seqüência de embaralhamento para o piloto deve identificar de maneira única o terminal 120 com probabilidade suficientemente elevada. Isto pode assegurar que a probabilidade de os pilotos de dois terminais utilizarem a mesma seqüência de embaralhamento e colidirem seja negligenciável. A probabilidade desejada de singularidade pode ser obtida com a utilização de um número suficiente de parâmetros com um número suficiente de bits. Em geral, qualquer conjunto de parâmetros pode ser utilizado para identificar de maneira única o terminal 120 com probabilidade suficientemente elevada. O conjunto de parâmetros pode ser disponibilizado para todos os setores designados de modo que estes setores possam receber o piloto do terminal 120. O conjunto de parâmetros pode ser enviado por meio de um canal de transporte de retorno a cada novo setor ou por meio de sinalização do terminal 120 a cada novo setor.
A seqüência de embaralhamento para o piloto pode ser gerada com base no conjunto de parâmetros de diversas maneiras. Em um desenho, o conjunto de parâmetros pode ser utilizado diretamente como uma semente para um gerador de PN, que pode implementar um polinômio gerador especifico. Em outro desenho, o conjunto de parâmetros pode sofrer hash com uma função hashing de modo a se obter uma semente para o gerador de PN. A função hashing pode mapear o conjunto de parâmetros em uma semente pseudo-aleatória e pode prover a semente com um número menor de bits que o do conjunto de parâmetros.
Em um desenho, o conjunto de parâmetros inclui o PilotID (10 bits, por exemplo), o MACID (11 bits, por exemplo), o índice de seqüência de acesso (10 bits, por exemplo), o Access Time (18 bits, por exemplo) e o System Time (15 bits, por exemplo). Este conjunto de parâmetros pode sofrer hash de modo a se obter uma semente de tamanho fixo (20 bits, por exemplo). Outras combinações de parâmetros e/ou tamanhos de parâmetro podem ser também utilizadas para gerar a semente, que pode ter também outros tamanhos. O tamanho da semente pode ser selecionado com base na probabilidade desejada de colisão entre diferentes terminais. Para uma semente de 20 bits, a probabilidade de dois terminais terem a mesma semente é igual a 2"-20, que é de aproximadamente 10"-6. Se houver 100 terminais em um setor, então a probabilidade de a seqüência de embaralhamento de um dado terminal colidir com a seqüência de embaralhamento de qualquer terminal restante ser 10"-3. Esta probabilidade de colisão pode ser suficientemente baixa e pode ter um impacto negligenciável sobre o desempenho do sistema.
A utilização de um parâmetro dinâmico para gerar a seqüência de embaralhamento pode reduzir a probabilidade de colisões repetidas entre os pilotos de dois terminais. Por exemplo, um primeiro conjunto de parâmetros estáticos e dinâmicos para um primeiro terminal pode sofre hash na mesma compilação de um segundo conjunto de parâmetros estáticos e dinâmicos para um segundo terminal, embojra estes conjuntos de parâmetros sejam diferentes, devido à natureza aleatória da função hashing. A entrada da. função hashing é alterada, portanto, de ocorrência de transmissão de piloto para ocorrência de transmissão de piloto e é também diferente para terminais diferentes devido à presença dos parâmetros estáticos. Consequentemente, a salda de hash é diferente para cada terminal e para cada ocorrência de transmissão de piloto, reduzindo-se assim a probabilidade de colisões repetidas. Se as seqüências de embaralhamento de dois terminais colidirem em uma ocorrência de transmissão de piloto, então estes sistemas de embaralhamento provavelmente não colidirão na ocorrência de transmissão de piloto seguinte. A probabilidade de colisão em cada ocorrência de transmissão de piloto pode ser um evento independente com uma probabilidade de IO"6 devido à utilização do System Time como uma das entradas para a função hashing.
A função hashing também proporciona a utilização de um gerador de PN de extensão menor para a seqüência de embaralhamento, o que pode simplificar a implementação. O gerador de PN pode ser inicializado com a semente e pode ser em seguida acionado de modo a gerar a seqüência de embaralhamento para o piloto.
O piloto do terminal 120 pode ser utilizado para diversos fins. 0 setor servidor 110 pode utilizar o piloto como um sinal de referência para estimar a qualidade de sinal recebido para o terminal 120. O setor servidor 110 pode determinar comandos de controle de potência (PC) com base na qualidade de sinal recebido e pode enviar, em um Canal de Controle de Potência Direto (F-PCCH), os comandos PC ao terminal 120. O terminal 120 pode ajustar sua potência de transmissão ou densidade de potência de transmissão (PSD) com base nos comandos PC. O piloto do terminal 120 pode ser assim utilizado como referência para fixar os níveis de potência dos canais de dados e controle enviados pelo terminal.
Todos os setores no conjunto ativo do terminal 120 podem receber o piloto do terminal 120 e determinar a intensidade à qual o piloto é recebido. Cada setor no conjunto ativo pode determinar um indicador de qualidade de piloto (PQI) com base na intensidade de piloto recebido e pode enviar ao terminal 120 um PQI em um Canal PQUI Direto (F-PQICH) . 0 terminal 120 pode utilizar os PQIs de todos os setores no conjunto ativo de modo a determinar qual setor tem o melhor link reverso (a intensidade de piloto recebido mais elevada, por exemplo) para o terminal 120 e pode utilizar estas informações para tomar decisões para handoff no link reverso.
0 terminal 120 pode também embaralhar os dados de tráfego enviados ao setor servidor e pode utilizar uma seqüência de embaralhamento que é especifica do setor servidor. Em um desenho, a seqüência de embaralhamento para dados de tráfego pode ser gerada com base em um conjunto de parâmetros apresentado na Tabela 2.
Tabela 2 - Parâmetros para embaralhar seqüência para dados de tráfego
<table>table see original document page 17</column></row><table>
O PilotID e o MACID na Tabela 2 estão
relacionados com o setor servidor e podem ser diferentes do PilotID e do MACID da Tabela 1, que estão relacionados com o setor de acesso inicial. Este pode ser o caso se o terminal 120 tiver sido transferido do setor acessado inicial para o setor servidor atual. 0 System Time pode ser dado em diversos formatos. Em um desenho, o System Time pode ser dado por 4 LSBs de um índice de superquadro e um índice de quadro de 6 bits de um quadro dentro de um superquadro no qual dados de tráfego são transmitidos.
A Tabela 2 mostra um conjunto exemplar de parâmetros e um tamanho exemplar para cada parâmetro, de acordo com um desenho específico. Estes parâmetros podem ter outros parâmetros. Outros parâmetros podem ser também utilizados para gerar a seqüência de embaralhamento para dados de referência. Por exemplo, um índice de formato de pacote para um pacote pode ser utilizado como parâmetro para a seqüência de embaralhamento para dados de tráfego.
Outras combinações de parâmetros podem ser também utilizadas para a seqüência de embaralhamento para dados de tráfego.
A Figura 3 mostra um diagrama de blocos de um desenho do terminal 120, do setor/estação base 110 e do setor/estação base ativo (a) 112 da Figura 1. No terminal 120, um processador de transmissão 320 pode receber dados de tráfego de uma fonte de dados 312 e sinalização se um controlador/processador 330. 0 processador de transmissão 320 pode processar (encodificar, intercalar e mapear em símbolos, por exemplo) os dados de tráfego, a sinalização e o piloto e gerar símbolos de dados, símbolos de sinalização e Símbolos Piloto, respectivamente. Conforme aqui utilizado, um símbolo de dados é um símbolo para dados de tráfego, um símbolo de sinalização é um símbolo para sinalização ou informações de controle, um símbolo piloto é um símbolo para piloto e um símbolo é tipicamente um valor complexo. Um modulador (MOD) 322 pode efetuar modulação nos dados, na sinalização e nos Símbolos Piloto (para OFDM, por exemplo) e gerar chips de saída. Cada chip pode ser um valor complexo no domínio do tempo. Um transmissor (TMTR) 324 pode condicionar (como, por exemplo, converter em analógico, amplificar, filtrar e converter ascendentemente, por exemplo) os chips de saída e gerar um sinal de link reverso, que pode ser transmitido por meio de uma antena 326.
Um setor servidor 110, uma antena 352a pode receber os sinais de link reverso do terminal 120 e de outros terminais. Um receptor (RCVR) 354a pode condicionar (filtrar, amplificar, converter descendentemente e digitalizar, por exemplo) o sinal recebido da antena 352a e gerar amostras. Um demodular (DEMOD) 356a pode efetuar demodulação nas amostras (para OFDM, por exemplo) e gerar estimativas de símbolos. Um processador de recepção 360a pode processar (demapear símbolos, deintercalar e decodificar, por exemplo) as estimativas de símbolos, enviar os dados decodificados a um depósito de dados 362a e enviar sinalização decodificada a um controlador/processador 370a.
O setor 112 pode igualmente receber e processar os sinais de link reverso do terminal 120 e de outros terminais. O sinal recebido de uma antena 352b pode ser condicionado por um receptor 354b, demodulado por um demodulador 356b e processado por um processador de recepção 360b.
No link direto, um processador de transmissão 382a no setor servidor 110 pode receber e processar dados de tráfego de uma fonte de dados 380a e sinalização (como, por exemplo, comandos PC, PQIs, etc.) do controlador/processador 370a. Um modulador 384a pode efetuar modulação em dados, sinalização e Símbolos Piloto do processador de transmissão 382a e gerar chips de saída. Um transmissor 386a pode condicionar os chips de saída e gerar um sinal de link direto, que pode ser transmitido por meio da antena 352a. O setor 112 pode igualmente processar e transmitir dados de tráfego, sinalização e piloto para os terminais dentro da sua cobertura.
No terminal 120, os sinais de link direto dos setores 110 e 112 e de outros setores podem ser recebidos por antenas 326, condicionados por um receptor 340, demodulados por um demodulador 342 e processados por um processador de recepção 344. O processador 344 pode enviar dados decodificados e um depósito de dados 34 6 e sinalização decodificada ao controlador/processador 330.
Os controladores/processadores 330, 370a e 370b podem orientar o funcionamento no terminal 120 e nos setores 110 e 112, respectivamente. Memórias 332, 372a e 372b podem armazenar dados e códigos de programa para o terminal 120 e os setores 110 e 112, respectivamente. Programadores 374a e 374b podem programar terminais que se comunicam com os setores 110 e 112, respectivamente, e podem atribuir canais e/ou recursos de tempo-frequência aos terminais.
A Figura 4 mostra um diagrama de blocos de um desenho do processador de transmissão 320 no terminal 120 da Figura 3. Neste desenho, o processador de transmissão 320 inclui um processador de pilotos TX 410 e um processador de dados TX 420.
Dentro do processador de pilotos TX 410, um gerador 412 pode receber o conjunto de parâmetros para a seqüência de embaralhamento para o piloto, como, por exemplo, os parâmetros na Tabela 1. O gerador 412 pode gerar a seqüência de embaralhamento para o piloto com base no conjunto de parâmetros recebido. Um embaralhador 414 pode embaralhar dados piloto com a seqüência de embaralhamento do gerador 412 e gerar dados piloto embaralhados. Os dados piloto podem ser quaisquer dados conhecidos, como, por exemplo, uma seqüência ortogonal, uma seqüência de todos os uns, uma seqüência PN conhecida, etc. Um gerador 416 pode gerar Símbolos Piloto com base nos dados piloto e enviar os Símbolos Piloto ao modulador 322.
Dentro do processador de dados TX 420, um gerador 422 pode receber o conjunto de parâmetros para a seqüência de embaralhamento para dados de tráfego, como, por exemplo, os parâmetros da Tabela 2. 0 gerador 422 pode gerar a seqüência de embaralhamento para dados de tráfego com base no conjunto de parâmetros recebido. Um encodificador e intercalador 424 podem receber e encodificar iam pacotes de dados de tráfego de modo a obter um pacotes codificado e pode também intercalar os bits no pacote codificado com base em um esquema de intercalação. Um embaralhador 426 pode embaralhar os bits do intercalador 424 de modo a aleatorizar os dados. Um mapeador em símbolos 428 pode mapear os dados de tráfego embaralhado em símbolos de dados com, base em um esquema de modulação.
A Figura 5 mostra um diagrama de blocos de um desenho do processador de pilotos TX 410 da Figura 4. Dentro do gerador de seqüências 41, um multiplexador (Mux) 512 pode receber e concatenar o conjunto de parâmetros para a seqüência de embaralhamento para o piloto, como, por exemplo, os parâmetros da Tabela 1. Uma função hashing 514 pode receber e aplicar hash ao conjunto de parâmetros concatenado e gerar uma compilação de hash. A compilação de hash pode ter um tamanho fixo (de 20 bits, por exemplo) e pode ser utilizada como uma semente para um gerador de PN 516. O gerador de PN 516 pode ser inicializado com a semente e pode gerar uma seqüência de chips pseudo- aleatória como a seqüência de embaralhamento. Dentro do embaralhador 414, um multiplicador 522 pode multiplicar chip por chip os dados piloto pela seqüência de embaralhamento e gerar dados piloto. Em um desenho, os dados piloto são formam uma seqüência de L uns, a seqüência de embaralhamento é uma seqüência pseudo-aleatória de L chips e os dados piloto embaralhados formam a seqüência pseudo-aleatória de L chips. Os dados piloto podem formar também outra seqüência ortogonal ou outros dados conhecidos. Dentro do gerador de Símbolos Piloto 416, um multiplicador 532 pode escalonar cada chip do embaralhador 414 com um ganho para o R-PICH. Um intercalador 534 pode permutar a seqüência de chips do multiplicador 532. Em um desenho, o piloto é transmitido em um sub-segmento CDMA de M subportadoras em N períodos de símbolos OFDM, conforme mostrado na Figura 2. Uma unidade 536 pode particionar a seqüência de chips do intercalador 534 em N sub-sequências, com cada sub-sequência incluindo M chips. Em cada período de símbolos OFDM do sub-segmento CDMA, uma unidade de transformada discreta de Fourier (DFT) 538 pode efetuar uma DFT de M pontos nos M chips na sub-sequência para esse período de símbolos OFDM e gerar M Símbolos Piloto para as N subportadoras no período de símbolos OFDM.
Conforme observado acima, vários terminais podem transmitir diferentes canais no mesmo sub-segmento CDMA utilizando C DM. O terminal 120 pode enviar um valor de log2 (L)-bits em um canal no sub-segmento CDMA (i) mapeando este valor em um seqüência Walsh de L chips e (ii) com uma seqüência de embaralhamento de L chips de modo a obter uma seqüência pseudo-aleatória de L chips. Esta seqüência pseudo-aleatória pode ser superposta a outras seqüências pseudo-aleatórias de outros terminais e/ou outros canais no sub-segmento CDMA. Esta superposição constitui a CDM.
O gerador de seqüências de embaralhamento 422 e o embaralhador 426 para o processador de dados TX 420 da Figura 1 podem ser implementados de maneira semelhante ao gerador de seqüências de embaralhamento 412 e ao embaralhador 414, respectivamente, da Figura 5. Entretanto, a função hashing dentro do gerador de seqüências de embaralhamento 422 pode gerar uma semente com base em iam conjunto diferente de parâmetros para dados de tráfego, como, por exemplo, os parâmetros na Tabela 2. Um setor pode receber pilotos de qualquer número de terminais. 0 setor pode ter o conjunto de parâmetros para a seqüência de embaralhamento para o piloto para cada terminal a ser recebido pelo setor. 0 setor pode receber e processar o piloto enviado por cada terminal com base na seqüência de embaralhamento utilizada por esse terminal para o piloto.
A Figura 6 mostra um diagrama de blocos de um desenho do processador de recepção 360, que pode ser utilizado para os processadores de recepção 360a e 360b da Figura 3. 0 processador de recepção 360 inclui um processador de pilotos de recepção (RX) 610 e um processador de dados RX 630.
Dentro do processador de pilotos TX 610, um processador de Símbolos Piloto 612 pode obter símbolos recebidos para um sub-segmento CDMA e pode processar estes símbolos recebidos de uma maneira complementar ao processamento pelo gerador de Símbolos Piloto 416 da Figura 5. O processador 612 pode efetuar uma DFT inversa (IDFT) de M pontos em M símbolos recebidos para cada período de símbolos OFDM de modo a obter M amostras de entrada. 0 processador 612 pode então montar as amostras de entrada para os N períodos de símbolos OFDM do sub-segmento CDMA de modo a obter a seqüência de L amostras de entrada,
Um gerador de seqüências de embaralhamento 614 pode gerar a seqüência de embaralhamento para o piloto para o terminal 120 com base no conjunto de parâmetros utilizado pelo terminal 120 para o piloto. O gerador 614 pode ser implementado com o gerador 412 da Figura 5. Um desembaralhador 616 pode desembaralhar a seqüência de amostras de saída com a seqüência de embaralhamento e gerar uma seqüência desembaralhada. Um correlator de pilotos 618 pode acumular as energias de todas as amostras do correlator de pilotos 618. 0 piloto do terminal 120 pode ser recebido por meio de um ou mais percursos de sinal. O processador de pilotos RX 610 pode executar processamento para cada percurso de sinal de interesse e pode então combinar as energias de todos os percursos de sinal de modo a obter a intensidade de piloto recebido pára o terminal 120. Um gerador de PQI 622 pode obter a intensidade de piloto recebido e determinar um PQI para o terminal 120. Um estimador 624 pode estimar a qualidade de sinal recebido para o terminal 120. Um gerador 626 pode gerar um comando PC para o terminal 120 com base na qualidade de sinal recebido. O comando PC e o PQI podem ser enviados ao terminal 120.
O processador de dados RX 630 pode processar símbolos recebidos para dados de tráfego de uma maneira complementar ao processamento pelo processador de dados TX 420 da Figura 4. 0 processador 630 pode gerar uma seqüência de embaralhamento para dados de tráfego com base no conjunto de parâmetros utilizado pelo terminal 120 para dados de tráfego. O processador 630 pode então efetuar desembaralhamento para dados de tráfego com esta seqüência de embaralhamento.
A Figura 7 mostra um desenho de um processo 700 para transmitir piloto pelo terminal 120. Uma seqüência de embaralhamento pode ser gerada com base em um conjunto de parâmetros que compreende pelo menos um parâmetro estático e possivelmente pelo menos um parâmetro dinâmico (bloco 712) . 0 pelo menos um parâmetro estático tem um valor fixo para uma sessão de comunicação inteira para o terminal. O pelo menos um parâmetro estático pode ser determinado durante o acesso inicial ao sistema pelo terminal e pode ser independente do setor servidor para o terminal. 0 pelo menos um parâmetro estático pode incluir pelo menos um de um ID de um setor inicialmente acessado pelo terminal, um ID atribuído ao terminal pelo setor acessado inicial, um índice de seqüência de acesso pelo terminal. 0 pelo menos um parâmetro dinâmico tem um valor variável durante a sessão de comunicação e pode incluir um parâmetro para o tempo do sistema. 0 parâmetro para o tempo do sistema pode incluir um índice de superquadro para um superquadro no qual o piloto é enviado. Para o bloco 712, o conjunto de parâmetros pode sofrer hash de modo a se obter uma semente, e a seqüência de embaralhamento pode ser gerada com base na semente.
Um piloto pode ser gerado com base na seqüência de embaralhamento (bloco 614) . Para o bloco 714, dados piloto podem ser embaralhados com a seqüência de embaralhamento de modo a se obterem dados piloto embaralhados. Símbolos Piloto podem ser gerados com base nos dados piloto embaralhados e podem ser mapeados em um Bloco Tempo Freqüência utilizado para enviar o piloto. Os dados piloto podem compreender os Símbolos Piloto. 0 Bloco Tempo Freqüência pode ser um sub-segmento CDMA utilizado por diferentes terminais para enviar pilotos e/ou outras informações no link reverso.
O piloto pode ser enviado a pelo menos um setor que inclui o setor servidor para o terminal (bloco 716) . O pelo menos um setor pode estar em um conjunto ativo do terminal. Um comando PG determinado com base no piloto pode ser recebido do setor servidor (bloco 720). Um PQI determinado com base no piloto pode ser recebido de cada um dentre o pelo menos um setor (bloco 722) . Um do pelo menos um setor pode ser selecionado como o setor servidor com base no PQI recebido de cada setor (bloco 724) . O terminal pode ser transferido do setor servidor para um novo setor servidor. O mesmo conjunto de parâmetros pode ser utilizado para gerar a seqüência de embaralhamento para o piloto enviado ao novo setor servidor.
A Figura 8 mostra um desenho de um equipamento 800 para transmitir piloto. 0 equipamento 800 inclui um dispositivo para gerar uma seqüência de embaralhamento com base em um conjunto de parâmetros que compreende pelo menos um parâmetro estático e possivelmente pelo menos um parâmetro dinâmico (módulo 812), um dispositivo para gerar um piloto com base na seqüência de embaralhamento (módulo 814) , um dispositivo para enviar o piloto a pelo menos um setor que inclui o setor servidor para o terminal (módulo 816) , um dispositivo para receber um comando PC determinado com base no piloto do setor servidor (módulo 818), um dispositivo para ajustar a potência de transmissão do terminal com base no comando PC (módulo 820), um dispositivo para receber um PQI determinado com base rio piloto de cada um dentre o pelo menos um setor (módulo 822) e um dispositivo para selecionar um do pelo menos setor como o setor servidor com base no PQI recebido de cada setor (módulo 824).
A Figura 9 mostra um desenho de um processo 900 para receber piloto por um setor. Um piloto pode ser recebido do terminal, como, por exemplo, de um Bloco Tempo Freqüência utilizado para enviar o piloto no link reverso (bloco 912). Uma seqüência de embaralhamento para o terminal pode ser gerada com base em um conjunto de parâmetros que compreende pelo menos um parâmetro estático e possivelmente pelo menos um parâmetro dinâmico (bloco 914) . O conjunto de parâmetros pode sofrer hash de modo a se obter uma semente, e a seqüência de embaralhamento pode ser gerada com base na semente. O piloto recebido pode ser desembaralhado com a seqüência de embaralhamento de modo a se obter um piloto desembaralhado para o terminal (bloco 916).
A intensidade de piloto recebido para o terminal pode ser determinada com base no piloto desembaralhado (bloco 918). Um PQI pode ser gerado com base na intensidade de piloto recebido (bloco 920) e enviado ao terminal (bloco 922). Se o setor for o setor servidor para o terminal, então a qualidade de sinal recebido para o terminal pode ser determinada com base no piloto desembaralhado (bloco 924). Um comando PC pode ser gerado com base na qualidade de sinal recebido (bloco 926) e enviado ao terminal (bloco 928).
A Figura 10 mostra um desenho de um equipamento 1000 para receber piloto. O equipamento 1000 inclui um dispositivo para receber um piloto do terminal (módulo 1012), um dispositivo para gerar uma seqüência de embaralhamento para o terminal com base em um conjunto de parâmetros que compreende pelo menos um parâmetro estático e possivelmente pelo menos um parâmetro dinâmico (módulo 1014), um dispositivo para desembaralhar o piloto recebido com a seqüência de embaralhamento de modo a obter um piloto desembaralhado para o terminal (módulo 1016), um dispositivo para determinar a intensidade de piloto recebido para o terminal com base no piloto desembaralhado (módulo 1018), um dispositivo para gerar um PQI com base na intensidade de piloto recebido (módulo 1020), um dispositivo para enviar o PQI ao terminal (módulo 1022), um dispositivo para determinar a qualidade de sinal recebido para o terminal com base no piloto desembaralhado (módulo 1024), um dispositivo para gerar um comando PC com base na qualidade de sinal recebido (módulo 1026) e um dispositivo para enviar o comando PC ao terminal (módulo 1028). A Figura 11 mostra um desenho de um processo 1100 para transmitir piloto e dados de tráfego pelo terminal 120. Uma primeira seqüência de embaralhamento pode ser gerada com base em um primeiro conjunto de parâmetros (bloco 1112). O primeiro conjunto de parâmetros pode sofrer hash de modo a se obter uma primeira semente, e a primeira seqüência de embaralhamento pode ser gerada com base na primeira semente. Um piloto pode ser gerado com base na primeira seqüência de embaralhamento (bloco 1114). O piloto pode ser enviado a pelo menos um setor que inclui o setor para o terminal (bloco 1116).
Uma segunda seqüência de embaralhamento pode ser gerada com base em um segundo conjunto de parâmetros (bloco 1118). O segundo conjunto de parâmetros pode sofrer hash de modo a se obter uma segunda semente, e a segunda seqüência de embaralhamento pode ser gerada com base na segunda semente. Dados de tráfego podem ser embaralhados com base na segunda seqüência de embaralhamento de modo a se obterem dados de tráfego embaralhados (bloco 1120). Os dados de tráfego embaralhados podem ser enviados ao setor servidor (bloco 1122).
O primeiro conjunto pode incluir pelo menos um parâmetro independente do setor servidor. O primeiro conjunto pode incluir um de um ID de um setor inicialmente acessado pelo terminal, um ID atribuído ao terminal pelo setor acessado inicial, um índice de seqüência de acesso utilizado pelo terminal para acesso inicial ao sistema e o tempo do acesso inicial ao sistema pelo terminal. O segundo conjunto pode incluir pelo menos um parâmetro dependente do setor servidor. O segundo conjunto pode incluir pelo menos um de um ID do setor servidor e um ID atribuído ao terminal pelo setor servidor. Os primeiro e segundo conjuntos podem incluir, cada um, um parâmetro para System Time, que pode incluir (i) um índice de superquadro para um quadro dentro do superquadro no qual os dados piloto e de tráfego são enviados. Os primeiro e segundo conjuntos podem incluir também outros parâmetros.
A Figura 12 mostra um desenho de um equipamento 1200 para transmitir piloto e dados de tráfego. O equipamento 1200 inclui um dispositivo para gerar uma primeira seqüência de embaralhamento com base em um primeiro conjunto de parâmetros (módulo 1212), um dispositivo para gerar um piloto com base na primeira seqüência de embaralhamento (módulo 1214), um dispositivo para enviar o piloto a pelo menos um setor que inclui o setor servidor para o terminal (módulo 1216), um dispositivo para gerar uma segunda seqüência de embaralhamento com base em um segundo conjunto de parâmetros (módulo 1218), um dispositivo para embaralhar dados de tráfego com base na seqüência de embaralhamento de modo a se obterem dados de tráfego embaralhados (módulo 1220) e um dispositivo para enviar os dados de tráfego embaralhados ao setor servidor (módulo 1222).
A Figura 13 mostra um desenho de um processo 1300 para receber piloto e dados de tráfego por um setor. Um piloto pode ser gerado com base em um primeiro conjunto de parâmetros, que pode incluir qualquer um dos parâmetros na Tabela 1 (bloco 1314). 0 primeiro conjunto de parâmetros pode sofrer hash de modo a se obter uma primeira semente, e a primeira seqüência de embaralhamento pode ser gerada com base na primeira semente. O piloto recebido pode ser desembaralhado com a primeira seqüência de embaralhamento de modo a se obter um piloto desembaralhado (bloco 1316).
Dados de tráfego podem ser também recebidos do terminal (bloco 1318). Uma segunda seqüência de embaralhamento pode ser gerada com base em um segundo conjunto de parâmetros, que pode incluir qualquer um dos parâmetros da Tabela 2 (bloco 1320). O segundo conjunto de parâmetros pode sofrer hash de modo a se obter uma segunda semente, e a segunda seqüência de embaralhamento pode ser gerada com base na segunda semente. Os dados de tráfego recebidos podem ser desembaralhados com a segunda seqüência de embaralhamento de modo a se obterem dados de tráfego desembaralhados (bloco 1322).
A Figura 14 mostra um desenho de um equipamento 1400 para receber piloto e dados de tráfego. O equipamento 1200 inclui um dispositivo para receber um piloto de um terminal (módulo 1412), um dispositivo para gerar uma primeira seqüência de embaralhamento com base em um primeiro conjunto de parâmetros (módulo 1414), um dispositivo para desembaralhar o piloto recebido com a primeira seqüência de embaralhamento de modo a obter um piloto desembaralhado (módulo 1416), um dispositivo para receber dados de tráfego do terminal (módulo 1418), um dispositivo para gerar uma segunda seqüência de embaralhamento com base em um segundo conjunto de parâmetros (módulo 1420) e um dispositivo para desembaralhar os dados de tráfego recebidos com a segunda seqüência de embaralhamento de modo a se obterem dados de tráfego desembaralhados (módulo 1422) .
Os módulos nas Figuras 8, 10, 12 e 14 podem compreender processadores, dispositivos eletrônicos, dispositivos de hardware, componentes eletrônicos, circuitos lógicos, memórias, etc., ou qualquer combinação deles.
As técnicas aqui descritas podem ser implementadas por diversos dispositivos. Por exemplo, estas técnicas podem ser implementadas em hardware, firmware, software ou uma combinação deles. Para uma implementação em hardware, as unidades de processamento utilizadas para resolver a ambigüidade em uma estimativa de canal e/ou para efetuar rastreamento de tempo em um receptor podem ser implementadas dentro de um ou mais circuitos integrados específicos de aplicativo (ASICs), processadores de sinais digitais (DSPs), dispositivos de processamento de sinais digitais (DSPDs), processadores, controladores, microcontroladores, microprocessadores, dispositivos eletrônicos, outras unidades eletrônicas projetadas para desempenhar as funções aqui descritas ou uma combinação deles.
Para uma implementação em firmware e/ou software, as técnicas podem ser implementadas com módulos (como, por exemplo, procedimentos, funções, etc.) que executem as funções aqui descritas. Em geral, qualquer meio passível de leitura por computador/processador que corporifica tangivelmente código de firmware e/ou software pode ser utilizado na implementação das técnicas aqui descritas. Por exemplo, as instruções/código de firmware e/ou software podem ser armazenadas em uma memória (a memória 332, 372a ou 372b da Figura 8, por exemplo) e executadas por um processador (o processador 330, 370a ou 370b, por exemplo). A memória pode ser implementada dentro do processador ou fora do processador. As instruções/código de firmware e/ou software podem ser também armazenadas em um meio passível de leitura por máquina/computador/processador, tal como memória de acesso aleatório (RAM), memória só de leitura (ROM) , memória de acesso aleatório não volátil (NVRAM), memória só de leitura programável (PROM), PROM eletriçamente apagável (EEPROM), mensagem FLASH, disco flexível, disco compacto (CD), disco versátil digital (DVD) , dispositivos de armazenamento de dados magnéticos ou ópticos, etc. O código pode ser executado por um ou mais processadores e podem fazer com que o(s) computador(es)/processador(es) executem determinados aspectos da funcionalidade aqui descrita.
A descrição anterior da revelação é apresentada para permitir que qualquer pessoa versada na técnica fabrique ou utilize a presente invenção. Diversas modificações na revelação serão prontamente evidentes aos versados na técnica, e os princípios genéricos aqui definidos podem ser aplicados a outras modalidades sem que se abandone o espírito ou alcance da invenção. Assim, a revelação não pretende estar limitada aos exemplos e desenhos aqui descritos, mas deve receber o mais amplo alcance compatível com os princípios e aspectos inéditos aqui revelados.

Claims (49)

1. Equipamento para comunicação sem fio, que compreende: pelo menos um processador configurado para gerar uma seqüência de embaralhamento com base em um conjunto de parâmetros que compréendê pelo menos um parâmetro estático, para gerar um piloto com base na seqüência de embaralhamento e para enviar o piloto de um terminal a pelo menos um setor; e uma memória acoplada ao pelo menos um processador.
2. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1, no qual o pelo menos um processador é configurado para realizar hash do conjunto de parâmetros de modo a obter uma semente e para gerar a seqüência de embaralhamento com base na semente.
3. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1, no qual o pelo menos um processador é configurado para embaralhar dados piloto com a seqüência de embaralhamento de modo a obter dados piloto, para gerar Símbolos Piloto com base nos dados piloto embaralhados e para mapear os Símbolos Piloto em um Bloco Tempo Freqüência utilizado para enviar o piloto.
4. Equipamento, de acordo com a reivindicação 3, no qual os dados piloto compreendem uma seqüência de todos os uns.
5. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1, no qual o pelo menos um processador é configurado para gerar o piloto com base também em dados piloto que compreendem uma seqüência ortogonal e para enviar o piloto em um Bloco Tempo Freqüência para um sub-segmento de Acesso Múltiplo por Divisão de Código (CDMA) utilizado por vários terminais para enviar pilotos no link reverso.
6. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1, no qual o pelo menos um parâmetro estático tem valor fixo para uma sessão de comunicação inteira para o terminal.
7. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1, no qual o pelo menos um parâmetro estático é independente de um setor servidor para o terminal.
8. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1, no qual o pelo menos um processador é configurado para obter o pelo menos um parâmetro estático após se completar o acesso inicial ao sistema pelo terminal.
9. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1, no qual o pelo menos um parâmetro estático compreende pelo menos um de um identificador (ID) de um setor inicialmente acessado pelo terminal, um ID atribuído ao terminal pelo setor acessado inicial, um índice de seqüência de acesso utilizado pelo terminal para acesso inicial ao sistema e o tempo do acesso inicial ao sistema pelo terminal.
10. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1, no qual o conjunto de parâmetros compreende também pelo menos um parâmetro dinâmico que tem valor variável durante uma sessão de comunicação para o terminal.
11. Equipamento, de acordo com a reivindicação -10, no qual o pelo menos um parâmetro dinâmico compreende um parâmetro para o tempo do sistema.
12. Equipamento, de acordo com a reivindicação -11, no qual o parâmetro, para System Time compreende um índice de superquadro para um superquadro no qual o piloto é enviado.
13. Equipamento, de acordo com a reivindicação -12, no qual o parâmetro para System Time compreende também um índice de quadro para um quadro dentro do superquadro no qual o piloto é enviado.
14. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1, no qual o pelo menos um processador é configurado para receber um comando de controle de potência (PC) de um setor servidor para o terminal, o comando PC sendo determinado com base no piloto, e para ajustar a potência de transmissão com base no comando PC.
15. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1, no qual o pelo menos um processador é configurado para receber um indicador de qualidade de piloto (PQI) de cada um dentre o pelo menos um setor, o PQI de cada setor sendo determinado com base no piloto e para selecionar um do pelo menos um setor como um setor servidor para o terminal com base no PQI recebido de cada um dentre o pelo menos um setor.
16. Equipamento, de acordo com a reivindicação 1, no qual o pelo menos um processador é configurado para efetuar handoff de um setor servidor atual para um novo setor servidor e para utilizar o conjunto de parâmetros para gerar a seqüência de embaralhamento para o piloto enviado ao novo setor servidor.
17. Método para comunicação sem fio, que compreende: gerar uma seqüência de embaralhamento com base em um conjunto de parâmetros que compreende pelo menos um parâmetro estático; e enviar o piloto de um terminal a pelo menos um setor.
18. Método, de acordo com a reivindicação 17, no qual gerar a seqüência de embaralhamento compreende realizar hash do conjunto de parâmetros de modo a se obter, e gerar a seqüência de embaralhamento com base na semente.
19. Método, de acordo com a reivindicação 17, no qual o conjunto de parâmetros compreende também pelo menos um parâmetro dinâmico, o pelo menos um parâmetro estático tendo um valor fixo para uma sessão de comunicação inteira para o terminal, o pelo menos um parâmetro dinâmico tendo um valor variável durante -_a sessão de comunicação.
20. Método, de acordo com a reivindicação 19, no qual o pelo menos um parâmetro dinâmico compreende um parâmetro o System Time.
21. Equipamento para comunicação sem fio, que compreende: um dispositivo para gerar uma seqüência de embaralhamento com base em um conjunto de parâmetros que compreende pelo menos um parâmetro estático; um dispositivo para gerar um piloto com base na seqüência de embaralhamento; e um dispositivo para enviar o piloto de um terminal a pelo menos um setor.
22. Equipamento, de acordo com a reivindicação 21, no qual o conjunto de parâmetros compreende também pelo menos um parâmetro dinâmico, o pelo menos um parâmetro estático tendo um valor fixo para uma sessão de comunicação inteira para o terminal, e o pelo menos um parâmetro dinâmico tendo um valor variável durante a sessão de comunicação.
23. Equipamento, de acordo com a reivindicação 21, no qual o dispositivo para gerar a seqüência de embaralhamento compreende um dispositivo para realizar hash do conjunto de parâmetros de modo a obter uma semente, e um dispositivo para gerar a seqüência de embaralhamento com base na semente.
24. Produto de programa de computador, que compreende: um meio passível de leitura por computador que compreende: um código para fazer com que pelo menos um computador gere uma seqüência de embaralhamento com base em um conjunto de parâmetros que compreende pelo menos um parâmetro estático; um código para fazer com que o pelo menos um computador gere um piloto com base na seqüência de embaralhamento; e um código para fazer com que o pelo menos um computador envie o piloto a pelo menos um setor.
25. Equipamento para comunicação sem fio, que compreende: pelo menos um processador configurado para receber um piloto de um terminal, para gerar uma seqüência de embaralhamento para o terminal com base em um conjunto de parâmetros que compreende pelo menos um parâmetro estático e para desembaralhar o piloto recebido com a seqüência de embaralhamento de modo a obter um piloto desembaralhado para o terminal; e uma memória acoplada ao pelo menos um processador.
26. Equipamento, de acordo com a reivindicação -23, no qual o pelo menos um processador é configurado para realizar hash do conjunto de parâmetros de modo a obter uma semente e para gerar a seqüência de embaralhamento com base na semente.
27. Equipamento, de acordo com a reivindicação -25, no qual o conjunto de parâmetros compreende também um parâmetro dinâmico para o tempo do sistema.
28. Equipamento, de acordo com a reivindicação -25, no qual o pelo menos um parâmetro estático compreende pelo menos um de um identificador (ID) de um setor inicialmente acessado pelo terminal, um ID atribuído ao terminal pelo setor acessado inicial, um índice de seqüência de acesso utilizado pelo terminal para acesso inicial ao sistema e o tempo do acesso inicial ao sistema pelo terminal.
29. Equipamento, de acordo com a reivindicação -25, no qual o pelo menos um processador é configurado para determinar a intensidade de piloto recebido para o terminal com base no piloto desembaralhado, para gerar um comando de controle de potência (PC) com base na qualidade de sinal recebido e para enviar o comando PC ao terminal.
30. [Some texts missing on original document 38]
31. Método para comunicação sem fio, que compreende: receber um piloto de um terminal; gerar uma seqüência de embaralhamento para o terminal com base em um conjunto de parâmetros que compreende pelo menos um parâmetro estático; e desembaralhar o piloto recebido com a seqüência de embaralhamento de modo a obter um piloto desembaralhado para o terminal.
32. Método, de acordo com a reivindicação 31, no qual gerar a seqüência de embaralhamento compreende realizar hash do conjunto de parâmetros de modo a obter uma semente, e gerar a seqüência de embaralhamento com base na semente.
33. Método, de acordo com a reivindicação 31, no qual o conjunto de parâmetros compreende também um parâmetro dinâmico para o tempo do sistema.
34. Equipamento para comunicação sem fio, que compreende: pelo menos um processador configurado para gerar uma primeira seqüência de embaralhamento com base em um primeiro conjunto de parâmetros, para gerar um piloto com base na primeira seqüência de embaralhamento, para enviar o piloto a pelo menos um setor que inclui o setor servidor para um terminal, para gerar uma segunda seqüência de embaralhamento com base em um segundo conjunto de parâmetro, para embaralhar dados de tráfego com base na segunda seqüência de embaralhamento de modo a se obterem dados de tráfego embaralhados e para enviar os dados de tráfego embaralhados ao setor servidor.
35. Equipamento, de acordo com a reivindicação -34, no qual o pelo menos um processador é configurado para realizar hash do primeiro conjunto de parâmetros de modo a obter uma primeira semente, para gerar a primeira seqüência de embaralhamento com base na primeira semente, para realizar hash do segundo conjunto de parâmetros de modo a obter uma segunda semente, e para gerar a segunda seqüência de embaralhamento com base na segunda semente.
36. Equipamento, de acordo com a reivindicação -34, no qual o primeiro conjunto compreende pelo menos um parâmetro independente do setor servidor e no qual o segundo conjunto compreende pelo menos um parâmetro dependente do setor servidor.
37. Equipamento, de acordo com a reivindicação -34, no qual o pelo menos um dos primeiro e segundo conjuntos compreende um parâmetro para o tempo do sistema.
38. Equipamento, de acordo com a reivindicação -37, no qual o parâmetro para System Time compreende pelo menos um de um índice de superquadro para um superquadro no qual o piloto ou dados de tráfego são enviados e um índice de quadro para um quadro dentro do superquadro no qual o piloto ou os dados de tráfego são enviados.
39. Equipamento, de acordo com a reivindicação -34, no qual o primeiro conjunto de parâmetros compreende pelo menos um de um identificador (ID) de um setor inicialmente acessado pelo terminal, um ID atribuído ao terminal pelo setor acessado inicial, um índice de seqüência de acesso utilizado pelo terminal para acesso inicial ao sistema e o tempo do acesso inicial ao sistema pelo terminal.
40. Equipamento, de acordo com a reivindicação -34, no qual o segundo conjunto de parâmetros compreende pelo menos um de um identificador (ID) do setor servidor e um ID atribuído ao terminal pelo setor servidor.
41. Método para comunicação sem fio, que compreende: gerar uma primeira seqüência de embaralhamento com base em um primeiro conjunto de parâmetros; gerar um piloto com base na primeira seqüência de embaralhamento; enviar o piloto a pelo menos um setor que inclui um setor servidor para um terminal; gerar uma segunda seqüência de embaralhamento com base em um conjunto de parâmetros; embaralhar dados de tráfego com base na segunda seqüência de embaralhamento de modo a obter dados de tráfego embaralhados; e enviar os dados de tráfego embaralhados ao setor servidor.
42. Método, de acordo com a reivindicação 41, no qual gerar a primeira seqüência de embaralhamento compreende realizar hash do primeiro conjunto de parâmetros de modo a obter uma primeira semente e gerar a primeira seqüência de embaralharaento com base na semente, e no qual gerar a segunda seqüência de embaralhamento compreende realizar hash do segundo conjunto de parâmetros de modo a obter uma segunda semente e gerar a segunda seqüência de embaralhamento com base na segunda semente.
43. Método, de acordo com a reivindicação 41, no qual pelo menos um dos primeiro e segundo conjuntos compreende um parâmetro para o tempo do sistema.
44. Equipamento para comunicação sem fio, que compreende: pelo menos um processador configurado para receber um piloto de um terminal, para gerar uma primeira seqüência de embaralhamento com base em um primeiro conjunto de parâmetros, para desembaralhar o piloto recebido com a primeira seqüência de embaralhamento de modo a obter um piloto desembaralhado, para receber dados de tráfego do terminal, para gerar uma segunda seqüência de embaralhamento com base em um segundo conjunto de parâmetros e para desembaralhar os dados de tráfego recebidos com a segunda seqüência de embaralhamento de modo a obter dados de tráfego desembaralhados; e uma memória acoplada ao pelo menos um processador.
45. Equipamento, de acordo com a reivindicação -44, no qual o pelo menos um processador é configurado para realizar hash do primeiro conjunto de parâmetros de modo a obter uma primeira semente, para gerar a primeira seqüência de embaralhamento com base na primeira semente, para realizar hash do segundo conjunto de parâmetros de modo a obter uma segunda semente, e para gerar a segunda seqüência de embaralhamento com base na segunda semente.
46. Equipamento, de acordo com a reivindicação -44, no qual o primeiro conjunto compreende pelo menos um parâmetro independente de um setor servidor para o terminal, e no qual o segundo conjunto compreende pelo menos um parâmetro dependente do setor servidor.
47. Equipamento, de acordo com a reivindicação 44, no qual os primeiro e segundo conjuntos compreendem, cada um, um parâmetro para o System Time.
48. Método para comunicação sem fio, que compreende: receber um piloto de um terminal; gerar uma primeira seqüência de embaralhamento com base em um primeiro conjunto de parâmetros; desembaralhar o piloto recebido com a primeira seqüência de embaralhamento de modo a obter um piloto desembaralhado; receber dados de tráfego do terminal; gerar uma segunda seqüência de embaralhamento com base em um segundo conjunto de parâmetros; e desembaralhar os dados de tráfego recebidos com a segunda seqüência de embaralhamento de modo a obter dados de tráfego desembaralhados.
49. Método, de acordo com a reivindicação 48, no qual gerar a primeira seqüência de embaralhamento compreende realizar hash do primeiro conjunto de parâmetros de modo a obter uma primeira semente, e gerar a primeira seqüência de embaralhamento com base na primeira semente, e no qual gerar a segunda seqüência de embaralhamento compreende realizar hash do segundo conjunto de parâmetros de modo a obter uma segunda semente, e gerar a segunda seqüência de embaralhamento com base na segunda semente.
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