BRPI0805362A2 - método para regularização da distribuição do desvio em dados de cabo sismográfico rebocado - Google Patents
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Abstract
MéTODO PARA REGULARIZAçãO DA DISTRIBUIçãO DO DESVIO EM DADOS DE CABO SISMOGRáFICO REBOCADO. Os dados sísmicos provenientes dos cabos sismográficos marinhos rebocados são classificados em famílias de traços do ponto médio comum bidimensional. Os traços coletados são ordenados por desvio. A distribuição do desvio dos traços ordenados é regularizada. As coordenadas da fonte e do receptor dos traços regularizados são ajustadas para refletir a regularização.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MÉTODOPARA REGULARIZAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DO DESVIO EM DADOSDE CABO SISMOGRÁFICO REBOCADO".
Referências Cruzadas aos Pedidos Relacionados - Não AplicávelDesenvolvimento ou Pesquisa com Patrocínio Federal - Não AplicávelListagem Seqüencial. Tabela ou Listagem de Computador -
Não aplicável
Antecedentes da Invenção
1. Campo da Invenção
A presente invenção refere-se, de modo geral, ao campo deprospecção geofísica. Mais particularmente, a invenção se refere ao campode processamento de dados de cabo sismográfico rebocado.
2. Descrição da Técnica Relacionada
Na indústria de petróleo e gás, a prospecção geofísica é comu-mente usada para auxiliar na pesquisa e na avaliação de formações subter-râneas. As técnicas de prospecção geofísica geram conhecimento acerca daestrutura da subsuperfície terrestre, o que é proveitoso para a pesquisa eextração de recursos minerais valiosos, particularmente, depósitos de hidro-carboneto, como petróleo e gás natural. Uma técnica bem conhecida emprospecção geofísica é um levantamento sísmico. Em um levantamentosísmico baseado em terra, um sinal sísmico é gerado sobre ou próximo àsuperfície terrestre e, em seguida, penetra de modo descendente na subsu-perfície terrestre. Em um levantamento sísmico marinho, o sinal sísmicotambém pode penetrar de modo descendente em um corpo de água sobre-jacente à subsuperfície terrestre. As fontes de energia sísmicas são utiliza-das para gerar o sinal sísmico que, após a propagação na terra, é, ao menosparcialmente, refletido pelos refletores sísmicos de subsuperfície. Tais refle-tores sísmicos são, tipicamente, interfaces entre formações subterrâneasque possuem diferentes propriedades elásticas, de modo específico, veloci-dade de onda sonora e densidade rochosa, as quais resultam em diferençasna impedância acústica nas interfaces. A energia sísmica refletida é detecta-da através de sensores sísmicos (também denominados receptores sísmi-cos) na ou próximo à superfície terrestre, em um corpo de água sobrejacen-te, ou em profundidades conhecidas na perfuração de poços, e registrada.
As fontes sísmicas adequadas para gerar o sinal sísmico emlevantamentos sísmicos terrestres podem incluir explosivos e vibradores. Oslevantamentos sísmicos marinhos empregam, tipicamente, uma fonte sísmi-ca submersa rebocada por um navio e ativada de modo periódico para gerarum campo de onda acústico. A fonte sísmica que gera o campo de onda po-de ser de diversos tipos, inclusive uma pequena carga explosiva, uma faíscaou arco elétrico, um vibrador marítimo, e, tipicamente, um canhão. O canhãoda fonte sísmica pode ser um canhão de água, um canhão a vapor e, maistipicamente, um canhão de ar. Tipicamente, uma fonte sísmica marinha nãoconsiste em um único elemento de fonte, porém de um conjunto espacial-mente distribuído de elementos fontes. Essa disposição é particularmenteválida para canhões de ar, atualmente a forma mais comum de fonte sísmicamarinha.
Os tipos adequados de sensores sísmicos tipicamente incluemsensores de velocidade da partícula, de maneira particular, em levantamen-tos terrestres, e sensores de pressão da água, de modo particular, em levan-tamentos marinhos. Algumas vezes, os sensores de deslocamento da partí-cuia, sensores de aceleração da partícula ou sensores de gradiente de pres-são são usados no lugar de ou além dos sensores de velocidade da partícu-la. Os sensores de velocidade da partícula e os sensores de pressão da á-gua são comumente conhecidos na técnica como geofones e hidrofones,respectivamente. Os sensores sísmicos podem posicionar a si próprios, po-rém são mais comumente posicionados em conjuntos de sensores. Alémdisso, os sensores de pressão e os sensores de velocidade da partícula po-dem ser posicionados juntamente em um levantamento marinho, colocadosem pares ou em pares de conjuntos.
Os dados sísmicos resultantes obtidos a partir do levantamentosão processados para gerar informações relacionadas à estrutura e proprie-dades geológicas das formações subterrâneas na área que está sendo ava-liada. Os dados sísmicos processados são exibidos e analisados a fim derevelar o teor potencial de hidrocarboneto de tais formações subterrâneas. Oobjetivo do processamento de dados sísmicos é extrair, a partir dos dadossísmicos, a maior quantidade possível de informações concernentes às for-mações subterrâneas com o objetivo de representar a subsuperfície geológi-ca apropriadamente. A fim de identificar locais na subsuperfície da Terra,onde haja a possibilidade de serem encontradas acumulações de petróleo,grandes quantias de dinheiro são investidas na coleta, no processamento ena interpretação de dados sísmicos. A construção das superfícies refletorasque definem as camadas terrestres subterrâneas de interesse a partir dosdados sísmicos registrados fornece uma imagem terrestre em profundidadeou tempo.
A imagem da estrutura da subsuperfície da Terra é produzidacom o objetivo de permitir que um intérprete selecione locais com a maiorprobabilidade de ocorrências de acumulações de petróleo. Para verificar apresença de petróleo, um poço deve ser perfurado. Perfurar poços com oobjetivo de determinar se depósitos de petróleo estão presentes ou não éuma tarefa extremamente dispendiosa e demorada. Por esse motivo, háuma necessidade contínua de aperfeiçoar o processamento e a exibição dosdados sísmicos, com o propósito de produzir uma imagem da estrutura dasubsuperfície da Terra que irá aprimorar a habilidade de um intérprete, sen-do a interpretação feita por um computador ou uma pessoa, de estimar aprobabilidade de existência de uma acumulação de petróleo em um localespecífico na subsuperfície da Terra.
Em um levantamento sísmico marinho típico, uma embarcaçãopercorre a superfície da água, tipicamente a cerca de 5 nós, e contém equi-pamento de aquisição sísmica, como controle de navegação, controle defonte sísmica, controle de sensor sísmico e equipamento de registro. O e-quipamento de controle da fonte sísmica faz com que uma fonte sísmica re-bocada no corpo de água pela embarcação sísmica atue em momentos se-lecionados. Os cabos sismográficos, também denominados cabos sísmicos,são estruturas em formato de cabo alongadas e rebocadas no corpo de águapor meio da embarcação de levantamento sísmico que reboca a fonte sísmi-ca ou por meio do navio de levantamento sísmico. Tipicamente, uma diversi-dade de cabos sismográficos são rebocados na parte traseira da embarca-ção sísmica. Os cabos sismográficos sísmicos contém sensores para detec-tar os campos de onda refletidos iniciados pela fonte sísmica e refletidos apartir das interfaces refletoras. De maneira convencional, os cabos sismo-gráficos sísmicos contêm sensores de pressão, como hidrofones, porém,foram propostos cabos sismográficos sísmicos que contêm sensores de ve-locidade da partícula de água, como geofones ou sensores de aceleração dapartícula, como acelerômetros, além dos hidrofones. Os sensores de pres-são e os sensores de movimento da partícula podem ser posicionados demodo próximo, colocados em pares ou pares de conjuntos ao longo de umcabo sísmico.
Os procedimentos de aquisição sísmica, inclusive os levanta-mentos marinhos, tipicamente fornecem uma cobertura espacial com baseem "bins" discretos, também conhecidos como "classes", para os quais osdados sísmicos são designados. A classificação dos dados sísmicos em binsfornece um modo conveniente de organizar e preparar os dados para está-gios de processamento essenciais, como ponto médio de Fourier tridimensi-onal (3D) e regularização azimutal, Eliminação Múltipla Relacionada à Su-perfície 3D (SRME) e formação de imagens usando-se a migração pré-empilhamento.
As variações dessas propriedades nos bins podem criar artefa-tos para alguns estágios de processamento - algumas vezes conhecidoscomo base de aquisição - para que seja desejável regularizar os dados, istoé, interpolar os dados para o centro dos bins. Em particular, descobriu-seque é proveitoso regularizar os dados sísmicos em relação ao desvio, asdistâncias espaciais entre fonte e receptor. Portanto, há a necessidade deum método para regularizar a distribuição do desvio em dados do cabo sis-mográfico sísmico rebocado.
Breve Sumário Da Invenção
A invenção é um método para regularizar a distribuição do des-vio em dados sísmicos a partir de cabos sismográficos marinhos rebocados.Os dados sísmicos são classificados em famílias de ponto médiocomum bidimensional de traços. Os traços coletados são ordenados pordesvio. A distribuição do desvio dos traços ordenados é regularizada. Ascoordenadas da fonte e do receptor dos traços regularizados são ajustadaspara refletir a regularização.
Breve Descrição Dos Desenhos
A invenção e suas vantagens podem ser compreendidas maisfacilmente através de referências à descrição detalhada a seguir e os dese-nhos em anexo, nos quais:
A Figura 1 é um diagrama esquemático de um sistema de aqui-sição marinho exemplificativo adequado para uso na invenção;
A Figura 2A é uma tabulação dos valores de CMP1 desvio, tiro ecanal correspondentes ao exemplo introduzido na Figura 1; 1;
A Figura 2B é um diagrama esquemático dos traços correspon-dentes ao exemplo na Figura 2A;
A Figura 3A é uma tabulação dos valores de CMP, desvio, tiro ecanal resultantes da interpolação de traços;
A Figura 3B é um diagrama esquemático dos traços correspon-dentes aos traços interpolados na Figura 3A;
A Figura 4A é uma tabulação dos valores de CMP, desvio, tiro ecanal resultantes da regularização do desvio;
A Figura 4B é um diagrama esquemático dos traços correspon-dentes aos traços regularizados na Figura 4A;
A Figura 5 é um fluxograma que ilustra as etapas de processa-mento de uma primeira modalidade do método da invenção para regularizara distribuição do desvio nos dados sísmicos a partir dos cabos sismográficosmarinhos rebocados; e
A Figura 6 é um fluxograma que ilustra as etapas de processa-mento de uma segunda modalidade do método da invenção para regularizara distribuição do desvio nos dados sísmicos a partir dos cabos sismográficosmarinhos rebocados;
À medida que a invenção será descrita em conjunto com as suasmodalidades preferidas, será compreendido que a invenção não é limitadaàs mesmas. De modo contrário, pretende-se que a invenção cubra todas asalternativas, modificações e equivalentes que podem ser incluídos dentro doescopo da invenção, conforme definido pelas reivindicações em anexo.
Descrição Detalhada Da Invenção
Os sinais sísmicos, também denominados "traços", indicam me-dições de energia de onda sísmica, como deslocamento, velocidade, acele-ração ou pressão, podem ser agrupados ou classificados em "famílias". Porexemplo, uma família de tiros é o grupo de sinais registrados de um únicodisparo de uma fonte sísmica particular.
Com propósitos de controle de qualidade, a média, ou "empi-Ihamento", de traços que compartilham de um ponto médio comum é nor-malmente executada para aperfeiçoar a relação sinal-para-ruído. Tais traçospodem ter diferentes desvios entre a fonte e o receptor, o que implica que asondas sísmicas propagaram-se em diferentes ondas para e a partir das for-mações de interesse. Para compensar as diferenças resultantes no tempode percurso, os traços são comumente submetidos a uma correção de so-bretempo normal (NMO) que aplica uma alteração do deslocamento de tem-po para cada traço com base na distância do desvio. O empilhamento podeser executado, em seguida, com os traços corrigidos por NMO. Se o empi-lhamento do ponto médio comum é empregado ou não, os levantamentossísmicos são analisados com freqüência em relação ao padrão do pontomédio resultante a fim de garantir que uma cobertura adequada está sendoobtida.
O desvio é tipicamente determinado conforme uma classe dedesvio ou bin nominal, ou seja, um desvio desejado ou ideal para um levan-tamento proposto, ao invés do desvio real do traço. As classes ou bins sãotipicamente determinados como tolerâncias em uma grade regularmente es-paçada. Por exemplo, um espaçamento do desvio de 100m produz umaclasse 1 do desvio que cobre desvios de 151 ma 250 m (200 m ±50 m), umaclasse 2 do desvio que cobre desvios de 251 ma 350 m (300 m ±50 m) eassim por diante.A invenção é um método para regularizar a distribuição do des-vio em dados sísmicos a partir de cabos sismográficos marinhos rebocados.
Os dados sísmicos são primeiramente classificados em famílias de pontomédio comum bidimensional (2D-CMP) (equiparação de uma única linha defonte e um único cabo). Pode considerar-se que essa classificação transfor-ma os dados sísmicos no domínio 2D-CMP. Dentro de cada família 2D-CMP,os dados sísmico são adicionalmente ordenados por desvio. De preferência,o desvio 3D verdadeiro é usado para essa chave de classificação secundária.
A Figura 1 é um diagrama esquemático de um sistema de aqui-sição marinho exemplificativo adequado para uso na invenção. Estão ilustra-dos no domínio 2D-CMP quatro pontos de tiro 11 sucessivos, numerados de1001 a 1004, onze canais relativos ou posições receptoras 12, numeradosde 278 a 288, e onze pontos médios comuns resultantes 13, de 20 a 50. Ospontos médios comuns 13 para diferentes pares de pontos de tiros 11 e deposições receptoras 12 são ilustrados por retângulos pontilhados 14. O es-paçamento entre tiros é de 25 m e o espaçamento entre receptores é de12,5 m, supondo uma aquisição perfeita. Isso resulta em um espaçamentoentre CMP de 6,25 m para uma relação de tiro-para-CMP de 4:1.
A distribuição do desvio em um conjunto de dados é inerente-mente ligado ao espaçamento entre os pontos de tiro e o espaçamento entreos pontos médios comuns, com freqüência denominados a relação ou ciclotiro-para-CMP. Os fatores ambientais durante a aquisição alterarão a distri-buição prevista, porém, para fins práticos, essa relação é válida. Quandoclassificado para o domínio 2D-CMP, o espaçamento do desvio nominal écompatível entre diferentes 2D-CMPs, embora os desvios reais possam va-riar entre 2D-CMPs.
A Figura 2A mostra uma tabulação dos valores para CMP 21,desvio 22, tiro 23 e canal 24 resultantes do prolongamento do exemplo intro-duzido na Figura 1. A Figura 2B é um diagrama esquemático dos traços cor-respondentes ao exemplo na Figura 2A;
São ilustrados os pontos de tiro 11 representativos, as posiçõesreceptoras 12 e o ponto médio correspondente 13.
Se a proteção do erro de atribuição espacial é desejada, entãouma correção de tempo de percurso pode ser primeiramente aplicada. Di-versas correções de tempo de percurso podem ser utilizadas, uma dasquais, atualmente utilizada nessa indústria em ampla escala, é a correção desobretempo normal. A NMO é uma técnica de processamento padrão na in-dústria de aquisição de dados sísmicos, a qual faz a tentativa de removerdiscrepâncias de tempo resultantes das variações em tempos de percursocausados por diferentes separações de fonte-receptor (desvio). A correçãofaz uso da separação de fonte-receptor conhecida juntamente com um fatorde velocidade especificada pelo usuário (geralmente variável por tempo),além de uma hipótese hiperbólica para o comportamento do tempo de per-curso. A correção do tempo de percurso minimiza a alteração nas diferençasde tempo de percurso entre os traços, os quais, por sua vez, minimizam asubamostragem, isto é, erro de atribuição, em uma etapa de interpolação.
Em uma modalidade, a interpolação do traço é executada parasubstituir quaisquer traços que estejam faltando ou foram corrompidos nosdados do levantamento sísmico. Em outra modalidade, se os dados sísmicosmostram erro de atribuição espacial, então, os dados sísmicos podem serinterpolados para produzir os traços sísmicos adicionais com o objetivo deque os dados sísmicos combinados possuam metade do espaçamento dedesvio nominal. Essa interpolação pode ser feita usando-se uma técnica dedesdobramento FK (domínio freqüência-número de ondas) ou uma técnicasimilar. O resultado dessa interpolação é mostrado nas Figuras 3A e 3B. AFigura 3A mostra uma tabulação dos valores de CMP 21, desvio 22, tiro 23 ecanal 24 resultantes da interpolação de traços. A Figura 3B é um diagramaesquemático dos traços correspondentes aos traços interpolados na Figura 3A.
É ilustrada a diferença na distribuição dos pontos de tiro repre-sentativos 11, das posições receptoras 12 e do ponto médio correspondente13 em comparação com a Figura 2B.
A distribuição do desvio é regularizada no domínio 2D-CMP a-través da interpolação dos dados sísmicos provenientes da distribuição dodesvio real adquirido para a distribuição do desvio (nominal) regular. A inter-polação pode ser realizada usando-se uma transformação de Fourier, umatécnica de modelação ou quaisquer outras técnicas similares. Podem serempregados quaisquer métodos de interpolação que atue nas coordenadasda fonte e do receptor adquiridos, e, portanto, no desvio verdadeiro. O resul-tado dessa regularização do desvio é mostrado nas Figuras 4A e 4B. A Figu-ra 4A mostra a tabulação dos valores de CMP 21, desvio 22, tiro 23 e canal24 resultantes da interpolação de traços. A Figura 4B é um diagrama es-quemático dos traços correspondentes aos traços regularizados na Figura4A, mostrando uma distribuição similar dos pontos de tiro representativos 11,das posições receptoras 12 e do ponto médio correspondente 13 como naFigura 2B.
Após a regularização da distribuição do desvio, as coordenadasda fonte e do receptor são ajustados para levar em consideração as altera-ções dos valores do desvio. De preferência, as localizações das fontes ereceptores são somente movidas na direção da linha de levantamento (in-line), o que pode ser fácil e eficientemente executado no domínio 2D-CMP.
Se uma NMO ou outra correção de tempo de percurso foi intro-duzida anteriormente, então, essa correção é removida. Essa reversão dacorreção do tempo de percurso é realizada usando-se as novas coordena-das da fonte e do receptor. Caso os traços interpolados tenham sido introdu-zidos anteriormente, então esses são removidos.
Finalmente, são mantidos o tiro original, o FFID e os cabeçalhosdo número do canal dos dados de entrada. Manter essas informações permi-te que as famílias originais sejam reconstruídas, caso necessário, para umprocessamento adicional. Por exemplo, após os desvios terem sido regulari-zados pelo método dessa invenção, a regularização azimutal também podeser aplicada, conforme descrito em Michael Schonewille, Patente de No6.889.142 B2, "Method of Correcting for Time Shifts in Seismic Data Resul-ting from Azimuthal Variation".
Os traços sísmicos regularizados podem ser utilizados como umgrande benefício para o processamento subseqüente, à medida que a basede aquisição tenha sido removida. Agora é muito mais fácil para que as ima-gens finais sejam examinadas por um usuário ou um computador a fim delocalizar reservatórios de hidrocarboneto ou depósitos minerais no interior daregião mapeada de interesse.
A Figura 5 é um fluxograma que ilustra as etapas de processa-mento de uma primeira modalidade do método da invenção para regularizara distribuição do desvio nos dados sísmicos a partir dos cabos sismográficosmarinhos rebocados.
Na etapa 51, os dados sísmicos provenientes de cada cabo sis-mográfico são classificados em famílias de Ponto Médio Comum (CMP) bi-dimensionais (2D).
Na etapa 52, os traços nas famílias 2D-CMP da etapa 51 sãoordenadas por desvio. A ordenação pode ser do mais baixo para o mais altoem seqüência ou do mais alto para o mais baixo em seqüência. O desviousado nessa etapa é o verdadeiro desvio tridimensional.
Na etapa 53, os traços na família 2D-CMP da etapa 52 são in-terpolados para regularizar a distribuição do desvio. Em particular, a interpo-lação é aplicada para produzir traços com uma distribuição do desvio regularproveniente da distribuição do desvio adquirido, o qual não precisa ser tãoregular quanto desejado. A interpolação pode ser realizada, por exemplo,usando-se uma transformação de Fourier, uma técnica de modelação ouquaisquer outras técnicas similares.
Na etapa 54, as coordenadas da fonte e do receptor dos dadosregularizados provenientes da etapa 53 são ajustadas de modo a refletir asalterações na distribuição do desvio. Em uma modalidade preferida, as coor-denadas da fonte e do receptor estão somente na direção da linha de levan-tamento (in-line).
A Figura 6 é um fluxograma que ilustra as etapas de processa-mento de uma segunda modalidade do método da invenção para regularizara distribuição do desvio nos dados sísmicos a partir dos cabos sismográficosmarinhos rebocados.Na etapa 61, os dados sísmicos provenientes de cada cabo sis-mográfico são classificados em famílias 2D-CMP.
Na etapa 62, os traços nas famílias 2D-CMP da etapa 61 são ordenadas pordesvio. A ordenação pode ser do mais baixo para o mais alto em seqüênciaou do mais alto para o mais baixo em seqüência. O desvio usado nessa eta-pa é o verdadeiro desvio tridimensional.
Na etapa 63, é determinado se a proteção do erro de atribuiçãoé desejada para a próxima etapa de regularização da distribuição do desvio.
Caso a proteção do erro de atribuição seja desejado, então, prossiga para aetapa 64 para corrigi-la. Caso proteção do erro de atribuição não seja dese-jada, então, prossiga para a etapa 65 para continuar o processo.
Na etapa 64, os traços na família 2D-CMP provenientes da eta-pa 62 são corrigidos para diferentes tempos de percurso nos traços na famí-lia. Em uma modalidade preferida, a correção do tempo de percurso é a cor-reção de sobretempo normal.
Na etapa 65, é determinado se a proteção do erro de atribuiçãoadicional é desejada, se, por exemplo, o erro de atribuição é observado nasfamílias 2D-CMP provenientes das etapas 62 ou 64. Caso a proteção do errode atribuição seja desejado, então, prossiga para a etapa 66 para corrigi-la.
Caso a proteção do erro de atribuição não seja desejada, então, prossigapara a etapa 67 para continuar o processo.
Na etapa 66, os traços nas famílias 2D-CMP provenientes daetapa 64 são interpolados para produzir traços com a metade do espaça-mento do desvio como nos dados sísmicos originais da etapa 61. A interpo-lação pode ser realizada, por exemplo, usando-se uma transformação deFourier ou uma técnica similar. Essa etapa de interpolação opcional aperfei-çoa a amostragem espacial dos desvios em preparação para a etapa de re-gularização do desvio.
Na etapa 67, os traços na família 2D-CMP proveniente da etapa62, os traços corretos da família 2D-CMP proveniente da etapa 64, ou ostraços interpolados provenientes da etapa 66 são interpolados de modo aregularizar a distribuição do desvio. Em particular, a interpolação é aplicadapara produzir traços com uma distribuição do desvio regular proveniente dadistribuição do desvio adquirido, o qual não precisa ser tão regular quantodesejado. A interpolação pode ser realizada, por exemplo, usando-se umatransformação de Fourier, uma técnica de modelação ou quaisquer outrastécnicas similares.
Na etapa 68, as coordenadas da fonte e do receptor dos dadosregularizados provenientes da etapa 67 são ajustadas de modo a refletir asalterações na distribuição do desvio. Em uma modalidade preferida, as coor-denadas da fonte e do receptor estão somente na direção da linha de Ievan-tamento (in-line).
Na etapa 69, é determinado se é necessário remover a correçãodo tempo de percurso opcionalmente feita na etapa 64. Se necessário, en-tão, prossiga para a etapa 70 para fazê-lo. Se não for necessário, entãoprossiga para a etapa 71 para continuar o processo.
Na etapa 70, é revertida a correção do tempo de percurso feitana etapa 64 para a proteção do erro de atribuição durante a etapa de regula-rização na etapa 67.
Na etapa 71, é determinado se é necessário remover os traçosinterpolados opcionalmente adicionados na etapa 66. Se for necessário re-mover os traços adicionados, então, prossiga para a etapa 72 para removê-los. Se não for necessário remover os traços, então prossiga para a etapa 73para continuar o processo.
Na etapa 72, são removidos os traços interpolados adicionadosna etapa 66 para mear o espaçamento do desvio.
Na etapa 73, o número de tiro, o número de Identificação de traço de Arqui-vo de Campo (FFID) e o número do canal são mantidos como nos dadossísmicos de entrada originais na etapa 61.
Um dos benefícios dessa invenção é que a mesma permite queoutros processamentos mais sofisticados sejam aplicados mais efetivamen-te. Isso fornece um método eficiente para aplicação de um estágio de pré-condicionamento essencial para os dados sísmicos antes da centralizaçãodo bin, da regularização do azimute e da migração pré-empilhamento. A re-gularização é importante para o processamento em 3D, em geral e em parti-cular, para tecnologias modernas, como processamento em 3D SRME e 4D(lapso de tempo).
Deve ser compreendido que as informações precedentes sãomeramente uma descrição detalhada das modalidades específicas dessainvenção e que numerosas alterações, modificações e alternativas para asmodalidades reveladas podem ser executadas em conformidade com a pre-sente revelação sem desviar-se do escopo da invenção. Não se pretendeque a descrição precedente, portanto, limite o escopo da invenção. Ao invésdisso, o escopo da invenção deve ser determinado apenas pelas reivindica-ções em anexo e seus equivalentes.
Claims (15)
1. Método para regularizar a distribuição do desvio em dadossísmicos a partir de cabos sismográficos marinhos rebocados, CARACTE-RIZADO pelo fato de que compreende:Classificar os dados sísmicos em famílias de traços de pontomédio comum bidimensional;Ordenar os traços coletados por desvio;Regularizar a distribuição do desvio dos traços ordenados; eAjustar as coordenadas da fonte e do receptor dos traços regula-rizados a fim de refletir a regularização.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADOpelo fato de que a etapa de ordenação compreende:Ordenar os traços coletados através do desvio tridimensional verdadeiro.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADOpelo fato de que a etapa de ordenação adicionalmente compreende:Aplicar uma correção de tempo de percurso aos traços ordenados.
4. Método, de acordo com a reivindicação 3, CARACTERIZADOpelo fato de que a correção de tempo de percurso aplicada é uma correçãode sobretempo normal.
5. Método, de acordo com a reivindicação 3, CARACTERIZADOpelo fato de que a etapa de ordenação adicionalmente compreende:Interpolar os traços ordenados.
6. Método, de acordo com a reivindicação 5, CARACTERIZADOpelo fato de que a etapa de interpolação dos traços ordenados compreende:Interpolar os traços ordenados para substituir os traços ausentes.
7. Método, de acordo com a reivindicação 5, CARACTERIZADOpelo fato de que a etapa de interpolação dos traços ordenados compreende:Interpolar os traços ordenados para metade do espaçamento do desvio no-minal.
8. Método, de acordo com a reivindicação 7, CARACTERIZADOpelo fato de que a etapa de interpolação dos traços ordenados para metadedo espaçamento do desvio nominal é realizada através de uma técnica dedesdobramento de domínio de freqüência-número de onda.
9. Método, de acordo com a reivindicação 3, CARACTERIZADOpelo fato de que a etapa de ajuste adicionalmente compreende:Reverter a correção do tempo de percurso usando-se as coordenadas ajus-tadas da fonte e do receptor.
10. Método, de acordo com a reivindicação 7, CARACTERIZA-DO pelo fato de que a etapa de ajuste adicionalmente compreende:Remover os traços adicionados na etapa de interpolação dos traços ordena-dos até a metade do espaçamento do desvio nominal.
11. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZA-DO pelo fato de que a etapa de regularização compreende:Interpolar os traços para alterar a distribuição do desvio adquirida nos dadossísmicos para uma distribuição do desvio regular.
12. Método, de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZA-DO pelo fato de que a interpolação de traços para alterar a distribuição dodesvio adquirida para a distribuição regular é realizada por uma técnica detransformação de Fourier.
13. Método, de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZA-DO pelo fato de que a interpolação de traços para alterar a distribuição dodesvio adquirido para a distribuição regular é realizada por uma técnica demodulação.
14. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZA-DO pelo fato de que a etapa de ajuste é executada na direção de linha delevantamento.
15. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZA-DO pelo fato de:Manter os números de tiro originais, os número de identificaçãode arquivo de campo e os números do canal dos dados sísmicos de entrada.
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