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BRPI0719030A2 - Composição de controle de danos de insetos de doenças vogetais e método de prevenção de danos de insetos e doenças vegetais - Google Patents

Composição de controle de danos de insetos de doenças vogetais e método de prevenção de danos de insetos e doenças vegetais Download PDF

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BRPI0719030A2
BRPI0719030A2 BRPI0719030-1A BRPI0719030A BRPI0719030A2 BR PI0719030 A2 BRPI0719030 A2 BR PI0719030A2 BR PI0719030 A BRPI0719030 A BR PI0719030A BR PI0719030 A2 BRPI0719030 A2 BR PI0719030A2
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BR
Brazil
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insect
seeds
rice
treatment
parts
Prior art date
Application number
BRPI0719030-1A
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English (en)
Inventor
Seiya Sakurai
Junro Kishi
Original Assignee
Mitsui Chemicals Inc
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
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Publication date
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First worldwide family litigation filed litigation Critical https://patents.darts-ip.com/?family=39429750&utm_source=google_patent&utm_medium=platform_link&utm_campaign=public_patent_search&patent=BRPI0719030(A2) "Global patent litigation dataset” by Darts-ip is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Application filed by Mitsui Chemicals Inc filed Critical Mitsui Chemicals Inc
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Description

COMPOSIÇÃO DE CONTROLE DE DANOS DE INSETOS E DOENÇAS VEGETAIS E MÉTODO DE PREVENÇÃO DE DANOS DE INSETOS E
DOENÇAS VEGETAIS
Campo da invenção A presente invenção se refere a uma composição de
controle de danos de insetos e de doenças vegetais e a um método de prevenção de danos de insetos e doenças vegetais. Antecedentes da Invenção
É descrito no Pedido de Patente Japonesa em aberto (JP-A) No. 9-235282 que um efeito é mostrado como uma composição fungicida para (RS)-N-[2-(1,3 -
dimetilbutil)tiofeno-3-il]-l-metil-3-trifIuormetil-IH- pirazol-4-carboxamida (nome comum: pentiopirad) em métodos de aplicação tais como esterilização de sementes, aplicação foliar e semelhantes, contra: a doença de ferrugem de arroz (Pyricularia oryzae); mancha marrom (Cochliobolus miyabeanus); doença da queima-da-bainha (Rhizoctonia solani); doença bakanae (Gibberella fujikuroi); míldio pulverulento de cereais tipo trigo, (Erysiphe graminis); estria da cevada (Pyrenophora graminea); doença do fungo da neve causada por Typhula (Typhula sp) ; carvão (Ustilago tritici) ; míldio pulverulento de videiras (Uncinula necator); míldio pulverulento de maçãs (Podosphaera leucotricha); míldio pulverulento de cucurbitaceae (Sphaerotheca fuliginea); e semelhantes. Entretanto, não há descrição dos métodos de aplicação às sementes das plantas, tais como tratamento por pulverização, tratamento pó revestimento, tratamento por imersão, tratamento por adubo, para prevenção de dano de doença. 3 0 Além disso, como substâncias químicas as quais irão prevenir a doença vegetal pela aplicação Às sementes vegetais, convencionalmente, existem os agentes benomil, agentes tiofariato-metil, agentes procloraz, agentes pefurazoato e semelhantes, e sabe-se que eles irão demonstrar um efeito por tratamento com pulverização, tratamento com revestimento, tratamento com adubo ou semelhantes às sementes. Entretanto, dentre esses agentes, é reportado que o efeito de controle dos agentes benomil e dos agentes tiofanato-metil contra o patógeno da doença bakanae do arroz está decaindo. Enquanto os agentes procloraz têm aplicação no tratamento de semente contra a doença de ferrugem de arroz, mancha marrom, doença bakanae, doença da podridão do bulbo de tulipa e doença da podridão seca da chalota, não há relatos de que dano de outras doenças possam ser evitados dessa forma. Semelhantemente, embora agentes de pefurazoto tenham aplicação no tratamento de sementes contra a doença de ferrugem de arroz, mancha marrom, doença bakanae, fungo da neve rosa de trigo e doença da podridão do bulbo da tulipa, não há relatos de
2 0 que danos de outras doenças possam ser evitados dessa
forma.
É descrito em JP-A No. 7-179448 que um efeito é demonstrado como um composto inseticida de dinotefurano, com métodos de aplicação tais como aplicação foliar e aplicação em água, contra insetos de pragas tais como: pragas lepidópteras, tais como bicha-amarela comum [Spodoptera litura F.], Chilo suppressalis e borboleta do repolho [Pieris rapae]; pragas de insetos hemíptera, tais como mosca branca de estufa [Trialeurodes vaporariorum],
3 0 afídeo de algodão [Aphis gossypii], inseto farináceo de Comstock [Pseudaulacaspis comstocki] e percevejo verde meridional [Nezara viridula L.]; Coleoptera, tal como gorgulho-aquático-do-arroz [Lissorhoptrus oryzophilus] e besouro Alticinae listrado [Phyllotreta striolata];
dipteras, tais como a mosca caseira [Musca domestica] e larva de mosca de arroz [Agromyza oryzae]; Thysanoptera, tais como tripés da cebola [Thrips tabaci]; e Orthoptera, tais como barata marrom enfumaçada [Periplaneta fuliginosa] e insetos ortóptera de arroz [Oxya yezoensis]. Entretanto, não há indicação na descrição de que os insetos das pragas sejam evitados por procedimentos de aplicação às sementes vegetais, tais como tratamento por pulverização, tratamento por revestimento, tratamento por imersão, tratamento por adubo, tratamento por revestimento, fumigação e tratamento por defumação, e injeção por pressão.
Como substâncias químicas as quais evitam que os insetos de pragas infestem plantas pela aplicação Às sementes de plantas, existem convencionalmente agentes de imidacloprid, agentes de tiametoxam e semelhantes, e sabe- se que eles irão demonstrar um efeito por tratamento por pulverização, tratamento por revestimento, tratamento por mergulho ou tratamento com adubo nas sementes, e semelhantes. Descrição da invenção Problema a ser solucionado pela invenção
0 propósito essa invenção está relacionado com uma doença vegetal e composição de controle de danos causado por insetos que possa prevenir, quando aplicada Às sementes vegetais, várias doenças e danos por insetos que ocorrem em 3 0 plantas, e que apresentam eficácia residual notoriamente prolongada, e a um método de prevenção de doenças e danos de insetos com a aplicação de tal composição às sementes de plantas. Mais especificamente, o propósito dessa invenção é fornecer uma composição de prevenção de danos vegetais e danos de insetos e um método de prevenção de danos vegetais e danos de insetos que apresentem um efeito contra várias doenças e danos de vários insetos pela aplicação nas sementes vegetais, que também apresentem contra patógenos resistentes que estão recentemente surgindo e insetos de
pragas resistentes, e que ainda terão uma eficácia residual notoriamente prolongada. Formas de Solucionar o Problema
Como um resultado para efetuar o exame e investigação diligente, os presentes inventores determinaram que, pela
aplicação às sementes vegetais de uma composição incluindo pelo menos um composto neonicotinóides selecionado do grupo consistindo de dinotefuran, clotianidin, nitenpiram, tiametoxam, imidacloprid, tiacloprid e acetamiprid, às quais se adiciona pentiopirad, um alto efeito de prevenção
2 0 e eficácia residual são apresentados contra várias doenças
e danos causado por insetos, e um efeito de prevenção estável é também demonstrado contra os patógenos resistentes ou insetos de pestes resistentes, resultando deste modo nessa invenção.
Isto é, os meios para solucionar o problema são os
seguintes:
1. Um método para prevenir doenças vegetais e danos de insetos, o método compreendendo a aplicação da composição compreendendo dinotefurano e pentiopirad como ingredientes
3 0 ativos. 2. Método de prevenção de doenças vegetais e doenças de insetos, o método compreendendo o contato da composição compreendendo dinotefuran e pentiopirad como ingredientes ativos.
3. Método de prevenção, de acordo com a Reivindicação
2, em que o método de contato com as sementes vegetais é por tratamento por pulverização, tratamento por revestimento, tratamento por imersão ou tratamento por adubo.
4. Método, de acordo com a Reivindicação 1, em que a
semente vegetal é selecionada do grupo consistindo de: sementes de milho, feijão-soja, algodão, arroz, beterraba, trigo, cevada, girassol, tomate, pepino, berinjela, espinafre, ervilhas em vagens, abóbora japonesa, cana-de-
açúcar, tabaco, pimentão verde e colza; sementes de batatas de taro, batata, batata doce e konnyaku; e bulbos de tulipa e lírio comestível.
5. Método, de acordo com a Reivindicação 2, em que a semente vegetal é selecionada do grupo consistindo de:
sementes de milho, feijão-soja, algodão, arroz, beterraba, trigo, cevada, girassol, tomate, pepino, berinjela, espinafre, ervilhas em vagens, abóbora japonesa, cana-de- açúcar, tabaco, pimentão verde e colza; sementes de batatas de taro, batata, batata doce e konnyaku; e bulbos de tulipa
e lírio comestível.
6. Método, de acordo com a Reivindicação 3, em que a semente vegetal é selecionada do grupo consistindo de: sementes de milho, feijão-soja, algodão, arroz, beterraba, trigo, cevada, girassol, tomate, pepino, berinjela,
espinafre, ervilhas em vagens, abóbora japonesa, cana-de- açúcar, tabaco, pimentão verde e colza; sementes de batatas de taro, batata, batata doce e konnyaku; e bulbos de tulipa e lírio comestível. Efeito da invenção 0 método de prevenção de danos de insetos e doenças, o
qual se aplica à composição da invenção para sementes vegetais, a composição incluindo ingredientes ativos de fentiopirad e pelo menos um composto neonicotinóide encontrado a partir do grupo consistindo de dinotefuran, clotianidin, nitenpiram, tiametoxam, imidacloprid, tiacloprid e acetamiprid, demonstra um elevado efeito de prevenção e eficácia residual em relação âs doenças e danos causados por insetos de ocorrência vegetal, apresenta um efeito preventivo estável aos patógenos os quais têm resistência às substâncias químicas existentes, e aos insetos de pragas os quais apresentam resistência às substâncias químicas existentes.
Além disso, de acordo com a doença vegetal e com a composição de controle de danos de insetos e com o método de prevenção de doenças vegetais e prevenção de danos causados por inseto da invenção, efeitos podem ser esperados tais como uma redução da quantidade de ingredientes ativos, uma redução na toxicidade em mamíferos e peixes e supressão de fitotoxicidade. 2 5 Melhor Forma da Invenção
Exemplos são mostrados abaixo de doenças que possam ser evitadas pela aplicação Às sementes vegetais da composição, incluindo ingredientes ativos de pentiopirad e pelo menos um composto neonicotinóide escolhido do grupo consistindo de dinotefuran, clotianidin, nitenpiram, tiametoxam, imidacloprid, tiacloprid e acetamiprid.
Exemplos específicos do tipo de danos de doença os quais podem ser evitados com o método da invenção incluem, porém não estão limitados aos seguintes: doenças de arroz tais como brusone em arroz
(Pyricularia oryzae) , mancha marrom (Cochliobolus miyabeanus), doença bakanae (Gibberella fuj ikuroi);
doenças de cereais tipo trigo tais como estria da cevada (Pyrenophora graminea), carvão (Ustilago nuda, Ustilago tritici, Ustilago nigra, Ustilago avenae), alforra (Tilletia caries, Tilletia pancicii), carvão coberto (Ustilago hordei, Ustilago kolleli), amerelecimento (Rhynchosporium secalis), manchas de folhas de Septoria tritici {Septoria tritici) , mancha de gluma (Leptosphaeria nodorum) , fungo da neve rosa (Microdochium nivale) , inseto da ferrugem de Fusarium (Fusarium graminearum, Fusarium culmorum, Fusarium avenaceum, Microdochium nivale), ferrugem de semente (Helminthosporium sativum), Ophiobolus graminis (Gaeumannomyces graminis), fita de Cephalosporium (Cephalosporium gramineum) e mancha reticular (Dreschlera teres); doenças de milho, tais como fuligem comum (Ustilago mydis) ; doenças de leguminosas tais como ferrugem de sementes (Rhizoctionia solani) e podridão do caule por Sclerotinia (Sclerothinia selerotorium), mancha púrpura de semente de soja (Cercospora kikuchii) e podridão da raiz de Rhizoctonia (Rhizoctonia solani); doenças na beterraba tais como podridão da raiz (Rhizotconia solani); doenças de colza, tais como canela preta (Leptospheria maculans), mancha de folha de alternaria (Alternaria brassicae); e 3 0 apodrecimento pela umidade (Rhizoctonia solani) de vários vegetais, tais como tomateiros, pepineiros, plantas produtoras de rabanete japonês, de melancia, de berinjela, de'pimentão verde e espinafre.
Exemplos que podem ser dados de danos de insetos, os quais podem ser prevenidos incluem, porém não estão limitados, aos seguintes da ordem dos gafanhotos, grilos e gafanhotos peregrinos (Orthoptera):
BLATTIDAE, tal como a barata americana (Periplaneta americana), a barata marrom fumegante (Periplaneta fuliginosa) , a barata japonesa (Periplaneta japonica);
BLATTELLIDAE, tal como a barata alemã (Blattella germanica), a barata alemã falsa (Blattella lituricollis);
TETTIGONIIDAE, tal como o grande gafanhoto verde americano do arroz setentrional (Homorocoryphus jezoensis), o grande gafanhoto verde americano setentrional (Homorocoryphus lineosus);
GRYLLOTALPIDAE, tais como os grilos-toupeira (Gryllotalpa sp.); e
ACRIDIDAE, tais como os gafanhotos de chifre curto 2 0 (Oxya hyla intricata) e os gafanhotos de arroz (Oxya yezoensis) ;
os seguintes da ordem dos Cupins/Formigas Brancas (ISOPTERA): o cupim de madeira seca (Cryptotermes domes ti eus) , o cupim subterrâneo Formosan (Coptotermes formosanus) , o cupim subterrâneo japonês (Retieulitermes speratus), o cupim macrotermitina (Odontotermes formosanus) ;
os seguintes da ordem dos tripses (THYSANOPTERA):
THRIPIDAE, tais como os tripses das gramíneas (Anaphothrips obseurus), os tripses de capim (Chirothrips manicatus), os chanokuro-azamiuma (Dendrothrips minowai), as tripses de flores (Frankliniella intonsa), os yurikiiro- azamiuma (Frankliniella lilivora), as tripses de estufa (Heliothrips haemorrhoidalis), as tripses de composta (Microcephalothrips abdominalis), as tripses de soja oriental (Mycterothrips glycines), as tripses de amoreira (Pseudodendrothrips mori), as tripses de chá amarelo (Scirtothrips dorsalis), os com tiras vermelhas (Selenothrips rubrocinctus), as tripses de arroz oriental (Stenchaetothrips biformis), os negikuro-azamiuma (Thrips alliorum), as tripses de nêspera (Thrips coloratus), as tripses de madressilva (Thrips flavus), as tripses de flores do Havaí (Thrips hawaiiensis), as tripses de crisântemo (Thrips nigropilosus), as tripses de melão (Thrips palmi), as tripses de flores ocidentais (Frankliniella occidentalis), as tripses de flores japonesas (Thrips setosus), as tripses de gladiolo (Thrips simplex), as tripses de cebola (Thrips tabaci);
PHLAEOTHRIPIDAE, tais como as tripses espinhosas de arroz (Haplothrips aculeatus), as tripses chinesas (Haplothrips chinensis), os hana-kudaazamiuma (Haplothrips kurdjumovi), as tripses de trevo vermelho (Haplothrips niger), os shiionaga-kudaazamiuma (Leeuwania pasanii), as tripses de cânfora (Liothrips floridensis), as tripses de lírio (Liothrips vaneeckei) , as tripses, as tripses formadoras de galho japonês (Ponticulothrips diospyrosi);
os seguintes da ordem dos insetos da ordem Hemiptera (HEMIPTERA): PENTATOMIDAE, tal como o inseto de abrunheiro roxo (Carpocoris purpureipennis), o inseto de abrunheiro 3 0 (Dolyeoris baeearum). o inseto de píretro (Eurydema pulchrum), ο inseto de repolho (Eurydema rugosum), o inseto de sésamo com duas manchas (Eysarcoris guttiger) , o ootogeshirahoshi-kamemushi (Eysarcoris lewisi), o percevejo espinhudo com mancha branca, o inseto blindado (Eysarcoris ventralis), o percevejo verde polido (Glaucias subpunctatus), o percevejo de listras vermelhas (Graphosoma rubrolineatum), o percevejo malmorado marrom (Halyomorpha mista), o percevejo de arroz (Lagynotomus elongatus), o percevejo verde oriental (Nezara antennata), o percevejo
verde do Sul (Nezara viridula) , o percevejo blindado com listras vermelhas (Piezodorus hybneri), os insetos verdes de asas marrons (Plautia stali), o inseto do arroz negros (Seotinophara Iurida), o percevejo de arroz marrom (Starioides degenerus);
COREIDAE, tal como o fisális (Aeanthocoris sordidus),
os coreideos (Anacanthoeoris striieornis) o percevejo do arroz (Cletus punetiger), o inseto do arroz delgado (Cletus trigonus), o inseto tipo leaf-footed (Molipteryx fuliginosa) ;
2 0 ALYDIDAE, tal como o inseto de arrozal (Leptoeorisa
aeuta), o inseto de arroz (Leptoeorisa ehinensis), o inseto de arroz (Leptocorisa oratorius), o inseto de feijão (Riptortus elavatus) ;
RHOPALIDAE, tal como o inseto de cenoura (Aesehynteles
maeulatus), o inseto de grama hialino (Liorhyssus hyalinus);
LYGAEIDAE, tal como o inseto de percevejo comum oriental (Cavelerius saeeharivorus), o inseto de percevejo comum de bambu (Maeropes obnubilus), o hiratahyoutan-
3 0 nagakamemushi (Paehybraehius luridus), o kuroashihoso- nagakamemushi (Paromius jejunus), o inseto de semente (Togo hemipterus);
PYRRHOCORIDAE, tal como o inseto de algodão (Dysdercus cingulatus), o inseto de algodão pequeno (Dysdercus poecilus);
TINGIDAE, tal como o inseto de laço de crisântemo (Galeatus spinifrons} , yanagi-gunbai (Metasalis populi), o inseto de laço de cânfora (Stephanitis fasciicarina) , o inseto de laço de pêra (Stephanitis nashi) , o inseto de laço de azaléia (Stephanitis pyrioides) , o inseto de laço de castanheira (Uhlerites debile), o inseto de laço de nogueira (Uhlerites latiorus);
MIRIDAE, tal como o inseto da planta da alfafa (Adelphocoris lineolatus), o buchihigekuro-kasumikame (Adelphocoris triannulatus), o koao-kasumikame (Apolygus lucorum) , o inseto da planta verde pálida (Apolygus spinolai), o akahoshi-kasumikame (Creontiades coloripes), o inseto da folha do tabaco (Nesisiocoris tenuis), a pulga de jardim japonês (Ectometopterus micantulus) , a pulga de jardim oriental (Halticiellus insularis), o inseto de folha de maçã (Heterocordylus flavipes), o inseto de planta manchada japonesa (Lygus disponsi), o madara-kasumikame (Cyphodemidea saundersi), o inseto de folha da planta da beterraba (Orthotylus flavosparsus), o inseto da folha do trigo (Stenodema ealearatum), o inseto do capim-rabo-de- rato (Stenotus binotatus), o inseto do sorgo {Stenotus rubrovittatus), o inseto alquebrado (Taylorilygus pallidulus), o inseto da folha de arroz (Trigonotylus eoelestialium);
3 0 CICADIDAE, tal como a grande cigarra marrom (Graptopsaltria nigrofuscata);
APHROPHORIDAE, tal como o maeki-awafuki (Aphrophora costalis), a ' rã saltadora do pinheiro (Aphrophora flavipes), o inseto cigarrinha-das-pastagens (Aphrophora intermedia), o himefutatennaga-awafuki (Clovia punctata), a cigarrinha-das-pastagens de campina (Philaenus spumarius);
TETTIGELLIDAE, tal como o gafanhoto com a extremidade negra (Bothrogonia japonica) , o gafanhoto verde (Cicadella viridis) ;
CICADELLIDAE, tal como o gafanhoto de carvalho
(Aguriahana quercus) , o gafanhoto polifago (Alnetoidia alneti), o gafanhoto citrico {Apheliona ferruginea), o gafanhoto de videira (Arboridia apicalis) , o gafanhoto verde pequeno (Edwardsiana flavescens), o gafanhoto de roseira (Edwardsiana rosae), o gafanhoto de pinho, (Empoasca abietis), o gafanhoto verde do chá (Empoasca onukii), o gafanhoto de cabeça laranja (Thaia subrufa), o gafanhoto citrico menor (Zyginella citri);
DELTOCEPHALIDAE, tal como o gafanhoto de ás ter (Macrosteles fascifrons) , o gafanhoto de arroz verde (Nephotettix cincticeps), o gafanhoto de arroz verde (Nephotettix nigropictus), o gafanhoto de arroz verde (Nephotettix virescens) o gafanhoto de maçã (Orientus ishidai), o gafanhoto de arroz zigue-zague (Recilia dorsalis) , o gafanhoto de trigo (Sorhoanus tritici) , o gafanhoto de amieiro (Speudotettix subfusculus);
DELPHACIDAE, tal como o gafanhoto de plantas pequeno marrom (Laodelphax striatellus), o gafanhoto de plantas marrom (Nilaparvata lugens), o gafanhoto de cana-de-açúcar 3 0 pálido (Numata muiri), o gafanhoto de milho (Peregrinus maidis), ο gafanhoto de cana-de-açúcar (Perkinsiella saccharicida), o planthopper de costas branca (Sogatella furei fera), o planthopper de panicum (Sogatella panicicola);
PSYLLIDAE, tal como o chupador de amoreira (Anomomeura
mori), a pulga de verniz (Calophya nigridorsalis) , a pulga cítrica (Diaphorina citri), a pulga de hibisco (Mesohomotoma camphorae), a pulga de abies (Psylla abieti), o piolho vegetal (Psylla alni), a pulga de siris (Acizzia jamatonica), o chupador de maçã (Cacopsylla mali), o chupador de maçã preto (Psylla malivorella), o chupador de pêra (Psylla pyrisuga), a pulga de sempre-viva (Psylla tobirae), o chupador de cânfora (Trioza camphorae) , o chupador de carvalho (Trioza quercicola); ALEYRODIDAE, tal como a mosca-branca pontuda laranja
(Aleurocanthus spiniferus), a mosca-branca de videira (Aleurolobus taonabae), a mosca-branca do tabaco (Bemisia tabaci), a mosca-branca citrica ((Dialeurodes citri), a mosca-branca de estufa (Trialeurodes vaporariorum),a mosca- branca Bemisia tabaci (Bemisia argentif olii);
PHYLLOXERIDAE, tal como filoxera da videira (Viteus vitifolii);
PEMPHIGIDAE, tal como o afideo de raiz (Aphidounguis mali), o afideo de pulôver (Eriosoma lanigerum), o afideo de raiz de cana-de-açúcar (Geoiea Iucifuga) ;
APHIDIDAE, tal como o afideo de ervilha (Acyrthosiphon pisum), o afideo spirea (Aphis citricola), o afideo de feijão-de-vaca (Aphis craccivora) , o yanabi-aburamushi (Aphis farinosa yanagicola) , o afideo de algodão (Aphis gossypii), o afideo de dedaleira (Aulacorthum solani), o afídeo de ameixeira de fungos do gênero Tafrina (Brachycaudus helichrysi) , o afídeo de repolho (Brevicoryne brassicae), o afídeo do bulbo de tulipa (Dysaphis tulipae), o afídeo de bétula Européia (Euceraphis punctipennis), o afídeo de ameixeira farinácea (Hyalopterus pruni), o afídeo de nabo, (Lipaphis erysimi), o afídeo de crisântemo (Macrosiphoniella sanborni), o afídeo de batata (Macrosiphum euphorbiae) , o afídeo de feijão (Megoura crassicauda) , o nashikofuki-aburaraushi (Melanaphis siphonella), o afídeo de fungos do gênero Tafrina de maçã (Myzus malisuctus), o umekobu-aburamushi (Myzus mumeeola), o afídeo de pêssego verde (Myzus persicae), o afídeo de cebola (Neotoxoptera formosana), o afídeo de maçã (Ovatus malicolens), o afídeo de nenúfar (Rhopalosiphum nymphaeae), o afídeo de cerejeira de passarinho (Rhopalosiphum padi), o afídeo de raiz de arroz (Rhopalosophum rufiabdominalis), o afídeo de raiz (Sappaphis piri) , o afídeo de pêra (Schizaphis piricola) , o afídeo de entalhe (Sitobion akebiae), o ibarahigenaga-aburamushi (Sitobion ibarae), o afídeo do chá (Toxoptera aurantii), o afídeo cítrico marro (Toxoptera citricidus), o afídeo de pêssego (Tuberocephalus momonis), o taiwanhigenaga-aburamushi (Uroleucon
formosanum);
MARGARODIDAE, tal como o inseto farináceo gigante (Drosicha corpulenta), a cochonilha de travesseiro de cotonoso (Icerya purchasi);
PSEUDOCOCCIDAE, tal como o inseto farináceo de Matsumoto (Crisicoccus matsumotoi), o inseto farináceo Kuwana Pine (Crisicoccus pini), o inseto farináceo Taxus 3 0 (Dysmieoeeus wistariae), o inseto farináceo cítrico (Planococcus citri), ο inseto farináceo japonês (Planococcus kranuhiae) , o inseto farináceo citricô (Pseudococcus eitrieulus) , o inseto farináceo Comstock (Pseudoeoceus eomstoeki);
COCCIDAE, tal como a cochonilha de cera indiana
(Ceroplastes eeriferus), a cochonilha de cera vermelha (Ceroplastes rubens), o mikan-hiratakaigaramushi (Coeeus diserepans), a cochinilha macia marrom (Coeeus hesperidum), a cochonilha de citricola (Coeeus pseudomagnoliarum) , a cochonilha de cera chinesa (Erieerus pela), a cochinilha de lecânio da fruta européia (Leeanium eorni), a cochonilha de pêssego europeu (Leeanium persieae), a cochonilha cotonosa citrica (Pulvinaria aurantii), a cochonilha macia (Pulvinaria citricola), a cochonilha de amoreira cotonosa (Pulvinaria kuwaeola);
DIASPIDIDAE, tal como kankitsu-kaigaramushi (Andaspis kashicola), a cochonilha vermelha da Califórnia (Aonidiella aurantii) , a cochonilha amarela (Aonidiella citrina) , a cochonilha de côco (Aspidiotus destructor), a cochonilha de 2 0 oleandro (Aspidiotus hederae), a cochonilha preta circular (Chrysomphalus ficus), a cochonilha de São José (Comstockaspis perniciosa), a cochonilha camellia mining (Duplaspidiotus claviger), a cochonilha púrpura (Lepidosaphes beckii), a cochonilha de concha de ostra (Lepidosaphes ulmi), a cochonilha de bordo japonês (Lepidosaphes japonica), a cochonilha (Parlatoreopsis pyri) , a cochonilha blindada (Parlatoria camelliae), a cochonilha parlatoria de chá (Parlatoria theae), a cochonilha parlatoria preta (Parlatoria ziziphi), a cochonilha de samambaia (Pinnaspis aspidistrae),a cochonilha de cânfora (Pseudaonidia duplex), a cochonilha de peônia (Pseudaonidia paeoniae), a cochonilha de amoreira (Pseudaulacaspis pentagona), a cochonilha de prunicola branca (Pseudaulacaspis prunicola) a cochonilha de seta ( Unaspis yanonensis);
os seguintes da ordem das borboletas, traças e saltadores (LEPIDOPTERA): traça de salamandra aquática (Endoclita excrescens), a verruma da videira (Endoclita sinensis), a traça (Palpifer sexnotata) , a traça tortricidae de morangueiro (Acleris comariana), a traça tortricidae de fruta do verão (Adoxophyes orana fasciata), a traça tortricidae de chá menor (Adoxophyes sp.), a lepidóptera asiática (Arehips breviplicanus) , a tortricidae de maçã (Arehips fuseoeupreanus), a tortricidae de carvalho marrom (Arehips xylosteanus), o gorgulho de junco (Baetra furfurana), o gorgulho da folha do tabaco (Cnephasia einereipalpana), a tortricidae da noz (Cydia kurokoi), a traça de castanheira esverdeada (Eueoenogenes aestuosa), a taça de fruta oriental (Grapholita molesta) , a tortricidae 2 0 de chá oriental (Homona magnanima) , a larva de tortricídeo (Choristoneura adumbratana), a verruma da vagem de soja {Leguminivora glyeinivorella) , o gorgulho da vagem de feijão adzuki (Matsumuraeses azukivora), o gorgulho da vagem de soja (Matsumuraeses faleana) , o gorgulho da vagem de soja (Matsumuraeses phaseoli) , o lieker de maçã (Spilonota leehriaspis), a traça do botão da flor de Spilonota ocellana (Spilonota oeellana), a traça da uva européia (Eupoecillia ambiguella), a verruma pontuda chinesa (Gynnidomorpha mesotypa), o yomogioo-hosohamaki (Phtheoehroides clandestina), o bicho-de-cesto de amoreira (Bambalina sp.), o bicho-de-cesto gigante (Eumeta japonica), o bicho-de-cesto de chá (Eumeta minuscule), a traça de grãos europeus (Nemapogon granellus), a traça amarelada pequena (Tinea translucens) a larva de mosca de pêra (Bucculatrix pyrivorella) , a larva de mosca de pêssego (Lyonetia clerkella), a larva de mosca de maçã (Lyonetia prunifolieila), a larva de mosca de chá (Caloptilia theivora), o ringo-hosoga (Caloptilia zachrysa), a larva de mosca de caqui (Cuphodes diospyrosella) , o leafminer de maçã (Phyllonorycter ringoniella) , a traça de folhas de macieira (Phyllonorycter ringoniella), a traça de córtex da pereira (Spulerina astaurota), a traça de folhas cítricas (Phyllocnistis citrella), a traça de folhas de uva (Phyllocnistis toparcha) a traça de aliáceas (Acrolepiopsis sapporensis) , a traça de folhas de inhame (Acrolepiopsis suzukiella) a traça de tartaruga palustre {Plutella xylostella) , a traça da maçã (Argyresthia eonjugella) , a verruma de videira (Paranthrene regalis) , a verruma da cerejeira (Synanthedon heetor), a traça de caqui 2 0 (Stathmopoda masinissa), o dobrador de folha de batata- doce (Braehmia triannulella), a traça de pêra (Carposina niponensis) o gorgulho de folha de pereira (Illiberis pruni), o eoehlid chinês (Parasa siniea), a traça oriental (Monema flavescens), a lagarta pungente de pêra (Narosoideus flavidorsalis) , o eoeklid verde (Parasa eonsoeia), o eoeklid de caqui (Scopelodes eontraeus), a verruma da haste do arroz (Chilo suppressalis), a traça de dobradura de folha de arroz (Cnaphaloeroeis medinalis), a traça do pêssego amarelo (Conogethes punetiferalis), a lagarta do algodoeiro (Diaphania indica), a nashimadara- meiga (Ectomyelois pyrivorella) , a traça da farinha de trigo do mediterrâneo (Ephestia kuehniella), a verruma da vagem de feijão-de-lima (Etiella zinckenella), a verruma do córtex do caquizeiro (Euzophera batangensis), traça Pyralidae de amoreira (Glyphodes pyloalis), a lagarta que tece teia de repolho (Hellulla undalis) , a traça tortricidae do arroz (Marasmia exígua), a verruma da vagem de leguminosas (Maruca testulalis), a traça tortricidae do algodoeiro (Notarcha derogate) , a verruma do milho asiático (Ostrinia furnacalis), a verruma do feijão azuki (Ostrinia scapulalis), a verruma do carrapicho da manteiga (Ostrinia zaguliaevi), lagarta que tece teia de gramíneas (Parapediasia teterrella), a lagarta que tece teia de feijão (Pleuroptya ruralis), a verruma de talo amarelo (Scirpophaga incertulas), o saltador do arroz (Parnara guttata), o Helen vermelho (Papilio helenus), a borboleta com asas traseiras em forma de cauda de andorinha (Papilio xuthus), o Fusarium obscuro pálido oriental (Colias era te poliographus) , o gorgulho do repolho comum (Pieris rapae crucivora) , borboleta pea blue de cauda longa (Lampides boeticus) , a traça laranja (Angerona prunaria), a mandruvá gigante japonesa (Ascotis selenaria), a geômetra gigante fitomimética (Biston robustum), o gorgulho do cancro da ameixeira (Cystidia couaggaria), a lagarta do pinheiro (Dendrolimus spectabilis), a lagarta de tenda (Malacosoma neustria testacea), a lagarta da macieira (Odonestis pruni japonensis), a traça tipo coffee hawk (Cephonodes hylas), o gorgulho da cornucópia da videira (Aeosmeryx eastanea), a traça Notodontidae (Clostera anaehoreta), o prominente 3 0 álamo (Clostera anastomosis), a traça Phalera bueephala japonesa (Phalera flaveseens) , a lagarta do carvalho (Phalerodonta manleyi), a traça da lagosta (Stauropus fagi persimilis) , a traça do tufo do chá (Euproctis pseudoconspersa), a traça da cauda marrom (Sphrageidus similis), a traça do tudo oriental (Artaxa subflava), a taça cigana (Lymantria díspar), a taça da moita de mancha branca (Orgyia thyellina), a traça da lagarta que tece teia Fall (Hyphantria cunea) , a taça do tigre da amoreira (Spilosoma imparilis), a traça Noctuidae com três manchas (Acanthoplusia agnata), o alquimista oriental (Aedia leucomelas), a gramiola preta (Agrotis ipsilon), a traça de nabo (Agrotis segetum) , a mandruvá do hibisco (Anomis mesogona), a semi-mandruvá da beterraba (Autographa nigrisigna), a mandruvá do repolho (Trichoplusia ni) , o gorgulho da cápsula do algodoeiro (Helicoverpa armigera), o gorgulho do botão de flor da groselha-espinhosa da capa (Helieoverpa assulta), gorgulho do botão de flor do linho (Heliothis maritime) , a traça do repolho (Mamestra brassieae) , a lagarta verde do arroz (Naranga aeneseens), a lagarta de cereais oriental (Pseudaletia separata) , a verruma da haste rosa (Sesamia inferens), a travela verde do gramado (Spodoptera depravata) , a lagarta de cereais da beterraba (Spodoptera exigua), a travela comum {Spodoptera litura), a traça perfuradora da maçã (Trianea intermedia), a travela da azedeira (Viminia rumieis) , a travela (Xestia e-nigrum);
os seguintes da ordem dos besouros (COLEOPTERA): escaravelho marrom (Adoretus tenuimaeulatus), escaravelho cúpreo (Anômala euprea), besouro da soja (Anômala 3 0 rufoeuprea), besouro de flor (Eueetonia pilifera), aohanamuguri (Cetonia roelofsi), escaravelho alongado amarelado (Heptophylla picea), besouro japonês (Melolontha japonica), besouro escarabeu (Mimela splendens), escaravelho de flor cítrica (Oxycetonia jucunda), besouro japonês (Popillia japonica), besouro de tapete variado (Anthrenus verbasci) , besouro de tapete preto (Attagenus unicolor j aponicus), besouro de cigarro (Lasioderma serricorne) , besouro do powderpost (Lyctus brunneus) , besouro da seiva do milho (Carpophilus dimidiatus), besouro de fruta seca (Carpophilus hemipterus) , joaninha que se alimenta de folhas (Epilachna vigintioetomaeulata), besouro joaninha fitofago (Epilachna vigintioctopunctata), besouro de fundo preto (Alphitobius laevigatus) , longicórneo com mancha amarela (Neatus picipes), besouro da farinha tipo smalleyed (Palorus ratzeburgii), besouro da farinha achatada (Palorus subdepressus) , bicho da farinha amarelo (Tenebrio molitor), besouro da farinha vermelho (Tribolium castaneum), besouro da farinha confuso (Tribolium confusum), besouro da vesícula do feijão (Epicauta gorhami), o kimadara-kamikiri (Aeolesthes chrysothrix), besouro longicórneo com mancha branca (Anoplophora malasiaca), serrador do pinheiro japonês (Monochamus alternatus), besouro longicórneo com mancha amarela (Psaeothea hilaris), verruma da videira (Xylotreehus pyrrhoderus), verruma da cabeça redonda da samanea saman (Xystroeera globosa) , gorgulho do feijão azuki (Callosobruchus ehinensis), besouro da folha de cucúrbita (Aulacophora femoralis), o chairosaru-hamushi (Basilepta balyi), besouro de tartaruga (Cassida nebulosa), o tensaitobi-hamushi (Chaetoenema eoneinna), besouro da folha de batata-doce (Colasposoma dauricum), o
j uushihoshikubinaga-hamushi (Crioceris
guatuordecimpunetata) , gorgulho da raiz do arroz (Dônacia provosti) , o ruri-hamushi (Linaeidea aenea), besouro da pulga da soja (Luperomorpha tenebrosa), besouro da folha com duas faixas (Medythia nigrobilineata), besouro da folha do arroz (Oulema oryzae) , besouro da folha de legume tropical (Pagria signata), besouro da folha de nabo (Phaedon brassicae), besouro da pulga listrada (Phyllotreta
striolata), umechokkiri-zoumushi (Involvulus cupreus), gorgulho de pêssego (Rhynchites heros), gorgulho da batata- doce (Cylas formicarius), gorgulho da flor de macieira (Anthonomus pomorum), o daikonsaru-zoumushi (Ceutorhynchus albosuturalis), gorgulho da castanha (Curculio
sikkimensis), gorgulho da planta do arroz (Echinoenemus sguameus), gorgulho da batata-doce da índia Ocidental (Euseepes postfaseiatus) , gorgulho da folha de trevo inferior (Hypera nigrirostris), gorgulho da alfafa (Hypera postiça), gorgulho da água de arroz (Lissorhoptrus
2 0 oryzophilus) , gorgulho de vegetal (Listroderes
eostirostris) , gorgulho de folha (Phyllobius armatus), o chibikofuki-zoumushi (Sitona japonieus), gorgulho do arroz (Sitophilus oryzae) , gorgulho do milho (Sitophilus zeamais), gorgulho caçador (Sphenophrus venatus vestitus);
os seguintes a partir das ordens dos vespões, vespas,
abelhas e formigas (HYMENOPTERA): o vespão do repolho (Athalia japoniea) , o vespão do nabo (Athalia rosae rufieornis), o vespão argid de macieira (Arge mali), o vespão de rosa grande (Arge pagana) e a abelha de fel de
3 0 castanha oriental (Dryocosmus kuriphilus); os seguintes da ordem das moscas (DIPTERA): o pernilongo do arroz (Tipula aino), a mosca gregária enegrecida minúscula (Bradysia agrestis) , o mosquito-pólvoa do fel da vagem de soja (Asphondylia sp.), a mosca do melão (Dacus cucurbitae), a mosca de fruta oriental (Dacus dorsalis), a mosca de fruta cítrica (Dacus tsuneonis), a mosca de cereja japonesa (Rhacochlaena japoniea), larva da folha de arroz (Hydrellia griseola), gusano de verticilo de arroz (Hydrellia sasakii), drosófila de cereja (Drosophila suzukii), gusano do caule de arroz (Chlorops oryzae), gusano do cuale de trigo (Meromyza nigriventris) , larva de mosca do arroz japonês (Agromyza oryzae) , larva de mosca de ervilha (Chromatomyia hortieola), celery miner fly (Liriomyza bryoniae) , a larva de mosca de cebolinha (Liriomyza ehinensis), a larva de mosca serpentiforme americana (Liriomyza trifolii), a larva de mosca vegetal (Liriomyza sativae) , a larva de mosca de ervilha (Liriomyza huidobrensis) , a mosca de cebola (Delia antiqua) , a mosca de semente de feijão (Delia platura) , a larva de mosca de beterraba (Pegomya eunicularia), a mosca doméstica (Musea domestica) , a mosca varejeira (Phormia regina), o mosquito doméstico (Culex pipiens pallens Coquillett), chikaieka (Culex pipiens molestus Forskal), o shina-hamadaraka (Anopheles (Anopheles) sinensis Wiedemann), e o mosquito do tigre asiático (Aedes albopietus (Skuse)). Entretanto, a invenção não está limitada a esses exemplos.
Nesta invenção, uma semente vegetal se refere a algo que armazena nutrientes para semeaduras de brotos e é usada para a propagação na agricultura. Exemplos específicos que 3 0 podem ser dado incluem: sementes, tais como de milho soja, algodão, arroz, beterraba, trigo, cevada, girassol, tomate, pepino, berinjela, espinafre, ervilhas em vagem, abóbora japonesa, cana-de-açúcar, tabaco, pimentão verde e colza; batatas de plantio, tais como taro, batata, batata doce e konnyaku; bulbos, tais como tulipas e lírios comestíveis; e bulbos de semeadura, tais como chalotas. Outros exemplos que podem ser dados são plantas que não existem inicialmente na natureza, porém são produzidas pela manipulação dos genes e semelhantes artificialmente, deste modo sofrendo transformação genética, tal como, porém sem se limitar, a: soja tolerante à herbicida, milho, algodão e semelhantes; arroz adaptado ao frio, tabaco e semelhantes; e milho, algodão, batata e semelhantes dados com a funcionalidade de produzir substâncias inseticidas por transformação genética.
A composição da invenção, a qual inclui ingredientes ativos de pentiopirad e pelo menos um composto neonicotinóide escolhido do grupo consistindo de dinotefuran, clotianidin, nitenpiram, tiametoxam, imidacloprid, tiacloprid e acetamiprid podem ser usados como tais. Entretanto, a composição da invenção é geralmente usada pela mistura com um carreador e formulação geralmente por métodos conhecidos, em um pó umedecível, um pó umedecível com capacidade de se mover em fluxo e granular, uma formulação em pó, uma emulsão e semelhantes,com a adição de adjuvante(s) para formulação, tais como tensoativos, agentes umidificantes, agentes aderentes, espessantes, conservantes, corantes e/ou estabilizantes, conforme a necessidade. O conteúdo de 3 0 ingrediente ativo pentiopirad nessas formulações está geralmente na faixa de 0,005% a 99% em peso, pref erivelmente de 0,01% a 90% em peso, e ainda mais preferivelmente de 0,1% a 85% em peso, em relação à quantidade total da formulação. Por outro lado, o conteúdo total de pelo menos um composto neonicotinóide escolhido do grupo contendo dinotefuran, clotianidin, nitenpiram, tiametoxam, imidacloprid, tiacloprid e acetamiprid está respectivamente geralmente na faixa de 0,005% a 99% em peso, mais preferivelmente de 0,01% a 90% em peso, e ainda mais preferivelmente de 0,1% a 85% em peso, em relação à quantidade total da formulação.
Tal carreador usado para a formulação acima não está particularmente limitado, e se ele for um carreador que é geralmente usado para formulações agrícolas, então ou um carreador sólido ou um líquido podem ser usados. Como um carreador sólido, os seguintes podem ser fornecidos como exemplos: substâncias inorgânicas, tais como bentonita, montmorilonita, caolinita, terra diatomácea, barro branco, talco, barro, vermiculita, gipsita, carbonato de cálcio, sílica amorfa, sulfato de amônio; substâncias orgânicas vegetais, tais como farinha de soja, farinha de madeira, pó de serra, farinha de trigo, lactose, sacarose e glicose; e uréia e semelhantes. Como um carreador líquido, os seguintes podem ser dados como exemplos: hidrocarbonetos aromáticos, tais como tolueno, xileno e cumeno, e naftenos; hidrocarbonetos de parafina, tais como n-parafina, isoparafina, parafina líquida, querosene, óleo mineral e polibuteno; cetonas, tais como acetona e metiletilcetona; éteres, tais como dioxano e éter dietilenoglicoldimetílico; 3 0 alcoois, tais como etanol, propanol e etilenoglicol; carbonatos, tais como etilenocarbonato, propilenocarbonato e butilenocarbonato; solventes aprótico, tais como dimetilformamida e dimetilsulfóxido; e água e semelhantes.
Além disso, os seguintes adjuvantes podem também ser usados, de acordo com o propósito e em consideração com a forma da formulação, o método de tratamento e semelhantes, para reforçar o efeito do composto da invenção, e esses adjuvantes podem ser usado individualmente ou em suas combinações. Como adjuvantes, os tensoativos podem ser usados que são geralmente usados nas formulações de agricultura para propósitos tais como emulsificação, dispersão, espalhamento e umidificação, e exemplos que podem ser dados de tais tensoativos incluem, porém não estão sendo limitados, a: tensoativos não-iônicos, tais como ésteres de ácido graxo de sorbitan, ésteres de ácido graxo de polioxietileno sorbitan, ésteres de ácido graxo de sacarose, ésteres de ácido graxo de polioxietileno, ésteres de ácido de resina de polioxietileno, diésteres de ácido graxo de polioxietileno, óleos de castóreo de polioxietileno, éteres de polioxietilenoalquila, éteres de polioxietilenoalquilfenila, éteres de
polioxietilenodialquilfenila, condensatos de formaldeído de éter polioxietilenoalquilfenila, polímeros em bloco de polioxietileno-polioxipopileno, éteres de polímeros em bloco de polioxietilenoalquil-polioxipropileno, éteres de polímeros em bloco de polioietilenoalquilfenil- polioxipropileno, polioxietilenoalquilaminas, amidas do ácido graxo de polioxietileno, éteres de
bisfenilpolioxietileno, éteres de
polioxialquilenobenzilfenila, éteres de polioxialquilenoestirilfenila, aductos de polioxialquileno de um álcool superior, éteres de polioxietileno, silicones de éster modificados e fluortensoativos; tensóativos aniônicos tais como sulfatos de alquila, sulfatos de éter de polioxietilenodialila, sulfatos de éter de polioxietilenoalquila, sulfatos de éter de
polioxietilenoalquilfenila, sulfatos de éter de polioxietilenobenzilfenila, sulfatos de éter de polioxietilenoestirilfenila, sulfatos de polímero em bloco de polioxietileno-polioxipopileno, sulfonatos de parafina, alcanossulfonatos, AOS, dialquilsulfossuccinato,
alquilbenzenossulfonatos, naftalenossulfontos,
dialquilnaftalenossulfonatos, condensatos de formaldeído de naftalenossulfonatos, alquildifenileterdissulfonatos,
ligninossulfonatos, sulfonatos de éter fenílico de polioxietilenoalquila, meio-ésteres de éter
polioxietilenoalquilsulfossuccinato, sais de ácido graxo, sarcosinato de ácido N-metilgraxo, resinatos, fosfatos do éter polioxietilenoalquila, fosfatos do éter de polioxietilenofenila, fosfatos do éter de
polioxietilenodialquilfenila, fosfatos do éter de fenil polioxietilenobenzilado, fosfatos do éter de polioxietileno benzilado fenilfenila, fosfatos do éter polioxietileno estirilado fenila, fosfatos do éter de polioxietileno benzilado fenilfenila, fosfatos de polímero em bloco de polioxietileno-polioxipropileno, sulfatos de éter polioxietileno-dialila, fosfatidilcolina,
fosfatidiletanolimina, alquilfosfatos e tripolifosatos de sódio; tensoativo molecular elevado tipopoliânion derivado do ácido acrílico com acrilonitrila, ácido acrilamidametilpropanossulfônico; tensoativos catiônicos, tais como cloreto de alquiltrimetilamônio, cloreto de polioiètilenoalquilamônio, brometo de alquil-N-
metilpiridínio, cloreto de amônio mono-metilado, cloreto de amônio dialquilmetilado, dicloreto de
pentametilpropilenamina, cloreto de
alquildimetilbenzalcônio e cloreto de benzetônio; e tensoativos anfotéricos, tais como
dialquildiaminoetilbetaínas e alquildimetilbenzilbetaínas. Como ligantes, exemplos que podem ser dados incluem
arginato de sódio, alcoois polivinílicos, goma arábica, CMC sódica, bentonita e semelhantes.
Exemplos de desintegrantes que podem ser dados incluem CMC sódica, croscamelose sódica, e exemplos de estabilizantes incluem antioxidantes à base fenólica impedidos, absorventes de ultravioleta à base de amina impedida, e semelhantes.
Ácido fosfórico, ácido acético e hidróxido de sódio podem ser usados como ajustadores de pH, e fungicidas industriais e agentes antifúngicos, tais como 1,2- benzisotiazolin-3-ona e semelhantes podem ser adicionados para a prevenção de bactérias e fungos.
Como espessante, goma xantana, goma guar, CMC sódica, goma arábica, alcoois polivinílicos, montmorilonita e semelhantes podem ser usado.
Conforme necessário, compostos de silicone podem ser usados como agentes antiespumantes, e propilenoglicol, etilenoglicol e semelhantes podem ser usado como agentes anticongelantes.
3 0 Ao entrar em contato com as sementes das plantas, a composição da invenção, incluindo ingredientes ativos de pentiopirad e pelo menos um composto neonicotinóide escolhido do grupo consistindo de dinotefuran, clotianidin, nitenpiram, tiametoxam, imidacloprid, tiacloprid e acetamiprid, as sementes das plantas podem ser imersas na composição como tais. Alternativamente, a composição pode ser aplicada às sementes das plantas por imersão, revestimento com pó, pulverização ou revestimento, pela diluição até uma concentração adequada depois da formulação da composição com um veículo adequado. Não existem limitações particulares para os veículos adequados, e exemplos seus que podem ser dados incluem: carreadores líquidos, tais como água ou solventes orgânicos tais como etanol; e incluem carreadores sólidos, tais como substâncias inorgânicas como bentonita, montmorilonita, caolinita, terra diatomácea, barro branco, talco, barro, vermiculita, gipsita, carbonato de cálcio, sílica amorfa e sulfato de amônio; substâncias orgânicas vegetais, tais como farinha de soja, farinha de madeira, pó de serra,
2 0 farinha de trigo, lactose, sacarose e glicose; e uréia.
Embora a taxa de diluição da formulação possa ser ajustada apropriadamente, a taxa de diluição aplicada pode ser de 5 a 50.000 vezes, sendo preferivelmente de 10 a 20.000 vezes, e sendo mais preferivelmente de 15 a 10.000 vezes. A quantidade da formulação quando usada para revestimento de pó, pulverização e revestimento é de geralmente cerca de 0,05% a 50%, e mais pref erivelmente de 0,1% a 30% em relação ao peso seco das sementes vegetais. Entretanto, a quantidade utilizada não está limitada a essas faixas, e
3 0 pode variar de acordo com a forma da formulação e com o tipo de semente vegetal usada como a candidata ao
tratamento.
Exemplos
De agora em diante, a invenção será detalhadamente explicada, com referência aos Exemplos e Exemplo de Teste. Exemplo 1 (Formulação em Pó)
partes de pentiopirad, 5 partes de dinotefuran, 89,5 partes de barro, 0,5 partes de DRILESS B (nome comercial, um agente de agregação feito por Sanyo Co., Ltd.) foram misturados juntos e uniformemente moídos, e uma formulação em pó contendo 5% do ingrediente ativo de pentiopirad e 5% do ingrediente ativo de dinotefuran foi obtida. Exemplo de Referência 1 (Formulação em Pó)
partes de pentiopirad, 94,5 partes de barro e 0,5 partes de DRILESS B (nome comercial, um agente de agregação feito por Sanyo Co., Ltd.) foram misturados juntos e uniformemente moídos, e uma formulação em pó contendo 5% do ingrediente ativo de pentiopirad foi obtida. Exemplo de Referência 2 (Formulação em Pó) 2 0 5 partes de dinotefuran, 94,5 partes de barro e 0,5
partes de DRILESS B (nome comercial, um agente de agregação feito por Sanyo Co., Ltd.) foram misturados juntos e uniformemente moídos, e uma formulação em pó contendo 5% do ingrediente ativo de dinotefuran foi obtida. 2 5 Exemplo 2 (pó Umedecível)
partes de pentiopirad, 25 partes de dinotefuran, 1 parte de ligninossulfonato de sódio, 5 partes de sílica amorfa e 44 partes de terra diatomácea foram misturadas e trituradas, e um pó umedecível contendo 25% do ingrediente ativo de pentiopirad e 25% do ingrediente ativo de dinotefuran foi obtido.
Exemplo de Referência 3 (Pó umedecível)
partes dé pentiopirad, 1 parte de ligninossulfonato de sódio, 5 partes de sílica amorfa e 69 partes de terra diatomácea foram misturadas e trituradas, e um pó umedecível contendo 2 5% do ingrediente ativo de pentiopirad foi obtido.
Exemplo de Referência 4 (Pó umedecível)
partes de dinotefuran, 1 parte de ligninossulfonato de sódio, 5 partes de sílica amorfa e 69 partes de terra diatomácea foram misturadas e trituradas, e um pó umedecível contendo 25% do ingrediente ativo de dinotefuram foi obtido.
Exemplo 3 (Pó com capacidade de se mover em fluxo) A trituração úmida foi efetuada com um moedor de areia
com 2 0 partes de pentiopirad, 2 0 partes de dinotefuran, 5 partes de propilenoglicol, 5 partes de oleato de polioxietileno, 5 partes de sulfato de éter polioxietilenodialílico, 0,2 partes de agente antiespumante de silicone e 44,8 partes de água e um pó com capacidade de se mover em fluxo contendo 2 0% do ingrediente ativo de pentiopirad e 2 0% do ingrediente ativo de dinotefuran foi obtido.
Exemplo de Referência 5 (Pó com capacidade de se mover em fluxo)
A trituração úmida foi efetuada com um moedor de areia com 20 partes de pentiopirad, 5 partes de propilenoglicol, partes de oleato de polioxietileno, 5 partes de sulfato de éter polioxietilenodialílico, 0,2 partes de agente antiespumante de silicone e 64,8 partes de água e um pó com capacidade de se mover em fluxo contendo 20% do ingrediente ativo de pentiopirad foi obtido.
Exempío de Referência 6 (Pó com capacidade de se mover em fluxo)
A trituração úmida foi efetuada com um moedor de areia
com 20 partes de dinotefuran, 5 partes de propilenoglicol, partes de oleato de polioxietileno, 5 partes de sulfato de eter polioxietilenodialílico, 0,2 partes de agente antiespumante de silicone e 64,8 partes de água e um pó com capacidade de se mover em fluxo contendo 20% do ingrediente ativo de dinotefuran foi obtido. Exemplo 4 (Emulsão)
partes de pentiopirad, 10 partes de dinotefuran, 10 partes de cicloexano, 50 partes de xileno e 20 partes de SORPOL (nome comercial, um tensoativo feito por Toho Chemical Industries Co., Ltd.) foram dissolvidas e misturadas uniformemente, e uma emulsão contendo 10% do ingrediente ativo de pentiopirad e 10% do ingrediente ativo de dinotefuram foi obtida. Exemplo de Referência 7 (Emulsão)
partes de pentiopirad, 10 partes de cicloexano, 60 partes de xileno e 2 0 partes de SORPOL (nome comercial, um tensoativo feito por Toho Chemical Industries Co., Ltd.) foram dissolvidas e misturadas uniformemente, e uma emulsão contendo 10% do ingrediente ativo de pentiopirad foi obtida.
Exemplo de Referência 8 (Emulsão)
partes de dinotefuran, 10 partes de cicloexano, 60 partes de xileno e 20 partes de SORPOL (nome comercial, um tensoativo feito por Toho Chemical Industries Co., Ltd.) foram dissolvidas e misturadas uniformemente, e uma emulsão contendo 10% do ingrediente ativo de dinotefuran foi òBtida.
Exemplo 5 (Pó Umedecivel Granular) Depois de misturar uniformemente 2 0 partes de
pentiopirad, 2 0 partes de dinotefuran, 3 partes de CMC sódica, 5 partes de éster do ácido alquilsulfúrico e 52 partes de barro, a mistura foi misturada com água, granulada e seca, e o seu tamanho de partícula foi regulado para obter um pó umedecível granular contendo 20% do ingrediente ativo de pentiopirad e 20% do ingrediente ativo de dinotefuran.
Exemplo de Referência 9 (Pó Umedecível Granular)
Depois de misturar uniformemente 2 0 partes de pentiopirad, 3 partes de CMC sódica, 5 partes de éster do ácido alquilsulfúrico e 72 partes de barro, a mistura foi misturada com água, granulada e seca, e o seu tamanho de partícula foi regulado para obter um pó umedecível granular contendo 20% do ingrediente ativo de pentiopirad. Exemplo de Referência 10 (Pó Umedecível Granular)
Depois de misturar uniformemente 2 0 partes de dinotefuran, 3 partes de CMC sódica, 5 partes de éster do ácido alquilsulfúrico e 72 partes de barro, a mistura foi misturada com água, granulada e seca, e o seu tamanho de partícula foi regulado para obter um pó umedecível granular contendo 20% do ingrediente ativo de dinotefuran. Exemplo de Teste 1 Efeito de controle contra o patógeno Alforra de Trigo
Sementes de trigo (variedade: Noin 61) foram misturadas em um saco de polietileno com 0,3% do peso das sementes de trigo com esporos de alforra do trigo extraídos de espigas contaminadas, e o patógeno foi inoculado. Dois dias após a inoculação, as formulações em pó respectivas preparadas no Exemplo 1, no Exemplo de Referência 1 (agente comparativo) e no Exemplo de Referência 2 (agente comparativo) foram adicionadas nas sementes inoculadas e misturadas completamente para revestir as sementes com as formulações. Um dia após o tratamento, as sementes às quais tratamento químico foi efetuado foram semeadas em cada canteiro de 10 m2 com 150 sementes, e a seguir crescidas. Durante o período de maturação, a existência do início a doença foi examinada para todas as espigas a olho nu, e a proporção de espigas com início de doença foi computada pela Fórmula 1 a seguir. Além disso, a existência ou não de ocorrências de fitotoxicidade também foi examinada a olho nu. Duas replicatas do teste acima foram efetuadas, e os valores médios dos resultados estão mostrados na Tabela 1.
Fórmula 1: Proporção das Espigas com Início de Doença = (quantidade de espigas com início de doença/quantidade 2 0 total de espigas examinadas) χ 100
Tabela 1
Composto de Teste Quantidade de formulação de tratamento (g/Kg de sementes) Proporção de Espigas com Início de Doença (%) Fitotoxic idade Formulação em Pó da Invenção (Exemplo 1) 60 0,5 Nenhuma 30 2, 0 Nenhuma Formulação em pó comparativa (Exemplo de sRfef erência 1) 60 2,7 Nenhuma 30 3,3 Nenhuma Formulação em pó comparativa (Exemplo de Referência 2) 60 68, 7 Nenhuma 30 62, 3 Nenhuma Sem tratamento - 65,3
Exemplo de Teste 2: Efeito de Controle contra a Doença da Ferrugem do Arroz em Arroz
Sementes de arroz naturalmente infectadas (variedade: Koshihikari) foram tratadas por imersão durante 4 8 horas com soluções diluídas de 20 vezes, 40 vezes, 80 vezes dos pós umedecíveis granulares respectivos produzidos no Exemplo 5, Exemplo de Referência 9 (agente comparativo) e Exemplo de Referência 10 (agente comparativo) e em soluções diluídas 3 00 vezes de fungicida de semente comercialmente disponível (TRIFMIN, nome comercial, um pó umedecível contendo triflumizol feito por Nippon Soda Co., Ltd.) como substância química de controle. Depois de embeber as sementes (a 15 0C por três dias) e germinação forçada (a 3 0 0C por 24 horas), as sementes às quais o tratamento químico foi efetuado foram semeadas em 100 sementes por pote em potes feitos de plástico, e a seguir cresceram em uma estufa. A existência do início da doença foi examinado em todas as mudas a olho nu aos 20 dias após a semeadura e aos 4 0 dias depois da semeadura, e a proporção das mudas com 2 0 início da doença foi computada pela Fórmula 2 a seguir. Além disso, a existência ou não de ocorrências de fitotoxicidade foi também examinada a olho nu. Três replicatas do teste acima foram efetuadas, e os valores médios dos resultados estão mostrados na Tabela 2. Fórmula 2: Proporção de Mudas com Início da Doença = (quantidade de mudas doentes/quantidade total de mudas examinadas) χ 100 Tabela 2
Composto de teste Proporçã o de Diluição da Formulaç ão Proporçã o de mudas com início da doença em 2 0 dias (%) Proporç ão de mudas com início da doença em 4 0 dias (%) Fitotoxic idade Pó umedecível 20 vezes 0,1 0,3 Nenhuma granular da 40 vezes 0,4 0,8 Nenhuma invenção 80 vezes 1,2 3,5 Nenhuma (Exemplo 5) Pó umedecível 20 vezes 0,3 2,3 Nenhuma granular comparativo (Exemplo de Referência 9) 40 vezes 0,7 3,7 Nenhuma 80 vezes 2,1 6,1 Nenhuma Pó umedecível 20 vezes 15, 2 26,5 Nenhuma granular comparativo 40 vezes 14, 9 28,1 Nenhuma 80 vezes 16, 0 27,3 Nenhuma (Exemplo de Referência 10) Desinfetant e de 300 vezes 0,3 2,1 Nenhuma semente de controle Põ umedecível TRIFMIN Sem tratamento 14 , 7 27,1
Exemplo de Teste 3 Efeito de Controle contra Podridão da Raiz de Rhizoctonia no tratamento com Revestimento de Soja. com os pós com capacidade de se mover em fluxo produzidos no Exemplo 3, Exemplo de Referência 5 (agente comparativo) e Exemplo de Referência 6 (agente comparativo) foi efetuado nas sementes de soja (Variedade: Tachinagaha) , e espalhado em uma cuba e secas ao ar até a semeadura. A cultura de Rhizoctonia foi cultivada em um meio de farelo de trigo a 0C pó sete dias, depois disso, depois da moagem, a cultura foi misturada com sólido esterilizado a vapor para fornecer uma proporção de 0,1% em peso de solo, e os potes plásticos foram preenchidos com isso. As sementes de soja às quais tratamento químico foi executado foram semeadas em sementes por pote, e crescidas em uma estufa. A quantidade de sementes em colapso foi examinada a olho nu aos 14 dias após a semeadura e aos 2 8 dias após a semeadura, e a taxa de colapso de mudas foi computada pela Fórmula 3 a seguir. Além disso, a existência ou não de ocorrências de fitotoxicidade foi também examinada a olho nu. Vinte replicatas do teste acima foram efetuadas, e o valores médios dos resultados estão mostrados na Tabela 3.
Fórmula 3: Taxa de colapso de mudas = ((quantidade de sementes semeadas - mudas saudáveis)/quantidade de sementes semeadas) χ 100 Tabela 3
Composto de Teste Quantidade de formulação de tratamento (g /Kg de sementes) Taxa de colapso de mudas aos 14 dias (%) Taxa de colapso de mudas aos 28 dias (%) Fitotoxicidade Pó com capacidade de se mover em fluxo da invenção (Exemplo 3) 100, O 4,0 5,0 Nenhuma 50,0 9,0 11, 0 Nenhuma 25,0 19, 0 22, 0 Nenhuma Pó com capacidade de se mover em fluxo comparativo (Exemplo de Referência 5) 100, 0 6,0 10, 0 Nenhuma 50,0 11, 0 17, 0 Nenhuma 25, 0 29, 0 38,0 Nenhuma Pó com capacidade de se mover em fluxo comparativo (Exemplo de Referência 6) 100,0 92, 0 100, 0 Nenhuma 50, 0 88, 0 100, 0 Nenhuma 25, 0 93, 0 100,0 Nenhuma Sem tratamento 90, 0 100, 0
Exemplo de Teste 4 Efeito de Controle contra a doença Bakanae em Arroz
Sementes de arroz (variedade: Tanginbozu - anã) contaminada com doença Bakanae resistente à benomil foram misturadas com os pós umedecíveis produzidos no Exemplo 2, Exemplo de Referência 3 (agente comparativo) e Exemplo de Referência 4 (agente comparativo) e com um desinfetante de Wemèntes comerc ialmente disponível (BENLATE, nome comercial, um pó umedecível contendo benomil como o ingrediente ativo feito por Sumitomo Chemical Co., Ltd.) como uma substância química de controle, respectivamente, e o tratamento com adubo foi executado. Depois de embeber as sementes (a 15 0C por três dias) e germinação forçada (a 28 0C por um dia) , as sementes às quais o tratamento químico foi efetuado foram semeadas a 100 sementes por pote em potes feitos de plástico, e crescidas em uma estufa. A existência do início da doença foi examinada para todas as mudas a olho nu 2 0 dias depois da semeadura e 3 0 dias depois da semeadura, e a proporção de mudas com início de doença foi computada pela Fórmula 4 a seguir. Além disso, a existência ou não das ocorrências de fitotoxicidade foi também examinada a olho nu. Três replicatas do teste acima foram efetuadas, e os valores médios dos resultados estão mostrados na Tabela 4. Fórmula 4
Proporção das mudas com início de doença = (quantidade de mudas com início da doença/quantidade de sementes semeadas) χ 100
Tabela 4
Composto de Quantidad Proporçã Proporçã Fitotoxicidad teste e de o das o das e formulaçã mudas mudas o de com com tratament início início o de de (g/kg doença doença aos 2 0 aos 3 0 seed) dias (%) dias (%) Pó umedecível 20,0 1,6 2,1 Nenhuma da invenção 10·, 0 4,2 5,3 Nenhuma (Exemplo 2) 5,0 8,4 10, 4 Nenhuma Pó umedecível 20,0 3,3 6,5 Nenhuma comparativo 10, 0 8,0 15, 2 Nenhuma (Exemplo de Referência 3) 5,0 14, 7 25, 9 Nenhuma Pó umedecível 20,0 46,2 59,1 Nenhuma comparativo 10, 0 46,8 58, 8 Nenhuma (Exemplo de Referência 4) 5,0 45,9 59, 9 Nenhuma Desinfetant e de sementes de controle 5,0 39,7 51,7 Nenhuma Pó umedecível BENLATE Sem tratamento 45,3 62, 3
Exemplo de Teste 5 Efeito de Controle contra Besouro da Pulga de Beterraba em Beterraba
O tratamento foi efetuado em sementes de beterraba em uma máquina de adubo de sementes (jato de líquido químico em um tambor giratório) usando as doses a seguir de pós umedecíveis produzidas no Exemplo 2, no Exemplo de Referência 3 (agente comparativo) e no Exemplo de Referência 4 (agente comparativo), e Gaúcho (nome comercial, um inseticida contendo imidacloprid feito pela Bayer CropScience) como inseticida de controle, 'respectivamente.
Pó umedecível: 65 g e 130 g de formulação/unidade (uma unidade é 100.000 grãos de sementes de beterraba).
Gaúcho (imidacloprid): 13 0 g de formulação/unidade. No dia seguinte de tratamento, as sementes de teste foram semeadas, em um número de 50, em um canteiro de concreto preenchido com solo (5 m de comprimento χ 2 m de largura χ 60 cm de profundidade).
O nível de danos de inseto por besouros Alticinae foi investigado aos 45 dias depois da semeadura e aos 60 dias após a semeadura, e o índice de prevenção foi computado pela fórmula 5 a seguir. Além disso, a existência ou não de ocorrências de fitotoxicidade também foi examinada a olho nu.
Os resultados estão mostrados na Tabela 5. Os níveis do números de índice do dano de insetos são os seguintes: índice 0: Sem danos de insetos
índice 1: Nível brando de danos de insetos índice 2: Nível médio de danos de insetos índice 3: Nível alto de danos de insetos Fórmula 5:
índice de prevenção = 100 - ((Ix quantidade de danos
de insetos no índice 1 + 2 χ quantidade de dano de insetos no índice 2 + 3 χ quantidade de danos de insetos no índice 3)/(3 χ quantidade total de exames) χ 100)
Tabela 5
Composto Quantidade de índice de prevenção índice de prevenção Fitotoxic de teste formulação de tratamento (g/unidade ) aos 4 5 dias depois da semeadura (%) aos 60 dias depois da semeadura (%) idade Pó umedeeive 1 da invenção (Exemplo 2) 65 98 30 Nenhuma 130 100 43 Nenhuma Pó umedecive 1 comparati VO (Exemplo de Referênci a 3) 65 0 0 Nenhuma 130 0 0 Nenhuma Pó umedecive 1 comparati VO (Exemplo de Referênci a 4) 65 95 13 Nenhuma 130 98 23 Nenhuma Inseticid a controle Gaúcho 130 90 30 Nenhuma Sem tratament o - 0 0
Exemplo de Teste 6 Efeito de Controle contra a mosca branca no tomate
As sementes *de tomate foram imersas em uma solução de 'áPcoòl poliviriílicó 10% e o tratamento com revestimento foi efetuado nas sementes com uma máquina de adubo de sementes usando as doses seguintes de pós umedecíveis produzidas no Exemplo 2, no Exemplo de Referência 3 (agente comparativo) e no Exemplo de Referência 4 (agente comparativo) e Gaúcho (nome comercial, um inseticida contendo imidacloprid feito por Bayer CropScience) como um inseticida de controle, respectivamente.
Pó umedecxvel do Exemplo 2, do Exemplo de Referência 3 ou do Exemplo de Referência 4:
50 g de formulação/100 g de sementes
Gaúcho (imidacloprid) : 5 0 g de formulação/100 g de sementes
No dia após o tratamento, as sementes de teste foram semeadas em um número de 50, em um canteiro de concreto preenchido com solo (5 m de comprimento χ 2 m de largura χ 60 cm de profundidade). 2 0 A quantidade de larvas parasitas da mosca branca do
tabaco foi examinada aos 21 dias depois do tratamento e aos 3 5 dias depois do tratamento, e o índice de prevenção foi registrado pela Fórmula 6 a seguir. Além disso, a existência ou não de ocorrências de fitotoxicidade também foi examinada a olho nu.
Os resultados estão mostrados na Tabela 6.
Fórmula 6:
índice de prevenção = 100 - ((quantidade de larvas parasitas de seções tratadas/quantidade de larvas parasitas da seção não-tratada) χ 100) Tabela 6
Quantidad e da índice de índice de formulaçã o de tratament o prevenção prevenção Composto de teste aos 21 dias depois do aos 3 5 dias depois do Fitotoxicida de (g/ 100 g tratament tratament de o (%) o (%) semente) Pó umedeeive 1 da invenção 50 99 85 Nenhuma (Exemplo 2) Pó umedecíve 1 comparati VO 50 0 0 Nenhuma (Exemplo de referênci a 3) Pó umedecíve 1 comparati VO 50 98 68 Nenhuma (Exemplo de referênci a 4) Inseticid a de controle Gaúcho 50 20 0 Nenhuma Sem tratament o - 0 0
Exemplo de Teste 7 Efeito de Controle contra o Gorgulho do Feijão Azuki em Feijão Azuki
O tratamento com revestimento foi efetuado em uma dose de 5, 10 e 20 mL para 1 Kg de sementes de feijão Azuki usando os respectivos pós com capacidade de se mover em fluxo produzidos no Exemplo 3, no Exemplo de Referência 5 (Agente comparativo) e no Exemplo de Referência 6 (agente comparativo). Depois da secagem ao ar, as suas porções foram movidas para placas de Petri com 9 cm de profundidade e deixadas em uma temperatura ambiente constante de 25 °C. Dois meses e três meses respectivamente depois do tratamento, cinco gorgulhos do feijão Azuki machos adultos e cinco gorgulhos do feijão Azuki fêmeas adultas, em um total de dez, foram estriadas por placa de Petri profunda. A quantidade de gorgulhos mortos e a quantidade de ovos depositados nos feijões azuki foram examinadas dois dias depois da estriada, e a mortalidade foi calculada pela Fórmula 7 a seguir. Cinco replicatas do teste acima foram efetuadas, e os valores médios dos resultados estão mostrados na Tabela 7. Fórmula 7
Mortalidade = (quantidade de gorgulhos mortos na seção tratada/50 gorgulhos) χ 100 Tabela 7 Composto Ingredie Dois meses após o Três meses após o de teste nte tratamento tratamento ativo % de Quantida % de Quantida Quantida mortalid de de mortalid de de de de ade ovos ade ovos tratamen deposita deposita to dos dos (g/ Kg /fêmea /fêmea de semente) Pó com 1,0 100 0, 00 100 0, 00 capacida de de se 2,0 100 0, 00 100 0, 00 mover em fluxo da 4,0 100 0,00 100 0,00 invenção (Exemplo 3) Pó com 1,0 0 12, 0 0 10, 0 capacida de de se 2, 0 0 11,5 0 11, 5 mover em fluxo da 4,0 0 11, 0 0 10,3 invenção comparat ivo (Exemplo de Referênc ia 5) Pó com 1,0 95 0,06 93 0, 10 capacida de de se 2,0 100 0,00 100 0, 02 mover em fluxo da invenção comparat ivo 4,0 100 0, 00 100 0,00 (Exemplo de Referênc ia 6) Sem tratamen to 0 11,5 0 10, 8

Claims (6)

1. Método para prevenir doenças vegetais e danos de insetos, o método sendo caracterizado pelo fato de compreender a aplicação da composição compreendendo dinotefurano e pentiopirad como ingredientes ativos.
2 . Método de prevenção de doenças vegetais e doenças de insetos, o método sendo caracterizado pelo fato de compreender o contato da composição compreendendo dinotefuran e pentiopirad como ingredientes ativos.
3. Método de prevenção, de acordo com a Reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que o método de contato com as sementes vegetais é por tratamento por pulverização, tratamento por revestimento, tratamento por imersão ou tratamento por adubo.
4. Método, de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a semente vegetal é selecionada do grupo consistindo de: semente de milho, feijão-soja, algodão, arroz, beterraba, trigo, cevada, girassol, tomate, pepino, berinjela, espinafre, ervilhas em vagens, abóbora japonesa, cana-de-açúcar, tabaco, pimentão verde e colza; sementes de batatas de taro, batata, batata doce e konnyaku; e bulbos de tulipa e lirio comestíveis.
5. Método, de acordo com a Reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que a semente vegetal é selecionada do grupo consistindo de: sementes de milho, feijão-soja, algodão, arroz, beterraba, trigo, cevada, girassol, tomate, pepino, berinjela, espinafre, ervilhas em vagens, abóbora japonesa, cana-de-açúcar, tabaco, pimentão verde e colza; sementes de batatas de taro, batata, batata doce e konnyaku; e bulbos de tulipa e lírio comestíveis.
6. Método, de acordo com a Reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que a semente vegetal é selecionada dõ grupo consistindo de: sementes de milho, feijão-soja, algodão, arroz, beterraba, trigo, cevada, girassol, tomate, pepino, berinjela, espinafre, ervilhas em vagens, abóbora japonesa, cana-de-açúcar, tabaco, pimentão verde e colza; sementes de batatas de taro, batata, batata doce e konnyaku; e bulbos de tulipa e lírio comestíveis.
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