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BRPI0716228A2 - Polipeptídeos aquaréticos e natriuréticos carecendo de atividade vasodilatadora - Google Patents

Polipeptídeos aquaréticos e natriuréticos carecendo de atividade vasodilatadora Download PDF

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BRPI0716228A2
BRPI0716228A2 BRPI0716228-6A2A BRPI0716228A BRPI0716228A2 BR PI0716228 A2 BRPI0716228 A2 BR PI0716228A2 BR PI0716228 A BRPI0716228 A BR PI0716228A BR PI0716228 A2 BRPI0716228 A2 BR PI0716228A2
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BR
Brazil
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seq
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Application number
BRPI0716228-6A2A
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Inventor
Horng H Chen
John C Burnett Jr
Original Assignee
Mayo Foundation
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
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Publication date
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Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "POLIPEPTÍ- DEOS AQUARÉTICOS E NATRIURÉTICOS CARECENDO DE ATIVIDADE VASODILATADORA".
Referência - Cruzada A Pedidos de Patente Relacionados
Este pedido de patente reivindica benefício de pedido de patente provisório U.S. 60/825 028, depositado em 8 de setembro de 2006. Antecedentes
1. Campo Técnico
A presente invenção refere-se a polipeptídeos aquaréticos e na- triuréticos. Por exemplo, este documento refere-se a polipeptídeos tendo atividades aquaréticas e natriuréticas enquanto carecendo de habilidade de dilatar tecido vascular.
2. Informação de Antecedentes
Membros da família de polipeptídeos natriuréticos são hormô- nios que regulam homeostase de fluido de corpo. Peptídeo natriurético atrial (ANP) é secretado por miócitos atriais em resposta a aumentado volume intravascular. Uma vez que ANP esteja em circulação, seus efeitos são pri- mariamente sobre o rim, tecido vascular, e glândula adrenal, onde suas a- ções conduzem à excreção de sódio e água pelos rins e uma diminuição em volume intravascular e pressão de sangue. BNP também é de origem de célula miocardial, e como ANP, circula em plasma humano. BNP é natriuréti- co, inibidor de renina, vasodilatador, e lusitrópico. A principal forma de circu- lação e estocagem de BNP é um polipeptídeo de 32 aminoácidos com uma estrutura de anel. Ações fisiológicas de BNP são mediadas através de um receptor ligado a guanilato ciclase, receptor de peptídeo natriurético A (NPR- A). Depuração de BNP é promovida por um receptor de NPR-C que remove o mesmo da circulação. BNP também é degradado através de clivagem en- zimática por endopeptidase neutra. Peptídeo natriurético tipo-C (CNP) é de origem de célula endotelial e funciona como um polipeptídeo de inibição de crescimento e vasodilatador. Peptídeo natriurético Dendroaspis (DNP) é si- milar em estrutura a ANP, BNP, e CNP, e é isolado do veneno de Dendoas- pis angusticeps ou cobra mamba verde. Sumário
Este documento refere-se a polipeptídeos aquaréticos e natriuré- ticos. Por exemplo, este documento provê polipeptídeos tendo atividades aquaréticas e natriuréticas. Em alguns casos, um polipeptídeo aqui provido pode ter atividades aquaréticas e natriuréticas, enquanto carecendo de habi- lidade para dilatar tecido vascular.
Em geral, um aspecto deste documento caracteriza um polipep- tídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos, em que o polipeptídeo compreende, ou consiste essencialmente em uma ordem a partir de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desempare- Ihamentos, (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (c) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O polipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode carecer de atividade vasodilatadora. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2, e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipep- tídeo substancialmente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza um ácido nucleico isolado codificando um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo compreende, ou con- siste essencialmente em, uma ordem do término amino para o término car- bóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desemparelhamentos, (b) a se- quência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (c) a seqüência mos- trada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O polipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode carecer de atividade vasodilata- dora. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2, e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipeptídeo substancialmente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza um vetor
compreendendo, ou consistindo essencialmente em, um ácido nucleico codi- ficando um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo compreende, ou consiste essencial- mente em, na ordem do término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desemparelhamentos, (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (c) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três de- semparelhamentos. O polipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode carecer de atividade vasodilatadora. O polipeptídeo po- de compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2, e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipeptídeo substancialmente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza uma cé- lula hospedeira compreendendo um ácido nucleico codificando um polipeptí- deo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo compreende, ou consiste essencialmente em, na ordem de tér- mino amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três de- semparelhamentos, (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a se- qüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelha- mentos, e (c) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mos- trada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O po- lipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode ca- recer de atividade vasodilatadora. O polipeptídeo pode compreender a se- qüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2, e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipeptídeo substancialmente puro. A célula hospedeira pode ser uma célula hospedeira eucariótica. Em uma outra modalidade, este documento caracteriza uma
composição farmacêutica compreendendo um veículo farmaceuticamente aceitável e um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo compreende, ou consiste essencial- mente em, na ordem de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desemparelhamentos, (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (c) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três de- semparelhamentos. O polipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode carecer de atividade vasodilatadora. O polipeptídeo po- de compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a seqüência mostrada em SEQ ID NO. 2, e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipeptídeo substancialmente puro. Em uma outra modalidade, este documento caracteriza um mé- todo para aumento de atividade aquarética e natriurética dentro de um ma- mífero sem diminuição de pressão sangüínea, em que o processo compre- ende administração, ao mamífero, de um polipeptídeo de menos que 45 re- síduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo compreen- de, ou consiste essencialmente em, na ordem de término amino para térmi- no carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desemparelhamentos,
(b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (c) a seqüên- cia mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O polipeptídeo pode compre- ender atividade natriurética. O polipeptídeo pode carecer de atividade vaso- dilatadora. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em
SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2, e a seqüência mos- trada em SEQ ID NO: 3. o polipeptídeo pode ser um polipeptídeo substanci- almente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza uma sonda compreendendo um revestimento compreendendo um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipep- tídeo compreende, ou consiste essencialmente em, na ordem de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desempare- lhamentos, (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e
(c) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O polipeptídeo
pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode carecer de atividade vasodilatadora. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. 0 polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. 0 polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. 0 polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2, e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipep- tídeo substancialmente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza uma tu- bulação de diálise compreendendo um revestimento compreendendo um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, onde o polipeptídeo compreende, ou consiste essencialmente em, na ordem de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desemparelhamentos, (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a se- qüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelha- mentos, e (c) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mos- trada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O po- lipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode ca- recer de atividade vasodilatadora. O polipeptídeo pode compreender a se- qüência mostrada em SEQ ID NO: 1.0 polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2, e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipeptídeo substancialmente puro. Em uma outra modalidade, este documento caracteriza micro-
partículas ou nanopartículas compreendendo um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo com- preende, ou consiste essencialmente em, na ordem a partir de término ami- no para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desempare- lhamentos, (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (c) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O polipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode carecer de atividade vasodilatadora. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. 0 polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. 0 polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2, e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipep- tídeo substancialmente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza um poli- peptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, onde o polipeptídeo compreende, em uma ordem a partir do término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desemparelhamentos, (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (c) a seqüên- cia mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O polipeptídeo pode compre- ender atividade natriurética. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7, e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipep- tídeo substancialmente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza um ácido nucleico isolado codificando um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo compreende, na or- dem a partir de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostra- da em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desemparelhamentos, (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (c) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desempare- lhamentos. O polipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O poli- peptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7 e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipeptídeo substancialmente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza um vetor compreendendo, ou consistindo essencialmente em, um ácido nucleico codi- ficando um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo compreende, em uma ordem a partir de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desemparelhamentos, (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7 ou a se- qüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelha- mentos, e (c) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mos- trada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O po- lipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a seqüência mostra- da em SEQ ID NO: 7 e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipep- tídeo pode ser um polipeptídeo substancialmente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza uma cé- lula hospedeira compreendendo um ácido nucleico codificando um polipeptí- deo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo compreende, em uma ordem a partir de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desemparelhamentos, (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (c) a seqüên- cia mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O polipeptídeo pode compre- ender atividade natriurética. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. 0 polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7 e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipep- tídeo substancialmente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza uma composição farmacêutica compreendendo um veículo farmaceuticamente aceitável e um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo compreende, em uma ordem a partir de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desemparelhamentos, (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7 ou a se- quência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelha- mentos, e (c) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mos- trada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O po- lipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a seqüência mostra- da em SEQ ID NO: 7 e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipep- tídeo pode ser um polipeptídeo substancialmente puro. Em uma outra modalidade, este documento caracteriza uma
sonda compreendendo um revestimento compreendendo um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipep- tídeo compreende, em uma ordem de término amino para término carbóxi:
(a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desemparelhamentos, (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2
com não mais que oito desemparelhamentos, e (c) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O polipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7 e a seqüência mos- trada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipeptídeo substanci- almente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza uma tu-
bulação de diálise compreendendo um revestimento compreendendo um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo compreende, em uma ordem de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desemparelhamentos,
(b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (c) a seqüên- cia mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O polipeptídeo pode compre-
ender atividade natriurética. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7 e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipep- tídeo substancialmente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza micro- partículas ou nanopartículas compreendendo um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo com- preende, em uma ordem a partir de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desemparelhamentos, (b) a seqüência mos- trada em SEQ ID NO: 7 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (c) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O polipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7 e a seqüência mos- trada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipeptídeo substanci- almente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza um poli- peptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo compreende, em uma ordem a partir de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a se- qüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelha- mentos, e (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mos- trada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O po- lipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode ca- recer de atividade vasodilatadora. O polipeptídeo pode carecer de seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipeptídeo substancialmente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza um ácido nucleico codificando um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoá- cidos em comprimento, em que o polipeptídeo compreende , em uma ordem a partir de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três de- semparelhamentos. O polipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode carecer de atividade vasodilatadora. O polipeptídeo po- de carecer de seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 e a seqüência mos- trada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipeptídeo substanci- almente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza um vetor compreendendo, ou consistindo essencialmente em, um ácido nucleico codi- ficando um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo compreende, em uma ordem de térmi- no amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desem- parelhamentos, e (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüên- cia mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamen- tos. O polipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode carecer de atividade vasodilatadora. O polipeptídeo pode carecer de seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipeptídeo substancialmente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza uma cé- lula hospedeira compreendendo um ácido nucleico codificando um polipeptí- deo de menos que 45 resíduos de aminoácidos de comprimento, em que o polipeptídeo compreende, em uma ordem de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mos- trada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O polipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode carecer de atividade vasodilatadora. O polipeptídeo pode carecer de seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipeptídeo substancialmente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza uma composição farmacêutica compreendendo um veículo farmaceuticamente aceitável e um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácido em comprimento, em que o polipeptídeo compreende, em uma ordem a partir de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desempare- lhamentos. O polipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O poli- peptídeo pode carecer de atividade vasodilatadora. O polipeptídeo pode ca- recer de seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode com- preender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 e a seqüência mos- trada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipeptídeo substanci- almente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza um mé- todo para aumento de atividade aquarética e natriurética dentro de um ma- mífero sem diminuição de pressão sangüínea, onde o método compreende administração, ao mamífero, de um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo compreende, em uma ordem a partir de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O polipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode carecer de atividade vasodilatadora. O po- lipeptídeo pode carecer de seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O poli- peptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipep- tídeo substancialmente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza um mé- todo para aumento de atividade aquarética e natriurética dentro de um ma- mífero sem diminuição de pressão sangüínea, onde o método compreende administração, ao mamífero, de um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo compreende, em uma ordem a partir do término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O polipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode carecer de atividade vasodilatadora. O po- lipeptídeo pode carecer de seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O poli- peptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. O polipeptídeo pode compreendera seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreendera seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipep- tídeo substancialmente puro. Em uma outra modalidade, este documento caracteriza uma
sonda compreendendo um revestimento compreendendo um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipep- tídeo compreende, em uma ordem a partir de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mos- trada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O polipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode carecer de atividade vasodilatadora. O polipeptídeo pode carecer de seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipeptídeo substancialmente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza uma tu- bulação de diálise compreendendo um revestimento compreendendo um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo compreende, em uma ordem a partir de um término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desempare- lhamentos, e (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O polipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode carecer de atividade vasodilatadora. O polipeptídeo pode carecer de se- qüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipeptídeo substancialmente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza micro- partículas ou nanopartículas compreendendo um polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo com- preende, em uma ordem a partir de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O polipeptídeo pode compre- ender atividade natriurética. O polipeptídeo pode carecer de atividade vaso- dilatadora. O polipeptídeo pode carecer de seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipeptídeo substancialmente puro.
Em uma outra modalidade, este documento caracteriza método para tratamento de um mamífero tendo uma condição cardiovascular ou re- nal. O método pode compreender administração de um polipeptídeo ao ma- mífero. O mamífero pode ter doença cardiovascular. O mamífero pode ter insuficiência cardíaca congestiva. O mamífero pode ter infartação miocardial, uma doença de coronária, uma doença de artéria, uma insuficiência renal, câncer, ou um estado de retenção de sódio e água.
Em alguns casos, o polipeptídeo pode ser de menos que 45 re- síduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo compreen- de, ou consiste essencialmente em, uma ordem a partir de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a se- qüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desemparelha- mentos; (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mos- trada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (c) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO; 3 com não mais que três desemparelhamentos. O polipeptídeo pode compreender atividade natriurética. O polipeptídeo pode carecer de atividade vasodilatadora. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2, e a seqüência mos- trada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipeptídeo substanci- almente puro.
Em alguns casos, o polipeptídeo pode ser de menos que 45 re- síduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo compreen- de, em uma ordem a partir de término amino para término carbóxi: (a) a se- qüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desemparelhamentos; (b) a seqüência mostra- da em SEQ ID NO: 7 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (c) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO; 3 com não mais que três desemparelhamentos. O polipeptídeo pode compreender atividade natriuré- tica. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7, e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um polipeptídeo substancialmente puro.
Em alguns casos, o polipeptídeo pode ser de menos que 45 re- síduos de aminoácidos em comprimento, em que o polipeptídeo compreen- de, em uma ordem a partir de término amino para término carbóxi: (a) a se- qüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos; (b) a seqüência mostra- da em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos. O polipeptídeo pode compreender ativi- dade natriurética. O polipeptídeo pode carecer de atividade vasodilatadora. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode compreender a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2, e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3. O polipeptídeo pode ser um poli- peptídeo substancialmente puro. A menos que de outro modo definido, todos os termos técnicos e científicos aqui usados têm o mesmo significado como comumente entendi- do por aqueles versados na técnica à qual esta invenção pertence. Embora métodos e materiais similares ou equivalentes àqueles aqui descritos pos- sam ser usados para praticar a invenção, apropriados métodos e materiais são descritos abaixo. Todas as publicações, pedidos de patente, e outras referências aqui mencionadas são incorporados por referência em sua totali- dade. Em caso de conflito, o presente relatório descritivo, incluindo defini- ções, controlará. Em adição, os materiais, métodos, e exemplos são somen- te ilustrativos e não pretendidos serem limitantes.
Os detalhes de uma ou mais modalidades da invenção são mos- trados nos desenhos acompanhantes e a descrição abaixo. Outras caracte- rísticas, objetos, e vantagens da invenção serão aparentes a partir da des- crição e desenhos, e a partir das reivindicações. Descrição dos Desenhos
A figura 1 é um diagrama esquemático de um polipeptídeo ABC- NP que é de 33 resíduos de aminoácidos em comprimento (SEQ ID NO: 4). Os cinco primeiros resíduos de aminoácidos de SEQ ID NO: 4 correspon- dem a resíduos de aminoácidos 11 a 15 de ANP maduro humano e são de- signados como SEQ ID NO: 1. Resíduos de aminoácidos 6 a 27 de SEQ ID NO: 4 correspondem a resíduos de aminoácidos 1 a 22 de CNP maduro hu- mano com a exceção de que os resíduos de aminoácidos em posições 15, 16, e 17 são trocados para arginina, ácido glutâmico, e alanina. Resíduos de aminoácidos 6 a 27 de SEQ ID NO: 4 são designados como SEQ ID NO: 2. Resíduos de aminoácidos 28 a 33 de SEQ ID NO: 4 correspondem a resí- duos de aminoácidos 27 a 32 de BNP maduro humano e são designados
como SEQ ID NO: 3.
A figura 2 é um diagrama esquemático de um polipeptídeo ABC- NP1 que é de 33 resíduos de aminoácidos em comprimento (SEQ ID NO: 6). Os primeiros cinco resíduos de aminoácidos de SEQ ID NO: 6 correspon- dem a resíduos de aminoácidos 11 a 15 de ANP maduro humano e são de- signados como SEQ ID NO: 1. Resíduos de aminoácidos 6 a 27 de SEQ ID NO: 6 correspondem a resíduos de aminoácidos 1 a 22 de CNP maduro hu- mano e são designados como SEQ ID NO: 7. Resíduos de aminoácidos 28 a 33 de SEQ ID NO: 6 correspondem a resíduos de aminoácidos 27 a 32 de BNP maduro humano e são designados como SEQ ID NO: 3.
A figura 3 é um diagrama esquemático de um polipeptídeo BC-
NP2 que é de 28 resíduos de aminoácidos em comprimento (SEQ ID NO: 8). Resíduos de aminoácidos 1 a 22 de SEQ ID NO: 8 correspondem a resíduos de aminoácidos 1 a 22 de CNP maduro humano com a exceção de que os resíduos de aminoácidos em posições 15, 16 e 17 são alterados para argini- na, ácido glutâmico, e alanina. Resíduos de aminoácidos 1 a 22 de SEQ ID NO: 8 são designados como SEQ ID NO: 2. Resíduos de aminoácidos 23 a 28 de SEQ ID NO: 8 correspondem a resíduos de aminoácidos 27 a 32 de BNP maduro humano e são designados como SEQ ID NO: 3.
A figura 4 contém quatro gráficos de barras plotando taxas de excreção de sódio urinário para cães tratados com ABC-NP, BNP, ABC-NP, ou BC-NP2 (25 μg por kg administrado como um bolo IV). A linha de base é antes de administração, enquanto os tempos indicados são após administra- ção.
A figura 5 contém quatro gráficos de barras plotando taxas de fluxo de urina para cães tratados com ABC-NP, BNP, ABC-NP, ou BC-NP2 (25 μg por kg administrados como um bolo IV). Linha de base é antes de administração, enquanto os tempos indicados são após administração.
A figura 6 contém quatro gráficos de barras plotando níveis de pressão arterial média para cães tratados com ABC-NP, BNP, ABC-NP, ou BC-NP2 (25 pg por kg administrados como um bolo IV). Linha de base é an- tes de administração, enquanto os tempos indicados são após administra- ção.
A figura 7 contém quatro gráficos de barras plotando níveis de vasopressina em plasma para cães tratados com ABC-NP, BNP, ABC-NP, ou BC-NP2 (25 μg por Kg, administrados como um bolo IV). Linha de base é antes de administração, enquanto os tempos indicados são após administra- ção. A figura 8 contém quatro gráficos de barras plotando fluxo de sangue renal para cães tratados com ABC-NP, BNP, ABC-NP, ou BC-NP2 (25 μ9 por Kg, administrados como um bolo IV). Linha de base é antes de administração, enquanto os tempos indicados são após administração.
A figura 9 é um gráfico de barras plotando o nível de cGMP
(pmol/mL) em fibroblastos cardíacos humanos não-tratados e fibroblastos cardíacos humanos tratados com ANP (10-6 M), BNP (10-6 M), CNP (10"6 M), ABC-NP (10"11 M1 10"8 M, ou 10*6 M), ou ABC-NP + BNP (10"6 M cada ) por minutos.
A figura 10 é um gráfico de barras plotando o nível de cGMP
(pmol/mL) em fibroblastos cardíacos humanos não-tratados e fibroblastos cardíacos humanos tratados com ANP (10"6 M), BNP (10"6 M), CNP (10"6 M), ABC-NP1 (10"11 Μ, 10"8 M, ou 10"6 M), ABC-NP1+BNP (10"6 M cada) por 10 minutos.
A figura 11 é um gráfico de barras plotando o nível de cGMP
(pmol/mL) em fibroblastos cardíacos humanos não-tratados e fibroblastos cardíacos humanos tratados com ANP (10"6 M), BNP (10"6 M), CNP (10"6 M), ou BC-NP2 (10"11 Μ, 10"8 M, ou 10"6 M) por 10 minutos.
A figura 12 contém uma seqüência de ácidos nucleicos (SEQ ID
NO: 5) que pode codificar um polipeptídeo ABC-NP tendo a seqüência de aminoácidos mostrada em SEQ ID NO: 4. Descrição Detalhada
Este documento refere-se a polipeptídeos aquaréticos e natriuré- ticos. Por exemplo, este documento provê polipeptídeos tendo atividades
aquaréticas e/ou natriuréticas. Em alguns casos, um polipeptídeo aqui provi- do pode ter atividades aquaréticas e natriuréticas, enquanto carecendo de habilidade para diminuir pressão sangüínea. Este documento também provê métodos e materiais para indução de atividades aquaréticas e/ou natriuréti- cas dentro de um mamífero.
Um polipeptídeo aqui provido pode ter qualquer seqüência e po-
de ter qualquer comprimento. Por exemplo, um polipeptídeo aqui provido pode incluir a seqüência mostrada em SEQ ID NOs: 1, 2 e 3. Em alguns ca- sos, um polipeptídeo aqui provido pode conter uma seqüência de aminoáci- dos que se alinha com (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com quatro ou menos (por exemplo, três ou menos, duas ou menos, uma, ou ze- ro) adições, supressões, substituições, ou combinações das mesmas, de aminoácidos, (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com dez ou me- nos (por exemplo, nove ou menos, oito ou menos, sete ou menos, seis ou menos, cinco ou menos, quatro ou menos, três ou menos, duas ou menos, uma, ou zero) adições, supressões, substituições de aminoácidos, ou com- binações das mesmas e (c) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com cinco ou menos (por exemplo, quatro ou menos, três ou menos, dois ou me- nos, uma, ou zero) adições, supressões, substituições de aminoácidos, ou combinações das mesmas, de aminoácidos. Por exemplo, um polipeptídeo aqui provido pode conter a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com a exceção de que o primeiro resíduo arginina ou o último resíduo isoleucina de SEQ ID NO: 1 seja suprimido ou substituído com um diferente resíduo de aminoácido.
Em alguns casos, um polipeptídeo aqui provido pode conter (a) uma primeira seqüência de aminoácidos que é mostrada em SEQ ID NO: 1 ou alinha-se à seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com quatro ou menos (por exemplo, três ou menos, duas ou menos, uma, ou zero), supressões, substituições de aminoácidos, ou combinações das mesmas, (b) uma se- gunda seqüência de aminoácidos que é mostrada em SEQ ID NO: 2 ou ali- nha-se à seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com dez ou menos (por e- xemplo, nove ou menos, oito ou menos, sete ou menos, seis ou menos, cin- co ou menos, quatro ou menos, três ou menos, duas ou menos, uma, ou zero) adições, supressões, substituições de aminoácidos, ou combinações das mesmas, e (a) uma terceira seqüência de aminoácidos que tanto é mos- trada em SEQ ID NO: 3 como alinha-se à seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com cinco ou menos (por exemplo, quatro ou menos, três ou menos, duas ou menos, uma, ou zero), supressões, substituições de aminoácidos, ou combinações das mesmas. Por exemplo, um polipeptídeo aqui provido pode compreender ou consistir na seqüência mostrada em SEQ ID NO 4. Em alguns casos, um polipeptídeo aqui provido pode incluir a seqüência mostrada em SEQ ID NOs: 1, 7 e 3. Em alguns casos, um poli- peptídeo aqui provido pode conter uma seqüência de aminoácidos que ali- nha-se com (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com quatro ou me- nos (por exemplo, três ou menos, duas ou menos, uma, ou zero) adições, supressões, substituições de aminoácidos, ou combinações das mesmas, (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7 com dez ou menos (por exem- plo, nove ou menos, oito ou menos, sete ou menos, seis ou menos, cinco ou menos, quatro ou menos, três ou menos, duas ou menos, uma, ou zero) adi- ções, supressões, substituições de aminoácidos, ou combinações das mes- mas, e (c) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com cinco ou menos (por exemplo, quatro ou menos, três ou menos, duas ou menos, uma, ou zero) adições, supressões, substituições de aminoácidos, ou combinações das mesmas. Por exemplo, um polipeptídeo aqui provido pode conter a se- quência mostrada em SEQ ID NO: 1 com a exceção de que o primeiro resí- duo arginina ou o último resíduo isoleucina de SEQ ID NO: 1 seja suprimido ou substituído com um diferente resíduo de aminoácido.
Em alguns casos, um polipeptídeo aqui provido pode conter (a) uma primeira seqüência de aminoácidos que é mostrada em SEQ ID NO: 1 ou alinha-se à seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com quatro ou menos (por exemplo, três ou menos, duas ou menos, uma, ou zero), supressões, substituições de aminoácidos, ou combinações das mesmas, (b) uma se- gunda seqüência de aminoácidos que é mostrada em SEQ ID NO: 7 ou ali- nha-se à seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7 com dez ou menos (por e- xemplo, nove ou menos, oito ou menos, sete ou menos, seis ou menos, cin- co ou menos, quatro ou menos, três ou menos, duas ou menos, uma, ou zero) adições, substituições de aminoácidos, ou combinações das mesmas, e (a) uma terceira seqüência de aminoácidos que é mostrada em SEQ ID NO: 3 ou alinha-se à seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com cinco ou menos (por exemplo, quatro ou menos, três ou menos, duas ou menos, uma, ou zero), supressões, substituições de aminoácidos, ou combinações das mesmas. Por exemplo, um polipeptídeo aqui provido pode compreender ou consistir na seqüência mostrada em SEQ ID NO: 6.
Em alguns casos, um polipeptídeo aqui provido pode incluir a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 e SEQ ID NO: 3. Em alguns casos um polipeptídeo aqui provido pode conter uma seqüência de aminoácidos que alinha-se com (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com dez ou menos (por exemplo, nove ou menos, oito ou menos, sete ou menos, seis ou menos, cinco ou menos, quatro ou menos, três ou menos, duas ou menos, uma, ou zero) adições, supressões, substituições de aminoácidos, ou com- binações das mesmas, e (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com cinco ou menos (por exemplo, quatro ou menos, três ou menos, duas ou menos, uma, ou zero) adições, supressões, substituições de aminoácidos, ou combinações das mesmas. Por exemplo, um polipeptídeo aqui provido pode conter a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com a exceção de que o primeiro resíduo glicina de SEQ ID NO: 2 é suprimido ou substituído com um diferente resíduo de aminoácido.
Em alguns casos, um polipeptídeo aqui provido pode conter (a) uma primeira seqüência de aminoácidos que é tanto mostrada em SEQ ID NO: 2 ou alinha-se à seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com dez ou menos (por exemplo, nove ou menos, oito ou menos, sete ou menos, seis ou menos, cinco ou menos, quatro ou menos, três ou menos, duas ou menos, uma, ou zero) adições, supressões, substituições de aminoácidos, ou com- binações das mesmas, e (b) uma segunda seqüência de aminoácidos que é tanto mostrada em SEQ ID NO: 3 como alinha-se à seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com cinco ou menos (por exemplo, quatro ou menos, três ou menos, duas ou menos, uma, ou zero), supressões, substituições de amino- ácidos, ou combinações das mesmas. Por exemplo, um polipeptídeo aqui provido pode compreender ou consistir na seqüência mostrada em SEQ ID NO: 8.
Um polipeptídeo aqui provido pode ter qualquer comprimento. Por exemplo, um polipeptídeo aqui provido pode ter entre 25 e 45 (por e- xemplo, entre 26 e 44, entre 27 e 43, entre 28 e 42, entre 29 e 41, entre 30 e 40, entre 31 e 39, ou entre 32 e 38) resíduos de aminoácidos em compri- mento. Será apreciado que um polipeptídeo com um comprimento de 25 ou 45 resíduos de aminoácidos é um polipeptídeo com um comprimento entre e 45 resíduos de aminoácidos.
Em alguns casos, um polipeptídeo aqui provido pode ser um po- lipeptídeo substancialmente puro. Como aqui usado, o termo "substancial- mente puro" com referência a um polipeptídeo significa que o polipeptídeo é substancialmente livre de outros polipeptídeos, lipídeos, carboidratos, e áci- do nucleico com os quais ele está naturalmente associado. Assim, um poli- peptídeo substancialmente puro é qualquer polipeptídeo que é removido de seu ambiente natural e é pelo menos 60 por cento puro ou é qualquer poli- peptídeo sintetizado quimicamente. Um polipeptídeo substancialmente puro pode ser pelo menos 60, 65, 70, 75, 80, 85, 90, 95, ou 99 por cento puro. Tipicamente, um polipeptídeo substancialmente puro renderá uma banda principal simples sobre um gel de poliacrilamida não-redutor. Em algumas modalidades, um polipeptídeo aqui provido pode
carecer de vasoatividade. Vasoatividade pode ser avaliada através de de- terminação de responsividade de uma vaso sangüíneo (por exemplo, uma artéria carótida em uma câmara de órgão) ao polipeptídeo.
Um polipeptídeo aqui provido pode ser obtido através de expres- são de um ácido nucleico recombinante codificando o polipeptídeo ou atra- vés de síntese química. Por exemplo, tecnologia recombinante padrão usan- do vetores de expressão codificando um polipeptídeo aqui provido pode ser usada. Os resultantes polipeptídeos então podem ser purificados usando, por exemplo, técnicas cromatográficas de afinidade e HPLC. A extensão de purificação pode ser medida através de qualquer método apropriado, inclu- indo mas não limitado a: cromatografia de coluna, eletroforese de gel de po- liacrilamida, ou cromatografia líquida de alto desempenho. Um polipeptídeo aqui provido pode ser desenhado ou engenheirado para conter uma seqüên- cia marcadora que permita o polipeptídeo ser purificado (por exemplo, captu- rado sobre uma matriz de afinidade). Por exemplo, um marcador tal como c- myc, hemaglutinina, poli-histidina, ou marcador Flag® (Kodak) pode ser usa- do para auxiliar purificação de polipeptídeo. Tais marcadores podem ser in- seridos em qualquer lugar dentro do polipeptídeo incluindo os términos car- boxila ou amino. Outras fusões que podem ser usadas incluem enzimas que auxiliam na detecção do polipeptídeo, tal como fosfatase alcalina.
Um polipeptídeo aqui provido pode ser produzido para conter três regiões, uma primeira região que inclui um término-N (por exemplo, uma seqüência de término-N de um polipeptídeo ANP), uma segunda região que inclui uma estrutura de anel de um polipeptídeo natriurético maduro tal como um polipeptídeo CNP1 e uma terceira região que inclui um término-C (por exemplo, uma seqüência de término-C de um polipeptídeo BNP). Os térmi- nos-N, estruturas de anéis, e términos-C de BNP, DNP, ANP1 e CNP são descritos em outra parte. Ver, por exemplo, pedido de patente U.S. 10/561.014.
Um polipeptídeo aqui provido pode ser usado para tratar doen- ças cardiovasculares, insuficiência cardíaca congestiva, infartação miocardi- al, doenças de artérias coronárias, doenças renais, doenças renais anti- isquêmicas, doenças renais anti-inflamatórias, doenças renais antifibróticas, doenças hepáticas, câncer (por exemplo, adenocarcinoma, câncer de célu- las escamosa, câncer de pulmão de célula pequena, ou câncer de mama), hipertensão pulmonar, doenças vasculares, disfunção diastólica, disfunção cardíaca, insuficiência renal (por exemplo, insuficiência renal induzida is- quêmica ou induzida por contraste) ou combinações dos mesmos. Por e- xemplo, um polipeptídeo ABC-NP pode ser administrado a um ser humano tendo doença de artéria coronária sob condições onde a severidade dos sin- tomas de doença de artéria coronária de ser humano é reduzida. Um polipeptídeo aqui provido pode ser formulado como uma
composição farmacêutica através de mistura com excipientes ou veículos não-tóxicos, farmaceuticamente aceitáveis. Tais composições podem ser administradas a um sujeito em sua necessidade em uma quantidade efetiva para tratar, por exemplo, condições de retenção de sódio no coração, fígado, vascular, rim, e outros. Composições farmacêuticas podem ser preparadas para administração parenteral, particularmente na forma de soluções ou suspensões líquidas em soluções tampões fisiológicas aquosas; para admi- nistração oral, particularmente na forma de comprimidos ou cápsulas; ou para administração intranasal, particularmente na forma de pulverizados, gotas nasais, ou aerossóis. Composições para outras rotas de administração podem ser preparadas quando desejado usando métodos-padrão.
Formulações para administração parenteral podem conter como
excipientes comuns água estéril ou solução salina, polialquileno glicóis como polietileno glicol, óleos de origem vegetal, naftalenos hidrogenados, e simila- res. Em particular, polímero lactídeo biodegradável, biocompatível, copolí- mero de lactídeo/glicolídeo, ou copolímeros de polioxietileno/polioxipropileno são exemplos de excipientes para controle de liberação do polipeptídeo in vivo. Outros apropriados sistemas de liberação parenteral incluem partículas de copolímero de etileno - acetato de vinila, bombas osmóticas, sistemas de infusão implantáveis e lipossomas. Formulações para administração por ina- lação podem conter excipientes tais como lactose, se desejado. Formula- ções para administração de inalação podem ser soluções aquosas contendo, por exemplo, polioxietileno-9-lauril éter, glicocolato e desoxicolato, ou elas podem ser soluções oleosas para administração na forma de gotas nasais. Se desejado, os compostos podem ser formulados como géis a serem apli- cados intranasalmente. Formulações para administração parenteral também podem incluir glicocolato para administração bucal.
Para administração oral, comprimidos ou cápsulas podem ser preparados através de meios convencionais com excipientes farmaceutica- mente aceitáveis como agentes de ligação (por exemplo, amido de milho pré-gelatinizado, polivinil pirrolidona ou hidróxi propil metil celulose); materi- ais de enchimento (por exemplo, lactose, celulose microcristalina ou hidro- geno fosfato de cálcio); lubrificantes (por exemplo, estearato de magnésio, talco ou sílica); desintegrantes (por exemplo, amido de batata ou amido gli- colato de sódio); ou agentes umectantes (por exemplo, Iauril sulfato de só- dio). Comprimidos podem ser revestidos através de métodos conhecidos na técnica. Preparações para administração oral também podem ser formuladas para renderem liberação controlada do composto.
Preparações nasais podem ser apresentadas em uma forma líquida ou como um produto seco. Suspensões ou soluções aquosas nebuli- zadas podem incluir veículos ou excipientes para ajuste de pH e/ou tonicida- de.
Em alguns casos, um polipeptídeo aqui provido pode ser formu- lado como uma forma de dosagem de liberação sustentada. Por exemplo, um polipeptídeo ABC-NP1 ABC-NP1, ou BC-NP2 pode ser formulado em uma formulação de liberação controlada. Em alguns casos, revestimentos, envelopes, ou matrizes protetoras podem ser formulados para conterem um ou mais dos polipeptídeos aqui providos. Tais revestimentos, envelopes e matrizes protetoras podem ser usados para revestimento de dispositivos re- sidentes tais como stents, cateteres, e tubulação de diálise peritoneal. Em alguns casos, um polipeptídeo aqui provido pode ser incorporado em uma substância polimérica, lipossomas, microemulsões, micropartículas, nano- partículas, ou ceras. Ácidos Nucleico Codificando Polipeptídeos
Este documento também provê ácidos nucleicos isolados que codificam um ou mais dos polipeptídeos aqui providos. O termo "isolado" como aqui usado com referência a ácido nucleico refere-se a um ácido nu- cleico ocorrendo naturalmente que não é imediatamente contíguo com am- bas as seqüências com as quais ele é imediatamente contíguo (uma na ex- tremidade 5' e uma na extremidade 3') no genoma ocorrendo naturalmente do organismo do qual ele é derivado. Por exemplo, um ácido nucleico isola- do pode ser, sem-limitação, uma molécula de DNA recombinante de qual- quer comprimento, contanto que uma das seqüências de ácido nucleico normalmente encontradas imediatamente flanqueando esta molécula de DNA recombinante em um genoma ocorrendo naturalmente seja removida ou ausente. Assim, um ácido nucleico isolado inclui, sem-limitação, um DNA recombinante que existe como uma molécula separada (por exemplo, um DNAc ou um fragmento de DNA genômico produzido por PCR ou tratamento com endonuclease de restrição) independente de outras seqüências assim como DNA recombinante que é incorporado em um vetor, um plasmídeo re- plicando autonomamente, um vírus (por exemplo, um retrovírus, adenovírus, ou vírus de herpes), ou no DNA genômico de um procariota ou eucariota. Em adição, um ácido nucleico isolado pode incluir uma molécula de DNA recombinante que é parte de uma seqüência de ácido nucleico de fusão ou híbrida.
O termo "isolado" como aqui usado com referência a ácido nu-
cleico também inclui qualquer ácido nucleico ocorrendo não-naturalmente uma vez que seqüências de ácidos nucleicos ocorrendo não-naturalmente não são encontradas em natureza e não têm seqüências imediatamente contíguas em um genoma ocorrendo naturalmente. Por exemplo, ácido nu- cleico ocorrendo não-naturalmente tal como ácido nucleico engenheirado é considerado ser ácido nucleico isolado. Ácido nucleico engenheirado (por exemplo, um ácido nucleico codificando um polipeptídeo compreendendo ou consistindo na seqüência de aminoácidos mostrada em SEQ ID NOs: 4, 6, ou 8) pode ser obtida usando técnicas de síntese química de ácido nucleico ou clonagem molecular comuns. Ácido nucleico ocorrendo não-naturalmente isolado pode ser independente de outras seqüências, ou incorporado em um vetor, um plasmídeo replicando autonomamente, um vírus (por exemplo, um retrovírus, adenovírus, ou vírus de herpes), ou o DNA genômico de um pro- cariota ou eucariota. Em adição, um ácido nucleico ocorrendo não- naturalmente pode incluir uma molécula de ácido nucleico que é parte de uma seqüência de ácido nucleico de fusão ou híbrida. Um ácido nucleico existindo entre centenas de milhões de outros ácidos nucleicos dentro, por exemplo, de bibliotecas de DNAc ou bibliotecas genômicas, ou lâminas de gel contendo uma digestão de restrição de DNA genômico, não é para ser considerado um ácido nucleico isolado.
Como aqui usado, o termo "ácido nucleico" refere-se a ambos, RNA e DNA, incluindo RNAm, DNAc, DNA genômico, DNA sintético (por e- xemplo, sintetizado quimicamente), e análogos de ácido nucleico. O ácido nucleico pode ser de fita simples ou fita dupla, e onde fita simples, pode ser a fita senso ou a fita anti - senso. Em adição, ácido nucleico pode ser circu- lar ou linear. Análogos de ácidos nucleicos podem ser modificados na por- ção base, porção açúcar, ou cadeia principal fosfato para aperfeiçoar, por exemplo, estabilidade, hibridização, ou solubilidade de um ácido nucleico. Modificações na porção base incluem desoxiuridina por desoxitimidina, e 5- metil-2'-desoxicitidina e 5-bromo-2'-desoxicitina desoxicitidina. Modificações da porção açúcar podem incluir modificação da 2' hidroxila do açúcar ribose para formar açúcares 2'-0-metila ou 2'-0-alila. A cadeia principal fosfato de desoxirribose pode ser modificada para produzir ácidos morfolino nucleicos, no quais cada porção base está ligada a um anel morfolino, de seis mem- bros, ou ácidos nucleicos peptídeos, nos quais a cadeia principal desoxifos- fato é substituída por cadeia principal pseudopeptídeo e as quatro bases são retidas. Ver, por exemplo, Summerton and Weller Antisense Nucleic Acid Drug Dev., 7:187-195 (1997); e Hyrup et al. Bioorgan. Med. Chem., 4:5-23 (1996). Em adição, a cadeia principal desoxifosfato pode ser substituída com, por exemplo, uma cadeia principal fósforotioato ou fósforoditioato, um fósforamidito, ou uma cadeia principal alquil fosfotriéster. Um ácido nucleico aqui provido pode compreender ou consistir
na seqüência mostrada em SEQ ID NO: 5.
Tipicamente, um ácido nucleico isolado aqui provido é de pelo menos 10 nucleotídeos em comprimento (por exemplo, 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40, 50, 75, 100, 200, 300, 350, 400, ou mais nucleotídeos em compri- mento). Moléculas de ácido nucleico que são de menos que inteiro compri- mento podem ser úteis, por exemplo, como iniciadores ou sondas para pro- pósitos diagnósticos. Moléculas de ácido nucleico isoladas podem ser pro- duzidas através de técnicas padrões, incluindo, sem-limitação, técnicas de síntese química de ácido nucleico e clonagem molecular comum. Por exem- pio, técnicas de reação de cadeia polimerase (PCR) podem ser usadas. PCR refere-se a um procedimento ou técnica onde ácidos nucleicos alvo são enzimaticamente amplificados. Informação de seqüência a partir das extre- midades da região de interesse ou além tipicamente é empregada para de- senhar iniciadores oligossacarídeos que são idênticos em seqüência a fitas opostas do molde a ser amplificado. PCR pode ser usada para amplificar específicas seqüências de DNA assim como RNA, incluindo seqüências de DNA genômico total ou RNA celular total. Iniciadores tipicamente são de 15 a 50 nucleotídeos em comprimento, mas podem variar de 10 nucleotídeos a centenas de nucleotídeos em comprimento. Por exemplo, um iniciador pode ser de 12, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30, 35, 40, ou 45 nucleotídeos em comprimento. Um iniciador pode ser purificado a partir de uma digestão de restrição através de métodos convencionais, ou pode ser sintetizado quimicamente. Iniciadores tipicamente são de fita sim- ples para eficiência máxima em amplificação, mas um iniciador pode ser de fita dupla. Iniciadores de fita dupla são primeiro desnaturados (por exemplo, tratados com calor) para separação das fitas antes de uso em amplificação. Técnicas gerais de PCR são descritas, por exemplo, em PCR Primer: A La- boratory Manual, ed. Por Dieffenbach and Dveksler, Cold Spring Harbor La- boratory Press, 1995. Quando usando RNA como uma fonte de molde, transcriptase reversa pode ser usada para sintetizar uma fita de DNA com- plementar (DNAc). Reação de cadeia ligase, amplificação de deslocamento de fita, replicação de seqüência autossustentada ou amplificação baseada em seqüência de ácido nucleico também pode ser usada para obter ácidos nucleicos isolados como descrito em outra parte (Lewis, Genetic Engineering News, 12(9):1 (1992); Guatelli et al., Proc. Nat. Acad. Sei. USA, 87:1874- 1878 (1990); e Weiss, Science, 254:1292 (1991)). Ácidos nucleicos isolados também podem ser sintetizados qui-
micamente, tanto como uma molécula de ácido nucleico simples (por exem- plo, usando síntese de DNA automatizada na direção 3' para 5' usando tec- nologia fosforamidito) ou como uma série de oligonucleotídeos. Por exemplo, um ou mais pares de oligonucleotídeos longos (por exemplo, >100 nucleotí- deos) podem ser sintetizados que contêm a desejada seqüência, com cada par contendo um segmento pequeno de complementaridade (por exemplo, cerca de 15 nucleotídeos) de modo que um duplex seja formado quando o par oligonucleotídeo é anelado. DNA polimerase é usada para estender os oligonucleotídeos, resultando em uma molécula simples de ácido nucleico de fita dupla por par de oligonucleotídeos, que então pode ser ligado em um vetor.
Ácidos nucleicos isolados também podem ser obtidos por muta- gênese. Por exemplo, uma seqüência de ácidos nucleicos codificando um polipeptídeo tendo a seqüência mostrada em SEQ ID NOs: 1, 2, 3, 4, 6, 7, ou 8, pode ser mutada usando técnicas padrão como, por exemplo, mutagê- nese direcionada com oligonucleotídeo e/ou mutagênese direcionada a sítio através de PCR. Ver, Short Protocols in Molecular Biology, Capítulo 8, Green Publishing Associates and John Wiley & Sons, Edited by Ausubel et al., 1992. Tais mutações incluem adições, supressões, substituições, e combi- nações das mesmas. Vetores e Células Hospedeiras Este documento também provê vetores contendo um ácido nu-
cleico aqui provido. Como aqui usado, um "vetor" é um replicon, tal como um plasmídeo, fago, ou cosmídeo, no qual um outro segmento de DNA pode ser inserido de modo a efetuar a replicação do segmento inserido. Um vetor po- de ser um vetor de expressão. Um "vetor de expressão" é um vetor que in- clui uma ou mais seqüências de controle de expressão, e uma "seqüência de controle de expressão" é urna seqüência de DNA que controla e regula a transcrição e/ou tradução de uma outra seqüência de DNA.
Em um vetor de expressão aqui provido, o ácido nucleico pode ser operavelmente ligado a uma ou mais seqüências de controle de expres- são. Como aqui usado, "operavelmente ligado" significa incorporado em um constructo genético de modo que seqüências de controle de expressão con- trolam efetivamente expressão de uma seqüência codificante de interesse. Exemplos de seqüências de controle de expressão incluem promotores, a- perfeiçoadores e regiões de término de transcrição. Um promotor é uma se- quência de controle de expressão composta por uma região de uma molécu- la de DNA, tipicamente dentro de 100 nucleotídeos a montante do ponto no qual inicia transcrição (genericamente próximo de sítio de iniciação para RNA polimerase II). Para colocar uma seqüência codificante sob o controle de um promotor, pode ser necessário posicionar o sítio de início de tradução do quadro de leitura traducional do polipeptídeo entre um e cerca de cin- qüenta nucleotídeos a jusante do promotor. Aperfeiçoadores proporcionam especificidade de expressão em termos de tempo, localização, e nível. Dife- rente de promotores, aperfeiçoadores podem funcionar quando localizados em várias distâncias do sítio de transcrição. Um aperfeiçoador também pode estar localizado a jusante do sítio de iniciação de transcrição. Uma seqüên- cia codificante está "operavelmente ligada" e "sob o controle" de seqüências de controle de expressão em uma célula quando RNA polimerase é capaz de transcrever a seqüência codificante em RNAm1 que então pode ser tradu- zido no polipeptídeo codificado pela seqüência codificante.
Vetores de expressão apropriados incluem, sem-limitação, veto- res virais e plasmídeos derivados de, por exemplo, bacteriófago, baculoví- rus, vírus mosaico de tabaco, vírus de herpes, citomegalovírus, retrovírus, vírus de varíola, adenovírus, e vírus associado adeno. Numerosos vetores e sistemas de expressão são comercialmente disponíveis de corporações tais como Novagen (Madison, Wl), Clonetech (Paio Alto, CA), Stratagene (La Jolla, CA), e Invitrogen/Life Technologics (Carlsbad, CA). Um vetor de expressão pode incluir uma seqüência marcadora
desenhada para facilitar subsequente manipulação da seqüência de ácido nucleico expressa (por exemplo, purificação, ou localização). Seqüências marcadoras, tais como seqüências de proteína fluorescente verde (GFP), glutationa-S-transferase (GST), poli-histidina, c-myc, hemaglutinina, ou mar- cador Flag® (Kodak, New Haven, CT) são tipicamente expressas como uma fusão com o polipeptídeo codificado. Tais marcadoras podem ser inseridos em qualquer lugar dentro do polipeptídeo incluindo os términos carboxila ou amino.
Este documento também provê células hospederiras contendo uma molécula de ácido nucleico e/ou vetor de ácido nucleico aqui provido. O termo "célula hospedeira" é pretendido para incluir células procarióticas e eucarióticas nas quais uma molécula de ácido nucleico ou vetor pode ser introduzida. Qualquer método pode ser usado para introduzir ácido nucleico em uma célula. Por exemplo, precipitação com fosfato de cálcio, eletropora- ção, choque térmico, lipofecção, microinjeção, e transferência de ácido nu- cleico mediada por vírus podem ser usados para introdução de ácido nuclei- co em células. Em adição, DNA nu pode ser diretamente liberado para célu- Ias in vivo como descrito em outro lugar (patentes U.S. 5 580 859 e 5 589 466).
Detectando Polipeptídeos
Este documento prove métodos e materiais para detecção de um polipeptídeo ali provido. Tais métodos e materiais podem ser usados pa- ra monitoração de níveis de polipeptídeo dentro de um mamífero recebendo o polipeptídeo como um composto terapêutico. Um polipeptídeo aqui provido (por exemplo, um polipeptídeo ABC-NP1 ABC-NP1, ou BC-NP2) pode ser detectado, por exemplo, imunologicamente usando um ou mais anticorpos. Como aqui usado, o termo "anticorpo" inclui moléculas intactas assim como seus fragmentos que são capazes de ligação a um determinante epitópico de um polipeptídeo aqui provido. O termo "epitopo" refere-se a um determi- nante antigênico sobre um antígeno ao qual o paratopo de uma anticorpo se liga. Determinantes epitópicos usualmente consistem em agrupamentos de superfície quimicamente ativos de moléculas tais como aminoácidos ou ca- deias laterais açúcar, e tipicamente têm características estruturais tridimen- sionais específicas, assim como específicas características de carga. Epíto- pos geralmente têm pelo menos cinco aminoácidos contíguos (um epitopo contínuo), ou alternativamente podem ser um conjunto de aminoácidos não- contíguos que definem uma particular estrutura (por exemplo, um epitopo conformacional). O termo "anticorpo" inclui anticorpos policlonais, anticorpos monoclonais, anticorpos humanizados ou quiméricos, fragmentos de anti- corpo Fv de cadeia simples, fragmentos Fab, e fragmentos F(ab)2. Anticor- pos policlonais são populações heterogêneas de moléculas de anticorpos que estão contidas nos soros dos animais imunizados. Anticorpos monoclo- nais são populações homogêneas de anticorpos para um particular epitopo de um antígeno.
Fragmentos de anticorpos que têm específica afinidade de liga- ção para um polipeptídeo aqui provido (por exemplo, ABC-NP, ABC-NP1, ou BC-NP2) podem ser gerados através de técnicas conhecidas. Por exemplo, fragmentos F(ab')2 podem ser produzidos através de digestão da molécula de anticorpo com pepsina; fragmentos Fab podem ser gerados através de redução de pontes dissulfeto de fragmentos F(ab')2. Alternativamente, biblio- tecas de expressão de Fab podem ser construídas. Ver, por exemplo, Huse et ai., Science, 246:1275 (1989). Uma vez produzidos, anticorpos ou frag- mentos dos mesmos são testados para reconhecimento de um polipeptídeo aqui provido através de métodos-padrão de ensaio imuno incluindo técnicas ELISA, ensaios radioimunes, e Western blotting. Ver, Short Protocols in Mo- lecular Biology, Chapter 11, Green Publishing Associates and John Wiley & Sons, Editado por Ausubel, F.M. etal., 1992.
Em ensaios imunológicos, um anticorpo tendo específica afini- dade de ligação por um polipeptídeo aqui provido ou um anticorpo secundá- rio que se liga a um tal anticorpo pode ser marcado, tanto diretamente como indiretamente. Apropriados marcadores incluem, sem-limitação, radionuclí- deos (por exemplo, 125I, 131I1 35S, 3H, 32P, 33P, ou 14C), porções fluorescentes (por exemplo, fluoresceína, FITC, PerCP, rodamina, ou PE), porções Iumi- nescentes (por exemplo, nanopartículas Qdot supridas por Quantum Dot Corporation, Palo Alto, CA), compostos que absorvem luz de um definido comprimento de onda, ou enzimas (por exemplo, fosfatase alcalina ou pero- xidase de rábano-silvestre). Anticorpos podem ser marcados indiretamente através de conjugação com biotina então detectada com avidina ou strepta- vidina marcada com uma molécula descrita acima. Métodos de detecção ou quantificação de um marcador dependem da natureza do marcador e são conhecidos na técnica. Exemplos de detectores incluem, sem-limitação, fil- me de raios x, contadores de radioatividade, contadores de cintilação, es- pectrofotômetros, colorímetros, fluorômetros, luminômetros, e densitômetros. Combinações destas abordagens (incluindo ensaios "multicamadas" familia- res àqueles versados na técnica podem ser usadas pára aperfeiçoarem a sensitividade dos ensaios.
Ensaios imunológicos para detecção de um polipeptídeo aqui provido podem ser realizados em uma variedade de formatos conhecidos, incluindo ensaios de sanduíche, ensaios de competição (RIA competitiva), ou ensaios imunes de ponte. Ver, por exemplo, patentes U.S. 5 296 347; 4 233 402; 4 098 876; e 4 034 074. Métodos de detecção de um polipeptídeo aqui provido geralmente incluem contato de uma amostra biológica com um anticorpo que se liga a um polipeptídeo aqui provido e detecção de ligação do polipeptídeo ao anticorpo. Por exemplo, um anticorpo tendo específica afinidade de ligação por um polipeptídeo aqui provido pode ser imobilizado sobre um substrato sólido através de qualquer um de uma variedade de mé- todos conhecidos na técnica e então exposto à amostra biológica. Ligação do polipeptídeo ao anticorpo sobre o substrato sólido pode ser detectada através de exploração do fenômeno de ressonância de plasmônio de super- fície, que resulta em uma mudança na intensidade de ressonância de plas- mônio de superfície com ligação que pode ser detectada qualitativamente ou quantitativamente através de um apropriado instrumento, por exemplo, um aparelho Biacore (Biacore International AB, Rapsgatan, Sweden). Alternati- vamente, o anticorpo é marcado e detectado como descrito acima. Uma cur- va-padrão usando conhecidas quantidades de um polipeptídeo aqui provido pode ser gerada para auxiliar na quantificação dos níveis do polipeptídeo.
Em outras modalidades, um ensaio "sanduíche" no qual um anti- corpo de captura é imobilizado sobre um substrato sólido e usado para de- tectar a presença, ausência, ou nível de um polipeptídeo aqui provido. O substrato sólido pode ser contatado com a amostra biológica de modo que qualquer polipeptídeo de interesse na amostra possa se ligar ao anticorpo imobilizado. A presença, ausência, ou nível do polipeptídeo ligado ao anti- corpo pode ser determinado usando um anticorpo de "detecção" tendo es- pecífica afinidade de ligação para o polipeptídeo. Em algumas modalidades, um anticorpo de captura pode ser usado que tenha afinidade de ligação para BNP assim como um polipeptídeo aqui provido. Nesta modalidade, um anti- corpo de detecção pode ser usado que tenha específica afinidade de ligação para um particular polipeptídeo aqui provido. É entendido que em ensaios sanduíche, o anticorpo de captura não deve ligar-se ao mesmo epitopo (ou faixa de epítopos no caso de um anticorpo policlonal) como o anticorpo de detecção. Assim, se um anticorpo monoclonal é usado como um anticorpo de captura, o anticorpo de detecção pode ser um outro anticorpo monoclonal que se liga a um epitopo que é tanto completamente separado fisicamente de, ou sobrepõe-se somente parcialmente com o epitopo ao qual o anticorpo monoclonal de captura se liga, ou um anticorpo policlonal que se liga a epí- topos outros que, ou em adição àquele ao qual o anticorpo monoclonal de captura se liga. Se um anticorpo monoclonal é usado como um anticorpo de captura, o anticorpo de detecção pode ser um anticorpo monoclonal que se liga a um epitopo que é tanto completamente separado fisicamente de, ou se sobrepõe parcialmente com qualquer um dos epítopos aos quais o anticorpo policlonal de captura se liga, ou um anticorpo policlonal que se liga a epíto- pos outros que não, ou em adição àquele ao qual o anticorpo policlonal de captura se liga. Ensaios sanduíche podem ser realizados como ensaios ELI- SA sanduíche, ensaios Western blotting sanduíche, ou ensaios de detecção imunomagnética sanduíche.
Apropriados substratos sólidos aos quais um anticorpo (por e- xemplo, um anticorpo de captura) pode ser ligado incluem, sem-limitação, placas de microtitulação, tubos, membranas tais como membranas de náilon ou nitrocelulose, e contas ou partículas (por exemplo, contas ou partículas de agarose, celulose, vidro, poliestireno, poliacrilamida, magnéticas ou mag- netizáveis). Partículas magnéticas ou magnetizáveis podem ser particular- mente úteis quando é usado um sistema de ensaio imunoautomatizado.
Anticorpos tendo específica afinidade de ligação para um poli- peptídeo aqui provido podem ser produzidos através de métodos-padrão. Em geral, um polipeptídeo pode ser recombinantemente produzido como descrito acima, ou pode ser purificado a partir de uma amostra biológica (por exemplo, um sistema de expressão heterólogo), e usado para imunizar ani- mais hospedeiros, incluindo coelhos, galinhas, camundongos, porquinhos- da-índia, ou ratos. Por exemplo, um polipeptídeo tendo a seqüência de ami- noácidos mostrada em SEQ ID NOs: 4, 6, ou 8 (ou fragmentos dos mesmos que são de pelo menos seis aminoácidos em comprimento), pode ser usado para imunizar um animal. Vários adjuvantes que podem ser usados para aumentar a resposta imunológica dependem das espécies hospedeiras e incluem adjuvante de Freund (completo e incompleto), géis minerais como hidróxido de alumínio, substâncias tensoativas como lisolecitina, polióis plu- rônicos, poliânions, peptídeos, emulsões de óleos, hemocianina de Iimpeta fechadura e dinitrofenol. Anticorpos monoclonais podem ser preparados u- sando um polipeptídeo aqui provido e tecnologia-padrão de hibridoma. Em particular, anticorpos monoclonais podem ser obtidos através de qualquer técnica que proporcione a produção de moléculas de anticorpos através de linhas de células contínuas em cultura como descrito por Kohler et al., Natu- re, 256:495 (1975), a técnica de hibridoma de célula-B (Kosbor et al., Immu- nology Today, 4:72 (1983); Cole et al., Proc. Natl. Acad. Sei. USA, 80:2026 (1983)), e a técnica de hibridoma - EBV (Cole et al., "Monoclonal Antibodies and Câncer Therapy", Alan R. Liss, Inc., pp. 77-96 (1983)). Tais anticorpos podem ser de qualquer classe de imunoglobulina incluindo IgG, IgM, IgE, IgA, IgD, e qualquer sua subclasse. O hibridoma produzindo os anticorpos monoclonais podem ser cultivados in vitro e in vivo.
Técnicas alternativas para detecção de um polipeptídeo aqui provido incluem técnicas de espectrometria de massa como ionização de eletrospray (ESI), e ionização - dessorção de laser auxiliada por matriz (MALDI). Ver, por exemplo, Gevaert et al., Electrophoresis, 22(9):1645-51 (2001); Chaurand et al., J. Am. Soe. Mass Spectrom., 10(2):91-103 (1999). Espectrômetros de massa úteis para tais aplicações são disponíveis de Ap- plied Biosystems (Foster City, CA); Bruker Daltronics (Billerica, MA); e Amer- sham Pharmacia (Sunnyvale, CA).
A invenção será ainda descrita nos exemplos que se seguem, os quais não limitam o escopo de invenção descrito nas reivindicações. Exemplos
Exemplo 1: Efeitos biológicos de polipeptídeos ABC-NP, ABC-NP1, e BC- NP2
Polipeptídeos com as seqüências mostradas nas figuras 1-3 fo- ram desenhados e sintetizados. O polipeptídeo mostrado na figura 1 é refe- rido como um polipeptídeo ABC-NP; o polipeptídeo mostrado na figura 2 é referido como um polipeptídeo ABC-NP1; e o polipeptídeo mostrado na figu- ra 3 é referido como um polipeptídeo BC-NP2. Os efeitos biológicos de infu- são intravenosa de ABC-NP, ABC-NP1, ou BC-NP2 foram testados em cães normais. Em resumo, cinco cães normais foram infundidos com 25 μg de ABC-NP, ABC-NP1, ou BC-NP2 por kg, administrado como bolo IV. Excre- ção de sódio em urina, fluxo de urina, pressão sangüínea arterial média, ní- veis de vasopressina no plasma, e fluxo sangüíneo renal foram medidos co- mo descrito em outro lugar (Chen et al., Am. J. Physiol. Regul. Integr. Comp. Physiol., 288:R1093—R1097 (2005) e Haber et al., J. Clin. Endocrinol. Me- tab., 29:1349-1355 (2005)). Os resultados foram comparados a resultados obtidos de cães tratados com 25 μg de BNP por kg, administrados como um bolo IV.
Administração sistêmica do polipeptídeo ABC-NP resultou em efeitos aquaréticos e natriuréticos (figuras 4 e 5). Administração sistêmica do polipeptídeo ABC-NP não teve efeito sobre pressão sangüínea arterial (figu- ra 6). Administração sistêmica do polipeptídeo ABC-NP não aumenta níveis de vasopressina no plasma (figura 7). Níveis de vasopressina em plasma aumentaram seguindo administração de BNP (figura 7). Ambos ABC-NP e BNP resultaram em similar diminuição de pressões de enchimento cardíaco.
Estes resultados demonstram que o polipeptídeo ABC-NP tem distintos efeitos renais e carece de habilidade para afetar pressão sangüínea sistêmica comparado a BNP.
Tratamento com ABC-NP1 causou uma redução em pressão de sangue arterial média e um aumento em fluxo de sangue renal (figuras 6 e 8). Não existiram prolongadas ações renais aquaréticas e diuréticas obser- vadas em cães tratados com ABC-NP1, as quais foram observadas em cães tratados com ABC-NP (figuras 4 e 5). Tratamento com ABC-NP1 também indicou uma forte tendência para aumento de níveis de vasopressina no plasma (figura 7). Estes resultados demonstram que a seqüência de amino- ácidos REA (figura 1) no anel de CNP é responsável pela falta de ações va- sodilatadoras observadas com ABC-NP.
Tratamento com BC-NP2 não resulta em uma diminuição em pressão de sangue arterial média ou um aumento em fluxo de sangue renal (figuras 6 e 8). Assim, como ABC-NP, BC-NP2 não tem efeitos vasodilatado- res. Como comparado a ABC-NP, BC-NP2 teve somente cerca de 50 por cento dos efeitos renais (figuras 4 e 5). Estes resultados demonstram que os cinco resíduos de aminoácidos de ANP presentes no término-N de ABC-NP estão envolvidos nas prolongadas ações aquaréticas e diuréticas de ABC- NP.
Os efeitos biológicos de ABC-NP, ABC-NP1, ou BC-NP2 sobre
células de fibroblasto cardíacas foram testados in vitro. Em resumo, células de fibroblasto cardíacas confluentes 80-90% foram incubadas em solução de sal balanceada de Hank (InVitrogen) contendo 20 mmols/L de ácido N-[2- hidróxi etil] piperazina-N'-[2-etano sulfônico], albumina de soro bovino 0,1%, e 0,5 mmol/L de 3-isobutil-1-metil zantina (Sigma). Células tratadas recebe- ram ANP (IO"6 M), BNP (10 6 M), CNP (10"6 M), ABC-NP (1011 Μ, 10'8 M, ou 10"6 M), ABC-NP1 (10"11 Μ, 10"8 M, ou 10"6 M), ou BC-NP2 (10~11 Μ, 10"8 M, ou 10"6 M) por 10 minutos. Células foram Iisadas em TCA a 6% e sonificadas por 10 minutos. As amostras foram extraídas com éter quatro vezes em qua- tro volumes de éter, secadas, e reconstituídas em 300 μ!_ de tampão de en- saio cGMP. As amostras foram ensaiadas usando um kit RIA cGMP compe- titiva (Perkin-Elmer, Boston, MA). Em resumo, amostras e padrões foram incubados com 100 μΙ_ de anticorpo policlonal cGMP anti-humano e I125- antígeno por 18 horas. Tampão de ensaio cGMP foi adicionado às amostras, e elas foram centrifugadas por 20 minutos a 2500 rpm. A fração livre foi aspi- rada; a fração ligada foi contada; e concentrações determinadas. Amostras foram corrigidas para fatores de diluição, e valores foram expressos como pmolse/mL. Não há reatividade - cruzada com ANP, BNP, ou CNP, e há <0,001% de reatividade com cAMP, GMP, GDP, ATP, e GTP. Tratamento com ABC-NP1 ativou cGMP em fibroblastos cardía-
cos humanos, enquanto tratamento com ABC-NP e BC-NP2 não ativou (figu- ras 9-11). Estes resultados demonstram que ABC-NP1 tem efeito biológico em fibroblastos cardíacos humanos, enquanto ambos ABC-NP e BC-NP2 não parecem ter quaisquer efeitos biológicos em fibroblastos cardíacos hu- manos. Assim, ABC-NP1 pode ter a habilidade para induzir ações antifibróti- cas, que podem não estar presentes com ABC-NP ou ABC-NP2. Exemplo 2: Efeitos biológicos de polipeptídeos ABC-NP, ABC-NP1 e BC- ΝΡ2 usando modelos animais
Os efeitos de infusão de ABC-NP, ABC-NP1, ou BC-NP2 é ainda avaliado em dois modelos de animais grandes de retenção de sódio: o mo- delo de cão em passo de CHF e um modelo de cão de retenção de sódio que imita cirrose e nefrose. O primeiro modelo é o modelo de passo rápido de CHF como descrito em outro lugar (Chen et ai., Circulation, 100:2443- 2448 (1999)). Em resumo, cães são colocados em passo a 240 bpm por 10 dias para geração de um modelo de CHF severa. Vinte e quatro cães são colocados em passo, seis recebem polipeptídeos ABC-NP, seis recebem polipeptídeos ABC-NP1, seis recebem polipeptídeos BC-NP2, e seis rece- bem Iasix (como controle diurético). Estudos hemodinâmicos agudos são realizados no momento de infusão e comparações são feitas entre grupos e entre cães na linha de base e infusão. O segundo modelo é o modelo TIVCC de retenção de sódio e ascites sem concorrentes aumentos em pressão de enchimento cardíaco como descrito em outro local (Wei et al., Am. J. Physi- ol., 273.R838-844 (1997)). Os polipeptídeos ABC-NP, ABC-NP1, e BC-NP2 são testados em cada modelo de cão de retenção de sódio usando doses crescentes até 100 pmols.kg/minuto administrados intravenosamente. Exemplo 3: Tratamento de pacientes em risco de remodelagem ventricular esquerda
Pacientes (por exemplo, pacientes de infartação miocardial) em risco de remodelagem ventricular esquerda são tratados com infusões IV de polipeptídeo ABC-NP1. Antes da infusão, sinais vitais são tomados e testes de laboratório são realizados para medir neuro-hormônios e função renal. MRI é realizada para medir tamanho e função ventricular esquerda. Uma infusão intravenosa de polipeptídeo ABC-NP1 é iniciada em uma dose de entre 0,001 μg/kg/minuto e 1 pg/kg/minuto. Sinais vitais são avaliados cada duas horas durante a infusão. A infusão pode levar 72 horas. Sangue é reti- rado antes de infusão ser interrompida em 72 horas para medir neuro- hormônios e função renal. Pacientes retornam em um mês e seis meses pa- ra repetir MRI para avaliar tamanho e função ventricular esquerda. Exemplo 4: Tratamento de Condições Cardiorrenais Pacientes que desenvolvem piora de função renal com resistên- cia diurética no quadro de insuficiência cardíaca descompensada aguda são tratados prospectivamente com infusões IV de polipeptídeos ABC-NP ou BC- NP. Antes da infusão, sinais vitais são tomados e testes de laboratório são realizados para medição de níveis de eletrólitos, creatinina em soro, cistati- na, e polipeptídeo BNP. Produção de urina de linha de base é medida e ele- trólitos de urina são avaliados. Uma infusão intravenosa de polipeptídeos ABC-NP ou BC-NP é iniciada. Sinais vitais e produção de urina são avalia- dos a cada 2 horas durante a infusão, que é de 12 a 72 horas de duração. Níveis de fármacos (por exemplo, níveis de polipeptídeo ABC-NP ou BC- NP), níveis de polipeptídeo BNP1 creatinina no soro, cistatina, e plasma e eletrólitos de urina são avaliados diariamente por toda infusão.
Outras Modalidades » -
É para ser entendido que embora a invenção tenha sido descrita em conjunção com sua descrição detalhada, a descrição anterior é pretendi- da para ilustrar e não limitar o escopo da invenção, que é definido pelo es- copo das reivindicações apostas. Outros aspectos, vantagens, e modifica- ções estão dentro do escopo das reivindicações que se seguem. LISTAGEM DE SEQÜÊNCIA <110> Mayo Foundation for Medicai Education and Research <120> POLIPEPTíDEOS AQUARÉTICOS E NATRIURÉTICOS CARECENDO
DE ATIVIDADE VASODILATADORA <130> 07039-725W01 <14 0> PCTUS07 7 7 900 <141> 2007-09-07 <150> US 60/825,028 <151> 2006-09-08 <160> 8
<170> FastSEQ para Windows Versão 4.0 <210> 1 <211> 5 <212> PRT
<213> Homo sapiens <4 00> 1
Arg Met Asp Arg Ile
1 5
<210> 2 <211> 22 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <22 0>
<223> Aminoácidos 6-27 correspondem a aminoácidos 1-22 de CNP maduro com arginina, ácido glutâmico e alamina nas posições 15, 16 e 17 <400> 2
Gly Leu Ser Lys Gly Cys Phe Gly Leu Lys Leu Asp Arg Ile Arg Glu
10 15
Ala Ser Gly Leu Gly Cys 2 0
<210> 3 <211> 6 <212> PRT
<213> Homo sapiens
<400> 3
Lys Val Leu Arg Arg His
1 5
<210> 4 <211> 33 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> combinação de SEQ ID NOs:1, 2, e 3
<4 00> 4
Arg Met Asp Arg Ile Gly Leu Ser Lys Gly Cys Phe Gly Leu Lys Leu 10 15
Asp Arg Ile Arg Glu Ala Ser Gly Leu Gly Cys Lys Val Leu Arg Arg 25 30
His
<210> 5 <211> 95 <212> DNA
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> Ácido nucleico codificando SEQ ID NO:4 <400> 5
aggatggaca ggattggctt gtccaagggc tgcttcggcc tcaagctgga ccgaatcagg gaagcgagcg gcctgggatg taaagtgctg aggcggcat <210> 6 <211> 22 <212> PRT <213> Homo sapiens <400> 6
Gly Leu Ser Lys Gly Cys Phe Gly Leu Lys Leu Asp Arg Ile Gly Ser 10 15
Met Ser Gly Leu Gly Cys 20
<210> 7 <211> 33 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> combinação de SEQ ID NOs:1, 7, e 3
<4 00> 7
Arg Met Asp Arg Ile Gly Leu Ser Lys Gly Cys Phe Gly Leu Lys Leu
10 15
Asp Arg Ile Gly Ser Met Ser Gly Leu Gly Cys Lys Val Leu Arg Arg 25 30
His <210> 8 <211> 28 <212> PRT
<213> Seqüência Artificial <220>
<223> combinação de SEQ ID NOs:2 e 3 <400> 8
Gly Leu Ser Lys Gly Cys Phe Gly Leu Lys Leu Asp Arg Ile Arg Glu
10 15
Ala Ser Gly Leu Gly Cys Lys Val Leu Arg Arg His 25

Claims (36)

1. Polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos de comprimento, em que o dito polipeptídeo compreende, em uma ordem a par- tir de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desemparelhamentos, (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (c) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos.
2. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 1, em que o dito polipeptídeo compreende atividade natriurética.
3. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 1, em que o dito polipeptídeo carece de atividade vasodilatadora.
4. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 1, em que o dito polipeptídeo compreende a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1.
5. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 1, em que o dito polipeptídeo compreende a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2.
6. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 1, em que o dito polipeptídeo compreende a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3.
7. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 1, em que o dito polipeptídeo compreende a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a se- qüência mostrada em SEQ ID NO: 2, e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3.
8. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 1, em que o dito polipeptídeo é um polipeptídeo substancialmente puro.
9. Polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o dito polipeptídeo compreende, em uma ordem de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1 com não mais que três desemparelhamentos, (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (c) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos.
10. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 9, em que o dito polipeptídeo compreende atividade natriurética.
11. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 9, em que o dito polipeptídeo compreende a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1.
12. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 9, em que o dito polipeptídeo compreende a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 7.
13. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 9, em que o dito polipeptídeo compreende a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3.
14. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 9, em que o dito polipeptídeo compreende a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1, a se- qüência mostrada em SEQ ID NO: 7, e a seqüência mostrada em SEQ ID NO. 3.
15. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 9, em que o dito polipeptídeo é um polipeptídeo substancialmente puro.
16. Polipeptídeo de menos que 45 resíduos de aminoácidos em comprimento, em que o dito polipeptídeo compreende, em uma ordem de término amino para término carbóxi: (a) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 com não mais que oito desemparelhamentos, e (b) a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 ou a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3 com não mais que três desemparelhamentos.
17. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 16, em que o dito polipeptídeo compreende atividade natriurética.
18. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 16, em que o dito polipeptídeo carece de atividade vasodilatadora.
19. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 16, em que o dito polipeptídeo carece de seqüência mostrada em SEQ ID NO: 1.
20. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 16, em que o dito polipeptídeo compreende a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2.
21. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 16, em que o dito polipeptídeo compreende a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3.
22. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 16, em que o dito polipeptídeo compreende a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 2 e a seqüência mostrada em SEQ ID NO: 3.
23. Polipeptídeo de acordo com a reivindicação 16, em que o dito polipeptídeo é um polipeptídeo substancialmente puro.
24. Ácido nucleico isolado codificando o polipeptídeo como defi- nido na reivindicação 1, 9 ou 16.
25. Vetor compreendendo um ácido nucleico codificando o poli- peptídeo como definido na reivindicação 1, 9 ou 16.
26. Célula hospedeira compreendendo um ácido nucleico codifi- cando o polipeptídeo como definido na reivindicação 1, 9 ou 16.
27. Célula hospedeira de acordo com a reivindicação 26, em que a dita célula hospedeira é uma célula hospedeira eucariótica.
28. Composição farmacêutica compreendendo um veículo far- maceuticamente aceitável e o polipeptídeo como definido na reivindicação 1,9 ou 16.
29. Método para aumento de atividade aquarética e natriurética dentro de um mamífero sem diminuição de pressão sangüínea, em que o dito método compreende administração de um polipeptídeo como definido na reivindicação 1 ou 16, ao dito mamífero.
30. Método para tratamento de um mamífero tendo uma condi- ção cardiovascular ou renal, em que o dito método compreende administra- ção de um polipeptídeo como definido na reivindicação 1, 9, ou 16, ao dito mamífero.
31. Método de acordo com a reivindicação 30, em que o dito mamífero tem doença cardiovascular.
32. Método de acordo com a reivindicação 30, em que o dito mamífero tem insuficiência cardíaca congestiva.
33. Método de acordo com a reivindicação 30, em que o dito mamífero tem infartação miocardial, uma doença de coronária, uma doença de artéria, uma insuficiência renal, câncer, ou um estado de retenção de só- dio e água.
34. Stent compreendendo um revestimento compreendendo um polipeptídeo como definido na reivindicação 1, 9, ou 16.
35. Tubulação de diálise compreendendo um revestimento com- preendendo um polipeptídeo como definido na reivindicação 1, 9, ou 16.
36. Micropartícula ou nanopartícula compreendendo um polipep- tídeo como definido na reivindicação 1, 9, ou 16.
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