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BRPI0709097A2 - método e dispositivo para transferir uma extremidade - Google Patents

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Publication number
BRPI0709097A2
BRPI0709097A2 BRPI0709097-8A BRPI0709097A BRPI0709097A2 BR PI0709097 A2 BRPI0709097 A2 BR PI0709097A2 BR PI0709097 A BRPI0709097 A BR PI0709097A BR PI0709097 A2 BRPI0709097 A2 BR PI0709097A2
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
treatment unit
face
fabric
pulley
space
Prior art date
Application number
BRPI0709097-8A
Other languages
English (en)
Inventor
Rolf Peterson
Mats Nyhlen
Original Assignee
Andritz Tech & Asset Man Gmbh
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Andritz Tech & Asset Man Gmbh filed Critical Andritz Tech & Asset Man Gmbh
Publication of BRPI0709097A2 publication Critical patent/BRPI0709097A2/pt

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    • D21PAPER-MAKING; PRODUCTION OF CELLULOSE
    • D21GCALENDERS; ACCESSORIES FOR PAPER-MAKING MACHINES
    • D21G9/00Other accessories for paper-making machines
    • D21G9/0063Devices for threading a web tail through a paper-making machine
    • YGENERAL TAGGING OF NEW TECHNOLOGICAL DEVELOPMENTS; GENERAL TAGGING OF CROSS-SECTIONAL TECHNOLOGIES SPANNING OVER SEVERAL SECTIONS OF THE IPC; TECHNICAL SUBJECTS COVERED BY FORMER USPC CROSS-REFERENCE ART COLLECTIONS [XRACs] AND DIGESTS
    • Y10TECHNICAL SUBJECTS COVERED BY FORMER USPC
    • Y10TTECHNICAL SUBJECTS COVERED BY FORMER US CLASSIFICATION
    • Y10T83/00Cutting
    • Y10T83/04Processes
    • Y10T83/0524Plural cutting steps
    • Y10T83/0538Repetitive transverse severing from leading edge of work
    • Y10T83/0548With longitudinal severing
    • YGENERAL TAGGING OF NEW TECHNOLOGICAL DEVELOPMENTS; GENERAL TAGGING OF CROSS-SECTIONAL TECHNOLOGIES SPANNING OVER SEVERAL SECTIONS OF THE IPC; TECHNICAL SUBJECTS COVERED BY FORMER USPC CROSS-REFERENCE ART COLLECTIONS [XRACs] AND DIGESTS
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    • Y10T83/2181Active delivery means mounted on tool support

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Abstract

MéTODO E DISPOSITIVO PARA TRANSFERIR UMA EXTREMIDADE. A presente invenção refere-se a um dispositivo (18) para transferir uma extremidade de um tecido fibroso à base de celulose (8) de uma primeira unidade para uma segunda unidade que compreende um elemento de separação (20), o qual é adaptado para formar um espaço (95) entre uma primeira face (96) da extremidade (92) e a primeira unidade, uma polia de pegar extremidade (30) que é adaptada para ser inserida no dito espaço (95) entre a primeira face (96) da extremidade (92) e a primeira unidade, a polia de pegar extremidade (30) sendo adaptada adicionalmente para deslocar a extremidade (92) para uma posição de corte, um dispositivo de corte sendo adaptado para cortar a extremidade (92) na dita posição de corte, e um dispositivo transportador de extremidade sendo adaptado para pegar a extremidade cortada na posição de corte e para transferir a extremidade cortada (92) para a segunda unidade.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MÉTODO EDISPOSITIVO PARA TRANSFERIR UMA EXTREMIDADE".
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a um método de transferir umaextremidade de um tecido fibroso à base de celulose de uma primeira unida-de de tratamento para uma segunda unidade de tratamento.
A presente invenção também refere-se a um dispositivo paratransferir uma extremidade de um tecido fibroso à base de celulose de umaprimeira unidade de tratamento para uma segunda unidade de tratamento.
Antecedentes da Invenção
Durante a formação e secagem de um material formado de teci-do, tal como um tecido de polpa de celulose, o material formado de tecido étratado em unidades diferentes. Por exemplo, uma instalação de produçãode polpa de celulose pode incluir uma estação de formação úmida, na qual uma pasta fluida, por exemplo, de fibras de celulose é tratada para formarum tecido fibroso úmido à base de celulose, e um secador de polpa no qualo tecido úmido é secado por meio de sopro de ar quente na direção do teci-do. Nos inícios, e quando o tecido se rompe acidentalmente, é necessáriotransferir o tecido da estação de formação úmida para o secador. Durante a transferência de um tecido é comum primeiro formar uma extremidade es-treita, também chamada de guia, na estação de formação úmida. A extremi-dade é então transferida para o secador e passada no secador. Quando aextremidade tiver sido transferida de forma bem-sucedida para o secador aextremidade pode ser alargada gradualmente de maneira tal que finalmenteum tecido de largura total é passado da estação de formação úmida para o secador.
A WO 02/088463 descreve um método de transferir uma extremi-dade de uma primeira etapa de tratamento para uma segunda etapa de trata-mento. O método da WO 02/088463 inclui deslocar a extremidade manualmen-30 te por meio do deslocamento de um rolo em uma direção horizontal ou pormeio da elevação da extremidade manualmente a fim de colocar a extremi-dade na posição para cortá-la e subseqüentemente alimentar a segunda etapade tratamento. Constatou-se, entretanto, que o método da WO 02/088463não é efetivo no que diz respeito a como a extremidade é deslocada para aposição. O resultado é que a transferência do tecido pode nem sempre serbem-sucedida e que diversas tentativas podem ter que ser feitas até que atransferência da extremidade seja bem-sucedida. Adicionalmente o métododa WO 02/088463 também apresenta um risco de segurança uma vez que omanuseio manual da extremidade exige um operador para trabalhar arrisca-damente próximo ao tecido em movimento e freqüentemente também próxi-mo aos fios e rolos em movimento.
Sumário da Invenção
Um objetivo da presente invenção é fornecer um método detransferir uma extremidade de uma primeira unidade de tratamento para umasegunda unidade de tratamento, em cujo método a extremidade é deslocadapara a posição para ser introduzida na segunda unidade de tratamento semexpô-la a uma tensão que possa romper a extremidade. Um outro objetivo étransferir a extremidade de uma tal maneira que operadores não sejam ex-postos a riscos.
Estes objetivos são alcançados por um método de transferir umaextremidade de um tecido fibroso à base de celulose de uma primeira unida-de de tratamento para uma segunda unidade de tratamento, o método sendocaracterizado pelas seguintes etapas:
(A) transferir o tecido da primeira unidade de tratamento, permi-tindo ao tecido se deslocar substancialmente de forma vertical para baixo apartir de um primeiro rolo, e fender o tecido ao longo de sua direção Iongitu-dinal para formar uma extremidade tendo uma primeira face voltada para aprimeira unidade de tratamento e uma segunda face voltada para a segundaunidade de tratamento;
(B) formar, por meio de um elemento de separação, um espaçoentre a primeira face da extremidade e a primeira unidade de tratamento;
(C) inserir uma polia de pegar extremidade no dito espaço entrea primeira face da extremidade e a primeira unidade de tratamento, e deslo-car, por meio da polia de pegar extremidade, a extremidade para uma posi-ção de corte; e
(D) cortar a extremidade, e pegar a extremidade por meio de umdispositivo transportador de extremidade para transferir a extremidade para asegunda unidade de tratamento.
Uma vantagem deste método é que ele proporciona uma baixatensão na extremidade durante a sua transferência da primeira unidade detratamento para a segunda unidade de tratamento. Uma vez que a extremi-dade é freqüentemente compreendida de um tecido fibroso fino à base decelulose com um alto conteúdo de água a resistência mecânica da extremi-dade é muito baixa. Uma extremidade tem tipicamente uma largura de cercade 100 mm e uma espessura de 1,5 a 2,5 mm. Uma extremidade como estatipicamente pode suportar uma força de tração máxima de 50-120 Ν. A pre-sente invenção possibilita a tensão muito baixa na extremidade que é exigi-da para transferência segura e automática de uma extremidade da primeiraunidade de tratamento para a segunda unidade de tratamento. Assim a ex-tremidade pode ser transferida sem necessitar interferência manual, semexpor a extremidade a tensões excessivas e com uma grande chance de serbem-sucedida em cada tentativa para transferir a extremidade.
De acordo com uma etapa de modalidade preferida (B), elacompreende adicionalmente encaixar o elemento de separação com a pri-meira face da extremidade e deslocar a extremidade, por meio do elementode separação, na direção da segunda unidade de tratamento. Uma vanta-gem desta modalidade é que deslocar a extremidade de uma maneira geralexige menores esforços do que deslocar qualquer outro componente durantea formação do espaço.
Preferivelmente a etapa (A) compreende adicionalmente transfe-rir o tecido sobre uma tela, a tela sendo deslocada para longe da primeiraface da extremidade a jusante do dito primeiro rolo de maneira tal que umafolga é formada entre a tela e a extremidade, e a etapa (B) compreende adi-cionalmente fornecer o elemento de separação na dita folga e alargando adita folga para formar o dito espaço. Uma vantagem desta medida é que atela suporta o tecido e diminui o risco de que ele seja rompido. Deslocar atela para longe da primeira face da extremidade depois de a extremidade terpassado o primeiro rolo é um modo eficiente de gerar uma folga, na qual oelemento de separação pode ser inserido, sem expor a extremidade a ten-sões excessivas.
Preferivelmente a etapa (C) compreende adicionalmente deslo-car a polia de pegar extremidade tanto verticalmente para cima quanto deforma horizontal na direção da segunda unidade de tratamento durante omovimento da extremidade para a posição de corte. Por ter a polia de pegarextremidade deslocando a extremidade tanto verticalmente quanto de formahorizontal a extremidade é deslocada mais efetivamente para uma posiçãoadequada para ser cortada e subseqüentemente agarrada pelo dispositivotransportador de extremidade.
Preferivelmente a etapa (B) compreende adicionalmente deslo-car o elemento de separação em uma direção horizontal enquanto formandoo dito espaço. Uma vantagem desta modalidade é que a extremidade é des-locada em um modo que não a expõe a uma tensão excessiva. Adicional-mente, um movimento horizontal é fácil de controlar. Deslocar o elemento deseparação verticalmente para cima exporia a extremidade a uma tensãomaior. Entretanto, deslocar o elemento de separação horizontalmente e deforma vertical para baixo ao mesmo tempo é possível. Ainda mais preferi-velmente a etapa (B) compreende adicionalmente deslocar o elemento deseparação horizontalmente em uma distância de 200-800 mm enquanto for-mando o dito espaço. Uma vantagem desta modalidade é que uma distânciade mais que 800 mm exige muito espaço e assim não é adequada por moti-vos práticos. Uma distância menor que 200 mm tornaria difícil inserir umapolia de pegar extremidade que tenha um diâmetro suficiente para manterbaixa a tensão na extremidade enquanto deslocando a extremidade para aposição de corte.
Um outro objetivo da presente invenção é fornecer um dispositi-vo adaptado para transferir seguramente uma extremidade, de uma primeiraunidade de tratamento para uma segunda unidade de tratamento, de uma talmaneira que a extremidade seja deslocada para a posição para ser introdu-zida na segunda unidade de tratamento sem expor a extremidade a umatensão que possa rompê-la.
Este objetivo é alcançado por um dispositivo para transferir umaextremidade de um tecido fibroso à base de celulose de uma primeira unida-de de tratamento para uma segunda unidade de tratamento, a extremidadesendo formada ao transferir o tecido da primeira unidade de tratamento,permitindo ao tecido se deslocar substancialmente de forma vertical parabaixo a partir de um primeiro rolo, e fender o tecido ao longo de sua direçãolongitudinal para formar uma extremidade tendo uma primeira face voltadapara a primeira unidade de tratamento e uma segunda face voltada para asegunda unidade de tratamento, o dispositivo sendo caracterizado pelo fatode que compreende:
um elemento de separação, o qual é adaptado para formar umespaço entre a primeira face da extremidade e a primeira unidade de trata-mento;
uma polia de pegar extremidade que é adaptada para ser inseri-da no dito espaço entre a primeira face da extremidade e a primeira unidadede tratamento, a polia de pegar extremidade sendo adaptada adicionalmentepara deslocar a extremidade para uma posição de corte;
um dispositivo de corte sendo adaptado para cortar a extremida-de na dita posição de corte; e
um dispositivo transportador de extremidade sendo adaptadopara pegar a extremidade cortada na posição de corte e para transferir a ex-tremidade cortada para a segunda unidade de tratamento.
Uma vantagem deste dispositivo é que ele é adaptado para trans-ferir uma extremidade com muito pouco risco de que a extremidade sejarompida. Particularmente, o dispositivo é adaptado para transferir automati-camente a extremidade da primeira unidade de tratamento para uma segun-da unidade de tratamento.
De acordo com uma modalidade preferida o elemento de sepa-ração é adaptado para ser inserido em uma folga formada entre a primeiraface da extremidade e uma tela pela qual o tecido é transferido, a folga sen-do formada a jusante do dito primeiro rolo pela tela sendo deslocada paralonge da primeira face da extremidade. Deslocar a tela para longe propor-ciona um modo simples e também seguro de fornecer uma folga, na qual umelemento de separação pode ser inserido, para formar o dito espaço.
Preferivelmente a polia de pegar extremidade tem um diâmetrode 120-400 mm, um motor sendo adaptado para girar a polia. Um diâmetrode pelo menos 120 mm é preferível uma vez que ele diminui a tensão naextremidade enquanto deslocando a extremidade para a posição de corte.
Um diâmetro menor pode resultar em ruptura da extremidade sobre a poliade pegar extremidade. Um diâmetro de mais que 400 mm tem a desvanta-gem em que um espaço muito grande deve ser formado pelo elemento deseparação a fim de tornar possível inserir a polia de pegar extremidade.
De acordo com uma modalidade preferida um dispositivo de guiaé adaptado para ser localizado abaixo da polia de pegar extremidade, quan-do a extremidade está na posição de corte, a fim de estabilizar a extremida-de quando o dispositivo de corte de extremidade corta a extremidade. Umavantagem do dispositivo de guia é que estabilizar a extremidade torna maisfácil cortar a extremidade corretamente e apanhar a extremidade cortada pormeio do dispositivo transportador de extremidade.
Preferivelmente o elemento de separação tem uma menor di-mensão, tal como uma largura ou um diâmetro, a qual é de 10-80 mm. Umamenor dimensão de menos que 10 mm aumenta o risco de que a extremida-de seja rompida enquanto se usa o elemento de separação para formar odito espaço. Uma menor dimensão de mais que 80 mm torna mais difícil co-locar o elemento de separação em posição, por exemplo, em uma folga en-tre uma tela e a extremidade.
Objetivos e recursos adicionais da presente invenção estarãoaparentes a partir da descrição e das reivindicações.
Breve Descrição dos Desenhos
A invenção será agora descrita com mais detalhes com referên-cia aos desenhos anexos, nos quais:
A figura 1 é uma vista lateral esquemática e mostra uma primeiraunidade de tratamento, uma segunda unidade de tratamento e um dispositi-vo para transferir uma extremidade.
A figura 2a é uma vista lateral esquemática mostrando o disposi-tivo para transferir uma extremidade com mais detalhes e em uma primeiraposição.
A figura 2b é uma vista tridimensional mostrando detalhes espe-cíficos do dispositivo para transferir uma extremidade.
A figura 2c é uma vista superior esquemática e ilustra, tal comovisto de cima, o dispositivo para transferir uma extremidade na posição mos-trada na figura 2a.
A figura 2d é uma vista superior esquemática e ilustra como umpino de separação foi introduzido entre uma extremidade e a primeira unida-de de tratamento.
A figura 3a é uma vista lateral esquemática e ilustra como o pinode separação deslocou a extremidade.
A figura 3b é uma vista superior esquemática e ilustra a situaçãoda figura 3a tal como vista de cima.
A figura 4 é uma vista superior esquemática e ilustra como umapolia de pegar extremidade foi inserida entre a extremidade e a primeira uni-dade de tratamento.
A figura 5 é uma vista lateral esquemática e ilustra como a poliaelevou a extremidade.
A figura 6a é uma vista lateral esquemática e ilustra como a ex-tremidade foi deslocada para uma posição de corte.
A figura 6b é uma vista superior esquemática e ilustra a situaçãoda figura 6a tal como vista de cima.
A figura 7 é uma vista superior esquemática e ilustra como umdispositivo de corte de extremidade foi levado para a posição.
A figura 8a é uma vista lateral esquemática e ilustra como a ex-tremidade foi cortada e agarrada por um dispositivo transportador de extre-midade transferindo-a para a segunda unidade de tratamento.
A figura 8b é uma vista superior esquemática e ilustra a situaçãoda figura 8a tal como vista de cima.
A figura 9 é uma vista lateral ampliada e ilustra um elemento deseparação de acordo com uma modalidade alternativa.
Descrição de Modalidades Preferidas
A figura 1 mostra uma instalação de produção de polpa 1 adap-tada para produção de polpa de mercado, isto é, uma polpa com base emfibras de celulose obtida por polpação ou branqueamento. A instalação deprodução de polpa 1 compreende uma primeira unidade de tratamento naforma de uma estação de formação úmida 2 e uma segunda unidade de tra-tamento na forma de um secador de tecido de polpa 4. Uma pasta fluida defibras de celulose é alimentada para a estação de formação úmida 2 a partirde um tanque de pasta fluida não mostrado. Na estação de formação úmida2 a pasta fluida é, de acordo com princípios por si conhecidos, alimentadasobre uma tela de formação, não mostrada, e é então enviada para uma telade prensagem 6 e é então pressionada entre rolos de prensagem, não mos-trados, para formar um tecido fibroso à base de celulose 8 sendo transferidopela tela de prensagem 6. Depois da estação de formação úmida 2 o tecido8 tem conteúdos sólidos secos de cerca de 50%. A espessura do tecido 8,exatamente depois da estação de formação úmida 2, é em torno de 1,5-2,5mm. O tecido 8 tem uma largura tipicamente de 3-10 metros. O tecido é en-tão suposto pronto para ser transferido, indicado por um tecido tracejado 10na figura 1, para o secador de tecido de polpa 4. No secador 4, o qual podeser do tipo Secador de Polpa Andritz1 o tecido é secado por ar quente paraum conteúdo de sólidos secos de tipicamente em torno de 90%.
Na situação mostrada na figura 1 o tecido 8 não é transferidopara o secador 4. Em vez disto o tecido 8 passa verticalmente para baixosobre um primeiro rolo 12 e sobre uma correia transportadora 13 por meioda qual o tecido 8 é transportado para um repolpador 14. No repolpador 14 otecido 8 é dissolvido em água e é então retornado para o tanque de pastafluida.
A tela de prensagem 6, tal como o tecido 8, também é passadasobre o primeiro rolo 12 e é então passada sobre um segundo rolo 16 antesde ser retornada para a estação de formação úmida 2. Como pode ser vistoo centro do primeiro rolo 12 é localizado verticalmente acima do centro dosegundo rolo 16. O primeiro rolo 12 tem um diâmetro d1 que é maior do queum diâmetro d2 do segundo rolo 16. Devido a este fato a tela de prensagem6 será deslocada na direção da estação de formação úmida 2 enquanto semovendo do primeiro rolo 12 para o segundo rolo 16, isto é, a tela de pren-sagem 6 não se deslocará verticalmente para baixo a partir do primeiro rolo12, mas em uma inclinação α de cerca de T em relação ao plano vertical.
Como pode ser visto a partir da figura 1 o tecido 8 se deslocará verticalmen-te para baixo, por causa de seu peso e, portanto, se liberará da tela de pren-sagem 6, a qual se desloca na inclinação α de cerca de T em relação aoplano vertical, exatamente depois de ter passado o primeiro rolo 12. A fim detornar possível transferir automaticamente o tecido 8 da estação de forma-ção úmida 2 para o secador 4 um dispositivo 18 para transferir uma extremi-dade do tecido 8 da estação de formação úmida 2 para o secador 4 é usado.
Um computador de processo 19 controla a operação do dispositivo 18, talcomo está ilustrado esquematicamente na figura 1. O computador de pro-cesso 19 também pode controlar a operação da instalação de produção depolpa total 1.
A figura 2a ilustra o dispositivo 18 para transferir uma extremida-de com mais detalhes. A figura 2b é uma ilustração tridimensional de algunscomponentes chaves do dispositivo 18.
Deve ser primeiro mencionado que o método da técnica anteriorde transferir um tecido de uma estação de formação úmida para um secadorcompreende formar uma extremidade, também chamada de guia do tecido.A extremidade usualmente tem uma largura de cerca de 100 mm. A extremi-dade é elevada manualmente da estação de formação úmida para o secadore é presa em uma fita de enfiamento dobrada, também chamada de correiade enfiamento. A correia de enfiamento envia para frente a extremidade a-través do secador, o que é usualmente referido como enfiar o secador. Tipi-camente cerca de 25 metros de extremidade é introduzida no secador. Entãoa extremidade é liberada da correia de enfiamento na entrada do secador ea largura da extremidade é gradualmente aumentada de maneira que final-mente um tecido de largura total se desloca através do secador.
A presente invenção proporciona um método automático, e umdispositivo para executar o método, de transferir uma extremidade de umaprimeira unidade de tratamento, tal como uma estação de formação úmida,para uma segunda unidade de tratamento, tal como um secador.
O dispositivo 18 compreende um elemento de separação naforma de um pino de separação cilíndrico 20 que é fixado a um trenó 22. Otrenó 22, o qual é localizado abaixo do rolo 12, pode ser deslocado em umadireção horizontal ao longo de uma barra 24 por meio de um motor 26. Otrenó 22 é fornecido com um cilindro pneumático 28, o qual está mostradona figura 2b, que torna possível deslocar o pino de separação 20 na sua di-reção longitudinal, isto é, em uma direção sendo perpendicular à direçãolongitudinal da barra 24. O pino de separação 20 tem preferivelmente umdiâmetro de cerca de 10-80 mm.
Referindo-se de novo à figura 2a o dispositivo 18 compreendeadicionalmente uma polia de pegar extremidade 30. A polia de pegar extre-midade 30, a qual tem um diâmetro D de cerca de 120 a 400 mm, pode sergirada por meio do motor de acionamento 32, mostrado na figura 2b. O mo-tor de acionamento 32 é controlado a fim de girar a polia 30 na rpm adequa-da com relação à extremidade levada sobre ela, tal como será mostradomais tarde. O motor de acionamento 32 é fixado em um trenó 34, o qual émelhor mostrado na figura 2b. O trenó 34 pode ser deslocado em uma dire-ção horizontal ao longo de uma barra horizontal 36 por meio de um motor dedeslocamento horizontal 38. Devido ao motor 38 a polia de pegar extremida-de 30 pode ser deslocada ao longo do seu eixo geométrico de simetria. Abarra 36 é móvel ao longo de uma barra 40 tendo uma posição vertical talcomo mostrada na figura 2a. Um motor de deslocamento vertical 42 é arran-jado em uma extremidade da barra 40 para deslocar a barra 36 ao longo dabarra 40. A barra 40 é fixada a um elemento de fixação 44 fixando a barra 40a um eixo giratório 46. O eixo giratório 46 é apoiado nos mancais 48, 50, osquais são fixados a uma estrutura de viga 52 indicada esquematicamente nafigura 2b. Um braço 54 é fixado ao eixo 46. Um motor de deslocamento 56se estende a partir de uma extremidade do braço 54 para uma estrutura deviga 58 mostrada esquematicamente nas figuras 2a e 2b. O motor de deslo-camento 56 é adaptado para girar, por meio do eixo 46, a barra 40 de umaposição vertical, mostrada na figura 2a, para uma posição inclinada mostra-da na figura 2b. Diversos indicadores de posição 59, mostrados na figura 2b,são fornecidos para prover o computador de processo 19 com informaçãodas posições das barras 36, 40, da polia 30 e do trenó 22, entre outros.
A figura 2a ilustra adicionalmente um dispositivo de fendimentona forma de uma faca de jato de água 60. A faca de jato de água 60 é adap-tada para fender o tecido 8 ao longo da sua direção longitudinal a montantedo primeiro rolo 12 a fim de formar uma extremidade, tal como será descritoa seguir. O dispositivo 18 compreende adicionalmente um dispositivo trans-portador de extremidade 62 que é adaptado para pegar a extremidade etransferi-la para o secador 4. O dispositivo transportador de extremidade 62compreende uma barra de transportador de extremidade 64 que é girável noplano horizontal por meio de uma junta 66. A junta 66 é fixada a uma estrutu-ra de viga, não mostrada na figura 2a, adjacente ao secador 4. O dispositivotransportador de extremidade 62 compreende uma correia de enfiamento 68que se desenvolve sobre o dispositivo transportador de extremidade 62 paradentro do secador 4 e então de volta para o dispositivo transportador de ex-tremidade 62 em um laço sem fim. A correia de enfiamento 68 é enviada dosecador 4 sobre as duas polias 70, 72, as quais são localizadas em uma ex-tremidade 74 da barra 64, cuja extremidade 74 é oposta à junta 66. Depoisdas polias 70, 72 a correia de enfiamento 68 é levada para um apertador 76.
O apertador 76 é formado pela correia de enfiamento 68 e uma correia 78, aqual é levada sobre as duas polias 80, 82. Quando uma extremidade é intro-duzida no apertador 76 a correia 78 retém a extremidade contra a correia deenfiamento 68 até que a correia de enfiamento 68 seja dobrada, em umamaneira por si conhecida, ao redor da extremidade, de maneira tal que aextremidade, envolvida pela correia de enfiamento 68, possa ser transferidapor meio de um rolo 84 para o secador 4 a fim de se enfiar nele. O dispositi-vo transportador de extremidade 62 leva adicionalmente um dispositivo decorte de extremidade 86. O dispositivo de corte de extremidade 86, que estáilustrado esquematicamente na figura 2a, compreende uma primeira lâmina88 e uma segunda lâmina 90, o qual é localizado próximo ao apertador 76.
O modo no qual o dispositivo 18 para transferir uma extremidadetrabalha será agora descrito com mais detalhes.
Em uma primeira etapa (A), a qual está ilustrada na figura 2a, nafigura 2c e na figura 2d, o tecido 8 é transferido da estação de formação ú-mida 2 sobre o primeiro rolo 12 por meio da tela de prensagem 6. A faca dejato de água 60 fende o tecido 8 e forma uma extremidade 92, com uma lar-gura W, ilustrada na figura 2c e na figura 2d, de cerca de 100 mm. Tal comodescrito anteriormente o arranjo com o segundo rolo 16, mostrado na figura1, separa o tecido 8 da tela 6 a jusante do primeiro rolo 12. Assim uma folga94, ver a figura 2a, é formada entre a tela 6 e a extremidade 92 a jusante doprimeiro rolo 12. Na situação mostrada na figura 2c o pino de separação 20ainda está localizado fora da folga 94. Pela operação do cilindro pneumático28 o pino de separação 20 pode ser inserido na folga 94. Esta situação émelhor mostrada na figura 2d na qual está ilustrado que o pino de separação20 se estende sob a largura total W da extremidade 92.
A figura 3a e a figura 3b ilustram uma segunda etapa (B). Naetapa (B) o motor 26 é operado para deslocar o trenó 22 horizontalmente aolongo da barra 24 em uma direção voltada para o secador 4. Tipicamente otrenó 22 é deslocado em uma distância horizontal de cerca de 200-800 mm.A extremidade 92 tem uma primeira face 96 voltada para a estação de for-mação úmida 2 e uma segunda face 98 voltada para o secador 4. Enquantose deslocando com o trenó 22 o pino de separação 20 encaixa a primeiraface 96 da extremidade 92 e desloca a extremidade 92 na direção do seca-dor, isto é, para o lado direito tal como visto nas figuras 3a e 3b. Pelo deslo-camento da extremidade 92 o pino de separação 20 separa adicionalmentea extremidade 92 da tela 6 e alarga a folga 94 para formar um espaço 95. Asfiguras 3a e 3b ilustram a situação quando um espaço 95 de largura suficien-te tiver sido formado. Tipicamente o espaço 95 tem uma largura de 350-750mm, no seu ponto mais largo.
A figura 4 ilustra uma primeira parte de uma terceira etapa (C).Nesta primeira parte o motor 38 desloca o trenó 34, e assim a polia de pegarextremidade 30, horizontalmente ao longo da barra 36 de maneira que a po-lia de pegar extremidade 30 se torna inserida no espaço 95, o qual foi for-mado pelo pino de separação 20 na etapa (Β). A única diferença entre a si-tuação nas figura 3a e 3b e a situação na figura 4 é, portanto, que a polia depegar extremidade 30 foi inserida, horizontalmente, no espaço 95. Será per-cebido que um alargamento da folga 94 para formar o espaço 95 por meiodo pino de separação 20 na etapa (B) é uma medida necessária para forne-cer um espaço largo o suficiente 95 para receber a polia de pegar extremi-dade 30.
A figura 5 ilustra uma segunda parte da terceira etapa (C). Nestasegunda parte o motor 42 deslocou a barra 36, a qual leva a polia de pegarextremidade 30, verticalmente para cima ao longo da barra vertical 40. A po-lia de pegar extremidade 30 eleva assim a extremidade 92 verticalmente pa-ra cima para uma posição na qual o ponto mais alto na extremidade 92, istoé, na polia de pegar extremidade 30, fica localizado acima do primeiro rolo12. Partindo da elevação, ou de antes dela, e então continuamente, o motor32 gira a polia 30, no sentido dos ponteiros do relógio tal como mostrado nafigura 5, de maneira tal que não existem tensões excessivas criadas na ex-tremidade 92 à medida que ela se desloca sobre a polia 30. O motor 32 temuma função de girar com roda livre de maneira tal que a polia de pegar ex-tremidade 30 não terá um efeito de frenagem sobre a extremidade 92 nocaso de a extremidade 92 se mover mais rápido do que o giro corresponden-te a rpm do motor 32 acionando a polia de pegar extremidade 30.
A figura 6a e a figura 6b ilustram uma terceira parte da terceiraetapa (C). Nesta terceira parte o motor de deslocamento 56 é retraído e a-ciona o braço 54 de maneira tal que o eixo 46 é girado no sentido dos pon-teiros do relógio, tal como mostrado na figura 6a. Quando o eixo 46 é giradoa barra 40 é inclinada, em volta do eixo 46, de uma vertical para uma posi-ção inclinada. Isto faz a polia de pegar extremidade 30 se deslocar, ao longode um arco de um círculo indicado por uma seta tracejada na figura 6a, nadireção do secador 4. Tal como indicado pela seta tracejada, a inclinação dabarra 40 faz a polia 30 se deslocar ligeiramente para baixo, diminuindo as-sim a tensão na extremidade 92 enquanto inclinando a barra 40. Devido aeste movimento a extremidade 92 é deslocada para uma posição de cortelocalizada adjacente ao apertador 76. Opcionalmente um dispositivo de guiana forma de um rolo de guia ou um carretei 100 pode ser fornecido substan-cialmente de forma vertical abaixo da polia 30, e abaixo do apertador 76. Ocarretei 100, o qual pode ser acionado por um motor não mostrado, é feitopara entrar em contato com uma das faces 96, 98, a primeira face 96 namodalidade mostrada na figura 6a, de maneira tal que qualquer agitação daextremidade 92 a jusante da polia 30 é evitada.
A figura 7 ilustra uma quarta e última parte da terceira etapa (C).Na quarta parte a barra 64 do dispositivo transportador de extremidade 62 foigirada, em volta da junta 66, tal como está indicado por uma seta tracejadana figura 7. Por causa do giro a primeira lâmina 88, a qual está escondidapela polia 30 na perspectiva da figura 7, se torna localizada adjacente à pri-meira face 96 da extremidade 92. A segunda lâmina 90 se torna localizadaadjacente à segunda face 98 da extremidade 92. A extremidade 92 é assimposicionada entre as lâminas 88, 90 e está na posição para ser cortada pelodispositivo de corte de extremidade 86.
As figuras 8a e 8b ilustram a situação exatamente depois de aextremidade 92 ter sido cortada, por exemplo, em uma direção sendo per-pendicular à direção longitudinal da extremidade, em uma quarta etapa (D).O dispositivo de corte de extremidade 86 corta a extremidade 92 por meio dedeslocar rapidamente a lâmina 88 na direção da lâmina 90 e simultaneamen-te ter dado à extremidade 92 um impulso na direção do apertador 76. O im-pulso pode ser dado de uma maneira similar ao que foi descrito na WO02/088463. A extremidade cortada 92 é capturada entre a correia de enfia-mento 68 e a correia 78. De acordo com princípios por si conhecidos a cor-reia de enfiamento 68 é dobrada, exatamente depois de ter passado a polia72 e a correia 78, em volta da extremidade cortada 92, de maneira tal que aextremidade cortada 92 se torna encerrada na correia de enfiamento 68,como é melhor mostrado na figura 8b. A correia de enfiamento 68 envia en-tão para frente a extremidade 92 ao longo da barra 64, em volta do rolo 84 eadicionalmente para dentro do secador. Assim que a correia de enfiamento68 tiver transferido a extremidade 92 encerrada por uma distância suficiente,tipicamente 25 metros, para dentro do secador a barra 64 do dispositivotransportador de extremidade 62 é retornada para a sua posição de partida,isto é, a posição indicada na figura 6b, liberando assim a extremidade 92, aqual pode então se mover por ela própria através do secador. A largura daextremidade 92 é gradualmente aumentada pelo deslocamento da faca dejato de água 60 para baixo na perspectiva da figura 8b, também indicado pormeio de uma seta tracejada, até que a extremidade 92 receba a largura totaldo tecido 8. Quando o tecido 8 se desloca na sua largura total da estação deformação úmida 2 para o secador 4 o enfiamento do secador é completado.
O pino de separação 20, a polia de pegar extremidade 30 e o dispositivotransportador de extremidade 62 podem todos ser retornados para as suasposições de partida, isto é, as posições mostradas nas figuras 2a e 2c.
Será percebido que as etapas (A) a (D) ilustradas na figura 2a àfigura 8b são preferivelmente controladas de forma automática pelo compu-tador de processo 19, mostrado na figura 1. Quando o computador de pro-cesso 19 recebe entrada proveniente de um sensor, não mostrado, que otecido 8 se rompeu, em uma posição entre a estação de formação úmida 2 eo secador 4 ou dentro do secador 4 propriamente dito, ele controla automati-camente o dispositivo 18 para executar as etapas (A) a (D) e assim transferirautomaticamente uma extremidade da estação de formação úmida 2 para osecador 4, e para enfiar o secador 4. O computador de processo 19 controlaassim automaticamente cada etapa da transferência da extremidade 92 semqualquer interferência manual. Freqüentemente é exigido, entretanto, verifi-car manualmente se o secador está livre de quaisquer elementos de obstru-ção antes de iniciar o enfiamento. Uma vez que um operador tenha verifica-do que o secador está pronto ele pode ordenar, por exemplo, ao pressionaruma tecla de início, ao computador de processo 19 para executar automati-camente as etapas (A) a (D).
A figura 9 ilustra uma modalidade alternativa de um elemento deseparação na forma de um elemento de separação 220. Como pode ser vis-to a partir da figura 9 o elemento de separação 220 tem a forma de umameia-lua e tem uma menor dimensão SD, tal como visto de cima, a qual é de10-80 mm. O elemento de separação 220 é, portanto, fino o suficiente paraser inserido na folga 94 formada entre o tecido 8 e a tela de prensagem 6.Pelo deslocamento do elemento de separação 220 horizontalmente, tal co-mo indicado por uma seta tracejada, na direção do tecido 8 é possível sepa-rar e deslocar uma extremidade 92, oculta na figura 9, na direção de umasegunda unidade de tratamento para formar um espaço de largura suficien-te. Neste processo a extremidade deslizará sobre o contorno suave do ele-mento de separação 220. Assim um elemento de separação que é útil napresente invenção não necessita ser cilíndrico, desde que o elemento deseparação tenha um contorno suave sobre o qual a primeira face da extre-midade possa deslizar.
Será percebido que inúmeras variantes das modalidades descri-tas anteriormente são possíveis dentro do escopo das reivindicações ane-xas.
Por exemplo, o elemento de separação não necessita ser cilín-drico ou na forma de meia-lua. O elemento de separação também pode ter aforma de uma placa ou cunha inclinada que possa ser inserida na folga e serusada para deslocar a extremidade para longe da primeira unidade de tra-tamento.
A faca de jato de água 60 está mostrada na figura 2c, entre ou-tras figuras, como localizada exatamente a montante do primeiro rolo 12.Entretanto, a faca de jato de água pode, por exemplo, ser localizada em umaoutra posição na estação de formação úmida 2, por exemplo, na tela de for-mação não mostrada. A exata localização da faca de jato de água não é crí-tica, desde que uma extremidade seja formada a montante da localizaçãoonde a extremidade é para ser transferida para o secador.
Tal como mencionado anteriormente é preferível ter um compu-tador de processo 19 controlando automaticamente as etapas (A) a (D). En-tretanto, também é possível controlar manualmente cada uma das etapas (A)a (D), por exemplo, a partir de um painel de controle. Embora o último sejamais demorado e usualmente mais lento, ele pode em alguns casos ser pre-ferível no lugar de uma operação completamente automática.
Anteriormente foi descrito, com referência à figura 1, que o pri-meiro rolo 12 tem um diâmetro maior do que o do segundo rolo 16 a fim dedeslocar, a jusante do primeiro rolo 12, a tela de prensagem 6 na direção daestação de formação úmida 2, resultando na separação do tecido 8 da tela6. Será percebido que existem modos alternativos de obter esta separação.Por exemplo, é possível fornecer os primeiro e segundo rolos do mesmo di-âmetro, mas deve-se localizar a linha de centro do segundo rolo mais próxi-ma da estação de formação úmida quando comparada com a linha de centrodo primeiro rolo.
Tal como descrito anteriormente, a polia de pegar extremidade30 pode primeiro deslocar a extremidade verticalmente, tal como ilustrado nafigura 5, e então deslocar a extremidade horizontalmente, tal como indicadona figura 6a. Será percebido que em princípio também é possível primeirodeslocar a extremidade horizontalmente e então de forma vertical ou deslo-car a extremidade tanto verticalmente quanto de forma horizontal ao mesmotempo.
Embora tenha sido descrito anteriormente que o pino de separa-ção desloca a extremidade para longe da primeira unidade de tratamento, afim de formar um espaço entre a tela de prensagem e a extremidade, serápercebido que outras alternativas também são possíveis. É, por exemplo,possível ter no lugar um elemento de separação entrando em contato com atela de prensagem a jusante do primeiro rolo. O elemento de separação po-de então deslocar a tela de prensagem, e não a extremidade, na direção daprimeira unidade de tratamento a fim de formar um espaço entre a tela deprensagem e a extremidade.
Tem sido descrito como o dispositivo e o método da presenteinvenção são usados para transferir uma extremidade de uma primeira uni-dade de tratamento na forma de uma estação de formação úmida para umasegunda unidade de tratamento na forma de um secador. Será percebidoque também é possível usar a presente invenção para transferir uma extre-midade entre outros tipos de primeira e segunda unidades de tratamento.
Por exemplo, a invenção pode ser usada para transferir uma extremidadeentre um primeiro estágio e um segundo estágio dentro da estação de for-mação úmida, entre um primeiro e um segundo estágio do secador ou entreo secador e uma estação de empacotamento de tecido.
Foi descrito anteriormente que a inclinação α entre a tela deprensagem 6 e o plano vertical pode ser de 7°, ver a figura 1. A inclinação αé preferivelmente pelo menos de 4°. Uma inclinação α de menos que 4° tor-na difícil obter a folga 94 e assim pode se tornar difícil inserir o elemento deseparação. Por motivos práticos, exigência de espaço aumentado, etc., umainclinação de mais que 20° é raramente adequada.
De acordo com uma modalidade adicional também é possívelforçar um elemento de separação entre a extremidade e a tela de prensa-gem, também na falta de uma folga entre a tela de prensagem e a extremi-dade. Em um caso como este o elemento de separação pode ser fornecidovantajosamente com um ponto na sua extremidade a fim de tornar mais fácilpara o elemento de separação descobrir o caminho entre a extremidade e atela. Também é possível projetar o elemento de separação de uma tal manei-ra que, quando ele está próximo de ser forçado entre a tela de prensagem ea extremidade, primeiro entra em contato com a tela de prensagem e deslizajunto à tela de prensagem até que o elemento de separação esteja Iocaliza-do entre a tela de prensagem e a extremidade.
Na figura 5 e na figura 6a está mostrado como a extremidade édeslocada primeiro verticalmente, isto é, na direção y, e então horizontal-mente, isto é, na direção x, para a posição. Também é possível, de acordocom uma modalidade alternativa, deslocar a extremidade também na direçãoz. Com referência à figura 6b a extremidade seria então deslocada para ci-ma, por exemplo, pelo deslocamento do motor 32, juntamente com a poliade pegar extremidade 30, para cima ao longo da barra 36. A vantagem dedeslocar a extremidade também na direção z, isto é, para cima tal como vistona perspectiva da figura 6b, é que o dispositivo transportador de extremida-de 62 não necessita ser girado em torno da junta 66, tal como ilustrado nafigura 7, mas pode permanecer na posição. Assim a polia de pegar extremi-dade 30, de acordo com esta modalidade alternativa, deslocaria a extremi-dade 92 para a posição de corte, pelo deslocamento da extremidade 92 nasdireções x, y e z, não necessitando qualquer movimento do dispositivotransportador de extremidade 62.
De acordo com a figura 6a um dispositivo de guia na forma deum carretei 100 é usado para guiar a extremidade 92 durante o corte. Serápercebido que um dispositivo de guia de um outro projeto também pode serusado. Por exemplo, um dispositivo de guia pode ser formado de duas pla-cas de guia fixas paralelas que são mantidas, por meio de uma parte central,a uma distância uma da outra, a distância correspondendo à largura da ex-tremidade. As placas de guia e a parte central não necessitam ser giratórias,uma vez que o atrito entre a extremidade e as placas de guia, e a parte cen-tral, pode ser tornado completamente baixo, por exemplo, pela formação dasplacas de guia e da parte central a partir de placa de aço.
O dispositivo de guia pode ser arranjado no dispositivo transpor-tador de extremidade 62. Assim o dispositivo de guia, tal como o carretei100, é girado para a posição juntamente com o dispositivo transportador deextremidade 62, quando o dispositivo transportador de extremidade 62 forgirado para a posição, tal como mostrado na figura 7. A seqüência pode serfeita em duas etapas; primeiro o dispositivo transportador de extremidade égirado, juntamente com o dispositivo de guia, por exemplo, o carretei 100,para a correta posição de giro, e então o dispositivo de guia, por exemplo, ocarretei 100, é deslocado para entrar em contato com a extremidade.

Claims (11)

1. Método de transferir uma extremidade de um tecido fibroso àbase de celulose de uma primeira unidade de tratamento para uma segundaunidade de tratamento, caracterizado pelo fato de que compreende as se-guintes etapas:(A) transferir o tecido (8) da primeira unidade de tratamento (2),permitindo ao tecido (8) se deslocar substancialmente de forma vertical parabaixo a partir de um primeiro rolo (12), e fender o tecido (8) ao longo de suadireção longitudinal para formar uma extremidade (92) tendo uma primeiraface (96) voltada para a primeira unidade de tratamento (2) e uma segundaface (98) voltada para a segunda unidade de tratamento (4);(B) formar, por meio de um elemento de separação (20; 220), umespaço (95) entre a primeira face (96) da extremidade (92) e a primeira uni-dade de tratamento (2);(C) inserir uma polia de pegar extremidade (30) no dito espaço(95) entre a primeira face (96) da extremidade (92) e a primeira unidade detratamento (2), e deslocar, por meio da polia de pegar extremidade (30), aextremidade (92) para uma posição de corte; e(D) cortar a extremidade (92), e pegar a extremidade (92) pormeio de um dispositivo transportador de extremidade (62) para transferir aextremidade (92) para a segunda unidade de tratamento (4).
2. Método de acordo com a reivindicação 1, em que a etapa (B)compreende adicionalmente encaixar o elemento de separação (20; 220)com a primeira face (96) da extremidade (92) e deslocar a extremidade (92),por meio do elemento de separação (20; 220), na direção da segunda uni-dade de tratamento (4).
3. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 e-2, em que a etapa (A) compreende adicionalmente transferir o tecido (8) so-bre uma tela (6), a tela (6) sendo deslocada para longe da primeira face (96)da extremidade (92) a jusante do dito primeiro rolo (12) de maneira tal queuma folga (94) seja formada entre a tela (6) e a extremidade (92), e a etapa(B) compreende adicionalmente fornecer o elemento de separação (20; 220)na dita folga (94) e alargar a dita folga (94) para formar o dito espaço (95).
4. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, em que a etapa (C) compreende adicionalmente deslocar a polia de pegarextremidade (30) tanto verticalmente para cima quanto de forma horizontalna direção da segunda unidade de tratamento (4) durante o movimento daextremidade (92) para a posição de corte.
5. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, em que a etapa (B) compreende adicionalmente deslocar o elemento deseparação (20; 220) em uma direção horizontal enquanto formando o ditoespaço (95).
6. Método de acordo com a reivindicação 5, em que a etapa (B)compreende adicionalmente deslocar o elemento de separação (20; 220)horizontalmente por uma distância de 200-800 mm enquanto formando o ditoespaço (95).
7. Dispositivo para transferir uma extremidade de um tecido fi-broso à base de celulose (8) de uma primeira unidade de tratamento (2) parauma segunda unidade de tratamento (4), a extremidade (92) sendo formadaao se transferir o tecido (8) da primeira unidade de tratamento (2), permitindoao tecido (8) se deslocar substancialmente de forma vertical para baixo apartir de um primeiro rolo (12), e fendendo o tecido (8) ao longo da sua dire-ção longitudinal para formar uma extremidade (92) tendo uma primeira face(96) voltada para a primeira unidade de tratamento (2) e uma segunda face(98) voltada para a segunda unidade de tratamento (4), caracterizado pelofato de que o dispositivo compreende:um elemento de separação (20; 220), o qual é adaptado paraformar um espaço (95) entre a primeira face (96) da extremidade (92) e aprimeira unidade de tratamento (2);uma polia de pegar extremidade (30) que é adaptada para serinserida no dito espaço (95) entre a primeira face (96) da extremidade (92) ea primeira unidade de tratamento (2), a polia de pegar extremidade (30) sen-do adaptada adicionalmente para deslocar a extremidade (92) para uma po-sição de corte;um dispositivo de corte de extremidade (86) sendo adaptado pa-ra cortar a extremidade (92) na dita posição de corte; eum dispositivo transportador de extremidade (62) sendo adapta-do para pegar a extremidade (92) cortada na posição de corte e para trans-ferir a extremidade cortada (92) para a segunda unidade de tratamento (4).
8. Dispositivo de acordo com a reivindicação 7, em que o ele-mento de separação (20; 220) é adaptado para ser inserido em uma folga(94) formada entre a primeira face (96) da extremidade (92) e uma tela (6)pela qual o tecido (8) é transferido, a folga (94) sendo formada a jusante dodito primeiro rolo (12) pela tela (6) sendo deslocada para longe da primeiraface (96) da extremidade (92).
9. Dispositivo de acordo com qualquer uma das reivindicações 7e 8, em que a polia de pegar extremidade (30) tem um diâmetro (D) de 120--400 mm, um motor (32) sendo adaptado para girar a polia (30).
10. Dispositivo de acordo com qualquer uma das reivindicações-7 a 9, um dispositivo de guia (100) sendo adaptado para ficar localizado a-baixo da polia de pegar extremidade (30), quando a extremidade (92) estiverna posição de corte, a fim de estabilizar a extremidade (92) quando o dispo-sitivo de corte de extremidade (86) cortar a extremidade (92).
11. Dispositivo de acordo com qualquer uma das reivindicações-7 a 10, em que o elemento de separação (20; 220) tem uma menor dimen-são, tal como uma largura (SD) ou um diâmetro, a qual é de 10-80 mm.
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