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BRPI0708928B1 - Formulação de microemulsão aquosa pesticida, uso da formulação, e, métodos para combater pragas nocivas, e para proteger colheitas e sementes do ataque de ou da infestação por pragas nocivas - Google Patents

Formulação de microemulsão aquosa pesticida, uso da formulação, e, métodos para combater pragas nocivas, e para proteger colheitas e sementes do ataque de ou da infestação por pragas nocivas Download PDF

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BRPI0708928B1
BRPI0708928B1 BRPI0708928-7A BRPI0708928A BRPI0708928B1 BR PI0708928 B1 BRPI0708928 B1 BR PI0708928B1 BR PI0708928 A BRPI0708928 A BR PI0708928A BR PI0708928 B1 BRPI0708928 B1 BR PI0708928B1
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BR
Brazil
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alkyl
alkylene
ether
mono
Prior art date
Application number
BRPI0708928-7A
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English (en)
Inventor
Fujii Shingo
Suzuki Munehiro
Yamada Osamu
Original Assignee
Agro-Kanesho Co., Ltd.
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Publication date
Application filed by Agro-Kanesho Co., Ltd. filed Critical Agro-Kanesho Co., Ltd.
Publication of BRPI0708928A2 publication Critical patent/BRPI0708928A2/pt
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Abstract

formulação de microemulsão aquosa pesticida, uso da formulação, e, métodos para combater pragas nocivas, e para proteger colheitas e sementes do ataque de ou da infestação por pragas nocivas a presente invenção refere-se às novas microemulsões aquosas contendo compostos pesticidas orgânicos de solubilidade em água limitada e ao seu uso para proteção de planta, incluindo proteção de semente e colheita, e proteção de material não-vivo. as microemulsões aquosas compreendem a) pelo menos um composto piretróide p; b) pelo menos um solvente orgânico, selecionados de compostos de fórmula i r^ 1^-(o-alk)~ m~-o-c(o)r^ 2^ (i) na qual m é 1, 2 ou 3, ré h, c~ 1~-c~ 6~-alquila ou c(o)r^ 3^, r^ 2^ é hidrogênio ou c~ 1~-c~ 4~-alquila, que pode estar não substituida ou substituida com oh, alk é c~ 2~-c~ 6~-alquileno, e r^ 3^ é hidrogênio ou c~ 1~-c~ 4~-alquila, que pode estar não substituida ou substituida com oh; c) pelo menos um tensoativo; e d) água.

Description

(54) Título: FORMULAÇÃO DE MICROEMULSÃO AQUOSA PESTICIDA, USO DA FORMULAÇÃO, E, MÉTODOS PARA COMBATER PRAGAS NOCIVAS, E PARA PROTEGER COLHEITAS E SEMENTES DO ATAQUE DE OU DA INFESTAÇÃO POR PRAGAS NOCIVAS (51) Int.CI.: A01N 25/04; A01N 25/02; A01N 53/08; A01N 37/38; A01P 7/00 (30) Prioridade Unionista: 29/03/2006 EP 06006601.6 (73) Titular(es): AGRO-KANESHO CO., LTD.
(72) Inventor(es): SHINGO FUJII; MUNEHIRO SUZUKI; OSAMU YAMADA / 36 “FORMULAÇÃO DE MICROEMULSÃO AQUOSA PESTICIDA, USO DA FORMULAÇÃO, E, MÉTODOS PARA COMBATER PRAGAS NOCIVAS, E PARA PROTEGER COLHEITAS E SEMENTES DO ATAQUE DE OU DA INFESTAÇÃO POR PRAGAS NOCIVAS” [1] A presente invenção refere-se às novas microemulsões aquosas contendo um ou mais compostos piretróides e ao seu uso para proteção de planta, incluindo proteção de semente e colheita, e proteção de material não-vivo. FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO [2] Compostos pesticidas são muitas vezes aplicados na forma de composição aquosa diluída com o propósito de alcançar uma interação boa com os organismos alvo, tais como plantas, fungos e insetos. Contudo, os ingredientes ativos que são usados como pesticidas, em particular compostos piretróides, são em sua maioria apenas ligeiramente solúveis ou até mesmo insolúveis em água, i.e. normalmente possuem uma solubilidade em água de não maior do que 5 g/l, muitas vezes de não maior do que 1 g/l e particularmente de não maior do que 0,1 g/l a 25°C/101,3 kPa. Portanto, formuladores são muitas vezes confrontados com dificuldades em formulação de compostos pesticidas em formulações estáveis que podem ser facilmente diluídas água.
[3] Pesticidas possuindo uma solubilidade limitada em água são muitas vezes formulados como concentrado de suspensão (SC) que pode ser diluído água para uso no campo. Concentrados de suspensão são formulações, nas quais o ingrediente ativo está presente na forma de partículas sólidas finamente divididas, que estão suspensas em meio de dispersão aquoso utilizando compostos tensoativos (surfactantes), tais como agentes umectantes, dispersantes e auxiliares reológicos ou de suspensão para estabilização das partículas de ingrediente ativo no meio dispersante. Contudo, problemas são muitas vezes encontrados com SC's como um resultado de sedimentação durante armazenagem prolongada ou
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 10/49 / 36 armazenagem em temperaturas elevadas, a resistência das partículas sedimentadas à ressuspensão e a formação de material cristalino durante a armazenagem. Como uma conseqüência, as formulações são difíceis de manusear e a bioeficácia pode ser inconsistente. Além disso, SC's são limitados em agentes ativos que possuem um ponto de fusão relativamente alto. SC's são muitas vezes não adequados para formulação de compostos piretróides.
[4] Uma alternativa para a formulação de ingredientes ativos que são ligeiramente solúveis em água são os denominados concentrados emulsificáveis (EC). Em um EC o ingrediente ativo é dissolvido em um solvente imiscível com (solubilidade normalmente < 0,1 g/l), tal como um solvente hidrocarboneto, em particular um hidrocarboneto aromático, junto com tensoativos. EC's são normalmente soluções estáveis que podem ser diluídas água para formarem uma emulsão de óleo-em-água (o/w) leitosa, contendo o ingrediente ativo nas gotículas da fase dispersa. Formulações EC possuem uma desvantagem considerável pelo fato de que normalmente contêm quantidades consideráveis de solventes orgânicos hidrocarboneto que não são inteiramente satisfatórios com relação às suas propriedades ecológicas e toxicológicas. Por causa das gotículas da emulsão o/w que se formam sob diluição com água, a bioeficácia do ingrediente ativo algumas vezes é insatisfatória. Além disso, separação de ingrediente ativo pode ocorrer sob diluição água, que também pode acarretar dosagem imprecisa e bioeficácia desigual.
[5] Algumas das deficiências de formulações EC podem ser suplantadas pela técnica de formulação de microemulsão (ME). Microemulsões como emulsões convencionais, também se referem às macroemulsões, são sistemas de multifases compreendendo uma fase dispersa e uma fase contínua. Em contraste com as macroemulsões, o tamanho de partícula (gotícula) médio (diâmetro médio-Z como determinado por
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 11/49 / 36 espalhamento de luz) da fase dispersa em microemulsões é pelo menos 5 vezes menor do que em macroemulsões e geralmente não ultrapassa 200 nm, enquanto que o diâmetro médio das gotículas em macroemulsões está dentro da faixa de pm. Devido ao tamanho de partícula (tamanho de gotícula) pequeno da fase dispersa, as microemulsões possuem uma aparência translúcida.
[6] Formulações ME de compostos pesticidas são normalmente baseadas em água e adicionalmente contêm pelo menos um tensoativo e pelo menos um co-solvente ou co-tensoativo, que é normalmente um solvente orgânico ou um polialquileno-éter de peso molecular baixo. Pelo uso de formulações ME riscos tais como inflamabilidade e toxicidade, preocupações ambientais e custos podem ser reduzidos em comparação com as EC, porque água é o constituinte principal. Devido ao tamanho de partícula pequeno da fase dispersa contendo o ingrediente ativo, um aumento em biodisponibilidade pode muitas vezes ser alcançado. Contudo, é difícil manter a estabilidade de formulação ME dos ingredientes ativos possuindo uma solubilidade baixa em água com respeito ao tamanho de gotícula e à uniformidade e pode ocorrer cristalização do ingrediente. Além disso, também é difícil manter a estabilidade de tamanho de gotícula quando a formulação ME é diluída com água. Isto se origina da solubilidade baixa do ingrediente ativo em água. Contudo, um tamanho de gotícula estável após diluição, i.e. manutenção de um tamanho de gotícula pequeno, é importante para alcançar as atividades biológicas preferíveis. Portanto, muitos esforços foram feitos com o propósito de desenvolver a formulação de microemulsão baseada em água estável.
[7] WO 88/07326 e WO 90/03112 descrevem microemulsões contendo um composto inseticida. As formulações contêm uma quantidade considerável de solvente hidrocarboneto, tensoativo e, como um cotensoativo, copolímeros em bloco (de óxido de etileno/óxido de propileno) de
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 12/49 / 36 peso molecular baixo de HLB baixo.
[8] JP 3299812 descreve formulação ME herbicida que contêm solventes aromáticos e opcionalmente cetonas tal como ciclo-hexanona e éster de ácidos graxos tal como oleato de metila como co-solvente.
[9] WO 98/00010 descreve uma microemulsão de compostos inseticidas contendo um solvente hidrocarboneto e um co-solvente selecionado C3-C12-alcanóis e éter-alcanóis tais como dietileno-glicol-monohexil-éter, dietileno-glicol-mono-butil-éter e propileno-glicol-monobutil-éter.
[10] U.S. 5317042 descreve uma ME aquosa de um inseticida piretróide, que contém uma C1-C4-alquil-pirrolidona como um co-solvente.
[11] Pelo uso de solventes hidrocarboneto lipofílicos tais como tolueno, xileno ou misturas de hidrocarbonetos tais Solvesso, Exxsol, Shellsol, etc., poderia ser obtida formulação estável, que mostra tendência reduzida de cristalização do ingrediente ativo. Contudo, estes solventes acarretam sensibilização aumentada da pele. Substituição destes solventes por solventes polares menos tóxicos tais como N-alquil-pirrolidonas, C1-C3alcanóis, cetonas, etileno-glicol, propileno-glicol, di-C2-C3-alquileno-glicóis etc. acarreta estabilidade reduzida da diluição originária da solubilidade reduzida do ingrediente ativo no solvente sob as condições de diluição. Os problemas acima mencionados são particularmente pronunciados no caso de compostos piretróides.
[12] Portanto, há uma necessidade constante de formulações ME de compostos piretróides que são uniformes e estáveis. Em particular, as formulações devem ser estáveis sob diluição com água, i.e. devem proporcionar distribuição de tamanho estável de gotículas pequenas após diluição com água. Além disso, devem proporcionar tendência reduzida de cristalização do ingrediente ativo, em particular após diluição da formulação com água. Além disso a formulação ME deve manter seu estado líquido em temperaturas baixas, i.e. em temperaturas abaixo de 0°C. É elevadamente
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 13/49 / 36 desejável alcançar estes objetivos sem o uso de solvente hidrocarboneto, com o propósito de aumentar a compatibilidade ecológica e de reduzir o risco de irritação da pele. Em particular são requeridas formulações ME que proporcionam formulações estáveis de ésteres piretróides, em particular ésteres piretróides possuindo um grupo bifenil-éter e especialmente flucitrinato ou alfa-cipermetrina ou misturas dos mesmos.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO [13] Este objetivo pôde ser surpreendentemente alcançado pela provisão de uma formulação de microemulsão que contém um solvente orgânico de fórmula I como aqui definida e uma mistura tensoativa compreendendo pelo menos um tensoativo aniônico e pelo menos um tensoativo não-iônico.
[14] Portanto, a presente invenção refere-se a uma formulação de compostos piretróides P na forma de uma microemulsão aquosa, a formulação compreendendo
a) pelo menos um composto piretróide P;
b) pelo menos um solvente orgânico, selecionado de compostos de fórmula I
R1-(O-Alk)m-O-C(O)R2 (I) na qual m é 1, 2 ou 3,
R1 é H, C1-C6-alquila ou C(O)R3,
R2 é hidrogênio ou C1-C4-alquila, que pode estar não substituída ou substituída com OH,
Alk é C2-C6-alquileno de cadeia linear ou ramificada, e
R3 é hidrogênio ou C1-C4-alquila, que pode estar não substituída ou substituída com OH;
c) uma mistura tensoativa compreendendo; c.1 pelo menos um tensoativo aniônico e c.2 pelo menos um tensoativo não-iônico; e
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 14/49 / 36
d) água.
[15] As microemulsões da invenção são formulações líquidas estáveis que são transparentes e estáveis contra a formação de sólidos durante armazenagem. Além disso permanecem líquidas em temperaturas abaixo de 0°C, sem perda de suas propriedades benéficas. Seu ponto de congelamento está normalmente abaixo de -5°C.
[16] As formulações ME da invenção podem ser facilmente diluídas com água sem a formação de material grosso e as diluições aquosas possuem estabilidade física aumentada, i.e. a formação de sólidos após diluição não é observada até mesmo após armazenagem por um período de tempo prolongado, e.g. após 24 h na temperatura ambiente nenhuma cristalização é observada. Sob diluição com água, as composições da presente invenção formam uma emulsão azulada ou até mesmo transparente, indicando que as gotículas/partículas dispersas nela são de um tamanho muito pequeno. O diâmetro de partícula médio da gotículas/partículas normalmente não ultrapassará 200 nm, em particular 100 nm, mais particularmente 50 nm e pode ser 10 nm ou até mesmo menor do que 10 nm. O tamanho/a partícula pequeno(a) é mantido(a) até mesmo após armazenagem por um período de tempo prolongado, e.g. após armazenagem por 24 h na temperatura ambiente o aumento em tamanho de partícula é geralmente menor do que 10%. O tamanho de partícula médio como aqui referido, é diâmetro de partícula médio Z que pode ser determinado por espalhamento de luz dinâmica. Uma pessoa experiente está familiarizada com estes métodos que são e.g. descritos em H. Wiese (D. Distler, Ed.), Aqueous Polymer Dispersions (Wãssrige Polymerdispersionen), Wiley-VCH 1999, capítulo 4.2.1, p. 40ff, e a literatura citada no mesmo; H. Auweter, D. Horn, J. Colloid Interf. Sci. 105 (1985), p. 399; D. Lilge, D. Horn, Colloid Polym. Sci. 269 (1991), p. 704; e H. Wiese, D. Horn, J. Chem. Phys. 94 (1991), p. 6429. Devido ao tamanho de partícula pequeno após diluição com água a biodisponibilidade e portanto a atividade
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 15/49 / 36 biológica do ingrediente ativo é muitas vezes aumentada, em comparação com as formulações convencionais. Além disso nenhuns solventes hidrocarboneto são requeridos para se obterem as propriedades benéficas das microemulsões da invenção. Assim, a compatibilidade ecológica das formulações é superior e o risco de irritação de pele pode ser reduzido.
[17] As microemulsões da presente invenção normalmente serão uma emulsão de óleo-em-água, i.e. água forma fase contínua, enquanto que solvente e composto piretróide P estão presentes na fase dispersa. Podem ser obtidas por exemplo por simples misturação dos ingredientes, por misturação de uma solução pré-formada do composto piretróide P no solvente de fórmula II quer pela adição de água na solução quer pela adição de solução na água.
[18] Em particular formulações ME de acordo com a presente invenção proporcionam formulações estáveis de compostos piretróides em particular ésteres piretróides, mais preferivelmente ésteres piretróides possuindo um grupo bifenil-éter e especialmente flucitrinato ou alfacipermetrina ou misturas dos mesmos.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO [19] Como aqui usado o termo alquila refere-se aos radicais hidrocarboneto de cadeia linear ou ramificada possuindo os números de átomos de carbono dados no prefixo. Assim, C1-C6-alquila refere-se aos radicais hidrocarboneto de cadeia linear ou saturada saturados 1 a 4, 5 ou 6 átomos de carbono, especialmente 1 a 4 átomos de carbono (C1-C4-alquila) tais como metila, etila, propila, 1-metil-etila, butila, 1-metil-propila, 2-metilpropila, 1,1-dimetil-etila, pentila, 1-metil-butila, 2-metil-butila, 3-metil-butila, 2,2-dimetil-propila, 1-etil-propila, hexila, 1,1-dimetil-propila, 1,2-dimetilpropila, 1-metil-pentila, 2-metil-pentila, 3-metil-pentila, 4-metil-pentila, 1,1dimetil-butila, 1,2-dimetil-butila, 1,3-dimetil-butila, 2,2-dimetil-butila, 2,3dimetil-butila, 3,3-dimetil-butila, 1-etil-butila, 2-etil-butila, 1,1,2-trimetilpropila, 1,2,2-trimetil-propila, 1-etil-1-metil-propila e 1-etil-2-metil-propila.
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 16/49 / 36 [20] Como aqui usado o termo C2-C6-alquileno refere-se às cadeias hidrocarboneto lineares ou ramificadas divalentes, saturadas, de 2, 3, 4, 5 ou 6 grupos de carbono, exemplos incluindo etano-1,2-diila, propano-1,3-diila, propano-1,2-diila, 2-metil-propano-1,2-diila, 2,2-dimetil-propano-1,3-diila, butano-1,4-diila, butano-1,3-diila (= 1-metil-propano-1,3-diila), butano-1,2diila, butano-2,3-diila, 2-metil-butan-1,3-diila, 3-metil-butan-1,3-diila (= 1, 1dimetil-propano-1,3-diila), pentano-1,4-diila, pentano-1,5-diila, pentano-2,5diila, 2-metil-pentano-2,5-diila (= 1, 1-dimetil-butano-1,3-diila) e hexano-1,6diila.
[21] Como aqui usado, o termo arila refere-se à fenila ou naftila.
[22] As microemulsões da invenção contêm pelo menos um solvente de fórmula I como descrito acima. Dentre os solventes de fórmula I são preferidos aqueles, nos quais as variáveis, independentemente umas das outras, preferivelmente em combinação, possuem os significados dados abaixo:
m é 1 ou 2, em particular 1,
R1 é C1-C6-alquila ou C(O)R3, em particular metila ou etila,
R2 é C1-C4-alquila, em particular metila,
Alk é C3-C6-alquileno, em particular propan-1,3-diila, butan1,3-diila, butan-1,4-diila, e 3-metil-butan-1,3-diila, ou Alk também pode ser etan-1,2-diila se R1 é C3-C6-alquila ou C(O)R3, e
R3 é C1-C4-alquila, em particular metila.
[23] Exemplos de solventes preferidos incluem acetato de 3metóxi-3-metil-butila, acetato de propileno-glicol-mono-metil-éter, acetato de propileno-glicol-mono-etil-éter, acetato de dipropileno-glicol-metil-éter, diacetato de propileno-glicol, acetato de etileno-glicol-mono-butil-éter, acetato de dietileno-glicol-mono-butil-éter, e misturas dos mesmos. Preferência particular é dada a acetato de 3-metóxi-3-metil-butila, acetato de propileno-glicol-mono-metil-éter e acetato de propileno-glicol-mono-etil-éter.
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 17/49 / 36 [24] A quantidade de solvente na formulação de microemulsão de acordo com a invenção geralmente depende da quantidade de composto piretróide P. Em geral, a razão em peso de solvente orgânico de fórmula I para o composto piretróide P é de 0.5:1 a 100:1, preferivelmente de 1:1 a 50:1, em particular de 1,5:1 a 30:1. A quantidade total de solvente geralmente estará dentro da faixa de 0,1 a 30 % em peso, em particular de 1 a 25% em peso e mais preferivelmente de 5 a 20 % em peso, baseado no peso total da formulação.
[25] A formulação de microemulsão da presente invenção também contém uma mistura tensoativa compreendendo pelo menos um tensoativo aniônico e pelo menos um tensoativo não-iônico. O termo tensoativo denota compostos tensoativos, que, abaixo, também são chamados como detergente ou emulsificador. A mistura tensoativa serve para reduzir a tensão superficial entre a fase contínua e a fase dispersa, estabilizando deste modo as gotículas da fase dispersa. O tensoativo também ajuda na solubilização do composto piretróide P. Tensoativos adequados para formulações de microemulsão são bem conhecidos na técnica, e.g. de McCutcheon's Detergents and Emulsifiers, Int. Ed., Ridgewood, Nova Iorque. Os tensoativos podem ser tensoativos poliméricos ou tensoativos não-poliméricos, Preferivelmente, a quantidade maior, preferivelmente pelo menos 90%, em particular a quantidade total de tensoativo presente na microemulsão é selecionada de tensoativos nãopoliméricos, também chamados de emulsificadores. Tensoativos (emulsificadores) não-poliméricos, em contraste com tensoativos poliméricos, geralmente possuirão um peso molecular abaixo de 2.000 Dalton (média numérica), em particular de 150 a 2.000 Dalton, preferivelmente de 200 a 1.500 Dalton.
[26] Tensoativos aniônicos incluem em particular os sais de sódio, de potássio, de cálcio ou de amônio de
- C6-C22-alquil-sulfonatos tais como lauril-sulfonato,
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 18/49 / 36 isotridecil-sulfonato;
- C6-C22-alquil-sulfatos tais como lauril-sulfato, isotridecilsulfato, cetil-sulfato e estearil-sulfato;
- aril- e sulfonatos, em particular C1-C16-alquil-benzenosulfonatos, tais como cumil-sulfonato, octil-benzeno-sulfonato, nonilbenzeno-sulfonato, e dodecil-benzeno-sulfonato, naftil-sulfonato, mono- e diC1-C16-alquil-naftil-sulfonatos tal como dibutil-naftil-sulfonato;
- mono- e di-C1-C16-alquil-difenil-éter (di)sulfonatos tal como dodecil-difenil-éter dissulfonato;
- sulfatos e sulfonatos de ácidos graxos e ésteres de ácido graxo;
- polióxi-C2-C3-alquileno-C8-C22-alquil-éter-sulfatos, em particular sulfatos de C8-C22 alcanóis etoxilados tais como sulfatos laurilálcool etoxilado;
- polióxi-C2-C3-alquileno-C1-C16-alquil-benzeno-étersulfatos, em particular sulfatos de C1-C16-alquil-fenóis etoxilados;
- di-C4-C18 alquil-ésteres de ácido sulfo-succínico ( = sulfosuccinatos de C4-C18-dialquila) tal como sulfo-succinato de dioctila;
- condensados de ácido naftaleno-sulfônico, ácido C1-C16alquil-naftaleno-sulfônico ou ácido fenol-sulfônico com formaldeído (= condensados de (C1-C16-alquil) naftaleno-sulfonato-formaldeído e condensados de fenol-sulfonato-formaldeído);
- polióxi-C2-C3-alquileno mono- di- ou triestiril-fenil-alquiléter-sulfatos, em particular polietoxilatos de mono-, di- ou triestiril-fenol;
- mono- e di-C8-C22-alquil-sulfatos;
- polióxi-C2-C3-alquileno-C8-C22-alquil-éter-fosfatos;
- polióxi-C2-C3-alquileno-C1-C16-alquil-benzeno-éterfosfatos;
- polióxi-C2-C3-alquileno mono- di- ou triestiril-fenil-éterPetição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 19/49 / 36 fosfatos;
- polióxietileno-policarboxilatos, em particular homo- e copolímeros de ácidos mono- ou dicarboxílicos monoetilenicamente insaturados possuindo de 3 a 8 átomos de carbono, os copolímeros também possuindo cadeias laterais de poli(óxido de etileno);
- sais de ácidos graxos tais como estearatos; e
- polifosfatos tais como hexametafosfatos e trifosfatos (= tripolifosfato).
[27] Tensoativos não-iônicos incluem em particular
- polióxi-C2-C3-alquileno-C8-C22-alquil-éteres, em particular polietoxilatos e polietoxilatos-co-propoxilatos de C8-C22-alcanóis lineares ou ramificados, mais preferivelmente álcoois graxos polietoxilados e oxo-alcoóis polietoxilados, tais como lauril-álcool polietoxilado, isotridecanol polietoxilado, cetil-álcool polietoxilado, estearil-álcool polietoxilado, e seus ésteres, tais como acetatos;
- polióxi-C2-C3-alquileno aril-éteres e polióxi-C2-C3alquileno-C1-C16-alquil-aril-éteres, tais como polióxi-C2-C3-alquileno-C8-C22alquil-benzeno éteres, em particular polietoxilatos de C1-C16-alquil-fenóis, tais como polietoxilatos de nonil-fenol, decil-fenol, isodecil-fenol, dodecil-fenol ou isotridecil-fenol,
- polióxi-C2-C3-alquileno mono-, di- ou triestiril-feniléteres, em particular polietoxilatos de mono-, di- e triestiril-fenóis; e os seus condensados com formaldeído e os seus ésteres, e.g. os acetatos;
- C6-C22-alquil-glicosídeos e C6-C22-alquil-poliglicosídeos;
- polietoxilatos de C6-C22-alquil-glicosídeos e polietoxilatos de C6-C22-alquil-poligliosídeos;
- polietoxilatos de aminas graxas;
- polietoxilatos de ácidos graxos e polietoxilatos de ácidos hidroxil-graxos;
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 20/49 / 36
- ésteres parciais de polióis com ácidos C6-C22-alcanóicos, em particular mono- e diésteres de glicerina e mono-, di- e triésteres de sorbitano, tais como monoestearato de glicerina, monooleato de sorbitano, triestearato de sorbitano;
- polietoxilatos de ésteres parciais de polióis com ácidos de C6-C22-alcanóicos, em particular polietoxilatos de mono- e diésteres de glicerina e polietoxilatos de mono-, di- e triésteres de sorbitano, tais como polietoxilatos de monoestearato de glicerina, polietoxilatos de monooleato de sorbitano, polietoxilatos de monoestearato de sorbitano e polietoxilatos de tristearato de sorbitano;
- polietoxilatos de óleos vegetais ou gorduras animais tais como etoxilato de óleo de milho, etoxilato de óleo de rícino, etoxilato de óleo de sebo;
- acetileno-gliocóis tal como 2,4,7,9-tetrametil-4,7bis(hidróxi)-5 -decino;
- copolímeros em bloco de polióxietileno-polióxipropileno; e
- polietoxilatos de aminas graxas, de amidas graxas ou de dietanol-amidas de ácido graxo.
[28] O termo polióxi-C2-C3-alquileno-éter refere-se aos radicais poliéter derivados de óxido de etileno ou de propileno. O termo polietoxilato refere-se a um radical poliéter derivado de óxido de etileno. Igualmente, o termo polióxietileno-co-polióxipropileno refere-se a um radical poliéter derivado de uma mistura de óxido de etileno e de propileno. O número de unidades repetidas nos radicais poliéter geralmente variará de 2 a 100, freqüentemente de 4 a 100 e em particular de 5 a 50.
[29] Preferivelmente, o tensoativo, se presente, compreende pelo menos 50% em peso, baseado na quantidade total de tensoativo presente, da mistura tensoativa, compreendendo pelo menos um tensoativo não-iônico e
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 21/49 / 36 pelo menos um tensoativo aniônico. Em particular, a mistura tensoativa totaliza pelo menos 80% em peso, em particular pelo menos 90% em peso, baseado na quantidade total de tensoativo presente na formulação. Mais preferivelmente o tensoativo é exclusivamente selecionado da mistura de o pelo menos um tensoativo aniônico e o pelo menos um tensoativo não-iônico.
[30] Tensoativos aniônicos preferidos são selecionados dos acima mencionados:
- C1-C 16-alquil-benzeno-sulfonato s;
- C1-C16-alquil-naftaleno-sulfonatos;
- condensados de naftaleno-sulfonato-formaldeído e condensados de C1-C16-alquil-naftaleno-sulfonato-formaldeído;
- polióxi-C2-C3-alquileno-C8-C22-alquil-éter-sulfatos;
- polióxi-C2-C3-alquileno-C8-C22-alquil-éter-fosfatos;
- polióxi-C2-C3-alquileno-C1-C16-alquil-benzeno-étersulfatos;
- polióxi-C2-C3-alquileno-C1-C16-alquil-benzeno-éterfosfatos,
- C8-C22-alquil-sulfatos,
- sulfo-succinatos de C4-C18-dialquila,
- polióxi-C2-C3-alquileno mono- di- ou triestiril-fenil-alquiléter-sulfatos,
- polióxi-C2-C3-alquileno mono- di- ou triestiril-fenil-éterfosfatos,
- polióxietileno-policarboxilatos e
- polifosfatos, e misturas dos mesmos.
[31] Tensoativos aniônicos particularmente preferidos incluem os sais, em particular os sais de sódio, de potássio e de cálcio de C8-C22-alquilsulfatos, C1-C16-alquil-naftaleno-sulfonatos, C1-C16-alquil-benzenosulfonatos, em particular C1-C16-alquil-benzeno-sulfonatos.
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 22/49 / 36 [32] Tentoativos não-iônicos preferidos são selecionados dos mencionados acima:
- polióxi-C2-C3-alquileno-C8-C22-alquil-éteres,
- polióxi-C2-C3-alquileno-C8-C22-alquil-benzeno éteres,
- polióxi-C2-C3-alquileno mono-, di- ou triestiril-feniléteres,
- condensados de polióxi-C2-C3-alquileno mono- ou diestiril-fenil-éter-formaldeído,
- acetileno-glicóis e as misturas dos mesmos.
[33] Tensoativos não-iônicos particularmente preferidos incluem polióxi-C2-C3-alquileno mono-, di- ou triestiril-fenil-éteres e condensados de polióxi-C2-C3-alquileno mono- ou diestiril-fenil-éter-formaldeído, e misturas dos mesmos.
[34] Em uma modalidade preferida da invenção, o tensoativo presente na microemulsão é selecionado de uma mistura compreendendo (i) pelo menos um tensoativo aniônico, em particular pelo menos um, e.g. um ou dois, dos tensoativos aniônicos preferidos, e (ii) pelo menos um tensoativo não-iônico, em particular pelo menos um, e.g. um, dois ou três, dos tensoativos não-iônicos preferidos.
[35] Em uma modalidade muito preferida da invenção, o tensoativo presente na microemulsão é selecionado de uma mistura compreendendo (i) pelo menos um tensoativo aniônico selecionado de C1-C16alquil-benzeno-sulfonatos, e (ii) pelo menos um tensoativo não-iônico selecionado de polióxi-C2-C3-alquileno mono-, di- ou triestiril-fenil-éteres e condensados de polióxi-C2-C3-alquileno mono- ou diestiril-fenil-éter-formaldeído.
[36] A razão em peso de tensoativo aniônico e não-iônico na mistura tensoativa é preferivelmente de 0,1:1 a 10:1 em particular de 2:1 a 1:5.
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 23/49 / 36 [37] A quantidade de tensoativo na formulação de microemulsão de acordo com a invenção geralmente depende da quantidade de composto piretróide P e solvente. A razão em peso de tensoativo para a quantidade total de solvente I mais composto piretróide P normalmente estará dentro da faixa de 0,1:1 a 10:1, preferivelmente de 5:1 a 1:5 em particular de 2:1 a 1:2. Normalmente, o tensoativo estará presente em uma quantidade variando de 1 a 30% em peso, baseado no peso total da solução antes da cristalização, em particular de 5 a 20% em peso, baseado no peso total da microemulsão.
[38] A quantidade total de solvente e tensoativo na formulação de microemulsão de acordo com a invenção geralmente depende da quantidade de composto piretróide P. Em geral, a razão em peso de solvente orgânico de fórmula I mais tensoativo para o composto piretróide P é de 200:1 a 1:1, preferivelmente de 100:1 a 1,5:1, em particular de 50:1 a 2:1. A quantidade total de solvente + tensoativo geralmente estará dentro da faixa de 1,1 a 60% em peso, em particular de 6 a 50% em peso e mais preferivelmente de 10 to 40% em peso, baseado no peso total da formulação.
[39] As microemulsões da invenção também compreendem pelo menos um composto piretróide P. Em geral, o composto piretróide é ligeiramente solúvel em água ou é insolúvel em água. Geralmente, a solubilidade está abaixo de 5 g/l, principalmente abaixo de 1 g/l, freqüentemente abaixo de 0,5 g/l e em particular abaixo de 0,1 g/l a 25°C e 101,3 kPa. Normalmente, o composto piretróide P é solúvel no solvente orgânico I, i.e. o composto P possui uma solubilidade no solvente de fórmula I de pelo menos 10 g/l, mais preferivelmente pelo menos 50 g/l e particularmente preferivelmente pelo menos 100 g/l a 25°C.
[40] A quantidade de composto piretróide P está normalmente dentro da faixa de 0,001 a 20% em peso, freqüentemente dentro da faixa de 0,01 a 10% em peso, em particular de 0,1 a 8% em peso e mais preferivelmente de 0,5 a 5% em peso, baseado no peso total da microemulsão.
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 24/49 / 36 [41] O termo composto piretróide P inclui piretróides naturais e sintéticos, incluindo éter piretróide e ésteres piretróides, e análogos piretróides sintéticos tais como 1,4-diaril-1-(ciclo-propil ou isopropil)-2fluoro-2-butenos. Exemplos de compostos piretróides incluem ésteres piretróides tais com acrinatrina, aletrina, bartrina, bifentrina, bioaletrina, bioetanometrina, biopermetrina, bioresmetrina, cismetrina, cicletrina, cicloprotrina, ciflutrina, beta-ciflutrina, cialotrina, gamma-cihalotrina, lambdacialotrina, cipermetrina, alfa-cipermetrina, beta-cipermetrina, tetacipermetrina, zeta-cipermetrina, cifenotrina, deltametrina, dimeflutrina, dimetrina, empentrina, esfenvalerate, fenflutrina, fempiritrina, fempropatrina, fenvalerate, flucitrinato, fluvalinate, fluretrina, imiprotrina, metoflutrina, permetrina, phenotrina, praletrina, proflutrina, piresmetrina, piretrina I e II, resmetrina, tau-fluvalinate, teflutrina, teraletrina, tetrametrina, tralometrina e transflutrina, piretróide éteres tais como etofemprox, flufemprox, halfemprox, protrifembute e silafluofeno, e compostos estruturalmente comparáveis tais como 1-[1-(p-cloro-fenil)-2-fluoro-4-(4-fluoro-3-fenóxi-fenil)-2-butenil]ciclo-propano (R,S)-(Z), e misturas dos mesmos.
[42] Compostos piretróides preferidos compreendem um grupo bifenil-éter, no qual o anel fenila pode trazer um ou mais, e.g. 1, 2 ou 3 radicais substituintes selecionados de flúor ou metila. Compostos piretróides preferidos de acordo com a presente invenção são ésteres piretróides. Estes compostos podem ser descritos pela fórmula geral P'
Figure BRPI0708928B1_D0001
(P') na qual
A é 2-metil-propan-1,1-diila, ciclo-propan-1,1-diila, ciclopropan-1,2-diila que pode trazer 1, 2 ou 3 substituintes selecionados de metila e cloro;
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 25/49 / 36
B é metila, 1,2,2,2-tetrabromoetila, fenila, que pode trazer 1 ou 2 radicais Rb, fenil-amino, que pode trazer 1 ou 2 radicais Rb, na qual Rb é selecionado de cloro flúor, trifluorometila, difluorometoxila, metoxila e etoxila, ou B é um radical CRx=CRyRz, no qual Rx é hidrogênio ou halogênio, em particular cloro ou bromo, Ry, Rz são independentemente um do outro selecionados de flúor, cloro, bromo, metila, C1-C3-alcóxi-óxicarbonila, tal como metóxi-carbonila, etóxi-carbonila ou propóxi-carbonila e C1-C3-halo-alcóxi-carbonila, tal como difluormetóxi-carbonila, trifluormetóxi-carbonila, 2,2,2-trifluoretóxi-carbonila, 1,1,1,3,3,3hexafluoropropan-2-ila, ou Ry, Rz juntos são C3-C5-alquileno, e.g. 1,3propandiila, 1,4-butandiila ou 1,5-pentandiila;
R hidrogênio ou ciano e
Cy é um radical cíclico selecionado de fenila e furila, que estão não substituídos ou que trazem um radical selecionado de metila, flúor, metóxi-metila, fenila, benzila e fenoxila, e/ou 1, 2, 3 ou 4 radicais selecionados de metila e flúor e/ou 2 radicais, que ligados de átomos de carbono adjacentes de fenila formam um grupo OCH2O;
ou Cy é imidazolidin-2,5-dion-1-ila, que pode trazer na posição-3 um radical selecionado de propen-3-ila e propin-3-ila, hexa-hidroisoindol-1,3-dion-2-ila ou C2-C6-alquenila; ou
R e Cy juntos com o átomo de carbono no qual estão ligados formam um radical 2,3-ciclo-penten-1-on-4-ila, que pode trazer na posição-4 um radical selecionado de propen-3-ila, propin-3-ila, 2-furil-metila.
[43] Preferivelmente Cy é 4-fenóxi-fenila, no qual o anel fenila pode trazer um radical selecionado de metila, flúor ou cloro. R é preferivelmente ciano.
[44] Em particular, o composto piretróide P é o único composto pesticida P na microemulsão ou totaliza pelo menos 90% em peso da
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 26/49 / 36 quantidade total de compostos pesticidas na microemulsão. Em uma modalidade preferida particular o composto piretróide P é selecionado de alfacipermetrina e flucitrinato.
[45] A microemulsão da invenção também contém água. A quantidade de água é pelo menos 40 % em peso, em particular pelo menos 50% em peso e mais preferivelmente pelo menos 60% em peso. É autoevidente que a quantidade de água junta com as quantidades dadas para os outros ingredientes totaliza 100% em peso.
[46] A microemulsão da invenção pode adicionalmente conter outros auxiliares costumeiros, tais como desespumantes, espessantes, conservantes, colorantes, estabilizadores, agentes anticongelantes e semelhantes que são normalmente empregados em formulações aquosas de pesticidas. A quantidade total destes auxiliares normalmente não ultrapassará 15% em peso, em particular 10% em peso da microemulsão. A quantidade total destes auxiliares, exceto para os agentes anticongelantes normalmente não ultrapassará 5% em peso, em particular 3% em peso da microemulsão.
[47] Agentes espessantes adequados incluem agentes espessantes inorgânicos, tais como argilas, silicatos de magnésio hidratados e agentes espessantes orgânicos, tais como gomas de polissacarídeo, como goma xantana, goma guar, goma arábica e derivados de celulose. Agentes espessantes orgânicos são empregados em quantidades de 0,5 a 30 g/l e preferivelmente de 1 a 10 g/l enquanto que agentes espessantes inorgânicos são empregados em quantidades de 0,5 a 30 g/l e preferivelmente de 1 a 10 g/l da composição de microemulsão.
[48] Conservantes adequados para prevenir degradação microbiana das composições da invenção incluem formaldeído, alquil-ésteres de ácido phidróxi-benzóico, benzoato de sódio, 2-bromo-2-nitro-propano-1,3-diol, ofenil-fenol, tiazolinonas, tais como benzisotiazolinona, 5-cloro-2-metil-4isotiazolinona, pentacloro-fenol, 2,4-dicloro-benzil-álcool e misturas dos
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 27/49 / 36 mesmos. Em geral, a quantidade de conservantes será de 0,1 a 10 g/l da composição de microemulsão.
[49] Desespumantes adequados incluem polissiloxanos, tal como poli(dimetil-siloxano). Desespumantes são normalmente empregados em quantidades de 0,1 a 5 g/l da composição de microemulsão.
[50] Estabilizadores adequados compreendem e.g. absorvedores de UV tais como ésteres cinâmicos, 3,3-difenil-2-ciano-acrilatos, benzofenonas hidróxi- e/ou alcóxi-substituídas, N-(hidróxi-fenil)-benzotriazóis, hidróxifenil-s-triazinas, amidas oxálicas e salicilatos, e.g. ps UVlNUL® 3000, 3008, 3040, 3048, 3049, 3050, 3030, 3035, 3039, 3088, UVlNUL® MC80 e eliminadores de radicais, e.g. ácido ascórbico, aminas estericamente impedidas (compostos-HALS) tais como UVlNUL® 4049H, 4050H e 5050H, e semelhantes e antioxidantes tal como vitamina E. Em geral, a quantidade de estabilizador será de 0,01 a 10 g/l da composição de microemulsão.
[51] Agentes anticongelantes adequados incluem C1-C4-alcanóis e C2-C4-alquil-polióis tais como etanol, propanol, etileno-glicol, propilenoglicol etc. Se presente, a quantidade de agentes anticongelantes será de 1 a 100 g/l, em particular de 1 a 50 g/l da microemulsão.
[52] Estes auxiliares costumeiros podem estar contidos dentro da composição da presente invenção. Contudo, também é possível adicionar estes auxiliares após diluição com água em composição aquosa pronta-parauso.
[53] As microemulsões da presente invenção podem ser simplesmente preparadas pela misturação dos ingredientes até um líquido aparentemente homogêneo ter sido formado. A seqüência de adição dos ingredientes é de menor importância. Por exemplo os ingredientes podem ser adicionados em um vaso e assim a mistura obtida é homogeneizada, e.g., por agitação, até que um líquido aparentemente homogêneo tenha sido formado. Contudo também é possível dissolver o composto piretróide P no solvente
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 28/49 / 36 orgânico de fórmula I ou na mistura de citado solvente e tensoativo e misturar a solução assim obtida com água e os ingredientes restantes, e.g. pela adição da solução em água ou pela adição de água na solução. Normalmente os ingredientes são misturados em uma temperatura variando de 10 a 90°C, em particular de 10 a 60°C. Temperaturas maiores, e.g. 35°C ou 40°C ou mais altas podem ser úteis para expedir a formação da microemulsão. Contudo, misturação também pode ser realizada em temperaturas mais baixas e.g. de 10°C a 35°C ou 40°C.
[54] Dependendo do tipo de composto piretróide P, as microemulsões da invenção são úteis para combater um número grande de pragas nocivas tanto em culturas de planta quanto em sementes mas também em material não-vivo e em ambiente doméstico.
[55] O termo pragas como aqui usado refere-se a todos os tipos de pragas que podem ser combatidas ou controladas pelos compostos piretróides, incluindo praga inseto e praga aracnídea.
[56] Portanto a presente invenção também se refere a
- o uso das microemulsões aqui descritas para combater pragas nocivas; e
- um método de combater organismos nocivos, que compreende contactar os citados organismos nocivos, seu hábitat, terra de procriação, fonte de alimento, planta, semente, solo, área, material ou ambiente no qual os organismos nocivos estão crescendo ou podem crescer, ou os materiais, planta, sementes, solos, superfícies ou espaços a serem protegidos do ataque ou da infestação pelos organismos nocivos com uma quantidade eficaz das microemulsões aqui descritas.
[57] Em um primeiro aspecto da invenção as microemulsões aqui descritas são usadas para proteção de planta, incluindo tratamento de sementes, em particular ao uso para proteção de colheitas do ataque de ou da infestação por pragas nocivas, i.e. para combater organismos animais que são
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 29/49 / 36 nocivos para plantas ou para proteger colheitas do ataque ou da infestação por um tal organismo nocivo. A presente invenção particularmente refere-se ao uso da microemulsão para proteção de planta e em particular a um método de combater pragas que são nocivas para plantas tais como insetos, aracnídeos ou nematódeos, em particular insetos e aracnídeos, cujo método compreende contactar os citados organismos nocivos, seu hábitat, terra de procriação, fonte de alimento, planta, semente, solo, área, material ou ambiente no qual os organismos nocivos estão crescendo ou podem crescer, ou os materiais, plantas, sementes, solos, superfícies ou espaços a serem protegidos do ataque ou da infestação por organismos nocivos com uma quantidade eficaz de uma microemulsão aquosa como aqui descrito. A invenção também se refere a um método para proteger colheitas do ataque ou da infestação por organismos nocivos tais como ervas daninhas, fungos, insetos, aracnídeos ou nematódeos, que compreende contactar uma colheita com uma quantidade eficaz de uma microemulsão aquosa como aqui descrito.
[58] Na maioria das situações, as microemulsões são diluídas com água antes de serem aplicadas no local a ser tratado. As microemulsões da invenção são normalmente diluídas com pelo menos 1 parte de água, preferivelmente pelo menos 10 partes de água, em particular pelo menos 100 partes de água, e.g. com 1 a 10.000, em particular de 100 a 5.000 e mais preferivelmente com 500 a 2.000 partes de água por uma parte das microemulsões (todas as partes são dadas em partes em peso).
[59] Diluição será normalmente realizada por derramamento das microemulsões da invenção em água. Normalmente, diluição é realizada com misturação, e.g. com agitação, para garantir uma misturação rápida do concentrado em água. Contudo, agitação não é necessária. Embora a temperatura de misturação não seja crítica, misturação é normalmente realizada em temperaturas variando de 0 a 50°C, em particular de 10 a 30°C ou na temperatura ambiente.
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 30/49 / 36 [60] A água usada para misturação é normalmente água de torneira. Contudo a água já pode conter compostos solúveis em água que são usados na proteção de planta, e.g. nutrificantes, fertilizantes ou pesticidas solúveis em água.
[61] As microemulsões da invenção após diluição são aplicadas por meios normais que são familiares para uma pessoa experiente.
[62] As microemulsões da presente invenção podem e.g. ser aplicadas contra as seguintes pragas:
[63] Pragas de inseto das ordens:
milipéias (Diplopoda) tais como espécies Blaniulus,
Formigas (Hymenoptera), tais como Atta capiguara, Atta cephalotes, Atta laevigata, Atta robusta, Atta sexdens, Atta texana, Monomorlum pharaonis, Solenopsis geminata, Solenopsis invicta, espécies Pogonomyrmex e Pheidole megacephala,
Besouros (Coleoptera), tais como Agrilus sinuatus, Agriotes lineatus, Agriotes obscurus e outras espécies Agriotes, Amphimallus solstitialis, Anisandrus dispar, Anthonomus grandis, Anthonomus pomorum, Aracanthus morel, Atomaria linearis, Blapstinus species, Blastophagus piniperda, Blitophaga undata, Bothynoderes punciventris, Bruchus rufimanus, Bruchus pisorum, Bruchus lentis, Byctiscus betulae, Cassida nebulosa, Cerotoma trifurcata, Ceuthorrhynchus assimilis, Ceuthorrhynchus napi, Chaetocnema tibialis, Conoderus vespertinus e outras espécies Conoderus, Conorhynchus mendicus, Crioceris asparagi, Cylindrocopturus adspersus, Diabrotica (longicornis) barberi, Diabrotica semi-punctata, Diabrotica speciosa, Diabrotica undecimpunctata, Diabrotica virgifera e outras espécies Diabrotica, espécies Eleodes, Epilachna varivestis, Epitrix hirtipennis, Eutinobothrus brasiliensis, Hylobius abietis, Hypera brunneipennis, Hypera postica, Ips typographus, Lema bilineata, Lema melanopus, Leptinotarsa decemlineata, Limonius californicus e outras espécies Limonius,
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Lissorhoptrus oryzophilus, Listronotus bonariensis, Melanotus communis e outras espécies Melanotus, Meligethes aeneus, Melolontha hippocastani, Melolontha melolontha, Oulema oryzae, Ortiorrhynchus sulcatus, Oryzophagus oryzae, Otiorrhynchus ovatus, Oulema oryzae, Phaedon cocleariae, Phyllotreta chrysocephala, Phyllophaga cuyabana e outras espécies Phyllophaga, Phyllopertha horticola, Phyllotreta nemorum, Phyllotreta striolata, e outras espécies Phyllotreta, Popillia japonica, Promecops carinicollis, Premnotrypes voraz, espécies Psylliodes, Sitona lineatus, Sitophilus granaria, Sternechus pinguis, Sternechus subsignatus, e Tanymechus palliatus e outras espécies Tanymechus,
Moscas (Diptera) tais como Agromyza oryzea, Chrysomya bezziana, Chrysomya hominivorax, Chrysomya macellaria, Contarinia sorghicola, Cordylobia anthropophaga, Dacus cucurbitae, Dacus oleae, Dasineura brassicae, Delia antique, Delia coarctata, Delia platura, Delia radicum, Fannia canicularis, Gasterophilus intestinalis, Geomyza Tripunctata, Glossina morsitans, Haematobia irritans, Haplodiplosis equestris, Hypoderma lineata, Liriomyza sativae, Liriomyza trifolii, Lucilia caprina, Lucilia cuprina, Lucilia sericata, Lycorla pectoralis, Mayetiola destructor, Muscina stabulans, Oestrus ovis, Opomyza florum, Oscinella frit, Pegomya hysocyami, Phorbia antiqua, Phorbia brassicae, Phorbia coarctata, Progonya leyoscianii, Psila rosae, Rhagoletis cerasi, Rhagoletis pomonella, Tabanus bovinus, Tetanops myopaeformis, Tipula oleracea e Tipula paludosa,
Heterópteros (Heteroptera), tais como Acrosternum hilare, Blissus leucopterus, Cicadellidae tais como Empoasca fabae, Chrysomelidae, Cyrtopeltis notatus, Delpahcidae, Dysdercus cingulatus, Dysdercus intermedius, Eurygaster integriceps, Euschistus impictiventris, Leptoglossus phyllopus, Lygus lineolaris, Lygus pratensis, Nephotettix species, Nezara viridula, Pentatomidae, Piesma quadrats, Solubea insularis e Thyanta perditor,
Afídeos e outros homópteros (Homoptera), e.g. Acyrthosiphon
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 32/49 / 36 onobrychis, Adelges laricis, Aphidula nasturtii, Aphis fabae, Aphis forbesi, Aphis glycines, Aphis gossypii, Aphis grossulariae, Aphis pomi, Aphis schneideri, Aphis spiraecola, Aphis sambuci, Acyrthosiphon pisum, Aulacorthum solani, Brachycaudus cardui, Brachycaudus helichrysi, Brachycaudus persicae, Brachycaudus prunicola, Brevicoryne brassicae, Capitophorus horni, Cerosipha gossypii, Chaetosiphon fragaefolii, Cryptomyzus ribis, Dreyfusia nordmannianae, Dreyfusia piceae, Dysaphis radicola, Dysaulacorthum pseudosolani, Dysaphis plantaginea, Dysaphis pyri, Empoasca fabae, Hyalopterus pruni, Hyperomyzus lactucae, Macrosiphum avenae, Macrosiphum euphorbiae, Macrosiphon rosae, Megoura viciae, Melanaphis pyrarius, Metopolophium dirhodum, Myzodes (Myzus) persicae, Myzus ascalonicus, Myzus cerasi, Myzus varians, Nasonovia ribis-nigri, Nilaparvata lugens, Pemphigus bursarius, Pemphigus populivenae, e outras espécies Pemphigus, Perkinsiella saccharicida, Phorodon humuli, Psyllidae tais como Psylla mall, Psylla piri e outras espécies Psylla, Rhopalomyzus ascalonicus, Rhopalosiphum maidis, Rhopalosiphum padi, Rhopalosiphum insertum, Sappaphis mala, Sappaphis mall, Schizaphis graminum, Schizoneura lanuginosa, Sitobion avenae, Trialeurodes vaporariorum, Toxoptera aurantiiand, e Viteus vitifolii;
Lepidópteros (Lepidoptera), por exemplo Agrotis ypsilon, Agrotis segetum e outras espécies Agrotis, Alabama argillacea, Anticarsia gemmatalis, Argyresthia conjugella, Autographa gamma, Bupalus piniarius, Cacoecia murinana, Capua reticulana, Cheimatobia brumata, Chilo suppresalis e outras espécies Chilo,Choristoneura fumiferana, Choristoneura occidentalis, Cirphis unipuncta, Cnaphlocrocis medinalis, Cydia pomonella, Dendrolimus pini, Diaphania nitidalis, Diatraea grandioselia, Earias insulana, Elasmopalpus lignosellus, Eupoecilia ambiguella, Euxoa species, Evetria bouliana, Feltia subterranea, Galleria mellonella, Grapholitha funebrana, Grapholitha molesta, Heliothis armigera, Heliothis virescens, Heliothis zea,
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Hellula undalis, Hibernia defoliaria, Hyphantria cunea, Hyponomeuta malinellus, Keiferia lycopersicella, Lambdina fiscellaria, Laphygma exigua, Lerodea eufala, Leucoptera coffeella, Leucoptera scitella, Lithocolletis blancardella, Lobesia botrana, Loxostege sticticalis, Lymantria dispar, Lymantria monacha, Lyonetia clerkella, Malacosoma neustria, Mamestra brassicae, Momphidae, Orgyia pseudotsugata, Ostrinia nubilalis, Panolis flammea, Pectinophora gossypiella, Peridroma saucia, Phalera bucephala, Phthorimaea operculella, Phyllocnistis citrella, Pieris brassicae, Plathypena scabra, Plutella xylostella, Pseudoplusia includens, Rhyacionia frustrana, Scrobipalpula absoluta,Sesamia nonagrioides e outras espécies Sesamia, Sitotroga cerealella, Sparganothis pilleriana, Spodoptera frugiperda, Spodoptera littoralis, Spodoptera litura, Thaumatopoea pityocampa, Tortrix viridans, Trichoplusia ni e Zeiraphera canadensis, ortópteros (Orthoptera), tais como Acrididae, Acheta domestics, Blatta orientalis, Blattella germanica, Forficula auricularia, Gryllotalpa gryllotalpa, Localta migratoria, Melanoplus bivittatus, Melanoplus femur-rubrum, Melanoplus mexicanus, Melanoplus sanguinipes, Melanoplus spretus, Nomadacris septemfasciata, Periplaneta americana, Schistocerca americana, Schistocerca peregrine, Stauronotus maroccanus e Tachycines asynamorus;
termites (Isoptera), tais como Calotermes flavicollis, Coptotermes species, Dalbulus maidis, Leucotermes flavipes, Macrotermes gilvus, Reticulitermes lucifugus e Termes natalensis;
tripes (Thysanoptera) tais como Frankliniella fusca, Frankliniella occidentalis, Frankliniella tritici e outras espécies Frankliniella, Scirtothrips citri, Thrips oryzae, Thrips palmi, Thrips simplex e Thrips tabaci; e
Arachnoidea, tais como aracnídeos (Acarina), por exemplo e.g. das famílias Argasidae, Ixodidae e Sarcoptidae, tais como Amblyomma americanum, Amblyomma variegatum, Argas persicus, Boophilus annulatus,
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Boophilus decoloratus, Boophilus microplus, Dermacentor silvarum, Hyalomma truncatum, Ixodes ricinus, Ixodes rubicundus, Ornithodorus moubata, Otobius megnini, Dermanyssus gallinae, Psoroptes ovis, Rhipicephalus appendiculatus, Rhipicephalus evertsi, Sarcoptes scabiei, e espécies Eriophyidae tais como Aculus sclechtendali, Phyllocoptrata oleivora e Eriophyes sheldoni; espécies Tarsonemidae tais como Phytonemus pallidus e Polyphagotarsonemus latus; espécies Tenuipalpidae tais como Brevipalpus phoenicis; espécies Tetranychidae tais como Tetranychus cinnabarinus, Tetranychus kanzawai, Tetranychus pacificus, Tetranychus telarius e Tetranychus urticae, Panonychus ulmi, Panonychus citri, e Oligonychus pratensis.
[64] Se a microemulsão de acordo com a invenção contêm um composto piretróide que é ativo contra patógenos de arroz, a composição também pode ser usada para combater patógenos de arroz tais como gorgulho aquático do arroz (Lissorhoptrus oryzaphilus), lagarta do caule do arroz (Chilo suppresalis), enrolador de folha de arroz, besouro da folha do arroz, bicho mineiro do arroz (Agromyca oryzae), insetos saltadores de folha (Nephotettix spp.; especialmente inseto saltador marrom menor, inseto saltador verde do arroz), insetos saltadores de planta (Delphacidae; especialmente inseto saltador de dorso branco, inseto saltador marrom de arroz), insetos mau cheirosos.
[65] As microemulsões da invenção podem ser aplicadas em maneira convencional, normalmente como uma diluição aquosa que é obtida por diluição das microemulsões com água. A taxa de aplicação requerida dos compostos ativos puros sem auxiliar de formulação depende da densidade da vegetação indesejada, do estágio de desenvolvimento das plantas, das condições climáticas da localização onde uma composição é usada e do método de aplicação. Em geral, a taxa de aplicação é 0,001 a 3 kg/ha, preferivelmente de 0,005 a 2 kg/ha e em particular de 0,01 a 1 kg/ha, de 0,1
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 35/49 / 36 g/ha a 1 kg/ha, de 1 g/ha a 500 g/ha ou de 5 g/ha a 500 g/ha de substância ativa.
[66] As microemulsões diluídas são aplicadas nas plantas principalmente por pulverização, em particular pulverização foliar. Aplicação pode ser realizada por técnicas de pulverização costumeiras usando, por exemplo água como veículo e taxas de licor de pulverização de cerca de 100 a 1.000 l/ha (por exemplo de 300 a 400 l/ha).
[67] Além disso, pode ser útil aplicar as microemulsões de acordo com a invenção juntamente como uma mistura com outros produtos de proteção de colheita, por exemplo com pesticidas ou agentes para controlar bactérias ou fungos fitopatogênicos. Também de interesse é a miscibilidade com soluções de sal mineral que são empregadas para tratar deficiências nutricionais e de elementos traço. Concentrados oleosos e óleos nãofitotóxicos também podem ser adicionados.
[68] Em uma outra modalidade da invenção, as microemulsões contêm um composto piretróide que é ativo contra pragas de não-colheita. Portanto a invenção também se refere a um método para controlar pragas de não-colheita compreendendo contactar as pragas ou sua fonte de alimento, hábitat, regiões de procriação ou seu local com formulação de acordo com a invenção compreendendo pelo menos um inseticida.
[69] A invenção adicionalmente se refere ao uso da microemulsão de acordo com a invenção para a proteção de materiais orgânicos não-vivos contra pragas de não-colheita.
[70] Pragas de não-colheita são pragas das classes Chilopoda e Diplopoda e das ordens Isoptera, Diptera, Blattaria (Blattodea), Dermaptera, Hemiptera, Hymenoptera, Orthoptera, Siphonaptera, Thysanura, Phthiraptera, Araneida, Parasitiformes e Acaridida, por exemplo:
• centipéias (Chilopoda), e.g. Scutigera coleoptrata, • milipéias (Diplopoda), e.g. Narceus spp.,
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 36/49 / 36 • aranhas (Araneida), e.g. Latrodectus mactans, e Loxosceles reclusa, • escabiose (Acaridida): e.g. sarcoptes sp, • carrapatos e ácaros parasíticos (Parasitiformes): carrapatos (Ixodids), e.g. Ixodes scapularis, Ixodes holocyclus, Ixodes pacificus, Rhiphicephalus sanguineus, Dermacentor andersoni, Dermacentor variabilis, Amblyomma americanum, Ambryomma maculatum, Ornithodorus hermsi, Ornithodorus turicata e parasitic mites (Mesostigmata), e.g. Ornithonyssus bacoti e Dermanyssus gallinae, • termites (Isoptera), e.g. Calotermes flavicollis, Leucotermes flavipes, Heterotermes aureus, Reticulitermes flavipes, Reticulitermes virginicus, Reticulitermes lucifugus, Termes natalensis, e Coptotermes formosanus, • baratas (Blattaria - Blattodea), e.g. Blattella germanica, Blattella asahinae, Periplaneta americana, Periplaneta japonica, Periplaneta brunnea, Periplaneta fuligginosa, Periplaneta australasiae, e Blatta orientalis, • moscas, mosquitos (Diptera), e.g. Aedes aegypti, Aedes albopictus, Aedes vexans, Anastrepha ludens, Anopheles maculipennis, Anopheles crucians, Anopheles albimanus, Anopheles gambiae, Anopheles freeborni, Anopheles leucosphyrus, Anopheles minimus, Anopheles quadrimaculatus, Calliphora vicina, Chrysomya bezziana, Chrysomya hominivorax, Chrysomya macellaria, Chrysops discalis, Chrysops sllacea, Chrysops atlanticus, Cocliomyia hominivorax, Cordylobia anthropophaga, Culicoides furens, Culex pipiens, Culex nigripalpus, Culex quinquefasciatus, Culex tarsalis, Culiseta inornata, Culiseta melanura, Dermatobia hominis, Fannia canicularis, Gasterophilus intestinalis, Glossina morsitans, Glossina palpalis, Glossina fuscipes, Glossina tachinoides, Haematobia irritans, Haplodiplosis equestris, Hippelates spp., Hypoderma lineata, Leptoconops torrens, Lucilla caprina, Lucilla cuprina, Lucilla sericata, Lycoria pectoralis,
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Mansonia spp., Musca domestica, Muscina stabulans, Oestrus ovis, Phlebotomus argentipes, Psorophora columbiae, Psorophora discolor, Prosimulium mixtum, Sarcophaga haemorrhoidalis, Sarcophaga sp., Simulium vittatum, Stomoxys calcitrans, Tabanus bovinus, Tabanus atratus, Tabanus lineola, e Tabanus similis,
• Centopéias pequenas (Dermaptera), e.g. Forficula
auricularia,
• percevejos verdadeiros (Hemiptera), e.g. Cimex
lectularius, Cimex hemipterus, Reduvius senilis, Triatoma spp., Rhodnius
prolixus, e Arilus critatus,
• formigas, abelhas, vespas, vespões (Hymenoptera), e.g. Crematogaster spp., Hoplocampa minuta, Hoplocampa testudinea, Monomorium pharaonis, Solenopsis geminata, Solenopsis invicta, Solenopsis richteri, Solenopsis xyloni, Pogonomyrmex barbatus, Pogonomyrmex californicus, Dasymutilla occidentalis, Bombus spp. Vespula squamosa, Paravespula vulgaris, Paravespula pennsylvanica, Paravespula germanica, Dolichovespula maculata, Vespa crabro, Polistes rubiginosa, Camponotus floridanus, e Linepithema humile, • grilos, gafanhotos, gafanhotos peregrinos (Orthoptera), e.g. Acheta domestica, Gryllotalpa gryllotalpa, Localta migratoria, Melanoplus bivittatus, Melanoplus femurrubrum, Melanoplus mexicanus, Melanoplus sanguinipes, Melanoplus spretus, Nomadacris septemfasciata, Schistocerca americana, Schistocerca gregaria, Dociostaurus maroccanus, Tachycines asynamorus, Oedaleus senegalensis, Zonozerus variegatus, Hieroglyphus daganensis, Kraussaria angulifera, Calliptamus italicus, Chortoicetes terminifera, e Localtana pardalina, • moscas (Siphonaptera), e.g. Ctenocephalides felis, Ctenocephalides canis, Xenopsylla cheopis, Pulex irritans, Tunga penetrans, e Nosopsyllus fasciatus,
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 38/49 / 36 • traças, tesourinhas (Thysanura), e.g. Lepisma saccharina e Thermobia domestica, • piolhos (Phthiraptera), e.g. Pediculus humanus capitis, Pediculus humanus corporis, Pthirus pubis, Haematopinus eurysternus, Haematopinus suis, Linognathus vituli, Bovicola bovis, Menopon gallinae, Menacanthus stramineus e Solenopotes capillatus.
[71] A presente invenção também se refere a um método para a proteção de materiais orgânicos não-vivos contra pragas de não-colheita como mencionadas acima compreendendo contactar as pragas ou sua fonte de alimento, hábitat, regiões de procriação, seu local ou os próprios materiais orgânicos não-vivos com uma quantidade pesticidamente eficaz de uma formulação de acordo com a invenção.
[72] Ademais, a formulação de acordo com a invenção pode ser usada para proteger materiais orgânicos não-vivos contendo celulose, e.g. para proteger materiais orgânicos não-vivos contendo celulose contra pragas de não-colheita das ordens Isoptera, Diptera, Blattaria (Blattodea), Hymenoptera, e Orthoptera, mais preferivelmente da ordem Isoptera.
[73] A presente invenção também proporciona um método para proteger materiais orgânicos não-vivos contendo celulose contra pragas de não-colheita, preferivelmente das ordens Isoptera, Diptera, Blattaria (Blattodea), Hymenoptera, e Orthoptera, mais preferivelmente da ordem Isoptera, compreendendo contactar as pragas ou sua fonte de alimento, hábitat, regiões de procriação, seu local ou os próprios materiais orgânicos não-vivos contendo celulose com uma formulação de acordo com a invenção compreendendo pelo menos um inseticida.
[74] Ademais, uma composição de acordo com a invenção compreendendo pelo menos um piretróide pode ser usada para a proteção de animais contra praga de não-colheita da classe Chilopoda, e das ordens Araneida, Hemiptera, Diptera, Phthiraptera, Siphonaptera, Parasitiformes e
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Acaridida pelo tratamento das pragas em corpos de água e/ou em e ao redor de construções, incluindo mas não limitado às paredes, solo, pilhas de esterco, gramínea turfa, pastos, canos de esgoto e materiais usados na construção de prédios e também ninhos de mosquitos, colchões, e camas, com uma formulação de acordo com a presente invenção.
[75] Animais incluem animais de sangue quente, incluindo humanos e peixe. Assim, uma formulação de acordo com a invenção compreendendo pelo menos um inseticida pode ser usada para proteção de animais de sangue quente animais de sangue quente tais como gado bovino, ovinos, suínos, camelídeos, cervídeos, eqüinos, aves domésticas, coelhos, caprinos, cães e gatos.
[76] Ademais, uma formulação de acordo com a invenção pode ser usada para proteger materiais de madeira tais como árvores, tapumes, leitos, etc. e construções tais como casas, alpendres, fábricas, mas também materiais de construção, móveis, couros, fibras, artigos de vinil, cabos e fios elétricos etc. das formigas e/ou térmites, e para controlar formigas e térmites de fazerem mal em colheitas ou ser humano (e.g. quando as pragas invadem as casas e as instalações públicas). Uma formulação de acordo com a invenção compreendendo pelo menos um inseticida pode ser aplicada não apenas na superfície de solo circundante ou na solo sob piso com o objetivo de proteger materiais de madeira mas também pode ser aplicada em artigos de madeira serrada tais como superfícies de concreto sob piso, postes de alcova, vigas, madeiras compensadas, móveis, etc., artigos de madeira tais como chapas de aglomerado de madeira, meia-chapas, etc. e artigos de vinil tais como fios elétricos revestidos, folhas de vinil, material isolante térmico tais como espumas de estireno, etc. No caso de aplicação contra formigas fazendo mal a colheitas ou seres humanos, a composição de controle de formigas da presente invenção é diretamente aplicada no ninho das formigas ou em sua vizinhança ou via contado de isca.
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 40/49 / 36 [77] Ademais, uma microemulsão de acordo com a invenção pode ser aplicada preventivamente em lugares nos quais a ocorrência das pragas é esperada.
[78] Em um outro aspecto, a invenção refere-se ao tratamento de sementes. O termo tratamento de sementes todas as técnicas de tratamento de sementes adequadas conhecidas na técnica, tais como, mas não limitadas a, cobertura de sementes, revestimento de sementes, embebimento de sementes, revestimento fílmico de sementes, revestimento de multicamadas de semente, incrustação de sementes, imersão de sementes, e pelotização de sementes. O termo semente inclui sementes e propágulos de planta de todos os tipos incluindo mas não limitados a sementes verdadeiras, pedaços de semente, brotos, cormos, bulbos, frutas, tubérculos, grãos, mudas, rebentos de muda, e semelhantes e significa em uma modalidade preferida sementes verdadeiras.
[79] Se a microemulsão de acordo com a presente invenção é intencionada para propósitos de tratamento de sementes, a formulação também pode compreender opcionalmente corantes ou pigmentos. Corantes ou pigmentos adequados para formulações de tratamento de sementes são pigmento azul 15:4, pigmento azul 15:3, pigmento azul 15:2, pigmento azul 15:1, pigmento azul 80, pigmento amarelo 1, pigmento amarelo 13, pigmento vermelho 112, pigmento vermelho 48:2, pigmento vermelho 48:1, pigmento vermelho 57:1, pigmento vermelho 53:1, pigmento laranja 43, pigmento laranja 34, pigmento laranja 5, pigmento verde 36, pigmento verde 7, pigmento branco 6, pigmento marrom 25, violeta básico 10, violeta básico 49, vermelho ácido 51, vermelho ácido 52, vermelho ácido 14, azul ácido 9, amarelo ácido 23, vermelho básico 10, vermelho básico 108.
[80] A invenção adicionalmente compreende sementes tratadas com a microemulsão de acordo com a presente invenção.
[81] Semente adequada é semente de cereais, colheitas de raiz, colheitas oleosas, hortaliças, plantas de condimento, plantas ornamentais, por
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 41/49 / 36 exemplo semente de durum e outras colheitas de trigo, cevada, aveia, centeio, milho (milho de forragem e milho doce/milha para ração animal), feijões-soja, colheitas oleosas, crucíferas, algodão, girassóis, bananas, arroz, colza de semente oleosa, nabo, beterraba sacarina, beterraba de forragem, berinjelas, batatas, gramínea, gramado, turfa, gramínea de forragem, tomates, alho-porro, abóbora/jerimum, repolho, alface iceberg, pimenta, pepineiros, melões, espécies Brassica, melões, feijões, ervilhas, alho, cebolas, cenouras, plantas tuberosas, tais como batatas, cana-de-açúcar, tabaco, parreiras, petúnias, gerânio/pelargônios, amor-perfeito e beijo-de-frade.
[82] Em adição, microemulsão também pode ser usada para o tratamento de sementes de plantas, que toleram a ação de herbicidas ou fungicidas ou inseticidas ou nematicidas devido à geração, mutação e/ou métodos de engenharia genética.
[83] Por exemplo, microemulsão pode ser empregada em colheitas transgênicas que são resistentes aos herbicidas do grupo consistindo das sulfonil-uréias (EP-A-0257993, Pat. U.S. de No. 5.013.659), imidazolinonas (veja por exemplo US 6222100, WO 0182685, WO 0026390, WO 9741218, WO 9802526, WO 9802527, WO 04/106529, WO 05/20673, WO 03/14357, WO 03/13225, WO 03/14356, WO 04/16073), tipo-glufosinato (veja por exemplo EP-A-0242236, EP-A-242246) ou tipo-glifosato (veja por exemplo WO 92/00377) ou em plantas resistentes aos herbicidas selecionados do grupo de ciclo-hexadienona/ácido aril-óxi-fenóxi-propiônico (US 5.162.602, US 5.290.696, US 5.498.544, US 5.428.001, US 6.069.298, US 6.268.550, US 6.146.867, US 6.222.099, US 6.414.222) ou em plantas de colheita transgênicas, por exemplo, algodão, com a capacidade de produzir toxinas de Bacillus thuringiensis (toxinas Bt) que torna as plantas resistentes a certas pragas (EP-A-0142924, EP-A-0193259).
[84] Ademais, a microemulsão também pode ser usada para o tratamento de sementes de plantas, que possuem características modificadas
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 42/49 / 36 em comparação com as plantas existentes, que podem ser geradas por exemplo por métodos de geração tradicionais e/ou a geração de mutantes, ou por procedimentos recombinantes). Por exemplo, numerosos casos têm sido descritos de modificações recombinantes de plantas de colheita para o propósito de modificar o amido sintetizado nas plantas (e.g. WO 92/11376, WO 92/14827, WO 91/19806) ou de plantas de colheita transgênicas possuindo uma composição de ácido graxo modificada (WO 91/13972).
[85] A aplicação de tratamento de sementes é realizada por pulverização ou polvilhamento das sementes com uma quantidade eficaz da microemulsão antes da semeadura das plantas e antes da emergência das plantas.
[86] No tratamento de sementes as microemulsões correspondentes são aplicadas pelo tratamento das sementes com uma quantidade eficaz da microemulsão. Aqui, as taxas de aplicação do composto piretróide P são geralmente de 0,1 g a 10 kg por 100 kg de semente, preferivelmente de 1 g a 5 kg por 100 kg de semente, em particular de 1 g a 2,5 kg por 100 kg de semente. Para colheitas específicas tais como alface e cebolas as taxas podem ser mais altas.
[87] Os seguintes exemplos devem ilustrar adicionalmente a presente invenção. O escopo desta invenção não deve ser considerado limitado pelos exemplos, mas inclui o tema inteiro definido nas reivindicações. Nos exemplos, toda a percentagem é percentual em peso da composição total.
I. Analítica:
[88] Tamanhos de partícula foram determinados por espalhamento de luz dinâmica com um Zetasizer Nano
II. Preparação das composições da invenção:
Exemplos 1 a 4, Exemplos Comparativos 1 e 2 [89] Os ingredientes inteiros como dados em tabela 1 foram
Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 43/49 / 36 adicionados em um vaso equipado com um agitador e a mistura foi agitada a 55°C por 1 hora. Então a mistura foi esfriada na temperatura ambiente. As misturas líquidas assim obtidas foram transparentes e uniformes.
Tabela 1:
Ingredientes Ex. 1 Ex. 2 Ex. 3 Ex. 4 Ex. Comp. 1 Ex. Comp. 2
flucitrina 1)1 4,4% 4,4% 4,4% - 4,4% 4,4%
alfa-cipermetrina -- - - 1,0% - -
tensoativo 1 2) 12,0% 12,0% 12,0% 12,0% 8,0% 12,0%
tensoativo 2 3) 4,0% 4,0% 4,0% 4,0% 2,0% 4,0%
acetato de 3-metóxi-3-metil-butila 7,5% - - - - -
acetato de propileno-glicol-mono-metiléter - 7,5% - 20,0% - -
acetato de propileno-glicol-mono-etil-éter - - 7,5% - - -
etileno-glicol - - - - 5,0%
dietileno-glicol-monometil-éter - - - - - 7,5%
água D.I. 72,1% 72,1% 72,1% 63,0% 80,6% 72,1%
1) (S)-2-difluorometóxi-fenil)-3-metil-butirato de (R,S)-a-ciano-3-fenóxibenzila 2) Uma formulação contendo 37% em peso de polióxietileno-triestiril-feniléter (19 mol de óxido de etileno), 12% em peso de condensado de polióxietileno-distiril-fenil-éter-formaldeído (26 mol de óxido de etileno), 31% em peso de alquil-benzeno-sulfonato de sódio e 20% de água.
3) polióxietileno-estiril-fenil-éter (14 mol de óxido de etileno)
III. Testes de estabilidade
1. Cristalização de ingrediente ativo [90] SS-isômero de flucitrinato foi moído em um almofariz. 10 mg do pó assim obtido foram adicionados em 100 ml das microemulsões de exemplos 1 a 3 e na mistura de comparação. Após armazenagem das amostras a 5°C por 3 semanas, o crescimento de semente de cristal em cada amostra foi avaliado por observação microscópica. *SS-isômero de flucitrinato (Sólido; em menos do que ca. 52°C) [91] As amostras de comparação Ex. Comp.1 e 2, não incluindo solvente éster, mostraram crescimento de cristal de cristais de flucitrinato, enquanto que não foi observado crescimento de cristal nas microemulsões dos exemplos 1 a 3.
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2. Estabilidade na diluição [92] Com o objetivo de confirmar a estabilidade após diluição com água, a distribuição de tamanho de gotícula após diluição da microemulsão foi medida por espalhamento de luz. O ensaio foi feito imediatamente depois da diluição e após 24 horas, e a razão de diluição foi 1:30 (p/p). Os resultados são apresentados em Tabela 2.
Tabela 2
Tamanho médio de gotícula (taman ho médio-Z)
Ex. 1 Ex. 2 Ex. 3 Ex. 4 Comp. Ex. 1
Imediatamente após diluição 7,5 nm 7,5 nm 7,5 nm 4,2 12,4 nm
24 horas após diluição 7,5 nm 7,4 nm 7,5 nm 4,4 21,0 nm
[93] A microemulsão do exemplo comparativo mostrou um aumento intenso de distribuição de tamanho de gotícula após diluição com água, enquanto que nas microemulsões dos exemplos 1 a 4 não foi observado deslocamento de distribuição de tamanho de gotícula. Isto significa que a estabilidade na diluição das microemulsões dos exemplos 1 a 4 é muito melhor do que a estabilidade na diluição do exemplo comparativo.
3. Ponto de congelamento [94] O ponto de congelamento das microemulsões foi medido. Os resultados são mostrados em Tabela 3.
Tabela 3
Ponto de congelamento (°C)
Ex. 1 Ex. 2 Ex. 3 Comp. Ex. 1
-7°C -12°C -12°C -7°C
[95] Estes resultados indicam que os solventes I nos exemplos 1 a 3 desempenham um papel como o agente anticongelante como etileno-glicol em exemplo comparativo.
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Claims (14)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Formulação de microemulsão aquosa pesticida, caracterizada pelo fato de compreender:
    a) de 0,0001 a 10% em peso de pelo menos um composto piretróide orgânico P;
    b) de 1 a 25% em peso de pelo menos um solvente orgânico, selecionado de compostos de fórmula I
    R1-(O-Alk)m-O-C(O)R2 (I) na qual m é 1, 2 ou 3,
    R1 é H, C1-C6-alquila ou C(O)R3,
    R2 é hidrogênio ou C1-C4-alquila, que pode estar não substituída ou substituída com OH,
    Alk é C2-C6-alquileno de cadeia linear ou ramificada, e
    R3 é hidrogênio ou C1-C4-alquila, que pode estar não substituída ou substituída com OH;
    c) de 1 a 30% em peso de uma mistura tensoativa, compreendendo
    c.1 pelo menos um tensoativo aniônico selecionado de CsC22-alquil-sulfatos, C1-C16-alquil-naftaleno-sulfonatos, e C1-C16-alquilbenzeno-sulfonatos,
    c.2 pelo menos um tensoativo não-iônico selecionado de polióxi-C2-C3-alquileno-C8-C22-alquil-éteres, polióxi-C2-C3-alquileno-Cs-C22alquil-benzeno-éteres, polióxi-C2-C3-alquileno mono- di- ou triestiril-fenil éteres e condensados de polióxi-C2-C3-alquileno mono- ou diestiril-fenil-éterformaldeído e acetileno-glicóis; e
    d) água para completar 100% em peso.
  2. 2. Formulação de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que o solvente é selecionado do grupo consistindo de acetato de 3-metóxi-3-metil-butila, acetato de propileno-glicol-mono-metil-éter, acetato
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    2 / 3 de propileno-glicol-mono-etil-éter, acetato de dipropileno-glicol-metil-éter, diacetato de propileno-glicol, acetato de etileno-glicol-mono-butil-éter, diacetato de etileno-glicol-mono-butil-éter e misturas dos mesmos.
  3. 3. Formulação de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que Alk em fórmula é um C3-C6alquileno de cadeia linear ou ramificada.
  4. 4. Formulação de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que o tensoativo é uma mistura compreendendo
    c.1 pelo menos um tensoativo aniônico selecionado de alquilbenzeno-sulfonato de sódio,
    c.2 pelo menos um tensoativo não-iônico selecionado de polióxietileno-triestiril-fenil-éter e condensado de polióxietileno-distiril-feniléter-formaldeído.
  5. 5. Formulação de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que a razão em peso de solvente orgânico de fórmula I para o composto pesticida P é de 0,5:1 a 100:1.
  6. 6. Formulação de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que a razão em peso de tensoativo para a quantidade total de solvente I mais composto pesticida P é de 0,1:1 a 10:1.
  7. 7. Formulação de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizada pelo fato de que o pelo menos um composto P é selecionado de alfa-cipermetrina e flucitrinato.
  8. 8. Uso da formulação como definida nas reivindicações de 1 a 7, caracterizado pelo fato de ser para combater pragas nocivas.
  9. 9. Uso da formulação como definida nas reivindicações de 1 a 7, caracterizado pelo fato de ser para proteção de planta.
  10. 10. Uso da formulação como definida nas reivindicações de 1 a 7, caracterizado pelo fato de ser para proteção de material não-vivo contra o
    Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 47/49
    3 / 3 ataque ou a infestação por pragas nocivas.
  11. 11. Uso da formulação como definida nas reivindicações de 1 a 7, caracterizado pelo fato de ser para combater praga nociva em ambiente doméstico.
  12. 12. Método para combater pragas nocivas, caracterizado pelo fato de compreender contactar os citados organismos nocivos, seu hábitat, terra de procriação, fonte de alimento, planta, semente, solo, área, material ou ambiente no qual os organismos nocivos estão crescendo ou podem crescer, ou os materiais, plantas, sementes, solos, superfícies ou espaços a serem protegidos do ataque ou da infestação por organismos nocivos com uma quantidade eficaz da formulação como definida em qualquer uma das reivindicações de 1 a 7.
  13. 13. Método para proteger colheitas do ataque de ou da infestação por pragas nocivas, caracterizado pelo fato de compreender contactar uma colheita com uma quantidade eficaz de a formulação como definida em qualquer uma das reivindicações de 1 a 7.
  14. 14. Método para proteger sementes do ataque de ou da infestação por pragas nocivas, caracterizado pelo fato de compreender contactar a semente com uma quantidade eficaz de a formulação como definida em qualquer uma das reivindicações de 1 a 7.
    Petição 870170093536, de 01/12/2017, pág. 48/49
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