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BRPI0708706A2 - composição de bebida de proteìna, método para prepar a mesma, composição de xarope concentrado de bebida de proteìna, composição de pó concentrado de bebida de proteìna, métodos para preparar uma composição de xarope concentrado de bebida de proteìna e para preparar uma composição de pó concentrado de bebida de proteìna, bebida de proteìna, método para preparar a mesma - Google Patents

composição de bebida de proteìna, método para prepar a mesma, composição de xarope concentrado de bebida de proteìna, composição de pó concentrado de bebida de proteìna, métodos para preparar uma composição de xarope concentrado de bebida de proteìna e para preparar uma composição de pó concentrado de bebida de proteìna, bebida de proteìna, método para preparar a mesma Download PDF

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BRPI0708706A2
BRPI0708706A2 BRPI0708706-3A BRPI0708706A BRPI0708706A2 BR PI0708706 A2 BRPI0708706 A2 BR PI0708706A2 BR PI0708706 A BRPI0708706 A BR PI0708706A BR PI0708706 A2 BRPI0708706 A2 BR PI0708706A2
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BR
Brazil
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protein
drink
beverage
concentrate
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Prior art date
Application number
BRPI0708706-3A
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English (en)
Inventor
Shawn Sherwood
David A Jankins
Steven Anthony Rittmanic
Original Assignee
Next Proteins Inc
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
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Priority claimed from US11/683,380 external-priority patent/US7799363B2/en
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Priority claimed from PCT/US2007/063653 external-priority patent/WO2007106731A2/en
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Publication of BRPI0708706A8 publication Critical patent/BRPI0708706A8/pt

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Abstract

COMPOSIçãO DE BEBIDA DE PROTEINA, METODO PARA PREPARAR A MESMA, COMPOSIçãO DE XAROPE CONCENTRADO DE BEBIDA DE PROTEìNA, COMPOSIçãO DE Pó CONCENTRADO DE BEBIDA DE PROTEINA, METODOS PARA PREPARAR UMA COMPOSIçãO DE XAROPE CONCENTRADO DE BEBIDA DE PROTEINA E PARA PREPARAR UMA COMPOSIçãO DE Pó CONCENTRADO DE BEBIDA DE PROTEiNA, BEBIDA DE PROTEINA, METODO PARA PREPARAR A MESMA. Uma bebida com proteína aperfeiçoada que pode proporcionar teor relativamente elevado de proteína, compreendendo de cerca de 0,01 % em peso a cerca de 15 % em peso, ao mesmo tempo em que se emprega opcionalmente uma concentração de carbonatação entre cerca de 0,1 volume de carbonatação (por volume de líquido) a cerca de 6 volumes de carbonatação. De preferência, a proteína é uma proteína como, de preferência, uma proteína de soro de leite, ou outras. A bebida com proteína pode conter suco e/ou aditivo que proporciona incremento de geração de energia. A bebida com proteína pode ser tratada para se inativar micróbios patogênicosna presença ou na ausência de carbonatação, que pode ser usada para proporcionar à bebida sabor e sensação na boca. Tipicamente, o tratamento para a inativação de micróbios patogênicos é realizado no acondicionamento individual usada para armazenamento e manipulação da bebida com proteína. A bebida com proteína pode ser preparada a partir de um concentrado de bebida com proteína, que pode encontrar-se em forma de um concentrado de xarope ou de um concentrado em pó.

Description

"COMPOSIÇÃO DE BEBIDA DE PROTEÍNA, MÉTODO PARAPREPARAR A MESMA, COMPOSIÇÃO DE XAROPE CONCENTRADODE BEBIDA DE PROTEÍNA, COMPOSIÇÃO DE PÓ CONCENTRADODE BEBIDA DE PROTEÍNA, MÉTODOS PARA PREPARAR UMACOMPOSIÇÃO DE XAROPE CONCENTRADO DE BEBIDA DEPROTEÍNA E PARA PREPARAR UMA COMPOSIÇÃO DE PÓCONCENTRADO DE BEBIDA DE PROTEÍNA, BEBIDA DE PROTEÍNA,MÉTODO PARA PREPARAR A MESMA"
PEDIDOS RELACIONADOS
Este pedido é uma continuação-em-parte do pedido de patentedo pedido de patente US. com número de série 11/215.524, depositado em 30de agosto de 2005, e intitulado "Carbonated Protein Drink and Method ofMaking" que está relacionado com o pedido de patente provisional US. comnúmero de série 60/617.146, depositado em 7 de outubro de 2004, eintitulado: "Carbonated Whey Protein beverage" pedido de patenteprovisional US. com número de série 60/648,914, depositado em 31 dejaneiro de 2005, e intitulado: "Carbonated Aqueous Whey Protein beverageand Método of Making Same" e, pedido de patente provisional US. comnúmero de série 60/648.974, depositado em 31 de janeiro de 2005, eintitulado: "Dry Carbonated Whey Protein beverage and Method of MakingSame". Este pedido é um pedido de patente continuação-em-parte pedido depatente US. com número de série 11/373.412, depositado em 10 de março de2006, que é um pedido de patente continuação-em-parte do pedido de patenteUS. com número de série 11/215.524. A prioridade é reivindicada com ospedidos de patentes US. com números de séries 11/215.524 e 11/373.412, quereivindicam prioridade em cada um dos pedidos de patentes provisionaisindicados acima, e cada um destes pedidos de patentes é incorporado aquiintegralmente por referência.
ANTERIORIDADES DA INVENÇÃO
1. Campo da invenção
A presente invenção refere-se a uma bebida com proteína econcentrado de bebida com proteína, e a métodos de preparação da bebidacom proteína e do concentrado de bebida com proteína.
2. Breve descrição da arte anterior
Esta seção descreve matéria-objeto da arte anterior relacionadacom as concretizações reveladas da presente invenção. Não há intenção,expressa ou implícita, de que a arte anterior discutida nesta seção constitualegalmente estado da técnica. Além disso, esta breve descrição não se destinaa descrever plenamente a matéria-objeto desta arte, e o leitor é convidado aexaminar cuidadosamente os fundamentos para melhor compreender o queestá sendo revelado.
Produtos lácteos carbonatados têm sido altamente pesquisados,e diversos tipos diferentes de produtos foram desenvolvidos. Um dosobstáculos mais sérios a serem superados é a produção de uma bebidaaltamente carbonatada em que, por exemplo, o gás de dióxido de carbonodissolvido à temperatura ambiente constitui pelo menos metade do volume doproduto líquido em que se encontra dissolvido sem incorrer em separação ouprecipitação da proteína láctea do líquido durante a fabricação e manuseio, otransporte e armazenamento. Adicionalmente às características demanufaturabilidade e vida-de-prateleira, o sabor de produtos lácteoscarbonatados precedentes pode ter sido geralmente afetado previamente pelotipo de proteínas presentes em combinação com a carbonatação.
Leite contém duas frações de proteína principais, caseína, quepode proporcionar cerca de 80% em peso da proteína total, e proteína de sorode leite, que pode proporcionar cerca de 20% em peso da proteína total. Afração de proteína de soro de leite é a fração de proteína que pode permanecersolúvel quando a fração de caseína é coagulada (como, por exemplo, por meiode enzima ou ácido) e separada como coalho de queijo. Proteína de soro deleite pode incluir diversas frações de proteína, incluindo, por exemplo, β-lactoglobulina, α-lactoglobulina, lactalbumina, imunoglobulinas (como IgGl,IgG2, IgA, e IgM, por exemplo), lactoferrina, glicomacropeptídeos, elactoperoxidase.
Em comparação com a caseína e a soja, proteínas do soropodem ser altamente solúveis. Proteínas do soro podem ser as menos solúveis,tipicamente a cerca de pH 4,5 a cerca de pH 5,5, que pode ser o pontoisoelétrico (o pH em que a carga elétrica pura é zero) para proteína de soro deleite. Em sistemas ácidos superiores com um pH inferior a cerca de 4,5, comoem muitas bebidas carbonatadas, a solubilidade em ácido de proteínas de soropode ser particularmente importante; no entanto, pode ocorrer precipitação deproteína durante o período de misturação quando o pH da proteína de soro deleite, que apresenta tipicamente um pH de cerca de 6 a cerca de 7, passaatravés da zona de pontos isoelétricos. A solubilidade da proteína pode serafetada pelo calor, e, portanto, as temperaturas elevadas experimentadasdurante a pasteurização também podem afetar negativamente a solubilidade ea fluidez resultando em precipitação de proteína ou geleificação.
A proteína de soro de leite pode possui um valor biológicomaior e/ou um escore de aminoácidos corrigido quanto à digeribilidade daproteína (PDCAAS, Protein Digestibility Corrected Amino Acid Seore) doque a caseína. As propriedades físicas de proteínas do soro no trato digestivopodem ser bastante distintas das propriedades da caseína. Caseínas podemformar coalhos no estômago, sendo que referidos coalhos podem ser lentospara deixarem o estômago e sendo que referidos coalhos podem incrementarsua hidrólise antes de entrarem no intestino delgado. Alternativamente,proteínas do soro podem alcançar o jejuno quase que imediatamente; noentanto, sua hidrólise no intestino pode ser mais lenta do que aquela decaseínas, de modo que sua digestão e absorção podem ocorrer numa extensãomaior do intestino.A relação de eficiência de proteína (PER) de uma fonte deproteína mede o ganho em altura de animais jovens por grama de proteínaingerida ao longo de um período determinado. Qualquer proteína queapresentando uma PER de 2,5 é considerada de boa qualidade. A proteína desoro de leite é considerada uma proteína nutricionalmente excelente, porqueapresenta uma PER de 3,2. A caseína tem uma PER de 2,5, enquanto quemuitas proteínas comumente usadas têm uma PER inferior a 2,5, comoproteína de soja (PER 2,2), proteína de milho (PER 2,2), proteína deamendoim (PER 1,8), e glúten de trigo (PER 0,8). A PER superior da proteínade soro de leite pode dever-se em parte ao alto nível de aminoácidos contendoenxofre na proteína de soro de leite. Referido nível mais elevado podecontribuir para a capacidade da proteína do soro incrementar a função imune eo status antioxidante.
A proteína de soro de leite é uma rica fonte de aminoácidos decadeia ramificada (BCAAs, branched chain amino acids), contendo os níveismais elevados conhecidos de qualquer fonte natural de alimento. BCAAs sãoimportantes para atletas porque, diferentemente de outros aminoácidosessenciais, eles são metabolizados diretamente no tecido muscular e são osprimeiros aminoácidos usados durante períodos de exercício e treinamento deresistência. A leucina pode ser importante para atletas e porque podedesempenhar um papel-chave na síntese de proteína do músculo e suporte ecrescimento de músculos magros. Pesquisa sugere que indivíduos que seexercitam beneficiam-se de dietas com alto teor de leucina e podemapresentar mais tecido muscular magro e menos gordura corporal do queindivíduos cuja dieta contém níveis menores de leucina. Isolado de proteínade soro de leite pode apresentar aproximadamente 45% em peso mais deleucina do que isolado de proteína de soja.
A proteína de soro de leite encontra-se disponível em váriasformas, com preparações que podem compreender de cerca de 1% a cerca de99% de proteína de soro de leite. Preparações de proteína de soro de leitepodem encontrar-se em uma forma aquosa criada pela remoção de caseína,mas freqüentemente encontra-se em várias outras formas, como, por exemplo,mas sem limitação, um extrato de proteína de soro de leite, concentrado deproteína de soro de leite, isolado de proteína de soro de leite, ou hidrolisadode proteína de soro de leite.
Concentrado de proteína de soro de leite pode ser preparadoremovendo-se suficiente constituintes não-proteináceos do soro por meio defiltração de membrana, de forma que o produto seco acabado possa serselecionado de modo a conter proteína de soro de leite a uma dadaconcentração que pode compreender de cerca de 25% em peso a cerca de89,9% em peso de proteína.
Isolado de proteína de soro de leite pode ser obtidoremovendo-se suficiente constituintes não-proteináceos de soro por meio defiltração por membrana ou absorção de troca de íons, de forma que ao produtoseco acabado possa conter cerca de 90% em peso ou mais de proteína de sorode leite, e pouca, ou nenhuma, gordura, colesterol, ou carboidratos (p. ex.,lactose). Antes da concentração e secagem por pulverização, o isolado deproteína de soro de leite aquoso pode apresentar uma concentração deproteína de soro de leite de cerca de 1% em peso a cerca de 35% em peso, etambém pode ser substancialmente livre de gordura, colesterol, e carboidratos.
Hidrolisado de proteína de soro de leite é uma preparação deproteína de soro de leite que pode ter sido submetida a digestão enzimáticacom uma enzima de protease ou hidrólise ácida limitada, ou uma quebramecânica de ligações peptídicas para formar peptídeos e polipeptídeosmenores. A concentração de proteína do hidrolisado de proteína de soro deleite pode ser dependente do material de partida. Por exemplo, um hidrolisadode proteína de soro de leite preparado a partir de 80% em peso de concentradode proteína de soro de leite pode apresentar uma concentração de 80% empeso de proteína, e um hidrolisado de proteína de soro de leite preparado apartir de 90% em peso de isolado de proteína de soro de leite pode apresentamuma concentração de 90% em peso de proteína. Nem todas as proteínas desoro hidrolisadas podem comportar-se de maneira similar em uma formulaçãoalimentícia, e, assim, uma proteína de soro de leite hidrolisada pode não serintercambiável com outra. As propriedades funcionais e biológicas doshidrolisados de proteína de soro de leite podem variar dependendo de fatores,como grau de hidrólise e sendo que referida enzima protease é usada parahidrólise.
Embora a hidrólise da proteína de soro de leite possa levar asolubilidade incrementada, ela também pode impactar negativamente sobre osabor. Proteína de soro de leite apresenta tipicamente um sabor fresco eneutro que pode permitir ser incluída em outros alimentos sem afetaradversamente o sabor. No entanto, hidrólise de proteína de soro de leite poderesultado em um sabor muito amargo, que pode determinar um limita práticosobre a quantidade de hidrolisado de proteína de soro de leite que pode serusada em um produto alimentício. Portanto, uma bebida altamente de proteínapreparada com hidrolisado de proteína de soro de leite pode requerer umagrande quantidade de adoçantes, ou agentes mascadores do sabor amargo parasobrepujar o sabor amargo. No entanto, uma grande quantidade de adoçantedo tipo referido pode não ser desejável para muitos consumidores, ou o saborresidual amargo da bebida altamente de proteína pode ser difícil ouimpossível de mascarar em grau satisfatório para algumas aplicações.
Proteína de soro de leite contém todos os aminoácidosessenciais, e, portanto, é uma fonte de proteína completa, de alta qualidade,sendo que completa significa que a proteína de soro de leite contém todos osaminoácidos essenciais para o crescimento de tecidos do corpo. Como aproteína de soro de leite pode ser obtida em formas contendo pouca gordura ecarboidratos, ela pode ser um fonte particularmente valiosa de nutrição paraatletas e para indivíduos com necessidades médicas especiais (p. ex.,indivíduos intolerantes à lactose), e pode ser um componente valioso de umprograma de dieta. Adicionalmente, como a proteína de soro de leite podeconter proteínas biologicamente ativas, como as imunoglobulinas,lactoperoxidase, e lactoferrina, proteína de soro de leite pode proporcionarvantagens relativamente a outras fontes de proteína, como proteína de soro deleite.
Em um esforço para incrementar a disponibilidade e uso deproteína de soro de leite, realizou-se esforços para incluir bebidas de proteínade soro de leite entre bebidas de proteína láctea correntemente disponíveis.Em particular, realizou-se esforços para incluir proteína de soro de leite comouma fonte de proteína em bebidas carbonatadas. Infelizmente, o processo decarbonatação pode resultar geralmente em desestabilização da proteína desoro de leite, resultando em problemas de espumação e/ou geleificação emdeterminadas condições. Como um resultado, a quantidade de proteína desoro de leite que foi incluída em bebidas carbonatadas foi severamentelimitada.
Um artigo de V. H. Holsinger em Adv. Exp. Med. BioL 1978;105:735-47, intitulado: "Fortification of soft drinks with protein firam cottagecheese whey" [Fortificação de refrigerantes com proteína de soro de leite dequeijo cottage], descreve a preparação de concentrados de proteína de soro deleite de queijo cottage que apresentam a solubilidade, estabilidade, e aromapara torná-los vantajosos para fortificação de refrigerantes e produtosrelacionados. Afirma-se que bebidas carbonatadas preparadas comingredientes convencionais de bebidas e contendo até 1% em peso, da bebidatotal, de adição de proteína de soro de leite conservam a transparência, cor, esabor durante 203 dias de armazenamento à temperatura ambiente. Afirma-seque soluções de proteína a 1% em um pH de 2-3,4 não são prejudicadas poraquecimento durante 6 horas a 80 graus (sem especificar°C ou°F), porémafirma-se que ocorreu alguma alteração estrutural, porque se afirma que, emmédia, 37% da proteína precipitaram-se quando do deslocamento do pH para-4,7.
Agentes turvadores ou agentes formadores de creme úteis parabebidas não-carbonatadas ou carbonatadas, particularmente tipos ácidosencontram-se descritos na Patente US n° 4.790.998, concedida para MarshaSchwartz em 13 de dezembro de 1988, e intitulada: "Beverage Cloud BasedOn A Whey Protein-Stabilized Lipid" [Turbidez de bebida com base em umlipídio estabilizado de proteína de soro de leite]. A composição de substânciadescrita compreende um lipídeo estabilizado com proteína de soro de leiteemulsificado em uma solução aquosa ácida. Afirma-se que as característicasimportantes do lipídeo estabilizado com proteína de soro de leite patenteadoincluem o equilíbrio do sistema lipídico, o uso de proteína de soro de leite eem níveis de pH inferiores a 4,5, e aquecimento e homogeneização da soluçãopara se obter estabilidade da emulsificação com ácido. Afirma-se que todos osingredientes são naturais, i.e., não-modificados com relação à formaencontrada tipicamente na natureza.
Um resumo russo por Kudryavtseva et ah, em MolochnayaPromyshlennost 1981; 5: 45-46, com um título traduzido para o inglês de:"Carbonated whey beverage" [Bebida de soro carbonatada], descrevevagamente um método para a fabricação de uma bebida carbonatadaenvolvendo as seguintes etapas principais: filtração de soro de tvorog [n.t.:um tipo de queijo de fazendeiro russo] contendo menos de 1,5% de proteína e-0,2% de gordura e com uma acidez titulável inferior a 75 graus Thorner,mantendo-se isto durante um dia a de 6 a 8°C, aquecimento a de 90-95°C econservação durante 15 minutos, resfriamento a 60°C, centrifugação, adiçãode ingredientes não indicados, resfriamento a de 4 a 6°C e injeção de CO2. Oresumo sugere então que o produto pode ser envasado em frascos de pescoçoestreito e fechado com fechos de rolha e coroa. Armazenamento subseqüenteé de, pelo menos, 8°C.
Tvorog é um queijo macio russo de fazenda. Tvorog épreparado comumente deixando-se leite cru azedar naturalmente. No entanto,ele também pode ser preparado coalhando-se leite cru por meio de adição deuma cultura bacteriana de partida ou de um ácido. Uma vez coalhado, otvorog pode ser filtrado para separar os coalhos de tvorog do soro de tvorog,que contém tipicamente proteína de soro de leite, gordura e lactose.
A Patente US n° 4.804.552 para Ahmed et al, concedida em 14de fevereiro de 1989, e intitulada: "Carbonated Liquid Dairy Product andMethod of Production Thereof' [Produto lácteo líquido carbonatado e métodode produção do mesmo] descreve um método de carbonatar um produto lácteolíquido a um nível de "pelo menos" 1,5 volume de dióxido de carbonodissolvido em 1,0 volume de produto lácteo líquido, sem desestabilizar oproduto lácteo líquido. O produto lácteo líquido é aquecido a uma temperaturade pelo menos 160°F (71°C) durante um tempo não superior a 30 minutos,com o que a proteína láctea indígena e a cinza ali contida são, pelo menos,parcialmente desnaturadas. O produto lácteo líquido desnaturado é entãoresfriado a uma temperatura inferior a cerca de 5O0F (10°C). O líquidoresfriado é então submetido a dióxido de carbono pressurizado paracarbonatar o produto lacto e para proporcionar sabor e sensação na boca. Oproduto é então embalado em recipientes fechados capazes de retersubstancialmente o grau de carbonatação. Afirma-se que o produto lácteocarbonatado é tamponado a um pH de pelo menos 4,0 enquanto é altamentecarbonatado, mas não desestabilizado.
A Patente US n° 6.403.129, para Clark et al., concedida em 11de junho de 2002, e intitulada: "Carbonated Fortified Milk-Based Beverageand Method Of Making Carbonated Fortified Milk-Based Beverage For TheSupplementation Of Essential Nutrients In The Human Diet" [Bebidacarbonatada à base de leite fortificado e método de preparar bebidacarbonatada à base de leite fortificado para a suplementação de nutrientesessenciais na dieta humana], revela soluções de bebida carbonatada fortificadaláctea ou não láctea que fornecem nutrientes na dieta humana. Afirma-se quea bebida descrita possui carbonatação para incrementar o sabor, melhorar ocorpo e a sensação na boca e auxiliar na estabilização da proteína do leite,como lactalbumina e caseína.
A Patente US n° 6.761.920 para Jeffrey Kaplan, concedida em13 de julho de 2004, e intitulada: "Process For Making Shelf-StableCarbonated Milk Beverage" [Processo para a preparação de bebida lácteacarbonatada com estabilidade de prateleira], descreve uma bebida de produtode leite carbonatado ou aerado usando-se um método que incluipreaquecimento, tratamento com ultra-calor pressurizado, subseqüentecarbonatação com um gás ou gases sob pressão, e embalagem em umrecipiente. O método de produzir o produto de leite carbonatado comestabilidade de prateleira compreende injetar gás de dióxido de carbono sobpressão ou uma mistura de gases no produto de leite a uma temperatura baixainferior a 10 graus centígrados, e a pressão elevada de 50 kPa a 200 kPa. Emum processo típico, o produto de leite é pré-tratado com calor a umatemperatura de 80°C a 138°C, seguido de tratamento com ultra-calor de cercade 138°C a cerca de 150°C em um tanque, onde é mantido a uma pressão de700 kPa ou uma pressão apropriada. A carbonatação pode ser obtida por meiode injeção direta de gás de dióxido de carbono purificado, esterilizado, em umreceptáculo de reservatório, ou pode ser injetado em-linha. De preferência, oprocesso de carbonatação é realizado a 2°C ±14°C. Em seguida, o líquidocarbonatado é transferido para um tanque reservatório, onde é mantido a umapressão de 450 kPa e uma temperatura de 2°C a 6°C.
Na patente 6.761.920 afirma-se que, se por alguma razão, aquantidade de carbonatação do produto de leite tratado pré-aquecido comultra-calor for insuficiente, o produto pode ser redirecionado parareprocessamento através do carbonatador em uma alça de retorno até umtanque reservatório para ser re-pasteurizado dentro da especificação. Apóscarbonatação, o produto é conduzido até uma estação de embalagem paraacondicionamento em recipientes estéreis. Afirma-se que o pH do produto émantido, de preferência, em de 4,0 a 5,7 durante as operações de embalagem,dependendo do produto. Após a embalagem do produto de leite emrecipientes individuais, afirma-se que o leite pode ser esterilizadoadicionalmente por meio de radiação não-tóxica ou de pasteurização, noentanto não se proporciona qualquer descrição que ensine como isto poderiaser realizado.
Leite e produtos à base de leite podem proporcionar umambiente excelente para o crescimento e a propagação de um amplo espectrode microorganismos. Pasteurização, por meio de aplicação de calor duranteum período específico, tem sido o método tradicional usado há mais de 100anos para prevenir ou reduzir o crescimento de microorganismos eincrementar a vida-de-prateleira do leite e de produtos à base de leite. Apasteurização pode não matar todos os microorganismos no leite e produtoslácteos. No entanto, ela pode reduzir seus números, de modo que poucoprovavelmente ocorrerão doenças nas pessoas que consumem esses produtos.Produtos lácteos não-estéreis, incluindo produtos lácteos pasteurizados,apresentam tipicamente uma vida-de-prateleira que é limitada a um curtoperíodo de tempo, como de algumas poucas semanas, devido à degradação docrescimento de microorganismos que sobreviveram à pasteurização ou queforam introduzidos por meio de pós-processamento de contaminaçãomicrobiana.
O método de pasteurização tradicional tem sido apasteurização em tina, que envolve o aquecimento dos ingredientes líquidosem uma grande tina ou tanque durante pelo menos 30 minutos. Tem-sedesenvolvido variações dos métodos de pasteurização tradicionais, comopasteurização a alta temperatura durante um curto período (HTST, hightemperature short time), processamento de ultra pasteurização (UP)5 epasteurização a temperatura ultra elevada (UHT, ultra high temperature).Estas variações do método de pasteurização tradicional usam temperaturasmais elevadas durante períodos mais curtos, e podem resultar em vidas-de-prateleira incrementadas que podem exceder 3 meses sem refrigeração. Noentanto, independentemente do método de pasteurização usado,freqüentemente pode ser necessário usar estabilizadores e conservantes paraaperfeiçoar a estabilidade de produtos pasteurizados.
Processamento térmico por meio de qualquer método depasteurização pode apresentar efeitos prejudiciais sobre as propriedadesorganolépticas e nutricionais do leite e de produtos à base de leite. Assim,pode haver uma necessidade de mais métodos não-térmicos para estender avida-de-prateleira, que não diminuirão ou alterarão significativamente aspropriedades organolépticas e nutricionais do leite e produtos à base de leite.
Uma alternativa à pasteurização pode ser processamento a altapressão (HPP, high pressure processing), que pode ser especificamentevantajosa para alimentos com elevado teor de ácido. HPP é um método deprocessamento de alimentos em que produtos alimentícios podem serexpostos a pressões elevadas, na presença ou ausência de calor, para inativarmicroorganismos. O HPP também pode ser conhecido como processamento aalta pressão hidrostática (HPP) e processamento a pressão ultra-elevada(UHP, ultra high-pressure processing).
HPP não-térmica pode ser usada para estender a vida-de-prateleira do leite e de produtos à base de leite sem alterar prejudicialmente aspropriedades organolépticas e nutricionais destes produtos. HPP não-térmicapode eliminar a degradação térmica, e pode permitir a conservação decaracterísticas "frescas" de alimentos. Vidas-de-prateleira similares àquelas deprodutos pasteurizados podem ser obtidas com HPP.O HPP de um produto de leite ou à base de leite pode serobtido colocando-se o produto em um recipiente no interior de um vaso depressão enchido com água (ou outro fluido transmissor de pressão), fechando-se o vaso, e aumentando-se a pressão exercida sobre o recipiente por meio debombeamento de mais água no vaso de pressão com um intensificador depressão externo. A pressão elevada pode ser mantida durante um período detempo específico, depois pode ser diminuída. Níveis de pressão de cerca de600 MPa a 25°C podem ser suficientes, tipicamente, para inativar formasvegetativas de microorganismos, como patógenos não formadores de esporos,bactérias vegetativas, levedura e mofos.
HPP é explicado de forma mais detalhada na Patente US n°6.635.223 B2 para Maerz, concedida em 21 de outubro de 2003, intitulada"Método para inativar microorganismos usando processamento a alta pressão"em que se revela um método para inativar microorganismos em um produtoque usa processamento a alta pressão. O método envolve as etapas de embalaro produto em um recipiente flexível, aquecer o produto a uma temperaturapreviamente pressurizada, submeter o produto a uma a uma temperaturapressurizada durante um determinado período de tempo; e reduzir a pressãoapós referido período de tempo. O método também pode compreender umaetapa adicional de submeter o produto a uma quantidade predeterminada deoxigênio durante um determinado intervalo de tempo. Estes métodos podemser aplicados em produtos alimentícios, cosméticos ou farmacêuticos.
Dióxido de carbono (CO2), um componente naturalmenteocorrente no leite bruto, que diminui à medida que o leite bruto é exposto aoar ou é pasteurizado, é conhecido por possuir propriedades antibacterianas.CO2 resulta em dano mínimo aos alimentos. Portanto, ele é um agentevantajoso para inibir microorganismos contra a degradação de alimentos.Correntemente, há pelo menos três mecanismos gerais conhecidos por meiodos quais o CO2 inibe microorganismos. Estes mecanismos, delineadosresumidamente abaixo, são discutidos mais detalhadamente em um artigo deJ. H. Hotchkiss et al, em Comprehensive Reviews in Food Science and FoodSafety 2006; 5: 158-168, intitulado: "Adição de dióxido de carbono a produtoslácteos para melhorar a qualidade: uma revisão abrangente".
Um mecanismo por meio do qual CO2 pode inibir crescimentomicrobiano pode ser simplesmente por meio do deslocamento de O2 por CO2.Outro mecanismo por meio do qual CO2 pode inibir crescimento microbianopode ser a diminuição do pH do alimento por meio da dissolução de CO2 eformação de ácido carbônico na fase aquosa do alimento via as seguintesreações de equilíbrio: H2O + CO2 <-> H2CO3 ^H+ + HÓ03" <-> 2H* + CO32".O terceiro mecanismo por meio do qual CO2 pode inibir crescimentomicrobiano é via o efeito direto do CO2 no metabolismo de microorganismos.
Este mecanismo mencionado por último, o efeitoantimicrobiano direto do CO2 no metabolismo de microorganismos, pode sero resultado de alterações na fluidez de membrana devido à dissolução do CO2,reduções no pH intracelular, e inibição direta das vias metabólicas, incluindoreações de descarboxilação e replicação de DNA. CO2 é bastante lipofílico, oque pode permitir-lhe concentrar-se na membrana lipídica de bactérias, oupassar através da membrana lipídica e concentrar-se no pH intracelular quediminui células bacterianas. CO2 também pode interferir diretamente comprocessos enzimáticos requeridos dentro de microorganismos, comoexpressão gênica.
O pedido de patente européia publicado EP 0812544 A2 deHenzler et al, publicado em 17 de dezembro de 1997, intitulado "Método parapreparar produtos lácteos apresentando vida-de-prateleira incrementada",descreve um método para preparar produtos lácteos apresentando vida-de-prateleira incrementada por meio da incorporação de CO2 em referidosprodutos, compreendendo contatar um fração de leite fluida de um produtoalimentício lácteo com CO2, misturar a fração de leite fluido e CO2 em umasolução, e submeter a solução a condições suficientes para atingir um estadosólido entre a fração de leite fluido e CO2 dissolvido. Afirma-se que o métodopatenteado é adaptado para produtos lácteos para consumo de uma amplavariedade, aumentando-se a vida-de-prateleira a cerca de 45 a cerca de 60dias.
A interação entre HPP e CO2 e seus efeitos sobre enzimas emicroorganismos causadores de degradação de alimentos foram descritos porCorwin e Shellhammer em Journal of Food Science 2002; 67: 697-701,intitulado "Combinação de dióxido de carbono e inativação a alta pressão depectina metilesterase, polifenol oxidase, Lactobacillus plantarum eEscherichia coli". As enzimas estudadas foram pectina metilesterase (PME) epolifenol oxidase (PPO) e os microorganismos estudados foram Lactobacillusplantarum ATCC 8014 (L. plantarum), uma bactéria Gram positiva, não-formadora de esporos, produtora de ácido láctico, tolerante a ácido, eEscherichia coli Kl2 (E. coli), uma bactéria Gram negativa, não-formadora deesporos, sensível a ácido. O objetivo do estudo foi o de determinar o efeito doCO2 sobre o aumento da eficácia do processamento com pressão para inativarenzimas e microorganismos. CO2 foi adicionado aproximadamente a 0,2% emmol a soluções processadas a de 500 a 800 MPa para inativar adicionalmentePME, PPO, L plantarum, e E. coli. Verificou-se uma interação significativaentre CO2 e pressão a 250C e 5O0C para PME e PPO, respectivamente.Afirma-se que a atividade de PPO diminui com o CO2 em todos ostratamentos com pressão. Afirmou-se que a sobrevida de L. plantarumdiminui com a adição de CO2 a todas as pressões, e a combinação de CO2 ealta pressão apresentou uma interação significativa. Afirmou-se que CO2 nãotem um efeito significativo sobre a sobrevida de E. coli sob pressão.
As Patentes US n°. 6.835.402 Bl e 6.866.877 B2 para Clark etal, concedidas em 28 de dezembro de 2004 e 15 de março de 2005,intituladas, respectivamente: "Carbonated Fortified Milk-Based Beverage andMethod For Suppressing Bacterial Formation In The Beverage" [Bebidacarbonatada à base de leite fortificada e método de suprimir a formaçãobacteriana na bebida] e "Carbonated Fortified Milk-Based Beverage andMethod For Suppressing Bacterial Growth In The Beverage" [Bebidacarbonatada à base de leite fortificada e método para suprimir crescimentobacteriano na bebida], descrevem soluções de bebidas carbonatadasfortificadas lácteas ou não-lácteas que, afirma-se, fornecem nutrientesessenciais na dieta humana. Adicionalmente à descrição da composição deuma bebida, as patentes revelam um método de usar carbonatação parareduzir a contagem e reduzir a degradação de nutrientes essenciais em bebidasà base de leite com ou sem pasteurização. Em uma concretização, adicionou-se CO2 em pré-pasteurização para eliminar ou reduzir efetivamente ocrescimento de colônias bacterianas na bebida e reduzir a degradação denutrientes, caso de use pasteurização de UHT. Caso se adicione CO2 em pré-pasteurização, afirma-se que CO2 precisa ser reintroduzido, porque apasteurização dissemina a maior parte do CO2 presente. Isto é realizado pormeio de adição em-linha de CO2 após a temperatura da bebida ser reduzida acerca de 185°F (85°C) a 215°F (IOl0C) a cerca de 40°F (4,4°C). Afirma-seque a concentração de CO2 no produto final é, de preferência, de cerca de 500ppm a cerca de 3.000 ppm. Afirma-se que 1.000 ppm é de cerca de 0,5volume de carbonatação por volume de solução de bebida líquida, de modoque o produto final contém cerca de 0,25 volumes a cerca de 1,5 volumes dedióxido de carbono por volume de solução de bebida líquida. Afirma-se queeste método aumentou a vida-de-prateleira da bebida em 10 dias a mais de 75dias sem refrigeração.
A Patente US n° 7.041.327 B2 para Hotchkiss et ai, concedidaem 9 de maio de 2006, intitulada "Dióxido de carbono como um auxiliar napasteurização", descreve processos para inibir ou reduzir o crescimento debactérias de outros patógenos em um líquido por meio de adição de CO2 nolíquido, e inativar termicamente as bactérias e outros patógenos, de forma queo CO2 acentua o processo de inativação térmica. Afirma-se que o processo éaplicável numa ampla variedade de fluidos, líquidos, semi-sólidos e sólidos.Antes de, ou simultaneamente com, inativação térmica, adiciona-se CO2 aoproduto por meio de aspersão ou borbulhamento, de preferência, para se obterde cerca de 400 a 2000 ppm. Neste nível de CO2, afirma-se que a quantidadede morte microbiana que ocorre durante o aquecimento em um processonormal de pasteurização (HTST) é incrementada em de 10% a 90%relativamente à inativação térmica sem a adição de CO2 antes da etapa deinativação térmica. Afirma-se que, após o completamento do processo deinativação térmica, o CO2 livre é removido.
Um tipo de produto lácteo carbonatado para o qual há umademanda crescente é um produto lácteo carbonatado que proporciona teoreselevados de suco e teores elevados de proteína. O problema da precipitação deproteína e da separação durante a fabricação, transporte, e armazenamento,discutido acima para uma bebida com alto teor de proteína e altamentecarbonatada, pode ser constituído quando a bebida contém um componenteadicional, como suco. Conhece-se métodos na arte para tentar superar aprecipitação da proteína de bebidas de sucos. No entanto, a maior parte destesmétodos envolve o uso de estabilizadores.
É possível adicionar fibras ou outros carboidratos como umagente estabilizador de proteína, como pectina, goma de celulose, gomaxantano, goma arábica, carragenano, goma guar, dextrina, monoidrato dedextrose, e polidextrose. Embora estabilizadores possam auxiliar a prevenirprecipitação de proteína, eles podem ter a desvantagem de aumentar aviscosidade da bebida devido a reticulação com cátions de cálcionaturalmente presentes. Esta viscosidade incrementada pode ser indesejávelporque pode levar a uma bebida apresentando Jfracas propriedadesorganolépticas para, pelo menos, algumas aplicações. A faixa de quantidadede estabilizador que pode ser usada pode ser bastante estreita. Por exemplo, auma concentração de pectina abaixo de 0,06% em peso, a sedimentação podeser um problema significativo, enquanto que, acima disto, a viscosidade dabebida pode ser indesejavelmente elevada. A quantidade ideal de estabilizadorprecisa ser determinada experimentalmente para cada fórmula de bebida, epode precisar ser ajustada de uma batelada para a seguinte. Assim, umafórmula de bebida que não inclui um estabilizador de proteína, mas que gerauma bebida com boa solubilidade de proteína é desejável para muitasaplicações.
A patente do Reino Unido GB 2.335.134 para Burke,publicada em 19 de junho de 2002, intitulada: "A beverage" [Uma bebida],revela uma bebida carbonatada compreendendo: de 5 a 20% em peso de sucode fruta; carboidrato em uma quantidade de 2 a 6 gramas por 100 mililitros; eum hidrolisado de proteína de soro de leite solúvel em uma quantidade de 5 a20 gramas por litro; a bebida contendo dióxido de carbono em umaquantidade de 4 a 6 gramas por litro e apresentando um pH inferior a 3,5. OpH é ajustado com ácido cítrico e ácido málico. A precipitação de proteína éevitada alegadamente ajustando-se a quantidade e a natureza do carboidratousado. Afirma-se que a fonte de carboidrato e, da forma mais preferível,monoidrato de dextrose.
A Patente US n° 7.101.585 B2, para Shen et al., concedida em5 de setembro de 2006, intitulada: "Ultra High Pressure HomogenizationProcess for Making a Stable Protein Based Acid Beverage" [Processo dehomogeneização a pressão ultra-elevada para a preparação de uma bebidaácida à base de proteína estável] descreve um processo para preparar umasuspensão estável de uma bebida ácida, sendo que um agente estabilizador deproteína hidratada (A) e um material aromatizante (B) são combinados comouma pré-mistura (I) e combinados com uma calda de um material de proteínahomogeneizado (C) ou uma pré-mistura homogeneizada (II) de um agenteestabilizador de proteína hidratada (A) e uma calda de um material deproteína (C) para formar uma mistura e pasteurizar e homogeneizar a mistura.A homogeneização da mistura é realizada em dois estágios compreendendoum estagio de alta pressão de 8000 - 30.000 libras por polegada quadrada[3600 - 13.500 kg/6,45 cm2] e um estágio de baixa pressão de 300 - 1.000libras por polegada quadrada [135 - 450 kg/6,45 cm2]. A composição debebida ácida tem um pH de 3,0 a 4,5. Esta bebida contém suco, mas não écarbonatada. Adiciona-se pectina como um estabilizador.
Pedido de Patente Publicado US. 2003/0099753 Al de Yang,publicada em 29 de maio de 2003, descreve uma composição de bebida à basede suco de fruta contendo uma proteína selecionada do grupo que consiste deisolado de proteína de soro de leite e uma combinação de isolado de proteínade soro de leite e hidrolisado de proteína de soro de leite; um carboidratoselecionado do grupo que consiste de sacarose, frutose, xarope de milho comalto teor de frutose 42 (HFCS, high fructose com syrup, 42), HFCS 55,combinação de sacarose, frutose, HFCS 42, e HFCS 55, e combinações demaltodextrina com outro carboidrato selecionado do grupo que consiste desacarose, frutose, HFCS 42, e HFCS 55; um ácido comestível selecionado dogrupo que consiste de ácido cítrico, ácido fosfórico, combinações de ácidocítrico e ácido fosfórico, e combinações de ácido málico com outro ácidocomestível selecionado do grupo que consiste de ácido cítrico e ácidofosfórico; suco de fruta ou combinações de sucos de frutas; diversas vitaminase minerais; e fibras opcionais e aromas e um processo para a preparação dereferida composição. Afirma-se que a composição contendo os ingredientesacima é transparente, tem um pH de cerca de 4,0 ou menos, e apresenta umaviscosidade inferior a cerca de 40 centipoises. Usa-se agentes estabilizadoresde proteína, incluindo pectina.
A Patente US n° 4.478.858 para Dahlen et al., concedida em23 de outubro de 1984, intitulada: "Protein containing fruit drink and processfor the manufacture thereof' [Bebida de fruta contendo proteína e processopara a fabricação da mesma], revela uma proteína contendo bebida de suco defruta compreendendo uma porção de suco de fruta de 10-85% contendo umaporção de suco cítrico, uma porção de material de leite cru de 90-15% empeso em que a porção de leite cru compreende proteínas de soro em umaquantidade de 0,5-10% em peso do produto acabado, e, como um adoçante,uma lactose hidrolisada, preparada de lactose substancialmente purapreparada de soro ou de um permeado de ultrafiltração de leite ou soro,contendo lactose pura e derivado de galactose, que, alegadamente, atua comoum ligante da proteína, mesmo em bebidas de frutas contendo uma porção desuco cítrico. A bebida de fruta pode ser fabricada numa forma concentrada apartir de um concentrado de proteína, suco de fruta concentrado e/ou aromasde frutas e uma lactose hidrolisada concentrada. É possível adicionar umestabilizador contendo polissacarídeo ao concentrado.
Como se ilustra acima, há uma variedade de fatores diferentesque precisam ser, ou, pelo menos, podem ser, considerados nodesenvolvimento de uma bebida de fruta e proteína carbonatada. Pelo menosuma das referências parece ensinar o oposto relativamente à outra comrelação a, entre outros, 1) as concentrações de proteína que podem ser usadasem uma bebida carbonatada com proteína, 2) a quantidade de carbonataçãoque pode ser usada (e ainda permitir uma bebida com estabilidade-de-prateleira), e 3) o pH em que diversas bebidas carbonatadas contendo proteínaapresentam estabilidade-de-prateleira.
Também há uma falta de detalhes considerável nas etapas dométodo de processamento descrito em, pelo menos, algumas das referênciasprecedentes, na medida em que alguém com prática na arte pode não sercapaz de produzir uma bebida carbonatada com proteína desejada apósexperimentação, considerando a descrição. A inativação de micróbios, comopor meio de processamento térmico, após carbonatação da bebida pode ser umproblema para, pelo menos, algumas aplicações, requerendo subseqüente"recarbonatação" para assegurar que a bebida apresente um sabor e sensaçãona boca apropriados.
DESCRIÇÃO DETALHADA DE DETERMINADASCONCRETIZAÇÕES
Como um prefácio da descrição detalhada, deveria-se observarque, como usado nesta descrição e nas reivindicações anexas, as formassingulares "um", "uma", e "o/a" incluem referentes plurais, exceto se ocontexto o indicar claramente de outra forma.
Os termos "cerca de" e "aproximadamente" como usados aqui,indicam que a precisão do valor nominal apresentado é de ±10%.
A composição de bebida com proteína das concretizaçõesdivulgadas da presente invenção, produzidas usando-se o método descritoabaixo, proporciona um elevado teor de proteína (relativamente às bebidaspreviamente descritas) sendo que a quantidade de carbonatação também podeser elevada. Adicionalmente, embora a bebida com proteína possa ser tratadacom calor para inativar micróbios, o produto final apresenta estabilidade-de-prateleira ao armazenamento que é inesperadamente longa para um produtodo tipo referido.
Nós desenvolvemos uma bebida com proteína aperfeiçoadaque contém uma elevada concentração de proteína em comparação comconcentrações de proteínas de bebidas previamente conhecidas na indústria. Aconcentração típica de proteína compreende de cerca de 0,01% em peso acerca de 15% em peso, mais tipicamente a concentração de proteínacompreende de cerca de 2% em peso a cerca de 15% em peso, sendo que aconcentração mais típica compreende de cerca de 5% em peso a cerca de 8%em peso.
Em uma concretização, a proteína é substancialmente livre decaseinato. Tipicamente, a proteína substancialmente isenta de caseinato éproteína de soro de leite, do tipo previamente descrito aqui. Em algumasconcretizações, a proteína substancialmente isenta de caseinato podeapresentar algum caseinato ou pode ser uma proteína de soro de leite quepode ser derivada de isolado de proteína de soro de leite ou concentrado deproteína de soro de leite, embora seja possível usar outras preparações deproteína de soro de leite, como, por exemplo, mas sem limitação, um extratode proteína de soro de leite ou um hidrolisado de proteína de soro de leite. Oisolado de proteína de soro de leite pode ser tipicamente um isolado seco deproteína de soro de leite, com uma concentração de proteína de soro de leitede cerca de 90% em peso ou mais de proteína, ou um isolado aquoso deproteína de soro de leite, com uma concentração de proteína de soro de leitede cerca de 1% em peso a cerca de 40% em peso. O concentrado de proteínade soro de leite pode ser tipicamente um concentrado seco de proteína de sorode leite com uma concentração de cerca de 25% em peso a cerca de 89,9% empeso de proteína. Também pode ser vantajosa uma forma aquosa de soro.Adicionalmente, o teor total de proteína pode ser incrementado por meio daadição de misturas de proteínas, como proteína de soro de leite e outrasproteínas, como proteínas de soja.
Proteína de soro de leite é uma fração de proteína obtida deleite mamífero. Proteína de soro de leite comercialmente obtenível é derivadatipicamente do leite de vacas; contudo, proteína de soro de leite pode serderivada do leite de qualquer mamífero, como, por exemplo, mas semlimitação, o leite de cabras, ovelhas, búfalos, camelos, ursos negros, lhamas,cervos, cangurus, porcos, cães, coelhos, elefantes, golfinhos, asnos, cavalos,focas, ou humanos. Alternativamente, proteína de soro de leite pode serpreparada por meio de tecnologia de DNA recombinante, usando-se técnicasde biologia molecular comumente conhecidas na arte.
Em outras concretizações, a proteína pode ser qualquerproteína comestível, diferente da proteína de soro de leite, como, porexemplo, mas sem limitação, caseína, lactalbumina, albumina do soro,glicomacropeptídeo, proteína de soja, proteína de arroz, proteína de ervilha,proteína de canola, proteína de trigo, proteína de cânhamo, zeína, proteína delinhaça, proteína de clara de ovo, ovalbumina, proteína de gelatina, ouqualquer combinação das mesmas.
Em outra concretização, a proteína é uma combinação de umaproteína de soro de leite, do tipo previamente descrito aqui, e uma proteínacomestível, diferente de proteína de soro de leite, como, por exemplo, massem limitação, caseína, lactalbumina, albumina do soro, glicomacropeptídeo,proteína de soja, proteína de arroz, proteína de ervilha, proteína de canola,proteína de trigo, proteína de cânhamo, zeína, proteína de linhaça, proteína declara de ovo, ovalbumina, ou proteína de gelatina.
Em qualquer uma das concretizações acima, usando-se maproteína seca, como, por exemplo, uma proteína de soro de leite seca (p. ex.,isolado ou concentrado) ou uma proteína de soro de leite seca, sendo que aproteína seca pode ser hidratada com água para preparar uma solução deproteína aquosa. Tipicamente, o pH da proteína aquosa (isolado, concentrado,ou hidratado) pode ser ajustado com um agente ajustador de pH apropriadopara equiparar-se ao pH da composição de bebida antes da misturação daproteína com a composição de bebida.
Embora não desejando ater-nos a qualquer presente teoria de ação, acredita-se presentemente que diminuindo o pH da proteína de soro deleite aquosa antes da adição da composição de bebida, obtém-se uma bebidacom proteína com propriedades organolépticas superiores, ao prevenir ou,pelo menos, reduzir muito a precipitação e a geleificação da proteína àmedida que esta passa através da zona de pontos isoelétricos. Acredita-se quebebidas do estado da técnica não tentaram mover rapidamente ao pH final epermitiram à composição permanecer por tempo demais a baixastemperaturas no ponto isoelétrico, ou próximo deste, permitindo com isto quemuito ou todo o material se precipite. Com a descoberta dos inventores de queeste estado transiente de baixa solubilidade pode ser atravessado antes doinício da precipitação, praticantes podem facilmente tornar estas bebidastransparentes por meio de testes mínimos.
Proteínas de soro apresentam uma elevada capacidade detamponamento, e, com isto, esta etapa de ajuste de pH tende a prevenir que aproteína de soro de leite venha a tamponar os ácidos da bebida. Pode sernecessário um ajuste mínimo de pH, ou nenhum ajuste de pH, se a proteínasoro for acidificada antes de se secada. Nós determinamos que Inpro 90HS™, isolado de proteína de soro de leite a 90% e estável ao calor, quandoreconstituídos como uma solução aquosa a 10% apresenta um pH de 2,9 a 3,3.Este material é disponível junto à Vitalus Nutrition, Inc. de Abbotsford,British Columbia, V4X 2N1, Canadá.
A concentração típica de suco na bebida acabada compreendede cerca de 0% em peso a cerca de 100% em peso, mais tipicamente aconcentração de suco compreende de cerca de 0% em peso a cerca de 98% empeso, sendo que a concentração mais típica compreende de cerca de 15% acerca de 25% em peso. Tipicamente, a fonte de suco pode ser suco de fruta,suco de legumes, ou uma combinação dos mesmos, e pode ser adicionada aotodo, como um líquido, um concentrado líquido, um purê, ou em outra formamodificada contendo um ou mais componentes de suco. Mais tipicamente, osuco pode ser despectinizado, sendo que a maior parte das pectinas foiremovida por meio de digestão enzimática, cromatografia, precipitação, oupor meio de qualquer outro método de despectinização de suco. Um métodopor meio do qual o suco pode ser despectinizado é por meio de tratamentocom enzima pectinase, como descrito detalhadamente na Patente US n°6.620.452 BI. Um suco despectinizado pode ser tipicamente um suco com umteor de pectina de cerca de 0,05% em peso a cerca de 0,25% em peso.
É possível usar um suco de fruta simples, um suco de legumesimples, misturas de sucos de frutas, misturas de sucos de legumes, oumisturas de sucos de frutas e de legumes. Exemplos de alguns dos muitossucos específicos que podem ser usados podem incluir suco de brotos dealfafa, maçãs, abricós, abacates, brotos de bambu, bananas, feijões, brotos defeijões, beterrabas, bagas de todos os tipos, repolho, cenouras, aipo, cerejas,pepinos, groselhas, tâmaras, figos, toranjas, uvas, goiaba, kiwi, kumquat,limões, limas, fruta lichia [Litchi chinensis], tangerina, manga, melões detodos os tipos, nectarinas, noni, laranjas, papaia, maracujá, pêssegos, pêras,abacaxis, ameixas, romãs, ameixas, rabanetes, ruibarbos, rutabagas, algasmarinhas, abóbora, tangelo [n.t.: fruta híbrida de tangerina e pomelo],tangerinas, tomates, e/ou nabos; no entanto, é possível usar qualquer tipo desuco.
Em algumas concretizações, a bebida com proteína pode sercarbonatada. A quantidade de carbonatação que se obteve enquanto semantém a estabilidade da bebida carbonatada é inesperadamente elevadaconsiderando a quantidade de proteína presente, sendo que a quantidade decarbonatação compreendendo de cerca de 0,1 volume de carbonatação (porvolume de líquido presente na bebida) a cerca de 6 volumes de carbonatação.Mais tipicamente, a quantidade de carbonatação presente compreende decerca de 1,6 volume a cerca de 3,5 volumes, sendo que a concentração maistípica compreende de cerca de 1,7 volume a cerca de 3,0 volumes.
Aditivos podem ser combinados com a formulação básica debebida com alto teor de proteína para proporcionar uma bebida com proteínacom elevado teor de "alta energia". Por exemplo, cafeína pode ser adicionadapara incrementar o nível de ácidos graxos circulantes no corpo de umconsumidor da bebida. Este aumento na circulação mostrou incrementar aoxidação destes combustíveis, aumentando a oxidação de gordura de umaforma geral. Cafeína é bem conhecida como um meio de incrementar ometabolismo dos ácidos graxos.Outro aditivo que pode ser incluído é o magnésio. O magnésiopode afetar o nível de energia e pode ser necessário mais do que cerca de 300reações bioquímicas no corpo. O magnésio pode auxiliar a regular os níveisde açúcar no sangue, pode promover pressão sangüínea normal, e podesuportar o metabolismo de energia e a síntese de proteína.
É possível adicionar um terceiro aditivo para afetar o nível deenergia. O terceiro aditivo pode ser malato de citrulina. Citrulina é umaminoácido que pode desempenhar um papel no balanço do nitrogênio e emprocessos metabólicos. Malato de citrulina suplementar é uma forma salina doamino. Malato de citrulina pode melhorar o desempenho aeróbico e acapacidade de influenciar o metabolismo do ácido láctico e reduzir a fadiga.
Um ou mais destes efeitos sobre o metabolismo foramcorroborados pela evidência de um aumento da taxa de adenosino trifosfato(ATP) oxidativo, que é essencialmente uma "moeda de troca molecular" datransferência de energia intracelular, e um aumento da produção de energiadurante o exercício dos músculos. Estes três aditivos que contribuem para ageração de energia, e combinações dos mesmos, foram formulados nasbebidas com alto teor de proteína descritos aqui com pouco ou nenhum efeitoadverso sobre a fabricabilidade ou o tempo de armazenamento-em-prateleirado produto.
O aditivo gerador de energia, malato de citrulina, podeapresentar um sabor muito amargo em forma livre. Nós fomos surpreendidosao descobrir que o malato de citrulina empregado em uma bebida comproteína do tipo aqui descrito, proporciona uma bebida de sabor agradávelsem a necessidade de realizar uma modificação importante das receitas quenão contêm o malato de citrulina.
Adicionalmente à elevada concentração de proteína, a bebidacom proteína é substancialmente livre de micróbios biologicamentepatogênicos, como bactérias e outros patógenos de deterioração do tipo que émonitorado pela indústria de alimentos em geral. Devido ao método usadopara inativar os micróbios biologicamente patogênicos, a bebida com proteínaé substancialmente livre destes micróbios patogênicos durante mais de umano após a embalagem da bebida com proteína em porções ou recipientesindividuais e armazenamento em condições de prateleira que são padrão naindústria de bebidas não-refrigeradas. Adicionalmente à ausência demicróbios biologicamente patogênicos, ocorre pouca ou nenhumaprecipitação de proteína, pouco ou nenhum espessamento, sabor e cor sãomantidos, e sabor e sensação na boca são mantidos. Em formulações que sãovprojetadas para serem transparentes, sem turbidez, a bebida com proteína é decoloração transparente após este período de armazenamento. A temperaturade armazenamento recomendada é acima do congelamento de 32°F (O0C) acerca de 75°F (23,8°C). Armazenamentos da bebida com proteína atemperaturas acima de IOO0F (37,7°C) durante períodos de vários meses,como de cerca de cinco meses, são até mesmo possíveis sem prejuízo dosabor e da transparência.
Em uma concretização, a bebida com proteína pode ser tratadapara inativar micróbios na presença de carbonatação que pode ser usada paraproporcionar à bebida sabor e sensação na boca, enquanto se mantém aquantidade mínima requerida de carbonatação para proporcionar referidosabor e sensação na boca.
O tratamento para inativar ou remover micróbios pode incluirprocessamento térmico por meio de exposição a temperatura elevada,acondicionamento asséptico, carbonatação, ozonação, radiação, luz ultravioleta, processamento a alta pressão, filtração, permeação de membrana,campo elétrico pulsante, sonicação, e combinações dos mesmos. Tipicamente,o tratamento para inativação de micróbios pode ser realizado na embalagemde porção individual usada para armazenamento e manuseio da bebidacarbonatada com proteína. Testes mostraram que para a realização demicróbios efetuada na embalagem de porção individual, a contagem de placasde micróbios é negligenciável e é tipicamente de zero após um período dearmazenamento superior a um ano a temperaturas compreendendo de 3 50F(1,6°C) e cerca de 75°F (23,8°C).
Em uma concretização, processamento térmico não é usadopara inativar micróbios. Nesta concretização a inativação microbiana deve-seà adição de dióxido de carbono à bebida com proteína. Como descritopreviamente, o CO2 pode inibir o crescimento microbiano por meio dedeslocamento de O2 por CO2, por meio de redução do pH da bebidacarbonatada com proteína através da dissolução de CO2 e formação de ácidocarbônico, e por um efeito direto do CO2 no metabolismo demicroorganismos.
Em outra concretização, o processamento térmico não é usadopara inativar micróbios. Nesta concretização, a inativação microbiana deve-seao processamento a alta pressão (HPP) da bebida com proteína. O HPP podeser aplicado à bebida com proteína antes da carbonatação e embalagem, apósa carbonatação e antes da embalagem, ou após a carbonatação e a embalagem.O HPP também pode ser usado para uma bebida com proteína que não écarbonatada. É possível usar vários tipos de sistemas de equipamentos deHPP, como aqueles produzidos pela Avure Technologies em 22408 66thAvenue South, Kent, WA 98032, Elmhurst Research, Inc. de 60 LoudonvilleRd., Albany, NY 12204, e NC Hyperbaric de 28760 Tres Cantos, Madrid,Espanha.
O HPP pode ser obtido colocando-se a bebida com proteínaem um recipiente em um vaso de pressão enchido com água (ou outro fluidotransmissor de pressão), fechando-se o vaso, e aumentando-se a pressãoexercida sobre o recipiente mediante bombeamento de mais água no vaso depressão por meio de um intensificador de pressão externo. A pressão elevadapode ser mantida durante um período de tempo específico, em seguida podeser diminuída. Níveis de pressão de cerca de 600 MPa a 250C podem sersuficientes, tipicamente, para inativar formas vegetativas de microorganismos,como patógenos não formadores de esporos, bactérias vegetativas, levedura emofos. O HPP pode ser realizado de acordo com o método descrito na PatenteUS n° 6.635.223 B2 para Maerz, concedida em 21 de outubro de 2003,intitulada "Método para inativar microorganismos usando processamento aalta pressão".
Em outra concretização, não se usa processamento térmicopara inativar micróbios. Nesta concretização, a inativação microbiana deve-seaos efeitos combinados da adição de dióxido de carbono à bebida comproteína, e HPP da bebida carbonatada com proteína. O HPP pode seraplicado à bebida carbonatada com proteína antes da embalagem ou após aembalagem.
Em outras concretizações, não se usa processamento térmicopara inativar micróbios. Nestas concretizações, a inativação microbiana podedever-se à carbonatação, ao acondicionamento asséptico, ozonação, radiação,luz ultra violeta, HPP, permeação de membrana, campo elétrico pulsante,sonicação, combinações dos mesmos e outros.
Uma bebida com proteína de uma concretização da invençãotambém pode conter aditivos adicionais para: incrementar o valor nutricional(diferente daqueles adicionados particularmente para incremento da geraçãode energia); auxiliar na proteção do sistema muscular e juntas duranteatividade física; adicionar valor do aroma da bebida; ou, proporcionar umaspecto desejado à bebida, desde que o agente adicional seja estável nabebida. Em uma concretização da invenção a bebida com proteína pode serconsumida como um substituto de refeição. Exemplos de agentes adicionaisque incrementam o valor nutricional incluem nutrientes, como vitaminas,minerais (incluindo cálcio ou um derivado de cálcio), suplementos herbáceos,extratos de plantas concentrados, glucosamina, aminoácidos, ácidos graxos, efibra. Os exemplos incluem os seguintes: vitaminas, como vitamina A,vitamina C, vitamina D, e vitamina E, como exemplo e não a título delimitação; minerais, como zinco, cromo, ferro, cálcio, magnésio (previamentemencionado), e potássio, como exemplo e não como limitação; suplementosherbáceos, como ginseng, gingko biloba, Serenoa repens, chá verde, e hoodiagordonii, como exemplo e não como limitação; aminoácidos, como L-glutamina, L-arginina, Taurina, creatina, N-acetil-cistina, N-acetil-carnitina,L-leucina, L-isoleucina e L-valina, como exemplo e não como limitação;ácidos graxos, como ácido docosaexaenóico (DHA), eicosapentaenóico(EPA), ômegas 3 e ômegas 6, como exemplo e não como limitação; e fibra,como oligofrutopolissacarídeos, fibra de milho, fibra de aveia, e fibra delinho, como exemplo e não como limitação.
É possível adicionar extratos de plantas concentrados, quepodem apresentar elevados teores de vitaminas e nutrientes, embora baixosteores de calorias. Estes extratos podem ser derivados de frutas, ervas,legumes, e outras plantas que podem apresentar elevado teor de componentesnutricionais. A produção dos extratos pode ser realizada por meio de métodosconvencionais, como aqueles descritos detalhadamente na Patente US n°6.620.452 BI; no entanto, estes extratos podem ser comercialmenteobteníveis. Um exemplo destes extratos pode ser o extrato derivado de cháverde, denominada Sunphenon 90M, da Taiyo International, Minneapolis,Minnesota 55416, E.U.A.
Um exemplo de um aditivo para auxiliar na proteção dosistema muscular e juntas durante atividade física pode ser um concentrado deproteína de leite hiperimune que atua em combinação com a proteínanutricional comestível já presente na bebida proteinácea. O concentrado deproteína de leite hiperimune pode ser fabricado da maneira descritadetalhadamente na Patente US n° 5.650.175. Um exemplo da proteína de leitehiperimune encontra-se disponível junto à Stolle Milk Biologies of Chicago,111, sob o nome comercial MicroLactina™ e distribuído pela HumaneticsCorporation de Eden Prairie, MN, como exemplo e não como limitação. Oconcentrado de proteína de leite hiperimune pode ser derivado de soro, comoum fracionamento do soro. No entanto, o concentrado de proteína de leitehiperimune pode apresentar propriedades funcionais similares à caseína. Ouso de um concentrado de proteína de leite hiperimune na formulação debebida resulta tipicamente em uma bebida que apresenta turbidez.
O agente ou os agentes aromatizante(s) pode(m) proporcionarum aroma de fruta, aroma de cola, aroma de baunilha, ou um aroma dechocolate, como exemplo e não como limitação. Outros aromatizantes, como,por exemplo, e não a título de limitação, extrato de folha de Stevia e Lo HanGuo. É possível usar adoçantes, naturais ou sintéticos, como sacarose,sucralose, aspartame, e/ou acessulfame potássio, neotame, polidextrose,glicerina, sorbitol, xarope de milho com alto teor de frutose, xarope de milho,sacarina, mel, melaços, xarope de aceráceas, e xilitol, como exemplo e nãocomo limitação. É possível adicionar agentes corantes. É possível adicionaragentes, como ácido cítrico, ácido fumárico, ácido adípico, ácido tartárico, e,em alguns casos, ácido láctico, para ajustar o sabor amargo.
Ingredientes adicionais em forma de analgésicos, como, porexemplo, aspirina, podem ser adicionados em aplicações de produtosespecializados. Também é possível adicionar estimulantes brandos diferentesda cafeína previamente mencionada, como por exemplo, chá verde. Tambémé possível adicionar relaxantes, como por exemplo, melatonina.
Para proporcionar estabilidade, a bebida com proteína podeincluir um agente antiespumante, como dimetilpolissiloxano, e um agenteajustador de pH, como ácido fosfórico, ácido cítrico, ácido tartárico, ácidofumárico, ácido adípico, e, em alguns casos, ácido láctico. O excesso de ácidocítrico e ácido málico pode causar sabor amargo e adstringência de sabor eproduzir uma bebida impalatável que apresenta um sabor inaceitável na bocaquando consumido. O ácido fosfórico é preferido presentemente como umagente ajustador de pH, porque a quantidade requerida para se obter um pHdesejado pode ser tipicamente menor, e o sabor da bebida pode ser menosafetado pelo ajuste do pH. O pH ajustado da bebida com proteína compreendetipicamente de cerca de 2,0 a cerca de 5,5, mais tipicamente de cerca de 2,0 acerca de 3,4. Para proporcionar ainda mais estabilidade, a bebida comproteína pode ser formulada de modo a excluir substancialmente umcomponente que inclui caseinato. Caseinato pode não ser estável no pH dabebida proteinácea.
É possível adicionar um ou mais conservantes à bebidaproteinácea, como, por exemplo, um ou mais conservantes químicos, um oumais conservantes naturais, uma combinação dos mesmos, ou outros.Exemplos de conservantes químicos que podem ser usados incluem, porexemplo, um sorbato ou a benzoato. Exemplos de conservantes naturais quepodem ser usados incluem, por exemplo, nisina ou natamicina, que podem serobtidos comercialmente de um fornecedor de ingredientes alimentícios, comoDanisco A/S Langebrogade 1 DK-1001 Copenhagen.
A bebida com proteína pode ser preparada misturando em águaum agente antiespumante, uma quantidade de um agente ajustador de pH paraproporcionar um pH de cerca de 2 a cerca de 5,5 e uma quantidade deproteína suficiente para proporcionar um teor de proteína final na bebidacompreendendo de cerca de 0,01% em peso a cerca de 15% em peso deproteína e adicionando-se dióxido de carbono à mistura numa quantidadesuficiente para se obter uma bebida carbonatada com proteína em que aquantidade de carbonatação presente na bebida compreende de cerca de 0,1volume a cerca de 6 volumes por volume de mistura líquida. Em algumasconcretizações do método, o dióxido de carbono pode ser adicionado emforma de água carbonatada estéril. Em outras concretizações, borbulha-sedióxido de carbono estéril através da misturação líquida até que a quantidadedesejada de dióxido de carbono esteja presente. Em qualquer concretização, oteor de proteína final da bebida compreende de cerca de 0,01% em peso acerca de 15% em peso, e a carbonatação compreende de cerca de 0,1 volumea cerca de 6 volumes. Em outras concretizações, o teor de proteína final dabebida compreende de cerca de 2% em peso a cerca de 15% em peso e acarbonatação compreende de cerca de 0,1 volume a cerca de 6 volumes.
A bebida com proteína pode ser preparada misturando-se emágua um agente antiespumante, uma quantidade de um agente ajustador de pHpara proporcionar um pH de cerca de 2 a cerca de 5,5, uma quantidade desuco para proporcionar um teor final de suco na bebida compreendendo decerca de 0% em peso a cerca de 100% em peso de suco, e uma quantidade deproteína suficiente para proporcionar um teor de proteína final na bebidacompreendendo de cerca de 0,01% em peso a cerca de 15% em peso deproteína; aquecendo uma mistura a uma temperatura compreendendo de cercade 140°F (4,4°C) a cerca de 188°F (86,6°C) durante um período adequadopara inativar micróbios que pode estar presente na mistura; resinando amistura a uma temperatura de cerca de 40°F (4,4°C) ou menos; e adicionandodióxido de carbono à mistura numa quantidade suficiente para se obter umabebida carbonatada com proteína, sendo que a quantidade de carbonataçãopresente na bebida compreende de cerca de 0,1 volume a cerca de 6 volumespor volume de mistura líquida. Em algumas concretizações do método, odióxido de carbono é adicionado em forma de água carbonatada estéril. Emoutras concretizações, borbulha-se dióxido de carbono estéril através damistura líquida até que a quantidade desejada de dióxido de carbono estejapresente. Em qualquer concretização, o teor final de suco da bebidacompreende de cerca de 0% em peso a cerca de 100% em peso, o teor deproteína final da bebida compreende de cerca de 0,01% em peso a cerca de15% em peso, e a carbonatação compreende de cerca de 0,1 volume a cercade 6 volumes. Em outras concretizações, o teor final de suco da bebidacompreende de cerca de 0% em peso a cerca de 98% em peso, o teor deproteína final da bebida compreende de cerca de 2% em peso a cerca de 15%em peso, e a carbonatação compreende de cerca de 0,1 volume a cerca de 6volumes.
A bebida com proteína também pode ser preparada de maneirasimilar àquela descrita acima, com a etapa adicional de HPP para inativarmicróbios na bebida proteinácea. A etapa de HPP pode ocorrer antes daadição de dióxido de carbono ou após a adição de dióxido de carbono. Abebida carbonatada com proteína pode ser tratada com HPP antes de serembalada ou após a embalagem em recipientes.
A bebida com proteína também pode ser preparada de maneirasimilar àquela descrita acima, com a exceção de que o aquecimento damistura pode ser realizado após a adição da carbonatação ao invés de antes daadição da carbonatação. Isto requer efetuar a previsão da carbonataçãodurante o processo de aquecimento e de resfriamento. Nós descobrimos que épossível manter a carbonatação se a bebida carbonatada com proteína puderser embalada em recipientes de tamanho individual e os recipientes de bebidapuderem, então, ser processados para inativação de micróbios.
Em outra concretização, a bebida com proteína pode incluircerca de 0% de álcool em volume a cerca de 15% de álcool em volume.Tipicamente, o percentual de álcool por volume compreende de cerca de 4%em volume a cerca de 8% em volume. O álcool usado pode ser derivado debase maltada, fermentada de grãos.
Em outras concretizações, a bebida com proteína pode serpreparada em formas concentradas, que pode ser diluída antes do consumocom um líquido, como, por exemplo, mas sem limitação, água, suco de fruta,suco de legumes, chá, álcool, café, leite, leite de soja, leite de arroz, leite deamêndoas, uma combinação dos mesmos, ou outros. Determinadasconcretizações incluem um líquido usado para diluição, que pode ser umlíquido carbonatado ou um líquido não-carbonatado. Caso se use um líquidonão-carbonatado, a bebida pode ser carbonatada com gás de dióxido decarbono após a diluição. É possível preparar concentrados de bebida comproteína, como, por exemplo, um xarope concentrado de bebida com proteínaou como um pó concentrado de bebida proteinácea.
Uma concretização de um xarope concentrado de bebida comproteína pode incluir cerca de 0% em peso a cerca de 60% em peso deconcentrado de suco, sendo que referido concentrado de suco tem um valorBrix de cerca de 20 0Brix a cerca de 75 0Brix, e cerca de 0,05% em peso acerca de 60% em peso de proteína. Outra concretização de um xaropeconcentrado de bebida com proteína pode incluir cerca de 0% em peso a cercade 60% em peso de concentrado de suco, sendo que referido concentrado desuco tem um valor Brix de cerca de 20 0Brix a cerca de 75 0Brix, e cerca de10% em peso a cerca de 75% em peso de proteína. Referido xaropeconcentrado de bebida com proteína pode, no momento da embalagem edurante o armazenamento subseqüente sem refrigeração, conservarsubstancial solubilidade da proteína. Referida concretização do xaropeconcentrado de bebida com proteína também pode, no momento daembalagem e durante o armazenado subseqüente, ser substancialmente isentode micróbios patogênicos conhecidos por serem nocivos para a saúdehumana.
Outra concretização do xarope concentrado de bebida comproteína pode incluir cerca de 10% em peso a cerca de 15% em peso deconcentrado de suco, sendo que referido concentrado de suco tem um valorBrix de cerca de 60 0Brix a cerca de 70 0Brix, e cerca de 5% em peso a cercade 40% em peso de proteína.
Uma concretização adicional do xarope concentrado de bebidacom proteína pode incluir cerca de 40% em peso a cerca de 60% em peso deconcentrado de suco, sendo que referido concentrado de suco tem um valorBrix de cerca de 40 0Brix a cerca de 50 0Brix, e cerca de 5% em peso a cercade 40% em peso de proteína.
O xarope concentrado de bebida com proteína pode incluircerca de 0% em peso de concentrado de suco e cerca de 0,05% em peso acerca de 40% em peso de proteína.
O concentrado de suco usado para o xarope concentrado debebida com proteína pode ser derivado de um único suco de fruta, um únicosuco de legumes, misturas de sucos de frutas, misturas de sucos de legumes,ou pode-se usar misturas de sucos de frutas e de legumes. Exemplos de algunspoucos dos muitos sucos específicos que podem ser usados podem incluir,embora sem limitação, suco de brotos de alfafa, maçãs, abricós, abacates,brotos de bambu, bananas, feijões, brotos de feijões, beterrabas, bagas detodos os tipos, repolho, cenouras, aipo, cerejas, pepinos, groselhas, tâmaras,figos, toranjas, uvas, goiaba, kiwi, kumquat, limões, limas, fruta lichia [Litchichinensis], mandarina, manga, melões de todos os tipos, nectarinas, noni [n.t.:fruta tahitiana], laranjas, papaia, maracujá, pêssegos, pêras, abacaxis,ameixas, romãs, ameixas, rabanetes, ruibarbos, rutabagas, algas marinhas,abóbora, tangelo [n.t.: fruta cítrica de tangerina e pomelo], tangerinas,tomates, e/ou nabos, e também combinações dos mesmos; no entanto, épossível usar qualquer tipo de suco.
A proteína usada para a concretização do xarope concentradode bebida com proteína pode ser substancialmente isenta de caseinato. Emalgumas concretizações, a proteína substancialmente livre de caseinato podepossuir algum caseinato ou pode ser uma proteína de soro de leite, do tipopreviamente descrito aqui. Uma proteína substancialmente isenta de caseinatopode ser uma proteína de soro de leite que pode ser derivada de isolado deproteína de soro de leite ou concentrado de proteína de soro de leite, emboratambém seja possível usar outras preparações de proteína de soro de leite,como, por exemplo, mas sem limitação, um extrato de proteína de soro deleite ou um hidrolisado de proteína de soro de leite. O isolado de proteína desoro de leite pode ser um isolado seco de proteína de soro de leite, com umaconcentração de proteína de soro de leite de cerca de 90% em peso ou mais deproteína, ou um isolado aquoso de proteína de soro de leite, com umaconcentração de proteína de soro de leite de cerca de 1% em peso a cerca de40% em peso. O concentrado de proteína de soro de leite pode ser umconcentrado seco de proteína de soro de leite com uma concentração de cercade 25% em peso a cerca de 89,9% em peso de proteína; no entanto, umaforma aquosa também pode ser vantajosa para determinadas aplicações.
A proteína usada para o xarope concentrado de bebida comproteína também pode incluir qualquer proteína comestível, diferente deproteína de soro de leite, como, por exemplo, mas sem limitação, caseína,lactalbumina, albumina do soro, glicomacropeptídeo, proteína de soja,proteína de arroz, proteína de ervilha, proteína de canola, proteína de trigo,proteína de cânhamo, zeína, proteína de linhaça, proteína de clara de ovo,ovalbumina, proteína de gelatina, qualquer combinação dos mesmos, ououtros.
A proteína usada para o xarope concentrado de bebida comproteína também pode incluir uma combinação de uma proteína de soro deleite, do tipo previamente descrito aqui, e uma proteína comestível, diferenteda proteína de soro de leite, como por exemplo, mas sem limitação, caseína,lactalbumina, albumina do soro, glicomacropeptídeo, proteína de soja,proteína de arroz, proteína de ervilha, proteína de canola, proteína de trigo,proteína de cânhamo, zeína, proteína de linhaça, proteína de clara de ovo,ovalbumina, proteína de gelatina, qualquer combinação dos mesmos, ououtros.
Usando-se uma proteína seca, como, por exemplo, umaproteína de soro de leite seca (isolado ou concentrado) ou uma proteína desoro de leite seca, a proteína seca também pode ser hidratada com água parapreparar uma solução aquosa de proteína. Tipicamente, o pH da proteínaaquosa (isolado, concentrado, ou hidratado) pode ser ajustado com um agenteajustador de pH apropriado para equiparar-se ao pH da composição de bebidaantes da mistura da proteína com a composição de bebida.
O xarope concentrado de bebida com proteína pode incluiradicionalmente cerca de 0% em peso a cerca de 100% em peso de carga,sendo que a carga pode ser água, um adoçante, um agente aromatizante, umagente corante, um agente antiespumante, um nutriente, cálcio ou umderivado de cálcio, um aditivo gerador de energia, um suplemento herbáceo,um extrato de planta concentrado, um conservante, combinações dos mesmos,ou outros.
O xarope concentrado de bebida com proteína pode ser tratadopara inativar micróbios por meio de pasteurização, acondicionamentoasséptico, carbonatação, ozonação, radiação, luz ultravioleta, processamento aalta pressão, permeação de membrana, campo elétrico pulsante, sonicação,combinações dos mesmos, ou outros tratamentos de inativação microbiana.
O xarope concentrado de bebida com proteína podecompreender um xarope de concentração de cerca de 2 por 1 a um xaropecom uma concentração de um 25 por 1. Uma concretização adicional doxarope concentrado de bebida com proteína pode ser preparada como de cercade um xarope de concentração de 5 por 1, sendo que uma parte de xaropeconcentrado de bebida com proteína pode ser diluída com quatro partes delíquido para preparar uma bebida proteinácea. O líquido pode ser qualquerlíquido vantajoso para consumo humano, como, por exemplo, mas semlimitação, água, suco de fruta, suco de legumes, chá, álcool, café, leite, leitede soja, leite de arroz, leite de amêndoas, combinações dos mesmos, ououtros.
Em algumas concretizações, a bebida com proteína preparadado xarope concentrado de bebida com proteína pode ser uma bebidacarbonatada. A carbonatação da bebida com proteína pode compreender decerca de 1,0 volumes a cerca de 3,5 volumes por volume de bebida, depreferência, de cerca de 1,6 a cerca de 3,5 volumes por volume de bebida;mais preferivelmente, de cerca de 1,6 a cerca de 3,0 volumes por volume debebida.
A carbonatação pode ser adicionada em forma de líquidocarbonatado, como por exemplo, mas sem limitação, água carbonatada. Acarbonatação pode ser adicionada por meio de borbulhamento de dióxido decarbono estéril através da bebida com proteína até que a quantidade desejadade dióxido de carbono esteja presente. A carbonatação também pode seradicionada por meio da adição de qualquer fonte de carbonatação comestível,como, por exemplo, mas sem limitação, um material de carbonato capaz dereagir com um ácido ou mistura de ácidos para efetuar a liberação de dióxidode carbono quando em contato com água. Ver Publicação de Pedido dePatente US n°2002013 6816, cuja revelação é incorporada aqui por referência.
Em algumas concretizações o xarope concentrado de bebidacom proteína pode ser usado por um indivíduo, e pode ser embalado emporções unitárias ou em frascos pequenos, como, por exemplo, mas semlimitação, frascos de 50 ml a 1500 ml vantajosos para uso doméstico. Emoutras concretizações, o xarope concentrado de bebida com proteína pode seracondicionada em recipientes maiores vantajosos para uso em um dispensadorde bebidas automático ou em um dispensador de bebidas de restaurante ou debar. Em outras concretizações adicionais, o xarope concentrado de bebidacom proteína pode ser produzido em grandes bateladas para uso napreparação de uma bebida com proteína em uma instalação de envasamentoou outra instalação de preparação comercial de bebidas.
O xarope concentrado de bebida com proteína pode serpreparado misturando-se um concentrado de suco apresentando um valor Brixde cerca de 20 0Brix a cerca de 75 0Brix, para proporcionar um percentual empeso de concentrado de suco de cerca de 0% em peso a cerca de 60% em pesoe uma proteína para proporcionar um percentual em peso de proteína namistura de cerca de 0,05% em peso a cerca de 60% em peso, obtendo-se comisso uma mistura. O xarope concentrado de bebida com proteína pode seracondicionado em um recipiente que pode ser armazenado à temperaturaambiente.
Em outra concretização, o concentrado de bebida com proteínapode ser um pó concentrado de bebida proteinácea, que pode incluir cerca de0% em peso a cerca de 100% em peso de suco em forma de um pó de sucoseco e cerca de 0,05% em peso a cerca de 100% em peso de proteína.
Em uma concretização, o percentual em peso de proteínapresente no pó concentrado de bebida com proteína pode compreender decerca de 45% em peso a cerca de 95% em peso.
Em outra concretização, o percentual em peso de suco presenteno pó concentrado de bebida com proteína pode compreender de cerca de 0%em peso a cerca de 50% em peso.
O pó de suco seco usado para o pó concentrado de bebida comproteína pode ser derivado de um único suco de fruta, um único suco vegetal,misturas de sucos de frutas, misturas de sucos de legumes, ou é possível usarmisturas de sucos de legumes e frutas. Exemplos de alguns poucos dos muitossucos específicos que podem ser usados podem incluir, embora sem limitação,suco de brotos de alfafa, maçãs, abricós, abacates, brotos de bambu, bananas,feijões, brotos de feijões, beterrabas, bagas de todos os tipos, repolho,cenouras, aipo, cerejas, pepinos, groselhas, tâmaras, figos, toranjas, uvas,goiaba, kiwi, kumquat, limões, limas, fruta lichia [Litchi chinensis],mandarina, manga, melões de todos os tipos, nectarinas, noni [n.t.: frutatahitiana], laranjas, papaia, maracujá, pêssegos, pêras, abacaxis, ameixas,romãs, ameixas, rabanetes, ruibarbos, rutabagas, algas marinhas, abóbora,tangelo [n.t.: fruta híbrida de tangerina e pomelo], tangerinas, tomates, e/ounabos, e também combinações dos mesmos; no entanto, é possível usarqualquer tipo de suco.
A proteína usada para a concretização de pó concentrado debebida com proteína pode ser substancialmente isenta de caseinato. Aproteína substancialmente isenta de caseinato pode ser uma proteína de sorode leite, do tipo previamente descrito aqui. Uma proteína substancialmenteisenta de caseinato pode ser uma proteína de soro de leite que pode serderivada de isolado de proteína de soro de leite ou concentrado de proteína desoro de leite, embora também seja possível usar outras preparações deproteína de soro de leite, como, por exemplo, mas sem limitação, um extratode proteína de soro de leite ou um hidrolisado de proteína de soro de leite. Oisolado de proteína de soro de leite pode ser um isolado seco de proteína desoro de leite, com uma concentração de proteína de soro de leite de cerca de90% em peso ou mais de proteína. O concentrado de proteína de soro de leitepode ser um concentrado seco de proteína de soro de leite com umaconcentração de cerca de 25% em peso a cerca de 89,9% em peso de proteína.
A proteína usada para o pó concentrado de bebida comproteína também pode incluir qualquer proteína comestível, diferentemente daproteína de soro de leite, como, por exemplo, mas sem limitação, caseína,lactalbumina, albumina do soro, glicomacropeptídeo, proteína de soja,proteína de arroz, proteína de ervilha, proteína de canola, proteína de trigo,proteína de cânhamo, zeína, proteína de linhaça, proteína de clara de ovo,ovalbumina, proteína de gelatina, qualquer combinação das mesmas, ououtras.
A proteína usada para o pó concentrado de bebida comproteína também incluir uma combinação de uma proteína de soro de leite, dotipo previamente descrito aqui, e uma proteína comestível, diferentemente deproteína de soro de leite, como por exemplo, mas sem limitação, caseína,lactalbumina, albumina do soro, glicomacropeptídeo, proteína de soja,proteína de arroz, proteína de ervilha, proteína de canola, proteína de trigo,proteína de cânhamo, zeína, proteína de linhaça, proteína de clara de ovo,ovalbumina, proteína de gelatina, qualquer combinação das mesmas, ououtras.
O pó concentrado de bebida com proteína pode incluiradicionalmente cerca de 0% em peso a cerca de 100% em peso de carga,sendo que a carga pode ser um adoçante, um agente aromatizante, um agentecorante, um agente antiespumante, um nutriente, cálcio ou um derivado decálcio, um aditivo gerador de energia, um suplemento herbáceo, um extrato deplanta concentrado, um conservante, combinações dos mesmos, ou outros.
O pó concentrado de bebida com proteína pode ser diluídocom líquido para preparar uma bebida proteinácea. O líquido pode serqualquer líquido vantajoso para consumo humano, como, por exemplo, massem limitação, água, suco de fruta, suco de legumes, chá, álcool, café, leite,leite de soja, leite de arroz, leite de amêndoas, combinações dos mesmos, ououtros.
Em algumas concretizações, a bebida com proteína preparadado pó concentrado de bebida com proteína pode ser uma bebida carbonatada.A carbonatação da bebida com proteína pode compreender de cerca de 1,6volume a cerca de 3,5 volumes por volume de bebida.
A carbonatação pode ser adicionada em forma de líquidocarbonatado, como, por exemplo, mas sem limitação, água carbonatada. Acarbonatação pode ser adicionada borbulhando-se dióxido de carbono estérilatravés da bebida com proteína até que a quantidade desejada de dióxido decarbono esteja presente. A carbonatação também pode ser adicionada via aadição de qualquer fonte de carbonatação comestível, como, por exemplo,mas sem limitação, um material de carbonato capaz de reagir com um ácidoou mistura de ácidos para efetuar a liberação de dióxido de carbono quandoem contato com água. Ver a Publicação de Pedido de Patente US n°20020136816, cuja revelação é incorporada aqui por referência.
Em uma concretização, o pó concentrado de bebida comproteína pode ser usado por um indivíduo, e pode ser acondicionado emporções unitárias ou em pequenos recipientes, como, por exemplo, mas semlimitação, recipientes de 500 gramas a 1000 gramas vantajosos para usodoméstico. Em outra concretização, o pó concentrado de bebida com proteínapode ser acondicionado em recipientes maiores vantajosos para uso em umdispensador de bebidas automático ou em um dispensador de restaurante oude bar. Em outra concretização adicional o pó concentrado de bebida comproteína pode ser produzido em grandes bateladas para uso na preparação debebida com proteína em uma instalação de envasamento.
O pó concentrado de bebida com proteína pode ser preparadoem forma de preparações secas, como, por exemplo, mas sem limitação, umpó, granular, cristal, ou outro tipo de preparações de partículas secas. Aspreparações secas podem ser preparadas misturando-se os diversosingredientes em suas formas de pó. Alternativamente, as preparações secaspodem ser preparadas misturando-se os diversos ingredientes como descritoacima para formar um xarope concentrado, depois secando o xarope a umaforma de pó seco por meio de métodos de secagem convencionais, como, porexemplo, mas sem limitação, liofilização (secagem por congelamento),secagem por pulverização, secagem em leito fluido, secagem em tambor,combinações dos mesmos, ou outros.
Em algumas concretizações o pó concentrado de bebida comproteína pode ser preparado misturando-se um concentrado em pó de sucoseco para proporcionar um percentual em peso de concentrado de suco decerca de 0% em peso a cerca de 100% em peso e uma proteína paraproporcionar um percentual em peso de proteína na mistura de cerca de0,05% em peso a cerca de 100% em peso.
Em muitos dos Exemplos descritos abaixo, a proteína usada éproteína de soro de leite, porque esta proteína proporciona o sabor e ofereceoutras vantagens nutricionais do tipo previamente descrito. No entanto,alguém versado na arte compreenderá que, ajustando-se o pH para estender asfaixas de pH maiores ou menores e/ou produzindo uma bebida carbonatadacom proteína apresentando um teor de proteína em outras posições na faixa decerca de 0,01% a cerca de 15%, também é possível usar outras proteínas,como proteína do leite, proteína de soja, lactalbumina, albumina do soro,glicomacropeptídeo, proteína de arroz, proteína de ervilha, proteína de canola,proteína de trigo, proteína de cânhamo, zeína, proteína de linhaça, proteína declara de ovo, ovalbumina, gelatina, combinações dos mesmos, ou outras,como exemplo e não como limitação, sozinhas ou em combinação, para criara presente bebida proteinácea. Hidrolisados e derivados destas fontes deproteínas comuns também podem ser usadas em concretizações consideradaspela descrição.
Na maior parte dos Exemplos descritos abaixo, o métodousado para inativar micróbios é pasteurização, no entanto é possível usaroutros métodos, como acondicionamento asséptico, carbonatação, ozonação,radiação, luz ultra violeta, processamento a alta pressão, permeação demembrana, campo elétrico pulsante, sonicação, combinações dos mesmos, ououtros.
EXEMPLOSExemplo 1
Uma bebida com proteína foi preparada da maneira geral aseguir. Adicionou-se um agente anti-espumante a uma quantidade de águaque é de cerca de metade do volume final da bebida a ser preparada;tipicamente, também é possível adicionar à água, neste momento, outrosaditivos do tipo descrito acima. O pH da água com agente anti-espumante (eoutros aditivos, dependendo do produto final desejado) foi ajustado parasituar-se na faixa de cerca de 2 ato 3,4, usando tipicamente ácido fosfórico.Adicionou-se então proteína de soro de leite à mistura de água/aditivos. Amistura foi aquecida a cerca de 185°F (85°C) durante cerca de 20 segundospara inativar micróbios e, então, foi resfriada a cerca de 40°F (4,4°C).
Adicionou-se água carbonatada que compreendia de 0,2 a 8 volumes de gásde dióxido de carbono (por volume de água) à mistura resfriada numaquantidade tal que a quantidade de gás de dióxido de carbono na bebidatotalize uma quantidade compreendida entre cerca de 0,1 volume a cerca de 4volumes por volume de água.
Se necessário, o pH final da mistura pode ser ajustado a um pHvariando entre 2 e 3,4 por meio de adição de um ácido apropriado, comoácido fosfórico.
Exemplo 2
Uma bebida com proteína foi preparada da seguinte maneira.Preparou-se uma mistura de água, agente anti-espumante, outros aditivos, eproteína de soro de leite, e o pH foi ajustado para situar-se dentro de umafaixa entre cerca de 2 e 3,4. O volume da mistura foi tal que, quandocombinado com a quantidade desejada de dióxido de carbono, o volume finalda mistura carbonatada poderia ser (o mais próximo possível) aquele exigidopara proporcionar a composição desejada da bebida carbonatada comproteína. A mistura foi aquecida para inativar micróbios, usando-se umatécnica conhecida na arte. Borbulhou-se então gás de dióxido de carbonoatravés da mistura para se obter um teor de carbonatação compreendendo de0,1 a 4 volumes de gás de dióxido de carbono. Adicionou-se uma quantidadepequena de água adicional para atingir a concentração final desejada de águana bebida carbonatada com proteína, e o pH foi reajustado usando-se ácidofosfórico, ou outro ácido biocompatível do tipo previamente divulgado, paraobter-se uma faixa de cerca de 2 a 3,4.
A proteína de soro de leite usada para preparar um bebida comsabor amargo da invenção pode encontrar-se em forma de concentrado deproteína de soro de leite, sendo que a proteína de soro de leite constituigeralmente até cerca de 25% em peso a cerca de 89,9% em peso daconcentrado de proteína de soro de leite. A proteína de soro de leite usadapode ser isolado de proteína de soro de leite, que contém pelo menos 90% empeso proteína de soro de leite. No entanto, a concentração final de proteína desoro de leite em uma bebida carbonatada da invenção compreende de cerca de0,01% em peso a cerca de 15% em peso da composição final de bebidacarbonatada com proteína.
Quando se emprega agente adoçante, é possível adicionar umsabor particular, como sabor de fruta, chocolate, baunilha, combinações dosmesmos, ou outros, sendo que isto pode ser realizado tipicamente antes daetapa de carbonatação, como é o caso com os nutrientes e/ou suplementosherbáceos, por exemplo.
Com relação aos Exemplos 1 e 2, é possível adicionaringredientes adicionais para produzir produtos especializados, comoanalgésicos (p. ex. aspirina), estimulantes brandos (p. ex. cafeína), ourelaxantes. Estes ingredientes podem ser adicionados tipicamente à misturaantes de ambas as etapas, de tratamento com calor e de carbonização,independentemente da ordem em que estas duas etapas são realizadas.
Após que todos os ingredientes estejam em mistura, incluindoa carbonatação, a composição de bebida carbonatada com proteína pode serdispensada, tipicamente, em um grande recipiente volumétrico, ou emrecipientes individuais, como um frasco de vidro, um frasco plástico, um tetrapak, ou uma lata.
Exemplo 3
Este exemplo proporciona um método para preparar 3.917gramas de uma bebida com proteína de soro de leite. Em 1799 gramas deágua, mistura-se os seguintes: 315 gramas de isolado de proteína de soro deleite (aproximadamente 90% proteína de soro de leite); 0,01 grama deproteína de soro de leite Designer Whey®, obtenível junto à Next ProteinsInc.; 30 gramas de Taurina, obtenível da Premium Ingredients, Franklin Park,111,; 0,37 grama de adoçante acessulfame-K; 0,46 gramas de sucralose empó; 7,9 gramas de ácido cítrico; 2,95 gramas de ácido málico; 0,25 gramas deantiespumante FG-10™, obtenível da Dow Chemical Co.; 27 gramas de ácidofosfórico (75% em peso em água); 2,95 gramas de aromatizante de óleo delaranja Sunkist® Spray Dried Orange Oil #61281165; 3,4 gramas dearomatizante de maracujá Firmenich Passion fruit 860,344/TD 11,90,obtenível da Premium Ingredients, Franklin Park, 111,; e 0,04 gramas decorante FD &C Yellow #6, obtenível da Seltzer Chemicals, Carlsbad, Calif.,foram adicionados em um tanque de misturação de aço inoxidável de 200galões (757 litros) em que se usou um misturador tipo hélice, que foi operadotipicamente a cerca de 400 rpm até cerca de 600 rpm durante um período decerca de 15 minutos. A ordem da adição dos ingredientes no tanque demisturação foi: água, ácidos, corantes, aromatizantes, adoçantes, proteína,ácidos ajustadores de pH, e antiespumante. Tipicamente, a temperaturamáxima obtida durante a misturação dos ingredientes foi inferior a cerca de150°F (65,5°C).
A mistura descrita acima foi aquecida a cerca de 185°F (85°C)durante um período de 20 segundos, e, depois, foi resfriada a cerca de 40°F(4,4°C). A mistura não foi agitada durante o aquecimento ou o resfriamento,mas foi passada através de linhas envolvidas com espirais de aquecimento oude resfriamento. Adicionou-se 1700 gramas de água gaseificada (águacontendo 3 volumes de dióxido de carbono por volume de água), 27 gramasde ácido fosfórico (75% em peso de ácido em água), e 0,24 gramas daemulsão antiespumante FG 10 naquela ordem, para se obter uma bebida comproteína de soro de leite carbonatada final que continha aproximadamente 7%em peso de proteína de soro de leite, a um pH final de 2,7.Exemplo 4
Este exemplo é para a preparação de uma batelada de 60galões (227 litros) de bebida com proteína. O vaso de misturação e deagitação foi o mesmo que aquele descrito com relação ao Exemplo 3. O vasode misturação e linhas de fluxo de fluido associadas foram sanitizadas. Todosos filtros no sistema de processamento foram limpados ou substituídos.
Adicionou-se 27 galões (102 litros) de água ao tanque demisturação. A água foi água purificada, tratada usando-se osmose reversa deuma maneira comumente usada na indústria de bebidas.
Adicionou-se 0,054 libras (0,0243 kg) de acessulfame potássioà água agitada no vaso de misturação ao longo de um período de 15 segundos.
Adicionou-se 0,08 libras (0,036 kg) de pó de sucralose à águaagitada no vaso de misturação ao longo de um período de 15 segundos.
Adicionou-se 0,005 libra (0,002 kg) de amarelo #6 e 0,003libra (0,002 kg) de vermelho #40 à água agitada no vaso de misturação aolongo de um período de 30 segundos.
A mistura no vaso de misturação foi agitada a 400 rpm duranteum período de um minuto.
Adicionou-se ao longo de um período de 60 segundos, 0,34libra (0,153 kg) de ácido málico; 1,06 libra (0,477 kg) de ácido cítrico; 4,6libras (2,07 kg) de ácido fosfórico; 0,26 libra (0,117 kg) de aromatizante RedPunch 586323 CE, obtenível da Premium Ingredients, Franklin Park, 111;0,46 libra (0,207 kg) de aroma de frutas tropicais Tropical Fruit 597540 C,obtenível da Premium Ingredients, Franklin Park, 111; 0,46 libra (0,207 kg)de aromatizante de framboeza Raspberry Flavor 01-EF956, obtenível daWestern Flavors and Fragrances, Livermore, Calif.; 3,96 libras (1,782 kg) detaurina, e 0,001 libra (0,00045 kg) de soro Designer Whey Natural™. Amistura combinada foi então misturada durante 2 minutos.
Subseqüentemente, adicionou-se ao longo de um período de 60segundos, 0,06 libra (0,027 kg) de antiespumante FG-10, e 37,6 libras (16,92kg) de Isolado de proteína de soro de leite, e a mistura foi então agitadadurante um período suficiente para se obter uma mistura homogênea(tipicamente de cerca de 15 minutos a 400 rpm).
O pH da mistura foi então medido, e adicionou-se entãoquantidades crescentes de cerca de 3,5 libras (1,575 kg) de ácido fosfórico(75% em peso em água), com uma misturação de um minuto entre as adições,até se obter um pH de cerca de 2,5.
Brix, cor, e turbidez, foram então medidos ou descritos edocumentados.
Para a formulação acima, metade do volume do produtoacabado pode ser água carbonatada. A água carbonatada foi adicionada notanque de misturação numa quantidade volumétrica com base no volume delíquido presente da preparação precedente no tanque de misturação. (A águacarbonatada continha 3 volumes de dióxido de carbono por volume de água).Verificou-se que há pouca ou nenhuma necessidade de agitar extensivamenteos volumes combinados de ingredientes, porque a carbonatação ésubstancialmente auto-distribuidora. Adicionalmente, agitação rápida poderiaresultar em espumação da batelada de ingredientes.
Após a adição da água carbonatada, a bebida carbonatada comproteína foi tratada para inativar micróbios e então acondicionada. Depreferência, a mistura-produto de bebida carbonatada com proteína tratada éagitada continuamente a uma baixa velocidade de agitação até o momento daembalagem. No caso de a mistura-produto ser conservada mais tempo do que30 minutos antes da inativação de micróbios e embalagem, a mistura-produtopode ser recirculada para assegurar a misturação, e a turbidez adequada, pH,cor e Brix podem ser determinados e documentados uma segunda vez paraassegurar que a qualidade do produto é satisfatória, antes da inativação demicróbios e da embalagem.A temperatura do tratamento com calor usada tipicamente parainativação de micróbios pode ser de 188°F (86,6°C) ou menos. Maistipicamente, a temperatura máxima de tratamento com calor pode ser de cercade 150°F (65,5°C). No presente caso, o tratamento com calor foi de 150°F(65,5°C), durante um período de 30 minutos.
Após inativação de micróbios, a mistura-produto de bebidacarbonatada com proteína foi envasada em frascos de PET de 500 mlobteníveis junto à Novapak, Eatontown, NJ. Os frascos foram tampados comfechos Owens™ de 28 mm, obteníveis junto à Owens, Inc., Toledo, Ohio. Astampas foram rosqueadas com aperto determinado por especificação fornecidapelo fabricante. Os frascos enchidos foram testados quanto a vazamentos paraassegurar a integridade da embalagem.
Exemplo 5
Preparou-se uma bebida com proteína da maneira descrita noExemplo 2, com a exceção de que não há tratamento com calor ouresfriamento antes da adição de carbonatação. Subseqüentemente À etapa decarbonatação, (e ajuste final do pH da mistura na faixa entre cerca de 2 ecerca de 3,4), a mistura foi acondicionada. A embalagem foi em uma lata decerveja/bebida do tipo freqüentemente usado na arte, sendo que é possívelusar uma resina epóxi na superfície interior da lata. O revestimento de resinaepóxi foi de bisfenol A diglicidil éter (BADGE). A tampa final aplicada nalata foi uma tampa 240 Stolle Loe, que foi aplicada de uma maneira usadatipicamente na indústria de envasamento de bebidas. O maquinário usado pararealizar o envasamento, e a tampa 240 Stolle Loe são obteníveis junto à StolleMachinery Company, LLC End and Metal Forming Division, Sidney Ohio. Abebida com proteína foi carregada na lata de bebida a uma temperaturainferior a 60°F (15,5°C), e a lata foi evacuada simultaneamente removendo-seo ar e fechando-se hermeticamente com o dispositivo.
A lata fechada hermeticamente foi aquecida usando-se túnel de"pasteurização" a uma temperatura máxima de 150°F (65,5°C) e foi mantida aesta temperatura durante um período de 20 a 25 minutos. Em seguida, a latafoi resfriada à temperatura ambiente ao longo de um período de tempo decerca de 5 minutos.
Latas da bebida com proteína envasada tiveram amostrascoletadas que foram testadas quanto a micróbios. Os limites de especificaçãodo produto para referidos testes foram como a seguir. TABLE-US-00001Specification Limit Total aerobic plate count [contagem de placas aeróbica]NMT 10.000 cfu/g de levedura e mofo NMT 500 cfu/g, coliformes NMT 10cfu/g de Escherichia Coli Negativa em 25 g de Staphylococcus Aureus NMTcfu/g de Salmonella Negativa em 100 g.
A placa de teste mostrou uma ausência completa de quaisquerdos micróbios na listagem acima, imediatamente após a embalagem e duranteum período de 52 semanas após, continuando-se os testes nesse momento.
As concretizações exemplares descritas acima não se destinama limitar o escopo da presente invenção, como alguém versado na arte serácapaz de expandir, considerando a presente descrição, referidasconcretizações para corresponderem ao objeto da invenção reivindicadaabaixo.
Exemplo 6
Quando se adiciona cafeína à mistura, uma formulação deingredientes exemplar é como a seguir. Água a cerca de 74,36% em peso;isolado de proteína de soro de leite a cerca de 23% em peso; ácido cítrico acerca de 1,42% em peso; cafeína a cerca de 0,043% em peso; aromatizantes acerca de 0,24% em peso; ácido fosfórico a cerca de 0,68% em peso; cornatural a cerca de 0,01% em peso; e sucralose (líquida) a cerca de 0,25% empeso. Açúcar pode ser substituído, pelo menos em parte, por adoçantesartificiais na formulação. Esta concretização exemplar não se destina a limitara quantidade de ingredientes que pode estar presente, porque estesingredientes podem estar presentes nas faixas descritas na descrição como umtodo. Tipicamente, a concentração de cafeína em uma bebida carbonatadacom proteína de alta energia da invenção compreende de cerca de 0,01% empeso a cerca de 0,085% em peso.
Exemplo 7
Quando se adiciona malato de citrulina à mistura, umaformulação exemplar de ingredientes é como a seguir. Agua a cerca de73,76% em peso; isolado de proteína de soro de leite a cerca de 23% em peso;ácido cítrico a cerca de 1,42% em peso; malato de citrulina a cerca de 0,64%em peso; aromatizantes a cerca de 0,24% em peso; ácido fosfórico a cerca de0,68% em peso; cor natural a cerca de 0,01% em peso; e sucralose (líquida) acerca de 0,25% em peso. Açúcar pode ser substituído, pelo menos em parte,por adoçantes artificiais na formulação. Esta concretização exemplar não sedestina a limitar a quantidade de ingredientes que pode estar presente, porqueestes ingredientes podem estar presentes nas faixas descritas nesta descriçãocomo um todo. Tipicamente, a concentração de malato de citrulinacompreende de cerca de 0,1% em peso a cerca de 2% em peso.
Exemplo 8
Quando se adiciona um composto de magnésio à mistura, umaformulação exemplar de ingredientes é como a seguir. Água a cerca de73,98% em peso; isolado de proteína de soro de leite a cerca de 23% em peso;ácido cítrico a cerca de 1,42% em peso; um composto de magnésio do tipogeralmente conhecido na indústria de alimentos saudáveis, p. ex. aspartato demagnésio, a cerca de 0,42% em peso; aromatizantes a cerca de 0,24% empeso; ácido fosfórico a cerca de 0,68% em peso; cor natural a cerca de 0,01%em peso; e sucralose (líquida) a cerca de 0,25% em peso. Açúcar pode sersubstituído, pelo menos em parte, por adoçantes artificiais na formulação.Esta concretização exemplar não se destina a limitar a quantidade deingredientes que pode estar presente, porque estes ingredientes podem estarpresentes nas faixas descritas nesta descrição como um todo. Tipicamente, ocomposto de magnésio concentração compreende de cerca de 0,1% em peso acerca de 2% em peso, sendo que o composto de magnésio é selecionadodentre compostos, como aspartato de magnésio, óxido de magnésio, lactato demagnésio, citrato de magnésio, carbonato de magnésio, gluconato demagnésio, orotato de magnésio, cloreto de magnésio, hidróxido de magnésio,fosfato de magnésio, sulfato de magnésio, e combinações dos mesmos.
Exemplo 9
Quando se adiciona uma combinação de cafeína, composto demagnésio, e malato de citrulina à mistura, uma formulação exemplar deingredientes é como a seguir. Água a cerca de 73,5% em peso; isolado deproteína de soro de leite a cerca de 23% em peso; ácido cítrico a cerca de1,2% em peso; cafeína a cerca de 0,43% em peso; malato de citrulina a cercade 0,64% em peso; aspartato de magnésio a cerca de 0,42% em peso;aromatizantes a cerca de 0,24% em peso; ácido fosfórico a cerca de 0,68% empeso; cor natural a cerca de 0,01% em peso; e sucralose (líquida) a cerca de0,25% em peso. Açúcar pode ser substituído, pelo menos em parte, poradoçantes artificiais na formulação. Esta concretização exemplar não sedestina a limitar a quantidade de ingredientes que podem estar presentes,porque estes ingredientes podem estar presentes nas faixas descritas nestadescrição como um todo. Tipicamente, a concentração de cafeína compreendede cerca de 0,01%> a cerca de 0,085% em peso; a concentração de malato decitrulina compreende de cerca de 0,1% a cerca de 2,0% em peso; e aconcentração de composto de magnésio compreende de cerca de 0,1% empeso a cerca de 2,0% em peso, sendo que o composto de magnésio éselecionado dentre compostos, como aspartato de magnésio, óxido demagnésio, lactato de magnésio, citrato de magnésio, carbonato de magnésio,gluconato de magnésio, orotato de magnésio, cloreto de magnésio, hidróxidode magnésio, fosfato de magnésio, sulfato de magnésio, e combinações dosmesmos.
Exemplo 10
Quando se adiciona um concentrado de proteína de leitehiperimune à formulação de bebida, a quantidade adicionada situa-se na faixade cerca de 0,2% em peso a cerca de 0,9% em peso da bebida, sendo queoutros ingredientes estão presentes tipicamente, de forma substancial, nasmesmas quantidades relativas como descrito previamente. Em alguns casos,um dos componentes ingredientes de alta concentração pode ser reduzidonuma quantidade tal a proporcionar adição do concentrado de proteína de leitehiperimune. Em outros casos, uma combinação de componentes ingredientesé reduzida para acomodar a adição, ao mesmo tempo que conservasubstancialmente as relações de quantidades relativas de outros componentesingredientes na bebida.
Exemplo 11
Este exemplo proporciona um método de preparar uma bebidacarbonatada com proteína de soro, sendo que a quantidade total preparada foide cerca de 3,917 gramas. Em 1799 gramas de água misturou-se os seguintes:315 gramas de isolado de proteína de soro de leite (aproximadamente 90%proteína de soro de leite); 0,01 grama de proteína de soro de leite DesignerWhey™, obtenível da Next Proteins Inc. of Carlsbad Calif.; 30 gramas deTaurina, obtenível da Premium Ingredients, Franklin Park, 111; 0,37 gramasde adoçante acessulfame-K; 0,46 gramas de adoçantes de sucralose em pó;7,9 gramas de ácido cítrico; 2,95 gramas de ácido málico; 0,25 gramas deantiespumante FG-10™, obtenível junto à Dow Chemical Co.; 27 gramas deácido fosfórico (75% em peso em água); 2,95 gramas de aromatizante de óleode laranja seco com spray Sunkist™ Spray Dried Orange Oil #61281165; 3,4gramas de aromatizante de maracujá Firmenich 860.344/TD 11.90, obtenívelda Premium Ingredients, Franklin Park, 111; e 0,04 grama de corante amareloFD&C #6, obtenível da Seltzer Chemicals, Carlsbad, Calif., foramadicionados em um tanque de misturação em aço inoxidável de 200 galões(757 litros) em que se usou um misturador de hélice, que foi operadotipicamente a cerca de 400 rpm a cerca de 600 rpm durante um período decerca de 15 minutos. A ordem de adição dos ingredientes no tanque demisturação foi: água, ácidos, corantes, aromatizantes, adoçantes, proteína,ácidos ajustadores de pH, e antiespumante. Tipicamente, a temperaturamáxima alcançada durante a misturação de ingredientes foi inferior a cerca de150°F (65,5°C).
A mistura descrita acima foi aquecida a cerca de 185°F (85°C).durante um período de 20 segundos, e então foi resfriada a cerca de 40°F(4,4°C). A mistura não foi agitada durante o aquecimento ou o resfriamento,mas foi passada através de linhas envolvidas com espirais de aquecimento oude resfriamento. 1700 gramas de água gaseificada (água contendo 3 volumesde dióxido de carbono por volume de água), 27 gramas de ácido fosfórico(75% em peso ácido em água), e 0,24 gramas da emulsão antiespumante FG10 foram adicionados à mistura, naquela ordem, para se obter uma bebidacarbonatada com proteína de soro final que continha aproximadamente 7%em peso proteína de soro de leite, a um pH final de 2,7.
Exemplo 12
Este exemplo é para a preparação de uma batelada de 60galões (227 litros) de bebida carbonatada com proteína. O vaso de misturaçãoe agitação foi o mesmo que aquele descrito com relação ao Exemplo 3. Ovaso de misturação e linhas de fluxo de fluido associadas foram sanitizados.Filtros AU no sistema de processamento foram limpados ou substituídos.
Adicionou-se 27 galões (102 litros) de água no tanque demisturação. A água foi água purificada, tratada usando-se osmose reversa deuma maneira comumente usada na indústria de bebidas.
Adicionou-se 0,054 libra (0,0243 kg) de acessulfame potássioà água agitada no vaso de misturação ao longo de um período de 15 segundos.Adicionou-se 0,08 libra (0,036 kg) de pó de sucralose à águaagitada no vaso de misturação ao longo de um período de 15 segundos.
Adicionou-se 0,005 libra (0,002 kg) de amarelo #6 e 0,003libra (0,002 kg) de vermelho #40 à água agitada no vaso de misturação aolongo de um período de 30 segundos.
A mistura no vaso de misturação foi agitada a 400 rpm duranteum período de um minuto.
0,34 libra (0,153 kg) de ácido málico; 1,06 libra (0,477 kg) deácido cítrico; 4,6 libras (2,07 kg) de ácido fosfórico; 0,26 libras (0,117 kg) decorante Red Punch 586323 CE, obtenível da Premium Ingredients, FranklinPark, 111; 0,46 libra (0,207 kg) de aromatizante Tropical Fruit 597540 C,obtenível da Premium Ingredients, Franklin Park, 111; 0,46 libra (0,207 kg)de aromatizante de framboeza Raspberry 01-EF956, obtenível junto àWestern Flavors and Fragrances, Livermore, Calif; 3,96 libras (1,782 kg) detaurina, e 0,001 libra (0,00045 kg) de soro Designer Whey Natural™, aolongo de um período de 60 segundos. A mistura combinada foi entãomisturada durante 2 minutos. Subseqüentemente, adicionou-se 0,06 libra(0,027 kg) de antiespumante FG-10, e 37,6 libras (16,92 kg) de Isolado deproteína de soro de leite, ao longo de um período de 60 segundos, e a misturafoi então agitada durante um período suficiente para se obter uma misturahomogênea (tipicamente cerca de 15 minutos a 400 rpm).
O pH da mistura foi então medido, e adicionou-se entãoquantidades crescentes de cerca de 3,5 libras (1,575 kg) de ácido fosfórico(75% em peso em água), com um tempo de misturação de um minuto entreadições, até se obter um pH de cerca de 2,5.
Brix, cor, e turbidez foram então medidas ou descritas edocumentadas.
Para a formulação acima, metade do volume do produtoacabado é água carbonatada. A água carbonatada foi adicionada no tanque demisturação numa quantidade volumétrica baseada no volume de líquidopresente da preparação precedente no tanque de misturação. (A águacarbonatada continha 3 volumes de dióxido de carbono por volume de água).Não há necessidade de agitar extensivamente os volumes combinados deingredientes, porque a carbonatação é auto-distribuidora. Adicionalmente,agitação rápida poderia resultar na espumação da batelada de ingredientes.
Após adição da água carbonatada, a bebida carbonatada comproteína foi tratada para inativar micróbios e então acondicionada. Depreferência, a mistura-produto de bebida carbonatada com proteína tratada éagitada continuamente a uma baixa velocidade de agitação até o momento daembalagem. No caso de a mistura-produto ser mantida mais do que 30minutos antes da inativação de micróbios e embalagem, a mistura-produto érecirculada para assegurar misturação e turbidez adequadas, determina-se opH, cor e Brix e documenta-se uma segunda vez para assegurar que aqualidade do produto é satisfatória, antes da inativação de micróbios eembalagem.
A temperatura do tratamento com calor usada tipicamente paraa inativação de micróbios é de 188°F (86,6°C) ou menos. Mais tipicamente, atemperatura máxima do tratamento com calor é de cerca de 150°F (65,5°C). No presente caso, o tratamento com calor foi a 150°F (65,5°C), durante umperíodo de 30 minutos.
Após a inativação de micróbios, a mistura-produto de bebidacarbonatada com proteína foi envasada em frascos de PET com volume de500 ml obteníveis da Novapak, Eatontown, NJ. Os frascos foram tampadoscom fechos OwensR™, de 28 mm, obteníveis junto à Owens, Inc., Toledo,Ohio. As tampas foram rosqueadas com o torque determinado pelaespecificação do fabricante. Os frascos enchidos foram testados quanto avazamento para assegurar a integridade da embalagem.Exemplo 13
Preparou-se uma bebida carbonatada com proteína da maneiradescrita no Exemplo 2, com a exceção de que não há tratamento com calor ouresfriamento antes da adição de carbonatação. Subseqüentemente à etapa decarbonatação etapa, (e ajuste final do pH da mistura compreendendo entrecerca de 2 e cerca de 3,4), a mistura foi embalada. A embalagem foi em umalata de cerveja/bebidas do tipo que é freqüentemente usada na arte, sendo quese usou na lata uma resina epóxi na superfície interior da lata. O revestimentocom resina epóxi foi bisfenol A diglicidil éter (BADGE). A tampa terminalaplicada na lata foi uma tampa 240 Stolle Loe, que foi aplicada de umamaneira usada tipicamente na indústria de envasamento de bebidas. Omaquinário usado para realizar o envasamento, e a tampa 240 Stolle Loe, sãodisponíveis junto à Stolle Machinery Company, LLC End and Metal FormingDivision, Sidney Ohio. A bebida carbonatada com proteína foi carregada nalata de bebida a uma temperatura inferior a 60°F (15,5°C), e a lata foievacuada simultaneamente tendo o ar removido e fechada hermeticamentecom o dispositivo.
A lata fechada hermeticamente foi aquecida empregando-seum túnel de "pasteurização" a uma temperatura máxima de 150°F (65,5°C) efoi mantida a esta temperatura durante um período de 20 a 25 minutos. Emseguida, a lata foi resfriada à temperatura ambiente ao longo de um período detempo de cerca de 5 minutos.
Latas da bebida carbonatada com proteína envasadas tiveramamostras colhidas e foram testadas quanto a micróbios. Os limites deespecificação do produto para referidos testes foram como a seguir. Contagemde placas aeróbicas de TABLE-US-00001 Specification Speeifieation LimitTotal de NMT 10.000 cfu/g de levedura e mofo e NMT 500 cfu/g decoliformes de NMT 10 cfu/g de Escherichia Coli Negativa em 25 g deStaphylococcus Aureus e NMT 10 cfu/g de Salmonella Negativa em 100 g.A placa de teste mostrou uma completa ausência de quaisquermicróbios na listagem acima, imediatamente após a embalagem e durante umperíodo de 52 semanas após, prosseguindo-se o teste neste momento.
As concretizações exemplares descritas acima não se destinama limitar o escopo da presente invenção, já que alguém versado na arte,considerando a presente descrição, poderá expandir referidas concretizaçõespara corresponder ao objeto da invenção reivindicada abaixo.
Exemplo 14
Uma batelada de 150 galões (567 litros) de bebida de suco delaranja com proteína de soro de leite pode ser preparada da maneira geral aseguir. É possível usar um tanque de misturação em aço inoxidável de 200galões (757 litros), em que se usa um misturador em forma de hélice, e queopera tipicamente a cerca de 400 rpm até cerca de 600 rpm durante umperíodo de cerca de 15 minutos.
É possível adicionar 80,1 galões (302,8 litros) de água notanque de misturação. A água pode ser água purificada, tratada usando-seosmose reversa de uma maneira comumente usada na indústria de bebidas. Epossível adicionar 31,5 galões (117,3 litros) de suco de laranja à água notanque de misturação para se obter uma concentração final de 21,0% em peso.34,5 galões (128,7 litros) de isolado aquoso de proteína de soro de leite comum pH ajustado para equiparar-se ao pH do suco de laranja, e que apresentauma concentração de proteína de soro de leite concentração de cerca de 25%em peso a cerca de 40% em peso, pode ser adicionado à mistura no tanque demisturação para se obter uma concentração de isolado aquoso de proteína desoro de leite de 23,0% em peso.
É possível adicionar 3,19 libras (1,36 kg) de 25% de sucraloselíquida para se obter uma concentração final de 0,25% em peso da sucraloselíquida. 3,06 libras (1,36 kg) de aroma de laranja natural, 57,89 g de cornatural, e 249 g de ácido ascórbico, podem ser adicionados à mistura notanque de misturação, resultando em uma concentração final com percentualem peso de 0,24 para os aromas, 0,010 para as cores naturais, e de 0,043 parao ácido ascórbico.
É possível adicionar 18,1 libras (8,16 kg) de ácido cítrico àmistura para se obter uma concentração final de 1,42% em peso. O pH damistura pode ser medido, e é possível adicionar quantidades crescentes decerca de 8,67 libras (3,62 kg) de ácido fosfórico à mistura no tanque demisturação, até se obter um pH de 3,0 a 3,2. A concentração final de fosfóricopode ser de cerca de 0,68% em peso.
A mistura pode ser carbonatada a um volume final de 1 a 2,5volumes de CO2. A carbonatação pode ser obtida por meio de métodos decarbonatação em tina; no entanto, é possível usar métodos de carbonataçãoem-linha.
Brix, cor, e turbidez podem ser medidas ou descritas edocumentadas.
Após a carbonatação, a bebida de suco de laranja com proteínade soro de leite pode ser tratada para inativar micróbios e entãoacondicionada. De preferência, a mistura tratada de produto de bebida de sucode laranja com proteína de soro de leite é agitada continuamente a uma baixavelocidade de agitação até o momento da embalagem. No caso de a mistura-produto ser conservada mais do que 30 minutos antes da inativação demicróbios e embalagem, a mistura-produto pode ser recirculada para seassegurar misturação adequada, e determina-se e documenta-se a turbidez,pH, cor e Brix uma segunda vez para assegurar que a qualidade do produto ésatisfatória, antes da inativação de micróbios e embalagem.
A temperatura de tratamento com calor usada tipicamente parainativação de micróbios é de 188°F (86,6°C) ou menos. Mais tipicamente, atemperatura máxima de tratamento com calor é de cerca de 150°F (65,5°C).No presente caso, o tratamento com calor pode ser a 140°F (4,4°C) duranteum período de 20 minutos através de um túnel de pasteurização.
Após a inativação de micróbios, a mistura-produto de bebidade suco de laranja com proteína de soro de leite pode ser envasada em frascosde PET com volume de 500 ml obteníveis junto à Novapak, Eatontown, NJ.
Os frascos podem ser tampados com fechos Owens™ de 28 mm, obteníveisda Owens, Inc., Toledo, Ohio. As tampas podem ser rosqueadas com o torqueespecificado pelo fabricante. Os frascos enchidos podem ser testados quanto avazamento para assegurar a integridade da embalagem.
Alternativamente, o produto de bebida de suco de laranja deproteína de soro de leite pode ser acondicionado em latas após a inativação demicróbios. A embalagem pode ser em uma lata de cerveja/bebida do tipo queé freqüentemente usada na arte, sendo que se usa na lata uma resina epóxi nasuperfície interior da lata. O revestimento de resina epóxi pode ser bisfenol Adiglicidil éter (BADGE). A tampa terminal aplicada na lata pode ser umatampa 240 Stolle Loe, que pode ser aplicada de uma maneira usadatipicamente na indústria de envasamento de bebidas. O maquinário usado pararealizar o envasamento, e a tampa 240 Stolle Loe podem ser obtidos da StolleMachinery Company, LLC End and Metal Forming Division, Sidney Ohio. Abebida carbonatada de suco de laranja com proteína de soja pode serintroduzida na lata de bebida a uma temperatura inferior a 60°F (15,5°C), e alata pode ser evacuada simultaneamente removendo-se o ar e fechadahermeticamente com o dispositivo.
A bebida de suco de proteína de soro de leite embalada podeser armazenada à temperatura ambiente durante 18 meses. Após 18 meses dearmazenamento à temperatura ambiente, a bebida de suco de laranja comproteína de soro de leite pode não apresentar qualquer precipitação detectávelde proteína ou crescimento microbiano.
Frascos ou latas da bebida de suco de proteína de soro de leiteembalada podem ter amostras colhidas e testadas quanto a micróbios. Oslimites de especificação de produto para referido teste podem ser como aseguir. TABLE-US-00001 Specification Specification Limit Total aerobicplate count [contagem de placas aeróbicas] NMT 10.000 cfu/g de levedura emofo NMT 500 cfu/g de coliformes NMT 10 cfu/g de Escherichia ColiNegativa em 25 g de Staphylococcus Aureus NMT 10 cfu/g de SalmonellaNegativa em 100 g.
A placa de teste pode mostrar uma completa ausência dequaisquer dos micróbios da listagem acima, imediatamente após a embalageme durante um período de 72 semanas em seguida, continuando-se os testesneste momento.
O conteúdo do frasco ou da lata pode ser observadovisualmente com um béquer de 500 ml sem detecção de precipitação.
O conteúdo do frasco ou da lata pode ser despejado entãoatravés de uma tela de 30 mesh sem se observar precipitação, precipitado e/ousedimento.
É possível adicionar ingredientes adicionais para produzirprodutos especializados, como extratos de plantas concentrados, analgésicos(p. ex. aspirina), estimulantes brandos (p. ex. cafeína, malato de citrulina,aminoácidos de cadeia ramificada, compostos contendo magnésio, oucombinações dos mesmos), ou relaxantes. Estes ingredientes podem seradicionados tipicamente à mistura antes de ambas as etapas de tratamentocom calor e de carbonização, independentemente da ordem em que estas duasetapas são realizadas.
Exemplo 15
Uma batelada de 150 galões (567 litros) de bebida de suco deuva com proteína de soro de leite pode ser preparada como descrito noExemplo 6, variando-se apenas a água e os componentes do suco. E possíveladicionar 81,6 galões (306,6 litros) de água no tanque de misturação. A águapode ser água purificada, tratada usando-se osmose reversa de uma maneiracomumente usada na indústria de bebidas. É possível adicionar 30 galões desuco de uva à água no tanque de misturação para se obter uma concentraçãofinal de 20,0% em peso. Não se adiciona suco de laranja. O pH da proteína desoro de leite pode ser ajustado para equiparar-se ao pH do suco de uva antesda adição.
A bebida de suco de uva com proteína de soro de leiteembalada pode ser armazenada à temperatura ambiente durante 18 meses.Após 18 meses de armazenamento à temperatura ambiente, a bebida de sucode uva com proteína de soro de leite pode não apresentar qualquerprecipitação detectável de proteína ou crescimento microbiano.
Frascos ou latas da bebida de suco de proteína de soro de leiteembalada podem ter amostras colhidas e testadas quanto a micróbios. Oslimites de especificação de produto para referido teste podem ser como aseguir. TABLE-US-00001 Specification Specification Limit Total aerobicplate count [contagem de placas aeróbicas] NMT 10.000 cfu/g de levedura emofo NMT 500 cfu/g de coliformes NMT 10 cfu/g de Escherichia ColiNegativa em 25 g de Staphylococcus Aureus NMT 10 cfu/g de SalmonellaNegativa em 100 g.
A placa de teste pode mostrar uma completa ausência dequaisquer dos micróbios da listagem acima, imediatamente após a embalageme durante um período de 72 semanas em seguida, continuando-se os testesneste momento.
O conteúdo do frasco ou da lata pode ser observadovisualmente com um béquer de 500 ml sem detecção de precipitação.
O conteúdo do frasco ou da lata pode ser despejado entãoatravés de uma tela de 30 mesh sem se observar precipitação, precipitado e/ousedimento.
É possível adicionar ingredientes adicionais para produzirprodutos especializados, como extratos de plantas concentrados, analgésicos(ρ. ex. aspirina), estimulantes brandos (p. ex. cafeína, malato de citrulina,aminoácidos de cadeia ramificada, compostos contendo magnésio, oucombinações dos mesmos), ou relaxantes. Estes ingredientes podem seradicionados tipicamente à mistura antes de ambas as etapas de tratamentocom calor e de carbonização, independentemente da ordem em que estas duasetapas são realizadas.
Exemplo 16
Uma batelada de 150 galões (567 litros) de bebida de suco defruta com proteína de soro de leite pode ser preparada como descrito noExemplo 6, variando-se apenas a água e os componentes do suco. E possíveladicionar 89,1 galões (336,9 litros) de água no tanque de misturação. A águapode ser água purificada, tratada usando-se osmose reversa de uma maneiracomumente usada na indústria de bebidas. É possível adicionar 22,5 galões desuco de toranja à água no tanque de misturação para se obter umaconcentração final de 15,0% em peso. Não se adiciona suco de laranja.
A bebida de suco de toranja com proteína de soro de leiteembalada pode ser armazenada à temperatura ambiente durante 18 meses.Após 18 meses de armazenamento à temperatura ambiente, a bebida de sucode toranja com proteína de soro de leite pode não apresentar qualquerprecipitação detectável de proteína ou crescimento microbiano.
Frascos ou latas da bebida de suco de proteína de soro de leiteenvasados podem ter amostras colhidas e testadas quanto a micróbios. Oslimites de especificação de produto para referido teste podem ser como aseguir. TABLE-US-00001 Specification Specification Limit Total aerobicplate count [contagem de placas aeróbicas] NMT 10.000 cfu/g de levedura emofo NMT 500 cfu/g de coliformes NMT 10 cfu/g de Escherichia ColiNegativa em 25 g de Staphylococcus Aureus NMT 10 cfu/g de SalmonellaNegativa em 100 g.
A placa de teste pode mostrar uma completa ausência dequaisquer dos micróbios da listagem acima, imediatamente após a embalageme durante um período de 72 semanas em seguida, continuando-se os testesneste momento.
O conteúdo do frasco ou da lata pode ser observadovisualmente com um béquer de 500 ml sem detecção de precipitação.
O conteúdo do frasco ou da lata pode ser despejado entãoatravés de uma tela de 30 mesh sem se observar precipitação, precipitado e/ousedimento.
É possível adicionar ingredientes adicionais para produzirprodutos especializados, como extratos de plantas concentrados, analgésicos(p. ex. aspirina), estimulantes brandos (p. ex. cafeína, malato de citrulina,aminoácidos de cadeia ramificada, compostos contendo magnésio, oucombinações dos mesmos), ou relaxantes. Estes ingredientes podem seradicionados tipicamente à mistura antes de ambas as etapas de tratamentocom calor e de carbonização, independentemente da ordem em que estas duasetapas são realizadas.
Exemplo 17
Uma batelada de 150 galões (567 litros) de bebida de sucotropical com proteína de soro de leite pode ser preparada como descrito noExemplo 6, variando-se apenas os componentes água, suco, e ácido cítrico. Épossível adicionar 74,4 galões (280,1 litros) de água no tanque de misturação.A água pode ser água purificada, tratada usando-se osmose reversa de umamaneira comumente usada na indústria de bebidas. É possível adicionar 37,5galões de mistura de suco tropical à água no tanque de misturação para seobter uma concentração final de 15,0% em peso. A mistura de suco tropicalpode consistir de 54% de suco de abacaxi, 36% de suco de goiaba, e 10% desuco de manga. Não se adiciona suco de laranja. O pH da proteína de soro deleite é ajustado para equiparar-se ao pH da mistura de suco tropical antes daadição. Adicionou-se 15,3 libras (6,8 kg) de ácido cítrico à mistura para seobter uma concentração final de 1,2% em peso.
A bebida embalada de suco tropical com proteína de soro deleite pode ser armazenada à temperatura ambiente durante 18 meses. Após 18meses armazenamento à temperatura ambiente, a bebida carbonatada de sucotropical com proteína de soro de leite pode não apresentar qualquerprecipitação detectável de proteína ou crescimento microbiano.
Frascos ou latas da bebida de suco de proteína de soro de leiteembalada podem ter amostras colhidas e testadas quanto a micróbios. Oslimites de especificação de produto para referido teste podem ser como aseguir. TABLE-US-00001 Specification Limit Total aerobic plate count[contagem de placas aeróbicas] NMT 10.000 cfu/g de levedura e mofo NMT500 cfu/g de coliformes NMT 10 cfu/g de Escherichia Coli Negativa em 25 gde Staphylococcus Aureus NMT 10 cfu/g de Salmonella Negativa em 100 g.
A placa de teste pode mostrar uma completa ausência dequaisquer dos micróbios da listagem acima, imediatamente após a embalageme durante um período de 72 semanas em seguida, continuando-se os testesneste momento.
O conteúdo do frasco ou da lata pode ser observadovisualmente com um béquer de 500 ml sem detecção de precipitação.
O conteúdo do frasco ou da lata pode ser despejado entãoatravés de uma tela de 30 mesh sem se observar precipitação, precipitado e/ousedimento.
É possível adicionar ingredientes adicionais para produzirprodutos especializados, como extratos de plantas concentrados, analgésicos(p. ex. aspirina), estimulantes brandos (p. ex. cafeína, malato de citrulina,aminoácidos de cadeia ramificada, compostos contendo magnésio, oucombinações dos mesmos), ou relaxantes. Estes ingredientes podem seradicionados tipicamente à mistura antes de ambas as etapas de tratamentocom calor e de carbonização, independentemente da ordem em que estas duasetapas são realizadas.
Exemplo 18
Uma batelada de 150 galões (567 litros) de suco de laranjacom proteína de soro de leite pode ser preparada da maneira geral a seguir, épossível usar um tanque de misturação em aço inoxidável com volume de 200galões (757 litros), em que se usa um misturador de tipo hélice, e que pode seroperado tipicamente a cerca de 400 rpm a cerca de 600 rpm durante umperíodo de cerca de 15 minutos.
É possível adicionar 108,6 galões (408,8 litros) de água notanque de misturação. A água pode ser água purificada, tratada usando-seosmose reversa de uma maneira comumente usada na indústria de bebidas. Epossível adicionar 31,5 galões (117,3 litros) de suco de laranja à água notanque de misturação para se obter uma concentração final de 21,0% em peso.5,25 galões (18,9 litros) de isolado aquoso de proteína de soro de leite comum pH ajustado para equiparar-se ao pH do suco de laranja, e que apresentauma concentração de proteína de soro de leite de cerca de 25% em peso acerca de 40% em peso, podem ser adicionados à mistura no tanque demisturação para se obter uma concentração de proteína de soro de leite de3,5% em peso.
É possível adicionar 3,06 libras (1,36 kg) de 25% de sucraloselíquida à mistura para se obter uma concentração final de 0,25% em peso dasucralose líquida. 3,06 libras (1,36 kg) de aroma de laranja natural, 57,8 g decor natural, e 6,38 libras (2,72 kg) de uma pré-mistura de vitaminas/mineraisdando 35% do Valor Diário Recomendado, podem ser adicionados à misturano tanque de misturação, resultando em um percentual em peso final daconcentração de 0,24 para os aromatizantes, 0,010 para as cores naturais, e0,50 para a pré-mistura de vitaminas/minerais.
É possível adicionar 18,1 libras (8,16 kg) de ácido cítrico àmistura para se obter uma concentração final de 1,42% em peso. O pH damistura pode ser medido, e adiciona-se quantidades crescentes de cerca de 8,7libras (3,62 kg) de ácido fosfórico à mistura no tanque de misturação, até seobter um pH de 3,0 a 3,2. A concentração de fosfórico pode ser de cerca de0,68% em peso.
A mistura pode ser carbonatada a um volume final de 1 a 2,5volumes de CO2.
A carbonatação pode ser obtida por meio de métodos decarbonatação em tina; no entanto, é possível usar métodos de carbonataçãoem-linha.
Brix, cor, e turbidez podem ser medidas ou descritas e documentadas.
Após a carbonatação, a bebida de suco de laranja com proteínade soro de leite pode ser tratada para inativar micróbios e entãoacondicionada. De preferência, a mistura-produto carbonatada tratada debebida de suco de laranja com proteína de soro de leite é agitadacontinuamente a uma baixa velocidade de agitação até o momento daembalagem. No caso de a mistura-produto ser conservada mais tempo do que30 minutos antes da inativação de micróbios e embalagem, a mistura-produtopode ser recirculada para assegurar a misturação adequada e a turbidez, pH,cor e Brix são realizadas e documentadas uma segunda vez para assegurar quea qualidade do produto é satisfatória, antes da inativação de micróbios eembalagem.
A temperatura de tratamento com calor usada tipicamente parainativação de micróbios é 188°F (86,6°C) ou menos. Mais tipicamente, atemperatura máxima de tratamento com calor é de cerca de 150°F (65,5°C).No presente caso, o tratamento com calor pode ser a 140°F (4,4°C) duranteum período de 20 minutos através de um túnel de pasteurização.
Após inativação de micróbios, a mistura-produto de bebida desuco de laranja com proteína de soro de leite pode ser envasada em frascos dePET com volume de 500 ml obteníveis da Novapak5 Eatontown, NJ. Osfrascos podem ser tampados com fechos Owens™ de 28 mm, obteníveis daOwens, Inc., Toledo, Ohio. As tampas podem ser rosqueadas com o torqueespecificado pelo fabricante. Os frascos enchidos podem ser testados quanto avazamentos para assegurar a integridade da embalagem.
Alternativamente, o produto de bebida de suco de laranja deproteína de soro de leite pode ser acondicionado em latas após a inativação demicróbios. A embalagem pode ser em uma lata de cerveja/bebida do tipofreqüentemente usado na arte, sendo que se usa na lata uma resina epóxi nasuperfície interior da lata. O revestimento de resina epóxi pode ser bisfenol Adiglicidil éter (BADGE). A tampa terminal aplicada na lata pode ser umatampa 240 Stolle Loe, que pode ser usada de uma maneira usada tipicamentena indústria de envasamento de bebidas. O maquinário usado para realizar oenvasamento, e a tampa 240 Stolle Loe podem ser obtidos junto à StolleMachinery Company, LLC End and Metal Forming Division, Sidney Ohio. Abebida de suco de laranja com proteína de soro de leite pode ser introduzidana lata de bebida a uma temperatura inferior a 60°F (15,5°C), e a lata pode serevacuada simultaneamente removendo-se o ar e fechada hermeticamente como dispositivo.
A bebida de suco de proteína de soro de leite embalada podeser armazenada à temperatura ambiente durante 18 meses. Após 18 mesesarmazenamento à temperatura ambiente, a bebida de suco de laranja comproteína de soro de leite pode não apresentar qualquer precipitação detectávelde proteína ou crescimento microbiano.
Frascos ou latas da bebida de suco de proteína de soro de leiteembalada podem ter amostras colhidas e testadas quanto a micróbios. Oslimites de especificação de produto para referido teste podem ser como aseguir. TABLE-US-00001 Specification Limit Total aerobic plate count[contagem de placas aeróbicas] NMT 10.000 cfu/g de levedura e mofo NMT500 cfu/g de coliformes NMT 10 cfu/g de Escherichia Coli Negativa em 25 gde Staphylococcus Aureus NMT 10 cfu/g de Salmonella Negativa em 100 g.
A placa de teste pode mostrar uma completa ausência dequaisquer dos micróbios da listagem acima, imediatamente após a embalageme durante um período de 72 semanas em seguida, continuando-se os testesneste momento.
O conteúdo do frasco ou da lata pode ser observadovisualmente com um béquer de 500 ml sem detecção de precipitação.
O conteúdo do frasco ou da lata pode ser despejado entãoatravés de uma tela de 30 mesh sem se observar precipitação, precipitado e/ousedimento.
É possível adicionar ingredientes adicionais para produzirprodutos especializados, como extratos de plantas concentrados, analgésicos(p. ex. aspirina), estimulantes brandos (p. ex. cafeína, malato de citrulina,aminoácidos de cadeia ramificada, compostos contendo magnésio, oucombinações dos mesmos), ou relaxantes. Estes ingredientes podem seradicionados tipicamente à mistura antes de ambas as etapas de tratamentocom calor e de carbonização, independentemente da ordem em que estas duasetapas são realizadas.
Exemplo 19
Uma batelada de 150 galões (567 litros) de bebida de suco deuva com proteína de soro de leite pode ser preparada como descrito noExemplo 10, variando-se apenas o componente do suco. É possível adicionar31,5 galões (117,3 litros) de suco de uva à água no tanque de misturação parase obter uma concentração final de 21,0% em peso. Não se adiciona suco delaranja. O pH da proteína de soro de leite pode ser ajustado para equiparar-seao pH do suco de uva antes da adição.
A bebida de suco de proteína de soro de leite embalada podeser armazenada à temperatura ambiente durante 18 meses. Após 18 mesesarmazenamento à temperatura ambiente, a bebida de suco de laranja comproteína de soro de leite pode não apresentar qualquer precipitação detectávelde proteína ou crescimento microbiano.
Frascos ou latas da bebida de suco de proteína de soro de leiteembalada podem ter amostras colhidas e testadas quanto a micróbios. Oslimites de especificação de produto para referido teste podem ser como aseguir. TABLE-US-00001 Specification Limit Total aerobic plate count[contagem de placas aeróbicas] NMT 10.000 cfu/g de levedura e mofo NMT500 cfu/g de coliformes NMT 10 cfu/g de Escherichia Coli Negativa em 25 gde Staphylococcus Aureus NMT 10 cfu/g de Salmonella Negativa em 100 g.
A placa de teste pode mostrar uma completa ausência dequaisquer dos micróbios da listagem acima, imediatamente após a embalageme durante um período de 72 semanas em seguida, continuando-se os testesneste momento.
O conteúdo do frasco ou da lata pode ser observadovisualmente com um béquer de 500 ml sem detecção de precipitação.
O conteúdo do frasco ou da lata pode ser despejado entãoatravés de uma tela de 30 mesh sem se observar precipitação, precipitado e/ousedimento.
É possível adicionar ingredientes adicionais para produzirprodutos especializados, como extratos de plantas concentrados, analgésicos(p. ex. aspirina), estimulantes brandos (p. ex. cafeína, malato de citrulina,aminoácidos de cadeia ramificada, compostos contendo magnésio, oucombinações dos mesmos), ou relaxantes. Estes ingredientes podem seradicionados tipicamente à mistura antes de ambas as etapas de tratamentocom calor e de carbonização, independentemente da ordem em que estas duasetapas são realizadas.
Exemplo 20
Uma batelada de 150 galões (567 litros) de bebida de suco delaranja a 100% com proteína de soro de leite a 3,3% (proteína equivalente deleite) pode ser preparada da maneira geral a seguir. E possível usar um tanquede misturação em aço inoxidável com volume de 200 galões (757 litros), emque se usa um misturador de tipo hélice, e que opera tipicamente a cerca de400 rpm a cerca de 600 rpm durante um período de cerca de 15 minutos.
É possível adicionar 82 galões (310 litros) de água no tanquede misturação. A água pode ser água purificada, tratada usando-se osmosereversa de uma maneira comumente usada na indústria de bebidas. E possíveladicionar 412 libras (186,8 kg) de concentrado de suco de laranja a 4:1 à águano tanque de misturação. 220 libras (99,7 kg) de isolado aquoso a 20% deproteína de soro de leite com um pH ajustado em 3,2 são adicionados notanque de misturação para se obter uma concentração de isolado aquoso deproteína de soro de leite de 3,3% em peso. É possível adicionar 5 libras (2,26kg) de ácido fosfórico à mistura no tanque de misturação, até se obter um pHde 3,0 a 3,4. A concentração de fosfórico pode ser de cerca de 0,35% empeso.
3,06 libras (1,36 kg) de aroma de laranja natural, 57,89 g decor natural, e 249 g de ácido ascórbico, podem ser adicionados à mistura notanque de misturação, resultando em um percentual em peso final daconcentração de 0,24 para os aromas, 0,010 para as cores naturais, e 0,043para o ácido ascórbico.
O pH da mistura pode ser medido, e é possível adicionarquantidades crescentes de ácido fosfórico à mistura no tanque de misturação,até se obter um pH de 3,4. A concentração de fosfórico pode ser de cerca de0,67% em peso.
A mistura pode ser carbonatada a um volume final de 1 a 2,5volumes de CO2. A carbonatação pode ser obtida por meio de métodos decarbonatação em tina; no entanto, é possível usar métodos de carbonataçãoem-linha.Brix, cor, e turbidez podem ser medidas ou descritas edocumentadas.
Após a carbonatação, a bebida de suco de laranja com proteínade soro de leite pode ser tratada para inativar micróbios e, então,acondicionada. De preferência, a mistura tratada de produto de bebida de sucode laranja com proteína de soro de leite é agitada continuamente a uma baixavelocidade de agitação até o momento da embalagem. No caso de a mistura-produto ser conservada mais tempo do que 30 minutos antes da inativação demicróbios e embalagem, a mistura-produto pode ser recirculada paraassegurar a misturação adequada e a turbidez, pH, cor e Brix são realizadas edocumentadas uma segunda vez para assegurar que a qualidade do produto ésatisfatória, antes da inativação de micróbios e embalagem.
A temperatura de tratamento com calor usada tipicamente parainativação de micróbios é 188°F (86,6°C) ou menos. Mais tipicamente, atemperatura máxima de tratamento com calor é de cerca de 150°F (65,5°C).No presente caso, o tratamento com calor pode ser a 140°F (4,4°C) duranteum período de 20 minutos através de um túnel de pasteurização.
Após inativação de micróbios, a mistura-produto de bebida desuco de laranja com proteína de soro de leite pode ser envasada em frascos dePET com volume de 500 ml obteníveis da Novapak, Eatontown, NJ. Osfrascos podem ser tampados com fechos Owens™ de 28 mm, obteníveis daOwens, Inc., Toledo, Ohio. As tampas podem ser rosqueadas com o torqueespecificado pelo fabricante. Os frascos enchidos podem ser testados quanto avazamentos para assegurar a integridade da embalagem.
Alternativamente, o produto de bebida de suco de laranja deproteína de soro de leite pode ser acondicionado em latas após a inativação demicróbios. A embalagem pode ser em uma lata de cerveja/bebida do tipofreqüentemente usado na arte, sendo que se usa na lata uma resina epóxi nasuperfície interior da lata. O revestimento de resina epóxi pode ser bisfenol Adiglicidil éter (BADGE). A tampa terminal aplicada na lata pode ser umatampa 240 Stolle Loe, que pode ser usada de uma maneira usada tipicamentena indústria de envasamento de bebidas. O maquinário usado para realizar oenvasamento, e a tampa 240 Stolle Loe são obteníveis da Stolle MachineryCompany, LLC End and Metal Forming Division, Sidney Ohio. A bebidacarbonatada de suco de laranja com proteína de soja pode ser introduzida nalata de bebida a uma temperatura de menos de 60°F (15,5°C), e a lata pode serevacuada simultaneamente removendo-se o ar e fechada hermeticamente como dispositivo.
A bebida de suco de proteína de soro de leite embalada podeser armazenada à temperatura ambiente durante 18 meses. Após 18 mesesarmazenamento à temperatura ambiente, a bebida de suco de laranja comproteína de soro de leite pode não apresentar qualquer precipitação detectávelde proteína ou crescimento microbiano.
Frascos ou latas da bebida de suco de proteína de soro de leiteembalada podem ter amostras colhidas e testadas quanto a micróbios. Oslimites de especificação de produto para referido teste podem ser como aseguir. TABLE-US-00001 Specification Limit Total aerobic plate count[contagem de placas aeróbicas] NMT 10.000 cfu/g de levedura e mofo NMT500 cfu/g de coliformes NMT 10 cfu/g de Escherichia Coli Negativa em 25 gde Staphylococcus Aureus NMT 10 cfu/g de Salmonella Negativa em 100 g.
A placa de teste pode mostrar uma completa ausência dequaisquer dos micróbios da listagem acima, imediatamente após a embalageme durante um período de 72 semanas em seguida, continuando-se os testesneste momento.
O conteúdo do frasco ou da lata pode ser observadovisualmente com um béquer de 500 ml sem detecção de precipitação.
O conteúdo do frasco ou da lata pode ser despejado entãoatravés de uma tela de 30 mesh sem se observar precipitação, precipitado e/ousedimento.
É possível adicionar ingredientes adicionais para produzirprodutos especializados, como extratos de plantas concentrados, analgésicos(p. ex. aspirina), estimulantes brandos (p. ex. cafeína, malato de citrulina,aminoácidos de cadeia ramificada, compostos contendo magnésio, oucombinações dos mesmos), ou relaxantes. Estes ingredientes podem seradicionados tipicamente à mistura antes de ambas as etapas de tratamentocom calor e de carbonização, independentemente da ordem em que estas duasetapas são realizadas.
Exemplo 21
Uma batelada de 150 galões (567 litros) de bebida carbonatadade suco de uva de não concentrado com proteína de soro de leite pode serpreparada da maneira geral a seguir. E possível usar um tanque de misturaçaoem aço inoxidável com volume de 200 galões (757 litros), em que se usa ummisturador de tipo hélice, e que opera tipicamente a cerca de 400 rpm a cercade 600 rpm durante um período de cerca de 15 minutos.
Proteína de soro de leite aquosa (isolado ou concentrado) comuma concentração de proteína de 1-40% de proteína efetiva, tipicamente de 15a 25% de proteína, pode ser adicionada no tanque, numa quantidadenecessária para se obter a concentração final desejada de proteína na bebida,usualmente de 2% a 15% de proteína na bebida acabada. É possível adicionarácido fosfórico, usualmente de 75 a 85%, para ajustar o pH da proteína desoro de leite aquosa a de 3,0 a 3,5, tipicamente cerca de pH 3,2. A quantidadede ácido fosfórico necessária é de aproximadamente de 10 a 15% do peso daproteína de soro de leite numa base seca. Outros ácidos, como ácido tartáricoou ácido cítrico podem ser adicionados primariamente para fins dearomatização.
É possível adicionar uma quantidade de água necessária paratrazer o volume da batelada a 112,5 galões (423,9 litros), que é de três quartosdo tamanho final da batelada. A água pode ser água purificada, tratadausando-se osmose reversa de uma maneira comumente usada na indústria debebidas. 37,5 galões (140 litros) de concentrado de suco de uva a 4:1,tipicamente de cerca de 68 graus Brix, podem ser adicionados à água notanque de misturação para se obter uma concentração final de 25% emvolume.
Também é possível adicionar outros ingredientes, comoaromatizantes ou nutrientes.
Os ingredientes são misturados intimamente para produzir osuco de uva de não concentrado, sendo que o concentrado de suco de uva a4:1 foi diluído a 4 vezes na bebida final para proporcionar equilíbrio por meiode adição de água, proteínas de soro, e outros ingredientes. O pH final éverificado e ajustado, se necessário, ao pH-alvo desejado de cerca de 3,2 a3,6, usualmente cerca de pH 3,4.
A carbonatação do suco de uva de não concentrado combebida com proteína de soro de leite pode ser realizada por um dos doismétodos previamente descritos em um vaso de pressão estática sendo quedióxido de carbono é aspergido no líquido, ou por meio de injeção do produtovolumétrico aspergido no líquido, ou por meio de injeção continua em-linhado produto volumétrico à medida que é bombeado na máquina deenvasamento de recipientes.
A pasteurização do produto em recipientes fechadoshermeticamente pode ser realizada como descrito previamente, usando-se umtúnel de pasteurização.
Exemplo 22
Uma batelada de 150 galões (567 litros) de bebida de suco deuva de não concentrado com proteína de soro de leite pode ser preparada damaneira geral a seguir. É possível usar um tanque de misturação em açoinoxidável com volume de 200 galões (757 litros), em que se usa ummisturador de tipo hélice, e que opera tipicamente a cerca de 400 rpm a cercade 600 rpm durante um período de cerca de 15 minutos.
Isolado aquoso de proteína de soro de leite (isolado ouconcentrado) com uma concentração de proteína de 1 a 40% de proteínaefetiva, tipicamente de 15 a 25% de proteína, pode se adicionado no tanquenuma quantidade necessária para se obter a concentração de proteína debebida final desejada, usualmente de 2% a 15% de proteína na bebidaacabada. É possível adicionar ácido fosfórico, usualmente de 75 a 85%, paraajustar o pH da proteína de soro de leite aquosa a de 3,0 a 3,5, tipicamente emcerca de pH 3,2, A quantidade de ácido fosfórico necessária é deaproximadamente de 10 a 15% do peso em base seca de proteína de soro deleite. É possível adicionar outros ácidos, como ácido tartárico ou cítrico,primariamente para fins aromatizantes.
É possível adicionar uma quantidade de água necessária paratrazer o volume da batelada a 112,5 galões (423,9 litros), que corresponde atrês quartos do tamanho final da batelada, A água pode ser água purificada,tratada usando-se osmose reversa de uma maneira comumente usada naindústria de bebidas. 37,5 galões (140 litros) de suco de uva concentrado a4:1, tipicamente cerca de 68 graus Brix, podem ser adicionados à água notanque de misturação para se obter uma concentração final de 25% emvolume.
Também é possível adicionar outros ingredientes, comoaromatizantes ou nutrientes.
Os ingredientes são misturados intimamente para produzir osuco de uva de não concentrado sendo que o concentrado de suco de uva a 4:1foi diluído a 4:1 na bebida final para proporcionar equilíbrio por meio deadição de água, proteínas de soro, e outros ingredientes. O pH final éverificado e ajustado, se necessário, no pH-alvo desejado de cerca de 3,2- 3,6,usualmente cerca de pH 3,4.As etapas de pasteurização e de enchimento de recipientespodem ser realizadas em qualquer ordem.
Produto volumétrico pode ser processado termicamentebombeando-se o mesmo através de um trocador de calor conhecido como umpasteurizador de placa, também referido como pasteurizador de flash,tipicamente a de 145 a 150°F (62,7 a 65,5°C) com um tempo de retenção de 3a 5 minutos. O produto volumétrico passa através do pasteurizador com ousem uma etapa de resfriamento subseqüente, para um tanque de equilíbriofechado conectado ao dispositivo de enchimento de recipientes até serenchido em recipientes de plástico ou de metal. É possível conduzir operaçõesde enchimento em modo enchimento a quente, entrando no recipiente a 13 0°F(54,4°C) ou maior, ou enchidos a frio, a uma temperatura de cerca de IOO0F(37,7°C) ou menos. Nitrogênio líquido inerte pode ser gotejado na lata entre oenchimento e o fechamento hermético para deslocar oxigênio e para auxiliar amanter a rigidez do recipiente.
A pasteurização do produto em recipientes fechadoshermeticamente pode ser realizada como descrito previamente para bebidascarbonatadas, usando-se um pasteurizador de tipo túnel.
Exemplo 23
Uma batelada de 150 galões (567 litros) de uma bebida comproteína de clara de ovos com 5,1% de proteína pode ser preparada damaneira geral a seguir. É possível usar um tanque de misturação em açoinoxidável com volume de 200 galões (757 litros), em que se usa ummisturador de tipo hélice, e que opera tipicamente a cerca de 100 rpm a cercade 200 rpm durante um período de cerca de 15 minutos.
É possível adicionar 74 galões (280 litros) de água no tanquede misturação. A água pode ser água purificada, tratada usando-se osmosereversa de uma maneira comumente usada na indústria de bebidas. E possívelusar 0,75 galão (2,85 litros) de uma solução a 25% (peso/peso) de sucralose.75 galões (283,9 litros) de claras de ovos líquidas pasteurizadas, queapresentam uma concentração de proteína de cerca de 10,5% em peso, podemser adicionados à mistura no tanque de misturação para se obter umaconcentração final de proteína de aproximadamente 5,25% em peso.
O pH da solução pode ser ajustado por meio de adição decerca de 9 libras (4,08 kg) de ácido fosfórico (85%) e cerca de uma libra (0,45kg) de ácido málico para se obter um pH de aproximadamente 3,2. A soluçãopode ser branca translúcida.
30 libras (13,6 kg) de aroma de maçã, 50 g de cor natural, 6,38libras (2,72 kg) de uma pré-mistura de vitaminas/minerais dando 35% doValor Diário Recomendado podem ser adicionados à mistura no tanque demisturação.
A mistura pode ser carbonatada a um volume final de 1 a 2,5volumes de CO2. A carbonatação pode ser obtida por meio de métodos decarbonatação em tina; no entanto, é possível usar métodos de carbonataçãoem-linha.
Brix, cor e turbidez foram, então, medidas ou descritas edocumentadas.
A mistura-produto da bebida com proteína de ovo carbonatadapode ser envasada em frascos de PET com volume de 500 ml obteníveis daNovapak, Eatontown, N.J. Os frascos podem ser tampados com fechosOwens™ de 28 mm, obteníveis junto à Owens, Inc., Toledo, Ohio. As tampaspodem ser rosqueadas com o torque especificado pelo fabricante. Os frascosenchidos podem ser testados quanto a vazamentos para assegurar aintegridade da embalagem.
Alternativamente, o produto de bebida com proteína de ovocarbonatada pode ser envasado em latas. A embalagem pode ser em uma latade cerveja/bebida do tipo freqüentemente usado na arte, sendo que se usa nalata uma resina epóxi na superfície interior da lata. O revestimento de resinaepóxi pode ser bisfenol A diglicidil éter (BADGE). A tampa terminal aplicadana lata pode ser uma tampa 240 Stolle Loe, que pode ser usada de umamaneira usada tipicamente na indústria de envasamento de bebidas. Omaquinário usado para realizar o envasamento, e a tampa 240 Stolle Loepodem ser obtidos da Stolle Machinery Company, LLC End and MetalForming Division, Sidney Ohio. A bebida com proteína de ovo carbonatadapode ser carregada na lata de bebida a uma temperatura inferior a 60°F(15,5°C), e a lata pode ser evacuada simultaneamente removendo-se o ar efechada hermeticamente com o dispositivo.
A pasteurização do produto em recipientes fechadoshermeticamente pode ser realizada como descrito previamente para bebidascarbonatadas, usando-se um pasteurizador de tipo túnel.
É possível adicionar ingredientes adicionais para produzirprodutos especializados, como extratos de plantas concentrados, analgésicos(p. ex. aspirina), estimulantes brandos (p. ex. cafeína, malato de citrulina,aminoácidos de cadeia ramificada, compostos contendo magnésio, oucombinações dos mesmos), ou relaxantes. Estes ingredientes podem seradicionados tipicamente à mistura antes da etapa de carbonização.
Exemplo 24
Uma batelada de 150 galões (567 litros) de bebida comproteína de clara de ovos carbonatada com 2,5% de proteína e 96% de suco delaranja pode ser preparada da maneira geral a seguir. É possível usar umtanque de misturação em aço inoxidável com volume de 200 galões (757litros), em que se usa um misturador de fundo com velocidade variável, e queopera tipicamente a cerca de 100 rpm a cerca de 200 rpm durante um períodode cerca de 15 minutos. Deve-se atentar para minimizar a incorporação de arno líquido para minimizar o desenvolvimento de espuma.
É possível adicionar 78 galões (295 litros) de água no tanquede misturação. A água pode ser água purificada, tratada usando-se osmosereversa de uma maneira comumente usada na indústria de bebidas. 36 galões(136 litros) de claras de ovos líquidas pasteurizadas, e que apresenta umaconcentração de proteína de cerca de 10,5% em peso, podem ser adicionadosà água no tanque de misturação.
O pH da solução de clara de ovos pode ser ajustado por meiode adição de cerca de 4 libras (1,81 kg) de ácido fosfórico (85%) para se obterum pH de aproximadamente 3,2. A solução pode ser branca translúcida, nãotransparente.
36 galões (136 litros) de suco concentrado de laranja,descongelada com 42 Brix, podem ser adicionados no tanque.Alternativamente, é possível usar suco concentrado de laranja industrial acerca de 65 Brix com, proporcionalmente, menos concentrado e mais águapara se obter a equivalência de suco não concentrado.
O pH final da bebida acabada pode ser de 3,2 a 3,9, depreferência, cerca de 3,3. Ajustes finais do pH podem ser realizados usandoácido fosfórico ou cítrico.
Brix, cor, e turbidez, e pH podem ser medidos ou descritos edocumentados.
A mistura pode ser carbonatada a um volume final de 1 a 2,5volumes de CO2. A carbonatação pode ser obtida aspergindo-se a bebida emum vaso de pressão ou por meio de métodos de carbonatação em-linha, sendoque ambos são métodos previamente descritos aqui.
É possível realizar operações de enchimento com recipientes emétodos previamente descritos aqui.
Exemplo 25
Uma batelada de 1000 galões (3785 litros) de bebida alcoólicade proteína de soro de leite pasteurizada contendo 6% de álcool em volume(ABV) pode ser preparada da maneira geral a seguir. E possível usar umtanque de misturação de 1200 galões (4542 litros) em aço inoxidável, em quese usa um misturador de tipo hélice, e que opera tipicamente a cerca de 400rpm a cerca de 600 rpm durante um período de cerca de 15 minutos.
Proteína de soro de leite aquosa (isolado ou concentrado) comuma concentração de proteína de 1 a 40% de proteína efetiva, tipicamente de15 a 25% de proteína, pode ser adicionada no tanque em uma quantidadenecessária para se obter a concentração final desejada de proteína na bebida,usualmente de 2% a 8% de proteína na bebida acabada. E possível adicionarácido fosfórico, usualmente de 75 a 85%, para ajustar o pH da proteína desoro de leite aquosa em de 3,0 a 3,6, tipicamente cerca de pH 3,25. Aquantidade de ácido fosfórico necessária é de aproximadamente de 12 a 18%do peso em base seca de proteína de soro de leite. É possível adicionar outrosácidos, como ácido málico, tartárico, ou cítrico, primariamente para fins dearomatização.
É possível adicionar uma quantidade de água necessária paratrazer o volume da batelada a 500 galões (1892 litros), que tem a metade dotamanho da batelada final. A água pode ser água purificada, tratada usando-seosmose reversa de uma maneira comumente usada na indústria de bebidas.500 galões (1892 litros) de base de malte, obtenível da City BrewingCompany, La Crosse, WI, fermentados com grão e contendo 12% de álcoolem volume (ABV) podem ser adicionados no tanque.
0,75 libra (2,85 kg) de acessulfame potássio e 1,25 libra(0,4535 kg) de pó de sucralose podem ser adicionados à água agitada no vasode misturação ao longo de um período de 30 segundos.
0,08 libra (0,036 kg) de amarelo #6 e 0,04 libra (0,018 kg) devermelho #40 podem ser adicionados à água agitada no vaso de misturação aolongo de um período de 30 segundos.
A mistura no vaso de misturação pode ser agitada a 400 rpmdurante um período de um minuto.
É possível adicionar 5 libras (2,26 kg) de ácido málico; 5libras (2,26 kg) de ácido cítrico; 4 libras (1,81 kg) de corante Red Punch586323 CE, obtenível da Premium Ingredients, Franklin Park, 111; 8 libras(3,62 kg) de aroma de frutas tropicais Tropical Fruit 597540 C, obtenível daPremium Ingredients, Franklin Park, 111; 8 libras (3,62 kg) de aroma deframboeza Raspberry Flavor 01- EF956, obtenível da Western Flavors andFragrances, Livermore, Calif. A mistura combinada pode ser misturadadurante 2 minutos, e o pH pode ser verificado e ajustado, se necessário, comácido fosfórico ao pH-alvo desejado de cerca de 2,8 a 3,4, usualmente cercade pH 3,1.
ABV, Brix, cor, e turbidez podem ser medidas ou descritas edocumentadas.
Pasteurização do produto em recipientes fechadoshermeticamente pode ser realizada como descrito previamente para bebidascarbonatadas, usando-se um pasteurizador de tipo túnel.
Embora se tenha divulgado concretizações particulares dapresente invenção, deve-se compreender que várias modificações diferentessão possíveis e são consideradas no verdadeiro espírito e escopo dasreivindicações anexas.
Exemplo 26
Uma batelada de 150 galões (567 litros) de bebida comproteína de soro de leite foi preparada da maneira geral a seguir. Usou-se umtanque de misturação em aço inoxidável de 200 galões (757 litros), em que seusou um misturador de tipo hélice, e que foi operado tipicamente a cerca de400 rpm a cerca de 600 rpm durante um período de cerca de 15 minutos.
Adicionou-se 113,79 galões (427,75 litros) de água no tanquede misturação. A água foi água purificada, tratada usando-se osmose reversade uma maneira comumente usada na indústria de bebidas. Adicionou-se191,25 libras (86,63 kg) de maltodextrina à água no tanque de misturaçãopara se obter uma concentração final de 15,0% em peso. 5,25 galões (18,92litros) de isolado aquoso de proteína de soro de leite com um pH ajustado paraequiparar-se substancialmente ao pH da bebida, e que apresentou umaconcentração de proteína de soro de leite de cerca de 25% em peso a cerca de35% em peso, foram adicionados à mistura no tanque de misturação para seobter uma concentração final de proteína de soro de leite de 3,5% em peso.
Adicionou-se 3,06 libras (1,36 kg) de 25% de sucralose líquidaà mistura para se obter uma concentração final de 0,25% em peso da sucraloselíquida. 38,5 libras (2,26 kg) de aromapunch de frutas, 57,8 g de cor natural,6,38 libras (2,72 kg) de uma pré-mistura de vitaminas/minerais dotar 35% doValor Diário Recomendado podem ser adicionados à mistura no tanque demisturação. Isto resultou em um percentual em peso final da concentração de3,0 para os aromas, 0,010 para as cores naturais, e 0,50 para a pré-mistura devitaminas/minerais.
Adicionou-se 15,3 libras (6,8 kg) de ácido cítrico à misturapara se obter uma concentração final de 1,2% em peso. O pH da mistura foientão medido, e adiciona-se quantidades crescentes de cerca de 8,67 libras(3,62 kg) de ácido fosfórico à mistura no tanque de misturação, até se obterum pH de 2,0 a 3,4. A concentração final de fosfórico foi de cerca de 0,68%em peso.
A mistura pode ser carbonatada a um volume final de cerca de1 a cerca de 2,5 volumes de CO2, Carbonatação pode ser obtida por meio demétodos de carbonatação em tina. No entanto, é possível usar métodos decarbonatação em-linha. Brix, cor e turbidez foram, então, medidas oudescritas e documentadas.
A mistura-produto de bebida carbonatada de proteína de sorode leite pode ser envasada em frascos de PET com volume de 500 mlobteníveis da Novapak, Eatontown, N.J. Os frascos podem ser tampados comfechos Owens™ de 28 mm, obteníveis da Owens, Inc., Toledo, Ohio. Astampas podem ser rosqueadas com o torque especificado pelo fabricante. Osfrascos enchidos podem ser testados quanto a vazamentos para assegurar aintegridade da embalagem.
Alternativamente, o produto de bebida carbonatada de proteínade soro de leite pode ser embalado em latas. A embalagem pode ser em umalata de cerveja/bebida do tipo freqüentemente usado na arte, sendo que se usana lata uma resina epóxi na superfície interior da lata. O revestimento deresina epóxi pode ser bisfenol A diglicidil éter (BADGE). A tampa terminalaplicada na lata pode ser uma tampa 240 Stolle Loe, que pode ser usada deuma maneira usada tipicamente na indústria de envasamento de bebidas. O maquinário usado para realizar o envasamento, e a tampa 240 Stolle Loepodem ser obtidos da Stolle Machinery Company, LLC End and MetalForming Division, Sidney Ohio. A bebida carbonatada com proteína de soropode ser introduzida na lata de bebida a uma temperatura inferior a 60°F(15,5 °C), e a lata pode ser evacuada simultaneamente remo vendo-se o ar efechada hermeticamente com o dispositivo.
A bebida com proteína de soro de leite embalada pode serarmazenada à temperatura ambiente durante 18 meses. Após 18 mesesarmazenamento à temperatura ambiente, a bebida com proteína de soro deleite pode apresentar pouca ou nenhuma precipitação de proteína detectávelou crescimento microbiano.
Frascos ou latas da bebida carbonatada de proteína de soro deleite envasada podem ter amostras colhidas e testadas quanto a micróbios. Oslimites de especificação de produto para referido teste podem ser como aseguir. TABLE-US-00001 Specification Limit Total aerobic plate count[contagem de placas aeróbicas] NMT 10.000 cfu/g de levedura e mofo NMT500 cfu/g de coliformes NMT 10 cfu/g de Escherichia Coli Negativa em 25 gde Staphylococcus Aureus NMT 10 cfu/g de SalmonellaNegativa em 100 g.
A placa de teste pode mostrar uma completa ausência dequaisquer dos micróbios da listagem acima, imediatamente após a embalageme durante um período de 72 semanas em seguida, continuando-se os testesneste momento.
O conteúdo do frasco ou da lata pode ser observadovisualmente com um béquer de 500 ml observando-se pouca ou nenhumaprecipitação. O conteúdo do frasco ou da lata pode ser despejado entãoatravés de uma tela de 30 mesh, observando-se pouca ou nenhumaprecipitação, precipitado e/ou sedimento.
É possível adicionar ingredientes adicionais para produzirprodutos especializados, incluindo, embora sem limitação, relaxantes, extratosde plantas concentrados, analgésicos, como aspirina, e estimulantes brandos,como cafeína, malato de citrulina, aminoácidos de cadeia ramificada,compostos contendo magnésio, combinações dos mesmos, ou outros. Estesingredientes podem ser adicionados tipicamente à mistura antes da etapa decarbonização.
Exemplo 27
Uma batelada de 150 galões (567 litros) de bebida comproteína de soro de leite foi preparada da maneira geral a seguir. Usou-se umtanque de misturação em aço inoxidável de 200 galões (757 litros), em que seempregou um misturador de hélice, e que foi operado tipicamente a cerca de400 rpm a cerca de 600 rpm durante um período de cerca de 15 minutos.
Adicionou-se 113,79 galões (427,75 litros) de água no tanquede misturação. A água foi água purificada, tratada usando-se osmose reversade uma maneira comumente usada na indústria de bebidas. Adicionou-se191,25 libras (86,63 kg) de sacarose à água no tanque de misturação para seobter uma concentração final de 15,0% em peso. 5,25 galões (18,92 litros) deisolado aquoso de proteína de soro de leite com um pH ajustado paraequiparar-se ao pH da bebida, e apresentando uma concentração de proteínade soro de leite de cerca de 25% em peso a cerca de 35% em peso, foramadicionados à mistura no tanque de misturação para se obter umaconcentração final de proteína de soro de leite de 3,5% em peso.
Adicionou-se 3,06 libras (1,36 kg) de 25% de sucralose líquidaà mistura para se obter uma concentração final de 0,25% em peso da sucraloselíquida. 4,5 galões (15,14 litros) de aroma de laranja, 57,8 g de cor natural,6,38 libras (2,72 kg) de uma pré-mistura de vitaminas/minerais dando 35% doValor Diário Recomendado podem ser adicionados à mistura no tanque demisturação. Isto resultou em um percentual em peso final da concentração de3,0 para os aromas, de 0,010 para as cores naturais, e de 0,50 para a pré-mistura de vitaminas/minerais.
Adicionou-se 15,3 libras (6,8 kg) de ácido cítrico à misturapara se obter uma concentração final de 1,2% em peso. O pH da mistura foientão medido, e adicionou-se quantidades crescentes de cerca de 8,67 libras(3,62 kg) de ácido fosfórico à mistura no tanque de misturação, até se obterum pH de 2,0 a 3,4. A concentração final de fosfórico foi de cerca de 0,68%em peso.
A mistura pode ser tratada para inativar micróbios por meio deprocessamento a alta pressão (HPP). A pressão aplicada usada para ainativação microbiana pode ser tipicamente de cerca de 110 a cerca de 440MPa a cerca de 25°C durante entre cerca de 10 e cerca de 20 minutos.
Após o HPP, a mistura pode ser carbonatada a um volumefinal de 1 a 2,5 volumes de CO2. A carbonatação pode ser obtida por meio demétodos de carbonatação em tina; no entanto, é possível usar métodos decarbonatação em-linha. Brix, cor e turbidez foram, então, medidas oudescritas e documentadas.
Após a inativação de micróbios e carbonatação, a mistura-produto de bebida carbonatada de proteína de soro de leite pode ser envasadaem frascos de PET com volume de 500 ml obteníveis da Novapak,Eatontown, N.J. Os frascos podem ser tampados com fechos Owens™ de 28mm, obteníveis da Owens, Inc., Toledo, Ohio. As tampas podem serrosqueadas com o torque especificado pelo fabricante. Os frascos enchidospodem ser testados quanto a vazamentos para assegurar a integridade daembalagem.
Alternativamente, o produto de bebida carbonatada de proteínade soro de leite pode ser embalado em latas. Após a inativação de micróbios ecarbonatação. A embalagem pode ser em uma lata de cerveja/bebida do tipofreqüentemente usado na arte, sendo que se usa na lata uma resina epóxi nasuperfície interior da lata. O revestimento de resina epóxi pode ser bisfenol Adiglicidil éter (BADGE). A tampa terminal aplicada na lata pode ser umatampa 240 Stolle Loe, que pode ser usada de uma maneira usada tipicamentena indústria de envasamento de bebidas. O maquinário usado para realizar oenvasamento, e a tampa 240 Stolle Loe podem ser obtidos da StolleMachinery Company, LLC End and Metal Forming Division, Sidney Ohio. Abebida carbonatada com proteína de soro pode ser carregada em uma lata debebida a uma temperatura inferior a 60°F (15,5°C), e a lata pode ser evacuadasimultaneamente removendo-se o ar e fechada hermeticamente com odispositivo.
A bebida embalada de proteína de soro de leite pode serarmazenada à temperatura ambiente durante 18 meses. Após 18 mesesarmazenamento à temperatura ambiente, a bebida carbonatada de proteína desoro de leite pode não apresentar qualquer precipitação detectável de proteínaou crescimento microbiano.
Frascos ou latas da bebida carbonatada envasada de proteínade soro de leite podem ter amostras colhidas e testadas quanto a micróbios. Oslimites de especificação de produto para referido teste podem ser como aseguir. TABLE-US-00001 Specification Limit Total aerobic plate count[contagem de placas aeróbicas] NMT 10.000 cfu/g de levedura e mofo NMT500 cfu/g de coliformes NMT 10 cfu/g de Escherichia Coli Negativa em 25 gde Staphylococcus Aureus NMT 10 cfu/g de Salmonella Negativa em 100 g.A placa de teste pode apresentar pouca presença ou mesmocompleta ausência de quaisquer dos micróbios da listagem acima,imediatamente após a embalagem e durante um período de 72 semanas emseguida, continuando-se os testes neste momento. O conteúdo do frasco ou dalata pode ser observado visualmente com um béquer de 500 ml sem detecçãode precipitação. O conteúdo do frasco ou da lata pode ser despejado entãoatravés de uma tela de 30 mesh sem se observar precipitação, precipitado e/ousedimento.
É possível adicionar ingredientes adicionais para produzirprodutos especializados, incluindo, embora sem limitação, relaxantes, extratosde plantas concentrados, analgésicos, como aspirina, e estimulantes brandos,como cafeína, malato de citrulina, aminoácidos de cadeia ramificada,compostos contendo magnésio, combinações dos mesmos, ou outros. Estesingredientes podem ser adicionados tipicamente à mistura antes da etapa decarbonatação.Exemplo 28
Uma batelada de 150 galões (567 litros) de bebida comproteína de soro de leite foi preparada da maneira geral a seguir. Usou-se umtanque de misturação em aço inoxidável de 200 galões, em que se usou ummisturador de hélice, e que foi operado tipicamente a cerca de 400 rpm acerca de 600 rpm durante um período de cerca de 15 minutos.
Adicionou-se 113,79 galões (427,75 litros) de água no tanquede misturação. A água foi água purificada, tratada usando-se osmose reversade uma maneira comumente usada na indústria de bebidas. Adicionou-se191,25 libras (86,63 kg) de dextrose à água no tanque de misturação para seobter uma concentração final de 15,0% em peso. 5,25 galões (18,92 litros) deisolado aquoso de proteína de soro de leite com um pH ajustado paraequiparar-se ao pH da bebida, e que apresentou uma concentração de proteínade soro de leite de cerca de 25% em peso a cerca de 35% em peso, foramadicionados à mistura no tanque de misturação para se obter umaconcentração final de proteína de soro de leite de 3,5% em peso.
Adicionou-se 3,06 libras (1,36 kg) de 25% de sucralose líquidaà mistura para se obter uma concentração final de 0,25% em peso da sucraloselíquida. 4,5 galões (15,14 litros) de aroma tropical, 57,8 g de cor natural, 6,38libras (2,72 kg) de uma pré-mistura de vitaminas/minerais dando 35% doValor Diário Recomendado podem ser adicionados à mistura no tanque demisturação. Isto resultou em um percentual em peso final da concentração de3,0 para os aromas, 0,010 para as cores naturais, e 0,50 para a pré-mistura devitaminas/minerais.
Adicionou-se 15,3 libras (6,8 kg) de ácido cítrico à misturapara se obter uma concentração final de 1,2% em peso. Mediu-se então o pHda mistura, e adicionou-se quantidades crescentes de cerca de 8,67 libras(3,62 kg) de ácido fosfórico à mistura no tanque de misturação, até se obterum pH de 2,0 a 3,4. A concentração final de fosfórico foi de cerca de 0,68%em peso.
A mistura pode ser carbonatada a um volume final de cerca de1 a cerca de 2,5 volumes de CO2. A carbonatação pode ser obtida por meio demétodos de carbonatação em tina; no entanto, é possível usar métodos decarbonatação em-linha.
Brix, cor e turbidez foram, então, medidas ou descritas edocumentadas.
Após a carbonatação, a bebida carbonatada de proteína de sorode leite foi tratada com processamento a alta pressão (HPP) para inativarmicróbios e, então, embalada. Presentemente prefere-se que a mistura-produtode bebida carbonatada tratada de proteína de soro de leite seja agitadacontinuamente a uma baixa velocidade de agitação até o momento daembalagem. No caso de a mistura-produto ser conservada mais tempo do que30 minutos antes da inativação de micróbios e embalagem, a mistura-produtopode ser recirculada para assegurar a misturação adequada e a turbidez, pH,cor e Brix são realizadas e documentadas uma segunda vez para assegurar quea qualidade do produto é satisfatória, antes da inativação de micróbios eembalagem.
A mistura pode ser tratada para inativar micróbios por meio deprocessamento a alta pressão (HPP). A pressão aplicada usada para inativaçãomicrobiana é tipicamente de cerca de 110 a cerca de 440 MPa a 25°C durantecerca de 10 e cerca de 20 minutos.
Após a inativação de micróbios, a mistura-produto de bebidacarbonatada de proteína de soro de leite pode ser envasada em frascos de PETcom volume de 500 ml obteníveis da Novapak, Eatontown, N.J. Os frascospodem ser tampados com fechos Owens™ de 28 mm, obteníveis da Owens,Inc., Toledo, Ohio. As tampas podem ser rosqueadas com o torqueespecificado pelo fabricante. Os frascos enchidos podem ser testados quanto avazamentos para assegurar a integridade da embalagem.
Alternativamente, o produto de bebida carbonatada de proteínade soro de leite pode ser embalado em latas. Após inativação de micróbios. Aembalagem pode ser em uma lata de cerveja/bebida do tipo freqüentementeusado na arte, sendo que se usa na lata uma resina epóxi na superfície interiorda lata. O revestimento de resina epóxi pode ser bisfenol A diglicidil éter(BADGE). A tampa terminal aplicada na lata pode ser uma tampa 240 StolleLoe, que pode ser usada de uma maneira usada tipicamente na indústria deenvasamento de bebidas. O maquinário usado para realizar o envasamento, ea tampa 240 Stolle Loe podem ser obtidos da Stolle Machinery Company,LLC End and Metal Forming Division, Sidney Ohio. A bebida carbonatadacom proteína de soro pode ser introduzida na lata de bebida a umatemperatura inferior a cerca de 60°F (15,5°C), e a lata pode ser evacuadasimultaneamente removendo-se o ar e fechada hermeticamente com odispositivo.A bebida embalada de proteína de soro de leite pode serarmazenada à temperatura ambiente durante cerca de 18 meses. Após cerca de18 meses de armazenamento à temperatura ambiente, a bebida carbonatada deproteína de soro de leite pode não apresentar qualquer precipitação detectávelde proteína ou crescimento microbiano.
Frascos ou latas da bebida carbonatada envasada de proteínade soro de leite podem ter amostras colhidas e testadas quanto a micróbios. Oslimites de especificação de produto para referido teste podem ser como aseguir. TABLE-US-00001 Specification Limit Total aerobic plate count[contagem de placas aeróbicas] NMT 10.000 cfu/g de levedura e mofo NMT500 cfu/g de coliformes NMT 10 cfu/g de Escherichia Coli Negativa em 25 gde Staphylococcus Aureus NMT 10 cfu/g de Salmonella Negativa em 100 g.
A placa de teste pode mostrar uma completa ausência dequaisquer dos micróbios da listagem acima, imediatamente após a embalageme durante um período de cerca de 72 semanas em seguida, continuando-se ostestes neste momento. O conteúdo do frasco ou da lata pode ser observadovisualmente com um béquer de 500 ml sem detecção de precipitação. Oconteúdo do frasco ou da lata pode ser despejado então através de uma tela de30 mesh sem se observar precipitação, precipitado e/ou sedimento.
É possível adicionar ingredientes adicionais para produzirprodutos especializados, como extratos de plantas concentrados, analgésicos(p. ex. aspirina), estimulantes brandos (p. ex. cafeína, malato de citrulina,aminoácidos de cadeia ramificada, compostos contendo magnésio, oucombinações dos mesmos), relaxantes, ou outros. Estes ingredientes podemser adicionados tipicamente à mistura antes da etapa de carbonatação.
Exemplo 29
Uma batelada de 150 galões (567 litros) de bebida comproteína de soro de leite foi preparada da maneira geral a seguir. Usou-se umtanque de misturação em aço inoxidável de 200 galões (757 litros), em que seusou um misturado de hélice, e que foi operado tipicamente a cerca de 400rpm a cerca de 600 rpm durante um período de cerca de 15 minutos.
Adicionou-se 113,75 galões (283,9 litros) de água no tanquede misturação. A água foi água purificada, tratada usando-se osmose reversade uma maneira comumente usada na indústria de bebidas. Adicionou-se191,25 libras (86,63 kg) de frutose à água no tanque de misturação para seobter uma concentração final de 15,0% em peso. 5,25 galões (18,92 litros) deisolado aquoso de proteína de soro de leite com um pH ajustado paraequiparar-se ao pH da bebida, e que apresentou uma concentração de proteínade soro de leite de cerca de 25% em peso a cerca de 35% em peso, foramadicionados à mistura no tanque de misturação para se obter umaconcentração final de proteína de soro de leite de cerca de 3,5% em peso.
Adicionou-se 3,06 libras (1,36 kg) de 25% de sucralose líquidaà mistura para se obter uma concentração final de 0,25% em peso da sucraloselíquida. 38,5 libras (2,26 kg) de aroma de oxicoco, 57,8 g de cor natural, 6,38libras (2,72 kg) de uma pré-mistura de vitaminas/minerais dando 35% doValor Diário Recomendado podem ser adicionados à mistura no tanque demisturação. Isto resultou em um percentual em peso final da concentração de3,0 para os aromas, de 0,010 para as cores naturais, e de 0,50 para a pré-mistura de vitaminas/minerais.
Adicionou-se 9,18 libras (4,080 kg) de ácido tartárico, 3,06libras (1,36 kg) de ácido cítrico e 3,06 libras (1,36 kg) de ácido málico àmistura para se obter uma concentração final de 1,2% em peso. Mediu-seentão o pH da mistura, e adicionou-se então quantidades crescentes de cercade 8,67 libras (3,62 kg) de ácido fosfórico à mistura no tanque de misturação,até se obter um pH de 2,0 a 3,4. A concentração final de fosfórico foi de cercade 0,68% em peso.
A mistura pode ser carbonatada a um volume final de cerca de1 a cerca de 2,5 volumes de CO2. A carbonatação pode ser obtida por meio demétodos de carbonatação em tina; no entanto, é possível usar métodos decarbonatação em-linha. Brix, cor e turbidez foram, então, medidas oudescritas e documentadas.
A mistura-produto de bebida com proteína de soro de leitepode ser envasada em frascos de PET com volume de 500 ml obteníveis daNovapak, Eatontown, N.J. Os frascos podem ser tampados com fechosOwens™ de 28 mm, obteníveis da Owens, Inc., Toledo, Ohio. As tampaspodem ser rosqueadas com o torque especificado pelo fabricante. Os frascos- enchidos podem ser testados quanto a vazamentos para assegurar aintegridade da embalagem.
Alternativamente, o produto de bebida carbonatada de proteínade soro de leite pode ser acondicionada em latas. A embalagem pode ser emuma lata de cerveja/bebida do tipo freqüentemente usado na arte, sendo que seusa na lata uma resina epóxi na superfície interior da lata. O revestimento deresina epóxi pode ser bisfenol A diglicidil éter (BADGE). A tampa terminalaplicada na lata pode ser uma tampa 240 Stolle Loe, que pode ser usada deuma maneira usada tipicamente na indústria de envasamento de bebidas. Omaquinário usado para realizar o envasamento, e a tampa 240 Stolle Loepodem ser obtidos da Stolle Machinery Company, LLC End and MetalForming Division, Sidney Ohio. A bebida carbonatada com proteína de soropode ser introduzida na lata de bebida a uma temperatura inferior a 60°F(15,5 °C), e a lata pode ser evacuada simultaneamente removendo-se o ar efechada hermeticamente com o dispositivo.
Após a embalagem, a bebida carbonatada de proteína de sorode leite pode ser tratada para inativar micróbios por meio de processamento aalta pressão (HPP). A pressão aplicada usada para a inativação microbianapode ser tipicamente de cerca de 110 a 440 MPa a 25°C durante de 10 a 20minutos.
A bebida embalada de proteína de soro de leite pode serarmazenada à temperatura ambiente durante 18 meses. Após 18 mesesarmazenamento à temperatura ambiente, a bebida carbonatada de proteína desoro de leite pode não apresentar qualquer precipitação detectável de proteínaou crescimento microbiano.
Frascos ou latas da bebida carbonatada envasada de proteínade soro de leite podem ter amostras colhidas e testadas quanto a micróbios. Oslimites de especificação de produto para referido teste podem ser como aseguir. TABLE-US-00001 Specification Limit Total aerobic plate count[contagem de placas aeróbicas] NMT 10.000 cfu/g de levedura e mofo NMT500 cfu/g de coliformes NMT 10 cfu/g de Escherichia Coli Negativa em 25 gde Staphylococcus Aureus NMT 10 cfu/g de Salmonella Negativa em 100 g.
A placa de teste pode mostrar uma completa ausência dequaisquer dos micróbios da listagem acima, imediatamente após a embalageme durante um período de cerca de 72 semanas em seguida, continuando-se ostestes neste momento. O conteúdo do frasco ou da lata pode ser observadovisualmente com um béquer de 500 ml sem detecção de precipitação. Oconteúdo do frasco ou da lata pode ser despejado então através de uma tela de30 mesh sem se observar precipitação, precipitado e/ou sedimento.
É possível adicionar ingredientes adicionais para produzirprodutos especializados, como extratos de plantas concentrados, analgésicos(p. ex. aspirina), estimulantes brandos (p. ex. cafeína, malato de citrulina,aminoácidos de cadeia ramificada, compostos contendo magnésio, oucombinações dos mesmos), ou relaxantes. Estes ingredientes podem seradicionados tipicamente à mistura antes da etapa de carbonatação.
Exemplo 30
Uma batelada de 150 galões (567 litros) de bebida comproteína de clara de ovos carbonatada com 5,1% de proteína pode serpreparada da maneira geral a seguir. É possível usar um tanque de misturaçãoem aço inoxidável com volume de 200 galões (757 litros), em que se usa ummisturador de tipo hélice, e que pode operar tipicamente a cerca de 100 rpm acerca de 200 rpm durante um período de cerca de 15 minutos.
É possível adicionar 74 galões (280 litros) de água no tanquede misturação. A água pode ser água purificada, tratada usando-se osmosereversa de uma maneira comumente usada na indústria de bebidas. É possível0,75 galões (283,9 litros) de uma solução a 25% (peso/peso) de sucralose. 75galões (283,9 litros) de claras de ovos líquidas pasteurizadas, que apresentamuma concentração de proteína de cerca de 10,5% em peso, podem seradicionados à mistura no tanque de misturação para se obter umaconcentração final de proteína de aproximadamente 5,25% em peso.
O pH da solução pode ser ajustado por meio de adição decerca de 9 libras (4,08 kg) de ácido fosfórico (85%) e cerca de uma libra deácido málico para se obter um pH de aproximadamente 3,2. A solução podeser branco translúcido.
30 libras (13,6 kg) de aroma de maçã, 50 g de cor natural, 6,38libras (2,72 kg) de um pré-mistura de vitaminas/minerais dando 35% do ValorDiário Recomendado podem ser adicionados à mistura no tanque demisturação.
A mistura pode ser carbonatada a um volume final de 1 a 3volumes de CO2. A carbonatação pode ser obtida por meio de métodos decarbonatação em tina; no entanto, é possível usar métodos de carbonataçãoem-linha. Brix, cor, e turbidez podem ser medidas ou descritas edocumentadas.
A mistura-produto de bebida com proteína de ovo pode serenvasada em frascos de PET com volume de 500 ml obteníveis da Novapak,Eatontown, N.J. Os frascos podem ser tampados com fechos Owens™ de 28mm, obteníveis da Owens, Inc., Toledo, Ohio. As tampas podem serrosqueadas com o torque especificado pelo fabricante. Os frascos enchidospodem ser testados quanto a vazamentos para assegurar a integridade daembalagem.
Alternativamente, o produto de bebida com proteína de ovopode ser envasado em latas de metal a uma temperatura inferior a 450F(7,2°C), de preferência, entre cerca de 32 e cerca de 40°F (4,4°C). Aembalagem pode ser em uma lata de cerveja/bebida do tipo freqüentementeusado na arte, sendo que se usa na lata uma resina epóxi na superfície interiorda lata. O revestimento de resina epóxi pode ser bisfenol A diglicidil éter(BADGE). A tampa terminal aplicada na lata pode ser uma tampa 240 StolleLoe, que pode ser usada de uma maneira usada tipicamente na indústria deenvasamento de bebidas. O maquinário que pode ser usado para realizar aembalagem, e as tampa 240 Stolle Loe podem ser obtidas da Stolle MachineryCompany, LLC End and Metal Forming Division, Sidney Ohio.
Após a embalagem, a bebida com proteína de clara de ovopode ser tratada opcionalmente para inativar micróbios por meio deprocessamento a alta pressão (HPP). A pressão aplicada para a inativaçãomicrobiana pode ser tipicamente de cerca de IlOe cerca de 440 MPa a cercade 25°C durante cerca de 10 e cerca de 20 minutos.
É possível adicionar ingredientes adicionais para produzirprodutos especializados, como extratos de plantas concentrados, analgésicos(p. ex. aspirina), estimulantes brandos (p. ex. cafeína, malato de citrulina,aminoácidos de cadeia ramificada, compostos contendo magnésio,combinações dos mesmos, ou outros), ou relaxantes. Estes ingredientespodem ser adicionados tipicamente à mistura antes da etapa de carbonatação.
Exemplo 31
Uma batelada de 1000 galões (3785 litros) de bebida alcoólicade proteína de soro de leite contendo 6% de álcool em volume (ABV) podeser preparada da maneira geral a seguir. É possível usar um tanque demisturação em aço inoxidável com volume de 1200 galões (4542 litros), emque se usa um misturador de tipo hélice, e que opera tipicamente a cerca de400 rpm a cerca de 600 rpm durante um período de cerca de 15 minutos.
Proteína de soro de leite aquosa (isolado ou concentrado) comuma concentração de proteína cerca de 1 e cerca de 40% de proteína efetiva,tipicamente cerca de 15 e cerca de 25% de proteína, pode ser adicionada notanque em uma quantidade necessária para se obter a concentração finaldesejada de proteína na bebida, usualmente cerca de 2% a cerca de 8% deproteína na bebida acabada. É possível adicionar ácido fosfórico, usualmentede cerca de 75 e cerca de 85%, para ajustar o pH da proteína de soro de leiteaquosa a cerca de 3,0 a cerca de 3,6, tipicamente em cerca de pH 3,25. Aquantidade de ácido fosfórico necessária pode ser de aproximadamente cercade 12 a cerca de 18% do peso em base seca de proteína de soro de leite. Epossível adicionar outros ácidos, como ácido málico, tartárico, cítrico, ououtros, primariamente para fins de aromatização.
É possível adicionar uma quantidade de água necessária paratrazer o volume da batelada a 500 galões (1892 litros), que tem a metade dotamanho da batelada final. A água pode ser água purificada, tratada usando-seosmose reversa de uma maneira comumente usada na indústria de bebidas.Opcionalmente é possível adicionar 4 libras (1,81 kg) de conservante químicode benzoato de sódio, seguido de 10 minutos de misturação para dissolver, ouo benzoato de sódio pode ser dissolvido em 1 galão (3,78 litros) de águaquente antes de ser adicionado no tanque com 3 minutos de misturação paradispersar. 500 galões (1892 litros) de base de malte, obtenível da CityBrewing Company, La Crosse, WI, fermentado de grãos e contendo 12% deálcool em volume (ABV) podem ser adicionados no tanque. É possíveladicionar 0,75 libra (2,85 kg) de acessulfame potássio e 1,25 libra (0,4535 kg)de pó de sucralose na água agitada do vaso de misturação ao longo de umperíodo de 30 segundos. É possível adicionar 0,08 libra (0,036 kg) de amarelo#6 e 0,04 libra (0,018 kg) de vermelho #40 à água agitada no vaso demisturação ao longo de um período de 30 segundos. A mistura no vaso demisturação pode ser agitada a 400 rpm durante um período de um minuto.
É possível adicionar 5 libras (2,26 kg) de ácido málico; 5libras (2,26 kg) de ácido cítrico; 4 libras (1,81 kg) de corante Red Punch586323 CE, obtenível da Premium Ingredients, Franklin Park, 111; 8 libras(3,62 kg) de aromatizantes de frutas tropicais Tropical Fruit 597540 C,obtenível da Premium Ingredients, Franklin Park, 111; 8 libras (3,62 kg) dearoma de framboeza Raspberry Flavor 01- EF956, obtenível da WesternFlavors and Fragrances, Livermore, Calif. A mistura combinada pode sermisturada durante 2 minutos, e o pH pode ser verificado e ajustado, senecessário, com ácido fosfórico ao alvo desejado de cerca de 2,8 a 3,4,usualmente cerca de pH 3,1. ABV, Brix, cor, e turbidez podem ser medidasou descritas e documentadas.
Após a embalagem, a bebida com proteína de álcool / soropode ser tratada opcionalmente para inativar micróbios por meio deprocessamento a alta pressão (HPP). A pressão aplicada para a inativaçãomicrobiana é tipicamente de cerca de 110 a cerca de 440 MPa a 250C durantecerca de 10 a cerca de 20 minutos.
É possível adicionar ingredientes adicionais para produzirprodutos especializados, como extratos de plantas concentrados, analgésicos(p. ex. aspirina), estimulantes brandos (p. ex. cafeína, malato de citrulina,aminoácidos de cadeia ramificada, compostos contendo magnésio,combinações dos mesmos, ou outros), ou relaxantes. Estes ingredientespodem ser adicionados tipicamente à mistura antes da etapa de carbonatação.Exemplo 32
Uma batelada de 1000 galões (3785 litros) de bebidacarbonatada com aroma de cola contendo proteína de soro de leite pode serpreparada como a seguir. Proteína de soro de leite aquosa (isolado ouconcentrado) com uma concentração de proteína cerca de 1 a cerca de 40% deproteína efetiva, tipicamente cerca de 15 a cerca de 25% de proteína, pode seradicionada no tanque em uma quantidade necessária para se obter aconcentração final desejada de proteína na bebida, usualmente cerca de 0,01%a cerca de 15% de proteína na bebida acabada. É possível adicionar ácidofosfórico, usualmente de cerca de 75 a cerca de 85%, para ajustar o pH daproteína de soro de leite aquosa em cerca de 2,7 a cerca de 3,3, tipicamenteem cerca de pH 3,0. A quantidade de ácido fosfórico necessária pode seraproximadamente de cerca de 10 a cerca de 15% do peso em base seca deproteína de soro de leite.
Uma quantidade de água necessária para ajustar o volume dabatelada em 1000 galões (3785 litros) pode ser adicionada com agitaçãocontínua. A água pode ser água purificada, tratada usando-se osmose reversade uma maneira comumente usada na indústria de bebidas. Opcionalmente, épossível adicionar 5 kg de conservantes de benzoato de sódio.
Os ingredientes a seguir podem ser adicionados commísturação contínua: 5,95 kg de solução de sucralose a 25% (peso/peso), 5,35kg de corante cor de caramelo 201 da (D.D. Williamson, Louisville, KY) 500g de cafeína, e 1,8 kg de aroma de Cola 78388R (Blue Pacific Flavors, City ofIndustry, CA). Também é possível adicionar outros ingredientes solúveis emácido, estáveis em ácido, como fibras, vitaminas ou outros nutrientes.
Com injeção continua em-linha de 1 a 4 volumes de dióxido decarbono, a cola pode ser envasada em recipientes de alumínio, plástico ouaço, após o que se aplica imediatamente fechos de recipiente. Após aembalagem, a bebida com proteína de soro de leite pode se tratadaopcionalmente para inativar micróbios por meio de processamento a altapressão (HPP). A pressão aplicada para a inativação microbiana é tipicamentecerca de 110-440 MPa a 25°C durante de 10 a 20 minutos.
É possível adicionar ingredientes adicionais para produzirprodutos especializados, como extratos de plantas concentrados, analgésicos(p. ex. aspirina), estimulantes brandos (p. ex. cafeína, malato de citrulina,aminoácidos de cadeia ramificada, compostos contendo magnésio, oucombinações dos mesmos), ou relaxantes. Estes ingredientes podem seradicionados tipicamente à mistura antes da etapa de carbonatação. O métodode preparação da bebida carbonatada com proteína presentemente preferidoenvolve acondicionar a bebida carbonatada em frascos de PET com volumede 500 ml obteníveis da Novapak, Eatontown, NJ., seguido de tratamentopara inativar micróbios por meio de processamento a alta pressão (HPP).
Embora se tenha revelado concretizações particulares dapresente invenção, deve-se compreender que várias modificações diferentespossíveis, e que são consideradas como compreendidas pelo verdadeiroespírito e escopo das reivindicações anexas.
Exemplo 33
É possível preparar bebida de suco carbonatado fortificadocom proteína a partir de uma pré-mistura de xarope completo de uma maneirasimilar àquela usada na produção moderna de refrigerantes.
É possível preparar uma bebida pronta-para-beber comodescrito nas duas etapas gerais a seguir. A primeira etapa pode ser apreparação de um xarope com ou sem pasteurização em volume; a segundaetapa pode ser diluição em bateladas ou diluição contínua do xarope a águaem percentual do produto acabado ("não concentrado") e em-linha,carbonatação em-linha, continua, e enchimento de recipientes. É possível usarproteína de soro de leite aquosa (isolado ou concentrado) com umaconcentração de proteína de 1 a 40% de proteína efetiva, tipicamente de 8 a20% de proteína.
É possível produzir uma batelada de 1000 galões (3785 litros)de bebida carbonatada ou não-carbonatada de suco de laranja fortificado comproteína de soro de leite a 15% contendo aproximadamente 3,3% de proteína,por meio de preparação de 200 galões (757 litros) de um xarope a 5:1 pesandocerca de 840 kg da maneira geral a seguir.685 kg de proteína de soro de leite aquosa (isolado ouconcentrado) a de 40 a 55°F (4,4 a 12,7°C) com uma concentração de proteína18,8% de proteína podem ser misturados com aproximadamente 16 kg deácido fosfórico, usualmente de 75 a 85%, para ajustar o pH da proteína desoro de leite aquosa a de 3,0 a 3,5, tipicamente cerca de pH 3,3.
110 kg de concentrado de suco de laranja com 65 graus Brixpodem ser misturados com a solução de proteína usando-se um misturado dealta potência, baixa velocidade, projetado para fluidos viscosos.
Os ingredientes a seguir podem ser adicionados commisturação contínua até se obter uma mistura homogênea: 4,5 kg de solução a25% (peso/peso) de sucralose, 1,5 kg de conservante de benzoato de sódioque é pré-dissolvido em 4 galões (15,4 litros) de 80 a IOO0F (26,6 a 37,7°C)de água, e 5 kg de aroma de laranja natural 73237R (Blue Pacific Flavors,City of Industry, CA).
Xarope pode ser desaerado e armazenado
Com diluição em bateladas ou contínua em-linha do xarope,com 4 partes de água purificada, opcionalmente seguido de pasteurização ecarbonatação com de 1 a 3 volumes de dióxido de carbono, a bebida pode serenvasada em recipientes de plástico, aço ou alumínio, após o que é possívelaplicar imediatamente fechos de recipientes.
Exemplo 34
Um xarope de suco concentrado, aromatizado, contendoproteína de soro de leite pode ser preparado para embalagem e consumo emaplicações pessoais ou de bufês/restaurantes, onde a bebida final pode ou nãoconter carbonatação. A preparação do xarope pode ser realizada como aseguir.
É possível usar proteína de soro de leite aquosa (isolado ouconcentrado) com uma concentração de proteína de 1 a 40% de proteínaefetiva, tipicamente de 8 a 20% de proteína. 200 galões (757 litros) de umxarope a 5:1 pesando cerca de 840 kg podem ser preparados da maneira gerala seguir. 685 kg de proteína de soro de leite aquosa (isolado ou concentrado) ade 40 a 55°F (4,4 a 12,7°C) com uma concentração de proteína 18,8% deproteína podem ser misturados com aproximadamente 16 kg de ácidofosfórico, usualmente de 75 a 85%, para ajustar o pH da proteína de soro deleite aquosa a de 3,0 a 3,5, tipicamente cerca de pH 3,3.
110 kg de concentrado de suco de laranja com 65 graus Brixpodem ser misturados com a solução de proteína usando-se um misturador dealta potência, baixa velocidade, projetado para fluidos viscosos.
Os ingredientes a seguir podem ser adicionados commisturação contínua até se obter uma mistura homogênea: 4,5 kg de soluçãode sucralose a 25% (peso/peso), 1,5 kg de conservante de benzoato de sódioque é pré-dissolvido em 4 galões (15,4 litros) de água a 80 a 100°F (26,6 a37,7°C), e 5 kg de aroma de laranja natural 73237R (Blue Pacific Flavors,City of Industry, CA).
Xarope pode ser embalado em ampolas moldadas ou pacotesdo tipo form-fill-seal [forma-enche-selo] para uso pessoal em quantidades deporções individuais.
Xarope pode ser envasado em recipientes de tipo bag-in-box[bolsa-na-caixa] (Scholle) para uso em dispensadores automáticos de bebidasde bufês ou restaurantes que medem automaticamente a diluição de água eque podem ou não também adicionar carbonatação.
Xarope pode ser enchida em frascos, tipicamente com tamanhode um pint (0,473176 litro) até 1 galão (3,78 litros), para uso comomisturadores de bebidas para coquetel em aplicações de bufê ou pessoais.
Exemplo 35
Uma mistura seca concentrada completa de pós solúveis emágua incluindo proteína de soro de leite e sólidos de suco de fruta integral realdestinada para reconstituição com líquido, usualmente água, em uma bebidaácida ou ingrediente de bebida, pode ser preparada em volume para fabricaçãosubseqüente de bebida pronta-para-beber. A bebida final pode serpasteurizada antes ou após o envasamento como descrito previamente, e podeconter ingredientes adicionais e carbonatação. A preparação da mistura de pHpode ser realizada usando-se qualquer equipamento de misturação de póconsiderado vantajoso, incluindo misturador de fita, misturador em V, oumisturação em vasilhame flexível.
O volume da batelada pode encontrar-se dentro da faixaespecificada da capacidade do equipamento. O tempo de misturação,usualmente de 15 a 30 minutos, pode se ajustado por meio de coleta deamostras e análise para verificar o tempo mínimo necessário para distribuiçãouniforme de todos os ingredientes. Os parâmetros podem incluir tamanhos departículas de ingredientes, percentuais de formulação, e tipo e velocidade doequipamento de misturação.
Este exemplo descreve a mistura seca que pode ser adicionadaà água para preparar uma bebida de suco a 20% com 3,3% de proteína de sorode leite. Ingredientes podem ser adicionados no misturador nos percentuais aseguir, expressos como percentual em peso de batelada. Ingredientesrepresentando menos de dois por cento do total podem ser pré-misturadosmanualmente com uma quantidade pequena da proteína em um saco plástico,ou mecanicamente em um dispositivo maior antes da adição para reduzir otempo necessário para uma mistura final uniforme. É possível adicionarisolado de proteína de soro de leite pré-acidificado (Inpro 90 HS, Vitalus),57,3%; concentrado de suco de framboeza liofilizado (Mastertaste C12570,Plant City, FL), 41,5%; aroma natural de baga (Mixed Berry BV84, VirgíniaDare Flavors, Brooklyn, NY), 0,85%; pó de sucralose, 0,3%; e anti-espumante em pó (Dow Corning 1920), 0,05%.
É possível adicionar ou substituir outros pós solúveis, comocarboidratos e fibras.A mistura em pó pode ser embalada em um forro de plásticono interior de um tambor, como um vasilhame flexível de tecido ou rígidotípico com volume de 55 galões (208 litros) capaz de conservaraproximadamente 1500 libras (680 kg) do pó.
Uso subseqüente para a preparação de bebidas fluidas pode serealizado como a seguir. Caso se pretenda incluir um conservante, comobenzoato ou sorbato, é melhor dissolvê-lo na água da batelada da mistura debebida com proteína. É possível adicionar água a de 50 a IOO0F (10 a 37,7°C),usualmente purificada por meio de osmose reversa, em um tanque de agitaçãocom agitador de fundo de velocidade variável, numa relação de 15 libras (6,8kg) de água por libra (0,45 kg) de mistura de pó. É possível adicionarconservante e dissolvê-lo, se assim for especificado. Com agitação contínua ea maior velocidade que não causarão espumação excessiva da mistura em póadicionada, a mistura de bebida pode ser adicionada à água e intimamentemisturada até dissolver, usualmente de 15 a 20 minutos. A verificação final dopH pode ser realizada, e é possível realizar acidificação adicional usandoácido fosfórico, málico, tartárico, ou cítrico.
Esta bebida líquida volumétrica final pode ser vantajosa paraenvasamento em recipientes de plástico ou de metal como descrito emexemplos precedentes, e pode ser resfriada e carbonatada usando-se métodospreviamente descritos antes do envasamento.
Exemplo 36
Um mistura seca concentrada completa de pós solúveis emágua incluindo proteína de soro de leite e sólidos integrais reais de suco defruta destinados à reconstituição com líquido, usualmente água, em umabebida de suco fortificada com proteína ou ingrediente de bebida fortificadacom proteína, pode ser preparada para embalagem vantajosa para o varejo,bufê, ou aplicações de restaurante. A bebida final pode conter ingredientesadicionais e carbonatação. A preparação da mistura de pó pode ser realizadausando-se qualquer equipamento de mistura de pó que seja consideradovantajoso, incluindo misturador de misturador de fita, misturador em V, oumisturação em vasilhame flexível.
O volume da batelada pode encontrar-se dentro da faixaespecificada da capacidade do equipamento. O tempo de misturação,usualmente de 15 a 30 minutos, pode ser ajustado por meio de coleta deamostra e análise para verificar o tempo mínimo necessário para distribuiçãouniforme de todos os ingredientes. Os parâmetros podem incluir tamanhos departículas dos ingredientes, percentuais de formulação, e tipo e velocidade doequipamento de misturação.
Este exemplo descreve a mistura seca que pode ser adicionadaà água para preparar uma bebida com 20% de suco com 3,3% de proteína desoro de leite quando se adiciona 32 gramas a 16 onças (0,45 kg) de água.Ingredientes podem ser adicionados no misturador nos percentuais a seguir,expressos como percentual em peso da batelada. Ingredientes representandomenos de dois por cento do total podem ser pré-misturados manualmente comuma pequena quantidade da proteína em um saco de plástico, oumecanicamente em dispositivo menor antes da adição para reduzir o temponecessário para uma mistura final uniforme. Isolado de proteína de soro deleite pré-acidificado (Inpro 90 HS, Vitalus), 57,3%; concentrado de suco deframboeza liofilizado (Mastertaste C12570, Plant City, FL), 41,5%; aromanatural de bagas (Mixed Berry BV84, Virgínia Dare Flavors, Brooklyn, NY),0,85%; pó de sucralose, 0,3%; e antiespumante em pó (Dow Corning 1920),0,05% podem ser adicionados.
Outros pós solúveis, como carboidratos e fibras, podem seradicionados ou substituídos.
A mistura forçada pode ser embalada para distribuição novarejo em pacotes de porção individual ou recipientes para porções múltiplascontendo um colher de plástico com um volume apropriado para o usorecomendado. Por exemplo, o consumidor pode adicionar uma porção de 32gramas a 16 onças (0,45 kg) de água para produzir uma bebida com um pH decerca de 3,3 que proporciona uma bebida de suco a 20% com 3,3% deproteína de soro de leite e outros ingredientes em níveis vantajosos paraaquele volume de água.
A mistura de pó também pode ser embalada para uso em bares,restaurantes, ou outros bufês e reconstituída conforme necessário. Sucos ouprodutos alcoólicos e/ou água carbonatada podem ser adicionados ousubstituídos por parte da água ou por toda a água.
Exemplo 37
Bebida carbonatada com proteína de soro pode ser preparada apartir de uma pré-mistura de xarope completo de uma maneira similar àquelausada na produção moderna de refrigerantes.
Uma bebida pronta-para-beber pode ser preparada comodescrito nas duas etapas gerais a seguir. É possível usar proteína de soro deleite aquosa (isolado ou concentrado) com uma concentração de proteína de 5a 40% de proteína efetiva, tipicamente de 8 a 20% de proteína. A primeiraetapa pode ser a preparação do xarope com ou sem pasteurização em volume;a segunda etapa pode ser a diluição em batelada ou diluição contínua doxarope ao percentual de água no produto acabado ("não concentrado") ecarbonatação contínua, em-linha, e enchimento de recipientes.
Uma batelada de 1000 galões (3785 litros) de bebidacarbonatada de proteína de soro de leite aromatizada com cola contendoaproximadamente 3,7% de proteína pode ser preparada a partir de 200 galões(757 litros) de um xarope de concentração de 5 por 1 da maneira geral aseguir. 760 kg de proteína de soro de leite aquosa (isolado ou concentrado)com uma concentração de proteína 18,8% de proteína podem ser misturadoscom aproximadamente 20 kg de ácido fosfórico, usualmente de 75 a 85%,para ajustar o pH da proteína de soro de leite aquosa em de 3,0 a 3,5,tipicamente cerca de pH 3,2. Outros ácidos, como ácido tartárico ou cítricopodem ser adicionados primariamente para fins de aromatização.
Os ingredientes a seguir podem ser adicionados commisturação contínua: 5,95 kg de solução de sucralose a 25% (peso/peso), 5,35kg de cor de caramelo 201 da (D.D. Williamson, Louisville, KY) 500 g decafeína, 5 kg de conservante de benzoato de sódio, e 1,8 kg de aroma de Cola78388R (Blue Pacific Flavors, City of Industry, CA).
Também é possível usar outros ingredientes estáveis em ácido,solúveis em ácido, como fibras, vitaminas ou outros nutrientes.
Com a diluição contínua em-linha e injeção de dióxido decarbono, o xarope pode ser diluído com 4 partes de água purificada, resfriada,e de 1 a 3 volumes de dióxido de carbono antes de se encher recipientes deplástico, aço ou alumínio, após o que se aplica imediatamente os fechos dosrecipientes.
Exemplo 38
Um xarope concentrado, aromatizado, contendo proteína desoro de leite pode ser preparado para embalagem e consumo em aplicaçõespessoais ou de bufê/restaurante, sendo que a bebida final pode ou não contercarbonatação. A preparação do xarope pode ser realizada como a seguir.
É possível usar proteína de soro de leite aquosa (isolado ouconcentrado) com uma concentração de proteína de 1 a 40% de proteínaefetiva, tipicamente de 8 a 20% de proteína. É possível preparara umabatelada de 200 galões (757 litros) de xarope de proteína de soro de leite comaroma de laranja, a 5:1, da maneira a seguir. 760 kg de proteína de soro deleite aquosa (isolado ou concentrado) a de 40 a 55°F (4,4 a 12,7°C) com umaconcentração de proteína 18,8% de proteína podem ser misturados comaproximadamente 17 kg de ácido fosfórico, usualmente de 75 a 85%, paraajustar o pH da proteína de soro de leite aquosa em de 3,0 a 3,5, tipicamentecerca de pH 3,3. É possível adicionar outros ácidos, como ácido tartárico oucítrico, primariamente para fins de aromatização.
É possível adicionar os ingredientes a seguir com misturaçãocontínua: 6 kg de solução de sucralose a 25% (peso/peso), 4 kg de corantelaranja, 5 kg de ácido cítrico, 500 g de cafeína, 5 kg de conservante debenzoato de sódio que pode ser pré-dissolvido em 3 galões (11,3 litros) deágua a 80-IOO0F (26,6 a 37,7°C), e 7 kg de aroma de laranja 73237R (BluePacific Flavors, City of Industry, CA).
O xarope pode ser embalado em ampolas moldadas ou pacotesdo tipo form-fill-seal [forma-enche-selo] para uso pessoal em quantidades deporção individual.
O xarope pode ser envasado em recipientes tipo bolsa-na-caixa[bag-in-box] (Scholle) para uso em dispensadores de bebidas de bufês ourestaurante que dosam automaticamente a diluição de água e que podem ounão adicionar carbonatação.
O xarope pode ser enchida em frascos, tipicamente comdimensões de um pint (0,473176 litro) até um galão (3,78 litros), para usocomo misturadores de bebidas para coquetel em aplicações de bufê oupessoais.
Exemplo 39
Uma mistura secada concentrada completa de pós solúveis emágua incluindo proteína de soro de leite destinada para reconstituição comlíquido, usualmente água, em uma bebida ácida ou ingrediente de bebidaácida pode ser preparada em volume para a fabricação subseqüente de bebidapronta-para-beber. A bebida final pode conter ingredientes adicionais ecarbonatação. A preparação da mistura em pó pode ser realizada usando-sequalquer equipamento de misturação de pó vantajoso, incluindo misturador defita, misturador em V, ou misturador para vasilhame flexível.
O volume da batelada pode situar-se dentro da faixaespecificada da capacidade do equipamento. O tempo de misturação,usualmente de 15 a 30 minutos, é ajustado por meio de coleta de amostras eanálise para verificar o tempo mínimo necessário para distribuição uniformede todos os ingredientes. Os parâmetros incluem tamanhos de partículas dosingredientes, percentuais de formulação, e tipo e velocidade do equipamentode misturação.
Ingredientes podem ser adicionados no misturador nospercentuais a seguir, expressos como percentual em peso da batelada.Ingredientes representando menos de dois por cento do total podem ser pré-misturados manualmente com uma pequena quantidade da proteína, ou, seusados, açúcares, em uma bolsa de plástico, ou mecanicamente em dispositivomenor antes da adição para reduzir o tempo necessário para uma mistura finaluniforme. Isolado de proteína de soro de leite pré-acidificado (Inpro 90 HS,Vitalus), 95%; sabor de natural de bagas (Mixed Berry BV84, Virgínia DareFlavors, Brooklyn, NY), 2,5%; pó de sucralose, 1,1%; ácido málico, 1%; pré-mistura de vitamina e minerais, 0,28%; antiespumante em pó (Dow Corning1920), 0,1%; corante azul FD&C Blue #1 (Sensient 5601, St. Louis, MO),0,01%; e corante vermelho FD&C Red #40 (Sensient 4400), 0,01%, podemser adicionados.
É possível adicionar ou substituir outros pós solúveis, comocarboidratos e firas.
A mistura de pó pode ser embalada em um forro de plásticodentro de um tambor, como um vasilhame flexível de tecido ou rígido comum volume típico de 55 galões (208 litros) capaz de conservaraproximadamente 1500 libras (680 kg) do pó.
Subseqüentemente, a preparação de bebidas fluidas pode serrealizada como a seguir. Desejando-se incluir um conservante comum, comoum benzoato ou sorbato, é melhor dissolver o mesmo na água da bateladaantes da adição da mistura de bebida com proteína. A fórmula da misturadeste exemplo pode ser vantajosa para a preparação de uma bebida com umafaixa de relação em peso de água/pó de cerca de 10:1 a 20:1.
É possível adicionar água a de 50 a IOO0F (10 a 37,7°C),usualmente purificada por meio de osmose reversa, em um tanque demisturação com agitador de fundo, velocidade variável, numa quantidaderequerida para a relação de diluição selecionada. É possível adicionarconservante e dissolvê-lo, se assim for especificado. Com agitação contínua ea maior velocidade que não causará espumação excessiva da mistura em póadicionada, a mistura de bebida pode ser adicionada à água e misturadaintimamente até dissolver-se, usualmente de 15 a 20 minutos. A verificaçãofinal do pH pode ser realizada, e é possível realizar acidificação adicionalusando ácido fosfórico, málico, tartárico, ou cítrico.
Esta bebida líquida volumétrica final pode ser vantajosa paraenchimento em recipientes de plástico ou de metal, como descrito emexemplos precedentes, e pode ser resfriada e carbonatada usando-se métodospreviamente descritos antes do envasamento.
Exemplo 40
Uma mistura seca concentrada completa de pós solúveis emágua incluindo proteína de soro de leite destinada a reconstituição comlíquido, usualmente água, em uma bebida ou ingrediente de bebida ácida podeser preparada para embalagem vantajosa para aplicações de varejo, bufê, ourestaurante. A bebida final pode conter ingredientes adicionais ecarbonatação. A preparação da mistura de pó pode ser realizada empregando-se qualquer tipo de equipamento de misturação de pó que seja vantajoso,incluindo misturador de fita, misturador em V, ou misturação em vasilhameflexível.
O volume da batelada pode situar-se dentro da faixaespecificada da capacidade do equipamento. O tempo de misturação,usualmente de 15 a 30 minutos, pode ser ajustado por meio de coleta deamostras de análise para verificar o tempo mínimo necessário para adistribuição uniforme de todos os ingredientes. Os parâmetros podem incluirtamanhos das partículas dos ingredientes, percentuais de formulação, e tipo evelocidade do equipamento de misturação.
Ingredientes podem ser adicionados no misturador nospercentuais a seguir, expressos como percentual em peso da batelada.Ingredientes representando menos de dois por cento do total podem ser pré-misturados manualmente com uma pequena quantidade da proteína, ou, sedesejado, açúcares, em um saco plástico, ou mecanicamente em dispositivomenor antes da adição para reduzir o tempo necessário para uma mistura finaluniforme. O isolado de proteína de soro de leite pré-acidificado (Inpro 90 HS,Vitalus), 95%; sabor natural de bagas (Mixed Berry BV84, Virgínia DareFlavors, Brooklyn, NY), 2,5%; pó de sucralose, 1,1%; ácido málico, 1%; pré-mistura de vitaminas e minerais, 0,28%; antiespumante em pó (Dow Corning1920), 0,1%; corante azul FD&C Blue #1 (Sensient 5601, St. Louis, MO),0,01%; e corante vermelho FD&C Red #40 (Sensient 4400), 0,01%, podemser adicionados.
É possível adicionar ou substituir outros pós solúveis, comocarboidratos e fibras.
A mistura de pó pode ser embalada para distribuição no varejopara uso pessoal em pacotes de doses individuais ou recipientes de porçõesmúltiplas contendo uma colher de plástico com um volume apropriado para ouso recomendado. Por exemplo, o consumidor pode adicionar uma porção de14,25 gramas até de 10 a 20 onças (0,283 a 0,566 kg) de água para produziruma bebida com um pH de cerca de 3,3 que proporciona cerca de 12 gramasde proteína e outros ingredientes em níveis vantajosos para aquele volume deágua.
A mistura de pó também pode ser embalada para uso em bares,restaurantes, ou outros bufês, e pode ser reconstituída conforme necessário. Épossível adicionar sucos e/ou produtos alcoólicos e/ou água carbonatada ousubstituídos por parte da água ou toda a água.Exemplo 41
Bebibas ácidas fortificadas com proteínas também contendosuco de frutas, adoçantes calóricos, adoçantes não-calóricos podem serpreparadas a partir de uma fórmula que compreende misturação a úmido,depois secadas a um pó homogêneo em lugar de misturadas como umacombinação de diversos ingredientes secos individuais. Vantagens dasecagem de um concentrado de bebida completo compreendem que a misturaseca é completamente homogênea, e a secagem via liofilização (secagem porcongelamento) em particular proporciona uma melhor qualidade do quemétodos que usam calor elevado, com menos degradação da cor, aroma,nutrientes, e funcionalidade das proteínas. A fabricação automatizadacontínua ou semi-contínua de xarope usando dosagem de fluxo de massa emum sistema fechado pode ser usada para produzir o xarope, ao invés de ummétodo de batelada. O teor ótimo de sólidos no xarope para a secagemsubseqüente depende do projeto do equipamento e da viscosidade do xarope.
O pó de bebida concentrada seca pode ser preparado comodescrito nas duas etapas a seguir, e contém suco de laranja e proteína de clarade ovo numa proporção que representa um suco de laranja a 100%, e tambémnível de proteína igual ao do leite. A primeira etapa pode ser a preparação deum xarope similar àquele descrito aqui; a segunda etapa pode ser a secagemdo xarope a cerca de 5% de umidade residual.
Clara de ovos líquida, contendo naturalmente cerca de 10,5%de proteína, pode ser despejada ou bombeada em um vaso de misturação comagitação de fundo ou superfície varrida numa quantidade igual a 54,1% dopeso total da batelada de xarope. Com misturação constante a cerca de 200rpm, é possível adicionar uma quantidade de ácido fosfórico concentrado(85%) igual a 0,7% do peso total da batelada de xarope, que é a quantidadenecessária para ajustar o pH do líquido de clara de ovos em cerca de 3,2.Concentrado de suco de laranja (42° Brix) pode ser misturadona solução de proteína acidificada numa quantidade igual a 45,2% ou pesototal da batelada de xarope. Este xarope pode apresentar um teor final de águade cerca de 72%
O xarope pode ser liofilizado a um pó com um nível deumidade residual de aproximadamente 5% ou menos.
Diluição do pó numa relação de 40 g de pó a 220 ml de águapode proporcionar uma porção de oito onças (0,226 kg) de fluido de laranjade não concentrado também contendo 3,3% de proteína.
A reconstituição pode ser seguida, opcionalmente, de qualquertipo de pasteurização e carbonatação e enchimento de recipientes comodescrito previamente aqui.
Exemplo 42
Bebidas ácidas fortificadas com proteína, também contendoaromatizantes, adoçantes calóricos, ou adoçantes não-calóricos, podem serpreparadas a partir de uma fórmula que é misturada a úmido e, depois, secadaa um pó homogêneo em lugar de misturada como uma combinação dediversos ingredientes secos individuais. Vantagens da secagem de umconcentrado de bebida completo compreendem que a mistura seca écompletamente homogênea, e a secagem via liofilização (secagem porcongelamento) proporciona, em particular, uma maior qualidade do quemétodos com uso de calor elevado, com menos degradação de cor, aroma,nutrientes, e funcionalidade de proteína. A fabricação automatizada contínuaou semi-contínua de xarope usando dosagem de fluxo de massa em umsistema fechado pode ser usada para produzir o xarope, em lugar de ummétodo de batelada. O teor ótimo de sólidos no xarope para a secagemsubseqüente depende do projeto do equipamento e da viscosidade do xarope.
O pó de bebida concentrada seca pode ser preparado comodescrito nas duas etapas a seguir, e contém xarope de milho com alto teor defrutose e proteína de soro de leite para produzir uma bebida com um nível deproteína igual ao do leite. A primeira etapa pode ser a preparação de umxarope similar àquele descrito aqui; a segunda etapa pode ser a secagem doxarope a cerca de 5% de umidade residual.
Proteína de soro de leite aquosa da filtração por membrana,contendo 18,8% de proteína, pode ser despejada ou bombeada em um vaso demisturação com agitação de fundo ou varredura de superfície numaquantidade total igual a 54,2% do peso total da batelada de xarope. Comagitação constante a cerca de 200 rpm, é possível adicionar uma quantidadede ácido fosfórico concentrado (85%) igual a 1,1% do peso total da bateladade xarope, que pode ser a quantidade necessária para ajustar o pH da soluçãode proteína em cerca de 3,0.
Xarope de milho com alto teor de frutose (DE=55, ADM,Decatur, IL) pode ser misturado em uma solução de proteína acidificada numaquantidade igual a 43,97% do peso total da batelada de xarope.
Os ingredientes a seguir podem ser adicionados numaquantidade indicada como um percentual do peso total da batelada de xarope:cor de caramelo (#7201, Colormaker, Anaheim, CA), 0,44%; aroma naturalde cola (#78388R, Blue Pacific Flavors, Industry, CA), 0,15%; ácidoascórbico (Vitamina C), 0,07%; e cafeína, 0,07%. Este xarope podeapresentar um teor final de água de cerca de 50% e representa um produtotipo "2+1" (água + xarope).
O xarope pode ser secado por congelamento a um pó com umnível de umidade residual de aproximadamente 5%.
A diluição do pó numa relação de 63,5 g de pó a 298 ml deágua pode dar uma porção fluida de doze onças (0,340 kg) de bebida de não-concentrada contendo 3,3% de proteína.
A reconstituição pode ser seguida de qualquer tipo depasteurização e carbonatação e enchimento de recipientes como descritopreviamente aqui.
Embora se tenha revelado concretizações particulares dapresente invenção, deve-se compreender que são possíveis diversasmodificações diferentes e devem ser consideradas compreendidas peloverdadeiro espírito e escopo das reivindicações anexas.

Claims (396)

1. Composição de bebida carbonatada com proteína adequadapara consumo humano, caracterizada pelo fato de que compreende: cerca de 2% em peso a cerca de 15 % em peso de proteína, sendo que referida proteína éessencialmente isenta de caseinato; cerca de 0,1 volume a cerca de 4 volumesde gás de dióxido de carbono presente por volume de composição líquida debebida com proteína; e, sendo que referida composição de bebida carbonatadacom proteína apresenta um pH variando de cerca de 2,0 a cerca de 3,4, sendoque a solubilidade substancial da proteína é mantida na composição debebida, e sendo que referida bebida carbonatada com proteína éessencialmente isenta de micróbios ativos conhecidos por serem nocivos àsaúde humana, tanto no momento do acondicionamento da bebidacarbonatada com proteína e durante um período de pelo menos um ano após oacondicionamento.
2. Composição de bebida carbonatada com proteína de acordocom a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que referido % em peso deproteína presente compreende de cerca de 3 % em peso a cerca de 10 % empeso.
3. Composição de bebida carbonatada com proteína de acordocom a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de que referido % em peso deproteína presente compreende de cerca de 5 % em peso a cerca de 8 % empeso.
4. Composição de bebida carbonatada com proteína de acordocom a reivindicação 1, ou reivindicação 2, ou reivindicação 3, caracterizadapelo fato de que referida carbonatação compreende de cerca de 1,6 volume acerca de 3,5 volumes por volume de líquido em referida bebida carbonatadacom proteína.
5. Composição de bebida carbonatada com proteína de acordocom a reivindicação 4, caracterizada pelo fato de que referida carbonataçãoompreende de cerca de 1,7 volume a cerca de 3,0 volumes.
6. Composição de bebida carbonatada com proteína de acordocom a reivindicação 1, ou reivindicação 2, ou reivindicação 3, caracterizadapelo fato de que referida condição essencialmente livre de micróbios ativos écriada por meio de inativação de micróbios no recipiente individual em quereferida composição de bebida carbonatada com proteína é acondicionada.
7. Composição de bebida carbonatada com proteína de acordocom a reivindicação 6, caracterizada pelo fato de que referida inativação foirealizada usando-se uma condição de temperatura controlada temporalmenteda bebida carbonatada com proteína, enquanto referida bebida carbonatadacom proteína está contida em referido recipiente individual.
8. Composição de bebida carbonatada com proteína de acordocom a reivindicação 1, ou reivindicação 2, ou reivindicação 3, caracterizadapelo fato de que referida proteína é proteína de soro de leite.
9. Composição de bebida carbonatada com proteína de acordocom a reivindicação 4, caracterizada pelo fato de que referida proteína éproteína de soro de leite.
10. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 1, ou reivindicação 2, ou reivindicação 3,caracterizada pelo fato de que referida bebida compreende pelo menos umingrediente adicional selecionado do grupo que consiste de um agenteantiespumante, um nutriente, cálcio ou um derivado de cálcio, um suplementoherbáceo, um agente flavorizante, um adoçante, e um agente colorante.
11. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 8, caracterizada pelo fato de que referida bebidacompreende pelo menos um ingrediente adicional selecionado do grupo queconsiste de um agente antiespumante, um nutriente, um suplemento herbáceo,um agente flavorizante, um adoçante, e um agente colorante.
12. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 9, caracterizada pelo fato de que referida bebidacompreende pelo menos um ingrediente adicional selecionado do grupo queconsiste de um agente antiespumante, um nutriente, um aditivo gerador deenergia, um suplemento herbáceo, um agente flavorizante, um adoçante, e umagente colorante.
13. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 1, ou reivindicação 2, ou reivindicação 3,caracterizada pelo fato de que referida bebida carbonatada com proteína éincolor ou transparente em cor, apresentando essencialmente nenhumaturbidez.
14. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 4, caracterizada pelo fato de que referida bebidacarbonatada com proteína é incolor ou transparente em cor, apresentandoessencialmente nenhuma turbidez.
15. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 12, caracterizada pelo fato de que referida bebidacarbonatada com proteína é incolor ou transparente em cor, apresentandoessencialmente nenhuma turbidez.
16. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 12, caracterizada pelo fato de que referido aditivogerador de energia é selecionado do grupo que consiste de cafeína, malato decitrulina, um composto contendo magnésio, e combinações dos mesmos.
17. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 16, caracterizada pelo fato de que referido aditivogerador de energia é cafeína.
18. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo fato de que umaconcentração de referida cafeína compreende de cerca de 0,01 % a cerca de-0,085 % em peso.
19. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 16, caracterizada pelo fato de que referido aditivogerador de energia é malato de citrulina.
20. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 19, caracterizada pelo fato de que umaconcentração de referido malato de citrulina compreende de cerca de 0,1 %em peso a cerca de 2,0 % em peso.
21. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 16, caracterizada pelo fato de que referido aditivogerador de energia é um composto contendo magnésio.
22. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 21, caracterizada pelo fato de que referidaconcentração de referido composto contendo magnésio compreende de cercade 0,1 % em peso a cerca de 2,0 % em peso.
23. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 21, caracterizada pelo fato de que referidocomposto de magnésio é selecionado do grupo que consiste de aspartato demagnésio, óxido de magnésio, lactato de magnésio, citrato de magnésio,carbonato de magnésio, gluconato de magnésio, orotato de magnésio, cloretode magnésio, hidróxido de magnésio, fosfato de magnésio, sulfato demagnésio, e combinações dos mesmos.
24. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 16, caracterizada pelo fato de que referido aditivogerador de energia é uma combinação de pelo menos dois aditivosselecionados do grupo que consiste de cafeína, um composto contendomagnésio, e malato de citrulina.
25. Método para preparar uma bebida carbonatada comproteína, caracterizado pelo fato de que compreende: misturar em água umaproteína, um agente antiespumante, e uma quantidade de um agente ajustadorde pH para proporcionar um pH entre cerca de 2 e cerca de 3,4, com o que seobtém uma mistura: aquecendo referida mistura a uma temperaturacompreendendo de cerca de 140 graus F (60°C) a cerca de 188 graus F(86,6°C) durante um período variando de cerca de 60 segundos a cerca de 10segundos; resfriando referida mistura a uma temperatura de cerca de 40 grausF (4,4°C) ou menos ao longo de um período de tempo compreendendo decerca de 5 minutos a cerca de 10 minutos; adicionar dióxido de carbono areferida mistura para se obter uma bebida carbonatada com proteína em que aquantidade de carbonatação presente em referida mistura compreende decerca de 0,1 volume por volume de mistura líquida a cerca de 4,0 volumes porvolume de mistura líquida, sendo que referida bebida carbonatada comproteína compreende de cerca de 2 % em peso e cerca de 15 % em peso deproteína; e acondicionar referida bebida carbonatada com proteína em umrecipiente para uso de um consumidor da bebida carbonatada com proteína.
26. Método de acordo com a reivindicação 25, caracterizadopelo fato de que referido máximo de temperatura durante o aquecimento é decerca de 150 graus F (65,5°C).
27. Método de acordo com a reivindicação 25 ou reivindicação 26, caracterizado pelo fato de que referida proteína é proteína de soro de leite.
28. Método de acordo com a reivindicação 27, caracterizadopelo fato de que ingredientes adicionais são misturados em referida misturaantes do aquecimento de referida mistura, e referidos ingredientes adicionaisincluem pelo menos um ingrediente selecionado do grupo que consiste de umnutriente, um aditivo gerador de energia, um suplemento herbáceo, um agenteflavorizante, um adoçante, e um agente colorante.
29. Método de acordo com a reivindicação 28, caracterizadopelo fato de que referido aditivo gerador de energia é selecionado do grupoque consiste de cafeína, malato de citrulina, um composto contendomagnésio, e combinações dos mesmos.
30. Método de acordo com a reivindicação 29, caracterizadopelo fato de que referido aditivo gerador de energia é cafeína.
31. Método de acordo com a reivindicação 30, caracterizadopelo fato de que uma concentração de referida cafeína compreende de cercade 0,01 % a cerca de 0,085 % em peso.
32. Método de acordo com a reivindicação 29, caracterizadopelo fato de que referido aditivo gerador de energia é malato de citrulina.
33. Método de acordo com a reivindicação 32, caracterizadopelo fato de que uma concentração de referido malato de citrulinacompreende de cerca de 0,1 % em peso a cerca de 2,0 % em peso.
34. Método de acordo com a reivindicação 29, caracterizadopelo fato de que referido aditivo gerador de energia é um composto contendomagnésio.
35. Método de acordo com a reivindicação 34, caracterizadopelo fato de que referida concentração de referido composto contendomagnésio compreende de cerca de 0,1 % em peso a cerca de 2,0 % em peso.
36. Método de acordo com a reivindicação 35, caracterizadopelo fato de que referido composto de magnésio é selecionado do grupo queconsiste de aspartato de magnésio, óxido de magnésio, lactato de magnésio,citrato de magnésio, carbonato de magnésio, gluconato de magnésio, orotatode magnésio, cloreto de magnésio, hidróxido de magnésio, fosfato demagnésio, sulfato de magnésio, e combinações dos mesmos.
37. Método de acordo com a reivindicação 29, caracterizadopelo fato de que referido aditivo gerador de energia é uma combinação depelo menos dois aditivos selecionados do grupo que consiste de cafeína, umcomposto contendo magnésio, e malato de citrulina.
38. Método de acordo com a reivindicação 25, caracterizadopelo fato de que referida bebida carbonatada com proteína é incolor outransparente em cor, apresentando essencialmente nenhuma turbidez.
39. Método de acordo com a reivindicação 28, caracterizadopelo fato de que referida bebida carbonatada com proteína é incolor outransparente em cor, apresentando essencialmente nenhuma turbidez.
40. Método de acordo com a reivindicação 29, caracterizadopelo fato de que referida bebida carbonatada com proteína é incolor outransparente em cor, apresentando essencialmente nenhuma turbidez.
41. Método para preparar uma bebida carbonatada comproteína, caracterizado pelo fato de que compreende: misturar em águareferida proteína, um agente antiespumante, e uma quantidade de um agenteajustador de pH para proporcionar um pH entre cerca de 2 e cerca de 5,5, como que se obtém uma mistura: adicionar dióxido de carbono a referida misturapara se obter uma bebida carbonatada com proteína em que a quantidade decarbonatação presente em referida mistura compreende de cerca de 0,1volume por volume de mistura líquida a cerca de 4,0 volumes por volume demistura líquida, sendo que referida bebida carbonatada com proteínacompreende de cerca de 2 % em peso e cerca de 15 % em peso de proteína;acondicionar referida bebida carbonatada com proteína em um recipiente parauso de um consumidor da bebida carbonatada com proteína; e tratar referidamistura de forma a inativar micróbios biologicamente ativos.
42. Método de acordo com a reivindicação 41, caracterizadopelo fato de que referido pH máximo é cerca de 3,4.
43. Método de acordo com a reivindicação 41 ou reivindicação 42, caracterizado pelo fato de que referido tratamento de referida mistura deforma a inativar micróbios biologicamente ativos é realizado em umrecipiente individual em que referida bebida carbonatada com proteína éarmazenada e manuseada subseqüentemente por um consumidor da bebida.
44. Método de acordo com a reivindicação 41 ou reivindicação 42, caracterizado pelo fato de que referida proteína é proteína de soro de leite.
45. Método de acordo com a reivindicação 44, caracterizadopelo fato de que referida proteína é proteína de soro de leite.
46. Método de acordo com a reivindicação 41 ou reivindicação-42, caracterizado pelo fato de que ingredientes adicionais são misturados emreferida mistura antes da inativação de referidos micróbios biologicamenteativos, e referidos ingredientes adicionais incluem pelo menos um ingredienteselecionado do grupo que consiste de um nutriente, um aditivo gerador deenergia, um suplemento herbáceo, um agente flavorizante, um adoçante, e umagente colorante.
47. Método de acordo com a reivindicação 43, caracterizadopelo fato de que ingredientes adicionais são misturados em referida misturaantes da inativação de referidos micróbios biologicamente ativos, e referidosingredientes adicionais incluem pelo menos um ingrediente selecionado dogrupo que consiste de um nutriente, um aditivo gerador de energia, umsuplemento herbáceo, um agente flavorizante, um adoçante, e um agentecolorante.
48. Método de acordo com a reivindicação 44, caracterizadopelo fato de que ingredientes adicionais são misturados em referida misturaantes da inativação de referidos micróbios biologicamente ativos, e referidosingredientes adicionais incluem pelo menos um ingrediente selecionado dogrupo que consiste de um nutriente, um aditivo gerador de energia, umsuplemento herbáceo, um agente flavorizante, um adoçante, e um agentecolorante.
49. Método de acordo com a reivindicação 45, caracterizadopelo fato de que ingredientes adicionais são misturados em referida misturaantes da inativação de referidos micróbios biologicamente ativos, e referidosingredientes adicionais incluem pelo menos um ingrediente selecionado dogrupo que consiste de um nutriente, um aditivo gerador de energia, umsuplemento herbáceo, um agente flavorizante, um adoçante, e um agentecolorante.
50. Método de acordo com a reivindicação 41 ou reivindicação-42, caracterizado pelo fato de que referida bebida carbonatada com proteína éincolor ou transparente em cor, apresentando essencialmente nenhumaturbidez.
51. Método de acordo com a reivindicação 43, caracterizadopelo fato de que referida bebida carbonatada com proteína é incolor outransparente em cor, apresentando essencialmente nenhuma turbidez.
52. Método de acordo com a reivindicação 44, caracterizadopelo fato de que referida bebida carbonatada com proteína é incolor outransparente em cor, apresentando essencialmente nenhuma turbidez.
53. Método de acordo com a reivindicação 46, caracterizadopelo fato de que referida bebida carbonatada com proteína é incolor outransparente em cor, apresentando essencialmente nenhuma turbidez.
54. Composição de bebida carbonatada com proteína adequadapara consumo humano, caracterizada pelo fato de que compreende: cerca de 2% em peso a cerca de 15 % em peso de proteína, sendo que uma quantidadede caseinato presente em referida proteína é inferior a cerca de 1,0 %; cercade 0,1 volume a cerca de 4 volumes de gás de dióxido de carbono presentespor volume de composição líquida de bebida com proteína; e, sendo quereferida composição de bebida carbonatada com proteína apresenta um pHvariando de cerca de 2,0 a cerca de 3,4, com o que se conserva substancialsolubilidade da proteína na composição de bebida, e sendo que referidabebida carbonatada com proteína é essencialmente livre de micróbios ativosconhecidos por serem nocivos à saúde humana, tanto no momento doacondicionamento da bebida carbonatada com proteína como também duranteum período de pelo menos um ano após o acondicionamento.
55. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 54, caracterizada pelo fato de que referido % empeso de proteína presente compreende de cerca de 3 % em peso a cerca de 10% em peso.
56. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 55, caracterizada pelo fato de que referidaquantidade de caseinato presente compreende de cerca de 0,1 % em peso acerca de 0,9 % em peso.
57. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 54, caracterizada pelo fato de que um concentradode proteína de leite hiperimune está presente a uma concentraçãocompreendendo de cerca de 0,1 % em peso a cerca de 1,0 % em peso.
58. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 57, caracterizada pelo fato de que referidoconcentrado de proteína de leite hiperimune está presente a uma concentraçãocompreendendo de cerca de 0,2 % em peso a cerca de 0,9 % em peso.
59. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 54, ou reivindicação 56, ou reivindicação 57,caracterizada pelo fato de que referida carbonatação compreende de cerca de-1,6 volume a cerca de 3,5 volumes por volume de líquido em referida bebidacarbonatada com proteína.
60. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 59, caracterizada pelo fato de que referidacarbonatação compreende de cerca de 1,7 volume a cerca de 3,0 volumes.
61. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 54, ou reivindicação 56, ou reivindicação 57,caracterizada pelo fato de que referida condição essencialmente livre demicróbios ativos é criada pela inativação de micróbios no recipienteindividual em que referida composição de bebida carbonatada com proteína éacondicionada.
62. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 61, caracterizada pelo fato de que referidainativação foi realizada usando-se uma condição de temperatura controladatemporalmente da bebida carbonatada com proteína, enquanto referida bebidacarbonatada com proteína está contida em referido recipiente individual.
63. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 54, ou reivindicação 56, ou reivindicação 57,caracterizada pelo fato de que referida proteína é proteína de soro de leite.
64. Composição de bebida carbonatada com proteína deacordo com a reivindicação 54, ou reivindicação 56, ou reivindicação 57,caracterizada pelo fato de que referida bebida compreende pelo menos umingrediente adicional selecionado do grupo que consiste de um agenteantiespumante, um nutriente, cálcio ou um derivado de cálcio, um suplementoherbáceo, um agente flavorizante, um adoçante, e um agente colorante.
65. Composição de bebida com proteína adequada paraconsumo humano, caracterizada pelo fato de que compreende:cerca de 0 % em peso a cerca de 98 % em peso de suco;cerca de 2 % em peso a cerca de 15 % em peso de proteína; esendo que referida composição de bebida com proteínaapresenta um pH variando de cerca de 2,0 a cerca de 3,4, sendo que tanto nomomento do acondicionamento da bebida com proteína como tambémdurante o armazenamento subseqüente sem refrigeração durante um períodode pelo menos um ano após o acondicionamento, solubilidade substancial daproteína é conservada na composição de bebida, e sendo que referida bebidacom proteína é essencialmente livre de micróbios patogênicos conhecidos porserem nocivos para a saúde humana, tanto no momento do acondicionamentoda bebida com proteína como também durante um período de pelo menos umano após o acondicionamento.
66. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 65, caracterizada pelo fato de que referido suco é suco de frutaou suco de legumes.
67. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 65, caracterizada pelo fato de que referido % em peso de sucopresente compreende de cerca de 15 % em peso a cerca de 25 % em peso.
68. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 65, caracterizada pelo fato de que referido % em peso deproteína presente compreende de cerca de 3 % em peso a cerca de 10 % empeso.
69. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 68, caracterizada pelo fato de que referido % em peso deproteína presente compreende de cerca de 5 % em peso a cerca de 8 % empeso.
70. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 65, caracterizada pelo fato de que referida proteína é derivadade proteína de soro de leite.
71. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 70, caracterizada pelo fato de que referida proteína de soro deleite é derivada de isolado de proteína de soro de leite, concentrado deproteína de soro de leite ou hidrolisado de proteína de soro de leite.
72. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 71, caracterizada pelo fato de que referida proteína de soro deleite é derivada de isolado de proteína de soro de leite.
73. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 71, caracterizada pelo fato de que referida proteína de soro deleite é um isolado aquoso de proteína de soro de leite ou um concentradoaquoso de proteína de soro de leite.
74. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 71, caracterizada pelo fato de que referida proteína de soro deleite é um isolado seco de proteína de soro de leite ou um concentrado seco deproteína de soro de leite.
75. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 73, caracterizada pelo fato de que referido isolado seco deproteína de soro de leite ou concentrado seco de proteína de soro de leite éhidratado para preparar um isolado aquoso de proteína de soro de leite ouconcentrado aquoso de proteína de soro de leite antes da adição a referidacomposição de bebida com proteína.
76. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 73 ou reivindicação 75, caracterizada pelo fato de que seadiciona um agente ajustador de pH a referido isolado aquoso de proteína desoro de leite ou concentrado aquoso de proteína de soro de leite para diminuiro pH do isolado aquoso de proteína de soro de leite ou concentrado aquoso deproteína de soro de leite ao pH de referida composição de bebida antes daadição de referido isolado aquoso de proteína de soro de leite ou concentradoaquoso de proteína de soro de leite a referida composição de bebida comproteína.
77. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 65, caracterizada pelo fato de que referido pH compreende decerca de 3,0 a cerca de 3,2.
78. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 65, caracterizada pelo fato de que referida bebida com proteínaé uma bebida carbonatada com proteína que contém carbonatação.
79. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 78, caracterizada pelo fato de que referida carbonataçãocompreende de cerca de 1,6 volume a cerca de 3,5 volumes por volume delíquido em referida bebida com proteína.
80. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 79, caracterizada pelo fato de que referida carbonataçãocompreende de cerca de 1,6 volume a cerca de 3,5 volumes por volume delíquido em referida bebida com proteína.
81. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 80, caracterizada pelo fato de que referida carbonataçãocompreende de cerca de 1,7 volume a cerca de 3,0 volumes por volume delíquido em referida bebida com proteína.
82. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 65, caracterizada pelo fato de que referida condiçãoessencialmente livre de micróbios ativos é criada por meio de inativação demicróbios no recipiente individual em que referida composição de bebida comproteína é acondicionada.
83. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 82, caracterizada pelo fato de que referida inativação foirealizada usando-se uma condição de temperatura controlada temporalmenteda bebida com proteína, enquanto referida bebida com proteína está contidaem referido recipiente individual.
84. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 65, caracterizada pelo fato de que referida bebida compreendepelo menos um ingrediente adicional selecionado do grupo que consiste deum agente antiespumante, um nutriente, cálcio ou um derivado de cálcio, umaditivo gerador de energia, um suplemento herbáceo, um extrato de plantaconcentrado, um agente flavorizante, um adoçante, e um agente colorante.
85. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 84, caracterizada pelo fato de que referido aditivo gerador deenergia é selecionado do grupo que consiste de cafeína, malato de citrulina,um composto contendo magnésio, e combinações dos mesmos.
86. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 85, caracterizada pelo fato de que referido aditivo gerador deenergia é cafeína.
87. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 86, caracterizada pelo fato de que uma concentração de referidacafeína compreende de cerca de 0,01 % a cerca de 0,085 % em peso.
88. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 85, caracterizada pelo fato de que referido aditivo gerador deenergia é malato de citrulina.
89. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 88, caracterizada pelo fato de que uma concentração de referidomalato de citrulina compreende de cerca de 0,1 % em peso a cerca de 2,0 %em peso.
90. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 85, caracterizada pelo fato de que referido aditivo gerador deenergia é um composto contendo magnésio.
91. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 90, caracterizada pelo fato de que referida concentração dereferido composto contendo magnésio compreende de cerca de 0,1 % em pesoa cerca de 2,0 % em peso.
92. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 90, caracterizada pelo fato de que referido composto demagnésio é selecionado do grupo que consiste de aspartato de magnésio,óxido de magnésio, lactato de magnésio, citrato de magnésio, carbonato demagnésio, gluconato de magnésio, orotato de magnésio, cloreto de magnésio,hidróxido de magnésio, fosfato de magnésio, sulfato de magnésio, ecombinações dos mesmos.
93. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 85, caracterizada pelo fato de que referido aditivo gerador deenergia é uma combinação de pelo menos dois aditivos selecionados do grupoque consiste de cafeína, malato de citrulina, e um composto contendomagnésio.
94. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 65, caracterizada pelo fato de que referida bebida compreendeadicionalmente um conservante químico ou um conservante natural.
95. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 94, caracterizada pelo fato de que referido conservante químicoé um sorbato ou um benzoato e referido conservante natural é nisina ounatamicina.
96. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 84, caracterizada pelo fato de que referido extrato de plantaconcentrado apresenta um elevado teor nutricional.
97. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 84, caracterizada pelo fato de que referido extrato de plantaconcentrado contribui de forma desprezível para o teor calórico global dabebida com proteína.
98. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 65, caracterizada pelo fato de que referida bebida com proteínaé um substituto de refeição.
99. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 65, caracterizada pelo fato de que referida proteína éselecionada do grupo que consiste de proteína de soro de leite, caseína,lactalbumina, albumina do soro, glicomacropeptídeo, proteína de soja,proteína de arroz, proteína de ervilha, proteína de canola, proteína de trigo,proteína de cânhamo, zeína, proteína de linhaça, proteína de clara de ovo,ovalbumina, proteína de gelatina, e combinações dos mesmos.
100. Método para preparar uma bebida com proteína,caracterizado pelo fato de que compreende:misturar em água um suco para proporcionar um percentualem peso de cerca de 0 % a cerca de 98 % de suco, uma proteína paraproporcionar um percentual em peso de proteína na mistura de cerca de 2 % acerca de 15 %, e uma quantidade de um agente ajustador de pH paraproporcionar um pH entre cerca de 2 e cerca de 3,4, com o que se obtém umamistura:aquecer referida mistura a uma temperatura compreendendo decerca de 140°F (60°C) a cerca de 188°F (86,6°C) durante um período variandode cerca de 60 segundos a cerca de 10 segundos;resfriar referida mistura a uma temperatura de cerca de 40°F(4,4°C) ou menos ao longo de um período de tempo compreendendo de cercade 5 minutos a cerca de 10 minutos; eacondicionar referida bebida com proteína em um recipienteque pode ser armazenado sem refrigeração durante mais de um ano antes douso por um consumidor da bebida com proteína.
101. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 100, caracterizado pelo fato de que também compreendeadicionar dióxido de carbono a referida mistura para se obter uma bebida comproteína em que a quantidade de carbonatação presente em referida misturacompreende de cerca de 0,1 volume por volume de mistura líquida a cerca de 6,0 volumes por volume de mistura líquida.
102. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 101, caracterizado pelo fato de que a quantidade decarbonatação presente em referida mistura compreende de cerca de 1,6volume a cerca de 3,5 volumes por volume de líquido.
103. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 102, caracterizado pelo fato de que a quantidade decarbonatação presente em referida mistura compreende de cerca de 1,7volume a cerca de 3,0 volumes por volume de líquido.
104. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 100, caracterizado pelo fato de que se adiciona umaquantidade de um agente ajustador de pH a referida mistura para proporcionarum pH entre cerca de 3,0 e cerca de 3,2.
105. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 100, caracterizado pelo fato de que referido máximo detemperatura durante o aquecimento é de cerca de 150°F (65,5°C).
106. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 100, caracterizado pelo fato de que referido suco é sucode fruta ou suco de legumes.
107. Método para preparar a bebida com proteína de acordocom a reivindicação 100, caracterizado pelo fato de que referido % em pesode suco presente compreende de cerca de 15 % em peso a cerca de 25 % empeso.
108. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 100, caracterizado pelo fato de que referida proteína éadicionada à mistura para proporcionar um percentual em peso de proteína namistura de cerca de 3 % a cerca de 10 %.
109. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 108, caracterizado pelo fato de que referida proteína éadicionada à mistura para proporcionar um percentual em peso de proteína namistura de cerca de 5 % a cerca de 8 %.
110. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 100, caracterizado pelo fato de que referida proteína éderivada de proteína de soro de leite.
111. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 110, caracterizado pelo fato de que referida proteína desoro de leite é derivada de isolado de proteína de soro de leite, concentrado deproteína de soro de leite, ou hidrolisado de proteína de soro de leite.
112. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 111, caracterizado pelo fato de que referida proteína desoro de leite é derivada de isolado de proteína de soro de leite.
113. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 111, caracterizado pelo fato de que referida proteína desoro de leite é um isolado aquoso de proteína de soro de leite ou umconcentrado aquoso de proteína de soro de leite.
114. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 111, caracterizado pelo fato de que referida proteína desoro de leite é um isolado seco de proteína de soro de leite ou um concentradoseco de proteína de soro de leite.
115. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 114, caracterizado pelo fato de que referido isolado secode proteína de soro de leite ou concentrado seco de proteína de soro de leite éhidratado para preparar um isolado aquoso de proteína de soro de leite ouconcentrado aquoso de proteína de soro de leite antes da adição a referidabebida com proteína de soro de leite.
116. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 113 ou reivindicação 115, caracterizado pelo fato de quese adiciona um agente ajustador de pH a referido isolado aquoso de proteínade soro de leite ou concentrado aquoso de proteína de soro de leite paradiminuir o pH do isolado aquoso de proteína de soro de leite ou concentradoaquoso de proteína de soro de leite ao pH de referida bebida antes da adiçãode referido isolado aquoso de proteína de soro de leite ou concentrado aquosode proteína de soro de leite a referida bebida com proteína.
117. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 100, caracterizado pelo fato de que ingredientesadicionais são misturados em referida mistura antes do aquecimento dereferida mistura, e referidos ingredientes adicionais incluem pelo menos umingrediente selecionado do grupo que consiste de um nutriente, cálcio ou umderivado de cálcio, um aditivo gerador de energia, um suplemento herbáceo,um extrato de planta concentrado, um agente flavorizante, um adoçante, e umagente colorante.
118. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 117, caracterizado pelo fato de que referido aditivogerador de energia é selecionado do grupo que consiste de cafeína, malato decitrulina, um composto contendo magnésio, e combinações dos mesmos.
119. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 118, caracterizado pelo fato de que referido aditivogerador de energia é cafeína.
120. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 119, caracterizado pelo fato de que referida cafeínacompreende de cerca de 0,01 % a cerca de 0,085 % em peso.
121. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 118, caracterizado pelo fato de que referido aditivogerador de energia é malato de citrulina.
122. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 121, caracterizado pelo fato de que uma concentração dereferido malato de citrulina compreende de cerca de 0,1 % em peso a cerca de 2,0 % em peso.
123. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 118, caracterizado pelo fato de que referido aditivogerador de energia é um composto contendo magnésio.
124. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 123, caracterizado pelo fato de que referida concentraçãode referido composto contendo magnésio compreende de cerca de 0,1 % empeso a cerca de 2,0 % em peso.
125. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 124, caracterizado pelo fato de que referido composto demagnésio é selecionado do grupo que consiste de aspartato de magnésio,óxido de magnésio, lactato de magnésio, citrato de magnésio, carbonato demagnésio, gluconato de magnésio, orotato de magnésio, cloreto de magnésio,hidróxido de magnésio, fosfato de magnésio, sulfato de magnésio, ecombinações dos mesmos.
126. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 118, caracterizado pelo fato de que referido aditivogerador de energia é uma combinação de pelo menos dois aditivosselecionados do grupo que consiste de cafeína, um composto contendomagnésio, e malato de citrulina.
127. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 100, caracterizado pelo fato de que um conservantequímico ou um conservante natural é misturado em referida mistura.
128. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 127, caracterizado pelo fato de que referido conservantequímico é um sorbato ou um benzoato e referido conservante natural é nisinaou natamicina.
129. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 117, caracterizado pelo fato de que referido extrato deplanta concentrado apresenta um elevado teor nutricional.
130. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 117, caracterizado pelo fato de que referido extrato deplanta concentrado contribui de forma desprezível para o teor calórico globalda bebida carbonatada com proteína.
131. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 117, caracterizado pelo fato de que referida bebida comproteína é um substituto de refeição.
132. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 100, caracterizado pelo fato de que referida proteína éselecionada do grupo que consiste de proteína de soro de leite, caseína,lactalbumina, albumina do soro, glicomacropeptídeo, proteína de soja,proteína de arroz, proteína de ervilha, proteína de canola, proteína de trigo,proteína de cânhamo, zeína, proteína de linhaça, proteína de clara de ovo,ovalbumina, proteína de gelatina, e combinações dos mesmos.
133. Composição de bebida com proteína adequada paraconsumo humano, caracterizada pelo fato de que compreende:cerca de 0 % em peso a cerca de 98 % em peso de suco;cerca de 2 % em peso a cerca de 15 % em peso de proteína;cerca de 0 % de álcool em volume a cerca de 15 % de álcoolem volume; esendo que referida composição de bebida com proteínaapresenta um pH variando de cerca de 2,0 a cerca de 3,4, sendo que tanto nomomento do acondicionamento da bebida com proteína como tambémdurante o armazenamento subseqüente sem refrigeração durante um períodode pelo menos um ano após o acondicionamento, solubilidade substancial daproteína é conservada na composição de bebida, e sendo que referida bebidacom proteína é essencialmente livre de micróbios patogênicos conhecidos porserem nocivos para a saúde humana, tanto no momento do acondicionamentoda bebida com proteína como também durante um período de pelo menos umano após o acondicionamento.
134. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 133, caracterizada pelo fato de que referida proteína é derivadade proteína de soro de leite.
135. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 134, caracterizada pelo fato de que referida proteína de soro deleite é derivada de isolado de proteína de soro de leite, concentrado deproteína de soro de leite ou hidrolisado de proteína de soro de leite.
136. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 133, caracterizada pelo fato de que referido álcool em volumecompreende de cerca de 4 % de álcool em volume a cerca de 8 % de álcoolem volume.
137. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 133, caracterizada pelo fato de que referido álcool é derivado debase de malte, fermentada de grão.
138. Método para preparar uma bebida com proteína,caracterizado pelo fato de que compreende:misturar em água um suco para proporcionar um percentualem peso de cerca de 0 % a cerca de 98 % de suco, uma proteína paraproporcionar um percentual em peso de proteína na mistura de cerca de 2 % acerca de 15 %, um álcool para proporcionar um percentual em peso de álcoolna mistura de cerca de 0 % de álcool em volume a cerca de 15 % de álcool emvolume, e uma quantidade de um agente ajustador de pH para proporcionarum pH entre cerca de 2 e cerca de 3,4, com o que se obtém uma mistura:aquecer referida mistura a uma temperatura variando de cercade 140°F (4,4°C) a cerca de 188°F (86,6°C) durante um período variando decerca de 60 segundos a cerca de 10 segundos;resfriar referida mistura a uma temperatura de cerca de 40°F(4,4°C) ou menos ao longo de um período de tempo compreendendo de cercade 5 minutos a cerca de 10 minutos; eacondicionar referida bebida com proteína em um recipienteque pode ser armazenado sem refrigeração durante mais de um ano antes douso por um consumidor da bebida com proteína.
139. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 138, caracterizado pelo fato de que referida proteína éderivada de proteína de soro de leite.
140. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 139, caracterizado pelo fato de que referida proteína desoro de leite é derivada de isolado de proteína de soro de leite, concentrado deproteína de soro de leite ou hidrolisado de proteína de soro de leite.
141. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 138, caracterizado pelo fato de que referido álcool emvolume compreende de cerca de 4 % de álcool em volume a cerca de 8 % deálcool em volume.
142. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 138, caracterizado pelo fato de que referido álcool éderivado de base de malte, fermentado de grão.
143. Composição de bebida com proteína adequada paraconsumo humano, caracterizada pelo fato de que compreende:cerca de 0 % em peso a cerca de 100 % em peso de suco;cerca de 0,01 % em peso a cerca de 15 % em peso de proteína;esendo que referida composição de bebida com proteínaapresenta um pH variando de cerca de 2,0 a cerca de 3,4, sendo que tanto nomomento do acondicionamento da bebida com proteína como tambémdurante o armazenamento subseqüente sem refrigeração durante um períodode pelo menos um ano após o acondicionamento, solubilidade substancial daproteína é conservada na composição de bebida, e sendo que referida bebidacom proteína é essencialmente livre de micróbios patogênicos conhecidos porserem nocivos para a saúde humana, tanto no momento do acondicionamentoda bebida com proteína como também durante um período de pelo menos umano após o acondicionamento.
144. Método para preparar uma bebida com proteína,caracterizado pelo fato de que compreende:misturar em água um suco para proporcionar um percentualem peso de cerca de 0 % a cerca de 100 % de suco, uma proteína paraproporcionar um percentual em peso de proteína na mistura de cerca de 0,01% a cerca de 15 %, e uma quantidade de um agente ajustador de pH paraproporcionar um pH entre cerca de 2 e cerca de 3,4, com o que se obtém umamistura:aquecer referida mistura a uma temperatura compreendendo decerca de 140°F (4,4°C) a cerca de 188°F (86,6°C) durante um períodovariando de cerca de 60 segundos a cerca de 10 segundos;resfriar referida mistura a uma temperatura de cerca de 40°F(4,4°C) ou menos ao longo de um período de tempo compreendendo de cercade 5 minutos a cerca de 10 minutos; eacondicionar referida bebida com proteína em um recipienteque pode ser armazenado sem refrigeração durante mais de um ano antes douso por um consumidor da bebida com proteína.
145. Composição de bebida com proteína adequada paraconsumo humano, caracterizada pelo fato de que compreende:cerca de 0 % em peso a cerca de 100 % em peso de suco;cerca de 0,01 % em peso a cerca de 15 % em peso de proteína;cerca de 0 % de álcool em volume a cerca de 15 % de álcoolem volume; esendo que referido composição de bebida com proteínaapresenta um pH variando de cerca de 2,0 a cerca de 3,4, sendo que tanto nomomento do acondicionamento da bebida com proteína como tambémdurante o armazenamento subseqüente sem refrigeração durante um períodode pelo menos um ano após o acondicionamento, solubilidade substancial daproteína é conservada na composição de bebida, e sendo que referida bebidacom proteína é essencialmente livre de micróbios patogênicos conhecidos porserem nocivos para a saúde humana, tanto no momento do acondicionamentoda bebida com proteína como também durante um período de pelo menos umano após o acondicionamento.
146. Método para preparar uma bebida com proteína,caracterizado pelo fato de que compreende:misturar em água um suco para proporcionar um percentualem peso de cerca de 0 % a cerca de 100 % de suco, uma proteína paraproporcionar um percentual em peso de proteína na mistura de cerca de 0,01% a cerca de 15 %, um álcool para proporcionar um percentual em peso deálcool na mistura de cerca de 0 % de álcool em volume a cerca de 15 % deálcool em volume, e uma quantidade de um agente ajustador de pH paraproporcionar um pH entre cerca de 2 e cerca de 3,4, com o que se obtém umamistura:aquecer referida mistura a uma temperatura compreendendo decerca de 140°F (4,4°C) a cerca de 188°F (86,6°C) durante um períodovariando de cerca de 60 segundos a cerca de 10 segundos;resfriar referida mistura a uma temperatura de cerca de 40°F(4,4°C) ou menos ao longo de um período de tempo compreendendo de cercade 5 minutos a cerca de 10 minutos; eacondicionar referida bebida com proteína em um recipienteque pode ser armazenado sem refrigeração durante mais de um ano antes douso por um consumidor da bebida com proteína.
147. Composição de bebida com proteína adequada paraconsumo humano, caracterizada pelo fato de que compreende:cerca de 2 % em peso a cerca de 15 % em peso de proteína; esendo que referida composição de bebida com proteínaapresenta um pH variando de cerca de 2,0 a cerca de 3,4, sendo que tanto nomomento do acondicionamento da bebida com proteína como tambémdurante o armazenamento subseqüente sem refrigeração durante um períodode pelo menos um ano após o acondicionamento, solubilidade substancial daproteína é conservada na composição de bebida, e referida bebida comproteína é essencialmente livre de micróbios ativos conhecidos por seremnocivos para a saúde humana sem processamento térmico da bebida comproteína para inativar micróbios.
148. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 147, caracterizada pelo fato de que referido % em peso deproteína presente compreende de cerca de 3 % em peso a cerca de 10 % empeso.
149. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 148, caracterizada pelo fato de que referido % em peso deproteína presente compreende de cerca de 5 % em peso a cerca de 8 % empeso.
150. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 147, caracterizada pelo fato de que referida proteína é derivadade proteína de soro de leite.
151. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 150, caracterizada pelo fato de que referida proteína de soro deleite é derivada de isolado de proteína de soro de leite, concentrado deproteína de soro de leite ou hidrolisado de proteína de soro de leite.
152. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 151, caracterizada pelo fato de que referida proteína de soro deleite é derivada de isolado de proteína de soro de leite.
153. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 151, caracterizada pelo fato de que referida proteína de soro deleite é um isolado aquoso de proteína de soro de leite ou um concentradoaquoso de proteína de soro de leite.
154. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 151, caracterizada pelo fato de que referida proteína de soro deleite é um isolado seco de proteína de soro de leite ou um concentrado seco deproteína de soro de leite.
155. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 154, caracterizada pelo fato de que referido isolado seco deproteína de soro de leite ou concentrado seco de proteína de soro de leite éhidratado para preparar um isolado aquoso de proteína de soro de leite ouconcentrado aquoso de proteína de soro de leite antes da adição a referidacomposição de bebida com proteína.
156. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 153 ou reivindicação 155, caracterizada pelo fato de que umagente ajustador de pH é adicionado a referido isolado aquoso de proteína desoro de leite ou concentrado aquoso de proteína de soro de leite para diminuiro pH do isolado aquoso de proteína de soro de leite ou concentrado aquoso deproteína de soro de leite ao pH de referida composição de bebida comproteína antes da adição de referido isolado aquoso de proteína de soro deleite ou concentrado aquoso de proteína de soro de leite a referida composiçãode bebida com proteína.
157. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 147, caracterizada pelo fato de que referida bebida com proteínaé uma bebida carbonatada com proteína que contém carbonatação.
158. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 157, caracterizada pelo fato de que referida carbonataçãocompreende de cerca de 0,1 volume a cerca de 6,0 volumes por volume delíquido em referida bebida com proteína.
159. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 158, caracterizada pelo fato de que referida carbonataçãocompreende de cerca de 1,6 volume a cerca de 3,5 volumes por volume delíquido em referida bebida com proteína.
160. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 159, caracterizada pelo fato de que referida carbonataçãocompreende de cerca de 1,7 volume a cerca de 3,0 volumes por volume delíquido em referida bebida com proteína.
161. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 147, caracterizada pelo fato de que referida condiçãoessencialmente livre de micróbios ativos é criada por meio de inativação demicróbios via carbonatação, acondicionamento asséptico, ozonação, radiação,luz ultra violeta, processamento a alta pressão, permeação de membrana,campo elétrico pulsante, ou uma combinação dos mesmos.
162. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 161, caracterizada pelo fato de que referida condiçãoessencialmente livre de micróbios ativos é criada por meio de inativação demicróbios com dióxido de carbono.
163. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 161, caracterizada pelo fato de que referida condiçãoessencialmente livre de micróbios ativos é criada por meio de inativação demicróbios via processamento a alta pressão.
164. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 161, caracterizada pelo fato de que referida condiçãoessencialmente livre de micróbios ativos é criada pelos efeitos combinados deinativação de micróbios com dióxido de carbono e a inativação de micróbiospor meio de processamento a alta pressão.
165. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 147, caracterizada pelo fato de que referida condiçãoessencialmente livre de micróbios ativos é criada por meio de inativação demicróbios no recipiente individual em que referida composição de bebida comproteína é acondicionada.
166. Composição de bebida com proteína de soro de leite deacordo com a reivindicação 165, caracterizada pelo fato de que referidainativação foi realizada por meio de processamento a alta pressão da bebidacom proteína, enquanto referida bebida com proteína está contida em referidorecipiente individual.
167. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 147, caracterizada pelo fato de que referida bebida compreendepelo menos um ingrediente adicional selecionado do grupo que consiste deum agente antiespumante, um nutriente, cálcio ou um derivado de cálcio, umaditivo gerador de energia, um suplemento herbáceo, um extrato de plantaconcentrado, um agente flavorizante, um adoçante, e um agente colorante.
168. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 167, caracterizada pelo fato de que referido aditivo gerador deenergia é selecionado do grupo que consiste de cafeína, malato de citrulina,um composto contendo magnésio, e combinações dos mesmos.
169. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 168, caracterizada pelo fato de que referido aditivo gerador deenergia é cafeína.
170. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 169, caracterizada pelo fato de que uma concentração dereferida cafeína compreende de cerca de 0,01 % a cerca de 0,085 % em peso.
171. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 168, caracterizada pelo fato de que referido aditivo gerador deenergia é malato de citrulina.
172. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 171, caracterizada pelo fato de que uma concentração dereferido malato de citrulina compreende de cerca de 0,1 % em peso a cerca de 2,0 % em peso.
173. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 168, caracterizada pelo fato de que referido aditivo gerador deenergia é um composto contendo magnésio.
174. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 173, caracterizada pelo fato de que referida concentração dereferido composto contendo magnésio compreende de cerca de 0,1 % em pesoa cerca de 2,0 % em peso.
175. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 173, caracterizada pelo fato de que referido composto demagnésio é selecionado do grupo que consiste de aspartato de magnésio,óxido de magnésio, lactato de magnésio, citrato de magnésio, carbonato demagnésio, gluconato de magnésio, orotato de magnésio, cloreto de magnésio,hidróxido de magnésio, fosfato de magnésio, sulfato de magnésio, ecombinações dos mesmos.
176. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 164, caracterizada pelo fato de que referido aditivo gerador deenergia é uma combinação de pelo menos dois aditivos selecionados do grupoque consiste de cafeína, malato de citrulina, e um composto contendomagnésio.
177. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 147, caracterizada pelo fato de que referida bebida compreendeadicionalmente um conservante químico ou um conservante natural.
178. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 177, caracterizada pelo fato de que referido conservantequímico é um sorbato ou um benzoato e referido conservante natural é nisinaou natamicina.
179. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 167, caracterizada pelo fato de que referido extrato de plantaconcentrado apresenta um elevado teor nutricional.
180. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 167, caracterizada pelo fato de que referido extrato de plantaconcentrado contribui de forma desprezível para o teor calórico global dabebida com proteína.
181. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 147, caracterizada pelo fato de que referida bebida de suco deproteína de soro de leite é um substituto de refeição.
182. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 147, caracterizada pelo fato de que referida proteína éselecionada do grupo que consiste de proteína de soro de leite, caseína,lactalbumina, albumina do soro, glicomacropeptídeo, proteína de soja,proteína de arroz, proteína de ervilha, proteína de canola, proteína de trigo,proteína de cânhamo, zeína, proteína de linhaça, proteína de clara de ovo,ovalbumina, proteína de gelatina, e combinações dos mesmos.
183. Método para preparar uma bebida com proteína,caracterizado pelo fato de que compreende:misturar em água uma proteína para proporcionar umpercentual em peso de proteína na mistura de cerca de 2 % a cerca de 15 % euma quantidade de um agente ajustador de pH para proporcionar um pH entrecerca de 2 e cerca de 5,5, com o que se obtém uma mistura; eacondicionar referida bebida com proteína em um recipienteque pode ser armazenado sem refrigeração durante mais de um ano antes douso por um consumidor da bebida com proteína, sendo que a solubilidadesubstancial da proteína é conservada na composição de bebida, e referidabebida com proteína é essencialmente livre de micróbios ativos conhecidospor serem nocivos para a saúde humana sem processamento térmico dabebida com proteína para inativar micróbios.
184. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 183, caracterizado pelo fato de que também compreendeadição de dióxido de carbono a referida mistura para se obter uma bebida comproteína em que a quantidade de carbonatação presente em referida misturacompreende de cerca de 0,1 volume por volume de mistura líquida a cerca de 6,0 volumes por volume de mistura líquida.
185. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 184, caracterizado pelo fato de que a quantidade decarbonatação presente em referida mistura compreende de cerca de 1,6volume a cerca de 3,5 volumes por volume de líquido.
186. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 185, caracterizado pelo fato de que a quantidade decarbonatação presente em referida mistura compreende de cerca de 1,7volume a cerca de 3,0 volumes por volume de líquido.
187. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 183, caracterizado pelo fato de que uma quantidade deum agente ajustador de pH é adicionada a referida mistura para proporcionarum pH entre cerca de 2,0 e cerca de 3,4.
188. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 183, caracterizado pelo fato de que referida proteína éadicionada à mistura para proporcionar um percentual em peso de proteína namistura de cerca de 3 % a cerca de 10 %.
189. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 188, caracterizado pelo fato de que referida proteína éadicionada à mistura para proporcionar um percentual em peso de proteína namistura de cerca de 5 % a cerca de 8 %.
190. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 183, caracterizado pelo fato de que referida proteína éderivada de proteína de soro de leite.
191. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 190, caracterizado pelo fato de que referida proteína desoro de leite é derivada de isolado de proteína de soro de leite, concentrado deproteína de soro de leite, ou hidrolisado de proteína de soro de leite.
192. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 191, caracterizado pelo fato de que referida proteína desoro de leite é derivada de isolado de proteína de soro de leite.
193. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 191, caracterizado pelo fato de que referida proteína desoro de leite é um isolado aquoso de proteína de soro de leite ou umconcentrado aquoso de proteína de soro de leite.
194. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 191, caracterizado pelo fato de que referida proteína desoro de leite é um isolado seco de proteína de soro de leite ou um concentradoseco de proteína de soro de leite.
195. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 194, caracterizado pelo fato de que referido isolado secode proteína de soro de leite ou concentrado seco de proteína de soro de leite éhidratado para preparar um isolado aquoso de proteína de soro de leite ouconcentrado aquoso de proteína de soro de leite antes da adição a referidabebida com proteína.
196. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 193 ou reivindicação 195, caracterizado pelo fato de quese ajusta um agente ajustador de pH a referido isolado aquoso de proteína desoro de leite ou concentrado aquoso de proteína de soro de leite para diminuiro pH do isolado aquoso de proteína de soro de leite ou concentrado aquoso deproteína de soro de leite ao pH de referida bebida com proteína antes daadição de referido isolado aquoso de proteína de soro de leite ou concentradoaquoso de proteína de soro de leite a referida composição de bebida comproteína.
197. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 183, caracterizado pelo fato de que referida bebidacarbonatada com proteína é incolor em cor, apresentando essencialmentenenhuma turbidez.
198. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 183, caracterizado pelo fato de que referida condiçãoessencialmente livre de micróbios ativos é criada por meio de inativação demicróbios via carbonatação, acondicionamento asséptico, ozonação, radiação,luz ultra violeta, processamento a alta pressão, permeação de membrana,campo elétrico pulsante, ou uma combinação dos mesmos.
199. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 198, caracterizado pelo fato de que referida condiçãoessencialmente livre de micróbios ativos é criada por meio de inativação demicróbios com dióxido de carbono.
200. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 198, caracterizado pelo fato de que referida condiçãoessencialmente livre de micróbios ativos é criada por meio de inativação demicróbios via processamento a alta pressão.
201. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 198, caracterizado pelo fato de que referida condiçãoessencialmente livre de micróbios ativos é criada pelos efeitos combinados deinativação de micróbios com dióxido de carbono e a inativação de micróbiosvia processamento a alta pressão.
202. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 183, caracterizado pelo fato de que referida condiçãoessencialmente livre de micróbios ativos é criada por meio de inativação demicróbios no recipiente individual em que referida composição de bebida comproteína é acondicionada.
203. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 202, caracterizado pelo fato de que referida inativação foirealizada por meio de processamento a alta pressão da bebida com proteína,enquanto referida bebida com proteína está contida em referido recipienteindividual.
204. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 183, caracterizado pelo fato de que ingredientesadicionais são misturados em referida mistura, e referidos ingredientesadicionais incluem pelo menos um ingrediente selecionado do grupo queconsiste de um nutriente, cálcio ou um derivado de cálcio, um aditivo geradorde energia, um suplemento herbáceo, um extrato de planta concentrado, umagente flavorizante, um adoçante, e um agente colorante.
205. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 204, caracterizado pelo fato de que referido aditivogerador de energia é selecionado do grupo que consiste de cafeína, malato decitrulina, um composto contendo magnésio, e combinações dos mesmos.
206. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 205, caracterizado pelo fato de que referido aditivogerador de energia é cafeína.
207. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 206, caracterizado pelo fato de que referida cafeínacompreende de cerca de 0,01 % a cerca de 0,085 % em peso.
208. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 205, caracterizado pelo fato de que referido aditivogerador de energia é malato de citrulina.
209. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 208, caracterizado pelo fato de que uma concentração dereferido malato de citrulina compreende de cerca de 0,1 % em peso a cerca de 2,0 % em peso.
210. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 205, caracterizado pelo fato de que referido aditivogerador de energia é um composto contendo magnésio.
211. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 210, caracterizado pelo fato de que referida concentraçãode referido composto contendo magnésio compreende de cerca de 0,1 % empeso a cerca de 2,0 % em peso.
212. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 211, caracterizado pelo fato de que referido composto demagnésio é selecionado do grupo que consiste de aspartato de magnésio,óxido de magnésio, lactato de magnésio, citrato de magnésio, carbonato demagnésio, gluconato de magnésio, orotato de magnésio, cloreto de magnésio,hidróxido de magnésio, fosfato de magnésio, sulfato de magnésio, ecombinações dos mesmos.
213. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 205, caracterizado pelo fato de que referido aditivogerador de energia é uma combinação de pelo menos dois aditivosselecionados do grupo que consiste de cafeína, um composto contendomagnésio, e malato de citrulina.
214. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 183, caracterizado pelo fato de que um conservantequímico ou um conservante natural é misturado em referida mistura.
215. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 214, caracterizado pelo fato de que referido conservantequímico é um sorbato ou um benzoato e referido conservante natural é nisinaou natamicina.
216. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 204, caracterizado pelo fato de que referido extrato deplanta concentrado apresenta um elevado teor nutricional.
217. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 204, caracterizado pelo fato de que referido extrato deplanta concentrado contribui de forma desprezível para o teor calórico globalda bebida com proteína.
218. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 204, caracterizado pelo fato de que referida bebida comproteína é um substituto de refeição.
219. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 183, caracterizado pelo fato de que referida proteína éselecionada do grupo que consiste de proteína de soro de leite, caseína,lactalbumina, albumina do soro, glicomacropeptídeo, proteína de soja,proteína de arroz, proteína de ervilha, proteína de canola, proteína de trigo,proteína de cânhamo, zeína, proteína de linhaça, proteína de clara de ovo,ovalbumina, proteína de gelatina, e combinações dos mesmos.
220. Composição de bebida com proteína adequada paraconsumo humano, caracterizada pelo fato de que compreende:cerca de 2 % em peso a cerca de 15 % em peso de proteína;cerca de 0 % de álcool em volume a cerca de 15 % de álcoolem volume; esendo que referida composição de bebida com proteínaapresenta um pH variando de cerca de 2,0 a cerca de 3,4, sendo que tanto nomomento do acondicionamento da bebida com proteína como tambémdurante o armazenamento subseqüente sem refrigeração durante um períodode pelo menos um ano após o acondicionamento, solubilidade substancial daproteína é conservada na composição de bebida, e referida bebida comproteína é essencialmente livre de micróbios patogênicos conhecidos porserem nocivos à saúde humana sem processamento térmico da bebida comproteína para inativar micróbios.
221. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 220, caracterizada pelo fato de que referida proteína é derivadade proteína de soro de leite.
222. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 221, caracterizada pelo fato de que referida proteína de soro deleite é derivada de isolado de proteína de soro de leite, concentrado deproteína de soro de leite ou hidrolisado de proteína de soro de leite.
223. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 220, caracterizada pelo fato de que referido álcool em volumecompreende de cerca de 4 % de álcool em volume a cerca de 8 % de álcoolem volume.
224. Composição de bebida com proteína de acordo com areivindicação 220, caracterizada pelo fato de que referido álcool é derivado debase de malte, fermentado de grão.
225. Método para preparar uma bebida com proteína,caracterizado pelo fato de que compreende:misturar em água uma proteína para proporcionar umpercentual em peso de proteína na mistura de cerca de 2 % a cerca de 15 %,um álcool para proporcionar um percentual em peso de álcool na mistura decerca de 0 % de álcool em volume a cerca de 15 % de álcool em volume, euma quantidade de um agente ajustador de pH para proporcionar um pH entrecerca de 2 e cerca de 5,5, com o que se obtém uma mistura, eacondicionar referida bebida com proteína em um recipienteque pode ser armazenado sem refrigeração durante mais de um ano antes douso por um consumidor da bebida com proteína, sendo que a solubilidadesubstancial da proteína é conservada na composição de bebida, e referidabebida com proteína é essencialmente livre de micróbios ativos conhecidospor serem nocivos para a saúde humana sem processamento térmico dabebida com proteína para inativar micróbios.
226. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 225, caracterizado pelo fato de que referida proteína éderivada de proteína de soro de leite.
227. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 226, caracterizado pelo fato de que referida proteína desoro de leite é derivada de isolado de proteína de soro de leite, concentrado deproteína de soro de leite ou hidrolisado de proteína de soro de leite.
228. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 225, caracterizado pelo fato de que referido álcool emvolume compreende de cerca de 4 % de álcool em volume a cerca de 8 % deálcool em volume.
229. Método para preparar uma bebida com proteína de acordocom a reivindicação 225, caracterizado pelo fato de que referido álcool éderivado da base de malte, fermentado de grão.
230. Composição de bebida com proteína adequada paraconsumo humano, caracterizada pelo fato de que compreende:cerca de 0,01 % em peso a cerca de 15 % em peso de proteína;esendo que referida composição de bebida com proteínaapresenta um pH variando de cerca de 2,0 a cerca de 3,4, sendo que tanto nomomento do acondicionamento da bebida com proteína como tambémdurante o armazenamento subseqüente sem refrigeração durante um períodode pelo menos um ano após o acondicionamento, solubilidade substancial daproteína é conservada na composição de bebida, e referida bebida comproteína é essencialmente livre de micróbios ativos conhecidos por seremnocivos para a saúde humana sem processamento térmico da bebida comproteína para inativar micróbios.
231. Método para preparar uma bebida com proteína,caracterizado pelo fato de que compreende:misturar em água uma proteína para proporcionar umpercentual em peso de proteína na mistura de cerca de 0,01 % a cerca de 15 %e uma quantidade de um agente ajustador de pH para proporcionar um pHentre cerca de 2 e cerca de 5,5, com o que se obtém uma mistura, eacondicionar referida bebida com proteína em um recipienteque pode ser armazenado sem refrigeração durante mais de um ano antes douso por um consumidor da bebida com proteína, sendo que a solubilidadesubstancial da proteína é conservada na composição de bebida, e referidabebida com proteína é essencialmente livre de micróbios ativos conhecidospor serem nocivos para a saúde humana sem processamento térmico dabebida com proteína para inativar micróbios.
232. Composição de bebida com proteína adequada paraconsumo humano, caracterizada pelo fato de que compreende:cerca de 0,01 % em peso a cerca de 15 % em peso de proteína;cerca de O % de álcool em volume a cerca de 15 % de álcoolem volume; esendo que referida composição de bebida com proteínaapresenta um pH variando de cerca de 2,0 a cerca de 3,4, sendo que tanto nomomento do acondicionamento da bebida com proteína como tambémdurante o armazenamento subseqüente sem refrigeração durante um períodode pelo menos um ano após o acondicionamento, solubilidade substancial daproteína é conservada na composição de bebida, e referida bebida comproteína é essencialmente livre de micróbios patogênicos conhecidos porserem nocivos para a saúde humana sem processamento térmico da bebidacom proteína para inativar micróbios.
233. Método para preparar uma bebida com proteína,caracterizado pelo fato de que compreende:misturar em água uma proteína para proporcionar umpercentual em peso de proteína na mistura de cerca de 0,01 % a cerca de 15%, um álcool para proporcionar um percentual em peso de álcool na misturade cerca de 0 % de álcool em volume a cerca de 15 % de álcool em volume, euma quantidade de um agente ajustador de pH para proporcionar um pH entrecerca de 2 e cerca de 5,5, com o que se obtém uma mistura, eacondicionar referida bebida com proteína em um recipienteque pode ser armazenado sem refrigeração durante mais de um ano antes douso por um consumidor da bebida com proteína, sendo que a solubilidadesubstancial da proteína é conservada na composição de bebida, e referidabebida com proteína é essencialmente livre de micróbios ativos conhecidospor serem nocivos para a saúde humana sem processamento térmico dabebida com proteína para inativar micróbios.
234. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína adequada para diluição para gerar uma bebida adequada paraconsumo humano, caracterizada pelo fato de que compreende:cerca de O % em peso a cerca de 60 % em peso de concentradode suco, sendo que referido concentrado de suco tem um valor Brix de cercade 20 0Brix a cerca de 75 0Brix;cerca de 10 % em peso a cerca de 60 % em peso de proteína; esendo que tanto no momento do acondicionamento do xaropeconcentrado de bebida com proteína como também durante o subseqüentearmazenamento sem refrigeração, a solubilidade substancial da proteína émantida no xarope concentrado de bebida com proteína, e sendo que referidoxarope concentrado de bebida com proteína é essencialmente livre demicróbios patogênicos conhecidos por serem nocivos para a saúde humana,tanto no momento do acondicionamento do xarope concentrado de bebidacom proteína como também durante o armazenamento subseqüente.
235. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 234, caracterizada pelo fato de quereferido xarope concentrado de bebida com proteína compreende de cerca deduas vezes o xarope a cerca de vinte e cinco vezes o xarope.
236. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 234, caracterizada pelo fato de quereferido xarope concentrado de bebida com proteína é cerca de cinco vezes oxarope.
237. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 236, caracterizada pelo fato de queuma parte de referido xarope concentrado de bebida com proteína é diluídacom quatro partes de líquido para preparar uma bebida com proteínaadequada para consumo humano.
238. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 237, caracterizada pelo fato de quereferido líquido é água, suco de fruta, suco de legumes, chá, álcool, café, leite,leite de soja, leite de arroz, leite de amêndoas, ou combinações dos mesmos.
239. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 237, caracterizada pelo fato de quereferido líquido contém carbonatação.
240. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 237, caracterizada pelo fato de quereferida bebida com proteína contém carbonatação.
241. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 240, caracterizada pelo fato de queréferida carbonatação de referida bebida com proteína compreende de cercade 1,6 volume a cerca de 3,5 volumes por volume de bebida com proteína.
242. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 234, caracterizada pelo fato de quecompreende:cerca de 10 % em peso a cerca de 15 % em peso deconcentrado de suco, sendo que referido concentrado de suco tem um valorBrix de cerca de 60 0Brix a cerca de 70 0Brix; ecerca de 10 % em peso a cerca de 40 % em peso de proteína.
243. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 234, caracterizada pelo fato de quecompreende:cerca de 40 % em peso a cerca de 60 % em peso deconcentrado de suco, sendo que referido concentrado de suco tem um valorBrix de cerca de 40 0Brix a cerca de 50 0Brix; ecerca de 10 % em peso a cerca de 40 % em peso de proteína.
244. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 234, caracterizada pelo fato de quecompreende:cerca de 0 % em peso de concentrado de suco; ecerca de 10 % em peso a cerca de 40 % em peso de proteína.
245. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 237, caracterizada pelo fato de quereferido percentual em peso de proteína presente em referida bebida comproteína compreende de 2 % em peso a cerca de 8 % em peso.
246. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 245, caracterizada pelo fato de quereferido percentual em peso de proteína presente em referida bebida comproteína compreende de 1,6 % em peso a cerca de 4 % em peso.
247. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 237, caracterizada pelo fato de quereferido percentual em peso de suco presente em referida bebida com proteínacompreende de 2 % em peso a cerca de 20 % em peso.
248. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 247, caracterizada pelo fato de quereferido percentual em peso de suco presente em referida bebida com proteínacompreende de 10 % em peso a cerca de 20 % em peso.
249. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 234, caracterizada pelo fato de quereferido suco é suco de fruta ou suco de legumes.
250. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 234, caracterizada pelo fato de quereferida proteína é derivada de proteína de soro de leite, caseína,lactalbumina, albumina do soro, glicomacropeptídeo, proteína de soja,proteína de arroz, proteína de ervilha, proteína de canola, proteína de trigo,proteína de cânhamo, zeína, proteína de linhaça, proteína de clara de ovo,ovalbumina, proteína de gelatina, ou combinações dos mesmos.
251. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 250, caracterizada pelo fato de quereferida proteína é derivada de proteína de soro de leite.
252. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 251, caracterizada pelo fato de quereferida proteína de soro de leite é derivada de isolado de proteína de soro deleite, concentrado de proteína de soro de leite, hidrolisado de proteína de sorode leite, ou combinações dos mesmos.
253. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 237, caracterizada pelo fato de quereferida bebida com proteína apresenta um pH variando de cerca de 2,0 acerca de 3,4.
254. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de proteína de acordo com a reivindicação 253, caracterizada pelofato de que referida bebida apresenta um pH variando de cerca de 3,0 a cercade 3,2.
255. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 234, caracterizada pelo fato de quereferida condição essencialmente livre de micróbios ativos é criada por meiode inativação de micróbios via pasteurização, acondicionamento asséptico,carbonatação, ozonação, radiação, luz ultra violeta, processamento a altapressão, permeação de membrana, campo elétrico pulsante, sonicação, oucombinações dos mesmos.
256. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 234, caracterizada pelo fato de quecompreende adicionalmente cerca de 0 % em peso a cerca de 100 % em pesode carga.
257. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 256, caracterizada pelo fato de quereferida carga compreende pelo menos um ingrediente adicional selecionadodo grupo que consiste de água, um adoçante, um agente flavorizante, umagente colorante, um agente antiespumante, um nutriente, cálcio ou umderivado de cálcio, um aditivo gerador de energia, um suplemento herbáceo,um extrato de planta concentrado, e um conservante.
258. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 257, caracterizada pelo fato de quereferido aditivo gerador de energia é cafeína, malato de citrulina, umcomposto contendo magnésio, ou uma combinação dos mesmos.
259. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 257, caracterizada pelo fato de quereferido conservante é um conservante químico ou um conservante natural.
260. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 259, caracterizada pelo fato de quereferido conservante químico é um sorbato ou um benzoato e referidoconservante natural é nisina ou natamicina.
261. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 237, caracterizada pelo fato de quereferida bebida com proteína é um substituto de refeição.
262. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 234, caracterizada pelo fato de quereferido xarope concentrado de bebida com proteína pode ser usado por umindivíduo, em um dispensador de bebidas automático, ou em uma instalaçãode envasamento.
263. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 234, caracterizada pelo fato de quereferido xarope concentrado de bebida com proteína é secado para formar umpó concentrado de bebida de suco de proteína via liofilização (secagem porcongelamento), secagem por pulverização, secagem em leito fluido, secagemem tambor, ou combinações dos mesmos.
264. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 263, caracterizada pelo fato de quereferido pó concentrado de bebida de suco de proteína é diluído com umlíquido para preparar uma bebida com proteína adequada para consumohumano.
265. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 264, caracterizada pelo fato de quereferido líquido é água, suco de fruta, suco de legumes, chá, álcool, café, leite,leite de soja, leite de arroz, leite de amêndoas, ou combinações dos mesmos.
266. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 264, caracterizada pelo fato de quereferido líquido contém carbonatação.
267. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína de acordo com a reivindicação 264, caracterizada pelo fato de quereferida bebida com proteína contém carbonatação.
268. Composição de pó concentrado de bebida com proteínaadequada para reconstituição para gerar uma bebida adequada para consumohumano, caracterizada pelo fato de que compreende:cerca de 0 % em peso a cerca de 100 % em peso de suco emforma de um concentrado em pó de suco seco;cerca de 0,05 % em peso a cerca de 90 % em peso de proteína;esendo que referido pó concentrado de bebida com proteínapode ser diluído com um líquido para preparar uma bebida com proteínaadequada para consumo humano e sendo que referido pó concentrado debebida com proteína pode ser usado por um indivíduo, em um dispensador debebidas automático, ou em uma instalação de envasamento.
269. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 268, caracterizada pelo fato de que referidolíquido é água, suco de fruta, suco de legumes, chá, álcool, café, leite, leite desoja, leite de arroz, leite de amêndoas, ou combinações dos mesmos.
270. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 268, caracterizada pelo fato de que referidolíquido contém carbonatação.
271. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 268, caracterizada pelo fato de que referidabebida com proteína contém carbonatação.
272. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 271, caracterizada pelo fato de que referidacarbonatação de referida bebida com proteína compreende de cerca de 1,6volume a cerca de 3,5 volumes por volume de bebida com proteína.
273. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 268, caracterizada pelo fato de que referidopercentual em peso de proteína presente em referido pó concentrado debebida com proteína compreende de cerca de 45 % em peso a cerca de 90 %em peso.
274. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 267, caracterizada pelo fato de que referidopercentual em peso de proteína presente em referida bebida com proteínacompreende de 0,01 % em peso a cerca de 15 % em peso.
275. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 274, caracterizada pelo fato de que referidopercentual em peso de proteína presente em referida bebida com proteínacompreende de 2 % em peso a cerca de 15 % em peso.
276. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 275, caracterizada pelo fato de que referidopercentual em peso de proteína presente em referida bebida com proteínacompreende de 3 % em peso a cerca de 10 % em peso.
277. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 268, caracterizada pelo fato de que referidopercentual em peso de suco presente em referido pó concentrado de bebidacom proteína compreende de 0 % em peso a cerca de 50 % em peso.
278. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 268, caracterizada pelo fato de que referidopercentual em peso de suco presente em referida bebida com proteínacompreende de 0 % em peso a cerca de 30 % em peso.
279. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 268, caracterizada pelo fato de que referidoconcentrado em pó de suco seco é concentrado em pó de suco de fruta seco ouconcentrado em pó de suco de legumes seco.
280. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 268, caracterizada pelo fato de que referidaproteína é derivada de proteína de soro de leite, caseína, lactalbumina,albumina do soro, glicomacropeptídeo, proteína de soja, proteína de arroz,proteína de ervilha, proteína de canola, proteína de trigo, proteína decânhamo, zeína, proteína de linhaça, proteína de clara de ovo, ovalbumina,proteína de gelatina, ou combinações dos mesmos.
281. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 280, caracterizada pelo fato de que referidaproteína é derivada de proteína de soro de leite.
282. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 281, caracterizada pelo fato de que referidaproteína de soro de leite é derivada de isolado de proteína de soro de leite,concentrado de proteína de soro de leite, hidrolisado de proteína de soro deleite, ou combinações dos mesmos.
283. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 268, caracterizada pelo fato de que referidabebida com proteína apresenta um pH variando de cerca de 2,0 a cerca de 3,4.
284. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 268, caracterizada pelo fato de que referidabebida apresenta um pH variando de cerca de 3,0 a cerca de 3,2.
285. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 268, caracterizada pelo fato de quecompreende adicionalmente cerca de 0 % em peso a cerca de 100 % em pesode carga.
286. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 285, caracterizada pelo fato de que referidacarga compreende pelo menos um ingrediente adicional selecionado do grupoque inclui um adoçante, um agente flavorizante, um agente colorante, umagente antiespumante, um nutriente, cálcio ou um derivado de cálcio, umaditivo gerador de energia, um suplemento herbáceo, um extrato de plantaconcentrado, e um conservante.
287. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 286, caracterizada pelo fato de que referidoaditivo gerador de energia é cafeína, malato de citrulina, um compostocontendo magnésio, ou uma combinação dos mesmos.
288. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 286, caracterizada pelo fato de que referidoconservante é um conservante químico ou natural.
289. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 288, caracterizada pelo fato de que referidoconservante químico é um sorbato ou um benzoato e referido conservantenatural é nisina ou natamicina.
290. Composição de pó concentrado de bebida com proteínade acordo com a reivindicação 268, caracterizada pelo fato de que referidabebida com proteína é um substituto de refeição.
291. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína adequada para diluição para gerar umabebida adequada para consumo humano, caracterizado pelo fato de quecompreende:misturar um concentrado de suco com um valor Brix de cercade 20 0Brix a cerca de 75 0Brix, para proporcionar um percentual em peso deconcentrado de suco de cerca de 0 % em peso a cerca de 60 % em peso e umaproteína para proporcionar um percentual em peso de proteína na mistura decerca de 10 % em peso a cerca de 75 % em peso, com o que se obtém umamistura, eacondicionar referido xarope concentrado de bebida comproteína em um recipiente que pode ser armazenado à temperatura ambiente.
292. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 291,caracterizado pelo fato de que referido xarope concentrado de bebida comproteína varia de 2 por 1 a cerca de uma concentração de xarope de 25 por 1.
293. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 292,caracterizado pelo fato de que referido xarope concentrado de bebida comproteína tem uma concentração de xarope de cerca de 5 por 1.
294. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 293,caracterizado pelo fato de que uma parte de referido xarope concentrado debebida com proteína é diluído com quatro partes de líquido para preparar umabebida com proteína adequada para consumo humano.
295. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 294,caracterizado pelo fato de que referido líquido é água, suco de fruta, suco delegumes, chá, álcool, café, leite, leite de soja, leite de arroz, leite deamêndoas, ou combinações dos mesmos.
296. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 294,caracterizado pelo fato de que referido líquido contém carbonatação.
297. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 294,caracterizado pelo fato de que referida bebida com proteína contémcarbonatação.
298. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 297,caracterizado pelo fato de que referida carbonatação de referida bebida comproteína compreende de cerca de 1,6 volume a cerca de 3,5 volumes porvolume de bebida com proteína.
299. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 291,caracterizado pelo fato de que compreende:misturar um concentrado de suco apresentando um valor Brixde cerca de 60 °Brix a cerca de 70 °Brix, para proporcionar um percentual empeso de concentrado de suco de cerca de 10 % em peso a cerca de 15 % empeso e uma proteína para proporcionar um percentual em peso de proteína namistura de cerca de 10 % em peso a cerca de 40 % em peso, obtendo-se comisso uma mistura.
300. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 291,caracterizado pelo fato de que compreende:misturar um concentrado de suco apresentando um valor Brixde cerca de 40 °Brix a cerca de 50 °Brix, para proporcionar um percentual empeso de concentrado de suco de cerca de 40 % em peso a cerca de 60 % empeso e uma proteína para proporcionar um percentual em peso de proteína namistura de cerca de 10 % em peso a cerca de 40 % em peso, obtendo-se comisso uma mistura.
301. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 291,caracterizado pelo fato de que compreende:misturar um concentrado de suco para proporcionar umpercentual em peso de concentrado de suco de cerca de 0 % em peso e umaproteína para proporcionar um percentual em peso de proteína na mistura decerca de 0,05 % em peso a cerca de 40 % em peso, obtendo-se com isso umamistura.
302. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 294,caracterizado pelo fato de que referido percentual em peso de proteínapresente em referida bebida com proteína compreende de 2 % em peso a cercade 8 % em peso.
303. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 302,caracterizado pelo fato de que referido percentual em peso de proteínapresente em referida bebida com proteína compreende de 1,6 % em peso acerca de 4 % em peso.
304. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 294,caracterizado pelo fato de que referido percentual em peso de suco presenteem referida bebida com proteína compreende de 2 % em peso a cerca de 20 %em peso.
305. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 304,caracterizado pelo fato de que referido percentual em peso de suco presenteem referida bebida com proteína compreende de 10 % em peso a cerca de 20% em peso.
306. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 291,caracterizado pelo fato de que referido suco é suco de fruta ou suco delegumes.
307. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 291,caracterizado pelo fato de que referida proteína é derivada de proteína de sorode leite, caseína, lactalbumina, albumina do soro, glicomacropeptídeo,proteína de soja, proteína de arroz, proteína de ervilha, proteína de canola,proteína de trigo, proteína de cânhamo, zeína, proteína de linhaça, proteína declara de ovo, ovalbumina, proteína de gelatina, ou combinações dos mesmos.
308. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 307,caracterizado pelo fato de que referida proteína é derivada de proteína de sorode leite.
309. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 308,caracterizado pelo fato de que referida proteína de soro de leite é derivada deisolado de proteína de soro de leite, concentrado de proteína de soro de leite,hidrolisado de proteína de soro de leite, ou combinações dos mesmos.
310. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 294,caracterizado pelo fato de que referida bebida com proteína apresenta um pHvariando de cerca de 2,0 a cerca de 3,4.
311. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 310,caracterizado pelo fato de que referida bebida apresenta um pH variando decerca de 3,0 a cerca de 3,2.
312. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 291,caracterizado pelo fato de que referido xarope concentrado de bebida comproteína é tratado para a inativação de micróbios via pasteurização,acondicionamento asséptico, carbonatação, ozonação, radiação, luz ultravioleta, processamento a alta pressão, permeação de membrana, campoelétrico pulsante, sonicação, ou combinações dos mesmos.
313. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 291,caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente misturar umacarga para proporcionar um percentual em peso de carga na mistura de cercade 0 % em peso a cerca de 100 %.
314. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 313,caracterizado pelo fato de que referida carga compreende pelo menos umingrediente adicional selecionado do grupo que inclui água, um adoçante, umagente flavorizante, um agente colorante, um agente antiespumante, umnutriente, cálcio ou um derivado de cálcio, um aditivo gerador de energia, umsuplemento herbáceo, um extrato de planta concentrado, e um conservante.
315. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 314,caracterizado pelo fato de que referido aditivo gerador de energia é cafeína,malato de citrulina, um composto contendo magnésio, ou uma combinaçãodos mesmos.
316. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 314,caracterizado pelo fato de que referido conservante é um conservante químicoou um conservante natural.
317. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 316,caracterizado pelo fato de que referido conservante químico é um sorbato ouum benzoato e referido conservante natural é nisina ou natamicina.
318. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 294,caracterizado pelo fato de que referida bebida com proteína é um substituto derefeição.
319. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 291,caracterizado pelo fato de que referido xarope concentrado de bebida comproteína pode ser usado por um indivíduo, em um dispensador de bebidasautomático, ou em uma instalação de envasamento.
320. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 291,caracterizado pelo fato de que referido xarope concentrado de bebida comproteína é secado para formar um pó concentrado de bebida de suco deproteína via liofilização (secagem por congelamento), secagem porpulverização, secagem em leito fluido, secagem em tambor, ou combinaçõesdos mesmos.
321. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 320,caracterizado pelo fato de que referido pó concentrado de bebida de suco deproteína é diluído com um líquido para preparar uma bebida com proteínaadequada para consumo humano.
322. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 321,caracterizado pelo fato de que referido líquido é água, suco de fruta, suco delegumes, chá, álcool, café, leite, leite de soja, leite de arroz, leite deamêndoas, ou combinações dos mesmos.
323. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 321,caracterizado pelo fato de que referido líquido contém carbonatação.
324. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína de acordo com a reivindicação 321,caracterizado pelo fato de que referida bebida com proteína contémcarbonatação.
325. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína adequada para reconstituição para gerar uma bebidaadequada para consumo humano, caracterizado pelo fato de que compreende:misturar um concentrado em pó de suco seco paraproporcionar um percentual em peso de concentrado de suco de cerca de 0 %em peso a cerca de 100 % em peso e uma proteína para proporcionar umpercentual em peso de proteína na mistura de cerca de 0,05 % em peso a cercade 90 % em peso, obtendo-se com isto uma mistura,sendo que referido pó concentrado de bebida com proteína évantajoso para diluição com um líquido para preparar uma bebida comproteína adequada para consumo humano e sendo que referido pó concentradode bebida com proteína pode ser usado por um indivíduo, em um dispensadorde bebidas automático, ou em uma instalação de envasamento.
326. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 325, caracterizado pelofato de que referido líquido é água, suco de fruta, suco de legumes, chá,álcool, café, leite, leite de soja, leite de arroz, leite de amêndoas, oucombinações dos mesmos.
327. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 325, caracterizado pelofato de que referido líquido contém carbonatação.
328. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 325, caracterizado pelofato de que referida bebida com proteína contém carbonatação.
329. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 328, caracterizado pelofato de que referida carbonatação de referida bebida com proteínacompreende de cerca de 1,6 volume a cerca de 3,5 volumes por volume debebida com proteína.
330. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 325, caracterizado pelofato de que referido percentual em peso de proteína presente em referido póconcentrado de bebida com proteína compreende de cerca de 45 % em peso acerca de 90 % em peso.
331. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 325, caracterizado pelofato de que referido percentual em peso de proteína presente em referidabebida com proteína compreende de 0,01 % em peso a cerca de 15 % empeso.
332. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 331, caracterizado pelofato de que referido percentual em peso de proteína presente em referidabebida com proteína compreende de 2 % em peso a cerca de 15 % em peso.
333. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 332, caracterizado pelofato de que referido percentual em peso de proteína presente em referidabebida com proteína compreende de 3 % em peso a cerca de 10 % em peso.
334. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 325, caracterizado pelofato de que referido percentual em peso de suco presente em referido póconcentrado de bebida com proteína compreende de 0 % em peso a cerca de-50% em peso.
335. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 325, caracterizado pelofato de que referido percentual em peso de suco presente em referida bebidacom proteína compreende de 0 % em peso a cerca de 30 % em peso.
336. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 325, caracterizado pelofato de que referido concentrado em pó de suco seco é concentrado em pó desuco de fruta seco ou concentrado em pó de suco de legumes seco.
337. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 325, caracterizado pelofato de que referida proteína é derivada de proteína de soro de leite, caseína,lactalbumina, albumina do soro, glicomacropeptídeo, proteína de soja,proteína de arroz, proteína de ervilha, proteína de canola, proteína de trigo,proteína de cânhamo, zeína, proteína de linhaça, proteína de clara de ovo,ovalbumina, proteína de gelatina, ou combinações dos mesmos.
338. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 337, caracterizado pelofato de que referida proteína é derivada de proteína de soro de leite.
339. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 338, caracterizado pelofato de que referida proteína de soro de leite é derivada de isolado de proteínade soro de leite, concentrado de proteína de soro de leite, hidrolisado deproteína de soro de leite, ou combinações dos mesmos.
340. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 325, caracterizado pelofato de que referida bebida com proteína apresenta um pH variando de cercade 2,0 a cerca de 3,4.
341. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 325, caracterizado pelofato de que referida bebida apresenta um pH variando de cerca de 3,0 a cercade 3,2.
342. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 325, caracterizado pelofato de que compreende adicionalmente misturar uma carga para proporcionarum percentual em peso de carga de cerca de 0 % em peso a cerca de 100 %em peso.
343. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 342, caracterizado pelofato de que referida carga compreende pelo menos um ingrediente adicionalselecionado do grupo que inclui um adoçante, um agente flavorizante, umagente colorante, um agente antiespumante, um nutriente, cálcio ou umderivado de cálcio, um aditivo gerador de energia, um suplemento herbáceo,um extrato de planta concentrado, e um conservante.
344. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 343, caracterizado pelofato de que referido aditivo gerador de energia é cafeína, malato de citrulina,um composto contendo magnésio, ou uma combinação dos mesmos.
345. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 343, caracterizado pelofato de que referido conservante é um conservante químico ou natural.
346. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 343, caracterizado pelofato de que referido conservante químico é um sorbato ou um benzoato ereferido conservante natural é nisina ou natamicina.
347. Método para preparar uma composição de pó concentradode bebida com proteína de acordo com a reivindicação 325, caracterizado pelofato de que referida bebida com proteína é um substituto de refeição.
348. Composição de xarope concentrado de bebida comproteína adequada para diluição para gerar uma bebida adequada paraconsumo humano, caracterizado pelo fato de que compreende:cerca de 0 % em peso a cerca de 60 % em peso de concentradode suco, sendo que referido concentrado de suco tem um valor Brix de cercade 20 0Brix a cerca de 75 0Brix;cerca de 0,05 % em peso a cerca de 75 % em peso de proteína;esendo que tanto no momento do acondicionamento do xaropeconcentrado de bebida com proteína e durante o armazenamento subseqüentesem refrigeração, solubilidade substancial da proteína é conservada no xaropeconcentrado de bebida com proteína, e sendo que referido xarope concentradode bebida com proteína é essencialmente livre de micróbios patogênicosconhecidos por serem nocivos para a saúde humana, tanto no momento doacondicionamento do xarope concentrado de bebida com proteína comotambém durante o armazenamento subseqüente.
349. Método para preparar uma composição de xaropeconcentrado de bebida com proteína adequada para diluição para gerar umabebida adequada para consumo humano, caracterizado pelo fato de quecompreende:misturar um concentrado de suco apresentando um valor Brixde cerca de 20 0Brix a cerca de 90 0Brix, para proporcionar um percentual empeso de concentrado de suco de cerca de 0 % em peso a cerca de 60 % empeso e uma proteína para proporcionar um percentual em peso de proteína namistura de cerca de 0,05 % em peso a cerca de 75 % em peso, com o que seobtém uma mistura, eacondicionar referido xarope concentrado de bebida comproteína em um recipiente que pode ser armazenado à temperatura ambiente.
350. Bebida com proteína de soro de leite, caracterizada pelofato de que compreende:cerca de 2 % em peso a cerca de 15 % em peso proteína desoro de leite;cerca de 0,1 volume a cerca de 4 volumes de gás de dióxido decarbono por volume de referida bebida com proteína;sendo que referida composição de bebida com proteína de sorode leite apresenta um pH de cerca de 2,0 a cerca de 5,5, e sendo que tanto nomomento do acondicionamento da bebida com proteína de soro de leite edurante qualquer armazenamento subseqüente sem refrigeração durante umperíodo de pelo menos um ano após o acondicionamento, conserva-sesolubilidade substancial da proteína de soro de leite em referida bebida comproteína, e referida bebida com proteína é essencialmente livre de micróbiospatogênicos.
351. Bebida com proteína de soro de leite de acordo com areivindicação 350, caracterizada pelo fato de que referida proteína de soro deleite é isolado de proteína de soro de leite.
352. Bebida com proteína de soro de leite de acordo com areivindicação 350, caracterizada pelo fato de que referida proteína de soro deleite é concentrado de proteína de soro de leite.
353. Bebida com proteína de soro de leite de acordo com areivindicação 350, caracterizada pelo fato de que referida bebida com proteínade soro de leite apresenta um pH de cerca de 2,0 a cerca de 3,4.
354. Bebida com proteína de soro de leite de acordo com areivindicação 350, caracterizada pelo fato de que referido % em peso deproteína de soro de leite compreende de cerca de 3 % em peso a cerca de 10% em peso.
355. Bebida com proteína de soro de leite de acordo com areivindicação 350, caracterizada pelo fato de que referido % em peso deproteína de soro de leite compreende de cerca de 5 % em peso a cerca de 8 %em peso.
356. Bebida com proteína de soro de leite de acordo comqualquer uma das reivindicações de 350 a 352, caracterizada pelo fato de quecompreende cerca de 1,6 volume a cerca de 3,5 volumes de gás de dióxido decarbono por volume de líquido.
357. Bebida com proteína de soro de leite de acordo comqualquer uma das reivindicações de 350 a 352, caracterizada pelo fato de quecompreende cerca de 1,7 volume a cerca de 3,0 volumes de gás de dióxido decarbono por volume de líquido.
358. Bebida com proteína de soro de leite de acordo comqualquer uma das reivindicações de 350 a 352, caracterizada pelo fato de queé essencialmente livre de micróbios patogênicos, o que é criado pelainativação de micróbios no recipiente individual em que referida bebida comproteína de soro de leite é acondicionada.
359. Bebida com proteína de soro de leite de acordo comqualquer uma das reivindicações de 350 a 352, caracterizada pelo fato de quequaisquer micróbios patogênicos são inativados usando-se uma condição detemperatura controlada temporalmente da bebida com proteína de soro deleite, enquanto referida bebida com proteína de soro de leite está contida emum recipiente individual.
360. Bebida com proteína de soro de leite de acordo comqualquer uma das reivindicações de 350 a 352, caracterizada pelo fato de quequaisquer micróbios patogênicos da bebida com proteína de soro de leite sãoinativados usando-se exposição a temperatura elevada, radiação, ou umacombinação das mesmas.
361. Bebida com proteína de soro de leite de acordo comqualquer uma das reivindicações de 350 a 352, caracterizada pelo fato de quereferida bebida compreende pelo menos um ingrediente adicional selecionadodo grupo que inclui um agente antiespumante, um nutriente, cálcio ou umderivado de cálcio, um suplemento herbáceo, um agente flavorizante, umadoçante, e um agente colorante.
362. Método para preparar uma bebida com proteína de sorode leite, caracterizado pelo fato de que compreende:misturar proteína de soro de leite para proporcionar umpercentual em peso de proteína de soro de leite na mistura de cerca de 2 % empeso a cerca de 15 % em peso, um agente antiespumante, e uma quantidade deum agente ajustador de pH para proporcionar um pH entre cerca de 2 e cercade 3,4, com o que se obtém uma mistura:aquecer referida mistura a uma temperatura compreendendo decerca de 140°F (60°C) a cerca de 188°F (86,6°C) durante um período variandode cerca de 60 segundos a cerca de 10 segundos;adicionar dióxido de carbono a referida mistura para obter umabebida com proteína de soro de leite sendo que estão presentes cerca de 0,1 acerca de 4,0 volumes de dióxido de carbono por volume de mistura líquida; eacondicionar referida bebida com proteína de soro de leite emum recipiente que pode ser armazenado sem refrigeração durante mais de umano antes do uso por um consumidor da bebida com proteína de soro de leite.
363. Método de acordo com a reivindicação 362, caracterizadopelo fato de que referido máximo de temperatura durante o aquecimento é decerca de 150 0F (65,5°C).
364. Método de acordo com a reivindicação 363, caracterizadopelo fato de que referida bebida com proteína de soro de leite carbonatada étransparente, apresentando essencialmente nenhuma turbidez durante referidoarmazenamento sem refrigeração.
365. Método para preparar uma bebida com proteína de sorode leite, caracterizado pelo fato de que compreende:misturar uma proteína de soro de leite para proporcionar umpercentual em peso de proteína de soro de leite na mistura de cerca de 2 % empeso a cerca de 15 % em peso, um agente antiespumante, e uma quantidade deum agente ajustador de pH para proporcionar um pH entre cerca de 2 e 5,5,para obter uma mistura;adicionar dióxido de carbono a referida mistura para obter umabebida com proteína de soro de leite, sendo que estão presentes cerca de 0,1volume a cerca de 4,0 volumes de dióxido de carbono por volume de misturalíquida;acondicionar referida bebida com proteína de soro de leite emum recipiente para uso por um consumidor da bebida com proteína de soro deleite; etratar referida mistura para inativar micróbios patogênicos;sendo que a bebida com proteína de soro de leite embalada e tratada pode serarmazenada sem refrigeração durante mais de um ano antes do uso por umconsumidor da bebida com proteína de soro de leite.
366. Método de acordo com a reivindicação 365, caracterizadopelo fato de que referido pH não é maior do que cerca de 3,4.
367. Método de acordo com qualquer uma de acordo com areivindicação de 365 até a reivindicação 366, caracterizado pelo fato de quereferida mistura é tratada para inativar micróbios patogênicos em umrecipiente individual em que referida bebida com proteína de soro de leite éarmazenada e manipulada subseqüentemente por um consumidor da bebida.
368. Método de acordo com a reivindicação 365, caracterizadopelo fato de que quaisquer micróbios patogênicos da bebida com proteína desoro de leite são inativados usando-se radiação.
369. Método de acordo com a reivindicação 365, caracterizadopelo fato de que referida mistura inclui pelo menos um ingrediente adicionalselecionado do grupo que inclui um agente antiespumante, um nutriente,cálcio ou um derivado de cálcio, um suplemento herbáceo, um agenteflavorizante, um adoçante, e um agente colorante.
370. Método de acordo com a reivindicação 366, caracterizadopelo fato de que referida bebida com proteína de soro de leite é transparente,apresentando essencialmente nenhuma turbidez durante referidoarmazenamento sem refrigeração.
371. Método de acordo com a reivindicação 367, caracterizadopelo fato de que referida bebida com proteína de soro de leite é transparente,apresentando essencialmente nenhuma turbidez durante referidoarmazenamento sem refrigeração.
372. Bebida com proteína, caracterizada pelo fato de quecompreende:cerca de 2 % em peso a cerca de 15 % em peso de proteína,sendo que referida proteína é essencialmente livre de caseinato;cerca de 0,1 volume a cerca de 4 volumes de gás de dióxido decarbono por volume de referida bebida com proteína;sendo que referida composição de bebida com proteínaapresenta um pH de cerca de 2,0 a cerca de 5,5, e sendo que tanto nomomento do acondicionamento da bebida com proteína como tambémdurante qualquer armazenamento subseqüente sem refrigeração durante umperíodo de pelo menos um ano após o acondicionamento, conserva-sesolubilidade substancial da proteína em referida bebida com proteína, ereferida bebida com proteína é essencialmente livre de micróbios patogênicos.
373. Bebida com proteína de acordo com a reivindicação 372,caracterizada pelo fato de que quaisquer micróbios patogênicos da bebidacom proteína são inativados usando-se exposição a temperatura elevada,radiação, ou uma combinação das mesmas.
374. Bebida com proteína de acordo com a reivindicação 372,caracterizada pelo fato de que referida bebida compreende pelo menos umingrediente adicional selecionado do grupo que inclui um agenteantiespumante, um nutriente, cálcio ou um derivado de cálcio, um suplementoherbáceo, um agente flavorizante, um adoçante, e um agente colorante.
375. Bebida com proteína de acordo com a reivindicação 372,caracterizada pelo fato de que referida bebida com proteína apresenta um pHde cerca de 2,0 a cerca de 3,4.
376. Bebida com proteína de acordo com a reivindicação 372,caracterizada pelo fato de que referido % em peso de proteína compreende decerca de 3 % em peso a cerca de 10 % em peso.
377. Bebida com proteína de acordo com a reivindicação 372,caracterizada pelo fato de que referido % em peso de proteína compreende decerca de 5 % em peso a cerca de 8 % em peso.
378. Bebida com proteína de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 374 a 377, caracterizada pelo fato de que compreendendocerca de 1,6 volume a cerca de 3,5 volumes de gás de dióxido de carbono porvolume de líquido.
379. Bebida com proteína de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 374 a 377, caracterizada pelo fato de que compreende decerca de 1,7 volume a cerca de 3,0 volumes de gás de dióxido de carbono porvolume de líquido.
380. Bebida com proteína de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 374 a 377, caracterizada pelo fato de que é essencialmentelivre de micróbios patogênicos, o que é criado pela inativação de micróbiosno recipiente individual em que referida bebida com proteína éacondicionada.
381. Bebida com proteína de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 374 a 377, caracterizada pelo fato de que quaisquermicróbios patogênicos são inativados usando-se uma condição de temperaturacontrolada temporalmente da bebida com proteína, enquanto referida bebidacom proteína está contida em um recipiente individual.
382. Método para preparar uma bebida com proteína,caracterizado pelo fato de que compreende:misturar proteína, sendo que referida proteína é essencialmentelivre de caseinato, para proporcionar um percentual em peso de proteína namistura de cerca de 2 % em peso a cerca de 15 % em peso, um agenteantiespumante, e uma quantidade de um agente ajustador de pH paraproporcionar um pH entre cerca de 2 e cerca de 3,4, com o que se obtém umamistura:aquecer referida mistura a uma temperatura compreendendo decerca de 140°F (60°C) a cerca de 188°F (86,6°C) durante um período variandode cerca de 60 segundos a cerca de 10 segundos;adicionar dióxido de carbono a referida mistura para se obteruma bebida com proteína, sendo que estão presentes cerca de 0,1 a cerca de 4,0 volumes de dióxido de carbono por volume de mistura líquida; eacondicionar referida bebida com proteína em um recipienteque pode ser armazenado sem refrigeração durante mais de um ano antes douso por um consumidor da bebida com proteína.
383. Método de acordo com a reivindicação 382, caracterizadapelo fato de que quaisquer micróbios patogênicos da bebida com proteína sãoinativados usando-se radiação.
384. Método de acordo com a reivindicação 382, caracterizadopelo fato de que referida mistura inclui pelo menos um ingrediente adicionalselecionado do grupo que inclui um agente antiespumante, um nutriente,cálcio ou um derivado de cálcio, um suplemento herbáceo, um agenteflavorizante, um adoçante, e um agente colorante.
385. Método de acordo com a reivindicação 382, caracterizadopelo fato de que referido máximo de temperatura durante o aquecimento é decerca de 150 °F (65,5°C).
386. Método de acordo com a reivindicação 385, caracterizadopelo fato de que referida bebida carbonatada com proteína é transparente,apresentando essencialmente nenhuma turbidez durante referidoarmazenamento sem refrigeração.
387. Método para preparar uma bebida com proteína,caracterizado pelo fato de que compreende:misturar uma proteína, sendo que referida proteína éessencialmente livre de caseinato, para proporcionar um percentual em pesode proteína na mistura de cerca de 2 % em peso a cerca de 15 % em peso, umagente antiespumante, e uma quantidade de um agente ajustador de pH paraproporcionar um pH entre cerca de 2 e 5,5, para obter uma mistura;adicionar dióxido de carbono a referida mistura para se obteruma bebida com proteína, sendo que estão presentes cerca de 0,1 volume acerca de 4,0 volumes de dióxido de carbono por volume de mistura líquida;acondicionar referida bebida com proteína em um recipientepara uso por um consumidor da bebida com proteína; etratar referida mistura para inativar micróbios patogênicos;sendo que a bebida com proteína embalada e tratada pode ser armazenada semrefrigeração durante mais de um ano antes do uso por um consumidor dabebida com proteína.
388. Método de acordo com a reivindicação 387, caracterizadopelo fato de que referido pH não é superior a cerca de 3,4.
389. Método de acordo com a reivindicação 387, caracterizadopelo fato de que referida mistura é tratada para inativar micróbios patogênicosem um recipiente individual em que referida bebida com proteína éarmazenada e manipulada subseqüentemente por um consumidor da bebida.
390. Método de acordo com a reivindicação 387, caracterizadopelo fato de que quaisquer micróbios patogênicos da bebida com proteína desoro de leite são inativados usando-se radiação.
391. Método de acordo com a reivindicação 387, caracterizadopelo fato de que referida mistura inclui pelo menos um ingrediente adicionalselecionado do grupo que inclui um agente antiespumante, um nutriente,cálcio ou um derivado de cálcio, um suplemento herbáceo, um agenteflavorizante, um adoçante, e um agente colorante.
392. Método de acordo com a reivindicação 387, caracterizadopelo fato de que referida bebida com proteína é transparente, apresentandoessencialmente nenhuma turbidez durante referido armazenamento semrefrigeração.
393. Método de acordo com a reivindicação 388, caracterizadopelo fato de que referida bebida com proteína é transparente, apresentandoessencialmente nenhuma turbidez durante referido armazenamento semrefrigeração.
394. Bebida com proteína, caracterizada pelo fato de quecompreende:cerca de 2 % em peso a cerca de 15 % em peso de proteína;cerca de 0,1 volume a cerca de 4 volumes de gás de dióxido decarbono por volume de referida bebida com proteína;sendo que referida composição de bebida com proteínaapresenta um pH de cerca de 2,0 a cerca de 5,5, e sendo que tanto nomomento do acondicionamento da bebida com proteína como tambémdurante qualquer armazenamento subseqüente sem refrigeração durante umperíodo de pelo menos um ano após o acondicionamento, conserva-sesolubilidade substancial da proteína em referida bebida com proteína, ereferida bebida com proteína é essencialmente livre de micróbios patogênicos.
395. Método para preparar uma bebida com proteína,caracterizado pelo fato de que compreende:misturar proteína para proporcionar um percentual em peso deproteína na mistura de cerca de 2 % em peso a cerca de 15 % em peso, umagente antiespumante, e uma quantidade de um agente ajustador de pH paraproporcionar um pH entre cerca de 2 e cerca de 5,5, com o que se obtém umamistura:aquecer referida mistura a uma temperatura compreendendo decerca de 140°F (60°C) a cerca de 188°F (86,6°C) durante um período variandode cerca de 60 segundos a cerca de 10 segundos;adicionar dióxido de carbono a referida mistura para se obteruma bebida com proteína, sendo que estão presentes cerca de 0,1 a cerca de 4,0 volumes de dióxido de carbono por volume de mistura líquida; eacondicionar referida bebida com proteína em um recipienteque pode ser armazenado sem refrigeração durante mais de um ano antes douso por um consumidor da bebida com proteína.
396. Método para preparar uma bebida com proteína,caracterizado pelo fato de que compreende:misturar proteína para proporcionar um percentual em peso deproteína na mistura de cerca de 2 % em peso a cerca de 15 % em peso, umagente antiespumante, e uma quantidade de um agente ajustador de pH paraproporcionar um pH entre cerca de 2 e cerca de 3,4, com o que se obtém umamistura:aquecer referida mistura a uma temperatura compreendendo decerca de 140°F (60°C) a cerca de 188°F (86,6°C) durante um período variandode cerca de 60 segundos a cerca de 10 segundos;adicionar dióxido de carbono a referida mistura para se obteruma bebida com proteína, sendo que estão presentes cerca de 0,1 a cerca de 4,0 volumes de dióxido de carbono por volume de mistura líquida; eacondicionar referida bebida com proteína em um recipienteque pode ser armazenado sem refrigeração durante mais de um ano antes douso por um consumidor da bebida com proteína.
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