BRPI0706866A2 - cabo de fibras ópticas e método de restauração do desempenho em um cabo de fibras ópticas - Google Patents
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Abstract
CABO DE FIBRAS óPTICAS E MéTODO DE RESTAURAçAO DO DESEMPENHO EM UM CABO DE FIBRAS óPTICAS Trata-se de um cabo de fibras ópticas respirável furo abaixo que tem um tubo protetor exterior; um tubo de fibras ópticas que tem uma pluralidade de fibras ópticas nelecontidas; pelo menos uma coroa anular disposta entre o tubo protetor exterior e o tubo de fibras ópticas; e pelo menos uma passagem, a qual se estende através do comprimento do cabo de fibras ópticas, o que resulta em um canal para um gás de purga para fluir de modo a remover um segundo gás, tal como o hidrogênio, do cabo de fibras ópticas.
Description
CABO DE FIBRAS ÓPTICAS E MÉTODO DE RESTAURAÇÃO DODESEMPENHO EM UM CABO DE FIBRAS ÓPTICAS
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
1. Campo da Invenção
A presente invenção refere-se de maneira geral aoscabos de fibra óptica, e mais particularmente ela se refere aum cabo de fibras ópticas respirável que é ventilado parareduzir a pressão parcial do hidrogênio ao lado da fibra.
2. Descrição da Técnica CorrelataOs cabos de fibra óptica utilizados para asaplicações de poços de óleo onde o cabo é instalado no poçosão problemáticos. Uma das questões chaves tem sido oescurecimento das fibras pelo hidrogênio. No ambiente furoabaixo, há freqüentemente apenas hidrogênio presente. 0hidrogênio pode permear facilmente pelos materiais do cabo ese difundir para a fibra óptica. A presença do hidrogênio nafibra irá criar um aumento na perda de transmissão. Isto podefazer com que os sistemas que utilizam a fibra - sensores depressão de fibra óptica e a detecção da temperaturadistribuída - fiquem difíceis quando não impossíveisdependendo do nível de perda óptica na fibra. Devido a essasquestões, as estruturas do cabo utilizadas devem empregarfreqüentemente capturadores de hidrogênio de vários tipospara consumir o hidrogênio presente. Outros desenhos queresistem ao hidrogênio devem incluir o uso de uma camada decarbono na fibra óptica, a qual irá retardar a difusão dohidrogênio para o vidro. Infelizmente, alguns doscapturadores de hidrogênio não são apropriados paratemperaturas acima de 1500C e, a temperaturas mais altas,suspeita-se que eles realmente liberam o hidrogênio quecapturaram. Foi demonstrado que o uso de uma camada decarbono perde a sua eficácia ã medida que as temperaturas seelevam. Uma outra característica empregada para melhorar asobrevivência com respeito ao hidrogênio consiste nautilização de camadas de metal adicionais no cabo quedesaceleram a difusão do hidrogênio. Os metais tais como ocobre, o ouro ou o alumínio são particularmente bons nadesaceleração da difusão do hidrogênio. Fabricantes taisFiberGuide e Oxford Electronics oferecem fibras revestidas demetal. Infelizmente, embora estas opções ampliem a vida útildo cabo, essas estruturas do cabo irão apresentar uma perdaóptica aumentada com o passar do tempo na presença dohidrogênio.
Por exemplo, um cabo de fibras ópticas utiliza umafibra de núcleo de sílica pura nas estruturas do cabodestinadas a temperaturas em torno de 150°C. A finalidadedeste tipo de fibra é que o hidrogênio, embora ainda sedifunda para o núcleo da fibra, não irá reagir com osdopadores, uma vez que a fibra de sílica pura não tem nenhumem seu núcleo. Dopadores tais como o germânio, o fluoreto efósforo são geralmente utilizados por fabricantes de fibraspara melhorar vários atributos da fibra. Isto é discutido emdetalhes em "Development of Fibers Optics Cables forPermanent Geothermal Wellbore Deployment", R. Normann, J.Weiss e J. Krumhansl. A questão com esta lógica é que astaxas de difusão do hidrogênio em uma fibra de sílica pura ouem uma fibra dopada são as mesmas, de modo que, na presençada mesma concentração de hidrogênio, ambos os tipos de fibrairão exibir uma perda de atenuação. No entanto, o núcleo desílica pura terá um melhor desempenho, uma vez que a perdaassociada com as reações com dopadores é maior do que a perdaassociada com o hidrogênio disperso nos interstícios donúcleo de vidro da fibra óptica. A perda associada com asreações aos dopadores foi documentada a 100°C, e édocumentada em um documento escrito por Joshua Jacobsintitulado "The Impact of Hydrogen on Optical Fibers".Desse modo, o problema de sobrevivência de cabos defibra óptica furo abaixo foi abordado com a intenção deampliar a vida útil do cabo mediante a criação de barreiraspara o hidrogênio. Inevitavelmente, no entanto, o hidrogênioirá entrar no núcleo da fibra, especialmente a temperaturaselevadas.
DESCRIÇÃO RESUMIDA DA INVENÇÃO
As realizações exemplificadoras da presenteinvenção superam as desvantagens acima e outras desvantagensnão descritas acima. Além disso, não é requerido que apresente invenção supere as desvantagens descritas acima, euma realização exemplificadora da presente invenção pode nãosuperar alguns dos problemas descritos acima. A presenteinvenção apresenta uma estrutura de cabo de fibras ópticasque pode respirar ou ventilar de modo a reduzir a pressãoparcial do hidrogênio ao lado do núcleo da fibra, e um métodode restauração do desempenho em um cabo de fibras ópticas.
De acordo com uma realização exemplificadora dapresente invenção, é apresentado um aparelho de cabo defibras ópticas, o qual inclui um tubo protetor exterior; umtubo de fibras ópticas que tem uma pluralidade de fibrasópticas contidas no mesmo; pelo menos uma coroa anulardisposta entre o tubo protetor exterior e o tubo de fibrasópticas; e pelo menos uma passagem, que se estende através docomprimento do cabo de fibras ópticas, que forma um canalpara um gás de purga fluir de modo a remover o gás hidrogêniodo cabo de fibras ópticas.
Em uma alternativa da realização exemplificadora, ogás de purga passa através de uma passagem e sai da passagemno fundo do cabo de fibras ópticas. O cabo de fibras ópticastambém pode ser equipado com um tubo vazio que se estendeatravés do comprimento do cabo de fibras ópticas. A passagempode ser formada por qualquer um dentre o tubo de fibrasópticas, o tubo vazio ou uma coroa anular.
Em uma outra alternativa da realizaçãoexemplificadora, duas passagens podem ser formadas. Umaprimeira passagem pode formar um primeiro canal para o gás depurga fluir para baixo pelo cabo de fibras ópticas, e umasegunda passagem pode formar um segundo canal para o gás depurga retornar para cima pelo cabo. Um conector de passagensconecta a primeira passagem e a segunda passagem uma na outrana extremidade inferior do cabo, de uma maneira tal que, se ogás de purga for injetado no cabo de fibras ópticas atravésda primeira passagem, o gás de purga é retornado através dasegunda passagem através do conector de passagens. A primeirapassagem e a segunda passagem podem ser formadas por qualquerum dentre o tubo de fibras ópticas, o tubo vazio e uma coroaanular, contanto que a primeira passagem e a segunda passagemnão ocupem o mesmo canal.
Além disso, o cabo de fibras ópticas pode incluiruma camada de barreira, feita de carbono ou de metal (porexemplo, alumínio, ouro ou cobre), disposta entre duas coroasanulares. Uma ou outra coroa anular pode formar um canal paraa primeira e a segunda passagens, contanto que a primeirapassagem e a segunda passagem não ocupem o mesmo canal.
0 gás de purga também pode fluir através de duaspassagens por meio de dois canais separados na mesma direção.Por exemplo, o gás de purga pode fluir através das duascoroas anulares para a extremidade inferior do cabo.
De acordo com uma outra realização exemplificadorada presente invenção, é apresentado um método de restauraçãodo desempenho em um cabo de fibras ópticas, o qual inclui aprovisão de um cabo de fibras ópticas que tem pelo menos umapassagem, que se estende através do comprimento do cabo defibras ópticas, que forma um canal para um gás de purga fluirpara remover o gás hidrogênio do cabo de fibras ópticas; e ainjeção de um gás de purga em pelo menos uma passagem, em queo gás hidrogênio se difunde para fora de cada uma das fibrasde uma pluralidade de ópticas contidas dentro do cabo defibras ópticas.
0 método de restauração do desempenho no cabo defibras ópticas também pode incluir o monitoramento daatenuação óptica da pluralidade de fibras ópticas e/ou omonitoramento de um gás de purga de retorno para ohidrogênio. Em uma alternativa, o monitoramento pode incluira determinação de um nível de atenuação óptica na pluralidadede fibras ópticas a partir do monitoramento dos níveis dehidrogênio dentro do gás de purga de retorno; e a injeção dogás de purga na primeira passagem se o nível de atenuaçãoóptica exceder um limite predeterminado. Em uma outraalternativa, o monitoramento pode incluir a medição daatenuação da pluralidade de fibras ópticas pela análise desinal; a determinação de um momento em que um nível daatenuação óptica na pluralidade de fibras ópticas excede umlimite predeterminado; e a injeção automática do gás de purgana primeira passagem no momento determinado.
Barreiras e capturadores de hidrogênio podem sercombinados com a presente invenção para obter outrasmelhorias.
Conseqüentemente, o aparelho de cabo de fibrasópticas pode incluir uma camada de barreira disposta nasuperfície exterior da fibra óptica. Por exemplo, uma camadade carbono pode ser utilizada na fibra nesta realização.Alternativamente, uma camada de metal, tal como o cobre, oouro ou o alumínio, pode ser utilizada.
Além disso, o aparelho de cabo de fibras ópticaspode incluir um capturador de hidrogênio, o qual captura ogás hidrogênio que se difundiu para a fibra óptica.A vantagem da estrutura/sistema proposto é que aatenuação das fibras ópticas não será degradadapermanentemente nesta estrutura. Embora possa aumentar, oprocesso de purga irá restaurar o desempenho.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Os aspectos acima e outros ainda da presenteinvenção tornar-se-ão mais aparentes a partir da seguintedescrição de realizações exemplificadoras, tomadasconjuntamente com os desenhos anexos, nos quais:a FIGURA 1 ilustra uma vista em seção transversalde um cabo de fibras ópticas de acordo com uma realizaçãoexemplificadora da presente invenção;
a FIGURA 2 ilustra uma vista em seção transversalde um cabo de fibras ópticas de acordo com uma outrarealização exemplificadora da presente invenção;
a FIGURA 3 ilustra uma vista em seção transversalde um cabo de fibras ópticas de acordo com uma outrareali zaçao exemplificadora da presente invenção;
a FIGURA 4 ilustra um método para a restauração dodesempenho em um cabo de fibras ópticas de acordo com umarealização exemplificadora da presente invenção;
a FIGURA 5 ilustra um método para o monitoramentodo desempenho em um cabo de fibras ópticas de acordo com umarealização exemplificadora da presente invenção; e
a FIGURA 6 ilustra um método para o monitoramentodo desempenho em um cabo de fibras ópticas de acordo com umaoutra realização exemplificadora da presente invenção.
A FIGURA 7 ilustra uma vista em seção transversalde uma extremidade inferior de um cabo de fibras ópticas deacordo com uma realização exemplificadora da presenteinvenção.
A FIGURA 8 ilustra uma vista em seção transversalde uma extremidade inferior de um cabo de fibras ópticas deacordo cora uma outra realização exemplificadora da presenteinvenção.
Em todos os desenhos, deve ficar compreendido queas mesmas referências numéricas de desenho se referem aosmesmos elementos, características, e estruturas.
DESCRIÇÃO DETALHADA DAS REALIZAÇÕES EXEMPLIFICADORAS
As questões definidas na descrição, tais como umaconstrução detalhada e os elementos, são fornecidos paraajudar em uma compreensão ampla da realização da invenção esao meramente exemplificadoras. Conseqüentemente, oselementos normalmente versados na técnica irão reconhecer quevárias mudanças e modificações da realização aqui descritapodem ser feitas sem que se desvie do âmbito e caráter dainvenção. Além dis so, as descrições de funções e construçõesbem conhecidas são omitidas para maior clareza e concisão.
A FIGURA 1 ilustra uma vista em seção transversalde um cabo de fibras ópticas de acordo com uma realizaçãoexemplificadora da presente invenção.
Um cabo de fibras ópticas 10 é equipado com um tuboprotetor exterior 11, uma extrusão de plástico 12, e um coroaanular 13 entre eles. Dentro da extrusão de plástico 12, édisposto um tubo de fibras ópticas 14 que tem uma pluralidadede fibras ópticas 16 no mesmo e um tubo vazio 18. Pelo menosuma passagem, que se estende através do comprimento do cabode fibras ópticas 10, forma um canal para um gás de purgafluir de modo a remover o gás hidrogênio do cabo de fibrasópticas. Qualquer um dentre a coroa anular 13, o tubo defibras ópticas 14 e o tubo vazio 18 pode formar um passagempara o gás de purga fluir.
O tubo protetor exterior 11 pode ser feito demetal, tal como aço inoxidável, Incoloy 825 ou um outro. Alémdisso, o envoltório exterior do tubo de fibras ópticas 14pode ser feito de aço inoxidável ou de plástico. Além disso,o tubo de fibras ópticas 14 é preenchido com fibras ópticas,e pode ser um tubo seco (isto é, sem gel) ou preenchido comgel.
Ao utilizar um gás de purga para remover o gáshidrogênio do núcleo do cabo de fibras ópticas 10, pode serformada uma única passagem ou uma passagem dupla.
No que se refere a uma única passagem, o gás depurga pode ser injetado para fluir para abaixo pela coroaanular 13, pelo tubo de fibras ópticas 14 e/ou pelo tubovazio 18. 0 gás de purga passa através da passagem e sai dapassagem no fundo do cabo de fibras ópticas 10. Nesteexemplo, um sistema de válvula de detenção 19 (tal comoilustrado na FIGURA 7) é disposto na extremidade inferior docabo de fibras ópticas, permitindo que o gás de purga saia dapassagem. 0 sistema de válvula de detenção 19 é utilizadopara ajudar a superar a pressão no poço.
No que se refere a uma passagem dupla, o gás depurga pode ser injetado para fluir para baixo pelo cabo defibras ópticas e para retornar para cima pelo cabo porpassagens separadas. A passagem descendente é conectada àpassagem ascendente na extremidade inferior do cabo de fibrasópticas 10 através de um conector de passagens. Por exemplo,a extremidade inferior do cabo de fibras ópticas 10 pode serequipada com uma tampa de extremidade 22 (tal como ilustradona FIGURA 8) de maneira tal que haja uma passagem entre asduas passagens de modo que o gás de purga seja forçado pararetornar pela segunda passagem em conseqüência da força dainjeção do gás de purga por uma bomba de injeção, ou algo dogênero. Alternativamente, as duas passagens podem serconectadas por um tubo (não mostrado). Cada passagem pode serformada pela coroa anular 13, pelo tubo de fibras ópticas 14ou pelo tubo vazio 18, contanto que as duas passagens nãoocupem o mesmo canal. Por exemplo, o gás de purga pode fluir:(1) para baixo pelo tubo de fibras ópticas 14 e para cimapelo tubo vazio 18; (2) para baixo pelo tubo de fibrasópticas 14 e para cima pela coroa anular 13; (3) para baixopelo tubo vazio 18 e para cima pelo tubo de fibras ópticas14; (4) para baixo pelo tubo vazio 18 e para cima pela coroaanular 18; (5) para baixo pela coroa anular 13 e para cimapelo tubo vazio 18; ou (6) para baixo pela coroa anular 13 epara cima pelo tubo de fibras ópticas 14.
A FIGURA 2 ilustra uma vista em seção transversalde um cabo de fibras ópticas de acordo com uma outrarealização exemplificadora da presente invenção.
Um cabo de fibras ópticas 10 inclui uma camada debarreira 20, feita de carbono ou de metal (por exemplo,alumínio, ouro ou cobre), e disposta entre uma primeira coroaanular 13a e uma segunda coroa anular 13b. A primeira coroaanular 13a, a camada de barreira 20 e a segunda coroa anular13b ficam entre uma camada protetora exterior 11 e um tubo defibras ópticas 14. Qualquer um dentre a primeira coroa anularlá, a segunda coroa anular 13b e o tubo de fibras ópticas 14pode formar uma passagem para o gás de purga fluir,estendendo o comprimento do cabo de fibras ópticas 10.
Similarmente ao que foi descrito conjuntamente coma FIGURA 1, pode ser provida uma única passagem ou umapassagem dupla para remover o gás hidrogênio com um gás depurga.
No que se refere à única passagem, o gás de purgapode ser injetado para fluir para baixo pela primeira coroaanular 13a, pela segunda coroa anular 13b e/ou pelo tubo defibras ópticas 14.
No que se refere à passagem dupla, cada passagempode ser formada pela primeira coroa anular 13a, pela segundacoroa anular 13b ou pelo tubo de fibras ópticas 14, contantoque as duas passagens não ocupem o mesmo canal. Por exemplo,o gás de purga pode fluir: (1) para baixo pelo tubo de fibrasópticas 14 e para cima pela primeira coroa anular 13a; (2)para baixo pelo tubo de fibras ópticas 14 e para cima pelasegunda coroa anular 13b; (3) para baixo pela primeira coroaanular 13a e para cima pelo tubo de fibras ópticas 14; (4)para baixo pela primeira coroa anular 13a e para cima pelasegunda coroa anular 13b; (5) para baixo pela segunda coroaanular 13b e para cima pela primeira coroa anular 13a; e (6)para baixo pela segunda coroa anular 13b e para cima pelotubo de fibras ópticas 14.
A FIGURA 3 ilustra uma vista em seção transversalde um cabo de fibras ópticas de acordo com uma outrarealização exemplificadora da presente invenção.
Um cabo de fibras ópticas 10 inclui uma camada debarreira 20 disposta na superfície exterior de um tubo defibras ópticas 14. O cabo de fibras ópticas 10 também incluiuma camada protetora exterior 11 e uma coroa anular 13 entrea camada protetora exterior 11 e a camada de barreira 20.Qualquer um dentre a coroa anular 13 e o tubo de fibrasópticas 14 pode formar uma passagem para o gás de purgafluir, se estendendo pelo comprimento do cabo de fibrasópticas 10.
Similarmente ao que foi descrito conjuntamente coma FIGURA 1, pode ser provida uma única passagem ou umapassagem dupla para remover o gás hidrogênio com um gás depurga.
No que se refere à única passagem, o gás de purgapode ser injetado para fluir para baixo pela coroa anular 13e/ou pelo tubo de fibras ópticas 14 (vide a FIGURA 7).
No que se refere à passagem dupla, cada passagempode ser formada pela coroa anular 13 ou pelo tubo de fibrasópticas 14, contanto que as duas passagens não ocupem o mesmocanal. Por exemplo, o gás de purga pode fluir:(1) para baixopelo tubo de fibras ópticas 14 e para cima pela coroa anular13; e (2) para baixo pela coroa anular 13 e para cima pelotubo de fibras ópticas 14 (vide a FIGURA 8).
Além disso, o tipo de fibra é selecionado de modo aassegurar que o hidrogênio possa se difundir para fora dafibra óptica, restaurando desse modo o desempenho da fibra.Além disso, para as temperaturas baixas (por exemplo, 0 -100°C), uma fibra óptica padrão com dopadores pode serutilizada, porém, à medida que a temperatura aumenta (porexemplo, maior do que 100°C) , uma fibra de sílica pura deveser utilizada. Além disso, deve ser utilizado um revestimentoda fibra óptica que possa suportar a temperatura. Porexemplo, um revestimento, tal como poliimida, pode serutilizado para suportar as temperaturas mais altas próximasde 3000C.
Além da camada de barreira 20 apresentada acima,capturadores de hidrogênio (não mostrados) podem sercombinados (alternativa ou adicionalmente) com a presenteinvenção para propiciar melhorias adicionais. Por exemplo, oscapturadores de hidrogênio podem ser adicionados paracapturar o gás hidrogênio que se difundiu para o cabo defibras ópticas 10.
Em vista do acima exposto, a intenção consiste emaplicar o cabo de fibras ópticas 10 e começar a usar a fibraóptica como normal. Se a atenuação começar a degradar, entãoum gás de purga pode ser empurrado através da estrutura docabo. A estrutura pode ser tal que o gás de purga possapassar através do cabo 10 e sair no fundo do poço naextremidade do cabo. Isto requer um sistema de válvula dedetenção 19 no fundo e em uma alta pressão do gás parasuperar a pressão no poço. Alternativamente, o gás de purgatem uma passagem para ir para baixo pelo cabo 10, um meiopara conectar a uma segunda passagem que se estende para cimapelo cabo 10. Isto permite uma pressão mais baixa e elimina anecessidade de um sistema de válvula de detenção no fundo dopoço. 0 benefício adicionado desta estrutura é que o gás depurga de retorno pode ser monitorado quanto ao hidrogênio.
Isto permite que o usuário monitore a redução do hidrogêniodurante o processo de purga. Esta caracterização pode serutilizada para purgar de uma maneira proativa o sistemaperiodicamente para manter o desempenho da fibra dentro dasespecificações requeridas.
A vantagem da estrutura/sistema proposto é que aatenuação das fibras ópticas não será degradadapermanentemente nesta estrutura. Embora possa aumentar, oprocesso de purga irá restaurar o desempenho.
A FIGURA 4 ilustra um método para a restauração dodesempenho em um cabo de fibras ópticas de acordo com umarealização exemplificadora da presente invenção.
O método para a restauração do desempenho inclui aprovisão de um cabo de fibras ópticas 10 que tem pelo menosum passagem (operação 41) e a injeção de um gás de purga empelo menos uma passagem (operação 43) . A passagem forma umcanal para um gás de purga fluir, que remove o gás hidrogêniodo cabo de fibras ópticas 10. Quando o gás de purga éinjetado em uma das passagens formadas, o gás hidrogênio sedifunde para fora de cada uma das fibras de uma pluralidadede fibras ópticas 16 contidas dentro do cabo de fibrasópticas 10.
A FIGURA 5 ilustra um método de monitoramento dodesempenho em um cabo de fibras ópticas de acordo com umareali zaçao exemplificadora da presente invenção.
O método para o monitoramento do desempenho no cabode fibras ópticas 10 inclui a provisão de um cabo de fibrasópticas 10 com uma passagem dupla (operação 51) . A atenuaçãoóptica da fibra óptica é então monitorada quanto a um aumentona perda óptica (operação 52) . Uma vez que a perda ópticaaumenta até um ponto determinado pelo usuário (operação 53),um gás de purga é injetado em uma das passagens para serretornado pela segunda passagem (operação 54), e o gás depurga de retorno pode ser monitorado quanto ao hidrogênio(operação 55). Além disso, a atenuação na fibra óptica tambémpode ser monitorada (operação 56) . Isto é, o usuário podeutili zar a informaçao sobre a concentração de hidrogênio ousobre a atenuação para determinar o melhor momento paracessar a operação de purga. Se a atenuação óptica exceder umlimite predeterminado ou se o hidrogênio ainda estiverpresente no cabo de fibras ópticas, então a injeção do gás depurga continua através da operação 54 (operação 57) . Poroutro lado, se a atenuação óptica retornar a um nívelaceitável determinado pelo usuário ou se for determinado quenenhum hidrogênio está presente, o processo de purga écessado na operação 58. O nível aceitável é determinado pelousuário de acordo com a finalidade e as necessidades dousuário. Isto é, o nível aceitável pode variar de local alocal, dependendo da profundidade do poço e do equipamentoutilizado, por exemplo, além do trabalho específico que ousuário estiver executando com o cabo de fibras ópticas.Quando a atenuação óptica aumenta, o ciclo começa outra vez.
A FIGURA 6 ilustra um método para o monitoramentodo desempenho em um cabo de fibras ópticas de acordo com umaoutra realização exemplificadora da presente invenção.
O método para o monitoramento do desempenho no cabode fibras ópticas 10 inclui a provisão de um cabo de fibrasópticas 10 com pelo menos uma passagem (operação 61) , e omonitoramento da atenuação nas fibras ópticas (operação 62).
Uma vez que a perda óptica aumenta até um ponto determinadopelo usuário (operação 63) , um gás de purga é injetado empelo menos uma das passagens do cabo de fibras ópticas(operação 64). Em seguida, é determinado se a perda óptica nocabo de fibras ópticas foi reduzida para um nível aceitáveldeterminado pelo usuário (operação 65). Se a perda óptica nãoretornou para um nível aceitável, o processo de purgacontinua através da operação 64. Uma vez a atenuação cai paraum nível aceitável, o processo da remoção cessa na operação66. 0 processo começa outra vez e, enquanto o usuário coletaos intervalos de tempo entre eventos de purga, o usuário podedeterminar um momento esperado quando um nível da atenuaçãoóptica irá exceder um limite predeterminado (operação 67), einjetar automaticamente o gás de purga em uma passagem nomomento determinado (operação 68).
Claims (23)
1. CABO DE FIBRAS ÓPTICAS, caracterizado pelofato de compreender:um tubo protetor exterior;um tubo de fibras ópticas que tem uma pluralidadede ópticas contidas no mesmo;pelo menos uma coroa anular disposta entre o tuboprotetor exterior e o tubo de fibras ópticas; epelo menos uma passagem, que se estende através docomprimento do cabo de fibras ópticas, que forma um canalpara um gás de purga fluir.
2. CABO DE FIBRAS ÓPTICAS, de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o gás depurga passa através de uma primeira passagem e sai daprimeira passagem em um fundo do cabo de fibras ópticas.
3. CABO DE FIBRAS ÓPTICAS, de acordo com areivindicação 2, caracterizado pelo fato de incluiradicionalmente um sistema da válvula de detenção disposto nofundo do cabo de fibras ópticas que permite que o gás depurga saia da primeira passagem.
4. CABO DE FIBRAS ÓPTICAS, de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o tubo defibras ópticas compreende pelo menos uma passagem.
5. CABO DE FIBRAS ÓPTICAS, de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato de compreenderadicionalmente um tubo vazio que se estende através docomprimento do cabo de fibras ópticas e compreende pelo menosuma passagem.
6. CABO DE FIBRAS ÓPTICAS, de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato de que uma primeiracoroa anular de pelo menos uma coroa anular compreende pelomenos uma passagem.
7. CABO DE FIBRAS ÓPTICAS, de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato de compreenderadicionalmente:uma primeira passagem que forma um primeiro canalpara o gás de purga fluir em uma primeira direção do cabo defibras ópticas;uma segunda passagem que forma um segundo canalpara o gás de purga fluir em uma segunda direção do cabo defibras ópticas, oposta à primeira direção; eum meio para conectar a primeira passagem à segundapassagem,em que o gás de purga é injetado no cabo de fibrasópticas através da primeira passagem e retornado através dasegunda passagem através do meio para conectar a primeirapassagem à segunda passagem.
8. CABO DE FIBRAS ÓPTICAS, de acordo com areivindicação 7, caracterizado pelo fato de que:a primeira passagem é formada por um dentre o tubode fibras ópticas e uma primeira coroa anular de pelo menosuma coroa anular; ea segunda passagem é formada por um dentre o tubode fibras ópticas e a primeira coroa anular de pelo menos umacoroa anular, em que a primeira passagem e a segunda passagemnão ocupam o mesmo canal.
9. CABO DE FIBRAS ÓPTICAS, de acordo com areivindicação 8, caracterizado pelo fato de compreenderadicionalmente um tubo vazio que se estende através docomprimento do cabo de fibras ópticas e forma um canal para aprimeira passagem ou a segunda passagem.
10. CABO DE FIBRAS ÓPTICAS, de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o cabo defibras ópticas compreende adicionalmente uma camada debarreira disposta entre uma primeira coroa anular e umasegunda coroa anular.
11. CABO DE FIBRAS ÓPTICAS, de acordo com areivindicação 10, caracterizado pelo fato de compreenderadicionalmente:uma primeira passagem que forma um primeiro canalpara o gás de purga fluir em uma primeira direção do cabo defibras ópticas;uma segunda passagem que forma um segundo canalpara o gás de purga fluir em uma segunda direção do cabo defibras ópticas, oposta à primeira direção; eum meio para conectar a primeira passagem à segundapassagem,em que o gás de purga é injetado no cabo de fibrasópticas através da primeira passagem e retornado através dasegunda passagem através do meio para conectar a primeirapassagem à segunda passagem.
12. CABO DE FIBRAS ÓPTICAS, de acordo com areivindicação 11, caracterizado pelo fato de que:a primeira passagem é formada por um dentre o tubode fibras ópticas, a primeira coroa anular e a segundo coroaanular; ea segunda passagem é formada por um dentre o tubode fibras ópticas, a primeira coroa anular e a segunda coroaanular, em que a primeira passagem e a segunda passagem nãoocupam o mesmo canal.
13. CABO DE FIBRAS ÓPTICAS, de acordo com areivindicação 10, caracterizado pelo fato de compreenderadicionalmente:uma primeira passagem que forma um primeiro canalpara o gás de purga fluir em uma primeira direção do cabo defibras ópticas; euma segunda passagem que forma um segundo canalpara o gás de purga fluir na primeira direção do cabo defibras ópticas,em que a primeira coroa anular forma a primeirapassagem e a segunda coroa anular forma a segunda passagem.
14. CABO DE FIBRAS ÓPTICAS, de acordo com areivindicação 10, caracterizado pelo fato de que a camada debarreira é uma camada de carbono ou uma camada de metal.
15. CABO DE FIBRAS ÓPTICAS, de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o gás depurga remove o gás hidrogênio do cabo de fibras ópticas, e ogás hidrogênio se difunde para fora de cada fibra óptica dapluralidade de fibras ópticas quando o gás de purga éinjetado através de pelo menos uma passagem.
16. MÉTODO DE RESTAURAÇÃO DO DESEMPENHO EM UM CABODE FIBRAS ÓPTICAS, sendo que o método é caracterizado pelofato de compreender:a provisão de um cabo de fibras ópticas que tempelo menos uma passagem, que se estende através docomprimento do cabo de fibras ópticas, que forma um canalpara um gás de purga fluir de modo a remover um segundo gásdo cabo de fibras ópticas; ea injeção de um gás de purga em pelo menos umapassagem, em que o segundo gás se difunde para fora de cadauma das fibras ópticas de uma pluralidade de fibras ópticascontidas dentro do cabo de fibras ópticas.
17. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 16,caracterizado pelo fato de compreender adicionalmente:a determinação de um nivel de atenuação óptica napluralidade de fibras ópticas; ea injeção do gás de purga na primeira passagem se onível de atenuação óptica exceder um limite predeterminado.
18. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 17,caracterizado pelo fato de compreender adicionalmente:a determinação se o nível de atenuação óptica napluralidade de fibras ópticas é reduzida a um nívelaceitável; ea cessação da injeção do gás de purga se o nível deatenuação óptica for determinado como estando ao nívelaceitável.
19. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 18,caracterizado pelo fato de compreender adicionalmente:a determinação de um intervalo de tempo quando onível de atenuação óptica na pluralidade de fibras ópticasexceder o limite predeterminado ao medir a atenuação ópticana pluralidade de fibras ópticas; ea injeção automática do gás de purga em pelo menosuma passagem em um momento determinado de acordo com ointervalo de tempo determinado.
20. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 16,caracterizado pelo fato de compreender adicionalmente:o monitoramento de um gás de purga de retorno parao segundo gás;a determinação se o segundo gás ainda está presentena pluralidade de fibras ópticas, em que, se o segundo gásainda estiver presente, a injeção do gás de purga écontinuada, e, se o segundo gás não estiver presente, ainjeção do gás de purga é cessada, e em que o cabo de fibrasópticas inclui:uma primeira passagem que forma um primeiro canalpara o gás de purga fluir em uma primeira direção do cabo defibras ópticas;uma segunda passagem que forma um segundo canalpara o gás de purga fluir em uma segunda direção do cabo defibras ópticas, oposta à primeira direção; eum meio para conectar a primeira passagem à segundapassagem,em que o gás de purga é injetado no cabo de fibrasópticas através da primeira passagem e retornado através dasegunda passagem através do meio para conectar a primeirapassagem à segunda passagem.
21. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 20,caracterizado pelo fato de que a determinação se o segundogás ainda está presente na pluralidade de fibras ópticasinclui a correlação de um nível de atenuação óptica napluralidade de fibras ópticas com um nível do segundo gás nogás de purga de retorno.
22. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 21,caracterizado pelo fato de compreender adicionalmente ainjeção do gás de purga em pelo menos uma passagem se o nívelde atenuação óptica exceder um limite predeterminado.
23. MÉTODO, de acordo com a reivindicação 16,caracterizado pelo fato de que o segundo gás é o gáshidrogênio.
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