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BRPI0612250A2 - composição agrìcola, formulação para administração em plantas ou ambiente das plantas, métodos para fornecer cálcio às plantas, para melhorar a absorção de cálcio pelas plantas, para aumentar a integridade celular prevenindo áreas de deficiência local de cálcio, para reduzir distúrbios fisiológicos associados à insuficiência de cálcio, para melhorar a vida em prateleira de uma safra colhida, para prevenir ou aliviar doença ou infecção em plantas e para melhorar o habitat de crescimento durante condições de calor e frio incomuns, e, uso de uma composição - Google Patents

composição agrìcola, formulação para administração em plantas ou ambiente das plantas, métodos para fornecer cálcio às plantas, para melhorar a absorção de cálcio pelas plantas, para aumentar a integridade celular prevenindo áreas de deficiência local de cálcio, para reduzir distúrbios fisiológicos associados à insuficiência de cálcio, para melhorar a vida em prateleira de uma safra colhida, para prevenir ou aliviar doença ou infecção em plantas e para melhorar o habitat de crescimento durante condições de calor e frio incomuns, e, uso de uma composição Download PDF

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Publication number
BRPI0612250A2
BRPI0612250A2 BRPI0612250-7A BRPI0612250A BRPI0612250A2 BR PI0612250 A2 BRPI0612250 A2 BR PI0612250A2 BR PI0612250 A BRPI0612250 A BR PI0612250A BR PI0612250 A2 BRPI0612250 A2 BR PI0612250A2
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BR
Brazil
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calcium
plant
composition
plants
auxin
Prior art date
Application number
BRPI0612250-7A
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English (en)
Inventor
David Marks
Original Assignee
Plant Impact Plc
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
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Publication date
Application filed by Plant Impact Plc filed Critical Plant Impact Plc
Publication of BRPI0612250A2 publication Critical patent/BRPI0612250A2/pt
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Abstract

COMPOSIçãO AGRICOLA, FORMULAçãO PARA ADMINISTRAçãO EM PLANTAS OU AMBIENTE DAS PLANTAS, METODOS PARA FORNECER CALdO àS PLANTAS, PARA MELHORAR A ABSORçãO DE CALCIO PELAS PLANTAS, PARA AUMENTAR A INTEGRIDADE CELULAR PREVENINDO áREAS DE DEFICIENCIA LOCAL DE CALCIO, PARA REDUZIR DISTURBIOS FISIOLóGICOS ASSOCIADOS à INSUFICIENCIA DE CALdO, PARA MELHORAR A VIDA EM PRATELEIRA DE UMA SAFRA COLHIDA, PARA PREVENIR OU ALIVIAR DOENçA OU INFECçãO EM PLANTAS E PARA MELHORAR O HABITAT DE CRESCIMENTO DURANTE CONDIçõES DE CALOR E FRIO INCOMUNS, E, USO DE UMA COMPOSIçãO. São descritas composições agrícolas que compreendem (i) um sal de cálcio solúvel em água e (ii) uma auxina mímica que é uma uréia substituida por arila, para administrar cálcio em plantas. As composições incluem particularmente difeniluréia como a auxina mímica. Formulações contendo as composições e métodos de seus usos também são incluidas.

Description

"COMPOSIÇÃO AGRÍCOLA, FORMULAÇÃO PARA ADMINISTRAÇÃOEM PLANTAS OU AMBIENTE DAS PLANTAS, MÉTODOS PARAFORNECER CÁLCIO ÀS PLANTAS, PARA MELHORAR A ABSORÇÃODE CÁLCIO PELAS PLANTAS, PARA AUMENTAR A INTEGRIDADECELULAR PREVENINDO ÁREAS DE DEFICIÊNCIA LOCAL DE CÁLCIO,PARA REDUZIR DISTÚRBIOS FISIOLÓGICOS ASSOCIADOS ÀINSUFICIÊNCIA DE CÁLCIO, PARA MELHORAR A VIDA EMPRATELEIRA DE UMA SAFRA COLHIDA, PARA PREVENIR OUALIVIAR DOENÇA OU INFECÇÃO EM PLANTAS E PARA MELHORARO HABITAT DE CRESCIMENTO DURANTE CONDIÇÕES DE CALOR EFRIO INCOMUNS, E, USO DE UMA COMPOSIÇÃO"
A presente invenção diz respeito a uma composição agrícola,em particular, a uma composição fertilizante.
Plantas precisam de uma faixa de nutrientes para crescimentosaudável. Estes incluem macronutrientes, tais como nitrogênio, fósforo,potássio, carbono e água, nutrientes secundários, tais como cálcio, magnésio,sódio, cloreto e enxofre, bem como micronutrientes, que incluem cobre,cobalto, ferro, manganês, boro, molibdênio, zinco, silício e níquel.
A introdução de nutrientes particularmente secundários emicronutrientes na planta pode ser difícil. Mesmo que eles possam estarpresentes em quantidades significativas no solo, sua disponibilidade para aplanta pode ser baixa.
Cálcio é importante na manutenção da força da parede celulare integridade da membrana. Ambas propriedades são essenciais para garantira qualidade das safras, em particular safras de frutas e vegetais, e nofornecimento e manutenção da vida em prateleira adequada. Devido a umafisiologia da planta, a distribuição de cálcio nas condições ambientais e decrescimento na planta pode ser irregular, com áreas de insuficiêncialocalizada. Uma planta como um todo pode não ser deficiente em cálcio, masalguma parte da planta pode ser baixa em cálcio, causando dificuldades a essaparte específica da planta. Isto pode ocorrer uma vez que a absorção emovimento de em uma planta é instável, com o cálcio movendo-sepassivamente através da corrente de transpiração da planta. Isto limita orendimento de cálcio em áreas com baixa perda de água, tais como as partesque ficam na sombra ou abaixo do solo.
Existe, portanto, uma necessidade de suplementos de cálciocomo uma ferramenta útil na melhoria da qualidade. Existem, entretanto,dificuldades em se conseguir cálcio no tecido da planta. Cálcio é absorvidoem uma planta por absorção de cálcio solúvel em água. Sais de cálcio solúveisem água, tal como carbonato de cálcio, não podem ser absorvidos, então umambiente de solo calcário, ou a adição de tais sais não é de uso na solução dosproblemas; aliás carbonatos de cálcio podem causar lesão na raiz.
Um dos outros fatores que afetam a absorção e distribuição decálcio em volta de um tecido ou órgão da planta é o teor de auxina destetecido ou órgão. Auxina é um hormônio da planta com o nome químico ácidoindol-3-acético e também é conhecido como IAA. Áreas da planta que têmgrande quantidade de auxina podem absorver cálcio mais prontamente e agircomo um depósito para o cálcio na planta. Alguns tecidos e órgãos têmnaturalmente mais auxina que outros. Sementes, folhas ou galhos novos,flores e meristemas têm todos grande quantidade de auxina e podem agircomo depósitos para cálcio; enquanto que folhas, raízes e caules maduros têmpequena quantidade de teor de auxina. Dependendo da fisiologia da safra, osprincipais dissipadores de cálcio mudam durante a estação de acordo com oestágio de desenvolvimento da planta. O cultivo da safra também pode afetaristo. Forçando folhas ou flores novas, o cálcio pode ser retirado de outrasáreas da planta para fornecer o crescimento forçado deixando as áreas compouco cálcio. Areas da planta que têm pouca auxina têm freqüentementepouco cálcio, que pode levar a uma diminuição na qualidade das áreas daplanta. Um problema particular ocorre quando uma planta cresce durantecondições de calor ou frio incomuns. Isto se dá em virtude de, durante altas oubaixas temperaturas, a capacidade de uma planta de produzir auxinasdiminuir, o que pode reduzir o transporte de cálcio para meristemas e, comocálcio é essencial para a divisão celular, pode ocorrer menor crescimento emtais condições.
No passado, foram feitas tentativas de superar o baixo teor decálcio fornecendo auxina exogenamente ao tecido da planta que tem poucocálcio, juntamente com um fornecimento de cálcio. Embora o tecido da plantaseja capaz de absorver e manter o cálcio abastecido desta maneira, uma vezque a auxina é um poderoso hormônio da planta, isto pode ter efeitosdeletérios no equilíbrio de crescimento da safra.
Existe, portanto, uma necessidade de um meio de superar oproblema de fornecimento de cálcio para a parte certa de uma planta nomomento certo.
Observou-se que uma melhor maneira de administrar cálcioem plantas e, em particular, de fornecer cálcio ao tecido da planta que tempouca auxina. Observou-se um meio de permitir que as plantas retirem eretenham cálcio em ambientes ou condições em que elas convencionalmentenão seriam capazes.
A presente invenção fornece uma composição agrícolacompreendendo: (i) um sal de cálcio solúvel em água e (ii) uma auxinamímica que é uma uréia substituída por arila.
Para uso na presente invenção sais de cálcio solúveis em águaadequados incluem nitratos, sulfatos e cloretos, com nitratos e cloretos sendopreferidos.
O sal de cálcio solúvel em água está adequadamente presentena composição ou formulação da presente invenção em uma quantidade de até15% p/p, preferivelmente de 1 a 15% p/p, mais preferivelmente 2 a 15%, porexemplo, 2 a 10% p/p, e acima de tudo preferivelmente de 4 a 6% p/p porexemplo, em torno de 5% p/p.
O sal de cálcio solúvel em água pode estar presente na formade um pó sólido. Ele pode, por exemplo, ser na forma de partículas ougrânulos. Nesta forma, o sal de cálcio solúvel em água pode ser revestido coma auxina mímica.
Entende-se que o termo "auxina mímica" é usado aqui para umcomposto que é capaz de produzir em uma planta um ou mais dos efeitos queo hormônio da planta auxina naturalmente produz. Para a presente invenção,auxinas mímicas fracas são preferidas, que não são suficientes para causaruma resposta de crescimento de auxina indesejavelmente forte.Particularmente preferidas são auxinas mímicas que, além de suaspropriedades tipo auxina, também são capazes de produzir em uma planta umou mais dos efeitos que o hormônio da planta citoquinina naturalmenteproduz. Os efeitos tipo auxina de tais auxinas mímicas são contrabalanceadospelas propriedades tipo citoquinina que permitem maior absorção de cálciosem padrões de crescimento indesejáveis. A auxina mímica pode ser umaauxina mímica natural ou sintética.
A auxina mímica é uma uréia substituída por arila.
Da forma aqui usada, o termo "arila" inclui grupos aromáticosopcionalmente substituídos que podem ser carbocíclicos (tal como fenila) ouheterocíclicos em que eles contêm, no anel, um ou mais heteroátomos, taiscomo nitrogênio, oxigênio ou enxofre. Um exemplo de um grupo arilaheterocíclico é piridila. Substituintes opcionais adequados para grupos arilaincluem grupos, tais como halo (por exemplo, cloreto), nitro, hidroxila (porexemplo, um fenol) e alquila Ci_6, tais como metila ou etila. Os substituintesdevem ser de maneira tal que o composto retenha sua propriedade de ser umaauxina mímica.
Exemplos particulares de grupos arila são grupos fenilaopcionalmente substituídos.
A uréia substituída por arila pode ser assimétrica oupreferivelmente simetricamente substituído. Exemplos incluem cloreto-piridil-fenil uréia (CPPU). A auxina mímica é preferivelmente um difeniluréia (DPU) assimétrica ou simetricamente substituído ou um derivado domesmo (em que um ou ambos os grupos fenila é opcionalmente substituído daforma descrita anteriormente). Exemplos incluem difenil uréia (DPU), 2-nitroDPU (NDPU), mono- ou di- metil DPU e mono-ou di- etil DPU. A auxinamímica é acima de tudo preferivelmente difenil uréia (DPU), que também éconhecida como carbanilida. DPU é particularmente preferida uma vez queem baixas taxas de aplicação ela apresenta propriedades tipo citoquinina, masem taxas mais altas ela adicionalmente apresenta propriedades tipo auxina.
Uma fonte adequada da auxina mímica é extrato de algas.
A auxina mímica está adequadamente presente na composiçãoou formulação da presente invenção em uma taxa de até 5%, preferivelmentede 0,001 a 5% p/p, e mais preferivelmente de 0,005 a 5% p/p, e acima de tudopreferivelmente de 0,01 a 5% p/p. DPU pode estar presente, por exemplo, emuma formulação aplicada em uma taxa de 10 g/L. A auxina mímica pode estarpresente na composição de acordo com a invenção em uma concentração nafaixa de 20 a 2.000 ppm, e preferivelmente na faixa de 30 a 300 ppm, acimade tudo preferivelmente na faixa de 20 a 200 pm, por exemplo, 50 a 100 ppm.
A presente invenção é vantajosa uma vez que ela leva a maiorintegridade celular prevenindo áreas de deficiência local de cálcio. Partes daplanta que são baixas em cálcio, particularmente as que são para ser colhidas,podem ser alvejadas usando a presente invenção e cálcio pode ser puxadopara as partes, aumentando a absorção de cálcio pelas partes. A presenteinvenção permite que os depósitos de cálcio da planta sejam equilibrados,permitindo que a planta retenha cálcio aplicado onde ele é aplicado ounecessário. Embora fertilizantes de cálcio convencionais sejam capazes deaumentar o teor de cálcio da planta total, a presente invenção permite que aabsorção de cálcio seja melhorada nas partes da planta que são deficientes emcálcio. A resistência à doença, tal como doença fungica é, desta forma, maior.A presente invenção é usada na redução de distúrbios fisiológicos associadosà insuficiência de cálcio, incluindo decomposição final da flor (vista em safrasde tomate, pimenta, berinjela e pepino), aborto da fruta ou flor, forma debanana, aborto da semente (vista em safras de milho) e a distúrbio de galinhae frangos (ver em safras de uva). Ela também pode levar a melhorias na vidaem prateleira, melhorando a absorção de cálcio nas partes colhidas de umaplanta. A presente invenção também é usada na prevenção ou alívio dedoença ou infecção em plantas que ocorrem em áreas de insuficiência local decálcio, por exemplo, doenças da raiz, decomposições nos galhos,decomposições de vagem e similares. Ela também pode levar a melhorias nosproblemas relacionados ao cálcio em tubérculos e brotos de raiz de safrasabaixo do solo. A presente invenção é particularmente vantajosa uma vez queela permite melhor absorção de cálcio e, desta forma, melhor habitat decrescimento durante condições de calor e frio incomuns. Ela permite que asplantas absorvam cálcio em temperaturas fora da faixa usual em que aabsorção de cálcio é possível. Fertilizantes de cálcio convencionais falhampara serem absorvidos em tais condições uma vez que a produção de auxinadas plantas é diminuída ou parada. A presente invenção é particularmentevantajosa uma vez que melhorias na absorção de cálcio podem levar a melhorqualidade do alimento.
As composições da presente invenção também podemcompreender um ou mais outros componentes agricolamente aceitáveis.Exemplos de tais componentes incluem água, material nutriente adicional,ácidos fracos, óleos de planta, óleos essenciais, agentes que estimulam ometabolismo, emulsificantes, agentes espessantes, agentes corantes, agentesde suspensão, agentes de dispersão, carreadores ou excipientes e agentesumectantes.
Onde materiais nutrientes adicionais estão presentes, eles sãopreferivelmente na forma de um sal solúvel em água. Adequadamente, o salsolúvel em água de um nutriente mineral é um sal solúvel em água de umoutro nutriente secundário, tais como magnésio, sódio, cloreto e enxofre, ouum micronutriente, em particular, cobre, cobalto, ferro, manganês, boro,molibdênio, zinco, silício e níquel. As composições da presente invenção sãoparticularmente vantajosas se elas compreenderem adicionalmente zinco,ferro, manganês e/ou boro. Exemplos particulares de sais nutrientes solúveisem água para inclusão na invenção incluem nitratos, sulfatos e cloretos.Exemplos específicos incluem nitrato de zinco, ferro sulfato, zinco sulfato,magnésio sulfato, manganês sulfato, nitrato de ferro ou manganês nitrato. Osal nutriente solúvel em água, que pode estar presente na forma de um pósólido, está adequadamente presente na composição em uma quantidade deaté 10% v/v, preferivelmente de 5 a 10% v/v e acima de tudo preferivelmentede 4 a 6% v/v.
A presença de zinco nas composições da presente invenção évantajosa em casos onde a invenção é usada para fornecer o abastecimento decálcio necessário em baixas temperaturas uma vez que zinco pode ajudar asplantas a tolerar condições frias em áreas sensíveis de crescimento novo.
Além do mais, as composições da invenção podemcompreender produtos nutricionais adicionais e/ou estimulantes decrescimento usados na nutrição da safra, tais como extrato de algas em pó,ácido húmico e fülvico em pó e aminoácido em pó.
Óleos de planta adequados para inclusão nas composições dapresente invenção incluem óleo de canola (óleo de semente de colza), óleo desoja, semente de algodão, óleo de rícino, óleo de semente de linho e óleo depalmeira.
Emulsificantes adequados para uso nas composições dapresente invenção incluem qualquer emulsificante adequado agricolamenteconhecido. Em particular, o emulsificante pode compreender um agentetensoativo, tais como tipicamente alquilaril sulfonatos, álcoois etoxilados,éteres butílicos polialcoxilados, alquil benzeno sulfonatos de cálcio, éteres depolialquileno glicol e copolímeros bloco de óxido butil polialquilenoconhecidos na tecnologia. Emulsificantes de nonil fenol, tal como TritonN57 são exemplos particulares de emulsificantes, que podem ser usados nascomposições da invenção, como são éteres de polioxietileno sorbitano, talcomo monolaurato de polioxietileno sorbitano (vendido pela ICI com o nomecomercial de "Tween™"). Em alguns casos, emulsificantes orgânicos naturaispodem ser preferidos, particularmente para aplicações em agriculturasorgânicas. Oleos de coco, tal como dietanolamida de coco é um exemplo deum composto como este. Produtos de óleo de palmeira, tal como estearato delaurila também podem ser usados.
Exemplos de agentes espessantes que podem estar presentesnas composições da presente invenção compreendem gomas, por exemplo,goma xantana ou complexos de lignossulfonato, conhecidos na tecnologia.Em particular, melaço de beterraba fornece um bom espessante natural, quetambém age como um corante e uma fonte de açúcar e hormônios de planta.O espessante pode estar presente em uma concentração na faixa de 0,01 a1,00% p/p, por exemplo na faixa de 0,1 a 0,9% p/p, por exemplo, em torno de0,5% p/p.
Agentes de suspensão adequados que podem ser incluídos nascomposições da presente invenção incluem colóides hidrofílicos (tais comopolissacarídeos, polivinilpirrolidona ou carboximetilcelulose de sódio) eargilas de deglutição (tais como bentonita ou atapulgita).
Agentes umectantes adequados para uso nas composições dapresente invenção incluem agentes tensoativos do tipo catiônico, aniônico,anfotérico e não iônico, conhecidos na tecnologia.Além do mais, a composição compreende adequadamente umácido fraco. Da forma aqui usada, a expressão "ácido fraco" refere-se a umácido orgânico fraco, tais como ácido acético, ácido cítrico, ácido úmico,ácido fulvico ou ácido propanóico.
Observou-se que a presença destes ácidos melhora a absorçãode nutrientes, e particularmente nitrogênio e nutrientes secundários oumicronutrientes, pelas plantas. Conseqüentemente, a inclusão destes ácidosproduz efeitos benéficos. Estes podem incluir a melhoria no crescimento daplanta. Mais tipicamente, o tratamento melhorará a qualidade do crescimentoda planta e, especificamente, o tipo de crescimento ou habitat de crescimentopode ser melhorado conforme necessário. Em geral, o teor de nutriente daplanta será melhorado como um resultado da melhor absorção e distribuiçãodo nutriente. Este é o objetivo do pedido de patente britânico co-pendente No.0506047.0.
A quantidade de ácido fraco, que deveria ser incluída nacomposição, é adequadamente de 0,05-3% p/p, por exemplo, cerca de 1% p/p.Estas quantidades relativamente pequenas são suficientes para abaixar o pHda composição suficientemente para. proporcionar as vantagens discutidasanteriormente.
As composições da presente invenção podem adicionalmentecompreender um ou mais óleos essenciais ou componentes ativos destes. Ascomposições podem adequadamente conter mais que 5% p/p de óleoessencial, mais adequadamente não mais que 3% p/p e preferivelmente nãomais que 1,5% p/p de óleo essencial. Por exemplo, a composição pode conternão mais que 1% p/p de óleo essencial.
Da forma aqui usada, a expressão óleo essencial" refere-se aóleos aromáticos naturais, obteníveis de plantas. Óleos essenciais particularesincluem óleo de cravos de defunto, tal como o óleo obtenível de Tageteserecta e óleo de tomilho, tal como o óleo obtenível de Thymus vulgaris, óleode Gaultéria, óleo de Alecrim, óleo de alho, óleos de Anserina branca,catuaba, Eugenia, Gaultéria, noz moscada, cravo da índia, Xanthophyllum,Cânfora, Gualtéria, algodão e menta. Entretanto, óleos essenciais parainclusão nas composições da invenção são obteníveis de uma ampla variedadede famílias de planta, incluindo as famílias listadas na seguinte tabela 1. Atabela também inclui exemplos de espécies particulares encontradas em cadauma destas famílias
Tabela 1
Família
AcanthaceaeAdhatoda vasica (noz malabar)
AnacardiaceaeAnacardum occidentale (noz de caju)
AnnonaceaeAnnona reticulata (condessa)Annona squamosa (ata)Monodora myristica (noz moscada)
Apiacea (umbelliferae)Anethum graveolens (endro)carum carvi (cominho)
Carum roxburghianum (erva de bispo)Pimpinella anisum (sementes de anis)
Apocynaceae
Nerium oleander (arbusto)
Araceae
Acorus calamus (calamus)
AsteraceaeAgeratum conzyaides (semente de bode)Artemesia vulgaris (artemísia)Bulmea balsamifera (cânfora)
Chrysanthemum indicum (crisântemo)
Sausurea lappa
Hellianthusannus (girassol)
Brassicaceae
Raphanus sativus (rábano)
Ceasalpinaceae
Erythrophleum suaveolens (mancone)Cappardaceae
Bosica senegalensis
Cleome monophylla
Cellastraeeae
Celastrus angulatus (erva daninha chinesa)
Chenopodiaeea
Anserina branca ambrosiodes (amaranto doce)
Clusiaceae
Calophyllum inophyllgum (luarelwood)
Convulvulaceae
Convulvulus arvensis (vinha de campo)
Cucurbitaceae
Momordiea charantia (pêra de bálsamo)
Dipterocarpaceae
Shorea robusta (árvore de sal)
Erieaeae
Gualtheria procumbens (gaultéria)
Euphorbiaceae
Jatropha curcus (noz física)
Fabaeeae
Butea frondosa (chama da floresta)Gliricidia sepium (Madre de Cacau)Psoralea coylifoliaPongamia glabra (karanja)Trigonella foenum (feno-grego)
Graminaceae
Cymbopgon martini (grama de gengibre)Oryza sativa (arroz)
Laminaeae
Bystropogon spp.Coleus amboinicus (orégano)Hyptis spicigera (sésamo preto)Hyptis suaveolensLavendula angustifolia (Iavanda)Mentha arvensis (hortelã do campo)Mentha longifolia (Poejo)Mentha piperita (hortelã pimenta)Mentha spicata (hortelã comum)Osimum basilicum (basílico doce)Osimum canum (basílico americano)Osimum kilimandscharicumOsimum suave (basílico selvagem)Origanum vulgarae (orégano)Pogostemon heyneanus (patchuli)Rosmarianus officianis (alecrim)Salvia officianalis (salva)Thymus vulgaris (tomilho de jardim)Tetradenia riparia
Lauraceae
Cinnamomum aromaticum (cássia)Luaris nobilis (folha de louro doce)
LiliaceaeAllium
Allium sativum (alho)
Meliaceae
Azadirachta indica (nim)
Melia azedarach (flor lilás da pérsia)
Menisperaceae
Cissampelos owariensis (Parreira brava)
Myrsinaceae
Myrtaceae
Embelia ribesEucalyptus spp.
Eucalyptus citriodara (goma com aroma de limão)Eucalyptus globus (árvore de goma azul)Eucaiyptus terreticomisPsidium guajava (goiaba)Syzygium aromaticum (cravo-da-índia)
Myristicaceae
Myristica fragrans (cedro)
Piperaceae
Piper cubeda (pimenta Java long)Piper guineense (pimenta Ashanti)Piper nigrum (pimenta preta)
Ranunculaceae
Nigella sativa (cominho preto)
Rutaeeae
Aegle marmelos (marmelo de Bengal)Citrus aurantifolia (lima)Citrus limon (limão)Citrus paradisi (toronja)Citrus sinensis (laranja doce)Limonia acidissima (roem)Zanthoxylum alatum (cinza de figueira)
Simarubaceae
Quassia Africana
Solanaceae
Capsicum annum (pimenta de sino)Capsicum firutescens (Tabaseo)Lycopersicon esculentum (tomate)Nieotiana tabacum (tabaco)Withania somnifera (cereja de inverno)
Vebenaceae
Clerodendron siphonanthusLanatana camara (salva amarela)Lippia geminata (salva selvagem)Vitex negundo (begúnia)
Zingiberaceae
Afromomum melagueta (grãos de prazer)Alpinia galanga (gengibre azul maior)Cureuma longa (tumeric)Zingiber officinale (gengibre)
O termo "componentes ativos destes" refere-se às substânciasquímicas no óleo essencial que dão origem à atividade desejada nas plantas.Tais atividades incluem efeitos que estimulam o metabolismo, efeitosantimicrobianos, efeitos para matar ou repelir insetos ou aracnídeo, efeitosantivirais e de remediação viral. Os óleos podem estar presentes sozinhos, oucombinações de diferentes óleos podem ser incluídas.Quando óleos essenciais são incluídos nas composições dapresente invenção, eles podem estimular o metabolismo da planta à qual acomposição é aplicada, aumentando assim a absorção do cálcio tanto porabsorção da raiz quanto absorção foliar. Preferivelmente, o óleo essencial oucomponente ativo deste é selecionado como sendo um, que aumenta aatividade metabólica da planta em um caminho que utiliza cálcio.Conseqüentemente, a planta absorverá mais cálcio para alcançar suasnecessidades e então a sinergia entre os componentes da composição pode serobtida. Por exemplo, óleo de gaultéria, ou óleos similares, estimula anecessidade de cálcio e inversamente cálcio estimula a necessidade doscompostos presentes no óleo de gaultéria. A inclusão de óleo de gaultéria ouum óleo similar, ou um componente ativo deste, na composição da presenteinvenção é, desta forma, vantajosa.
O principal componente do óleo de gaultéria é salicilato demetila e então este pode ser usado em vez de óleo de gaultéria em si, masoutros compostos salicilatos, tais como ácido ou ésteres salicílicos destes, emparticular, ésteres de alquila, tais como ésteres de alquila Cmo podem serusados. Preferivelmente, o composto salicilato usado na composição é naforma de um óleo essencial uma vez que estas formam uma fonte prontamenteútil de ingrediente ativo, que é miscível com a composição. Exemplos deóleos essenciais que incluem ácido salicílico ou salicilatos incluem óleo degaultéria explicado anteriormente, mas também óleos de Anserina branca,Carrasco, Eugenia, Gaultéria, noz moscada, cravo da índia, Xanthophyllum,Cânfora, Gaultéria, algodão e menta.
Um exemplo adicional seria incorporar em uma composiçãoda presente invenção um óleo essencial que estimula caminhos relacionados àprodução de auxina. Tais óleos essenciais podem trabalhar sinergisticamentepara melhorar a absorção do cálcio.
Com exceção de óleos essenciais e seus componentes ativosexistem outros agentes que podem ser usados nas composições da presenteinvenção para produzir efeitos vantajosos que estimulam o metabolismo. Porexemplo, a inclusão de citoquinina nas composições da invenção pode serusada para aumentar a necessidade de cálcio.
Óleos essenciais fornecidos com o cálcio também podemdirecionar o fluxo do cálcio fornecido, estimulando a necessidade local pormeio da supra-regulação da atividade, que requer cálcio em tecidosespecíficos. Como um exemplo, a divisão celular aumenta o fluxo de cálciopara meristemas, desta forma, administração de uma composição de acordocom a presente invenção que inclui um óleo essencial que estimula a divisãocelular a, por exemplo, folhas das plantas terá o efeito de aumentar o teor decálcio nos meristemas.
Além do mais, muitos óleos essenciais têm atividadeantimicrobiana ou repelente ou exterminadora de inseto ou artrópode enematódeo, e estes podem ser incluídos nas composições da presenteinvenção.
As composições agrícolas da presente invenção podem seraplicadas às plantas, em particular plantas de safra, de qualquer maneiraconvencional, por exemplo, por aplicação no solo ou foliar. Eles podem seraplicados aos sistemas de raiz, caules, sementes, grãos, tubérculos, flores,frutos, etc. conforme necessário. Exemplos de meios de aplicação incluemjateamento, por exemplo, por meio de um aspersor eletrostático ou outroconvencional, ou métodos de irrigação por gota ou sistemas de fertigação, queenvolvem aplicação diretamente no solo, de maneira a permitir a absorção decálcio pelas raízes.
As composições da presente invenção podem ser adaptadaspara os meios de aplicação, por exemplo, preparadas em uma forma adequadaaos meios de aplicação requeridos. As composições da presente invençãopodem ter a forma de concentrados líquidos ou sólidos, que requerem diluiçãoantes da aplicação. As composições podem ser formadas, por exemplo, emgrânulos dispersáveis em água, grânulos de liberação lenta ou rápida,concentrados solúveis, líquidos miscíveis em óleos, líquidos de volume ultrabaixo, concentrados emulsificáveis, concentrados dispersáveis emulsões óleoem água, e água em óleo, microemulsões, concentrados em suspensão,aerossóis, suspensões de cápsula e formulações de tratamento de semente.Versões de aerossol das composições podem ser preparadas usando umpropelente adequado, por exemplo, n-butano. O tipo de forma escolhida emqualquer exemplo dependerá do propósito particular contemplado e daspropriedades físicas, químicas e biológicas da composição.
As composições da presente invenção podem ser preparadasusando qualquer uma das técnicas e métodos convencionais. Grânulos podemser, por exemplo, formados por granulação de uma composição da presenteinvenção tanto sozinha quanto com um ou mais diluentes ou carreadoressólidos em pó. Grânulos do sal de cálcio solúvel em água podem serpreparados em que a auxina mímica, por exemplo, DPU, pode ser revestidapor qualquer um dos meios convencionais adequados. Concentradosdispersáveis podem ser preparados misturando uma composição da presenteinvenção em água ou um solvente orgânico, tais como uma cetona, álcool ouéter glicol. Concentrados em suspensão podem ser preparados combinando ascomposições da presente invenção em um meio adequado, opcionalmentecom um ou mais agentes dispersantes, para produzir uma suspensão. Um oumais agentes umectantes podem ser incluídos na suspensão e um agente desuspensão pode ser incluído para reduzir a taxa de assentamento.
Em um aspecto adicional a presente invenção fornece umaformulação para administração a plantas ou ao ambiente das plantas, aformulação compreendendo uma composição de acordo com a presenteinvenção e um meio em que a composição pode ser dispersa ou dissolvida.
Meios adequados incluem qualquer um dos dispersantes ousolventes conhecidos para a composição, por exemplo, água ou um líquidomiscível em água, tal como n-propanol. O meio é preferivelmente tal comopara fornecer formulações que podem ser usadas em bombas de jato nãopressurizadas manuais. O meio é preferivelmente um solvente e acima de tudopreferivelmente água.
A quantidade de dispersante ou solvente, por exemplo, água,usada dependerá do modo particular de administração da formulação e deonde ela será aplicada. Em geral, uma formulação de acordo com a presenteinvenção pode conter de 10-20% v/v da composição da presente invençãocom o restante sendo dispersante ou solvente, por exemplo, água.
Em ainda um aspecto adicional a presente invenção forneceum método para fornecer cálcio às plantas, cujo método compreende aplicaràs plantas ou ao ambiente das plantas uma composição ou formulação deacordo com a presente invenção.
A presente invenção é adequada para uso na maioria dassafras, mas em particular pode ser usada para o tratamento de safras de estufa,vegetais e safras de frutas.
A presente invenção tem os seguintes usos específicos.Quando aplicada aos tubérculos, flores ou fruto ela pode aliviar ou prevenirdecomposição final da flor e Podridão amarga em maçãs. Quando aplicadas asistemas de raiz, tal como cebolas de bulbo ela pode minimizar doença da raize reduzir exsudatos da raiz. Quando aplicadas aos caules, em particular caulesda planta do cacau, ela pode minimizar ervilha comum e ervilha roxa. Quandoaplicada às raízes do caule basal, por exemplo, aos das palmeiras de óleo, elapode aumentar a resistência à doença. Também é de uso no cultivo de safrasde folhagem, tal como chá, e de safras de semente ou grão, tais como arroz,trigo ou cereal.
A quantidade de composição ou formulação aplicada emqualquer situação particular variará dependendo do número de fatores, taiscomo a natureza da safra e o nível de cálcio necessário. Tipicamente, onde acomposição ou formulação é na forma de uma solução a quantidade desolução aplicada é suficiente para fornecer uma concentração de soluçãojateada a uma taxa de deflúvio superficial entre 2 mL/L e 20 mL/L. Em umamodalidade particular, a invenção fornece o uso de uma composição ouformulação de acordo com a presente invenção como um fertilizante, paraadministração a safras em uma taxa de 1 a 30 litros por hectare, epreferivelmente de 1 a 10 litros por hectare.
As composições e formulações podem ser usadas tantosozinhas (e neste caso elas podem ser adequadas para cultivadores orgânicos)quanto em conjunto com outros agroquímicos, tais como fungicidas,inseticidas ou acaricidas.
De acordo com um outro aspecto da presente invenção éfornecido um método para melhorar a absorção de cálcio pelas plantas, cujométodo compreende aplicar às plantas ou ao ambiente delas uma composiçãoque compreende: (i) um sal de cálcio solúvel em água e (ii) uma auxinamímica que é uma uréia substituída por arila.
De acordo com um outro aspecto da presente invenção éfornecido um método para aumentar a integridade celular prevenindo áreas dedeficiência local de cálcio cujo método compreende aplicar às plantas ou aoambiente delas uma composição que compreende: (i) um sal de cálcio solúvelem água e (ii) uma auxina mímica que é uma uréia substituída por arila.
De acordo com um outro aspecto da presente invenção éfornecido um método para reduzir distúrbios fisiológicos associados àinsuficiência de cálcio cujo método compreende aplicar às plantas ou aoambiente delas uma composição que compreende: (i) um sal de cálcio solúvelem água e (ii) uma auxina mímica que é uma uréia substituída por arila.
De acordo com um outro aspecto da presente invenção éfornecido um método para melhorar a vida em prateleira de uma safra colhidamelhorando a absorção de cálcio nas partes colhidas de uma planta, cujométodo compreende aplicar às plantas ou ao ambiente delas uma composiçãoque compreende: (i) um sal de cálcio solúvel em água e (ii) uma auxinamímica que é uma uréia substituída por arila.
De acordo com um outro aspecto da presente invenção éfornecido um método para prevenir ou aliviar doença ou infecção em plantasque ocorrem em áreas de insuficiência local de cálcio, cujo métodocompreende aplicar às plantas ou ao ambiente delas uma composição quecompreende: (i) um sal de cálcio solúvel em água e (ii) uma auxina mímicaque é uma uréia substituída por arila.
De acordo com um outro aspecto da presente invenção éfornecido um método para melhorar absorção de cálcio e/ou habitat decrescimento durante condições de calor ou frio incomuns, cujo métodocompreende aplicar às plantas ou ao ambiente delas uma composição quecompreende: (i) um sal de cálcio solúvel em água e (ii) uma auxina mímicaque é uma uréia substituída por arila.
De acordo com um outro aspecto da presente invenção éfornecido o uso de uma composição ou uma formulação de acordo com apresente invenção como um fertilizante para administração em safras.
A invenção será agora particularmente descrita a título dosseguintes exemplos não limitantes.Exemplo 1
A seguinte composição foi preparada da forma descrita:Análise:_Ca 5% p/p, 50 ppm de difeniluréia
<table>table see original document page 21</column></row><table>A composição foi preparada adicionando água a um vaso,garantindo que a temperatura da água fosse pelo menos 20 °C. Isto foi entãoagitado com um misturador para alcançar um vórtex razoável (aprox. 100 -200 rpm), em que ácido cítrico foi adicionado e misturado até dissolução. Daíem diante, extrato de algas foi adicionado ao vaso e, novamente, a misturacontinuou até que dissolvesse. Daí em diante solução de difeniluréia (DPU)em etanol foi adicionada ao vaso e misturado por 10 minutos até dissolução.Em seguida, o licor de cloreto de cálcio foi adicionado ao vaso e misturadoaté dissolução e finalmente o melaço de beterraba foi adicionado ao vaso e asolução misturada por 30 minutos antes da embalagem.
Exemplo 2
Usando um procedimento similar ao descrito no exemplo 1, aseguinte composição foi preparada:
<table>table see original document page 22</column></row><table>
Exemplo 3
Usando um procedimento similar ao descrito no exemplo 1, aseguinte composição foi preparada:
<table>table see original document page 22</column></row><table>Exemplo 4
Usando um procedimento similar ao descrito no exemplo 1, aseguinte composição foi preparada:
Análise: Ca 9%, 100 ppm de difeniluréia
<table>table see original document page 23</column></row><table>
Exemplo 5
Usando um procedimento similar ao descrito no exemplo 1, aseguinte composição foi preparada:
<table>table see original document page 23</column></row><table>Exemplo 6
Usando um procedimento similar ao descrito no exemplo 1, aseguinte composição foi preparada:
<table>table see original document page 24</column></row><table>
Os seguintes estudos foram realizados para determinar o efeitoda presente invenção no crescimento, saúde e rendimento das plantas.Estudo 1
Estudo em baixa temperatura
Método
Um experimento foi ajustado para avaliar que diferença (sealguma) a aplicação de uma formulação com base na presente invenção fez aocrescimento de safras durante baixas temperaturas.
Duas formulações foram usadas: Formulação 1 (Inventiva), e amesma formulação sem DPU incorporado (Controle). As formulações sãoapresentadas a seguir:
Formulação 1 (Inventiva)_ Formulação 2 (Controle)
<table>table see original document page 24</column></row><table>Cada formulação foi aplicada às plantas de morangoprotegidas que cresceram em um poli-túnel em uma fazenda na Jordânia. Aaplicação foi como um jato foliar (1 mL/L solução de jato, jateada paradeflúvio superficial). As plantas foram estudadas durante um período decondições de tempo ruins (anormalmente frio), e as plantas foram avaliadaspara ver que diferença (se existe) que as formulações fizeram no crescimentodas plantas. Duas aplicações de cada formulação foram feitas três semanasseparadamente. A temperatura no dia foi entre 8-12 0C e a temperatura à noitefoi entre -2-6 0C (por 7 noites a temperatura foi abaixo de zero grauscentígrados).
Resultados
Medições foram tomadas um mês depois da segunda aplicaçãodas formulações.
<table>table see original document page 25</column></row><table>
* pontuação de cor: 0=100% de verde, 5=20% de verde/50% de vermelho,10= 100% de vermelhoConclusão
A aplicação de uma formulação de acordo com a presenteinvenção fez uma diferença clara e óbvia no crescimento de plantas demorango durante o estresse de frio. A aplicação da formulação de controlenão preveniu o dano à planta de morango causada pelo estresse de frio, taiscomo necrose da borda da folha, aborto das flores e douramento da fruta emdesenvolvimento. A cor se forma mais lentamente durante as condições deestresse de frio. O alívio do estresse de frio pode melhorá-la. A formulação dainvenção melhorou claramente a cor da formulação.Estudo 2
Experimento de alface
O objetivo deste experimento foi determinar o efeito dapresente invenção no desenvolvimento da planta em alface (Lactuca sativa sp)usando aplicações em intervalos predeterminados e também avaliar a saúdedas plantas após a aplicação e comparar o rendimento do terreno tratado como terreno controle.
Método
O experimento foi realizado na Espanha. A área do terreno emque o experimento aconteceu é aproximadamente 40.000 m a céu aberto. Osolo tinha uma textura arenosa livre e bastante solta.
O terreno do experimento foi dividido em 4 secções. Produtosde fertilizante e pesticida convencionais foram aplicados em todo o terreno naforma de um tratamento geral. O terreno foi dividido em dois subterrenos de20.000 m cada, denominados Terreno 1 e Terreno 2. O terreno 1compreende: PL 1 (tratado com uma formulação de acordo com o exemplo 1)- 10.000 m2 e Controle 1 - 10.000 m2. Similarmente, o terreno 2 compreende:PL 2 (tratado com uma formulação de acordo com o exemplo 1) - 10.000 m2e Controle 2 - 10.000 m2.
As seguintes aplicações forma feitas:
- PL 1: formulação do exemplo 1(1 L/Ha) + Tratamentos gerais.
- Controle 1: Tratamentos gerais.
- PL 2: formulação do exemplo 1(1 l/Ha) + Tratamentos gerais.
- Controle 2: Tratamentos gerais.
Três aplicações foliares foram feitas em aproximadamente doisintervalos semanais com taxas de dosagens de ÍL/Ha.
Os tratamentos gerais foram como se segue:
Ácido fosfórico 1 L/Ha
Nitrato de potássio 1 L/HaÁcido nítrico 12 L/Ha
Nitrato de cálcio 13-14 kg/Ha
Potássio em solução 10 L/Ha
Fungicidas Padrões para alface
Inseticidas Padrões para alface
Transplante das plantas de alface foi realizado na semana 40.A variedade de alface usada foi Iceberg.
Resultados
Os seguintes resultados foram obtidos:
A) Desenvolvimento da planta
Medições do diâmetro de cada alface foram tomadas. Estesdados dão informação do desenvolvimento da planta a partir da data dotransplante para a data da medida. Depois do transplante: Cinco mediçõesforam tomadas em aproximadamente 2, 4, 6, e 7 semanas depois dotransplante e os diâmetros médios foram calculados.
O crescimento nas zonas PL 1 e PL 2 foi maior que quandocomparado às medições das zonas de Controle 1 e Controle 2.
Com relação aos diâmetros médios obtidos no terreno 1, houveuma diferença de 6% no desenvolvimento da planta em cm. Foi maior na zonaPL 1, em comparação com a zona de controle 1. Com relação aos diâmetrosmédios obtidos no terreno 2, houve uma diferença de 11% nodesenvolvimento da planta em cm. Foi maior na zona PL 2, em comparação àzona de controle 2.
B) Colheita
A colheita aconteceu em dezembro. Terreno 1 foi cortado nasemana 51 e Terreno 2 na semana 52. O peso das plantas de alface colhidasfoi medido e os pesos médios calculados.
Houve uma diferença de 10% em peso em grama nos pesosmédios obtidos no Terreno 1. Foi maior na zona PL 1 em comparação à zonade Controle 1.
Houve uma diferença de 5% no peso em grama nos pesosmédios obtidos no Terreno 2. Foi maior na zona PL 2 em comparação à zonade Controle 2.
C) Resistência à doença
Houve um pequeno ataque de queima da ponta no terreno doexperimento. Queima da ponta manifesta em si como uma queima na pontadas folhas mais novas, resultante da fraca translocação de cálcio para ostecidos afetados. Fatores ambientais, tais como altas temperaturas e baixaumidade relativa e fatores agrícolas, tais como salinidade (solo, água, excessode nitrogênio e deficiência de potássio, etc.), solos pobres em cálcio e estressede água, são diretamente responsáveis pela queima da ponta. Folhas comqueima na ponta têm uma aparência desagradável e a borda da folhadanificada é mais fraca e sujeita a apodrecimento. A salinidade da água naárea em que o experimento foi mantido é muito alta. No terreno 1, o sulco dosolo e plantas foram arrastados como resultado de uma tempestade pesadadurante o experimento.
A porcentagem de plantas de alface afetadas pela queima daponta nos terrenos 1 e 2 foi calculada depois que o primeiro incidente dequeima na ponta foi identificado.
Terreno 1:
PLl: subterreno com 10% de queima na ponta depois da contagem das
plantas aleatoriamente.Controle 1: subterreno com 15% de queima na ponta depois da contagem dasplantas aleatoriamente.
Terreno 2:
PL2: subterreno com 10% de queima na ponta depois da contagem dasplantas aleatoriamente.Controle 2: subterreno com 10% de queima na ponta depois da contagem dasplantas aleatoriamente.D) Conservação pós-colheita
Um importante aspecto do cultivo é a extensão do tempoque o produto, aqui alface iceberg, pode ser mantido em trânsito para oconsumidor. Para avaliar isto, amostras foram tomadas aleatoriamente devários terrenos e subterrenos; estas amostras foram copas de alface pré-embaladas para manter em resfriamento antes da venda. As amostrasforam mantidas em armazenamento em uma temperatura ambientevariando entre 5 e 12° C, da data do corte até sua avaliação na semana 8,em cujo tempo muitas das copas ficaram inutilizadas em virtude doapodrecimento das folhas.
As porcentagens de copas de alface em boas condições nasemana 8, 10 dos terrenos 1 e 2 foram determinadas.Terreno 1: Corte realizado na semana 51, avaliação 9 semanas depoisPL1: subterreno com 80% das copas de alface em boas condições.
Desta porcentagem, 40% são boas para o consumo, o restante apresentandoapodrecimento.
Controle 1: subterreno com 40% das copas de alface em boas condições.Algumas das porcentagens remanescentes apresentaram apodrecimento.Terreno 2: Corte realizado na semana 52, avaliação realizada 8 semanasdepois.
PL2: subterreno com 20% das copas de alface em boas condições. Algumasdas porcentagens remanescentes apresentaram apodrecimento.Controle 2: subterreno com 0% das copas de alface em boas condições.Conclusão
A) Desenvolvimento da planta
O aumento no crescimento da planta observado nas plantastratadas de acordo com a presente invenção é significativo. Pode-se permitirque a data do corte (isto é, colheita) seja postergada.Β) Colheita
O aumento no rendimento observado nas plantas tratadas deacordo com a presente invenção é significativo.
C) Resistência à doença
As plantas no terreno 1 tratadas de acordo com a invençãotinham uma maior resistência à doença queima na ponta.
D) Conservação pós-colheita
No terreno 1: em PL 1, 40% das copas de alface estavam emboas condições, maior que no controle 1, 9 semanas do corte. No terreno 2:em PL 2, 20% das copas de alface estavam em boas condições, maior que nocontrole 2, 8 semanas do corte. No subterreno PL 1, houve 40% mais copasde alface comestíveis comparadas ao subterreno controle. A melhora na "vidaem prateleira" observada nas plantas tratadas de acordo com a presenteinvenção é significativa.
Estudo 3
Experimento de podridão amarga em maçãs
O objetivo deste experimento foi determinar o efeito da presenteinvenção na podridão amarga em maçãs. Podridão amarga é uma distúrbioencontrada em maçãs que causa perda econômica. A podridão amarga é causadapor uma deficiência de cálcio, e pode ser reduzida aplicando fertilizantes de cálcio.Entretanto, uma vez que a fruta é pobre na absorção de cálcio são necessáriasmúltiplas aplicações em altos níveis para reduzir a podridão amarga.
Este experimento compara o desempenho de uma formulaçãode acordo com a presente invenção na redução da deficiência de cálcio(Podridão amarga) a uma formulação similar sem DPU.
Método
Projeto: Var Orin 2-3m 2 árvores χ 3
Jateadas em 14 dias depois do florescimento (fruta 3-7 mm)
Jatear 600 χ solução, 3.000 L/ha (5 L/ha)<table>table see original document page 31</column></row><table>
O tratamento inventivo é 5% de cálcio com DPU (formulaçãode acordo com o exemplo 1)
Controle é 5% Cálcio no DPU
Conclusão
A formulação de acordo com a presente invenção reduziu apodridão amarga, uma distúrbio causada pela deficiência de cálcio a um maiornível que com uma fórmula similar sem DPU.
Isto demonstra que a presente invenção melhora a absorção decálcio pelas plantas maçãs e pode ajudar na melhora da resistência à doença.
A formulação de acordo com a invenção deu duas vezes onível de redução da Podridão Amarga em maçãs que é normalmente vista comoutros fertilizantes de cálcio convencionais, a despeito do uso somente deuma aplicação (prática padrão é 20 aplicações), e com um menor teor decálcio (a maioria dos produtos têm > 7% de Ca).
Estudo 4
Experimento de pepino
Um experimento foi conduzido para determinar o efeito deaplicações da presente invenção, no crescimento e rendimento de pepino(Cucumis sativa) que cresce em estufas plásticas na Andalusia, Espanha. Osprodutos da formulação inventiva foram adicionados no sistema de irrigaçãode gotejamento (um sistema conhecido como "fertigação") ao lado dofertilizante de referência (controle) e foram aplicados a cada sete dias em umataxa de 5 L de produto formulado/ha. O fertilizante de referência sozinho eum controle somente de água também foram testados.Avaliações da fitotoxicidade e doença fungica foram feitas noinício e no fim da colheita, e avaliações quantitativas de rendimento (númeroe peso das frutas) foram feitas em cada data da colheita.Método
Plantas de pepino (Cucumis sativa) - variedade "Edona'- foramcultivadas em uma estufa de acordo com as práticas agrícolas locais. A safrafoi plantada no local do teste em uma densidade de planta padrão equivalentede 25.000 plantas por hectare. A formulação inventiva foi feita de acordo como exemplo 1. Três fertilizantes referência foram usados durante a estação.Estes foram nitrato de amônio (33% de N), nitrato de cálcio (15,5% de N,28% de Ca) e nitrato de potássio (13% de N, 46% de K).
O projeto do teste foi um bloco completo aleatorizado com 3réplicas para cada tratamento. Cada 4,8 m2 de terreno consistiu de duas colunas, 2,4m no comprimento e 2,0 m de fora. Doze plantas de pepino foram plantadas emcada terreno. A distância entre os terrenos e a borda do campo foi pelo menos 3 m.
Um fertilizante de referência foi aplicado a cada sete dias nosistema de irrigação por gotejamento ("fertigação"). O espaçador emissor foi20 cm e a vazão de cada emissor foi 1 L por hora. A quantidade total denitrogênio aplicada sobre a estação de crescimento no programa de fertilizantede referência foi 300 kg N/ha. A distribuição de nitrogênio aplicado em cadasemana (de 2 semanas depois do plantio) na forma de um fertilizante dereferência está resumida a seguir.
<table>table see original document page 32</column></row><table>O teste compreendeu os tratamentos resumidos a seguir.
<table>table see original document page 33</column></row><table>
O item de teste para tratamento 1 foi aplicado junto dofertilizante de referência em cada uma das 11 datas de aplicação. Aquantidade de produto formulado para cada terreno foi medida, diluída em 1L de água e então cuidadosamente aplicada ao longo da linha de irrigaçãousando o sistema emissor.
Avaliações quantitativas da fitotoxicidade e doença fungicaforam feitas no início e no fim da colheita. Fitotoxicidade foi classificada emvegetais e folhagens com uma escala de classificação de 0 = nenhum dano a10 = dano extremo (plantas mortas). Avaliações quantitativas do rendimentototal (número e peso das frutas) foram feitas em cada data de colheita. Onzecolheitas sucessivas foram tomadas entre a sétima e décima primeira semanasdepois do plantio.
Resultados
B) Rendimento
O rendimento da fruta do pepino nos terrenos tratados com aformulação inventiva foi consistentemente maior que os de tratamentosomente com água, ambos em termos de número e peso da fruta, em cadamomento da colheita. O rendimento total obtido é mostrado a seguir.
<table>table see original document page 33</column></row><table>
A adição da formulação inventiva ao programa de fertilizantede referência padrão resultou em um aumento no rendimento comparado aodo fertilizante de referência sozinho. Esta melhora, tanto nos números quantono peso da fruta, foi manifestada nos primeiros e último momentos decolheita.Conclusões
A adição da formulação inventiva ao programa de fertilizantede referência padrão resultou em um aumento no rendimento comparado aodo fertilizante de referência sozinho. Esta melhora, tanto nos números quantono peso da fruta, foi manifestada nos primeiros e último momentos decolheita.
Nenhuma fitotoxicidade ou maior suscetibilidade à doençafungica foi observada em conseqüência do tratamento com qualquer produtofertilizante.

Claims (24)

1. Composição agrícola, caracterizada pelo fato de quecompreende (i) um sal de cálcio solúvel em água e (ii) uma auxina mímicaque é uma uréia substituída por arila.
2. Composição de acordo com a reivindicação 1, caracterizadapelo fato de que o sal de cálcio solúvel em água é um nitrato, sulfato oucloreto.
3. Composição de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizada pelo fato de que o sal de cálcio solúvel em água está presente nacomposição em uma quantidade de 2 a 15% p/p da composição.
4. Composição de acordo com a reivindicação 3, caracterizadapelo fato de que o sal de cálcio solúvel em água está presente na composiçãoem uma quantidade de 4 a 6% p/p.
5. Composição de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que a auxina mímica éuma auxina mímica fraca que não é capaz de causar uma resposta decrescimento de auxina.
6. Composição de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que a auxina mímica écapaz de produzir em uma planta um ou mais dos efeitos que o hormônio daplanta citoquinina naturalmente produz.
7. Composição de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que a auxina mímica épreferivelmente um difenil uréia assimétrica ou simetricamente substituído ouum derivado do mesmo em que um ou ambos os grupos fenila sãoopcionalmente substituídos.
8. Composição de acordo com a reivindicação 7, caracterizadapelo fato de que a auxina mímica é difenil uréia (DPU), 2-nitro DPU (NDPU),mono-ou di-metil DPU e mono-ou di- etil DPU.
9. Composição de acordo com a reivindicação 10,caracterizada pelo fato de que a auxina mímica é difenil uréia (DPU).
10. Composição de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que a auxina mímica estápresente na composição em uma concentração de 20 a 2.000 ppm.
11. Composição de acordo com a reivindicação 10,caracterizada pelo fato de que a auxina mímica está presente em umaconcentração na faixa de 20 a 200 ppm.
12. Composição de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que adicionalmentecompreende um ou mais dos seguintes componentes agricolamente aceitáveis:água, material nutriente adicional, ácidos fracos, óleos de planta, óleosessenciais, agentes que estimulam o metabolismo, carreadores ou excipientes,emulsificantes, agentes espessantes, agentes de suspensão, agentes dedispersão ou agentes umectantes.
13. Composição de acordo com a reivindicação 12,caracterizada pelo fato de que compreende um material nutriente, em que omaterial nutriente é zinco.
14. Composição de acordo com a reivindicação 12,caracterizada pelo fato de que adicionalmente compreende um ácido fracoselecionado de ácido acético, cítrico, úmico, fulvico ou propanóico.
15. Composição de acordo com a reivindicação 12,caracterizada pelo fato de que adicionalmente compreende o espessantemelaço de beterraba.
16. Formulação para administração em plantas ou ambientedas plantas, caracterizada pelo fato de que a formulação compreende umacomposição como definida em qualquer uma das reivindicações anteriores, eum meio em que a composição pode ser dispersa ou dissolvida.
17. Método para fornecer cálcio às plantas, caracterizado pelofato de que compreende aplicar às plantas ou ao ambiente delas umacomposição como definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 15, ouuma formulação como definida na reivindicação 16.
18. Método para melhorar a absorção de cálcio pelas plantas,caracterizado pelo fato de que compreende aplicar às plantas ou ao ambientedelas uma composição que compreende: (i) um sal de cálcio solúvel em águae (ii) uma auxina mímica que é uma uréia substituída por arila.
19. Método para aumentar a integridade celular prevenindoáreas de deficiência local de cálcio, caracterizado pelo fato de quecompreende aplicar às plantas ou ao ambiente delas uma composição quecompreende: (i) um sal de cálcio solúvel em água e (ii) uma auxina mímicaque é uma uréia substituída por arila.
20. Método para reduzir distúrbios fisiológicos associados àinsuficiência de cálcio, caracterizado pelo fato de que compreende aplicar às plantas ou ao ambiente delas uma composição que compreende: (i) um sal decálcio solúvel em água e (ii) uma auxina mímica que é uma uréia substituídapor arila.
21. Método para melhorar a vida em prateleira de uma safracolhida melhorando a absorção de cálcio nas partes colhidas de uma planta, caracterizado pelo fato de que compreende aplicar às plantas ou ao ambientedelas uma composição que compreende: (i) um sal de cálcio solúvel em águae (ii) uma auxina mímica que é uma uréia substituída por arila.
22. Método para prevenir ou aliviar doença ou infecção emplantas que ocorre em áreas de insuficiência local de cálcio, caracterizadopelo fato de que compreende aplicar às plantas ou ao ambiente delas umacomposição que compreende: (i) um sal de cálcio solúvel em água e (ii) umaauxina mímica que é uma uréia substituída por arila.
23. Método para melhorar o habitat de crescimento durantecondições de calor e frio incomuns, caracterizado pelo fato de quecompreende aplicar às plantas ou ao ambiente delas uma composição quecompreende: (i) um sal de cálcio solúvel em água e (ii) uma auxina mímicaque é uma uréia substituída por arila.
24. Uso de uma composição como definida em qualquer umadas reivindicações 1 a 15, ou de uma formulação como definida nareivindicação 16, caracterizado pelo fato de que é como um fertilizante paraadministração em safras.
BRPI0612250-7A 2005-06-17 2006-06-15 Methods for supplying calcium to plants to improve calcium uptake by plants to enhance cell integrity by preventing areas of local calcium deficiency to reduce physiological disturbances associated with plant failure. calcium to improve the shelf life of a harvested crop to prevent or alleviate disease or infection in plants and to improve the growth habitat during unusual heat and cold conditions BRPI0612250B1 (pt)

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