Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "PROCESSADOR DE ENDOSCÓPIO E MÉTODO PARA MEDIR UMA PROPRIEDADE DE UMA SOLUÇÃO A SER APLICADA AO ENDOSCÓPIO".
Antecedentes da Invenção A presente invenção refere-se à técnica de descontaminação que inclui a técnica de esterilização. Esta encontra uma aplicação específica em conjunto com a descontaminação de dispositivos médicos, especial mente os dispositivos médicos tais como os endoscópios e outros dispositivos que tem canais ou lúmens que devem ser descontaminados após a utilização.
Os endoscópios e os dispositivos médicos similares que têm canais ou lúmens formados através dos mesmos estão sendo utilizados em uma base sempre crescente no desempenho de procedimentos médicos. A popularidade destes dispositivos levou a solicitações para aperfeiçoamentos na descontaminação destes dispositivos entre as utilizações, tanto em termos de velocidade da descontaminação quanto da eficiência da descontaminação.
Um método popular para a limpeza e a desinfecção ou esterilização de tais endoscópios emprega um reprocessador de endoscópio automatizado o qual tanto lava quanto desinfeta ou esteriliza o endoscópio. Tipicamente uma tal unidade compreende uma cuba com um membro de cobertura seletivamente aberto ou fechado para prover acesso à cuba. Bombas conectam-se a vários canais através do endoscópio para fluir um fluído através do mesmo e uma bomba adicional flui o fluido sobre as superfícies externas do endoscópio. Tipicamente, um ciclo de lavagem de detergente é seguido por um enxágue e então em ciclo de esterilização ou desinfecção e enxágue.
Para assegurar uma lavagem e esterilização adequadas pode ser desejável medir a força dos fluidos utilizados para a lavagem e esterilização. Especificamente, é desejável assegurar que a concentração apropriada tenha sido atingida no fluido circulante.
Sumário da Invenção Um processador de endoscópio de acordo com a presente in- venção incorpora um sistema de medição de solução. O sistema de medição compreende uma cubeta para conter uma amostra da solução, uma fonte de luz para passar a luz através da cubeta e da amostra, e um mecanismo de detecção de luz para detectar a luz que passa através da cubeta e da amostra. Um reservatório está provido para receber uma quantidade da solução que contém bolhas. Uma bomba associada com o reservatório permite o bombeamento de uma quantidade de solução para fora do reservatório através de um primeiro percurso do reservatório e/ou de um segundo percurso do reservatório para a cubeta. Um sistema de controle associado com a bomba está programado para primeiramente direcionar a bomba para mover uma porção da quantidade de fluido no reservatório para fora através do primeiro percurso, para por meio disto transportar as bolhas no mesmo para fora do reservatório, e então direcionar uma amostra do líquido para dentro da cubeta.
De preferência, a solução compreende um aldeído, como por exemplo o ortoftalaldeído.
De preferência, um percurso de luz através da amostra dentro da cubeta tem entre 1 mm e 5 mm, mais de preferência entre 1 mm e 3 mm.
De preferência, o primeiro percurso deixa o reservatório de uma sua porção superior. O primeiro percurso pode ser o mesmo que o segundo percurso com as bolhas sendo removidas através da cubeta. O sistema de controle está então de preferência programado para bombear o fluido para fora do reservatório por um período de tempo suficiente para bombear substancialmente todas as bolhas na solução para fora através da cubeta para por meio disto deixar uma quantidade de solução dentro da cubeta substancialmente livre de bolhas.
De preferência, o sistema de controle está programado para retardar o bombeamento de fluido para fora do reservatório por um período de tempo após o reservatório ser preenchido o suficiente para permitir que as bolhas na solução flutuem para a superfície.
Um método de acordo com a presente invenção em um processador de endoscópio provê medir uma propriedade de uma solução a ser aplicada ao endoscópio. O método compreende: coletar uma quantidade da solução em um reservatório, direcionar uma porção da solução para fora do reservatório através de um primeiro percurso para carregar as bolhas na solução para fora do reservatório: então direcionar uma amostra da solução do reservatório para uma cubeta; medir a propriedade da solução na amostra dentro da cubeta passando uma luz através da cubeta e da amostra e ler a dita luz que passa através da dita luz e da dita amostra.
De preferência, a propriedade da solução que está sendo medida é o nível de esterilizador na mesma.
Breve Descrição dos Desenhos A invenção pode tomar forma em vários componentes e disposições de componentes e em várias etapas e disposições de etapas. Os desenhos são para propósitos de ilustração das modalidades preferidas somente, e não devem ser considerados como limitando a invenção. A figura 1 é uma vista em elevação frontal de um aparelho de descontaminação de acordo com a presente invenção; A figura 2 é uma ilustração diagramática do aparelho de descontaminação mostrado na figura 1, com somente uma única cuba de descontaminação mostrada para clareza; A figura 3 é uma vista em corte de um endoscópio adequado para processamento no aparelho de descontaminação da figura 1; A figura 4 é uma ilustração diagramática do subsistema de medição de fluido espectroscópico do aparelho de descontaminação da figura 2; e A figura 5 é uma vista em perspectiva do subsistema de medição de fluido espectroscópico da figura 4.
Descrição Detalhada da Modalidade Preferida A figura 1 mostra um aparelho de descontaminação para a descontaminação de endoscópios e outros dispositivos médicos os quais incluem canais ou lúmens formados através dos mesmos; a figura 2 mostra o aparelho em forma de diagrama de blocos. O aparelho de descontaminação geralmente inclui uma primeira estação 10 e uma segunda estação 12 as quais são pelo menos substancialmente similares em todos os aspectos para prover a descontaminação de dois dispositivos médicos diferentes simultaneamente ou em série. Uma primeira e uma segunda cubas de descontaminação 14a, 14b recebem os dispositivos contaminados. Cada cuba 14a, 14b está seletivamente vedada por uma tampa 16a, 16b, respectivamente, de preferência em uma reiação de bloqueio de micróbios para impedir a entrada de micróbios ambientais nas cubas 14a, 14b durante as operações de descontaminação. As tampas podem incluir um filtro de ar de remoção de micróbios ou HEPA formado nas mesmas para a ventilação.
Um sistema de controle 20 inclui um ou mais microcontrolado-res, tais como um controlador de lógica programável (PLC) para controlar a descontaminação e as operações de interface do usuário. Apesar de um sistema de controle 20 ser aqui mostrado como controlando ambas as estações de descontaminação 10,12, aqueles versados na técnica reconhecerão que cada estação 10, 12 pode incluir um sistema de controle dedicado. Um mostrador visual 22 exibe os parâmetros de descontaminação e as condições de máquina para um operador e pelo menos uma impressora 24 imprime uma cópia em papel dos parâmetros de descontaminação para que um registro seja arquivado ou anexado ao dispositivo descontaminado ou à sua embalagem de armazenamento. O mostrador visual 22 está de preferência combinado com um dispositivo de entrada de tela de toque. Alternativamente, um teclado ou similar está provido para a entrada de parâmetros de processo de descontaminação e para o controle de máquina. Outros mostradores visuais 26 tais como medidores de pressão e similares provêem uma saída digital ou analógica dos dados de descontaminação ou de teste de vazamento de dispositivo médico. A figura 2 ilustra diagramaticamente uma estação 10 do aparelho de descontaminação. Aqueles versados na técnica reconhecerão que a estação de descontaminação 12 é de preferência similar em todos os aspectos à estação 10 ilustrada na figura 2. Ainda, o aparelho de descontaminação pode estar provido com uma única estação de descontaminação ou múltiplas estações. A cuba de descontaminação 14a recebe um endoscópio 200 (ver figura 3) ou outro dispositivo médico na mesma para descontaminação. Quaisquer canais internos do endoscópio 200 estão conectados com as linhas de enxágüe 30. Cada linha de enxágüe 30 está conectada a uma saída de uma bomba 32. As bombas 32 são de preferência bombas peristálticas ou similares que bombeiam o fluido, tal como um líquido e ar, através das linhas de enxágüe 30 e de quaisquer canais internos do dispositivo médico. Especificamente, as bombas 32 ou aspiram o líquido da cuba 14a através de um dreno filtrado 34 e de uma primeira válvula S1, ou pode aspirar ar des-contaminado de um sistema de suprimento de ar 36 através de uma válvula S2. O sistema de suprimento de ar 36 inclui uma bomba 38 e um filtro de ar de remoção de micróbios 40 que filtra os micróbios de um fluxo de ar que entra. É preferível que cada linha de enxágüe 30 esteja provida com uma bomba 32 dedicada para assegurar uma pressão de fluido adequada e para facilitar o monitoramento individual da pressão de fluido em cada linha de enxágüe 30. Uma chave ou sensor de pressão 42 está em comunicação de fluido com cada linha de enxágüe 30 para detectar uma pressão excessiva na linha de enxágüe. Qualquer pressão excessiva detectada é indicativa de um bloqueio parcial ou completo, por exemplo, por um tecido corporal ou fluidos corporais secos, dentro de um canal do dispositivo ao qual a linha de enxágüe 30 relevante está conectada. O isolamento de cada linha de enxágüe 30 em relação às outras permite que o canal bloqueado específico seja facilmente identificado e isolado, dependendo de qual sensor 42 detecte a pressão excessiva. A cuba 14a está em comunicação de fluido com uma fonte de água 50 tal como uma conexão de fornecedora pública ou de água de torneira que inclui entradas quente e fria e uma válvula de mistura 52 que flui para um tanque de interrupção 56. Um filtro de remoção de micróbios 54, tal como um filtro de tamanho de poro absoluto de 0,2 pm ou menor, descontami-na a água que entra a qual é fornecida para o tanque de interrupção 56 através de uma folga de ar para impedir o contrafluxo. Um sensor de nível do tipo de pressão 59 monitora os níveis de liquido dentro da cuba 14a. Um aquecedor de água 53 opcional pode ser provido se uma fonte apropriada de água quente não estiver disponível. A condição do filtro 54 pode ser monitorada pelo monitoramento direto da taxa de fluxo de água através do mesmo ou indiretamente pelo monitoramento do tempo de enchimento da cuba utilizando uma chave de bóia ou similar. Quando a taxa de fluxo cai abaixo de um limite selecionado, isto indica um elemento de filtro parcialmente obstruído que requer substituição.
Um dreno de cuba 62 drena o líquido da cuba 14a através de um tubo helicoidal alargado 64 dentro do qual porções alongadas do endoscópio 200 podem ser inseridas. O dreno 62 está em comunicação de fluido com uma bomba de recirculação 70 e uma bomba de drenagem 72. A bomba de recirculação 70 recircula o líquido do dreno de cuba 62 para um conjunto de bocal de pulverização 60 o qual pulveriza o líquido dentro da cuba 14a e por sobre o endoscópio 200. Telas grossas e finas 71 e 73, respectivamente, filtram as partículas no fluido de recirculação. A bomba de drenagem 72 bombeia o líquido do dreno de cuba 62 para um dreno de esgoto 74. Um sensor de nível 76 monitora o fluxo de líquido da bomba 72 para o dreno de esgoto 74. As bombas 70 e 72 podem ser simultaneamente operadas de modo que o líquido é pulverizado dentro da cuba 14a enquanto está sendo drenado para encorajar o fluxo de resíduos para fora da cuba e para fora do dispositivo. É claro, uma única bomba e um conjunto de válvula podería substituir as bombas duplas 70, 72.
Um aquecedor em linha 80, com sensores de temperatura 82, a jusante da bomba de recirculação 70 aquece o líquido para as temperaturas ótimas para a limpeza e desinfecção. Uma chave ou sensor de pressão 84 mede a pressão a jusante da bomba de circulação 70.
Uma solução de detergente 86 é dosada para dentro do fluxo a montante da bomba de circulação 70 através de uma bomba de dosagem 88. Uma chave de bóia 90 indica o nível de detergente disponível. Tipicamente, somente uma pequena quantidade de desinfetante 92 é requerida. Para dosar isto mais precisamente, uma bomba de distribuição 94 enche uma pré-câmara 96 sob o controle de uma chave de nível alto / baixo 98 e é claro do sistema de controle 20. Uma bomba de dosagem 100 mede uma quantidade precisa de desinfetante conforme necessário.
Os endoscópios e outros dispositivos médicos reutilizáveis frequentemente incluem um alojamento externo flexível ou camisa que circunda os membros tubulares individuais e similares que formam os canais internos e outras partes do dispositivo. Este alojamento define um espaço interno fechado, o qual está isolado dos tecidos e fluidos do paciente durante os procedimentos médicos. É importante que a camisa seja mantida intacta, sem cortes ou outros furos que permitiríam a contaminação do espaço interno sob a camisa. Portanto, o aparelho de descontaminação inclui um meio para testar a integridade de uma tal camisa.
Uma bomba de ar, ou a bomba 38 ou outra bomba 110, pressuriza o espaço interno definido pela camisa do dispositivo através de um conduto 112 e uma válvula S5. De preferência, um filtro HEPA ou outro de remoção de micróbios 113 remove os micróbios do ar de pressurização. Uma chave de sobrepressão 114 impede uma sobrepressão acidental da camisa. Quando da pressurização total, a válvula S5 é fechada e um sensor de pressão 116 procura por uma queda na pressão dentro do conduto 112 o que indicaria o escape de ar através da camisa. Uma válvula S6 ventila seletivamente o conduto 112 e a camisa através de um filtro 118 opcional quando o procedimento de teste está completo. E um abafador de ar 120 suaviza a pulsação de pressão da bomba de ar 110.
De preferência, cada estação 10 e 12 cada uma contém uma cuba de gotejamento 130 e um sensor de derramamento 132 para alertar o operador de vazamentos potenciais.
Um suprimento de álcool 134 controlado por uma válvula $3 pode suprir álcool para as bombas de canal 32 após as etapas de enxágüe para auxiliar na remoção da água das canais do endoscópio.
As taxas de fluxo nas linhas de suprimento 30 podem ser monitoradas através das bombas de canal 32 e dos sensores de pressão 42. As bombas de canal 32 são bombas peristálticas as quais suprem um fluxo constante. Se um dos sensores de pressão 42 detectar uma pressão muito alta a bomba 32 associada é desligada. A taxa de fluxo da bomba 32 e a sua percentagem no tempo provêem uma indicação razoável da taxa de fluxo em uma linha 30 associada. Estas taxas de fluxo são monitoradas durante o processo para verificar quanto a bloqueios em qualquer um dos canais do endoscópio. Alternativamente, a queda de pressão do tempo que a bomba 32 desliga pode também ser utilizada para estimar a taxa de fluxo, com as taxas de queda mais rápidas sendo associadas com as taxas de fluxo mais altas.
Uma medição mais precisa da taxa de fluxo em um canal individual pode ser desejável para detectar bloqueios mais sutis. Um tubo de dosagem 136 que tem uma pluralidade de sensores de indicação de nível 138 conecta fluidamente nas entradas das bombas de canal 32. Uma disposição de sensor preferida provê uma conexão de referência em um ponto baixo no tubo de dosagem e uma pluralidade de sensores 138 dispostos verticalmente acima deste. Passando uma corrente do ponto de referência através do fluido para os sensores 138 pode ser determinado quais sensores 138 estão imersos e portanto determinar o nível dentro do tubo de dosagem 136. Outras técnicas de detecção de nível podem ser aqui apíicadas. Pelo fechamento da válvula S1 e abertura de uma válvula de ventilação S7 as bombas de canal 32 aspiram exclusivamente do tubo de dosagem. A quantidade de fluido que está sendo aspirada pode ser muito precisamente determinada com base nos sensores 138. Peia operação de cada bomba de canal isoladamente o fluxo através da mesma pode ser precisamente determinado com base no tempo e no volume de fluido esvaziado do tubo de dosagem.
Além dos dispositivos de entrada e de saída acima descritos, todos os dispositivos elétricos e eletromecânicos mostrados estão operativamente conectados no e controlados pelo sistema de controle 20. Especificamente, e sem limitação, as chaves e os sensores 42, 59, 76, 84, 90, 98, 114, 116, 132 e 136 provêem entradas I para o microcontrolador 28 o qual controla as operações de descontaminação e outras operações de máquina de acordo com estas. Por exemplo, o microcontrolador 28 inclui as saídas O que estão operativamente conectadas nas bombas 32, 38, 70, 72, 88, 94, 100,110, nas válvulas S1-S7, e no aquecedor 80 para controlar estes dispositivos para uma descontaminação eficiente e outras operações.
Observando também a figura 3, um endoscópio 200 tem uma parte de cabeçote 202, na qual as aberturas 204 e 206 estão formadas, e na qual, durante a utilização normal do endoscópio 200, uma válvula de ar / á-gua e uma válvula de sucção estão dispostas. Um tubo de inserção flexível 208 está preso na parte de cabeçote 202, em cujo tubo um canal de ar / á-gua combinado 210 e um canal de sucção / biópsia 212 estão acomodados.
Um canal de ar 213 e um canal de água 214 separados, os quais no local de um ponto de junção 216 mesclam-se no canal de ar / água 210, estão dispostos na parte de cabeçote 202. Mais ainda, um canal de sucção 217 e um canal de biópsia 218 separados, os quais no local do ponto de junção 220 mesclam-se no canal de sucção / biópsia 212, estão acomodados dentro da parte de cabeçote 202.
Na parte de cabeçote 202, o canal de ar 213 e o canal de água 214 abrem para dentro da abertura 204 para a válvula de ar / água. O canal de sucção 217 abre para dentro da abertura 206 para a válvula de sucção. Mais ainda, uma mangueira de alimentação flexível 222 conecta na parte de cabeçote 202 e acomoda os canais 213', 214’ e 217' os quais através das aberturas 204 e 206, estão conectados no canal de ar 213, no canal de água 214 e no canal de sucção 217, respectivamente. Na prática, a mangueira de alimentação 222 é também referida como o envoltório de condutor de luz.
Os canais 213 e 213', 214 e 214', 217 e 217' mutuamente conec-tantes serão abaixo referidos em geral como o canal de ar 213 o canal de água 214 e o canal de sucção 217.
Uma conexão 226 para o canal de ar 213, as conexões 228 e 228a para o canal de água 214 e uma conexão 230 para o canal de sucção 217 estão dispostas na seção de extremidade 224 (também referidas como o conector de condutor de luz) da mangueira flexível 222. Quando a conexão 226 está em uso, a conexão 228a está fechada. Uma conexão 232 para o canal de biópsia 218 está disposta na parte de cabeçote 202.
Um separador de canal 240 está mostrado inserido nas aberturas 204 e 206. Este compreende um corpo 242, e membros de plugue 244 e 246 os quais obstruem respectivamente as aberturas 204 e 206. Um inserto coaxial 248 sobre o membro de plugue 244 estende-se para dentro da abertura 204 e termina em um flange anular 250 o qual obstrui uma porção da abertura 204 para separar o canal 213 do canal 214. Pela conexão das linhas 30 nas aberturas 226, 228, 228a, 230 e 232, o líquido para limpeza e desínfecção pode ser fluido através dos canais do endoscópio 213,214, 217 e 218 e para fora de uma ponta mais distante 252 do endoscópio 200 através dos canais 210 e 212. O separador de canal 240 assegura que tal líquido flua até o final através do endoscópio 200 sem vazar pelas aberturas 204 e 206 e isola os canais 213 e 214 um do outro de modo que cada um tenha o seu próprio percurso de fluxo independente. Uma pessoa versada na técnica apreciará que vários endoscópios que tem diferentes disposições de canais e aberturas provavelmente requererão modificações no separador de canal 240 para acomodar tais diferenças enquanto obstruindo as aberturas no cabeçote 202 e mantendo os canais separados um do outro de modo que cada canal possa ser lavado independentemente dos outros canais. De outro modo um bloqueio em um canal poderia meramente redirecionar o fluxo para um canal não bloqueado conectado.
Um orifício de vazamento 254 na seção de extremidade 224 leva para uma porção interna 256 do endoscópio 200 e é utilizado para verificar a sua integridade física, a saber para assegurar que nenhum vazamento formou-se entre qualquer um dos canais e o interior 256 ou do exterior para o interior 256.
Observando também agora as Figuras 4 e 5, um monitor de concentração 300 monitora a concentração da solução de desinfecção que circula através da cuba 14a ou 14b. Uma válvula de entrada 302 conecta através de sua porta A 304 no fluido circulante a jusante da bomba de circulação principal 70. A sua porta B 306 leva ou para o refugo ou de volta para a cuba 14a ou 14b tal como através da folga de ar 56. A sua porta C 308 leva para uma válvula de amostragem 310 através de sua porta A 312. A sua porta B 314 leva para o lado de líquido 318 de uma câmara de pistão 316 e a sua porta C 320 leva para uma válvula de drenagem 322. Um pistão 324 opera dentro da câmara de pistão 316. Com o pistão 324 todo para baixo, o lado de líquido 318 deve ter um volume de aproximadamente 15 a 50 ml ou maior para promover a flutuação das bolhas arrastadas. Um tamanho de reservatório 30 a 35 ml demonstrou funcionar bem com o OPA. O seu diâmetro deve ser 13 a 26 mm, mais de preferência de 18 a 20 mm, para promover a flutuação de bolhas. Um tamanho maior poderia também ser utilizado. A bomba de ar 38 conecta a um lado de ar 326 da câmara de pistão 316 através de uma válvula de ar 328 na sua porta A 330. A porta B 332 da válvula de ar 328 conecta no lado de ar 326 da câmara de pistão e a sua porta C 334 abre para a atmosfera.
Na válvula de drenagem 322, a sua porta A 336 leva para a válvula de amostragem 310, a sua porta B 338 para o dreno e a sua porta C 340 para a entrada 342 de uma cubeta 344. Uma saída 346 da cubeta 344 leva de preferência para o dreno, mas pode levar para um recipiente de cole-tamento de amostras (não mostrado) para um teste periódico adicional do fluido, ou de volta para a cuba 14a ou 14b. A cubeta 344 de preferência contém uma amostra de aproximadamente 5 ml e tem 2 mm de largura tendo janelas laterais 348 de vidro ou quartzo de grau ótico através das quais a luz pode passar para medir espec-troscopicamente uma propriedade do líquido dentro da cubeta 344. Uma lâmpada UV 350 passa a luz através de um filtro 352, um colímador 353 e um divisor de feixe 354 passa uma porção da luz através da cubeta 344 e do líquido na mesma para um primeiro detector 356 e reflete outra porção da luz na direção de um segundo detector 358, de referência. A lâmpada emite na faixa de 150 nm a 600 nm e o filtro passa a luz a 254 nm para medir a concentração de OPA. Outros comprimentos de onda seriam apropriados para diferentes soluções e são facilmente determinados pelos versados na técnica. Um controlador 360 está ligado nas válvulas, na lâmpada e nos detectores para controlar a sua operação, e este próprio conecta no controlador principal 28.
Em uso, uma amostra do líquido circulante é aspirada através da válvula de entrada 302 e da válvula de amostra 310 para o lado de líquido 318 da câmara de pistão 316. O lado de ar 326 da câmara de pistão 316 está aberto para a atmosfera através da válvula de ar 328 para permitir que o pistão 324 se mova conforme o líquido entra na câmara de pistão 316. A-pós preencher o lado de líquido 318 e mover o pistão todo para baixo, o líquido é deixado repousar para permitir que quaisquer boihas no mesmo flutuem para a superfície. Para uma solução de OPA um tempo de repouso de 30 a 40 segundos deve ser suficiente. Então a válvula de amostra 310 e a válvula de ar 328 são cicladas permitindo que o ar entre no lado de ar 326 acionando o pistão para cima e expelindo as bolhas para fora do lado de líquido 318 na direção da válvula de drenagem 322 e para fora de sua porta B 338 para drenar. Após um período de tempo suficiente para expelir as bolhas, a válvula de drenagem 322 é ciclada para direcionar o líquido para fora da porta A 336 para a cubeta 344. Alternativamente, a válvula de drenagem 322 pode ser omitida com as bolhas sendo passadas para fora através da cubeta 344 pela passagem de uma quantidade de líquido suficiente através da mesma para obter uma amostra livre de bolhas dentro da cubeta 344. Com uma amostra dentro da cubeta 344, a luz é atravessada para medir espectroscopicamente a concentração do OPA ou de outro componente na mesma. O ciclo de limpeza e esterilização inteiro em detalhes compreende as seguintes etapas.
Etapa 1. Abrir a tampa Pressionando um pedal de pé (não mostrado) abre a tampa de cuba 16a. Existe um pedal de pé separado para cada lado. Se a pressão for removida do pedal de pé, o movimento da tampa pára.
Etapa 2. Posicionar e conectar o endoscópio O tubo de inserção 208 do endoscópio 200 é inserido no tubo de circulação helicoidal 64. A seção de extremidade 224 e a seção de cabeçote 202 do endoscópio 200 estão situadas dentro da cuba 14a, com uma mangueira de alimentação 222 enrolada dentro da cuba 14a com um diâmetro tão largo quanto possível.
As linhas de enxágüe 30, de preferência codificadas por cor, são presas, uma de cada vez, nas aberturas do endoscópio 226, 228, 228a, 230 e 232. A linha de ar 112 é também conectada no conector 254. Uma guia localizada na estação 10 provê uma referência para as conexões codificadas por cor.
Etapa 3. Identificar o usuário, o endoscópio. e o especialista no sistema Dependendo da configuração selecionável pelo cliente, o sistema de controle 20 pode alertar quanto ao código do usuário, a ID do paciente, o código do endoscópio, e/ou o código do especialista. Estas informações podem ser inseridas manualmente (através da tela de toque) ou automaticamente tal como pela utilização de um bastão de código de barras preso (não mostrado).
Etapa 4. Fechar a tampa de cuba O fechamento da tampa 16a de preferência requer o usuário pressione um botão de hardware e um botão de tela de toque 22 simultaneamente (não mostrado) para prover um mecanismo à prova de falhas para impedir que as mãos do usuário sejam presas ou beliscadas pela tampa de cuba 16a em fechamento. Se qualquer um, ou botão de hardware ou o botão de software foi liberado enquanto a tampa 16a está no processo de fechamento o movimento pára.
Etapa 5. Iniciar o programa O usuário pressiona um botão na tela de toque 22 para iniciar o processo de lavagem / desinfecção.
Etapa 6. Pressurizar o coroo do endoscópio e medir a taxa de vazamento A bomba de ar é ligada e a pressão dentro do corpo do endoscópio é monitorada. Quando a pressão atinge 250 mbar, a bomba é parada, e a pressão é permitida estabilizar por 6 segundos. Se a pressão não atingiu 250 mbar em 45 segundos o programa é parado e o usuário é notificado do vazamento. Se a pressão cai a menos de 100 mbar durante o período de estabilização de 6 segundos, o programa é parado e o usuário é notificado da condição.
Uma vez que a pressão estabilizou, a queda de pressão é monitorada ao longo do curso de 60 segundos. Se a pressão cair mais do que 10 mbar dentro de 60 segundos, o programa é parado e o usuário é notificado da condição. Se a queda de pressão for menor do que 10 mbar em 60 segundos, o sistema continua com a próxima etapa. Uma ligeira pressão positiva é mantida dentro do corpo do endoscópio durante o resto do processo para impedir que os fluidos vazem para dentro.
Etapa 7. Verificar as conexões Um segundo teste de vazamento verifica a adequabilidade de conexão das várias portas 226, 228, 228a, 230, 232 e a colocação apropriada do separador de canal 240. Uma quantidade de água é admitida para a cuba 14a de modo a submergir a extremidade mais distante do endoscópio dentro do tubo helicoidal 64. A válvula S1 é fechada e a válvula S7 é aberta e a bomba 32 são operadas inversamente para aspirar um vácuo e finalmente aspirar o líquido para dentro dos canais do endoscópio 210 e 212. Os sensores de pressão 42 são monitorados para assegurar que a pressão dentro de qualquer um canal não caia mais do que uma quantidade predeterminada em um dado quadro de tempo. Se cair, provavelmente indica que uma das conexões não foi feita corretamente e o ar está vazando para dentro do canal. Em qualquer caso, na presença de uma queda de pressão inaceitável o sistema de controle 20 cancelará o ciclo e indicará uma conexão provavelmente faltosa, de preferência com uma indicação de qual canal falhou. Pré-Enxáaüe O propósito desta etapa é de descarregar a água através dos canais para remover o material de refugo antes de lavar e desinfetar o endoscópio 200.
Etapa 8. Encher a cuba A cuba 14a é cheia com água filtrada e o nível de água é detectado pelo sensor de pressão 59 abaixo da cuba 14a.
Etapa 9. Bombear a áaua através dos canais A água é bombeada através das bombas 32 através do interior dos canais 213, 214, 217, 218, 210 e 212 diretamente para o dreno 74. Esta água não é recirculada ao redor das superfícies externas do endoscópio 200 durante este estágio.
Etapa 10. Drenar Conforme a água está sendo bombeada através dos canais, a bomba de drenagem 72 é ativada para assegurar que a cuba 14a seja também esvaziada. A bomba de drenagem 72 será desligada quando a chave de dreno 76 detectar que o processo de drenagem está completo.
Etapa 11. Soprar ar através dos canais Durante o processo de drenagem ar estéril é soprado através da bomba de ar 38 através de todos os canais do endoscópio simultaneamente para minimizar um transporte potencial.
Lavagem Etapa 12. Encher a cuba A cuba 14a é cheia com água quente (35° C). A temperatura da água é controlada pelo controle da mistura de água aquecida e não aquecida. O nível de água é detectado pelo sensor de pressão 59.
Etapa 13. Adicionar o detergente O sistema adiciona um detergente enzimático à água que circula no sistema por meio da bomba de dosagem peristáltica 88. O volume é controlado pelo controle do tempo de fornecimento, velocidade da bomba, e diâmetro interno da tubulação da bomba peristáltica.
Etapa 14. Circular a solução de lavagem A solução de detergente é ativa mente bombeada através de todos os canais internos e sobre a superfície do endoscópio 200 por um período de tempo predeterminado, tipicamente de um a cinco minutos, de preferência aproximadamente três minutos, pelas bombas de canal 32 e pela bomba de circulação externa 70. O aquecedor em linha 80 mantém a temperatura em aproximadamente 35° C.
Etapa 15. Iniciar o teste de blogueío Após a solução de detergente estar circulando por alguns minutos, a taxa de fluxo através dos canais é medida. Se a taxa de fluxo através de qualquer canal for menor do que uma taxa predeterminada para aquele canal, o canal é identificado como bloqueado, o programa é parado, e o u-suário é notificado da condição. As bombas peristátticas 32 são operadas nas suas taxas de fluxo predeterminadas e desligam na presença de leituras de pressão inaceitavelmente altas no sensor de pressão 42 associado. Se um canal for bloqueado a taxa de fluxo predeterminada disparará o sensor de pressão 42 que indica a incapacidade de passar adequadamente esta taxa de fluxo. Como as bombas 32 são peristálticas, a sua taxa de fluxo operando combinada com a percentagem de tempo que estas estão desligadas devido à pressão proverá a taxa de fluxo real. A taxa de fluxo pode também ser estimada com base na queda de pressão do tempo que a bomba 32 desliga.
Etapa 16. Drenar A bomba de drenagem 72 é ativada para remover a solução de detergente da cuba 14a e dos canais. A bomba de drenagem 72 desliga quando o sensor de nível de dreno 76 indicar que a drenagem está completa.
Etapa 17. Soprar ar Durante o processo de drenagem ar estéril é soprado através de todos os canais do endoscópio simultaneamente para minimizar um transporte potencial.
Enxáaüe Etapa 18. Enchera cuba A cuba 14a é cheia com água quente (35° C). A temperatura da água é controlada pelo controle da mistura de água aquecida e não aquecida. O nível de água é detectado pelo sensor de pressão 59.
Etapa 19. Enxaguar A água de enxágüe é circulada dentro dos canais do endoscópio {através das bombas de canal 32) e sobre o exterior do endoscópio 200 (a-través da bomba de circulação 70 e do braço pulverizador 60) por 1 minuto. Etapa 20. Continuar o teste de bloqueio Conforme a água é bombeada através dos canais, a taxa de fluxo através dos canais é medida e se esta cair abaixo de uma taxa predeter- minada para qualquer dado canal, o canal é identificado como bloqueado, o programa é parado, e o usuário é notificado da condição.
Etapa 21. Drenagem A bomba de drenagem é ativada para remover a água de enxágue da cuba e dos canais.
Etapa 22. Soprar ar Durante o processo de drenagem ar estéril é soprado através de todos os canais do endoscópio simultaneamente para minimizar um transporte potencial.
Etapa 23. Repetir o enxáaüe As etapas 18 até 22 são repetidas para assegurar um enxágüe máximo da solução de detergente enzimático das superfícies do endoscópio e da cuba.
Etapa 24. Encher a cuba A cuba 14a é cheia com água muito quente (53° C). A temperatura da água é controlada pelo controle da mistura de água aquecida e não aquecida. O nível de água é detectado pelo sensor de pressão 59. Durante o processo de enchimento, as bombas de canal 32 ficam desligadas de modo a assegurar que o desinfetante dentro da cuba fique na concentração em uso antes de circular através dos canais.
Etapa 25. Adicionar o desinfetante Um volume medido de desinfetante 92, de preferência uma solução concentrada de ortoftalaldeído OPA CIDEX, disponível da divisão Advanced Sterilization Products da Ethicon, Inc., Irvine, CA, é aspirada do tubo de dosagem de desinfetante 96 e fornecida para a água dentro da cuba 14a através da bomba de dosagem 100. O volume de desinfetante é controlado pelo posicionamento do sensor de enchimento 98 em relação ao fundo do tubo de aplicação. O tubo de dosagem 96 é preenchido até que a chave de nível superior detecte o líquido. O desinfetante 92 é aspirado do tubo de dosagem 96 até que o nível do desinfetante dentro do tubo de dosagem fique logo abaixo da ponta do tubo de aplicação. Após o volume necessário ser fornecido, o tubo de dosagem 96 é reenchido do frasco de desinfetante 92. 0 desinfetante não é adicionado até que a cuba esteja cheia, de modo que no caso de um problema de suprimento de água, o desinfetante concentrado não seja deixado sobre o endoscópio sem nenhuma água para enxaguá-lo. Enquanto o desinfetante está sendo adicionado, as bombas de canal 32 estão desligadas de modo a assegurar que o desinfetante dentro da cuba esteja na concentração em uso antes de circular através dos canais.
Etapa 26. Desinfetar A solução de desinfetante em uso é ativamente bombeada através de todos os canais internos e sobre a superfície do endoscópio, ideal-mente por um mínimo de 5 minutos, pelas bombas de canal e a bomba de circulação externa. A temperatura é controlada pelo aquecedor em linha 80 para aproximadamente 52,5°C. Durante este processo uma amostra de líquido circulante é retirada e testada quanto à concentração apropriada utilizando o monitor de concentração 300. Se a concentração estiver baixa, um esterilizador adicional pode ser acrescentado e o temporizador para esta etapa reinicializado.
Etapa 27. Verificar o fluxo Durante o processo de desinfecção, o fluxo através de cada canal do endoscópio é verificado temporizando o fornecimento de uma quantidade medida de solução através do canal. A válvula S1 é fechada, e a válvula S7 aberta, e cada bomba de canal 32, um de cada vez fornece um volume predeterminado para o seu canal associado do tubo de dosagem 136. Este volume e o tempo que leva para fornecer provê uma taxa de fluxo muito precisa através do canal. As anomalias na taxa de fluxo do que é esperado para um canal daquele diâmetro e comprimento são sinalizadas pelo sistema de controle 20 e o processo é parado.
Etapa 28. Continuar o teste de bloqueio Conforme a solução em uso de desinfetante é bombeada através dos canais, a taxa de fluxo através dos canais é também medida como na Etapa 15.
Etapa 29. Drenar A bomba de drenagem 72 é ativada para remover a solução de desinfetante da cuba e dos canais.
Etapa 30. Soprar ar Durante o processo de drenagem ar estéril é soprado através de todos os canais do endoscópio simultaneamente para minimizar um transporte potencial.
Enxádüe Final Etapa 31. Encher a cuba A cuba é cheia com água quente estéril (45° C) que foi passada através de um filtro de 0,2 μ.
Etapa 32. Enxaguar A água de enxágüe é circulada dentro dos canais do endoscópio (através das bombas de canal 32) e sobre o exterior do endoscópio (através da bomba de circulação 70 e do braço pulverizador 60) por 1 minuto.
Etapa 33. Continuar o teste de bloqueio Conforme a água é bombeada através dos canais, a taxa de fluxo através dos canais é medida como na Etapa 15.
Etapa 34. Drenar A bomba de drenagem 72 é ativada para remover a água de enxágüe da cuba e dos canais.
Etapa 35. Soprar ar Durante o processo de drenagem ar estéril é soprado através de todos os canais do endoscópio simultaneamente para minimizar um transporte potencial.
Etapa 36. Repetir o enxáaüe As Etapas 31 até 35 são repetidas mais duas vezes (um total de 3 enxágues pós-desinfecção) para assegurar uma máxima redução de resíduos de desinfetante do endoscópio 200 e das superfícies do processador. Teste de Vazamento Final Etapa 37. Pressurizar o corpo do endoscópio e medir a taxa de vazamento Repetir a Etapa 6.
Etapa 38. Indicar o comoletamento do programa O completamento com sucesso do programa é indicado sobre a tela de toque.
Etapa 39. Despressurizar o endoscópio Do momento do completamento do programa até o momento no qual a tampa é aberta, a pressão dentro do corpo do endoscópio é normalizada para a pressão atmosférica abrindo a válvula de ventilação S5 por 10 segundos a cada minuto.
Etapa 40. Identificar o usuário Dependendo da configuração selecionada pelo cliente, o sistema impedirá que a tampa seja aberta até que um código de identificação do u-suário válido seja inserido.
Etapa 41. Armazenar as informações de programa As informações sobre o programa completado, que inclui a ID do usuário, a ID do endoscópio, a ID do especialista, e a ID do paciente são armazenadas juntamente com os dados de sensor obtidos através de todo o programa.
Etapa 42. Imprimir o registro de programa Se uma impressora estiver conectada no sistema, e se solicitado peto usuário, um registro do programa de desinfecção será impresso.
Etapa 43. Remover o endoscópio Uma vez que um código de identificação do usuário válido foi inserido, a tampa pode ser aberta (utilizando o pedal de pé como na etapa 1, acima). O endoscópio é então desconectado das linhas de lavagem 30 e removido da cuba 14a. A tampa pode então ser fechada utilizando ambos os botões de hardware e de software como descrito na etapa 4, acima. A invenção foi descrita com referência às modalidades preferidas. Obviamente, modificações e alterações ocorrerão a outros quando da leitura e da compreensão da descrição detalhada precedente. É pretendido que a invenção seja considerada como incluindo todas tais modificações e alterações desde que estas fiquem dentro do escopo das reivindicações a-nexas ou de seus equivalentes.