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BRPI0601273B1 - Fpso em forma de mono-coluna - Google Patents

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Publication number
BRPI0601273B1
BRPI0601273B1 BRPI0601273-6A BRPI0601273A BRPI0601273B1 BR PI0601273 B1 BRPI0601273 B1 BR PI0601273B1 BR PI0601273 A BRPI0601273 A BR PI0601273A BR PI0601273 B1 BRPI0601273 B1 BR PI0601273B1
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
sea
mono
tanks
ballast
column shaped
Prior art date
Application number
BRPI0601273-6A
Other languages
English (en)
Inventor
Ana Paula Dos Santos Costa
Isaias Quaresma Masetti
Vinícius Leal Ferreira Matos
Kazuo Nishimoto
Gersom Machado
Original Assignee
Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras filed Critical Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras
Priority to BRPI0601273-6A priority Critical patent/BRPI0601273B1/pt
Priority to ARP070101377A priority patent/AR060259A1/es
Priority to US12/294,192 priority patent/US8544404B2/en
Priority to MX2008013283A priority patent/MX2008013283A/es
Priority to PCT/GB2007/001367 priority patent/WO2007119051A1/en
Priority to CN2007800134786A priority patent/CN101421151B/zh
Priority to EP07732409.3A priority patent/EP2007619B1/en
Publication of BRPI0601273A publication Critical patent/BRPI0601273A/pt
Priority to NO20084004A priority patent/NO337873B1/no
Publication of BRPI0601273B1 publication Critical patent/BRPI0601273B1/pt

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Abstract

fpso em forma de mono-coluna a presente invenção trata de uma plataforma do tipo fpso em forma de mono-coluna, de seção horizontal circular ou poligonal, ou combinação de circular e poligonal, contendo um ou vários tanques de carga (12) centrais, os quais podem ser únicos ou campartimentados, cercado, de forma alternada e uniformemente distribuída, por tanques de lastro-permanente (13) e por tanques de lastro abertos para o mar ("moonpoals") (14).

Description

A presente invenção trata de uma estrutura flutuante para instalações marítimas de exploração de petróleo em águas profundas ou 5 ultraprofundas, em forma de mono-coluna, a qual é provida de meios para armazenamento do óleo produzido, os quais são distribuídos de forma adequada para proporcionar à plataforma um comportamento mais estável em seus movimentos, mesmo em condições de mar adverso.
Mais especificamente a invenção trata de aperfeiçoamentos
introduzidos no conceito de construção de plataformas mono-coluna que utilizam uma estrutura flutuante do tipo que contém um corpo com simetria rotacional formado por (a) uma porção inferior submersa, provida de um ressalto periférico externo capaz de reter uma massa de água que esteja em contato com sua superfície, gerando uma força de amortecimento que se opõe ao deslocamento da estrutura em decorrência das ondas e correntes, e, (b) uma porção superior emersa, sobre a qual pode ser instalado um convés para conter equipamentos de produção e/ou perfuração de petróleo. O referido corpo contém, ainda, tanques de lastro, os quais são localizados de forma compartimentada, tanto na porção
inferior como na porção superior do casco. A porção inferior do corpo com simetria rotacional possui um vão interno (“moonpooP’) o qual atua como amortecedor dos movimentos causados pelas ondas e através do qual podem passar as tubulações ascendentes que conduzem os fluidos produzidos pelos poços no fundo do mar.
De acordo com os aperfeiçoamentos introduzidos neste tipo de estrutura flutuante, a aplicação uniforme de meios de amortecimento, o número e a disposição dos tanques, conferem à estrutura características funcionais importantes e únicas para este tipo de casco.
Fundamentos da Invenção
A descoberta de campos produtores de petróleo, localizados no mar,
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em águas profundas e ultraprofundas (lâminas de água superiores a 2000 metros), exige o uso de estruturas flutuantes com capacidade e resistência para receber equipamentos e instalações, necessários à sua exploração e produção. Estas estruturas flutuantes (ou Unidades 5 Estacionárias de Produção - UEP) são conectadas a tubulações ascendentes (“r/sers”) de produção e exportação dos fluidos produzidos pelos poços, as quais ficam submetidas à ação das correntes marítimas.
Em decorrência do aumento da profundidade da lâmina de água, da capacidade produtora dos poços, bem como das exigências de segurança
para operar nessas regiões, torna-se cada vez mais complexa a busca de soluções técnicas para enfrentar os desafios, o que pode elevar enormemente os custos envolvidos a ponto de inviabilizar todo um empreendimento.
Um dos principais desafios a ser enfrentado se refere à carga a ser 15 suportada pela estrutura flutuante. Daí o surgimento de várias propostas inovadoras relacionadas à escolha do tipo de estrutura mais adequado, aos sistemas de ancoragem não apenas das próprias estruturas flutuantes, mas também das tubulações ascendentes de produção. Todavia, a maioria das inovações se aplica a estruturas convencionais,
como plataformas semi-submersíveis e navios tanque.
A principal característica das plataformas semi-submersíveis é permanecer em posição substancialmente estável depois de ancorada, apresentando pequenos movimentos sob ação de forças ambientais, como, por exemplo, vento, ondas e correntes marítimas. Contudo, estas plataformas possuem capacidade limitada para receber carga, o que impede o uso de seu convés para instalação de equipamentos empregados em plantas de processo ou para armazenamento de grandes quantidades de óleo. Um outro fator a ser considerado é a complexidade de fabricação de seu casco, que exige técnica de construção distinta, especializada e pouco flexível a alterações de projeto, com reflexos que * ·
3/14 oneram significativamente o projeto.
Por outro lado, o uso de navios tanque adaptados para receber uma planta de produção em seu convés tem sido uma alternativa bastante utilizada, visto que tais embarcações possuem grande capacidade de 5 armazenamento. Entretanto, a questão de distribuição de cargas em função do local de montagem dos equipamentos e da estrutura do navio constitui um dos principais problemas para este tipo de estrutura, o qual deve ser muito bem avaliado.
Mais recentemente foram propostas estruturas do tipo mono-coluna, 10 de grande calado, conhecidas pelos especialistas como plataforma do tipo SPAR. Estas enormes plataformas compreendem, em geral, um grande cilindro suportando as instalações e equipamentos; o cilindro é amarrado ao fundo do mar por cabos e linhas. Este tipo de estrutura é projetado para sofrer poucos movimentos e para ser utilizado em águas profundas.
Todavia, apresenta o inconveniente de possuírem um calado muito grande em seu comprimento e pequena superfície para alojar as instalações, o que dificulta a montagem das instalações normalmente necessárias em seu convés e seu transporte ao local de produção de óleo. Exige, portanto, que a montagem do convés seja efetuada em mar aberto, onerando o
projeto devido à necessidade de se empregar diversas embarcações auxiliares de suporte marítimo, que são altamente sofisticadas e de elevado custo operacional.
Descrição do Estado da Técnica
Dentre as tentativas de solução para os problemas acima 25 mencionados, apresentamos algumas das propostas descritas em documentos de patente, as quais serão a seguir destacadas e discutidas.
Uma primeira proposta encontra-se descrita no documento de patente JP 1994/056074, publicado em 01.mar.1994, em que se apresenta uma estrutura marítima flutuante composta de um casco em 30 forma de um disco e colunas cilíndricas instaladas na parte superior deste •· ········
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casco; as referidas colunas contêm em seu interior compartimentos internos de água, os quais se ligam com a água externa por meio de uma abertura de condução de água provida no casco. A superfície periférica do casco é provida de palhetas inclinadas abrindo-se para baixo, o que 5 propicia a redução da oscilação da estrutura, capacitando-a para uso em instalações de lazer, hotéis e similares. A estrutura como descrita não se atende às condições de trabalho em águas profundas ou ultraprofundas.
No documento de patente US 6113314, de 05.set.2000, ensina-se um método para desconexão rápida de uma estrutura flutuante mantida
em estado de flutuação positivo, conhecida pelos especialistas como plataforma do tipo TLP (“Tension Leg Platform”). Este tipo de plataforma compreende uma estrutura flutuante com alto grau de estabilidade, mantida em posição por cabos tensionados ancorados no fundo do mar e ligados a uma cabeça de conexão flutuante submersa. A plataforma de produção descrita neste documento possui as facilidades de produção instaladas no topo da estrutura e um vaso de produção com elevada capacidade de armazenamento, podendo receber o óleo produzido por vários poços produtores para posterior transferência a um navio tanque. O vaso de produção possui preferencialmente a forma cilíndrica, podendo
incluir câmeras internas distribuídas em torno de um núcleo central, para armazenar óleo cru e gás natural, assim como câmaras externas ligadas ao núcleo central por paredes de segregação, para armazenar água do mar ou ar, garantindo o lastro da estrutura. O vaso de produção é construído utilizando-se técnicas aplicadas a concreto reforçado, para 25 garantir a estabilidade da estrutura e robustez para enfrentar fortes intempéries, como colisão de icebergs e outras ameaças.
Uma outra proposta, apresentada no documento de patente
WO 02/090177, publicado em 14.nov.2002, descreve um tipo de plataforma que consiste de um corpo semi-submersível capaz de suportar em sua superfície superior os equipamentos para perfuração e/ou
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produção de hidrocarbonetos no mar. O corpo principal da plataforma possui preferencialmente a forma cilíndrica tendo fundo plano, provido de cortes periféricos em sua porção inferior, na seção situada abaixo do centro de gravidade da plataforma. O corpo cilíndrico é provido de uma 5 abertura central por onde passam os equipamentos necessários à produção e as tubulações ascendentes de produção e exportação dos fluidos produzidos. Ao redor da abertura central são distribuídos tanques de armazenamento, e, mais externamente, tanques de lastro.
No documento de patente US 6340272, concedida em 22.jan.2002,
ensina-se um método de construção de plataforma marítima que combina uma estrutura de um convés autoflutuante com uma sub-estrutura autoflutuante; a estrutura de convés autoflutuante podendo ser um píer flutuante ou uma barcaça, sobre a qual tenham sido montados os equipamentos. As estruturas são levadas separadamente para a locação, 15 onde são acopladas: a subestrutura é parcialmente submersa, o píer ou barcaça é posicionado sobre ela; retira-se o lastro da subestrutura para criar uma força vertical de engate entre a subestrutura e o píer flutuante. O método apresenta a vantagem de reduzir o tempo para a construção da estrutura e custo comissionado, assim como o custo de construção devido
ao aumento de complexidade dos conveses. O principal objetivo do método é reduzir os custos associados ao projeto, como por exemplo, custo pelo uso temporário de píer de construção, uso de barcaças para transportar a estrutura ao local da produção, danos à estrutura devido a falhas no transporte, etc.
No documento de patente WO 03/064246, publicado em
7.ago.2003, apresenta-se uma estrutura tipo SPAR cujo casco flutuante é formado por uma pluralidade de células, subdivididas em compartimentos, cuja flutuação é controlada por lastro fixo e/ou variável. As células podem ser fabricadas de diferentes maneiras e possuírem diferentes formas. Os lastros podem ser dispostos sobre ou nas células para ajustar flutuação,
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economizar espaço e promover a estabilidade da estrutura. Ainda assim, I7 os problemas causados pelas dimensões da estrutura, principalmente o grande calado requerido, não foram completamente solucionados.
Na proposta descrita no documento de patente BR 0300265-9, publicado em 28.dez.2004, apresenta-se uma estrutura flutuante para instalações marítimas de produção ou perfuração de petróleo no mar, para uso em águas profundas ou ultraprofundas, a qual se constitui de um corpo com simetria rotacional em relação à vertical contendo uma abertura central e possuindo duas porções distintas: uma porção superior, emersa, de formato cilíndrico ou poligonal, preparada para conter em sua parte superior um convés provido com todas as instalações necessárias às operações de perfuração ou produção; uma porção inferior, de dimensões externas maiores do que as dimensões da porção superior, sendo que as duas poções se ligam de modo a formar um perfil externo configurando uma zona de transição inclinada para baixo. A zona de transição é responsável pelo controle das oscilações que provocam a inclinação da estrutura em função dos movimentos das ondas do mar. O vão interno e a abertura inferior atuam como um meio limitador de movimentos vertical da estrutura (“heave”), possibilitando que as tubulações ascendentes
passem pelo seu interior e sejam conectadas à estrutura da plataforma, garantindo significativa redução das tensões nos pontos de conexão. A estrutura pode ser construída em módulos, os quais podem ser ligados entre si para formar uma verdadeira ilha de produção cujos movimentos são minimizados, propiciando maior flexibilidade de escolha dos meios de recebimento e exportação da produção, bem como uma redução significativa dos custos de projeto.
Ao contrário das plataformas do tipo SPAR, este tipo de plataforma possuem pequeno calado e grande superfície para instalação dos equipamentos, o que facilita sobremaneira sua fabricação e instalação.
Estas e outras vantagens se tornarão evidentes aos especialistas na
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matéria quando da descrição detalhada da invenção.
Sumário da Invenção
A presente invenção trata de uma plataforma do tipo FPSO em forma de mono-coluna, de seção horizontal circular ou poligonal, ou 5 combinação de circular e poligonal, contendo um tanque de carga central, o qual pode ser único ou compartimentado, cercado, de forma alternada e uniformemente distribuída, por tanques de lastro-permanente e por tanques de lastro abertos para o mar (“moonpools”). A geometria externa da unidade é escolhida de forma a dar o maior efeito de mitigação dos
movimentos angulares (“p/tcft”) e verticais (“heave”) da unidade e facilitar o assentamento de um convés sobre o casco, enquanto que a geometria interna de tal disposição dos tanques, em ação conjunta com os tanques de armazenamento e de lastro mencionados, melhora sua eficiência quanto à atenuação dos movimentos induzidos pelas ondas do mar.
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Breve Descrição das Figuras
Na Figura 1, encontra-se representada de forma esquemática uma plataforma do tipo mono-coluna da arte anterior.
Na Figura 2, representa-se proposta da presente invenção.
Na Figura 3, representa-se proposta da presente invenção.
Na Figura 4, representa-se proposta da presente invenção.
Na Figura 5, representa-se esquematicamente uma quarta proposta da presente invenção.
Na Figura 6, apresenta-se um corte A-A das propostas da presente invenção.
Na Figura 6A, apresenta-se um corte A-A uma variação de perfis da plataforma da presente invenção.
esquematicamente esquematicamente esquematicamente uma uma uma primeira segunda terceira
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Na Figura 7, apresenta-se um corte B-B das propostas da presente
invenção.
Descrição Detalhada da Invenção
Para que a invenção seja mais bem compreendida, sua descrição se 5 fará em conjunto com as Figuras que acompanham este relatório e dele é parte integrante.
São conhecidas do estado da técnica diversas propostas para a construção de plataformas para atuar em águas profundas, capazes de armazenar grandes quantidades de óleo e providas de grande
estabilidade.
Torna-se de particular interesse o tipo de estrutura flutuante (ou casco) apresentado no pedido de patente brasileiro Pl 0300265-9 de
31/01/2003, o qual está representado de forma esquemática na Figura 1.
Como se pode observar, a estrutura flutuante (1) possui pequeno 15 calado e grande diâmetro, o que a diferencia de imediato de uma plataforma do tipo SPAR. A estrutura pode ser fixada ao fundo do mar (2) por meio de linhas de ancoragem (3) que se conectam em diferentes pontos de sua superfície externa, conforme a conveniência e condições de mar.
O corpo principal (4) da estrutura apresenta-se de forma simétrica em relação a um eixo vertical, podendo assumir a forma cilíndrica ou poligonal. Possui, externamente, uma porção superior (5), de menor diâmetro, a qual permanece emersa, e uma porção inferior (6), de maior diâmetro, a qual permanece imersa, a qual se une à porção superior (5) por uma zona de transição (7), inclinada para baixo, e termina em sua parte inferior com uma região de maior diâmetro, a qual forma uma saia (8), formando o fundo plano da estrutura. Internamente, é provido de uma abertura central (9) - “moonpoo/”, cujo perfil acompanha o perfil externo do corpo principal, porém, permitindo sua ligação com o mar através de uma abertura inferior (10) de menor diâmetro do que a referida abertura
9/14 central.
Conforme discutido no documento acima mencionado, esta abertura inferior (10) de menor diâmetro propicia maior equilíbrio da estrutura flutuante (1), amenizando os movimentos de oscilação vertical (“freave) provocados pelas marés, uma vez que atua em contra fase com as ondas do mar. A zona de transição (7) atua amortecendo os movimentos angulares (“p/tcft”) provocados pelas forças das ondas, garantindo maior estabilidade à estrutura.
Tais características são bastante desejáveis em estruturas que operam em lâminas de água de grandes profundidades e em condições de mar adversas.
Paralelamente, com o evento de furacões de grande intensidade que têm surgido nos últimos tempos, especialmente no Golfo do México, provocando grandes danos nas plataformas em operação, as quais apresentam grandes movimentos e oscilações, este tipo de casco passou a despertar grande interesse das empresas e especialistas que atuam nesta área tecnológica.
Verificou-se que as características acima descritas poderíam ser ainda melhores se este conceito de equilíbrio e distribuição de forças pudesse ser mais bem disseminado por toda a estrutura. A presente invenção tomou por base este conceito com o objetivo de desenvolver uma estrutura FPSO do tipo mono-coluna com características únicas e inovadoras.
Assim, a presente invenção propõe uma estrutura flutuante do tipo FPSO, construída sob a forma de mono-coluna, a qual incorpora e aperfeiçoa a aplicação do conceito de compensação hidrodinâmica entre os movimentos da estrutura flutuante e os movimentos da água do mar que adentram de forma controlada por aberturas previstas em seu casco e dispostas de forma que tais movimentos atuem em conta fase uns em relação ao outro.
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A estrutura flutuante da presente invenção compreende um corpo cilíndrico ou casco, de seção transversal circular, ou poligonal ou a combinação de ambas, contendo em seu interior, em sua parte central os tanques de carga, e, distribuídos alternada e adequadamente ao seu redor, tanques de lastro permanente e tanques de lastro abertos para o mar.
Para melhor compreensão da invenção a estrutura flutuante proposta pela invenção encontra-se representada esquematicamente nas Figuras 2 a 7.
Observando-se as Figuras 2 a 5, onde se representa uma seção transversal da mono-coluna que constitui o casco (11) da plataforma, verifica-se que o mesmo pode apresentar diferentes formas, inclusive, combinação de formas, preferencialmente as formas cilíndrica ou poligonal. Os tanques de armazenamento (12), destinados ao óleo ou carga, localizam-se na parte central da estrutura, sendo circundados, de forma alternada e simétrica, por tanques de lastro permanente (13) e tanques de lastro aberto para o mar (14), também aqui denominados “moonpools”. Consideram-se tanque de lastro permanente (13) os tanques de lastro que não possuem abertura para o mar. Porém, tais tanques poderão ser providos de dispositivos convencionais de controle, tais como, válvulas ou restrições para regulagem de entrada e saída de ar.
Os tanques de lastro abertos para o mar (14) são providos de aberturas (15) em sua base, as quais são adequadamente dimensionadas para causar na estrutura efeitos de amortecimento dos movimentos. Na parte superior são providas válvulas (não mostradas nas figuras), para regular entrada e saída de ar, ou ficar diretamente ligado com o exterior por meio de tubos de ventilação (16), onde se poderá aplicar pressão de ar visando o aumento da eficiência na mitigação dos movimentos verticais e angulares da plataforma.
A disposição radial e alternada dos tanques garante uma distribuição
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equilibrada de esforços sobre a estrutura, e, consequentemente, atenua os movimentos da estrutura, dando condições de compensar dinamicamente os movimentos angulares (“roH” e “p/tc/?”).
Como mostrado na Figura 2, observa-se um arranjo contendo 5 tanque de carga (12) na parte central, porém os tanques de lastro permanente (13) são distribuídos de tal forma que os tanques de carga (12) fiquem com suas paredes em contato direto apenas com os tanques de lastro permanente (13). O casco (11) poderá ter a seção transversal circular ou circular combinada com poligonal.
O arranjo mostrado na Figura 3, o casco (11) possui seção transversal de forma poligonal, com os tanques de carga (12) em sua parte central, porém com os tanques de lastro permanente (13) distribuídos de tal forma que nenhum tanque de carga (12) fique com suas paredes em contato direto com o mar.
No arranjo representado na Figura 4, o casco (11) possui seção transversal inteiramente poligonal, porém com distribuição de tanques radiais sem parede dupla em torno dos tanques de carga (12).
Uma vantagem deste arranjo se reflete na economia em costados duplos, deixando todos os tanques de óleo longe das regiões de possíveis
avarias por colisão, mesmo que externas. Para atender imposições de legislações ambientais, o tanque central de armazenamento (12) poderá ser construído com fundo duplo, impedindo o vazamento de óleo para o mar em caso de avaria.
No arranjo mostrado na Figura 5, apresenta-se uma proposta 25 alternativa, porém mantendo-se a concepção original de distribuição dos tanques. Neste arranjo o tanque central pode ser destinado ao lastro ou ficar vazio, enquanto os tanques de óleo (12), de lastro permanente (13) e de lastro abertos para o mar (14) são distribuídos ao seu redor de forma alternada, de tal forma que o tanque de óleo (12) esteja sempre protegido 30 externamente por um tanque de lastro permanente (13), e lateralmente,
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protegido por um tanque de lastro aberto para o mar (14).
Claro está que o casco (11) representado nas Figuras poderá apresentar a forma circular, ou poligonal, ou combinação de ambas, sem fugir ao escopo da invenção.
Outra vantagem do arranjo radial e alternado dos tanques de lastro (13, 14) é que proporcionam maior área para colocação dos alojamentos, impedindo que os mesmos fiquem sobre os tanques de óleo, evitando-se, desta forma, estruturas com balanço muito grande, e, eventualmente, sujeitas ao choque das ondas na sua parte inferior.
Na Figura 5 mostra-se, de forma simplificada, um corte longitudinal A-A efetuado nas estruturas propostas nas Figuras 2 a 4, Em um perfil típico, na seção transversal ressalta-se o tanque central de armazenamento (12) e os tanques de lastro permanente (13) e a porção superior (17). Nota-se também um alargamento da seção horizontal da porção superior (17), o qual apresenta uma vantagem em relação à técnica anterior, pois permite aumentar a área transversal do casco e disponibilizar mais área de apoio para um convés, para o caso de se fazer uma operação do tipo “deck-mating”, ou “maríne-mating”, isto é, assentamento do convés sobre o casco com a unidade flutuando em
calado muito grande.
Outra vantagem diz respeito às saias (18) (“bilge keeF) da parte inferior do casco (11). È possível deixar que a forma interna e externa destas saias (18) varie mais livremente, a depender dos requisitos operacionais e construtivos. A Figura 6a, apresenta possíveis variações no perfil da plataforma, mas não se limita a estes apresentados.
Como mostrado na Figura 6A, a forma externa poderá possui mais de uma “praia” no nível dos principais calados operacionais, ajudando a mitigar os movimentos angulares através de variação da rigidez hidrostática do casco. Em outras palavras, esta nova concepção 30 caracteriza-se por possuir um maior número de variações de diâmetro do
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casco de forma a apresentar uma melhor reposta de movimento em diversos calados operacionais, desde completamente carregado a compietamente vazio. É evidente a um especialista na matéria, a possibilidade de se construírem muitas outras variações.
O corte B-B apresentado na Figura 7, mostra o tanque de armazenamento central (12), parte de um tanque de lastro permanente (13) e os tanques de lastro abertos para o mar (14), providos com uma abertura inferior (15) ligada ao mar e tubulação de ventilação (16) em sua parte superior. O ajuste adequado das dimensões da abertura inferior (15),
combinado à variação de entrada e saída de ar destes tanques de lastro abertos para o mar (14), permite aumentar a faixa de cancelamento dos movimentos indesejáveis, fazendo-se uma regulagem simples para as situações de mar calmo, médio ou intenso.
Torna-se evidente para os especialistas na matéria que o tanque 15 central de armazenamento de óleo ou carga, conforme conveniência do operador poderá ser compartimentado, podendo conter um depósito fechado (“trunR”) ou poço {“shaft”) para alojar as bombas de lastro ou
carga, assim como as caixas de mar (“sea chests”).
Uma outra vantagem das propostas da invenção se refere à possibilidade de melhor proteger as tubulações ascendentes (“r/sers”) que conduzem a produção dos poços no fundo do mar para a plataforma, as quais poderão subir através das aberturas (15), sendo desta forma, preservadas contra danos causados por colisão.
Para os especialistas na matéria, serão evidentes outras possibilidades de arranjo obedecendo ao conceito geral da presente invenção, localizando os tanques de carga na parte central da estrutura flutuante e dispondo alternadamente os tanques de lastro permanente e os tanques abertos para o mar, fazendo com que a ação conjunta de tal disposição mitigue os movimentos angulares e verticais da estrutura.
Os costados externos e internos podem ser cilíndricos ou poligonais, • ♦ · · · * ♦ •0 ··«···««
14/14 ou combinações deles, com reforços longitudinais ou radiais, buscando uma melhor adequação ao método construtivo a ser adotado.

Claims (9)

1. FPSO EM FORMA DE MONO-COLUNA caracterizado por compreender um corpo cilíndrico ou casco (11), de seção transversal circular, ou poligonal ou a combinação de ambas, contendo em seu interior, em sua parte central os tanques de carga (12), e, distribuídos alternada e adequadamente ao seu redor, tanques de lastro permanente (13) e tanques de lastro abertos para o mar (14), sendo os tanques de lastro abertos para o mar (14), providos com uma abertura inferior (15) ligada ao mar e tubulação de ventilação (16) em sua parte superior.
2. FPSO EM FORMA DE MONO-COLUNA de acordo com a reivindicação 1. caracterizado por adicionalmente o corpo cilíndrico (11) possuir um alargamento da seção horizontal da porção superior (17).
3. FPSO EM FORMA DE MONO-COLUNA de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por possuir saias (18) na parte inferior do casco (11).
4. FPSO EM FORMA DE MONO-COLUNA de acordo com a reivindicação 1. caracterizado por os movimentos da estrutura flutuante e os movimentos da água do mar que adentram de forma controlada pelas aberturas (15) previstas em seu casco (11), atuarem em contra-fase, uns em relação ao outro.
5. FPSO EM FORMA DE MONO-COLUNA de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por, adicionalmente, o tanque central de armazenamento (12) de óleo ou carga ser compartimentado.
6. FPSO EM FORMA DE MONO-COLUNA de acordo com a reivindicação 1 e 5, caracterizado por o tanque central de armazenamento (12) poder estar vazio e os tanques de óleo (12), de lastro permanente (13) e de lastro abertos para o mar (14) serem distribuídos ao seu redor de forma alternada, de tal forma que o tanque de óleo (12) esteja sempre protegido externamente por um tanque de lastro permanente (13), e lateralmente, protegido por um tanque de lastro aberto para o mar (14).
Petição 870180128084, de 10/09/2018, pág. 6/15
7. FPSO EM FORMA DE MONO-COLUNA de acordo com a reivindicação 1 e 5, caracterizado por adicionalmente o tanque central de armazenamento (12) ser construído com fundo duplo.
8. FPSO EM FORMA DE MONO-COLUNA de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por as tubulações ascendentes (“risers”) que conduzem a produção dos poços no fundo do mar para a plataforma, subirem através das aberturas inferiores (15) dos tanques de lastro aberto para o mar (14).
9. FPSO EM FORMA DE MONO-COLUNA de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por possuir mais de uma “praia” no nível dos principais calados operacionais.
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