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BRPI0609228A2 - emprego de estevensita para adsorção de micotoxina - Google Patents

emprego de estevensita para adsorção de micotoxina Download PDF

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BRPI0609228A2
BRPI0609228A2 BRPI0609228-4A BRPI0609228A BRPI0609228A2 BR PI0609228 A2 BRPI0609228 A2 BR PI0609228A2 BR PI0609228 A BRPI0609228 A BR PI0609228A BR PI0609228 A2 BRPI0609228 A2 BR PI0609228A2
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BR
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mycotoxin
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employed
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Application number
BRPI0609228-4A
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Inventor
Ulrich Sohling
Agnes Haimeri
Original Assignee
Sued Chemie Ag
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Abstract

EMPREGO DE ESTEVENSITA PARA ADSORçãO DE MICOTOXINA. A presente invenção refere-se ao emprego de uma composição contendo estevensita ou pelo menos um componente contendo estevensita para adsorção de micotoxinas. Além disso, a invenção refere-se a um preparado alimentício e a um processo para tratamento de rações nas quais essa composição é empregada.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "EMPREGO DE ESTEVENSITA PARA ADSORÇÃO DE MICOTOXINA".
A presente invenção refere-se ao emprego de estevensita ou componentes contendo estevensita para adsorção de toxinas, particularmete micotoxinas, um processo para aperfeiçoamento do aproveitamento de alimentos ou rações contaminados com micotoxinas, assim como a um preparado alimentício ou de ração contendo um adsorvente de micotoxina contendo estevensita.
Sob o termo micotoxinas é abrangido um grupo de substânciastóxicas, que são formadas a partir de fungos totalmente naturais. Até agora são conhecidas cerca de 300 até 400 micotoxinas. Como espaço vital natural para esses fungos são considerados em geral tipos de cereais e frutos em grão. Enquanto alguns tipos de fungos se desenvolvem nos grãos dos cereais ainda verdes na espiga em maturação, outros tipos infestam principalmente estoques de cereais-ração, caso esteja presente uma determinada umidade mínima e temperatura ambiente.
Todas as denominadas micotoxinas têm uma eficácia primariamente danosa para a saúde em animais úteis para a agricultura alimentados com tipos de cereais contaminados, entretanto também secundariamente emhomens através da cadeia alimentar.
No mundo todo, as seguintes micotoxinas disseminadas, nas mais diferentes regiões, sobretudo com importância na alimentação animal, mas também na alimentação humana, são: aflatoxina, ocratoxina, fumonisi-na, zearalenon, deoxinivalenol, toxina T-2 e ergotamina. Para uma discussãomais detalhada dessas, assim como de outras micotoxinas, se pode referir ao WO 00/41806 da mesma reivindicante, assim como aos fundamentos lá mencionados.
Através do desenvolvimento de métodos de análise mais sensíveis puderam ser verificadas diferentes toxinas em diversas rações, que fo- ram reconhecidas como a causa de problemas de saúde em homens e animais. Uma série de estudos pode mostrar que diversas toxinas podem se apresentar concomitantemente, p.ex. em rações. Esse aparecimento con-comitante pode influenciar altamente a toxidez das micotoxinas. Além de danos agudos em animais úteis, que ingiram rações contaminadas por micoto-xina, são discutidos na literatura também danos à saúde em homens, que se originam da ingestão duradoura de alimentos fracamente contaminados com micotoxinas.
Em uma nova verificação de amostras de ração suspeitas foram observados aflatoxina, deoxinivalenol ou fumonisina em mais de 70% das amostras observadas (comparar com "Understanding and coping with effects of mycotoxins in life dog feed and forage", North Carolina Cooperative Extension Service, North Carolina State Univ.).
Em muitos casos as conseqüências econômicas em relação a uma mais reduzida produtividade dos animais, a ocorrência acentuada de doenças devido à imunossupressão, o dano de órgãos vitais, e o prejuízo na reprodutividade, são maiores do que as conseqüências causadas pela morte de animais por envenenamento por micotoxinas.
O grupo das aflatoxinas devido à sua estrutura molecular específica com elevada especificidade é fixado em alguns adsorventes minerais como, por exemplo, zeolito, bentonita, silicato de alumínio e outros (comparar com A.-J. Ramos, J. Fink-Gremmels, E. Hernandez, "Prevention of Toxic
Effects of Mycotoxins by Means of Nonnutritive Adsorbent Compounds", J. of Food Protection, vol. 59(6), 1996, págs. 631-641).
Assim a US 5.149.549 descreve e reivindica o emprego de bentonita como adsorvente de micotoxina - particularmente entretanto como ad-sorvente de aflatoxina para emprego em ração animal.
Entretanto, uma ligação das outras micotoxinas importantes acima indicadas ocorre em adsorventes naturais, minerais com efetividade a-penas muito reduzida. Para aperfeiçoar a capacidade de adsorção dos adsorventes minerais para essas não - aflatoxinas, foram aconselhados diversos tipos de modificações tenso-ativas em silicatos naturais em camada.S.L. Lemke, P.G. Grant e T.D. Phillips descrevem em "Adsorptionof Zearalenone by Organophilic Montmorillonite Clay", J. Agric. Food Chem. (1998), págs. 3789-3796 uma argila de montmorillonita organicamente modi-ficada (organófila), que pode adsorver zearalenon. O emprego de silicatosorgânicos em camada modificados, ou misturas de silicatos orgânicos emcamadas modificados e não modificados, também é conhecida da EP 1 150767 B1 da mesma reivindicante.
Os adsorventes orgânicos modificados (organófilos) entretanto éusual que eles ligam, com elevada eficácia, apenas uma seleção de determinadas toxinas, enquanto outras toxinas, como por exemplo fumonisina,também podem estar ligadas a uma modificação organófila tensoativa e nãoeficaz. Além disso, a modificação organófila dos silicatos em camada sãodispendiosas, e assim de custo intensivo.
O emprego de silicatos em camada acidamente ativos é conhecido da EP 1 333 919 B1 da mesma reivindicante. Através desta ativaçãoácida a capacidade de adsorção de toxinas aumenta para toxinas, que podem estar ligadas particularmente nas superfícies ácidas (como p.ex. fumonisina), entretanto a capacidade de se ligar a outras toxinas fica limitada. Aativação ácida, como também outras modificações dos silicatos em camada,além disso, é um processo dispendioso e portanto caro. Os custos do adsorvente de micotoxina representam, particularmente no emprego na indústria de rações, um argumento essencial.
É tarefa da invenção, portanto, preparar um adsorvente de micotoxina que evite as desvantagens do estado da técnica e possibilite uma adsorção eficiente de um espectro o mais amplo possível de diversas micotoxinas, particularmente também possibilite não - aflatoxinas, sem diminuir concomitantemente a capacidade de ligação de outras toxinas, e que possa serpreparado a custos particulamente favoráveis.
Uma outra tarefa consiste em preparar um adsorvente de micotoxina particularmente eficiente para não-aflatoxinas (isto é, outras micotoxinas além de aflatoxinas), particularmente toxinas T-2.
Essa tarefa é solucionada pelo emprego de um adsorvente de micotoxina, que contém estevensita ou pelo menos um componente contendo estevensita. Assim verificou-se surpreendentemente que um adsorventede micotoxina particularmente bom e barato é obtido para um amplo espec-tro de diferentes micotoxinas, quando é empregada uma composição comum agente de adsorção micotoxinas contendo estevensita, ou pelo menosum componente contendo estevensita. Além disso, observou-se que uma talcomposição ou um tal agente de adsorção (adsorvente de micotoxina), con-tendo estevensita, pode ligar particularmente eficazmente não-aflatoxinascomo a toxina T-2.
O que se pode compreender por estevensita é familiar ao espe-cialista. Uma caracterização minuciosa de estevensita pode ser encontrada,por exemplo, em J.L Martin de Vidales et al., Clay Minerais (1991) 26, págs.329-342, e em G.B. Brindley et al., Mineralogical Magazine, 1977, Vol. 41,págs. 443-452, às quais é feita referência expressa. A definição de estevensita pode ser feita, por exemplo, como lá descrito. É característico o pico dedifração em uma distância de grade (distância basal) de 10 Á, cujo localmostra um visível deslocamento em diferentes umidades. Característicatambém é a distância próxima a 17 Á no tratamento com etilenoglicol. Aquifaz-se referência expressa ao difractograma por raio X do pó, indicado porG.B. Brindley et al. (como acima) na Fig. 2 para estevensita, e às partes dotexto referentes a ela. De acordo com a invenção, nas estevensitas empregadas no adsorvente de micotoxina ou nos componentes contendo estevensita, com diferentes umidades, ou em um tratamento com etilenoglicol deacordo com a Fig. 2 da Literatura em Brindley et al. (como acima), o local dopico de difração é, portanto, modificado, na distância característica da gradede cerca de 10 Á. Assim, a estevensita empregada diferencia-se, por exemplo, também de cerolita pura.
Verificou-se também, surpreendentemente, que a eficiência evelocidade da ligação, tanto de aflatoxinas como também de não-aflatoxinascomo ocratoxina, toxina T-2, zearalenona ou fumonisina, através das composições contendo estevensitas de acordo com a invenção, é visivelmentemelhor do que aquelas de outros minerais não modificados ou de silicatosem camadas. Estes últimos, elas mostram uma efetividade de ligação normalmente muito fraca, particularmente para não aflatoxinas. Assim, verificouse inesperadamente que a eficácia de estevensita, como adsorvente de mi-cotoxina, particularmente para não- aflatoxinas, já se apresenta mesmoquando não ocorre nenhuma modificação, particularmente nenhuma modificação orgânica (organofilismo), p.ex., com compostos orgânicos de ônio. De preferência são, portanto, empregadas de acordo com a invenção estevensjtas, ou um componente contendo pelo menos uma estevensita, no agente desorção, ou uma composição de acordo com a invenção, de uma forma nãoorganicamente modificada. Segundo uma forma de execução preferida,também não ocorre nenhuma ativação, particularmente nenhuma ativaçãode ácido da estevensita, ou do componente contendo estevensita, já queisto, surpreendentemente, não é exigido para obtenção de capacidade vantajosa de adsorção de micotoxinas. Além disso, segundo uma forma de execução de acordo com a invenção, é preferido que também não seja empregado nenhum agente modificador da superfície ou agente de contactação(agentes sequestrantes), como por exemplo conhecido da WO 91/13555,para modificação da estevensita empregada, ou do(s) componente(s) contendo estevensita. Esses, entretanto, podem ser empregados basicamenteum após o outro em uma forma de execução de acordo com a invenção.
Para facilitar, a expressão "estevensita" deve abranger aqui também componentes contendo estevensita. O termo «componentes contendoestevensita" deve explicitar o fato de que na composição de acordo com ainvenção também podem ser empregados componentes, que além de estevensita ainda contêm outros constituintes. Por exemplo, muitos produtos deestevensita obtidos comercialmente contêm ainda, além de estevensita, porexemplo, diferentes quantidades de minerais acessórios. Além disso sãocogitáveis também misturas de estevensitas com outros constituintes, comopor exemplo outros constituintes minerais, particularmente silicatos em camada. De preferência o componente contendo estevensita contem pelo menos 5 % em peso de estevensita, ou de fase de estevensita.
Segundo uma forma preferida de execução, a composição de acordo com a invenção, ou o adsorvente de micotoxina, consiste essencialmente ou totalmente em estevensita, ou pelo menos de um componente contendo estevensita.Segundo uma outra forma preferida de execução a composiçãocontem pelo menos 10 % em peso, de preferência pelo menos 50 % em pe-so, particularmente pelo menos 75 % em peso, particularmente preferidopelo menos 90 % em peso, particularmente preferido pelo menos 95 % empeso de estevensita, ou pelo menos um componente contendo estevensita.Assim verificou-se, surpreendentemente, que é obtida uma eficiência de ad-sorção particularmente boa, em particular para não-aflatoxinas como toxinaT-2, ocratoxina ou zearalenona, quando estevensita representa a fase prin-cipal nos materiais ou componentes mineralógicos empregados de acordocom a invenção.
Segundo uma outra forma de execução preferida de acordo coma invenção também podem ser empregados, por um lado, materiais ou mis-turas contendo estevensita, ou pelo menos um componente contendo este-vensita, e cerolita, ou por outro lado, pelo menos um componente contendoquerolita. Assim verificou-se surpreendentemente que tais materiais ou mis-turas, que contêm tanto estevensita como também cerolita, particularmenteno emprego em quantidades ou concentrações reduzidas, possibilitam umaexcelente adsorção de micotoxinas. Materiais particularmente preferidoscontêm aqui pelo menos 5 % em peso, particularmente pelo menos 20 % empeso, ainda mais preferido pelo menos 40 % em peso de cerolita ou fase decerolita. O que pode ser compreendido aqui como cerolita, é familiar para oespecialista e não deve ser mais detalhadamente esclarecido aqui. Por e-xemplo, pode-se fazer referência aqui também a Brindley et al. (como aci-ma). A determinação de cerolita pode ser realizada como lá descrito. A análi-se química de cerolita produz uma composição próxima deR3SÍ40io(OH)2-H20, na qual R representa principalmente Mg e n cerca de0,8 até 1,2. É característico o pico de difração para um espaçamento de gra-de (distância basal) de 10 Á, cujo local em diversas umidades não mostrounenhuma expansão térmica e até 500°C nenhuma contração térmica. Aquifaz-se referência expressa ao difractograma por raio X do pó indicado naFig. 2 em G.B. Brindley et al. (ver acima) para cerolita e às partes do textocorrespondentes. Segundo uma possível forma de execução de acordo coma invenção, na composição de acordo com a invenção, a estevensita ou ocomponente contendo pelo menos uma estevensita é substituído, parcialmente ou totalmente, por cerolita ou por pelo menos um componente contendo cerolita. Os dados que se seguem para estevensita ou um componente contendo estevensita valem segundo esta forma de execução, portanto,respectivamente para cerolita e um componente contendo cerolita.
No quadro da presente invenção verificou-se, além disso, quesão apropriados particularmente aqueles agentes de sorção ou adsorventesde micotina (em geral: materiais) ou estevensita, a saber componentes contendo estevensita, que apresentam um teor de oxido de magnésio de pelomenos 15 % em peso, particularmente pelo menos 17 % em peso, aindamais preferido pelo menos 20 % em peso. Os respectivos materiais, particularmente estevensita ou componentes contendo estevensita, são comercialmente disponíveis. Além disso, é preferido que o teor de oxido de magnésiodo material empregado, particularmente da estevensita ou do componentecontendo estevensita não esteja acima de 40 % em peso, particularmentenão acima de 35 % em peso, em muitos casos ainda mais preferido não acima de 30 % em peso.
O teor de oxido de magnésio também é determinante para a formação precisa da estrutura em camadas do material. Pressupõe-se, semque a invenção fique limitada à exatidão desta hipótese, que a estrutura decamadas do material empregado de acordo com a invenção, particularmenteda estevensita, apresente uma porosimetria particularmente favorável e superfícies particularmente eficientes para adsorção de uma diversidade dediferentes micotoxinas.
Assim, além disso, é preferido que os materiais empregados,particularmente a estevensita ou componentes contendo estevensita, apresentem uma superfície BET (medida segundo DIN 66131, ver parte do método) de pelo menos 80 m2/g, particularmente pelo menos 100 m2/g, particularmente pelo menos 110 m2/g. Essas elevadas superfícies BET possibilitampelo visto para algumas micotoxinas uma adsorção ainda mais eficiente. Verificou-se, além disso, em particular, que tais materiais produzem resultadosparticularmente bons, quando apresentam uma capacidade trocadora decátions (CEC, cation exchange capacity) menor do que 40 meq/100 g, parti-cularmente menor do que 35 meq/100 g, particularmente preferido menor doque 30 meq/100 g. A CEC pode ser determinada como indicado no método aseguir.
Segundo uma outra forma de execução preferida, são emprega-dos tais materiais ou estevensitas ou componentes contendo estevensitas,cuja CEC seja de pelo menos 5 meq/100 g, de preferência pelo menos 10meq/100 g, particularmente pelo menos 15 meq/100 g.
Como mencionado anteriormente, a estrutura em camadas ecomposição dos materiais empregados de acordo com a invenção fornecepressupostos particularmente bons para adsorção da micotoxina. Verificou-se então, também, que materiais de silicato em camadas, que apresentamuma estrutura na forma de fibras, em fotografias feitas por microscópio ele-trônico de exploração, como por exemplo sepiolita pura, possibilitam umaadsorção visivelmente pior da micotoxina. Segundo uma forma de execuçãopreferida de acordo com a invenção, a composição ou o adsorvedor de mi-cotoxina de acordo com a invenção contem, portanto, menos do que 20 %em peso de silicatos em camada na forma de fibras, particularmente sepioli-ta, de preferência menos do que 10 % em peso, particularmente menos doque 5 % em peso, e ainda mais preferido menos do que 1 % em peso. Se-gundo uma forma de execução de acordo com a invenção, nenhum silicatoem camada na forma de fibras, particularmente nenhuma sepiolita, está con-tido na composição de acordo com a invenção, ou no adsorvedor de micoto-xina de acordo com a invenção.
Segundo uma outra forma de execução de acordo com a inven-ção, também é possível que o material empregado de acordo com a inven-ção, particularmente a estevensita ou o componente contendo pelo menosuma estevensita, seja empregado como um substituinte mais eficaz e maisbarato de üm outro componente adsorvedor de micotoxina de maior custointensivo em uma composição adsorvente de micotoxina, ou para proporcio-nar ou aperfeiçoar a adsorção de uma determinada toxina. Assim, a compa-ração da capacidade de ligação da estevensita ou de componentes conten-do estevensita com os outros adsorvedores de micotoxina obteníveis nomercado mostram uma ligação particularmente boa, entre outros, da toxinaT-2, que até então esteve ligada apenas muito dificilmente. Uma tal compo-sição de acordo com a invenção pode apresentar, então, também um teormenor dos materiais empregados de acordo com a invenção, particularmen-te de estevensita ou pelo menos um componente contendo estevensita, porexemplo na faixa de 1 até 50 % em peso, preferentemente 5 até 30 % empeso, particularmente 5 até 20 % em peso. A fração precisa de materiais aserem empregados de acordo com a invenção (estevensita ou pelo menosum componente contendo estevensita) na composição de acordo com a in-venção depende no caso individual, do emprego previsto, e dos outros com-ponentes da composição.
Os materiais empregados de acordo com a invenção, particu-larmente a estevensita ou o(s) componente(s) contendo a estevensita, po-dem ser empregados em quaisquer formas. De preferência, dependendo daforma planejada da composição, elas são empregadas na forma de partícu-las. São cogitáveis tanto pós, granulados, como também corpos moldados.Da mesma forma estão abrangidas as suspensões ou lamas. Em muitos ca-sos é mais prático e econômico empregar os tamanhos de grão comercial-mente disponíveis da argila (Estevensita). Entretanto, o tamanho do grãoempregado ou das partículas também pode ter uma influência na eficiênciade adsorção.
Segundo uma forma de execução preferida, o material empre-gado, particularmente a estevensita empregada, ou o componente contendoestevensita empregado, são empregados como pó ou granulado, sendo queem um carreador também são possíveis empregos na forma imobilizada.Segundo uma forma de execução possível, o tamanho médio das partículas(D50) do material empregado de acordo com a invenção, particularmente daestevensita empregada ou do componente contendo estevensita, é menorou igual a cerca de 100 um, particularmente menor ou igual a cerca de 80um. O resíduo peneirado úmido para 45 um é de preferência menor do quecerca de 50 %, o resíduo peneirado seco para 45 um é menor do que cercade 60%. Entretanto, também são possíveis outros tamanhos de partícula.
Segundo uma outra forma de execução preferida de acordo coma invenção, conforme anteriormente mencionado, além do material empregado de acordo com a invenção, particularmente estevensita ou pelo menosum componente contendo estevensita, na composição de acordo com a invenção ainda está contido pelo menos um outro componente. De preferênciaos componentes adicionais tratam-se daqueles que, dependendo do emprego planejado, colocam à disposição propriedades positivas, sem prejudicar aeficiência de adsorção do material empregado de acordo com a invenção,particularmente da estevensita, ou pelo menos de um componente contendoestevensita na composição. Assim pode-se verificar uma excelente adsorçãode não-aflatoxinas, como toxina T-2, ocratoxina ou zearalenona.
Um grupo de possíveis componentes adicionais abrange também outros adsorventes de micotoxina. Assim, em princípio, podem ser empregados todos os adsorventes de micotoxina conhecidos no estado da técnica. Como exemplos não limitantes, que podem ser empregados particularmente vantajosamente de acordo com a presente invenção, podem sermencionados aqui os silicatos em camada acidamente ativados e silicatosem camada organicamente modificados. Assim, no quadro da presente invenção, verificou-se também que por misturação dos materiais empregadosde acordo com a invenção, particularmente de estevensita ou pelo menosum componente contendo estevensita, com silicatos em camada organicamente modificados como, por exemplo descrito na EP 1 150 767 do mesmo reivindicante, ou silicatos em camada acidamente ativados como, por exemplo descrito na EP 1 333 919 do mesmo reivindicante, podem ser obtidascomposições particularmente vantajosas que podem adsorver eficientemente um grande espectro de micotoxinas, aflatoxinas e micotoxinas não-aflatoxinas. A descrição da EP 1 333 919 A1 assim como da EP 1 150 767A1 a este respeito, quanto aos adsorventes de micotoxina contendo silicatosem camada acidamente ativados ou silicatos em camada organicamentemodificados lá descritos, estão assim expressamente incluídos por referên-cia à presente descrição. A expressão adsorção e absorção são empregadasaqui com o mesmo significado. Particularmente interessantes, devido à boacapacidade de adsorção e à preparação de baixo custo, são também as mis-turas de estevensita ou pelo menos um componente contento estevensitacom bentonitas não-modificadas ou organicamente modificadas. Assim aadição da bentonita serve sobretudo para elevar ainda mais a capacidade deligação com as aflatoxinas.
Desde que na composição de acordo com a invenção estejacontido pelo menos um outro silicato em camadas, este pode ser escolhido apartir de uma forma de execução possível, preferida, do grupo esmectita, dogrupo serpentina-caulim, do grupo pirofilita, do grupo das atapulgi-tas/paligorskitas, vermiculitas, ilitas, sepiolitas e/ou os silicatos em camadado tipo mica. Aos silicatos em camada do grupo das esmectitas pertencemas esmectitas trioctaédricas, como saponitas, e hectoritas, e as esmectitasdioctaédricas, como montmorillonitas, beidelitas e nontronitas. Pertencem aogrupo serpentina-caulim, por exemplo, crisotil, antigorita, caulinita e haloisita.Ao grupo pirofilita pertence a pirofilita. São particularmente preferidos comosilicatos em camada as montmorilonita-argilas como as esmectitas, particu-larmente as bentonitas bem como atapulgita e haloisita, assim como suasmisturas que ocorrem naturalmente. Segundo uma forma de execução prefe-rida de acordo com a invenção, os outros silicatos em camada abrangemuma montmorilonita, particularmente uma bentonita, ou misturas que ocor-rem naturalmente, assim como haloisita e/ou gizes ou clorita (s). O(s) ou-tro(s) silicato(s) em camada(s)são silicatos em camada não modificados,ácidos ou alcalinamente ativados e/ou silicatos em camada organicamentemodificados.
Desde que na composição de acordo com a invenção estejacontido pelo menos um silicato em camada acidamente ativado, segundouma forma de execução preferida, o silicato em camada pode ser ativadocom apenas cerca de 0,5 % em peso até 8 % em peso, particularmente 1 até6 % em peso, particularmente preferido cerca de 1,5 até 4 % em peso deácido. O tempo de atuação do ácido depende da quantidade de ácido em-pregada assim como da temperatura de ativação, sendo que, em regra, entretanto, tempos de ativação menores do que duas horas, particularmentemenores do que 1 hora, são suficientes. Por exemplo, pode ser mantida umatemperatura de ativação abaixo de 80°C. Todos os tipos de ativação ácida(por exemplo, misturação seca com ácido sólido, borrifo ou cozimento comuma solução ácida) são possíveis. Como silicato em camada pode-se em-pregar de acordo com a invenção cada um dos filosilicatos ativáveis comácido (ver também acima).
Outros componentes possíveis da composição de acordo com a invenção referem-se, por exemplo, a componentes orgânicos e inorgânicosque, de acordo com o estado da técnica, podem aperfeiçoar a utilização deuma ração contaminada, a saúde dos animais, particularmente seu sistemaimunológico, e estabilizar ou influenciar os processos metabólicos de maneira positiva. Estes podem ser entre outros: vitaminas, enzimas, constituintesvegetais ou extratos, assim como outros materiais conhecidos sob a denominação probióticos.
Segundo uma forma de execução particularmente preferida deacordo com a invenção, são empregados além de ou na composição de acordo com a invenção outros adsorventes de micotoxina, particularmente umsilicato em camadas ativado por ácido como uma bentonita de cálcio, oubentonita de sódio e/ou um silicato em camadas organófilo, particularmenteuma bentonita organofila, e/ou um silicato em camada acidamente ativado,particularmente uma bentonita acidamente ativada, atapulgita ou hectorita. Aexpressão „além da composição de acordo com a invenção" deve significarque o emprego da composição de acordo com a invenção também pode o-correr concomitantemente ou seqüencialmente com outros adsorventes demicotoxina ou outras composições. Um exemplo disso é o tratamento comração animal ou consumo de ração por animais. Em muitos casos é significante ou possível combinar os adsorventes de micotoxina individuais oucomponentes na composição de acordo com a invenção, particularmente porunião ou misturação.
Segundo uma forma de execução possível de acordo com a in-venção, com isso os outros adsorventes ou componentes de micotoxina em-pregados, conforme descritos aqui, apresentam-se como mistura ou estãona composição. Respectivamente ocorre a preparação da composição deacordo com a invenção, desde que esteja contido mais do que um compo-nente, por exemplo, por misturação usual.
Segundo uma forma de execução de acordo com a invençãoparticularmente preferida, as composições de acordo com a invenção sãoparticularmente apropriadas para adsorção de micotoxinas do grupo das a-flatoxinas assim como as não - aflatoxinas como ocratoxina, fumonisina, ze-aralenona, deosinivalenol toxina T-2 e toxina Ergot. Um aspecto de acordocom a invenção refere-se também ao emprego de uma composição de acor-do com a invenção como definido aqui, para adsorção de pelo menos umadas micotoxinas anteriores, particularmente da toxina T-2, ocratoxina, fumo-nisina, zearalenona e/ou deoxinivalenol. Particularmente vantajosa é a ad-sorção de aflatoxinas e não-aflatoxinas concomitantemente eficaz e barata,particularmente fumonisinas e toxinas do grupo das tricotecenos (deoxiniva-lenol, toxina T-2 e toxina HT-2). A composição de acordo com a invenção éde preferência empregada em tais materiais a serem tratados (por exemploprodutos alimentícios ou rações), que contêm pelo menos uma ou mais dasmicotoxinas anteriores, particularmente escolhidas do grupo das aflatoxinas,toxina T-2, citrinina, ácido ciclopiazônico, ocratoxina, patulina, substituintesdos tricotecenos como nivalenol, deoxinivalenol, toxina HT-2, fumonisina,zearalenona e ergotalcaloide.
Segundo um outro aspecto a contaminação por micotoxina a-brange duas ou mais micotoxinas, particularmente além de aflatoxina(s) ain-da outras toxinas como ocratoxina, fumonisina, zearalenona, deoxinivalenole/ou toxinas T-2 ou semelhantes a T-2.
Segundo uma forma preferida de execução, com relação à quan-tidade de materiais contaminados por micotoxina, são empregados pelo me-nos 0,01 % em peso, de preferência pelo menos 0,05 % em peso, particu-larmente pelo menos 0,1 % em peso da composição de acordo com a inven-ção ou dos materiais empregados de acordo com a invenção.Segundo um outro aspecto a invenção refere-se a um preparadode ração, contendo uma ração contaminada por micotoxina e uma composi-ção de acordo com a invenção conforme descrita aqui.
Finalmente a invenção refere-se, com relação a um outro aspec-to, a um processo para melhor aperfeiçoamento do aproveitamento ou aper-feiçoamento da assimilabilidade por animais e homens de uma ração e pro-duto alimentício contaminados por micotoxina. Desta forma, uma composi-ção de acordo com a invenção, conforme anteriormente descrito, é introdu-zida antes ou por ocasião da aceitação da ração por um animal. Segundoesse processo de acordo com a invenção pode ser obtido um aumento aper-feiçoado de peso na ingestão do adsorvente de acordo com a invenção comuma ração ou produto alimentício contaminados por micotoxina.
A determinação das grandezas mencionadas aqui, desde quenada diferente tenha sido indicado, ocorreu de acordo com os métodos indicados a seguir.
1. Determinação da Superfície específica (BET)
As medições foram realizadas com um dispositivo Micrometricos"Gemini 2360" de acordo com DIN 66131.
2. Determinação da distribuição dos tamanhos de partícula (segundo Malvern)
A distribuição dos tamanhos das partículas foi determinada se-gundo Malvern. Assim trata-se de um processo usual. Empregou-se umMastersizer da Firma Malvern Instruments Ltd, UK, correspondente aos da-dos do fabricante. As medições foram realizadas na câmara de teste prevista("dry powder feeder") ao ar e verificados nos valores relativos aos volumesdas amostras(também a grandeza média de partículas D50).
3. Determinação da capacidade de troca catiônica (Análise CEO e as fra-ções de cátions
Princípio: A argila é tratada com um grande excesso de soluçãoaquosa de NH4CI, lavada e a quantidade de NH4+- remanescente na argila édeterminada por meio de análise elementar.Me+(argila) + NH4+-NH4+(argila)+Me+
(Me+ = H+, K+, Na+, 112 Ca2+, 112 Mg2+....)
Dispositivo: Peneira, 63 um; Erlenmeyer com gargalo esmerilhado, 300 ml; balança analítica; Membrana do filtro de sucção, 400 ml; filtro denitrato de celulose, 0,15 um (Fábrica Sartorius); estufa de secagem; resfriador de refluxo; chapa de aquecimento; unidade de destilação, VAPODEST-5(Fábrica Gerhardt, N° 6550); balão graduado, 250 ml; Chamas-AAS
Produtos químicos: Solução de NH4CI 2N reagente de NeBlers(Fábrica Merck, Art.N0 9028); Solução de ácido bórico, 2 %; lixívia de sódio,32 %; ácido nítrico 0,1 N; solução de NaCI, 0,1 %; solução de KCI, 0,1 %.
Execução: 5 g de argila são peneirados através de uma peneirade 63 um e secada a 110°C. Depois disso são pesados precisamente 2 g nabalança de análise quanto à pesagem por diferença nos balões graduadosde Erlenmeyer e reagidos com 100 ml de solução de NH4CI 2N. A suspensão é cozida durante uma hora sob refluxo. Em bentonitas com alto grau deCaC03 pode vir a ocorrer um desenvolvimento de amoníaco. Nestes casosuma solução de NH4CI tem que ser adicionada até que nenhum odor de amoníaco seja percebido. Um controle adicional pode ser realizado com um papel indicador úmido. Após um tempo de exposição de cerca de 16 horas abentonita NH4+ é filtrada através de um filtro de sucção com membrana elavada, até a ampla liberação de íons, com água totalmente dessalinizada(VE) (cerca de 800 ml). A comprovação da liberação de íons da água de lavagem é realizada com íons NH4+ com o reagente sensível de NeBlers. Oíndice de lavagem pode variar dependendo do tipo de argila entre 30 minutos e 3 dias. A argila NH4+ lavada é retirada do filtro, secada a 110°C por 2horas, triturada, peneirada (peneira de 63 um) e mais uma vez secada a 110°C por 2 h. Depois disso o teor de NH4+da argila é determinada por meio deanálise elementar.
O cálculo da CEC: A CEC da argila foi determinada de maneira30 usual sobre o teor de NH4+ da argila NH4+, que foi verificada por análise ele-mentar do teor de N. Aqui o dispositivo Vario EL 3 da Firma Elementar- He-raeus, Hanau, DE, foi empregado segundo as especificações do fabricante.Os dados ocorrem em mval/100 g de argila (meq/100g).
Exemplo: Teor de Nitrogênio = 0,93 %;
Peso molecular: N = 14,0067 g/mol
CEC = 0,93 x 1000 = 66,4 mVal/1 OOg14,0067
CEC = 66,4 meq/100 g Bentonita - NH4+
A presença de estevensita em um material empregado de acor-do com a invenção ou uma composição pode ser determinada de maneirausual (radiográficamente), como em Brindley et al. (ver acima) e Martin deVidales et al. (ver acima.).
A invenção é então esclarecida de maneira não limitante pormeio dos exemplos que se seguem.As figuras mostram:
A Fig.1 mostra uma representação gráfica da adsorção efetira(%) dos materiais de acordo com a invenção(composições) (Sorbl atéSorb3) e um material de comparação (V1) para toxina T-2.
A Fig.2 mostra uma representação gráfica da adsorção efetiva(%) de materiais de acordo com a invenção (composições) (Sorbl atéSorb4) e dois materiais de comparação (V1 e V2) para aflatoxina B1.
A Fig.3 mostra uma representação gráfica da adsorção eficaz(%) de materiais de acordo com a invenção (composições) (Sorbl atéSorb4) para ocratoxina.
A Fig.4 mostra uma representação gráfica da adsorção eficaz(%) de três materiais de acordo com a invenção (composições) (Sorbl,Sorb2 e Sorb4) para zearalenon.
Exemplos
As diversas micotoxinas foram conseguidas como substânciascristalinas puras (SIGMA AG) e extraídas em metanol (50 ug/ml). Para a e-xecução dos testes de adsorção foram preparadas, com emprego de solu-ções tampão (tampão de citrato), diluições que continham cada 2000 ug dasdiversas micotoxinas por litro.
A adsorção e efetividade de dessorção foram determinados co-mo se segue:
1. Verificação da efetividade da adsorcão:
A) Adsorcão
Para execução dos ensaios de adsorcão foram preparadas solu-ções aquosas cada qual com 2000 ppb das toxinas. As soluções foram ajus-tadas, dependendo da toxina, por meio de tampão de citrato, a valores depH entre 3 e 5,5. Para ocratoxina, zearalenona, fumonisina a adsorcão foiverificada com o pH 3, porque essas toxinas são estáveis sob essas condi-ções. Para aflatoxina trabalha-se no pH 5,5, porque em valores de pH baixosocorre uma alteração, que atrapalha a comprovação fluorescente espectros-cópica. Para a toxina T-2 a adsorcão é verificada ao pH 4,5, porque abaixodesse valor de pH ocorre uma conversão em toxina H-T-2. Esse composto éigualmente venenoso, mas não mais quantitativamente determinável.
Em respectivamente 25 ml dessa solução foram suspensos 0,1 gda composição de acordo com a invenção e da composição não de acordocom a invenção (ver abaixo) e agitou-se por 2 horas a uma temperatura de37°C. Para isso as suspensões foram testadas por 5 minutos a 2800 rpm e oresíduo claro foi testado por meio de análise por HPLC quanto ao teor resi-dual em micotoxinas não-adsorvidas. A diferença entre a quantidade de toxi-na introduzida e aquela quantidade de toxina remanescente na solução dafase de adsorcão descrita é a seguir indicada em % da quantidade de toxinaintroduzida. São indicados respectivamente os valores médios de duplasdeterminações.
B) Dessorcão
Em um ensaio pós executado verifica-se a possível dessorcãodas toxinas adsorvidas na primeira etapa. Além disso, o sólido obtido após acentrifugação da suspensão descrita em A, em 25 ml de água destilada ousolução tampão de citrato, é re-suspenso e ajustado no pH 7. A suspensãoentão com pH neutro é novamente agitada por 2 horas a 37°C e em seguidaé centrifugada. No resíduo claro a quantidade de toxina dessorvida é deter-minada por meio de análise por HPLC. A quantidade da toxina observada nasolução é indicada com referência à quantidade de toxina originalmente em-pregada no teste de adsorção e a seguir indicada em % de toxina dessorvida. São respectivamente indicados os valores médios de duplas determinações.
Os valores respectivamente indicados nas tabelas para a adsorção efetiva correspondem à diferença da % da quantidade adsorvida menosa % da quantidade dessorvida. São indicados respectivamente os valoresmédios de duplas determinações. A determinação por HPLC ocorreu nasseguintes condições:
Colunas: Spherisorb ODS-2 125 x 4 mmAflatoxina:
Derivatização: F3CCOOH/CH3COOH/H2O 2:1:7Agentes de escoamento: água/acetonitrila/metanol 75/15/10Taxa de escoamento: 1,2 ml/minDetector: FluorescênciaComprimento de onda: EX 364 nm / EM 440 nm
Ocratoxina e Zearalenona:
Agentes de escoamento: 570 ml acetonitrila/410 ml água/20 mlde ácido acético
Taxa de escoamento: 1,0 ml/minDetector: Fluorescência
Comprimento de onda: EX 274 nm / EM 445 nmDeterminação Quantitativa da Concentração da toxina T-2 por meio de H-PLC:
• Os resíduos dos ensaios de adsorção e de dessorção são injetados diretamente na HPLC. É empregada uma RP com 18 colunas com umSpheri-5 ODS 2 sílica-gel (fabricante Perkin Elmer). O tamanho das partículas é de 5 um, a dimensão das colunas 4,6 x 250 mm. Como fase móvel éempregada uma mistura de água-metanol-acetonitrila na proporção de250:100:100. Uma vazão de 2 ml/min é ajustada. A toxina T-2 é detectadaespectrométricamente por UV a 200 nm.
Determinação Quantitativa de Fumonisina por meio de HPLC:
Aqui é empregada a mesma coluna HPLC, como ela já foi des-crita para a toxina T-2. A solução aquosa, que contém fumonisina, é primei-ramente evaporada até a secagem e derivada com dicarboxialdeído de naf-talina (isto possibilita uma detecção da fluorescencia da fumonisina atravésdo derivado), como está descrito no: Bennet, Journal of the AOAC Internati-onal, Vol 77, N° 2, 1994, págs 501-506. Como fase móvel é empregada umamistura de acetonitrila-água-metanol-ácido acético na proporção 45 : 49,3 :4,8 : 0,9. Ajusta-se uma taxa de escoamento de 2,0 mm/minuto. A fumonisi-na é detectada por uma fluorescencia a 500 nm, sendo que estimula-se a420 nm.
Por meio dos resultados foram calculadas as taxas percentuaisde adsorção.
Para as verificações, os quatro materiais que se seguem con-tendo estevensita foram respectivamente empregados como argilas brutastrituradas, sendo que os tamanhos médios das partículas (D50) representaram Sorb 1, Sorb 2, Sorb 3 ou Sorb 4 a 31 um, 32 um, 38 um ou 66 um. Oresíduo peneirado úmido para 45 um foi respectivamente em torno de menosque 50 %, o resíduo peneirado seco para 45 um foi menor que 60 %. Este-vensita como fase (principal) foi constatada de acordo com Brindley et al.(ver acima) e Martin de Vidales et al. (ver acima). Em todos os materiais em-pregados (Sorb 1 até Sorb 4) também foi detectável um teor de cerolita. Co-mo descrito em ambos os locais da literatura anteriormente citados, a este-vensita é limitada, perante cerolita e outros silicatos esmecticamente em ca-madas, entre outros por meio do difractograma em pó ou por raio-X e o des-locamento da amostra de difração após tratamento com etilenoglicol, após oaquecimento ou a diferentes umidades. Para caracterização dos materiaisde acordo com a invenção pode-se além disso empregar o teor de oxido demagnésio e o CEC.
Os dados analíticos para os materiais empregados de acordocom a invenção são resumidos nas tabelas 1 até 3 que se segue:Tabela 1 - Dados analíticos
<table>table see original document page 21</column></row><table>
Exemplo 1:
A efetividade de adsorção na ligação de micotoxina para a toxinaT-2 (aqui 2000 ppb na solução) foi realizada como indicado anteriormente. Aadsorção foi realizada no pH 3, a dessorção no pH 6. Como comparação foiempregada uma mistura de 85% de bentonita Ca e 15% de SBDMA-Organoton (bom bentonita SBDMA organicamente modificada) (V1). Os valores obtidos (adsorção eficaz em %) são resumidos graficamente na Figura 1.A dosagem (concentração) dos materiais empregados é indicada nas legen-das das figuras.
Pela Figura 1 é visível a excelente capacidade de adsorção dosmateriais Sorbl até Sorb3 de acordo com a invenção, em comparação como material comercial comparativo segundo o estado da técnica, mesmo adosagens mais baixas. Os materiais Sorbl e Sorb2 com um teor de MgOacima de 20 % em peso(comparar com a tabela 1) foram assim visivelmenteainda mais eficazes do que Sorb3, com um teor de MgO de apenas 10,6 %em peso.
Exemplo 2:
A eficácia de adsorção na ligação da micotoxina na aflatoxina B1foi realizada como indicado anteriormente para o Exemplo 1. É exemplarneste exemplo o cálculo das capacidades efetivas de adsorção dos valorespara a adsorção no pH 5,5 e a dessorção no pH 7. Como comparação foiempregada novamente uma mistura de 85% de bentonita Ca e 15% de Organoton SBDMA (com bentonita organicamente modificada por SBDMA)(V1), assim como um talco comercialmente usual (tamanho médio de partículas 2,5 prn) (V2). Os valores obtidos (adsorção efetiva em %) são resumidos graficamente na figura 2. A dosagem (concentração) dos materiais empregados é indicada na legenda das figuras.
Da Figura 2 é visível a excelente capacidade de adsorção dosmateriais de acordo com a invenção Sorbl até Sorb4. Particularmente nasdosagem baixas (por exemplo 0,25 kg/t) a superioridade da capacidade deadsorção dos materiais de acordo com a invenção Sorbl, Sorb2 e Sorb4com um teor de MgO acima de 20 % em peso(comparar com a tabela 1) évisível em comparação com os materiais de comparação V1 e V2. Sorb 1distingue-se por um teor bastante elevado de querolita maior do que 40 %em peso.
Exemplos 3 e 4:
A efetividade de adsorção na ligação de micotoxina para ocratoxina e zearalenona foi realizada*como indicado anteriormente para o exemplo 1. Neste exemplo o cálculo das capacidades efetivas de adsorção é indicado como exemplo a partir dos valores para a adsorção no pH 3 e a des-sorção no pH 7. Os valores obtidos (adsorção efetiva em %) são resumidosgraficamente nas Figuras 3 (ocratoxina) ou 4 (Zearalenona). A dosagem(concentração) dos materiais empregados é indicada nas legendas das figuras.
Das figuras 3 e 4 é visível a boa capacidade de adsorção dosmateriais de acordo com a invenção (composições) para ocratoxina e zearalenona. Particularmente a capacidade de adsorção dos materiais de acordocom a invenção sorbl, Sorb2 e Sorb4 com um teor de MgO acima de 20 %em peso(comparar com a Tabela 1) é surpreendentemente boa.
Nos ensaios complementares também foi comprovado que osmateriais de acordo com a invenção (Sorbl até Sorb4) apresentam efetividades de adsorção muito boas na ligação de micotoxina para fumonisina.

Claims (27)

1. Emprego de uma composição contendo estevensita, para ad-sorção de micotoxinas.
2. Emprego de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que ao invés de estevensita, ou adicionalmente a estevensita, é em-pregado pelo menos um componente contendo estevensita.
3. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que a composição consiste em pelo menos 10 %em peso, de preferência pelo menos 50 % em peso, particularmente pelomenos 60 % em peso, particularmente preferido pelo menos 80 % em pesode estevensita, ou de um componente contendo estevensita.
4. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que está contido pelo menos um material, particu-larmente uma estevensita ou pelo menos um componente contendo este-vensita, com um teor de oxido de magnésio de 15 % em peso, de preferên-cia de pelo menos 17 % em peso, particularmente de pelo menos 20 % empeso.
5. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que a composição, além de estevensita, ou depelo menos um componente contendo estevensita, ainda contém querolitaou pelo menos um componente contendo querolita.
6. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que a estevensita ou pelo menos o componentecontendo estevensita é empregado na forma não ativada por ácido.
7. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que está contido pelo menos um material, particu-larmente uma estevensita, ou pelo menos um componente contendo este-vensita com uma superfície BET de pelo menos 80 m2/g, de preferência pelomenos 100 m2/g, particularmente pelo menos 110 m2/g.
8. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que está contido pelo menos um material, particu-larmente uma estevensita, ou pelo menos um componente contendo este-vensita com uma capacidade de troca de cátions (CEC) <40 meq/100g, depreferência < 35 meq/100 g, particularmente < 30 meq/100 g.
9. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que a capacidade trocadora de cátions (CEC) domaterial é >5 meq/100 g, de preferência > 10 meq/100 g, particularmente >-15meq/100g.
10. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que a composição consiste essencialmente oucompletamente em estevensita ou pelo menos um componente contendoestevensita.
11. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que o material e/ou a composição não contêmnenhum silicato em camadas formador de fibras.
12. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que está contido pelo menos um material, particularmente uma estevensita ou pelo menos um componente contendo este-vensita, com um teor de oxido de magnésio <40 % em peso, de preferência<35 % em peso, particularmente <30 % em peso.
13. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que na composição como outros componentesainda ainda está contido pelo menos um outro silicato em camadas.
14. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que pelo menos um outro silicato em camadasabrange silicatos em camada não modificados, acidamente ou alcalinamenteativados e/ou organicamente modificados.
15. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que pelo menos um outro silicato em camadas éescolhido do grupo das esmectitas, da atapulgita/paligorsquita, das vermiculitas, ilitas, das serpentinas/caulins, da pirofilitas ou dos silicatos em camada do tipo micá.
16. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que pelo menos um outro silicato em camadasabrange uma montmorilonita, particularmente uma bentonita, assim comomisturas naturais de atapulgita, assim como halosita.
17. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que o material ou pelo menos um componentecontendo estevensita contém estevensita como fase mineralógica principal.
18. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que além da composição são empregados outrosadsorventes de micotoxina, particularmente um silicato em camada não-ativado com ácido, como um cálcio-bentonita ou sódio-bentonita, e/ou umsilicato em camadas organófilo, particularmente uma bentonita organófila,e/ou um silicato em camada ativado por ácido, particularmente uma bentonita ativada por ácido, atapulgita ou hectorita.
19. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que os outros adsorventes de micotoxina estãopresentes em mistura com a composição.
20. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que as micotoxinas a serem adsorvidas abrangemuma ou mais toxinas, escolhidas do grupo das aflatoxinas, citrinina, ácidociclopiazônico, ocratoxina, patulina, substituintes de tricoteceno como nivalenol, deoxinivalenol, T-2 Toxina, HT-2 Tosina, fumonisina, zearalenona e ergotalcalóides.
21. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que as micotoxinas a serem adsorvidas, além deaflatoxina(as), ainda abrangem outras toxinas como ocratoxina, fumonisina,zearalenona, deoxinivalenol e/ou toxinas T-2- ou semelhantes a T-2.
22. Emprego de acordo com uma das reivindicações anteriores,caracterizado pelo fato de que, relativamente à quantidade do material contaminado por micotoxina a ser tratado, são empregados pelo menos 0,01 %em peso, de preferência pelo menos 0,05 % em peso, particularmente pelo menos 0,1 % em peso, da composição.
23. Adsorventes de micotoxina, contendo estevensita ou pelomenos um componente contendo estevensita e pelo menos um outro adsor-bente de micotoxina escolhido das querolitas ou componentes contendoquerolitas, dos silicatos em camada ativados acidamente ou alcalinamente,dos silicatos em camada não ativados com ácido e/ou silicatos em camadaorganófilos.
24. Adsorvente de micotoxina de acordo com a reivindicação 23ou composição como definida nas reivindicações 1 até 22 contendo alémdisso compostos orgânicos apropriados para adsorção de micotoxinas, comotrocadores de íons ou carvão ativo, assim como opcionalmente compostosorgânicos que possibilitam uma utilização aperfeiçoada de rações contendomicotoxinas ou estabilizam os processos metabólicos em animais, como vi-taminas, elementos traço e probióticos.
25. Preparado alimentício, contendo uma ração animal contami-nada por micotoxina e uma composição contendo estevensita ou pelo menosum componente contendo estevensita.
26. Processo para aperfeiçoamento da utilização de uma raçãocontaminada com micotoxina, caracterizado pelo fato de que são adminis-trados uma composição como definida em uma das reivindicações anterio-res, ou um adsorvente de micotoxina como definido na reivindicação 23 ou 24, a um animal antes, concomitantemente ou conjuntamente, ou após aração.
27. Processo de acordo com a reivindicação anterior, caracteri-zado pelo fato de que a composição ou o adsorvente de micotoxina é intro-duzido ou misturado na ração, antes da ingestão por um animal.
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