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BRPI0409810B1 - Máquina de tricotar circular, particularmente do tipo de diâmetro médio, com melhor atuação de agulha" - Google Patents

Máquina de tricotar circular, particularmente do tipo de diâmetro médio, com melhor atuação de agulha" Download PDF

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BRPI0409810B1
BRPI0409810B1 BRPI0409810-2B1A BRPI0409810A BRPI0409810B1 BR PI0409810 B1 BRPI0409810 B1 BR PI0409810B1 BR PI0409810 A BRPI0409810 A BR PI0409810A BR PI0409810 B1 BRPI0409810 B1 BR PI0409810B1
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BR
Brazil
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needle
sub
needle cylinder
machine according
cylinder
Prior art date
Application number
BRPI0409810-2B1A
Other languages
English (en)
Inventor
Ettore Lonati
Fausto Lonati
Tiberio Lonati
Original Assignee
Santoni & C Spa
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
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Publication date
Application filed by Santoni & C Spa filed Critical Santoni & C Spa
Publication of BRPI0409810A publication Critical patent/BRPI0409810A/pt
Publication of BRPI0409810B1 publication Critical patent/BRPI0409810B1/pt

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Description

Máquina de tricotar circular, particularmente do tipo de diâmetro médio, com melhor atuação de agulha Campo Técnico A presente invenção diz respeito a uma máquina de tricotar circular, particularmente do tipo de diâmetro médio, com melhor atuação de agulha.
Fundamentos da Invenção O campo de máquina de tricotar circular tem sempre sentido uma necessidade de reduzir ao máximo possível a altura do cilindro da agulha de maneira a reduzir sua inércia, a fim de poder aumentar sua velocidade de rotação e, portanto, aumentar correspondentemente a produtividade dessas máquinas.
Entretanto, esta necessidade vai de encontro a uma necessidade igualmente importante, que é versatilidade, isto é, a possibilidade de produzir em uma mesma máquina vários tipos de processos de tricotação, cuja execução geralmente implica no aumento do espaço ocupado implicado pela instalação de diversos acessórios em torno do cilindro da agulha, que inevitavelmente força um aumento na altura do cilindro da agulha, que, na prática, constitui a única variável dimensional que permite liberdade de projeto.
Além disso, em máquinas de tricotar circular, existe sempre a necessidade de melhorar o nível de qualidade dos artigos fabricados. Nos últimos anos, esta necessidade tem aumentado, também em virtude de as contínuas melhorias terem permitido que essas máquinas produzam itens que cada vez mais se aproximam dos itens acabados, reduzindo e, em algumas vezes, eliminando o uso de processos subseqüentes.
Além disso, em sistemas de atuação da agulha de máquinas deste tipo, notou-se que, em qualquer tipo de processo de tricotação, o talão das agulhas sempre encaixa os carnes de abaixamento, isto é, os carnes que abaixam a agulha no cilindro da agulha depois de encaixar o fio em uma descida ou alimentação da máquina, mesmo quando a agulha correspondente estiver excluída da tricotação em uma descida.
Este encaixe com os carnes de abaixamento produz movimentos indesejados da agulha e, se a agulha estiver segurando a malha previamente formada, esses movimentos podem alterar ou até mesmo quebrar os pontos, penalizando inevitavelmente a qualidade do produto.
Divulgação da Invenção A meta da presente invenção é solucionar os problemas supracitados provendo uma máquina de tricotar circular, particularmente do tipo de diâmetro médio, com um sistema de atuação da agulha particularmente simples que permite conter as dimensões axiais do cilindro da agulha sem penalizar a faixa de possíveis tipos de tricotação.
Dentro desta meta, um objetivo da invenção é fornecer uma máquina que possa operar a altas velocidades de rotação do cilindro da agulha e que possam portanto alcançar altos níveis de produção.
Um outro objetivo da invenção é fornecer uma máquina que, graças a uma contenção do peso total do cilindro da agulha e do sistema de atuação da agulha, possa operar sem problemas, mesmo no caso de máquinas de médio e grande diâmetro, com inversões no sentido de rotação do cilindro da agulha, permitindo que tipos de malha que jamais foram feitos até hoje nessas máquinas, tal como, por exemplo, a provisão de formas tridimensionais sem necessariamente ter que variar a compacidade da malha ou introduzir em regiões pré-estabelecidas partes de cursos adicionais de malha que exigem aparamento desagradável, que é negativo para a adequação do produto.
Esta meta e esses e outros objetivos que ficarão mais aparentes a seguir são alcançados por meio de uma máquina de tricotar circular, que compreende uma base que suporta um cilindro da agulha que pode ser atuado rotacionalmente em relação à dita base em torno de seu próprio eixo, que é orientado substancialmente na vertical; uma pluralidade de fendas axiais sendo formada na superfície lateral externa do cilindro da agulha, cada fenda acomodando uma agulha; mecanismos para atuar as agulhas sendo providos e interagindo com as ditas agulhas durante a rotação do cilindro da agulha em torno de seu próprio eixo a fim de atuar as agulhas ao longo da fenda axial correspondente do cilindro da agulha, tal que as agulhas formem a malha com pelo menos um fio dispensado nas agulhas em pelo menos uma descida ou alimentação da máquina, caracterizada em que os ditos mecanismos de atuação das agulhas compreendem, para cada agulha, uma sub-agulha arranjada na fenda axial correspondente do cilindro da agulha abaixo da agulha correspondente; a dita sub-agulha podendo ser conectada bilateralmente à agulha correspondente no seu movimento ao longo da fenda axial correspondente e tendo, ao longo de sua extensão, um talão que fica orientado radialmente em relação ao cilindro da agulha; a dita sub-agulha podem oscilar em um plano radial do cilindro da agulha a fim de passar de uma posição ativa, na qual ela é extraída radialmente com seu talão da fenda axial correspondente do cilindro da agulha de maneira a encaixar trajetos formados pelos carnes de atuação da sub-agulha, que ficam arranjados em torno do cilindro da agulha e que são adequados para produzir ou permitir um movimento da dita sub-agulha ao longo da fenda axial correspondente do cilindro da agulha, para uma posição inativa, na qual ela fica embutida com seu talão na fenda axial correspondente do cilindro da agulha de maneira a evitar o encaixe dos ditos carnes de atuação da sub-agulha; mecanismos de atuação sendo providos, os quais agem na dita sub-agulha para sua transição da dita posição ativa para a dita posição inativa, e vice-versa.
Descrição Resumida dos Desenhos Características e vantagens adicionais da invenção ficarão mais aparentes a partir da descrição de uma modalidade preferida, porém não exclusiva, da máquina de acordo com a invenção, ilustrada a título de exemplo não limitante nos desenhos anexos, em que: A figura 1 é uma vista em projeção plana esquemática de uma parte da caixa de carnes da máquina de acordo com a invenção em uma primeira condição operacional; A figura 2 é uma vista em projeção plana esquemática de uma parte da caixa de carnes da máquina de acordo com a invenção em uma segunda condição operacional; A figura 3 é uma vista em projeção plana esquemática de uma parte da caixa de carnes da máquina de acordo com a invenção em uma terceira condição operacional; A figura 4 é uma vista em projeção plana esquemática de uma parte da caixa de carnes da máquina de acordo com a invenção em uma quarta condição operacional A figura 5 é uma vista seccional axial esquemática do cilindro da agulha da máquina de acordo com a invenção, com uma sub-agulha na posição inativa; A figura 6 é uma vista seccional axial esquemática do cilindro da agulha da máquina de acordo com a invenção, ilustrando a transição da sub-agulha da posição inativa para a posição ativa; A figura 7 é uma vista seccional axial esquemática do cilindro da agulha da máquina de acordo com a invenção, com a sub-agulha na posição inativa; A figura 8 é uma vista seccional axial esquemática do cilindro da agulha da máquina de acordo com a invenção, com a sub-agulha na posição ativa, durante o içamento da agulha sobrejacente.
Maneiras de Realizar a Invenção Com referência às figuras, a máquina de tricotar circular de acordo com a invenção, designada no geral pelo número de referência 1, e mostrada apenas de forma esquemática e parcial, compreende, como os tipos conhecidos de máquinas, uma base, que não mostrada por questão de simplificação, e que suporta um cilindro da agulha 2, que pode girar em relação à base em torno de seu próprio eixo 2a, que fica orientado substancialmente na vertical. Múltiplas fendas axiais 3 são formadas na superfície lateral externa do cilindro da agulha 2, e cada fenda acomoda uma agulha 4. A máquina compreende mecanismos para atuar as agulhas 4, que estão descritos com mais detalhes a seguir e que interagem com as agulhas 4 durante a rotação do cilindro da agulha 2 em torno de seu próprio eixo 2a a fim de atuar as agulhas 4 ao longo da fenda axial correspondente 3, de maneira que as agulhas 4 formem a malha com pelo menos um fio, que é entregue às agulhas 4 em pelo menos uma descida ou alimentação 5, que fica arranjado lateralmente ao eixo 2a e no qual prolongamentos de fios 6 devidamente providos ficam posicionados.
De acordo com a invenção, os mecanismos de atuação das agulhas compreendem, para cada agulha 4, uma sub-agulha 7, que fica arranjada abaixo da agulha correspondente 4 na mesma fenda axial 3 do cilindro da agulha 2. A sub-agulha 7 é conectada bilateralmente, no seu movimento ao longo da fenda axial correspondente 3, isto é, paralela ao eixo 2a do cilindro da agulha 2, à agulha sobrejacente 4, e tem, ao longo de sua extensão longitudinal, um talão 7a, que fica orientado radialmente em relação ao cilindro da agulha 2. A conexão bilateral entre a agulha 4 e a sub-agulha 7 é obtida em virtude de um acoplamento geométrico particular entre a extremidade superior da sub-agulha 7 e a extremidade inferior da agulha 4. Este acoplamento, além de prover a dita conexão bilateral, permite que a sub-agulha 7 oscile em um plano radial do cilindro da agulha 2 a fim de passar de uma posição ativa, na qual ela é extraída radialmente com seu talão 7a da fenda axial correspondente 3 do cilindro da agulha 2, para uma posição inativa, na qual ela fica embutida com seu talão 7a na fenda axial correspondente 3.
Carnes de atuação da sub-agulha, designados no geral pelo número de referência 8, ficam voltados para a superfície lateral externa do cilindro da agulha 2 e dispostos em torno dela, em um nível que corresponde ao nível dos talões 7a das sub-agulhas 7, são acoplados rigidamente à base da máquina em relação ao movimento rotativo em torno do eixo 2a, e definem trajetos que são encaixados pelos talões 7a das sub-agulhas 7, quando elas estiverem na posição ativa, e vice-versa, não são encaixados pelos talões 7a das sub-agulhas 7 que estão na posição inativa. Os trajetos definidos pelos carnes de atuação 8 das sub-agulhas 7 são modelados de maneira a forçar ou permitir às sub-agulhas 7, cujos talões 7a se encaixam nos ditos trajetos, um movimento para cima e para baixo ao longo de uma fenda axial correspondente 3 do cilindro da agulha 2, em decorrência da rotação o cilindro da agulha 2 em torno do eixo 2a em relação ao dito carne 8. A agulha 4 também tem, ao longo de sua extensão longitudinal, um talão 4a que fica disposto radialmente em relação ao cilindro da agulha 2 e que pode encaixar os trajetos definidos pelos carnes de atuação da agulha, designados no geral pelo número de referência 9, e acoplado rigidamente à base da máquina no que diz respeito ao movimento rotativo em torno do eixo 2a. Os ditos trajetos são modelados de maneira a forçar ou permitir que as agulhas 4, cujos talões 4a encaixam os ditos trajetos, um movimento ascendente ou descendente ao longo da fenda axial correspondente 3 do cilindro da agulha 2, em decorrência da rotação do cilindro da agulha 2 em torno do eixo 2a em relação aos carnes 9.
Os mecanismos para atuar as agulhas 4 compreendem além disso mecanismos de atuação da sub-agulha que agem sob comando na sub-agulha 7 a fim de produzir sua transição da posição inativa para a posição ativa, ou vice-versa.
Os ditos mecanismos para atuar a sub-agulha 7 compreendem, para cada sub-agulha 7, um elemento de atuação adicional 10, que fica arranjado em cada uma das fendas axiais 3 abaixo da sub-agulha 7, e que pode se mover sob comando ao longo da fenda axial 3, isto é, paralela ao eixo 2a do cilindro da agulha 2, a fim de interagir com a extremidade inferior da sub-agulha 7 e produzir sua transição ou retenção na posição inativa ou na posição ativa. O elemento de atuação 10 compreende um seletor 11, que é provido ao longo de sua extensão longitudinal com pelo menos um talão 11a, 11b que se estende radialmente em relação ao cilindro da agulha 2. Na modalidade ilustrada, o seletor 11 é provido com dois talões, respectivamente, um talão inferior 11a e um talão superior 11b, que são mutuamente espaçados ao longo da extensão longitudinal do seletor 11. O seletor 11 pode oscilar em um plano radial em relação ao cilindro da agulha 2 a fim de passar de uma posição ativa, na qual ele se salienta radialmente com seu talão inferior 11a da fenda axial correspondente 3, para uma posição inativa, na qual ele fica embutido com seu talão inferior 11a na fenda axial correspondente 3. O talão superior 11b é constantemente extraído da fenda axial correspondente 3.
Os carnes de atuação do seletor, designados no geral pelo número de referência 12, ficam arranjados de maneira a ficar voltados para a superfície lateral externa do cilindro da agulha 2, e dispostos em torno dele, a um nível que corresponde ao nível dos seletores 11, e são acoplados rigidamente à base da máquina, no que diz respeito ao movimento rotativo em torno do eixo 2a. Os carnes de atuação do seletor 12 definem trajetos que podem ser encaixados pelo talão superior 11b e por um talão inferior 11a, quando ele estiver na posição ativa. Esses trajetos são modelados de maneira a forçar ou permitir que os seletores 11, cujos talões 11a, 11b encaixam os ditos trajetos, um movimento ascendente ou descendente ao longo da fenda axial correspondente 3 do cilindro da agulha 2 em decorrência da rotação do cilindro da agulha 2 em torno do eixo 2a em relação aos carnes 12. O talão superior 11b, que é constantemente extraído da fenda axial correspondente 3, é usada basicamente para atuar o abaixamento do seletor 11 por meio de uma parte dos carnes de atuação do seletor 12.
Os seletores 11 têm, de uma maneira per se conhecida, ao longo de sua extensão longitudinal, uma ou mais alças de seleção 11c, nas quais dispositivos de seleção 43a, 43b, 43c, 43d que ficam voltados para a superfície lateral externa do cilindro da agulha 2 agem sob comando a fim de produzir a transição do seletor correspondente 11 da posição ativa para a posição inativa. A transição dos seietores 11 da posição inativa para a posição ativa pode ser obtida de uma maneira similar à que ocorre para seietores oscilantes em tipos conhecidos de máquinas, por exemplo, em virtude dos carnes de extração 13, que ficam arranjados próximos à extremidade inferior do cilindro da agulha e que agem na extremidade inferior dos seietores 11. Os dispositivos de seleção, bem como os carnes de extração 13, ficam arranjados à montante de cada descida 5 da máquina ao longo do sentido de rotação do cilindro da agulha 2 em torno de seu eixo 2a em relação à caixa de carnes. A extremidade inferior da sub-agulha 7 é convenientemente modelada de forma complementar em relação à extremidade superior do elemento de atuação 10, tal que o movimento do elemento de atuação 10 ao longo da fenda axial correspondente 3 do cilindro da agulha 2 produza a transição da sub-agulha 7 da posição inativa para a posição ativa, ou vice-versa.
Convenientemente, a extremidade inferior da sub-agulha 7 tem uma forma de garfo, na qual uma primeira garra 14a se salienta para baixo em relação à segunda garra 14b. A primeira garra 14a fica além disso mais próximo do fundo, isto é, da parede direcionada para o eixo 2a, da fenda axial correspondente 3, do que a segunda garra 14b. A primeira garra 14a pode ser encaixada por uma parte superior do elemento de atuação 10 a fim de mover ou reter de forma estável a sub-agulha 7 na sua posição inativa, enquanto a segunda garra 14b pode ser encaixado pela parte superior do elemento de atuação 10 a fim de mover ou reter de forma estável a sub-agulha 7 na posição ativa.
Além disso, a parte superior do elemento de atuação 10 pode ser inserida entre as duas garras 14a, 14b da extremidade inferior da sub-agulha com o propósito exclusivo de reforçar a retenção da sub-agulha 7 na posição ativa.
Convenientemente, o elemento de atuação 10 compreende, além do seletor 11, um impulsor 15, que fica acomodado tal que ele possa deslizar dentro da fenda axial correspondente 3 do cilindro da agulha 2 entre o seletor 11 e a sub-agulha 7.
Na prática, a parte superior do elemento de atuação 10 que encaixa a extremidade inferior da sub-agulha 7 é constituída pela parte superior do impulsor 15. O impulsor 15 tem, ao longo de sua extensão longitudinal, um talão 15a que se salienta a partir da fenda axial correspondente 3 do cilindro da agulha 2 e que pode encaixar trajetos formados pelos carnes de atuação do impulsor, designados no geral pelo número de referência 16, que são rigidamente acoplados à base da máquina, no que diz respeito à rotação em torno do eixo 2a. Os trajetos definidos pelos carnes de atuação 16 dos impulsores são modelados de maneira a forçar ou permitir que os impulsores 15, cujos talões 15a encaixam os ditos trajetos, um movimento ascendente ou descendente ao longo da fenda axial correspondente 3 do cilindro da agulha 2 em decorrência da rotação do cilindro da agulha 2 em torno do eixo 2a em relação aos carnes 16. A parte superior de cada impulsor 15 tem, em uma região que fica espaçada para baixo da extremidade superior do dito impulsor 15, uma primeira região 17, que forma um plano inclinado em relação à extensão longitudinal da fenda axial correspondente 3 e que pode encaixar uma região correspondente 18 que forma um plano inclinado e que é provido na extremidade inferior da primeira garra 14a do garfo da sub-agulha 7, a fim de obter a transição da sub-agulha 7 da posição ativa para a posição inativa em decorrência do movimento descendente do impulsor 15 ao longo da fenda axial correspondente 3 do cilindro da agulha 2. A parte superior de cada impulsor 15 tem adicionalmente, na sua extremidade superior, uma segunda região 19, que forma um plano inclinado em relação à extensão longitudinal da fenda axial correspondente 3 e que pode encaixar uma região correspondente 20, que forma um plano inclinado e que é provido na extremidade inferior da segunda garra 14b do garfo da sub-agulha 7, a fim de obter a transição da sub-agulha 8 da posição inativa para a posição ativa em decorrência do movimento ascendente do impulsor 15 ao longo da fenda axial correspondente 3 do cilindro da agulha 2.
No garfo da extremidade inferior das sub-agulhas 7, as fendas axiais 3 têm, no seu fundo, uma região rebaixada 25 para conter o dito garfo e para permitir a oscilação da sub-agulha 7. Opcionalmente, a parte superior da dita região rebaixada 25 pode ser mais rasa do que a parte restante, de maneira a formar um suporte para a região bifurcada pelo menos na condição de içamento máximo da sub-agulha 7 que a retém de forma estável na posição ativa.
Os trajetos definidos pelos carnes de atuação do seletor 12 têm, à frente de cada descida 5 ao longo do sentido de rotação do cilindro da agulha 2 em torno do eixo 2a em relação à caixa de carnes, uma primeira parte de elevação 21 e uma segunda parte de elevação 22, na qual o pico é maior do que o pico na primeira parte de elevação 21 a fim de produzir o içamento, respectivamente, para cima, até um nível de içamento do ponto solto, e até um nível de içamento do ponto solto para a agulha sobrejacente 4. As partes de elevação 21 e 22 são para ser encaixadas pelo talão inferior 11a dos seletores 11 na posição ativa. À frente de cada descida ou alimentação 5 da máquina ao longo do sentido de rotação do cilindro da agulha 2 em torno de seu próprio eixo 2a em relação à caixa de carnes, existem quatro dispositivos de seleção: dois dos ditos mecanismos ficam localizados entre a primeira parte de elevação 21 e a segunda parte de elevação 22.
Preferivelmente, os carnes de formação da malha, também conhecidos como carnes de abaixamento, isto é, os carnes que produzem a descida das agulhas depois de encaixarem o fio em uma descida, na máquina de acordo com a invenção, são parte dos carnes de atuação 8 das sub-agulhas 7.
Os carnes de abaixamento podem ser móveis sob comando, de uma maneira per se conhecida, paralelos ao eixo 2a a fim de variar a compacidade da malha.
Preferivelmente, a máquina de acordo com a invenção tem quatro descidas ou alimentações 5, que são mutuamente espaçadas angularmente em torno do eixo 2a do cilindro da agulha 2.
Na máquina de acordo com a invenção, os mecanismos de atuação das agulhas 4 permitem simplificar a caixa de carnes e os elementos acessórios que ficam normalmente arranjados em torno do cilindro da agulha e, ao mesmo tempo, permitem realizar substancialmente todos os processos de tricotação atualmente disponíveis em máquinas de tricotar, obtendo-se resultados qualitativamente superiores, bem como processos de tricotação que atualmente não podem ser obtidos em máquinas de tricotar circulares que têm um diâmetro médio ou, mais especificamente, que têm um diâmetro compreendido substancialmente entre 17,78 e 60,96 centímetros (7 e 24 polegadas).
Sem alterar o fato de que a máquina de acordo com a invenção, com seus mecanismos de atuação das agulhas particulares, pode ser provida com qualquer diâmetro, e como uma máquina na qual o cilindro da agulha pode ser atuado com um movimento rotativo em um único sentido de rotação, sem fugir assim do escopo da proteção da presente invenção, os mecanismos particulares para a atuação das agulhas da máquina de acordo com a invenção permitem conter a altura e, portanto, a inércia do cilindro da agulha, permitindo sua atuação rotativa em torno de seu eixo 2a em ambos os sentidos de rotação. Os ditos mecanismos para a atuação das agulhas 4, em vista da maneira na qual eles são estruturados, podem ser usados para permitir que as agulhas 4 formem a malha em ambos os sentidos de rotação do cilindro da agulha 2 em torno de seu próprio eixo 2a em pelo menos uma descida 5. A modalidade da máquina de acordo com a invenção mostrada nos desenhos anexos, entretanto, diz respeito a uma máquina com um cilindro da agulha 2 que, dependendo das exigências da tricotação, pode ser atuado com um movimento contínuo em um sentido de rotação, ou no sentido oposto, ou com um movimento alternado (ou movimento oscilante) em torno de seu próprio eixo 2a.
Nesta modalidade, pelo menos uma descida e, preferivelmente, em cada descida, existem dois carnes de abaixamento mutuamente opostos 23 e 24 para abaixar as agulhas depois que o fio tiver encaixado na descida que está sendo considerada; os ditos carnes são projetados para ser usados respectivamente no movimento rotativo do cilindro da agulha 2 em uma direção ou na direção oposta. É possível usar, para a atuação do cilindro da agulha 2 com um movimento rotativo em torno de seu próprio eixo 2a, um motor elétrico de um tipo conhecido que permita inverter a rotação de seu eixo de saída, ou a dita inversão do movimento rotativo pode ser obtida em virtude de uma transmissão disposta entre o motor e o cilindro da agulha 2. O cilindro da agulha 2 pode ser provido, de uma maneira per se conhecida, com mecanismos para controlar sua posição angular em torno do eixo 2a, tais como, por exemplo, dispositivos tais como codificadores ou similares, de maneira a permitir controlar a posição das várias agulhas 4 em torno do eixo 2a durante a rotação do cilindro 2. A máquina é, preferivelmente, provida com um elemento de atuação e controle do tipo eletrônico programável, que supervisiona a operação dos vários elementos da máquina de forma a poder realizar a tricotação de acordo com programas pré-estabelecidos.
Os mecanismos para atuar as agulhas 4, descritos anteriormente, podem ser usados para atuar as agulhas 4 tal que elas formem a malha em ambos os sentidos de rotação do cilindro da agulha 2 em torno de seu próprio eixo 2a em todas as descidas 5.
As figuras 1 a 4, descritas com mais detalhes a seguir, ilustram em uma vista de projeção plana uma parte da caixa de carnes da máquina. A parte ilustrada diz respeito a um pouco mais de uma descida 5, e preferivelmente esta configuração dos carnes é repetida em relação a outras descidas da máquina.
Na prática, em uma máquina equipada com agulhas e mecanismos de atuação das agulhas de acordo com a invenção e destinados a ser usados para formar a malha em ambos os sentidos de rotação do cilindro da agulha 2 em torno de seu próprio eixo 2a, o arranjo e configuração dos carnes de atuação das agulhas 9, dos carnes de atuação das sub-agulhas 8, dos carnes de atuação do impulsor 16 e dos carnes de atuação do seletor 12 são preferivelmente simétricos em relação a um plano radial do cilindro da agulha que passa através de uma descida ou alimentação. Uma simetria similar também ocorre no arranjo dos dispositivos de seleção 43a, 43b, 43c, 43d. A máquina é completa com os elementos que são normalmente presentes em máquinas de tricotar circulares deste tipo, tais como afundadores, dispositivos de tracionamento do pano, vários sistemas de controle, etc.
Opcionalmente, a máquina pode ser equipada com agulhas 4, sub-agulhas 7 e impulsores 15 que têm comprimentos de talão mutuamente diferentes.
Meramente a título de exemplo, as figuras 1 a 4 ilustram quatro diferentes condições operacionais de uma agulha da máquina de acordo com a invenção. O sentido de rotação do cilindro da agulha 2 nas várias figuras está indicado pela seta 30. As partes dos trajetos dos talões dos vários elementos na posição ativa foram mostradas por meio de barras cheias, enquanto que as partes dos trajetos dos talões dos vários elementos na posição inativa foram mostradas por meio de linhas tracejadas. A agulha 4, a sub-agulha 7, o impulsor 15 e o seletor 11 foram mostrados, lateralmente em relação à parte da caixa de carnes, girados 90° em uma posição meramente exemplificativa, uma vez que a posição desses elementos pode variar de acordo com a atuação imposta, da maneira descrita a seguir. A figura 1 ilustra a condição na qual a agulha está excluída da malha em uma descida ou alimentação 5 da máquina. Para se obter esta condição, o seletor 11 da agulha 4 que está sendo considerada é retido na posição inativa por causa dos dispositivos de seleção. Desta maneira, o impulsor 15, à frente da descida que está sendo considerada, é primeiramente abaixado juntamente com a sub-agulha 7 e em seguida retornado para sua posição inferior, causando a transição da sub-agulha 7 para a posição inativa. Desta maneira, a agulha correspondente 4 passa com sua cabeça abaixo do plano de abaixamento dos afundadores da máquina.
Deve-se notar que, nesta condição operacional, o talão 7a da sub-agulha 7 não encaixa os carnes de abaixamento 23, 24, evitando-se assim até pequenos movimentos da agulha excluídos da malha, que ocorrem em tipos conhecidos de máquinas e causam ruptura acidental do pano, quando as agulhas que são excluídas da malha na alimentação que estão sendo considerados levarem malha formada em outras alimentações da máquina. A figura 2 ilustra a atuação de uma agulha 4 para formar um ponto solto.
Neste caso, o seletor 11 da agulha 4 que está sendo considerada é retido ou movimentado para a posição ativa por meio dos dispositivos de seleção, tal que seu talão inferior 11a encaixe tanto a parte de elevação 21 como a parte de elevação 22 do trajetos definido pelos carnes 12. Desta maneira, o impulsor 15, depois de ser levantado pelo movimento ascendente do seletor 11 encaixado na primeira parte de elevação 21 e assistido por um carne 31 dos carnes de atuação 16 do dito impulsor 15, é abaixado por um carne 32 que novamente pertence aos carnes 16 e causa transição momentânea da sub-agulha 7 para a posição inativa a fim de permitir que ela se mova além do carne de abaixamento 23 sem encaixá-lo. O levantamento adicional produzido pelo encaixe do impulsor 15 com o carne 33, que novamente pertence aos carnes de atuação 16 do impulsor 15, e do seletor com a parte de elevação 22, produz o içamento da agulha 4 até no ponto onde o laço previamente formado da malha é solto na haste da agulha 4 antes de a agulha 4 pegar o fio dispensado na descida que está sendo considerada e começar uma nova descida. A figura 3 ilustra a atuação de uma agulha para formar um ponto em prega.
Neste caso, o seletor 11, por meio dos dispositivos de seleção, se encaixa somente com a parte de elevação 21. Desta maneira, o impulsor 15 se comporta como na figura 2, exceto que, na descida 5, ele não recebe o movimento ascendente adicional que seria produzido pelo encaixe do seletor 11 com o carne 22. Por este motivo, a agulha 4 é levantada a uma menor extensão, e o laço da malha não desce na haste da agulha 4 antes de pegar um novo fio na descida ou alimentação que está sendo considerada, mas permanece no gancho da agulha 4, que forma um novo laço de malha. A figura 4 ilustra a atuação de uma agulha para formar um ponto livre.
Neste caso, a atuação dos vários elementos é similar à descrita com referência à figura 2, exceto que um carne móvel 35 é inserido de maneira a agir entre os carnes de atuação do impulsor 16, causando um maior içamento da agulha 4 antes de ela atingir a descida 5. O dito maior içamento da agulha 4 tem o efeito de causar a transferência do laço previamente formado da malha na haste da agulha 4 abaixo do fechamento. Nesta condição, a agulha 4 pode então ser atuada, em virtude do dispositivo de seleção 43d, de maneira a atingir um nível do ponto solto, ou pode ser retida em um nível do ponto em prega. Esses dois níveis de içamento da agulha 4 podem ser usados para fazer a agulha encaixar diferentes fios dispensados na descida 5, por exemplo, a fim de fazê-la encaixar dois fios, durante a realização do içamento do ponto solto, e um único fio, durante a realização do ponto em prega. A figura 4 ilustra o içamento da agulha 4 para o nível do ponto solto.
Deve-se notar que, na máquina de acordo com a invenção, os mecanismos de atuação das agulhas, constituídos pelas sub-agulhas, impulsores e seletores, e o arranjo e distribuição das funções dos carnes de atuação desses elementos permitem ter até quatro pontos de seleção, dois para cada sentido de rotação do cilindro da agulha em torno de seu próprio eixo, em cada alimentação da máquina, com dispositivos de seleção que podem ficar arranjados na mesma elevação vertical.
Além disso, o conjunto dos mecanismos de atuação das agulhas permite conter consideravelmente a altura do cilindro da agulha e, portanto, conter a inércia do cilindro da agulha, permitindo sua atuação com um movimento rotativo alternado, mesmo a velocidades relativamente altas, em torno de seu próprio eixo. A possibilidade de atuar rotacionalmente o cilindro da agulha em ambos os sentidos de rotação e, em particular, a possibilidade de atuar o cilindro da agulha com um movimento rotativo alternado em torno de seu próprio eixo permite produzir sem problemas formas tridimensionais nos artigos tubulares que podem ser produzidos com a máquina, e produzir regiões reforçadas sem variar a compacidade da malha e sem ter que produzir partes de cursos da tricotação para ser aparadas.
No movimento alternado, para produzir bolsas com contornos, é possível realizar a tricotação com progressivos aumentos e diminuições das agulhas ativas simplesmente usando as possibilidades de seleção das agulhas oferecidas pela máquina com programação adequada da operação dos dispositivos de seleção.
Além dessas possibilidades, a máquina de acordo com a invenção é capaz produzir malha intarsia, panos metalizados, malha Jacquard em três trilhas técnicas, tecidos desnudado, malha de ponto solto e malha de ponto livre.
Na prática, observou-se que a máquina de acordo com a invenção atinge completamente a meta visada, uma vez que um sistema de atuação das agulhas particulares permite simplificar a caixa de carnes, de forma a conter o espaço vertical do cilindro da agulha, para realizar processos de tricotação que podem ser feitos pelas máquinas hoje em dia comercialmente disponíveis e também processos de tricotação que atualmente não podem ser obtidos em máquinas circulares de diâmetro médio.
Em particular, o sistema de atuação das agulhas da máquina de acordo com a invenção é adequado para ser usado para realizar a atuação do cilindro da agulha em ambos os sentidos de rotação, permitindo produzir, mesmo em máquinas de diâmetro médio e grande, artigos que têm formas tridimensionais sem necessariamente lançar mão de variações na compacidade da malha e sem exigir a execução de partes adicionais de cursos com aparamento dos fios. A máquina de acordo com a invenção também permite realizar tricotação intarsia, isto é, tricotação com desenhos coloridos sem fios livres no lado contrário. A máquina de acordo com a invenção é, portanto, capaz de produzir itens de vestuário de qualidade superior em relação à que se pode obter com máquinas de tricotar circular de um tipo convencional. A máquina assim concebida é suscetível a inúmeras modificações e variações, todas as quais se enquadram no escopo das reivindicações anexas; além disso, todos os detalhes podem ser substituídos por outros elementos tecnicamente equivalentes.
Na prática, os materiais usados podem ser quaisquer, de acordo com as exigências e o estado da tecnologia de ponta.
As divulgações no pedido de patente italiano no. MI2003A000899 das quais este pedido reivindica prioridade estão aqui incorporadas como referência.

Claims (21)

1. Máquina de tricotar circular, que compreende uma base que suporta um cilindro da agulha (2) que pode ser atuado rotacionalmente em relação à base em torno de seu próprio eixo (2a), que fica orientado na vertical; uma pluralidade de fendas axiais (3) sendo formada na superfície lateral externa do cilindro da agulha (2), cada fenda (3) acomodando uma agulha (4); mecanismos (7, 8, 9, 10) para atuar as agulhas (4) sendo providos e interagindo com as ditas agulhas (4) durante a rotação do cilindro da agulha (2) em torno de seu próprio eixo (2a) a fim de atuar as agulhas (4) ao longo da fenda axial correspondente (3) do cilindro da agulha (2) tal que as agulhas (4) formem malha com pelo menos um fio dispensado nas agulhas (4) em pelo menos uma descida ou alimentação (5) da máquina, os ditos mecanismos de atuação das agulhas (7, 8, 9, 10) compreendem, para cada agulha, uma sub-agulha (7) arranjada em uma fenda axial correspondente (3) do cilindro da agulha (2) abaixo da agulha correspondente (4); a dita sub-agulha (7) sendo conectada bilateralmente à agulha correspondente (4) no seu movimento ao longo da fenda axial correspondente (3) e tendo, ao longo de sua extensão, um talão (7a) que fica orientado radialmente em relação ao cilindro da agulha (2); a dita sub-agulha (7) sendo capaz de oscilar em um plano radial do cilindro da agulha (2) a fim de passar de uma posição ativa, na qual a dita sub-agulha (7) é radialmente extraída de seu talão (7a) da fenda axial correspondente (3) do cilindro da agulha (2) de maneira a encaixar trajetos formados pelos carnes de atuação da sub-agulha (8), que ficam arranjados em torno do cilindro da agulha (2) e que são adequados para produzir ou permitir um movimento da dita sub-agulha (7) ao longo da fenda axial correspondente (3) do cilindro da agulha (2), a fim de atuar a agulha sobrejacente (4), para uma posição inativa, na qual ela fica embutida com seu talão (7a) na fenda axial correspondente (3) do cilindro da agulha (2) de maneira a evitar o encaixe dos ditos carnes de atuação da sub-agulha (8); mecanismos de atuação das sub-agulhas (10) sendo providos, os quais agem na dita sub-agulha (7) para sua transição da posição ativa para a posição inativa, e vice-versa; os ditos mecanismos para atuar a sub-agulha (7) compreende um elemento de atuação (10) que está disposto em cada uma das ditas fendas axiais (3) abaixo da sub-agulha correspondente (7) e pode mover-se por comando ao longo da fenda axial correspondente (3), a fim de interagir com a extremidade inferior da sub-agulha (7) e produzir a transição e retenção da dita sub-agulha (7) na dita posição ativa ou na dita posição inativa, caracterizado pelo fato da extremidade inferior da dita sub-agulha (7) ter a forma complementar à extremidade superior do dito elemento de atuação (10) a fim de mover a dita sub-agulha (7) da dita posição inativa para dita posição ativa, ou vice-versa como consequência de um movimento axial do dito elemento de atuação (10) ao longo da fenda axial correspondente (3) do cilindro de agulha (2) e em que a dita extremidade inferior da dita sub-agulha (7) é bifurcada, com uma primeira garra (14a) que se salienta para baixo em relação à segunda garra (14b); dita primeira garra (14a) encontra-se mais perto da parte inferior da fenda axial correspondente (3) do cilindro de agulha (2) do que a dita segunda garra (14b); a dita primeira garra (14a) é encaixada por uma parte superior do dito elemento de atuação (10) para movimentar ou reter estavelmente a dita sub-agulha (7) na sua posição inativa, e dita segunda garra (14b) estar encaixada pela parte superior do dito elemento de atuação (10) para movimentar ou reter estavelmente dita sub-agulha (7) na posição ativa.
2. Máquina de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a dita agulha (4) tem, ao longo de sua extensão, um talão (4a) que se salienta radialmente em relação ao cilindro da agulha (2) e que pode encaixar trajetos formados pelos carnes de atuação da agulha (9) que ficam arranjados em torno do cilindro da agulha (2) e que são adequados para produzir ou permitir o movimento da agulha (4) ao longo da fenda axial (3) correspondente do cilindro da agulha (2).
3. Máquina de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 e 2, caracterizada pelo fato de que o dito elemento de atuação (10) compreende um seletor oscilante (11), que é provido, ao longo de sua extensão, com pelo menos um talão (11a, 11b) que se salienta radialmente em relação ao cilindro da agulha (2), o dito seletor (11) sendo capaz de oscilar em um plano radial em relação ao cilindro da agulha (2) a fim de passar de uma posição ativa, na qual ele se salienta radialmente com seu talão (11a, 11b) do cilindro da agulha (2) de maneira a encaixar trajetos definidos pelos carnes de atuação (12) do seletor arranjados em torno do cilindro da agulha (2) e adequados para produzir ou permitir um movimento do seletor (11) ao longo da fenda axial (3) correspondente do cilindro da agulha (2), para uma posição inativa, na qual ele fica embutido com seu talão na fenda axial (3) correspondente do cilindro da agulha (2) de maneira a evitar o encaixe dos ditos carnes de atuação (12) do seletor, e vice-versa, pelo menos um dispositivo de seleção (43a - 43d) que age sob comando no dito seletor (11) para sua transição ou retenção na dita posição ativa ou na dita posição inativa sendo provido para cada uma das ditas descidas ou alimentações.
4. Máquina de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizada pelo fato de que o dito cilindro da agulha (2) pode ser atuado com um movimento rotativo em torno de seu próprio eixo (2a) em ambos os sentidos de rotação, e em que os ditos mecanismos de atuação das agulhas (7, 8, 9, 10) são adequados para permitir que as agulhas (4) formem malha em ambos os sentidos de rotação do cilindro da agulha (2) em torno de seu próprio eixo (2a), em pelo menos uma descida ou alimentação (5) da máquina.
5. Máquina de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizada pelo fato de que o dito cilindro da agulha (2) pode ser atuado com um movimento rotativo alternado em torno de seu próprio eixo (2a).
6. Máquina de acordo com uma ou mais das reivindicações 3 a 5, caracterizada pelo fato de que, para cada uma das ditas descidas ou alimentações (5), são providos quatro dispositivos de seleção (43a-43d), dois para cada sentido de rotação do cilindro da agulha (2) em torno de seu próprio eixo (2a), os ditos dispositivos agindo sob comando no dito seletor (11) para sua transição ou retenção na dita posição ativa ou na dita posição inativa.
7. Máquina de acordo com qualquer uma das reivindicações 3 a 6, caracterizada pelo fato de que a dita parte superior do dito elemento de atuação (10) pode ser inserida, no movimento do dito elemento de atuação ao longo da fenda axial (3) correspondente do cilindro da agulha (2), entre duas garras (14a, 14b) do garfo da extremidade inferior da dita sub-agulha (7).
8. Máquina de acordo com qualquer uma das reivindicações 3 a 7, caracterizada pelo fato de que a dita parte superior do dito elemento de atuação (10) tem, em uma região que fica espaçada da extremidade superior da dita parte superior, uma primeira região (17) que forma um plano inclinado em relação à extensão longitudinal da fenda axial (3) correspondente do cilindro da agulha (2) e que pode encaixar uma região (18) correspondente que forma um plano inclinado e que é provido na extremidade inferior da dita primeira garra (14a) do garfo da sub-agulha (7) para a transição da dita sub-agulha (7) da dita posição ativa para a dita posição inativa em decorrência do movimento descendente do dito elemento de atuação (10) ao longo da fenda axial (3) correspondente do cilindro da agulha (2).
9. Máquina de acordo com qualquer uma das reivindicações 3 a 8, caracterizada pelo fato de que a parte superior do dito elemento de atuação (10) tem, na sua extremidade superior, uma segunda região (19) que forma um plano inclinado em relação à extensão longitudinal da fenda axial (3) correspondente do cilindro da agulha (2) e que pode encaixar uma região (20) correspondente que forma um plano inclinado e que é provido na extremidade inferior da dita segunda garra (14b) do garfo da sub-agulha (7) para a transição da dita sub-agulha (7) da dita posição inativa para a dita posição ativa em decorrência do movimento ascendente do dito elemento de atuação (10) ao longo da fenda axial (3) correspondente do cilindro da agulha (2).
10. Máquina de acordo com qualquer uma das reivindicações 3 a 9, caracterizada pelo fato de que o dito elemento de atuação (10) compreende, além do dito seletor (11), um impulsor (15) que fica acomodado tal que ele possa deslizar na fenda axial (3) correspondente do cilindro da agulha (2) entre o dito seletor (11) e a dita sub-agulha (7), a dita parte superior do elemento de atuação (10) que pode encaixar a extremidade inferior da dita sub-agulha (7) sendo constituída pela parte superior do dito impulsor (15).
11. Máquina de acordo com a reivindicação 10, caracterizada pelo fato de que o dito impulsor (15) tem, ao longo de sua extensão, um talão (15a) que se salienta a partir da fenda axial (3) correspondente do cilindro da agulha (2) e que pode encaixar trajetos que são definidos pelos carnes de atuação (16) do impulsor arranjados em torno da superfície lateral externa do cilindro da agulha (2) e que são modelados de maneira a produzir um movimento dos ditos impulsores (15) ao longo das fendas axiais (3) correspondentes do cilindro da agulha (2).
12. Máquina de acordo com qualquer uma das reivindicações 3 a 11, caracterizada pelo fato de que os ditos carnes de atuação (8) da sub-agulha compreendem carnes de abaixamento para produzir o movimento descendente das agulhas (4) depois do encaixe do fio em cada uma das ditas descidas ou alimentações (5).
13. Máquina de acordo com as reivindicações 3 a 12, caracterizada pelo fato de que os trajetos definidos pelos ditos carnes de atuação (12) do seletor têm, à frente de cada descida ou alimentação (5), uma primeira parte de elevação (21) e uma segunda parte de elevação (22) cujo pico é maior do que o pico da dita primeira parte de elevação (21) para o movimento ascendente das agulhas (4), respectivamente, para um nível de içamento do ponto em prega e para um nível de içamento do ponto solto para a agulha sobrejacente, pelo menos um dispositivo de seleção sendo disposto entre a dita primeira parte de elevação (21) e a dita segunda parte de elevação (22).
14. Máquina de acordo com a reivindicação 13, caracterizada pelo fato de que dois dispositivos de seleção ficam arranjados seqüencialmente entre a dita primeira parte (21) de elevação e a dita segunda parte (22) de elevação dos carnes de atuação (12) do seletor, e que podem ser usados seletivamente, dependendo do sentido de rotação o cilindro da agulha (2) em torno de seu próprio eixo (2a).
15. Máquina de acordo com qualquer uma das reivindicações 3 a 14, caracterizada pelo fato de que o fundo de cada fenda axial (3) do cilindro da agulha (2) tem uma parte que pode ser encaixada pela dita sub-agulha (7) pelo menos na sua condição completamente içada a fim de reter a dita sub-agulha (7) na sua posição ativa.
16. Máquina de acordo com as reivindicações 14 e 15, caracterizada pelo fato de que os ditos dispositivos de seleção ficam arranjados a uma mesma altura.
17. Máquina de acordo com qualquer uma das reivindicações 3 a 16, caracterizada pelo fato de que compreende quatro descidas ou alimentações (5), que ficam mutuamente espaçadas angularmente em torno do eixo (2a) do cilindro da agulha (2).
18. Máquina de acordo com qualquer uma das reivindicações 3 a 17, caracterizada pelo fato de que os ditos mecanismos de atuação das agulhas (7, 8, 9, 10) são adequados para permitir que as agulhas (4) formem malha em ambos os sentidos de rotação do cilindro da agulha (2) em torno de seu próprio eixo (2a) em cada uma das descidas ou alimentações (5).
19. Máquina de acordo com as reivindicações 11 a 18, caracterizada pelo fato de que os ditos carnes de atuação (9) das agulhas, os ditos carnes de atuação das sub-agulhas (8), os ditos camesde atuação do impulsor (16) e os ditos carnes de atuação (12) do seletor têm configurações e arranjos que são simétricos em relação a um plano radial do cilindro da agulha (2) que passa através de uma descida ou alimentação (5).
20. Máquina de acordo com as reivindicações 3 a 19, caracterizada pelo fato de que os ditos dispositivos de seleção ficam arranjados simetricamente em relação a um plano radial do cilindro da agulha (2) que passa através de uma descida ou alimentação (5).
21. Máquina de acordo com qualquer uma das reivindicações 3 a 20, caracterizada pelo fato de que o dito cilindro da agulha (2) tem um diâmetro que fica compreendido substancialmente entre 17,78 cm (7 polegadas) e 60,96 cm (24 polegadas).
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