BRPI0409312B1 - aparelho e processo para produção de cloreto de vinila por craqueamento térmico de 1,2-dicloroetano - Google Patents
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Abstract
"aparelho e processo para produção de cloreto de vinila por craqueamento térmico de 1,2-dicloroetano". a presente invenção refere-se a um processo para a produção de cloreto de vinila por craqueamento térmico, no qual o balanço de energia, o tempo de operação de forno de craqueamento elou o redimento da reação são distintamente melhoradas em comparação com a técnica anterior. é estabelecida uma pressão de 1,4 a 2,5 mpa na bobina de craqueamento a uma temperatura de 450 a 55<198>c e, preaquecendo-se o edc (= 1,2dicloroetano) introduzido, inter alía o calor de dejeto da corrente de gás que sai do topo da coluna de resfiamento brusco é utilizado.
Description
A presente invenção refere-se a um processo para a produção de cloreto de vinila por craqueamento térmico de 1,2-dicloroetano (EDC) no qual foi possível melhorar o balanço de energia, o tempo de operação (intervalo de manutenção) do forno de craqueamento e/ou o rendimento do cloreto de vinila em comparação com a técnica anterior (conforme Tabela 1).
Processos para a produção de cloreto de vinila por craqueamento térmico são conhecidos, por exemplo, da DE 34.40.685. Essa última descreve o aquecimento de 1,2-dicloroetano na zona de condução de calor do forno de craqueamento, vaporizando-o com vapor em um trocador de calor externo (vaporizador de EDC) e alimentando-o na forma gasosa ao forno de craqueamento a uma temperatura de 195°C sob uma pressão de 1,3 MPa (processo de baixa pressão). Os gases de craqueamento são subseqüente- mente alimentados para desenvolvimento. Em todo o sistema, há uma baixa pressão do sistema de 1,3 MPa, que tem um efeito prejudicial; quando se remove ácido clorídrico é necessária uma alta energia de condensação uma vez que a condensação do gás tem que ser realizada a uma temperatura muito baixa. Adicionalmente, a alta energia térmica com a qual a corrente de gás de craqueamento sai do forno de craqueamento (494°C) não é posta em uso.
As desvantagens do processo são especialmente a) o alto consumo de força por tonelada do produto alvo para gerar a energia de refrigeração necessária para condensação e então remoção do subproduto ácido clorídrico b) o alto gasto de energia que a vaporização do EDC requer antes de ser alimentado ao forno de craqueamento e c) a maior requisição de energia no forno de craqueamento resultante da baixa temperatura de entrada do EDC no forno de craqueamento de aproximadamente apenas 195°C.
É também conhecido da EP 0 264 065 B1 um processo para a produção de cloreto de vinila por craqueamento térmico onde a energia térmica do gás de craqueamento (quer dizer, a corrente de gás que sai da zona de radiação do forno de craqueamento e a temperatura que naquele ponto é dita ser cerca de 496°C) é parcialmente utilizada por um trocador de calor no qual o EDC, que já passou através da zona de condução de calor do forno de craqueamento e foi assim aquecido, é vaporizado. Nesse caso também, entretanto, a energia térmica do vapor que sai da coluna de resfriamento brusco que se segue ao forno de craqueamento não é colocada em uso. Em adição, a pressão no forno de craqueamento é relativamente alta, (maior que 2,5 MPa, craqueamento de alta pressão), de forma que flutuações leves da temperatura levam a extremas flutuações de pressão. Por e- xemplo, flutuações de pressão no vaporizador de EDC após o forno de craqueamento, que afetam o tempo de reação e portanto o tempo de residência do dicloroetano no forno de craqueamento, não podem ser compensadas.
O objetivo da invenção é, portanto, fornecer um aparelho e um processo para a produção de cloreto de vinila por craqueamento térmico de 1,2-dicloroetano (EDC), no qual a eficiência econômica é melhorada em comparação com a técnica anterior.
A invenção refere-se a um aparelho para a produção de cloreto de vinila por craqueamento térmico de 1,2-dicloroetano, compreendendo pelo menos um forno de craqueamento, uma coluna de resfriamento brusco e um dispositivo de purificação nessa ordem, onde, na linha de alimentação através da qual 1,2-dicloroetano é alimentado à zona de radiação do forno de craqueamento, uma pressão predeterminada na faixa de 1,4 a 3,5 ou 1,5 a 3,5 ou 1,4 a 2,5 MPa é garantida e pelo menos um primeiro trocador de calor é arranjado por meio do qual as flutuações de pressão e as flutuações de temperatura na vaporização do EDC são compensadas.
A invenção também refere-se a um processo para a produção de cloreto de vinila por craqueamento térmico de 1,2-dicloroetano em um forno de craqueamento, no qual uma pressão média de 1,4 a 2,5 MPa é mantida no sistema e um trocador de calor que pode ser aquecido externamente e regulado separadamente é fornecido por meio do qual as flutuações de pressão e as flutuações de temperatura dentro do sistema podem ser compensadas.
Outras modalidades vantajosas da invenção serão aparentes das reivindicações auxiliares, da descrição e da Figura.
De acordo com uma modalidade do aparelho e do processo, o 1,2-dicloroetano é aquecido, antes de sua reação na zona de radiação do forno de craqueamento, usando o calor do gás de dejeto do resfriamento brusco, quer dizer, o dejeto de calor da corrente superior da coluna de resfriamento brusco. De acordo com uma forma especialmente preferida de implementação, outro dejeto de calor do sistema pode também ser usado para aquecer o 1,2-dicloroetano que deve ser introduzido na zona de radiação do forno de craqueamento. É especialmente vantajoso nesse caso para aquele sistema para aquecimento do EDC ser adicionalmente combinado com um trocador de calor que leva através da zona de condução de calor do forno de craqueamento e utiliza o dejeto de calor dos gases da chaminé do forno de craqueamento.
O primeiro trocador de calor pode também ser referido como um trocador de calor de retificação uma vez que, por exemplo, em adição à regulação da pressão, ele pode também ser usado como um trocador de vapor operado externamente a vapor para ajuste fino da necessidade de calor no craqueamento do EDC.
Esse primeiro trocador de calor, que também pode ser usado para o ajuste fino da temperatura do estoque de alimentação de 1,2- dicloroetano, é preferivelmente arranjado entre o segundo trocador de calor, pelo qual os gases de dejeto da corrente de topo da coluna de resfriamento brusco são colocados em uso, e um terceiro trocador de calor que é integrado na zona de condução de calor do forno de craqueamento.
Esse fornecimento externo de energia provou ser vantajoso para uma melhor regulação da pressão na unidade de craqueamento. Dessa forma, quer dizer, fornecendo-se energia externa, as flutuações de pressão na vaporização do EDC e portanto na linha de alimentação podem ser compen-sadas. É vantajoso nesse caso para um sistema de controle automático a ser fornecido que mede a pressão na vaporização do EDC e, se a pressão mudar, altera automática ou manualmente a temperatura do primeiro trocador de calor aquecido externamente de tal forma que a pressão retorna para um valor predeterminado.
De acordo com uma forma de implementação especialmente preferida, o 1,2-dicloroetano é aquecido até quase a sua temperatura de e- bulição em três etapas, utilizando o teor de energia dos gases quentes de craqueamento e dos gases da chaminé do forno de craqueamento: - no segundo trocador de calor, que utiliza o calor de dejeto da coluna de resfriamento brusco, o 1,2-dicloroetano líquido é aquecido até a- proximadamente 120-150°C pela mistura de vapor saturado (compreendendo principalmente cloreto de vinila, ácido clorídrico e 1,2-dicloroetano não reagido) que sai do topo da coluna de resfriamento brusco. - no primeiro trocador de calor (trocador de calor de retificação = trocador de calor operado com vapor para regular a pressão e/ou para o a- juste fino da necessidade de calor no craqueamento do EDC), o 1,2- dicloroetano líquido é também aquecido externamente por vapor, - em um terceiro trocador de calor na zona de condução de calor do forno de craqueamento, o 1,2-dicloroetano, que ainda está líquido, é a- quecido pelos gases da chaminé do forno de craqueamento até 200-250°C.
O 1,2-dicloroetano que ainda está líquido após o processo de aquecimento de 3 etapas é vaporizado em um assim chamado "vaporizador de EDC" externo usando-se o calor de dejeto dos gases quentes do craqueamento tendo uma temperatura de 450-550°C emitidos pelo forno de cra-queamento, sob uma pressão de 1,4 a 3,5 MPa, preferivelmente de 1,4 a 2,5 MPa e especialmente de 1,6 a 2,2 MPa.
O então gasoso 1,2-dicloroetano é passado na zona de radiação do forno de craqueamento e aquecido até acima de 450°C entre 5 - 10 segundos, preferivelmente entre 6-7 segundos. O fornecimento de energia para o forno de craqueamento é preferivelmente distribuído como segue: 1a linha de queimadores (entrada do EDC) 30-70% linha(s) de queimador(es) intermediários 20-40% última linha de queimador (saída do gás do craqueamento) 10-20%
O tempo de residência total do EDC na zona de radiação do for no de craqueamento deve ser de 15-30 segundos, preferivelmente 18-23 segundos. O gás do craqueamento a quente tendo uma temperatura de 450°C a 550°C é passado através do vaporizador externo de EDC e posteriormente é resfriado até uma temperatura de vapor saturado na coluna de resfriamento brusco por resfriamento direto com uma mistura líquida de 1,2- dicloroetano, cloreto de vinila e ácido clorídrico dissolvido. A pressão na coluna de resfriamento brusco é 1,4-2 MPa, preferivelmente 1,5-1,7 Mpa.
A corrente do topo do resfriamento é vantajosamente usada pa ra preaquecer o 1,2-dicloroetano líquido e é então resfriada para 50-60°C com água de resfriamento por meio de resfriadores a ar. A corrente de gás e a corrente líquida para o sistema de resfriamento são então alimentadas para destilação para separar o ácido clorídrico, cloreto de vinila e o 1,2- dicloroetano que não reagiu. Na primeira etapa, o ácido clorídrico é separado do cloreto de vinila e do 1,2-dicloroetano sobre o topo da coluna. Devido à pressão de resfriamento de 1,5-1,7 MPa, a primeira coluna de destilação é operada a 1,2 MPa e ~25°C no topo.
Na porção superior da zona de condução de calor do forno de craqueamento, pode ser obtido o vapor e/ou o ar de combustão para o forno de craqueamento poder ser preaquecido, enquanto os gases da chaminé são simultaneamente resfriados.
Surpreendentemente, foi descoberto que a aderência aos parâ metros específicos de operação, especialmente uma pressão na bobina de craqueamento de 1,6-1,9 MPa, para um rápido aquecimento do 1,2- dicloroetano na primeira porção da zona de radiação e aderência aos acima descritos tempos de residência e/ou uma descarga específica nos segmentos individuais do forno de craqueamento reduzem drasticamente a formação de subprodutos e ao mesmo tempo prolongam o tempo de operação do forno. A saída de refrigeração necessária para liquefazer o material de retorno é, em virtude da pressão na primeira coluna de destilação, apenas 35,4 kW/t do produto almejado.
O rendimento do EDC obtido (rendimento do cloreto de vinila com base no 1,2-dicloroetano puro reagido) conforme o processo descrito é de 99,5%. Devido à alta temperatura de entrada do 1,2-dicloroetano na zona de radiação do forno de craqueamento o consumo de energia primária no formo de craqueamento é também muito baixo em comparação com outros 5 processos conhecidos.
A Tabela a seguir apresenta a invenção em comparação com a técnica anterior DE 34 40 685 e EP 0 264 065 discutidas na introdução; Tabela: Avaliação dos Resultados dos Testes Definições: formação de subprodutos = soma de todos os subprodutos re sultantes do craqueamento de 1,2-dicloroetano rendimento do 1,2-dicloroetano = rendimento do cloreto de vinila com base no 1,2-dicloroetano puro reagido consumo total de energia: energia primária total usada no forno de craqueamento (reator de tubo) na forma de gás de aquecimento ou óleo de aquecimento consumo de energia na vaporização do EDC: energia usada para aquecer o 1,2-dicloroetano no vaporizador de EDC até a temperatura de ebulição e para a vaporização total da corrente de 1,2-dicloroetano para o forno de craqueamento (reator de tubo); no caso de craqueamento de alta pressão e da invenção essa energia é extraída do gás de craqueamento a- pós ele deixar o reator de tubo, no caso do craqueamento a baixa pressão essa energia é fornecida externamente por meio de vapor. tempo de operação do forno = o tempo após o qual a reação tem que ser descontinuada de forma a limpar o forno de craqueamento (reator de tubo). saída de refrigeração para liquefazer o ácido clorídrico no topo da coluna de HCI = energia elétrica que tem que ser usada para gerar frio de forma a condensar a quantidade de ácido clorídrico necessária como material de retorno na primeira coluna de destilação (coluna de HCI).
A apresentação tubular mostra visivelmente que o método conforme a invenção aqui descrito torna possível pela primeira vez obter-se as três vantagens decisivas do craqueamento a baixa pressão, um alto rendimento, uma baixa taxa de formação de subprodutos e um longo tempo de operação do forno, com um consumo de energia que suporta uma comparação com craqueamento a alta pressão.
A invenção será também descrita abaixo em relação a uma Figura que mostra um diagrama de fluxo de um processo e, ao mesmo tempo, uma ilustração esquemática do arranjo de um aparelho para a produção de cloreto de vinila.
A Figura está dividida em duas partes A e B. Na primeira parte A, são mostrados o forno de craqueamento e a unidade de vaporização que fazem uso primário do calor de dejeto da corrente de gás de craqueamento. Na segunda parte B, podem ser vistas a coluna de resfriamento brusco e as linhas de alimentação para a unidade de purificação.
O processo pode ser realizado, por exemplo, como segue: 42 t/h de 1,2-dicloroetano a uma temperatura de 120°C são trazidas até uma pressão de 3,6 MPa por meio de uma bomba 1 (folha B) e pré S8 aquecidos a aproximadamente 160°C através do segundo trocador de calor 7 (folha B), que é aquecido por vapor saturado da corrente de gás da coluna de resfriamento brusco, e através do primeiro trocador de calor e do trocador de calor de retificação 2 (folha A) que é necessário para regular a pressão no vaporizados de EDC, e são alimentados à zona de condução de calor 3 (folha A) do forno de craqueamento 1 (folha A). Na zona de condução de calor 3, o 1,2-dicloroetano é aquecido até 230°C por meio dos gases de chaminé e, dependendo do estado de enchimento do vaporizador externo de 1,2-dicloroetano, é passado através de uma válvula de regulagem no vaporizador de EDC 4 (folha A). Por meio do craqueamento de gases contendo cloreto de vinila quente, tendo uma temperatura de aproximadamente 490°C que fluem através dos tubos do vaporizador externo de 1,2-dicloroetano, o 1,2-dicloroetano é aquecido até a temperatura de ebulição e vaporizado a uma pressão de 2,2 MPa. O 1,2-dicloroetano quente tendo uma temperatura de 232°C é alimentado através de uma válvula de regulagem até a porção superior da zona de radiação 5 do forno de craqueamento 1 (folha A), O forno de craqueamento 1 é disparado, por exemplo, com 1270 N/m3 de gás natural. A distribuição do gás de aquecimento para as 4 linhas de queimadores é, por exemplo, como segue: 1a linha topo (entrada do EDC) aproximadamente 40% da quantidade total de gás natural 2a linha topo/meio aproximadamente 30% da quantidade total de gás natural 3a linha fundo/meio aproximadamente 18% da quantidade total de gás natural 4a linha fundo (saída do gás de craqueamento) aproximadamente 12% da quantidade total de gás natural.
A conversão total de 1,2-dicloroetano para cloreto de vinila no exemplo atualmente realizado foi de 55,9%.
A corrente de gás de craqueamento, consistindo em cloreto de vinila, 1,2-dicloroetano, ácido clorídrico e subprodutos, flui a aproximada-mente 490°C fora da zona de radiação do forno de craqueamento para o vaporizador externo de EDC.
A corrente é resfriada até 260°C no vaporizador pela vaporização do EDC e é alimentada a uma coluna de resfriamento brusco 6 (folha B). A pressão no topo da coluna de resfriamento brusco 6 é de 1,6 MPa. O gás de craqueamento que foi saturado por meio de uma mistura líquida de 1,2- dicloroetano, cloreto de vinila e ácido clorídrico é parcialmente condensado em um resfriador a ar 8 (folha B). Enquanto regula seu nível, o líquido é bombeado do recipiente de reciclagem 9 (folha B) por meio de uma bomba até uma coluna na qual o HCI é separado acima do topo do VCM, do EDC não reagido e dos subprodutos. A corrente do gás não condensado é resfriada em um outro trocador de calor 10 (folha B) e da mesma forma alimentado ao processo de separação por destilação acima mencionado.
A corrente de fundo da coluna de resfriamento brusco 6 é alimentada em um recipiente de "flash” de uma etapa 11 (folha B) para separação dos sólidos. A corrente de topo livre de sólidos do recipiente de "flash" é condensada em um trocador de calor 12 (folha B) e bombeada para a acima mencionada coluna de destilação. A corrente de fundo do recipiente de "flash" livre de cloreto de vinila e livre de ácido clorídrico é entregue para purificação do EDC por destilação.
Para todo o sistema descrito aqui como exemplo um saldo de subproduto foi sacado como segue: análise da alimentação de 1,2-dicloroetano ao forno de craqueamento análise da corrente de ácido clorídrico da coluna de HCI para a óxi-cloração análise da corrente de fundo da coluna de HCI para a coluna de cloreto de vinila análise da corrente de fundo do recipiente de "flash" para a coluna de vácuo.
O saldo de subprodutos correspondente ao Exemplo 1 dá 11 kg de subprodutos por tonelada do produto almejado (cloreto de vinila) a uma conversão de craqueamento de 55,9%. O rendimento de 1,2-dicloroetano foi St) de 99,52% (em peso).
O tempo de operação do forno de craqueamento até a última operação de limpeza foi de 19 meses.
Os consumos de energia foram como segue: -consumo de energia do craqueamento de EDC: 904 kW/t de cloreto de vinila -consumo de energia para vaporização de 1,2-dicloroetano por meio de gás de craqueamento (já incluído nos 904 kW/t) -energia elétrica para liquefazer o ácido clorídrico no topo da 10 primeira coluna de destilação: 35,4 kW/t de cloreto de vinila * De acordo com outras modalidades do processo, em aditamento a ser usado para aquecer o EDC, a zona de condução de calor do forno de craqueamento serve para gerar vapor e/ou para aquecer o ar de combustão.
Uma outra modalidade determina que o resfriamento dos gases 15 de craqueamento ocorre para a maior parte dentro do resfriamento pelo con- * tato direto dos gases quentes de craqueamento com o EDC líquido resfriado, cloreto de vinila e ácido clorídrico, os quais, por exemplo, são pulverizados no resfriamento em contra-corrente.
Uma outra forma de implementação determina que oresfriamen- 20 to dos gases de craqueamento ocorre para a maior parte dentro do resfriamento nas chapas da coluna que são carregadas com EDC líquido resfriado do topo e em contra-corrente com os gases de craqueamento.
Uma outra forma de implementação do processo é caracterizada pelo fato de que a distribuição do meio de aquecimento do forno de cra- 25 queamento para as linhas individuais de queimadores é regulada pela medição da temperatura do produto por segmento do forno de craqueamento e conseqüentemente regulando-se o fornecimento de combustível.
Uma outra modalidade do processo é caracterizada pelo fato de que o primeiro estágio de destilação para remoção de ácido clorídrico é ope- 30 rado sob uma pressão de condensação de 1,1 a 1,3 MPa e a uma temperatura de condensação de -22°C a -26°C.
Uma outra modalidade do processo é caracterizado pelo fato de que a corrente contendo altos "boilers"e sólidos que são emitidos do fundo da coluna de resfriamento brusco é livrada dos sólidos em um vaporizador de uma etapa e é alimentado por uma bomba à coluna para remoção do ácido clorídrico. A corrente contendo sólidos e os altos "boilers"que foram livrados de cloreto de vinila e do ácido clorídrico é alimentado à destilação para recuperar o 1,2-dicloroetano.
Uma outra forma de implementação do processo é caracterizada pelo fato de que a corrente contendo altos "boilers"e sólidos que são e- mitidos no fundo da coluna de resfriamento brusco é pré-purificada em um recipiente de sedimentação para remover partículas sólidas brutas e é então dividida em uma coluna de destilação em uma corrente de fundo livre de á- cido clorídrico e livre de cloreto de vinila, que consiste na maior parte do EDC, e uma corrente de topo livre de sólidos, que contém a proporção total de ácido clorídrico e cloreto de vinila. A corrente de destilados que foi livrada dos sólidos é alimentada, por exemplo, por uma bomba até a coluna para remoção do ácido clorídrico. A corrente de fundo contendo sólidos e altos "boilers"que foi livrada do cloreto de vinila e do ácido clorídrico é então alimentada para a destilação, por exemplo, para recuperar 1,2-dicloroetano.
Uma outra forma de implementação do processo é caracterizada pelo fato de que a corrente contendo altos "boilers"e sólidos que é emitida do fundo da coluna de resfriamento brusco é livrada dos sólidos em um vaporizador de duas etapas e é alimentada por uma bomba à coluna para separação do cloreto de hidrogênio. A corrente contendo sólidos e altos "boi-lers"que foi livrada do cloreto de vinila e do ácido clorídrico é então opcionalmente alimentada à destilação para recuperar 1,2-dicloroetano.
Uma outra forma de implementação do processo é caracterizada pelo fato de que, no primeiro estágio de destilação, uma mistura de ácido clorídrico e cloreto de vinila é removida sobre o topo como material destilado e uma mistura de cloreto de vinila e 1,2-dicloroetano é removida através do fundo da coluna.
Uma forma de implementação do aparelho é caracterizada pelo fato de que ele compreende um trocador de calor de retificação, um forno de craqueamento de EDC compreendendo uma zona de condução de calor e uma zona de radiação, uma coluna de resfriamento brusco tendo um trocador de calor no topo, um resfriador a ar e/ou a água como condensador do topo do resfriamento, pelo menos um receptor de bomba, um recipiente de fundo flash de resfriamento, um condensador de fundo de resfriamento e um tocador de calor para resfriar a corrente do gás de topo do resfriamento antes de ele entrar na destilação.
Por meio da invenção descrita aqui é possível pela primeira vez melhorar o balanço de energia do craqueamento térmico de 1,2- dicloroetano, para reduzir o tempo de residência dos gases no forno de craqueamento, para restringir a formação de subprodutos e portanto prolongar o tempo de operação do forno de craqueamento, quer dizer, o intervalo de tempo entre dois períodos de manutenção.
A invenção refere-se a um processo para a produção de cloreto de vinila por craqueamento térmico, no qual o balanço de energia, o tempo de operação do forno de craqueamento e/ou o rendimento da reação são aumentados distintamente em comparação com a técnica anterior. Uma pressão de 1,5 a 3,5 MPa é estabelecida na bobina de craqueamento a uma temperatura de 450 a 550°C e, pré aquecendo-se o EDC (=1,2- dicloroeta- no) introduzido, inter alia o calor de dejeto da corrente de gás que sai do topo da coluna de resfriamento brusco é utilizado.
Claims (11)
1. Processo para produção de cloreto de vinila por craqueamento térmico de 1,2-dicloroetano em um forno de craqueamento, no qual uma pressão média de 1,4 a 2,5 MPa é mantida no sistema, o referido processo sendo caracterizado pelo fato de que um trocador de calor (2) externamente aquecível e separadamente regulável é fornecido por meio do qual as flutuações de pressão e as flutuações de tem-peratura dentro do sistema podem ser compensadas, sendo que um segundo trocador de calor (7), na linha de alimentação de EDC, serve para aquecer o EDC que será introduzido no primeiro trocador de calor (2), e sendo que um terceiro trocador de calor (3) aquece o EDC para 200-250°C.
2. Processo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que um segundo trocador de calor (7) leva o EDC para 120- 150%}.
3. Processo, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que a pressão na bobina de craqueamento, na zona de radiação (5) do forno de craqueamento, é de 1,6 a 2,2 MPa.
4. Processo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que a pressão na bobina de craqueamento, na zona de radiação (5) do forno de craqueamento, é de 1,8 a 2,1 MPa.
5. Processo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que a temperatura na bobina de craqueamento, na zona de radiação (5) do forno de craqueamento, é de 450 a 550%}.
6. Processo, de acordo com a qualquer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizado pelo fato de que o EDC é introduzido no forno de cra-queamento na forma gasosa.
7. Processo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 6, caracterizado pelo fato de que o EDC é aquecido no forno de craqueamento até pelo menos 450%} durante 5 a 10 segundos.
8. Processo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 7, caracterizado pelo fato de que o tempo total de residência do EDC, na zona de radiação (5) do forno de craqueamento, é de 15 a 30 segundos.
9. Processo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, caracterizado pelo fato de que o fornecimento de energia para o forno de craqueamento é implementado em três estágios de linhas de queimadores, dos quais cada estágio pode compreender um ou mais queimadores, o primeiro estágio de linha de queimador, na entrada do EDC, fornecendo de 30 a 70%, o segundo estágio médio de linha de queimador fornecendo de 20 a 40% e o terceiro estágio de linha de queimador, na saída dos gases de craqueamento, fornecendo de 10 a 20%.
10. Processo, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes 1 a 9, caracterizado pelo fato de que a pressão, na coluna de resfriamento brusco (6), é de 1,4 a 2 MPa.
11. Aparelho para condução do processo, como definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 10, caracterizado pelo fato de que compreende: pelo menos um forno de craqueamento, uma coluna de resfriamento brusco (6), e um dispositivo de purificação, nesta ordem, sendo que, na linha de alimentação através da qual 1,2- dicloroetano é alimentado, na zona de radiação (5) do forno de craqueamento, uma pressão predeterminada na faixa de 1,4 a 2,5 MPa é garantida, e pelo menos um primeiro trocador de calor (2) é arranjado por meio do qual flutuações de pressão e flutuações de temperatura, na vaporização do EDC, são compensadas, e sendo que um segundo trocador de calor (7), operado pelo menos parcialmente pelo calor de dejeto da coluna de resfriamento brusco (6), é adicionalmente arranjado na linha de alimentação, e sendo que um terceiro trocador de calor (3), operado pelo menos parcialmente pelo calor de dejeto dos gases da chaminé, presentes na zona de condução (5) de calor do forno de craqueamento, é adicionalmente arranjado na linha de alimentação.
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