BRPI0009294B1 - sistema de calibração de medidor de fluxo com técnica de otimização estatística - Google Patents
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Abstract
"sistema de calibração de rotâmetro com técnica de otimização estatística". um sistema de calibração de rotâmetros (100) usa vários medidores de vazão de efeito coriolis (216, 218, 220, 222, 324, 326, 328 e 330) formados em duas disposições (112, 116) para calibrar um medidor em teste (14). o método de operação do sistema (p500) ajusta as vazões para os níveis ótimos para certeza da medida, e realiza uma análise estatística permitindo que o sistema seja usado mesmo na calibração de outros rotâmetros coriolis.
Description
"SISTEMA DE CALIBRAÇÃO DE MEDIDOR DE FLUXO COM TÉCNICA DE OTIMIZAÇÃO ESTATÍSTICA" CAMPO DA INVENÇÃO A presente invenção se refere a sistemas que são usados na calibração de medidores de fluxo, com a finalidade de garantir precisão do medidor que é calibrado. Mais especificamente, o sistema usa análise estatística para calibrar medidores de fluxo volumétricos, medidores de fluxo de massa, densitômetros e viscosimetros em situações nas quais o medidor que está sendo calibrado pode ser do mesmo tipo que o medidor padronizado.
PROBLEMA É freqüentemente desejável realizar manutenção periódica nos medidores de fluxo que são colocados em uso. Um aspecto dessa manutenção é calibrar os medidores, com a finalidade de garantir dados de medida precisos e confiáveis. Como usado na discussão abaixo, o termo "medidor padrão" é definido aqui para significar um medidor que tenha sido calibrado de acordo com padrões precisos, quando essa calibração permite que o medidor seja usado como uma ferramenta de medida padrão, para uso na calibração de outros medidores. O termo "medidor útil" se refere a um medidor que, normalmente em uso, obtém dados de medida para uma finalidade especifica, mas requer, periodicamente, calibração para garantir a precisão desses dados de medida. Um medidor padrão é também um medidor útil, no sentido de que o medidor padrão está normalmente em uso obtendo dados de medida com a finalidade de calibrar outros medidores, e um próprio medidor padrão requer calibração periódica. A finalidade de uma tentativa de calibração de medidor é determinar um fator de calibração de fluxo, que é usado para converter sinais eletrônicos em medidas diretas de massa, volume e outras informações do medidor em teste. Os medidores Coriolis e os medidores de deslocamento positivo são conhecidos na técnica como medidores lineares, isto é, o fator de calibração de fluxo é uma constante com relação à taxa de fluxo. Outros medidores, incluindo medidores de orifício, medidores de fluxo e vértice magnético são medidores não lineares, nos quais o fator de calibração de fluxo varia com a taxa de fluxo. O processo de calibração acarreta, tipicamente, a remoção do medidor de uso, para transporte para uma instalação de testes, na qual o medidor é limpo, reparado caso necessário, e submetido a medidas de teste. As medidas de calibração mais comuns envolvem, usualmente, o uso de um sistema desviador gravimétrico, para que o fluxo pelo medidor em teste de um fluido padrão tenha propriedades do fluido intrínsecas e extrinsecas precisamente conhecidas, por exemplo, temperatura, densidade, viscosidade e volume. O medidor em teste realiza medidas de fluxo nesse fluido, e essas medidas são checadas contra as propriedades do fluido conhecidas. Os sistemas desviadores gravimétricos podem ser projetados com a finalidade de teste por uma ampla faixa de taxas de fluxo, mas a estrutura adicional que é necessário para proporcionar essa funcionalidade é tão grande que torna o transporte dos sistemas impraticável. O uso de sistemas desviadores gravimétricos para testar os medidores de fluxo é relativamente intenso em tempo e caro. Os próprios sistemas desviadores gravimétricos ocupam volumes de espaço relativamente grandes. A perda de tempo, espaço e dinheiro pode ser reduzida por calibração de medidores muito precisos, isto é, medidores padrão, contra padrões gravimétricos, para uso subseqüente na calibração de outros medidores em teste. Durante a realização dos testes de calibração, esses medidores padrão são ligados em série com o medidor em teste, para realizar as medidas simultâneas de fluxo. Os dados de medida do medidor em teste são usados em cálculos com as informações da medida do medidor padrão no mesmo volume de fluido, para proporcionar ou confirmar um fator de calibração de fluxo para o medidor em teste.
Os medidores de fluxo não podem ser nunca seguros em proporcionar dados de medida que sejam completamente precisos, porque há sempre pequenas incertezas na saida do medidor. Por exemplo, muitos medidores de fluxo Coriolis vendidos pela Micro Motion, Inc., de Boulder, Colorado, são especificados para serem precisos dentro de 0, 1 por cento da taxa de fluxo mássica total dentro de uma faixa de taxas de fluxo operacional selecionada. Muitos desses medidores são capazes de uma precisão ainda mais notável a menos do que 0,01 por cento dentro de subpartes dessa faixa. Não há nenhum único medidor de fluxo que proporcione esse nivel de precisão notável em todas as taxas de fluxo. Os medidores de fluxo de Coriolis foram projetados para realizar medidas de taxa de fluxo de massa em fluxos variando de menos do que 0,05 kg/min (0,1 lb/min) a mais do que 11.000 kg/min (25.000 lb/min).
Os medidores de fluxo mássicos de efeito Coriolis são bem conhecidos e foram descritos em várias patentes, por exemplo, nas patentes U.S. 4.444.059, 4.491.025 e 4.422.338 de Smith, todas descrevendo medidores de taxa de fluxo mássicos que usam tubos vibratórios para conferir os efeitos Coriolis mensuráveis, que são relacionados com a taxa de fluxo mássica. A patente U.S. 4.491.009 de Ruesch descreve um densitômetro de tubo vibratório com base na estrutura de um medidor de fluxo de massa Coriolis. A capacidade dos medidores de fluxo de massa de efeito Coriolis em medir densidade permite a determinação de uma taxa de fluxo volumétrica por uma simples divisão do valor de densidade pelo valor da taxa de fluxo mássica. Também é bem conhecido que os medidores de fluxo de massa de efeito Coriolis podem ser operados como viscosimetros. O nivel total de incerteza em uma medida de fluxo se origina das incertezas aleatórias e das incertezas sistemáticas no medidor, juntamente com o ambiente de uso. A indústria de medição tem considerado geralmente essas incertezas e publicou orientações oficiais para quantificar e gerenciar as incertezas dos medidores, como na Norma ISO 5168, que é aqui incorporada por referência da mesma extensão que se fosse aqui inteiramente descrita. A indústria de medição usa uma vantagem da prática que requer que a incerteza na saida de um medidor padrão seja pelo menos pelo menos três vezes melhor do que a especificação de precisão do fabricante de um medidor em teste. Desse modo, um medidor em uso, que é especificado como sendo preciso a 0,1 por cento de uma taxa de fluxo, requer um medidor padrão que seja preciso a 0,033 por cento para a finalidade de calibração.
Os medidores de fluxo de massa Coriolis são o tipo mais preciso de medidor conhecidos para uso prático em muitos regimes de fluxo. Os medidores são geralmente insensíveis ao perfil de fluxo, e os fatores de calibração que são desenvolvidos usando fluidos líquidos funcionam igualmente bem, quando aplicados a fluidos gasosos em uso. Não há qualquer tecnologia de medição conhecida ou prontamente disponível com uma precisão superior, para uso como um padrão de medida contra os medidores de fluxo de massa de efeito Coriolis .
Alguns problemas podem surgir quando do uso de medidores Coriolis, como os medidores padrão, para calibrar os medidores Coriolis em uso. Quando os dois medidores Coriolis têm especificações de precisão do fabricante similares ou idênticas, fica impossível aplicar a vantagem da prática, que requer que a incerteza no medidor padrão seja três vezes melhor do que a especificação da precisão do fabricante no medidor em teste. Essa situação divaga em um requisito para o teste gravimétrico relativamente caro do medidor em uso.
Existe uma necessidade para um sistema de calibra-ção de medidor de fluxo compacto, que inclui medidores padrão que são operáveis por uma ampla faixa de taxas de fluxo, com uma precisão suficiente para uso como um sistema de medição padrão. O sistema deve ser operável para a calibra-ção de medidores lineares e não lineares. 0 sistema também deve ser modular, de modo que possa ser facilmente manufaturado, transportado e instalado. O sistema também pode ser transportado para a calibração de medidores em locais remotos nos quais os medidores estão em uso, diferentemente da prática atual de remoção dos medidores do uso e transporte dos medidores para um laboratório de fluxo com a finalidade de calibração.
SOLUÇÃO A presente invenção supera os problemas que são descritos acima e melhora a técnica por proporcionar um sistema de calibração de medidores de fluxo compacto, que inclui uma pluralidade de medidores padrão com uma precisão suficiente para uso como medidores padrão por uma ampla faixa de taxas de fluxo. O sistema é operável para a calibração de ambos os medidores lineares e não lineares por uma ampla faixa de taxas de fluxo. O sistema também é facilmente transportado para locais remotos para o teste de calibração, e pode ser desmontado em componentes modulares para facilitar ainda mais o transporte e o armazenamento.
Como aqui usado, o termo "calibração" é definido para significar um teste de medida de fluxo, que proporciona dados que vão ser usados para aperfeiçoar a precisão de um medidor de fluxo ou verificar a precisão de um medidor de fluxo. O aperfeiçoamento da precisão do medidor de fluxo é feito mais freqüentemente por mudança de um fator de cali-bração de fluxo para o medidor. O termo "medidor de fluxo" é definido para significar qualquer medidor tendo a capacidade de medir as propriedades do fluido intrínsecas ou extrínse-cas, quando colocado em um local de uso no qual o fluido está fluindo normalmente. Os medidores de fluxo incluem densi-tômetros e viscosímetros, bem como medidores de taxa de fluxo mássica e de taxa de fluxo volumétrica. Os medidores de fluxo de taxa volumétrica são os preferidos para uso em sistemas de acordo com a presente invenção, e os medidores de fluxo de taxa mássica são os especialmente preferidos. O termo "fluido" é definido como incluindo líquidos, gases, misturas de líquidos e gases, misturas de líquidos e sólidos que apresentam basicamente um comportamento de líquido, misturas de gases e sólidos que apresentam basicamente um comportamento de gás, e misturas de gases, líquidos e sólidos que apresentam basicamente comportamento de líquido ou de gás. O termo "incerteza" significa uma combinação de incertezas aleatórias e sistemáticas, que é feita de acordo com qualquer convenção que é aceita na técnica de medição, incluindo pelo menos padrões internacionais, tal como a Norma ISO 5168. O sistema de calibração de medidores de fluxo inclui um mecanismo para suprir fluido para uso em medidas de calibração de fluxo. O sistema executa medidas de fluxo nesse fluido em três etapas sucessivas. A primeira etapa é uma etapa de verificação de qualidade, que é feita usando uma primeira disposição de medidor de fluxo. A sequnda etapa inclui realizar as medidas de fluxo usando um medidor em uso em teste. A terceira etapa é uma medida de medidor padrão, que é feita usando uma sequnda disposição de medidor de fluxo. Um controlador, baseado em uma análise comparativa estatística entre a primeira e a sequnda disposições, direciona a taxa de fluxo pelo sistema, para otimizar a precisão ou sensibilidade das medidas em ambas as disposições de medidor de fluxo. As medidas de fluxo são usadas para calcular ou confirmar um fator de calibração de fluxo, para uso no medidor em teste. Os mesmos princípios se aplicam se o medidor em teste está sendo calibrado para medidas de taxa de fluxo mássica, taxa de fluxo volumétrica, densidade ou viscosidade.
As modalidades preferidas do sistema de calibração de medidor de fluxo incorporam um projeto modular para facilidade de transporte e armazenamento. O sistema pode ser separado nos seus respectivos subconjuntos, incluindo a primeira disposição de medidor de fluxo, a sequnda disposição de medidor de fluxo e o mecanismo de suprimento de fluido. É freqüentemente o caso que a calibração pode ser feita usando um suprimento de fluido preexistente no local do teste e, conseqüentemente, não é sempre necessário transportar um dispositivo de suprimento de fluido com o sistema de teste. O mecanismo de suprimento de fluido pode proporcionar qualquer fluido que seja compatível com os componentes físicos do sistema, por exemplo, um reservatório e uma bomba para liquido, um fluido de fases múltiplas incluindo fases liquidas múltiplas e gás imiscíveis, uma conexão para um suprimento de água pressurizada, tais como fluidos de processo de plantas, um suprimento de água municipal, um poço artesiano ou um sistema gravimétrico, e um suprimento de gás pressurizado, tal como gás natural, ar ou gases de processo de plantas. Uma fonte de água à pressão constante é o mecanismo de suprimento preferido para uso na calibração de medidores de fluxo Coriolis.
Cada uma das primeira disposição de medidor de fluxo e a segunda disposição de medidor de fluxo contém pelo menos um medidor de fluxo. A primeira disposição de medidor de fluxo é configurada operavelmente para receber fluido do mecanismo de suprimento de fluxo. Um medidor em teste é posicionado no caminho de fluxo, entre a primeira disposição de medidor de fluxo e a segunda disposição de medidor de fluxo. Intenciona-se que todo o fluido que passa entre a primeira disposição de medidor de fluxo e a segunda disposição de medidor de fluxo passe pelo medidor em teste. Várias disposições podem ser conectadas em paralelo para acomodar volumes de fluxo extremamente grandes. É particularmente preferido que cada uma da primeira disposição de medidor de fluxo e da segunda disposição de medidor de fluxo contenha uma pluralidade de medidores de fluxo, e que esses medidores de fluxo sejam medidores de fluxo de massa de efeito Coriolis. Os medidores de fluxo de cada disposição têm diferentes capacidades de fluxo e diferentes faixas de fluxo de sensibilidade de medida ótima correspondente a uma incerteza relativamente baixa. Cada medi- dor na primeira disposição de medidor de fluxo tem, de preferência, uma combinação substancialmente idêntico a um na segunda disposição de medidor de fluxo. Os medidores de fluxo em cada disposição são configurados para fluir em paralelo entre eles, diferentemente do fluxo em série dentro de cada disposição.
Cada uma da primeira disposição de medidor de fluxo, segunda disposição de medidor de fluxo e medidor em teste proporciona sinais de medida de fluxo par um controlador com base em uma CPU central. O controlador abre e fecha as válvulas automáticas induzindo cada medidor para a finalidade de ajustar o fluxo por cada medidor na faixa de sensibilidade de medida ótima, correspondente a uma incerteza relativamente baixa para cada medidor.
Antes da inserção dos medidores nas disposições, os medidores são caracterizados contra um padrão de referência rastreável, para determinar a faixa na qual o medidor satisfaz os requisitos de incerteza. Essas caracterizações são usadas pelo controlador para interpretar os dados dos medidores nas disposições. Esses características dos medidores, em combinação com a capacidade controlada para o fluxo pelas faixas ótimas dos medidores padrão, permitem, vantajosamente, que os medidores de tecnologia Coriolis sejam usados na calibração de medidores de tecnologia Coriolis similares ou idênticos.
Esses aspectos e vantagens da presente invenção são evidentes, com base na discussão a seguir.
Um aspecto da invenção é um sistema de calibração de medidor de fluxo configurado para calibrar um medidor em teste, compreendendo: uma primeira disposição de medidor de fluxo configurada para gerar um primeiro sinal de medida de fluxo; uma segunda disposição de medidor de fluxo configurada para gerar um segundo sinal de medida de fluxo; um controlador configurado para processar o primeiro sinal de medida de fluxo e o segundo sinal de medida de fluxo, para determinar uma precisão da segunda disposição de medidor de fluxo e processar o segundo sinal de medida de fluxo, para calibrar o medidor em teste; e quando em uso, a primeira disposição de medidor de fluxo e a segunda disposição de medidor de fluxo são conectadas para formar uma conexão em série com o medidor em teste e um suprimento de fluido, de modo que um fluido escoa do suprimento de fluido e pela primeira disposição de medidor de fluxo, segunda disposição de medidor de fluxo e medidor em teste.
Um outro aspecto é que cada uma da primeira disposição de medidor de fluxo e da segunda disposição de medidor de fluxo inclui uma pluralidade de medidores de fluxo Corio-lis conectados para fluir em paralelo.
Um outro aspecto é que a pluralidade de medidores de fluxo Coriolis na primeira disposição de medidor de fluxo inclui medidores de fluxo tendo diferentes capacidades de fluxo.
Um outro aspecto é que a pluralidade de medidores de fluxo Coriolis na segunda disposição de medidor de fluxo inclui medidores de fluxo Coriolis tendo diferentes capacidades de fluxo.
Um outro aspecto é que a dita pluralidade de medidores de fluxo Coriolis tendo diferentes capacidades de fluxo na primeira disposição de medidor de fluxo é substancialmente idêntica a um medidor correspondente da pluralidade de medidores de fluxo Coriolis tendo diferentes capacidades de fluxo na segunda disposição de medidor de fluxo.
Um outro aspecto é que o controlador é configurado ainda para realizar uma comparação estatística entre o primeiro sinal de medida de fluxo recebido da primeira disposição de medidor de fluxo e o segundo sinal de medida de fluxo recebido da segunda disposição de medidor de fluxo, para garantir que as medidas de fluxo feitas pela segunda disposição de medidor de fluxo estejam dentro de um limite aceitável para uso como medidas de calibração para um medidor padrão .
Um outro aspecto é que o limite aceitável inclui pelo menos uma certeza de noventa e cinco por cento de que as medidas de fluxo feitas pela segunda disposição de medidor de fluxo sejam pelo menos três vezes mais certas do que uma especificação de precisão do medidor em teste.
Um outro aspecto é que a especificação de precisão de um fabricante de uma variação admissível a partir do valor de medida de fluxo total de um medidor em teste é igual ou superior a 0,1 por cento de um valor de medida de fluxo total, enquanto que para fins de calibração o padrão de incerteza aceitável na variação a partir do valor de medida de fluxo total é igual ou inferior a 0,03 por cento do valor de medida de fluxo total, de tal modo que o padrão de incerteza aceitável na saida de um medidor padrão para fins de calibração é pelo menos três vezes melhor do que a variação admissível da especificação de exatidão do fabricante do medidor em teste.
Um outro aspecto é que o controlador é configurado ainda para comparar os sinais de medida de fluxo, entre os medidores idênticos em cada uma da primeira disposição de medidor de fluxo e da segunda disposição de medidor de fluxo .
Um outro aspecto é que o controlador é configurado ainda para acumular os totais para o fluxo de todos os medidores ativos em cada uma da primeira disposição de medidor de fluxo e da segunda disposição de medidor de fluxo, antes de realizar a comparação estatística.
Um outro aspecto é que o medidor em teste é um medidor de fluxo Coriolis.
Um outro aspecto é que o controlador é configurado ainda para realizar uma comparação estatística entre o primeiro sinal de medida de fluxo recebido da primeira disposição de medidor de fluxo e o segundo sinal de medida de fluxo recebido da segunda disposição de medidor de fluxo, para garantir que as medidas de fluxo feitas pela segunda disposição de medidor de fluxo estejam dentro de um limite aceitá- vel para uso como medidas de calibração para um medidor padrão .
Um outro aspecto é que o limite aceitável inclui pelo menos uma certeza de noventa e cinco por cento de que as medidas de fluxo feitas pela segunda disposição de medidor de fluxo sejam pelo menos cerca de três vezes mais precisas do que uma especificação de precisão do medidor em teste.
Um outro aspecto é que a especificação de precisão de um fabricante de uma variação admissível a partir do valor de medida de fluxo total de um medidor em teste é igual ou superior a 0,1 por cento de um valor de medida de fluxo total, enquanto que para fins de calibração o padrão de incerteza aceitável na variação a partir do valor de medida de fluxo total é igual ou inferior a 0,03 por cento do valor de medida de fluxo total, de tal modo que o padrão de incerteza aceitável na saída de um medidor padrão para fins de calibração é pelo menos três vezes melhor do que a variação admissível da especificação de exatidão do fabricante do medidor em teste.
Um outro aspecto é que a primeira disposição de medidor de fluxo e a segunda disposição de medidor de fluxo pertencem à mesma classe de medidor de fluxo que o medidor em teste.
Um outro aspecto é que o controlador é configurado ainda para ajustar, seletivamente as taxas de fluxo pelos medidores da primeira disposição de medidor de fluxo e da segunda disposição de medidor de fluxo, até que as taxas de fluxo fiquem dentro de uma faixa de precisão ótima correspondente aos medidores.
Um outro aspecto é que a primeira disposição de medidor de fluxo e a segunda disposição de medidor de fluxo são capazes de realizar medidas de taxa de fluxo mássica, medidas de densidade e medidas de densidade para calibração contemporânea desses valores no medidor em teste.
Um outro aspecto é que a unidade de teste, que compreende vários medidores em teste, é configurada para transmitir sinais de medida de fluxo substancialmente simultâneos de cada medidor.
Um outro aspecto é que o sistema de calibração de medidor de fluxo é formado em seções modulares, para facilidade de transporte e armazenamento.
Um outro aspecto é um método de calibrar medidor de fluxo, para calibrar um medidor em teste, o método compreendendo as etapas de: conectar uma primeira disposição de medidor de fluxo e uma segunda disposição de medidor de fluxo, para formar uma conexão em série com o medidor em teste; suprir um fluido para usar nas medidas de calibração de fluxo pela primeira disposição de medidores de fluxo, segunda disposição de medidor de fluxo e medidor em teste; medir as características de fluxo do fluido pela primeira disposição de medidores de fluxo, para gerar um primeiro sinal de medida de fluxo; medir as características de fluxo do fluido pela segunda disposição de medidor de fluxo, para gerar um segundo sinal de medida de fluxo; processar o primeiro sinal de medida de fluxo e o segundo sinal de medida de fluxo, para determinar uma precisão da segunda disposição de medidor de fluxo; e processar o segundo sinal de medida de fluxo para calibrar o medidor em teste.
Um outro aspecto é que cada uma das etapas de medida inclui o uso de medidas de Coriolis para determinar a taxa de fluxo.
Um outro aspecto é que cada uma das etapas de medida, envolvendo o uso da primeira disposição de medidor de fluxo e da segunda disposição de medidor de fluxo, inclui o fluxo do fluido por uma pluralidade de medidores de fluxo Coriolis em paralelo por cada disposição.
Um outro aspecto é que a etapa de fluir o fluido pelos pela pluralidade de medidores de fluxo Coriolis em paralelo inclui o fluxo do fluido pela pluralidade de medidores de fluxo Coriolis, tendo diferentes capacidades de fluxo na primeira disposição de medidor de fluxo.
Um outro aspecto é que a etapa de fluir o fluido pela pluralidade de medidores de fluxo Coriolis em paralelo inclui o fluxo do fluido pela pluralidade de medidores de fluxo Coriolis, tendo diferentes capacidades de fluxo na segunda disposição de medidor de fluxo.
Um outro aspecto é que a etapa de processar o primeiro sinal de medida de fluxo e do segundo sinal de medida de fluxo inclui realizar uma comparação estatística, entre o primeiro sinal de medida de fluxo e o segundo sinal de medida de fluxo, para garantir que as medidas de fluxo feitas pela segunda disposição de medidor de fluxo estejam dentro de um limite aceitável para uso como medidas de calibração para um medidor padrão.
Um outro aspecto é que o limite aceitável inclui pelo menos uma certeza de noventa e cinco por cento de que as medidas de fluxo feitas pela segunda disposição de medidor de fluxo sejam pelo menos cerca de três vezes mais precisas do que uma especificação de precisão do medidor em teste.
Um outro aspecto é que a especificação de precisão de um fabricante de uma variação admissível a partir do valor de medida de fluxo total de um medidor em teste é igual ou superior a 0,1 por cento de um valor de medida de fluxo total, enquanto que para fins de calibração o padrão de incerteza aceitável na variação a partir do valor de medida de fluxo total é igual ou inferior a 0,03 por cento do valor de medida de fluxo total, de tal modo que o padrão de incerteza aceitável na saída de um medidor padrão para fins de calibração é pelo menos três vezes melhor do que a variação admissível da especificação de exatidão do fabricante do medidor em teste.
Um outro aspecto é que a etapa de realizar uma comparação estatística compara adicionalmente os sinais de medida de fluxo entre os medidores idênticos em cada uma da primeira disposição de medidor de fluxo e da segunda disposição de medidor de fluxo.
Um outro aspecto é que o medidor em teste é um medidor de fluxo Coriolis.
Um outro aspecto é que a etapa de processar o primeiro sinal de medida de fluxo e do segundo sinal de medida de fluxo inclui a realização de uma comparação estatística, entre o primeiro sinal de medida de fluxo e o segundo sinal de medida de fluxo, para garantir que as medidas de fluxo feitas pela segunda disposição de medidor de fluxo estejam dentro de um limite aceitável para uso como medidas de cali-bração para um medidor padrão.
Um outro aspecto é que o limite aceitável inclui pelo menos uma certeza de noventa e cinco por cento de que as medidas de fluxo feitas pela segunda disposição de medidor de fluxo sejam pelo menos cerca de três vezes mais precisas do que uma especificação de precisão do medidor em teste.
Um outro aspecto é que a especificação de precisão de um fabricante de uma variação admissível a partir do valor de medida de fluxo total de um medidor em teste é igual ou superior a 0,1 por cento de um valor de medida de fluxo total, enquanto que para fins de calibração o padrão de incerteza aceitável na variação a partir do valor de medida de fluxo total é igual ou inferior a 0,03 por cento do valor de medida de fluxo total, de tal modo que o padrão de incerteza aceitável na saída de um medidor padrão para fins de calibração é pelo menos três vezes melhor do que a variação ad- missivel da especificação de exatidão do fabricante do medidor em teste.
Um outro aspecto é que todos os medidores de fluxo usados em cada uma das etapas de medida pertencem à mesma classe de medidor de fluxo.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS A Figura 1 ilustra um diagrama de blocos esquemá-tica de um sistema de calibração de medidores de acordo com a presente invenção. A Figura 2 proporciona outros detalhes com relação a uma primeira disposição de medidor de fluxo dentro do sistema mostrado na Figura 1. A Figura 3 proporciona outros detalhes com relação a uma segunda disposição de medidor de fluxo dentro do sistema mostrado na Figura 1. A Figura 4 ilustra uma curva generalizada da incerteza do medidor versus a taxa de fluxo. A Figura 5 é um diagrama do processo esquemático mostrando a operação do sistema da Figura 1.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA MODALIDADE PREFERIDA A Figura 1 ilustra um sistema de calibração de medidor de fluxo 100. Um reservatório 102 contém água ou um outro liquido, que é pressurizado na tubulação 104 pela ação da gravidade e de uma bomba 106 opcional. Uma válvula automatizada 108 pode ser aberta parcialmente para permitir que uma parte do fluxo da borda 106 seja desviado do fluxo pelo sistema 100. Uma primeira disposição de medidor de fluxo 112 é posicionada para receber liquido da tubulação 104 sob a influência da pressão da bomba 106. Um medidor em teste ou uma unidade de teste 114 é posicionado entre uma primeira disposição de medidor de fluxo 112 e uma segunda disposição de medidor de fluxo 116. O termo "unidade de teste" é usado aqui porque um único medidor pode ser testado ou uma pluralidade de medidores similares podem ser conectados em série para o teste de calibração simultâneo. 0 teste dos medidores em série melhora, significativamente, a eficiência do processo de teste porque os dados de medida de fluxo de um único teste apreendidos pela primeira disposição de medidor de fluxo 112 e segunda disposição de medidor de fluxo 116 podem ser usados para calibrar cada medidor em série dentro da unidade de teste 114, diferentemente do que ter que processar volumes separados pelas disposições, enquanto cada medidor está sendo testado. A unidade de teste 114 recebe liquido pelo segmento tubular 118 e, por sua vez, passa esse liquido para a segunda disposição de medidor de fluxo 116 pelo segmento tubular 120. Um controlador à base de CPU 122 fica em contato elétrico com cada uma da primeira disposição de medidor de fluxo 112, unidade de teste 114 e segunda disposição de medidor de fluxo 116 por meio dos cabos correspondentes 124, 126 e 128. O controlador 122 também fica em contato elétrico com a bomba 106 e a válvula 108 pelos cabos correspondentes 130 e 132. A tubulação 134 proporciona um retorno de fluido da segunda disposição de medidor de fluxo 116 para o reservatório 102 .
Um registrador indicador de pressão 136 e um re-gistrador indicador de temperatura 138 são montados no segmento tubular 118, isto é, a montante da unidade de teste 114. Um registrador indicador de temperatura 140 é montado no segmento tubular 120, isto é, a jusante da unidade de teste 114. Esses dispositivos estão em contato operável com o controlador 122 pelos cabos 142, 144 e 146 para o recebimento e a transmissão de sinais. O registrador indicador de pressão 136, o registrador indicador de temperatura 138 e o registrador indicador de temperatura 140 proporcionam dados que são usados de acordo com as práticas convencionais para a obtenção de medidas de densidade da unidade em teste 114, quando contém um medidor de fluxo Coriolis. Os dados de pressão e temperatura das posições mostradas para o registrador indicador de pressão 136, o registrador indicador de temperatura 138 e o registrador indicador de temperatura 140 também são necessários para realizar as medidas volumétri-cas, quando a unidade em teste 114 contém um medidor de fluxo volumétrico, tal como um medidor de deslocamento positivo ou um medidor de orificio.
Em operação, o medidor em teste 114 foi recentemente manufaturado ou removido recentemente de uma posição de uso normal (não ilustrada na Figura 1), tal como uma posição na qual mede o fluxo de um produto intermediário em uma planta química. O medidor em teste 114 foi instalado justamente na posição em contato com os segmentos tubulares 118 e 120 com a finalidade do teste de calibração, e a parte do sistema 100 a jusante do reservatório 102 era uma mistura de ar e outros gases. O controlador 122 atua a bomba 106 para bombear liquido dentro do reservatório 102 em série na primeira disposição de medidor de fluxo 112, medidor em teste 114 e segunda disposição de medidor de fluxo 116, com cada um deles fazendo medidas de fluxo simultâneas no liquido. O controlador 122 sincroniza essas medidas simultâneas. As medidas sincronas evitam a possibilidade de obtenção de medidas de fluxo em tempos diferentes, quando as medidas de fluxo podem ser influenciadas por picos de pressão ou pulsos da ação da bomba 106. O controlador 122 opera, como descrito em mais detalhes abaixo, para garantir que os respectivos medidores de fluxo dentro da segunda disposição de medidor de fluxo 116 operam em taxas de fluxo, que fazem com que ele tenha uma certeza de pelo menos noventa e cinco por cento, que a incerteza das medidas obtidas da segunda disposição de medidor de fluxo 116 sejam pelo menos três vezes mais precisas do que a especificação de desempenho do fabricante que é alocado para o medidor em teste 114. A Figura 2 proporciona outros detalhes com relação à primeira disposição de medidor de fluxo 112. Um registra-dor indicador de pressão 200 e um registrador indicador de temperatura 202 são montados operavelmente na tubulação 104. A tubulação 104 leva a uma derivação de tubulação 206, que distribui o fluxo pelas válvulas automáticas 208, 210, 212 e 214. Essas válvulas automatizadas são atuadas e controladas pelo controlador 122 (ver Figura 1) por meio dos sinais no cabo 124, para direcionar a taxa de fluxo para uma ou mais das combinações de medidor de fluxo Coriolis / transmissor de sinal de fluxo 216, 218, 220 e 222. As válvulas automáticas 208, 210, 212 e 214 estão normalmente em uma posição completamente aberta ou completamente fechada, determinada pelo controlador 122 (ver Figura 1).
Cada uma das combinações de medidor de fluxo Cori-olis / transmissor de sinal de fluxo 216, 218, 220 e 222 tem uma precisão ótima, isto é, uma incerteza minima, dentro de uma faixa de fluxo especifica correspondente ao medidor individual. As válvulas automatizadas 224, 226 e 228 abrem para expulsar ar ou drenar a primeira disposição de medidor de fluxo 112. O segmento tubular 118 contém um registrador indicador de pressão 230 e uma válvula automatizada 232, que é usada para isolar a primeira disposição de medidor de fluxo 112, quando a unidade de teste 114 é removida. Cada um dos controladores indicadores de pressão 200 e 230, registrador indicador de temperatura 202, combinações de medidor de fluxo Coriolis / transmissor de sinal de fluxo 216, 218, 220 e 222, bem como as válvulas automatizadas 208, 210, 212, 214, 224, 226, 228 e 232, está em contato com o controlador 122 no cabo 124 para a transmissão de sinais. A Figura 3 proporciona outros detalhes com relação à segunda disposição de medidor de fluxo 116. O segmento tubular 120 contém as válvulas automatizadas 300 e 302, que abrem e fecham, seletivamente, para encher a unidade de teste 114. De modo similar, as válvulas automatizadas 304 e 306 abrem e fecham, seletivamente, para ventilar ou drenar a unidade de teste 114. A válvula automatizada 307 abre e fecha, seletivamente, para isolar a segunda disposição de me- didor de fluxo 116, quando a unidade em teste 114 é removida. O segmento tubular 120 é conectado com o sistema de derivação tubular 308, que distribui fluido pelas válvulas automatizadas 310, 312, 314 e 316, levando aos registradores indicativos de pressão 318, 320, 322, e as combinações de medidor de fluxo Coriolis / transmissor de sinal de fluxo 324, 326, 328 e 330 . As válvulas automatizadas 310, 312, 314, 316, 332, 334, 336 e 338 estão normalmente em uma posição completamente aberta ou completamente fechada, como designado pelo controlador 122 (consultar a Figura 1). A tubulação 134 contém um registrador indicador de pressão 339, juntamente com as válvulas automatizadas 340 e 342, que abrem ou fecham nas posições selecionadas, para controlar a taxa de fluxo pelo sistema de calibração 100 e a segunda disposição de medidor de fluxo 116. As válvulas automatizadas 344, 346, 348, 350, 352 e 354 são disponíveis, seletiva- mente, para expulsar ou drenar ar ou liquido da segunda disposição de medidor de fluxo 116. A segunda disposição de medidor de fluxo 116 se comunica com o controlador 122 (consultar a Figura 1) pelo cabo 128.
IDENTIFICAÇÃO DA FAIXA OTIMIZADA PARA INCERTEZA DO
MEDIDOR
Como mencionado acima, cada uma das combinações de medidor de fluxo Coriolis / transmissor de sinal de fluxo 216, 218, 220, 222, 324, 326, 328, 328 e 330 foi testada pa- ra determinar uma faixa ótima de incerteza minimizada. Esse processo de teste rigoroso requer, tipicamente, vários dias por causa das taxas de fluxos múltiplas envolvidas. A Figura 4 mostra um gráfico generalizado da incerteza versus a taxa de fluxo para um medidor de fluxo Coriolis tipico. Uma faixa otimizada de incerteza é mostrada como um intervalo de incerteza mínimo 400, que existe por uma faixa de taxas de fluxo otimizada 402, que é otimizada para incerteza minima. O intervalo 400 e a faixa 402 são definidos pelo maior dos pontos A ou B correspondente à linha horizontal 404 como o limite superior do intervalo 400, e o ponto C correspondente à linha horizontal 406, como o limite inferior do intervalo 400. De modo similar, as linhas verticais 408 e 410 passam pelos pontos A e B para definir a faixa 402. A grandeza do intervalo 400 é determinada pela vantagem da prática de 3:1, que é desejada para a calibração de um medidor de fluxo. Isto é, o medidor padrão deve ter uma incerteza que seja três vezes melhor do que a especificação de precisão do fabricante no medidor em teste. Por exemplo, quando a especificação de precisão do fabricante é de 0,1 por cento de incerteza na taxa de fluxo, o intervalo 402 seria 0,033. A faixa 402 é qualquer faixa de taxas de fluxo que proporciona essa incerteza, e é, de preferência, a faixa mais ampla de taxas de fluxo da curva 412 que proporciona a vantagem da prática. O intervalo 400 também pode ser selecionado para corresponder às outra vantagens, por exemplo, uma vantagem de 4:1 a 2:1, como considera-se como sendo aceitável sob as circunstâncias. Dentro de uma disposição de medidor de fluxo dada, essas faixas se sobrepõem algumas vezes entre os diferentes medidores, e é então preferível usar um medidor tendo uma capacidade de fluxo total menor, porque os medidores menores têm, geralmente, incertezas menores em taxas de fluxo baixas.
Ainda que cada medidor seja submetido a um teste individual com a finalidade de padronização, as seguintes faixas são geralmente aplicáveis à linha de medidores de fluxo oferecidas para venda pela Micro Motion de Boulder, Colorado: OPERAÇÃO DO SISTEMA A Figura 5 ilustra um diagrama de processo em blocos esquemático mostrando um processo P500 de operação do sistema de calibração de fluxo 100. A discussão da Figura 5 é moldada no contexto dos números de referência das Figuras 1-3. A etapa P502 diz respeito à montagem do sistema de calibração de fluxo ICO dos seus respectivos componentes modulares, se tal montagem é requerida, e inserção de uma unidade em teste. Essa montagem inclui, tipicamente, o aparafu-saraento dos flanges conjuntamente no ponto no qual as sub-montagens são separadas. Os respectivos componentes modulares incluem, tipicamente, um quadro ou uma outra estrutura que suporta a primeira disposição de medidor de fluxo 112 e a segunda disposição de medidor de fluxo 116, e também pode incluir qualquer dispositivo de suprimento de liquido, tal como a bomba 106, juntamente com o reservatório 102. O dispositivo de suprimento também poderia ser um flange ou uma conexão de válvula para um suprimento de água municipal, ar pressurizado ou qualquer outra fonte de fluido. A unidade de teste 114 é mantida, tipicamente, no lugar entre os segmentos tubulares 118 e 120 por um dispositivo de fixação de pressão atuado pneumaticamente ou hidraulicamente ou por aparafusamento da unidade em teste no lugar entre os flanges em segmentos tubulares 118 e 120. O controlador 122 fecha as válvulas automatizadas 232 e 307, antes do momento em que a unidade de teste 114 é removida. A unidade de teste 114 é normalmente cheia com ar, após a unidade em teste ter sido instalada adequadamente na etapa P502. Uma fonte de ar pressurizado é usada para soprar liquido do sistema, se necessário, antes da determinação de um valor de referência de densidade do ar de cada medidor individual na unidade de teste 114, de acordo com a etapa P504.
De acordo com a etapa P506, o ar é a seguir expelido do sistema, e água ou outro fluido de teste é introduzido na unidade de teste 114. O fluido de teste pode ser ar, em cujo caso o ar não necessita ser expelido do sistema e a etapa P506 pode ser omitida. O controlador 122 abre as válvulas automáticas 232, 304 e 306, e usa liquido da bomba 106 para drenar a unidade de teste 114, antes da abertura da válvula automatizada 307. Essa ação impede que o gás seja introduzido na segunda disposição de medidor de fluxo 116. Alternativamente, o controlador 122 pode abrir as válvulas 232, 300 e 302, para retorno do liquido de enchimento para o reservatório 102, se o fluido residual e/ou as partículas dentro da unidade de teste 114 não são considerados como contaminantes do fluido no reservatório.
Na etapa P508, o controlador 122 ativa a bomba 106 para fluir água do reservatório 102 ou permitir que fluido de outra fonte flua fluido pelo sistema de calibração de fluxo 100. O controlador 122 também determina a taxa de fluxo para o teste de calibração, com base na entrada do operador que identifica o tipo ou tipos de medidores na unidade de teste e uma tabela de consulta ou base de dados das informações apropriadas do perfil de teste para cada medidor. O operador também pode introduzir as informações do perfil de teste para ignorar ou suplementar as informações do perfil de teste na base de dados. O controlador 122 então abre e fecha seletivamente as válvulas automatizadas 208, 210, 212, 214, 310, 312, 314, 316, 332, 334, 336 e 338, para comparar o perfil de teste com os medidores das primeira e segunda disposições que são capazes de obter a vantagem da prática de 3:1 ou outra na incerteza em relação aos medidores na unidade de teste 114. O controlador 112 é, de preferência, configurado para obter leituras simultâneas de cada medidor ativo na primeira disposição de medidor de fluxo 112, segunda disposição de medidor de fluxo 116 e unidade de teste 114. Essa sincronização evita a possibilidade de que picos de pressão pelo sistema 100 possam desviar os resultados da medida, se o controlador 122 toma dados nos respectivos medidores em tempos diferentes. Esses dados de medida de fluxo podem ser obtidos rapidamente, por exemplo, sete pontos de medida podem ser obtidos em dois a três minutos.
Na etapa P510, os dados de medida de fluxo da segunda disposição de medidor de fluxo 116 são usados para calcular o fator de calibração de fluxo, ou a equação de ca-libração que é compatível com o tipo de medidor em teste na unidade de teste 114. O cálculo do fator de calibração de fluxo é realizado de acordo com as especificações do fabricante, e o modo deste cálculo é mantido, de preferência, na mesma base de dados ou tabela de consulta, que é usada para identificar o perfil de teste na etapa P508. A etapa P512 é relacionada com teste de medida de fluxo adicional, para verificar o desempenho do medidor em teste usando o fator de calibração de fluxo, que foi calculado na etapa P510. O controlador 122 sincroniza, de novo, as medidas de todos os medidores ativos no sistema de calibração de fluxo 100.
Na etapa P514, o controlador 122 checa cada sinal de medida das etapas P508 e P512, e compara os sinais cumulativos (por exemplo, representando as quantidades das taxas de fluxo totais dos dois medidores na primeira disposição de medidor de fluxo 112), que são obtidos de uma disposição a um único tempo contra os sinais cumulativos da outra disposição ao mesmo tempo. A comparação acarreta a subtração de um sinal do outro e a determinação de se a diferença excede uma incerteza delimitada, que é necessária para obter a vantagem da prática desejada.
Por exemplo, considerar que a primeira disposição de medidor de fluxo 112 inclui três medidores ativos A, B e C, e esses medidores proporcionam taxas de fluxo que totalizam uma quantidade D. De modo similar, a segunda disposição de medidor de fluxo 116 inclui três medidores ativos E, F e G, e esses medidores proporcionam taxas de fluxo que totalizam uma quantidade H, todas para um único tempo de medida. A diferença do valor absoluto [D - H] , expressa como um percentual da taxa de fluxo total G para a segunda disposição de medidor de fluxo 116, deve ser igual ou menor do que a vantagem da prática na incerteza, ou então o controlador 122 retorna para a etapa P508. Se a incerteza é igual ou menor do que a vantagem da prática requerida, então o teste termina na etapa P516.
DETERMINAÇÃO DA VANTAGEM DA PRÁTICA NA INCERTEZA
Antes de usar no sistema de calibração de medidores de fluxo 100, cada medidor de fluxo nas primeira e segunda disposições de medidor de fluxo 112 e 116 é calibrado, tipicamente, em uma plataforma de calibração de medidores de fluxo gravimétricos convencionais. A incerteza da plataforma gravimétrica é determinada de acordo com a equação (1): (1) Ugi = (U2agi + U2bgi)1/2, em que Ugi é a incerteza da plataforma gravimétrica, U2agi é a incerteza do tipo A ou aleatória da plataforma gravimétrica, e U2bgi é a incerteza sistemática do tipo B da plataforma gravimétrica. Uagi e Ubgi são determinadas no nivel de segurança de 95% pelos procedimentos apresentados na Norma ISO-5168 .
Quando os medidores que foram calibrados na plataforma gravimétrica são colocados em uso, por exemplo, na segunda disposição de medidor de fluxo 116, as incertezas do tipo A de ambos os medidores e da plataforma gravimétrica devem ser consideradas. Isso é feito de acordo com a equação (2) : (2) em que Uti é a incerteza da plataforma de teste, U2amigi é a incerteza do tipo A da plataforma de teste e da plataforma gravimétrica, e U2bgi é como definido acima. Essa incertezas são combinadas como descrito na Norma ISO 5168. EXEMPLO 1 CÁLCULO OPERACIONAL
Os dados de medida de fluxo foram coletados no teste usando dois sensores da Micro Motion CMF100® equipados com transmissores Modelo 9739. Os sensores foram ligados em série com um espaçador de 25 cm (10 polegadas), entre os respectivos sensores. Os dados incluiram dez conjuntos de dez testes ou 100 pontos por taxa de fluxo por plataforma de fluxo. Quatro diferentes plataformas de fluxo foram usadas, com duas plataformas de fluxo sendo plataformas desviadoras gravimétricas, e as outras duas plataformas sendo plataformas gravimétricas SSF. Uma análise dos dados mostrou que a Uamigi de incerteza do tipo A dos medidores em teste foi de ± 0,015% em relação a uma faixa útil com uma segurança de 95%.
Resolvendo a equação (2) para Ubgi : (3) Substituindo ün = 0,033 (1/3 de 0,10% da especifi- cação da precisão do fabricante) e Uamigi = 0,015, a equação (3) é resolvida para produzir Ubgi = 0,029%, isto é, com os medidores CMF100® que foram testados, uma plataforma gravi-métrica com uma incerteza do tipo B de 0,029% ou menos é necessária para calibrar os medidores de fluxo da unidade de teste tendo uma especificação de precisão do fabricante de ± 0,10%.
Claims (24)
1. Sistema de calibração de medidor de fluxo (100), configurado para calibrar um medidor em teste (114), compreendendo: uma primeira disposição de medidor de fluxo (112) configurada para gerar um primeiro sinal de medida de fluxo: o dito sistema de calibração de medidor de fluxo sendo CARACTERIZADO por: uma segunda disposição de medidor de fluxo (116) configurada para gerar um segundo sinal de medida de fluxo, em que a dita segunda medida é sincronizada com a dita primeira medida; um controlador (122), configurado para receber o primeiro sinal de medida de fluxo e o segundo sinal de medida de fluxo, e utilizar o segundo sinal de medida de fluxo e uma terceira medida a partir do dito medidor em teste, para calibrar o medidor em teste; e quando em uso, a primeira disposição de medidor de fluxo e a segunda disposição de medidor de fluxo são conectadas, para formar uma conexão em série com o medidor em teste e um suprimento de fluido, de modo que um fluido flui do suprimento de fluido e através da primeira disposição de medidor de fluxo, da segunda disposição de medidor de fluxo e do medidor em teste.
2. Sistema de calibração de medidor de fluxo (100), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que cada uma da primeira disposição de medidor de fluxo (122) e da segunda disposição de medidor de fluxo (116) inclui uma pluralidade de medidores de fluxo Coriolis conectados para fluxo em paralelo.
3. Sistema de calibração de medidor de fluxo (100), de acordo com a reivindicação 2, CARACTERIZADO pelo fato de que cada um da dita pluralidade de medidores de fluxo Coriolis na primeira disposição de medidor de fluxo (112) inclui medidores de fluxo Coriolis tendo diferentes capacidades de fluxo.
4. Sistema de calibração de medidor de fluxo (100), de acordo com a reivindicação 3, CARACTERIZADO pelo fato de que cada um da pluralidade de medidores de fluxo Coriolis na segunda disposição de medidor de fluxo (116) inclui medidores de fluxo Coriolis tendo diferentes capacidades de fluxo.
5. Sistema de calibração de medidor de fluxo (100) , de acordo com a reivindicação 4, CARACTERIZADO pelo fato de que cada medidor da pluralidade de medidores de fluxo Coriolis tendo diferentes capacidades de fluxo na primeira disposição de medidor de fluxo (112) é substancialmente idêntico ao medidor correspondente da pluralidade de medidores de fluxo Coriolis tendo diferentes capacidades de fluxo na segunda disposição de medidor de fluxo (116).
6. Sistema de calibração de medidor de fluxo (100), de acordo com a reivindicação 5, CARACTERIZADO pelo fato de que o controlador é configurado adicionalmente para realizar uma comparação estatística entre o primeiro sinal de medida de fluxo recebido da primeira disposição de medidor de fluxo (112) e o segundo sinal de medida de fluxo recebido da segunda disposição de medidor de fluxo (116), para garantir que as medidas de fluxo realizadas pela segunda disposição de medidor de fluxo estejam dentro de um limite aceitável, para uso como medidas de calibração de medidor padrão.
7. Sistema de calibração de medidor de fluxo (100) , de acordo com a reivindicação 6, CARACTERIZADO pelo fato de que o controlador (122) é configurado ainda para comparar os sinais de medida de fluxo entre medidores idênticos em cada uma primeira disposição de medidor de fluxo (112) e segunda disposição de medidor de fluxo (116).
8. Sistema de calibração de medidor de fluxo (100), de acordo com a reivindicação 6, CARACTERIZADO pelo fato de que o controlador (122) é configurado adicionalmente para acumular os totais para o fluxo de todos os medidores ativos em cada da primeira disposição de medidor de fluxo (112) e da segunda disposição de medidor de fluxo (116), antes de realizar a comparação estatística.
9. Sistema de calibração de medidor de fluxo (100) , de acordo com a reivindicação 2, CARACTERIZADO pelo fato de que o medidor em teste (114) é um medidor de fluxo Coriolis.
10. Sistema de calibração de medidor de fluxo (100) , de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o controlador (122) é configurado adicionalmente para realizar uma comparação estatística entre o primeiro sinal de medida de fluxo recebido da primeira disposição de medidor de fluxo (112) e o segundo sinal de medida de fluxo recebido da segunda disposição de medidor de fluxo (116), para garantir que as medidas de fluxo realizadas pela segunda disposição de medidor de fluxo estejam dentro de um limite aceitável, para uso como medidas de calibração de medidor padrão.
11. Sistema de calibração de medidor de fluxo (100), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que os medidores de fluxo da primeira disposição de medidor de fluxo (112) e da segunda disposição de medidor de fluxo (116) pertencem à mesma classe de medidor de fluxo do medidor em teste (114).
12. Sistema de calibração de medidor de fluxo (100) , de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZADO pelo fato de que o controlador (122) é configurado adicionalmente para ajustar, seletivamente, as taxas de fluxo nos medidores da primeira disposição de medidor de fluxo (112) e da segunda disposição de medidor de fluxo (116), até que as taxas de fluxo caiam dentro de uma faixa de precisão ótima correspondente aos medidores.
13. Sistema de calibração de medidor de fluxo (100), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que os medidores na primeira disposição de medidor de fluxo (112) e a segunda disposição de medidor de fluxo (116) são capazes de realizar as medidas de taxa de fluxo de massa, as medidas de densidade e as medidas de densidade para a calibração contemporânea desses valores no medidor em teste (114) .
14. Sistema de calibração de medidor de fluxo (100), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que inclui uma unidade de teste, que compreende uma série de medidores em teste (114) configurados para transmitir sinais de medida de fluxo substancialmente simultâneos de cada medidor.
15. Sistema de calibração de medidor de fluxo (100), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que é formado em seções modulares para facilidade de transporte e armazenamento.
16. Método de calibração de medidor de fluxo para calibrar um medidor em teste (114), o método compreendendo as etapas de: conectar uma primeira disposição de medidor de fluxo (112) para formar uma conexão em série com o medidor em teste; suprir fluido para uso em medidas de calibração de fluxo, pela primeira disposição de medidor de fluxo e medidor em teste; medir as características de fluxo do fluido pela primeira disposição de medidor de fluxo para gerar um primeiro sinal de medida de fluxo; o dito método CARACTERIZADO por compreender ainda as seguintes etapas de: conectar uma segunda disposição de medidor de fluxo (116) , para formar uma conexão em série com o medidor em teste; suprir o fluido pela segunda disposição de medidor de fluxo; medir as características de fluxo do fluido pela segunda disposição de medidor de fluxo para gerar um segundo sinal de medida de fluxo, o qual é sincronizado com o primeiro sinal de medida de fluxo; determinar uma precisão da segunda disposição de medidor de fluxo com base no primeiro sinal de medida de fluxo e no segundo sinal de medida de fluxo; e calibrar o medidor em teste com base no segundo sinal de medida de fluxo.
17. Método, de acordo com a reivindicação 16, CARACTERIZADO pelo fato de que cada uma das etapas de medir inclui o uso de medidas Coriolis para determinar a taxa de fluxo mássica.
18. Método, de acordo com a reivindicação 17, CARACTERIZADO pelo fato de que cada uma das etapas de medir envolvendo o uso da primeira disposição de medidor de fluxo (112) e da segunda disposição de medidor de fluxo (116) inclui fluir o fluido por uma pluralidade de medidores de fluxo Coriolis em paralelo por cada disposição.
19. Método, de acordo com a reivindicação 18, CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa de fluir o fluido pela pluralidade de medidores de fluxo Coriolis em paralelo inclui fluir o fluido pela pluralidade de medidores de fluxo Coriolis tendo diferentes capacidades de fluxo na primeira disposição de medidor de fluxo (112) .
20. Método, de acordo com a reivindicação 18, CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa de fluir o fluido pela pluralidade de medidores de fluxo Coriolis em paralelo inclui fluir o fluido pela pluralidade de medidores de fluxo Coriolis tendo diferentes capacidades de fluxo na segunda disposição de medidor de fluxo (116).
21. Método, de acordo com a reivindicação 20, CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa de determinar uma precisão da segunda disposição de medidor de fluxo com base no primeiro sinal de medida de fluxo e no segundo sinal de medida de fluxo inclui realizar uma comparação estatística entre o primeiro sinal de medida de fluxo e o segundo sinal de medida de fluxo, para garantir que as medidas de fluxo realizadas pela segunda disposição de medidor de fluxo (116) estejam dentro de um limite aceitável, para uso como medidas de calibração de medidor padrão.
22. Método, de acordo com a reivindicação 21, CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa de realizar a comparação estatística compreende adicionalmente comparar os sinais de medida de fluxo entre os medidores idênticos em cada uma da primeira disposição de medidor de fluxo (112) e da segunda disposição de medidor de fluxo (116).
23. Método, de acordo com a reivindicação 16, CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa de determinar uma precisão da segunda disposição do medidor de fluxo com base no primeiro sinal de medida de fluxo e no segundo sinal de medida de fluxo inclui realizar uma comparação estatística entre o primeiro sinal de medida de fluxo e o segundo sinal de medida de fluxo, para garantir que as medidas de fluxo realizadas pela segunda disposição de medidor de fluxo (116) estejam dentro de um limite aceitável, para uso como medidas de calibração de medidor padrão.
24. Método, de acordo com a reivindicação 16, CARACTERIZADO pelo fato de que todos os medidores de fluxo usados em cada uma das etapas de medir pertencem à mesma classe de medidor de fluxo.
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