A compreensão moderna da Morrígan como deusa trina não contradiz as fontes antigas, mas organiza, em parte, seus muitos nomes em faces funcionais para o trabalho ritual e devocional. Ela é, ao mesmo tempo:
• A que destrói para libertar (Badb)
• A que resiste e exige respeito (Macha)
• A que cura e sustenta o novo ser (Anu)
• A que confunde e desnorteia os falsos (Nemain)
• A que observa e conduz o destino (Morrígu)
Todas essas são expressões vivas de um mesmo mistério, não rótulos fixos.