starship - nothing's gonna stop us now
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sexta-feira, outubro 30, 2009
GRACE SLICK (70)
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quarta-feira, outubro 28, 2009
Novo teledisco: D.A.D. - Sleeping My Day Away
Os fãs de hard 'n' heavy têm no próximo dia 6 de Novembro um apetitoso prato a ser servido no Campo Pequeno. Na ementa, os dinamarqueses D.A.D. (sigla de Disneyland After Dark) e os escoceses Gun. É precisamente dos primeiros que recupero um tema potentíssimo que qualquer pista de dança rock não enjeita: Sleeping My Day Away. Editado mesmo no final da década de 80, este é o tema mais famoso dos D.A.D. e faz parte do terceiro álbum da banda, No Fuel Left For The Pilgrims. O teledisco, que podemos ver na barra lateral, foi realizado por Andy Morahan cujo trabalho foi bastante profícuo nos anos 80, tanto no rock como na pop. Aqui, a banda surge a tocar numa espécie de claustros com o símbolo da banda em fundo. Por entre as colunas e as arcadas, os músicos caminham de um lado para o outro com as suas cabeleiras ao vento e, no refrão, surgem numa cama ora retorcendo-se ora brincando às almofadas. Ao contrário de muitas outras bandas similares da altura, aqui não aparecem miúdas jeitosas a perguntarem qual o shampô que mantém aquelas cabeleiras em tão bom estado. É uma pena. O teledisco só tinha a ganhar com o elemento feminino, vulgo, gajedo. Como se não bastasse esta ausência, um dos rapazes anda ali de um lado para o outro com um fato verde-alface e, na cabeça, um capacete com o símbolo da cruz vermelha (que a certa altura entra em erupção), numa opção estética no mínimo discutível. O solo de guitarra traz-nos o toque "it's-a-kind-of-magic", com o aparecimento de figuras animadas ao estilo do teledisco dos Queen. Já agora, e porque vocês estão mortinhos por saber, a animação é da responsabilidade do senhor Torleif Hoppe.
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domingo, outubro 25, 2009
Morrissey hospitalizado - Actualização
Morrissey já saiu do hospital, depois de ontem à noite ter desmaiado em palco. Todos os pormenores na Sky News.
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sexta-feira, outubro 23, 2009
45 rotações (IV) / Tempo dos Mais Novos (I)
Magda Teresa
A Era dos Super Heróis (1980)

O capítulo quatro da rubrica "45 rotações" é também o primeiro de uma nova secção a que resolvi dar o nome de "Tempo dos Mais Novos", nome do programa infanto-juvenil da RTP que punha a miudagem a ver televisão ao fim da tarde em vez de fazer os Tê Pê Cês (para os brasileiros que visitam o QA80, TPC são as iniciais de Trabalho Para Casa que os alunos trazem da escola).
Então para inaugurar este espaço, trago a pequenita Magda Teresa e o seu A Era dos Super Heróis. Alguém se lembra desta canção? Eu tenho uma leve memória do refrão, mas da pequena Magda, nada. Aliás, a vasta equipa que compõe o corpo redactorial do QA80 (que é constituída, como todos sabem, por mim) vasculhou, vasculhou e nada conseguiu encontrar da menina Magda Teresa. Para adensar o mistério, o single apresenta o tema principal cantado com sotaque brasileiro e o lado B com sotaque português de Portugal.
Aquilo que sei é o que está na contra-capa do single. O tema principal foi composto por Sérgio Lopes e Paulo Coelho, sim, ele mesmo, o escritor, na altura apenas um letrista para canções. A Era dos Super Heróis é uma espécie de desmistificação dos homens e mulheres com superpoderes, e, apesar de canção infantil, tem um toque de consciência social quando se ouve, a partir de certa altura, "Passar o dia sem se aborrecer / Nem é possível com super poder / Pois o perigo de ser agredido / Tá por todo o lado". Mas o que mais me surpreendeu na letra de Paulo Coelho, recordo, numa canção para crianças, é o momento "Maiores de 18" que a determinado momento nos é dado a ouvir: "Lanterna Verde gastou sua pilha / Transando a Mulher Maravilha". Não sei, não, mas da última vez que vi uma novela brasileira, o verbo "transar" queria dizer aquilo-que-todos-sabemos... Quanto à metáfora da "pilha", o melhor é não fazer comentários... Consegui apurar que este tema teve uma versão dos Dominó, uma boy-band brasileira dos anos 80.
O lado B chama-se A Canção Que Anda No Ar e foi composta por Cristiana Kopke e Mike Sergeant (Green Windows e Gemini). Aliás, Mike é o responsável pelos arranjos e direcção de orquestra dos dois temas, de onde se conclui que a mocinha deve ser portuguesa. Mas chega de paleio e vamos ao que interessa:
magda teresa - a era dos super herois
magda teresa - a canção que anda no ar
A Era dos Super Heróis (1980)
Então para inaugurar este espaço, trago a pequenita Magda Teresa e o seu A Era dos Super Heróis. Alguém se lembra desta canção? Eu tenho uma leve memória do refrão, mas da pequena Magda, nada. Aliás, a vasta equipa que compõe o corpo redactorial do QA80 (que é constituída, como todos sabem, por mim) vasculhou, vasculhou e nada conseguiu encontrar da menina Magda Teresa. Para adensar o mistério, o single apresenta o tema principal cantado com sotaque brasileiro e o lado B com sotaque português de Portugal.
Aquilo que sei é o que está na contra-capa do single. O tema principal foi composto por Sérgio Lopes e Paulo Coelho, sim, ele mesmo, o escritor, na altura apenas um letrista para canções. A Era dos Super Heróis é uma espécie de desmistificação dos homens e mulheres com superpoderes, e, apesar de canção infantil, tem um toque de consciência social quando se ouve, a partir de certa altura, "Passar o dia sem se aborrecer / Nem é possível com super poder / Pois o perigo de ser agredido / Tá por todo o lado". Mas o que mais me surpreendeu na letra de Paulo Coelho, recordo, numa canção para crianças, é o momento "Maiores de 18" que a determinado momento nos é dado a ouvir: "Lanterna Verde gastou sua pilha / Transando a Mulher Maravilha". Não sei, não, mas da última vez que vi uma novela brasileira, o verbo "transar" queria dizer aquilo-que-todos-sabemos... Quanto à metáfora da "pilha", o melhor é não fazer comentários... Consegui apurar que este tema teve uma versão dos Dominó, uma boy-band brasileira dos anos 80.
O lado B chama-se A Canção Que Anda No Ar e foi composta por Cristiana Kopke e Mike Sergeant (Green Windows e Gemini). Aliás, Mike é o responsável pelos arranjos e direcção de orquestra dos dois temas, de onde se conclui que a mocinha deve ser portuguesa. Mas chega de paleio e vamos ao que interessa:
magda teresa - a era dos super herois
magda teresa - a canção que anda no ar
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David Lee Roth ou Sammy Hagar? - SONDAGEM ENCERRADA
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Questão existencial para fãs de Van Halen: naqueles vossos sonhos em que aparecem em palco de guitarra ao ombro, perante 20 ou 30 mil groupies a gritar pelo vosso nome (Eddie, pois claro), quem surge à vossa direita agarrado ao microfone? David Lee Roth? Ou Sammy Hagar? O sucesso da banda com um ou com outro faz adivinhar um dilema de difícil resolução. Vamos lá a votar. Quem simplesmente não gosta de Van Halen, tem também direito a voto! É na barra lateral. Obrigado!
van halen (com david lee roth) - jump
van halen (com sammy hagar) - when it's love
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sábado, outubro 17, 2009
A-ha
There's no end to the lengths I'll go to
Vieram do país dos fiordes (não confundir com "filhozes"), a Noruega. Os nomes dos três "marmanjos" são Pal Waaktaar, Magne "Mags" Furuholmen e o vocalista Morten Harket e eram muito mais que uma banda caras larocas. Tinham talento e deixaram-nos um conjunto de canções que documentam alguma da melhor pop que se fez na década de 80.
Take On Me (1985) trouxe-nos um dos melhores telediscos de sempre, apresentando um crossover entre a banda desenhada e a vida real. Esta música ainda hoje é um dos ícones dos anos 80 com o início de batida forte e rápida e depois a entrada da inconfundível melodia das teclas. O refrão, bom, quem é que não sabe cantar o refrão? E quem é que consegue?
The Sun Always Shines On TV (1986) seguiu-se a Take On Me com grande sucesso. Os dois temas fazem parte do álbum de estreia, o magnífico Hunting High And Low, que inclui ainda a balada do mesmo nome, promovida por mais um teledisco fantástico.
Em 1986, surgiu Scoundrel Days, o segundo LP, do qual fazem parte I've Been Losing You e Cry Wolf. A receita era a mesma, o sucesso também. Após a participação, não muito feliz, na minha opinião, na banda sonora de 007 - The Living Daylights (1987), editaram Stay On These Roads, terceiro álbum, que, apesar de uma bonita balada como tema-título do álbum, encarregou-se de demonstrar que este jovens noruegueses tinham já esticado demasiado a corda. Por outras palavras, o declínio, gradual, começara.
Durante a década de 90, e apesar da edição de três álbuns, um deles sendo a compilação dos maiores âxitos, os A-ha decidiram encerrar a sua actividade (por outras palavras: fazer uma pausa por tempo indeterminado) e os seus três elementos procuraram novos objectivos na música. Pal formou os Savoy, Mags fundou o Timbersound e Morten gravou três álbuns, dois deles cantados em norueguês. Para uma listagem completa da discografia dos vários projectos cliquem aqui.
Em 2000 regressaram com Minor Earth, Major Sky. Este segundo fôlego durou precisamente nove anos: esta semana os A-ha anunciaram a despedida, que será marcada por uma digressão mundial em 2010 (será que Portugal poderá vê-los ao vivo?). Lifelines (2002), Analogue (2005) e Foot of the Mountain (2009) completam uma discografia de nove álbuns com que oa A-ha tornaram as nossas existências mais felizes. Pal, Mags e Morten, obrigado!
PS - Há dois anos, os leitores do QA80 elegeram a sua música favorita dos A-ha. Vê aqui qual foi.
Take On Me (1985) trouxe-nos um dos melhores telediscos de sempre, apresentando um crossover entre a banda desenhada e a vida real. Esta música ainda hoje é um dos ícones dos anos 80 com o início de batida forte e rápida e depois a entrada da inconfundível melodia das teclas. O refrão, bom, quem é que não sabe cantar o refrão? E quem é que consegue?
Em 1986, surgiu Scoundrel Days, o segundo LP, do qual fazem parte I've Been Losing You e Cry Wolf. A receita era a mesma, o sucesso também. Após a participação, não muito feliz, na minha opinião, na banda sonora de 007 - The Living Daylights (1987), editaram Stay On These Roads, terceiro álbum, que, apesar de uma bonita balada como tema-título do álbum, encarregou-se de demonstrar que este jovens noruegueses tinham já esticado demasiado a corda. Por outras palavras, o declínio, gradual, começara.
Durante a década de 90, e apesar da edição de três álbuns, um deles sendo a compilação dos maiores âxitos, os A-ha decidiram encerrar a sua actividade (por outras palavras: fazer uma pausa por tempo indeterminado) e os seus três elementos procuraram novos objectivos na música. Pal formou os Savoy, Mags fundou o Timbersound e Morten gravou três álbuns, dois deles cantados em norueguês. Para uma listagem completa da discografia dos vários projectos cliquem aqui.
Em 2000 regressaram com Minor Earth, Major Sky. Este segundo fôlego durou precisamente nove anos: esta semana os A-ha anunciaram a despedida, que será marcada por uma digressão mundial em 2010 (será que Portugal poderá vê-los ao vivo?). Lifelines (2002), Analogue (2005) e Foot of the Mountain (2009) completam uma discografia de nove álbuns com que oa A-ha tornaram as nossas existências mais felizes. Pal, Mags e Morten, obrigado!
PS - Há dois anos, os leitores do QA80 elegeram a sua música favorita dos A-ha. Vê aqui qual foi.
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quarta-feira, outubro 14, 2009
45 rotações (III)
Amália Rodrigues
O Senhor Extraterrestre (1981)
A passagem dos dez anos sobre a morte de Amália Rodrigues motivou-me a recuperar uma aventura pop em que a maior fadista portuguesa de sempre embarcou nos anos 80. Foi pela mão genial de Carlos Paião, em 1981, que surgiu um maxi-single de vinil amarelo com duas canções. No lado A, O Senhor Extraterrestre, a fazer lembrar marchas populares, cuja letra chegou a fazer parte de um manual escolar da primária. No lado B, Amigo Brasileiro, com ritmos latinos como pano de fundo. A voz, a da inconfundível Amália Rodrigues. Os Arranjos e a direcção de orquestra pelo maestro Gaya. A produção foi de Mário Martins. Não faço ideia do impacto que este disco teve na altura (tinha apenas dez anos), mas hoje é considerado por alguns como uma preciosidade. Há uns tempos, o Blitz considerou-o mesmo uma relíquia, e há lojas de discos online a vendê-lo por vinte euros. Eu comprei o meu exemplar por cinquenta cêntimos. Sim, leram bem. Foi, como não podia deixar de ser, na feira da Vandoma. A capa do disco apresenta-nos uma banda desenhada cujas personagens são Amália e o senhor ET. Se clicarem nas imagens acima, poderão vê-la em pormenor.
Amalia Rodrigues - Sr. Extraterrestre
Amalia Rodrigues - Amigo Brasileiro
O Senhor Extraterrestre (1981)
Amalia Rodrigues - Sr. Extraterrestre
Amalia Rodrigues - Amigo Brasileiro
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sábado, outubro 10, 2009
Cock Robin: alguém esteve lá?
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sexta-feira, outubro 09, 2009
JOÃO LOUREIRO (46)
ban - irreal social
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Cock Robin
Things aren't quite as they seem inside my domain
Falar dos Cock Robin (nome de pássaro chamado “pisco” ou “tordo americano”) é lembrar quatro canções que marcaram os anos 80: When Your Heart Is Weak, The Promise You Made, Thought You Were On My Side e, a preferida do QA80, Just Around The Corner.
O grupo surgiu em 1983 e foi composto pelo vocalista/compositor/baixista Peter Kingsberry, um rapaz de boa voz, ainda que um pouco chorona, assim a atirar para a country; a cantora Anne Lacazio (de ascendência italo-chinesa), uma mocinha que gostava de ser a Stevie Nicks quando fosse grande, mas que não lhe chegou aos calcanhares, ainda que se tenha portoado à altura do exigido nos Cock Robin; o guitarrista Clive Wright; e o baterista Louis Molino III.
A curta carreira do grupo produziu três álbuns. O primeiro, Cock Robin (1985), lançou-os imediatamente para o estrelato, principalmente na Europa, graças aos temas Thought Your Were On My Side, The Promise You Made e When Your Heart Is Weak.
Por alturas do segundo álbum, After Here, Through Midland (1987), o grupo apresenta-se já como um duo Peter e Anne. Este LP produziu a sua melhor canção, na minha opinião: Just Around The Corner.
O último álbum dos Cock Robin, First Love/Last Rites (1989), ainda lançou o single It’s Only Make Believe, mas o destino do grupo estava traçado e os Cock Robin não sobreviveram à viragem da década. Para quem quer o essencial da sua carreira, o QA80 recomenda o Best Of editado pela Sony. Existe uma boa meia dúzia (!!!) de best ofs dos Cock Robin, por isso hipóteses de escolha não faltam.
Peter Kingsberry enveredou por carreira a solo, tendo gravado quatro álbuns: A Different Man (1991), Once In A Million (1994), Pretty Ballerina (1997) e Mon Inconnue (2002). O título do seu último álbum indicia que é cantado em francês, o que não é estranho se levarmos em linha de conta que Peter vive em França há muitos anos. Quanto a Anne Lacazio, gravou em 2000 o álbum Eat Life, cuja edição física não chegou a existir. No entanto, e porque a Internet tem destas coisas maravilhosas, consegui aceder a algumas músicas desse álbum, neste site.
Grandes novidades trouxe o ano de 2006. Seguindo o exemplo de muitas outras bandas 80s, os Cock Robin voltaram a reunir-se, e, com três dos fundadores originais (Louis Molino III ficou de fora), editaram mesmo o seu quarto álbum de originais, de nome I Don't Want To Save The World. Hoje, estão no Coliseu doas Recreios, para uma prestação que irá incluir uma festa dos anos 80.
O grupo surgiu em 1983 e foi composto pelo vocalista/compositor/baixista Peter Kingsberry, um rapaz de boa voz, ainda que um pouco chorona, assim a atirar para a country; a cantora Anne Lacazio (de ascendência italo-chinesa), uma mocinha que gostava de ser a Stevie Nicks quando fosse grande, mas que não lhe chegou aos calcanhares, ainda que se tenha portoado à altura do exigido nos Cock Robin; o guitarrista Clive Wright; e o baterista Louis Molino III.
A curta carreira do grupo produziu três álbuns. O primeiro, Cock Robin (1985), lançou-os imediatamente para o estrelato, principalmente na Europa, graças aos temas Thought Your Were On My Side, The Promise You Made e When Your Heart Is Weak.
Por alturas do segundo álbum, After Here, Through Midland (1987), o grupo apresenta-se já como um duo Peter e Anne. Este LP produziu a sua melhor canção, na minha opinião: Just Around The Corner.
O último álbum dos Cock Robin, First Love/Last Rites (1989), ainda lançou o single It’s Only Make Believe, mas o destino do grupo estava traçado e os Cock Robin não sobreviveram à viragem da década. Para quem quer o essencial da sua carreira, o QA80 recomenda o Best Of editado pela Sony. Existe uma boa meia dúzia (!!!) de best ofs dos Cock Robin, por isso hipóteses de escolha não faltam.
Grandes novidades trouxe o ano de 2006. Seguindo o exemplo de muitas outras bandas 80s, os Cock Robin voltaram a reunir-se, e, com três dos fundadores originais (Louis Molino III ficou de fora), editaram mesmo o seu quarto álbum de originais, de nome I Don't Want To Save The World. Hoje, estão no Coliseu doas Recreios, para uma prestação que irá incluir uma festa dos anos 80.
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domingo, outubro 04, 2009
Novo teledisco: TALK TALK - It's My Life
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quinta-feira, outubro 01, 2009
Dia Mundial da Música
Hoje alinhei na promoção da JoJo's, provavelmente a mais antiga loja de discos da cidade do Porto, que pôs 20% de desconto em tudo, para celebrar o Dia Mundial da Música. E permitam-me dizer-vos que a loja, que foi expandida com um auditório e um segundo andar com vinis raros, está um mimo. Um espaço que vai muito para além da música, onde se respira cultura, com ofertas ao nível da leitura, do DVD e até da roupa.
Relativamente às compras, trouxe uma quantidade assinalável de singles em vinil obscuros dos anos 80, que pretendo partilhar com todos vós aqui no QA80, e ainda best ofs em CD de The Cars, Garbage, Rod Stewart e Talking Heads. É precisamente com a banda de David Byrne que vos deixo, em formato teledisco. A canção é Wild Wild Life e o teledisco é do melhor que se fez nos anos 80.
Relativamente às compras, trouxe uma quantidade assinalável de singles em vinil obscuros dos anos 80, que pretendo partilhar com todos vós aqui no QA80, e ainda best ofs em CD de The Cars, Garbage, Rod Stewart e Talking Heads. É precisamente com a banda de David Byrne que vos deixo, em formato teledisco. A canção é Wild Wild Life e o teledisco é do melhor que se fez nos anos 80.
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