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15 people found this review helpful
42.5 hrs on record
Em Jedi Survivor, cinco anos após os acontecimentos de Fallen Order, acompanhamos Cal Kestis, que continua sua missão de lutar como pode contra o Império.

Na minha visão, esse jogo é muito mais ambicioso que o primeiro título, expandindo de forma significativa quase tudo o que foi apresentado anteriormente.

Na gameplay, que para mim foi um dos aspectos que mais evoluiu, foram adicionadas novas posturas de combate, desde uma focada em defesa até outra que intercala o sabre de luz com um blaster. Isso faz com que o combate, que antes poderia se tornar repetitivo em alguns momentos, agora tenha muito mais variedade e fôlego. A árvore de habilidades também cresceu consideravelmente, adicionando novas possibilidades que podem ser desenvolvidas de acordo com o estilo de cada jogador.

Quanto à exploração, a evolução é ainda mais evidente. O jogo se aproxima bastante de um metroidvania 3D, onde habilidades adquiridas ao longo da história desbloqueiam novos caminhos e áreas anteriormente inacessíveis. Isso faz com que o ritmo da progressão seja agradável, enquanto exploramos planetas esculpidos com muita personalidade. Koboh, o maior deles, oferece cenários de tirar o fôlego e diversos pontos de interesse onde podemos aprender mais sobre a região e seus personagens. O bar de Pyloon também merece destaque, funcionando como um hub onde realizamos missões secundárias que adicionam novos integrantes, uma banda, um jardim, atividades e lojas.

O desenvolvimento da história possui uma boa cadência, apresentando novos personagens e dando tempo para que nos conectemos com eles. Isso se torna ainda mais fácil graças às ótimas atuações e à dublagem competente, que se somam a uma trilha sonora marcante. Quando ela começa a tocar, não há dúvidas de que estamos diante de uma obra de Star Wars.

Em suma, se você gostou de Fallen Order, vale muito a pena dar uma chance a Survivor, pois ele faz exatamente o que uma continuação deve fazer: melhora em diversos aspectos e expande tanto a história quanto o universo.

Ansioso pelo próximo título.

Que a Força esteja com você.
Posted 20 February.
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8 people found this review helpful
6.2 hrs on record
Pumpkin Jack é, em suma, um jogo simples.
Mas não cometa o erro de pensar que simplicidade não pode ser divertida.

Em nosso caminho inverso, temos como objetivo eliminar um feiticeiro que deseja pôr fim ao caos na Terra e restaurar a ordem. Para que isso não aconteça, atravessamos seis cenários cheios de identidade, com puzzles bem pensados e chefes que exigem abordagens distintas para serem derrotados. Ao longo da jornada, adquirimos novas armas que ajudam a manter a gameplay variada e evitam que a experiência se torne repetitiva.

Mesmo sendo um jogo relativamente curto, acredito que ele entrega muito bem o que se propõe: algumas boas horas de diversão direta e bem executada.
Posted 28 January.
Was this review helpful? Yes No Funny Award
15 people found this review helpful
15.5 hrs on record (11.9 hrs at review time)
Extremamente divertido e por vezes desafiador. Com o tempo, se torna um pouco repetitivo mas com o ar da graça dos amigos a experiência se torna no mínimo memorável.
Posted 24 November, 2025.
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56 people found this review helpful
3
5
17.0 hrs on record (14.0 hrs at review time)
“Nathan Drake levou um homem insano e seu exército até a porta de Shambhala.
Nathan Drake encontrou uma cidade perdida no meio do deserto de Rub’ al Khali.
Nathan Drake descobriu a lendária cidade de El Dorado.
Nathan Drake é uma lenda.”

Em uma sexta-feira qualquer, ao chegar em casa, fechei a porta, abri a janela, liguei o PS3 e a TV e coloquei Uncharted 3, que havia pego emprestado com um amigo da escola. Foi amor à primeira vista. Para mim, essa é uma daquelas franquias que carregam consigo muito mais do que apenas um entretenimento para passar o tempo.

Todos os Uncharted são maravilhosos. Entretanto, meu favorito desde a primeira vez que joguei continua sendo o 4. Acredito que por “finalizar” a grandiosa saga de Nathan, ele traz consigo uma ideia meio melancólica de talvez nunca mais vermos esses personagens. Mas, ao mesmo tempo, proporciona aquele quentinho no coração por termos tido a sorte de acompanhar suas aventuras.

Nathan é aquele tipo de personagem com quem você facilmente seria amigo na vida real. Ouso dizer que é um dos mais carismáticos dos videogames. Isso se deve tanto aos acontecimentos dos outros jogos quanto ao passado que nos é apresentado, aprofundando o personagem e nos fazendo compreender suas vontades e obsessões. Tanto os companheiros de jornada quanto os antagonistas foram construídos com maestria, somando e elevando exponencialmente a história de A Thief’s End.

A gameplay é relativamente simples, mas muito bem aproveitada, equilibrando o jogo entre momentos de escalada, resolução de puzzles e confrontos em que viramos praticamente um exército de um homem só (ou dois). Não posso negar que amo a ideia de derrotar dezenas de inimigos enquanto atiro, pulo, me penduro e explodo tudo à minha frente como se fosse um super-herói. Ou, no caso de Nathan, como já foi comprovado pela Naughty Dog, apenas muito sortudo.

Outra ousadia da minha parte é afirmar que, mesmo lançado em 2016, esse jogo ainda possui alguns dos melhores gráficos e ambientações já vistos. Não sei se a versão de PC é tão melhor assim ou se eu simplesmente não me lembrava de como era. Ao rejogar, fiquei espantado com o nível de otimização. Houve momentos em que passei minutos apenas observando e absorvendo cada detalhe. Parecia que haviam colocado partícula por partícula para formar cenários que, sozinhos, já poderiam ser considerados obras de arte.

Em suma, até onde sabemos, esse jogo é a despedida de uma saga lendária. Tenho convicção de que Uncharted 4: A Thief’s End é uma verdadeira carta de amor para todos os fãs da franquia, projetada com muito carinho para nos dizer adeus ou, quem sabe, apenas um até logo.

Recomendo jogar toda a trilogia anterior, pois a jornada completa é algo memorável. No entanto, acredito que mesmo quem começar apenas por este terá uma experiência maravilhosa.

Sic Parvis Magna
Posted 28 October, 2025.
Was this review helpful? Yes No Funny Award
44 people found this review helpful
3
19.5 hrs on record
Por vezes me pego pensando em como certos acontecimentos em nossas vidas geram um efeito cascata. Ao abraçar minhas limitações, gosto de imaginar universos em que as coisas aconteceram de forma diferente, e acabo me perdendo em mundos criados por mim mesmo.

Quando joguei The Last of Us pela primeira vez, tinha a mesma idade da Ellie. Instantaneamente, o jogo se tornou o meu favorito da vida. Aos 14 anos, já havia experimentado ótimos títulos e vivenciado grandes histórias, mas foi The Last of Us que me trouxe uma nova perspectiva. Ele ampliou meus horizontes e me fez perceber que videogames têm tanto potencial para transmitir arte quanto qualquer outra mídia.

Enquanto jogava, senti tristeza, medo, culpa, raiva, alegria e esperança. Me afeiçoei aos personagens e ficava vidrado observando como a natureza havia tomado conta das regiões urbanas, criando uma estética que, ao mesmo tempo, transmitia desconforto e paz. A trilha sonora espetacular de Gustavo Santaolalla, que me acompanha até hoje, foi a cereja do bolo dessa experiência inesquecível.

Joguei a versão de PS3, PS4 e agora o remake. No total, finalizei o jogo sete vezes. Embora minha versão favorita seja o Remastered do PS4, é inegável que a mais impressionante graficamente é o Remake. Mesmo achando que ele não era realmente necessário, o time de desenvolvimento fez um trabalho excepcional, especialmente nas expressões faciais. E o que antes parecia impossível aconteceu: The Last of Us chegou ao PC, o que é ótimo, pois quanto mais pessoas tiverem acesso a essa obra, melhor.

The Last of Us mudou para sempre a forma como enxergo a arte e a vida. Levarei comigo todas as experiências que tive, e ainda terei, com essa obra-prima.
Posted 18 October, 2025.
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20 people found this review helpful
8.7 hrs on record
Sem esperar muito, ao abrir o jogo, me deparei com uma simples cutscene que conta a história desse mundo. Mesmo sem ainda ter jogado, me senti imediatamente convencido a mergulhar nesse universo e viver na pele de um garoto com uma espada de obsidiana, recém chegado à Citadel, para tentar acabar com a era de corrupção dos antigos deuses e trazer de volta o equilíbrio ao reino.

Andar pela cidadela enquanto apreciava os detalhes em pixel art dos cenários se tornou um verdadeiro conforto, uma espécie de calmaria antes da tempestade. Por se tratar de um Boss Rush, inicialmente senti certa apreensão, mas ao me imergir nesse mundo percebi que os desenvolvedores não poderiam ter tomado decisão melhor.

Os bosses são incríveis, cada um foi desafiador e memorável. A sensação agridoce de, aos poucos, entender seus golpes e mapeá-los, melhorando a cada tentativa, é simplesmente viciante.

Por mais que tenha sido uma jornada breve, lembrarei dos caminhos solitários, das paisagens lindas e dos monstros que enfrentei.
Posted 4 October, 2025.
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19 people found this review helpful
17.2 hrs on record
Zerando o jogo pela segunda vez, percebi que ele melhorou ainda mais. Os dois personagens são maravilhosos, carregando nuances que aprofundam a carga dramática e nos fazem simpatizar, colocando-nos em seus lugares.

Para mim, a grande sacada e estrela do jogo é a variedade de momentos em que os dois jogadores precisam trabalhar juntos para superar desafios, além dos diversos minigames espalhados pela obra, que enriquecem ainda mais a experiência cooperativa.

Com um tom mais sério, o enredo é excelente em apresentar os objetivos e vontades de ambos os personagens, nos fazendo mergulhar cada vez mais na ambientação cuidadosamente criada pelos desenvolvedores.

Em suma, A Way Out não é apenas um jogo cooperativo, é uma experiência que mostra o verdadeiro potencial de contar histórias quando a cooperação é o centro da narrativa.
Posted 28 September, 2025.
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35 people found this review helpful
1
30.8 hrs on record
Como muitas obras em minha vida, Hades não me fisgou de imediato, principalmente por seus elementos roguelite, em que a mecânica central gira em torno da repetição. A princípio, não conseguia aceitar a ideia de fazer uma run, morrer e ter que passar por tudo novamente, sabendo que provavelmente falharia e alimentaria esse ciclo.

Até o momento em que a chave girou e eu entendi. A obra é extraordinariamente bem-sucedida no que se propõe, fazendo com que cada run evolua, direta e indiretamente, tanto os atributos de Zagreus quanto o jogador. A cada retorno, novas linhas de diálogo se desbloqueiam, expandindo exponencialmente o universo e a vida do jogo.

As artes dos personagens são tão caricatas e detalhadas que, em diversos momentos, fiquei apenas observando enquanto ouvia as dublagens, gravadas com tanto cuidado que não duvidaria se tivessem chamado o próprio Olimpo para emprestar suas vozes. O enredo é magnífico, a ponto de me deixar ansioso diversas vezes para conversar e conhecer ainda mais cada personagem.

O combate, uma das estrelas do jogo, é simples, mas extremamente recompensador, com diversas armas que podem ser evoluídas e personalizadas de acordo com o gosto do jogador. A trilha sonora é impecável, adaptando-se perfeitamente a cada momento, desde combates frenéticos até encontros acolhedores com amigos que fazemos pelo caminho, que por sua vez é cuidadosamente arquitetado para que nos maravilhemos com cada nível que avançamos.

Em suma, Hades foi uma experiência belíssima que certamente levarei comigo para a vida.
Posted 28 September, 2025.
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12 people found this review helpful
5.7 hrs on record
O jogo não me conquistou de imediato. Demorou alguns minutos até eu compreender suas mecânicas e enxergar o potencial que ele tinha. Mas, quando isso aconteceu, fluiu de tal forma que não consegui mais parar de pensar nele.

A ambientação em uma rádio de uma pequena cidade nos tão saudosos anos 80 é simplesmente incrível. Desde as músicas que podemos colocar para tocar até os personagens com quem conversamos, tudo é cuidadosamente pensado. Os puzzles e investigações funcionam como peças de um enorme quebra-cabeça, revelando o quanto o jogo é competente no que se propõe.

O mapa, concentrado quase inteiramente na sede da rádio, é repleto de cômodos com identidade própria, o que nos permite memorizar facilmente cada espaço e torna a jornada ainda mais prazerosa enquanto tentamos solucionar mistérios madrugada adentro.

Recomendo fortemente a todos que gostam de puzzles e investigações em mundos pequenos, mas tão ricos que chegam a parecer reais.
Posted 6 September, 2025.
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18 people found this review helpful
4.2 hrs on record
Um dos melhores títulos da franquia. The Room 4: Old Sins nos leva ao sótão de uma mansão que outrora serviu de palco para pesquisas e mistérios ligados à tão sonhada ideia do “Nulo”.

Ali encontramos uma miniatura da própria mansão, cenário onde todo o jogo se desenrola. Os puzzles são incríveis, e a forma como se interligam é extremamente satisfatória. Mesmo que leve algum tempo até conseguirmos ligar todos os pontos, a sensação ao perceber a genialidade por trás de cada conexão é algo que mostra o quão talentoso um estúdio precisa ser para criar algo tão bem amarrado.
Posted 4 September, 2025.
Was this review helpful? Yes No Funny Award
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