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<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">  <channel> <title>vidadebicho</title> <link>https://vidadebicho.globo.com/</link> <description>Home | Vida de Bicho</description> <language>pt-BR</language> <copyright>© Copyright Globo Comunicação e Participações S.A.</copyright> <atom:link href="https://pox.globo.com/rss/vidadebicho/" rel="self" type="application/rss+xml"/> <image> <url>https://s2-home-globo.glbimg.com/02STlZZgd_48kL_lkpEIbvukPM4=/144x0/http://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afd7a7aa13da4265ba6d93a18f8aa19e/pox/gcom.png</url> <title>vidadebicho</title> <link>https://vidadebicho.globo.com/</link> <width>144</width> <height>144</height> </image>  <item> <title>Cachorro lambendo cubo de gelo em vídeo hilário viraliza na internet</title>  <atom:subtitle>No vídeo, que bombou no Tiktok, o cachorro Harvey aparece deitado na varanda lambendo um cubo de gelo para tentar manter a temperatura do seu corpo fresca.</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/colunistas/caoportamento/noticia/2023/06/cachorro-lambendo-cubo-de-gelo-em-video-hilario-viraliza-na-internet.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/colunistas/caoportamento/noticia/2023/06/cachorro-lambendo-cubo-de-gelo-em-video-hilario-viraliza-na-internet.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/---V_9z5Ra7eKiqHIgo-nWfildU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/B/u/Ki6LQSRyGsc4cAA7i5xg/1686682233992708.jpeg" /><br /> ]]>    Um cachorro chamado Harvey deixou a internet em risos depois que um vídeo dele tentando combater a onda de calor da melhor maneira possível viralizou nas redes sociais na semana passada. No vídeo, compartilhado no TikTok por sua cuidadora temporária sob o nome de usuário Tesswittmann, Harvey pode ser visto deitado no meio da varanda, lambendo um cubo de gelo de vez em quando para tentar manter a temperatura do seu corpo fresca. 
Cachorro com calor lambe cubo de gelo
Reprodução/TikTok @tesswittmann
O hilário clipe, que foi compartilhado milhares de vezes na plataforma, vem com uma legenda que diz: "Aqueles dias quentes de verão". O vídeo rapidamente ganhou popularidade nas redes sociais, atraindo espectadores de todo o TikTok. Até agora, recebeu mais de 1,1 milhão de visualizações e 105 mil curtidas. 
Ao contrário dos humanos, os cães não podem suar através da pele, como explica a instituição de caridade animal Blue Cross. Em vez disso, eles dependem da respiração ofegante e da liberação de calor através das almofadas das patas e do nariz para regular a temperatura do corpo e se manterem frescos. Devido ao seu pelo, em um dia quente de verão, é fácil para eles sofrerem um golpe de calor.
Os sinais de um golpe de calor em cães incluem colapso, respiração ofegante excessiva e salivação. Se você suspeitar que seu animal de estimação está sofrendo da condição, a Blue Cross sugere movê-lo para um local fresco, preferencialmente com uma corrente de ar, molhar seu pelo com água fresca - não gelada - e entrar em contato imediatamente com o veterinário.
"Uma vez que um cachorro mostra sinais de um golpe de calor, o dano muitas vezes já foi feito, por isso é tão importante preveni-lo", afirma o site da instituição de caridade animal.
É importante lembrar que, assim como os humanos, os animais também sofrem com as altas temperaturas. Portanto, é fundamental garantir que eles tenham acesso a água fresca e sombra durante o dia e evitar passeios em horários muito quentes. Além disso, é recomendado que se evite deixá-los em carros estacionados sob o sol por períodos prolongados. 
Cuidar dos nossos animais de estimação é uma responsabilidade importante e devemos sempre estar atentos ao seu bem-estar, especialmente durante os dias mais quentes do ano.  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/---V_9z5Ra7eKiqHIgo-nWfildU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/B/u/Ki6LQSRyGsc4cAA7i5xg/1686682233992708.jpeg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Tue, 13 Jun 2023 19:22:39 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como saber se cães e gatos são felizes? Elencamos os principais sinais</title>  <atom:subtitle>Saiba identificar se o seu pet é feliz!</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/vida-de-bicho-na-cbn/noticia/2023/05/como-saber-se-caes-e-gatos-sao-felizes-elencamos-os-principais-sinais.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/vida-de-bicho-na-cbn/noticia/2023/05/como-saber-se-caes-e-gatos-sao-felizes-elencamos-os-principais-sinais.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/tSP2lbf2vp5JHAG7Bjy953yrXCk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/c/8/SLL31YSgaeAkj6KBINnQ/vida-de-bicho-na-cbn-30-05-2023.jpg" /><br /> ]]>    O Estúdio CBN desta terça-feira foi apresentado por Marcella Lourenzetto e Nadedja Calado. A editora-assistente Júlia Martinez participou em nome do Vida de Bicho
CBN/ Reprodução
Uma das maiores preocupações dos tutores é saber se o seu pet é feliz. Quais são os sinais de felicidade em cães e gatos? Como identificá-los? Essas e outras dúvidas nós respondemos na coluna Vida de Bicho do Estúdio CBN desta terça-feira (30). Confira! 
Leia mais  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/tSP2lbf2vp5JHAG7Bjy953yrXCk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/c/8/SLL31YSgaeAkj6KBINnQ/vida-de-bicho-na-cbn-30-05-2023.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Wed, 31 May 2023 09:56:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Cachorro esfregando o rosto: o que pode ser?</title>  <atom:subtitle>Quando frequente e associado a outros sinais, o comportamento pode denunciar um distúrbio físico ou psicológico no bicho</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/cachorro-esfregando-o-rosto-o-que-pode-ser.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/cachorro-esfregando-o-rosto-o-que-pode-ser.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/y_bqzJHgp1ipVIwupJ_GPYDIQnQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/n/N/GhJxijR0SEBmwHs6k3eg/1-cachorro-esfregando-o-rosto-o-que-pode-ser.jpg" /><br /> ]]>    O cachorro pode estar esfregando o rosto por incômodo ou problemas de saúde, além de tentativa de marcação territorial ou comunicação com outros cães
Flickr/ Petra Bensted/ Creative Commons
Por não conseguirem falar propriamente, os pets exigem de nós certa sagacidade para entender as suas "meias palavras" — ou seja, analisar se o comportamento apresentado denuncia alguma vontade específica ou problema de saúde.
Um dos comportamentos mais comuns talvez seja quando o cão esfrega o seu rosto, seja no chão ou na pata. Diante disso, muitos tutores pensam que ele está simplesmente coçando a cabeça, mas não é bem assim.
Segundo Yudney Motta, médico-veterinário mestre e doutor em medicina veterinária pela FMVZ UNESP, se o animal está esfregando o rosto no chão com frequência, pode ser sinal de coceira ou irritação na região. 
“As possíveis causas são variadas, como uma reação alérgica, uma infecção de pele ou um corpo estranho preso ali.” O incômodo pode estar na região interna ou externa do focinho, nos olhos, orelhas ou na boca. 
“Ao esfregar o focinho no chão, eles estão tentando retirar o que os incomoda”, diz Andréa Barboza, médica-veterinária pós-graduada em clínica avançada de pequenos animais e etologia clínica.
A coceira no focinho pode ser causada por uma variedade de fatores, como uma reação alérgica, uma infecção ou um corpo estranho preso na pele
Pexels/ Rachel Claire/ Creative Commons
Mas essa é apenas uma das possíveis explicações. Outra razão que poderia explicar o comportamento é a marcação territorial, uma vez que cães possuem glândulas odoríferas nas bochechas, que liberam um odor característico. 
“Ao esfregar o rosto no chão, eles deixam sua marca olfativa em um determinado território”, sugere Yudney.
Também podemos estar diante de uma forma de aliviar o estresse, pois a ação de esfregar o rosto pode liberar endorfinas no cérebro do cachorro, auxiliando a acalmá-lo em situações desconfortáveis.
“Eles também podem esfregar o rosto no chão para se limpar. Isso pode ser especialmente comum em raças com focinhos proeminentes, como os buldogues, que tendem a ter dificuldade em limpar as dobras de pele em torno do rosto”, diz o médico-veterinário.
Por fim, pode se tratar também de uma forma de comunicação com outros cães: “Em situações sociais, o comportamento pode ser usado para indicar submissão ou para se aproximar de outro cachorro”, diz Yudney.
Cachorro esfregando o rosto com a pata: o que significa?
No geral, o comportamento é inofensivo. Mas se estiver ocorrendo em uma frequência alta, o tutor deve levar o cão ao médico-veterinário
Freepik/ Creative Commons
Quando leva a pata ao rosto e esfrega o focinho, por sua vez, o cachorro também pode ter uma série de motivações. Elas incluem as já citadas: coceira e irritação na área ou na região dos olhos e limpeza — especialmente em bichos de pelos longos ou focinhos proeminentes, que acumulam sujeira e umidade.
“Em alguns casos, um cachorro pode esfregar o focinho com a pata quando está com dor nos dentes ou nos ouvidos. Se o comportamento persistir ou parecer incomum, é uma boa ideia levar o cachorro ao médico-veterinário para uma avaliação”, diz Yudney.
Em resumo, esfregar o focinho com a pata pode ter várias causas. Mas, segundo o profissional, na maioria das vezes, é um comportamento normal e inofensivo. 
“No entanto, se você estiver preocupado com o comportamento do seu cachorro, é melhor consultar um veterinário para determinar a causa subjacente e garantir que seu pet esteja saudável”, orienta.
Problemas de saúde associados ao comportamento
Quando associado a alguns outros sinais, o comportamento de esfregar o rosto, em cães, pode denunciar algum problema de saúde, como infecções. Elas podem ocorrer no nariz, boca, garganta ou olhos de um cachorro e causar irritação, coceira e desconforto. 
Alergias também podem levar o cachorro a esfregar o focinho, pois irritam nariz, boca ou olhos, o que resulta em coceira. “Elas são geralmente causadas por alimentos, pólen, ácaros, entre outros”, diz Yudney.
Se o comportamento estiver associado a outros sinais clínicos, é importante observar o animal e considerar levá-lo ao médico-veterinário
Freepik/ Creative Commons
Alguns parasitas, como pulgas, carrapatos e ácaros, também entram na lista. Eles podem provocar coceira intensa no focinho e em outras partes do corpo do cachorro, levando-o a esfregar o focinho para tentar aliviar a coceira.
Problemas dentários, como cáries, infecções e gengivite, são outra possível causa para o comportamento. Eles podem causar desconforto na boca do cão, levando-o a esfregar o focinho em uma tentativa de aliviar a dor.
Infecções oculares, como conjuntivite, ou irritações, como corpos estranhos nos olhos, também figuram entre as causas; bem como doenças respiratórias, como sinusite, rinite ou pneumonia, que provocam irritação no nariz e seios da face, levando o cachorro a esfregar o focinho para tentar aliviar o desconforto.
“Alguns problemas neurológicos, como convulsões ou tumores cerebrais, podem causar comportamentos repetitivos, incluindo esfregar o focinho no chão ou em objetos, como uma parede”, acrescenta Yudney.
Atenção aos sinais
Se o comportamento for repetitivo, pode ser um sinal de ansiedade ou transtornos compulsivos
Freepik/ Creative Commons
Segundo Yudney, é de extrema importância que o tutor observe se há outros sintomas ou sinais clínicos associados ao comportamento de esfregar o focinho e consulte um médico-veterinário para obter um diagnóstico e tratamento adequados.
Por exemplo, se o cachorro estiver esfregando o focinho com mais força que o normal, pode ser que haja inchaço na região. 
“Isso pode ser um sinal de uma infecção ou lesão, e é importante monitorar o comportamento do cachorro para ver se há outros sinais de desconforto ou dor”, recomenda o profissional.
Já se o comportamento for repetitivo e obsessivo, pode ser um sinal de ansiedade ou outras condições médicas, como transtornos compulsivos.
Por outro lado, se houver vermelhidão ou secreção nos olhos, nariz ou boca do cachorro, o comportamento de esfregar o rosto ou o focinho pode ser um sinal de desconforto, ou irritação nessas áreas. 
“É importante examinar cuidadosamente a região afetada e consultar um médico-veterinário para um diagnóstico e tratamento apropriados”, reforça Yudney.
Cabe ao tutor observar se há mudanças no comportamento deste animal — como letargia, falta de apetite ou agressão — que possam indicar um problema de saúde subjacente.
A dor no animal geralmente não é percebida pelos tutores, pois cães buscam não demonstrá-la
Freepik/ Creative Commons
O que mais pode sugerir que o cachorro está doente?
Outros comportamentos apresentados pelo cão podem estar associados à doença física ou psicológica, podendo esta última estar associada a causas como estresse e medo.
Como exemplo de alteração do comportamento associado a distúrbio físico, Andréa cita doenças como osteoartrite, que causam dor. 
“A dor muitas vezes passa despercebida pelos tutores, pois os cães, por uma questão de sobrevivência, não demonstram”, diz.
Segundo a médica-veterinária, eles podem até estar comendo bem, andando e até correndo e brincando e, mesmo assim, estarem com dor crônica. Também é comum que eles apresentem comportamento agressivo em decorrência da dor.
Andréa ressalta também outra situação comum: quando cães envelhecem e param de brincar, reduzem as interações sociais ou passam muito tempo dormindo.
“Muitos tutores associam essa redução de atividade à velhice, mas devemos ter em mente que cães brincam mesmo quando idosos, e que a probabilidade de estarem com dor é muito grande”, diz.
Outras alterações físicas que levam a mudanças de comportamento incluem começar a urinar fora do local correto, devido à cistite, automutilação por dor ou coceira e agressividade por distúrbios intestinais.
O estresse também pode contribuir para alterações comportamentais, e cães entediados podem se encontrar nessa situação.
“Devemos lembrar que cães na natureza passam o dia interagindo uns com os outros na matilha, caminhando longas distâncias, explorando e caçando. Quando não é possível fazer isso, o animal se sente frustrado e ansioso”, explica.
Essa privação do comportamento natural pode desencadear comportamentos disfuncionais, como a lambedura de patas e paredes, corridas atrás da própria cauda, tentativa de abocanhar “moscas imaginárias”, destruição móveis, entre outros sintomas.
O que fazer?
Pets devem fazer um check-up anual com o médico-veterinário e, conforme forem envelhecendo, reduzir esse intervalo para seis meses
Freepik/ Creative Commons
Independente de uma eventual apresentação de sintomas por parte do cão, o ideal é que os tutores os levem a consultas e exames de check-up ao menos uma vez por ano. À medida que envelhecem, o intervalo pode ser reduzido para seis meses.
“Se diagnosticados precocemente, muitos problemas físicos possibilitam cura e/ou controle, trazendo benefícios para o bem-estar desse cão e de sua família humana”, diz Andréa.
O tutor também deve proporcionar enriquecimento ambiental na rotina do cão, com o objetivo de prevenir distúrbios comportamentais e sofrimento para os animais. 
“Isso deve ser feito de forma individualizada, levando-se em consideração a idade, a raça, o temperamento do cão e a rotina da família humana”, diz a médica-veterinária.
Ela sugere que a consulta de profissionais da área comportamental é uma maneira segura de proporcionar corretamente uma saúde mental para os animais.
Se diagnosticados precocemente, muitos problemas de saúde caninos permitem cura ou controle por meio de tratamentos
Freepik/ Creative Commons
Já no caso de apresentação de mudanças comportamentais, é imprescindível que o tutor procure um especialista em comportamento para avaliação do caso e orientações para tratamento. 
É ele quem terá condições de investigar se a causa é física, mental ou ambas e orientar a melhor conduta e estabelecer o prognóstico e o tratamento.
Mas não se desespere: se o comportamento for ocasional, pode ser algo normal e não há necessidade em se preocupar. Apenas diante de uma frequência considerável é preciso prestar atenção nos sintomas associados e considerar marcar uma consulta com um médico-veterinário.
Fique atento a sinais associados ao comportamento, como inchaço, vermelhidão, secreção, tosse, letargia, falta de apetite ou alteração comportamental
Freepik/ Creative Commons
Caso se trate de uma alergia, Yudney afirma que o veterinário pode prescrever medicamentos para aliviar os sinais clínicos, como anti-histamínicos, corticosteroides ou imunoterapia. 
“Se houver uma infecção, pode ser necessário prescrever antibióticos ou outros medicamentos específicos. Se o problema for devido a um problema dentário, pode ser necessário realizar uma limpeza dental ou extrair um dente”, acrescenta. 
Já se houver um problema ocular, o médico-veterinário pode prescrever colírios ou pomadas oftálmicas para tratar a irritação.
“Em geral, é importante que os tutores observem cuidadosamente o comportamento e os sinais clínicos de seus cães e, se houver alguma preocupação, procurem atendimento veterinário imediatamente. Quanto mais cedo um problema for detectado e tratado, melhor”, finaliza.
Leia mais  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/y_bqzJHgp1ipVIwupJ_GPYDIQnQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/n/N/GhJxijR0SEBmwHs6k3eg/1-cachorro-esfregando-o-rosto-o-que-pode-ser.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Wed, 31 May 2023 09:27:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Artrite x artrose nos pets: entenda as diferenças entre as doenças</title>  <atom:subtitle>Problemas nas articulações podem afetar a qualidade de vida de cães e gatos; saiba como evitá-los</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/saude/noticia/2023/05/artrite-x-artrose-nos-pets-entenda-as-diferencas-entre-as-doencas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/saude/noticia/2023/05/artrite-x-artrose-nos-pets-entenda-as-diferencas-entre-as-doencas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/Txmci3rCoCN936ZZUA0KLz0s5I0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/R/3/4kJVnNTye9jVqUlfkghQ/artrite-x-artrose-nos-pets-entenda-as-diferencas-das-doencas-articulares.png" /><br /> ]]>    Por não terem uma variabilidade de tamanho tão evidente como os cães, não há raças de gatos que são mais predispostas à artrose
Canva/ Creative Commons
Os problemas articulares podem afetar significativamente a qualidade de vida dos pets. Enfermidades nas regiões caracterizadas pela união entre ossos e cartilagens são acompanhadas por dores e limitação dos movimentos.
Cães e gatos podem ser afetados por doenças como artrite, mas os casos clínicos mais comuns são os de osteoartrite — também chamada de artrose, uma enfermidade que degenera as articulações.
Conforme uma revisão publicada no periódico científico Frontiers in Veterinary Science, 20% dos cães com mais de um ano de vida sofrem com osteoartrite na América do Norte. No Reino Unido, a prevalência da doença nos caninos varia entre 2,5 e 6,6%, em animais que costumam frequentar clínicas para receber cuidados básicos. 
Por conta da artrose, cães de pequeno porte podem romper o ligamento da patela, enquanto os de médio porte podem sofrer com a ruptura do ligamento cruzado, ambos no joelho
Unsplash/ Creative Commons
Conforme Luiz Roberto Biondi, professor de Medicina Veterinária da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), a osteoartrite está “ligada ao envelhecimento ou a traumas que causam instabilidade na articulação e, consequentemente, desgaste da cartilagem articular”.
A médica-veterinária Emilene Prudente alerta que, caso a doença não seja devidamente tratada, a dor pode ser intensificada e fazer com que o animal deixe de realizar atividades básicas, como andar, pular e brincar.
Diferenças entre artrite e artrose
As doenças podem ser confundidas, mas os seus processos diferentes. Enquanto a artrite é caracterizada como uma inflamação aguda das articulações, a artrite é considerada uma doença degenerativa.
1. Artrite
De acordo com Luiz, esse processo inflamatório afeta, principalmente, uma região chamada membrana sinovial, que atua como se fosse uma embalagem da articulação. “Essa estrutura mantém um líquido nutritivo e lubrificante que preserva a saúde das cartilagens.” 
Geralmente, a artrite em cães e gatos está relacionada com a contaminação bacteriana de ferimentos nas articulações ou próximos a eles. “A bactéria presente em algum órgão infectado, como pulmões com pneumonia, pode chegar às articulações pelo sangue”, explica o profissional.
Os cães, por exemplo, podem desenvolver artrite reumatoide, uma doença autoimune na qual os anticorpos do organismo são produzidos contra a própria articulação.
2. Artrose ou osteoartrite 
A artrose, osteoartrite ou osteoartrose é um processo natural, devido ao envelhecimento do animal, que causa um desgaste da articulação — especialmente na qualidade do líquido que lubrifica essas regiões e das cartilagens. 
“No entanto, qualquer processo que desestabilize a articulação, como más-formações congênitas, ruptura de ligamentos e fraturas no interior de uma articulação não tratadas, pode acelerar o processo de desgaste”, destaca Luiz.
Mesmo na artrose, também é possível ocorrer inflamações, intensificando as dores devido à deterioração da cartilagem, exposição dos ossos e o atrito entre eles.
Por conta da flexibilidade natural, os gatos sofrem menos lesões nas articulações, mas a artrose pode se desenvolver conforme o animal envelhece
Unsplash/ Creative Commons
Sinais de alerta
O diagnóstico precoce de um problema articular pode evitar a progressão da enfermidade nos animais. Em casa, é importante observar alguns indícios para ter informações para passar ao médico-veterinário na hora da consulta. 
Emilene sugere que o responsável realize o seguinte checklist:
1. O animal manca após os exercícios, com indício de dor? 
2. O pet fica para trás nas caminhadas? 
3. Apresenta dificuldade para se levantar, saltar ou subir e descer escadas? 
4. Possui uma postura rígida? 
“Caso as respostas sejam positivas, o médico-veterinário deve ser consultado para analisar o quadro, definir o diagnóstico e indicar o melhor tratamento”, diz.
Luiz complementa que outros sinais a serem observados são: inchaço na articulação afetada; membro dolorido elevado do chão; e alteração tanto no comportamento, como apresentar um perfil mais depressivo ou agressivo.
Cachorros de porte grande podem ter uma doença congênita que afeta o quadril e, por isso, podem desenvolver artrose nessa região
Unsplash/ Creative Commons
Tratamento de problemas articulares
De acordo com o artigo publicado na Frontiers in Veterinary Science, ainda há poucos aprofundamentos sobre a condição em cães. Por isso a ideia dos pesquisadores foi buscar uma maior compreensão dos fatores de risco da osteoartrite como um meio de implementar medidas preventivas.
Em relação aos tratamentos mais comuns, Luiz cita o uso antibióticos e analgésicos para artrite. Se for a reumatoide, podem ser utilizados medicamentos imunossupressores. 
“Já para o tratamento da artrose, que é um processo crônico e irreversível, pode ser indicado o uso de analgésicos, anti-inflamatórios, condroprotetores [substâncias que diminuem os efeitos da doença] e tratamento fisioterápico.”
A falta de tratamento pode impedir o animal, até mesmo, de realizar suas necessidades
Canva/ Creative Commons
Ainda, Emilene complementa que pesquisas e o desenvolvimento de novas terapias estão proporcionando uma nova era na medicina veterinária. Ela comenta sobre o tratamento com anticorpo monoclonal — método em que essa substância é produzida em laboratório para atingir uma região específica.
“No caso da osteoartrite, ele bloqueia o NGF, que é o fator de crescimento neural, retardando a progressão da doença e combatendo a dor dos pets. Após definir o diagnóstico, o médico-veterinário estabelece a dosagem para o paciente”, finaliza.
Leia mais  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/Txmci3rCoCN936ZZUA0KLz0s5I0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/R/3/4kJVnNTye9jVqUlfkghQ/artrite-x-artrose-nos-pets-entenda-as-diferencas-das-doencas-articulares.png" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Wed, 31 May 2023 09:08:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Muito além dos ursos: conheça 10 animais que também hibernam</title>  <atom:subtitle>As espécies listadas aqui entram em estado de torpor para economizar energia durante o inverno</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/muito-alem-dos-ursos-conheca-10-animais-que-tambem-hibernam.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/muito-alem-dos-ursos-conheca-10-animais-que-tambem-hibernam.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/GMLaH9M_ADSN-cAopXJ_p9fyo_g=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2022/A/A/9G6JdoTvWBhfYh59Mb2g/2022-11-04-c233b320-8e2d-4949-9260-22f7cc91ca17.jpeg" /><br /> ]]>    A hibernação é um processo realizado por animais que precisam poupar energia durante um período. Este processo ocorre com espécies que estão prestes a passar por um inverno muito frio, sem possibilidade de migração ou alimentação viável. Elas, portanto, vão baixar suas funções orgânicas a fim de poupar energia e sobreviver ao período. 
Confira 10 animais que hibernam na lista abaixo!
1. Arganaz
Arganaz - Muscardinus avellanarius
Danielle Schwarz/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
O arganaz é um pequeno rato que passa o período de inverno hibernando em um ninho na superfície, já que o frio é fundamental para a manutenção da sua temperatura nessa época.
2. Esquilos
Esquilo - Sciurus vulgaris
Peter Trimming/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Estes simpáticos animais conseguem baixar sua temperatura a níveis próximos de 0 °C durante o inverno, sem qualquer dano cerebral. A hibernação dos esquilos dura cerca de sete meses.
3. Morcegos
Morcego - Myotis Sodalis
Domínio Público/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Espécies como o Myotis sodaliss preferem cavernas e minas durante a hibernação. Nesta fase, o animal pode chegar a perder 50% do seu peso, já que consome a própria gordura acumulada para se manter no estado de torpor.
4. Hamsters
Hamster-comum – Cricetus cricetus
Canva/ Creative Commons
Os hamsters-europeus ou hamsters-comuns podem hibernar para conservar energia. Geralmente, eles precisam de um período de exposição ao frio de um a dois meses para entrar em hibernação real.
5. Ouriços
Ouriço-do-deserto – Paraechinus aethiopicus 
Levi Clancy/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Estes animais têm como hábito a hibernação em tocas cavadas por eles mesmos. Normalmente, eles se mantêm nesse estado entre os meses de novembro e março. Contudo, muitos ouriços acabam morrendo na em sua primeira hibernação.
6. Marmotas
Marmota marmota
Uoaei1/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
As marmotas também são animais hibernantes. Em alguns casos, o período de torpor pode durar seis meses. Elas chegam a perder até metade do seu peso durante a reclusão.
7. Borboletas
Borboleta-azul – Morpho menelaus eberti 
Edson Guilherme/ SiBBr/ Creative Commons
Especialmente as espécies que vivem em países com invernos rigorosos são capazes de hibernar. Geralmente, as borboletas buscam por locais quentes para passar pelo período. Algumas espécies passam pelo período de inatividade como ovos, lagartas ou pupas.
8. Salamandras
Salamandra Jackson - Bolitoglossa jacksoni
Divulgação/ GWC9 / Wikimedia Commons / CreativeCommons
O termo biológico mais correto para a “hibernação” dos anfíbios e répteis é brumação. Essa diferença existe porque esses animais são exotérmicos, ou seja, não regulam sua temperatura corporal e dependem do calor do ambiente.
9. Sapos
Sapo-de-wyoming – Anaxyrus baxteri 
Domínio Público/ Wikimedia Commons
Em invernos rigorosos, sapos se escondem em buracos de até 50 centímetros de profundidade para fugir do frio na superfície. Eles emergem na primavera, quando sentem que o clima volta a esquentar.
10. Noitibó-de-nuttall
Noitibó-de-nuttall - Phalaenoptilus nuttallii
Connor Long/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
A única ave a realmente hibernar, na compreensão científica do termo, é o noitibó-de-nuttal. Esse pássaro natural da América do Norte, ao contrário de outros, não migra em busca de climas mais quentes. Durante as semanas ou meses de hibernação, sua respiração pode cair até 90%.
Leia mais  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/GMLaH9M_ADSN-cAopXJ_p9fyo_g=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2022/A/A/9G6JdoTvWBhfYh59Mb2g/2022-11-04-c233b320-8e2d-4949-9260-22f7cc91ca17.jpeg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Tue, 30 May 2023 09:30:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Cachorro pode comer pé de galinha? Veterinários alertam para os riscos</title>  <atom:subtitle>O alimento cru traz riscos para a saúde canina, mas é possível ofertá-lo de outras formas. Confira!</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/nutricao/noticia/2023/05/cachorro-pode-comer-pe-de-galinha-veterinarios-alertam-para-os-riscos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/nutricao/noticia/2023/05/cachorro-pode-comer-pe-de-galinha-veterinarios-alertam-para-os-riscos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/izErQ9wm1jikGtTUPz8LWUhge34=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/0/7/yU6XrHRnS7ueyGiaVCHg/cachorro-pode-comer-pe-de-galinha-cru-veterinarios-explicam.png" /><br /> ]]>    Especialistas não recomendam a oferta de pé de galinha cru para cães, pois pode trazer riscos à saúde
Canva/ Creative Commons
Apesar do pé de galinha cru ser rico em nutrientes, ele não é indicado para cães. Os ossos e unhas presentes no alimento podem provocar obstrução ou perfuração no sistema gastrointestinal. 
Riscos de ofertar pé de galinha cru para cães
A ingestão do alimento cru pode acarretar infecção por salmonella, uma bactéria que infecta cães e humanos, de acordo com Adrielly Carmo, zootecnista e especializada em nutrição.
“Pelo fato do pé de galinha ser cru e o corte ter mais contato com o solo, há uma susceptibilidade maior do alimento conter bactérias, fungos e parasitas”, completa Mariana Perini, zootecnista e especializada em nutrição. Há também um risco maior de contaminação por micotoxinas ou microrganismos, colocando a vida dos cães em risco.
“O pé de galinha cru também contém alto teor proteico, o que é ruim para cães com sobrepeso em fase de emagrecimento”, pontua Adrielly. 
Apesar de ser rico em colágeno, o pé de galinha cru pode causar perfuração no sistema gastrointestinal dos cães
Canva/ Creative Commons
O alimento é rico em colágeno, nutriente importante para preservar as articulações, porém, para os peludos se beneficiarem disso, o consumo deve ser elevado, algo contraindicado para a espécie, explica Adrielly. Portanto, o pé de galinha cru não é opção segura para os cachorros. 
Ademais, Mariana alerta que o consumo deste produto acaba degradando os dentes e gengiva do animal, devido às partes duras e pontiagudas.
Como ofertar pé de galinha para cães
Thaís Ferreira, médica-veterinária com atuação em nutrologia animal, explica que o pé de galinha pode ser ofertado apenas cozido e sem os ossos e unhas. Isso minimiza as chances de engasgos e infecções. 
“Os cães preferem alimentos cozidos do que crus, devido ao seu elevado sabor e odor”, acrescenta Mariana.
O cozimento deve ser realizado apenas com água, pois alguns temperos e o óleo não são recomendados para os pets. Antes de servir, o responsável deve esperar o alimento esfriar bem para o peludo não se queimar, como afirma o médico-veterinário Thiago Borba.
Também é possível oferecer o pé de galinha desidratado, segundo Mariana, pois não provoca nenhum prejuízo ou malefício ao animal. No mercado brasileiro, existem diversas marcas que trabalham com esse produto. 
Thaís ressalta que a ingestão de pé de galinha é contraindicada para cães com problemas renais, pois eles têm uma série de restrições nutricionais, podendo comer apenas cortes com baixo teor de fósforo. 
Antes de ofertar qualquer alimento ao cão, o tutor deve consultar um médico-veterinário especialista em nutrição
Canva/ Creative Commons
Outras partes da galinha, como as vísceras e a carne, são opções mais nutritivas para os cães no geral.  
“As vísceras são muito utilizadas nas rações e petiscos comerciais. Além de serem ricas em aminoácidos e ácidos graxos, têm grande aceitação entre os cachorros”, completa Mariana. 
Porém, a inserção de novos ingredientes em uma dieta canina deve ser feita apenas com acompanhamento de um médico-veterinário especializado em nutrição. Caso contrário, o cão pode ter ganho de peso ou até perda de nutrientes. 
Leia mais  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/izErQ9wm1jikGtTUPz8LWUhge34=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/0/7/yU6XrHRnS7ueyGiaVCHg/cachorro-pode-comer-pe-de-galinha-cru-veterinarios-explicam.png" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Tue, 30 May 2023 09:01:00 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Impressões digitais: 11 animais que possuem padrões exclusivos na pele</title>  <atom:subtitle>Conheça alguns bichos que possuem marcas únicas na pele, usadas para identificar os indivíduos</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/impressoes-digitais-11-animais-que-possuem-padroes-exclusivos-na-pele.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/impressoes-digitais-11-animais-que-possuem-padroes-exclusivos-na-pele.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/ayTjWgwVWzxeRcK2SYqx4ClUlaY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/p/s/LNEXvnTi2DlFt7LZqN0Q/impressoes-digitais-animais-que-possuem-padroes-exclusivos-que-os-diferem-dos-demais.jpg" /><br /> ]]>    Nos seres humanos, as impressões digitais são padrões exclusivos de cada indivíduo, que ajudam a identificá-lo em documentos, em possíveis crimes cometidos, no banco e até para desbloquear o smartphone. Mas será que existem marcas únicas em outros animais? 
Confira alguns bichos que possuem padrões exclusivos na pele usados por cientistas para diferenciá-los!
Primatas
Chimpanzé-comum – Pan troglodytes
Francesco Ungaro/ Unsplash/ Creative Commons
Uma das características que todos os primatas têm em comum é a presença de impressões digitais. Até os lêmures contam com esse padrão exclusivo nas pontas dos dedos, assim como os humanos.
Coalas
Coala - Phascolarctos cinereus 
Till Niermann / Wikimedia Commons / CreativeCommons
As impressões digitais dos coalas são incrivelmente semelhantes às dos humanos. Tanto que essas evidências já foram até confundidas com vestígios humanos em cenas de crime!
Onças-pintadas
Onça-pintada – Panthera onca
Charles J. Sharp / Wikimedia Commons / CreativeCommons
As manchas responsáveis por dar nome à espécie, também conhecidas como rosetas, funcionam como impressões digitais e diferenciam um indivíduo do outro. A disposição das pintas das onças é fruto de uma combinação genética única para cada felino e nunca se repete, mesmo em membros da mesma ninhada.
Cães, gatos, vacas e ovelhas
Bois – Bos taurus
Rasheedhrasheed/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Todos esses animais possuem padrões de linhas exclusivos no focinho que os distinguem dos demais. Cada desenho é exclusivo e único, o que significa que não é possível haver duas vacas ou duas ovelhas com a mesma impressão nasal. 
Zebra
Zebras-da-montanha – Equus zebra
Pixabay/ WagnerAnne/ Creative Commons
As zebras possuem um código de barras natural. O padrão de suas listras não se repete de um indivíduo para o outro.
Tigre
Tigre do sul da China – Panthera tigris tigris 
J. Patrick Fischer/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Os tigres também possuem padrões únicos em sua pelagem do corpo todo, mas as mais usadas para identificá-los são as do rosto. 
Baleia-franca
Baleia-franca – Eubalaena glacialis
Adtormena/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
As baleias-francas possuem padrões na pele do alto e das laterais da cabeça que parecem verrugas e são diferentes em cada animal.
Girafa
Girafa-reticulada – Giraffa reticulata
Unsplash/ David White/ Creative Commons
Os padrões das manchas de uma girafa são muito parecidos com as impressões digitais humanas e servem para identificá-las.
Leia mais
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/ayTjWgwVWzxeRcK2SYqx4ClUlaY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/p/s/LNEXvnTi2DlFt7LZqN0Q/impressoes-digitais-animais-que-possuem-padroes-exclusivos-que-os-diferem-dos-demais.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Mon, 29 May 2023 09:16:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Por que os pets são parecidos com os seus tutores? Desvendamos o mistério!</title>  <atom:subtitle>Além da fisionomia, a personalidade dos animais também pode ser semelhante a do responsável; entenda o motivo!</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/por-que-os-pets-sao-parecidos-com-os-seus-tutores-desvendamos-o-misterio.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/por-que-os-pets-sao-parecidos-com-os-seus-tutores-desvendamos-o-misterio.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/ZsQjG_7ByHqTpLa1_LogzEpa4Lw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/N/N/Zm3DnHQCCgyA7KkNABoA/pets-parecidos-com-os-tutores-vidadebicho-1.jpg" /><br /> ]]>    Cães são capazes de andar no mesmo ritmo que seus tutores
Pexels/ SHVETS production/ Creative Commons
Não é incomum observar como a fisionomia de muitos pets se parece com a de seus tutores. Essa característica, inclusive, já rendeu muitas publicações curiosas e divertidas nas redes sociais. Mas a semelhança pode ir além da aparência. 
Uma revisão publicada na revista científica Applied Animal Behaviour Science destacou que cães e humanos compartilham, até mesmo, traços de personalidade. 
Os comportamentos do tutor tendem a influenciar os cães e gatos. Um responsável mais estressado, por exemplo, pode ter um pet com níveis elevados de estresse. Ainda, um animal pode ser mais sociável porque o tutor é mais extrovertido. 
Quando se trata da aparência, a médica-veterinária comportamentalista Bárbara Georgetti destaca que muitas pesquisas científicas sobre o tema mostram que essa semelhança pode, sim, ser verdadeira.
“Em um experimento, as pessoas conseguiram identificar com maior precisão a dupla tutor e cão apenas com a região dos olhos visível, ou quando a área dos olhos em uma foto não estava apagada. Isso é, de fato, muito interessante.”
Os pets que imitam os tutores fazem isso inconscientemente, conforme a personalidade do responsável e o vínculo social já existente
Pexels/ Samson Katt/ Creative Commons
Com base em análises científicas, Bárbara destaca que dentre as sugestões que podem explicar esse fenômeno estão o mecanismo de “o semelhante atrai o semelhante” e a harmonia entre a aparência, conforme o tempo. 
O primeiro fator significa que, inconscientemente, o tutor escolhe um pet que se pareça com ele. Já o segundo fala sobre os responsáveis serem semelhantes com os animais por conta da convivência e influência mútua. 
“No entanto, mais pesquisas são necessárias para determinar qual dessas explicações são prováveis ou se há outras possíveis”, acrescenta a profissional.
Capacidade de leitura corporal pelos pets
A semelhança entre pet e tutor pode ser explicada por diversos fatores. De acordo com a médica-veterinária comportamentalista e adestradora Marina Giangiardi Meireles, um dos grandes pontos é como cães e gatos são ótimos em leitura corporal. Isso é o que os fazem reconhecer as emoções dos responsáveis por meio das expressões faciais e tons de voz.
“Alguns estudos demonstram, inclusive, que os cães sentem alterações no cheiro dos tutores quando estes estão tristes. Dessa forma, o estado emocional dos membros da família não passa despercebido por seus pets”, destaca. 
Ela exemplifica que uma pessoa introvertida, com a tendência em ter menos contatos, pode fazer o bicho ser menos empolgado com visitas.
A maneira como o tutor se comunica com o pet também impacta o comportamento do animal
Unsplash/ Creative Commons
Conforme Bárbara, os cães e gatos percebem os humanos como uma referência social, por isso o comportamento do bicho pode ser influenciado:
“Os tutores podem reforçar, inconscientemente, certos tipos de atitudes em seus pets, com base em suas próprias características de personalidade”. 
Influência dos hábitos do tutor no pet
A relação entre pet e tutor é tão forte que o responsável precisa ficar atento a hábitos que podem induzir o bicho a atitudes tanto positivas quanto negativas. Marina exemplifica como tutores que gostam de sair é algo benéfico para a maioria dos cães. 
Vale tirar um tempo para se exercitar com o animal, realizar caminhadas e viagens, além de visitas a amigos e parentes. Isso é bom para estimular a interação do pet com pessoas e diferentes espaços. 
Já uma situação que pode ser prejudicial é quando o tutor demonstra insegurança a uma reação do cão, durante um passeio, por exemplo. 
“Ele pode ficar tenso ou puxar mais a guia. Assim, os animais percebem esses sinais, leem a postura corporal do tutor e podem criar uma associação negativa com o estímulo. Isso pode provocar comportamentos indesejados, como medo ou agressividade”, diz Bárbara.
Lembre-se de não dar broncas ou gritar com os pets, para que o animal não fique estressado
Unsplash/ Creative Commons
Uma boa influência aos animais é uma rotina bem estabelecida em casa. “Horários e brincadeiras de caça bem definidos geram satisfação nos felinos”, destaca Marina. 
Já tutores mais sedentários podem fazer com que o pet também tenha esse hábito. “Estudos apontam que pessoas obesas ou acima do peso também têm mais chance de ter um animal acima do peso”, diz.
Aliás, vale destacar que, conforme o artigo na Applied Animal Behaviour Science, as características do tutor e de um cachorro exercem uma forte influência em seu relacionamento. Por isso, é importante o responsável compreender bem as necessidades de seu pet para promover seu bem-estar.
Leia mais
Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/ZsQjG_7ByHqTpLa1_LogzEpa4Lw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/N/N/Zm3DnHQCCgyA7KkNABoA/pets-parecidos-com-os-tutores-vidadebicho-1.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Mon, 29 May 2023 09:00:51 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Saiba como ensinar um cachorro mais velho a fazer xixi no lugar certo</title>  <atom:subtitle>Diferentemente do que muitos pensam, é possível, sim, ensinar cães adultos a fazer as necessidades no local correto</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/vida-de-bicho-na-cbn/noticia/2023/05/saiba-como-ensinar-um-cachorro-mais-velho-a-fazer-xixi-no-lugar-certo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/vida-de-bicho-na-cbn/noticia/2023/05/saiba-como-ensinar-um-cachorro-mais-velho-a-fazer-xixi-no-lugar-certo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/f9kkqNiHLY520FCNLk7am9X9_rg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/2/K/9Bg88yQI2PYPeLD57d6g/vidadebicho-na-cbn-25-de-maio-2023.jpg" /><br /> ]]>    O Estúdio CBN desta quinta-feira foi apresentado por Marcella Lourenzetto e Nadedja Calado. A editora-assistente Júlia Martinez participou em nome do Vida de Bicho
CBN/ Reprodução
Como ensinar um cachorro adulto a fazer xixi no local correto? Na coluna Vida de Bicho do Estúdio CBN desta quinta-feira (25), respondemos à dúvida do ouvinte Robson Sanches e explicamos por que alguns cães têm o hábito de marcar território. Confira! 
Leia mais  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/f9kkqNiHLY520FCNLk7am9X9_rg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/2/K/9Bg88yQI2PYPeLD57d6g/vidadebicho-na-cbn-25-de-maio-2023.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Fri, 26 May 2023 09:26:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Os cães usam a boca e a língua para 'enxergar' o mundo e se comunicar; entenda como!</title>  <atom:subtitle>A lambedura serve para perceber o mundo e tem diferentes significados dependendo do contexto em que é utilizada</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/os-caes-usam-a-boca-e-a-lingua-para-enxergar-o-mundo-e-se-comunicar-entenda-como.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/os-caes-usam-a-boca-e-a-lingua-para-enxergar-o-mundo-e-se-comunicar-entenda-como.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/itVrByJq6WlnATv7uF8IBtoBLd0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/y/7/Oe51JPRWOUc68BXTj5kw/1-entenda-como-os-caes-usam-a-boca-e-lingua-para-enxergar-o-mundo-e-se-comunicar.jpg" /><br /> ]]>    De forma complementar ao olfato, a língua auxilia os cães a perceberem o mundo ao seu redor
Unsplash/ laulaco/ Creative Commons
Alguns dos comportamentos mais comuns em cães incluem a lambedura, já percebeu? É habitual, por exemplo, vermos cães lambendo os seus tutores, seus brinquedos ou o próprio focinho.
Não à toa, o uso da língua está relacionado à percepção do mundo por estes bichos. Apesar de terem cerca de 10 vezes menos papilas gustativas que o ser humano, o paladar é um importante sentido para os cães e os ajuda a recolher informações e "enxergar" melhor o mundo.
Mas diferentes lambidas têm diferentes significados. Para entender cada um deles, o Vida de Bicho conversou com Fabio Nakabashi, médico-veterinário mestre em psicologia experimental e análise do comportamento; e Daniel Svevo, médico-veterinário comportamentalista e adestrador. Confira!
Lamber para entender
De acordo com Fabio, as principais finalidades da língua na vida canina estão relacionadas à alimentação, apreensão, mastigação, umidificação e deglutição dos alimentos. 
“A língua tem uma função especial na ingestão de água, formando uma espécie de concha para levar a água para a cavidade oral”, comenta o médico-veterinário.
Segundo ele, cachorros não serviriam para serem "masterchefs de cozinha", uma vez que possuem um número consideravelmente menor de papilas gustativas, quando comparado ao de seres humanos. 
Embora tenham os mesmos tipos de papilas gustativas que os seres humanos (filiformes, fungiformes, foliadas e circunvaladas), o número é aproximadamente dez vez menor nessa espécie
Freepik/ Creative Commons
Mesmo com um paladar menos desenvolvido que o humano, o sentido atua complementando o olfato — este, sim, extremamente potente para a espécie.
“Os cães usam o olfato para detectar os compostos químicos voláteis presentes em alimentos e outros objetos, e o paladar ajuda a complementar essa informação sensorial”, diz Daniel.
Ao provar um alimento, por exemplo, o cachorro recebe informações sobre o seu sabor, textura e temperatura. Elas são combinadas com as informações olfativas que ele recebe dos compostos químicos voláteis presentes na comida. 
“Juntos, esses sentidos ajudam o cão a determinar se um alimento é seguro para comer e se é algo que ele gosta. Além disso, quando estão farejando algo, eles muitas vezes colocam a língua para fora e lambem o ar para pegar partículas de odor”, explica Daniel.
Diferentes tipos de lambida possuem diferentes significados
Pexels/ Leeloo Thefirst/ Creative Commons
Desta forma, o paladar ajuda a complementar a informação olfativa, permitindo que o animal obtenha uma imagem mais completa do objeto que está farejando. 
Combinados, olfato e paladar são essenciais para o sistema sensorial dos cães e desempenham um papel crítico em sua capacidade de interagir com o mundo ao seu redor.​
Significados da lambida
Nem todas as lambidas possuem o mesmo significado. Para além da percepção do mundo, o comportamento também atua como uma forma de comunicação entre os cães — como não conseguem falar, usam também a língua para se expressar.
Filhotes
Com filhotes, por exemplo, a lambida está relacionada à limpeza e às necessidades básicas do pet.
“A mãe lambe vigorosamente o recém-nascido para estimular a respiração/batimento cardíaco, defecação/micção, retirada de líquidos das vias respiratórias e limpeza das fezes e urina. Os filhotes praticamente só possuem um movimento para adquirir a comida, sugar”, explica Fabio.
A lambedura em filhotes está associada à limpeza e outras funções
Unsplash/ kvda1970/ Creative Commons
Segundo ele, depois do desmame é comum ver filhote lamber a boca da mãe em busca de algum alimento que ela possa regurgitar. 
Cachorro lambendo outro cão
Entre adultos, quando a lambedura é na boca de outro cão, pode ser um sinal de "bandeira branca":
“Há cães que lambem a boca de outros animais como uma maneira de mostrar que eles não querem confusão. Isso pode significar um convite para brincadeira ou até uma submissão”, diz Daniel.
Cachorro lambendo o tutor
A submissão ao tutor também pode ser expressa através da lambedura. Mas, aqui, outros fatores podem estar envolvidos. 
“Normalmente, os cães aprendem que, ao interagir lambendo, eles vão ganhar uma brincadeira ou atenção”, explica Daniel.
Se o tutor reforça esse comportamento, presenteando o cachorro com carinho, atenção ou brincadeira após a lambida, ele vai se sentir estimulado a agir assim quando estiver em busca dessas recompensas.
Ao lamber o tutor, o cachorro entende que ganha a sua atenção e passa a repetir o comportamento
Unsplash/ Ashley Levinson/ Creative Commons
Estamos falando de um comportamento que muitos tutores gostam, mas merece atenção caso a pele esteja desprotegida de alguma forma. 
“O cão não deve lamber regiões mucosas ou feridas dos humanos. Apesar de um animal saudável não transmitir diretamente uma zoonose pela lambida, a mucosa oral dos pets podem incluir bactérias que não fazem parte da nossa microbiota (por exemplo, a Pasteurella sp) e vice-versa”, alerta Fabio. 
Se a pele do tutor está íntegra, a lambedura está permitida — mas lembre-se de fazer a higiene depois!
Muitos se perguntam se a lambida seria o beijo do cão — o famoso "lambeijo" —, e estaria, portanto, relacionado ao afeto. A relação é polêmica porque antropomorfiza o animal, algo que a ciência e os estudiosos procuram evitar.
Na visão dos especialistas, não se trata necessariamente de um beijo, e, sim, de algo mais relacionado, realmente, à recompensa.
A mesma ideia vale para quando o animal lambe o comedouro, por exemplo. Ele entende que, se fizer isso, pode ganhar comida devido ao reforço promovido pelo tutor.
Cachorro lambendo a pata
A lambedura da pata está relacionada a um alívio do estresse ou a um comportamento reforçado pelo tutor
Unsplash/ chelsea777/ Creative Commons
No caso da lambedura das patas, o comportamento está mais associado a uma forma de extravasar a energia e desestressar. 
“Isso pode ser um indicador de algum problema de bem-estar, no qual o cão extravasa lambendo as patinhas. É um comportamento que pode se tornar compulsivo”, alerta Daniel.
Mas, às vezes, trata-se apenas de uma busca de atenção do tutor — que, quando nota que o cão está lambendo as patas, intervém. O animal entende que, assim, será notado pelo tutor e passa a repetir a ação.
Cachorro lambendo o focinho
Outro tipo de lambedura comum é a do focinho, que muitos tutores não entendem. Mas Daniel explica que é um comportamento apaziguador — uma maneira de mostrar que eles não querem confusão.
“Às vezes o tutor dá uma bronca no cachorro e ele lambe o focinho na tentativa de dizer 'olha, eu não quero confusão. Está tudo bem, fica calmo'. Isso pode existir e é uma maneira dos cães se comunicarem não só com os tutores, mas também entre si. Eles entendem esse tipo de sinal.”
Lamber o nariz, para cães, é uma forma de dizer que não se quer confusão
Unsplash/ pupscruffs/ Creative Commons
Cachorro lambendo a ferida
Já se falou muito sobre propriedades cicatrizantes da lambida ou da saliva dos cães, mas, segundo Fabio, isso é apenas um mito.
“Apesar da presença de proteínas chamadas histatinas, que inibem a reprodução de bactérias, a saliva canina não ajuda a cicatrizar. A lambedura de feridas por cães é, basicamente, a limpeza mecânica da ferida contra sujidades”, explica.
O comportamento se torna prejudicial quando ocorre em uma frequência muito alta, compulsivamente, e leva a uma dermatite psicogênica.
“Nesse caso, é preciso cuidar, senão a ferida não sara. Normalmente, é necessário o uso do colar elisabetano”, orienta Daniel.
Lamber a ferida, caso o comportamento ocorra com frequência, pode ser prejudicial à cicatrização e demandar intervenção dos tutores e do médico-veterinário
Unsplash/ realnaturesfood/ Creative Commons
Ele diz também que é preciso entender qual é a causa primária dessa lambedura, já pode surgir em decorrência de uma ferida prévia e, assim, aumentar a frequência; ou também derivar de uma compulsão instalada por um problema de bem-estar. 
“O cão pode não ter atividade suficiente, então começa a se lamber e a ferida se forma depois”, explica Daniel.
Se essa for a situação, o ideal é levar o bicho ao médico-veterinário para entender a causa da lambedura, interromper a compulsão e tratar a ferida.
Lambedura excessiva: o que fazer?
A lambedura excessiva pode denunciar um problema emocional e de saúde e deve ser avaliada por um médico-veterinário
Unsplash/ Fredson Silva/ Creative Commons
A lambedura excessiva (ou seja, praticada com muita frequência) pode ser sinal de alguns problemas físicos ou comportamentais. 
“Caso o cão esteja com alguma dor ou coceira em determinada região, a lambedura será um sinal, assim como tentamos massagear o local de dor ou passamos a unha quando coça”, explica Fabio.
Ele diz que há também uma doença específica chamada dermatite por lambedura acral, que apesar de ainda ter uma causa incerta, sabe-se ter um componente psicogênico envolvido — como estresse, depressão, tédio, etc. 
“A lambedura se torna compulsiva e o tratamento envolve mudanças ambientais e terapia com psicotrópicos. Sabe-se que o ato de lamber pode liberar endorfinas nos cães, e isso nem sempre é algo benéfico”, informa o médico-veterinário.
Leia mais  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/itVrByJq6WlnATv7uF8IBtoBLd0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/y/7/Oe51JPRWOUc68BXTj5kw/1-entenda-como-os-caes-usam-a-boca-e-lingua-para-enxergar-o-mundo-e-se-comunicar.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Fri, 26 May 2023 09:01:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Baleia-azul: 17 curiosidades sobre as gigantes dos oceanos</title>  <atom:subtitle>Aprenda mais sobre essa espécie ameaçada de extinção</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/baleia-azul-17-curiosidades-sobre-as-gigantes-dos-oceanos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/baleia-azul-17-curiosidades-sobre-as-gigantes-dos-oceanos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/tG45tLxA8xVeD34aJNys2cQy0Ws=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/4/w/VE2HMgQ3GLXErpBBjAxA/baleia-azul-17-curiosidades-sobre-as-gigantes-dos-oceanos.jpg" /><br /> ]]>    A baleia-azul é um dos seres mais magníficos e graciosos da natureza. Longa e pesada, a espécie é uma grande quebradora de recordes e também um símbolo da luta pela conservação da vida marinha.
Confira 17 fatos sobre esse grandioso animal!
Baleia-azul – Balaenoptera musculus
Gregory "Slobirdr" Smith/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
1. Não há nenhum animal maior
As baleias-azuis são os maiores animais do planeta. Elas podem crescer até 30 m de comprimento e pesar até 180 toneladas.
2. São linguarudas
A língua de uma baleia-azul pode pesar tanto quanto um elefante, cerca de 3,5 toneladas.
3. Vivem em todo o planeta
Elas são encontradas em todos os oceanos do mundo, mas geralmente preferem águas frias e profundas.
4. Não têm dentes
A boca dessas baleias contém uma fileira de cerdas que servem para filtrar o alimento da água.
5. Têm uma dieta rica em proteínas
As baleias-azuis se alimentam de pequenos crustáceos chamados krill, que são filtrados através de suas bocas enormes. Um indivíduo pode comer 40 milhões de krills todos os dias, aproximadamente  3,6 toneladas.
6. Os filhotes são gigantes
Os filhotes de baleia-azul são os maiores bebês da Terra. Ao nascer, eles medem aproximadamente 8 m de comprimento, pesam cerca de 4 toneladas e podem ganhar 90 kg por dia.
7. Os bebês também são bons de boca
Um filhote de baleia-azul bebe 250 litros de leite por dia!
8. Não são nada lentas
As baleias-azuis podem viajar a velocidades de até 30 km/h, mas geralmente nadam em torno de 8 km/h. Elas são animais migratórios e viajam milhares de quilômetros anualmente entre seus locais de alimentação e reprodução.
A baleia-azul pode chegar a 30 m de comprimento
Domínio Público/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
9. Possuem um grande coração
As baleias-azuis possuem o maior coração entre todos os animais — pesando em média 180 kg e medindo 1,5 m — o que lhes garante um sistema circulatório único, permitindo que mergulhem profundamente e permaneçam submersas por longos períodos. O principal vaso sanguíneo é tão grande que um bebê humano poderia engatinhar por ele.
10. Suas nadadeiras são "minúsculas"
A nadadeira da baleia-azul tem apenas 12% do tamanho total do mamífero.
11. Não são realmente azuis
Essas baleias parecem verdadeiramente azuis debaixo d'água, mas, na superfície, sua coloração é mais acinzentada. Suas barrigas assumem uma tonalidade amarelada devido aos milhões de microorganismos que residem em sua pele. 
12. Podem falar e cantar
As baleias-azuis são animais muito vocais e podem produzir uma variedade de sons, incluindo os famosos "cantos" das baleias.
13. São barulhentas
A baleia-azul não é apenas o maior animal do mundo, mas também o mais barulhento. O ouvido humano não consegue captá-los debaixo d'água, mas seus ruídos de baixa-frequência chegam até 188 decibéis, que é mais alto que um motor a jato.
14. Possuem um casaco natural
As baleias-azuis têm uma camada de gordura espessa que as ajuda a manter a temperatura do corpo em águas frias.
15. Vivem bastante
São animais muito resistentes e vivem cerca de 80 anos, mas podem chegar aos 100, assim como os humanos.
16. Sua gordura é valiosa
No início do século 20, as baleias-azuis eram extensivamente caçadas, o que afetou severamente sua população. Centenas de milhares foram mortas por sua gordura. Historicamente, o óleo de baleia foi amplamente utilizado em lamparinas, para fazer sabão e margarina.
17. Estão ameaçadas de extinção
O número de baleias-azuis foi severamente reduzido pela caça comercial, que foi proibida somente em 1966 e, desde então, as populações estão se recuperando lentamente. 
No entanto, ainda estão ameaçadas com uma população mundial estimada de 10 mil a 25 mil. O animal é um símbolo da luta pela preservação da vida selvagem e é uma das espécies mais icônicas da natureza.
Leia mais  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/tG45tLxA8xVeD34aJNys2cQy0Ws=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/4/w/VE2HMgQ3GLXErpBBjAxA/baleia-azul-17-curiosidades-sobre-as-gigantes-dos-oceanos.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Thu, 25 May 2023 09:19:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>O carroceiro e o cachorro Tobias: uma crônica de Giuliana Girardi</title>  <atom:subtitle>Em seu último texto para o Vida de Bicho, a colunista relata a emocionante amizade de João e seu companheiro, Tobias</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/colunistas/que-papo-e-esse-giu/coluna/2023/05/o-carroceiro-e-o-cachorro-tobias-uma-cronica-de-giuliana-girardi.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/colunistas/que-papo-e-esse-giu/coluna/2023/05/o-carroceiro-e-o-cachorro-tobias-uma-cronica-de-giuliana-girardi.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/N2rwT5c5-2mR5x8XaxsBLWgfCF0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/1/q/brnn5qTuq8rByjgXj3lA/o-carroceiro-e-o-cachorro-tobias-uma-cronica-de-giuliana-girardi-unsplash-vidadebichp.jpg" /><br /> ]]>    Parece até uma coreografia ensaiada e que não muda com o passar dos dias. Primeiro, ele desce os braços, segura as duas barras que vão suspender o carrinho, ajeita o corpo, contrai o abdome para conseguir sustentar melhor o peso e segue. 
Quando encontra pelo caminho algo que merece ir para dentro da carroça, ele se agacha, recolhe e despeja por cima de tudo o que já está ali. Se passa por uma rua estreita, só espera pelo barulho que, mais cedo ou mais tarde, sabe que vai ouvir. 
Então, quando alguém buzina, ele tem noção do que precisa fazer. Sai procurando o primeiro buraquinho, apenas o suficiente para encaixar a carroça. Estaciona ali e deixa o caminho livre para o motorista apressado que só vai tirar a mão da buzina assim que olhar pelo retrovisor e perceber que ele ficou bem para trás. 
Até aí, nenhum problema, nenhum mal-estar. Agora, se tiram fina do cachorro ou xingam o vira-lata, ele não pensa duas vezes. Retruca com o pior palavrão. Grita profundamente para que toda a vizinhança ouça e, principalmente, o motorista, que vai se arrepender no minuto seguinte de ter botado os pés para fora de casa. Mexam com ele, mas não com Tobias. 
A colunista Giuliana Girardi escreve sobre a amizade de um homem em situação de rua e seu cachorro
Unsplash/ Creative Commons
Desde que Tobias passou a segui-lo, dois anos atrás, no ponto de descarte dos recicláveis, a vida tomou um rumo diferente. Tirando um ou outro motorista cruel, todas as pessoas que se aproximam chegam agora de um jeito diferente. Puxam conversa, oferecem ajuda, acenam, mesmo que ele esteja do outro lado da rua. Ele sabe que é por causa da presença de Tobias, mas pouco importa. 
Assim que começou a trabalhar como carroceiro pelas ruas de São Paulo, logo que foi demitido da lanchonete como chapeiro, vivia para lá e para cá com um sentimento de inadequação que nunca havia experimentado antes. Por mais que se dedicasse, não recebia em troca a atenção que dispensava a qualquer desconhecido. 
Ao revirar as lixeiras dos condomínios de luxo procurando por papelão, fazia questão de cumprimentar os seguranças que ficavam impassíveis no sol escaldante ou vento forte, mas nunca era correspondido. Se insistia em quebrar o silêncio e perguntar: “Meu chapa, vou colocar esse papelão na carroça, tudo bem?”, ouvia, no máximo, respostas monossilábicas: “Sim, tá”. 
Mas, desde que Tobias passou a acompanhá-lo com seu rabinho inquieto, suas orelhas empinadas e a boca aberta com os lábios superiores levemente arqueados, simulando um sorriso, a recepção era outra. O olhar amendoado, o pelo branco e preto longo e cheio — que ficava levemente ondulado quando Tobias se molhava na chuva — atraiam o olhar de todos e a simpatia dispensada ao cachorro logo era transferida ao carroceiro. 
Nos prédios, o “bom dia” não era mais ignorado, e os seguranças emendavam: “Quantos anos ele tem?”, “Será que ele tá com fome?”, “Qual o nome do parceiro?”.
"Depois que Tobias surgiu, o medo de ficar na praça deserta durante toda uma madrugada foi desaparecendo"
Unsplash/ Creative Commons
A abordagem rápida, mas sempre amigável, devolvia um bem-estar que o carroceiro só vivenciou nos tempos em que ficou atrás do balcão da lanchonete preparando sanduíches para clientes famintos. Logo depois da primeira mordida, ele sabia que ganharia uma boa gorjeta assim que o lanche chegasse ao fim. Antes, viriam os elogios efusivos que ajudariam a aplacar o desgosto por mais um dia de atraso no pagamento.
Mas nada, nada do que andava acontecendo de bom, a partir da chegada de Tobias, podia superar o momento em que eles se preparavam para descansar. A barraca montada bem no centro de uma praça, no gramado, era pequena. 
Nos dias frios, nunca ficava quente, apesar do reforço no cobertor. Tobias se aconchegava perto da sua barriga e encostava as patas bem perto das suas pernas. Praticamente não se movimentava a noite toda. Quando isso acontecia, ele sabia que o dia havia sido cansativo, com pouca parada para descanso. 
A cada quarteirão percorrido, ele gostava de contar mentalmente o número. No fim, tinha ideia do trajeto completo. Se ajeitava no colchão e dizia para Tobias o saldo do dia: “Dez quilômetros”, “Quinze quilômetros”, “Vinte, Tobias, hoje exageramos”. Em dias assim, seu sono também era pesado. 
Depois que Tobias surgiu, o medo de ficar na praça deserta durante toda uma madrugada foi desaparecendo. Ninguém nunca mais chegou perto de sua carroça e o ameaçou, ninguém nunca mais o ofendeu brutalmente, ninguém nunca mais atravessou a rua apressadamente para fugir de sua abordagem. 
Tobias se transformou no seu maior amuleto e no amigo fiel que ele sempre desejou ter. Aquele que não era da mesma espécie que a sua, que não se expressava com palavras, mas conseguia através do olhar se comunicar com ele como uma pessoa jamais conseguiu. Aquele que fez muita gente ter interesse em perguntar seu nome. 
O carroceiro enchia a boca e dizia calmamente para que todos compreendessem logo: “Me chamo João e esse é meu grande companheiro, Tobias”.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/N2rwT5c5-2mR5x8XaxsBLWgfCF0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/1/q/brnn5qTuq8rByjgXj3lA/o-carroceiro-e-o-cachorro-tobias-uma-cronica-de-giuliana-girardi-unsplash-vidadebichp.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Thu, 25 May 2023 09:06:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Louva-a-deus: entenda por que o animal é considerado o símbolo da sorte</title>  <atom:subtitle>Embora algumas culturas acreditem que o animal traz paz e harmonia, em vida livre, o louva-a-deus é um predador voraz</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/louva-a-deus-entenda-por-que-o-animal-e-considerado-o-simbolo-da-sorte.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/louva-a-deus-entenda-por-que-o-animal-e-considerado-o-simbolo-da-sorte.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/MvDPcMAEtPRFcOQf27n5OzsWKTw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/H/E/zGpXIiSzSRkBmKfXKLHA/louva-a-deus-simbolo-da-sorte-e-predador-voraz-entenda.png" /><br /> ]]>    Existem cerca de 300 espécie de louva-a-deus no Brasil
Canva/ Creative Commons 
O louva-a-deus é um inseto predador da Ordem Mantodea — a palavra vem do grego, mantis, que significa profeta, e eidos, aparência. Seu nome popular surgiu graças à posição de suas pernas anteriores, que remetem a mãos em oração.
Existem cerca de 2 mil espécies de louva-a-deus pelo mundo e aproximadamente 300 no Brasil. Segundo o biólogo César Favacho, as características físicas podem variar, alguns indivíduos são semelhantes a folhas verdes ou marrons, outros a galhos e até mesmo a formigas e vespas. 
As habilidades de camuflagem e mimetismo — capacidade de imitar outros indivíduos — são essenciais para a sobrevivência desses animais. O biólogo Arthur Pinatti revela que algumas espécies conseguem virar suas cabeças em até 180º. Além disso, eles têm visão estereoscópica, ou seja, tridimensional, como a nossa, permitindo que os botes sejam precisos.
Outra curiosidade do louva-a-deus é o número de olhos: eles possuem cinco, no total, mas com funções diferentes. “Dois são capazes de acompanhar os movimentos ao redor, com uma boa visão a curta distância. Os outros três, chamados de ocelos, localizados na região da testa, atuam para detectar variações de luminosidade, pois seus hábitos são diurnos”, explica Arthur. 
Na fase adulta, o comprimento desse bicho pode variar entre 1 cm e 20 cm. A espécie mais longa é o louva-a-deus graveto Amazônico, do gênero Angela, que, segundo César, é comumente confundida com o bicho-pau. 
Outra espécie extensa em comprimento é o louva-a-deus unicórnio, do gênero Zoolea, que pode ser encontrado por todo Brasil e é identificado pelo chifre comprido no topo da cabeça.
No geral, as espécies mais podem ser encontradas em árvores e arbustos. Outras, que são menores e de cor castanha, geralmente, habitam matos altos e vivem mais próximas do chão.
O louva-a-deus consegue camuflar no meio da vegetação 
Canva/ Creative Commons
Avistar um louva-a-deus é sinal de sorte?
Em uma visão espiritual e esotérica, o louva-a-deus representa a paz e a harmonia com o planeta, além de significa um estado de calma, quietude, concentração e foco. A sua presença nas casas sinaliza boa sorte e prosperidade, segundo Arthur. 
O especialista ainda diz que algumas civilizações antigas da Grécia, Egito e Assíria consideravam o louva-a-deus um animal com poderes proféticos e sobrenaturais, capaz de identificar e localizar objetos, bichos e pessoas perdidas na floresta.
“Árabes e Turcos acreditam que o louva-a-deus ‘reza’ sempre com a face apontada para a cidade Meca. Enquanto para algumas regiões de Portugal e da França, o animal tinha papel de guia. Com os seus braços, ele mostrava o caminho de casa para crianças perdidas”, comenta Arthur.
No Brasil, mais especificamente na região norte do país, acredita-se que o louva-a-deus pode revelar o sexo do bebê de uma mulher grávida. 
Para isso, a pessoa tem que colocar o inseto na mão e, depois, assoprar. Se ele esticar as pernas para frente, segundo a crença, nascerá uma menina. Caso tente pular na pessoa, será um menino, explica César. 
Mas será que há risco para os humanos pegarem nesse animal? O profissional comenta que eles são não são peçonhentos e não costumam causar nenhum tipo de acidente. “Na hora de manusear, basta deixá-lo subir na mão e ir passando de uma mão para outra enquanto ele estiver andando”, orienta.
Não para por aí! Na China, há mais de 3.500 anos, o Kung-Fu desenvolveu um estilo de luta louva-a-deus, envolvendo técnicas de defesa pessoal e sobrevivência. Arthur explica que ela foi baseada nos comportamentos e movimentos de caça e defesa do animal.
Hábito alimentar do louva-a-deus
Geralmente, o louva-a-deus se alimenta de moscas, mosquitos, abelhas, borboletas, gafanhotos e até aranhas. Mas também pode comer presas maiores, como lagartos, pequenos pássaros e mamíferos e até indivíduos da mesma espécie. 
“O louva-a-deus é um predador voraz, que pode fazer a caça ativa, ou seja, ele vai atrás das suas presas, ou faz uma emboscada”, diz Arthur. 
O louva-a-deus come animais pequenos, como moscas e mosquitos, e outros maiores, como lagartos, pequenos pássaros e mamíferos
Canva/ Creative Commons
Embora na Europa tenha sido registrado um louva-a-deus capturando um peixe em uma fonte, a frequência desse tipo de evento na natureza é muito baixa, explica César. 
“Algumas espécies conseguem capturar pequenos vertebrados, como anfíbios e lagartos, e existem alguns registros desses animais comendo pequenas serpentes. Mas há chance disso ter sido orquestrado por um humano.”
Para caçar, o animal utiliza a estratégia “senta e espera”. Eles se camuflam para a presa se aproximar, depois, dão o bote com o primeiro par de pernas modificado para predação, chamadas de raptoriais, que possuem espinhos para segurar a presa.
Reprodução do louva-a-deus
De acordo com Arthur, o acasalamento desse animal ocorre entre a primavera e o verão. Depois, a fêmea põe de 10 a 300 ovos em uma cápsula rígida, chamada de ooteca, que pode ser depositada em galhos, folhas e até no chão. 
“O desenvolvimento é incompleto, ou seja, após a eclosão dos ovos, nascem as ninfas, que são iguais aos adultos, exceto por apresentarem menor tamanho e ausência de asas e de órgão reprodutor funcional.”
Segundo César, esse bicho pratica o canibalismo sexual. Algumas fêmeas se alimentam do macho durante o acasalamento, embora isso não ocorra com muita frequência. Geralmente, esse comportamento acontece mais em regiões frias, porque o louva-a-deus acasala um pouco antes do inverno, e a estação tem baixa disponibilidade alimentar.
“Em regiões quentes, como no Brasil, é comum os machos não serem comidos e ainda conseguirem acasalar novamente com outras fêmeas. Apesar disso, elas são vorazes e podem comer o macho se o cortejo não for adequado ou se eles derem bobeira após o acasalamento”, conta César. 
Os humanos podem pegar o louva-a-deus na mão, desde que tenham cuidado com o bicho 
Canva/ Creative Commons 
Importância ecológica do louva-a-deus
Todo animal tem seu papel ecológico no ciclo de vida. O louva-a-deus é um excelente agente biológico, controlando a proliferação de outros bichos.
“Eles ajudam no controle biológico de jardins e plantações, mas são generalistas e se alimentam de polinizadores”, finaliza César. 
Leia mais  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/MvDPcMAEtPRFcOQf27n5OzsWKTw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/H/E/zGpXIiSzSRkBmKfXKLHA/louva-a-deus-simbolo-da-sorte-e-predador-voraz-entenda.png" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Wed, 24 May 2023 09:29:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Sinais de ansiedade de separação em cães e gatos</title>  <atom:subtitle>Saiba identificar se o seu pet está sofrendo com ansiedade de separação quando você o deixa sozinho!</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/vida-de-bicho-na-cbn/noticia/2023/05/sinais-de-ansiedade-de-separacao-em-caes-e-gatos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/vida-de-bicho-na-cbn/noticia/2023/05/sinais-de-ansiedade-de-separacao-em-caes-e-gatos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/5T-2Hp5y_sp7BT9Ym8VO1S10gVc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/I/T/U9NLJARvS1voQBQCOGaQ/vidadebicho-na-cbn-23-maio-2023.jpg" /><br /> ]]>    O Estúdio CBN desta terça-feira foi apresentado por Marcella Lourenzetto e Nadedja Calado. A editora-assistente Júlia Martinez participou em nome do Vida de Bicho
CBN/ Reprodução
O que é ansiedade de separação? Quais são os sinais de que os pets sofrem com o transtorno? Como evitá-lo? Essas e outras perguntas nós respondemos na coluna Vida de Bicho do Estúdio CBN desta terça-feira (23). Confira!
Leia mais  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/5T-2Hp5y_sp7BT9Ym8VO1S10gVc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/I/T/U9NLJARvS1voQBQCOGaQ/vidadebicho-na-cbn-23-maio-2023.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Wed, 24 May 2023 09:00:53 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>8 animais mais perigosos do mundo para os humanos</title>  <link>https://vidadebicho.globo.com/webstories/stories/2023/05/23/8-animais-mais-perigosos-do-mundo-para-os-humanos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/webstories/stories/2023/05/23/8-animais-mais-perigosos-do-mundo-para-os-humanos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/UefKqJiG9gbfRhrytswlQhVlNzc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/D/7/hKo7dSQcSNWWEy9zVhDw/animais-mais-perigosos-do-mundo-para-os-humanos-vidadebicho-1.jpg" /><br /> ]]>      </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/UefKqJiG9gbfRhrytswlQhVlNzc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/D/7/hKo7dSQcSNWWEy9zVhDw/animais-mais-perigosos-do-mundo-para-os-humanos-vidadebicho-1.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Tue, 23 May 2023 12:43:00 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>10 sinais que o cachorro dá quando está doente</title>  <atom:subtitle>Ao identificar um sintoma persistente ou uma mudança de hábito repentina, o tutor deve levar o animal a uma consulta veterinária</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/saude/noticia/2023/05/10-sinais-que-o-cachorro-da-quando-esta-doente.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/saude/noticia/2023/05/10-sinais-que-o-cachorro-da-quando-esta-doente.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/bdPRoM7u5kmD22mkUi9DItZ8SEE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/Z/G/hGh3oDTiKah75qn0SiAg/sinais-cachorro-doente-saude-1.jpg" /><br /> ]]>    Quando o animal deixa de subir em locais que costuma frequentar, como o sofá ou a cama dos tutores, pode ser sinal de problemas ortopédicos
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Para garantir o bem-estar de um cachorro, é preciso se atentar a diversos fatores, que vão desde um ambiente confortável e com itens acessíveis, até saber identificar se o animal está doente. 
A princípio, esta última situação pode parecer mais complicada por conta da comunicação, e muitos responsáveis podem se questionar: “como saber se meu pet está bem ou não?”. Além de sintomas mais notáveis, como vômitos e diarreia, uma observação mais aprofundada do comportamento do animal pode ajudar nesse tipo de reconhecimento.
Pensando nisso, o Vida de Bicho consultou especialistas para listar 10 sinais sobre o estado de saúde do cão. Ao notar algum desses sintomas, é importante consultar o médico-veterinário do pet para uma avaliação precisa.
1. Ficar muito quieto
Esse estado apático se caracteriza por um semblante mais triste e uma conduta mais indisposta. Alessandra Ventura, professora do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Cesuca, destaca que esse comportamento pode significar que o cão está com alguma dor e, por vezes, chega até a ser confundido apenas com um cansaço. 
“Quando o cãozinho fica o tempo todo deitado, deixa de abanar o rabo, ou fica com a cauda entre as pernas, são sinais de que seu corpo não está bem e precisa de ajuda”, complementa Wilison da Silva Lima, médico-veterinário do Hospital Veterinário Batel.
2. Esconder-se
O isolamento, especialmente em locais onde o cão não costuma frequentar, também é outro sinal de alerta. 
Segundo Wilison, nesses casos, o tutor deve ficar atento a outros sinais, como: se o pet está evitando contato físico; se não quer brincar; não o cão fica alegre com a chegada do responsável.
3. Não se alimentar ou comer devagar
A falta de apetite é um sintoma sério, que merece muita atenção. De acordo com Margareth Balbi, professora do curso de Medicina Veterinária da Estácio, essa é uma das principais demonstrações de que os cães podem estar doentes. 
Quando o animal não se alimenta ou o faz lentamente, pode ser indício de enjoo, dores gástricas ou bucais. “Muitas vezes, esse sinal é confundido com o pet que está enjoado do gosto da ração”, complementa Alessandra.
Quando o cachorro bebe muita água, fora do habitual, pode ser sinal de problemas endócrinos ou renais
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4. Alteração no padrão respiratório 
Espirros e tosses frequentes, falta de ar, secreções nasais e ruídos estranhos não podem ser ignorados. Isso porque o comprometimento das vias respiratórias pode causar riscos à vida do animal. 
Segundo Wilson, o quadro pode envolver mudanças na coloração da língua e desmaios. “Esses sintomas devem ser avaliados rapidamente por um serviço veterinário.”
Ainda, vale observar se o cachorro está ficando ofegante sem estar com calor ou sem ter realizado exercícios. “O animal pode estar com alterações cardíacas e/ou respiratória, ou, realmente, estar com a temperatura elevada após o uso de roupas”, afirma Alessandra.
5. Dificuldade para andar
Conforme Margareth, esse quadro pode estar relacionado a doenças articulares. O cachorro pode se sentir indisposto para passeios, reduzir o período de exercícios rotineiros, apresentar cansaço, além de evitar subir obstáculos ou móveis da casa.
“Mediante essas observações, não se deve forçar o cão a se movimentar, pois pode piorar a situação. A busca por auxílio veterinário é essencial”, alerta Wilison.
A alteração de locais de urinar e defecar podem indicar desde dificuldades comportamentais até problema urinário, intestinal ou ortopédico
Flickr/ Marco de Kloet/ Creative Commons
6. Odor ruim
O mau cheiro pode ser originado de diferentes partes do corpo do animal, como a pele, orelhas ou boca. Esse sinal pode indicar problemas de saúde nessas regiões. 
Quando acompanhada de secreção no ouvido, por exemplo, Margareth ressalta que o problema pode estar relacionado a otites.
7. Muita salivação
Essa reação é comumente confundida com uma vontade do cachorro em querer comer. No entanto, há a possibilidade do sinal estar relacionado com problemas hepáticos ou gastrointestinais.
8. Trocar os hábitos diurnos pelos noturnos (e vice-versa)
De acordo com Alessandra, a mudança de rotina, geralmente, está relacionada a problemas neurológicos. 
“Os tutores costumam acreditar que é por conta da dor, quando, na verdade, pode ser uma disfunção do sistema nervoso.”
Pele muito seca e fina pode indicar problemas dermatológicos e/ou endócrinos
Unsplash/ Creative Commons
9. Vocalização excessiva
Uivos, choros, gritos e gemidos indicam que o cachorro está sentindo desconforto em alguma região do corpo.
10. Dor ao caminhar
Conforme Wilison, evitar o apoio da pata no chão, dor durante o toque ou alterações nas caminhadas são sinais de alterações locomotoras, que devem ser investigadas e tratadas.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/bdPRoM7u5kmD22mkUi9DItZ8SEE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/Z/G/hGh3oDTiKah75qn0SiAg/sinais-cachorro-doente-saude-1.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Tue, 23 May 2023 09:01:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Cheirosos por natureza: 9 animais que exalam bons aromas</title>  <atom:subtitle>Conheça algumas espécies que se destacam por seus cheiros gostosos</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/cheirosos-por-natureza-9-animais-que-exalam-bons-aromas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/cheirosos-por-natureza-9-animais-que-exalam-bons-aromas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/83z4n6LIYR7MdaSiDXuejzkhfHk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/L/Y/mZgecZQpO6OEQVpB3zrw/perfume-natural-9-animais-que-exalam-cheiros-bons4.jpg" /><br /> ]]>    Quando pensamos em aromas naturais agradáveis, as plantas, especialmente as flores, são os primeiros seres que nos vêm à cabeça. Contudo, embora a maioria dos animais não cheire tão bem, existem aqueles que possuem perfumes gostosos, como hortelã e baunilha. 
Confira abaixo a lista com nove animais cheirosos por natureza!
1. Urso-gato-asiático
Urso-gato-asiático – Arctictis binturong
Mark van Seeters/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Para marcar território, esses mamíferos incomuns possuem uma urina que cheira como pipoca com manteiga. Pode parecer estranho, mas a composição química principal do fluido é a mesma do alimento, uma substância chamada 2-AP.
2. Cervo-almiscarado
Cervo-almiscarado – Moschus moschiferus
Николай Усик/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Almíscar é um perfume que era originalmente obtido a partir de uma substância de forte odor, secretada por uma glândula próxima da região genital do cervo-almiscarado. O aroma faz parte da composição de perfumes famosos, como o Chanel n.5.
3. Bicho-pau-hortelã-pimenta
Bicho-pau-hortelã-pimenta – Megacrania batesii
Sarefo/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Quando se sente ameaçado, esse bicho-pau espirra, com uma excelente pontaria, uma substância leitosa que cheira como hortelã-pimenta e causa irritação em qualquer predador que esteja tentando atacá-lo.
4. Sapo-pé-de-espada
Sapo-pé-de-espada – Spea hammondii
Takwish/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Algumas espécies de sapos-pés-de-espada exalam uma secreção com cheiro parecido com o de manteiga de amendoim que os ajuda a afastar os predadores. Essa substância é tóxica e pode causar respiração ofegante, espirros e ardor nos olhos para quem entra em contato com ela.
5. Formiga-amarela
Formiga-amarela – Lasius flavus
Line Sabroe/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
As formigas-amarelas também são conhecidas como formigas-citronela por conta do cheiro que exalam quando se sentem ameaçadas. O aroma funciona como defesa para afastar possíveis predadores.
6. Víbora-cabeça-de-cobre
Serpente-mocassim-cabeça-de-cobre – Agkistrodon contortrix
Andy Reago &amp; Chrissy McClarren/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Cientistas costumam divergir sobre com qual aroma o cheiro exalado por essas cobras se parece mais: almíscar ou pepino. O cheiro espanta possíveis predadores.
7. Cácapos
Cácapo sirocco – Strigops habroptilus
Departamento de conservação da Nova Zelândia/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Algumas pessoas dizem que este papagaio noturno possui um cheiro doce como o mel. Infelizmente, esse odor acaba atraindo predadores. Esse é um dos motivos pelos quais biólogos acreditam que a espécie esteja ameaçada.
8. Alcas-de-crista
Alca-de-crista – Aethia cristatella
U.S. Fish and Wildlife Service Headquarters/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Os pássaros desta espécie exalam um cheiro forte cítrico parecido com tangerina. De acordo com os cientistas, essas aves, ao acasalar, emitem um composto que também é encontrado nas frutas: o octanal. 
9. Castores
Castor canadense – Castor canadensis
Ryan Hodnett/ Wikimedia Commons/ CreativeCommons
A partir de uma glândula localizada sob suas caudas, ​​os castores exalam um odor parecido com baunilha que eles usam para marcar seu território. Curiosamente, a substância já foi utilizada para aromatizar alimentos e perfumes.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/83z4n6LIYR7MdaSiDXuejzkhfHk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/L/Y/mZgecZQpO6OEQVpB3zrw/perfume-natural-9-animais-que-exalam-cheiros-bons4.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Mon, 22 May 2023 09:30:24 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Colunista ensina como se comunicar mentalmente com os pets</title>  <atom:subtitle>A colunista Sabina Scardua explica o que é a comunicação intuitiva e como utilizá-la em prol do bem-estar de cães e gatos</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/colunistas/conexao-pet/coluna/2023/05/colunista-ensina-como-se-comunicar-mentalmente-com-os-pets.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/colunistas/conexao-pet/coluna/2023/05/colunista-ensina-como-se-comunicar-mentalmente-com-os-pets.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/P8eEZZebSdG25YQBttiCT99FETA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/v/A/fVo2XkTYWjgmp1n4Twmg/colunista-ensina-como-se-comunicar-intuitivamente-com-os-pets-vidadebicho-unsplash1.jpg" /><br /> ]]>    E se você pudesse saber com precisão como seu pet está se sentindo sobre a mudança de casa? Sobre seu novo namorado? Sobre o que você está fazendo da sua vida? E se pudesse saber exatamente do que ele precisa para se sentir mais forte e mais feliz? 
Parece propaganda de um produto revolucionário, mas é possível saber tudo isso. Os animais querem ajudar mais, se expressar mais, e já é tempo de dar ainda mais espaço a eles.
Por meio da comunicação intuitiva, é possível saber o que o pet está sentindo
Unsplash/ Creative Commons
A comunicação intuitiva animal abrange um conjunto de técnicas que envolve telepatia, conexão entre duas mentes. A comunicadora consegue se conectar com a consciência do animal, e então estabelecer um diálogo.
Centenas de comunicadores intuitivos atendem no Brasil e no mundo. O número de profissionais e a aceitação de veterinários parece aumentar nos últimos anos, acompanhando a evolução da medicina veterinária integrativa, ou seja, que considera não só a saúde do corpo, mas também o bem-estar mental, emocional e energético dos animais. 
As comunicadoras profissionais têm diferentes formações, mas é importante ressaltar que não se trata de um dom e, sim, de técnicas aprendidas. Não tem nenhum preceito espiritual ou religioso. É uma conexão mental. 
Há cursos disponíveis para qualquer pessoa aprender a se comunicar intuitivamente com os animais. A telepatia é a linguagem universal e todos os seres são capazes de executá-la, com maior ou menor sofisticação. 
A história e a ciência
A ciência do comportamento e comunicação animal é antiga, inclui as observações em ambiente natural, como o trabalho da renomada Jane Goodall observando gorilas na natureza; os trabalhos de Skinner com condicionamento operante em pombos; e mais recentemente trabalhos de psicofarmacologia e neurociência em animais. 
Os estudos de comunicação animal avançam com gravações de vocalizações das baleias, primatas, aves, e promessas de inteligência artificial traduzindo a linguagem dos animais em tempo real.
A comunicação intuitiva animal abrange um conjunto de técnicas que envolve a conexão entre duas mentes
Unsplash/ Creative Commons
No início do século passado, havia um famoso cavalo chamado Hans, que era bom em matemática — ele dava a resposta com patadas no chão para cálculos simples solicitados. O bicho fazia sucesso e intrigava todo o mundo. Muitos outros animais inteligentes famosos seguiram Hans ao longo dos anos. 
Hans foi testado por diferentes pesquisadores e o caso foi levado a descrédito após um psicólogo ter concluído que Hans acertava porque via as microexpressões da plateia quando chegava ao resultado correto, batendo as patas no chão. 
Paralelamente ao interesse nos animais inteligentes, a indústria da produção animal, a vivissecção para a consolidação da medicina veterinária e o uso de bichos de laboratório prosperavam. Debaixo de um paradigma já vigente de que os animais não têm consciência, os recursos para pesquisas com inteligência animal escassearam cada vez mais, por um período grande.
A pesquisa da mente dos animais e da telepatia em si passou por inúmeros percalços, incluindo dificuldades metodológicas até o tabu e o desinteresse e descrédito da comunidade científica. Ainda assim, o assunto sempre esteve presente no meio científico de alguma forma, desde o pesquisador Karl Krall em 1927, passando por Rupert Sheldrake, com a teoria dos campos mórficos e autor do livro Cães sabem quando seus donos estão chegando, até o neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, com o estudo da transmissão de pensamentos entre ratos, atualmente.
Aos que só acreditam no que a ciência chancela, quero lembrar que a Comunidade Científica apenas admitiu que os animais têm consciência em 2012, através da Declaração de Cambridge sobre a Consciência Animal, publicada e assinada por renomados pesquisadores. 
Não acham recente demais? Quero dizer que a ciência é lenta em admitir ou comprovar certos assuntos, principalmente quando não são economicamente interessantes. É bom ter isso em mente.
Tipos de comunicação existentes
A comunicação pode acontecer de diferentes formas, em diferentes níveis. Muitas vezes, temos mais de um tipo acontecendo ao mesmo tempo, como, por exemplo, quando um adestrador diz que ‘você deve dar o comando para o cão acreditando que ele fará e não o contrário’. Neste caso, o que está em jogo? O comando, a entonação de voz mais confiante, positiva e segura, a postura corporal geral e as microexpressões do rosto e do corpo do tutor, mas também a imagem correta em sua cabeça.
A colunista Sabina Scardua explica quais são os tipos de comunicação animal existentes
Unsplash/ Creative Commons
Quando pedimos e explicamos alguma coisa para o bicho, devemos lembrar de estarmos alinhados em pensamento e emoção com o que estamos falando. 
Muitos animais, bem conectados com seus tutores, captam seus pensamentos e emoções, mas podem ocorrer alguns mal-entendidos. É como quando a gente ouve a conversa do vizinho: alguns pontos se destacam, mas você não entende o contexto completo. 
Uma vez comuniquei com um gatinho e ele estava desesperado, disse para mim que a tutora dele tinha algo muito ruim no pulmão e que iria morrer, ele estava triste e muito aflito, sem saber o que fazer. Ao conversar com a tutora, ela explicou que, na verdade, estava muito triste por ter perdido uma amiga com câncer pulmonar. 
O gatinho não entendeu direito, achou que a tutora estava doente. Ao explicar para ele na conversa telepática, o comportamento mudou, ficou mais calmo e carinhoso, pois entendeu que só precisava consolá-la, mas ele não ficaria sozinho.
A comunicação animal pode ser comportamental, energética e intuitiva. Esta última, pode acontecer em diferentes níveis, indo desde uma empatia aumentada, uma percepção abstrata, até uma conversa bem objetiva.
Muitos tutores são comunicadores intuitivos em algum grau e não se dão conta, ou, no fundo, não aceitam ou acreditam, e acabam desconsiderando estas percepções.
A comunicação animal pode ser comportamental, energética e intuitiva
Unsplash/ Creative Commons
Principais indicações
A comunicação intuitiva profissional é um serviço, onde a comunicadora servirá de porta-voz para o animal, atuando como um canal de comunicação para o tutor e o animal. 
Qualquer um pode contratar este serviço a qualquer momento. Mas as principais indicações são:
Animais doentes: para saber se entendem o que se passa, onde dói, que tipo de desconforto têm… Isso pode ajudar o médico-veterinário a entender melhor a situação e auxiliar na tomada de decisão para procedimentos mais invasivos. 
Animais em estado terminal: a oportunidade de fazer um agrado para o pet no fim de vida e dar a ele a oportunidade de dizer o que deseja e se despedir do tutor. 
Idosos: entender como estão levando a situação, se estão deprimidos, do que sentem falta, o que incomoda mais, fazer ajustes mais assertivos na alimentação, manejo geral e conforto físico.
Antes da internação: para explicar do que se trata, que o animal não está sendo abandonado, que o tutor não fica porque não pode, que pode confiar, que será para o bem dele, se tem algo incomodando muito, se precisam de algo… Alguns pedem para sair para fazer xixi ou dizem que estão com muito frio, por exemplo, ou para tirar o pote de comida de perto porque está dando enjoo.
Antes de viagem do tutor: para perguntar se desejam alguma providência para se sentir melhores, se querem perguntar algo, e explicar os detalhes, tudo que irá mudar na rotina. Alguns gatos pedem para deixar determinada janela aberta, por exemplo.
Após morte de outro pet ou de uma pessoa da casa: é importante entender em que nível está o luto do animal, e alguns precisam de mais explicações, pois ficam sem entender em meio à tristeza e aflição. 
Adaptação de novos animais: saber o estado emocional real do pet, quais são seus incômodos e inseguranças é fundamental para uma adaptação gradativa, respeitando os limites de cada um.
Ainda é indicada para situação de: divórcio, mudança de residência, problemas de comportamento e de relacionamento entre animais, medo e ansiedade.
Adaptação, mudança de casa, divórcio e doença são alguns dos cenários em que a comunicação intuitiva é indicada
Unsplash/ Creative Commons
Limitações da comunicação intuitiva
A comunicação não tem contraindicações, mas é importante entender o que esperar, o que dá para perguntar e o que não dá. Os equívocos mais comuns são em relação ao comportamento animal. 
É preciso entender que não basta falar para o animal mudar o comportamento. Dependendo da motivação para o comportamento e de quanto tempo já está instalado, não é assim tão simples. Assim como não basta falar para a pessoa parar de roer unha, ou parar de dormir tão tarde. A pessoa não consegue mudar determinados hábitos de repente. 
Comportamento animal é como um músculo, precisa de repetição e constância. Não posso falar para o meu músculo ficar firme, preciso malhar. No entanto, a comunicação é uma aliada, pois entendendo as motivações e as emoções predominantes, o direcionamento do tratamento tende a ser mais efetivo.
Como usar a comunicação intuitiva no dia a dia
Esteja atento à coerência de sinais ao se relacionar com o seu pet. Alinhe pensamento claro e emoção calma ao comando e aos elogios para o bicho.
No dia a dia, use as conexões simples: olhe no olho, sincronize a sua respiração com a dele de vez em quando e experimente sentar ao lado do animal de olhos fechados, tentando observar em seu próprio corpo alguma alteração, algum sentimento diferente. Se posicione de forma passiva, mas atenta, sem encostar no animal, apenas ao lado. Esteja aberto. 
Não basta falar para o animal mudar um comportamento, é preciso entender por que ele acontece 
Unsplash/ Creative Commons
Antes de dormir, faça uma pergunta mentalmente para o animal, bem concentrado. Ao acordar, perceba como se sente sobre a questão feita na noite anterior, perceba se vem uma solução, uma ideia, uma imagem que você não tinha antes. Este é um exercício simples para aumentar a conexão mental com seu pet.
Caso tenha sentido seu coração aquecer com este texto, então aprenda as técnicas de conexão e comunicação intuitiva, a partir dos cursos disponíveis. Garanto que o relacionamento com o seu pet nunca mais será o mesmo. É uma experiência única e transformadora.
Dê voz aos animais, e conte comigo nesta jornada do coração.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/P8eEZZebSdG25YQBttiCT99FETA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/v/A/fVo2XkTYWjgmp1n4Twmg/colunista-ensina-como-se-comunicar-intuitivamente-com-os-pets-vidadebicho-unsplash1.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Mon, 22 May 2023 09:00:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como é o sono dos pets? Confira dicas para fazê-los dormir bem</title>  <atom:subtitle>A hora do descanso é essencial para o bem-estar dos pets; confira como propiciar uma boa noite de sono para eles!</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/vida-de-bicho-na-cbn/noticia/2023/05/como-e-o-sono-dos-pets-confira-dicas-para-faze-los-dormir-bem.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/vida-de-bicho-na-cbn/noticia/2023/05/como-e-o-sono-dos-pets-confira-dicas-para-faze-los-dormir-bem.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/yu8kTiLPb2tHpM9vldbMakLnSSQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/N/T/qDZbZYREesyJsit0plTQ/vida-de-bicho-na-cbn-18-maio-2023.jpg" /><br /> ]]>    O Estúdio CBN desta quinta-feira foi apresentado por Tatiana Vasconcelos e Marcella Lourenzetto. A editora-assistente Júlia Martinez participou em nome do Vida de Bicho
CBN/ Reprodução
O que fazer quando o pet acorda o tutor de madrugada ou no começo da manhã? Como proporcionar aos cães e gatos uma boa noite de sono? Afinal, eles também sonham? Essas e outras perguntas nós respondemos na coluna Vida de Bicho do Estúdio CBN desta quinta-feira (18). Confira!
Leia mais  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/yu8kTiLPb2tHpM9vldbMakLnSSQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/N/T/qDZbZYREesyJsit0plTQ/vida-de-bicho-na-cbn-18-maio-2023.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Fri, 19 May 2023 09:29:22 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Gato com medo: 8 sinais de que o pet está assustado e como ajudá-lo</title>  <atom:subtitle>Os felinos podem ser muito sensíveis, por isso, é necessário criar uma rotina equilibrada para garantir uma boa qualidade de vida para eles</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/gato-com-medo-8-sinais-de-que-o-pet-esta-assustado-e-como-ajuda-lo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/gato-com-medo-8-sinais-de-que-o-pet-esta-assustado-e-como-ajuda-lo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/O262X-Xi7_qqNltmcSI6aAfV55A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/X/h/tKYJlPSXGvupEQOAzEfA/gato-com-medo-sinais-comportamento-1.jpg" /><br /> ]]>    O estresse causado pelo medo excessivo pode provocar inflamações no corpo do animal, como gastrite, dermatite e otite
Unsplash/ Creative Commons
O medo excessivo provoca efeitos adversos na qualidade de vida dos gatos. Geralmente, o problema acompanha muitas manifestações comportamentais, como tentativas de fuga, agressividade e necessidades fora do local correto. 
Um estudo publicado na revista científica Journal of Feline Medicine and Surgery destacou que, durante um experimento, gatos medrosos apresentaram um período mais longo de inatividade. Além das questões mentais, o medo pode desencadear condições físicas, como taquicardias, picos hipertensivos e problemas urinários.
Para preservar o bem-estar dos felinos, é importante que os tutores fiquem sempre em alerta aos indícios de medo nos pets. Pensando nisso, o Vida de Bicho consultou especialistas para listar oito sinais. Aliás, é importante não forçar o animal a fazer algo, caso ele se sinta amedrontado. 
1. Esconder-se
Móveis como guarda-roupas e sofás podem ser usados como abrigos pelos bichanos. Segundo Juliana Damasceno, bióloga e colunista do Vida de Bicho, é possível que esse comportamento esteja relacionado com estresse na casa, conflitos com outros animais e problemas de saúde.
2. Pelos eriçados
Conforme Sabina Scardua, médica-veterinária comportamentalista e também colunista do Vida de Bicho, os pelos eriçados costumam ser acompanhados por uma postura arqueada e a cauda ereta e arrepiada ou, se estiver para baixo, com um aspecto mais rígido.
3. Sibilação 
O 'fuu' é uma vocalização, semelhante a um sopro, que o gato utiliza para se afastar outro animal ou, até mesmo, uma pessoa. Esse comportamento é classificado como uma reação ameaçadora e, geralmente, o bichano também mostra os dentes. 
O medo também faz com que o gato urine e defeque fora do local de costume
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4. Paralisação/Congelamento
Conforme Sabina, os gatos podem apresentar as seguintes reações instintivas em situações ameaçadoras: lutar, fugir, se esconder ou congelar. 
“Essa reação é mais comum em clínicas veterinárias, pois o animal percebe que não vai dar nem para lutar, nem para fugir, mas está com muito medo. Então, ele paralisa”, explica.
5. Salivação
Quando o gato está paralisado por medo, por exemplo, ele pode salivar mais que o normal. 
“A salivação é uma resposta adrenérgica, em que o animal está liberando muito cortisol e ele só para quando estiver se sentindo protegido”, explica Erica Baffa da Silva, médica-veterinária e especialista em medicina felina.
6. Corpo mais rebaixado
Essa postura pode ser observada quando o animal está com as pernas traseiras flexionadas, a cauda para baixo e as orelhas para trás. Ainda, quando está nessa posição, o bichano costuma andar de lado e lentamente.
7. Diminuição nas brincadeiras
O medo deixa o animal estressado e tensionado de tal forma que ele não consegue relaxar nem para realizar brincadeiras. 
“Brincar sozinho é o primeiro comportamento que cessa e, em estados mais graves, o animal não brinca nem quando é estimulado”, destaca Sabina. 
8. Fugir do tutor
Se a pessoa se aproximar do gato quando ele estiver amedrontado, é possível que ele se afaste instintivamente. Esse é um comportamento que pode promover uma sensação de segurança para o pet.
O que fazer?
 Gatos com medo também podem ter o apetite diminuído
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Ao identificar esses sinais, é válido que o tutor analise o que pode estar causando medo no gato. Conforme Erica, as causas mais comuns são: relação com pessoas estranhas no ambiente, presença de outros animais no espaço, objetos diferentes em casa, cheiros que não são familiares ou barulhos altos. 
“Os gatos são metódicos e sistemáticos, não gostam de nada que modifique a rotina que estão acostumados e nem o ambiente que vivem. O medo reduz a imunidade, leva ao aumento da glicemia circulante e pode favorecer o desenvolvimento de problemas urinários, como cistite intersticial por estresse, que é inflamação na região da bexiga”, explica. 
Juliana complementa que os felinos costumam ter muito medo de movimentações bruscas, aproximações diretas e muito contato visual. “Eles precisam de refúgios seguros, com rotas de fuga e a possibilidade de visualizar o ambiente. Esses locais podem ser no solo ou em áreas elevadas.”
Vale destacar que cada animal possui seu temperamento e personalidade. Por isso, a intensidade de um sinal de medo varia de um bicho para outro. 
Se um gato é mais reservado, não significa que isso seja um problema. “No dia a dia, ele brinca e realiza trocas com os tutores e outros animais. Já um bicho com medo é diferente, pois significa que o animal está em sofrimento”, finaliza Sabina.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/O262X-Xi7_qqNltmcSI6aAfV55A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/X/h/tKYJlPSXGvupEQOAzEfA/gato-com-medo-sinais-comportamento-1.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Fri, 19 May 2023 09:00:59 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como saber o que o seu gato está pensando</title>  <link>https://vidadebicho.globo.com/webstories/stories/2023/05/18/como-saber-o-que-o-seu-gato-esta-pensando.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/webstories/stories/2023/05/18/como-saber-o-que-o-seu-gato-esta-pensando.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/FaiENHq95rxwP8p68Z-4Dnwglrc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/A/7/JNjdJyQzAaxFh5n8DIWw/como-saber-o-que-o-seu-gato-esta-pensando-vidadebicho-1.jpg" /><br /> ]]>      </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/FaiENHq95rxwP8p68Z-4Dnwglrc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/A/7/JNjdJyQzAaxFh5n8DIWw/como-saber-o-que-o-seu-gato-esta-pensando-vidadebicho-1.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Thu, 18 May 2023 13:25:48 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como saber que chegou a hora de adotar mais um cachorro</title>  <atom:subtitle>Especialistas explicam como saber se cão está precisando de companhia e dão dicas para o período de adaptação dos pets</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/como-saber-que-chegou-a-hora-de-adotar-mais-um-cachorro.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/como-saber-que-chegou-a-hora-de-adotar-mais-um-cachorro.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/MTXqsSeeYqzp9cL3gOJNFi7MWfY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/n/C/tYjBsGR5egi243Bzx7YQ/sera-que-ocachorro-precisa-de-companhia-bulldog-5071407-1920.jpg" /><br /> ]]>    Cães podem se beneficiar da interação com outros cães, mas ela não precisa ser constante
Pixabay/ Cp17/ Creative Commons
Em algum momento, tutores de cachorro certamente já se perguntaram se o pet precisava de companhia. Os motivos para essa dúvida são diversos, indo desde a culpa pelo animal passar muito tempo sozinho até a crença de que cães, naturalmente, viveriam em grupo. 
Contudo, segundo a médica-veterinária Camilli Charmone, especialista em comportamento canino, esse entendimento que cães vivem em matilha é mito. 
“Embora descendam diretamente dos lobos — animais que formam grupos familiares —, os cachorros não vivem naturalmente em grupos. O entendimento equivocado de eles precisam de uma companhia canina advém da própria percepção humanizada sobre esses animais. A coletividade é fator implícito à nossa sobrevivência e, não raro, esse pensamento é transposto para os pets.” 
É bom para o cachorro ter outro cachorro?
De acordo com o especialista em comportamento canino Gustavo Campelo, muitas vezes, o cão não gasta energia ou não se exercita da forma adequada e buscará interações mais agitadas com as pessoas, o que pode ser interpretado como se ele necessitasse interagir com outro animal da mesma espécie. Contudo, isso não significa que o animal precise da companhia constante de outro pet. 
“Morder para brincar ou dar pequenos 'botes' de brincadeira são jogos comuns entre cães e podem sinalizar que a atividade oferecida não está sendo suficiente. Uma das formas de aliviar isso seria deixando o pet ter contato com outros cachorros, o que pode ser feito com passeios na praça, parques e cachorródromos, e até mesmo em hotéis ou daycares especializados”, comenta Gustavo. 
O adestrador e especialista em comportamento canino Duarte Leopoldo diz ainda que a convivência entre cães traz, sim, alguns benefícios, mas não deve ser encarada como uma necessidade. 
“Eles têm benefícios, como interação, descoberta, ter um tipo de atividade que um ser humano não pode proporcionar”, explica Duarte. 
Camilli concorda e completa: “É importante diferenciar os encontros eventuais entre os cães da convivência regular entre eles. Os primeiros, que permitem interações casuais, podem ser benéficos para os cachorros. Porém, a convivência continuada tende a ser estressante para animais que não são biologicamente aptos a conviver regularmente com seus iguais, como os cães, embora, obviamente, existam exceções a essa regra”.
Antes de adotar outro pet, tutores devem fazer algumas considerações
Pixabay/ Pexels/ Creative Commons
O que considerar ao adotar mais um cachorro
Na opinião dos profissionais, muitos tutores decidem pegar outro pet, mas não fazem as considerações necessárias, o que pode acabar gerando mais problemas do que soluções.
“Antes de considerar ter outro pet, é preciso observar se o cão que já está na casa tem suas necessidades atendidas. Se ele está educado como o tutor gostaria, se o responsável consegue dar atenção ao pet e gastar sua energia. Caso contrário, o resultado será dois cães vivendo em situação inadequada, em vez de um”, pondera Duarte. 
Camilli ressalta ainda que é preciso pensar na questão financeira, visto que os gastos duplicam. “É essencial também considerar a disponibilidade de tempo para esses cães, uma vez que a presença do 'pet extra' nunca substituirá a necessidade de atenção humana. Então, literalmente, com dois cachorros, é necessário o dobro do tempo.” 
“Muitas pessoas trazem um segundo cão para tentar resolver uma questão comportamental do animal que já está na casa. Isso é uma verdadeira loteria. Dependendo do caso, pode até ser que ajude. Mas, na maioria das vezes, o segundo cachorro acaba desenvolvendo os mesmos problemas do anterior. Portanto, o ideal é ajustar a relação e o comportamento do pet já existente antes de pensar no segundo”, acrescenta Gustavo. 
Segundo os profissionais, ao trazer outro pet para casa é interessante que ele tenha idade e comportamento parecido com o que já está no ambiente. 
“É importante observar se a energia do cão que vai chegar é compatível com a do que já está em casa. Não adianta, por exemplo, trazer um animal calmo para conviver com um agitado, eles não se darão bem. O mesmo vale para um filhote e um idoso. Além disso, a introdução de um novo pet deve ser feita gradualmente, com a primeira interação em um ambiente neutro”, finaliza Duarte. 
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CBN/ Reprodução
Seja na rua ou de carro, é comum que alguns cães tenham certo receio quando chega a hora do passeio. Mas por que será que isso acontece? Há alguma forma de contornar essa situação? Essas e outras perguntas, nós respondemos na coluna Vida de Bicho do Estúdio CBN desta terça-feira (16). Confira!
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DreamWorks/ Divulgação
Oscar é um personagem de destaque no filme de animação da DreamWorks de 2004, O Espanta Tubarões. Assim como outros personagens da trama, ele foi baseado em um peixe verdadeiro, o Bodião Limpador (Labroides dimidiatus). 
Antes de discutirmos o fato de ele ser hermafrodita, uma coisa interessante a ser mencionada é a relação mostrada no filme (de forma lúdica) e na vida real. Na animação, ele é funcionário de um lava-rápido, onde ele limpa baleias e outros peixes, sendo que, na vida real, essa espécie também limpa outros animais. 
Como o nome sugere, ele limpa o corpo de outros peixes, removendo-lhes os parasitas ou pele morta, dos quais a espécie se alimenta. Assim, estabelece-se uma relação mutualista, em que ambos os indivíduos se beneficiam. É comum observá-lo em autênticas estações de limpeza, ocupadas por um macho dominante e seu harém de fêmeas, ou por um par de adultos e um grupo de juvenis.
'Procurando Nemo' ganhou o Oscar de Melhor Animação em 2004
Disney/Pixar/ Reprodução
Nemo e Marlyn, personagens do filme Procurando Nemo, lançado pela Pixar de 2003, são peixes palhaços (Amphiprioninae), e, assim como no filme, vivem em anêmonas. Isso também é chamado de mutualismo. No caso deles, a anêmona fornece proteção para o peixe e, em troca, ele fornece alimento. 
Ambos os peixes são hermafroditas, o que significa que podem mudar de sexo. O dominante do grupo do peixe bodião limpador (Oscar) é o macho; caso ele desapareça, uma fêmea consegue trocar de sexo e se tornar a dominante em seu lugar. 
No caso dos peixes palhaços, a dominante é a fêmea; caso existam poucas fêmeas na região, ou a única do grupo desapareça ou seja morta, os peixes machos brigam entre si, e o vencedor muda de sexo. Esta, porém, é uma situação irreversível na espécie. 
Essa estratégia de mudança de sexo é muito comum em animais, como sapos e lagartos, mas nos peixes é ainda mais presente, sendo que mais da metade das espécies conhecidas do oceano realizam essa mudança. Isso é benéfico, pois lhes permite manter a espécie em caso de perigo de extinção. 
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/hYhC3FQtdNYrGDhOLpNXy2Crl-M=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/T/S/ee5BYbTxeCqAlZTIsYUg/oscar-e-nemo-os-peixes-mais-famosos-das-animacoes-sao-hemafroditas-dreamworks-vidadebicho.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Wed, 17 May 2023 09:01:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Gato-bravo-de-patas-negras: o felino mais mortífero do mundo</title>  <link>https://vidadebicho.globo.com/webstories/stories/2023/05/16/gato-bravo-de-patas-negras-o-felino-mais-mortifero-do-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/webstories/stories/2023/05/16/gato-bravo-de-patas-negras-o-felino-mais-mortifero-do-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/0bYOaoDeD2AAQAU2_uvFBolVznE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/i/g/ksGjrdTGCm3PdQjBEbuw/gato-bravo-de-patas-negras-felino-mais-mortifero-do-mundo-vidadebicho-1.jpg" /><br /> ]]>      </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/0bYOaoDeD2AAQAU2_uvFBolVznE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/i/g/ksGjrdTGCm3PdQjBEbuw/gato-bravo-de-patas-negras-felino-mais-mortifero-do-mundo-vidadebicho-1.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Tue, 16 May 2023 13:17:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Entenda por que o enriquecimento ambiental é tão importante para os gatos</title>  <atom:subtitle>A colunista Ana Claudia Balda explica como os veterinários devem orientar os tutores sobre a importância das gatificações</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/colunistas/petexpertise-com-ana-claudia-balda/coluna/2023/05/entenda-por-que-o-enriquecimento-ambiental-e-tao-importante-para-os-gatos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/colunistas/petexpertise-com-ana-claudia-balda/coluna/2023/05/entenda-por-que-o-enriquecimento-ambiental-e-tao-importante-para-os-gatos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/aoXOPH9HiV_65jXkarSMHMhXzCM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/D/z/668K6rQ16zG7Z2qYiaYg/entenda-por-que-o-enriquecimento-ambiental-e-tao-importante-para-os-gatos-unsplash-vidadebicho.jpg" /><br /> ]]>    Arranhadores e tocas são opções de enriquecimento ambiental para gatos
Unsplash/ Creative Commons
Os gatos, apesar de domesticados há um tempo razoável, preservam seu instinto caçador e, em decorrência disso, o enriquecimento ambiental é de extrema importância. Isso significa deixar o local mais desafiador e agradável para que os animais se divirtam mais.
Estímulos físicos, sensoriais, sociais, alimentares e cognitivos são tipos de enriquecimento ambiental que vão promover diversão e atividade para os gatos. Fontes de água, comida, arranhadores, brinquedos, caixa de areia, brinquedos, túneis e caixas para se esconder, locais para subir (como prateleiras e nichos) são ferramentas que tornam o ambiente mais atrativo para o pet.
Os gatos dormem muito durante o dia todo, num sono superficial, pois ainda prevalece o instinto de se defender. Mas é importante ressaltar que eles não são animais preguiçosos, na verdade, mediante os estímulos corretos, são bem fáceis de agradar. 
Estímulos físicos, sensoriais, sociais, alimentares e cognitivos são importantes para o bem-estar dos gatos
Unsplash/ Creative Commons
Os estímulos físicos podem ser conseguidos a partir de um objeto curioso, que pode simular uma caça. Dessa forma, ele sairá correndo e pulando.
Estímulos visuais e olfativos, como as varas, com a pena na ponta são extremamente divertidas e, como acabam se movimentando quando eles interagem, são muito bem aceitas pelos gatos.
O enriquecimento alimentar tem o objetivo de estimular o gato a usar seus sentidos para conquistar o próprio alimento. Há uma infinidade de brinquedos no mercado, de ótima qualidade, mas devemos ressaltar aos tutores, que muitas vezes é fácil improvisar brinquedos. 
Uma bolinha de papel ou um rolo de papel higiênico com ração dentro, tampando as extremidades, com alguns furos no papelão, estimulam o olfato e podem virar uma brincadeira superinteressante, sempre tomando os devidos cuidados com o material, para não haver riscos para a segurança do bichano.
Os gatos que não recebem estímulos ambientais podem desenvolver problemas comportamentais relacionados ao tédio, como comportamento destrutivo, agressão, depressão e ansiedade.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/aoXOPH9HiV_65jXkarSMHMhXzCM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/D/z/668K6rQ16zG7Z2qYiaYg/entenda-por-que-o-enriquecimento-ambiental-e-tao-importante-para-os-gatos-unsplash-vidadebicho.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Tue, 16 May 2023 09:00:54 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Lucy Ramos sobre seus quatro cachorros: 'Despertam o meu melhor'</title>  <atom:subtitle>A atriz e o marido, Thiago Luciano, são tutores de Juca, Paco, Lulinha e Negão</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/lucy-ramos-sobre-seus-quatro-cachorros-despertam-o-meu-melhor.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/lucy-ramos-sobre-seus-quatro-cachorros-despertam-o-meu-melhor.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/q-VJIvUc04GFZWW3XQlqu7tMNy4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/W/5/xdhv1pQteO99BFMrgdjQ/entrevista-lucy-ramos-vida-de-bicho.png" /><br /> ]]>    No ar como Lívia na novela Amor Perfeito, na vida real, Lucy Ramos é tutora de quatro cachorros: Juca (shih-tzu), Paco (bichon frisé), e Lulinha e Negão, ambos SRD. “Estar com eles é despertar de mim o meu melhor, é oferecer amor, carinho e cuidado”, declara em entrevista exclusiva com o Vida de Bicho.
A atriz conta que ela e o marido, Thiago Luciano, compraram um terreno em meio à natureza no interior de São Paulo, e Lulinha era do caseiro do condomínio, que o adotou. Sempre que o casal estava na casa, cuidavam dele. Devido ao isolamento social da Covid-19, o casal se mudou para essa casa e o Lulinha ficou com eles de vez.
Lucy Ramos e o marido, Thiago Luciano, com Juca e Paco
Lucy Ramos/ Arquivo pessoal
“Ter cachorro é tê-los por perto o tempo todo”
Antes, o casal era tinha dois cães, o Pingo, um bichon frisé, e o Frederico, o shih-tzu, que, infelizmente, faleceram. Morando na nova casa, foram surpreendidos com os novos pets. 
“O Juca chegou dois dias depois da morte do Frederico, que partiu devido a uma picada de cobra. O Paco chegou dois meses depois da partida do Pingo, vítima de um tumor. E o Negão apareceu do nada no condomínio e foi se encostando em casa com sua doçura e beleza. Não resistimos e passamos a cuidar dele.”
Juca, Paco, Lulinha e Negão são os pets de Lucy Ramos
Lucy Ramos/ Arquivo pessoal
Lucy ressalta que cresceu com cachorros: quando criança, sua família era tutora de Benji, um vira-lata, e quando adolescente, adotou Jenny, uma cocker spaniel.
“Quando o Benji chegou em casa, eu e meus irmãos éramos crianças. Nós que tínhamos que cuidar dele, não sabíamos como, mas tínhamos. Na adolescência, peguei a Jenny de uma vizinha, aí já tinha um entendimento melhor de como cuidar e ela ficava em casa muito comigo. Então, esse amor por cachorros nasceu muito com essa minha proximidade com a Jenny. Para mim, ter cachorro é ter eles por perto o tempo todo, pedindo colo e carinho, e dando muito amor.”
“A gente ama e eles retribuem”
Segundo a atriz, a parte mais difícil de ter um pet é lidar com a finitude dele. “Saber que, infelizmente, vai chegar uma certa idade que eles vão ter que partir. Às vezes, também não conseguir dar tanta atenção e imaginar a saudade que eles devem ficar. Me parte o coração só de pensar.”
Lucy afirma que, se pudesse, teria mais pets
Lucy Ramos/ Arquivo pessoal
Já sobre a melhor parte, a atriz cita o quanto eles deixam a casa mais leve e trazem graça para os seus dias.
“Às vezes falo com eles e realmente acho que eles entendem (risos). Eles são meus companheiros de caminhada, mudanças, descoberta e dias preguiçosos. Ah, também chegar em você e ver a felicidade genuína que eles demonstram. É uma troca: a gente ama e eles retribuem!”
Lucy conta ainda que gostaria de ter mais pets, e, se pudesse, sairia adotando e cuidando de todos que aparecessem na porta de sua casa. 
Por causa disso, se pudesse ser um animal, a atriz seria um cão: “E torceria para cair em uma família que me desse muito amor”.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/q-VJIvUc04GFZWW3XQlqu7tMNy4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/W/5/xdhv1pQteO99BFMrgdjQ/entrevista-lucy-ramos-vida-de-bicho.png" medium="image"/>   <media:description>Lucy Ramos é tutora de quatro pets</media:description>   <media:credit>Lucy Ramos/ Arquivo pessoal</media:credit>  <category>vidadebicho</category> <pubDate>Mon, 15 May 2023 09:10:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Telemedicina veterinária: nem toda consulta pode ser feita online; entenda</title>  <atom:subtitle>Ana Beatriz Martins e Erika Dantas, colunistas do Vida de Bicho, explicam como os médicos-veterinários podem realizar atendimentos a distância sem colocar o paciente em risco</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/colunistas/legalmente-vet/coluna/2023/05/telemedicina-veterinaria-nem-toda-consulta-pode-ser-feita-online-entenda.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/colunistas/legalmente-vet/coluna/2023/05/telemedicina-veterinaria-nem-toda-consulta-pode-ser-feita-online-entenda.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/Ptq_c-GRsHzKcSHmS90xc37arQc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/A/N/s4x928Qs6SawmH0BnPYw/telemedicina-veterinaria-nem-toda-consulta-pode-ser-feita-online-entenda.png" /><br /> ]]>    Médicos-veterinários só podem realizar consultas online em pacientes previamente atendidos em consultório
Canva/ Creative Commoms
Grande parte dos médicos-veterinários do país ficaram sabendo quando houve a publicação da Resolução n° 1.465 pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CRMV), no ano de 2022, que definiu ser possível realizar atendimentos a distância. 
Mas será mesmo? 
Sim, mas com cautela! Isto porque existem diversas regras a serem observadas pelo profissional para ser possível realizar uma teleconsulta veterinária. 
A principal regra é: o modelo só é permitido com pacientes já atendidos presencialmente. Ou seja, não há a possibilidade de atender um animal pela primeira vez por videochamada.
A resolução esclarece que o atendimento a distância só será ético quando existir o RPVAR (Relação prévia veterinário-animal-responsável), com abertura de prontuário para aquele paciente específico. 
Assim, já respondemos: não é possível que a RPVAR seja firmada a distância. Essa relação inicial é obrigatoriamente presencial, permitindo que o profissional realize exames físicos no paciente, constando no prontuário suas características físicas e condições clínicas. A partir de então, é possível que o atendimento se dê de maneira online. 
A consulta presencial não pode ser substituida em casos de urgência
Canva/ Creative Commoms
Atenção!
Apesar da resolução não indicar um prazo para o paciente retornar presencialmente, ela deixa claro que o médico-veterinário deve avaliar se ainda possui segurança no atendimento a distância daquele animal. 
Isto porque, quanto mais passa o tempo do último exame físico, mais imprecisas ficam as instruções veterinárias. Se o profissional não atende o paciente presencialmente há, por exemplo, mais de seis meses, pode ser que as orientações e prescrições sejam feitas de maneira pouco segura, visto que eventuais alterações na saúde do animal podem acontecer neste período. 
Por isso, a normativa é bem clara: cabe ao profissional optar por realizar ou não a teleconsulta. Porém, caso realize, é responsável pelo ato, motivo pelo qual entendemos que, em caso de dúvidas sobre a segurança do paciente, o ideal é solicitar ao responsável a presença do animal em consultório. 
É importante lembrar que essa cautela visa garantir o bem-estar animal, com segurança nas prescrições médicas! 
O médico-veterinário é responsável caso haja negligência durante o atendimento online
Canva/ Creative Commoms
Outro ponto crucial é que são expressamente vedados atendimentos de casos de emergências e urgências a distância. Caso o médico-veterinário seja buscado em uma situação desta, deve informar que o cliente precisa buscar um Pronto Socorro imediatamente. 
Mais uma importante responsabilidade do médico-veterinário que optar por esse atendimento é se certificar que o responsável pelo seu paciente está compreendendo corretamente as informações passadas durante a teleconsulta. 
É sua responsabilidade interromper o atendimento ao perceber dificuldade de compreensão ou ruídos em razão de questões técnicas, como sinal de internet ou telefonia com pouca qualidade. 
Lembrem-se que a possibilidade surgiu, principalmente, para auxiliar no atendimento de pacientes que possuem maiores dificuldades de comparecimento em seu consultório. A ideia é permitir que eles sejam assistidos em suas questões de saúde, razão pela qual o atendimento a distância não pode significar, de maneira alguma, uma perda na qualidade da prestação do serviço médico veterinário! Essa é a regra de ouro. 
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/Ptq_c-GRsHzKcSHmS90xc37arQc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/A/N/s4x928Qs6SawmH0BnPYw/telemedicina-veterinaria-nem-toda-consulta-pode-ser-feita-online-entenda.png" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Mon, 15 May 2023 09:01:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Por que cães e gatos esfregam o rosto nas patas, no chão e nos tutores?</title>  <atom:subtitle>Entenda as razões comportamentais e de saúde que levam a esse hábito e quando se preocupar</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/vida-de-bicho-na-cbn/noticia/2023/05/por-que-caes-e-gatos-esfregam-o-rosto-nas-patas-no-chao-e-nos-tutores.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/vida-de-bicho-na-cbn/noticia/2023/05/por-que-caes-e-gatos-esfregam-o-rosto-nas-patas-no-chao-e-nos-tutores.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/7lIMCKk39dz92A7rDc7fd1ZHdOU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/0/d/HpoTfcRd6AWBnceoKQRg/vidadebicho-no-estudio-cbn-11-maio-2023.jpg" /><br /> ]]>    O Estúdio CBN desta quinta-feira foi apresentado por Tatiana Vasconcelos e Marcella Lourenzetto. A editora-assistente Júlia Martinez participou em nome do Vida de Bicho
CBN/ Reprodução
Por que alguns cães têm o hábito de esfregar o rosto no chão ou nas patas? Quando os tutores devem se preocupar? O comportamento também merece atenção quando acontece com os gatos? Respondemos a essas e outras perguntas na coluna Vida de Bicho do Estúdio CBN desta quinta-feira (11). Confira!
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Flickr/ Nathan Rupert/ Creative Commons
Recentemente, um vídeo de um estorninho-comum (Sturnus vulgaris) 'falando' viralizou nas redes, deixando os internautas surpresos com a capacidade do bicho de reproduzir a fala humana.
Muitos questionaram se isso era realmente possível — e fique sabendo que é. Afinal, é de conhecimento geral que as vocalizações são comuns no universo animal, sendo uma maneira de muitos bichos se comunicarem objetivando um fim específico — como chamado, alerta, submissão e rivalidade.
Mas apenas alguns animais conseguem efetivamente 'falar', reproduzindo uma sequência de fonemas proferida pelos seres humanos. É o caso do estorninho-comum, de psitacídeos australianos, como cacatuas e ringnecks, e dos papagaios e corvos.
Aqui no Brasil, não há aqueles famosos corvos de penas pretas, cuja curiosidade e mistério foram popularizados pelo filme Birds, de Alfred Hitchcock. Mas, segundo a bióloga Juliana Moraes, divulgadora científica e mestranda em ecologia comportamental de corujas, temos uma espécie similar: as gralhas.
“Elas são da mesma família e também conseguem imitar muitos sons, principalmente vocalizações de outras espécies.”
Certos grupos de aves, como os pássaros canoros, os beija-flores e os psitacídeos, apresentam capacidade de aprendizado vocal
Pexels/ Lynn Nash/ Creative Commons
Ela inclui na lista o pássaro-lira-soberbo (Menura novaehollandiae), que consegue imitar muito bem diversos sons que escuta ao longo da vida.
“Além da vocalização de outras espécies, ele imita o som do alarme de um carro, criança chorando e até mesmo o som de câmeras fotográficas.”
O jogo da imitação
Como você deve ter percebido, nos referimos às vocalizações destas aves como “imitações”, e deixamos o conceito de “fala” entre aspas. Isso porque o comportamento apresentado por estes animais não é precisamente uma fala com semântica, como a de seres humanos, e, por isso, dificilmente eles irão entender ou processar a comunicação da mesma forma.
“Quando um papagaio vocaliza 'oi, tudo bem?', não necessariamente está querendo saber como você está, pois eles não entendem as palavras dessa forma”, explica Juliana.
Apesar de serem capazes de reproduzir a fala humana, para a maioria dos papagaios as palavras não possuem sentidos específicos
Pexels/ Aashutosh Sharma/ Creative Commons
Porém, por serem animais sociais (ou seja, viverem em grupos) e terem uma capacidade de aprendizagem considerável, eles podem entender que, ao imitar o som de “oi, tudo bem?”, aquilo vai gerar uma comoção no grupo no qual ele está inserido, estreitando aquela relação. 
“Entretanto, se os papagaios forem ensinados corretamente, com atenção e dedicação, eles podem associar algumas palavras a objetos, alimentos ou pessoas, sendo capazes de discernir estes signos”, ressalta a bióloga.
Foi o que aconteceu, por exemplo, com o papagaio do congo (Psittacus erythacus), objeto de estudo em algumas pesquisas. Elas concluíram que esta espécie foi capaz de diferenciar formas, cores, objetos e distinguir números, o que pode sugerir que sua fala não é uma mera repetição de palavras.
Mas, segundo o biólogo Rafael Silva Paulino, mestre em zoologia e doutor em diversidade e evolução, não podemos generalizar a situação para todas as espécies.
“Geralmente, o que os papagaios falam está associado ao contexto no qual estão envolvidos, e, com isso, irão fazer uma associação da fala com algo positivo ou negativo.”
Por exemplo, se um papagaio ouve um “bom dia” todos os dias sempre pela manhã, ele pode associar a frase com aquele período específico do dia, e passar a reproduzi-la somente pelas manhãs. 
“Assim, se um papagaio tiver uma contextualização do significado do que está ouvindo e falando, é provável que ocorra algum processamento de informação e não só a mera repetição”, conclui Rafael.
Papagaios, verdadeiros mestres da fala
Papagaios, como algumas outras aves, apresentam a siringe – um órgão que permite produção de sons articulados
Flickr/ Anselmo Garrido/ CreativeCommons
A verdade é que todas as aves conseguem vocalizar devido à presença de um órgão específico para o comportamento. Estamos falando da siringe: similar à laringe dos seres humanos, ela se localiza entre as traqueias e os brônquios das aves e permite a produção de sons articulados.
“Cada espécie possui uma siringe específica, que as possibilita emitir as vocalizações (cantos e chamados) típicos de sua espécie”, diz Juliana.
Alguns grupos de aves, como os pássaros canoros (curió, sanhaçu e coleirinho, por exemplo), os beija-flores e os psitacídeos (papagaios, periquitos, araras) apresentam capacidade de aprendizado vocal. 
“Em resumo, eles replicam as vocalizações que escutam durante o seu desenvolvimento”, explica Rafael.
Nestas espécies, em geral, a siringe é mais complexa. Isso possibilita as vocalizações serem mais elaboradas, permitindo a imitação de diversos sons naturais e artificiais.
O papagaio do congo (Psittacus erythacus) se mostrou capaz de diferenciar formas, cores, objetos e distinguir números, sugerindo que conseguem processar informações
Wikipedia/ L.Miguel Bugallo Sánchez/ Wikimedia Commons
Paralelamente, a língua e o bico ajudam a reverberar e projetar a fala, originando o som curioso que ouvimos.
Mas, dentre todos os bichos, o papagaio parece ser aquele que domina a técnica, dada a perfeição com que reproduz falas do nosso cotidiano. Por quê?
Uma das respostas está na configuração do aprendizado no cérebro. Aquelas aves com capacidade de aprendizado vocal, como beija-flores, pássaros canoros e psitacídeos, apresentam um circuito cerebral de aprendizado, composto por estruturas neuronais que as fazem aprender.
“No caso dos papagaios, eles apresentam um duplo circuito e isso faz com que eles apresentem uma maior possibilidade de aprendizado vocal”, explica Rafael.
Conchas
Um estudo publicado em 2015 na revista PLOS One apresentou ainda outra possível justificativa para tamanha maestria no jogo da imitação por parte dos papagaios. Segundo a pesquisa, pássaros que conseguem cantar possuem centros nos cérebros capazes de apoiar essas vocalizações — os “núcleos”. 
Mas os papagaios, exclusivamente, possuem áreas ao redor desses centros denominadas “conchas”. Em volta delas, há uma terceira região que suporta o movimento — o que ajuda a explicar, por exemplo, porque muitos destes bichos também dançam ao cantar.
Apesar da estrutura ser compartilhada por vertebrados em geral, o sistema de conchas é único. Naquelas espécies de papagaios conhecidas pela capacidade de imitação da fala humana, as conchas são relativamente maiores.
Segundo concluiu o estudo de 2015 publicado na PLOS One, as conchas das espécies de papagaios conhecidas pela capacidade de imitação da fala humana são relativamente maiores.
PLOS One/ Reprodução
Para entender como funcionam as conchas, os cientistas procuraram marcadores de genes específicos, conhecidos por terem atividade especializada nos cérebros de seres humanos e de aves que sabem cantar.
Eles então compararam os padrões de expressão gênica resultantes em nove espécies diferentes de papagaio. Descobriu-se que mesmo a mais antiga das espécies possui uma concha rudimentar, o que sugere que as populações de neurônios em conchas provavelmente surgiram há pelo menos 29 milhões de anos.
Os resultados são importantes porque desmentem a hipótese anterior de que núcleo e concha eram uma estrutura só — o que gerava confusão sobre os tamanhos das regiões cerebrais importantes para o aprendizado vocal, dificultando o entendimento sobre o tema.
Além disso, os resultados apoiam a hipótese de que, em humanos e outros animais que aprendem a cantar, a capacidade de imitar surgiu pela duplicação da via cerebral, explica Rafael.
Contudo, como esse trabalho de Ctrl C + Ctrl V pode ter acontecido ainda é desconhecido. O que se sabe é que é preciso um significativo poder cerebral para processar informações auditivas e produzir os movimentos necessários para imitar sons de outras espécies.
É o que acontece com papagaios, que podem imitar também latido de cachorros ou miado de gatos. 
Papagaios apresentam um duplo circuito de aprendizagem, o que faz com que eles apresentem uma maior possibilidade de aprendizado vocal
Freepik/ Creative Commons
Em relação às conchas, os pesquisadores estão curiosos para saber, com segurança, se as estruturas dão aos papagaios uma maior capacidade de imitar a fala humana.
Se for verdade, eles responderão a uma das grandes e mais longevas incógnitas no campo da biologia e comportamento animal.
Importantes, as descobertas do estudo fazem parte de um esforço internacional muito maior: o Projeto Bird 10K, que visa sequenciar os genomas completos de todas as 10 mil espécies de aves.
Pássaro amigo
Um terceiro fator que ajuda a explicar os papagaios terem tanta facilidade em 'falar' está na socialização. Eles vivem em grupos e precisam dessa relação para o seu bem-estar. 
“A imitação de sons pode auxiliar nessas relações sociais, ajudando-os até a estreitar laços”, diz Juliana.
Junto a outras aves, papagaios costumam, a partir do canto, trocar informações sobre alimentos, alertar o bando sobre ameaças e mais um rol de diferentes contextos.
Papagaios criados em cativeiro passam a ver os seres humanos como seu grupo social e imitá-los para tentar se encaixar neles
Pexels/ Caio/ Creative Commons
Em cativeiro, podem ficar extremamente frustrados com a interrupção da comunicação. Eles passam a ver nos seres humanos um novo grupo social e tentam se encaixar nele, repetindo sons domésticos, como ruídos de telefone, latidos de cachorros e frases comumente ditas pelas pessoas.
Portanto, o ambiente no qual o papagaio vive faz total diferença para o aprendizado da 'fala'. 
Há também o componente de recompensa: quando se trata de uma mera repetição de palavras e sons, o comportamento do papagaio está relacionado ao que aquela repetição pode trazer de benefício. 
“É um tipo de condicionamento no qual o papagaio produz um som repetido e tem um retorno positivo. Neste caso, ao falar o nome de seu tutor, ele poderá receber um carinho ou alimento, e com isso, faria esta associação e passaria a 'chamar' seu tutor para este fim”, explica Rafael.
Já em contexto natural, papagaios de vida livre imitam outros sons — aqueles que fazem parte do seu dia a dia na natureza, como aqueles feitos por outros papagaios do bando quando querem estreitar as relações e também sons de outras espécies. 
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Parece que a intimidade com o esporte foi natural. É o que conta a sua tutora, Patrícia Abe.
“Channel sempre deitava em cima do skate. Às vezes, a preguiça era tanta que ela empurrava o skate deitada mesmo, com as patinhas, até chegar onde queria.”
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Após notar essa simpatia com o esporte, a empresária de 53 anos passou a levar a cadela para andar de skate na rua de seu condomínio, livre do movimento de carros.
“Depois de um tempo pedi ajuda para um adestrador, para ela aprender a descer sem se machucar e para pegar impulso.” Hoje, Channel anda de skate e patinete sozinha.
Vida de influencer 
Não demorou para que Channel se tornasse um sucesso. Com mais de 33 mil seguidores no Instagram e 710 mil no TikTok, a pet influencer compartilha sua rotina e dicas do universo animal nas redes.
“Eu criei o perfil por diversão, só para postar o dia a dia e o seu desenvolvimento, e deixar tudo registrado”, conta Patrícia.
Brincalhona e carinhosa, Channel se tornou muito popular nas redes sociais
Patrícia Abe/ Arquivo pessoal
Logo no início, uma marca de roupas para a raça se encantou por Channel e propôs uma parceria. Foi o começo do sucesso: na época, a família de Patrícia ganhava a comissão sobre as vendas, que eram muitas.
Depois disso, as parcerias não pararam de surgir. “Durante esse tempo, criaram-se amizades entre as mães de pet, que saíram do Instagram para vida real, e que queremos levar para vida toda.”
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Channel, inclusive, já foi reconhecida em vários lugares, deixando os tutores surpresos com a sua popularidade. 
“Quando a pessoa veio gritando na minha direção, eu até me assustei”, lembra Patrícia.
Tamo aí na atividade
Entre as razões que explicam a fama de Channel estão a sua simpatia e carisma. Sempre muito brincalhona e carinhosa, ela se tornou mais calma após a castração, e continua apresentando muita personalidade.
“Channel faz gracinha todos os dias, parece que é o jeito de ser da maioria dos buldogues. Ela se estica, como se estivesse fazendo yoga, e sapateia na sua frente para chamar atenção”, comenta Patrícia.
Channel costuma andar de skate nas ruas do condomínio onde mora, onde não há movimento de carros
Arquivo Pessoal/ Patrícia Abe
Outro traço de personalidade é ser bem “comilona”. Em seu cardápio consta alimentação natural, frutas e suplementos.
“Buldogue solta muito pum e ela se assusta sempre. Dá cada pulo! Ela se assusta com o próprio pum!”, brinca Patricia. 
Muito sociável, a cadela também ama andar de carro e participar de eventos pets, além de caminhar todas as manhãs. Cavar buracos, rolar na grama, bolinhas e pelúcias também estão na lista de atividades preferidas de Channel.
Uma grande família
Bisteca e Jully, mais dois pets da família Abe
Patrícia Abe/ Arquivo
Channel é apenas uma das pets da família de Patrícia, que já chegaram a cuidar de nove animais. Hoje em dia, são seis, além da buldogue francesa:
“Nos últimos anos, os velhotes infelizmente se foram, mas viveram intensamente e foram muito felizes. Melzinha, a mais velha, morreu no ano passado, com 21 anos.”
Entre os pets de Patrícia, há também uma buldogue inglesa chamada Agatha. Na foto, ela posa com Channel
Patrícia Abe/ Arquivo pessoal
Segundo ela, a relação entre eles é perfeita. Como toda família, tem o mais “bonzinho”, o mais educado e o mais rabugento, cada um com sua personalidade.
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“Temos Sushi, um Ilhasa apso de 17 anos; Agatha, uma buldogue inglesa de 5; Bisteca, vira-lata de aproximadamente 7 anos pela arcada dentária e 2 anos de adoção; Jully, uma shih-tzu de 6 anos; Prada, uma coelha danada que apronta muito; e Dóris, nossa tartaruga de 20 anos.”
Dentre os pets, Patrícia conta que Agatha é a que mais apronta. “Eu sou avó da turma toda.”
Sushi, o integrante mais velho da matilha Abe, não gosta de fotos e vídeos. A família tem ainda uma coelha e uma tartaruga
Patrícia Abe/ Arquivo pessoal
A mãe dos pets, segundo Patrícia, é a sua filha Nayuri, que tem 22 anos e é atriz, digital influencer, jogadora de futevolei e estudante.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/GB2pEcsErlPWk3QMG378FSBLZIA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/a/Y/EKjoZNQz2ubofQC9ZdkA/1-animal-radical-conheca-channel-a-buldogue-skatista-de-aruja.jpg" medium="image"/>   <media:description>Channel costumava deitar em cima do skate e ir empurrando</media:description>   <media:credit>Patrícia Abe/ Arquivo pessoal</media:credit>  <category>vidadebicho</category> <pubDate>Thu, 11 May 2023 09:01:24 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Descubra como funciona o instinto materno no mundo animal</title>  <link>https://vidadebicho.globo.com/webstories/stories/2023/05/10/descubra-como-funciona-o-instinto-materno-no-mundo-animal.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/webstories/stories/2023/05/10/descubra-como-funciona-o-instinto-materno-no-mundo-animal.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/wyMTAdUp70JA1ocmeR2xZnlSTzw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/e/l/4Pgp1cTO2QOw6Pf9Yjeg/saiba-como-funciona-o-instinto-materno-no-mundo-animal-vidadebicho-1.jpg" /><br /> ]]>      </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/wyMTAdUp70JA1ocmeR2xZnlSTzw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/e/l/4Pgp1cTO2QOw6Pf9Yjeg/saiba-como-funciona-o-instinto-materno-no-mundo-animal-vidadebicho-1.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Wed, 10 May 2023 13:10:03 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Babu Santana faz planos para aposentadoria: 'Ter tempo para criar meus pets'</title>  <atom:subtitle>O ator fala sobre Meleca, uma mistura de pinscher com chihuahua de 1 ano de vida, e sobre seu desejo de ter mais pets</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/babu-santana-faz-planos-para-aposentadoria-ter-tempo-para-criar-meus-pets.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/babu-santana-faz-planos-para-aposentadoria-ter-tempo-para-criar-meus-pets.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/kl3ldAIQAbW9XdkvpnCQ3F7yEaA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/5/1/L1UNGyQMqF9fw4H0Ypbg/entrevista-babu-santana-vida-de-bicho.png" /><br /> ]]>    No ar como o Padre Severo, o Padrão, em Amor Perfeito, Babu Santana sofre de saudades de Meleca, uma mistura de pinscher com chihuahua, devido às gravações. 
“A presença tem sido a coisa mais desafiadora para mim, como estou trabalhando muito, isso tem sido o mais difícil. Mas a melhor parte é ser recebido em casa por ela depois de um dia difícil”, conta Babu em papo com o Vida de Bicho.
Meleca chegou na vida do artista há um ano. “Temos uma secretária aqui do meu lar, que falou que um rapaz tinha tido uma ninhada de pinscher com chihuahua, e quando a Meleca chegou, nós ficamos apaixonados por ela. Ela é o amor da nossa vida.”
Babu afirma que sua melhor história com a Meleca foi assim que ela chegou em casa. O ator estava resistente quanto a ser tutor de um novo pet, mas assim que a viu, ela subiu em sua barriga e descansou em seu ombro, e ele se encantou. “Ali eu já dei o nome para ela foi amor a primeira lambida.”
Babu Santana diz que Meleca conquistou seu coração após ele perder outro cão
Instagram/ @babusantana/ Reprodução
O artista contou que foi tutor de uma pastora alemã, a Petita, durante 12 anos, e foi difícil abrir o coração para outro pet após sua partida. 
“Nossa relação era extrassensorial. Depois da Petita, foi difícil ter outra cachorra, foi como se eu tivesse perdido uma filha. A Meleca conseguiu conquistar meu coração de novo, e é o elo mais forte entre minha mulher e eu.”
Babu Santana tem planos de ter mais pets
Instagram/ @babusantana/ Reprodução
Na opinião do ator, os “animais trazem a sobriedade que nós, seres humanos, não temos”. Ele diz que os bichos são o equilíbrio que a humanidade perdeu, e não esconde o desejo de ter mais pets: é um plano de sua aposentadoria.
“Tenho um terreno em Paraty (RJ), e quero construir um espaço lindo para ter gatos, quero ter todos os pets que eu conseguir para criar de uma forma bacana, livres, soltos. Quando penso em aposentadoria, é isso, eu ter tempo para criar meus pets. Eu quero ter meus cinco cachorros, meus três gatos, as minhas tartaruguinhas…”
Ao ser questionado sobre qual bicho ele gostaria de ser, Babu diz que gosta muito dos animais selvagens. “Acho enigmático. Eu seria, talvez, uma pantera.”
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Canva/ Creative Commons
Estudos mostram que cães e gatos estão cada vez mais acima do peso. Segundo uma pesquisa recente realizada na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo, cerca de 40,5% dos cães estão fora do peso ideal, sendo que 14,6% dos animais estão obesos.
A obesidade é uma doença que causa inflamação e sobrecarga articular, desencadeando diversas alterações, desde problemas ortopédicos (articulares e na coluna), alterações metabólicas, como diabetes mellitus, até maior risco de câncer, doenças na pele e nos rins. 
Todos os estudos acerca do assunto são unânimes ao mostrar que animais obesos apresentam menor expectativa e qualidade de vida.
A obesidade deve ser diagnosticada e tratada pelo médico-veterinário, uma vez que pode ocorrer como consequência de diversos fatores, como doenças endócrinas, articulares e, o mais comum, por erros de manejo alimentar — ou seja, os tutores fornecem mais alimento do que os animais necessitam.
A obesidade desencadeia inflamação e sobrecarga articular nos pets 
Canva/ Creative Commons
Mas como identificar o sobrepeso dos cães e gatos? Por meio do escore de condição corporal. A técnica, que existe desde 1997, deve ser aplicada por todos os médicos-veterinários no momento da avaliação dos pacientes caninos e felinos.
Por meio da ferramenta, o especialista dá uma nota de 1 a 9 para a condição corporal do animal: 1 a 3 para os pets magros; 4 e 5 para os ideais; 6 e 7 àqueles com sobrepeso; e 8 e 9 aos obesos. Para os gatos, a nota 4 também pode ser considerada abaixo do peso.
Com a técnica, também é possível estimar a quantidade de gordura corporal que o animal possui e definir se está ideal, acima ou abaixo do peso. Para essa avaliação, deve-se observar o bicho de lado e de cima, e palpar alguns pontos específicos, como região das costelas, base da cauda, porção ventral (“peito”) e porção inferior do pescoço. 
O animal que está no peso adequado deve ter costelas facilmente palpáveis, porém não visíveis, mas é preciso conseguir saber exatamente, por meio da palpação, onde cada uma começa e termina. 
Segundo estudos, cães e gatos obesos têm menor expectativa e qualidade de vida
Canva/ Creative Commons
Visto de cima, o animal deve apresentar marcação adequada de cintura após finalização das costelas. E, nos gatos, não deve haver grande proeminência de gordura na região abdominal (aquela “pelanquinha” fofinha que os tutores gostam de apertar). 
É fundamental o tutor do animal entender um pouco mais se ele está no peso adequado para auxiliar no diagnóstico precoce da obesidade e, consequentemente, facilitar a adesão às medidas preventivas e terapêuticas recomendadas pelo médico-veterinário. Além disso, os responsáveis devem questioná-lo se o seu cão ou gato precisa ganhar, perder ou manter o peso, e como isso deve ser feito.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/eqPv_U2YboyEYImygAWjPYYqHJM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/N/f/58fj7dROORS43IalnfBw/como-saber-o-peso-ideal-de-um-pet-colunista-responde-3-.png" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Tue, 09 May 2023 09:30:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Pode dar maçã para o cachorro? Veterinárias alertam sobre a oferta</title>  <atom:subtitle>Segundo profissionais, fruta pode ser oferecida aos cães, mas exige cuidados especiais</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/nutricao/noticia/2023/05/pode-dar-maca-para-o-cachorro-veterinarias-alertam-sobre-a-oferta.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/nutricao/noticia/2023/05/pode-dar-maca-para-o-cachorro-veterinarias-alertam-sobre-a-oferta.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/ng6m65YPdlGsva8CNjtvZVRFxvE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/Q/c/775Ex5TBCUmccBeHTqAg/cachorro-pode-comer-maca-pexels-pixabay-209573.jpg" /><br /> ]]>    Estudos indicam que o consumo moderado de maçãs pode trazer benefícios para a saúde dos cães
Pexels/ Pixabay/ Creative Commons
A maçã traz vários benefícios à saúde humana, o que faz com que muitos tutores se questionem se a fruta também pode ser divida com os cachorros. Segundo veterinárias, a resposta é sim, mas vale a ressalva de que a oferta exige alguns cuidados. 
“Estudos indicam que o consumo moderado de maçãs pode trazer benefícios para a saúde dos cães. Isso porque a fruta é rica em nutrientes, como fibras, vitaminas e antioxidantes, que podem contribuir para a saúde intestinal, cardiovascular e imunológica dos pets”, diz a médica-veterinária Jacqueline de Paula Marcello.
Como oferecer maçã ao cachorro
Apesar dos benefícios, a maçã não deve ser ofertada em grandes quantidades aos pets. Além disso, é necessário retirar as sementes antes de dar ao animal. 
“A maçã deve ser oferecida sem semente, pois ela contém uma substância chamada 'amigdalina', que libera cianeto, sendo extremamente tóxica aos pets”, alerta a médica veterinária Viviane Priscila Moura, especialista em nutrição de uma grande empresa do segmento de petfood. 
Segundo as veterinárias, a maçã pode ser ofertada em cubo; colocada (também em cubinhos) para saborizar a água; ou mesmo como sorvete, após ser batida e congelada em pequenas formas. 
“O sorvete é, inclusive, uma forma de enriquecimento ambiental, além de aumentar a ingestão de água e refrescar o pet”, comenta Viviane. 
Maçã deve ser oferecida em pequenas quantidades e sem sementes
Unsplash/ Marek Szturc/ Creative Commons
Quantidade e frequência
Segundo as veterinárias, a maçã deve ser oferecida ocasionalmente aos pets, como um petisco, não ultrapassando 10% das necessidades energéticas do animal. 
“Ela não deve ser a base da alimentação dos cães, mas pode ser oferecida como um petisco saudável e ocasional, fazendo parte de uma dieta equilibrada e adequada às necessidades nutricionais individuais de cada animal. Porém, com a orientação de um médico-veterinário”, ressalta Jacqueline.
“Em excesso, a maçã, e qualquer tipo de petisco, pode levar ao desequilibro da dieta principal do cão, além de predispor a obesidade e consequentes doenças relacionadas ao ganho de peso”, alerta Viviane.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/ng6m65YPdlGsva8CNjtvZVRFxvE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/Q/c/775Ex5TBCUmccBeHTqAg/cachorro-pode-comer-maca-pexels-pixabay-209573.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Tue, 09 May 2023 09:11:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Gato mordendo objetos pode ser indício de distúrbio comportamental</title>  <atom:subtitle>Juliana Damasceno, colunista do Vida de Bicho, faz alerta a tutores sobre a síndrome de pica, que, em casos mais graves, pode levar os gatos a óbito</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/colunistas/mundo-felino/noticia/2023/05/gato-mordendo-objetos-pode-ser-indicio-de-disturbio-comportamental.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/colunistas/mundo-felino/noticia/2023/05/gato-mordendo-objetos-pode-ser-indicio-de-disturbio-comportamental.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/BcvMCBBpYfnKk0COkqcP073GKzQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/K/6/EibNRvROeDkIMrPorPuQ/gato-mordendo-objetos-pode-ser-indicio-de-disturbio-comportamental-2-.png" /><br /> ]]>    Estresse, ansiedade e problemas odontológicos estão entre as causas da síndrome de pica
Canva/ Creative Commons
Se o seu gato tem atratividade oral por objetos, melhor ficar alerta, pois este é o sintoma de uma síndrome que traz danos à saúde física e mental do seu felino e que precisa de tratamento.
Alguns gatos podem apresentar o comportamento de roer e mastigar itens não alimentares como: fios, cordas, tecidos, plásticos, elásticos de cabelo e cabos, podendo até mesmo ingerir esses objetos. Este comportamento trata-se da caracterização de uma síndrome denominada alotriofagia ou Síndrome de Pica, que pode acometer humanos e animais.
Este comportamento compulsivo de mastigar objetos pode levar a sérios prejuízos à saúde do animal, levando-o a necessitar muitas vezes de procedimentos cirúrgicos para a remoção dos “corpos estranhos”, que podem se instalar no estômago e ano intestino. Em alguns casos mais complexos ou tardios, o gato pode até mesmo vir a óbito.
Ainda com pouca investigação científica até o momento, as causas que podem desenvolver essa síndrome são múltiplas, podendo estar relacionadas a questões de fundo comportamental e clínico. No entanto, como se trata de um hábito compulsivo, mesmo que haja uma questão clínica relacionada, o distúrbio já estará caracterizado, necessitando assim de tratamento comportamental. 
Um estudo realizado pela Universidade de Montreal, em 2016, revelou que os gatos que apresentavam a síndrome não possuíam a comida oferecida em livre demanda (à vontade), demonstrando que a condição também pode ter relação com a falta de comportamentos orais relacionados à alimentação. 
Outro estudo realizado pela Universidade de Bristol, no Reino Unido, revelou que o comportamento pode ocorrer mais frequentemente nos primeiros seis meses de vida, e ter relação com questões como: mudança de residência e convivência com outros animais, como cães. 
Apesar destes achados científicos serem muito importantes e significativos para o auxílio em diagnósticos, ainda há poucas comprovações sobre os principais fatores causais da síndrome de pica, e assim como em qualquer distúrbio compulsivo, pode haver causas multifatoriais envolvidas.
O comportamento pode levar a sérios prejuízos à saúde do animal
Canva/ Creative Commons
Causas que podem estar relacionadas à Síndrome de Pica
Comportamentais:
- Estresse;
- Ansiedade;
- Hiperatividade;
- Ansiedade de separação;
- Comportamento de caça deslocado;
- Ausência de estímulos ambientais ideais;
- Manejo alimentar inadequado;
- Outros.
Clínicas:
- Questões relacionadas ao sistema gastrointestinal;
- Problemas odontológicos;
- Deficits nutricionais;
- Outros.
O tratamento para esta síndrome envolve condutas relacionadas à parte física e comportamental. Para o plano ideal ser traçado, há a necessidade de investigação individual de cada caso, para que as múltiplas causas sejam identificadas e tratadas em sua base, erradicando gradualmente a compulsão.
Não repreender o comportamento e manter os objetos longe do alcance do pet são algumas das recomendações da colunista Juliana Damasceno
Canva/ Creative Commons
O que fazer se meu gato mastiga objetos?
Não repreenda: para questões de fundo comportamental, a repreensão com barulho, palmas, água, voz enfática ou qualquer estímulo negativo pode agravar ainda mais o caso;
Não tente puxar o objeto com a mão: principalmente se o objeto por longilíneo como uma fita, evite puxar, pois poderá machucar ou cortar órgãos do seu felino;
Mantenha os objetos fora de acesso: evite deixar os itens aos quais o gato apresenta atratividade no ambiente (fios, cordas, cabos, cadarços, plásticos, tecidos, etc.);
Procure tratamento veterinário: é necessária uma investigação clínica para questões de saúde relacionadas à síndrome;
Procure tratamento comportamental: para o comportamento compulsivo cessar, será necessária a investigação e tratamento do felino, para que as causas individuais sejam identificadas.
Pelo bem-estar do seu felino, busque o auxílio de um profissional especializado, a alotriofagia é uma síndrome de comportamento compulsivo que possui tratamento.
Referências:
Amat, Marta, Tomàs Camps, and Xavier Manteca. "Stress in owned cats: behavioural changes and welfare implications." Journal of Feline Medicine and Surgery 18.8 (2016): 577-586.
Demontigny-Bédard, Isabelle, et al. "Characterization of pica and chewing behaviors in privately owned cats: a case-control study." Journal of feline medicine and surgery 18.8 (2016): 652-657.
Kinsman, Rachel, Rachel Casey, and Jane Murray. "Owner-Reported Pica in Domestic Cats Enrolled onto a Birth Cohort Study." Animals 11.4 (2021): 1101.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/BcvMCBBpYfnKk0COkqcP073GKzQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/K/6/EibNRvROeDkIMrPorPuQ/gato-mordendo-objetos-pode-ser-indicio-de-disturbio-comportamental-2-.png" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Tue, 09 May 2023 09:01:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Natureza sem tabu: 7 animais que podem mudar de gênero</title>  <atom:subtitle>Conheça algumas espécies que podem mudar de sexo dependendo das condições</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/natureza-sem-tabu-7-animais-que-podem-mudar-de-genero.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/natureza-sem-tabu-7-animais-que-podem-mudar-de-genero.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/NrF--0fr4r3yQOaAGcRhgiVk3Y8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/A/E/Oc0uxhSqe8NSm24BYV0Q/natureza-sem-tabu-7-animais-que-podem-mudar-de-genero4.jpeg" /><br /> ]]>    Para a 'mãe-natureza', o sexo biológico nem sempre é uma condição determinante e fixa. Algumas espécies nascem com órgãos femininos e masculinos funcionando simultaneamente. Outras mudam de gênero dependendo da necessidade ou das condições do ambiente. E há aqueles que até conseguem se passar por um gênero diferente, caso um disfarce seja necessário.
As razões por trás dessa fluidez são variadas: alguns são processos naturais que oferecem flexibilidade reprodutiva a uma espécie, enquanto outros são provocados por mudanças ambientais.
Aqui estão 7 criaturas que podem transformar seu sexo biológico ou seu gênero dependendo das condições!
1. Tartaruga-verde
Tartaruga-verde – Tartaruga-verde Chelonia mydasChelonia mydas
Rodrigo.Argenton/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Estudos comprovaram que as tartarugas-verdes podem mudar de sexo com base na temperatura do ambiente onde o ovo é incubado, mesmo que originalmente o DNA do embrião determine o sexo oposto.
Isso acontece antes da eclosão porque as tartarugas possuem um par de genes ativado pela temperatura, que pode se sobrepor aos outros depois que o desenvolvimento do indivíduo já começou. Um ninho mais quente significa que os filhotes são mais propensos a serem fêmeas. 
2. Lagartos pogona
Pogona – Pogona Vitticeps
Basotxerri/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Os lagartos pogona também podem realizar a reversão sexual no ovo. Estudos mostraram que, quando a incubação dos ovos é realizada em temperaturas mais quentes, assim como as tartarugas, os répteis machos se tornam fêmeas. 
No entanto, não é uma troca completa. Eles permanecem geneticamente masculinos, mas agem e se reproduzem como fêmeas, botando o dobro de ovos que as outras fêmeas. 
3. Peixe-palhaço
Peixe-palhaço – Amphiprion ocellaris
Nick Hobgood/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Todos os peixes-palhaço nascem machos e disputam um lugar como líder do cardume. O maior, mais forte e mais resistente chega ao topo da hierarquia e faz a transição para a forma feminina, se tornando a única fêmea do cardume. Ela então acasala com o segundo peixe do ranking. Só esse casal pode acasalar.
4. Serrano-estriado
Serrano estriado – Centropristis striata
NOAA's National Ocean Service/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
A mudança de gênero nesta espécie de robalo geralmente acontece devido à oferta e demanda. O peixe fêmea pode mudar para macho, durante a vida adulta, se notar que há uma menor quantidade de indivíduos desse gênero para equilibrar a população. 
5. Peixe-papagaio
Peixe-papagaio – Sparisoma viride
Adona9/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Embora a maioria dos peixes-papagaio nasça fêmea, todos carregam órgãos sexuais masculinos "desativados". Os animais podem se desenvolver como machos a qualquer momento de suas vidas, mas os cientistas não entendem bem o porquê — alguns acham que é uma forma de equilibrar a distribuição sexual da espécie.
6. Girinos
Girinos em um lago na China
Victor Kong/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Estudos comprovaram que algumas espécies de rãs e sapos podem praticar a inversão sexual, enquanto ainda são girinos. Pesquisadores observaram diversos indivíduos com genótipo de machos e órgãos de fêmeas e também o inverso. 
No entanto, ainda não se sabe ao certo por que isso acontece. Pesquisadores divergem se as alterações são causadas por substâncias despejadas no ambiente, pela poluição, ou se são causas naturais.
7. Bodiões
Bodião-de-fada-de-rosa, de nome científico – Cirrilabrus Finifenmaa
( Site California Academy of Sciences/ Divulgação )
Os bodiões são uma família de peixes marinhos em que todos podem mudar de gênero. As fêmeas ou machos podem se transformar no sexo oposto, se necessário, para equilibrar a população. 
Quando o macho dominante morre, por exemplo, é a maior fêmea do grupo que assume o seu papel. Em duas semanas, crescem seus órgãos sexuais masculinos e ela se torna mais agressiva, para proteger o seu território e o seu bando.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/NrF--0fr4r3yQOaAGcRhgiVk3Y8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/A/E/Oc0uxhSqe8NSm24BYV0Q/natureza-sem-tabu-7-animais-que-podem-mudar-de-genero4.jpeg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Mon, 08 May 2023 09:30:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Terra e Paixão: conheça os pets do elenco da nova novela das nove</title>  <atom:subtitle>Cauã Reymond, Tatá Werneck e Glória Pires são alguns dos atores do elenco apaixonados por animais</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/terra-e-paixao-conheca-os-pets-do-elenco-da-nova-novela-das-nove.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/terra-e-paixao-conheca-os-pets-do-elenco-da-nova-novela-das-nove.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/BVAJH6K6bN_ilv58aPvpdzanZwM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/2/P/nBT43OTgyEfKPW0prXOg/terra-e-paixao-elenco-pets.png" /><br /> ]]>    A nova novela das nove, Terra e Paixão, estreia nesta segunda-feira, 8. A trama traz grandes nomes no elenco, com vários atores e atrizes apaixonados por pets. Confira quais são os artistas que são tutores de animais!
Cauã Reymond
Cauã Reymond é tutor de Romeu e Shakira
Instagram/ @cauareymond/ Reprodução
Cauã interpreta Caio, protagonista da novela que sente rejeição por parte do pai e da madrasta. Na vida real, ele é tutor de dois cachorros: Romeu e Shakira.
Glória Pires
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Na trama, Gloria interpreta Irene, madrasta de Caio (Cauã Reymond). A atriz é tutora de dois cachorros e encanta ao compartilhar vídeos com eles nas redes sociais.
Rainer Cadete
Rainer Cadete é tutor de um cachorro, o Lip
Instagram/ @rainercadete/ Reprodução
Rainer dá vida ao italiano Luigi no folhetim. O artista é tutor de um cachorro, chamado Lip.
Susana Vieira
Susana Vieira é tutora de quatro yorkshires
Instagram/ @susanaiveiraoficial/ Reprodução
Susana interpreta Cândida, dona do bar da cidade, e é muito ligada a Caio (Cauã Reymond). Na vida real, ela é tutora de quatro yorkshires: Stefany, Bob, William e Lara. 
Tatá Werneck
Tatá Werneck é tutora de Pepe
Instagram/ @tatawerneck/ Reprodução
Tatá vive a personagem Anely do Carmo, uma mulher com uma vida dupla na trama. A artista é tutora de 14 pets.
Leandro Lima
Leandro Lima é tutor de um gato
Instagram/ @leandrolimale/ Reprodução
Leandro dá vida a Marino Guerra, o delegado da cidade. Na vida real, ele é tutor de um gato e costuma compartilhar cliques ao lado de seu pet nas redes sociais.
Tairone Vale
Tairone Vale é tutor de uma cachorra, a Brisa
Instagram/ @taironevale/ Reprodução
Tairone interpreta Ruan, trabalhador da lavoura, espião de Antônio (Tony Ramos) nas terras de Aline (Bárbara Reis). Ele é tutor da cachorra Brisa.
Claudio Gabriel
Claudio Gabriel é tutor de Luke
Instagram/ @arte_claudiogabriel/ Reprodução
Claudio interpreta Tadeu, que vive um casamento aparentemente tradicional com Gladys (Leona Cavalli), com quem tem uma filha, Graça (Agatha Moreira). Na vida real, ele é tutor de um cachorro, o Luke.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/BVAJH6K6bN_ilv58aPvpdzanZwM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/2/P/nBT43OTgyEfKPW0prXOg/terra-e-paixao-elenco-pets.png" medium="image"/>   <media:description>Tatá Werneck, Cauã Reymond e Susana Vieira são alguns dos atores do elenco de 'Terra e Paixão' que são tutores de pets</media:description>   <media:credit>Instagram / Reprodução / @tatawerneck / @cauareymond / @susanavieiraoficial</media:credit>  <category>vidadebicho</category> <pubDate>Mon, 08 May 2023 09:00:48 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Conheça os animais que farão parte da coroação do rei da Charles III da Inglaterra</title>  <atom:subtitle>Veja os animais que farão parte das comemorações e algumas curiosidades envolvendo bichos na cerimônia</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/bichos-reais-os-animais-que-farao-parte-da-coroacao-do-rei-da-charles-iii-da-inglaterra.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/bichos-reais-os-animais-que-farao-parte-da-coroacao-do-rei-da-charles-iii-da-inglaterra.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/7ltQ3hWZAFCLk3eNLYk5__PqEFY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/V/n/jp17BbT9mM2ukCL4OIxw/bichos-reais-os-animais-na-coroacao-do-rei-da-charles-iii-da-inglaterra.jpg" /><br /> ]]>    O rei Charles III ao lado da égua Noble
Instagram/ @rcmpgrcpolice/ Reprodução
Acontece neste sábado, 6 de maio, a coroação do rei Charles III e da rainha consorte Camila, os novos monarcas do Reino Unido.
Apesar de ser uma cerimônia menor e mais curta do que a coroação anterior, realizada para a rainha Elizabeth II, em 1953, ainda são esperados 2 mil convidados para a celebração, além das milhões de pessoas que devem ir às ruas de Londres para assistir à procissão.
Há séculos animais fazem parte da família real britânica, principalmente cavalos e cachorros, os bichos mais amados por membros da realeza. Veja abaixo como alguns deles foram envolvidos na cerimônia!
Cavalos em procissão
Os cavalos são parte essencial da coroação britânica há séculos. Na cerimônia do dia 6, oito serão encarregados de puxar o Gold State Coach, a carruagem real, durante a procissão. Outros equinos também serão conduzidos por oficiais da cavalaria. 
O destaque fica para a égua Noble, presente da Cavalaria Policial do Canadá para o monarca, e que será o cavalo oficial do rei.
Desfile de cachorros
Cavalier king charles spaniel, o cão que conquistou reis e rainhas
Pixabay/ Paweł Kenar/ CreativeCommons
A icônica avenida King's Road, em Chelsea, receberá um desfile extra oficial de mais de 100 cachorros cavalier king charles spaniel, ao lado de outras comemorações. A raça recebeu esse nome em homenagem aos monarcas Charles I e Charles II, que adoravam esse cão. O nome do atual rei, Charles III, também faz referência aos dois antecessores.
Não há nenhuma informação se as cadelas do rei e da rainha, Beth e Bluebell, da raça jack russel terrier, que foram resgatadas no ano passado, farão parte de algum momento da cerimônia ou das comemorações.
Beth e Bluebell foram adotadas por Camilla em 2017 
Instagram/ @clarencehouse/ Reprodução
Unção vegana
Considerando o entendimento contemporâneo sobre o direito dos animais, pela primeira vez na história, o óleo da coroação será livre de crueldade e não incluirá nenhum ingrediente derivado de bichos. 
A mistura utilizada na coroação da rainha Elizabeth II, mãe de Charles, levava almíscar, uma substância retirada de glândulas do cervo-almiscarado. Desta vez, a fórmula do óleo sagrado foi vegana.
Gato sentado no trono
A rainha Elizabeth II não foi a única que ocupou o trono no dia de sua coroação em 2 de junho de 1953. Na manhã de sua coroação, um gato preto chamado Matins foi encontrado dormindo na cadeira na abadia de Westminster. 
Parece que o felino trouxe boa sorte para a monarca, que governou por quase 70 anos. Será que o mesmo acontecerá com Charles?
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Os gatos são carnívoros estritos, mas alguns deles adoram comer frutas, como o mamão. Eles podem, sim, ingerir esse alimento, pois não é tóxico. 
Segundo Fabiane Teixeira Gomes, médica-veterinária com atuação em felinos, a maioria dos bichanos não gosta de comidas doces. O mamão, por exemplo, apetece poucos gatos.
“Isso ocorre porque as papilas gustativas doces são poucas, quando comparadas com as salgadas, e localizam-se no final da língua dos gatos, ou seja, eles não sentem muito as comidas adocicadas, por isso, a maioria dos bichanos não se interessa.” 
A especialista ainda explica que, geralmente, os gatos que se interessam pelo mamão estão apreciando e curtindo mais a suculência da fruta do que o sabor doce. 
Pensando naqueles que gostam da fruta, Lia Nasi, médica-veterinária com atuação em felinos, sugere ofertar o mamão papaia ou formosa, pois são os mais conhecidos e fáceis de encontrar.
Esse alimento pode melhorar o funcionamento do intestino do gato e ainda auxilia na hidratação, visto que contém grande quantidade de água. 
Se o pet não bebe água com frequência, as frutas podem ajudá-lo a aumentar a ingestão de líquido. Além disso, funciona como um enriquecimento alimentar, deixando a dieta mais atrativa para o animal. Mas isso deve ser feito apenas com a orientação do médico-veterinário. 
O mamão não pode ser servido em grandes quantidades 
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Como inserir o mamão na dieta felina 
Segundo as especialistas, a fruta deve entrar como petisco no plano nutricional dos bichanos. Eles podem ingerir um pouco de mamão, todos os dias. 
“O tutor não deve dar grandes quantidades, porque isso pode desbalancear a dieta do gato, afetando a flora intestinal”, pontua Lia. 
Na hora de servir, a profissional recomenda que o tutor retire as sementes, pois podem causar obstrução intestinal, e a casca, já que ela é dura e não apetece os bichanos. 
Ademais, a casca carrega microrganismos que, se ingeridos, podem ocasionar problemas de saúde. Ela funciona como uma capa protetora para a fruta, então, toda a sujeira fica armazenada na parte externa. Por isso os felinos devem comer apenas a polpa. 
Os gatos podem tomar o caldinho do mamão, comê-lo em pedaços ou apenas amassado em um recipiente. Porém, de acordo com Fabiane, o que faz mais sucesso entre os felinos é o caldo. 
O tutor deve servir o mamão sem semente e casca para o bichano 
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Cuidados e contraindicações
O tutor não pode colocar a fruta no comedouro e deixá-la exposta o dia todo, pois ela ficará ressecada, atraindo moscas para o ambiente. 
Esses insetos podem contaminar o alimento, colocando a vida do gato em risco. Se o responsável ofertou o mamão e o pet não comeu, a fruta deve ser retirada no mesmo momento. 
Além disso, Lia ressalta que os gatos que apresentam problemas intestinais e diarreia frequentemente não devem comer mamão, pois ele solta o intestino, assim como para os humanos.  
Alguns felinos apresentam problemas de saúde que são tratados com uma dieta restrita, logo, o tutor não deve acrescentar nenhum tipo de alimento sem consultar um médico-veterinário antes. 
Outras opções de alimentos para os gatos 
“Geralmente, os gatos que gostam do mamão também curtem melão, melancia, laranja e abacaxi, pois são frutas bem suculentas e todas podem ser ofertadas”, explica Lia. 
Por fim, considerando que os gatos são carnívoros, Fabiane recomenda que o tutor dê preferência para outros alimentos, como: sachês de frango, atum e carne. 
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O adestramento de cães serve para o tutor descobrir como os peludos aprendem o que é “certo” e “errado”, para que, depois, ele consiga educar o seu próprio pet, mostrando qual é o comportamento desejável pela família. 
A partir do momento em que o responsável compreende como funciona a lógica canina, a comunicação entre ele e o pet melhora significativamente. É o que explica o adestrador Douglas Granger Cardoso, franqueado de uma empresa de adestramento e consulta de comportamento.
“A ideia é educar o cão e todos os integrantes da família. Assim, será possível ensinar eficientemente várias coisas ao pet, como o lugar certo do xixi, não destruir móveis, passear tranquilo, socializar com outros cachorros e pessoas e ficar confortável em lugares públicos.” 
Quando procurar um adestrador? 
O ideal é contratar o especialista assim que o tutor identificar comportamentos que dificultam a convivência, como latidos em excesso, mordidas e destruições, segundo Gustavo Luiz Teixeira, médico-veterinário e adestrador de cães. 
Além disso, Douglas elenca os sinais que indicam a necessidade de um adestrador: cachorro puxando a guia durante o passeio, comportamento agressivo e possessivo (com brinquedos e comida), animal comendo as próprias fezes e fobias de objetos e barulhos. 
Quanto mais novo o cão for adestrado, mais fácil será para ele aprender os comandos 
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O tutor não deve esperar os comportamentos negativos se agravarem para procurar um profissional, pois isso deixará o momento de aprendizagem ainda mais difícil para a família e o pet. 
“O momento ideal para iniciar o adestramento do cão é assim que ele chegar na casa do tutor. O pet aprende coisas novas o tempo todo, tanto boas quanto ruins. Quanto antes ele aprender as regras da casa, mais fácil será o convívio”, afirma o adestrador André Vianna.
Adestrar não é robotizar o animal. O tutor consegue educar o pet de diversas maneiras, mas é importante compreender que o cão tem os seus instintos, tentar “programá-lo” é o pior caminho, alerta Gustavo Luiz.
“Cão precisa correr, esfregar na grama, na lama e no chão. O tutor não pode privá-lo de ser cachorro”, reforça o profissional. 
Quais são os tipos de adestramento de cães?
1. Reforço positivo 
O adestramento com reforço positivo visa educar o cão a partir de estímulos prazerosos após ele ter concluído uma tarefa com sucesso. Por exemplo: se o tutor falar 'senta' e o cão obedecer, ele ganhará um petisco. 
Os comandos básicos como deita, fica e vem também são ensinados com essa técnica. O pet passa a associar a tarefa solicitada como algo bom, pois sabe que terá uma recompensa final.  
“Basicamente, acrescentamos alguma coisa durante o treinamento para o comportamento desejado permanecer, seja um petisco ou brinquedo”, explica André. 
2. Reforço "negativo" 
Esse adestramento não está relacionado a agressões ou maus-tratos, é apenas o método. Segundo André, durante esse treinamento, o tutor tira algo do pet para o comportamento desejável permanecer. 
Exemplo: o cachorro está puxando a guia na rua. Para ele parar com esse comportamento, o tutor fica imóvel até o cão não esticar a guia. Nesse caso, o responsável tira o momento da caminhada para o animal compreender que puxar a guia não é uma atitude desejável.  
Geralmente, o especialista mistura o reforço positivo com o negativo para obter o resultado esperado, explica André. Depende muito do peludo e de seus hábitos. 
3. Adestramento para cães de assistência
Esse treinamento é voltado para cães de tutores autistas, pessoas com deficiência visual e dificuldade motora, segundo Gustavo Luiz.
O animal é preparado para seguir comandos que facilitam a vida do responsável, ajudando na locomoção e atividades diárias, como ida ao trabalho ou ao banco.
Esse adestramento é um pouco mais complexo e a metodologia pode variar conforme a necessidade de cada tutor. 
4. Guarda e proteção
Existem algumas raças, como o pastor belga malinois, que são muito inteligentes e reagem bem às ordens. Por isso podem ser adestradas para a função de guarda e proteção. 
Este treinamento aguça o instinto de defesa do cão. Por meio de comandos, o tutor sinaliza para o pet qual é o comportamento esperado em cenários de perigo. 
A ideia é o animal seguir os comandos do responsável em todas as circunstâncias, a fim de proteger a casa ou estabelecimento comercial, e depois é recompensado por isso, explica Gustavo Luiz. 
Quando adestrado, o pastor belga malinois é um ótimo cão de guarda 
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Essa metodologia é indicada para residências que precisam de reforço na segurança ou comércios que não têm guardas.
Rottweiler, cane corso e boxer são alguns cães que também possuem instinto protetor, e podem ser adestrados nessa modalidade. 
5. Treino avançado 
Esse adestramento segue uma linha mais esportiva, segundo Douglas. Nessa modalidade, o cachorro aprende a saltar e executar circuitos complexos e em sequência ao lado do tutor. “Por exemplo, para o agility, que é uma atividade de sequenciamento de obstáculos com saltos, zig zag e túnel.” 
O agility aumenta o vínculo entre tutores e cães e ainda é benéfico para a saúde de ambos. No caso dos pets, ajuda a melhorar o raciocínio, a condição pulmonar, o condicionamento físico e vascular, diz o adestrador e especialista em comportamento canino Duarte Leopoldo.
As técnicas utilizadas neste treinamento podem variar conforme o resultado buscado pelo responsável. 
Qual é adestramento o mais indicado?
A maioria das famílias busca um adestrador para deixar o cão mais sociável e tranquilo com outros pets e pessoas, além de ensiná-lo a fazer as necessidades no local correto. 
“Para essa maioria, o mais indicado é realizar um treinamento comportamental com reforço positivo quanto antes”, diz Douglas. 
Contudo, apenas o adestrador conseguirá analisar o animal para aplicar as técnicas necessárias. Isso muda conforme a necessidade de cada tutor e peludo. Além disso, mais de um treinamento pode ser aplicado no mesmo cão. 
Os responsáveis que optarem por treinamentos específicos como cão de guarda e avançado esportivo devem se atentar na hora de contratar o profissional, “pois são adestramentos fora da curva e exigem uma orientação assertiva”, alerta Douglas.
Antes de tudo, nesses casos, o adestrador deve orientar quais são as raças ideais para esses treinamentos, que podem entregar o resultado que os tutores desejam. 
Os treinamentos específicos, como agility, exigem mais energia dos tutores e de seus cães 
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De acordo com Gustavo Luiz, o adestramento pode durar 30 dias, 6 meses ou até 18 meses. Tudo dependerá do objetivo do tutor e como o cão responderá ao treinamento. O tempo da aula varia entre 1 e 2 horas. 
Para achar um bom adestrador, o especialista sugere que o tutor pegue indicações com pessoas próximas que já passaram pelo processo de treinamento canino. Essa é uma forma segura e inteligente de escolher um profissional qualificado para acompanhar o pet pelos próximos meses. 
Ademais, o ideal é marcar um primeiro encontro para ver se o cão se identifica com o treinador e se as técnicas utilizadas não são subversivas. Tudo que agride o físico e o psicológico do animal não deve ser aplicado. 
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CBN/ Reprodução
Como saber se o cachorro está doente? Quais são os principais sinais que o pet dá quando não está bem? Essas e outras perguntas nós respondemos na coluna Vida de Bicho do Estúdio CBN desta quinta-feira (4). Confira!
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As filhas, Giulia Costa, de 23, e Olívia, de 12, também ficam responsáveis pela criação dos cachorros. “Elas são mães, eu sou avó. Foram mães cedo, então acaba sobrando muito para a vó. Todos nós amamos”, brinca Flávia em entrevista exclusiva ao Vida de Bicho.
A atriz conta que sempre teve cachorros. Inclusive, quando nasceu, já existia um em sua vida, o Puppy, um pinscher que viveu até 17 anos. “Eu lembro que isso era motivo de gozação dos meus irmãos, eles diziam que eu tinha que obedecer ao Puppy, porque ele era mais velho.”
Flávia Alessandra com seus pets: Lola e Totó
Divulgação/ @ovitoreis
Com Otaviano, a história se repete. O apresentador teve cachorros desde a infância, quando morava em Cuiabá (MT), passando por São Paulo e, atualmente, no Rio de Janeiro.
“Minha relação com os animais é amorosa, profunda, chega a ser fraterna. Toda vez que lembro de algum bicho, de algum animal que fez parte da nossa vida, lembro de nós mesmos. Lembro da nossa família, da minha infância, da fazenda da minha família…”, conta o apresentador durante a entrevista.
“A gente trouxe para a vida delas, desde cedo, a convivência com os bichos”
Otaviano ainda cita que sempre teve muito contato com cavalos, devido à fazenda de sua família, e afirma que essa paixão 'passou pelo sangue' para sua filha, Olívia. 
“A Olívia é uma garotinha carioca, com o sangue pantaneiro. Ela adora cavalo, adora cavalgar. Quando a gente vai para algum lugar que tem cavalo, ela quer montar, quer trotar, fazer trilha, e essa convivência para mim é muito legal.”
Otaviano Costa fala sobre relação da filha, Olívia, com cachorros e cavalos
Divulgação
O casal acredita que a importância de crianças conviverem com bichos é gigantesca. Flávia relembra que a caçula, Olívia, teve a ajuda de um cachorro, Manolo, outro buldogue francês que a família tinha, para andar.
“O Manolo era grandão, ele esperava a Olívia levantar, ela apoiava na traseira dele, e ele ia andando. Ele andava devagarinho para a Olívia não cair, e ela ia rindo, feliz, se equilibrando, atrás dele. O Manolo foi um grande estimulador para a Oli andar.”
Flávia Alessandra conta que a filha, Olivia, teve a ajuda de um cachorro da família para aprender a andar
Divulgação/ @ovitoreis
Otaviano define a relação das meninas com os pets: “É a melhor possível, porque assim como na nossa vida, minha e da Flávia, a gente também trouxe para a vida delas, desde cedo, a convivência com os bichos, especialmente os cachorros. Mas mais do que a vida com os cachorros, a gente sempre tentou da porta para fora, mostrar outra forma de convivência com outros tipos de animais também”.
“Nos ajudam a superar momentos desafiadores”
Para Flávia, os cachorros a ensinam diariamente o valor das coisas mais simples. “Quando a gente sai e volta para casa, eles vão até a porta, fazem festa e beijam a gente, como tem que ser na nossa vida, em qualquer saída e retorno. A gente não sabe se é a última vez. Eu acho que são anjos mesmo na nossa vida, que nos ensinam a ser melhores humanos.”
Otaviano Costa relembra momento difícil que passou ao lado de seu cachorro, Tony
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Otaviano relembra uma história especial que viveu com um de seus cachorros, um bernese montain dog, quando ainda morava em São Paulo. A avó do artista estava tratando um câncer na capital paulista há mais de um ano, e estava numa fase delicada da doença. Com isso, sua família o deu o cão, que foi apelidado de Tony.
“Os animais nos ajudam a superar momentos desafiadores da nossa vida. O Tony veio num momento muito frágil da minha vida, e me ajudou a aliviar muito a minha tristeza. Era um companheiro que me trazia alegria. Ele recheou minha casa de alegria em momentos muito tristes. Quando ele sentia que eu estava triste, ele vinha até mim, me dava carinho. Ele foi uma espécie de remédio, que me ajudou a curar a dor daquele momento que ocupava no meu coração por conta dessa luta da minha avó.”
Flávia ainda deixa claro seu amor pelos bichos e diz que costuma ajudar algumas ONGs, como a Paraíso dos Focinhos. 
“Está rolando uma campanha super legal. Eles se instalam numa área gigantesca, já fui lá, tudo muito bem cuidado e organizado. E agora o dono está vendendo o terreno, e a gente vai começar uma campanha para angariar dinheiro, fundos, e a gente, de fato, vai conseguir comprar aquele local para os animais todos ficarem garantidos, com a casinha deles.”
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/skcZNCrDwBmmfyeGElrTJGQaN2c=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/v/h/j3b09PSpikOhXqTvCbRQ/image00002.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Flávia Alessandra e Otaviano Costa falam sobre relação dos pets com a família</media:description>   <media:credit>Instagram/ @otaviano/ Reprodução</media:credit>  <category>vidadebicho</category> <pubDate>Thu, 04 May 2023 13:41:14 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Pode dar remédio de humano para o pet? Veterinários alertam para os riscos</title>  <atom:subtitle>A oferta é possível em alguns casos, mas deve ser supervisionada por um especialista e adequada à espécie, idade e metabolismo do animal</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/saude/noticia/2023/05/pode-dar-remedio-de-humano-para-o-pet-veterinarios-alertam-para-os-riscos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/saude/noticia/2023/05/pode-dar-remedio-de-humano-para-o-pet-veterinarios-alertam-para-os-riscos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/sFSA368j-Ogj-0E5TeclKvK8zFM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/B/I/VhkY1XQcabYVIkc3w2Iw/1-pode-dar-remedio-de-humano-para-o-pet.jpg" /><br /> ]]>    Em alguns casos, diante da orientação e supervisão veterinária, é possível ofertar remédio de humanos para animais
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É comum que os tutores fiquem bastante preocupados quando os pets começam a apresentar alguns sintomas — e, diante dessa situação, pode surgir o questionamento: posso ofertar um remédio de humanos para o animal?
A resposta é: depende. Embora a matéria-prima utilizada muitas vezes seja igual para os dois casos, as medicações humanas geralmente apresentam uma concentração maior do princípio ativo, adequada para o nosso peso e metabolismo. Isso pode inviabilizar a sua oferta para animais, cujo metabolismo é influenciado pela raça, espécie, idade e condição geral de saúde. 
“Imagine que nós, veterinários, temos pacientes que podem pesar 200 g, como um filhote de felino, até um equino de 400 kg, ou até mesmo um macho adulto de dogue alemão, que pesa em torno de 70 kg”, diz Gabriela Lima, médica-veterinária anestesiologista, pós-graduada em clínica e cirurgia de pequenos animais e COO de uma empresa de telemedicina veterinária.
“Logo, existem diferenças grandes não só na apresentação, como também nas concentrações dos produtos. No geral, os veículos também mudam conforme a capacidade de metabolização de cada espécie.”
A maior diferença entre remédios para humanos e veterinários está na dosagem adequada à espécie
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Outra questão é a palatabilidade. Hoje em dia, os laboratórios veterinários têm se atentado a essa questão e criado formulações que facilitam a administração dos fármacos, apresentando sabores atrativos para o bicho, como carne e frango.
O médico-veterinário Cristiano Nicomedes, mestre em medicina veterinária e pós-graduado em clínica cirúrgica de pequenos animais, explica também que alguns medicamentos utilizados em seres humanos podem ser tóxicos para os pets. Por isso, vale valorizar a segurança das formulações veterinárias.
Há ainda outras diferenças entre as medicações, como o tipo de regulamentação legal que deve ser seguida pelas empresas e até mesmo o preço de mercado.
“Como os órgãos de regulamentação e fiscalização são diferentes, podem exigir parâmetros distintos entre os dois tipos de medicamentos, o que exigiria adaptações específicas pela indústria”, comenta Cristiano.
Quando cães e gatos podem tomar remédios para humanos?
Por uma questão de acessibilidade, medicações humanas podem ser prescritas por médicos-veterinários para tratamento do pet. As versões para humanos, geralmente, têm um valor mais baixo que o equivalente veterinário e são ofertadas com uma maior diversidade.
“No Brasil, os produtos de uso veterinário para pequenos animais são taxados igualmente a cosméticos, não tendo, portanto, políticas públicas que subsidiem a importação e nem mesmo a produção nacional”, explica Gabriela.
É mais fácil adequar a dosagem de um remédio líquido do que um comprimido, visto que a sua fragmentação pode ser imprecisa
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Isso justificaria o preço tão elevado dos remédios veterinários e a opção de fazer adaptações pelos médicos-veterinários. 
Mas também há casos em que simplesmente não existem equivalentes veterinários. É o que explica Vanessa Sasso Padilha, médica-veterinária doutora em ciência animal e professora de anestesiologia e farmacologia na UFSC:
“Na anestesiologia, por exemplo, em torno de 80% dos medicamentos utilizados, ou até mais, são de uso humano, pois não há equivalentes veterinários e já existem estudos científicos corroborando com a utilização”.
Segundo ela, não há problema em seguir a conduta. É preciso, contudo, se certificar previamente quanto à recomendação do uso, à adequação do remédio ao peso do paciente animal e à existência de estudos quanto à dosagem do princípio ativo.
“Na veterinária, ao contrário da medicina humana, a quantidade de medicamento fornecida é calculada pelo peso do animal. No caso de medicamentos líquidos (soluções, xaropes, gotas) isso facilita muito, pois fica mais fácil de adequar o volume quando comparado a comprimidos, por exemplo”, explica.
Neste último caso, a fragmentação do medicamento em prol da adequação à dose pode ser muito difícil e imprecisa, tornando a oferta perigosa.
O tutor deve estar atento também às interações medicamentosas do tratamento e suas possíveis consequências
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Cristiano alerta, contudo, que essa prescrição deve ser feita somente por um médico-veterinário e por ele acompanhada:
“Somente esse profissional pode interpretar os efeitos adversos que podem advir do uso das formulações humanas em animais”.
Tutor atento, bicho seguro!
Reitera-se aqui a importância da orientação de um médico-veterinário antes da oferta de um remédio humano ao pet. Mas, caso o tutor tenha optado por oferecer a medicação por conta própria, valem alguns avisos.
“Primeiro, esse medicamento tem indicação de ser usado em cães e gatos? Essa é a primeira pergunta que o tutor deve se fazer, pois muitos remédios não devem ser usados ou, se usados, devem ser administrados de forma diferente da que é utilizada em humanos”, diz Vanessa.
Como dito pelos especialistas, é preciso haver certeza quanto a efetividade e adequação do remédio em relação à concentração e aos princípios ativos daquele produto, que devem ser seguros ao bicho.
No caso de uma ingestão acidental de medicações humanas pelo pet, leve-o imediatamente ao serviço veterinário emergencial
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“Antes de ofertar medicamentos em geral, seja humano ou veterinário, o tutor deve estar atento à dose prescrita e nunca esquecer de olhar a validade do produto”, alerta Gabriela.
Ela salienta que a decisão de adaptação é competência única e exclusiva do médico-veterinário. “Sugiro que sempre se certifique da dosagem e apresentação indicada pelo profissional.”
Os perigos da oferta de medicamentos sem supervisão
Segundo Vanessa, o maior risco de uma oferta de remédios não supervisionada diz respeito à intoxicação medicamentosa, que pode levar a óbito ou causar sequelas.
“Até mesmo a compra de produtos veterinários sem a indicação do profissional habilitado para tal pode levar à intoxicação, se não forem usados corretamente, ou se utilizado em raças em que há contraindicação do uso”, diz.
No caso de um tratamento que combine medicações, o tutor deve estar atento também às consequências das interações entre os produtos.
Antes de ofertar um remédio ao animal, é preciso ter certeza quanto à sua efetividade e segurança
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Mas nem sempre é culpa do tutor, certo? Às vezes, pode ocorrer uma ingestão acidental de medicações, o que pode ser bastante alarmante — principalmente em casos de psicotrópicos, como antidepressivos.
“Se isso acontecer, leve o animal imediatamente a um serviço veterinário emergencial, a fim de realizar indução de vômito e/ou lavagem gástrica, conforme a apresentação do que foi ingerido”, orienta Gabriela.
Segundo Vanessa, essa indução é necessária para alguns casos, mas, em outras situações, é totalmente contraindicada. “Pode piorar o quadro, portanto não há receita para o que se fazer em casa. Cada medicamento tem sua peculiaridade, risco ou não; por isso o ideal é que o animal seja avaliado pelo profissional.”
“Para melhorar o rol de informações para o médico-veterinário, o tutor deve tentar identificar o medicamento ingerido acidentalmente, há quanto tempo essa ingestão ocorreu, se existe alguma mudança de comportamento no paciente ou se sinais clínicos específicos surgiram após essa ingestão acidental de medicamento — tais como vômitos, diarreia, mudanças comportamentais, etc.”, orienta Cristiano.
Segundo ele, a observação do pet é imprescindível e o uso de medidas terapêuticas mais específicas podem ser necessárias. Nesses casos, a internação é a medida mais adequada. 
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Mas, de todos, os coelhos, sem dúvidas, são os pets mais presentes hoje em minha rotina clínica.  Porém, nem todos os tutores sabem como manter bem esse animal, com qualidade de vida e saúde.
Coelhos são diferentes de cães e gatos, e necessitam de dieta e manejo específicos para a espécie
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Como se cuida de um coelho?
O primeiro passo para quem decide ter um coelho em casa é buscar inicialmente um médico-veterinário especializado, uma vez que a espécie possui necessidades completamente distintas dos animais convencionais. 
De antemão, é de suma importância ressaltar que os coelhos não são roedores, como: chinchilas, ratos e porquinhos-da-Índia. Eles são lagomorfos, e isso implica diferenças anatômicas e fisiológicas relevantes. 
Coelhos são animais de hábitos alimentares estritamente herbívoros, sendo, portanto, a alimentação um dos pontos-chave mais importantes para mantê-los em casa, assim como o espaço, manejo ambiental e acompanhamento médico.  
Listarei, a seguir, os fatores que devem ser considerados para garantir uma boa vida a esses pets!
Uma dieta adequada é essencial para garantir a saúde e o bem-estar dos coelhos
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Coelhos precisam de médicos-veterinários especializados
Primeiramente, é válido dizer que o acompanhamento com um médico-veterinário especializado é essencial, uma vez que esses animais devem passar por check-up ao menos duas vezes no ano e realizar exames complementares, como: radiografia, exame de sangue, ultrassonografia e ecocardiograma. 
Essas avaliações têm a função de promover o acompanhamento médico do paciente, monitorando, identificando e controlando possíveis alterações que se desenvolvam com o passar dos anos.
O que coelho come?
Em segundo plano, é de extrema importância que o manejo alimentar seja correto, pautado em uma dieta de base vegetal, preferencialmente composta por verduras verdes escuras, feno de capim e rações específicas para a espécie, evitando-se o fornecimento de frutas e legumes. 
Esses animais desenvolvem com frequência alterações de caráter odontológico em virtude de possuírem vinte e oito dentes, que apresentam crescimento dentário contínuo, ou seja, crescem ao longo de toda a vida. Por isso, o acompanhamento dentário é um fator ao qual o tutor também deve se atentar. 
É fácil cuidar de um coelho?
Coelhos possuem potencial para destruir e roer diferentes elementos, como: fios, cadeiras, mesas e plantas. Com isso, é muito importante que esse animal fique longe de objetos aos quais possa destruir e ingerir, uma vez que seria extremamente preocupante. 
Coelhos não devem tomar banho ou serem levados para passeios fora de casa
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A escovação do pelo é outro ponto crítico na manutenção de coelhos como pet. A troca de pelagem é intensa e, muitas das vezes, sem nenhuma regularidade, em virtude de variações climáticas e temperaturas. 
No entanto, coelhos se lambem frequentemente a fim de manter a higiene, e com isso acabam naturalmente ingerindo pelos, que podem, em muitos casos, ficar acumulados no trato gastrointestinal e levar a sérias intercorrências médicas. Portanto, é essencial manter uma rotina de escovação diária com esses animais. 
Para viverem bem, também é de suma importância que eles possuam um espaço para caminhar, andar, correr, brincar e ter acesso à luz solar. A criação confinada em gaiolas leva a uma série de problemas não só comportamentais, mas também de saúde. Contudo, esses animais não devem ficar soltos sem supervisão, principalmente pelo fato de poderem destruir tudo que houver no meio em que vivem. 
Além disso, coelhos não devem ser levados para passear na rua ou em lugares públicos, assim como não devem tomar banhos. Eles são extremamente sensíveis ao estresse e a mudanças bruscas de ambiente.
Essas são algumas dicas para você manter de forma saudável e segura o seu coelho. O acompanhamento de perto por profissionais da área é indispensável para que a saúde do pet seja sempre avaliada e para que nenhuma alteração se manifeste de forma desordenada. 
Siga nos acompanhando para saber um pouco mais do universo dos pets não convencionais!
Leia mais  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/Z6DOM6O4skqR3l9BwhNrpASymYE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/i/t/QULAvESm2GiyLb5D9ItQ/como-proporcionar-uma-boa-qualidade-de-vida-para-coelhos-vidadebicho-pexels.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Thu, 04 May 2023 09:01:08 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Filhote de cachorro: dicas e cuidados para garantir o bem-estar do seu pet</title>  <atom:subtitle>Como mantê-lo bem alimentado, seguro e saudável? Fique por dentro de orientações importantes para garantir um bom começo de vida aos bebês peludos</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/conteudo-de-marca/boehringer-ingelheim/noticia/2023/05/filhote-de-cachorro-dicas-e-cuidados-para-garantir-o-bem-estar-do-seu-pet.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/conteudo-de-marca/boehringer-ingelheim/noticia/2023/05/filhote-de-cachorro-dicas-e-cuidados-para-garantir-o-bem-estar-do-seu-pet.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/VhGeJvXZ3JfFlU-m_LkE6mKA7oU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/2/0/uXH5WoTPeYo70bleQHYw/gettyimages-55962448-abre.jpg" /><br /> ]]>    O filhote chegou, e agora? Além de enchê-lo de carinho, é importante prestar bastante atenção às demandas e necessidades dessa etapa da vida dele. Filhotes estão em pleno desenvolvimento, por isso precisam de cuidados próprios e cabe ao tutor assegurar que eles sejam atendidos da melhor forma possível.  
Iniciar os primeiros controles de parasitas e de vacinação, adequar a quantidade e o tipo de ração, e ter cautela extra com segurança são algumas das recomendações para filhotes, e listadas pelo estudo norte-americano intitulado Canine Life Stage Guidelines (Diretrizes das Fase da Vida Canina, em tradução livre do inglês). Realizado pela Associação Americana de Hospitais de Animais – AAHA (sigla em inglês), o levantamento pesquisou com profundidade a relevância de dar atenção específica ao cão, de acordo com cada faixa etária.  
Para Karin Botteon, médica-veterinária e gerente técnica de pets da Boehringer Ingelheim, estudos como esse aperfeiçoam o trabalho de médicos-veterinários e também orientam os tutores de cães. “Essas diretrizes são fruto de muita pesquisa e trazem dados seguros para todos, profissionais e tutores de animais, cuidarem bem dos pets, levando em consideração, principalmente, a prevenção”, afirma. 
E se todos queremos que o pet seja saudável e feliz, há algumas providências que precisamos tomar assim que ele chega em casa. Confira a seguir o que você precisa ter no radar quando a família aumentar com a vinda do filhote. 
1. Higiene: do lugar correto para as 'necessidades' ao banho 
“Como educar o filhote para ele fazer xixi e cocô no lugar certo?” Esta é a pergunta mais comum nos consultórios veterinários, logo após os primeiros dias do cãozinho em casa, segundo Karin Botteon. Nesse início, a impressão que dá é que ele não vai aprender nunca! Calma, felizmente, é só uma fase.  
Mas para que o filhote se acostume a usar o “banheiro” direito, é preciso educá-lo com firmeza. “Primeiro, estabeleça o lugar em que ele deverá fazer as necessidades. Se for numa casa grande, com quintal, por exemplo, os pontos que estão ‘liberados’. Se for num apartamento, o local em que estará o tapete higiênico ou outro tipo de superfície para o animal usar”, recomenda Karin. Ela explica que é interessante ficar de olho no bichinho e guiá-lo para o “banheiro” quando suspeitar que ele está com vontade. “Em geral, os cães sempre fazem depois de comer”, diz.  
Mesmo com orientação, o filhote pode ainda fazer no lugar errado vez ou outra, é normal. Nessa hora, vale optar pelo reforço positivo. Ou seja, nada de broncas. O melhor é limpar imediatamente e ignorar, como se nada tivesse acontecido. Porque ao brigar, ele pode entender que fazer xixi e cocô é errado. 
Quando o cãozinho usar o lugar certo, faça festa, elogie e, se quiser, ofereça um petisco como recompensa. Se ele utilizar tapete higiênico, troque-o – se a gente não se sente bem quando o banheiro está sujo, com os animais também é assim. 
Depois de apresentar ao filhote o lugar de fazer xixi e cocô, ele ainda fazer no lugar errado vez ou outra, é normal. Vale optar pelo reforço positivo; nada de broncas. 
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Ainda em relação à higiene, outro cuidado específico com o filhote é com o banho. Para Karin Botteon, o ideal é só começar a lavar o animal depois que ele estiver com o esquema vacinal completo, aos 4 meses. Isso porque se ele for a petshops e clínicas para tomar banho, fica suscetível a pegar doenças.  
Se for dar banho em casa, pode até fazer isso antes dos 4 meses, sempre usando xampu apropriado para cães, que tem o pH ajustado para a pele do animal. É muito importante secar bem os pelos, com toalha e, se necessário, com secador. “Apresente” o equipamento ao cãozinho, ligue e segure-o longe dele, faça festa e vá conduzindo para que ele se acostume ao barulho e ao vento. Não secar direito pode criar um ambiente favorável para dermatites e também pode afetar a imunidade do bichinho, caso o clima esteja frio. 
A periodicidade do banho depende da raça e do tipo de pelagem, mas, o recomendado, é que eles sejam quinzenais, orienta a veterinária. Lembrando que cachorro tem cheirinho de... cachorro, então, antes de se incomodar com o odor do seu peludo, leve isso em consideração. 
2. Saúde: atenção aos parasitas e às doenças 
A principal preocupação em relação à saúde dos filhotes de 2 a 6 meses tem a ver com parasitas e vermes. “A chance de um filhote adoecer de forma grave é muito maior do que na fase adulta”, afirma Karin Botteon. Mesmo o cãozinho que ainda não está saindo para passear porque não completou as vacinas pode ser infectado, uma vez que os moradores da casa podem trazer pulgas e carrapatos, além de ovos e larvas de parasitas nos calçados e o bicho vive lambendo o chão ou as patinhas.  
No caso das verminoses, quando elas evoluem, o animal pode sofrer com falta de apetite e perda de peso, anemia, fraqueza, queda de pelos, problemas abdominais e intestinais. Se ele é infestado por pulgas e carrapatos, pode ter sérios problemas de pele, levando, inclusive a doenças graves que colocam sua saúde em risco. A sarna é outra doença causada por parasita que pode provocar irritação severa nos ouvidos. 
 O risco é constante, por isso mesmo, é importante proteger os pets. NexGard Spectra® é a solução completa para cães desde filhotes, de qualquer raça, a partir de 2 meses e 2 kg. Protege contra vermes, sarna, pulgas e carrapatos durante 30 dias - a única solução do mercado brasileiro que possui ação 4 em 1 em uma única dose. NexGard Spectra® é um tablete mastigável, com sabor carne, fácil de administrar e muito bem aceito pelos cães. “Em geral, vermífugos têm sabor amargo e o momento de fazer o cão tomá-los causa estresse para o animal e para o tutor. O NexGard Spectra® tem gosto agradável e os cães adoram”, diz Karin Botteon.  
 Karin ressalta que a ação do medicamento dura o mês todo e impede a infestação de parasitas e a proliferação de vermes. É um medicamento que pode ser administrado durante toda a vida do cão, uma vez por mês, o que, inclusive, facilita o controle – não precisa ficar tentando lembrar quando foi a última vez que vermifugou o pet. Aliás, para começar a oferecer NexGard Spectra® ao seu cão, basta respeitar o tempo de ação do produto anterior e seguir com este tratamento. Para mais informações, clique aqui para ler a bula do NexGard Spectra®. 
 Para completar os cuidados de saúde do seu filhote, é importante manter a vacinação em dia. Principalmente para os cãezinhos novos é válido visitar o veterinário regularmente, uma vez por mês e, quando a vacinação estiver completa, pelo menos uma vez por ano. Assim, dá para checar se o cão está crescendo dentro do esperado, e se a pele, a pelagem e as fezes estão normais. Importante também realizar consultas de rotina com seu médico-veterinário de confiança. 
NexGard Spectra® é a solução completa para cães desde filhotes, de qualquer raça, a partir de 2 meses e 2 kg; protege contra vermes, sarna, pulgas e carrapatos durante 30 dias - a única solução do mercado brasileiro que possui ação 4 em 1 em uma única dose.
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3. Alimentação: qualidade da ração e porções adequadas 
Antes mesmo de o filhote chegar em casa, é comum surgir a preocupação de como alimentá-lo. Em geral, se ele for adotado ou vier de um canil, já estará comendo ração. Basta dar continuidade e, na primeira consulta com o veterinário, adequar a dieta do pet às orientações do profissional.  
Segundo Karin Botteon, o maior cuidado deve ser com a transição, caso vá mudar a ração. “A troca deve ser gradativa, misturando 3/4 da antiga com 1/4 da nova durante uma semana, na seguinte, 2/4 e 3/4... até ter 100% da refeição com o produto substituto. Se isso for feito de forma brusca, o pet pode estranhar e ter vômito e diarreia”, explica. Ela destaca, ainda, que a qualidade da ração impacta o filhote não apenas em termos nutricionais, mas também na forma como ele vai digerir o alimento e na quantidade e odor das fezes.  
A especialista afirma a importância de seguir as orientações do veterinário em relação à quantidade e aos horários para oferecer a comida – para os filhotes de dois meses, em geral, de três a quatro vezes ao dia, para os de cinco a seis meses, duas a três vezes ao dia. A quantidade vai depender do peso do animal e pode ser alterada conforme o desenvolvimento e de acordo com recomendações do profissional ou do próprio fabricante do produto. 
Evite dar guloseimas e comida “de gente” para o animalzinho, mesmo que ele fique com aquele olhar pidão. A imensa maioria dos ingredientes que consumimos não faz bem à saúde canina. E prefira oferecer petiscos apenas nos momentos para educá-lo, como uma recompensa por ele acertar. 
A água deve estar sempre disponível e fresquinha para o filhote – e para os cães maiores também, claro. Vale trocar pelo menos duas vezes ao dia, e não deixar a vasilha do cachorro em local quente e onde bata sol.   
Importante seguir as orientações do veterinário em relação à quantidade e aos horários para oferecer a comida aos filhotes. 
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4. Atividade física: a importância de brincar 
Filhotes são curiosos e cheios de energia. E provavelmente vieram de um ambiente em que conviviam com a mãe e os irmãos da ninhada, então, também querem companhia. Portanto, chamar sua atenção é seu principal papel, nem que para isso ele tenha de morder o pé da mesa ou mastigar o chinelo que alguém esqueceu no meio da sala.  
Quando isso acontecer, resista a dar bronca ou tentar tirar o objeto da boca do animal (porque ele vai achar que está brincando!). Em ambas as situações, o caminho é a disciplina positiva – desvie a atenção dele para uma brincadeira. Jogue a bolinha e peça para ele buscar, por exemplo. Quando o filhote atender ao que você pediu, faça festa e dê um petisco.  
No momento em que ele puder passear – depois de ter o esquema vacinal completo –, vai poder gastar parte dessa energia com caminhadas pelo bairro. Enquanto isso não acontece, dá para ir acostumando o pet com a guia e a coleira, andando pela casa e ensinando comandos como “pare”, “fica”, “junto”, usando petiscos quando ele acertar.  
Propor brincadeiras é sempre uma boa ideia para entreter o filhote e ajudá-lo a se movimentar. Estimule-o a interagir com os brinquedos e elogie quando ele acertar ao buscar o ossinho. Importante: os animais enjoam dos mesmos brinquedos, então, faça um rodízio para manter a diversão em alta. 
E lembre-se: o filhote precisa de estímulos. Vença a preguiça e tire momentos do dia para brincar com ele. Vai ser bom para todos! 
Depois de ter o esquema vacinal completo, os filhotes podem gastar bastante energia em passeios e caminhadas na rua. 
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5. Segurança: cuidados com o bem-estar do filhote 
Assim como acontece em uma casa onde há crianças, quem tem um filhote também precisa tomar uma série de cuidados para mantê-lo sempre seguro. Vale prestar atenção às recomendações para bebês humanos: mantenha fora do alcance dele produtos de limpeza, medicamentos e plantas nocivas à saúde dele. Porque tudo o que ele quer é cheirar, explorar, mordiscar – como também passa pela fase oral, faz isso com a boca.  
Outro ponto de atenção é em relação a fios: mantenha-os escondidos ou fora do alcance do filhote, porque pode acontecer de ele tentar roê-los e sofrer uma eletrocussão.  
Fora isso, se ele for ficar sozinho em algum momento do dia, é melhor restringir seu acesso a algumas áreas. Aliás, é importante fazer isso também logo que ele chegar em casa, assim, ele vai conhecendo e se habituando aos diferentes cômodos. E não custa lembrar: cachorro não salta como gato, mas se houver frestas na grade da varanda ou acesso fácil a janelas, vale instalar telas de proteção.  
O filhote é mais um membro da família que chega para trazer alegria e afeto. Por isso, vale a pena prestar atenção aos cuidados para garantir seu bem-estar. Isso é amor!  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/VhGeJvXZ3JfFlU-m_LkE6mKA7oU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/2/0/uXH5WoTPeYo70bleQHYw/gettyimages-55962448-abre.jpg" medium="image"/>   <media:description>Filhotes trazem alegrias, mas também trabalho, então, é bom se preparar para se dedicar a eles.</media:description>   <media:credit>Getty Images</media:credit>  <category>vidadebicho</category> <pubDate>Wed, 03 May 2023 12:03:30 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Zoomies: entenda o que são os ataques aleatórios de euforia nos pets</title>  <atom:subtitle>As corridas, giros e pulos frenéticos dos cães e gatos geralmente indicam que eles estão se divertindo</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/zoomies-entenda-o-que-sao-os-ataques-aleatorios-de-euforia-nos-pets.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/zoomies-entenda-o-que-sao-os-ataques-aleatorios-de-euforia-nos-pets.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/m9-KKT3BJgGtRDmmfM4gOm18Z2U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/p/w/znfAdGQSa70Lm9HxvGOQ/1-zoomies-entenda-o-que-sao-esses-ataques-aleatorios-de-euforia-nos-pets.jpg" /><br /> ]]>    Nos zoomies, os pets costumam correr de um lado para o outro, girar, pular e rolar freneticamente
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Você e seu pet estão em casa, tranquilos, e, de repente, ele começa a correr freneticamente pelo quintal — ou mesmo dentro de casa — sem motivo aparente. Já viu isso acontecer? Pode ser um episódio de zoomie.
O termo em inglês é um apelido para a explosão energética, mas o conceito científico se trata, na verdade, de períodos de atividade frenética aleatória. São episódios intensos de ações de alta energia, como corridas, voltas em círculos, giros, pulos e rolamentos.
Eles duram alguns minutos e podem ser “contagiosos” — pets que veem outros vivenciando um zoomie podem se juntar à atividade por mera diversão. 
Por que meu cachorro começa a correr do nada?
Apesar de haver pouca referência científica ao redor desse tema, o que parece é que os animais costumam experimentar zoomies quando estão muito animados ou diante de uma explosão de energia. É o que explica Susan Hazel, médica-veterinária PhD e professora de bem-estar, comportamento e ética animal na Escola de Ciências Animais e Veterinárias da Universidade de Adelaide, na Austrália. 
“Esses episódios são imprevisíveis em meus pets, mas outros tutores podem conhecer alguns dos gatilhos que deixam os seus animais tão excitados que fazem um zoomie.”
Gatos em zoomies podem subir e descer de seus arranhadores de forma eufórica
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Para Pamella Perry, médica-veterinária PhD em comportamento e bem-estar de animais de abrigo e professora na Cornell University, nosEUA, há alguns comportamentos que podem denunciar um zoomie vindouro.
“Porque não temos estudos sobre o tema, é difícil apontar com certeza, mas o fenômeno parece ser um meio de liberar energia reprimida ou reduzir o estresse. Se um animal fica confinado o dia todo, ele pode se envolver em uma liberação compensatória de energia, gastando-a rapidamente.”
A sua fala faz sentido, principalmente se buscarmos comparações em outras espécies, como animais de fazenda. Segundo Pamela, estudos com esses grupos mostraram que, ao restringir o seu movimento em uma cabine de laticínios, por exemplo, e finalmente deixá-los sair depois em uma área em que possam se movimentar livremente, eles tendem a exibir um comportamento mais lúdico.
“Eles compensam a restrição desta maneira. Parece que animais que são restritos, no sentido de não serem estimulados o suficiente durante o dia, tendem a exibir essa supercompensação com os zoomies à noite”, diz Pamela.
É comum que, ao ver outro pet em zoomie, o animal se junte à agitação e alegria
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No caso de animais mais ansiosos que agem de forma parecida, o ideal não é focar no comportamento, mas, sim, no que está causando essa ansiedade. 
“Geralmente, zoomies indicam que os animais estão se divertindo, mas se o pet se comporta de maneira similar por ansiedade, é uma questão diferente que precisa ser tratada de maneira adequada”, explica Pamela.
Outro gatilho para zoomies seria um "olhar de doido" reportado por alguns tutores, que Pamela explica ser devido à dilatação das pupilas em decorrência do entusiasmo. 
“É como se dissessem 'estou prestes a me soltar'. Eles podem ficar um pouco tensos e imediatamente depois começar a correr. Mas os zoomies são tão espontâneos que é difícil prevê-los.”
Provavelmente, o período do dia em que os episódios acontecem depende da rotina individual do bicho, mas Pamela tem a impressão de que eles tendem a ocorrer mais à noite, quando os tutores estão em casa após o trabalho. 
“Os gatos, em particular, são crepusculares, por isso são mais ativos ao amanhecer e ao anoitecer. Então eles se tornam mais ativos quando o sol se põe, momento do dia em que, na natureza, eles estariam caçando”, explica.
Uma forma de ajudar a liberar essa energia reprimida é brincando com o animal e o estimulando mentalmente
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Em sua experiência, os episódios acontecem mais no período que Pamela chama de witching hour, entre 21 e 22 horas. Mas pets podem vivenciar zoomies a qualquer momento do dia, principalmente como resposta a um excesso de agitação.
Pamela conta também que já foram reportados episódios de zoomies após os seus pets defecarem — o que acontece, inclusive, com os seus cinco gatos.
“Eles defecam e vêm voando pelas escadas, e eu penso 'já sei o que você fez lá embaixo'. Com a minha cadela, ela defecava, batia as patas traseiras na grama algumas vezes e então começava a correr.”
Diante da associação dos dois comportamentos, a médica-veterinária acredita que haja um componente de prazer no zoomie.
“Provavelmente eles se sentem melhores depois que eliminaram tudo, então por que não expressar isso e gastar um pouco de energia no processo?”, diz.
Quem vivencia os zoomies?
Atividades frenéticas aleatórias ocorrem para cães e gatos de qualquer idade — mas, segundo Susan, podem acontecer com mais frequência nos mais jovens:
“Provavelmente animais mais jovens com níveis mais altos de energia e excitação são mais propensos a fazer zoomies do que os mais velhos”.
Zoomies são mais comuns em animais jovens, mas também podem ocorrer em idosos
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Mas animais idosos já foram vistos praticando o comportamento, ainda que por um tempo e com intensidade bem menores do que quando o faziam durante a juventude.
Zoomies fazem bem para os pets?
A linguagem corporal de um pet durante o zoomie é positiva e indica que ele está se divertindo, então provavelmente não está relacionado à angústia ou à dor. E o comportamento, em si, não oferece grandes perigos aos animais.
O problema está quando eles acontecem fora de casa, quando os pets podem se desprender da guia durante a agitação e correr em direção à rua, por exemplo.
Outra questão é quanto a possibilidade de se chocar contra objetos em casa. “Zoomies só seriam perigosos se houvesse um obstáculo e o pet se machucasse ao se mover tão rápido, ou se ferisse outro animal ou pessoa ao fazê-lo”, explica Susan. 
Em geral, zoomies não são perigosos e somente oferecem risco se houver obstáculos pelo caminho ou chance do animal se ferir
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O perigo é maior quando o ambiente conta com objetos cortantes — por exemplo, um dos gatos de Pamela já quebrou uma lâmpada durante um episódio de atividade frenética aleatória.
É preciso ter cuidado, também, com interiores com escadas ou cujo piso é escorregadio, o que pode oferecer perigo aos animais que correm descontroladamente. 
Uma solução é investir em superfícies antiderrapantes, manter os pets sem coleira apenas em interiores e retirar do caminho quaisquer objetos que possam ser quebrados ou ferir os animais. 
“Para deixar o ambiente mais seguro, tenha um espaço que permita a corrida sem obstáculos — isso pode até ser em uma área pequena. Nosso labrador retriever de 9 meses faz zoomies ao redor da nossa mesa de centro, por exemplo”, diz Susan.
Mas, de forma geral, a orientação é que os tutores intervenham apenas se houver algum risco iminente, pois o comportamento tende a não durar muito tempo. 
Não é necessário intervir nos zoomies, somente se o tutor avaliar algum perigo ou eles estiverem acontecendo com muita frequência e intensidade (nesse caso, a indicação é levar o animal ao médico-veterinário)
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Isso não exime a necessidade de prestar atenção na frequência e intensidade desses episódios, pois, se altas, podem denunciar um problema comportamental.
“Se o animal está fazendo isso com muita frequência a ponto de tornar um problema para o tutor, então ele provavelmente deve descobrir outras maneiras de gastar essa energia, como um pouco mais de estimulação”, aconselha Pamela.
“Envolver pets em algumas atividades pode ajudá-los a liberar um pouco da energia acumulada. Brinquedos interativos para gatos e brincadeiras de pega-pega com cachorros podem ser úteis”, sugere. Ela diz ainda que é importante focar também em enriquecimento mental, e não apenas em exercícios físicos.
Caso a explosão de energia ocorra uma vez por dia ou algumas vezes por semana, não há motivos para evitá-la.
Apesar do teor empírico sobre o conceito, é importante ressaltar que não há muita pesquisa científica sobre zoomies em pets, então nada deve ser tratado como regra. Espera-se, contudo, que eles se tornem objetos de estudo em um futuro próximo para termos mais certeza sobre a sua natureza e como lidar com eles.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/m9-KKT3BJgGtRDmmfM4gOm18Z2U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/p/w/znfAdGQSa70Lm9HxvGOQ/1-zoomies-entenda-o-que-sao-esses-ataques-aleatorios-de-euforia-nos-pets.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Wed, 03 May 2023 09:20:24 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Gatos podem comer grama? Saiba quais são os benefícios</title>  <atom:subtitle>Entenda quais são as espécies indicadas para cultivo em casa e quando oferecê-las aos bichanos</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/vida-de-bicho-na-cbn/noticia/2023/05/gatos-podem-comer-grama-saiba-quais-sao-os-beneficios.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/vida-de-bicho-na-cbn/noticia/2023/05/gatos-podem-comer-grama-saiba-quais-sao-os-beneficios.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/Y6s9MRskM8sanM60yganKmBSciA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/E/6/CTVv7tQLmso88hqu4j1A/vidadebicho-na-cbn-2-maio-2023.jpg" /><br /> ]]>    O Estúdio CBN desta terça-feira foi apresentado por Tatiana Vasconcelos. A editora-assistente Júlia Martinez participou em nome do Vida de Bicho 
CBN/ Reprodução
Na coluna Vida de Bicho do Estúdio CBN desta terça-feira (2), respondemos à dúvida de um ouvinte sobre grama para gatos. Descubra quais são os benefícios dessas plantas, quais são as espécies liberadas e como oferecê-las aos pets!
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Veja 15 curiosidades sobre as capivaras abaixo!
Capivara - Hydrochoerus hydrochaeris 
Rufus46/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
1. São os maiores roedores do mundo 
Elas são a maior espécie da ordem dos roedores do mundo e são geneticamente mais próximas aos porquinhos-da-Índia e aos preás. 
2. Adoram água
As capivaras são animais semiaquáticos e passam grande parte do tempo na água, porque precisam dela para manter sua pele úmida e regular sua temperatura. 
Para nadar melhor e conseguir escapar de predadores, elas têm membranas interdigitais que as ajudam a se mover. Ao se sentirem ameaçadas, podem mergulhar e ficar debaixo d'água por até 5 minutos.
3. Rosto sob medida
Seus olhos, orelhas e narinas são alinhados no topo da cabeça para que elas consigam nadar e manter essas estruturas fora d'água. Nessa posição, podem até dormir dentro de um rio ou lago. 
4. Também são ótimas corredoras
As capivaras podem correr a uma velocidade de até 35 km/h por trechos de 100 m a 200 m.
5. Seus dentes crescem para sempre
Elas têm os dois dentes frontais longos e, como outros roedores, eles nunca param de crescer. Para mantê-los em um comprimento razoável, esses animais devem desgastá-los triturando e mastigando alimentos ou cascas. 
Seus molares continuam crescendo ao longo da vida também, mas eles se desgastam com a mastigação da comida.
6. Apreciam uma grande família
As capivaras são consideradas animais sociais e têm hierarquias dentro de seus grupos, que costumam conter entre 10 e 30 membros. No entanto, já foram registrados círculos sociais compostos por 40 a 100 indivíduos. 
7. Possuem um vasto repertório
As capivaras são animais muito comunicativos com os membros de seus grupos. Eles emitem sons únicos para compartilhar informações importantes — alertando sobre o perigo, sinalizando um movimento e orientando seus filhotes. 
Os ruídos incluem ranger de dentes, guinchos, ganidos, assobios, choro, latidos e cliques, cada som tem um significado diferente e é específico para seu grupo social individual. 
De acordo com os cientistas, a adaptação das capivaras a ambientes urbanos deve-se à sua dieta herbívora flexível
Pixabay/ Pexels/ Creative Commons
8. São crepusculares
As capivaras são consideradas animais “crepusculares”, ou seja, são mais ativas durante o amanhecer e o anoitecer. 
9. São comilonas
As capivaras são herbívoras e ingerem cerca de 30 kg de folhas todos os dias.
10. Comem duas vezes o mesmo alimento
É comum que as capivaras comam suas próprias fezes para digerir o alimento novamente. Elas, inclusive, sabem qual cocô ainda não foi digerido uma segunda vez. 
11. São "bancos vivos"
As capivaras são chamadas por alguns biólogos de “otomanas da natureza”, por serem um lugar no qual alguns pássaros gostam de descansar. Em certos biomas, elas têm uma relação mutualística com aves como o carcará-de cabeça-amarela, que se alimentam de insetos das costas dos roedores.
12. Têm filhotes fofos
A gravidez de uma capivara dura em média 120 dias e gera cerca de três filhotes por vez. Os bebês são chamados de 'capiatãs' e ficam com o grupo dos pais até completarem 1 ano de vida, quando "saem de casa" para procurar seu próprio bando.
13. Se adaptaram a diversos ambientes
As capivaras podem viver bem em ambientes urbanos ou naturais por conta de sua flexibilidade alimentar. Elas não são exigentes e costumam comer qualquer tipo de gramíneas e folhagens que encontrarem.
14. Não são animais domésticos
Apesar de terem se adaptado à vida urbana, as capivaras são animais silvestres e não podem ser domesticadas conforme a lei brasileira, a menos que o interessado tenha uma licença para se tornar um tutor legal e recorra a criadouros legalizados para adquiri-la. 
15. Algumas culturas consomem carne de capivara
Esse hábito remonta à época da colonização das Américas, quando católicos não entraram em um consenso sobre se a proibição de comer carne se estendia ou não às capivaras. A controvérsia cessou quando o Papa decretou, em 1784, que as capivaras não estavam sob a proibição. 
Em algumas regiões, é tradição comer carne de capivara durante o jejum da quaresma, entre o Carnaval e a Páscoa.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/KpLHc2Z0Nd5vIOoQv0ftbonoBZI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2022/e/k/Zpvi9OTrCTn5ytK3nmHw/2022-06-21-os-maiores-roedores-do-mundo00005.jpeg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Wed, 03 May 2023 09:00:52 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Bruna Biancardi sobre relação com os pets: 'Não gosto de ficar longe muito tempo'</title>  <atom:subtitle>Tutora de cinco pets, a influenciadora sofre de saudades em suas viagens a trabalho</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/bruna-biancardi-sobre-relacao-com-os-pets-nao-gosto-de-ficar-longe-muito-tempo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/bruna-biancardi-sobre-relacao-com-os-pets-nao-gosto-de-ficar-longe-muito-tempo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/HEP5n7tczOnTV1BpTBtHWHWNZjU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/C/0/5gMc0lRcWfGEgLN9vKfw/design-sem-nome-2023-04-18t135954.876.png" /><br /> ]]>    Com mais de 3 milhões de seguidores no Instagram, Bruna Biancardi encanta seus fãs e seguidores ao compartilhar fotos com seus cachorros. A influenciadora é tutora de cinco: Mel, Nikko, Whiskey, que moram no sítio de sua família, e Chopp e Buddy, que ficam em sua casa, em São Paulo. 
“Sempre amei cachorros, o meu primeiro chegou quando eu tinha 6 anos”, conta em entrevista exclusiva ao Vida de Bicho.
Esse amor pelos bichos, inclusive, é de família, que já chegou a ter 13 cachorros no sítio. “Amigos e familiares que encontravam cachorros na rua, doavam para a minha família e nós ficávamos com eles.”
Bruna Biancardi é tutora de cinco pets:  Mel, Nikko, Whiskey, que moram em seu sítio, e Chopp e Buddy, que vivem em sua casa
Bruna Biancardi/ Arquivo pessoal
Bruna conta que seu pai sempre gostou muito de animais, e essa paixão foi passada para ela. No sítio, além de cachorros, ela ainda teve contato com outras espécies, como cavalos e coelhos.
“Mimo muito”
A influenciadora ressalta que é muito apegada aos seus cachorros e detalha um pouco da sua rotina com eles.
“Não gosto de ficar longe muito tempo, fico agarrada com eles o dia todo, deixo subir na cama, saio várias vezes para fazermos passeios longos, dou alimentação natural e o máximo de atenção possível, mimo muito eles.”
Bruna Biancardi e Chopp, golden retriever
Instagram/ @brunabiancardi/ Reprodução
Chopp, um golden retriever, foi o último a chegar em sua vida. Quando ele foi adotado, Buddy já vivia em sua casa. 
“Fiquei preocupada sobre como seria a adaptação, mas foi incrível. Desde o início, eles se deram muito bem, e foram desenvolvendo uma linda relação ao longo do tempo. Se respeitam muito, são muito parceiros, um cuida do outro o tempo todo. Nunca brigaram e não gostam de ficar separados, nem para ir ao veterinário. Ver essa relação acontecer foi e é muito importante para mim.”
Bruna pontua que seus cachorros são uma de suas maiores prioridades na vida. “Sempre crio uma rotina para que eles não fiquem sozinhos em casa. Quero que eles sempre estejam com companhia, façam atividades e estejam felizes.”
Bruna Biancardi, Chopp e Buddy, pets que vivem em sua casa
Instagram/ @brunabiancardi/ Reprodução
Bruna afirma que, se pudesse, teria a casa lotada de cachorros. Porém, com as viagens a trabalho, ela costuma voltar para ficar com eles, ou eles vão com ela. Contudo, com mais pets, a logística seria mais complicada.
Para a influenciadora, o mais difícil é lidar com a saudade quando está viajando. 
“Eu sempre fui muito grudada neles, então foi uma grande adaptação ficar longe. A minha família fica com eles enquanto eu não estou, então fico muito tranquila. Volto com frequência para vê-los, não fico mais de um mês longe, e quando volto, faço questão de ter tempo de qualidade. Hoje em dia também levo eles sempre que possível para ficarem comigo.”
Bruna Biancardi e Buddy
Instagram/ @brunabiancardi/ Reprodução
Ao ser questionada sobre qual bicho gostaria de ser, Bruna foi certeira: um de seus cachorros! 
“Eles têm uma rotina muito gostosa, somos muito carinhosos e apegados eles, e eles a nós. Estão sempre fazendo alguma atividade: passeando, entrando na piscina, viajando.”
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/HEP5n7tczOnTV1BpTBtHWHWNZjU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/C/0/5gMc0lRcWfGEgLN9vKfw/design-sem-nome-2023-04-18t135954.876.png" medium="image"/>   <media:description>Bruna Biancardi é tutora de Chopp e Buddy, que moram em sua casa</media:description>   <media:credit>Instagram / @brunabiancardi / Reprodução</media:credit>  <category>vidadebicho</category> <pubDate>Tue, 02 May 2023 13:00:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>10 coisas que os humanos fazem e os cães odeiam</title>  <atom:subtitle>Entenda quais são os comportamentos que os cachorros desaprovam e como mudá-los ou substituí-los</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/10-coisas-que-os-humanos-fazem-e-os-caes-odeiam.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/10-coisas-que-os-humanos-fazem-e-os-caes-odeiam.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/QXH25pljnNlXNcfYv0SPfcy4CwE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/y/E/CiQk9rT82nh6FIc7xybg/4-10-coisas-que-os-humanos-fazem-que-os-caes-odeiam.jpg" /><br /> ]]>    Há comportamentos dos tutores que, mesmo inofensivos aos humanos, desagradam os cachorros
Unsplash/ thetechnomaid/ CreativeCommons
Os cachorros costumam ser animais muito leais, carinhosos e respeitosos com os seus tutores, mas há quem, diante de tanto sentimento positivo, esqueça que muitas vezes os colocamos em situações desconfortáveis.
Sim, há comportamentos humanos que cães verdadeiramente odeiam — e entender os motivos pelos quais eles se incomodam pode ser a chave para uma relação mais tranquila. 
Por isso, o Vida de Bicho conversou com Daniel Svevo, médico-veterinário comportamentalista e adestrador; e Juliana Gil, médica-veterinária mestre em etologia e bem-estar animal, para desvendar quais são as coisas que os seres humanos fazem que os cães detestam. Confira!
1. Banhos excessivos
É sabido que, no Brasil, há uma cultura forte de banho e limpeza — não vista em regiões que desfrutam de climas diferentes do tropical, por exemplo. Mas essa tendência não pode se estender aos pets por duas razões: não devemos assumir que eles têm as mesmas necessidades que nós e simplesmente porque eles não gostam de banhos.
“Por antropomorfizarmos a relação com eles — ou seja, pensarmos nas necessidades naturais dos pets como se eles fossem pessoas —, acabamos fazendo algumas coisas que eles não gostam”, diz Daniel.
A frequência de banhos em cães pode ser a cada 15 dias ou, no caso dos que frequentam muito os interiores da casa, a cada semana
Unsplash/ Anthony Duran/ Creative Commons
É o caso dos banhos, que, normalmente, os cachorros já não aprovam muito. Se forem feitos em demasia, então, eles gostam menos ainda.
De acordo com especialistas, a frequência da limpeza pode ser a cada 15 dias. Mas, se o cão frequenta o ambiente interno da casa e sobe em sofás e camas, por exemplo, esse intervalo pode diminuir para uma semana.
2. Secadores de cabelo
Já que o assunto é banho de cachorro, vale salientar outro ponto de desconforto para os amigos peludos: os secadores de cabelo. Ainda que necessário para secar corretamente o animal, o barulho e a temperatura do dispositivo, quando aplicado de forma errada, podem ser bastante desagradáveis ao animal.
O ideal é que tanto o banho quanto a secagem sejam feitos por profissionais especialistas, que usarão os materiais mais indicados para garantir o mínimo desconforto ao bicho.
Secadores de cabelo são outra coisa incômoda aos cães – para evitar o desconforto, deixe o banho e secagem para profissionais especializados
Unsplash/ J. Balla Photography/ CreativeCommons
3. Perfumes
Passo final da limpeza padrão dos pets, a utilização de perfumes também entra na lista do que os cachorros detestam. 
“Os cães normalmente não gostam desse odor agradável para nós. Além de ser muito mais sensível, o cachorro tem outros interesses, pensando em odores. Então os nossos perfumes normalmente não são legais para eles”, explica Daniel.
4. Privação da percepção do ambiente
Ainda na temática do olfato, é de senso comum que os cães utilizam esse sentido de forma primária para perceber o mundo. Nesse sentido, privá-los de cheirar objetos é algo que eles não gostam.
“Se tem alguma coisa que eles não suportam é quando ele está passeando e sentindo um cheiro — ou seja, o nosso equivalente de captar imagens de um lugar e detalhes — e nós o puxamos ou não o deixamos cheirar aquela superfície, local ou até mesmo fezes”, diz Juliana.
É importante deixar o cão explorar as suas necessidades naturais, como cheirar o ambiente para percebê-lo e entendê-lo
Unsplash/ dbeausoleil/ CreativeCommons
Ela explica que, embora os seres humanos tenham o costume de sentir nojo de fezes, não é assim que os cães encaram a situação.
“O cachorro usa o olfato para se sentir seguro, para se localizar e reconhecer o ambiente. Então não deixá-lo cheirar sempre é algo que ele não gostará”, acrescenta a médica-veterinária.
Isso se estende às pessoas: muitas vezes, o animal cheira alguém porque quer reunir informações sobre ela, e o faz através do olfato.
“A nossa espécie é muito mais visual, então nós não consideramos esse aspecto do olfato. Mas respeitar isso e dar o espaço para o cachorro realmente cheirar as coisas é muito importante”, orienta Juliana. 
5. Deixá-los sozinhos
Por serem gregários e sociais, os cães demandam a companhia de humanos ou outros bichos, e ficar sozinhos pode fazê-los mal
Unsplash/ kellysikkema/ CreativeCommons
Por ser uma espécie gregária e social, o cachorro tem, em sua natureza, a necessidade de interagir com outros. Assim, deixá-lo sozinho por muito tempo não faz parte de uma situação prazerosa.
“Nem todo o cachorro desenvolverá um problema comportamental, mas a maioria não gosta e não fica feliz em estar sozinho. Então, diminuir esse tempo só, sem humanos, é bastante recomendável”, diz a médica-veterinária.
Nem sempre é possível reservar longas horas do dia para ficar ao lado do cão em casa, principalmente para quem trabalha fora. Assim, vale treiná-lo para criar uma maior independência e fazê-lo entender que, embora demore um pouco, o seu tutor sempre volta.
Segundo Daniel, ao ficar sozinho, o cão se sente desprotegido instintivamente. “Precisamos acostumar o cachorro a ser independente numa vida em sociedade, em que as pessoas saem de casa para trabalhar.” 
6. Contato físico excessivo
Os médicos-veterinários também concordam que contatos físicos sem parcimônia também são bastante incômodos para os cães.
“Cumprimentar um cachorro que você não conhece chegando de frente, olhando no olho e beijando, com certeza, não é agradável. Ele chega de um jeito diferente, principalmente se não conhece a pessoa: primeiro cheira, e não vem com contato direto”, diz Daniel.
Segundo ele, a não ser que a pessoa mostre que está querendo brincar e o cachorro entre na brincadeira, o comum é que eles desaprovem esse cumprimento direto.
O contato físico excessivo (como beijos e abraços, por exemplo) não faz parte do repertório natural de comunicação dos cachorros
Unsplash/ Sasha Sashina/ Creative Commons
“Depois que eles desenvolvem um relacionamento com o tutor, eventualmente os abraços e beijos se tornam parte de uma interação que eles gostam, mas naturalmente não faria parte do repertório de comunicação deles”, completa.
Juliana chama atenção para o comportamento que, quando não aceito, pode resultar em agressividade:
“Não é natural no comportamento canino e, muitas vezes, o contato excessivo deixa o cão desconfortável. Isso pode terminar, inclusive, em agressão. Por isso, é importante tocar o cachorro apenas quando ele pede esse toque”.
Ela orienta também nunca tocá-lo, abraçá-lo ou beijá-lo quando o animal estiver dormindo, pois isso pode assustá-lo. 
7. Brigas e punições
Assim como nós, os cães também detestam brigas. Gritar com o animal e decidir puni-lo por um comportamento não aceito, por exemplo, o frustra e o deixa confuso, sem entender o que está acontecendo.
“Fazemos isso em cenários que consideramos inadequados, mas que, na visão canina do mundo, não são. Urinar fora do lugar, por exemplo, é normal para um cachorro — na natureza, ele faria isso em vários espaços, e não só no tapetinho ou em um ponto específico”, explica Juliana.
Tentar corrigir o comportamento de um cachorro com gritos e brigas pode assustá-lo e diminuir a confiança entre o animal e o tutor
Unsplash/ themikeburke/ Creative Commons
Segundo ela, ao brigar com o pet, o tutor prejudica o seu bem-estar, o frustra e diminui a confiança na relação.
“O caminho não é brigar e punir — é entender o que está acontecendo e tentar antecipar aquele comportamento, ensinando pelo reforço positivo.”
8. Roupas, enfeites e fantasias
Outra coisa que os cachorros odeiam é quando o tutor veste neles roupas, o que também é um comportamento de antropomorfização. 
“Enfeites, fantasias ou mesmo a utilização de roupinha sem necessidade podem incomodar. Mas é claro que, se o cão está paradinho em um dia mais frio, colocar uma roupinha ou cobertinha pode esquentá-lo”, comenta Daniel. 
Assim, vale o bom senso: nessa situação realmente precisa vesti-lo? Vale a pena, sabendo que o cachorro se incomoda? Se a resposta for não, então evite seguir com a ideia. 
Se não for necessário, o ideal é evitar utilizar roupas, enfeites e fantasias nos cães
Unsplash/ charlesdeluvio/ Creative Commons
9. Privá-lo de escolhas
Tentar dar uma vida extremamente metódica para o animal pode ser bastante negativo, porque o priva de fazer escolhas.
“Ele deve poder escolher se vai dormir na cama um dia ou não; fazer o passeio por um lado da rua em um dia e, no outro, pelo outro lado. Ao não permitir essas escolhas, os cachorros não vão gostar porque se sentirão frustrados”, diz Juliana.
Há situações em que o tutor realmente deve dar a voz de comando. Mas, em casos mais simples, que não demandam esse tipo de definição, é importante deixar o cachorro escolher por si só.
10. Falta de limites
É importante estabelecer limites na educação do bicho para evitar que ele aja de maneira desequilibrada e acabe se estressando
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Segundo Daniel, é comum que os cachorros precisem de “contornos” na vida — e a falta deles pode levar a uma situação de estresse.
“Há cães que são muito ansiosos e medrosos, e acabam tomando iniciativas para proteger o tutor ou a casa. Quando os responsáveis fazem tudo o que os cachorros querem, eles não têm competência emocional para agir de maneira equilibrada e acabam ficando estressados”, explica.
Assim, a falta de limite para determinados cachorros pode ser um problema: é algo que eles não gostam inconscientemente, mas que pode gerar situações desagradáveis.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/QXH25pljnNlXNcfYv0SPfcy4CwE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/y/E/CiQk9rT82nh6FIc7xybg/4-10-coisas-que-os-humanos-fazem-que-os-caes-odeiam.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Tue, 02 May 2023 09:32:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>A morte dos pets também está no mapa astral dos tutores</title>  <atom:subtitle>A astróloga Titi Vidal, colunista do Vida de Bicho, compartilha um momento difícil que está vivendo em sua família e revela que mapa astral pode revelar quando nossos pets nos deixarão</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/colunistas/pet-astral/coluna/2023/05/a-morte-dos-pets-tambem-esta-no-mapa-astral-dos-tutores.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/colunistas/pet-astral/coluna/2023/05/a-morte-dos-pets-tambem-esta-no-mapa-astral-dos-tutores.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/ILViZZRyeiUdwI5_AB9r4IhvOqw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/o/8/KdG9FAQ0OEldGN9MJ0JQ/a-morte-dos-nossos-pets-tambem-esta-no-nosso-mapa-astral-vidadebicho1.jpg" /><br /> ]]>    É possível prever, por meio da Astrologia, quando nossos pets irão nos deixar
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Os animais de estimação estão entre as melhores coisas da vida. Nos ensinam tanto. Nos trazem amor, carinho, companhia e ótimos momentos. Mas, infelizmente, eles vivem bem menos do que a gente. Por mais que isso também nos ensine sobre finitude e os ciclos da vida, é tão triste quando acontece. Uma parte nossa vai embora com eles.
E por mais bichinhos que a gente tenha, assim como as pessoas que fazem parte da nossa vida, cada um deles é único e especial.
Recentemente, perdi dois gatos, com apenas quatro meses de diferença. A Menina, uma famosa “sialata” que adorava o quintal e já era velhinha, adoeceu ano passado e depois de alguns meses literalmente lutando pela vida, faleceu em dezembro. 
Foi guerreira, chegou a ficar internada, medicada diariamente, me abraçava apertado todos os dias, ficando até mais amorosa no fim da vida. Foram muitas despedidas até que ela descansou, partiu ganhando carinho, afeto, amor. Não sabemos o signo dela.
Rituais de despedida podem ajudar a aliviar a dor do luto
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Mais recentemente foi a vez de Urano, agora em abril. Ia fazer 10 anos em julho. Leonino, um verdadeiro rei, que gostava de chamar atenção. Filho da Lua e do Sol, irmão da Vênus, ele fez jus ao nome a vida inteira. 
Animado, alegre, agitado, brincalhão, impaciente e barulhento. Chamávamos ele de bebezão, dormia abraçado com a gente e amava um carinho humano ou de outros gatos. Tinha fome, queria tudo na hora. 
Passou metade da vida como doente crônico. Coisas comuns nos gatos: problema renal e intestinal. Com altos e baixos, tratamentos e muito amor, tinha uma vida praticamente normal, que passou a demandar mais atenção nos últimos anos. Também desenvolveu hipertireoidismo e, por mais que estivesse sendo tratado, tinha fome, pedia água, ração e sachê o tempo todo.
Era o primeiro a avisar que era hora de comer ou que um de seus humanos tinha acabado de chegar. Sempre animado, agitado e impaciente. Decidiu morrer da mesma forma que viveu. Piorou da noite pro dia. Precisou ser internado porque passou um dia inteiro sem comer. Morreu menos de 24 horas depois. Sem despedidas. 
A mesma pressa que tinha para viver, teve para descansar. Por mais que fosse doente crônico, foi embora de repente, nos deixando com um vazio no perto e muita vontade de chorar. Estamos tristes, muito tristes. Humanos e gatos sentindo falta daquele gatinho falante e ativo que movimentava a casa. 
Nos primeiros dias, os outros gatos nem foram tomar sol. Não pediram comida. Seguiram suas vidas silenciosos. Precisaram de uns dias para repensar a rotina e tocar o barco. Nós, humanos, ainda estamos tentando assimilar. É difícil não chorar na hora da ração, do medicamento ou de comprar o remédio, ou a ração especial. Difícil acordar à noite e não ter o Urano miando até alguém abrir a torneira para ele beber água.
Infelizmente, a morte faz parte da vida. E nisso a Astrologia também é eficiente em mostrar quando chega a hora, segundo Titi Vidal
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Há pelo menos um ano estou vivendo um difícil trânsito de Saturno pela minha casa 6, dos bichinhos de estimação. Um aspecto que tumultua a nossa rotina, podendo trazer aumento de trabalho, questões de saúde, muitas coisas para resolver e desafios também para os pets. 
No meu caso, veio tudo junto. No primeiro ano minha saúde sentiu demais com as sequelas da Covid-19 e, ao mesmo tempo, três gatos adoeceram ou pioraram. Foi o caso da Menina, já velhinha, que ficou doente. Do Urano, já doente crônico, que piorou. E da Jujuba, a mais velhinha da casa, que segue aqui firme e forte, apesar do seu envelhecimento e de questões frequentes de saúde que estamos cuidando com ajuda veterinária e muito amor. 
Com o Saturno transitando em minha casa 6 e o Urano, regente da minha casa 6, passando pela 8, a casa das pernas, uma ativação, em dezembro, mostrou a partida da Menina. Agora em abril, às vésperas do eclipse na minha casa 8, foi a vez de se despedir do Urano. 
São os ciclos do céu e da vida, que se reforçam e ativam. Isso não significa que todo mundo que está com trânsito de Saturno na 6 vá perder um bichinho. Pode ser o momento até de adotar um novo, já que esse trânsito acima de tudo indica mais responsabilidade envolvendo um animal de estimação.
Mas quem tem bichinhos já com idade ou com questões crônicas de saúde, este trânsito pode indicar uma aceleração no envelhecimento e a necessidade de cuidarmos ainda mais de perto desses nossos amores de quatro patas. 
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O peixe-leão, espécie nativa do Indo-Pacífico, já pode ser encontrado em oito estados brasileiros. As informações são da Universidade Estadual Paulista (Unesp). De acordo com pesquisadores da instituição, desde março de 2022, o peixe já foi visto no Amapá, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Paraíba. 
Para os estudiosos, a presença crescente do peixe-leão na costa brasileira é preocupante. Isso porque ele compete com espécies nativas por alimento e habitat, ameaçando a biodiversidade local. 
O peixe-leão possui espinhos venenosos não fatais, que ele usa como defesa
Pexels / Rachel Claire / Creative Commons
Características do peixe-leão
Com cerca de 47 centímetros, corpo listrado de branco, vermelho, laranja e marrom, o peixe-leão possui espinhos venenosos não fatais, que ele usa como defesa.  
Não se sabe exatamente como o animal chegou ao oceano Atlântico, mas acredita-se  que peixes de aquário tenham sido liberados no mar, na década de 1990, na Flórida, Estados Unidos, o que tem feito com que o animal se espalhe pela costa de todo continente desde então, visto que seus predadores são encontrados no Indo-Pacífico. 
No Brasil, desde 2020, já foram encontrados cerca de 300 indivíduos de peixe-leão, embora, segundo os pesquisadores, não seja possível determinar o tamanho exato da população na costa brasileira. Por aqui, caso um peixe-leão seja capturado é necessário contatar o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e autoridades locais.
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TikTok/ @lindssey.82/ Reprodução
Uma gaiola dentro de um hospital veterinário foi o único espaço que um adorável gato amarelo conheceu nos últimos 12 anos. Contudo, sua história começou a mudar quando Lindssey foi trabalhar no local e resolveu adotá-lo. 
Lindssey dividiu a história da adoção em um vídeo no TikTok, que se tornou viral, com mais de 660 mil visualizações, e, certamente, vai te emocionar. 
Na publicação, ela começa dizendo: “Há cerca de 6 meses, comecei a trabalhar em um hospital veterinário e encontrei este gato. Ele estava lá há cerca de 10 a 12 anos”. 
Ela revela então que o felino chegou a ser adotado duas vezes, mas logo foi devolvido, o que o fez passar a maior parte de sua vida naquela gaiola de aço. 
A moça conta que o gato não gostava de sair da gaiola, assim as pessoas do hospital acabavam o deixando lá. Ele vomitava todos os dias, o que o deixava fraco e o impedia de andar.
Ela diz ainda que desde o início, gostaria de adotar o animal, mas não tinha condições financeiras. “Embora ele raramente tivesse interação humana, era o gato mais afetuoso que já conheci.”
Quando conseguiu se estabilizar financeiramente, Lindssey levou o felino para casa. Na publicação, é possível ver ele saindo da gaiola e dando os primeiros passos pela casa, curioso, explorando o ambiente. 
Com o tempo, o gatinho aparece recuperado, com seus brinquedos, dormindo na cama da tutora, que conta: “ele adora se olhar no espelho, provar novas comidas novas e ter um sofá só para ele. Mas acima de tudo, ele adora tomar sol. Imagino que esta foi a primeira vez que ele sentiu o calor do sol desde que era um gatinho”, disse ela no momento em que o gato aparece dormindo em um piso acarpetado sob o sol.
Ela conta ainda que desde que foi para a casa, o animal parou de vomitar e conclui a publicação dizendo: “não tenho certeza de quanto tempo tenho com ele, mas estou muito grata por ter dado a ele uma segunda chance na vida com uma família que o ama.”
Confira!
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/uprQ_3CU-BdcDJw7SFBEr72W8jU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/F/d/NqYL3tTQ2RgN3GnqGwjA/gato-e-adotado-apos-12-anos.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Mon, 01 May 2023 09:30:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>10 sinais de que o seu gato é feliz e dicas para deixá-lo assim</title>  <atom:subtitle>Médicos-veterinários ensinam a identificar os sentimentos dos bichanos para garantir o bem-estar deles em casa</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/10-sinais-de-que-o-seu-gato-e-feliz-e-dicas-para-deixa-lo-assim.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/05/10-sinais-de-que-o-seu-gato-e-feliz-e-dicas-para-deixa-lo-assim.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/TPrxcFKY7VWHXigOia4NDQIqWfA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/M/p/kZdiLUQFaSsm5Lhm6Gkg/gato-feliz-10-sinais-de-que-o-seu-bichano-e-alegre-e-como-deixa-lo-assim.png" /><br /> ]]>    Descubra como identificar se seu gato é um animal feliz
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Todo gateiro quer ver seu bichano feliz. Contudo, tendo em vista a personalidade forte dos felinos, pode ser difícil identificar quais estratégias são as mais assertivas para conquistar esse sentimento. E, acredite: sachê e gatificações, ainda que importantes, não são suficientes para cumprir tal tarefa. 
Cada animal terá seus estímulos favoritos, dependendo de sua personalidade e estilo de vida. Enquanto alguns podem amar carinho na barriga, por exemplo, outros ficam felizes apenas em compartilhar o mesmo cômodo com seus tutores, sem contato físico. 
Por isso, conseguir ler os sinais corporais e comportamentais dos gatos é essencial para garantir uma boa convivência. 
Como saber se meu gato está feliz?
Segundo Rômulo Braga, médico-veterinário do CRV Imagem, um gato feliz costuma apresentar bom apetite, fazer necessidades fisiológicas regularmente e nos lugares corretos, ter longos períodos de sono e comportamentos rotineiros naturais da espécie. 
“Se eles estão bem, vão arranhar, correr, subir em coisas, pular, caçar e tomar sol. Algumas dessas atitudes podem até incomodar os tutores, mas são indicadores positivos.” 
A posição corporal da cauda, orelhas e da face felina também facilita entender o estado de ânimo. Quando o animal está relaxado, suas musculaturas seguem o mesmo padrão. Do contrário, ele se mantém em uma posição de ataque e proteção, demonstrando ansiedade e estresse. 
Para Sabina Scardua, médica-veterinária e colunista do Vida de Bicho, o rabo para cima representa confiança e alegria. Quando estão juntos de movimentos laterais, o pet demonstra interesse e faz charme para conquistar o tutor. 
O hábito de tomar sol traz diversos benefícios para a saúde felina, entre eles, a produção de vitamina D e hormônios da felicidade
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O que o gato faz quando fica feliz?
Deita de barriga para cima; 
Se esfrega nos móveis e em seus humanos; 
Fica com pelos e orelhas abaixados;
Se espreguiça;
Tem sono e apetite regular;
Apresenta comportamento rotineiro;
Ronrona; 
Exibe pupilas relaxadas, em formato de filete vertical; 
Amassa pãozinho; 
Possui disposição para brincar.
Como deixar meu gato feliz? 
Em geral, para deixá-los felizes, segundo Sabina, o tutor deve promover “uma rotina coerente e previsível, principalmente respeitando os horários de comida, oferecendo esconderijos pela casa, para eles poderem se entocar quando há necessidade, enriquecimento ambiental, as famosas gatificações, e interação de qualidade ativa e passiva.” 
Atividades ajudam na felicidade felina
Para quem tem mais de um pet, vale incentivar os momentos de diversão dos animais juntos, mas, também, buscar aproveitar momentos individuais, tanto para dar carinho, quanto para se divertir. “As brincadeiras, sejam realizadas sozinhas, com outros bichos ou após estímulo breve, são os melhores indicativos de felicidade. Gatos brincalhões são felizes”, explica Sabina. 
Para os pets terem autonomia para buscar atividades e realizar exercícios diários, é essencial disponibilizar opções em casa, principalmente quando o tutor não estiver disponível para interagir. Prateleiras, túneis, arranhadores, jogos e outros acessórios criarão um ambiente propício para diverti-lo, entretê-lo e incentivá-lo a gastar energia.
As gatificações incentivam os desafios diários no dia a dia do pet, diminuindo o tédio e o sedentarismo
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Fique de olho na saúde!
O cuidado com a alimentação, a hidratação, saúde e a higiene são outros pontos citados pelos médicos. A espécie é metódica e gosta de ter seus itens organizados, limpos e frescos, por isso, não é incomum encontrá-los bravos quando a caixa de areia está suja ou a água e a ração não foram trocadas.
“Check-ups veterinários periódicos, com exames de sangue e imagem, vacinação e vermifugação ajudam a prevenir e detectar problemas precocemente, mantendo sua vida mais longa e saudável”, alerta Rômulo. Para amenizar o estresse das visitas ao médico, é possível investir em consultas domiciliares com especialistas em atendimentos cat friendly.  
Dê atenção ao seu gato
Os animais, assim como nós, adoram ser bajulados. A demonstração de afeto é importante para fortalecer o vínculo com os humanos e lembrá-los de sua importância para a família. Por isso, Sabina recomenda que os tutores elogiem seus animais e reconheçam seus acertos, independente do grau de dificuldade da tarefa. 
“O animal gosta de sentir útil no ambiente onde vive. Peça algo simples a ele e mostre o que você está fazendo. Ensine-o truques para usar no dia a dia, agradeça-o e olhe nos olhos.” 
Ainda que alguns gatos prefiram evitar o contato, grande parte dos felinos adora receber carícias na parte superior da cabeça, entre as orelhas e no queixo
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Como saber que meu gato não está feliz? 
Mesmo com todo esforço depositado, é preciso ter consciência que, às vezes, o tutor pode passar do limite e irritar o pet. Geralmente, antes de um quadro agressivo, o felino costuma sinalizar que a brincadeira ou o comportamento humano não o agrada. 
Sem conseguir verbalizar seus sentimentos, a insatisfação é demonstrada de outras formas, principalmente com mudanças no comportamento rotineiro. 
Se seu bichano passou a intensificar o volume e a constância de suas vocalizações, realizar necessidades fora da caixa, higienização excessiva, a diminuir ou aumentar a quantidade de ração ou água ingerida, é interessante se manter em alerta. 
“Um gato triste não gosta de interagir com outros indivíduos, são irritados, agressivos ou apáticos. Ademais, apresentam diversos problemas de saúde decorrentes da alteração comportamental. Entre os mais comuns estão as doenças articulares, urinárias, gastrintestinais e de pele”, pontua Rômulo. 
Quando não for possível reverter o quadro sozinho, vale consultar um médico-veterinário comportamentalista, de preferência, especializado no atendimento à espécie. 
“A terapia para gatos funciona como a humana. Primeiro, investigamos quais são as possíveis causas e gatilhos das alterações de comportamento. Depois, inicia-se um processo de tratamento por meio de orientações que o tutor deve seguir”, esclarece Juliana Damasceno, bióloga e colunista do Vida de Bicho. 
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Nesta lista, selecionamos 13 animais mais fortes do mundo em diferentes aspectos!
1. Crocodilo-de-água-salgada
Crocodilo-de-água-salgada - Crocodylus porosus 
Domínio Público / Wikimedia Commons
O crocodilo-de-água-salgada é o maior réptil vivo do mundo, podendo chegar a até 6,5 m de comprimento e mais de 900 kg. Portanto, não é de admirar que esses gigantes tenham superforça. Embora provavelmente sejam fortes de várias maneiras, são conhecidos por sua incrível mordida, com cerca de 3.700 PSI (libras-força por polegada quadrada).
2. Besouro-rinoceronte
Besouro-rinoceronte – Oryctes rhinoceros
LiCheng Shih/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
O besouro-rinoceronte é capaz de levantar objetos que pesam até 850 vezes o seu próprio peso, o que seria equivalente a um humano de 70 kg levantando cerca de 60 toneladas. Isso significa que, em termos proporcionais, esse inseto é o animal mais forte do mundo em relação ao seu tamanho.
3. Baleia Azul
Baleia-azul - Balaenoptera musculus 
NOAA Fisheries/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
A baleia-azul não é apenas o maior animal do mundo, mas também é um dos mais poderosos e o mais forte em termos de força de propulsão. Elas podem gerar até 600 cavalos de potência, o mesmo que muitos carros esportivos, e nadar a uma velocidade de até 50 km/h, além de percorrer grandes distâncias durante suas migrações anuais.
4. Formiga
Formiga-cortadeira – Atta mexicana
Ma. Eugenia Mendiola González/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
As minúsculas formigas-cortadeiras podem levantar e carregar com suas mandíbulas objetos aproximadamente 50 vezes mais pesados que o seu próprio peso corporal, que é de cerca de 500 mg. Isso corresponde a um humano erguendo um caminhão com a boca!
5. Elefante 
Elefante da savana – Loxodonta africana
Byrdyak/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
O elefante-africano é considerado o animal terrestre mais forte do mundo em força absoluta. A tromba é seu principal instrumento e pode levantar cerca de 350 kg com facilidade. Além disso, com seus troncos poderosos, eles podem carregar até 9 toneladas nas costas e derrubar árvores.
6. Gavião-real
Harpia - Harpia harpyja 
guilherme jofili/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Também conhecido como águia-brasileira e harpia, o gavião-real é a ave mais forte do mundo. Ele consegue levantar presas que pesam até quatro vezes o seu próprio peso e voar por longas distâncias com elas.
7. Gorila
Gorila-do-oriente – Gorilla beringei
Brocken Inaglory/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
O gorila é o primata mais forte do mundo. Estima-se que ele possa levantar até 10 vezes o seu próprio peso. Muito maior do que a dos humanos, sua força é utilizada para proteger o seu bando de possíveis ameaças.
8. Hipopótamo
Hipopótamo-comum – Hippopotamus amphibius
William Warby / Wikimedia Commons / Creative Commons
Embora possam parecer desajeitados e preguiçosos, os hipopótamos são animais incrivelmente fortes e ágeis. Eles possuem uma mandíbula poderosa, que pode aplicar cerca de 1.800 PSI de pressão em uma mordida. No entanto, são herbívoros, então usam essa força apenas para defesa.
9. Urso
Urso-pardo - Ursus arctos 
Robert F. Tobler/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Os corpos dos ursos são compostos por enormes músculos e garras poderosas, que os permitem cavar e caçar com incrível perícia. Um urso-pardo sozinho possui uma força equivalente a de cerca de cinco humanos. 
Essa potência é graças a uma grande massa de músculos ligados diretamente à sua coluna vertebral. Isso faz com que eles consigam levantar mais de 500 kg de uma só vez!
10. Tigre
Tigre – Panthera tigris tigris 
J. Patrick Fischer/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
O tigre é um dos maiores carnívoros do mundo, eclipsado apenas pelos ursos polares e pardos. Esse felino pode carregar cerca de 550 kg, o dobro do seu próprio peso corporal, três metros acima de uma árvore. Também potente, sua mordida exerce uma pressão de 1.050 PSI.
11. Sucuri
Sucuri-amarela – Eunectes notaeus
Patrick Jean/ Wikimedia Commons
Esta grande cobra amazônica é grande o suficiente para matar enrolados veados, onças e até jacarés. Elas podem se contrair em torno de suas presas com a força de pelo menos 10 homens robustos.
12. Rinoceronte
Rinoceronte-de-sumatra - Dicerorhinus sumatrensis 
International Rhino Foundation/ Divulgação
O rinoceronte é um dos maiores animais terrestres do mundo e tem uma força incrível. Eles podem levantar objetos pesados com seus chifres e conseguem correr a uma velocidade de até 50 km/h. A rapidez somada ao seu peso, que pode chegar a 3.600 kg, faz com que seus ataques sejam extremamente violentos. 
No entanto, por serem herbívoros, utilizam a técnica somente quando se sentem ameaçados.
13. Tubarão-branco
Tubarão-branco - Carcharodon carcharias 
Terry Goss / Wikimedia Commons / CreativeCommons
O tubarão-branco é considerado um dos animais mais fortes do oceano, com uma mordida de cerca de até 4 mil PSI, uma das mais potentes do mundo. 
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/bJl9e3-6-6h-5K5CM-tdWcUNn00=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2022/P/e/zRCY4PQ2uIwtCEc0bjOg/2022-06-03-os-maiores-animais-do-mundo00002.jpeg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Mon, 01 May 2023 09:00:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Pesquisadores descobrem nova espécie de peixe no Pará</title>  <atom:subtitle>Espécie, batizada de Farlowella wuyjugu, entretanto, já é classificada como quase ameaçada</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/pesquisadores-descobrem-nova-especie-de-peixe-no-para.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/pesquisadores-descobrem-nova-especie-de-peixe-no-para.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/7MB6f3dXoW8w0Nz9xNgJuBxIJhc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/m/R/prBE14R0m2vAQevvTH5g/rio-tapajos-01.jpg" /><br /> ]]>    Para pesquisadores,  descoberta mostra a importância de estudar a biodiversidade amazônica
Edinilson Barrozo Ramos / Wikimedia Commons
Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Museu Paraense Emílio Goeldi descobriram uma nova espécie de peixe no Baixo Tapajós, no Pará. A descoberta,  divulgada pela Agência Bori, foi publicada na revista “Neotropical Ichthyology”, na última sexta-feira, 28 de abril. 
Batizado de Farlowella wuyjugu, o peixe é uma nova espécie de peixe cascudo-graveto, do gênero Farlowella, que se e diferencia de seus similares por ter uma região gular nua (região ventral da cabeça, anterior ao istmo e abaixo da maxila inferior). Ele também possui cinco fileiras de placas laterais na região anterior do corpo, enquanto em muitas outras espécies se observam quatro. 
Batizado de Farlowella wuyjugu, o peixe é uma nova espécie de peixe cascudo-graveto, do gênero Farlowella
Divulgação/Manuela Dopazo
Ameaçada
De acordo com os pesquisadores, a descoberta mostra a importância de estudar a biodiversidade amazônica. Porém, também traz luz aos impactos da mineração de bauxita na região, visto que a nova espécie já é classificada como quase ameaçada. 
Segundo o estudo, a ameaça está relacionada com a mineração de bauxita, que acontece fora do leito dos rios, mas afeta os chamados corpos d’água, visto que diminui o fluxo do rio, aumenta a turbidez (turvação) da água e provoca alteração químico-física da água. 
Leia mais  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/7MB6f3dXoW8w0Nz9xNgJuBxIJhc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/m/R/prBE14R0m2vAQevvTH5g/rio-tapajos-01.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Sun, 30 Apr 2023 15:47:32 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Pets da Casa Branca: 13 animais incomuns que já viveram na mansão</title>  <atom:subtitle>Conheça alguns bichos não usuais que já fizeram parte do dia a dia dos presidentes americanos</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/pets-da-casa-branca-13-animais-incomuns-que-ja-viveram-na-mansao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/pets-da-casa-branca-13-animais-incomuns-que-ja-viveram-na-mansao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/80H1MzD-TWkJ1vPP0TnVWlF_Pjo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/5/9/Fp5mdhRry6C4G2otULpw/os-pets-da-casa-branca-13-animais-incomuns-que-ja-viveram-na-mansao3.jpg" /><br /> ]]>    Ser presidente dos Estados Unidos vem com alguns privilégios, um deles é criar o pet que quiser na Casa Branca. Um total de 46 presidentes já moraram na mansão e apenas três deles não tiveram nenhum animal: James K. Polk, Andrew Johnson e Donald Trump.
A maioria das famílias presidenciais mantinha gatos, cachorros, cavalos, pássaros e outros pets mais comuns. No entanto, alguns presidentes anteriores não eram tão previsíveis na escolha de seus mascotes, principalmente nos séculos 18 e 19 e início do 20, quando os direitos dos animais não eram considerados.
Veja alguns bichos incomuns que já moraram na Casa Branca!
Ursos
Alguns filhotes de ursos já perambularam pela Casa Branca
Janko Ferlic/ Pexels/ Creative Commons
Durante o mandato de Thomas Jefferson (1801–1809), dois filhotes de urso pardo viveram brevemente na residência, um presente do Capitão Zebulon Pike. Os animais, no entanto, foram levados a um museu na Filadélfia.
Acredita-se que Theodore Roosevelt (1901–1909) também tenha mantido cerca de cinco filhotes de ursos no local por algum tempo.
Ovelhas
Thomas Jefferson manteve um rebanho de ovelhas 
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Thomas Jefferson também criou ovinos na mansão. Em 1808, havia cerca de 40 ovelhas e carneiros pastando na Casa do Presidente. 
Bichos-da-seda
Os bichos-da-seda são lagartas que se tornarão mariposas 
Dennis Jarvis/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
A primeira-dama Louisa Adams, esposa de John Quincy Adams (1825–1829), criava bichos-da-seda na casa e fiava o material produzido por eles.
Crocodilo
Relatos afirmam que John Quincy Adams e Benjamin Harrison mantiveram jacarés e crocodilos na propriedade
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Acredita-se que John Quincy Adams tenha mantido um crocodilo na Casa Branca por vários meses. O animal incomum, um presente do Marquês de Lafayette, residia num banheiro da Ala Leste. No entanto, a Sociedade Histórica da Casa Branca considera que isso é uma lenda.
Outros relatos dizem que um dos filhos de Benjamin Harrison (1889–1893) mantinha dois jacarés num conservatório da propriedade.
Galos-de-briga
O presidente promovia apostas em galos dentro da propriedade oficial do governo americano
Tuấn Kiệt Jr./ Pexels/ Creative Commons
O sétimo presidente dos EUA, Andrew Jackson (1829–1837), foi uma figura extremamente controversa. Enquanto estava no cargo, ele mantinha 'galos de briga' nos estábulos da Casa Branca e os envolvia regularmente em rinhas nas propriedades do governo.
Tigres
Filhotes de tigres também já fizeram parte da vida presidencial
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Martin Van Buren (1837–1841) possuiu brevemente dois filhotes de tigre dados a ele pelo sultão de Mascate e Omã. No entanto, logo os felinos foram doados a um zoológico.
Águias
A águia-de-cabeça-branca é o animal oficial dos EUA
Oregon Department of Fish &amp; Wildlife/ WikimediaCommons/ Creative Commons
James Buchanan (1857–1861) ganhou um par de águias de um amigo. As aves de rapina, embora sejam o símbolo da nação, não eram adequadas para a vida na Casa Branca, então Buchanan decidiu enviá-las para sua casa em Lancaster, na Pensilvânia. 
Elas tinham gaiolas na varanda dos fundos da casa, e diz-se que, embora tivessem liberdade para voar como quisessem, nunca se afastaram muito da propriedade.
Esquilo
Warren G. Harding também foi 'tutor' de um esquilo
Unsplash/ Creative Commons
Theodore Roosevelt teve muitos animais durante sua 'estadia' na Casa Branca. Um deles foi um esquilo voador. O bicho costumava descansar nos bolsos das camisas dos filhos de Roosevelt e se juntar à família à mesa para as refeições.
Texugo
Os texugos são da mesma família dos furões, doninhas e lontras
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O pet mais famoso de Roosevelt na Casa Branca era o seu texugo chamado Josiah. O animal fora jogado no presidente enquanto estava em um trem numa estação do Kansas. Um funcionário de sua comitiva acolheu o bicho e o governante resolveu adotá-lo.
Lagarto
O réptil foi chamado de Bill por conta de uma história de Lewis Carroll e também era conhecido como sapo de chifres
Calibas/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Outro pet peculiar de Theodore Roosevelt foi um lagarto trazido da Califórnia que recebeu o nome de Bill.
Hiena
O presidente permitiu que a hiena morasse na Casa Branca por um tempo e até ensinou alguns truques a ela, que, na verdade, era um macho chamado Bill
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Conhecendo o amor da família Roosevelt pelos animais, os líderes diplomáticos começaram a enviar bichos exóticos como presentes. 
Entre eles estava uma hiena também chamada Bill, enviada pelo imperador Menelik II da Etiópia. O animal viveu por algum tempo na propriedade e depois foi para o Zoológico Nacional. O monarca também enviou leões ao presidente, mas que não chegaram a morar na Casa Branca.
Lince
Um lince não foi o pet mais incomum do presidente Calvin Coolidge
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O presidente Calvin Coolidge (1923–1929) e sua esposa também tiveram uma grande variedade de pets durante seu tempo na Casa Branca. Alguns animais o eram tradicionais — cachorros, gatos, pássaros — enquanto outros eram bem mais exóticos. 
O presidente ganhou um lince chamado Smoky da Great Smoky Mountains Association. O animal viveu por algum tempo na casa e depois foi enviado para viver no Zoológico Nacional. Outro pet peculiar de Coolidge foi um hipopótamo pigmeu, mas esse não chegou a viver na mansão presidencial.
Guaxinim
Dizem que Calvin Coolidge também adotou outro guaxinim para fazer companhia a Rebecca
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Calvin Coolidge também tinha uma guaxinim como pet na Casa Branca, chamada Rebecca. Ela participava regularmente dos eventos da residência oficial a e até tinha uma coleira que dizia: White House Raccoon (Guaxinim da Casa Branca).
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Unsplash/ Karolina Wv/ Creative Commons
Para muitos tutores, saber se o cachorro vai crescer muito é uma informação de suma importância. Afinal de contas, nem todo mundo dispõe de uma casa espaçosa, com jardim disponível para corridas e brincadeiras, ou transportes que comportem animais grandes. 
Mas a verdade é que estimar o tamanho do animal só é possível se esse pertence a uma raça específica cujo porte médio é conhecido, ou se é um SRD cujos ambos os pais são cães de raça. 
A professora Liliane Willi Monteiro, médica-veterinária, doutora em clínica e reprodução animal pela UFF, explica:
“Se tenho um cão SRD que é uma mistura de rottweiler com pastor alemão, é claro que esse animal será, no mínimo, de porte médio ou grande. Caso eu não saiba da origem dessa cobertura, é possível ter noção através da progênie — ou seja, se basear pelos pais”.
Ainda assim, trata-se apenas de uma estimativa, uma vez que cães de uma mesma raça podem apresentar tamanhos diferentes em uma mesma ninhada.
Existe um cálculo para estimar o crescimento do cão?
Há um cálculo conhecido para estimar o crescimento de um cão em um ano, em que o peso do bicho é dividido por sua idade em semanas, e depois multiplicado por um ano (52 semanas).
No mais, essa fórmula não é consenso entre os especialistas. Em vez dela, vale pensar nas referências de peso durante a fase neonatal. 
“Nesta fase, cães de pequeno porte ganham de 100 a 200 g por semana. Os de porte médio ganham de 200 a 300 g, os de porte grande ganham de 400 a 500 g, e os gigantes ganham 700 g por semana”, explica Eliana de Farias, médica-veterinária que atua com clínica médica, neonatologia e pediatria veterinária.
Cães de grande porte ganham de 400 a 500 g por semana quando filhotes
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Ela comenta ainda que existem variações nesses parâmetros conforme a composição corporal do animal, como, por exemplo, animais pequenos com pernas mais longas, ou aqueles que são mais baixos e largos. “Mas esse é um dos pontos que usamos para estimar o tamanho e o peso quando adulto.”
Como saber se o cachorro vai crescer muito pela pata?
A partir dos seis meses, outros fatores podem auxiliar nessa estimativa, como a estrutura óssea, a dentição e o tamanho da pata. 
“Normalmente, cachorros de porte grande, mesmo filhotes, costumam ter as patas grandes, então estimamos o porte pelo tamanho das patas”, diz Carolina Llanos, médica-veterinária com atuação em clínicas de pequenos animais.
Estimar o tamanho do animal pela pata não funciona em algumas raças, como o basset hound, cujo tamanho de patas não é proporcional à altura e peso
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No entanto, animais gigantes continuam crescendo após os seis primeiros meses, e a ideia não se aplica para cães de raças como dachshund e basset hound ou mestiços delas, que possuem patas grandes — o que não reflete a progressão de crescimento em altura e peso. Eles tendem a ser, no máximo, de porte médio.
Outros exemplos são border collie e buldogue, que têm patas grandes para o seu tamanho.
“Não existe uma tabela ou um cálculo preciso pelas diferenças genéticas, fatores nutricionais, existência de diversos portes e doenças congênitas que influenciam no crescimento. O ideal é avaliar todos os marcadores anatômicos para elaborar uma projeção mais acertada”, diz Eliana.
O tamanho dos pais influencia no porte do cão?
Algumas pessoas acreditam que filhotes fêmeas alcançarão o tamanho da mãe, enquanto filhotes machos chegarão ao tamanho do pai na fase adulta. Esse raciocínio, contudo, está errado.
Segundo Eliana, o tamanho dos progenitores influencia, mas de outra forma. “Normalmente, há uma tendência para quem é maior, seja pai, seja mãe. Mas pode acontecer do filhote ficar em um tamanho intermediário.” 
Cães machos geralmente são maiores que fêmeas dentro de uma mesma raça
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Assim, saber o tamanho dos pais é fundamental. “Um cachorro nunca será maior que o seu progenitor”, destaca Carolina.
Em se tratando de gênero, é importante dizer também que machos tendem a ser maiores que as fêmeas de uma mesma raça.
Até quando um cachorro vira-lata cresce?
No caso de cães SRDs, estimar o tamanho será possível a partir da avaliação do porte de seus pais, se possível. Caso contrário, é preciso analisar o peso do bicho enquanto filhote.
“Normalmente, os cães têm um crescimento bastante rápido até os seis ou oito meses. Depois, é um pouco mais lento. Os cachorros SRDs que ficarão em um maior porte apresentarão um crescimento muito maior nessa fase, dobrando de peso a cada mês”, diz Liliane.
Portanto, aqueles bichos que evoluírem rapidamente nessa faixa etária acabam denunciando um tamanho grande na fase adulta.
No caso de SRDs, a melhor maneira de estimar o tamanho é a partir do tamanho dos pais e avaliação do peso enquanto filhote
Unsplash/ Ryan Christodoulou/ Creative Commons
Por que você deve adotar um cão de grande porte
Segundo Gabriel Chaves, fundador do abrigo Casa do Vira-Lata, cães de maior porte têm mais dificuldade de serem adotados justamente pelo senso comum de que bichos grandes precisam de espaços mais amplos.
“Mas o que define isso é o temperamento do animal. Existem cães de pequeno e médio porte que precisam de espaço também devido ao comportamento mais agitado.”
Cachorros de grande porte têm mais dificuldade de serem adotados em abrigos e ONGs
Unsplash/ Simon Moog/ Creative Commons
Segundo ele, cães de porte médio e grande, principalmente adultos, são mais tranquilos e adoram ser a companhia dentro de casa. Além disso, independente do porte, todos eles precisam de passeios diários e estimulação mental e física.
Como dica para pessoas que pensam em adotar, Gabriel sugere buscar diretamente os animais adultos, que sofrem com uma menor taxa de adoção:
“Eles já vêm 'pré-definidos' e não crescem mais. O abrigo também pode passar um pouco do histórico do bicho para a família ter uma ideia de como ele é”.
Ele lembra, porém, que estamos falando de seres vivos e que nada é definitivo. “Eles são cheios de sentimentos mutáveis e o comportamento é relativo. O ideal é adotar de coração aberto, ciente dos desafios e convicto que eles são para sempre em nossas vidas”, finaliza.
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Ylanite Koppens/ Pexels/ Creative Commons
Um levantamento feito a partir de um programa de cuidados a animais com doenças crônicas — oferecido por um ecossistema de serviços pet — revelou algumas das patologias mais comuns em cães e gatos relatadas por tutores de seus pacientes.
Os dados, divulgados em primeira mão pelo Vida de Bicho, incluem a incidência de doenças crônicas de 158 pets que utilizam o serviço, que está funcionando há 8 meses. De acordo com o levantamento, 21% dos pets são cardiopatas, ou seja, possuem algum tipo de doença no coração. 
Em segundo lugar, com índice de 17%, estão as doenças renais e a síndrome de Cushing, também conhecida como hiperadrenocorticismo, que é caracterizado pelo excesso de cortisol prolongado no organismo por exposição excessiva a alguns medicamentos ou pela produção desregulada do próprio corpo.
Entre as doenças mais comuns estão diabetes, cardiopatias, doença renal crônica, dermatite atópica e leucemia viral felina (FELV)
Pixabay/ Pexels/ Creative Commons
Ocorrendo em 16% dos casos, estão diabetes e dermatite atópica. Em seguida aparece a doença de disco intervertebral, mais conhecida como hérnia de disco, que acomete 13% dos animais do programa. Já a leucemia viral felina (FELV) representa 33% dos gatos que estão sendo acompanhados. 
O levantamento ainda destaca outras enfermidades menos comuns, mas que apresentaram crescimento entre os animais: doenças neurológicas, como a epilepsia, porque são difíceis de diagnosticar, e doenças articulares, que aparecem junto a outros diagnósticos, dificultando o controle. 
Em relação à gravidade apresentada pela condição de saúde dos animais, 15% dos pets acompanhados possuem doenças de baixo risco, 22% de médio risco e 63% de alto risco. 
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Reprodução / TikTok @a.nafarah
Ana, que atende como a.nafarah na rede social TikTok, tem apenas 731 seguidores. Contudo, há dois dias um vídeo dela e de seu gato Tom viralizou na rede social e já foi visto por mais de 556 mil pessoas. 
Contrariando a fama de independente e até mesmo sem apego dos gatos, Tom não consegue ficar longe de Ana nem mesmo quando ela vai tomar banho. Sabendo dos hábitos do bichano, na última quinta-feira (27), Ana resolveu filmar a situação e dividir com seus seguidores. 
No vídeo é possível ver Ana pendurando a toalha no box do banheiro e abrindo o chuveiro, quando o animal surge, pula sobre o vaso e alcança o topo do box, onde fica para esperar a tutora tomar banho. 
Diante da cena, Ana diz: “Cara, isso não é nada saudável, nada!”. Ao legendar o vídeo a tutora escreve: “Dependência emocional de Tom”.  Confira a publicação abaixo. 
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Dependência emocional
Nos comentários, diversos tutores disseram que seus gatos também possuem comportamento parecido. Eu sua última coluna, publicada no dia 25 de abril em Vida de Bicho, a médica-veterinária e colunista Sabina Scardua explicou um pouco sobre o que leva à dependência emocional nos animais. 
“Ser a figura de apego do animal é ser sua âncora no mundo, para que ele, a partir de uma base forte e amorosa, possa aprender coisas novas e se expressar, com uma personalidade equilibrada e saudável. Mas nem tudo são flores nesse processo de vinculação e muitas coisas podem dar errado, desencadeando ansiedade e dependência emocional. O que será difícil reverter sem tratamento adequado”, explicou.
Ainda segundo Sabina, apesar da genética e história de vida do animal influenciarem na tendência a ser ansioso e dependente, a postura do tutor é fundamental. Assim, ela dá as seguintes dicas para que o pet não se torne dependente emocionalmente. 
• Elogie quando ele brinca sozinho, quando se retira para deitar longe de você, quando está calmo sem te solicitar. Elogie e reforce todos os comportamentos calmos e independentes;
• Na hora da comida, não fale nada, sirva e dê espaço para o pet. Não elogie que comeu tudo. Não peça para comer;
• No caso dos cães, sempre tenha um cantinho do xixi em casa, evite que o cão fique dependente do passeio para as necessidades fisiológicas;
• Não fique vigiando o que o pet está fazendo quando ele não está na sua vista.
Leia mais  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/Egd-mbUdYOFRoAAL23II9lu5Duk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/7/z/PzVfaDQYa5t0xBgE3AiQ/gato-espera-tutora-tomar-ba.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Sat, 29 Apr 2023 17:20:26 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Foto de pássaros em ‘briga de casal’ vence concurso de fotografia</title>  <atom:subtitle>Batizada de “Cenas de um casamento”, a imagem ganhou o prêmio de melhor fotografia do “GDT Nature Photographer of the Year 2023”</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/foto-de-passaros-em-briga-de-casal-vence-concurso-de-fotografia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/foto-de-passaros-em-briga-de-casal-vence-concurso-de-fotografia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/cqDvQlJLVH-g86UAFLgGCIjK1aw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/w/4/3k8ysdTnmCj9fVwBw3rw/concurso-fotografia-vencedo.jpg" /><br /> ]]>    Batizada de “Cenas de um casamento”, a imagem venceu o prêmio de melhor fotografia e da categoria Natureza Urbana
Silke Hüttche| GDT Nature Photographer of the Year 2023 / Reprodução Facebook Silke Hüttche
Uma fotografia de dois pássaros em um poste de eletricidade olhando em direções opostas foi eleita a foto do ano no “GDT Nature Photographer of the Year 2023”. O prêmio, organizado pela Sociedade Alemã de Fotografia e Natureza, contou com a participação de 7 mil imagens, de 424 membros, de 13 países. 
Batizada de “Cenas de um casamento”, a imagem vencedora foi clicada pela fotógrafa alemã Silke Hüttche, de 58 anos de idade, que foi apenas a segunda mulher a vencer o concurso em 51 anos de existência do prêmio. 
"Tenho o hábito de procurar pássaros constantemente onde quer que eu esteja. Então, sempre que passo por este poste de eletricidade, olho para cima, pois sempre há algum tipo de pássaro pousado lá. Como foi o caso neste dia um tanto monótono de setembro de 2021, quando olhei para cima e vi um pássaro parado ali em uma ponta e logo depois um segundo chegando para pousar na ponta oposta”, disse em depoimento ao concurso, a vencedora. 
“Isso parecia ficar emocionante - os dois eram um par ou rivais? Esperando por algumas fotos cheias de ação, peguei minha câmera e esperei. Inicialmente, meu desejo era algum tipo de interação entre eles. Mas eles pareciam não ter nada a dizer um ao outro e ficavam olhando em direções opostas. No final, fiquei fascinada com essa cena de perfeita simetria e, felizmente, os dois pássaros permaneceram parados por tempo suficiente até que eu tivesse a imagem que queria", concluiu Slike.
Outros vencedores
Além de foto do ano, o concurso conta com outras sete categorias, sendo três dedicadas exclusivamente aos animais: Aves, Mamíferos, Outros Animais, Plantas e Fungos, Paisagens, Estúdio da Natureza e Natureza Urbana, que também foi vencida pela foto de Slike. 
Abaixo, veja as fotos vencedoras das categorias de Aves, Mamíferos e Outros Animais. 
"Perdiz Cinzenta" foi a vencedora da categoria Aves
Christian Höfs | GDT Nature Fotógrafo do Ano 2023 / Reprodução Facebook GDT
A fotografia "Observador" foi a vencedora na categoria Mamíferos
Jens Cullmann | GDT Nature Fotógrafo do Ano 2023 / Reprodução GDT
‘Filigree Along the Stalk" foi a vencedora na categoria Outros Animais
Sebastian Vogel | GDT Nature Fotógrafo do Ano 2023 / Reprodução GDT
Leia mais  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/cqDvQlJLVH-g86UAFLgGCIjK1aw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/w/4/3k8ysdTnmCj9fVwBw3rw/concurso-fotografia-vencedo.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Sat, 29 Apr 2023 15:54:55 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>5 dicas para tornar um passeador de cães — não basta só gostar de pets!</title>  <atom:subtitle>Especialistas revelam quais são as habilidades necessárias para essa profissão e dão dicas de como divulgar o trabalho</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/5-dicas-para-tornar-um-passeador-de-caes-nao-basta-so-gostar-de-pets.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/5-dicas-para-tornar-um-passeador-de-caes-nao-basta-so-gostar-de-pets.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/a1pMIR8kMdEPKOw75vbOwIlI4EE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/p/X/6b1QQvQMaYACePU4AjFg/5-dicas-de-como-se-tornar-um-passeador-de-caes.png" /><br /> ]]>    É importante o passeador construir uma relação de confiança com o pet 
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Um bom passeador de cães é aquele que estuda, cada vez mais, o comportamento canino, a fim de deixar o pet seguro e alegre durante a caminhada. Além disso, esse profissional precisa prever algumas situações de risco e saber como proceder em cada uma delas.
Embora não seja obrigatória nenhuma qualificação específica para exercer a profissão, a médica-veterinária Ana Gabriela Azevedo compartilha algumas recomendações. 
Ela explica que o ideal é a pessoa buscar por cursos profissionalizantes, baseados em conceitos científicos de saúde e bem-estar animal, pois, assim, estará bem preparada para lidar com os diferentes perfis de cães. 
Confira 5 habilidades importantes para os profissionais da área!
1. Gostar de cachorros e ter paciência para lidar com a espécie 
Muitas pessoas gostam de cães, mas não conseguem lidar com diferentes comportamentos e perfis de pets. 
Segundo o passeador Felipe Nascimento, que atua na área há 6 anos, o dog walker deve ter comprometimento com o cão, construindo, gradualmente, uma relação de confiança. Dessa forma, o passeio será um momento feliz e de diversão para o animal.
Os peludos são muito sensíveis, então, se o profissional estiver estressado ou com falta de paciência, eles sentirão essa energia, canalizando os sentimentos negativos pelo resto do dia, explica Sabina Scardua, médica-veterinária comportamentalista e colunista do Vida de Bicho.
O dog walker precisa gostar de cães e ter paciência, pois cada um tem uma personalidade diferente
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2. Flexibilidade
Essa habilidade não pode faltar, porque esse trabalho é inconstante e não necessariamente segue uma rotina, conforme o adestrador Leonardo Villa Verde, que atua em uma empresa de passeio.
“Nenhum passeio é igual ao outro. As ruas mudam, os cães também e os horários dos passeios são variáveis.”
3. Responsabilidade e atenção
A responsabilidade e a capacidade de manter o foco durante a caminhada é crucial para esta profissão, pois qualquer distração pode custar a vida do pet.
O dog walker precisa checar as guias e o peitoral de todos os peludos, explica Ana Gabriela. Nesse momento, vale conferir duas vezes para que nenhuma delas se solte no meio do caminho, implicando na fuga dos peludos. 
A especialista ainda reforça que é preciso ficar de olho na postura e disposição do animal, a fim de evitar exposições desnecessárias e perigosas para pessoas ou outros bichos.  
É muito importante que o profissional averigue o padrão comportamental do pet e como ele reage em certas situações. Isso evitará uma série de riscos durante a atividade. 
O comprometimento e a responsabilidade trazem reconhecimento e credibilidade para o dog walker, fazendo com que as pessoas confiem mais nele, aumentando a cartela de cliente consequentemente, ressalta Leonardo. 
O passeador de cães precisa checar a guia e o peitoral antes do passeio, a fim de evitar fugas
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4. Conhecimento sobre raças
Segundo um estudo da cientista Elinor Karlsson, que há anos pesquisa as bases genéticas do comportamento canino, a raça de um cão não diz muito sobre sua personalidade.
Contudo, o conhecimento de raças é importante para o dog walker saber quais são os problemas de saúde em comum entre os cães, por exemplo: os pets braquicefálicos, aqueles com o focinho achatado, têm dificuldade para respirar, por isso, merecem uma atenção especial durante o passeio. 
De acordo com Leonardo, para o profissional se destacar, ele deve se informar sobre o universo canino, inclusive sobre raças. 
5. Preparo físico e habilidade com primeiros socorros
A rotina de trabalho dessa profissão envolve muita caminhada. Logo, o dog walker precisa ter um bom preparo físico, pontua Ana Gabriela. Longos passeios durante o período da manhã, tarde e noite exigem disposição e cuidados com a saúde. 
Ademais, a pessoa também precisa saber um pouco de primeiros socorros. Esse conhecimento pode ser extremamente útil em situações graves, como acidentes automobilísticos, convulsões, falta de ar, desmaios, envenenamentos e mordidas. Para descobrir como proceder em cada um desses casos, clique aqui. 
Com quantos cães o dog walker pode passear?
Esse é um questionamento comum e um ponto de atenção na profissão. Felipe explica que o passeador jamais deve caminhar com uma grande quantidade de pets, pois isso torna o passeio desagradável e perigoso para a pessoa e os animais. 
“A boa prática sugere grupos de no máximo três ou quatro cães, nivelados, preferencialmente, por porte e faixa etária”, diz Ana Gabriela. 
Mas outras questões também devem ser consideradas, como a compatibilidade de energia física dos cães. 
“Isso é importante na hora de passear em matilha. Também precisamos entender se todos os pets estão em harmonia ou não. Analisar o perfil do dog walker  também é necessário. Às vezes, com um cão a pessoa já passa perrengue”, diz Leonardo.
No começo da profissão, é preciso iniciar lentamente, acompanhado de apenas um animal e depois testar adicionar outro. Ver a afinidade entre os peludos é imprescindível antes de começar o passeio. 
O dog walker precisa ter um bom preparo físico para aguentar longas caminhadas
Canva/ Creative Commons
Como crescer na área
A internet funciona para validar aquilo que já é realizado, trazendo confiança para o público e futuros clientes. Estar ativo no máximo de canais possíveis, como Instagram e TikTok, mostrando o dia a dia da profissão é uma forma de disseminar qualquer trabalho. 
“Apesar das mídias sociais, o maior marketing é um serviço bem feito, pois isso transforma o cliente em uma espécie de promoter do nosso trabalho. O boca a boca é sempre o nosso melhor amigo”, diz Leonardo.
Outra opção são os aplicativos de filiação, que oferecem uma cartela de clientes e treinamento de pessoas interessadas.  
Hoje em dia, os cães são tratados como membros da família, por isso, os tutores buscam trazer saúde e bem-estar aos peludos. Consequentemente, a profissão de dog walker é cada vez mais requisitada. 
Esse trabalho é uma opção para quem quer empreender no ramo ou para uma pessoa que tem afinidade com pets, busca conhecimentos sobre o mundo animal e precisa de uma renda extra.  
Leia mais
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Freepik/ Creative Commons
Transportar o pet pode ser desafiador para o tutor que não tem carro, dada a emergência de algumas situações (ida ao médico-veterinário, por exemplo) e a preferência por um maior conforto durante o deslocamento. Felizmente, o mercado hoje oferece opções de viagens em transportes privados ou de caronas que permitem levar o animal junto ao responsável – leia aqui sobre os protocolos dos principais aplicativos.
Essas políticas cobrem deslocamentos curtos, como viagens dentro de uma mesma cidade. Mas e quando é necessário levar o bicho de uma cidade para outra? Alguns aplicativos fornecem esse serviço, e conversamos com as equipes para entender como funciona cada viagem. 
Antes de mais nada, porém, é importante verificar o que dizem as normas nacionais sobre o transporte de pets em veículos. 
O que diz o Código de Trânsito Brasileiro?
Atualmente, não há uma legislação federal específica sobre como deve ocorrer o transporte de animais em veículos. No mais, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) proíbe transportá-los à esquerda do motorista ou entre seus braços ou pernas. A infração para este caso é de quatro pontos na habilitação e multa no valor de R$ 85,13.
Conforme o artigo 235, o transporte de animais também não pode ser feito na parte externa do veículo — como no capô, caçamba, para-choques e portas, por exemplo. A infração é grave e o condutor autuado recebe cinco pontos na habilitação, além de multa de R$ 127,69 e medida administrativa (retenção do veículo para transbordo).
Todos os motoristas parceiros de app devem estar atentos às normas do CTB, o que já restringe a forma como eles devem aceitar ou orientar o transporte de pets de seus passageiros.
É permitido levar cão-guia em qualquer carro?
Por lei, cães-guias podem acompanhar os seus tutores em todos os meios de transporte de uso público e privados de uso coletivo
Unsplash/ Matt Seymour/ Creative Commons
De acordo com a Lei N° 11.126/05, é assegurado à pessoa com deficiência visual acompanhada de cão-guia o direito de ingressar e de permanecer com o animal em todos os meios de transporte e em estabelecimentos abertos ao público, de uso público e privados de uso coletivo, desde que observadas as condições impostas pela legislação.
Desta forma, o cão-guia é liberado para acompanhar o assistido em meios de transporte convencionais – ônibus, aviões, trens. No mais, a Lei é de 2005, quando ainda não existiam plataformas como Uber, 99 e Blablacar. 
Em 2018, houve o início da vigência da Lei N° 13.640/18, que regulamentou esse transporte por aplicativo e conceitua a modalidade como "transporte remunerado privado individual de passageiros". Ou seja, trata-se de uma categoria diferente daquela descrita pela legislação que garante os direitos da pessoa com deficiência visual.
"Nesse sentido, não há aplicabilidade dessa lei de 2005 aos carros por aplicativo", explica a advogada Erika Dantas, pós-graduada em Direito Animal pela Universidade de Lisboa.
Na prática, contudo, muitos entendem que a negação em conduzir uma pessoa com deficiência visual e seu cão-guia seria um ferimento à Lei Lei N° 11.126/05, e, por consequência, um crime.
Segundo a advogada Diana Serpe, a proibição se enquadra em discriminação da pessoa com deficiência.  
"A Lei determina que cães-guias são autorizados a acompanharem os seus donos em qualquer lugar. Caso não seja cumprida, pode haver condenação de indenização na esfera civil."
Em 2018, por exemplo, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal condenou a Uber e um de seus motoristas a pagarem, solidariamente, indenização a uma pessoa com deficiência visual por recusa em transportar o seu cão-guia. À época, o motorista teria alegado que o cachorro sujaria o carro.
Mas o juiz de direito entendeu que a rejeição feria a Lei N° 11.126/05 e expunha o consumidor a uma situação constrangedora, o que tipifica como dano moral indenizável. A parte julgada foi inicialmente condenada a pagar R$ 10 mil pelo Juizado Especial Cível de Brasília, mas o valor foi reduzido para R$ 2 mil na segunda instância pela Turma Recursal dos Juizados Especiais.
Diante da jurisprudência que decorre de algumas decisões judiciais, muitas das plataformas que oferecem esse tipo de serviço determinam o transporte do cão-guia como obrigação por parte da condutor. 
Entenda abaixo como as empresas se posicionam a respeito do tema e outras questões:
Como pedir Uber que aceita pet?
A Uber já contou com uma categoria específica para o transporte de animais, a Uber PET, em que o carro já contava com o protetor para o banco. Hoje a proposta não existe mais, e a empresa declarou que todos os serviços são pet friendly, sendo todos os bichos bem-vindos nos carros.
A Uber não disponibilizou um porta-voz para comentar os questionamentos feitos pelo Vida de Bicho sobre transporte de pets. Em vez disso, disponibilizou um guia em seu site, que elucida possíveis dúvidas e orientações sobre o tema:
“De acordo com as leis locais e federais, os animais de serviço podem acompanhar os passageiros em qualquer viagem.
Se você planeja viajar com um animal de estimação, que não seja um animal de serviço, recomendamos que entre em contato com o seu motorista antes da viagem. Use seu aplicativo para enviar uma mensagem de texto ou ligar para ele e avisar que você gostaria de levar um animal de estimação.
Por favor, ajude os motoristas parceiros a manter os veículos limpos para os demais passageiros, trazendo uma caixa de transporte ou um cobertor para reduzir o risco de danos ou sujeira. Alguns motoristas podem ter um cobertor no porta-malas". 
O ideal é que o animal esteja dentro de uma caixa de transporte ou assegurado por cinto de segurança
Freepik/ CreativeCommons
No caso de viagens intermunicipais, consideradas longas pela empresa, há ainda outra orientação: por gentileza, deve-se informar ao motorista a natureza do deslocamento. 
Além disso, os motoristas devem saber que, após quatro horas de viagem, pode haver uma interrupção automática precedida por uma notificação no app dos motoristas. Caso o passageiro deseje continuar após a interrupção, deve solicitar uma nova viagem – como a pessoa que está dirigindo será a mais próxima a receber a solicitação, eles serão novamente conectados.
Confira aqui todas as orientações referentes a viagens longas com a Uber.
Pode levar animal no BlaBlaCar?
A Blablacar, por sua vez, disponibiliza um filtro na busca de viagens em que o passageiro pode selecionar aqueles condutores predispostos a transportar animais. A escolha fica nas mãos do condutor, então a sugestão da empresa é que o usuário em busca de carona faça uso deste filtro.
"Esse transporte deve sempre ser informado por quem solicita a carona (responsável por levar os equipamentos e documentos necessários), e aceito pelo proprietário do veículo. Dependendo do tamanho do pet, o passageiro precisa reservar um lugar à parte", informa Tatiana Mattos, head Brasil para a empresa.
A exceção é para cães-guia, cujo transporte é obrigado por lei, segundo o entendimento da plataforma. Já o de animais de assistência emocional precisa ser autorizado pelo condutor do veículo.
Tatiana também sugere que o passageiro realize o transporte em equipamentos adequados, como caixas, cadeirinhas e cinto de segurança especial, a fim de evitar punições ao condutor previstas no Código de Trânsito Brasileiro relacionadas ao transporte irregular de animais.
Muitos motoristas já se preparam para a possibilidade de levar um pet, guardando um cobertor no porta-malas, por exemplo
Flickr/ Taro the Shiba Inu/ CreativeCommons
Quanto às eventuais sujeiras devido à presença do animal, a empresa aconselha a seus usuários ter consideração pelos companheiros de carona, respeitar as suas preferências e zelar pela limpeza. 
"Estar com os equipamentos adequados durante a viagem ajuda a evitar imprevistos desse tipo, que, caso ocorram e envolvam eventuais custos ao proprietário do veículo, podem ser solucionados diretamente entre o condutor e o passageiro, por meio de uma conversa", diz Tatiana.
Segundo ela, as avaliações também são uma poderosa ferramenta para se construir um ambiente cada vez mais amigável e confiável, por isso é estimulado que as pessoas compartilhem suas experiências.
"Possibilitamos, ainda, que o usuário entre em contato diretamente conosco para reportar qualquer experiência ruim."
Como pedir 99 para pet?
Com a 99 Táxi, o protocolo é similar: o passageiro deve sinalizar previamente, via chat, ao motorista que deseja transportar o pet consigo. Ele terá a liberdade de aceitar ou não o animal, inclusive aqueles de assistência emocional. 
Pensando em facilitar o transporte seguro e agradável, a empresa criou um Guia da Comunidade em parceria com o Instituto Ethos, que dispõe de algumas orientações para evitar possíveis ruídos de comunicação entre motoristas e passageiros. 
Entre as dicas fornecidas pelo documento, estão sempre garantir que o pet esteja acompanhado pelos tutores e devidamente acomodados em uma caixa de transporte, bolsa ou cadeirinha. Além disso, não é permitido o transporte de animais domésticos na categoria 99Moto ou desacompanhados de seus donos.
No caso de cães-guia, a 99 entende que o transporte é obrigatório e assegurado por lei.
O Guia da Comunidade da 99 está presente no site do 99App ou no aplicativo. Para conferi-lo, clique aqui.
Como viajar com animais no InDriver
A InDrive oferece um serviço próprio para a categoria "cidade a cidade" – ou seja, viagens intermunicipais em todo o Brasil. A diferença desta para as outras empresas é que, aqui, o serviço não tem o seu valor debitado automaticamente mediante uma solicitação.
Do contrário, trata-se de uma "oferta em tempo real", em que o passageiro faz uma oferta de preço pelo deslocamento pretendido, e o motorista pode negociar com uma contraproposta.
"Tudo no aplicativo em termos de serviço funciona assim, por meio de uma negociação direta entre passageiro e motorista. Como eu negocio tudo diretamente com o motorista, fica até mais fácil de colocar, sobre a minha viagem, algumas condições", explica Leandro Volcov, gerente de Relações Públicas da inDrive no Brasil.
Mesmo no caso de animais de assistência emocional, é recomendado questionar ao condutor se o transporte é permitido
Freepik/ Creative Commons
Essas condições incluem o transporte de pets, que deve ser informado na negociação via chat de observações. Assim, fica com o motorista a opção de aceitar ou não.
"O que recomendamos para todos os usuários é: verifique as condições de viagem diretamente nesse contato e negocie a melhor forma de fazer a viagem", diz Leandro.
Segundo ele, o time de atendimento aos motoristas informou que o comum é que eles aceitem fazer a viagem com os animais, visto que muitos têm os seus próprios pets e, muitas vezes, já têm o carro preparado para acomodar os tutores e seus bichos.
"Não temos uma política específica porque gostamos de dar a liberdade para as pessoas poderem negociar da melhor forma possível. Mas é preciso haver uma harmonia entre as partes: o motorista deve entender a necessidade do passageiro e alocar bem ele e seu pet; e o passageiro precisa entender que, se é um pet que não se comporta muito bem durante a viagem, deve ser levado na coleira ou no colo, e de maneira que não atrapalhe a visão do motorista." 
Quanto aos cães-guia e animais de assistência emocional, a recomendação da empresa segue sendo que o motorista os aceite e os acomode da melhor forma.
MeBusca aceita pets?
No MeBusca, também não há um serviço específico para o transporte de pets. No mais, os motoristas são treinados para atender as necessidades dos passageiros da melhor forma.
Segundo o diretor executivo Marcelo Caires, muitos deles disponibilizam caixa de transporte para cães de pequeno e médio porte.
"Outro pet muito transportado nos finais de semana são aves legalizadas que participam de torneios. Todos os motoristas recebem treinamento para fazer o transporte."
A orientação, segundo Marcelo, é que na solicitação da viagem o cliente informe sobre o animal que pretende transportar. Caso o motorista não consiga atender a necessidade, a corrida será direcionada para outro parceiro.
O diretor executivo informa também que a categoria "Compras" oferece veículos maiores, capazes de atender melhor a necessidade de um tutor cujo pet é de porte grande, por exemplo.
Pets de grande porte podem necessitar de condições mais favoráveis ao seu transporte. No caso do MeBusca, a categoria "Compras" oferece carros maiores, que provavelmente garantirão um maior conforto para o bicho
Unsplash/ James Frewin/ Creative Commons
O ideal é que todos os animais estejam em suas respectivas caixas de transporte para assegurar a própria segurança, além de proteger passageiros e motorista. 
Pelos residuais nas dependências do carro são considerados normais, e por isso a empresa não cobra nenhuma tarifa adicional. Já quanto às eventuais sujeiras por parte do pet, o MeBusca oferece a lavagem dos veículos de forma gratuita para todos os motoristas.
Por fim, para viagem de cães-guia e pets de assistência emocional, as orientações seguem as mesmas.
Como funciona o 7Move?
O 7Move é um app de mobilidade urbana que opera na região metropolitana de Belo Horizonte. Segundo Lindomar Castilho, CEO da plataforma, o serviço para transporte de pets está sendo estudado.
"Será uma modalidade diferente das existentes, com um valor distinto, visto que se estará transportando uma vida privilegiada para o tutor, e também devido a eventuais acontecimentos como sujeira durante o transporte."
Atualmente, portanto, a decisão final sobre o transporte de quaisquer animais fica a cargo do condutor. Mas Lindomar promete que temas como necessidade da caixa de transporte, valores diferenciados e espécies permitidas serão endereçados em breve, numa futura implementação do segmento pet como tipo de transporte.
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Freepik/ Creative Commons
A saúde bucal é um fator que merece atenção nos pets desde filhotes. A falta de cuidado é a principal fonte da formação de placas bacterianas que podem levar à necessidade de realizar a limpeza de tártaro.
O acúmulo dessas placas tem como consequência a doença periodontal, que afeta cerca de 80% dos cães com mais de 3 anos, conforme um estudo sueco publicado na revista científica Frontiers in Veterinary Science.
Apesar de ser comum em cães, muitos tutores ainda têm diversas dúvidas sobre como cuidar dos dentes dos pets. A limpeza de tártaro, por exemplo, faz parte do tratamento periodontal. 
Como funciona a limpeza de tártaro?
Segundo a médica-veterinária Mariana Lage Marques, antes do procedimento, é necessário que o odontologista realize radiografias intraorais de todos os dentes. 
Depois, durante a cirurgia, o profissional avaliará cada dente em particular com materiais próprios, e realizará a limpeza do cálculo dentário — ou seja, do tártaro —, finalizando com um polimento com flúor.
“Caso algum dente nas radiografias ou na avaliação esteja comprometido, são consideradas as opções de tratamento, como, por exemplo, extração ou canal”, explica Mariana. 
Mas algo destacado por Daniel Ferro, professor e coordenador do curso de especialização em Odontologia Veterinária da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa-SP), é que o tártaro não serve como parâmetro de níveis de gravidade da doença periodontal.
“Às vezes, existem animais que nem possuem tanto tártaro e têm um problema periodontal mais grave do que um com muito cálculo nos dentes”, pontua.
Quando a limpeza de tártaro é indicada?
Conforme especialistas, a partir de 1 ano de vida, o animal deve ter o acompanhamento com um dentista veterinário. 
Já o tratamento que envolve a limpeza de tártaro deve ser feito quando o cachorro já possui um acúmulo considerável desse cálculo, que será avaliado pelo profissional, conforme a médica-veterinária especializada em odontologia, Kimberlly Cruz Nascimento. “O indicado é que o pet vá ao dentista veterinário pelo menos uma vez ao ano.”
Ela também destaca a necessidade do procedimento quando o animal desenvolver inflamação na gengiva.
O desenvolvimento da inflamação afeta os tecidos ao redor do dente
Freepik/ Creative Commons
O que o tártaro pode causar no cachorro?
Quando se trata da doença periodontal, a gengiva consegue se defender da infecção por um tempo, mas, depois, o problema começa a atingir a parte óssea, conforme explica Daniel. “Se nada for feito, esse osso vai sendo perdido ao longo dos meses e anos. Por isso existem animais de quatro ou cinco anos que já têm dente mole, e não é normal.”
Conforme Mariana, o acúmulo de tártaro pode afetar diversas partes do corpo, como o coração e os rins. Mas vale destacar que o principal vilão nesses casos é a progressão da doença periodontal.
Por isso, é importante que o responsável esteja atento a alguns sintomas que necessitam uma avaliação veterinária. Kimberlly cita os seguintes sinais: gengivas avermelhadas, sangramento no momento da escovação ou ao se alimentar, mau hálito, presença de nódulo, fratura dentária e dificuldade de mastigação.
Anestesia no procedimento: como funciona?
“Os tratamentos odontológicos não podem ser realizados sem anestesia geral”, destaca Daniel. Antes da aplicação do método por inalação, o animal passa por uma bateria de exames para identificar se ele está apto fisicamente para passar pelo procedimento. 
Quando o pet tem alguma condição cardíaca ou renal, por exemplo, dependendo do seu quadro, ele recebe medicamentos e períodos de preparo e recuperação diferentes.
Durante o procedimento com anestesia, o animal é monitorado o tempo todo
Freepik/ Creative Commons
Conforme Kimberlly, há três razões para essa necessidade. O primeiro se trata do bem-estar do paciente. “Os animais não entendem o que está acontecendo com eles. Por isso a anestesia é uma forma de promover conforto, pois provoca amnésia e o bicho se lembrará pouco daquele ‘momento ruim’ pelo qual passou.”
O segundo ponto está relacionado com a proteção das vias aéreas. “O equipamento que retira o tártaro libera água. Portanto, é extremamente importante a existência de algo protegendo a traqueia para evitar que esse líquido contaminado chegue ao pulmão. Por isso a entubação é indispensável.”
Por último, a anestesia diminui o tempo do procedimento porque o animal fica imóvel, facilitando sua realização.
Como funciona o pós-operatório da limpeza de tártaro?
A etapa após um procedimento odontológico depende dos tratamentos realizados. Conforme Kimberlly exemplifica, se foram feitas várias extrações, costuma-se orientar que o paciente coma alimentos mais amolecidos para evitar desconfortos. 
Dependendo dos casos, podem ser receitados analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos. Mas vale destacar que a dor é algo bem individual. “Geralmente, o pós-operatório é tranquilo com a maioria dos pets, mesmo os que necessitam de extração”, ela afirma.
Cães idosos podem fazer limpeza de tártaro?
Essa é uma dúvida que aflige muitos tutores, mas, segundo os especialistas, a idade não é um impeditivo. O que irá mudar é o tipo de avaliação anestésica. “Cada um terá um protocolo diferenciado.”
Inclusive, Kimberlly ressalta que mesmo nessa faixa etária, os cachorros devem realizar o tratamento, com base nos exames. 
Existem grupos de risco?
Tutores de cães braquicefálicos ou com alguma condição de saúde também podem ficar receosos em relação ao procedimento que envolve anestesia. Mas a orientação é a mesma com relação à idade: os exames irão indicar as melhores medidas.
Dependendo de cada paciente, o dentista veterinário pode recomendar um acompanhamento semestral
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“O animal braquicefálico tem alguns problemas respiratórios, mas, durante a anestesia geral, ele é entubado. Então, toda essa parte está protegida. É claro que tem outros cuidados, como o controle de temperatura”, explica Daniel. 
Algo apontado por Kimberlly é que os perigos anestésicos são individuais para cada pet. “Existem pacientes com maior risco do que outros, porém, hoje, há profissionais anestesistas especializados que são qualificados para montar protocolos seguros e ideais para cada um.”
Prevenção do tártaro em cães
Para evitar quadros mais graves na saúde bucal dos cachorros, a escovação diária com escova macia e pasta de dente veterinária é a peça-chave, como orienta Mariana. É possível até treinar o animal que mexer na boca dele não causa dor.
Para isso, Daniel orienta separar cinco ou dez minutos por dia, por até duas semanas, para tocar o lábio e a gengiva do animal. “Assim ele percebe que naquele horário terá essa atividade.”
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/QERjkiarOuquxhZ5mAl9Ei7Qm_k=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/S/b/vdieDlTlKX92KWUYj92A/limpeza-de-tartaro-em-caes-vidadebicho-1.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Sat, 29 Apr 2023 09:01:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>11 cuidados indispensáveis com cães e gatos durante o tempo seco</title>  <link>https://vidadebicho.globo.com/webstories/stories/2023/04/28/11-cuidados-indispensaveis-com-caes-e-gatos-durante-o-tempo-seco.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/webstories/stories/2023/04/28/11-cuidados-indispensaveis-com-caes-e-gatos-durante-o-tempo-seco.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/Ae1PyZhXRfT4cTzHx-QFCT6tRw8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/s/s/V6i2j0STGgLWQ8FbvKYA/dicas-para-acalmar-caes-e-gatos-1.jpg" /><br /> ]]>      </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/Ae1PyZhXRfT4cTzHx-QFCT6tRw8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/s/s/V6i2j0STGgLWQ8FbvKYA/dicas-para-acalmar-caes-e-gatos-1.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Fri, 28 Apr 2023 13:01:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Seu cachorro não quer comer? Saiba o que pode ser e como prevenir </title>  <atom:subtitle>Alterações comportamentais, ambientais e doenças podem acarretar perda de apetite. Descubra como evitar a situação!</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/vida-de-bicho-na-cbn/noticia/2023/04/seu-cachorro-nao-quer-comer-saiba-o-que-pode-ser-e-como-prevenir.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/vida-de-bicho-na-cbn/noticia/2023/04/seu-cachorro-nao-quer-comer-saiba-o-que-pode-ser-e-como-prevenir.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/seXxwYoff-SXdWrZTgt_i-14ol8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/1/9/hPAFm8SFSEFgjmbtBLTA/vidadebicho-no-estudio-cbn-27-abril-2023.jpg" /><br /> ]]>    O Estúdio CBN desta quinta-feira foi apresentado por Tatiana Vasconcelos e Marcella Lourenzetto. A repórter Isadora Moraes participou em nome do Vida de Bicho
CBN/ Reprodução
Muitos tutores acham que o cão parou de comer porque simplesmente enjoou da ração, mas isso é mito! A perda de apetite pode ser um sinal de doenças bacterianas e virais, fatores ligados às raças, ansiedade e depressão. 
Isadora Moraes, repórter do site, explica tudo sobre o tema na coluna Vida de Bicho, do Estúdio CBN, desta quinta-feira (27). Confira:
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Aprenda mais sobre os ornitorrincos com a lista abaixo em que apresentamos 17 fatos interessantes sobre a espécie.
Ornitorrincos são alguns dos mamíferos mais peculiares que existem
 Meg Jerrard/ Pexels/ Creative Commons
1. É um animal da Oceania
Os ornitorrincos são animais semi-aquáticos que vivem nas áreas costeiras e de água doce da Austrália e da Tasmânia.
2. Fóssil vivo
Os ornitorrincos são considerados fósseis vivos pelos cientistas porque a espécie existe, sem muitas transformações evolutivas, há mais de 200 milhões de anos, o que o faz um dos animais mais antigos ainda vivos.
3. Mistura de pato com lontra e castor
Eles são conhecidos por suas características únicas, incluindo um bico de pato, patas semelhantes às de uma lontra e uma cauda parecida com a dos castores. No entanto, não possuem relação direta com nenhum desses animais. 
4. Mamíferos que botam ovos?
Os ornitorrincos são mamíferos monotremados, o que significa que põem ovos em vez de dar à luz. Existe apenas outro animal do tipo, a equidina, que compreende quatro espécies.
5. São venenosos
Eles são um dos poucos mamíferos venenosos do mundo, com esporas nos tornozelos dos machos que são conectadas a glândulas produtoras de substâncias tóxicas.
6. Podem "sentir a energia" de outros animais
Eles possuem estruturas chamadas de eletrorreceptores, localizados em seus focinhos, que usam para captar os impulsos elétricos emitidos por presas aquáticas, como larvas de insetos e crustáceos de água doce.
7. Gostam de ficar sozinhos
Eles são animais noturnos e solitários, e só se encontram no período de acasalamento. Após o nascimento dos filhotes, as mães ficam com eles apenas por alguns meses.
8. Suam leite
Os ornitorrincos, apesar de serem mamíferos, não possuem mamilos, em vez disso, eles concentram o leite na barriga e alimentam os filhotes através dos poros da pele de seu abdome.
Ornitorrinco - Ornithorhynchus anatinus 
Stefan Heinrich/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
9. Três vezes mais rápidos que Cesar Cielo
Os ornitorrincos são excelentes nadadores e podem chegar a velocidades de até 24 km/h debaixo d'água. O nadador humano mais rápido do mundo é o brasileiro Cesar Cielo, recordista mundial dos 50 metros nado livre com 20.91s, o que dá aproximadamente 8,6 km/h. 
Eles também podem mergulhar até sete metros de profundidade e permanecer submersos por até dois minutos.
10. Fato ou fake? 
Até o século 18, pesquisadores europeus consideravam que essa espécie era, na verdade, uma lenda.
11. À prova d'água
A pele do ornitorrinco é impermeável e retém uma camada isolante de ar para manter a temperatura do corpo estável, mesmo em água fria. Fios compridos protegem a pelagem densa por baixo, que permanece seca após um ornitorrinco ficar na água por horas.
12. Brilham sob holofotes
Cientistas não sabem por que, mas quando essas pequenas criaturas marrons são colocadas sob luz ultravioleta, elas emitem um brilho verde-azulado biofluorescente. 
13. Não têm estômago
Os ornitorrincos não possuem um órgão digestivo produtor de ácido, como o estômago humano. Seu "esôfago" se conecta diretamente aos seus intestinos.
14. Possuem membranas retráteis
Para nadar melhor, assim como as lontras, os ornitorrincos possuem membranas interdigitais, ou seja, um tipo de pele entre os dedos que impede a passagem de água, gerando maior impulsão. No entanto, quando precisam se locomover na terra, essas estruturas se retraem e expõem garras afiadas.
15. Usam pedras como dentes
Os ornitorrincos não têm dentes, o que dificulta a mastigação de alguns alimentos. Porém, eles desenvolveram uma solução bastante engenhosa. Além de larvas, crustáceos e outros animais, eles pegam cascalhos do fundo do rio, guardam em bolsas em suas bochechas para carregá-los até a superfície onde mastigam, usando as pedras como dentes improvisados ​​para quebrar alimentos mais duros.
16. DNA complexo
Os mamíferos normalmente têm apenas um único par de cromossomos que determinam o sexo, mas os ornitorrincos possuem cinco pares. 
Ainda mais estranho é que alguns desses cromossomos Y compartilham genes com cromossomos sexuais encontrados em pássaros. 
17. Usam suas caudas para várias coisas
Ao contrário dos castores, a função principal das caudas dos ornitorrincos não é nadar e, sim, armazenar quase metade da gordura corporal do animal em caso de escassez de alimentos. As fêmeas também utilizam o rabo para segurar os ovos incubados contra seu corpo quente.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/ufPabChOWBHnoX7x8MCTpdWOQtw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/i/E/w2lEqHTXCncAB1uZOuOA/ornitorrincos-17-curiosidades-sobre-esses-mamiferos-que-botam-ovos.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Fri, 28 Apr 2023 09:12:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Corrente, gaiola e fogo: a realidade de 8 bichos vítimas de crimes ambientais</title>  <atom:subtitle>Inspirados pela iniciativa do Abril Laranja, reunimos histórias de animais que foram resgatados, cuidados e reabilitados por organizações especializadas</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/corrente-gaiola-e-fogo-a-vida-dos-bichos-vitimas-de-crimes-ambientais.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/corrente-gaiola-e-fogo-a-vida-dos-bichos-vitimas-de-crimes-ambientais.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/nCsqxNaKcUgNsbxmdY0_iEycGNk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/e/h/WLvDVaRL2naQ6le1M3Jw/maus-tratos-gaiolas-e-correntes-a-realidade-dos-animais-traficados-no-brasil.png" /><br /> ]]>    Entenda como os crimes ambientais estão associados aos maus-tratos aos animais silvestres
Instituto NEX/ Instituto Tamanduá/ CETAS Manaus/ CETRAS São Paulo/ Divulgação
Com quase 130 mil espécies espalhadas em seus oito biomas, o Brasil é reconhecido e valorizado mundialmente por sua biodiversidade, superando até mesmo grandes potências. Os números são, sim, motivo de comemoração e orgulho, não fosse por um fator tão relevante quanto eles: o país também ganha destaque pelo volume de exploração de seus recursos naturais. 
Nos últimos anos, o desmatamento, as queimadas e o tráfico ilegal estiveram presentes em debates internacionais, alinhados com projetos de conscientização e preservação ambiental. O que você talvez não saiba é que, para além dos prejuízos à fauna - mudança no habitat e no clima e o desequilíbrio ambiental -,  as ações humanas também estão ligadas aos maus-tratos. 
Apesar do termo ser comumente associado aos animais domésticos, os crimes ambientais criam um cenário de violência para as espécies silvestres, que são capturadas da natureza e mantidas em cativeiro, onde são mutiladas, vendidas e, nos casos mais graves, mortas. 
Neste contexto, aliado à iniciativa da Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade a Animais (ASPCA), que reserva o quarto do mês do ano para promover debates sobre os maus-tratos à fauna, o Vida de Bicho traz oito casos reais de indivíduos resgatados em cenas de violência que, agora, ganham uma nova chance graças às instituições ligadas à causa animal. 
Vovó Elza - Instituto Libio
Vovó Elza recebeu este nome em homenagem a avó de Raquel Machado, fundadora do mantenedouro
Instituto Libio/ Divulgação
Quando a Vovó Elza chegou ao Instituto Libio, localizado em Porto Feliz, interior de São Paulo, há dois anos, foi um choque para a equipe. O macaco-prego de 42 anos viveu grande parte da vida acorrentado, sendo alimentado com arroz e pão, alimentos que não fazem parte da dieta da espécie, e vacinado contra raiva, imunizante que não deve ser usado em primatas não-humanos pelos riscos à saúde. 
“Ela chegou magra e extremamente debilitada, precisou ficar dez dias internada no hospital veterinário. Realizamos a introdução proteica para recuperá-la, alguns pelos voltaram, mas nem todos, por conta dos danos causados pela corrente. Ela é medrosa, submissa e sofreu muito, não sabia viver em grupo”, relembra Raquel Machado, ativista e fundadora do mantenedor. 
Apesar dos esforços da equipe e da saúde controlada da Vovó, as sequelas causadas pelos maus-tratos impossibilitam sua volta à natureza. Além de estar no fim da vida, superando em dois anos a expectativa da espécie, a maneira como foi criada não a deu oportunidade de aprender e desenvolver seus instintos naturais, essenciais para garantir sua sobrevivência em vida livre. 
Trinta-réis-de-bando - Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (IPRAM)
O trinta-réis-de-bando atendido pelo IPRA apresentava debilidade e incapacidade de vôo 
Leandro Egert/ IPRA
Em março de 2023, especialistas do IPRAM, no Espírito Santo, receberam um trinta-réis-de-bando que teve as penas de suas asas cortadas, impossibilitando a sua capacidade de voo. 
O animal também estava desnutrido, desidratado e com princípios de infecção. Após o tratamento e o protocolo para lidar com as questões de saúde, os especialistas realizaram um transplante de penas, técnica conhecida como imping, em inglês.
“Temos um banco de penas, doados por aves da mesma espécie que vieram a óbito. Nós realizamos a união pena por pena, com supercola, e uma guia interna de madeira que une a parte cortada com a doada”, explica Leandro Egert, mestre em Ciências Veterinárias do Instituto. 
A técnica visa diminuir o tempo de cativeiro e possibilitar a soltura precoce. O objetivo é que o tratamento siga até 2024, quando o animal deve ser reintroduzido na natureza. 
“É comum, mesmo em aves domésticas, o corte da asa para evitar a fuga. Porém, o que muitos não sabem, é que a base da pena possui inervações e são irrigadas por sangue, logo, se arrancadas, causam dor, sangramento e, posteriormente, a lesão pode servir de porta de entrada para microrganismos", alerta o médico-veterinário. 
Vênus - Instituto de Pesquisa e Conservação de Tamanduás no Brasil
Vênus perdeu sua mãe nos incêndios criminosos que ocorreram em 2020, no Pantanal
Flavia Miranda/ Arquivo Pessoal
Vênus fez parte do projeto Órfãos do Fogo, iniciativa do Instituto Tamanduá, que surgiu da necessidade de cuidar e reabilitar filhotes de tamanduá-bandeira que perderam suas mães, vítimas dos incêndios criminosos no Pantanal, em 2020. 
Segundo Flavia Miranda, médica-veterinária e fundadora do Instituto, a espécie é facilmente acometida pelo fogo, visto que o pelo grosso atrai as chamas e a lentidão dificulta a fuga. Na época, diversas mortes de fêmeas - algumas conseguiram fugir, mas foram atropeladas no caminho - assustou a equipe. Foram mais de 20 filhotes resgatados pela Polícia Ambiental, um número altíssimo para a média. 
Quando foi resgatada, Vênus ainda estava presa ao cordão umbilical. Foi no Centro de Recuperação de Animais Silvestres, em Campo Grande, onde recebeu os primeiros socorros até ser encaminhada para a ONG para realizar o protocolo nutricional e ser reabilitada. 
“Pouco depois de completar seu primeiro ano, ela bateu a marca dos 20 kg, e começamos a pensar na sua soltura. Coletamos várias amostras biológicas para monitorar sua saúde e, quando estava apta, a liberamos na natureza com um rádio colar, aparelho que nos possibilita acompanhar seu desenvolvimento”, adiciona Flávia. 
Cardeal - Divisão da Fauna Silvestre 
O animal conseguiu se recuperar sem sequelas e foi solto após quatro meses 
CeMaCAS/ Divulgação
Um dos casos atendidos pelo Centro de Manejo e Conservação de Animais Silvestres (CeMaCAS), em São Paulo, se tratava de um cardeal, ave que chama atenção pela coloração vermelha que domina o topo da cabeça, rosto e parte do peito. 
Apesar de não ter identificado a idade exata do bicho, a equipe constatou que se tratava de um indivíduo jovem, capturado de um cativeiro ilegal pela Guarda Civil Ambiental (GCM), em São Paulo. 
“Ele apresentava perda de tecido adiposo e músculo ósseo, desidratação, inchaço nas pálpebras e úlcera de córnea", aponta a Divisão da Fauna Silvestre da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo (SVMA), em nota enviada pela assessoria. 
Para economizar espaço e investimento, mantenedores ilegais costumam alocar um número maior de animais do que o orientado para cada recinto. O quadro apresentado pelo cardeal costuma estar ligado ao excesso de bichos em uma mesma gaiola e ao uso de galhos inadequados no local.
“A alimentação assistida associada à terapia de suporte e tratamento oftalmológico foi o suficiente para tratá-lo sem deixar sequelas. Após tratamento clínico e a reabilitação de 120 dias, ele foi repatriado, retornando ao seu local de origem, o Rio Grande do Sul.” 
Amanaci - Instituto No Extinction (NEX)
Amanaci tem aproximadamente 6 anos. Seu filhote, Apoena, tem 1 ano e 1 mês
Instituto NEX/ Divulgação
Outra vítima dos incêndios pantaneiros foi Amanaci, onça-pintada que chegou com a saúde bastante debilitada ao Instituto NEX, um criadouro científico para fins de conservação, localizado em Corumbá de Goiás, em 2020. O felino apresentava queimaduras severas na região abdominal e nas quatro patas, com ossos e tendões expostos. 
O tratamento de Amanaci incluiu estratégias pioneiras, como a aplicação de células-tronco e sessões de laserterapia por quatro meses. Apesar dos esforços para recuperar as lesões, o animal perdeu as almofadas das patas, os tendões expositores e algumas falanges. 
"As sequelas permanentes nos membros inferiores a impossibilita de usar suas guerras e, consequentemente, de voltar para a natureza. Contudo, graças à reprodução genética, Apoena, seu filhote, está sendo treinado para ser reintroduzido no mesmo local onde sua mãe foi resgatada, no Pantanal", comemora Daniela Gianni, coordenadora do Instituto NEX.
Blue - Santuário Rancho dos Gnomos
A espécie de Blue é considerada extinta da natureza
Biga Pessoa/ Santuário Rancho dos Gnomos
Blue, arara vítima do comércio ilegal, foi resgatado pela Polícia Ambiental e levado para a Associação Santuário Ecológico Rancho dos Gnomos (ASERG), localizado em Cotia (SP), onde os bichos oriundos de crimes ambientais são cuidados e recuperados.
Estima-se que a ave passou cerca de 18 anos presa em uma gaiola, tempo que representa 36% de sua expectativa de vida. Apesar de ter se recuperado, o animal seguiu com sequelas físicas e, por isso, não pode ser reintroduzido à natureza. 
“O Blue chegou com desidratação e subnutrição severa, infestação de verminose e mutilação no tendão da asa. Ele recebeu o atendimento veterinário especializado, mas, infelizmente, não é possível reintroduzi-lo. O corte do tendão o proibia de voar para sempre, independente do seu esforço”, esclarece Silvia Pompeu, ativista da causa animal e fundadora da ONG. 
Papagaio-verdadeiro - Centro de Recuperação de Animais Silvestres de São Paulo (CRAS-SP)
Os 17 papagaios resgatados foram recuperados e já estão em vida livre
Lilian Sayuri/ Arquivo Pessoal
“Nós recebemos cerca de 10 mil animais por ano, são quase 700 por mês. Evitamos dar nomes para não humanizá-los. Nosso objetivo é devolver as características selvagens do animal para enviá-lo para um programa de soltura”, elucida Lilian Sayuri, diretora técnica e médica-veterinária do CRAS-SP.
Um dos últimos casos de sucesso do centro envolveu 17 papagaios filhotes, que tinham pouco menos de um mês de vida. Os animais foram resgatados pela Polícia Rodoviária Militar Ambiental em abordagem a um veículo de um reincidente no tráfico de animais silvestres. 
“Os papagaios fazem seus ninhos nos troncos de árvore. É preciso quebrá-la para retirar os filhotes. É violento, eles precisam ser cuidados pelos pais. Além disso, os bebês são deixados amontoados no porta-mala, escondidos, e com fome. Quando não são vendidos, a situação fica ainda pior.” 
A alimentação, contrariando as recomendações veterinárias, costuma ser uma papa quente de fubá, que queima o pescoço das aves. É comum vê-las desnutridas, desidratadas e com falhas nos pelos causados pelo estresse, como foi o caso dos filhotes resgatados. 
Apesar do cenário, a especialista comemora: “Eles tiveram a sorte de serem apreendidos antes de serem comprados ilegalmente. Eles poderiam ter passado décadas presos em gaiolas, sendo impossibilitados de voar e cuidados de forma inadequada”. 
Ao todo, foram cinco meses entre o resgate, o atendimento médico, o treinamento físico e comportamental e o momento de soltura em zonas de aclimatação. Neste momento, os recintos ficam abertos e cada papagaio pode sair no seu tempo para explorar a área e ganhar liberdade.
Zeca - Centros de Triagem de Animais Silvestres de Manaus (CETAS-MA) 
Zeca desenvolveu escoliose irreversível por ter sido mantido em uma gaiola pequena por anos
CETAS Manaus/ Divulgação
Apesar de não ser tão comum no Brasil, várias famílias ainda sonham em ter um macaco como pet. Quando filhotes, além de fofos e dóceis, o manejo costuma ser mais fácil. Porém, à medida em que crescem, o comportamento e as demandas mudam. Se os responsáveis não se adaptam para atender suas necessidades básicas, estão, sim, cometendo crime de maus-tratos. 
Zeca, por exemplo, chegou ao Centro de Tiagem de Manaus (AM) com escoliose acentuada ocasionada pela condição em que era mantido por seus antigos responsáveis, uma gaiola de um metro cúbico, tamanho menor do que o recomendado. Além disso, também apresentava comportamento esteriotipado, alopecia e magreza excessiva.
"No início, o deixamos em um local com 8 metros cúbicos. Ele ficou por algum tempo tateando o ar, inseguro de se movimentar, como se estivesse descobrindo naquele momento que o mundo espacial era maior que aquele onde vivia", relembra a bióloga Natália Lima, chefe do Núcleo de Apoio ao CETAS.
Zeca permaneceu no Centro por alguns meses para ganhar peso e aprender a se movimentar melhor. Infelizmente, a triagem indicou falta de condições físicas e comportamentais para retornar à natureza. Atualmente, ele vive em um Mantenedor de Fauna Silvestre registrado pelo Ibama.   
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/nCsqxNaKcUgNsbxmdY0_iEycGNk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/e/h/WLvDVaRL2naQ6le1M3Jw/maus-tratos-gaiolas-e-correntes-a-realidade-dos-animais-traficados-no-brasil.png" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Fri, 28 Apr 2023 09:01:26 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Descubra por que os vaga-lumes brilham</title>  <atom:subtitle>Seres de luz? Sim! Especialistas revelam o que está por trás do brilho desses animais e qual a sua função. Confira!</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/descubra-por-que-os-vaga-lumes-brilham.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/descubra-por-que-os-vaga-lumes-brilham.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/4uYkCR5Bm-YViZ4bizW6W4RtPX0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/p/4/uyUCaYT6GGul8kEFJHRA/por-que-os-vaga-lumes-brilham-especialistas-desvendam-o-misterio.png" /><br /> ]]>    Os vaga-lumes pertencem à ordem dos besouros, chamada coleóptera
Canva/ Creative Commons
Os vaga-lumes já nasceram com a famosa luz própria. Rs! É fácil notar o brilho destes animais à noite, em campos ao ar livre. As emissões de luz ocorrem devido ao fenômeno da bioluminescência, oxidação de compostos orgânicos que resulta em luminosidade. 
Sóstenes Pelegrini, biólogo com mestrado em Conservação da Fauna, explica que os vaga-lumes possuem, dentro de seus órgãos luminosos, um pigmento chamado luciferina. Quando ele entre em contato com a enzima luciferase, produzida pelo próprio animal, ele oxida, liberando uma molécula de dióxido de carbono que emite luz.
Qual é o objetivo da luz do vaga-lume?
O objetivo é atrair parceiros sexuais ou repelir predadores, segundo o biólogo Tairacan da Fonseca. “Em alguns casos, a luminosidade também pode ser usada para comunicar informações sobre o ambiente, como a presença de alimento ou a localização de abrigo.”
Machos e fêmeas podem emitir luz, a depender da espécie. Esse mecanismo é importante também para atrair presas. 
“Um exemplo disso são as fêmeas Photuris pennsylvanica, que emitem sinais de luz com o padrão similar ao de machos de outras espécies para atraí-los e devorá-los”, completa Sóstenes. 
Você sabia que as cores emitidas pelos vaga-lumes variam? Elas transitam entre branco-azulado, verde, amarelo e vermelho. E um mesmo indivíduo pode até apresentar dois tipos de coloração de bioluminescência.
Existe vaga-lume que não brilha?
Tairacan revela que sim! Algumas espécies de vaga-lumes não possuem a capacidade de produzir luz, como as diurnas, que se comunicam por meio de odores.
Outro fato curioso é que esses insetos podem permanecer com a luz brilhando por algumas horas após a sua morte. 
“Há relatos do Vadim Viviane, pesquisador renomado de bioluminescência em insetos, sobre um vaga-lume que permaneceu aceso por duas horas após ser predado por um louva-a-deus”, diz Sóstenes. 
Existem diversas espécies de vaga-lumes, alguns deles são diurnos 
Canva/ Creative Commons
Qual órgão emite a luz?
Esse fenômeno ocorre no órgão fotógeno, que geralmente localiza-se na região abdominal, mas pode variar de área conforme a espécie ou família. 
Os vaga-lumes pertencem à ordem dos besouros, chamada coleóptera e estão divididos em três famílias: Lampyridae (vaga-lumes), Phengodidae (trenzinhos) e Elateridae (vaga-lumes tec-tec), a qual pertencem diversas espécies.
Na Lampyridae, é comum o órgão fotógeno ficar no abdome, entre o 5º e 6º segmento. Na Elateridae, ele se divide entre a região dorsal do tórax e a na abdominal. Já a Phengodidae, apresenta dois pontos de bioluminescência amarelo-esverdeada em cada segmento do corpo e um ponto vermelho na cabeça, explica Sóstenes. 
Os vaga-lumes brilham por meio do fenômeno bioluminescência
Canva/ Creative Commons
Onde vivem os vaga-lumes?
Esses animais podem ser encontrados em diversas regiões do mundo, incluindo América do Sul, América do Norte, Europa, África e Ásia. Geralmente, eles preferem habitats úmidos e florestas, segundo Tairacan.
“Durante o dia, os vaga-lumes se escondem em locais escuros e úmidos, como folhas, buracos de árvores e até no solo.”
O especialista ainda alerta que esses insetos estão ameaçados de extinção. Isso ocorre principalmente pela rápida urbanização, que gera a destruição do habitat natural desses bichos.
“A agricultura intensiva com o uso de pesticidas, a poluição luminosa e a mudança climática também afetam negativamente as populações de vaga-lumes”, finaliza Tairacan. 
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/4uYkCR5Bm-YViZ4bizW6W4RtPX0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/p/4/uyUCaYT6GGul8kEFJHRA/por-que-os-vaga-lumes-brilham-especialistas-desvendam-o-misterio.png" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Thu, 27 Apr 2023 09:27:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Dividir o prato com o pet não faz bem para você, e nem para ele</title>  <atom:subtitle>Veterinários explicam por que não se deve partilhar o mesmo alimento com o animal</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/saude/noticia/2023/04/dividir-o-prato-com-o-pet-nao-faz-bem-para-voce-e-nem-para-ele.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/saude/noticia/2023/04/dividir-o-prato-com-o-pet-nao-faz-bem-para-voce-e-nem-para-ele.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/PEu0ictkKmQ0sp8R8uhkPureNJ0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/d/S/kd7UhhQgGapY54SFeBpw/stallone-comendo-com-o-cach.jpg" /><br /> ]]>    Sylvester Stallone dividindo o mesmo prato de comida com o cachorro em cena de reality show do astro
YouTube/ Paramount/ Reprodução
Recentemente, uma cena do ator Sylvester Stallone dividindo o prato de comida com o cachorro viralizou na internet. A cena faz parte de um novo reality show, que mostrará o ator de Hollywood em família. 
No mesmo período, uma influenciadora brasileira gerou polêmica ao dar um pedaço de tapioca para o pet e continuar comendo depois. Os dois episódios fizeram muita gente se questionar se está tudo bem em compartilhar a comida com cães e gatos, mas a resposta é não. O hábito não faz bem nem para o tutor, nem para o animal. 
“Cada espécie possui uma flora de microrganismos, incluindo vírus, bactérias e protozoários. Compartilhar o mesmo prato pode levar ao contato destas floras para a outra espécie, e causar desequilíbrio e pequenos transtornos”, explica o médico-veterinário Alexander Welker Biondo, professor de zoonoses do Departamento de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Paraná (UFPR). 
A médica-veterinária Bruna Stafoche, docente do curso de Medicina Veterinária da Universidade Anhembi Morumbi, alerta que o hábito pode levar a infecções graves, especialmente para imunossuprimidos:
“São diversas bactérias e vírus que podem ser transmitidos. Dentre as inúmeras possibilidades de infecção, destacam-se a salmonelose e a capnocytophaga canimorsus — esta última, comum em saliva de cães e gatos e responsável por casos de sepse (infecção com repercussões generalizadas) em pacientes humanos”. 
Animais também podem ter problemas
No que diz respeito aos pets, além de um possível desequilíbrio da flora intestinal, o maior problema está na alimentação inadequada, conforme explica o médico-veterinário especialista em nutrição Thiago Vendramini, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP).
“A principal doença na medicina veterinária é a periodontal, seguida da obesidade. Assim, um dos problemas é o ganho de peso excessivo dos animais, que pode levar a um déficit imunológico, por exemplo, ou inflamação crônica. Também há a questão de alimentos tóxicos, como cebola, alho, cebolinha, que podem estar presentes na alimentação humana”, relata Thiago. 
A longo prazo, a alimentação inadequada pode levar ao desenvolvimento de deficiências nutricionais graves, que comprometem a saúde e o bem-estar do pet. 
“Os animais devem receber pelo menos 90% da necessidade energética diária advinda de alimento completo e balanceado, como a ração.  Quando eles ingerem mais de 10% de sua necessidade calórica a partir de um alimento não balanceado, a exemplo de restos de comida humana, no futuro, ele irá enfrentar problemas em decorrência disso. Se o pet for filhote, as deficiências se manifestam precocemente, muito mais rapidamente quando comparamos com adultos”, diz Bruna. 
Dividir comida pode prejudicar humanos e animais
Pexels/ Mikkel Bendix/ Creative Commons
Zoonoses reversas
Independentemente de dividir ou não o prato com o pet, você sabia que existem doenças que os humanos podem transmitir para cães e gatos? Elas são chamadas de zoonoses reversas. 
Alexander diz que os casos são cada vez mais raros, mas vale ficar de olho para não prejudicar a saúde do animal. Dentre as mais comuns estão as de diarreia, como giardíase, salmonelose, colibacilose, além da tuberculose. 
“A tuberculose pode ser transmitida pelo escarro. Visitantes do Zoológico de Curitiba (PR) já transmitiram tuberculose por escarro para duas antas em cativeiro. Os animais domésticos são mais resistentes que os silvestres, mas pode acontecer”, comenta Alexander. 
Micoses, gripes e caxumba também podem ser transmitidas de humanos para pets. “Pessoas doentes podem passar essas doenças pela saliva e outras secreções”, alerta o professor. 
Dessa forma, para evitar problemas, ao ficar doente, Bruna dá a seguinte recomendação: “mesmo que a transmissão ocorra raramente, se a pessoa está doente, é importante não ficar beijando o animal, pegando no colo, dormindo junto, etc. Vale manter o distanciamento até que a doença se resolva”. 
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 Aqui estão alguns fatos que você talvez não saiba sobre esses pequenos animais 'mascarados'!
Saiba mais sobre os mamíferos norte-americanos que "usam máscaras"
David Selbert/ Pexels/ Creative Commons
1. Não são comilões exigentes
Guaxinins são animais onívoros e comem praticamente qualquer coisa que encontram, incluindo frutas, vegetais, peixes, caranguejos, insetos, ovos, pequenos mamíferos, aves e até mesmo lixo.
2. Possuem patas sensíveis e habilidosas
Esses animais possuem mãos semelhante às humanas, com cinco dedos hábeis em cada uma das patas dianteiras. Isso lhes dá a capacidade de agarrar facilmente as coisas e vasculhar em busca de comida. Outra característica interessante é a abundância de nervos nas patas, que as deixam mais sensíveis ao tato.
Eles também possuem patas traseiras capazes de girar 180 graus, o que facilita subir e descer de árvores.
3. Eles lavam a comida
Procyon lotor é o nome científico do guaxinim. O termo lotor significa “lavadeiro” e foi dado a eles porque, se alguém observá-los comendo, notará que eles costumam lavar a comida antes de ingerir. Se não houver água por perto, eles ainda fazem os mesmos movimentos, movendo as patas dianteiras sobre a comida e levantando-a para cima e para baixo. 
No entanto, os pesquisadores dizem que esse não é um hábito de limpeza que impulsiona esse comportamento e, sim, a intenção de buscar informações sensoriais pelo tato.
4. Têm um vocabulário extenso
Guaxinins podem se comunicar por meio de uma variedade de ruídos, incluindo grunhidos, sibilos e até mesmo latidos. Estudos determinaram que esses animais podem emitir mais de 51 sons diferentes.
5. Sua expectativa de vida não é muito longa
Os guaxinins têm uma expectativa de vida média de cerca de 2 a 5 anos na natureza, mas podem viver até 20 anos em cativeiro. O guaxinim mais velho já registrado chegou até 21 anos.
O guaxinim também é chamado de rato-lavadeiro 
Darkone/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
6. Enxergam bem no escuro
Os olhos dos guaxinins possuem uma membrana atrás do olho chamada tapetum lucidum (tapete brilhante), que reflete a luz, permitindo que enxerguem bem no escuro. Quando uma luz incide diretamente, eles brilham em um tom avermelhado.
7. Nadam muito bem
Guaxinins são excelentes nadadores, inclusive debaixo d'água e por longas distâncias.
8. São 'lobos' solitários
Os guaxinins são animais solitários e territoriais, exceto durante a época de acasalamento, quando os machos se juntam às fêmeas.
9. São exímios escaladores
Guaxinins são excelentes escaladores, podem subir em árvores facilmente e usam essa habilidade para escapar de predadores ou para encontrar alimentos.
10. As máscaras não são camuflagem
A famosa "máscara" dos guaxinins ao redor dos olhos não é uma tentativa de disfarce. Apesar de os cientistas ainda não terem provado, eles acreditam que os pelos escuros ajudam a reduzir o brilho quando luzes fortes incidem nos olhos.
11. Se adaptam facilmente
Guaxinins conseguem se adaptar facilmente a ambientes urbanos e suburbanos, e muitas vezes são encontrados em áreas residenciais ou em parques de cidades.
12. Um já morou na Casa Branca
O presidente dos EUA, Calvin Coolidge, tinha uma guaxinim como pet na Casa Branca, chamada Rebecca. Ela participava regularmente dos eventos da residência oficial a e até tinha uma coleira que dizia: White House Raccoon (Guaxinim da Casa Branca).
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Apesar de atrair muita atenção, alguns aspectos dessa espécie permanecem desconhecidos. Confira, na lista abaixo, 15 fatos curiosos que a humanidade já descobriu sobre os dragões-de-Komodo. 
Quando um dragão macho localiza uma fêmea, ele coça as costas dela e lambe seu corpo
Petr Ganaj/ Pexels/ Creative Commons
1. São lagartões
Os dragões-de-Komodo são os maiores lagartos vivos do mundo, podendo atingir mais de 3 metros de comprimento e pesar mais de 70 quilos.
2. São indonésios
Eles podem ser encontrados apenas em cinco ilhas da Indonésia: Komodo, Rinca, Flores, Gili Motang e Padar.
3. São carnívoros
Os dragões-de-Komodo são carnívoros e sua dieta consiste principalmente de carniça, mas também caçam animais vivos, como cabras, veados e javalis.
4. Possuem saliva venenosa
Eles possuem glândulas na boca que produzem veneno. Além disso, também têm bactérias poderosas na saliva, capazes de matar as presas em poucos dias por infecção.
5. Poderiam ser peixes
Os dragões-de-Komodo são excelentes nadadores e são conhecidos por se aventurar no mar em busca de alimento.
6. Gostam de ficar sozinhos
Esses répteis são animais solitários e só se reúnem para acasalar ou para lutar por território.
A saliva do dragão de komodo é venenosa 
TimVickers/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
7. Possuem três olhos
Dragões-de-Komodo possuem um terceiro olho no topo da cabeça, chamado de olho parietal, usado para detectar luz e movimento.
8. São velozes
Os dragões de Komodo são capazes de correr a uma velocidade de até 20 km/h.
9. Podem desaparecer
Essa é uma espécie gravemente ameaçada, que conta com apenas cerca de 1.400 indivíduos na natureza.
10. São chamados de monstros
Esses animais também são conhecidos como "ora", que significa "monstro" no dialeto Manggarai.
11. Possuem dentes infinitos
Os dentes dos dragões-de-Komodo são serrilhados e podem ser substituídos continuamente durante toda a vida.
12. Podem auxiliar a medicina humana
O sangue dos dragões-de-Komodo contém uma substância antibiótica natural que pode ser usada no tratamento de infecções humanas, de acordo com estudos recentes.
13. Possuem olhos de águia
Os dragões de Komodo têm uma excelente visão e podem enxergar até 300 metros de distância.
14. São muito inteligentes
Eles são conhecidos por serem animais inteligentes e curiosos, e muitos cientistas acreditam que eles têm a capacidade de aprender e adaptar-se a novas situações.
15. Podem gerar filhotes sem acasalar
O primeiro registro de reprodução assexuada dos dragões-de-Komodo aconteceu em 2006, quando duas fêmeas solitárias ficaram grávidas de repente, no zoológico de Chester, em Londres.
Na reprodução normal, os dragões fêmeas criam quatro células “pré-ovos” antes da fecundação. Um deles se tornará o ovo, enquanto os outros três serão absorvidos pelo corpo. Nesse caso, cientistas descobriram que um desses óvulos não utilizados pode se tornar uma espécie de esperma substituto, que contribui com material genético para o ovo verdadeiro.
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Pexels/ Monica Silvestre/ Creative Commons
O ano de 2023 tem sido generoso quando o assunto é feriado. Ainda no primeiro semestre, mais duas folgas prolongadas estão no caminho: 1º de Maio e Corpus Christi. Em seguida, chegam as férias de meio de ano. 
Diante de tantas oportunidades de colocar o pé na estrada, a comodidade de poder levar o pet junto e deixá-lo no local de hospedagem em alguns momentos, faz com que muitos tutores optem pelo aluguel de uma casa de temporada, ao invés de um hotel ou posada. Entretanto, não basta que o imóvel aceite o pet, ele precisa oferecer segurança aos bichos. 
Muro, piscina e telas merecem atenção
Para Marília Andrade, que há quatro anos possui um perfil com dicas de viagens pet friendly, muro, piscina e telas estão entre os principais pontos que devem ser observados pelos tutores. 
“O local deve ser cercado, sem acesso à rua, com altura suficiente para o pet não fugir. Para os gatos, é preciso ter telas em todas as janelas e é importante confirmar se há restrições para os cães entrarem na piscina, por exemplo. Muitos gostam, mas às vezes não pode.”
Andrea Miramontes, que possui um site de turismo pet friendly e lançou um guia sobre o assunto, lembra ainda que é importante que a piscina seja cercada para evitar acidentes, sendo que os pets só devem frequentá-la sob a observação dos tutores. 
“Piscina é um grande problema. Ela deve estar cercada para que o animal não caia. E caem mesmo, não existe a premissa de que 'são espertos e sabem o que fazer'”, alerta Andrea. 
Para garantir a segurança dos pets, os tutores devem optar por residências em que a piscina seja cercada
Unsplash/ Creative Commons
Analisando o espaço
As viajantes chamam alertam que a casa deve ter espaço adequado para cada animal e que frestas, nos caso de pets roedores, merecem atenção redobrada. 
“Ao fazer contato com os locadores, o tutor deve verificar se a casa oferece, de fato, espaço para o pet. Não adianta levar um animal agitado, ou mesmo de porte médio e grande, a uma hospedagem que não tem área verde, onde bata sol, para o animal se divertir e correr. Por outro lado, o local não pode ter plantas tóxicas na área em que os pets vão se divertir, como espada-de-são-jorge, ou lírios”, ressalta Andrea. 
A profissional observa ainda que, se possível, os tutores devem escolher locais com pisos adequados aos pets: 
“Revestimentos lisos demais são um enorme problema. Os animais podem escorregar, cair e ter problemas de coluna, joelhos, quadris e pernas que vão acompanhá-los pelo resto da vida. A casa deve ter ainda pisos que não esquentam na área externa. A ardósia, por exemplo, se instalada em áreas que batem sol, pode queimar as patinhas dos pets”.
Limpeza, tapetes e até mesmo a presença de outros animais devem estar no radar dos tutores e ser questionado antes do aluguel. 
“É importante verificar se há visita de outros bichos na casa que possam comprometer a saúde do pet, como escorpiões, aranhas e cobras. A limpeza do jardim e dedetização, também devem estar em dia”, orienta Marília.
Por fim, os tutores devem se atentar a tudo que estiver ao alcance do animal, como objetos que quebrem, fios, madeiras, entre outros, bem como preferir locais sem tapetes, visto que os acessórios podem ser usados como banheiros pelos bichos.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/n0y4N9T6gdxJeCrxT0e3lddswF4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/q/j/N9BhBBQLisVZXnZuuQgw/casa-de-temporada-pet-frein.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Wed, 26 Apr 2023 09:10:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Cobra que dançou com Britney Spears entrou para a história da música pop</title>  <atom:subtitle>O colunista Carlos Stênio fala sobre a cobra píton albina que participou da apresentação memorável da artista no VMA 2001</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/colunistas/biologia-aplicada/coluna/2023/04/cobra-que-dancou-com-britney-spears-entrou-para-a-historia-da-musica-pop.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/colunistas/biologia-aplicada/coluna/2023/04/cobra-que-dancou-com-britney-spears-entrou-para-a-historia-da-musica-pop.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/85kjG6WEYV-UpnYcSy7FX6TSHgA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/E/z/WcTsjqQxivJFAcPv3vsA/britney-spears-e-a-cobra-piton-albina-vidadebicho.jpg" /><br /> ]]>    A performance da cantora Britney Spears com uma cobra píton marcou a história da música pop
Getty Images
Olá, pessoal, tudo bem? Hoje vamos conversar sobre uma cena que se tornou um marco na cultura pop: a apresentação de Britney Spears com uma cobra albina no VMA 2001. Existe uma performance mais icônica do que essa? Duvido muito.
A cobra que Britney colocou em volta do pescoço enquanto dançava e cantava o hit I'm a Slave 4 U é uma píton albina, com o nome científico Python molurus bivitattus. 
Na foto, cobra píton albina das cores branco e amarelo 
Flickr/ Luiz Ernesto/ Creative Commons
Essa espécie é robusta, mas bastante rara na natureza, pois é um alvo fácil para predadores devido à sua coloração branca e amarela, muito difícil de passar despercebida. Essa cobra pode atingir até 8 metros e pesar 80 kg, mas não é venenosa. Ela se alimenta principalmente de cervos, porcos selvagens, roedores, répteis e aves. 
Considerando o cenário em que ela foi colocada (no palco com uma cantora), ela oferecia apenas um risco: esmagar até matar! Essa cobra é uma constritora, ou seja, quando caça uma presa, ela a aperta em seus anéis, pouco a pouco, até sufocá-la, e engole-a inteira depois de morta. Então, a possibilidade de morder era baixa, mas ela poderia ter causado danos significativos, se quisesse.
E aí, gostaram? Podemos dizer que essa cobra será lembrada para sempre na história da música pop!
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/85kjG6WEYV-UpnYcSy7FX6TSHgA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/E/z/WcTsjqQxivJFAcPv3vsA/britney-spears-e-a-cobra-piton-albina-vidadebicho.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Wed, 26 Apr 2023 09:00:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Caatinga: 10 animais do bioma exclusivamente brasileiro</title>  <atom:subtitle>Veja espécies típicas do semi-árido brasileiro que você precisa conhecer!</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/caatinga-10-animais-do-bioma-exclusivamente-brasileiro.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/caatinga-10-animais-do-bioma-exclusivamente-brasileiro.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/qtQGenw8luH7c1fBn9pLipzkFVs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/q/Q/xI02S4SVS5BLBlQsbhcA/caatinga-10-animais-impressionantes-do-bioma-exclusivo-do-brasil2.jpg" /><br /> ]]>    Ocupando quase 10% do território nacional, do Ceará ao norte de Minas Gerais, a Caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro, ou seja, as espécies que ali vivem não são encontradas em outros lugares do mundo. De clima semiárido e vegetação com poucas folhas e adaptadas para os períodos de secas, a região é rica em biodiversidade.
Conheça 10 animais impressionantes que habitam a Caatinga!
1. Veado-catingueiro
Veado-catingueiro – Mazama gouazoubira
Miguelrangeljr/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Também conhecido por veado-virá, este pequeno cervídeo pode ser encontrado na faixa leste do Brasil, do sul da Amazônia ao Rio Grande do Sul. A espécie prefere biomas sem florestas altas e densas, tornando a Caatinga um habitat favorável. 
2. Calango-de-cauda-verde
Calango-de-cauda-verde – Ameivula venetacaudus
Mário Teixeira Jr./ USP/ Creative Commons
Encontrado somente no Piauí, o calango-de-cauda-verde é um réptil endêmico da Caatinga que pode medir até 12 cm de comprimento. Ele se alimenta de pequenos animais que ficam escondidos sob folhas, como formigas, grilos, gafanhotos e aranhas.
3. Arara-azul-de-lear
Arara-azul-de-lear - Anodorhynchus leari 
Joao Quental/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Esta é uma espécie endêmica da Caatinga que vive no nordeste da Bahia. Está gravemente ameaçada de extinção devido ao tráfico de animais e à destruição de seu habitat, restando apenas cerca de 1.200 indivíduos. A ave é muito semelhante em tamanho e coloração à arara-azul-pequena, mas seu dorso possui um tom mais azulado.
4. Guigó-da-Caatinga
Guigó-da-Caatinga – Callicebus barbarabrownae
ICMBio/ Reprodução
Endêmica da Caatinga e ameaçada de extinção, a espécie pode ser encontrada nos estados da Bahia e de Sergipe. Este é macaco é reconhecido por sua pelagem, que é mais clara no corpo, mais escura nas orelhas e castanho-avermelhada na cauda.
5. Ararinha-azul 
Ararinha-azul – Cyanopsitta spixii 
Rüdiger Stehn/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Restam pouco mais de 160 ararinhas-azuis em cativeiro, apesar de esforços para reintroduzi-las nas florestas. Muitas vezes ela é confundida com a arara-azul-pequena, que já foi completamente extinta.
6. Macaco-prego
Macaco-prego – Sapajus libidinosus
Tiago Falótico/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
O macaco-prego é uma espécie nativa do Brasil que pode ser encontrada na Caatinga e no Cerrado. O primata costuma viver em árvores e arbustos e está ameaçado de extinção, especialmente devido ao tráfico de animais e à perda de habitat para queimadas e expansão urbana e agrícola.
7. Sagui-de-tufos-brancos
Sagui-de-tufos-brancos – Callithrix jacchus
Raimond Spekking/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Também conhecido como sagui-do-nordeste ou mico-estrela, o sagui-de-tufos-brancos pode ser encontrado em regiões de Caatinga e Mata Atlântica do Nordeste brasileiro. 
8. Preguiça-de-chifres
Preguiça-de-chifres – Stenocercus quinarius
Cristiano Nogueira/ USP/ Divulgação
Endêmico da Caatinga, este lagarto é chamado assim por conta de seu lento caminhar e suas protuberâncias no topo da cabeça, que são feitascabeça de cartilagem.
9. Periquito-da-Caatinga
Periquito-da-Caatinga – Eupsittula cactorum
José Rildo de Nobrega Alencar/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Também chamado de periquitinho, jandaia e gangarra, este é um pássaro de pequeno porte que pesa aproximadamente 120 gramas. Ele vive em bandos de seis a oito indivíduos e se alimenta de milho e frutas. A espécie está perigosamente ameaçada por conta do comércio ilegal.
10. Tatu-bola-do-nordeste
Tatu-bola da Caatinga – Tolypeutes tricinctus
Chatsam/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Também conhecido como tatu-bola-do-nordeste, esta espécie é conhecida por habitar as regiões mais secas do Brasil, como Cerrado e Caatinga. Em 2014, o animal se tornou popular por ter sido eleito mascote da Copa do Mundo de Futebol masculina.
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Além de ser uma ótima fonte de carboidrato, a batata-doce é rica em antioxidantes e vitaminas A e C. Por isso ela é muito utilizada em dietas humanas. Será que ela pode ser introduzida no plano alimentar dos gatos? 
Segundo Nathalia Breder Barret, médica-veterinária mestranda em nutrição de cães e gatos, os felinos podem comer batata-doce em pequenas quantidades, esporadicamente. Apesar de não ser tóxica, ela não traz benefícios nutricionais para a espécie. 
“Os bichanos são carnívoros, e necessitam de uma dieta balanceada, rica em proteínas e gordura animal”, completa Adrielly Carmo, zootecnista e especializada em nutrição. 
A especialista explica que os felinos não conseguem digerir a batata-doce adequadamente, pois ela é um carboidrato complexo, que pode causar problemas digestivos a longo prazo, incluindo vômitos e diarreia. 
Embora tenha um índice glicêmico baixo em comparação a outros carboidratos, ela pode aumentar os níveis de açúcar no sangue se for consumida em excesso.
Além disso, Nathalia alerta que o consumo contínuo pode acarretar ganho de peso e alteração do metabolismo natural do felino, levando a doenças no futuro. 
Os gatos não devem ingerir batata-doce em grandes quantidades 
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Gatos gostam de batata-doce?
Geralmente, os bichanos não se interessam por batata-doce, pois o alimento não é atrativo para o paladar e olfato deles.
“Caso o pet se interesse, você pode ofertar pequenos pedaços, como um petisco ocasional. Antes de introduzi-la na alimentação do peludo, consulte o médico-veterinário para não colocar a saúde do animal em risco”, diz Adrielly. 
A quantidade da batata-doce como petisco não pode passar de 10% das calorias que o animal ingere por dia. A porção exata deverá ser calculada apenas pelo veterinário do pet, pois varia conforme cada pet. 
Como preparar a batata-doce
Se esse alimento for consumido em excesso ou preparado de forma inadequada, pode causar malefícios aos gatos.
A batata-doce não deve ser oferecida crua. “Descasque o alimento e cozinhe-o sem a adição de gorduras, óleos, especiarias e sal”, orienta Adrielly.
Como uma alternativa mais atrativa, a especialista indica a oferta do purê de batata-doce. “Você pode prepará-las cozidas, assadas ou a vapor.” 
Esse alimento não deve ser consumido em grandes porções, e não deve estar na rotina de alimentação dos felinos, uma vez que não traz grandes benefícios nutricionais.
O tutor pode ofertar legumes cozidos, como chuchu e cenoura, alimentos mais nutritivos do que a batata-doce
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Gato pode comer batata-inglesa e bolinha?
Assim como a batata-doce, outros derivados do tubérculo também podem ser ofertados, desde que em pequenas quantidades e como petisco. 
Ambas devem ser cozidas sem adição de temperos, como sal, alho, cebola, entre outros. Diversos condimentos utilizados na alimentação humana são tóxicos para os pets, por isso, os tutores devem tomar cuidado redobrado na hora de ofertar comida para o peludo. 
Ademais, os gatos não devem ingerir batata frita ou preparada na fritadeira elétrica. Das duas formas, o alimento fica gorduroso para a digestão felina, podendo ocasionar riscos à saúde mesmo em pequenas quantidades, como problemas gastrointestinais, afirma Adrielly. 
Petiscos para gatos
Nathalia sugere que o tutor invista em outros alimentos, como: ovo de codorna, frango, carne e alimentos úmidos, como sachês ou patês próprios para a espécie. Eles possuem os nutrientes necessários para os felinos e ainda compõem uma dieta mais segura. 
“O tutor pode oferecer peru cozido, sem osso e sem pele; pequenos pedaços de carne vermelha cozida, sem temperos; legumes cozidos, como chuchu e cenoura; e petiscos comerciais indicados pelo veterinário de sua confiança”, finaliza Adrielly. 
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É um processo. O animal vai se apaixonar e estabelecer você como figura de apego, no decorrer do tempo. Se tudo der certo, isso irá deixá-lo mais confiante para explorar o mundo, estabelecendo um vínculo afetivo saudável.
Ser a figura de apego do animal é ser sua âncora no mundo, para que ele, a partir de uma base forte e amorosa, possa aprender coisas novas e se expressar, com uma personalidade equilibrada e saudável. Mas nem tudo são flores nesse processo de vinculação e muitas coisas podem dar errado, desencadeando ansiedade e dependência emocional. O que será difícil reverter sem tratamento adequado.
Apesar da genética e história de vida do animal influenciarem na tendência a ser ansioso e dependente, a postura do tutor é fundamental. Cuidados especiais na jornada de vinculação são indispensáveis para criar um animal autoconfiante.
No processo de adaptação do pet é quando ele estabelecerá o tutor como figura de apego
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O que costuma propiciar a dependência emocional e aumento da ansiedade no pet?
Os comportamentos e atitudes a serem evitados pelos tutores no período de vinculação são:
Consolidação da insegurança e comportamento agitado, a partir do reforço positivo: abraçar, fazer carinho, falar com vozinha e dar petisco na tentativa de acalmar a agitação do animal, o que a reforça.
Quebra de confiança: o animal pode se sentir traído pelo responsável em algumas situações, como, por exemplo, após a chegada de outro pet sem a devida adaptação, após ser deixado em um local desconhecido durante a viagem do tutor, ou por receber bronca muito dura enquanto brincava ou interagia com ele.
Aplausos para o comportamento dependente: o tutor acha lindo e fica feliz com o animal que o segue pela casa, que o espera para comer, que chama para ir dormir à noite. Com isso, o pet entende que é assim que o responsável quer, e, por mais que ele esteja cansado ou sobrecarregado, manterá este padrão.
Apego excessivo do tutor: nestes casos, o responsável é que se posiciona como dependente emocional do animal, que se torna codependente por pura falta de opção.
O transtorno de ansiedade de separação em humanos adultos foi incluído no Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais – DSM-V recentemente. Em um estudo, pesquisadores australianos mostraram que a ocorrência da ansiedade de separação em cães está associada à presença do transtorno de ansiedade de separação no tutor. 
Os autores chamam a atenção que o comportamento de evitação social e ausência de rede de apoio (amigos e familiares com proximidade emocional suficiente) dos adultos são fatores predisponentes para o humano desenvolver ansiedade de separação com seus pets (Dowsett et al., 2020).
Ansiedade geral do tutor: em um artigo publicado em 2021, na revista Journal of Veterinary Behavior, pesquisadores concluíram que a causa mais provável para animais que vivem com pessoas com transtorno de ansiedade também se tornarem ansiosos é a via empática, ou seja, por contágio emocional, e não por alteração comportamental específica do tutor ansioso. 
Isso quer dizer que mesmo você fazendo um manejo excelente, seu animal ainda pode estar ansioso se você estiver. Isso é muito triste, e muito sério. A ansiedade tira a força do animal, tudo fica mais difícil. Para o tutor também.
Quebrar a confiança do pet e incentivar comportamentos dependentes são contraindicados
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O que fazer para evitar que isso aconteça? 
Primeiro: estimule a independência e autoconfiança do animal:
Elogie quando ele brinca sozinho, quando se retira para deitar longe de você, quando está calmo sem te solicitar. Elogie e reforce todos os comportamentos calmos e independentes;
Na hora da comida, não fale nada, sirva e dê espaço para o pet. Não elogie que comeu tudo. Não peça para comer;
Sempre tenha um cantinho do xixi em casa, evite que o cão fique dependente do passeio para as necessidades fisiológicas;
Não fique vigiando o que o pet está fazendo quando ele não está na sua vista;
Também é importante não quebrar a confiança que o pet tem em você:
Nunca deixe o animal com estranhos ou em um local que ainda não está adaptado, quando for viajar, se organize, vá adaptando o pet gradualmente;
Não deixe um cão se aproximar por trás do seu pet, quando estiver passeando com coleira;
Não dê bronca na frente de outras pessoas ou animais;
Não o exponha a uma situação para a qual ele não está preparado;
Olhe no olho com frequência;
Não dar bronca em público e olhar no olho são as recomendações da colunista para garantir a autoconfiança do pet
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Sempre esteja atento a você mesma(o), à sua saúde mental e emocional e que tipo de vínculo está desenvolvendo com o animal. Amor é uma coisa, depositar todas as fichas no pet, é outra. Ele sente o peso.
A ansiedade afeta o cognitivo do animal, alterando como ele vê o mundo, como o interpreta e como elabora suas memórias. Os animais ansiosos interpretam estímulos ambíguos ou neutros como negativos. Para eles, o copo sempre está “meio vazio”, nunca no meio ou “meio cheio”. 
É um estado de sofrimento. O animal ansioso interpreta quase tudo como uma possível ameaça, o que vai reforçando as vias neurais do medo e aumentando a dependência emocional, que então reforça a ansiedade, até ter uma perda total de controle do ambiente. É um círculo vicioso que se instala e evolui bem rápido.
Convido você a tomar a decisão de criar um pet autoconfiante, que explora o mundo do jeitinho dele, enquanto tem uma relação de amor incrível com você. Os pets vibram numa frequência altíssima, que alegra e cura o ambiente, mas só fazem isso quando estão plenos. Eles merecem estar plenos.
Comece pelo olho no olho, confie na capacidade dele e confie em você mesma(o) também. Vai ficar tudo bem.
Referências citadas: 
Dowsett, E., Delfabbro, P, Chur-Hansen, A. Adult separation anxiety disorder: the human-animal bond. Journal of Affective Disorders, p.90-96. 2020.
Pereira, M., Lourenço, A., Lima, M. et al. Evaluation of mediating and moderating effects on the relationship between owners and dog’s anxiety: a tool to undestand a complex problem. Journal of Veterinary Behavior. 2021.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/8OSIKi8HBA7G-izQFB076ZzXo2g=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/4/U/aNOO7DSBGwIB3Ay2cIxA/como-prevenir-a-dependencia-emocional-e-criar-um-pet-autoconfiante-1-.png" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Tue, 25 Apr 2023 09:03:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>6 coisas que seu cão sabe sobre você</title>  <link>https://vidadebicho.globo.com/webstories/stories/2023/04/24/6-coisas-que-seu-cao-sabe-sobre-voce.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/webstories/stories/2023/04/24/6-coisas-que-seu-cao-sabe-sobre-voce.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/E1cKM2m0o1F7XhtDVcpJslpBwV4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/y/h/pBLHs6S96y3B4eDrvE5g/cachorro-engasgado-saiba-o-que-fazer-vidadebicho-4.jpg" /><br /> ]]>      </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/E1cKM2m0o1F7XhtDVcpJslpBwV4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/y/h/pBLHs6S96y3B4eDrvE5g/cachorro-engasgado-saiba-o-que-fazer-vidadebicho-4.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Mon, 24 Apr 2023 14:20:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Gato babando transparente: o que pode ser? Veterinários respondem</title>  <atom:subtitle>Entenda quais são as possíveis causas da salivação excessiva em felinos e quando se preocupar</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/saude/noticia/2023/04/gato-babando-transparente-o-que-pode-ser-veterinarios-respondem.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/saude/noticia/2023/04/gato-babando-transparente-o-que-pode-ser-veterinarios-respondem.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/KWMxE_dL2Ralq13pFz9gykJ0uoU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/W/Z/24IX4ZRcOSO57I2a80Cw/gato-babando-muito-pexels-dids-7387857.jpg" /><br /> ]]>    Doenças, dor e alterações no comportamento são as possíveis causas que levam à salivação excessiva em gatos
Pexels/ Dids/ Creative Commons
A salivação excessiva é algo que costuma preocupar tutores, especialmente quando ela acontece em um gato. Assim, ao observar o bichano babando, é melhor ficar atento. 
“Não é comum que os pets babem. Portanto, ao perceber os gatos babando com frequência ou excessivamente, vale buscar atendimento quanto antes”, aconselha o médico-veterinário comportamentalista Dalton Ishikawa, fundador de uma empresa especializada em produtos pets. 
Causas da salivação excessiva em gatos
Segundo a médica-veterinária Fabiana Cassiano, especialista em felinos, doenças, dor e alterações no comportamento são as possíveis causas que levam um gato a babar. 
“Gatos podem salivar excessivamente quando possuem doenças sistêmicas que geram náusea, como doença renal, hepática, intestinal e pancreatite. Eles também babam muito quando ingerem substâncias com sabor desagradável, a exemplo de algumas medicações, ou tóxicas, como produtos de limpeza e venenos.” 
A profissional ressalta ainda que alguns problemas na boca do animal também geram salivação excessiva, como a presença de corpo estranho, periodontite, gengivite ou fratura de mandíbula. Além de algumas situações comportamentais, como o estresse. 
“Alguns gatos também podem salivar quando estão relaxados e recebendo carinho, mas é menos comum”, diz Fabiana. 
O tratamento da salivação excessiva em gatos varia conforme a causa
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Tratamento e prevenção da salivação excessiva em gatos
O tratamento varia conforme a causa. Segundo Dalton, pode ir de um simples remédio até a uma cirurgia. 
O médico-veterinário Valdo Reche, especialista em felinos, explica que, em casos de estomatite e gengivite, por exemplo, alguns gatos a recomendação é a extração de dentes, enquanto na laringite viral, o animal precisará de anti-inflamatórios e antibióticos. 
Já quando a causa da salivação excessiva é uma doença renal, hepática ou pancreatite, utilizam-se medicações para controle de náusea. 
No que diz respeito à prevenção, Valdo destaca que para a laringite viral, por exemplo, há vacina. “Os dois agentes virais causadores dessa doença são o calicivírus felino e herpesvírus tipo 1”, diz o médico-veterinário. 
Ele ressalta também que a escovação dental diária também ajuda prevenir a salivação excessiva em gatos.  Fabiana, por fim, destaca a importância de manter exames e consultas em dia: 
“Monitorar a saúde da cavidade oral e realizar tratamento com dentista veterinário sempre que necessário previne uma das causas da salivação em excesso. Levar o gato pelo menos uma vez ao ano para check-up e avaliação geral em veterinário especialista também pode ajudar a evitar as demais causas”. 
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/KWMxE_dL2Ralq13pFz9gykJ0uoU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/W/Z/24IX4ZRcOSO57I2a80Cw/gato-babando-muito-pexels-dids-7387857.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Mon, 24 Apr 2023 09:19:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Golfinhos: 20 fatos que tornam esses animais extremamente fascinantes</title>  <atom:subtitle>Conheça mais sobre as várias espécies desse mamífero aquático popular e adorado em todo o mundo</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/golfinhos-20-fatos-que-tornam-esses-animais-extremamente-fascinantes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/golfinhos-20-fatos-que-tornam-esses-animais-extremamente-fascinantes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/GGrD-t4qAa8E6c3q0WJQIN2hm2c=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/P/w/z9avjoToGTCaXBBzpl2Q/simpsons-acertaram-golfinhos-andavam-na-terra-colunista-explica-3-.png" /><br /> ]]>    Os golfinhos são mamíferos aquáticos conhecidos por serem fascinantes, dóceis e inteligentes. Crianças e adultos adoram a criatura, que às vezes se comporta como humanos. Conheça alguns fatos interessantes que farão você se apaixonar ainda mais por esses bichos!
Os golfinhos são descendentes de animais terrestres
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1. Estão espalhados pelo mundo
Existem mais de 40 espécies diferentes de golfinhos, que vivem em água doce ou salgada, encontradas em todo o mundo.
2. Botos também são golfinhos
O rio Amazonas é o lar de quatro espécies de botos que não são encontradas em nenhum outro lugar da Terra.
3. Não falam a mesma língua
Esses mamíferos são conhecidos por terem um sistema de comunicação extremamente complexo. Cientistas descobriram que golfinhos que vivem em regiões diferentes, assim como os humanos, falam ‘idiomas’ distintos.
4. Sofrem com barulhos
A poluição sonora subaquática, causada por navios, construções e plataformas de extração de petróleo, é uma grande ameaça aos golfinhos, que dependem da comunicação e podem ficar estressados e até perder a audição por conta do barulho. 
Eles, às vezes, até precisam ‘gritar’ para falar uns com os outros, principalmente quando estão expostos a ruídos altos.
5. Ajudam pescadores
Estudiosos têm observado há décadas golfinhos ajudando humanos a pescar, conduzindo grandes cardumes em direção aos barcos. Eles constataram que os animais mergulham para sinalizar aos pescadores, que não conseguem enxergar os peixes sob a água turva, o momento exato de lançarem as redes, depois alimentam-se dos animais que acabaram se separando do cardume principal.
6. Conquistam em grupos
Pesquisadores da Universidade de Bristol (Inglaterra) estudaram os mamíferos marinhos e descobriram que golfinhos-roaz formam parcerias táticas entre os machos e competem juntos contra alianças rivais pelo acesso às fêmeas.
7. Reconhecem os amigos pela urina
Um novo estudo da Universidade de St Andrew, na Escócia, afirmou que esses mamíferos, mesmo à distância, sem conseguir ver ou ouvir seus amigos e familiares, são capazes de reconhecê-los através do gosto da urina e outras secreções.
8. Têm GPS integrado
Eles usam um sistema de ecolocalização para localizar presas e se comunicar uns com os outros. Funciona da seguinte forma: eles enviam sons de alta frequência e percebem o eco que retorna quando as ondas sonoras encontram o animal desejado.
9. Saltam fora d’água 
Os golfinhos são conhecidos por sua capacidade de saltar fora d'água, o que é chamado de breaching. Eles podem pular até 6 metros acima da superfície do oceano!
Os golfinhos copulam por prazer e são até considerados promíscuos 
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10. Sãos cheios de dentes
A espécie mais popular do mundo é o golfinho-nariz-de-garrafa. Sua boca é composta por 20 a 24 dentes em cada lado do maxilar e 18 a 24 dentes em cada lado da mandíbula.
Apesar da dentadura poderosa, eles não costumam mastigar sua comida, e, sim, a engolem inteira. Seus dentes são usados apenas para capturar as presas.
11. Mantêm o skincare em dia
Os golfinhos-nariz-de-garrafa utilizam corais para 'esfoliar' e tratar doenças de pele, por conta de suas propriedades antibacterianas. Eles também possuem uma grande capacidade de regeneração da pele.
12. Gostam de fazer bolhas
Ao caçar, os golfinhos produzem bolhas para levar suas presas à superfície. Às vezes, eles também usam a cauda para atingir peixes e atordoá-los — tornando-os mais fáceis de pegar.
13. São velozes
Os golfinhos são capazes de nadar a velocidades incríveis, com algumas espécies atingindo mais de 50 km/h.
14. São muito inteligentes
Conhecidos como alguns dos animais mais inteligentes que existem, eles têm um dos maiores cérebros em relação ao tamanho do corpo entre todos os animais, o que sugere que são muito espertos.
15. Podem dormir pela metade
Os golfinhos-nariz-de-garrafa podem dormir com metade do cérebro de cada vez e mantêm um olho aberto. Acredita-se que eles fazem isso para ficar atentos em seu grupo — para garantir que eles fiquem juntos — e em predadores.
16. Têm dois estômagos
Os golfinhos possuem dois estômagos, um é usado para armazenamento de alimentos e o outro, para digestão.
17. Podem mergulhar bem fundo
Esses cetáceos podem mergulhar a profundidades incríveis, com algumas espécies sendo capazes de chegar até 300 metros abaixo da superfície do oceano.
18. Possuem nomes
Cientistas descobriram que golfinhos-nariz-de-garrafa se chamam pelo nome. Além dos humanos, esses são os únicos animais conhecidos por fazer isso.
19. Orcas são golfinhos
Apesar de serem conhecidas como baleias assassinas, as orcas são uma espécie de golfinho, a maior que existe.
20. Acasalam por prazer
Além dos humanos, o golfinho é um dos poucos animais que também sentem prazer a partir das relações sexuais. Eles acasalam de forma heterossexual e homossexual e até se masturbam.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/GGrD-t4qAa8E6c3q0WJQIN2hm2c=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/P/w/z9avjoToGTCaXBBzpl2Q/simpsons-acertaram-golfinhos-andavam-na-terra-colunista-explica-3-.png" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Mon, 24 Apr 2023 09:13:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Como limpar o ouvido do cachorro em casa: veja o passo a passo</title>  <atom:subtitle>Cuidar da saúde auricular do cão é essencial para evitar otites, inflamações e infecções</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/saude/noticia/2023/04/como-limpar-o-ouvido-do-cachorro-em-casa-veja-o-passo-a-passo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/saude/noticia/2023/04/como-limpar-o-ouvido-do-cachorro-em-casa-veja-o-passo-a-passo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/I0Df2sH_ZYW-d9PTwHhqFSjBj08=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/q/X/C22TTNSvaxwV8EPOkqcQ/coo-limpar-orelha-de-cachorro-dog-g740aa8b53-1920.jpg" /><br /> ]]>    Cães com orelhas caídas demandam atenção redobrada na limpeza
Pixabay  cri92/ Creative Commons
Você sabia que limpar periodicamente o ouvido do seu cachorro pode ajudar a prevenir doenças? Segundo veterinários consultados por Vida de Bicho, esse cuidado evita quadros de otite, inflamações, alergias e infecções, que, se não tratadas de forma adequada, levam até a perda auditiva dos pets. 
“As orelhas dos cães possuem um mecanismo autolimpante fisiológico. Porém, a anatomia de alguns, especialmente aqueles com orelhas pendulares ou com excesso de pelos, pode aumentar a retenção de umidade e propiciar a proliferação bacteriana e fúngica”, explica o médico-veterinário Kaue Ribeiro da Silva, que atua em uma grande empresa de desenvolvimento de produtos de saúde pet. 
Ainda segundo o profissional, mesmo em cães com orelhas cuja anatomia favoreceria o mecanismo autolimpante, o umedecimento da região após banhos também pode facilitar o crescimento de patógenos. Nessas situações, “a higienização da região é importante para manter a saúde auricular”.
Quando limpar a orelha do cão? 
Ana Paula de Figueiredo, consultora de vendas de uma grande distribuidora de produtos de saúde animal, explica que, geralmente, a limpeza do ouvido dos pets pode ser feita semanalmente. Entretanto, o ideal é consultar um médico-veterinário para definir a periodicidade indicada para cada cão. 
“Cães com orelha caída têm a tendência a desenvolver otites com maior frequência, devido a uma menor ventilação no conduto auditivo. Assim, o tutor deve ter uma maior atenção durante a limpeza e secagem do ouvido, para não deixá-lo úmido”, ressalta a profissional.
Como limpar a orelha do cachorro?
Para limpar a orelha do cachorro, o tutor precisará de luvas, gazes e uma solução de limpeza própria para cães ou solução fisiológica. Em seguida, deve fazer o seguinte: 
1. Segure a cabeça do cachorro delicadamente no colo e molhe uma gaze com solução otológica veterinária. 
2. Com a gaze, limpe a região externa da orelha do cão, esfregando com cuidado para remover sujidades. 
3. Em seguida, o tutor deve partir para a limpeza do conduto auditivo (parte interna, popularmente conhecida como ouvido), começando por pingar a solução no ouvido do pet. 
4. Massageie a base da orelha por aproximadamente um minuto.
5. Retire a sujeira com a gaze delicadamente, sem adentrar muito fundo no ouvido do pet e repita os procedimentos na outra orelha.
“Deve-se consultar no rótulo do produto a quantidade de gotas a serem administradas em cada orelha. Geralmente, são duas gotas para cada 5 kg de peso. Após aplicação do produto, deve-se massagear a base da orelha, a fim de permitir o contato adequado da solução de limpeza ou fisiológica com o epitélio auricular. Caso vazamento do líquido, pode-se remover com uma gaze”, explica Kaue. 
Ana Paula ressalta que, na hora da higienização, é importante estar em um ambiente tranquilo e ter paciência. No mais, o tutor não deve recorrer a objetos pontiagudos, como pinças, ou mesmo cotonetes para limpar o ouvido dos cães. 
“Nunca deve se usar cotonete e algodão, para não correr o risco de machucar, ou deixar algodão dentro do conduto auditivo”, alerta Ana Paula. 
Ao perceber qualquer aspecto diferente no ouvido do pet, o tutor deve procurar o médico-veterinário
Pexels/ Mikhail Nilov/ Creative Commons
Fique de olho!
Se o cachorro costuma se divertir na praia ou piscina, o ideal, é usar um protetor auricular específico para esses momentos. 
“Existe um protetor de orelha próprio para cães usarem em ambientes com água. Ele é vendido em pet shops ou em e-commerces. O ideal é usá-lo quando o animal entrar na água. Depois, sempre utilizar uma gaze para ajudar na secagem do ouvido”, diz a veterinária. 
Já o médico-veterinário Pedro Mancini, CEO de uma startup do segmento pet, alerta que nunca se deve usar água ou solventes para retirar a secreção do ouvido do pet, nem forçar a remoção da secreção de forma bruta. Ele diz ainda que o tutor deve sempre procurar o médico-veterinário ao notar qualquer mudança na orelha dos pets. 
“Dois dos melhores parâmetros são o aspecto e o cheiro. Uma orelha saudável não deve ter secreção ou descamações, assim como o cheiro deve ser leve e sem odor “seco”, característico das otites. Se o animal apresentar pele vermelha, secreção abundante, cheiro forte e dor, além de chacoalhar muito a cabeça, numa tentativa de aliviar o desconforto, é hora de procurar o veterinário”, finaliza.
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CBN/ Reprodução
Será que seu gato gosta quando você o pega no colo? E o seu cão, curte tomar banho? Na coluna Vida de Bicho do Estúdio CBN desta quinta-feira (20), nós desvendamos essas e outras atitudes que, nem sempre, são apreciadas pelos pets. Confira! 
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Apesar de sua popularidade, existem algumas peculiaridades desses mamíferos que você provavelmente não sabia. Veja abaixo uma lista com 12 curiosidades sobre eles!
Os coalas têm garras longas e afiadas para conseguir se pendurar nas árvores
Unsplash/ Steve Franklin/ Creative Commons
1. Coalas não são ursos
Apesar de serem frequentemente chamados de “ursos-coalas”, eles não são ursos, mas, sim, parentes dos cangurus e dos vombates.
2. São comilões
Os coalas são herbívoros e se alimentam exclusivamente de eucalipto. Eles podem comer até um quilo de folhas por dia!
3. São dorminhocos
Eles são animais noturnos e dormem cerca de 20h por dia. Isso ocorre porque sua dieta com base em folhas de eucalipto é pobre em nutrientes, o que os força a economizar energia.
4. São críticos gastronômicos exigentes
Embora existam centenas de tipos de eucaliptos, os coalas tendem a se alimentar de apenas 50 delas. Geralmente, eles consomem de uma a três espécies específicas regularmente, reservando outras para um lanche ocasional. Eles costumam subir até o topo das árvores mais altas para pegar as folhas que contêm mais líquido e nutrientes.
5. Têm polegares
Os coalas possuem uma espécie de polegar em suas patas dianteiras, o que lhes permite segurar galhos e folhas com facilidade.
6. Nascem minúsculos
Um bebê coala, que é chamado de joey, passa cerca de um mês na barriga da mãe e nasce medindo apenas 2 cm, sem visão ou audição. Após o parto, o filhote escala sua mãe até chegar em sua bolsa, onde permanece lá pelos próximos seis meses, enquanto cresce e se desenvolve.
Coala - Phascolarctos cinereus 
Till Niermann / Wikimedia Commons / Creative Commons
7. Cada um no seu quadrado
O coala é um animal solitário e territorial. Cada indivíduo tem sua própria área de alimentação e pode se tornar agressivo se outro entrar em seu território.
8. Podem falar
O som que os coalas emitem é chamado de bellow e pode ser ouvido a uma distância de um quilômetro. Esse som é usado para marcar território e atrair companheiros.
9. Têm impressões digitais
As impressões digitais desses marsupiais são incrivelmente semelhantes às nossas. Tanto que essas evidências já foram confundidas com vestígios humanos em cenas de crime. 
10. Não precisam beber (muita) água
A palavra 'coala' vem é derivada do termo darug, que significa 'sem água'. Eles receberam esse nome dos nativos australianos porque raramente bebem água em fontes comuns, como rios e lagos. Em vez disso, eles se mantêm hidratados por meio de sua dieta de folhas de eucalipto e lambendo a chuva que escorre pela casca lisa das árvores.
11. Cheiram a eucalipto
Por passarem muito tempo sentados em eucaliptos e comendo suas folhas, coalas machos jovens e fêmeas exalam um leve aroma da planta, que também funciona como um repelente natural de insetos. Já os machos adultos têm um odor mais forte e almiscarado.
12. Possuem um bumbum acolchoado
Os coalas possuem uma cartilagem espessa no final de sua coluna que serve para eles se acomodarem com mais conforto nas árvores. 
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Pixabay/ Andi/ Creative Commons 
Você já ouviu falar em hipertermia? O termo é utilizado para descrever um aumento excessivo da temperatura corporal, para além dos valores considerados normais para a espécie. 
Em cães e gatos, ela pode ocorrer quando os animais atingem cerca de 40 °C, visto que a temperatura normal dos bichos gira em torno 37,4 a 39 °C para cachorros de grande porte, entre 38 e 39 °C para os de pequeno porte, e de 38 a 39,2 °C para os bichanos. 
“A hipertermia pode afetar tanto os cães quanto os gatos, porém é mais frequente em cachorros braquicefálicos, obesos, com doenças cardiovasculares, com paralisia laríngea, de pelagem escura e idosos”, comenta a médica-veterinária Graziely Barbosa da Cruz Almeida, responsável pela UTI do Hospital Veros. 
Dentre os animais com mais chances de desenvolver o quadro, os de focinho achatado são os que correm o maior risco, conforme explica Jade Petronilho, médica-veterinária de uma empresa focada no ecossistema pet:
“Por conta da anatomia do focinho achatado, raças como pug e persa não têm uma troca ideal de calor. Eles apresentam uma dificuldade maior de regular a temperatura corporal, o que facilita situações de hipertermia”. 
Causas e sintomas da hipertermia
Ao contrário do que muitos pensam, a hipertermia não ocorre somente no verão. Graziely explica que os episódios mais comuns estão associados à exposição ao calor ou ao sol, porém, a permanência em ambientes fechados, atividades musculares exacerbadas e até febre também podem levar ao quadro. 
Dentre os sintomas mais comuns, as veterinárias destacam: respiração ofegante, língua roxa, vômitos, convulsão, salivação excessiva, andar incoordenado, diarreia aguda e desmaios. 
“Percebeu que o cachorro está dando sinais de cansaço, pare o que estiver fazendo e vá para um lugar fresco. Se ele não melhorar, procure um médico-veterinário imediatamente”, orienta Jade. 
Vale ressaltar que medidas de resfriamento em contato direto com a pele, como gelo na barriga, devem ser evitadas. Isso porque elas podem provocar o efeito contrário e dificultar a eliminação do calor.  
“Enquanto se encaminha para o médico-veterinário, o tutor pode utilizar toalhas molhadas com água ou álcool nas regiões axilares, inguinal, palmar e plantar”, diz Graziely. 
Animais braquicefálicos estão entre os mais propensos a quadros de hipertermia
Pixabay/ CalculaPR/ Creative Commons
Tratamento e prevenção da hipertermia
O tratamento da hipertermia dependerá dos sintomas que o pet estiver apresentando. Entretanto, de modo geral, ele deve ser encaminhado para um médico-veterinário para resfriar o corpo e chegar à temperatura normal e, posteriormente, tratar os sintomas apresentados. “Nos casos mais graves, o ideal é que o animal fique internado pelo menos por um dia”, diz Jade. 
Sem tratamento, a hipertermia pode levar o animal a óbito. Para evitar o quadro, as profissionais orientam: evitar manter o animal em ambientes quentes, abafados e sem circulação de ar; preservar o peso adequado do pet; ao passear, não optar por percursos longos ou cansativos; e sempre sair com o bicho nos horários mais frescos do dia. 
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Canva/ Creative Commons
O passeio é essencial para manter a saúde física e mental dos cães. Além de atuar como um enriquecimento ambiental e sensorial, a caminhada é uma forma de descarregar as energias e apresentar diferentes estímulos para o peludo.
“Os cachorros precisam ter contato com a natureza. Atividades como cavar a terra, fazer as necessidades na grama e 'marcar o território' afloram o instinto natural e causam sensação de bem-estar. O contato com outros cães e pessoas também tornam os pets mais sociáveis e menos agressivos”, diz a médica-veterinária Marina Pais. 
A importância da presença do tutor durante o passeio
Outro fator importante durante o passeio é a presença do tutor, uma vez que ele é símbolo de segurança e afeto para o cão. Sabina Scardua, médica-veterinária comportamentalista e colunista do Vida de Bicho, explica que os pets tendem a explorar mais o local na presença do responsável, pois eles se sentem mais confiantes. 
O momento da caminhada também é uma chance do tutor ter tempo de qualidade com o animal, mostrando parceria e companheirismo. 
“É importante o tutor estar o tempo todo atento ao cão, e não ao entorno ou ao celular. O pet percebe quando a atenção está voltada para ele, o que reforça o vínculo afetivo e gera mais confiança na relação”, explica Sabina. 
Contratar um dog walker pode ser uma boa opção para tutores que não têm tempo de passear com os seus pets
Canva/ Creative Commons
Passeador de cães: quando contratar o serviço
O que fazer quando o tutor não tem tempo para passear com o cão? De acordo com Marina Pais, nesse cenário, é fundamental contratar um dog walker, profissional qualificado para caminhar e brincar com o pet. 
Além de deixar o cão seguro e alegre durante o passeio, um bom profissional entende de comportamento canino e está preparado para evitar situações de risco.
Sabina indica a contratação do passeador de cães nas seguintes situações:
Tutor sem tempo e paciência para passear com o pet;
Responsável com medo do cão brigar ou ser atacado durante a caminhada;
Tutor que não consegue controlar o cão no passeio;
Responsável que fica aflito durante a caminhada, com medo do cão ser roubado. 
O que considerar no momento de contratar um passeador de cães
Primeiro, é preciso garantir que o passeador não use nenhum método aversivo, como dar trancos na guia e uso de coleiras enforcadoras. É importante que o profissional realize passeios com cães de, no máximo, dois lares diferentes por vez, como afirma Marina Meireles, que atua em um aplicativo para contratação de serviços. 
A especialista explica que é interessante contratar um profissional que saiba interpretar sinais de medo ou desconforto do pet durante o passeio. Também deve-se utilizar o reforço positivo, no caso de passeios educativos. 
Segundo Marina Meireles, é bom o responsável participar do primeiro passeio com o dog walker, a fim de avaliar a reação do cão e o método utilizado pelo passeador.
“O responsável também deve questionar o profissional sobre qual foi a reação do cão na primeira caminhada feita na ausência dele, porque os pets inseguros podem apresentar emoções negativas na falta do tutor, que, muitas vezes, é tido como ‘porto seguro’”, completa. 
O passeador de cães deve ter conhecimento sobre comportamento canino 
Canva/ Creative Commons 
Onde encontrar um passeador de cães?
Hoje em dia, o tutor encontra diversas plataformas que oferecem esse serviço. Geralmente, os aplicativos inserem profissionais com diferentes metodologias. Antes de contratar, Marina Meireles sugere que o tutor verifique se o passeador possui cursos na área de comportamento canino.
Contratar esse serviço pode deixar os cães mais relaxados. Ademais, o horário do passeio não varia conforme os compromissos dos tutores, o que traz estabilidade para a rotina do pet, deixando-o mais confiante. 
Por mais agradável que seja passear com os cães, esse compromisso diário pode ser cansativo para o tutor, devido às demandas da vida e do trabalho. Quando o responsável passeia com pressa, estando mal-humorado ou ansioso, o cão pode se sentir mal, captando o seu estado e ficando mais vulnerável na rua, finaliza Sabina. 
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/WX9fFM_O3d1IBvkFj-6ZV7BJL0s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/n/Y/VcXF8AQZujgwgEIzJoeA/passeadores-de-cachorro-quando-procura-los.png" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Sat, 22 Apr 2023 09:29:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Macaco ou primata? Entenda as diferenças entre os termos</title>  <atom:subtitle>Apesar do termo "macaco" ser utilizado para se referir a todos os primatas, esse emprego está tecnicamente incorreto; saiba por quê</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/macaco-ou-primata-entenda-as-diferencas-entre-os-termos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/macaco-ou-primata-entenda-as-diferencas-entre-os-termos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/X9Y6JbxXGmONGdmAHZgBrSCqhhA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/i/H/ZEk6ZFRKOmA7FUbpiEmg/2-macaco-e-primata-entenda-as-diferencas-entre-os-termos.jpg" /><br /> ]]>    Todos os macacos são primatas, mas nem todos os primatas são macacos
Unsplash/ satyadeep_d/ Creative Commons
Em um país tropical e biodiverso como o nosso, alguns animais acabam se tornando conhecidos e ganhando maior notoriedade pela população — é o caso dos macacos, encontrados em florestas e zoológicos, mas também em vegetações urbanas.
Porém, o que muita gente não sabe é que "macaco" é um termo muito generalista, usado popularmente para se referir a todos os primatas, com exceção dos lêmures, lóris e társios e dos humanos.
“Nesse sentido mais popular, o termo 'macacos' inclui, entre outras espécies de primatas, os gibões, orangotangos, gorilas, chimpanzés e bonobos”, explica Pedro Pereira Rizzato, professor doutor do Departamento de Zoologia da USP.
Pedro diz que, na verdade, todos os macacos são primatas — ou seja, pertencentes a uma ordem de animais da classe dos mamíferos a qual, inclusive, pertencem os seres humanos. 
Orangotangos (foto), gibões, gorilas, chimpanzés e bonobos são considerados símios, o grupo de primatas atuais e extintos evolutivamente mais próximos dos seres humanos
Unsplash/ cameramandan83/ Creative Commons
Em um sentido técnico, porém, o termo “macacos” é utilizado de maneira mais restrita para se referir aos chamados “macacos do Velho Mundo”, que são nativos da África e Ásia (como, por exemplo, os macacos-rhesus, os babuínos e mandris) e aos chamados “macacos do Novo Mundo”, nativos do México, América Central e América do Sul (como os macacos-prego, macacos-aranha, saguis e micos). 
“Nesse sentido, então, o termo macacos não inclui os gibões, orangotangos, gorilas, chimpanzés e bonobos”, diz Pedro.
Resumidamente, todos os macacos são primatas, mas nem todos os primatas são macacos.
O que há de especial nos hominoides?
As cinco espécies por Pedro têm um certo destaque na zoologia. Elas são chamadas de “primatas hominoides”, grupo que reúne primatas atuais e extintos evolutivamente mais próximos dos seres humanos.
As evidências desse parentesco estão nas similaridades do material genético, além de semelhanças anatômicas como, por exemplo, o fato de não possuirmos cauda (ou "rabo"), conforme explica Pedro.
“Apesar disso, nós, humanos, temos uma região curta na parte inferior da nossa coluna vertebral, chamada cóccix. Ela corresponde a uma cauda vestigial, uma evidência de que nosso ancestrais mais distantes já tiveram, um dia, uma cauda bem desenvolvida como a dos macacos, mas que, ao longo da nossa história evolutiva, ela foi sendo reduzida até desaparecer.”
Primatas menos próximos ao ser humano, como o lêmure, apresentam caudas, em geral, bem desenvolvidas
Unsplash/ aldrinrachmanpradana/ Creative Commons
Já os demais primatas (lêmures, lóris, társios e os macacos do Velho e Novo Mundo) possuem caudas, em geral, bem desenvolvidas. 
Segundo Pedro, outra característica que ajuda a diferenciar esses dos demais primatas é o tamanho corporal: os orangotangos, gorilas, chimpanzés e bonobos são, assim como os humanos, maiores que a boa parte das espécies de macacos. 
Em contrapartida, algumas espécies de macacos, como o mandril, podem atingir tamanhos corporais maiores que um bonobo, por exemplo. 
Semelhanças no comportamento
Já com relação ao comportamento, o biólogo chefe do setor de Mamíferos do Zoológico de São Paulo, Luan Henrique Morais, aponta:
“De modo geral, os primatas são animais sociais, vivem em bandos de números variados, onde cada indivíduo assume uma posição hierárquica dentro do grupo”. 
De modo geral, os primatas são seres sociais e vivem em bando. Na foto, bonobos no zoológico de Cincinnati, nos Estados Unidos
Unsplash/ Sean Foster/ Creative Commons
Contudo, existem particularidades que ajudam a diferenciar os primatas hominoides dos macacos. Por exemplo, geralmente os macacos passam a maior parte do tempo em árvores e ficam pouco no solo (com algumas exceções, como os geladas e o próprio mandril).
“Enquanto isso, os nossos parentes primatas mais próximos passam bem mais tempo no solo ao invés de pendurados em árvores. Por fim, o volume cerebral dessas espécies é comparativamente maior do que o dos macacos em geral”, diz Pedro.
Luan explica que os primatas são animais onívoros e consomem matéria vegetal, como folhas, frutos, seiva de árvores e brotos, além de pequenos vertebrados, invertebrados e ovos.
A dieta daquelas espécies mais próximas aos humanos inclui, como a nossa — ao menos originalmente —, muitas frutas.
“Orangotangos consomem muitas frutas e podem até ajudar a dispersar as sementes de algumas espécies de plantas. Gorilas costumam se alimentar também de folhas, brotos e raízes. Chimpanzés e bonobos também têm preferência por frutas”, comenta Pedro.
Parentes primatas mais próximos aos seres humanos passam menos tempo em árvores e mais tempo no solo. Na foto, um chimpanzé no zoológico de Leipzig, na Alemanha
Wikipedia/ Thomas Lersch/ Wikimedia Commons
Segundo ele, porém, todas essas espécies mais próximas dos humanos consomem também alimentos de origem animal, desde insetos e bichos menores até alguns vertebrados maiores, incluindo outros primatas, como macacos de pequeno e médio porte.
Planeta dos macacos — ou dos primatas?
Talvez essas diferenças e similaridades sejam mais fáceis de serem compreendidas no inglês, em que é utilizado o termo apes para se referir coletivamente aos primatas com quem temos maior parentesco (isto é, os hominoides), e monkeys para os macacos do Velho e Novo Mundo. 
“Isso é interessante porque, se formos reparar, a famosa franquia de filmes que nós conhecemos no Brasil como Planeta dos Macacos é chamada originalmente de Planet of the Apes, usando o termo em inglês restrito aos gibões, orangotangos, gorilas, chimpanzés e bonobos”, diz Pedro.
Seres humanos e chimpanzés compartilham 99,4% do material genético
Wikipedia/ Matthew Hoelscher/ Wikimedia Commons
Mas, caso você esteja se questionando, o chimpanzé e o bonobo são aqueles com quem temos maior proximidade dentre essas cinco espécies:
“Os humanos pertencem à espécie Homo sapiens. Embora não seja correto dizer que evoluíram dos macacos, compartilham um ancestral comum. Em termos biológicos, os parentes vivos mais próximos de nós são os chimpanzés e bonobos, com os quais compartilhamos mais de 99% de semelhança genética”, explica Luan.
Inclusive, há quem ache que os chimpanzés e bonobos deveriam ser incluídos no gênero humano, dada a mínima diferença do material genético. É o caso do zoólogo Morris Goodman, professor da Universidade Estadual de Wayne, em Detroit (EUA), e um dos autores do estudo que descobriu a similaridade genética de 99,4% entre chimpanzés e seres humanos. 
Para ele, a informação do DNA combinada como parentesco ancestral deveria levar à criação de uma nova família, com o gênero Homo incluindo humanos, chimpanzés e bonobos. Atualmente, os chimpanzés estão classificados como gênero Pan.
A intenção de Morris e de seus colegas cientistas que concordam com a proposta é provocar uma nova abordagem na maneira em que lidamos com nossos parentes. Isso seria positivo para que as pessoas os entendessem como seres racionais e emocionais e, assim, demonstrassem maior compaixão e respeito.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/X9Y6JbxXGmONGdmAHZgBrSCqhhA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/i/H/ZEk6ZFRKOmA7FUbpiEmg/2-macaco-e-primata-entenda-as-diferencas-entre-os-termos.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Sat, 22 Apr 2023 09:10:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Conheça 10 animais que enxergam muito bem no escuro</title>  <atom:subtitle>Essas espécies se destacam por sua visão noturna excepcional e muito superior a dos humanos</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/conheca-10-animais-que-enxergam-muito-bem-no-escuro.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/conheca-10-animais-que-enxergam-muito-bem-no-escuro.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/msa7Dbyj7_fryFFHalmnUT-cS4A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2022/Y/s/YvWJY5Sle9AZbO4kBnQA/suica-lobo.jpeg" /><br /> ]]>    A capacidade de ver claramente à noite não é algo que os humanos possuem, mas alguns animais não têm problemas para enxergar no escuro. Muitos deles têm uma visão noturna incrível, graças a adaptações evolutivas importantes. 
Conheça 10 animais que enxergam muito bem no escuro!
1. Lobos
Lobo-cinzento – Canis lupus
Mas3cf/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Os lobos possuem olhos grandes e uma grande quantidade de bastonetes na retina, o que lhes permite enxergar melhor no escuro do que a maioria dos animais. Além disso, sua visão noturna é aprimorada, graças à reflexão da luz em uma membrana especial de tecido que fica atrás de seus olhos, chamada de tapetum lucidum (tapete brilhante), ou região tapetal.
2. Corujas
Coruja-do-faraó – Bubo ascalaphus 
Tony Hisgett/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
No olho de uma coruja, assim como no olho humano, há dois tipos de células: os bastonetes, que cuidam da visão em condições com pouca luz, e os cones, responsáveis pela visão de cores e detalhes. 
As corujas possuem cerca de 30 vezes mais bastonetes do que cones, o que significa que, embora não consigam discernir muito bem as cores, têm uma excelente visão noturna.
3. Morcegos
Morcego-marrom - Eptesicus nilssoni 
Mnolf/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Ao contrário do que a maioria das pessoas acredita, os morcegos não são cegos. No entanto, sua percepção do mundo é diferente da dos humanos. 
Existem mais de 1.300 tipos de morcegos, e suas habilidades de visão variam dependendo da espécie. Em geral, sua capacidade de identificar cores é limitada. No entanto, à noite, eles enxergam melhor que os humanos. 
4. Gatos
O formato dos olhos dos gatos domésticos faz com que eles enxerguem bem de noite
Pixabay/ Philippe Dubois/ Creative Commons
Os gatos possuem olhos grandes e uma pupila vertical que se abre mais do que a de outros animais, permitindo que mais luz entre nos olhos. Há também mais bastonetes na retina dos felinos, fazendo com que eles enxerguem seis vezes melhor do que os humanos no escuro. Outra adaptação que favorece a visão no escuro é a reflexão da luz na região tapetal.
5. Águia
Águia-de-cabeça-branca – Haliaeetus leucocephalus
Oregon Department of Fish &amp; Wildlife/ WikimediaCommons/ Creative Commons
As águias são conhecidas por sua visão excelente e essa característica também de aplica para a noite. Essas aves são diurnas e costumam usar a luz para caçar. No entanto, existem algumas espécies que preferem se alimentar à noite e no escuro. Isso é possível porque seus olhos também possuem inúmeros bastonetes, facilitando a visão em baixa luminosidade.
6. Társios
Társio – Tarsius sp.
Meldy Tamenge/ Wikimedia Commons
Társios são pequenos primatas que são ativos à noite. Eles podem girar a cabeça em 180 graus, o que os ajuda a enxergar objetos a diferentes distâncias. Também têm olhos gigantes, detendo o recorde de maiores globos oculares em relação ao tamanho do corpo de qualquer mamífero. 
Curiosamente, eles não possuem o tapetum lucidum como outros animais de visão noturna e processam os estímulos de maneira diferente do que os demais macacos e em outra região do cérebro. No entanto, possuem vários bastonetes, o que favorece a percepção das cores. 
7. Raposas
Raposa-vermelha – Vulpes vulpes
Unsplash/ Amanda Frank/ Creative Commons
Embora as pessoas costumem ver, em alguns países, raposas adaptadas ao meio urbano que aparecem com frequência durante o dia, elas são predominantemente notívagas. Graças à membrana tapetal, sua excelente visão noturna os torna grandes caçadores.
8. Cobras
Píton birmanesa – Python bivittatus 
Domínio Público/ Wikimedia Commons
Nem todas as cobras podem ver bem de noite, somente as que possuem um órgão sensorial chamado de fosseta loreal, como jiboias e pítons. Dispostas dos dois lados da face, essas estruturas são formadas por uma membrana que pode detectar a radiação infravermelha, ou seja, uma frequência específica de ondas de luz, percebendo a temperatura de corpos quentes a até um metro de distância.
9. Tigres
Tigre  – Panthera tigris tigris
J. Patrick Fischer/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Assim como os gatos, os tigres têm a região tapetal atrás da retina, que lhes permite ter uma visão noturna melhor. No entanto, eles distinguem mal as cores e não enxergam bem de longe.
10. Guaxinins
Guaxinim  – Procyon cancrivorus
Darkone/ Wikimedia Commons/ Creative Commons
Os olhos dos guaxinins também possuem a região tapetal, permitindo que enxerguem bem no escuro. Quando uma luz incide diretamente em seus olhos, eles brilham em um tom avermelhado.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/msa7Dbyj7_fryFFHalmnUT-cS4A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2022/Y/s/YvWJY5Sle9AZbO4kBnQA/suica-lobo.jpeg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Sat, 22 Apr 2023 09:03:24 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Levantamento destaca os 10 nomes mais populares de cães no Brasil</title>  <atom:subtitle>Uma franqueadora de pet shop divulgou, com exclusividade para o Vida de Bicho, o top 5 dos nomes de machos e fêmeas mais atendidos pela empresa</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/levantamento-destaca-os-10-nomes-mais-populares-de-caes-no-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/levantamento-destaca-os-10-nomes-mais-populares-de-caes-no-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/syTyRu4Sg9C-tN1SpPg_IREwCGk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/v/P/dwJJJBTT6koEb0k5KsKQ/levantamento-nomes-caes-tendencias-vidadebicho-1.jpg" /><br /> ]]>    Belinha e Bud são alguns dos nomes que fazem parte do ranking
Pexels/ Blue Bird/ Creative Commons
Ao adotar um cachorro, um dos momentos mais marcantes é a escolha do nome do pet. Existem desde tutores que batizam o bicho com nomes de personagens de livros ou filmes, até aqueles que seguem uma tendência. 
O levantamento de uma franqueadora de pet shop com serviços de banho e tosa, divulgado exclusivamente ao Vida de Bicho, analisou sua base de dados para identificar os nomes que apareceram com mais frequência. 
Com o cadastro de mais de 9 mil cães, a rede observou os nomes tanto de machos quanto de fêmeas. Vale destacar que a somatória dos dois gêneros é ligeiramente inferior ao da base total.
Mel foi a vencedora entre as cadelas. Já para machos, o nome com a maior tendência foi Thor. Confira o top 5 de cada um!
Fêmeas
Mel – 5,7%
Amora – 4,1%
Nina – 3,9%
Luna – 3,8%
Belinha – 2,9%
Machos
Thor – 3,4%
Theo – 2,9%
Nick – 2,3%
Bob – 2,2%
Bud – 1,7%
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/syTyRu4Sg9C-tN1SpPg_IREwCGk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/v/P/dwJJJBTT6koEb0k5KsKQ/levantamento-nomes-caes-tendencias-vidadebicho-1.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Fri, 21 Apr 2023 09:25:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Cachorro pode comer polenta? Veterinárias tiram a dúvida</title>  <atom:subtitle>Por serem pobres em nutrientes para os cães, tanto a polenta quanto o fubá são contraindicados para os pets</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/nutricao/noticia/2023/04/cachorro-pode-comer-polenta-veterinarias-tiram-a-duvida.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/nutricao/noticia/2023/04/cachorro-pode-comer-polenta-veterinarias-tiram-a-duvida.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/XcKMh7XiWCLgH0n2ceGVFT8lY6Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/P/N/zyFtcDRa289XtB2dOaFg/cachorro-pode-comer-polenta-veterinarias-tiram-a-duvida.png" /><br /> ]]>    Ainda que não seja um alimento tóxico, a polenta não é indicada para os pets
Unsplash/ Creative Commons
Frita, pura ou misturada com carne moída, a polenta é um alimento bastante apreciado pelos brasileiros, o que faz com que muitos tutores se perguntem se seus cães também podem apreciá-lo. 
De acordo com veterinárias consultadas por Vida de Bicho, ainda que não seja um alimento tóxico aos cães, ele não é indicado, visto que a iguaria é pobre em nutrientes. 
“A polenta é preparada a partir do cozimento de água e sêmola de milho — ingrediente muitas vezes produzido com componentes altamente tóxicos para os cães, como é o caso da cebola. Além de ser rico em calorias e pobre em nutrientes fundamentais para o organismo dos pets, o alimento pode causar reações adversas em indivíduos com intolerância”, explica a médica-veterinária Laíssa Santiago, especialista em nutrição animal. 
Por que não se deve oferecer polenta aos cães
Ainda segundo a veterinária, a polenta não traz qualquer benefício aos pets, pelo contrário, se ofertada com frequência pode causar de problemas gastrointestinais a mau hálito. As contraindicações estariam relacionados ao fato do alimento ter como base um grão, que é uma das principais fontes de carboidrato. 
“O excesso de grãos nas dietas de alguns cães pode estar associada a problemas como má digestão (gases, diarreia), obesidade, diabetes, acúmulo de tártaro, mau hálito e alergias”, elenca Laíssa.
A profissional destaca ainda que grãos de baixa qualidade para os pets, como milho, soja e trigo, costumam apresentar micotoxinas (substâncias tóxicas produzidas por bolores), que podem provocar efeitos agudos (hepatite, doenças renais), crônicos (alergias, imunodeficiências) e até mutagênicos, ocasionar, por exemplo, câncer. 
Animais alérgicos podem apresentar alterações dermatológicas e gastrointestinais ao ingerir fubá
Unsplash/ Laura Adai/ Creative Commons
Fubá pode ser oferecido ao pet? 
Ainda que muita gente recorra ao fubá para alimentar o pet e que o milho seja usado na formulação de rações para cachorros, esse também não é um alimento apropriado para os cães, conforme explica a médica-veterinária Aline Ambrogi Franco Prado, docente do curso de Medicina Veterinária da UniFAJ:
“O fubá é um alimento de custo bem baixo, um carboidrato, que pode ser uma fonte de energia para os animais. Porém, ele é pobre em nutrientes essenciais, como a proteína. Bichos que comem somente fubá podem ter problemas graves de saúde, devido a deficiências nutricionais importantes”. 
Na internet, é possível encontrar pessoas que incentivam o uso do alimento na dieta de animais idosos ou debilitados, com o intuito de abrir o apetite do pet. Contudo, as veterinárias desaconselham tal prática. 
“O fubá causa rápida saciedade por ser um alimento alto em calorias, mas não deve ser utilizado em animais idosos e debilitados. Além de ser pobre em nutrientes, ele pode causar sobrepeso e obesidade, dependendo da quantidade ingerida”, diz Laíssa. 
Aline completa, afirmando que animais alérgicos podem apresentar alterações dermatológicas e gastrointestinais. Segundo a professora, o mercado pet dispõe de alternativas melhores para alimentar animais com falta de apetite. 
“É um mito achar que o fubá pode abrir o apetite dos pets. Já temos diversos alimentos comerciais completos e palatáveis para estimular os animais, além de medicações específicas para esse fim”, finaliza Aline. 
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/XcKMh7XiWCLgH0n2ceGVFT8lY6Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/P/N/zyFtcDRa289XtB2dOaFg/cachorro-pode-comer-polenta-veterinarias-tiram-a-duvida.png" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Fri, 21 Apr 2023 09:10:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Bichos também gostam de se divertir: conheça 7 espécies brincalhonas</title>  <atom:subtitle>Veja como essas criaturas se entretem e gostam de passar o tempo em seus habitats naturais</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/bichos-tambem-gostam-de-se-divertir-conheca-7-especies-brincalhonas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/bichos-tambem-gostam-de-se-divertir-conheca-7-especies-brincalhonas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/FfOVkD7tdLOz_ZrxxIqE8C0PEqM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/e/y/flGRNBQM2ruS9oGop8Uw/2-no-nepal-caes-sao-homenageados-por-amizade-e-lealdade-durante-festival.jpg" /><br /> ]]>    A vida selvagem não é feita somente de momentos sérios, os bichos também sabem se divertir. Além dos humanos e de animais domesticados, outras espécies também são conhecidas por sua capacidade de se envolver em brincadeiras, muitas vezes exibindo comportamentos lúdicos, como perseguir uns aos outros, brincar de esconde-esconde e jogar objetos. 
Confira alguns bichos que realmente sabem como se divertir!
1. Raposas
As raposas são canídeos, e não felinos
Flickr/ Andean Fox/ Creative Commons
Parentes dos nossos amados cachorros, as raposas também tem um lado divertido. Elas são animais sociais, que vivem em grupos e podem brincar com os objetos ao seu redor e lutar com parentes, o que ocasionalmente pode acabar mal. Elas também são conhecidas por roubar bolas de golfe de campos para brincar.
2. Pandas
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Os pandas são criaturas fofas, criativas e muito brincalhonas. Eles gostam de se divertir com objetos encontrados em seu ambiente, subir em árvores, dar cambalhotas e deslizar na neve quando têm a oportunidade. Em cativeiro, eles também gostam de atormentar seus cuidadores, principalmente quando filhotes.
3. Golfinhos
Golfinho-nariz-de-garrafa - Tursiops truncatus
Canva/ Creative Commons
Os golfinhos são mamíferos aquáticos que possuem um cérebro mais desenvolvido do que a maioria dos animais da Terra. Eles costumam formar laços sociais muito fortes e também são muito brincalhões. Eles gostam de pular fora da água e já foram vistos brincando com a comida, com objetos que flutuam na superfície e lutando amistosamente entre si.
4. Capivaras
Capivaras são flagradas brincando em rio no Pantanal
Estes grandes roedores da América do Sul são animais sociais, que vivem em grupos de 10 a 20 indivíduos e gostam de brincar entre eles, com outros animais e até com humanos. No vídeo acima, as capivaras foram flagradas lutando por diversão em uma área alagada do Pantanal.
5. Elefantes
Os elefantes são mamíferos fortes e inteligentes, que vivem em grandes grupos e, portanto, são seres sociais. Eles possuem seu próprio jeito de se divertir e já foram observados brincando com água ou na lama. Os machos também foram registrados lutando entre si.
6. Corvos
Corvos são aves associadas à morte e a más notícias, no entanto, apesar da fama, eles gostam de brincar
Unsplash/ Tyler Quiring/ Creative Commons
Cientistas descobriram que os corvos usam ferramentas pelo mesmo motivo que os humanos brincam: por diversão. Pesquisadores da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, constataram que essas aves sentem prazer em resolver desafios usando o auxílio de objetos.
7. Leões
Os leões são os únicos felinos que vivem em grupo e isso faz com que eles gostem de brincar mesmo quando adultos. O vídeo acima mostra dois machos em cativeiro brincando como fazem os gatos domésticos.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/FfOVkD7tdLOz_ZrxxIqE8C0PEqM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/e/y/flGRNBQM2ruS9oGop8Uw/2-no-nepal-caes-sao-homenageados-por-amizade-e-lealdade-durante-festival.jpg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Fri, 21 Apr 2023 09:01:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>É proibido ter capivara de estimação? Entenda a multa do Tiktoker do AM</title>  <atom:subtitle>Em entrevista ao Vida de Bicho, Agenor Tupinambá se defende das acusações e garante ter procurado o Ibama para conseguir a guarda de Filó quando a resgatou, no final de 2022</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/e-proibido-ter-capivara-de-estimacao-entenda-a-multa-do-tiktoker-do-am.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/e-proibido-ter-capivara-de-estimacao-entenda-a-multa-do-tiktoker-do-am.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/cwWiSgZvuc8b9mnUddBHS6-t300=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/e/8/5N4mMRRd6oY1lmnzALdg/e-proibido-ter-capivara-de-estimacao-entenda-a-multa-do-tiktoker-do-am-2-.png" /><br /> ]]>    Agenor Tupinambá foi multado em R$ 17 mil pelo Ibama
Instagram/ @agenor.tupinamba/ Reprodução
Se você costuma acompanhar vídeos de animais na internet, provavelmente já cruzou com cenas da Filó, capivara criada por Agenor Tupinambá. Com mais de 34 milhões de curtidas nas redes sociais, o influenciador ficou conhecido por registrar sua rotina ao lado dos bichos de sua fazenda, em Autazes, no interior do Amazonas. 
Ao tomar conhecimento da morte de um bicho-preguiça no local, o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) notificou Agenor, na última terça-feira (18), por “utilização de espécimes da fauna silvestre sem a devida permissão da autoridade ambiental competente”, “exploração da imagem de animal silvestre mantido em situação de abuso e irregularmente em cativeiro” e “prática de ato de abuso contra animal silvestre”. 
A punição envolve uma multa no valor de R$ 17 mil, a entrega de Filó e Maria — papagaio que também estava sob os cuidados do tiktoker —, ao Centro de Recuperação de Animais Silvestres do Estado (CRAS), e o arquivamento das fotos e vídeos em que os bichos aparecem. A decisão gerou polêmica nas redes, principalmente entre os seguidores do influenciador. 
 “Ele nunca maltratou, nunca prendeu, bateu ou algo do tipo! Filó é amada por todos”, defendeu um deles no Twitter. “É um absurdo tão grande. Ela está no seu habitat natural, rodeada de amor e cuidados. Aí vão tirá-la de lá, para colocá-la em um cativeiro e depois liberá-la em lugar completamente desconhecido?”, protestou outro. 
O tema é complexo e, de fato, exige atenção para compreender o que está por trás do debate. Pensando nisso, o Vida de Bicho decidiu responder algumas dúvidas frequentes: a domesticação de capivaras é ilegal no Brasil? Qual é o objetivo da multa? Um cuidado afetuoso pode ser considerado maus-tratos? Entenda! 
A visão de Agenor Tupinambá sobre a decisão do Ibama
Em entrevista ao Vida de Bicho, Agenor conta que, no ano passado, tentou contato com o Ibama para conseguir a “guarda” de Filó, e, na ocasião, segundo o influenciador, a orientação do órgão foi mantê-la em sua fazenda. 
“Silvestre não é pet. O Ibama me mostrou que não pode, mas aqui, na Amazônia, é cultural. Quando peguei a Filó, procurei o órgão para tratar da guarda. Minha irmã foi lá, e nos disseram que não tinha problema, mas não deram documento. Não tenho provas.” 
Em entrevista ao Vida de Bicho, Agenor diz que está em contato com o Ibama para tentar manter Filó em sua fazenda
Instagram/ @agenor.tupinamba/ Reprodução
Sobre as acusações, o influenciador se defende: “Eu não mantive ninguém em cativeiro, não maltratei, nem matei nenhum animal. Eu tentei salvar o bicho-preguiça. Fiz tudo que eu pude. Quem vê de fora, acha estranho. Quem é daqui, entende. Eu moro no meio do mato. Eles são livres, não ficam presos”. 
Por fim, o fazendeiro esclarece que já deu “entrada na papelada” para tentar manter Filó em casa e diz não ter lucrado com a imagem da companheira. “Tenho uma noção de como cuidar, mas a veterinária também me passa orientações. Ela come capim e outros alimentos que deveria comer em vida livre. Tento mantê-la o mais saudável possível.”
Procurado pelo veículo, o Ibama afirma estar apurando sobre o contato prévio de Agenor e, até o momento, não confirmou a informação. A reportagem será atualizada assim que houver resposta do órgão. 
O que diz a lei?
O Ibama foi criado em 1989 visando integrar a gestão ambiental do país. Desde então, o órgão trabalha fiscalizando e monitorando o cumprimento das leis ambientais, junto das Secretarias Municipais do Meio Ambiente de cada região, a fim de proteger a biodiversidade brasileira.  
Neste sentido, as decisões do Instituto são regidas a partir da Lei Federal 9.605/98, que defende o direito dos bichos, também conhecida como Lei dos Crimes Ambientais. 
Para além do ato de matar, perseguir e caçar, o código também define como crime “apanhar e utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente”. 
Assim, “quem adquire, guarda, tem em cativeiro ou depósito […] espécimes da fauna silvestre, nativa ou em rota migratória, […] sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente” também pode ser notificado, multado e, em casos mais graves, preso. 
Ou seja, é possível, sim, domesticar um animal silvestre, desde que o interessado tenha uma licença para se tornar um tutor legal e recorra a criadouros legalizados para adquiri-lo. Retirá-lo da natureza não é uma opção. 
Filó é uma capivara de 5 meses
Instagram/ @agenor.tupinamba/ Reprodução
Qual é o risco de domesticar um animal silvestre? 
“A lei brasileira não permite que um animal silvestre de vida livre seja adotado ou criado nessas condições. Quando eles não podem voltar à natureza, são encaminhados para zoológicos ou criadouros conservacionistas legalizados”, explica Hugo Fernandes, biólogo e Professor da Universidade Estadual do Ceará (UECE). 
A categoria de 'fiel depositário' pode ser uma opção para quem deseja se responsabilizar pela resguarda de um animal silvestre. No entanto, por lei, Agenor não poderia cumprir este papel por ter sido autuado na infração. 
O professor também explica que o desafio de monitorar e garantir o bem-estar da fauna brasileira, principalmente de animais em risco de extinção, inviabiliza autorizar exceções à regra. “Havendo ou não maus-tratos, ou por melhor que sejam as intenções, a visibilidade e os ganhos financeiros gerados pela exposição de silvestres ilegais provocam uma demanda difícil de controlar”, defende Hugo. 
Além da questão ambiental, o problema também atinge a saúde pública, visto que animais silvestres criados sem autorização não passam por qualquer vigilância sanitária, aumentando os riscos de zoonoses. 
“As capivaras podem ser reservatórios e transmitir doenças, como febre maculosa, leishmaniose, tripanossomíase, leptospirose, raiva e diversos parasitas gastrointestinais. Possuí-las como 'pet' coloca em risco todas as pessoas que têm acesso a esse convívio”, alerta Alessandra Nava, médica-veterinária especialista em epidemiologia e pesquisadora da Fiocruz Amazônia.
Alessandra ainda esclarece que a domesticação afeta o bem-estar do animal e impossibilita qualquer chance de ele retornar à vida livre. 
“A olhos leigos, o bicho parece ser bem tratado pelo 'tutor', mas, na realidade, a pessoa não possui conhecimento suficiente sobre a biologia da espécie para proporcionar um ambiente adequado. Precisamos parar de romantizar esse convívio e a arrogância de achar que humanizando a interação será o melhor para o animal”, defende Alessandra. 
Filó foi levada ainda filhote para fazenda de Agenor
Instagram/ @agenor.tupinamba/ Reprodução
O que devo fazer ao encontrar um animal silvestre sozinho? 
Quem vive em regiões mais próximas a matas e florestas, sabe que a cena não é incomum. Infelizmente, nem todos conhecem as orientações para compreender qual é a melhor forma de agir neste momento e, no intuito de ajudar, retiram bichos saudáveis da natureza. 
“Sabemos que as pessoas não fazem por mal, mas acabam causando um problema para o bicho e para as instituições, que acabam recebendo muitos animais e não têm onde alojá-los”, Rose Lilian Gasparini, analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)
Por isso, o melhor a se fazer é observá-lo, de longe, para compreender o cenário completo, mesmo quando há um filhote sozinho ou uma espécie atípica na região. Em caso de ferimentos, o manejo e o atendimento deve ser realizado por um profissional capacitado. 
“Fotografe, faça um vídeo e entre em contato com algum órgão responsável na região, seja o ICMBio, o Ibama ou a Polícia Ambiental. O profissional especializado avaliará se o resgate é necessário”, orienta Rose.
Nota oficial do Ibama sobre o caso
“Animal silvestre não é pet. Por mais que algumas pessoas queiram cuidar de animais silvestres, quando os encontram na natureza, é necessário entender que eles não são animais domésticos, como cães e gatos. Capivara e bicho-preguiça são animais silvestres. Criar ou manter esses animais em casa é proibido pela legislação brasileira. 
Com base no Decreto nº 6.514/2008, que regulamenta a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998), o Ibama autuou nesta terça-feira (18/04) o influenciador digital Agenor Tupinambá por práticas relacionadas à exploração indevida de animais silvestres para a geração de conteúdo em redes sociais. As multas aplicadas totalizam R$ 17.030,00.
O caso chegou ao conhecimento do Ibama, após a morte de um bicho-preguiça que o rapaz, morador da cidade de Autazes (Amazonas), criava em sua propriedade. No local os agentes encontraram um papagaio e uma capivara. Agenor não tinha autorização legal para manter os animais em sua posse.
Agenor também recebeu duas notificações que determinam a retirada de conteúdo audiovisual alusivo à criação de animais silvestres em ambiente doméstico e a entrega do papagaio e da capivara ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama em Manaus.
É importante salientar que além de ser crime manter animais silvestres irregularmente, a exposição de espécimes silvestres como pets em redes sociais, estimula a procura por esses animais, aquecendo o tráfico de espécies da fauna brasileira.
Por mais que se acredite estar ajudando um animal silvestre, dando comida e abrigo, é importante entender que essa atitude pode prejudicá-lo, pois reduz sua capacidade de sobrevivência na natureza. Animais silvestres também podem transmitir doenças graves para os humanos.
Ao encontrar algum animal silvestre ferido, deve-se acionar o órgão público competente. A legislação brasileira não admite a hipótese de regularizar junto aos órgãos ambientais um animal adquirido ou mantido sem autorização. Quem possui animal silvestre em situação irregular pode realizar entrega voluntária ao órgão ambiental competente para evitar penalidades previstas na legislação.” 
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Pexels/ Cottonbro Studio/ Creative Commons
Atualmente, não há legislação que trate da guarda de animais domésticos em caso de divórcio no Brasil. Por conta disso, foi protocolado no dia 12 de abril, na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 1806, de 2023, que pede que os pets sejam tratados como filhos, se houver separação. 
De autoria do deputado Alberto Fraga (PL), a proposta foi inspirada em uma lei portuguesa de 2017, que diz que os animais devem ser tratados como seres sencientes, ou seja, dotados de sensibilidade, e não como objetos. 
Dessa forma, em caso de divórcio, o tratamento dados aos pets passaria a ser diferenciado da partilha de bens e consideraria o interesse dos cônjuges, dos filhos e também o bem-estar do próprio animal. Além disso, a medida pede que, quando necessário, seja considerada também responsabilidade financeira e solidária entre os divorciados no que diz respeito aos bichos. 
Outra proposta
De acordo com a Câmara, a medida deve ser avaliada em uma comissão especial sobre o tema. Entretanto, este não é o primeiro PL apresentado sobre o assunto este ano. 
Em fevereiro, um grupo de deputados pertencentes à bancada de defesa dos animais apresentou o projeto 179/2023, que prevê o pagamento de pensão alimentícia a pets, ao reconhecer que os animais fazem parte da família. 
Segundo consulta no site da Câmara dos Deputados em 19 de abril de 2023, o documento aguarda parecer do Relator na Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família (CPASF). 
Outro projeto que trata do assunto diz que animais fazem parte da família
Pexels/ Anna Shvets/ Creative Commons
Guarda compartilhada
Enquanto nenhuma proposta sobre o assunto entra de fato em vigor, os tutores podem, em caso de separação, fazer um contrato firmado em cartório para garantir o bem-estar do pet. 
No documento, o ex-casal pode definir questões de guarda e custeio de despesas do bicho, entre outras questões que julgar importante. 
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CBN/ Reprodução
Com o outono, começa a temporada de temperaturas mais baixas. Será que cães e gatos também sofrem quando os termômetros marcam poucos graus? Como saber se os pets estão sentindo frio? Essas e outras dúvidas nós respondemos na coluna Vida de Bicho do Estúdio CBN desta terça-feira (18):
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Lloyd Edwards/Raggy Charters
A rotina dos guias turísticos que oferecem passeios de barco em destinos paradisíacos é envolta de surpresas. Ainda que muitos garantam aos clientes a possibilidade de avistar animais em vida livre, nem sempre é possível oferecer tal experiência, o que pode ser bem frustrante para os turistas. 
No entanto, às vezes, alguns sortudos têm a chance de observar eventos raros da natureza, como aconteceu com um casal que estava comemorando o casamento em Eastern Cape, na África do Sul. Os pombinhos realizaram uma pequena festa no barco do pai do noivo, que oferece este tipo de serviço na cidade, e, por coincidência, cruzaram com um golfinho-roaz albino no caminho. 
Em uma publicação no Facebook, o capitão Lloyd Edwards contou que o passeio já era especial por ser o matrimônio do seu filho. No entanto, a presença do animal tornou tudo ainda mais marcante:
“Após 31 anos de cruzeiros marítimos na Baía, pensei já ter visto de tudo. Que erro! Havia apenas um em um grupo com 200 golfinhos. É algo bem raro”. 
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De fato, não é tão fácil encontrar indivíduos albinos em vida livre, isso porque a ausência de melanina não costuma ser algo positivo para esses animais. A falta da substância, responsável pela produção de proteínas escuras, dificulta que eles consigam chegar à idade adulta. 
Segundo especialistas, a tonalidade clara costuma deixá-los em maior evidência, facilitando ataques de predadores, como tubarões, e exige cuidados específicos para manutenção da saúde. “Ele estava nadando no meio do grupo, sendo escoltado pela mãe e outros adultos. É o primeiro caso registrado de um golfinho-roaz albino aqui na África!”, comemorou Lloyd na publicação.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/Y7JSPvdKYze24VBPWHhUFbwN4Lo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/S/U/6YgnwLQQmMJnbJvCS59Q/guia-turistico-comemora-foto-rara-de-golfinho-pensei-ja-ter-visto-de-tudo.png" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Thu, 20 Apr 2023 09:13:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Tutor completa um ano viajando de bicicleta com o pet ao redor do mundo</title>  <atom:subtitle>Éleefe Prestes e Belmiro já percorreram 27 países desde março de 2022; confira os melhores e piores momentos até agora!</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/colunistas/belmiro-pelo-mundo/coluna/2023/04/tutor-completa-um-ano-viajando-de-bicicleta-com-o-pet-ao-redor-do-mundo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/colunistas/belmiro-pelo-mundo/coluna/2023/04/tutor-completa-um-ano-viajando-de-bicicleta-com-o-pet-ao-redor-do-mundo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/IUMUQQ4sy-0MqWuTbTmY3MpjLSY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/x/8/O8oE7XR7GJxGByS1eMxA/tutor-que-viaja-o-mundo-com-seu-cao-comemora-primeiro-ano-na-estrada-1-.png" /><br /> ]]>    Éleefe e Belmiro passaram os últimos meses na Turquia
Éleefe Prestes/ Arquivo pessoal
Uau! Dá para acreditar que já estamos no décimo texto da coluna Belmiro Pelo Mundo? Eu confesso que, às vezes, ainda me surpreendo quando acordo e lembro que não tenho mais classes para planejar, mas, sim, um roteiro de viagem. E claro, não um roteiro qualquer. Afinal, são mais de 365 dias na estrada com o Belmiro, meu cachorro, e ainda nos falta o dobro disso para chegarmos ao nosso destino final. 
De lá para cá foram muitas aventuras: 27 países, vários quilômetros percorridos de bicicleta, novos amigos, perrengues e incontáveis momentos especiais. De certa forma, a coluna virou um resumo de tudo que vivemos nesse meio tempo, e não seria justo ignorar o primeiro aniversário da viagem e deixar de comemorar o início da nossa jornada. 
O border collie Belmiro já conheceu 28 países ao longo dos seus dois anos de vida
Éleefe Prestes/ Arquivo Pessoal
Pensando nisso, decidi fazer um Top 6 das situações que mais nos marcaram: o maior perrengue, o momento mais emocionante, o mais fofo, o mais tenso, o país mais decepcionante e os melhores destinos. Neste último, tentei escolher só um, mas foi impossível! Rs. 
Obrigada por acompanharem nossa trajetória até aqui. Nos vemos no mês que vem com novas histórias para contar!
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/IUMUQQ4sy-0MqWuTbTmY3MpjLSY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/x/8/O8oE7XR7GJxGByS1eMxA/tutor-que-viaja-o-mundo-com-seu-cao-comemora-primeiro-ano-na-estrada-1-.png" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Thu, 20 Apr 2023 09:01:38 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Duas novas espécies de insetos são descobertas na Mata Atlântica</title>  <atom:subtitle>Pesquisadores encontraram dois novos tipos de mosquitinhos-de-banheiro em uma região pouco explorada do bioma</atom:subtitle>  <link>https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/duas-novas-especies-de-insetos-sao-descobertas-na-mata-atlantica.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://vidadebicho.globo.com/comportamento/noticia/2023/04/duas-novas-especies-de-insetos-sao-descobertas-na-mata-atlantica.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/Xm02szPa9EdgxoSIFB3Ihe1AzvY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/1/J/Fn9n2HRzGXfvfn8oGGYQ/00002duas-novas-especies-de-insetos-sao-descobertas-na-mata-atlantica.jpeg" /><br /> ]]>    Pesquisador Danilo Cordeiro coletando insetos na Mata Atlântica
Gabriele Silva/ Divulgação
Duas novas espécies de insetos foram recém descobertas por pesquisadores numa região pouco conhecida da Mata Atlântica. Cientistas do Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA) e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) descreveram dois novos psicodídeos, animais conhecidos como mosquitinhos-de-banheiro ou moscas-mariposas.
Os mosquitos foram encontrados num conjunto de montanhas do município de Conselheiro Pena, no leste de Minas Gerais. Segundo os pesquisadores, a descoberta dessas espécies é um indicador da qualidade ambiental do local, que ainda não é protegido e está sujeito a ameaças, como incêndios e desmatamento.
“Embora algumas poucas espécies desses mosquitinhos tenham se adaptado bem a viver no ambiente urbano, a grande maioria das espécies só é encontrada em ambientes naturais preservados, reproduzindo-se nas margens de riachos, dentro da água acumulada em bromélias e em diversos outros ambientes, ajudando na decomposição e ciclagem de nutrientes”, explica o doutor Danilo Pacheco Cordeiro, pesquisador do INMA.
A descrição das espécies, nomeadas como Arisemus sinuosus e Neopericoma, foi publicada na edição desta quarta-feira (19) da revista científica Zootaxa, editada na Nova Zelândia. Além de oficializar a existência dos insetos, o estudo propõe um novo gênero nomeado Neopericoma, já que uma das espécies não se encaixava em nenhum dos conhecidos da família dos psicodídeos.
Danilo confirmou a descoberta a partir da coleta de insetos na região, realizadas entre março de 2021 e fevereiro de 2022, e do estudo desses espécimes em laboratório. A pesquisa contou com a participação da doutoranda Jéssica Luna Camico (INPA). 
Os dois animais são bem pequenos — medem menos que 3 mm de comprimento — mas são bastante importantes para o ambiente. Eles participam da ciclagem de nutrientes, ajudando a disponibilizá-los para absorção pelas plantas, e servem de alimento para pequenos animais.
Imagem do Arisemus sinuosus em microscópio
Danilo Cordeiro/ Divulgação
“Conhecer essas espécies tem grande importância também pelas informações associadas, que ajudam a conhecer a biodiversidade de um determinado ambiente e guardam a história evolutiva desses insetos”, destaca Danilo.
Mata Atlântica
A Mata Atlântica é o bioma mais populoso do Brasil, o primeiro a ser explorado por pesquisadores e também o mais devastado do país, com apenas 24% da sua cobertura vegetal original conservada. Ainda assim, há muitas áreas que permanecem inexploradas até hoje, como a região estudada por cientistas do INMA.
Diversas novas espécies de plantas e animais têm sido descobertas nessa área nos últimos anos, incluindo um grupo raro de piolhos-de-vida-livre em 2022. Além de contribuem com o conhecimento da biodiversidade dessas áreas, os estudos visam subsidiar ações de preservação na região, como a proposição de uma Unidade de Conservação.
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Initial plugin text  </description>  <media:content url="https://s2-vidadebicho.glbimg.com/Xm02szPa9EdgxoSIFB3Ihe1AzvY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_fb623579cd474803aedbbbbae014af68/internal_photos/bs/2023/1/J/Fn9n2HRzGXfvfn8oGGYQ/00002duas-novas-especies-de-insetos-sao-descobertas-na-mata-atlantica.jpeg" medium="image"/>    <category>vidadebicho</category> <pubDate>Wed, 19 Apr 2023 16:22:38 -0000</pubDate>  </item>  </channel>  </rss>