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PT1365652E - Misturas fungicidas de benzofenonas e de n-bifenil nicotinamidas - Google Patents

Misturas fungicidas de benzofenonas e de n-bifenil nicotinamidas Download PDF

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Publication number
PT1365652E
PT1365652E PT02710800T PT02710800T PT1365652E PT 1365652 E PT1365652 E PT 1365652E PT 02710800 T PT02710800 T PT 02710800T PT 02710800 T PT02710800 T PT 02710800T PT 1365652 E PT1365652 E PT 1365652E
Authority
PT
Portugal
Prior art keywords
methyl
formula
compounds
benzophenones
halogen
Prior art date
Application number
PT02710800T
Other languages
English (en)
Inventor
Manfred Hampel
Gisela Lorenz
Siegfried Strathmann
Eberhard Ammermann
Klaus Schelberger
Karl Eicken
Egon Haden
Stierl Dr Reinhard
Ingo Rose
Maria Scherer
Original Assignee
Basf Se
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Basf Se filed Critical Basf Se
Publication of PT1365652E publication Critical patent/PT1365652E/pt

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Classifications

    • AHUMAN NECESSITIES
    • A01AGRICULTURE; FORESTRY; ANIMAL HUSBANDRY; HUNTING; TRAPPING; FISHING
    • A01NPRESERVATION OF BODIES OF HUMANS OR ANIMALS OR PLANTS OR PARTS THEREOF; BIOCIDES, e.g. AS DISINFECTANTS, AS PESTICIDES OR AS HERBICIDES; PEST REPELLANTS OR ATTRACTANTS; PLANT GROWTH REGULATORS
    • A01N43/00Biocides, pest repellants or attractants, or plant growth regulators containing heterocyclic compounds
    • A01N43/34Biocides, pest repellants or attractants, or plant growth regulators containing heterocyclic compounds having rings with one nitrogen atom as the only ring hetero atom
    • A01N43/40Biocides, pest repellants or attractants, or plant growth regulators containing heterocyclic compounds having rings with one nitrogen atom as the only ring hetero atom six-membered rings

Landscapes

  • Life Sciences & Earth Sciences (AREA)
  • Agronomy & Crop Science (AREA)
  • Pest Control & Pesticides (AREA)
  • Plant Pathology (AREA)
  • Health & Medical Sciences (AREA)
  • Engineering & Computer Science (AREA)
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  • Wood Science & Technology (AREA)
  • Zoology (AREA)
  • Environmental Sciences (AREA)
  • Agricultural Chemicals And Associated Chemicals (AREA)
  • Organic Low-Molecular-Weight Compounds And Preparation Thereof (AREA)

Description

1
DESCRIÇÃO
"MISTURAS FUNGICIDAS DE BENZOFENONAS E DE N-BIFENIL NICOTINAMIDAS" A presente invenção refere-se a misturas fungicidas, que contêm a) Benzofenonas de fórmula I,
em que
Ri representa cloro, metilo, metoxi, acetoxi, pivaloiloxi ou hidroxi; R2 representa cloro ou metilo; R3 representa hidrogénio, halogéneo ou metilo, e; R4 representa C1-C6 alquilo ou benzilo, sendo que a parte fenilo do residuo de benzilo pode suportar um substituinte de halogéneo ou de metilo, e; b) Compostos amida de fórmula II, 2
em que 1¾ e R7 podem ser iguais ou diferentes e representam halogéneo, nitro, ciano, Ci-Cs alquilo, C2-C8 alquenilo, C2-Cs alquinilo, Ci-Cs halogenoalquilo, C2-C8 halogenoalquenilo, C2-C8 halogenoalquinilo, Ci-Cs AUccxy, Ci-Ce halogenoalcoxi, Ci-Cs alquiltio, Ci-Cs halogenoalquiltio, Ci-Cs alquilsulfinilo ou Ci-Cs alquilsulfonilo; x representa 1, 2, 3 ou 4, e; y representa 1, 2, 3, 4 ou 5; numa quantidade sinergicamente eficiente.
Além disso a presente invenção refere-se a um processo para 0 combate de fungos patogénicos com misturas dos compostos 1 e II e a agentes condicionados em duas partes.
Os compostos de fórmula I, a respectiva preparação e a respectiva eficiência contra fungos patogénicos são conhecidos da literatura (EP-A 727 141; EP-A 897 904; EP-A 899 255; EP-A 967 196).
As misturas de benzofenonas de fórmula I com outras substâncias activas são conhecidas da EP-A 1 023 834. 3 São igualmente conhecidos compostos amida de fórmula II, a respectiva preparação e a respectiva eficiência contra fungos patogénicos (EP-A 545 099).
No âmbito de uma redução das quantidades de aplicação e de um melhoramento do espectro de eficiência dos compostos I e II conhecidos a presente invenção tem por objectivo a concepção de misturas, que com uma quantidade total reduzida de substâncias activas aplicadas apresentem uma eficiência melhorada contra fungos patogénicos (misturas sinérgicas).
Por conseguinte foram alcançadas as misturas inicialmente definidas. Além disso foi observado que, no caso da aplicação simultânea, conjunta ou separada dos compostos I e dos compostos II ou da aplicação subsequente dos compostos I e dos compostos II os fungos patogénicos eram mais bem combatidos, do que com os compostos individuais isoladamente.
As misturas de acordo com a presente invenção actuam sinergicamente e por conseguinte são particularmente adequadas para o combate de fungos patogénicos e mais particularmente de fungos como o oidio em cereais, em legumes, em frutos, em plantas decorativas e em videiras.
Os seguintes compostos de fórmula I são preferidos enquanto parceiros de mistura, sendo que as preferências individuais podem ser consideradas individualmente ou em combinação. São preferidos os compostos I, em que R1 representa cloro, metoxi, acetoxi ou hidroxi e particularmente preferidos os compostos, em que R1 representa metoxi, acetoxi ou hidroxi. 4
Mais particularmente preferidos são os compostos, em que R1 representa metoxi.
As misturas de acordo com a presente invenção são misturas que contêm compostos I, em que R2 representa cloro ou metilo. São preferidos os compostos I, em que R2 representa metilo.
Além disso são preferidos os compostos I, em que R3 representa hidrogénio, metilo, cloro ou bromo e particularmente preferencialmente hidrogénio, cloro ou bromo. São ainda preferidos os compostos, em que R4 representa Ci-C4-alquilo ou benzilo, sendo que a parte fenilo do resíduo de benzilo pode suportar um substituinte de halogéneo ou de metilo. São particularmente preferidos os compostos de fórmula I, em que R4 representa Ci-C4-alquilo e preferencialmente metilo.
Além disso são preferidos os compostos de fórmula I, em que os substituintes R1, R2, R3 e R4 representam o seguinte: R1 Metoxi, acetoxi ou hidroxi; R2 Metilo; R3 Hidrogénio, cloro ou bromo, e; R4 Ci-C4-alquilo. São ainda preferidos os compostos de fórmula I, em que os substituintes representam os significados apresentados na tabela seguinte: 5 5
I Ν. 0 R1 R3 R3 R4 1-1 Metoxi Cl H Metilo 1-2 Metoxi Cl Metilo Metilo 1-3 Metoxi Cl H n-Propilo 1-4 Metoxi Cl H n-Butilo 1-5 Metoxi Cl H Benzilo 1-6 Metoxi Cl H 2-Fluorobenzilo 1-7 Metoxi Cl H 3-Fluorobenzilo 1-8 Metoxi Cl H 4-Fluorofenilo 1-9 Metoxi Cl H 2-Metilfenilo 1-10 Metoxi Cl H 3-Metilfenilo 1-11 Metoxi Cl H 4-Metilfenilo 1-12 Metoxi Cl Br Metilo 1-13 Metoxi Cl Br n-Propilo 1-14 Metoxi Cl Br n-Butilo 1-15 Metoxi Cl Br Benzilo 1-16 Metoxi Cl Br 2-Fluorobenzilo 1-17 Metoxi Metilo H Metilo 1-18 Metoxi Metilo Cl Metilo 1-19 Metoxi Metilo H n-Propilo 1-20 Metoxi Metilo H n-Butilo 1-21 Metoxi Metilo H Benzilo 1-22 Metoxi Metilo H 2-Fluorobenzilo 1-23 Metoxi Metilo H 3-Fluorobenzilo 1-24 Metoxi Metilo H 4-Fluorofenilo 1-25 Metoxi Metilo H 2-Metilfenilo 1-26 Metoxi Metilo H 3-Metilfenilo 6 1-27 Metoxi Metilo H 4-Metilfenilo 1-28 Metoxi Metilo Br Metilo 1-29 Metoxi Metilo Br n-Propilo 1-30 Metoxi Metilo Br n-Butilo 1-31 Metoxi Metilo Br Benzilo 1-32 Metoxi Metilo Br 2-Fluorobenzilo 1-33 Acetoxi Metilo H Metilo 1-34 Acetoxi Metilo Cl Metilo 1-35 Acetoxi Metilo Br Metilo 1-36 Hidroxi Metilo H Metilo 1-37 Hidroxi Metilo Cl Metilo 1-38 Hidroxi Metilo Br Metilo 1-39 EhslcdlcKL Metilo H Metilo 1-40 Ptalodlod Metilo Cl Metilo 1-41 Erslcálad Metilo Br Metilo 1-42 Cl Cl H Metilo 1-43 Cl Cl H n-Propilo 1-44 Cl Cl H n-Butilo 1-45 Cl Cl H Benzilo 1-46 Cl Cl H 2-Fluorobenzilo 1-47 Cl Cl H 3-Fluorobenzilo 1-48 Cl Cl H 4-Fluorofenilo 1-49 Cl Cl H 2-Metilfenilo 1-50 Cl Cl H 3-Metilfenilo 1-51 Cl Cl H 4-Metilfenilo 1-52 Cl Cl Br Metilo 1-53 Cl Cl Br n-Propilo 1-54 Cl Cl Br n-Butilo 1-55 Cl Cl Br Benzilo 1-56 Cl Cl Br 2-Fluorobenzilo 1-57 Metilo Metilo H Metilo 1-58 Metilo Metilo H n-Propilo 7 1-59 Metilo Metilo H n-Butilo 1-60 Metilo Metilo H Benzilo 1-61 Metilo Metilo H 2-Fluorobenzilo 1-62 Metilo Metilo H 3-Fluorobenzilo 1-63 Metilo Metilo H 4-Fluorofenilo 1-64 Metilo Metilo H 2-Metilfenilo 1-65 Metilo Metilo H 3-Metilfenilo 1-66 Metilo Metilo H 4-Metilfenilo 1-67 Metilo Metilo Br Metilo 1-68 Metilo Metilo Br n-Propilo 1-69 Metilo Metilo Br n-Butilo 1-70 Metilo Metilo Br Benzilo 1-71 Metilo Metilo Br 2-Fluorobenzilo
Como componente de mistura b) são considerados os compostos amida de fórmula II seguintes,
em que Re e R7 podem ser iguais ou diferentes e representam halogéneo, nitro, ciano, Ci-C8 alquilo, C2-C8 alquenilo, C2-C8 alquinilo, Ci-C8 halogenoalquilo, C2-C8 halogenoalquenilo, C2-C8 halogenoalquinilo, Ci-C8 AUccxy, Ci-C8 halogenoalcoxi, Ci-C8 alquiltio, Ci-C8 halogenoalquiltio, Ci-C8 alquilsulfinilo ou Ci-C8 alquilsulfonilo; x representa 1, 2, 3 ou 4, e; y representa 1, 2, 3, 4 ou 5. São particularmente adequados os compostos II, em que R6 está localizado na posição 2 da estrutura anelar da piridina e R7 na posição 4 da estrutura anelar terminal do benzeno (Fórmula II.1).
São particularmente preferidos os compostos de fórmula II.1, em que a combinação dos substituintes corresponde a uma linha da seguinte tabela respectivamente:
N. 0 R6 R7 II-l F F II-2 F Cl II-3 F Br II-4 Cl F II-5 Cl Cl II-6 Cl Br II-7 cf3 F II-8 cf3 Cl II-9 cf3 Br 11-10 cf2h F 11-11 cf2h Cl 11-12 cf2h Br 11-13 ch3 F 9 11-14 ch3 Cl 11-15 ch3 Br 11-16 och3 F 11-17 och3 Cl 11-18 och3 Br 11-19 sch3 F 11-20 sch3 Cl 11-21 sch3 Br 11-22 S (0)CH3 F 11-23 s (0)CH3 Cl 11-24 S (0)CH3 Br 11-25 so2ch3 F 11-26 so2ch3 Cl 11-27 so2ch3 Br São particularmente preferidos os compostos II. 1, em que R6 representa CF3 ou halogéneo e R7 representa halogéneo. São preferidas misturas fungicidas que como componente a) contêm um dos compostos: 1-33, 1-35, 1-42, 1-44, 1-46, 1-60, ou mais preferencialmente 1-18, 1-28, 1-37, e como componente b) um dos compostos: II-7, II-8 ou preferencialmente II-4, II-5.
Os compostos II devido ao carácter básico dos átomos de nitrogénio nestes contidos são capazes de formar sais ou aductos com ácidos inorgânicos ou orgânicos ou com iões metálicos.
Exemplos de ácidos inorgânicos são halogenetos de hidrogénio tais como o fluoreto de hidrogénio, o cloreto de hidrogénio, o brometo de hidrogénio e o iodeto de 10 hidrogénio, o ácido carbónico, o ácido sulfúrico, o ácido fosfórico e o ácido nítrico.
Como ácidos orgânicos são considerados por exemplo o ácido fórmico, e ácidos alcanos tais como o ácido acético, o ácido trifluoroacético, o ácido tricloroacético e o ácido propiónico bem como o ácido glicólico, o ácido láctico, o ácido succínico, o ácido cítrico, o ácido benzóico, o ácido cinâmico, o ácido oxálico, o ácido p-toluenosulfónico, o ácido salicílico, o ácido p-aminosalicílico, o ácido 2-fenoxibenzóico ou o ácido 2-acetoxibenzóico.
Como iões metálicos são particularmente considerados os iões dos elementos do primeiro ao oitavo grupo secundário, sobretudo o crómio, o manganês, o ferro, o cobalto, o níquel, o cobre, o zinco e adicionalmente do segundo grupo primário, sobretudo o cálcio e o magnésio, do terceiro e do quarto grupos primários, particularmente o alumínio, o estanho e o chumbo. Os referidos metais eventualmente podem ser apresentados em diferentes valências a estes inerentes.
Preferencialmente aquando da preparação das misturas são utilizadas as substâncias activas I e II puras, às quais podem ser misturadas substâncias activas adicionais contra fungos patogénicos ou contra outros parasitas tais como insectos, aracnídeos ou nemátodos ou ainda substâncias activas herbicidas ou de regulação de crescimento ou adubos.
As misturas dos compostos I e II ou os compostos I e II aplicados simultaneamente, conjuntamente ou separadamente, são caracterizadas por uma eficiência excelente contra um largo espectro de fungos fitopatogénicos, particularmente 11 da classe dos ascomicetos, dos basidiomicetos, dos ficomicetos e dos deuteromicetos. São por exemplo sistemicamente eficientes e por conseguinte podem igualmente ser utilizados como fungicidas de folha ou fungicidas de solo.
Os referidos compostos assumem um significado particular no combate de uma multiplicidade de fungos em diferentes plantas de cultivo tais como o algodão, as plantas leguminosas (por exemplo o pepino, o feijão, o tomate, a batata e a abóbora), a cevada, a relva, a aveia, a banana, o café, o milho, as plantas de frutos, o arroz, o centeio, a soja, a vinha, o trigo, as plantas decorativas, a cana-de-açúcar bem como numa multiplicidade de sementes.
Os referidos compostos são particularmente adequados para o combate dos seguintes fungos fitopatogénicos: Erysiphe graminis (oidio) em cereais, Erysiphe cichoracearum e Sphaerotheca fuliginea em cucurbitáceas, Podosphaera leucotricha em macieiras, Uncinula necator em videiras, espécies Puccinia em cereais, espécies Rhizoctonia em algodão, em arroz e em relva, espécies Ustilago em cereais e em cana-de-açúcar, Venturia inaequalis (pedrado) em macieiras, espécies Helminthosporium em cereais, Septoria nodorum em trigo, Botrytis cinerea (podridão cinzenta) em morangueiros, em plantas leguminosas, em plantas decorativas e em videiras, Cercospora arachidicola em amendoim, Pseudocercosporella herpotrichoides em trigo e em cevada, Pyricularia oryzae em arroz, Phytophthora infestans em batata e em tomate, Plasmopara vitícola em videiras, espécies Pseudocercosporella em lúpulo e em pepino, espécies Alternaria em plantas leguminosas e em plantas 12 pomoídeas, espécies Mycosphaerella em bananeiras e espécies Fusarium e Verticilium.
Além disso são igualmente aplicáveis na protecção de materiais (por exemplo na protecção da madeira), por exemplo contra Paecilomyces variotii.
Os compostos I e II podem ser aplicados simultaneamente, conjuntamente ou separadamente, ou subsequentemente, sendo que a sequência no caso da aplicação separada geralmente não tem qualquer tipo de influência sobre o sucesso do combate.
Os compostos I e II habitualmente são aplicados numa relação ponderai compreendida entre 20:1 e 1:20, particularmente entre 10:1 e 1:10, preferencialmente entre 5:1 e 1:5.
As dosagens das misturas de acordo com a presente invenção, sobretudo em superfícies de cultivo agrícolas, conforme o efeito desejado estão compreendidas entre os 0,01 Kg/ha e os 8 Kg/ha, particularmente entre os 0,1 Kg/ha e os 5 Kg/ha, preferencialmente entre os 0,5 Kg/ha e os 3,0 Kg/ha.
Correspondentemente as dosagens dos compostos I estão compreendidas entre os 0,005 Kg/ha e os 3,0 Kg/ha, particularmente entre os 0,02 Kg/ha e os 2,0 Kg/ha, preferencialmente entre os 0,04 Kg/ha e os 1,0 Kg/ha.
Correspondentemente as dosagens dos compostos II estão compreendidas entre os 0,005 Kg/ha e os 5 Kg/ha, particularmente entre os 0,08 Kg/ha e os 3,0 Kg/ha, preferencialmente entre os 0,06 Kg/ha e os 2,0 Kg/ha. 13
No tratamento de sementes geralmente são utilizadas dosagens da referida mistura compreendidas entre os 0,001 g e os 250 g/Kg de sementes, particularmente entre os 0,01 g/Kg e os 100 g/Kg, preferencialmente entre os 0,01 g/Kg e os 50 g/Kg.
Quando se trata do combate de fungos fitopatogénicos, é realizada uma aplicação separada ou conjunta dos compostos I e II ou das misturas dos compostos I e II através da pulverização ou do polvilhamento das sementes, das plantas ou dos solos antes ou depois da semeadura das plantas ou antes ou depois da emergência das plantas.
As misturas fungicidas sinérgicas de acordo com a presente invenção ou os compostos I e II podem ser preparados por exemplo sob a forma de soluções, pós ou suspensões directamente pulverizáveis ou sob a forma de suspensões, dispersões, emulsões, dispersões de óleo, pastas, agentes de pulverização, agentes de dispersão ou granulados de elevada percentagem aquosos, oleosos ou outros e aplicados através da pulverização, da nebulização, do polvilhamento, da dispersão ou da rega. O modo de aplicação depende do propósito de utilização; devendo em qualquer dos casos assegurar uma distribuição o mais fina e homogénea possível da mistura de acordo com a presente invenção.
As formulações são preparadas de forma habitualmente conhecida, por exemplo através da adição de agentes solventes e/ou substâncias de suporte. Às formulações habitualmente são misturadas substâncias adicionais inertes tais como agentes emulsificantes ou agentes dispersantes. 14
Como substâncias activas à superfície são considerados sais alcalinos, sais alcalino-terrosos, sais de amónio de ácidos sulfónicos aromáticos, por exemplo ácido sulfónico de lignina, ácido fenolsulfónico, ácido naftalinosulfónico e ácido dibutilnaftalinosulfónico, bem como de ácidos gordos, sulfonatos de alquilo e sulfonatos de alquilarilo, sulfatos de alquilo, sulfatos de lauril éter e sulfatos de álcoois gordos, bem como de sais de hexa-, hepta- e octadecanóis sulfatados ou éteres glicólicos de álcool gordo, produtos de condensação de naftalina sulfonada e respectivos derivados com formaldeído, produtos de condensação de naftalina ou de ácidos naftalinosulfónicos com fenol e formaldeído, polioxietileno-octil-fenol-éter, isooctil-, octil- ou nonilfenol etoxilados, éter glicólico de alquilfenol ou éter poliglicólico de tributilfenil, álcoois de alquilarilpoliéter, álcool isotridecílico, condensados de óxido de etileno de álcool gordo, óleo de rícino etoxilado, alquil éter de polioxietileno ou de polioxipropileno, acetato de éter poliglicólico de lauril álcool, estér de sorbitol, lixívia de sulfito-lignina ou metilo celulose.
Os agentes de pulverização, de dispersão e de polvilhamento podem ser preparados através da mistura ou da trituração conjunta dos compostos I ou II ou através da mistura dos compostos I e II com uma substância de suporte sólida.
Os granulados (por exemplo granulados de revestimento, de impregnação ou homogéneos) habitualmente são preparados através da ligação da substância activa ou das substâncias activas a uma substância de suporte sólida. 15
Como agentes de enchimento ou substâncias de suporte sólidas são consideradas por exemplo massas minerais tais como sílica-gel, ácidos silícicos, gel de silica, silicatos, talco, caulino, calcário, cal, giz, bolo, loess, argila, dolomite, terra de diatomáceas, sulfato de cálcio e de magnésio, óxido de magnésio, materiais sintéticos triturados, bem como adubos tais como sulfato de amónio, fosfato de amónio, nitrato de amónio, ureias e produtos vegetais tais como farinha de cereais, farinha de cascas de árvore, de madeira e de cascas de nozes, celulose em pó ou outras substâncias de suporte sólidas.
As formulações geralmente contêm 0,1% a 95% em peso, preferencialmente 0,5% a 90% em peso de um dos compostos I ou II ou da mistura dos compostos I e II. As substâncias activas são utilizadas com um grau de pureza compreendido entre os 90% e os 100%, preferencialmente entre os 95% e os 100% (de acordo com o espectro NMR ou HPLC). A aplicação dos compostos I ou II, das misturas ou das respectivas formulações é realizada, de modo que os fungos patogénicos, cujo habitat ou as plantas, as sementes, os solos, as superfícies, os materiais ou os espaços a manter isentos da respectiva contaminação, sejam tratados com uma quantidade fungicida eficiente da mistura, ou dos compostos I e II aplicados separadamente. A aplicação pode ser realizada antes ou depois da contaminação por fungos patogénicos.
Exemplo de aplicação 16 A eficiência sinérgica das misturas de acordo com a presente invenção foi demonstrada através das seguintes experiências:
As substâncias activas foram separadamente ou conjuntamente preparadas como emulsão a 10% numa mistura de 70% em peso de ciclohexanona, 20% em peso de Nekanil® LN (Lutensol® ΑΡβ, agente reticulante com efeito emulsificante e dispersante com base em alquilfenóis etoxilados) e 10% em peso de Emulphor® EL (Emulan® EL, agente emulsificante com base em álcoois gordos etoxilados) e dissolvidas com água de acordo com a concentração desejada. A avaliação foi realizada através da observação das superfícies de folhas contaminadas em por cento. Os referidos valores percentuais foram convertidos em níveis de eficiência. O nível de eficiência (W) foi determinado de acordo com a fórmula de Abbot conforme se segue: w = U - αΜΟΟ/β α representa a contaminação por fungos das plantas tratadas em %, e; β representa a contaminação por fungos das plantas (do grupo de controlo) não tratadas.
Com um nível de eficiência de 0 a contaminação das plantas tratadas corresponde àquela das plantas do grupo de controlo não tratadas; com um nível de eficiência de 100 as plantas tratadas não apresentam qualquer contaminação.
Os niveis de eficiência expectáveis das misturas de substâncias activas foram apurados de acordo com a fórmula 17 de Colby [R.S. Colby, Weeds 15, 20-22 (1967)] e comparados com os níveis de eficiência observados. Fómuia de Colby: E = x + y » x*y/100 E nível de eficiência expectável, expresso em % das plantas do grupo de controlo não tratadas, aquando da utilização da mistura das substâncias activas A e B nas concentrações a e b x o nível de eficiência, expresso em % das plantas do grupo de controlo não tratadas, aquando da utilização da substância activa A na concentração a y o nível de eficiência, expresso em % das plantas do grupo de controlo não tratadas, aquando da utilização da substância activa B na concentração b
Exemplo de aplicação 1: Eficiência protectiva contra o oídio do pepino causado pelo Sphaerotheca fuliginea
Folhas de plântulas de pepino da espécie "Serpente Chinesa" [pepino longo da China] cultivadas em vasos no estádio de folha embrionário foram pulverizadas com uma preparação de substância activa aquosa, preparada a partir de uma solução base constituída por 10% de substância activa, 85% de ciclohexanona e 5% de agente emulsificante, até ao encharcamento. 20 horas depois da secagem superficial da camada de pulverização as plantas foram inoculadas com uma suspensão de esporo do oídio do pepino (Sphaerotheca fuliginea). Subsequentemente as plantas foram cultivadas em estufa a temperaturas compreendidas entre os 20°C e os 24°C e a uma humidade relativa compreendida entre os 60% e os 80% durante 7 dias. Depois foi determinado o 18 desenvolvimento do oídio visualmente em % de contaminação da superfície das folhas embrionárias.
Os valores visualmente determinados para a parte percentil de superfícies de folha contaminadas foram convertidos em níveis de eficiência como % das plantas do grupo de controlo não tratadas. Com um nível de eficiência de 0 a contaminação é igual à das plantas do grupo de controlo não tratadas, com um nível de eficiência de 100 a contaminação é igual a 0%. Os níveis de eficiência expectáveis para as combinações de substâncias activas foram determinados de acordo com a fórmula de Colby (Colby, S.R. ("Calculating synergistic and antagonistic responses of herbicide Combinations", Weeds, 15, pp. 20-22, 1967) e comparados com os níveis de eficiência observados.
Tabela A
Substância activa Concentração de substância activa na calda de pulverização em ppm Nível de eficiência em % do [grupo de] controlo não tratado [Grupo de] controlo (83% de contaminação) 0 (não tratado) Composto 1-28 0,125 52 Composto 1-37 0,5 27 0,25 3 0,125 3 Composto 11-5 0,5 70 0,25 52 0,125 40 19
Tabela B
Combinações de acordo com a presente invenção [Nível de] eficiência observado [Nível de] eficiência calculado *) Composto 1-28 + Composto II-5 0,125 + 0,25 ppm Mistura 1 : 2 100 77 Composto 1-37 + Composto II-5 0,25 +0,5 ppm Mistura 1 : 2 94 71 Composto 1-37 + Composto em-5 0,125 + 0,25 ppm Mistura 1 : 2 100 53 Composto 1-37 + Composto II-5 0,5 + 0,25 ppm Mistura 2 : 1 94 65 Composto 1-37 + Composto II-5 0,25 + 0,125 ppm Mistura 2 : 1 88 42 *)Calculado de acordo com a fórmula de Colby
Com base nos resultados da experiência é de salientar que o nível de eficiência observado para todas as proporções de misturas foi mais elevado do que o nível de eficiência previamente calculado de acordo com a fórmula de Colby (de Synerg 166A. XLS) .
Lisboa, 14 de Dezembro de 2009

Claims (9)

1 REIVINDICAÇÕES 1. Misturas fungicidas, que contêm a) Benzofenonas de fórmula I, Q
X em que Ri representa cloro, metilo, metoxi, acetoxi, pivaloiloxi ou hidroxi; R2 representa cloro ou metilo; R3 representa hidrogénio, halogéneo ou metilo, e; R4 representa Ci-Cô alquilo ou benzilo, sendo que a parte fenilo do resíduo de benzilo pode suportar um substituinte de halogéneo ou de metilo, e; b) Compostos amida de fórmula II
II em que R6 e R7 podem ser iguais ou diferentes e representam halogéneo, nitro, ciano, Ci-C8 2 alquilo, C2-C8 alquenilo, C2-C8 alquinilo, Ci-Ce halogenoalquilo, C2-C8 halogenoalquenilo, C2-C8 halogenoalquinilo, Ci-Cs AUccxy, Ci-Cs halogenoalcoxi, Ci-Ce alquiltio, Ci-Cs halogenoalquiltio, Ci-Cs alquilsulfinilo ou Ci-Cs alquilsulfonilo; x representa 1, 2, 3 ou 4, e; y representa 1, 2, 3, 4 ou 5; numa quantidade sinergicamente eficiente.
2. Misturas fungicidas de acordo com a reivindicação 1, em que na fórmula I Ri representa metoxi, acetoxi ou hidroxi; R2 representa metilo; R3 representa hidrogénio, cloro ou bromo, e; R4 representa C1-C4 alquilo.
3. Misturas fungicidas de acordo com a reivindicação 1, em que como componente de mistura são utilizados b) compostos de fórmula II.1,
XI.I em que R6 representa halogéneo, halogenometilo, metilo, metoxi, metiltio, metilsulfinilo ou metilsulfonilo e R7 representa halogéneo ou ciano. 3
4. Mistura fungicida de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por a relação ponderai das benzofenonas I relativamente aos compostos amida de fórmula II estar compreendida entre 20:1 e 1:20.
5. Processo para o combate de fungos patogénicos, caracterizado por os referidos fungos patogénicos, o respectivo habitat ou as plantas, as sementes, os solos, as superfícies, os materiais ou os espaços a manter isentos da respectiva contaminação, serem tratados com benzofenonas de fórmula I de acordo com a reivindicação 1 e com compostos amida de fórmula II de acordo com a reivindicação 1 numa quantidade sinergicamente eficiente.
6. Processo de acordo com a reivindicação 5, caracterizado por serem simultaneamente aplicados benzofenonas de fórmula I de acordo com a reivindicação 1 e compostos amida de fórmula II de acordo com a reivindicação 2, quer conjuntamente quer separadamente, quer subsequentemente.
7. Processo de acordo com a reivindicação 5 ou 6, caracterizado por as benzofenonas de fórmula I de acordo com a reivindicação 1 serem aplicadas numa quantidade compreendida entre os 0,02 Kg/ha e os 2,0 Kg/ha.
8. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações de 5 a 7, caracterizado por os compostos amida de fórmula II de acordo com a reivindicação 1 serem aplicados numa quantidade compreendida entre os 0,08 Kg/ha e os 3,0 Kg/ha. 4
9. Agente de acordo com a reivindicação 1, condicionado em duas partes, em que uma parte contém benzofenonas de fórmula I de acordo com a reivindicação 1 numa substância de suporte sólida ou líquida e a outra parte contém compostos amida de fórmula II de acordo com a reivindicação 1 numa substância de suporte sólida ou líquida numa quantidade sinergicamente eficiente. Lisboa, 14 de Dezembro de 2009
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