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BRPI1003174A2 - caixa de piso que inclui módulos de conexão destinada a adaptar em seu interior mecanismos elétricos, de voz e dados, multimìdia ou outros tipos de instalações - Google Patents

caixa de piso que inclui módulos de conexão destinada a adaptar em seu interior mecanismos elétricos, de voz e dados, multimìdia ou outros tipos de instalações Download PDF

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BRPI1003174A2
BRPI1003174A2 BRPI1003174A BRPI1003174A2 BR PI1003174 A2 BRPI1003174 A2 BR PI1003174A2 BR PI1003174 A BRPI1003174 A BR PI1003174A BR PI1003174 A2 BRPI1003174 A2 BR PI1003174A2
Authority
BR
Brazil
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voice
multimedia
floor box
Prior art date
Application number
Other languages
English (en)
Inventor
Codina Maria Cristina Moret
Original Assignee
Simon Connect S L
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Family has litigation
First worldwide family litigation filed litigation Critical https://patents.darts-ip.com/?family=40825151&utm_source=google_patent&utm_medium=platform_link&utm_campaign=public_patent_search&patent=BRPI1003174(A2) "Global patent litigation dataset” by Darts-ip is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Application filed by Simon Connect S L filed Critical Simon Connect S L
Publication of BRPI1003174A2 publication Critical patent/BRPI1003174A2/pt

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Classifications

    • HELECTRICITY
    • H02GENERATION; CONVERSION OR DISTRIBUTION OF ELECTRIC POWER
    • H02GINSTALLATION OF ELECTRIC CABLES OR LINES, OR OF COMBINED OPTICAL AND ELECTRIC CABLES OR LINES
    • H02G3/00Installations of electric cables or lines or protective tubing therefor in or on buildings, equivalent structures or vehicles
    • H02G3/02Details
    • H02G3/08Distribution boxes; Connection or junction boxes
    • H02G3/18Distribution boxes; Connection or junction boxes providing line outlets
    • H02G3/185Floor outlets and access cups

Landscapes

  • Engineering & Computer Science (AREA)
  • Architecture (AREA)
  • Civil Engineering (AREA)
  • Structural Engineering (AREA)
  • Connection Or Junction Boxes (AREA)
  • Installation Of Indoor Wiring (AREA)
  • Details Of Indoor Wiring (AREA)
  • Connector Housings Or Holding Contact Members (AREA)
  • Telephone Set Structure (AREA)
  • Casings For Electric Apparatus (AREA)

Abstract

CAIXA DE PISO QUE INCLUI MóDULOS DE CONEXãO DESTINADA A ADAPTAR EM SEU INTERIOR MECANISMOS ELéTRICOS, DE VOZ E DADOS, MULTIMìDIA OU OUTROS TIPOS DE INSTALAçõES. Caixa de piso que compreende uma tampa (2a e 2b), a qual é acoplada em um chassis (3a e 3b) com ranhuras (59) e com orificios de drenagem (60) o qual, por sua vez, incorpora em seu interior módulos (4a y 4b) em número ímpar diferenciando-se entre si pelo formato do mecanismo (5, 6 e 7) que instalar nos mesmos, podendo ser os mecanismos de diferentes tipos (elétricos, voz e dados, multimídia, etc.). A tampa (2a e 2b) é composta por uma tampa principal (8a e 8b), de forma geométrica equivalente à da caixa de piso (1a e 1b), com uma ala 46a e 46b, em cujo contorno se encontram situados pivós (41), recortes (3 la e 3 lb) em cujo contorno se situam as janelas de saída dos cabos flexíveis (9a e 9b) e linguetas (44) que são utilizadas como fechamentos por engate. Existe um rebaixo retangular (19) no qual se situa a aba de puxar (10), e na tampa (2a e 2b) existe um riervuramento (15) de acordo com a forma d caixa. é previsto o intercâmbio do sentido de abertura da tampa a qual inclui um rebaixo (lia e 11 b) para colocar uma tampa de nivelamento (12a e 12b).

Description

"CAIXA DE PISO QUE INCLUI MÓDULOS DE CONEXÃO DESTINADA A ADPTAR EM SEU INTERIOR MECANISMOS ELÉTRICOS, DE VOZ E DADOS, MULTIMÍDIA OU OUTROS TIPOS DE INSTALAÇÕES"
O objeto desta invenção consiste em uma caixa de piso, incluindo módulos de conexão para os mecanismos de adaptação dentro de voz, elétrica e dados, multimídia ou outros tipos de instalações com distintos formatos de mecanismos.
Nos postos de trabalho de hoje em dia, encontram-se cada vez mais dispositivos elétricos de transmissão e de dados ou instalações multimídia que requerem ser conectados em um mesmo ponto, para não ocupar espaço de trabalho, decidindo-se em muitos lugares posicionar no caixas de piso nas quais se pode realizar ditas conexões. A grande densidade de mecanismos e dispositivos a conectar, tais como carregadores de celular, plugues elétricos, elementos de memória com uma conexão USB, etc., exigem que ditas caixas tenham uma grande capacidade interior livre. Nas caixas de piso existentes no mercado, costuma-se instalar os mecanismos ou orientados para cima, de tal modo que uma vez que colocado o dispositivo, a tampa já não pode ser fechada ou orientadas perpendiculares à superfície, porém com mecanismos confrontados entre si, o que implica em que uma vez conectado um dispositivo a um mecanismo, reduz-se drasticamente o espaço, interferindo com a conexão do mecanismo diretamente oposto.
A maioria dos pisos nas instalações dos postos de trabalho é limpa com métodos úmidos, tais como pode ser por meio de esfregões, máquinas polidoras etc., meios que devem passar por cima das caixas, com o risco suposto de que a água ou líquido de limpeza chegue a entrar em contato com a corrente. Se bem que existem caixas de piso com proteção para a água subterrâneas, consegue-se obter dita proteção por meio de juntas de estanqueidade ou métodos equivalentes os quais encarecem o preço do produto final.
As caixas de piso deve incluir tampas que resistem às severas exigências das instalações em pisos, das quais podem passar por cima tanto pessoas, quanto equipamentos automáticos de limpeza, pequenas plataformas elevadoras para a manutenção de luzes, etc. Nas caixas que podem ser encontradas hoje em dia no mercado costuma-se resolver esses problemas por meio de chapas metálicas que reforçam a estrutura da caixa, ou então fabricando diretamente ditas tampas de material metálico, com o conseqüente aumento no preço da mesmo que isso implica.
Para os instaladores e clientes é importante tanto o custo do próprio produto quanto o tempo que vão utilizar na sua instalação, já vez que o preço/hora dos operadores é um grande percentual do preço final. As caixas de hoje em dia conhecidas no mercado obrigam que boa parte do sistema de conexão dos equipamentos deva ser realizada diretamente na mesma obra, com a implicação de que o operador deve executar as instalações no piso, em lugar de realizar as conexões dos mecanismos na oficina e, finalmente, só juntar os cabos de alimentação.
Em algumas obras, os instaladores elétricos não são os mesmos que os instaladores de voz e dados, de modo que estes últimos costumam passar toda a instalação de cabos de dados e voz e deixar os cabos com conectores já montados para que os eletricistas acabem de montar a caixa, porém nas caixas que existem no mercado não é possível passar os conectores já montados pelas caixas de piso, o que se deve fazer posteriormente a ter instalado a caixa.
Por sua vez, o ritmo em que é utilizada a tecnologia das comunicações e da transmissão de voz e dados, é de importância básica que, nas linhas de comunicação, não existam interferência eletromagnéticas causadas pelas oscilações que sofre a linha de potência. Os sistemas existentes na atualidade ou não contemplam este problema ou o solucionam mediante uma placa metálica que deve ser conectada independentemente ao circuito de aterramento.
Todos estes inconvenientes ficam vantajosamente resolvidos por meio da caixa de piso objeto da presente invenção, a qual apresenta, entre as distintas variantes, conforme o número de mecanismos a instalar, uma caixa redonda com os mecanismos orientados aproximadamente perpendiculares à superfície de tal maneira que se gera um espaço máximo em seu interior para poder conectar os dispositivos com a vantagem acrescida de que ditos mecanismos não coincidem de maneira confrontada e deste modo quando se conecta um dispositivo a um mecanismo, não se interfere na conexão a ligação de dispositivos para o resto dos outros mecanismos.
Dita caixa de piso soluciona o sistema de proteção para água da caixa de piso por meio de canais de condução da água que possa entrar na caixa, conduzindo-a a orifícios de drenagem repartidos pelo perímetro da caixa. Estes canais e orifícios de drenagem asseguram que ainda que água penetre no interior da caixa esta nunca chegará a estar em contato com as partes ativas que possam haver no interior, já que deriva a água diretamente fora da caixa.
A mencionada caixa de piso, objeto desta invenção, incorpora uma tampa fabricada preferentemente de material plástico onde graças ao estudado desenho da geometria de nervuras que aparecem pela parte interior resiste a todas as exigências mecânicas sem necessidade de incorporar nenhuma outra peça e com um material mais econômico que as realizadas diretamente em materiais metálicos.
Por sua vez, a caixa é composta por um chassis no qual são acoplados módulos que são os que incorporam os mecanismos. Ditos módulos podem ser cabeados pelo instalador em sua oficina, que é onde o mesmo possui todo o material necessário para realizar as conexões, com o que o deslocamento de todo o material, em um posto de trabalho, é ergonomicamente melhor, e deixando-o unicamente pronto para conectá-lo com os cabos da instalação na obra, ou então tem a possibilidade de adquirir produtos diretamente pré-cabeados de fábrica, com a redução do tempo de instalação que isso acarreta.
Ditos módulos apresentam na parte posterior pré-matrizes de tamanho adequado para que se possa passar diretamente o conector pelo módulo até colocá-lo no mecanismo de conexão, sem necessidade de instalar previamente a caixa antes da conexão dos conectores aos cabos de voz e dados, permitindo assim que as instalações se realizem em dias e com pessoal independentes.
A caixa de piso, objeto desta invenção incorpora uma placa separadora metálica que permite isolar eletromagneticamente o circuito de comunicações do de voz e dados, conectando-a diretamente à terra das bases elétricas com um sistema de terminal de conexão rápido sem necessidade de cabeá-la diretamente, facilitando, em grande medida, sua conexão ao circuito de aterramento.
A quantidade variável de mecanismos a situar nas caixas de piso, conforme a configuração que se deseje, poderá obrigar o uso de formas distintas, sem que isto altere a essencialidade da invenção.
Com a finalidade de descrever com detalhe as características de cada um dos componentes das caixas de piso e em particular o processo de montagem de cada um dos componentes, anexa-se desenhos em que, a título de exemplo não limitativo, se representou uma realização prática de dita caixa de piso. em ditos desenhos:
A figura 1a mostra em perspectiva uma caixa de piso objeto da presente invenção em uma de suas modalidades de forma circular, permitindo a montagem de três módulos para mecanismos e com a tampa fechada;
A figura 1b mostra em perspectiva uma caixa de piso, em outra de suas modalidades para dois módulos de mecanismos em forma retangular; A figura 2a mostra em perspectiva uma caixa de piso circular, com os três módulos para mecanismos acoplados e com a tampa aberta;
A figura 2b mostra em perspectiva uma caixa de piso retangular, com os dois módulos para mecanismos acoplados e com a tampa aberta;
A figura 3a mostra em perspectiva a caixa de piso circular de três módulos em explosão com cada uma de suas peças que formam o conjunto;
A figura 3b mostra em perspectiva a caixa de piso retangular de dois módulos em explosão com cada uma de suas peças que formam o conjunto;
A figura 4a mostra em perspectiva a tampa para a caixa de piso circular de três módulos vista por cima;
A figura 4b mostra em perspectiva a tampa para a caixa de piso retangular de dois módulos vista por cima;
A figura 5 a mostra em perspectiva a tampa para a caixa de piso circular de três módulos vista por baixo, mostrando a geometria das nervuras da mesma;
A figura 5b mostra em perspectiva a tampa para a caixa de piso retangular de dois módulos vista por baixo, mostrando a geometria das nervuras da mesma;
A figura 6a mostra em perspectiva um detalhe de um rebaixo retangular da armação da tampa em que se situa a asa de puxar das tampas;
A figura 6b mostra em perspectiva a aba de puxar das tampas vista por sua face superior;
A figura 6c mostra em perspectiva a aba de puxar das tampas vista por sua face inferior;
A figura 7a mostra em perspectiva um detalhe de um recorte da tampa circular em que se situam janelas passa-cabos flexíveis, visto pela parte superior;
A figura 7b mostra em perspectiva um detalhe de um recorte da tampa circular em que se situam janelas passa-cabos flexíveis visto pela parte inferior;
A figura 7c mostra em perspectiva uma janela passa-cabos flexível para uma tampa circular vista pela parte superior;
A figura 7d mostra em perspectiva uma janela passa-cabos flexível para uma tampa circular vista pela parte inferior;
A figura 7e mostra em perspectiva um detalhe de um recorte de uma tampa retangular em que se situam janelas passa-cabos flexíveis, visto pela parte superior;
A figura 7f mostra em perspectiva um detalhe de um recorte da tampa retangular em que se situam janelas passa-cabos flexíveis, visto pela parte inferior;
A figura 7g mostra em perspectiva uma janela passa-cabos flexível para uma tampa retangular vista pela parte superior;
A figura 7h mostra em perspectiva uma janela passa-cabos flexível para uma tampa retangular vista pela parte inferior;
A figura 8a mostra em perspectiva o chassis da caixa de piso circular de três módulos vista por cima;
A figura 8b mostra em perspectiva o chassis da caixa de piso retangular de dois módulos vista por cima;
A figura 9a mostra em perspectiva o chassis da caixa de piso circular de três módulos vista por baixo, mostrando a geometria das nervuras da mesma;
A figura 9b mostra em perspectiva o chassis da caixa de piso retangular de dois módulos vista por baixo, mostrando a geometria das nervuras da mesma;
A figura 10 corresponde a uma vista frontal em perspectiva de um dos módulos de formato específico acoplado e cabeado como exemplo de possível composição;
A figura 11 corresponde a uma vista posterior em perspectiva do módulo de formato específico da figura anterior;
A figura 12 corresponde a uma vista frontal em perspectiva de um dos módulos de formato de dimensões padronizadas acoplado e cabeado, como exemplo de possível composição;
A figura 13 corresponde a uma vista posterior em perspectiva do módulo de formato de dimensões padronizadas d da figura anterior;
A figura 14 corresponde a uma vista em perspectiva e em explosão dos distintos componentes que formam o módulo da figura 10;
A figura 14a é um detalhe do sistema de união da figura anterior;
A figura 15 corresponde a uma vista em perspectiva e em explosão dos distintos componentes que formam o módulo da figura 12;
A figura 16 corresponde a uma vista em perspectiva de uma placa separadora de circuitos de potência e circuitos de comunicações (telefonia, voz e dados, multimídia, etc.);
A figura 17a mostra em perspectiva um detalhe dos canais para a condução da água e os orifícios de drenagem em uma caixa de piso circular de três módulos;
A figura 17b mostra em perspectiva um detalhe dos canais para a condução da água e os orifícios de drenagem em uma caixa de piso retangular de dois módulos;
A figura 18 mostra em perspectiva um exemplo de uma caixa instalada em um piso técnico no quais se praticou uma seção para mostrar o sistema de fixação da caixa a dito piso;
A figura 19a mostra uma vista frontal de uma caixa instalada em um piso de pavimento e ladrilho que foi seccionado convenientemente para mostrar o sistema de fixação por meio de uma cubeta de pavimento específica para esta caixa;
A figura 19b mostra uma vista frontal semelhante à anterior com a diferença que neste caso representa um piso pavimentado e com tacos (de menor espessura que o ladrilho), em que se mostra que a cubeta de pavimento deve e pode ser regulada para manter a mínima altura necessária para a caixa de piso.
De acordo com os desenhos citados, a caixa de piso 1a e 1b objeto da presente invenção é constituída, principalmente, por uma tampa 2a e 2b a qual se acopla em um chassis 3a e 3b o qual por sua vez incorpora em seu interior módulos 4a e 4b diferenciando-se entre si pelo formato de mecanismos 5, 6 e 7 que se pode instalar neles, podendo ser os mecanismos de diferentes tipos (elétricos, voz e dados, multimídia, etc.)
A tampa 2a e 2b é composta de uma tampa principal 8a e 8b, fabricada, preferentemente em material plástico, à qual são unidas janelas passa-cabos flexíveis 9a e 9b fabricadas, preferentemente, de um material elastômero, as quais se adaptam à forma da saída do cabo, formando também parte da tampa 2a e 2b uma aba de puxar 10 que pivota sobre si mesma permitindo sujeitá-la comodamente e abrir a tampa facilmente.
A tampa principal 8a e 8b é formada por uma placa de forma geométrica associada à forma da caixa de piso 1a e lb, podendo ser circular, retangular, etc., com a característica que no contorno da mesma se encontram situados pivôs 41 que se utilizam a modo de eixo de dobradiça, permitindo a abertura da caixa girando sobre si mesmos, recortes 31a e 31b no contorno nos quais se situam as janelas de saída de cabos 9a e 9b, encontrando-se no extremo oposto aos pivôs 41, linguetas 44 que servem de fecho pelo engate da tampa na zona oposta a ditos pivôs 41 se encontra, também, na parte superior da tampa principal 8a e 8b, um rebaixo retangular 19 no qual se situa a aba de puxar 10, facilitando a abertura da tampa 2a e 2b uma vez instalada na caixa 1a e lb.
Pela parte superior, a tampa principal 8a e 8b inclui um rebaixo l1a e 11b de forma geométrica, majoritariamente, coincidente à forma exterior da caixa de piso 1a e lb, prevista para que o instalador possa colocar o acabamento mais apropriado em cada situação, por exemplo, um segmento do mesmo terraço que o resto do piso, ou do taco ou o carpete, etc., ou ainda pode-se colocar uma tampa de nivelamento 12a e 12b, fabricada, preferentemente, em material plástico, podendo-se ainda encontrar acabamentos metálicos, de modo que formam uma superfície completamente nivelada com o resto da caixa. A fixação da tampa de nivelamento 12a e 12b no rebaixo 11a e 11b é realizada por meio de linguetas salientes 13 repartidas em torno da aresta de ditas tampas de nivelamento ficando encaixadas em entalhes 14 situados igualmente repartidos no perímetro do rebaixo 11a e 11b.
Pela parte inferior, a tampa principal 8a e 8b compreende um nervuramento 15, variando a geometria conforme a forma da caixa, por exemplo, para caixas circulares la, ela apresenta nervuras concêntricas 16 cruzadas por nervuras radiais 17, e em caixas retangulares 1b são previstas nervuras 18 equidistantes entre si formando uma malha romboidal, com a característica que a altura destas nervuras van aumentando progressivamente desde os extremos para o interior até chegar a uma altura que assegure a resistência mecânica necessária da tampa, permitindo um maior reforço para a zona interior que fica flutuando. A altura das aludidas nervuras 16, 17 e 18 nos extremos é delimitada pelos módulos 4a e 4b que são acoplados ao chassis 3a e 3b.
Na armação restante da superfície superior, em um dos lados, se encontra um rebaixo retangular 19, dentro do qual aparecem rebaixos mais profundos 20, em que se introduz e se apoia a aba de puxar 10 quando ela está em posição de fechado, encontrando-se pela parte dianteira do rebaixo 19, nas duas laterais curtos do retângulo, um par de pivôs 21 que fazem a função de eixos da dobradiça que permite o giro de dita aba de puxar 10. Pela parte central e frontal do retângulo, se encontra um rebaixo mais estreito 22 sobre o qual pivota a parede frontal de dita aba de puxar 10, expandindo-se dito rebaixo 22 ao aproximar-se dos pivôs 21, para deixar espaço de giro das dobradiças da referida aba de puxar 10.
A aba de puxar 10 consiste em uma peça fabricada, preferentemente, de material plástico de forma retangular coincidente com o rebaixo retangular 19, o qual tem uma face plana 23 sendo a que, uma vez instalada, fica vista e nivelada com a armação da tampa 8a e 8b. Em dita face plana 23 são praticadas linhas 24 que indicam ao usuário o lugar onde deve pressionar para abrir dita aba de puxar 10. Pela face inferior a peça mostra uma nervura perimetral 25 a qual dá estrutura à peça, complementado por nervuras transversais 26 que unem as duas arestas de maior comprimento. A nervura 25 forma por sua vez, as quatro faces laterais da peça. Nas arestas de menor comprimento, no extremo que corresponde com as linhas 24 encontram ressaltos 27 no centro dos quais se encontra um orifício circular 28 aberto pelo extremo mais exterior da placa pelo que são introduzidos os pivôs 21 criando o conjunto de dobradiça da aba de puxar 10. Na aresta de maior comprimento oposta ao eixo da dobradiça, aparece um relevo 29 na nervura perimetral 25 o qual faz um giro de 90° para o interior da peça e que mostra uma forma curvada 30, permitindo que a sujeição da aba de puxar 10 seja mais ergonômica.
Repartidas pela superfície da tampa principal 8a e 8b e podendo variar o número e situação, conforme o número de módulos que se possa instalar na caixa, aparecem recortes 31a e 31b para a saída dos cabos dos dispositivos conectados. Ditos recortes apresentam uma forma, preferentemente, de segmento de coroa ou retangular conforme a caixa seja circular ou retangular, respectivamente. Margeando o recorte se encontra uma nervura 32a e 32b para o interior, criando uma ranhura 33 perimetral ao recorte 31a e 31b. Repartidas uniformemente pela nervura 32a e 32b se situam linguetas 34 orientadas para o exterior do recorte 31ae31bde fixação para as janelas passa-cabos flexíveis 9a e 9b.
A janelas passa-cabos flexíveis 9a e 9b apresentam a mesma forma do recorte 31a e 31b já que são colocadas e fixadas nele. Fabricadas em um material elástico permitem que se adaptem à saída dos cabos dos dispositivos conectados às caixas 1a e lb. Asjanelas passa-cabos flexíveis 9a e 9b apresentam dois planos principais, correspondendo o primeiro plano 35 à parte vista uma vez a janela esteja acoplada na tampa, e um segundo plano 36 coincidindo com o perímetro da peça, o qual serve para fixar a janela passa- cabos à tampa principal, de tal modo que fica em um nível inferior e oculto uma vez se acopla a peça. A parte superior do plano 36 fica acoplada na ranhura 33 do recorte 31a e 31b encontrando-se entre os dois planos 35 e 36, uma ranhura 37, na qual fica encaixada a nervura 32 do recorte 31a e 3lb. No interior de dita ranhura 37, praticou-se orifícios passantes 38 pelos quais são introduzidas as linguetas 34 do recorte 31a e 31b.
A abertura das tampas 2a e 2b, é realizada pivotando sobre um eixo, assim pois, em caixas 1b de forma retangular se utiliza como eixo de giro um dos extremos curtos da tampa, mas em caixas circulares la, deve-se realizar um recorte 39 suficiente para que o eixo de giro fique circunscrito no círculo da tampa 2a, para evitar que se produza uma interferência entre dita tampa e o chassis 3a ao abri-la. O giro das tampas 2a e 2b é efetuado mediante um sistema de dobradiça 40, sobre o qual pivota toda a tampa, podendo ser intercambiado o sentido de abertura da mesma, variando o número de eixos conforme a forma da caixa, por exemplo, três eixos se é circular ou então dois eixos se é retangular. Nos casos de múltiplos eixos, deve-se repetir a forma geométrica necessária para o correto giro da tampa 2a e 2b sobre o chassis 3a e 3b em cada eixo.
A dobradiça 40 das tampas é formada de pivôs 41 situados nos extremos mais distantes entre si do eixo de giro da tampa apresentando ditos pivôs 41, em seu extremo, dois planos inclinados 42 partindo desde o centro do pivô 41 e na mesma orientação que a entrada da tampa 2a e 2b no chassis, permitindo assim uma fácil introdução e extração da tampa sem necessidade de ferramentas. Ditos pivôs 41 são introduzidos em orifícios 43, em forma de entalhadura, do chassis 3a e 3b, sobre os quais pivota a tampa 2a e 2b, sendo estes os que estão repartidos pelo chassis 3a e 3b, permitindo trocar o sentido de abertura da tampa.
O fechamento das tampas 2a e 2b é realizado por meio de linguetas 44 de ancoragem, as quais apresentam uma superfície plana 45 perpendicular à própria lingueta, sendo esta a que se ancora, por pressão, nos orifícios 43 do chassis 3a e 3b não utilizados para formar a dobradiça 40. Assim, por exemplo, as tampas circulares 2a ficam situadas nos extremos mais distantes dos pivôs 41 dos recortes 39 de dita tampa.
O chassis 3a e 3b é constituído por uma peça fabricada, preferentemente, em material plástico com a forma da caixa de piso 1a e lb, a qual apresenta uma ala periférica 46a e 46b que se apoia no piso, e que por sua parte inferior apresenta uma série de nervuras 47 equidistantes para dar- lhe maior resistência mecânica. Dependendo da forma da caixa, a correspondente ala 46a e 46b pode ter uma forma unicamente de armação da tampa 2a e 2b ou ainda pode incluir reentrâncias 48 que se ajustem aos recortes 39 das tampas, gerando assim, um ajuste completo entre a tampa e o chassis. Dita ala 46a e 46b prossegue perpendicularmente para o interior para formar as paredes 49 sendo estas as que interferirão com as paredes das tampas 2a e 2b proporcionando o ajuste para o fechamento da caixa de piso Ia e b. Ditas paredes finalizam em superfícies 50a e 50b, as quais são as que incorporam de forma nivelada e por engate os módulos para mecanismos 4a e 4b. Ditas superfícies 50 prosseguem com um giro de aproximadamente 90° criando paredes 51a e 51b que dão origem à profundidade da caixa, e permitem deixar espaço suficiente para a saída de cabos. Tais paredes finalizam no fundo 52 do chassis 3a e 3b, o qual uma vez colocados os módulos para mecanismos 4a e 4b, deixa a caixa fechada evitando os acessos a partes em tensão pelo usuário. Os módulos para mecanismos 4a e 4b, são fixados por meio de linguetas 53 situadas no extremo posterior da parte superior dos módulos a orifícios 54 praticados nas superfícies 50a e 50b do chassis 3a e 3b e por sua vez, por linguetas 55 situadas no extremo frontal da parte inferior dos módulos, a rebaixos chanfrados 56 do fundo 52. O fato de serem chanfrados permite que uma vez instalados se possa retirar facilmente introduzindo uma ferramenta tipo chave de parafuso plana em dito chanfro. Nas zonas entre módulos, onde as paredes 49 chegam até o fundo 52, se encontram colunas 57 com uma guia interior do tipo cauda de andorinha, na qual se introduz uma peça em forma de T 58, perpendicular a dita coluna 57, para guiar e fixar os cabos dos dispositivos conectados aos mecanismos. Estas colunas ficam colocadas e centradas sob as janelas passa-cabos flexíveis 9a e 9b de modo que ao se fechar a tampa os cabos ficam situados abaixo da borracha flexível e evitando que se esmaguem ao fechar a tampa.
A caixa de piso deve ter um perfeito ajuste para evitar a entrada de água e sujeira a seu interior. Porém evidentemente nos momentos de abertura das tampas pode entrar água, de modo que foi prevista uma série de caminhos que incluem uma série de orifícios de drenagem para a evacuação da água não desejada que entra na caixa. Foi prevista também uma ranhura 59 em torno de todo o contorno onde se apoia a tampa de tal modo ela que faz a função de poço de evacuação de água. Em dita ranhura se encontram uniformemente repartidos orifícios de drenagem 60 que permitem que a água possa cair fora da caixa, sem chegar em nenhum momento a entrar em contato com as conexões dos cabos. A citada ranhura 59 apresenta uma ligeira inclinação para evitar que a água fique estancada na mesma, de modo que a obriga a deslizar para os orifícios de drenagem 60. O fundo 52 dos chassis 3a e 3b apresenta uma ligeira inclinação para o centro da caixa. Na união dos planos foram praticados novos orifícios de drenagem 61 para que a água possa sair que possa haver entrado ocasionalmente.
Os módulos para mecanismos de formato específico 4a são compostos de duas partes, uma peça frontal 62 onde se encaixa o frontal dos mecanismos 5 e uma peça posterior 63 por onde se realiza as entradas dos cabos 64a e 64b, ficando unidas entre si por meio de orifícios 65 praticados e situados nas laterais da peça frontal 62 e de linguetas 66 situadas na lateral da peça posterior 63. Una vez unidas as duas peças formam um conjunto fechado pelo que não há acesso à parte ativa.
A peça frontal 62 forma uma superfície plana 62a em cujo extremo ficam as linguetas 53 que servem de fixação dos módulos 4a e 4b ao chassis 3a ou 3b tal e como se explicou anteriormente. No extremo oposto, a peça segue com um giro, aproximadamente perpendicular, formando a superfície 62b no centro da qual se encontra um vazio retangular formando uma armação em que se acopla por engate as placas 67 de formato específico. O interior de dito armação inclui ressaltos 68 repartidos por todas as arestas, nos quais pela parte exterior fica apoiada dita placa 67 e pela parte interior ficam sujeitadas as linguetas de fixação 69 da placa 67. No final da superfície 62b se encontra uma superfície 62c perpendicular ao exterior formada por uma extensão da superfície 62b enfraquecida por toda a aresta de modo que faz função de dobradiça, permitindo o dobramento para o exterior. A aresta pela qual se realiza o dobramento inclui um segmento do ressalto inferior 68, de tal modo que uma vez dobrado fica completo e permite que ao fixar a placa 67 o dobramento fique firmemente sujeitado. Dita superfície 62c inclui, em cada extrema lateral, linguetas 62d que se encaixam por denteamento nas paredes verticais 62b. Junto à aresta pela qual se realiza o dobramento existem orifícios 70 de maneira que permitam um drenagem da água que possa entrar dentro do chassis 3a e 3b para a parte exterior da cubeta. No extremo oposto se encontram as linguetas 55 que permitem a fixação ao chassis 3a e 3b. Ditas linguetas são repartidas em grupos de duas unidades, de modo que uma vez que se tenha acoplado os módulos 4a e 4b no chassis 3a e 3b, eles podem ser extraídos introduzindo uma ferramenta entre tais linguetas 55 e exercendo uma alavanca apropriada.
A peça posterior 63 possui superfícies de forma principalmente de prisma retangular sem a superfície superior nem a superfície frontal, tal como se pode observar na fíg. 14, de modo que ao encaixar com a peça frontal fica o volume, onde se instalam os mecanismos, perfeitamente fechado. A superfície 63a corresponde à superfície posterior, cuja parte superior apresenta uma reentrância 71 devido a que nesta zona o chassis 3a e 3b inclui uma parede de apoio para os módulos. Pelo exterior da superfície posterior 63a se encontra uma série de pré-matrizes 72, 73a e 73b de distintas formas e medidas com a intenção de facilitar ao instalador a entrada de cabos 64a e 64b, tubos e inclusive conectores 80 no interior do volume onde se cabeiam os mecanismos. Unindo duas das mencionadas pré- matrizes se encontra a lingueta 74 perfurada pelo interior permitindo a passagem de um flange 75 de sujeição de cabos 64 que permite reduzir as tensões sofridas por estes durante o processo de instalação. Pelo interior da superfície posterior 63a aparecem quatro colunas 76 de distinta altura para o possível atarraxamento de um mecanismo tal como pode ser por exemplo, uma base schuko 5, mostrada no exemplo da fíg. 14. Aparece também um par de linguetas 77, situadas uma na parte superior da superfície posterior e uma na parte inferior, que permitem a sujeição de mecanismos por engate, tais como a base schuko 5 ou outros. Na base de ditas linguetas foram praticados orifícios que permitem atarraxar algum mecanismo se for necessário. As superfícies laterais 63b da peça posterior incluem as linguetas 66 que são as que se acoplam à peça frontal 62. A superfície inferior 63 c é uma superfície principalmente lisa que assegura o fechamento da zona interior do módulo. Na união com a superfície posterior 63 a se encontra uma das linguetas 77 para engate de mecanismos. No extremo oposto da superfície inferior 63c enfraquece-se a base para assegurar o encaixe com a peça frontal 62.
Os módulos para mecanismos de formato padronizado 4b são compostos de duas partes, uma peça frontal 78 onde se encaixa o frontal dos mecanismos 6 e 7 e uma peça posterior 79 por onde se realiza as entradas dos cabos 64a e 64b, ficando unidas entre elas por meio de orifícios 65 situados nas laterais da peça frontal 78 e de linguetas 66 situadas na lateral da peça posterior 79. Uma vez unidas as duas peças formam um conjunto fechado pelo que não há possibilidade de acesso à parte ativa.
A peça frontal 78 é formada por uma superfície plana 78a em cujo extremo aparecem as linguetas 53 que servem de fixação dos módulos 4a e 4b ao chassis 3a ou 3b tal como se explicou anteriormente. No extremo oposto, a peça segue com um giro, aproximadamente perpendicular, formando uma superfície 78b na qual se encontra aberturas retangulares formando armações 81 nos quais se acoplam por engate os mecanismos 6 e/ou 7. Dita armação, pelo interior, apresenta a altura necessária para que fiquem sujeitadas as linguetas 82 dos mecanismos que se fixam nela. Pela parte exterior da armação 81 ficam apoiados os mecanismos 6 e/ou 7. No final da superfície 78b se encontra uma superfície 78c. Pelo extremo oposto existem as linguetas 55 que permitem a fixação ao chassis 3a e 3b. As referidas linguetas são repartidas em grupos de duas unidades, de tal modo que uma vez que se tenha acoplado os módulos 4a e 4b no chassis 3a e 3b, eles podem ser extraídos introduzindo uma ferramenta entre ditas linguetas e exercendo alavanca sobre as mesmas.
A peça posterior 79 tem superfícies em forma principalmente de prisma retangular sem a superfície superior nem a superfície frontal, tal como pode observar-se na Fig.15, de maneira que ao encaixar com a peça frontal, fica o volume onde se instalam os mecanismos, totalmente fechado. A superfície 79a corresponde à superfície posterior, em cuja parte superior existe uma reentrância 83 devido a que nesta zona o chassis 3a e 3b inclui uma parede de apoio para os módulos. Pelo exterior da superfície posterior 79a se encontra uma série de pré-matrizes 72, 73a e 73b de distintas formas e medidas com a intenção de facilitar ao instalador a entrada de cabos 64a e 64b, tubos e inclusivo conectores 80 no interior do volume onde se cabeiam os mecanismos 6 e/ou 7. Unindo duas das mencionadas pré-matrizes se encontra uma lingueta 74 perfurada pelo interior que admite a passagem de uma flange 75 de sujeição de cabos 64 permitindo reduzir as tensões sofridas por estes durante o processo de instalação. Pelo interior da superfície posterior 79a se encontram nervuras 84 que cruzam verticalmente a superfície 79a e prosseguem por uma superfície inferior 79c. Estas nervuras formadas por grupos de duas e distanciadas entre si ligeiramente, permitem fixar no espaço criado entre si uma placa separadora 85, permitindo deste modo, separar fisicamente e eletromagneticamente os circuitos de potência e os de voz e dados. As superfícies laterais 79b da peça posterior incluem as linguetas 66 que são as que se acoplam à peça frontal 78. A superfície inferior 79c é uma superfície formada por curvas de igual diâmetro que as pré-matrizes 73 a e 73b.
A placa separadora 85 é uma peça geralmente formada de chapa metálica de forma preferentemente retangular na qual em um de seus extremos se praticou cortes perpendiculares, e posteriormente dobrou-se o material cortado, criando assim, linguetas 86 que permitem a conexão direta às bases de terminação rápida, evitando conexões intermediárias de cabo de tomada de terra. Pelo extremo oposto foi praticado um rebaixo longitudinal 87 para facilitar a ruptura do extremo 88 nos casos em que ele interfira com as paredes dos módulos 4a e 4b.
As mencionadas caixas de piso 1a e 1b podem ser fixadas ou em piso técnico 89 diretamente tal como mostra a figura 18 ou em pavimento 90, por meio de um registro 91 ajustável em altura por meio das duas peças que compõem o registro 91a e 91b, tal como mostram as figuras 19a e 19b. A fixação da caixa se realiza em ambos casos por meio de parafusos 92 os quais levam incorporadas, ao longo da haste do parafuso 92, garras 93 que ao fazer girar o parafuso ascendem até fazer pressão entre a porca de forma retangular no extremo final do parafuso e uma arruela de segurança 94. (Ver figuras 3a e 3b, assim como 9a, 9b e 18).
Descrito suficientemente o objeto desta invenção, deve ser indicado que toda variação em dimensões, formas, aspecto e acabamento exterior, assim como tipos de materiais empregados na realização prática do mesmo, em nada vai alterar a essencialidade dos elementos aqui descritos, ficando resumida nas reivindicações que se seguem.

Claims (13)

1. Caixa de piso que inclui módulos de conexão destinada, a adaptar em seu interior mecanismos elétricos, de voz e dados, multimídia ou outros tipos de instalações com distintos formatos de mecanismos caracterizada pelo fato de que compreende uma tampa (2a e 2b), a qual se acopla em um chassis (3a e 3b) o qual, por sua vez, incorpora em seu interior módulos (4a e 4b) diferenciando-se entre si pelo formato do mecanismo (5, 6 e 7) que se pode instalar nos mesmos, podendo ser os mecanismos de diferentes tipos (elétricos, voz e dados, multimídia, etc.) e em que o chassis (3a e 3b) inclui ranhuras (59) com orifícios de drenagem (60) para a evacuação do água que possa chegar a entrar em seu interior
2. Caixa de piso que inclui módulos de conexão destinada a adaptar em seu interior mecanismos elétricos, de voz e dados, multimídia ou outros tipos de instalações, de acordo com a reivindicação anterior, caracterizada pelo fato de que a tampa (2a e 2b) está composta por uma tampa principal (8a e 8b), preferentemente de material termoplástico e resistente aos esforços mecânicos, que apresenta uma forma geométrica equivalente à forma da caixa de piso (la e lb), em cujo contorno se encontram situados pivôs (41) que são utilizados a modo de eixo de dobradiça, permitindo a abertura da caixa girando sobre si mesmos, recortes (31a e 31b) no contorno nos quais se situam as janelas de saída dos cabos flexíveis (9a e 9b) as quais se adaptam à forma da saída do cabo e no extremo oposto aos pivôs (41) existem linguetas (44) que são utilizados como fechamento por engate da tampa, encontrando- se também na zona oposta aos pivôs (41) e na parte superior da tampa principal (8a e 8b) um rebaixo retangular (19) no qual se situa a aba de puxar (10), facilitando a abertura da tampa (2a e 2b) uma vez instalada na caixa (la e -lb), e pelo fato de que na parte inferior, a tampa (2a e 2b) compreende um nervuramento (15) variando a geometria de acordo com a forma da caixa, e aumentando progressivamente a altura do nervuramento desde os extremos para o interior.
3. Caixa de piso que inclui módulos de conexão destinada a adaptar em seu interior mecanismos elétricos, de voz e dados, multimídia ou outros tipos de instalações, de acordo com as reivindicações 1 e 2, caracterizada pelo fato de que a abertura da tampa (2a e 2b) é realizada girando os pivôs (41), os quais apresentam, em seu extremo, dois planos inclinados (42) partindo desde o centro do pivô (41) e na mesma orientação que a entrada da tampa (2a e 2b) no chassis (3a e 3b), permitindo a introdução e a extração da tampa em orifícios (43), preferentemente em forma de entalhadura, do chassis (3a e 3b), sobre os quais pivota a tampa (2a e 2b) a modo de eixo, estando ditos orifícios (43) repartidos pelo chassis (3a e 3b), podendo variar o número de orifícios (43) de acordo com a forma da caixa, e permitindo, por sua vez, intercambiar o sentido de abertura da tampa e pelo fato de que o fechamento das tampas (2a e 2b) é realizado por meio das linguetas (44) que se ancoram, por pressão, em tais orifícios (43) do chassis (3a e 3b) não utilizados para formar uma dobradiça (40).
4. Caixa de piso que inclui módulos de conexão destinada a adaptar em seu interior mecanismos elétricos, de voz e dados, multimídia ou outros tipos de instalações, de acordo com as reivindicações 1 e 2, caracterizada pelo fato de que a tampa principal (8a e 8b) superior, inclui um rebaixo (11a e 11b) de forma geométrica, preferentemente, coincidente com a forma exterior da caixa de piso (1a e 1b), prevista para que o instalador possa colocar o acabamento mais apropriado em cada situação, ou então pode-se colocar uma tampa de nivelamento (12a e 12b), fabricada, preferentemente, em material plástico, e/ou com acabamentos metálicos, de modo que se forme uma superfície completamente nivelada com o resto da caixa cuja fixação no rebaixo (1 a e 11b) é realizado por meio de linguetas salientes (13) repartidas em torno da aresta de ditas tampas de nivelamento (12a e 12b) ficando encaixadas em entalhes (14) situados igualmente repartidos no perímetro do referido rebaixo (1 Ia e 11b).
5. Caixa de piso que inclui módulos de conexão destinada a adaptar em seu interior mecanismos elétricos, de voz e dados, multimídia ou outros tipos de instalações, de acordo com as reivindicações 1 e 2, caracterizada pelo fato de que no interior do rebaixo, preferentemente, retangular (19), da tampa (2a e 2b), existem rebaixos mais profundos (20) nos quais se introduz e apoia a aba de puxar (10), pela parte dianteira do rebaixo (19), em cujo lugar, se encontra nas duas laterais de menor comprimento do retângulo um par de pivôs (21) que fazem a função de eixos da dobradiça permitindo o giro da aba de puxar (10), existindo ademais na parte central e frontal do retângulo, um rebaixo mais estréio (22) sobre o qual pivota a parede frontal da aba de puxar (10), e que se expande ao aproximar-se dos pivôs (21), e pelo fato de que inclui a aba de puxar (10) de forma coincidente com o rebaixo (19) o qual incorpora, pela parte inferior, ressaltos (27) no centro dos quais se encontra um orifício circular (28) aberto pelo extremo mais exterior da placa pelo qual se introduzem os pivôs (21) criando o conjunto de dobradiça da aba de puxar (10).
6. Caixa de piso que inclui módulos de conexão destinada a adaptar em seu interior mecanismos elétricos, de voz e dados, multimídia ou outros tipos de instalações, de acordo com a reivindicação 1 e 2, caracterizada pelo fato de que repartidos pela tampa (2a e 2b) da caixa (la e lb) se encontram recortes (31a e 31b) para a saída dos cabos dos dispositivos conectados, de modo que margeando o recorte se encontra um nervura (32a e -32b) orientada para o interior da caixa, criando uma ranhura (33) gerando-se da própria nervura (32a e 32b), linguetas (34) orientadas para o exterior do recorte (31a e 31b) úteis para a fixação das janelas passa-cabos flexíveis (9a e -9b) as quais apresentam a mesma forma do recorte (31a e 31b) e dos planos principais, correspondendo o primeiro plano (35) à parte vista uma vez a janela está acoplada na tampa, e um segundo plano (36) correspondendo por sua vez, com o perímetro da peça, o qual serve para fixar a janela passa-cabos à tampa principal, de tal modo que a parte superior do plano (36) fica acoplada na ranhura (33) do recorte (31a e 31b), encontrando-se entre os dois planos, uma ranhura (37), na qual fica encaixada a nervura (32) do recorte (31a e 31b), em cujo interior de dita ranhura (37), existem orifícios passantes (38) pelos que se vão ser introduzidas as linguetas (34) do recorte (31a e 31b).
7. Caixa de piso que inclui módulos de conexão destinada a adaptar em seu interior mecanismos elétricos, de voz e dados, multimídia ou outros tipos de instalações, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que o chassis é formado de uma peça fabricada, preferentemente, em material plástico com a forma da caixa de piso (1a e 1b) a qual apresenta um ala (46a e 46b) sendo a que se apoia no piso prosseguindo perpendicularmente para o interior para formar as paredes (49), sendo estas as que vão interferir com as paredes das tampas (2a e 2b) proporcionando o ajuste para o fechamento da caixa de piso (1a e 1b), terminando em superfícies (50a e 50b), nas quais se incorporam de forma nivelada e por engate os módulos para mecanismos (4a e 4b), os quais prosseguem com um giro de aproximadamente de 90°, criando paredes (51a e 51b) que dão a profundidade da caixa, permitindo deixar espaço para a saída de cabos, cujas paredes finalizam no fundo (52) do chassis (3a e 3b), o qual uma vez colocados os módulos para mecanismos (4a e 4b), deixa a caixa fechada evitando os acessos a partes em tensão, onde ditos módulos para mecanismos (4a e 4b), são fixados por meio de linguetas (53) situadas ao extremo posterior da parte superior dos módulos a orifícios (54) praticados nas superfícies (50a e 50b) do chassis (3a e 3b) e por sua vez, por linguetas (55) situadas no extremo frontal da parte inferior dos módulos, a unos rebaixos chanfrados (56) do fundo (52) e nas zonas entre módulos, onde as paredes (49) chegam até dito fundo (52), encontrando-se ali colunas (57) com uma guia interior tipo cauda de andorinha, na qual se introduz uma peça em forma de T (58), perpendicular a dita coluna (57), para guiar e fixar os cabos dos dispositivos conectados aos mecanismos.
8. Caixa de piso que inclui módulos de conexão destinada a adaptar em seu interior mecanismos elétricos, de voz e dados, multimídia ou outros tipos de instalações, de acordo com a reivindicação 1 e 7, caracterizada pelo fato de que no chassis (3a e 3b) é praticada uma ranhura (59) em torno de todo o contorno onde se apoia a tampa apresentando uma ligeira inclinação para evitar que a água fique estancada nela, de modo que obriga a água a deslizar para orifícios de drenagem (60) permitindo que a água seja guiada ao exterior e pelo fato de que o fundo (52) dos chassis (3a e 3b) apresenta uma ligeira inclinação para o centro da caixa, com a mesma função que a ranhura (59) e pelo fato de que na união dos planos são praticados novos orifícios de drenagem (61) com a mesma função que os de drenagem (60).
9. Caixa de piso que inclui módulos de conexão destinada a adaptar em seu interior mecanismos elétricos, de voz e dados, multimídia ou outros tipos de instalações, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que os módulos para mecanismos (4a e 4b) são compostos de duas partes, uma peça frontal (62 e 78) e uma peça posterior (63 e 79), ficando unidas entre si por meio de orifícios (65) situados nas laterais da peça frontal (62 e 78) e de linguetas (66) situadas na lateral da peça posterior (63 e -79), e onde a peça frontal (62 e 78) é uma peça formada por uma superfície plana (62a e 78a) cujo extremo inclui as linguetas (53) que servem de fixação dos módulos (4a e 4b) ao chassis (3 a ou 3 b), e no extremo oposto, a peça segue com um giro, aproximadamente perpendicular, formando a superfície (62b e 78b), no centro da qual se acopla por engate as placas (67) de mecanismos e/ou mecanismos (6 e/ou 7), em cujo final se encontra uma superfície (62c e 78c) perpendicular para o exterior, e encontrando-se no extremo oposto as linguetas (55) que permitem a fixação ao chassis (3a e 3b), e por outro lado, a peça posterior (63 e 79) apresenta superfícies de forma prismática retangular sem a superfície superior nem a superfície frontal cuja superfície posterior superior inclui uma reentrância (71 e 83) para apoio dos módulos (4a e 4b) e incluindo as superfícies laterais (63b) da peça posterior as linguetas (66) que são as que se acoplam à peça frontal (62) e pelo fato de que pelo exterior da superfície posterior (63 a e 79a) se encontra uma série de pré- matrizes (72, 73a e 73b) de distintas formas e medidas para facilitar ao instalador a entrada de cabos (64a e 64b), tubos e inclusive conectores (80) ao interior do volume onde se cabeiam os mecanismos e unindo duas das mencionadas pré-matrizes se encontra a lingueta (74) perfurada pelo interior permitindo a passagem de um flange (75) de sujeição de cabos (64) que permite reduzir as tensões sofridas por estes durante o processo de instalação
10. Caixa de piso que inclui módulos de conexão destinada a adaptar em seu interior mecanismos elétricos, de voz e dados, multimídia ou outros tipos de instalações, de acordo com a reivindicação 1 e 9, caracterizada pelo fato de que os módulos para mecanismos de formato específico (4a) incluem uma zona enfraquecida em toda a aresta entre as superfícies (62b) e (62c) de modo que ela faz a função de dobradiça, permitindo seu dobramento para o exterior e onde a superfície (62c) inclui em cada extrema lateral linguetas (62d) que se encaixam por denteamento nas paredes verticais (62b) e junto à aresta pela qual se realiza o dobramento foram deixados espaços (70) que permitem uma drenagem da água, e pelo interior da superfície posterior (63a) se encontram quatro colunas (76) de distinta altura e um par de linguetas (77) em cujas bases existem orifícios com a mesma função das colunas (76), que permitem a sujeição de mecanismos tanto por parafusos como por engate.
11. Caixa de piso que inclui módulos de conexão destinada a adaptar em seu interior mecanismos elétricos, de voz e dados, multimídia ou outros tipos de instalações, de acordo com a reivindicação 1 e 9, caracterizada pelo fato de que os módulos para mecanismos de formato padronizado (4b) contêm em sua superfície posterior (79a) nervuras (84) formadas por grupos de duas e distanciadas ligeiramente entre si, que cruzam verticalmente a superfície (79a) e prosseguem por uma superfície inferior (79c), permitindo a fixação no espaço criado entre si uma placa separadora (85), permitindo assim, separar fisicamente e eletromagneticamente os circuitos de potência e os de voz e dados.
12. Caixa de piso que inclui módulos de conexão destinada a adaptar em seu interior mecanismos elétricos, de voz e dados, multimídia ou outros tipos de instalações, de acordo com a reivindicação 1, 9 a 11, caracterizada pelo fato de que a placa separadora (85) é uma peça geralmente formada de chapa metálica de forma preferentemente retangular na qual em um dos extremos foram praticados cortes perpendiculares, e posteriormente foi dobrado o material cortado, criando assim, linguetas (86) que permitem a conexão direta às bases de terminação rápida e cujo extremo oposto leva um rebaixo longitudinal (87) para facilitar a ruptura do extremo (88) nos casos em que ele interfira com as paredes dos módulos (4a e 4b).
13. Caixa de piso que inclui módulos de conexão destinada a adaptar em seu interior mecanismos elétricos, de voz e dados, multimídia ou outros tipos de instalações, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que tem uma de suas variantes uma forma, preferentemente, circular, a qual inclui um número de módulos ímpar de tal modo que os mecanismos (5, 6 e 7) não fiquem confrontados uns com os outros, facilitando as conexões do usuário aos mesmos.
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