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BRPI1001889A2 - dispositivo para consertar extremo tubular de diferencial e método de conserto - Google Patents

dispositivo para consertar extremo tubular de diferencial e método de conserto Download PDF

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BRPI1001889A2
BRPI1001889A2 BRPI1001889-1A BRPI1001889A BRPI1001889A2 BR PI1001889 A2 BRPI1001889 A2 BR PI1001889A2 BR PI1001889 A BRPI1001889 A BR PI1001889A BR PI1001889 A2 BRPI1001889 A2 BR PI1001889A2
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extremotubular
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Antonio Vale Bele
Juan Antonio Vale Bele
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Antonio Vale Bele
Juan Antonio Vale Bele
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Abstract

Dispositivo para consertar extremo tubular de diferencial e método de conserto. Este dispositivo compreende: um suporte operacional de conserto com meios de montagem nesse setor tubular intermédio, meios de centralizado desse suporte operacional de conserto em relação a esse extremo tubular e dispositivos e/ou acessórios de conserto que estão preparados para a sua montagem de tira e põe nesse suporte operacional de conserto, O dispositivo pode estar montado em uma unidade móvel que compreende um transporte em cuja estrutura são dispostos os meios de conserto, O método compreende os passos de extrair o cubo da roda, montar um suporte operacional no extremo tubular a ser consertado, montar um medidor de centralizado e medir e centralizar o suporte operacional, extraindo, ao finalizar, o medidor de centralizado, montar no suporte operacional um dispositivo de corte e cortar o setor extremo do extremo tubular, desmontando ao finalizar o dispositivo de corte, mecanizar o extremo tubular preparando uma cavidade para encaixar um extremo tubular de substituição, esquentar o extremo tubular e encaixar o extremo tubular de substituição na cavidade.

Description

Dispositivo para consertar extremo tubular de diferencial e método de conserto.
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção se refere a um dispositivo paraconsertar extremo tubular de diferencial de veículos que permite substituir a parteavariada em qualquer lugar, apesar de não ter as instalações, oficinas ou dispositivosconvencionais de conserto, e pode ser facilmente montado em uma unidade móvel parafazer o conserto no mesmo lugar em que ocorre a falha. A invenção também se refere aum método de conserto aplicável com esse dispositivo.
Até o presente, quando um veículo sofre uma falha noextremo tubular do diferencial, ele deve ser levado até uma oficina ou umestabelecimento que tem a maquinaria e as ferramentas adequadas para fazer oconserto. Isso significa que, normalmente, o veículo fica fora de serviço por dois ou mais dias.
Dessa maneira, se produz um grande prejuízo,principalmente em se tratando de veículos de carga que têm datas definidas para aremessa ou de veículos de transporte de passageiros que, diante do inconveniente,precisam ser transferidos para um outro veículo de reserva para poder continuar a viagem.
O presente dispositivo compreende um conjunto dedispositivos e/ou acessórios de conserto especialmente preparados que permitem fazer oconserto em qualquer lugar e em um período de tempo breve. Inclusive, esse dispositivopode ser montado em uma unidade móvel e ser transportado até o mesmo lugar ondeocorreu a falha para fazer o conserto "in situ", e depois disso o veículo consertado fica,novamente, em condições de seguir o seu caminho.
Todas estas operações podem ser feitas em um períodocurto de, aproximadamente, duas horas, e depois disso o veículo consertado fica,novamente, em condições de seguir o seu caminho. Contudo, com as técnicas e osdispositivos tradicionais, o veículo avariado pode ficar fora de serviço um ou mais dias.
DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A figura 1 é uma vista em perspectiva superior do presente dispositivo montado em umaunidade móvel, em una forma de realização em que ele pode ser rebocado.A figura 2 é uma vista em perspectiva em que se observa como o suporte operacional émontado em um extremo tubular a ser consertado.
A figura 3 compreende una vista frontal, em elevação, e dois cortes transversais dosuporte operacional que permitem observar a sua constituição.
A figura 4 compreende uma vista frontal e uma vista lateral de um suporte operacionaladequado para veículos com um sistema de freios a disco.
A figura 5 compreende dois cortes transversais do suporte operacional da figura 3, emum caso montado para o centralizado inicial e, no outro caso, preparado para forneceruma montagem para outros dispositivos e/ou acessórios.A figura 6 é uma vista em perspectiva dos meios de centralizado.A figura 7 é uma vista frontal, em elevação, dos meios de centralizado.5 A figura 8 compreende dois cortes transversais dos meios de centralizado das figuras 5 e6.
A figura 9 é uma vista em perspectiva do suporte adaptador de corte montado no suporteoperacional.
A figura 10 é uma vista em perspectiva do dispositivo de corte. figura 11 é uma vista em perspectiva do dispositivo alargador manual.
Afigura 12 é uma outra vista em perspectiva do dispositivo alargador manual com umaunidade motriz montada.
Afigura 13 é uma vista em perspectiva do dispositivo alargador automático que possuium eixo com rasgo de chaveta.A figura 14 é una vista lateral, em elevação, de um dispositivo de corte interior.
A figura 15 é um corte longitudinal do dispositivo de corte interior que permite observar assuas partes componentes.
A figura 16 compreende três cortes transversais do dispositivo de corte interior.A figura 17 é uma vista em perspectiva de um torno paralelo para a adaptação doextremo tubular de substituição.
Afigura 18 é uma vista em perspectiva de um maçarico para esquentar aplicado aoextremo tubular cortado onde, depois, se encaixa o extremo tubular de substituição.NÚMEROS DE REFERÊNCIA DOS DESENHOS
(1) Transporte. (1a) Estrutura. (1b) Meios de montagem fixa. (2) Suporte operacional. (2a) Passagem folgada de inserção. (2b) Saliência de montagem. (2c) Membros ou grampos de sujeição. (2d) Meios de montagem fornecidos pelo suporte operacional (2) (2e) Passagens de regulação transversal. (2f) Membros de posicionamento. (2g) Reguladores da posição. (2h) Peça centralizadora auxiliar. (3) Medidor de centralizado. (3a) Parte móvel. (3b) Parte fixa.(3c) Controlador de giro. (3d) Meio de comando. (3e) Suporte do comparador. (3f) Regulador de comparador. (3g) Barra comparadora. (4) Dispositivo de corte [serra mecânica] (5) Alargadoras. (5a) Alargadora manual. (5b) Alargadora automática. (6) Torno. (7) Maçarico. (8) Unidade motora. O) Dispositivo de corte interior. (9a) Eixo condutor. (9b) Armação. (9c) Parte rotativa. (9d) Ferramentas de corte interior. (9e) Platina de montagem. (10) Extremo tubular do diferencial. (10a) Setor extremo. (10b) Setor intermédio. (30) Comparador. (40) Suporte adaptador de corte. (41) Platina de cortador. (42) Montagem lateral de cortador. (43) Armação de corte. (44) Mecanismo de vaivém ou corte. (50) Platinas de alargadoras.
DESCRIÇÃO DETALHADA
O presente dispositivo de conserto é aplicável a um veículopara fazer um conserto que consiste na substituição do setor extremo (10a) de umextremo tubular (10) de diferencial. Esse extremo tubular (10) é o que forma umacavidade tubular em que trabalha o semi-eixo ou palier que conecta o mecanismodiferencial com o cubo de uma roda. Ele compreende um setor tubular intermediário (10b)em que, normalmente, são montados os suportes de freio que podem ser um disco defreio ou os membros do sistema de freios a disco.
O presente dispositivo de conserto compreende um suporteoperacional (2) cuja estrutura fornece os meios de montagem (2d) para os dispositivose/ou acessórios que são usados no conserto.
Para a disposição operacional correta do suporteoperacional referido acima (2) se conta com meios de centralizado que permitem colocá-lo adequadamente em relação ao extremo tubular do diferencial. Esses meios decentralizado compreendem um jogo de passagens de regulação transversal (2e) cujo eixovirtual é transversal em relação ao eixo virtual do referido extremo tubular (10) deaplicação. Nessas passagens (2e) trabalham dois reguladores da posição (2g) e doismeios para posicionar (2f). Esses últimos se deslocam sob a influência dessesreguladores (2e) e se projetam pela saída da passagem de regulação (2e) até entrar emcontato com o extremo tubular (10). Na sua parte central, o suporte operacional (2) temuma passagem de inserção (2a) que permite montá-lo no extremo tubular (10) e que étransversalmente folgado para permitir a regulação do centralizado.
Os meios de centralizado também compreendem ummedidor de centralizado (3) que trabalha montado no suporte operacional (2). Essemedidor de centralizado (3) compreende uma parte fixa (3b) e uma parte móvel (3a). Aparte fixa (3b) monta-se no suporte operacional (2), enquanto que a parte móvel (3a)compreende uma disposição para a montagem de um comparador (30). Essa parte móvel(3a) também dispõe de meios de comando (3d) e está sob a influência de unscontroladores de giro (3c).
Os dispositivos e/ou acessórios de conserto compreendemdispositivos de corte (4), dispositivos de corte interior (9), dispositivos de mecanizado (5)do extremo tubular (10) depois de cortar, dispositivos de mecanizado (6) do extremotubular de substituição e meios para esquentar (7).
O dispositivo de corte (4) pode consistir em uma serramecânica que tem um suporte adaptador (40) de corte capaz de montar-se no suporteoperacional (2). Esse suporte adaptador (40) tem uma platina (41) preparada para amontagem e uma montagem lateral (42) da qual se projeta a armação de corte (43) até aposição de trabalho sobre o extremo tubular (10) de aplicação.
Se for necessário extrair alguma peça tubular existentedentro do extremo tubular (10), se dispõe de um dispositivo de corte interior (9) preparadopara montar-se (9e) no suporte operacional (2) e fornecido de meios de corte rotativos(9c)(9d).
Para o mecanizado do extremo tubular (10), depois que oseu setor interno foi cortado e descartado, são empregados dispositivos de mecanizadotais como alargadoras (5) manuais (5a) e/ou automáticas (5b). Essas alargadoras (5)estão especialmente preparadas para ser montadas no suporte operacional (2). Paratanto, elas podem dispor de meios tais como platinas compatíveis (50). Elas também têmuma constituição tal que as ferramentas da alargadora ficam enfrentadas ao extremotubular (10) a ser mecanizado, podendo trabalhar tanto no interior como no exterior dele.
Para fazer o conserto, também temos a ajuda de meios taiscomo tornos (6) e maçaricos (7). Os tornos (6) permitem mecanizar extremos tubulares(10) hiperdimensionados até alcançar uma medida compatível com a cavidade feita pelaalargadora (5). Nessas condições, o maçarico (7) é usado para esquentar essa cavidadee depois encaixar o extremo tubular (10) de substituição.
Em uma forma preferida de realização, o dispositivo poderáser disposto em uma unidade móvel. Essa unidade móvel compreende um transporte (1)que pode ser autopropulsado ou rebocável. Nesse último caso, o transporte (1) rebocávelcompreende uma estrutura (1a) montada sobre uma armação rolante e/ou deslizantepara a qual pode se contar com elementos tais como rodas, patins, etc.. Também contacom meios de reboque —tais como lanças, braço de reboque, etc.— que fazem com queseja possível encaixá-lo a veículos tratores ou de reboque de qualquer tipo.
Sobre a estrutura (1a) do transporte (1) referida acima sãocolocados dispositivos e/ou acessórios de conserto (2)(3)(4)(5)(6)(7)(8)(9)(30)(40) quesão transportados até o lugar em que o conserto é feito.
Alguns desses dispositivos e/ou acessórios são montadossó para ser transportados, enquanto que outros podem ser montados de forma fixa (1b),já que eles são utilizados sobre a mesma estrutura (1a) em que eles estão.
Entre os dispositivos e/ou acessórios que são sujeitados sópara o transporte (1) estão os suportes operacionais (2), meios de centralizado (2g)(3),meios cortadores (4), unidades motoras (8), maçaricos (7), etc..
Entre os dispositivos e/ou acessórios que podem sermontados de forma fixa (1b) se encontram os tornos (6), tubos de gás dos maçaricos (7),fontes de energia elétrica —equipamentos geradores, baterias—, etc.
MÉTODO:
O método de conserto compreende uma série de passosque permitem cortar e descartar o extremo tubular (10) avariado e substitui-lo por umnovo.
Para tanto, primeiramente, é retirado o cubo da roda e como extremo tubular (10) do diferencial livre se monta o suporte operacional (2).
Depois, no suporte operacional (2), é montado um medidorde centralizado (3). Faz-se girar a parte móvel (3a) deste último e, verificando ocomparador (30), são feitos os ajustes necessários mediante os reguladores de posições(2g) desse suporte operacional (2). Depois que esse suporte operacional (2) ficacentralizado em relação ao extremo tubular (10), o medidor de centralizado (3) é retirado.
Depois disso, o dispositivo de corte (4) é montado nosuporte operacional (2) e é feito o corte do setor extremo (10a) avariado. Depois de terfinalizado o corte, o dispositivo de corte (4) é retirado.
Posteriormente, se mecaniza a parte cortada do extremotubular (10) até formar uma cavidade de encaixe apropriada. Para tanto, podemosrecorrer, inicialmente, a uma alargadora manual (5a) e, depois, a uma alargadoraautomática (5b). A operação também pode incluir o mecanizado da parte exterior desseextremo tubular (10).
Por outro lado, a partir de um extremo tubular (10) desubstituição hiperdimensionado, procede-se a rebaixá-lo até que tenha uma medidacompatível com a cavidade mecanizada do extremo tubular (10).
Depois, se esquenta toda a área do extremo tubular (10)adjacente à cavidade de encaixe. Para tanto, se recorre a um maçarico (7).
Finalmente, se encaixa o extremo tubular (10) desubstituição na referida cavidade previamente esquentada. Ao esfriar, a substituiçãoficará fixada.

Claims (24)

1.) DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL, que é aplicável a um veículo para um conserto quecompreende a substituição do setor extremo de um extremo tubular de diferencial que:- Forma uma cavidade tubular em que trabalha o semi-eixo ou palier que conecta omecanismo diferencial com o cubo de uma roda,- Compreende um setor tubular intermédio em que, normalmente, são montados ossuportes de freio,caracterizado porque compreende:- Um suporte operacional de conserto com meios de montagem nesse setor tubularintermédio,- Meios de centralizado desse suporte operacional de conserto em relação a esseextremo tubular e- Dispositivos e/ou acessórios de conserto que estão preparados para a sua montagemde tira e põe nesse suporte operacional de conserto.
2.) DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 1, caracterizado porquecompreende um transporte em cuja estrutura se dispõem os meios de conserto.
3.) DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 2, caracterizada porque otransporte pode ser rebocado.
4.) DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 2, caracterizada porque otransporte é autopropulsado.
5.) DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 1, caracterizado porque osuporte operacional de conserto compreende, pelo menos, uma estrutura com umapassagem de inserção no extremo tubular, meios de montagem no suporte de freio,meios para a montagem de dispositivos e/ou acessórios de conserto e meios decentralizado dessa estrutura em relação a esse extremo tubular.
6.) DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 1, caracterizado porque osuporte operacional compreende, pelo menos:- Uma estrutura fornecedora de meios de montagem para dispositivos e/ou acessórios deconserto do extremo tubular do diferencial,- Meios de centralizado que compreendem uma peça central de posicionamento inicial eum jogo de posicionadores transversais reguláveis e- Um jogo de grampos de sujeição capazes de montar essa estrutura em dois membrosdo sistema de freios a disco existente no extremo tubular.
7. DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 1, caracterizado porque osuporte operacional compreende, pelo menos:- Uma estrutura fornecedora de meios de montagem para dispositivos e/ou acessórios deconserto do extremo tubular do diferencial,- Meios de centralizado que compreendem um jogo de posicionadores transversaisreguláveis e- Um jogo de membros de sujeição capazes de montar essa estrutura no disco de freioexistente no extremo tubular.
8. DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 1, caracterizado porque osmeios de montagem para dispositivos e/ou acessórios de conserto compreendem jogosde aberturas no suporte operacional.
9. DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 1, caracterizado porque osmeios de montagem para dispositivos e/ou acessórios de conserto compreendem jogosde aberturas roscadas no suporte operacional.
10. DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 1, caracterizado porque osmeios de montagem para dispositivos e/ou acessórios de conserto compreendemelementos roscados para o suporte operacional.
11. DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 1, caracterizado porque osuporte operacional compreende meios de montagem para as platinas dos dispositivose/ou acessórios de conserto.
12. DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 1, caracterizado porque osmeios de centralizado do suporte operacional compreendem, pelo menos:- Um jogo de posicionadores transversais reguláveis que, nesse suporte operacional,agem através de uma passagem de inserção transversalmente folgada que se monta noextremo tubular e- Um medidor de centralizado em relação ao do extremo tubular que trabalha montadonesse suporte operacional e compreende um comparador.
13. DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 1, caracterizado porque osmeios de centralizado localizados no suporte operacional compreendem um jogo deposicionadores transversais reguláveis que incluem, pelo menos:- Uma passagem de regulação transversal cujo eixo virtual é transversal ao eixo virtualdo extremo tubular de aplicação,- Um regulador posicionai na entrada dessa passagem de regulação e- Um membro posicionador que, sob a influência desse regulador posicionai, se projetapela saída dessa passagem de regulação até o contato com esse extremo tubular dodiferencial.
14.) DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 1, caracterizado porque odispositivo de corte compreende uma serra mecânica com um suporte adaptador de cortecapaz de se montar no suporte operacional, compreendendo esse suporte adaptadoruma platina capaz de montar nesse suporte operacional e uma montagem lateral desde aque se projeta a armação de corte sobre o extremo tubular de aplicação.
15.) DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 1, caracterizado porquecompreende um dispositivo de corte interior que, preparado para montar no suporteoperacional, compreende meios de corte rotativos preparados para trabalhar dentro doextremo tubular.
16.) DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 1, caracterizado porquecompreende uma alargadora de acionamento manual preparada para montar no suporteoperacional e enfrentar o extremo tubular.
17.) DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 1, caracterizado porquecompreende uma alargadora de acionamento automático preparada para montar nosuporte operacional e enfrentar o extremo tubular.
18.) DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 1, caracterizado porque osmeios para esquentar compreendem um maçarico.
19.) DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 1, caracterizado porquecompreende meios para o mecanizado de adaptação do extremo tubular de substituição.
20.) DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 19, caracterizado porqueos meios para o mecanizado de adaptação do extremo tubular de substituiçãocompreendem um torno.
21.) DISPOSITIVO PARA CONSERTAR EXTREMOTUBULAR DE DIFERENCIAL de acordo com a reivindicação 1, caracterizado porque osdispositivos e/ou acessórios de conserto compreendem respectivas platinas demontagem compatíveis com o suporte operacional do dispositivo de conserto.
22.) MÉTODO DE CONSERTO, caracterizado porquecompreende os seguintes passos:- Extrair o cubo da roda,- Montar um suporte operacional no extremo tubular a ser consertado,- Montar um medidor de centralizado nesse suporte operacional,- Medir e centralizar esse suporte operacional, extraindo, ao finalizar, esse medidor decentralizado,- Montar nesse suporte operacional um dispositivo de corte e cortar o setor extremo doextremo tubular, desmontando, ao concluir, esse dispositivo de corte,- Mecanizar o extremo tubular preparando uma cavidade para encaixar um extremotubular de substituição,- Esquentar o extremo tubular ao redor dessa cavidade e- Encaixar, nessa cavidade, o extremo tubular de substituição.
23.) MÉTODO DE CONSERTO, de acordo com areivindicação 22, caracterizado porque compreende os seguintes passos:-Aproximar a unidade móvel até a proximidade do veículo cujo extremo tubular estáavariado,- Extrair o cubo da roda,- Montar um suporte operacional no extremo tubular a ser consertado,- Montar um medidor de centralizado nesse suporte operacional,- Medir e centralizar esse suporte operacional, extraindo, ao finalizar, esse medidor decentralizado,- Montar, nesse suporte operacional, um dispositivo de corte e cortar o sector extremo doextremo tubular, desmontando, ao finalizar, esse dispositivo de corte,- Mecanizar o extremo tubular preparando uma cavidade para encaixar um extremotubular de substituição,- Esquentar o extremo tubular ao redor dessa cavidade e- Encaixar, nessa cavidade, o extremo tubular de substituição.
24.) MÉTODO DE CONSERTO, de acordo com areivindicação 22, caracterizado porque compreende os seguintes passos:- Extrair o cubo da roda,- Montar um suporte operacional no extremo tubular a ser consertado,- Montar um medidor de centralizado nesse suporte operacional,- Medir e centralizar esse suporte operacional, extraindo, ao finalizar, esse medidor decentralizado,- Montar, nesse suporte operacional, um dispositivo de corte e cortar o setor extremo doextremo tubular, desmontando, ao finalizar, esse dispositivo de corte,- Mecanizar o extremo tubular, preparando uma cavidade para encaixar um extremotubular de substituição,- Por outro lado, a partir de um extremo tubular de substituição hiperdimensionado,rebaixó-lo até que tenha uma medida compatível com essa cavidade,- Esquentar o extremo tubular ao redor dessa cavidade e- Encaixar, nessa cavidade, o extremo tubular de substituição.
BRPI1001889-1A 2009-04-15 2010-04-14 dispositivo para consertar extremo tubular de diferencial e método de conserto BRPI1001889A2 (pt)

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