terça-feira, dezembro 29, 2009
um abraço para Flora
"A Flora pegou em armas sim, não durante a guerra colonial, que é demasiado jovem para isso, mas na guerra civil, entre a FRELIMO e a RENAMO, aquela que, como sabes, durou entre 1976 e 1992 e que terá provocado qualquer coisa como um milhão de mortes.
Flora Alberto Ngume contou-me em poucos minutos a sua vida..."
domingo, dezembro 27, 2009
post natalício com a participação de António Lobo Antunes
quarta-feira, dezembro 23, 2009
domingo, dezembro 20, 2009
as razões do sucesso (uma das)
quinta-feira, dezembro 17, 2009
"Fábulas"
sexta-feira, dezembro 11, 2009
e o La Féria já fechou a chafarica?
quinta-feira, dezembro 10, 2009
A massa de que eram feitos os "Pides"
terça-feira, dezembro 08, 2009
segunda-feira, dezembro 07, 2009
terça-feira, dezembro 01, 2009
segunda-feira, novembro 30, 2009
Minaretes na rua?
Uma família de Príncipes
esta foto foi gentilmente surripiada à página do Facebook do meu amigo Marcos Melo Antunes, filho do meu amigo Fernando, aqui ao lado do seu irmão Ernesto. Uma honra para mim...
sábado, novembro 28, 2009
Retalhos de Ary dos Santos e um recado
(Recado: Mana, quando puderes mostra isto ao Pai e diz-lhe que os arranjos deste disco são do João Cabrita, que também aparece no filme a tocar violão.)
quarta-feira, novembro 25, 2009
terça-feira, novembro 24, 2009
lembrar Carlos Cardoso
clicar na imagem
segunda-feira, novembro 23, 2009
A nossa República
A nossa República é afinal como uma qualquer daquelas repúblicas de estudantes em que os residentes se passeiam em cuecas pelos corredores.
lido aqui
sexta-feira, novembro 20, 2009
terça-feira, novembro 17, 2009
a alegria do golo
Adenda: Alegria de uns, tristeza de outros:
Acabo de saber que Humberto Coelho foi despedido.
segunda-feira, novembro 16, 2009
sábado, novembro 14, 2009
sexta-feira, novembro 13, 2009
quinta-feira, novembro 12, 2009
segunda-feira, novembro 09, 2009
sábado, novembro 07, 2009
cá e lá...
(no blog de Mário Crespo, mais um que qualquer dia leva...)
terça-feira, novembro 03, 2009
Kinani
e a peça inaugural, na Fortaleza de Maputo, foi de tirar o fôlego.
sábado, outubro 31, 2009
Roteiro "Pancho" Guedes
terça-feira, outubro 27, 2009
Luanda minha terra
este filme, que por razões técnicas ainda não consegui ver até ao fim, deixo-o aqui para quem conseguir...
quarta-feira, outubro 14, 2009
Prémio
JPT sobre o prémio literário atribuído a João Paulo Borges Coelho
terça-feira, outubro 06, 2009
Afinal não fui só eu a estranhar a coincidência
terça-feira, setembro 29, 2009
"Turras" judiciais
O momento não podia ser melhor. Quem é que teria esta carta na manga para a jogar exactamente agora? "O que está a acontecer é próprio de um Estado inquisitorial e terrorista"
quinta-feira, setembro 24, 2009
terça-feira, setembro 22, 2009
segunda-feira, setembro 21, 2009
Ser fiel a quem não merece
quarta-feira, setembro 16, 2009
terça-feira, setembro 15, 2009
Anã de Amsterdã
Uma ideia original
Descobri há dias na África do Sul este sinal que não conhecia. Ao que parece, serve para assinalar os locais onde os turistas podem dar de comer aos crocodilos.
sexta-feira, setembro 11, 2009
Ei-las, as famosas pataniscas do Cabo
quinta-feira, setembro 10, 2009
O que terá este texto de especial?
Sem nenhum tropeço posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo isso permitindo mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível. Pode dizer-se tudo, com sentido completo, como se isso fosse mero ovo de Colombo, desde que se tente. Sem se inibir, pode muito bem o leitor empreender este belo exercício dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento. Trechos difíceis resolvem-se com sinónimos. Observe-se bem: é certo que, em se querendo, esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo. Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo desporto do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o "E" ou sem o "I" ou sem o "O" e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo sem o "P", "R" ou "F", o que quiser escolher. Podemos, em corrente estilo, repetir um som sempre ou mesmo escrever sem verbos. Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir. Porém, mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem impedimentos. Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem hoje o nosso português, culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês. Porquê? Cultivemos o nosso polifónico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores. Honremos o que é nosso, oh moços estudiosos, escritores e professores! Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, púgil, de heróis e de nobres descobridores de mundos novos!
quarta-feira, setembro 09, 2009
Cristiano Ronaldo, Olé!
sábado, setembro 05, 2009
segunda-feira, agosto 17, 2009
sexta-feira, agosto 14, 2009
quinta-feira, agosto 13, 2009
"O MEU POVO É ESPECIAL"
"O meu povo é especial
É povo de palavra
Fala de braços abertos
Para melhor se fazer sentir e entender...
...eu encanto-me com suas opiniões
E a forma como as diz...
E nesta interacção entre mim e meu povo
Perco a noção do tempo e até esqueço-me
do meu próprio nome..."
(poema de Armando Emílio Guebuza)
terça-feira, agosto 11, 2009
A alegria e a frescura de Strauss
e pelos vistos não sou só eu...
Obrigado ao Corta-Fitas.
domingo, agosto 09, 2009
quinta-feira, agosto 06, 2009
Esta melga esteve à beira de ser exterminada
quarta-feira, julho 29, 2009
também quero ser patrocinado
Esta jovem, de seu nome Carolina Patrocínio, é a nova mandatária para a juventude da campanha do Sócrates. Boa! Aliás muito boa. Eu, com patrocínios assim, queria lá saber da política para alguma coisa!
quarta-feira, julho 22, 2009
segunda-feira, julho 13, 2009
domingo, julho 12, 2009
sábado, julho 11, 2009
segunda-feira, julho 06, 2009
Maria Keil
Esta senhora bonita é a nossa amiga Maria Keil, artista plástica.
Em 1941, via-se a si própria desta maneira.
De lá para cá fez milhares de coisas, sobretudo ilustrações, que se podem encontrar em revistas como a “Seara Nova”, livros para adultos e “toneladas” de livros infantis, os de Matilde Rosa Araújo, por exemplo, são em grande quantidade. Está quase a chegar aos 100 anos de idade de uma vida cheia, que nos primeiros tempos teve alguns “sobressaltos”, umas proibições de quadros aqui, uma prisão pela PIDE, ali... as coisas normais para um certo “tipo de pessoas” no tempo do fascismo.
Para esta “história”, no entanto, o que me interessa são os seus azulejos. São aos milhares, em painéis monumentais, espalhados por variadíssimos locais. Uma das maiores contribuições de Maria Keil para a azulejaria lisboeta, foi exactamente para o Metropolitano de Lisboa. Para fugir ao figurativo, que não era o desejado pelos arquitectos do Metro, a Maria Keil partiu para o apuramento das formas geométricas que conseguiram, pelo uso da cor e génio da artista, quebrar a monotonia cinzenta das galerias de cimento armado das primeiras 19, sim, dezanove estações de Metropolitano. Como o marido estava ligado aos trabalhos de arquitectura das estações e conhecendo a fatal “falta de verba” que se fazia sentir, o Metro lá teve de pagar os azulejos, em grande parte fabricados na famosa fábrica de cerâmica “Viúva Lamego”, mas o trabalho insano da criação e pintura dos painéis... ficou de borla. Exactamente! Maria Keil decidiu oferecer o seu enorme trabalho à cidade de Lisboa e ao seu “jovem” Metropolitano.
Estes pormenores das estações do “Intendente” (1966) e “Restauradores” (1959), são bons exemplos.
Parêntesis: Qualquer alteração na “Gare do Oriente” do Arq. Calatrava, ou nas Torres das Amoreiras, do Arq. Tomás Taveira, só a título de exemplo, têm de ser encomendadas ao arquitecto que as fez e mesmo assim, ele pode recusar-se a alterar a sua obra original. Se os donos da obra avançarem para a alteração sem o acordo do autor, podem ter por garantido um belo processo em tribunal, que acabará numa “salgada” indemnização ao autor.
Finalmente, a história! Recentemente a Metro de Lisboa decidiu remodelar, modernizar, ampliar, etc, várias das estações mais antigas e não foram de modas. Avançaram para as paredes e sem dizer água vai, picaram-nas sem se dar ao trabalho de (antes) retirar os painéis de azulejos, ou ao incómodo de dar uma palavra que fosse à autora dos ditos. Mais tarde, depois da obra irremediavelmente destruída, alguém se encarregaria de apresentar umas desculpas esfarrapadas e “compreender” a tristeza da artista.
A parte “realmente boa” desta (já longa) história é que ao contrário de quase todos os arquitectos, engenheiros, escultores, pintores e quem quer que seja que veja uma sua obra pública alterada ou destruída sem o seu consentimento, Maria Keil não tem direito a qualquer indemnização.
Perguntam vocês “porquê, Samuel?” e eu tão aparvalhado como vós, “Porque na Metro de Lisboa há juristas muito bons, que descobriram não ser obrigatório pedir nada, nem indemnizar a autora, de forma nenhuma... exactamente porque ela não cobrou um tostão que fosse pela sua obra!!!
Este país, por vezes consegue ser “ainda mais extraordinário” do que é o seu costume!
Muito obrigado a Elisa Outeiro Braga, do Porto, autora do post.
domingo, julho 05, 2009
quinta-feira, julho 02, 2009
Passa por mim no Chiado...
VIVER COMO AS FLORES
Num antigo mosteiro budista,
um jovem monge questiona o mestre ...
Mestre, como faço para não me aborrecer?
Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes.
Algumas são indiferentes.
Sinto ódio das que são mentirosas.
Sofro com as que caluniam.
- Pois viva como as flores! - advertiu o mestre.
Como é viver como as flores? - perguntou o discípulo.
Repare nas flores, continuou o mestre, apontando os lírios que cresciam no jardim.
Elas nascem no esterco, no entanto, são puras e perfumadas.
Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche a frescura das suas pétalas.
Os defeitos deles são deles e não seus.
Se não são seus, não há razão para aborrecimento.
Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora.
Isso é viver como as flores.
quarta-feira, julho 01, 2009
domingo, junho 28, 2009
quarta-feira, junho 17, 2009
Os políticos e as fraldas
segunda-feira, junho 15, 2009
segunda-feira, junho 08, 2009
segunda-feira, junho 01, 2009
"Uma nova espécie Humana"
Se você faz parte desta nova espécie humana, divulgue a ideia.
(obrigado ao meu amigo Vasco Coelho)
IM Magazine
terça-feira, maio 26, 2009
segunda-feira, maio 25, 2009
sábado, maio 23, 2009
A morte de Eduardo Mondlane
Sobre a morte de Eduardo Mondlane vale a pena ver e ouvir este capítulo da "Guerra Colonial" de Joaquim Furtado.
Ser feminista
sexta-feira, maio 22, 2009
"Esta recessão com que nos confortamos... "
quarta-feira, maio 20, 2009
o ataque a Cabora Bassa
segunda-feira, maio 18, 2009
Saudades de África
Façam o favor de clicar e ver: Saudades de África
sexta-feira, maio 15, 2009
segunda-feira, maio 11, 2009
"Espaço Cultural Acácia" na Namaacha
O Manel Alegre
sábado, maio 09, 2009
sexta-feira, maio 08, 2009
sobre o Tempo que Passa
quinta-feira, maio 07, 2009
Como pensar
Um texto imprescindível de Mia Couto.
quarta-feira, maio 06, 2009
terça-feira, maio 05, 2009
Estava a pedi-las!
quarta-feira, abril 29, 2009
domingo, abril 26, 2009
Voltaram-me as lágrimas aos olhos
sexta-feira, abril 24, 2009
vai haver porco no espeto
Infelizmente não é o Presidente da Câmara.
quarta-feira, abril 22, 2009
terça-feira, abril 21, 2009
O sucesso de Susan Boyle
O sucesso de Susan Boyle é uma coisa bonita, mas lembrou-me uma entrevista feita há alguns anos a Cesária Évora. Quando a jornalista lhe perguntou se estava contente com o seu enorme sucesso, apesar de um pouco tardio, Cesária encolheu os ombros e respondeu que o que gostaria mesmo era de ter um marido.
segunda-feira, abril 20, 2009
Diz o Comendador Berardo
que os gestores da banca deviam estar todos presos...
Deve ser para quando for a vez dele ter parceiros prá sueca.