Há dias vi o Zé Carlos a achei muita graça ao facto de falar no Hugo Chavez, que tem uma política bem mais equilibrada do que a do nosso fantástico Socrates. São parecidos e amam-se de paixão, aprendem um com o outro formas interessantes de lixar o povo, portanto aqui fica o filme.
Desde muito cedo que me dediquei ao ensino. E juro, juro mesmo, que gostava de ensinar, de ir até à escola, de ficar por lá a preparar projectos e a desenvolver ideias que, por vezes, me surgiam. Desempenhar as minhas funções docentes era um prazer, que não voltei a ter. Hoje sinto-me humilhada, maltratada, sem vontade ou motivação para fazer nada. Nada é exactamente igual ao que sinto em relação à minha profossão. E esse nada tem um preço muito elevado, se tivermos em conta que aquilo que melhor sei fazer é mesmo ensinar. Estou disposta a reformar-me, a ir embora sem glória e sem ventura, porque é assim que actualmente se agradesse a quem doou uma vida a este ministério. Já pensei em muitas alternativas e nenhuma me agrada, mas não consigo continuar a ter um emprego cuja política de fundo vai contra a moral porque me regi toda a vida. Estou a ser avaliada em 3 locais diferentes, com esquemas completamente diferentes. O da escola é de todos o mais injusto, basta ser avaliada pelos meus pares, a quem não reconheço superioridade profissional e social para desempenhar tais funções. No fundo sinto que está tudo cozinhado aqui na escola onde trabalho e sinto-o de forma intensa o que me leva ao desânimo em que me encontro. Vou embora graças a toda uma estrutura que vê apenas números se tornou desumana e incapaz de ver para além daquilo que lhe impõem. Vou embora, não é este o país que ajudei a construir para os meus filhos e os meus netos. Vou embora, quem sabe num outro país me sinta mais à vontade para viver o tempo que me resta.
André Rieu é alguém muito especial que adoro e que é um bem para a humanidade. Assistir a um espectáculo de André Rieu é um hino à vida e à alegria. Há uns dois anos vi no Porto "The Lord of Dance" e fiquei extaseada pela beleza desse show! Pois em tão imaginem lá os dois ao vivo! Issso mesmo! Aproveitem bem porque vale a pena!
A cada dia que passa sinto-me cada vez pior e, o mais grave, sinto-me ameaçada por esta pseudo democracia europeia, levada a acabo por um governo cego, surdo e autoritário, cujas preocupações desconheço. Estamos mal, muito mal mesmo na saúde. Fecham-se as urgências, morre-se à espera de atendimento, o senhor ministro apelida o bastonário da ordem dos médicoa (mas ele é mesmo bastonário? isso não interessa muito!), de incendiário e as populações reclamam, em vão, pelos direitos alienados. Os professores estão deprimidos, as escolas tornaram-se um espaço doloroso, desmotivante e, como tal, nem as férias, se de férias, podemos falar, levantaram o moral. Vão ser avaliados, o que acho muito bem, mas discordo da forma e do modo. Nunca pensei em reformas, hoje, apesar de considerar que é uma má opção para mim, mesmo assim, anseio por ela. Na justiça vejo individuos a serem presos por conduzirem sem carta, mas vejo assassinos, em casa, à espera de julgamento. Assisto ao atrolepalemto das minorias e ao desrespeito pelos seus direitos. Vejo fundamentalistas a exigirem que ninguém fume, mas não vejo a mesma mão de ferro contra o uso e abuso de bebidas alcoolicas que tanta gente mata e indiscriminadamente. Vejo um crescendo de religiões, pois é a única forma que a população encontra na busca da esperança que teima em fugir. A classe média já quase não existe, a ela e aos pobres cada vez mais pobres, cabe pagar toda a crise instalada. O estado recusa-se a assumir as suas obrigações para com os cidadãos. Se juntarmos a tudo isto a crise do petróleo e o terrorismo temos o quadro ainda mais completo. Estou cansada deste país, que embora à beira mar plantado, está de tal forma, que eu desejava desparecer e ir para bem longe. A europa não me seduz mais! Assusta-me a enorme falta de privacidadde. Basta acederem a um qualquer computador e a minha vida está lá toda. O que tenho e o que não tenho, o que faço, as infracções que cometi ao longo da minha vida, as infelicidades que possa ter tido, acho que até sabem quando entro e quando saio de casa. Só não entendo onde foi parar a minha privacidade, para onde foram os meus direitos, pelos quais tanto lutei! Por tudo isto achei alguma graça a este clip dos Gatos. Um ditador ao pé do nosso primeiro ministro é aprendiz, bem visto sim senhor!
Somos os alunos do 6º ano Turma B da Escola Básica Castro Matoso do Agrupamento de Escolas de Oliveirinha.
Queremos deixar aqui o nosso testemunho sobre as actividades que desenvolvemos na disciplina de Língua Portiguesa.